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Na tarde desta quarta-feira (27), no Diário Oficial da União (DOU), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou os novos cronogramas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Os editais com as retificações já podem ser conferidos pelos candidatos. Confira o impresso aqui e o digital aqui.

Nas publicações, houve um ajuste nas datas do Enem impresso e na versão digital do exame. As datas de aplicação das provas ainda serão definidas posteriormente por causa da pandemia. Os inscritos na prova vão poder, até o fim de junho, responder uma enquete na Página do Participante.

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Interessados podem se inscrever para o Enem até às 23h59 desta quarta-feira (27). O prazo para pagar a taxa de inscrição no valor de R$ 85 segue até amanhã (28).

Com a necessidade de isolamento social, a internet tem sido a única forma de manter contato com um parente, amigo, assistir a um show ou mesmo adquirir conhecimento sobre diversos temas. Com a pandemia do novo coronavírus e a suspensão das aulas presenciais, Instituições de Ensino Superior (IES)  realizam encontros com profissionais de destaque e acadêmicos renomados que, em condições normais, dificilmente poderiam comparecer a tantos eventos como se reúnem nas lives.

Especialistas que moram em diferentes regiões do Brasil e em outros países se disponibilizam a participar de bate-papos com estudantes e com o público em geral, levando conhecimento e conteúdo para quem está em casa.

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As instituições mantidas pelo grupo Ser Educacional, UNAMA, UNINASSAU, UNINABUCO, UniNorte, UNG e UNIVERITAS, estão utilizando esse momento para qualificar ainda mais o momento de aprendizagem. “Essa integração foi uma forma que encontramos para trazer novidades e aumentar o interesse dos nossos estudantes, e até mesmo do público em geral, sobre as oportunidades de aprender sem sair de casa”, afirmou a reitora da UNAMA – Universidade da Amazônia, Betânia Fidalgo.

Segundo a reitora, a quarentena tem mostrado que a educação pode romper todas as barreiras. "Mesmo com o isolamento social, podemos sim continuar aprendendo todos os dias e, acima de tudo, podemos criar novas formas de aprender e ensinar”, disse.

“Temos que aprender com este momento. Graças à tecnologia, pudemos realizar uma palestra com um nome de peso do jornalismo português, como Hélder Silva, com professores de universidades lusitanas, entre outros”, destacou o coordenador do curso de Jornalismo da UNINABUCO Recife, Luís Boaventura.

Além de Hélder Silva, estiveram entre os convidados internacionais das instituições do Grupo Ser os jornalistas Rodrigo Alvarez, Rodrigo Carvalho e Sônia Bridi; o professor da Universidade Fernando Pessoa, em Portugal, Jorge Pedro Sousa; a pesquisadora brasileira da Universidade de Cambridge, Lívia Souza; o doutorando em Psicologia na Universidade de Lisboa, Emerson Bú; o fisioterapeuta do time chinês Shijiazhuang Ever Bright, Rodrigo Cavendish; a pesquisadora da Universidade de Michigan, Alessandra Campos; entre outros.

"O isolamento social abre a oportunidade para que possamos qualificar as nossas aulas, levando para os alunos a experiência de profissionais de destaque não apenas da nossa região, mas do mundo inteiro”, destaca o coordenador do curso de Psicologia da UNINASSAU Campina Grande, Bruno Medeiros, que mediou uma Live com uma pesquisadora brasileira da Universidade de Cambridge.

A tecnologia também tem proporcionado momentos diferentes entre diversas instituições de ensino. Assim como tem acontecido com diversos artistas que produzem lives em parceria, universidades e faculdades também estão se unindo para promover congressos, simpósios e palestras. A ideia é levar os profissionais de uma IES para conversar com alunos de outras. O conceito tem sido benquisto e possibilitado uma integração entre estados brasileiros.

Em São Paulo, por exemplo, a prática tem sido bastante utilizada para integrar os estudantes com profissionais de destaque no Nordeste. Já na região Norte, a busca tem sido por uma aproximação não apenas com a região vizinha, mas também com Instituições do Sudeste. “Esse é um momento em que precisamos nos unir e nos reinventar. E a tecnologia está nos proporcionando chances que eram dificultadas com a barreira da distância. Se todos estamos assistindo aulas por plataformas digitais, podemos sim juntar professores e turmas de duas Instituições diferentes”, destaca o reitor da Universidade UNG, de Guarulhos, Eloi Lago. A IES já promoveu lives em parceria com instituições de Pernambuco, Paraíba, Bahia, entre outras.

Com informações da Ascom UNAMA.

 

 

 

 

 

Quem está se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 poderá conferir, nesta quinta-feira (28), por meio da plataforma Google Meet, a partir das 15h, um aulão gratuito com os professores Cristiane Pantoja (história, filosofia e sociologia) e Lauro Serapião (filosofia e sociologia).

Os docentes vão ministrar um aulão interdisciplinar sobre guerras, ética, política e estado. Para se inscrever, os interessados devem entrar em contato por meio do número de WhatsApp dos professores Lauro Serapião: (81) 9.9898-1958 e Cristiane Pantoja (81) 9.9984-2844 ou pelos perfis no Instagram @lauro.serapiao ou @pantoja.cristiane.

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“Abordaremos história, filosofia e sociologia com o intuito de incentivar os alunos a continuar estudando para os vestibulares. Abordaremos sobre guerras, ética, política e estado trabalhados em cima de textos e ideias de maneira contextualizada como costuma cair no Enem”, disse a professora Cristiane Pantoja.

Com os crescentes casos do novo coronavírus no País e aulas suspensas desde março passado, alunos se deparam com os desafios de estudar em casa, por muitas vezes com recursos limitados. Com isso, desde o início do isolamento social, participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, encontraram na tecnologia uma rede de apoio entre eles. Tudo através de grupos de estudos pelo Whatsapp.

Da sala de aula para a sala de bate-papo

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Nesse cenário de incerteza e de dificuldades para estudar, a tecnologia, ou mais especificamente o Whatsapp, tem desempenhado um papel importante para que participantes da edição possam estreitar relações e compartilhar materiais de estudos entre eles, em um rede de apoio, fornecidos de forma gratuita. 

Em entrevista ao LeiaJá, a estudante do ensino médio e idealizadora de um grupo de estudo, Giovana Nascimento, 18 anos, que reside em Garanhuns, Agreste de Pernambuco, explica que a ideia surgiu a partir dos erros na emissão do boleto na plataforma de inscrição do Exame. O ocorrido resultou em uma página no Instagram, com quase mil seguidores, chamada ‘Cadê o Beto’ - personagem que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) usa para tratar da parte financeira. Posteriormente, o conteúdo transformou-se em um grupo no aplicativo de mensagem Whatsapp.

“Teve início com o problema do boleto, daí o nome ‘Cadê o Beto' e já tínhamos três grupos lotados para tratar sobre os problemas. Quando o problema do boleto encerrou, muitas pessoas saíram e daí criamos um grupo só, atualmente com 184 pessoas”, afirmou Giovana.

A jovem ainda explica que acha válido compartilhar o material no grupo, pois notou que os vestibulandos são maioria dos participantes. A estudante e ressalta que ainda assim os integrates do grupo continuam a falar sobre o Enem no geral, tirando dúvidas sobre dos atuais problemas e repassando dicas de estudos para os demais. A comunidade tem maior movimentação durante a noite, devido às demandas com aulas remotas dos participantes ao longo do dia. 

O grupo de estudos 'Cadê o Beto', que começou em Pernambuco, ganhou o Brasil. Nele há participantes de outros estados, como Espírito Santo e Belo Horizonte. Uma delas é a vestibulanda Isadora Lima, de 17 anos. “Está sendo ótimo para tirar dúvidas de estudos e mandar conteúdos que podem ajudar”, disse a  estudante.

Ela ainda pontua que o grupo representa um apoio entre os demais candidatos. “Com todos esses problemas que aconteceram com o Enem, foi uma forma de se tranquilizar. É aquele clichê, mas verdadeiro sentimento de ‘não estou sozinho no mundo’ e de que ‘juntos somos mais fortes'”, desabafa. 

A psicóloga clínica Márcia Karine observa que a organização dos estudantes em ambiente virtual faz parte de um processo de adaptação e reforça que o espírito da coletividade ajuda em questões emocionais que ficam ainda mais latentes em meio a pandemia da Covid-19. “Os grupos unidos permitem a troca de informações, uma competição saudável de resposta às questões, como forma de treinar, os alunos conseguem dar apoio emocional uns aos outros”, afirma. 

Sem contar que “a união nos grupos auxilia a dividir as demandas e compartilhar os sentimentos, as questões emocionais ficam mais latentes e isso [o grupo de estudo] ajuda a aliviar mas a tensão promovida pelo momento de fortes cobranças”, analisa Márcia, que também é coordenadora do curso de psicologia da UNUNABUCO - Centro Universitário Joaquim Nabuco Paulista.

Ajuda para pernambucanos

Um outro grupo também tem ganhado destaque, o chamado ‘Estudos na Quarentena’, que assim como ‘Cadê o Beto, compartilha conteúdos para que vestibulandos não fiquem para trás na corrida pela aprovação no Enem 2020. 

Com número menor de participantes no Whatsapp, cerca de 24 alunos engajados, a iniciativa da estudante de licenciatura plena em química pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Ana Cecília Fernandes, 18 anos, além de compartilhar conteúdos direcionados ao Exame ainda promove aulas através da plataforma Google Meet. 

Contando com Ana, o grupo tem um total de 13 professores, equipe formada apenas com graduandos na área de educação e licenciaturas da UFRPE e da Universidade de Pernambuco (UPE). Focado em estudantes do Estado que estão se preparando para as provas, os professores dão dicas de materiais atualizados, preparam aulas e tiram dúvidas de questões que podem cair na Enem.

“Além de participar da criação do projeto, eu também estou ministrando aulas de química para os vestibulandos que fazem parte desse projeto. As aulas são realizadas através da plataforma do Google Meet e também disponibilizamos materiais e vídeo aula extra pelo Google Classroom”, explica Ana, uma das criadoras do projeto.

Para manter a organização, assim como aulas presenciais, o grupo tem horário de funcionamento, sendo das 13h às 17h. A voluntária revela que a dinâmica, até o momento, tem gerado retornos positivos. 

“Eles [os estudantes] têm nos demonstrado um feedback muito positivo. Muitos deles estão totalmente dependente de nós! Ter um apoio como o nosso é essencial e creio que muito relevante”, disse Ana.

Até então, o projeto terá continuidade apenas neste período, em que com aulas suspensas os estudantes precisam de um olhar mais atento, sobretudo os alunos de rede pública que por vezes não possuem condições adequadas para receber aulas em casa. 

“Alguns estudantes são periféricos e vindos de escola pública. [Mesmo] com o pouco acesso que eles têm à internet, eles conseguem assistir as aulas e receber todo nosso apoio. E as aulas, por terem como objetivo alunos de rede pública, são bastante explicadas e detalhadas, de forma leve”, destacou. 

Ana também fala que “a maior dificuldade deles são nas disciplinas de ciências exatas. Muitos deles não conseguem elaborar cálculos básicos por conta da qualidade de ensino que tiveram acesso. Infelizmente, nossa rede pública de ensino ainda é muito precária”, crítica. 

Em conversa, a estudante do ensino médio Maria Cecília Ferreira, 16 anos, reitera as observações da professora de química do projeto, e explica que manter suas maiores dificuldades é manter o foco para absorver todos os conteúdos e ter sempre disposição para segurar o ritmo nos estudos. 

“A falta de disposição e foco me incomoda. Eu sei que conseguiria estudar sozinha, que tenho dificuldades nas aulas remotas, sendo que com tudo que está acontecendo e por ter ansiedade, eu acabo não conseguindo manter o foco e não tenho muito disposição. Esse é meu maior problema”, desabafa.

Dicas para render nos estudos

Os grupos de estudos pela internet não contam com apoio psicopedagógico. Sem este apoio, a longo prazo, o rendimento dos estudantes pode não representar uma resposta positiva no Enem. 

Pensando em como ajudar os estudantes, o LeiaJá, reuniu algumas dicas compartilhadas pela psicóloga Márcia Karine, para que os estudantes possam aproveitar melhor o tempo em casa e o auxílio desses voluntário nos preparatórios em grupos de estudos pelo WhatsApp. 

“A psicologia em sua essência nos mostra a importância de estarmos com o corpo são e a mente sã, por isso precisamos desse contato [entre ambos] para compartilhar as emoções", diz. Para isso algumas dicas podem orientar na absorção dos conteúdos:

Crie uma rotina, por exemplo, acordando e dormindo cedo;

Programe os horários para estudar;

- Realize um cronograma semanal dos conteúdos que precisa estudar ou revisar; 

- Busque compreender quais as disciplinas com maior dificuldade e coloque-as como as primeiras a serem estudadas;

- Estabeleça horários para se alimentar;

- Reserve um tempo para fazer alguma atividade que te dê prazer.

Márcia ainda recomenda como método de alívio das tensões a conversa por telefone - devido às restrições da pandemia - com algum amigo ou até mesmo com o professor, compartilhando o que sente. 

Vale ressaltar que as provas do Exame Nacional do Ensino Médio 2020 foram adiadas em até 60 dias após data prevista de aplicação, inicialmente planejada para novembro. As novas datas de realização das provas, na versão digital e impressa,  ainda não foram anunciadas pelo Inep. O dia em que serão realizadas as provas do Enem 2020 será decidido pelos participantes, por meio de votação em junho através da Plataforma do Participante.

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O curso NCN Educacional está promovendo uma ação gratuita com aulas abordando os assuntos recorrentes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As aulas serão realizadas de 1º a 6 de junho pela plataforma Google Meet.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o próximo domingo (31), por meio do WhatsApp  (81) 9.98870-8500. São oferecidas 200 vagas.

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Biologia, física, história e filosofia são algumas das matérias abordadas nos encontros. As aulas começarão às 19h e cada dia será destinado a uma disciplina.

Nesta terça-feira (27), às 18h30, será realizada mais uma edição do ‘Congresso Internacional de Direito’ on-line. A transmissão será por meio do canal do Youtube do Vai Cair Na OAB, projeto multimídia realizado em parceria com o LeiaJá.

Será discutiro o tema ‘A Pandemia e suas Repercussões no Ambiente Jurídico Pelo Mundo’. As inscrições gratuitas devem ser realizadas no site de eventos do Ser Educacional

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A live contará com a presença remota de profissionais da área de direito: Gaston Mauvecin, mestre em direito privado patrimonial, Ana Paula Azevedo, coordenadora do curso de direito da UNINABUCO Recife, Ricardo Albuquerque, especialista em direito do consumidor, Amanda Coutinho, mestre em ciências jurídicas e professora, além de Santa Reyes, procuradora fiscal, Alina vazquez, mestra em relações internacionais, Ariana Figueiredo, mestra em análise econômica do direito e políticas pública, e Libardo Salazar, advogado e professor da Universidade Católica do Oriente/Colômbia.

A transmissão também contará com a participação de Luz Elena Romano, especialista em direito comercial e advogada na Colômbia, Laura Carrasquilla, mestra em direito privado patrimonial e professora da Universidade da Costa de Barranquilla, além de José Carlos Vasques, mestre em direito privado patrimonial e tabelião; e Jorge Lara, mestre em direito patrimonial e advogado do escritório ‘Saldiver y Asociados’.

Termina às 23h59 desta quarta-feira (27)  o prazo para as inscrições no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) alerta os interessados que não deixem para a última hora e lembra que quem solicitou a isenção da taxa de inscrição precisa se inscrever, assim como os demais participantes.

Os dados declarados pelos candidatos devem ser conferidos e apenas alguns deles podem ser modificados na página do participante, durante o acompanhamento da inscrição. No caso da escolha do município para fazer a prova, por exemplo, o Inep pede cuidado reforçado, porque, após o encerramento do prazo, não será possível trocar. Além disso, é necessário memorizar a senha ou anotá-la e guardá-la em local seguro, porque é com ela que o participante irá acompanhar todas as etapas de execução do exame.

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Feita a inscrição, o pagamento do boleto, no valor de R$ 85, só pode ser feito até amanhã. De acordo com o último balanço divulgado pelo Inep, mais de 5 milhões de estudantes se inscreveram no Enem 2020.

Datas das provas

Por causa da pandemia do novo coronavírus, no fim de junho será feita uma enquete com os estudantes inscritos, na Página do Participante. As datas do exame serão definidas após a consulta.

Nesta terça-feira (26), o Ministério da Educação (MEC) anunciou mais um passo na implantação das escolas cívico-militares no Brasil. Em uma plataforma on-line, 52 militares da reserva iniciaram a capacitação para atuarem no novo modelo de escola.

Até esta sexta-feira (29), eles conhecerão os papeis e as responsabilidades dos militares no Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares. “Os militares da reserva das Forças Armadas atuarão, prioritariamente, no fortalecimento dos valores humanos, éticos e morais, bem como no incentivo à formação integral do aluno como cidadão e na promoção da sensação de pertencimento no ambiente escolar, ou seja, na gestão educacional. Além disso, prestarão assessoramento nas áreas administrativa e didático-pedagógica”, informa o MEC.

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“Nosso objetivo nesta semana é apresentar o modelo de gestão das escolas cívico-militares, o funcionamento do programa e, principalmente, trabalhar na construção da gestão das referidas escolas”, afirmou o diretor de Políticas para as Escolas Cívico-Militares do Ministério, Aroldo Cursino, durante cerimônia de abertura da capacitação.

A atividade tem por objetivo dar aos militares as condições necessárias para a interação das tarefas de gestão escolar e educacional com a Diretoria de Políticas para Escolas Cívico Militares, responsável pelo programa no MEC, com as secretarias de educação dos estados e municípios que aderiram ao programa e com a direção das escolas selecionadas para a iniciativa.

Para a pasta, a Escola Cívico-Militar é um modelo desenvolvido para promover a melhoria na qualidade da educação básica do país. “As escolas serão implantadas para atender alunos em situação de vulnerabilidade social e as escolas com baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) na média estadual, permitindo que esses alunos sejam protagonistas de suas vidas por intermédio da educação”, alegou Cursino.

Além disso, o governo federal promete preservar a exclusividade das atribuições dos profissionais da educação previstas na Lei de Diretrizes e Bases (LDB). A previsão é que 216 escolas do Programa sejam implantadas até 2023. É importante pontuar que  a capacitação dos militares corresponde a um dos modelos que levará a gestão de excelência cívico-militar para 27 escolas em 2020. Nesse formato, o MEC repassará os recursos necessários para o Ministério da Defesa arcar com os pagamentos dos militares da reserva das Forças Armadas.

“A duração mínima do serviço dos militares na reserva é de dois anos, prorrogável por até dez anos, podendo ser cancelado a qualquer momento. Os profissionais receberão 30% da remuneração que recebiam antes de se aposentar”, diz  o MEC.

Além disso, outras 27 escolas contarão com efetivos das corporações estaduais, ou seja, policiais e bombeiros. Trata-se do modelo “Repasse de recursos”. Nele, os recursos do Ministério da Educação serão repassados aos governos locais, que, em contrapartida, investirão na infraestrutura das unidades, com materiais escolares, uniformes e pequenas reformas.

No que se refere à atuação, a gestão de excelência das Escolas Cívico-Militares irá abranger as seguintes áreas:

Didático-pedagógica: com atividades de supervisão escolar e psicopedagogia para melhorar o processo de ensino e de aprendizagem, preservando as atribuições exclusivas dos docentes;

Educacional: pretende fortalecer os valores humanos, éticos e morais, bem como incentivar a formação integral do aluno como cidadão e promover a sensação de pertencimento no ambiente escolar;

Administrativa: objetiva aprimorar a infraestrutura e a organização da escola e, consequentemente, a utilização de recursos disponíveis na unidade escolar. Os militares atuarão, prioritariamente, na área educacional e prestarão assessoramento nas áreas administrativa e didático-pedagógica. Lembrando que o governo preservará a exclusividade das atribuições dos profissionais da educação previstas na LDB.

A reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Pires de Carvalho, afirmou ao site O Globo, em entrevista publicada nesta quarta-feira (27), que a instituição não voltará presencialmente com turmas completas em 2020, a não ser que um tratamento para a Covid-19 seja descoberto. 

“É muito difícil imaginar como a curva vai evoluir na cidade do Rio. Mas ensino presencial com turmas completas, com certeza, não há chances. A menos que se descubra um medicamento ou uma associação medicamentosa que cure a doença. Esse medicamento não existe ainda. Sou otimista: se encontrar até agosto, setembro, um coquetel de medicações que controle o vírus, pode ser que se retorne ainda em 2020. A vacina é praticamente impossível acontecer esse ano. Ou encontramos medicação ou não haverá retorno completo”, disse a reitora.

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Segundo ela, as aulas devem voltar de forma remota em cerca de dois meses. Antes disso, a instituição buscará incluir cerca de 10 mil a 15 mil alunos que não têm acesso pleno à internet. Eles correspondem a até 20% do corpo discente.

Denise Pires ainda comentou o que pode acontecer caso as aulas retornem presencialmente: “as atividades presenciais para o semestre são imaginadas para turmas menores. Aquele estudante com dificuldade de acesso à internet, mesmo a UFRJ fazendo um esforço de inclusão digital, há endereços nos quais a banda larga não chega. O Rio tem uma geografia muito especial. Então, imagina: em uma sala de 100 alunos, dez que não tiveram como cursar a disciplina poderão fazer presencialmente em salas com janelas abertas, uso de equipamentos de proteção individual, distanciamento social. Turmas de 150, 100 alunos, como temos, não vai poder acontecer”. 

No que se refere ao adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, a reitora categorizou como “impossível" realizar o Enem em novembro na cidade do Rio de Janeiro. "Aqui não teremos, provavelmente, escolas completamente abertas. Como fazer as provas? Todos com o EPI? Difícil. Era um pouco irresponsável manter em novembro. Não só pela dificuldade de estudo, mas pelo local da prova. Não pode colocar todas em ambiente fechado. Alguns outros países tiraram o conteúdo do 3º ano, mas isso não resolve a questão de sermos um país muito atingido pela pandemia. Não resolve a questão que, infelizmente, o Brasil não adotou as medidas adequadas para conter a pandemia. Há um movimento contrário, que banaliza, minimiza, que diz que tem medicação quando não tem medicação, que diz que não é uma doença grave quando ela mata”, afirmou Denise Pires, segundo informações do O Globo. 

“Se a gente começar a ver que o Enem tem problemas de correção, como aconteceu no ano passado, e na qualidade das provas, a gente tem que repensar. Não podemos admitir estudantes ingressante sem ter tido a prova corretamente corrigida”, acrescentou a reitora na UFRJ.

O ministro da Educação Abraham Weintraub realizou uma transmissão ao vivo em seu Instagram na noite desta terça-feira (26), junto ao deputado Diego Garcia (Podemos-PR), e afirmou que o custo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 aumentará devido a medidas de segurança para evitar o contágio pela Covid-19.

“Nós vamos ampliar o número de salas para receber os alunos, para ter menor concentração. Vai ficar um pouco mais caro pros cofres públicos, pro nosso dinheiro dos nossos impostos, mas vai ter gel, toalha, vai ter mais dispersão, vai precisar ter mais fiscais por aluno, né, porque vai ter menos aluno por sala, mas tá tudo pronto pra gente fazer um Enem sem risco”, afirmou Weintraub.

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Pouco antes de anunciar o adiamento da prova, o ministro sugeriu uma consulta aos participantes inscritos no Enem sobre a preferência dos estudantes a respeito da data da prova. Na live desta terça, Weintraub alegou que o plano do Ministério da Educação era avaliar a possibilidade de alteração do cronograma da prova no mês de agosto, mas os planos mudaram após os movimentos pelo adiamento do exame e a consulta agora será realizada na última semana de junho.

“Vamos consultar realmente quem é interessado, as pessoas que se inscreveram no Enem. Não adianta eu consultar um parlamentar. Sem desmerecer o parlamentar, que não tá acompanhando tão de perto quanto o aluno que se inscreveu pro Enem e aí perguntar pra ele diretamente, você, o que você prefere fazer? Prova em dezembro, em janeiro ou deixar ela pra junho do ano que vem?”, disse o ministro.

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A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) realiza, nesta quinta-feira (28),o primeiro Workshop de Pesquisa sobre Covid-19, evento on-line que tem por objetivo produzir um boletim de pesquisas com resultados obtidos pela universidade sobre o enfrentamento ao novo coronavírus. 

O workshop reunirá coordenadores de projetos e planos de pesquisa aprovados pelo Edital Emergencial de Credenciamento e Fomento de Projetos nº 06/2020 da Pró-Reitoria para Assuntos de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesq), que integram o Observatório de Pesquisa da Covid-19. https://www.ufpe.br/covid-19/observatorio Cada coordenador deverá apresentar resultados de seus de seus planos e projetos de pesquisa. Confira a programação: 

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9h às 11h – Planos/Projetos do Eixo Diagnóstico e Identificação do Vírus

14h30 às 16h – Planos/Projetos do Eixo Políticas Públicas

16h às 17h – Planos/Projetos do Eixo Economia e Sociedade

17h às 18h – Planos/Projetos do Eixo Indústrias Criativas

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A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) aprovou a criação de seu primeiro doutorado no interior do estado. O curso de Educação Contemporânea será ministrado no Campus Acadêmico Agreste, em Caruaru, e a previsão é que a primeira turma deverá ter 12 vagas, de acordo com a instituição. 

A proposta para criação do curso foi aprovada na 194ª reunião do Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES), que se reuniu entre os dias 11 e 15 de março, e teve seu resultado anunciado na última quinta-feira (21). O curso será vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação Contemporânea (PPGEduc) do campus, que está em funcionamento desde 2011 a nível de mestrado. 

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“A implantação do doutorado é uma conquista significativa para região, para a UFPE e, em especial, para o Centro Acadêmico do Agreste (CAA), integrando-se às ações desenvolvidas em favor da descentralização da produção de conhecimento, concentrada, sobretudo, nas grandes metrópoles. Ela atende, assim, a uma demanda histórica da região. Da mesma forma, essa aprovação fortalece o processo de consolidação do projeto de interiorização da UFPE e, em particular, da pós-graduação stricto sensu, considerando a demanda existente no que se refere à formação em nível doutoral, na área da Educação”, afirmou a coordenadora do programa, Conceição Nóbrega. 

O diretor do campus, Manoel Guedes, destaca a implementação do curso como um dos pioneiros no Nordeste no processo de interiorização de doutorados e das instituições de ensino superior como um todo.

““A aprovação do doutorado em Educação Contemporânea representa não apenas um marco para a história do Campus do Agreste, que agora terá o primeiro programa a nível doutoral, representa uma grande conquista para UFPE, para Caruaru e para toda a região. A conquista ressalta a força de pesquisa desse campus, a qualidade e a perseverança dos professores, técnicos e alunos do programa, e coloca o Campus do Agreste como centro no interior do Nordeste na formação de alto nível em educação e isso, terá impacto significativo nos próximos anos na qualidade dos professores na região”, disse ele.

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Devido à pandemia do novo coronavírus, o isolamento social tem sido a medida mais efetiva no combate à doença. Por conta disso, o mundo está tendo que se reorganizar e se adaptar às novas mudanças. Pensando nisso, a cerimônia de colação de grau dos estudantes dos cursos de Computação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) chamou atenção pela organização, originalidade e, acima de tudo, pela criatividade.

A tradicional festa de encerramento do curso foi realizada no ambiente virtual do jogo Minecraft. A iniciativa partiu dos estudantes do Centro Acadêmico de Computação (CACOMP) e da Atlética Trojan da UFMT. Um dos organizadores do evento informou que a ideia chegou como uma brincadeira, mas que logo se tornou uma realidade.

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“Tudo começou por uma brincadeira de um dos formandos me enviando uma mensagem e falando a seguinte frase ‘Hey, cadê a minha cerimônia de formatura no servidor do Minecraft do Instituto de Computação?’. Achei uma ideia bem legal e como membro do Centro Acadêmico (CA) e da Atlética Trojan, levei a ideia para os dois”, conta o estudante Vitor Manoel. Ele ainda diz: “a cerimônia foi no próprio servidor do Minecraft que a Trojan já possuía e entramos em contato com os professores para saber se eles estariam dispostos a participar, e, por incrível que pareça, aceitaram”, diz.

Os docentes dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação aceitaram participar da proposta e os estudantes planejaram todo o evento, desde a criação do espaço no servidor ao script da cerimônia. “O evento foi muito lindo. Estava visível todo o esforço que os estudantes colocaram na construção dos cenários e organização da cerimônia. A colação de grau em si foi bem emocionante e animada, nos divertimos com as novas formas de interação da plataforma do jogo”, comentou a professora do Instituto de Computação Karen Ribeiro.

Formado em ciência da computação, Caio Meirelles relembra o dia. “Eu achei a ideia sensacional. O Minecraft já reúne um mundo com possibilidade de construção e cada pessoa tem um avatar. Assim que os estudantes criaram o salão, que na minha opinião ficou lindo, escolheram as becas e criaram o item ‘canudo do diploma’. Foi uma forma de nós estarmos juntos mesmo que a distância.” 

Não se pode negar que umas das preocupações quando se trata de uma cerimônia de conclusão de curso é saber qual a roupa ideal para usar no evento. Mesmo não acontecendo de forma presencial, os estudantes puderam criar seus trajes no jogo para a cerimônia. “Os participantes foram colocados nos seus lugares e tiveram seus avatares todos modificados para ter um vestido bonito ou um terno elegante”, fala Vitor, um dos organizadores.

O cerimônia contabilizou a participação de 70 avatares no jogo, sendo eles 12 professores, 15 formandos de computação e 11 de sistema da informação, porém o número foi muito maior de telespectadores. O evento transmitido ao vivo nas plataformas Youtube e Twitch, contou com a presença dos familiares, amigos e parentes próximos dos formandos.

“Meus amigos e familiares viram pela live do YouTube. Meus pais estavam no quarto comigo, deixei o minecraft em uma tela e a live na outra, pois o ponto de vista da live era melhor do que o meu em primeira pessoa, então eles participaram bem de perto. Ainda deu para minha prima, que mora em São Paulo, participar da minha colação. Ela não poderia vir nem se não tivesse o isolamento social, mas ela pôde estar comigo nesse momento”, conta Caio Meirelles.

A cerimônia mesmo sendo inovadora, contou com a tradição. Os formandos tiveram discursos de patronos, assistente cerimonial, oradores, o tradicional juramento e a entrega do canudo, ou seja, tudo como estava no script. Além disso, ainda teve a entrega das premiações, como a de Aluno Destaque Sociedade Brasileira de Computação – SBC dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação.

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A professora Karen Ribeiro conta: “Como representante institucional da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), eu sempre participo de todas as colações de grau, pois entregamos uma premiação para os estudantes de cada curso chamada ‘Aluno Destaque SBC’. Fiquei animada com a possibilidade de realizar esta entrega em uma cerimônia virtual, senão isso aconteceria apenas por e-mail e perderia um pouco o brilho do acontecimento.”

Relembrando os momentos mais divertidos, a professora Karen ainda relata mais detalhes: “confesso que foi um desafio para os professores terem que baixar o jogo para entrar na cerimônia. Muitos nunca tinham utilizado a plataforma e tiveram algumas dificuldades, mas tudo virou motivo de descontração na hora de conseguir se posicionar nos lugares, escolher uma roupa para a cerimônia, etc. Eu que não tive dificuldades por já conheço a plataforma, acabei perdendo a conexão com a internet por um tempo e perdendo uns 10 minutos da cerimônia. Então tem todos esses desafios tecnológicos.”

Caio Meirelles relembra os momentos mais cômicos da cerimônia para ele. “O lado engraçado foi o fato de uma boa parte da turma nunca tinha jogado Minecraft e quase nenhum professor, e depois de logar no servidor, as pessoas ficavam tentando aprender a jogar. Tinha um professor que não entendeu bem o conceito de andar com o teclado e ficou caindo da mesa”, conclui.

Toda cerimônia tem aquele momento mais sentimental de conclusão, e mesmo não sendo presencial, o sentimento continuou o mesmo. “Me senti muito feliz e emocionada pelos estudantes, pois há muita gratidão envolvida ao ver nossos estudantes se formando como profissionais para continuarem suas carreiras. Nesse ponto posso dizer que a emoção foi a mesma ou até um pouco mais divertida. Porém uma parte importante também é o contato físico, os abraços, os olhares, compartilhar a emoção com as famílias dos formandos, o que ficou de fora por causa do meio digital. Os familiares participaram bastante, mas a gente não conseguia ter a mesma interação que no presencial. Mesmo com tudo isso, com certeza foi melhor do que perder totalmente a possibilidade de comemorar. Os nossos formandos mereciam demais uma celebração”, finaliza.

A pandemia do novo coronavírus provocou mudanças no regime de aulas das escolas em todo o Brasil. A rede pública suspendeu as atividades e houve antecipação de férias para a maioria dos alunos de escolas privadas. A preocupação com o desempenho e com o Enem 2020 (Exame Nacional do Ensino Médio), ainda sem data definida, aumentou entre estudantes e professores.

Segundo o professor Roberto Braga Colares, que leciona Física em escolas da rede estadual do Pará e Matemática no município de Ananindeua (PA), alunos que têm dificuldade de acesso à internet e outros meios de informação ficarão prejudicados na concorrência com alunos que possuem acesso. “Penso que poderíamos adotar outras medidas de aulas remotas”, disse o professor.

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Ainda de acordo com o professor, em algumas escolas públicas, os alunos são orientados por professores, que elaboram cadernos de atividades e quando possível acompanham pelo aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp.

Para Hiago Rocha, 17 anos, estudante do 3º ano do Ensino Médio que vai fazer o Enem, a dificuldade de focar nas matérias não se dá só por estar tendo aulas em casa, mas também por não conseguir manter o foco por muito tempo olhando para o celular ou notebook. “O foco, a atenção nas videoaulas por muito tempo é difícil e atrapalha na aprendizagem, no rendimento das aulas, exercícios”, afirmou Hiago.

De acordo com o estudante, o rendimento não está sendo o mesmo porque há muitas dificuldades pela plataforma on-line. “A dificuldade aumenta, a compreensão fica menos clara. Então as dúvidas são maiores”, reiterou.

Sobre o Enem, Hiago diz que manter o Exame é uma atitude irresponsável do Ministério da Educação (MEC), por não reconhecer que os estudantes não possuem os mesmos recursos. Segundo ele, a maioria não tem acesso à internet. “Reconhecer a minha posição de privilégio durante esse período vai muito além da minha posição social, da ética, mas sim da minha posição humana”, explicou. 

Por Quezia Dias.

 

A Claro, empresa do ramo de telefonia e internet, lançou uma iniciativa em prol dos candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os estudantes poderão acessar, de maneira gratuita, uma plataforma on-line focada na preparação para a prova.

A proposta da ação é oferecer educação a distância aos estudantes que, durante esta pandemia do novo coronavírus, estão sem aulas presenciais. O acesso às aulas é exclusivo aos clientes do plano pré-pago da Claro e se dará por meio dos smartfones.

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De acordo com a companhia, o plano de internet dos alunos não será consumido durante os estudos na plataforma. Os conteúdos educativos serão disponibilizados pelo ‘Descomplica’; sem a gratuidade, o custo mensal do serviço seria de R$ 19,99.

“A @clarobrasil arcará com o custo de navegação para assistir as aulas e acessar todos os conteúdos”, informou a empresa. Mais informações podem ser obtidas no Instagram da Claro.

Os estudantes também têm outra opção gratuita de aprendizado dinâmico e democrático: o projeto Vai Cair No Enem, em parceria com o LeiaJá, oferece aulas interativas, dicas, questões, desafios, notícias exclusivas, entre outros conteúdos direcionados ao Exame. Siga a gente no Instagram.

Os estudantes que desejam participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem realizar suas inscrições até esta quarta-feira (27), por meio da Página do Participante. Mais de 5 milhões de pessoas devem confirmar candidaturas à prova.

Depois de realizar a inscrição, os candidatos devem efetuar o pagamento do boleto, no valor de R$ 85, até a próxima quinta-feira (28). Os candidatos também devem ficar atentos ao novo cronograma do Exame.

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"O Inep e o MEC postergaram a aplicação das provas para um período entre 30 e 60 dias após as datas inicialmente divulgadas nos editais. Os participantes poderão opinar quanto à melhor data para aplicação das provas em enquete, a ser realizada por meio da Página do Participante, no final de junho. A isenção da taxa de inscrição para o Enem está assegurada para todos os participantes que atendem aos critérios descritos nos editais. Os demais devem gerar a Guia de Recolhimento da União (GRU) no valor de R$ 85 e fazer o pagamento até quinta-feira, 28 de maio", destacou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, órgão responsável pela organização do processo seletivo.

Mais informações podem ser vistas no edital do Enem. Os estudantes também podem acessar a Página do Participante.

Para os estudantes que irão realizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou, em seu portal, apostilas de capacitação dos corretores de redação, elaboradas para a edição de 2019. O material, direcionado e até então restrito aos corretores, detalha os critérios levados em consideração na correção dos textos.

São seis apostilas, divididas pelos módulos do curso. Além de descrever as situações que levam à nota zero, o conteúdo mostra com detalhes as cinco competências avaliadas na redação do Enem. O material permitirá um aprofundamento dos participantes, professores e estudantes em geral, e complementa outros materiais de estudo que o Inep já disponibiliza, entre eles a Redação no Enem e a Cartilha do Participante.

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Todas as provas do Exame, inclusive as acessíveis, também estão disponíveis para download no portal, juntamente com o respectivo gabarito. Além disso, participantes surdos têm todas as questões das videoprovas à disposição na plataforma.

“A nota da redação tem um importante papel na composição da nota final do participante e, por isso, pode impactar consideravelmente suas perspectivas futuras, tais como ingressar em uma universidade pública ou ter acesso a financiamento e apoio estudantil. Portanto, todos os envolvidos no processo de avaliação têm a grande responsabilidade de entregar aos participantes resultados justos e confiáveis. As apostilas visam garantir que cada avaliador das redações do Enem corrija os textos de modo a aplicar os mesmos critérios, trazendo equidade para o processo”, informou o Inep.

As inscrições para o Enem devem ser realizadas na Página do Participante, até esta quarta-feira (27). As datas das provas deverão ser definidas em junho.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou que, até o final desta segunda-feira (25), mais de 40 mil (58%) das 70.613 escolas públicas participantes do Sistema da Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2019 concluíram o procedimento para ter acesso aos resultados preliminares. O Inep publicará os dados no domingo (31) e manterá o sistema Saeb aberto, para verificação dos resultados e interposição de recursos até 15 de junho.

“Algumas unidades da Federação, como Paraná, Maranhão e Alagoas, já se aproximam ou superam os 80% de representantes legais ou de diretores cadastrados no Sistema Saeb. O registro deve ser realizado por apenas um representante por unidade escolar. O Sistema Saeb foi reformulado, portanto, mesmo as unidades de ensino que já possuíam cadastro precisam renová-lo”, detalhou o Inep.

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Serão publicados os resultados das escolas públicas por etapa avaliada (5º e 9º anos do ensino fundamental; 3ª e 4ª séries do ensino médio tradicional e integrado) que participaram com no mínimo dez estudantes presentes no momento da aplicação dos instrumentos e que, cumulativamente, atingiram taxa de participação de pelo menos 80% dos estudantes matriculados. As escolas que realizaram os testes apenas para uma amostra de alunos não terão resultados divulgados individualmente, mas eles foram agregados para a composição dos dados por unidade da Federação, região geográfica e Brasil.

O Inep articulou uma parceria com interlocutores das secretarias de Educação dos estados e Distrito Federal para reforçar os contatos com os diretores das redes de ensino. O diálogo com os interlocutores fortalece a disseminação das informações necessárias para consultar os dados.

Os testes foram aplicados em todas as regiões do país para 7,6 milhões de estudantes matriculados em 291 mil turmas em todos os sistemas de ensino. Os resultados de aprendizagem dos estudantes aferidos no Saeb, juntamente com as taxas de aprovação, reprovação e abandono, apuradas por meio do Censo Escolar, compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Os resultados finais do Saeb e o Ideb serão divulgados no segundo semestre. Um guia de acesso detalha o passo a passo para concluir a inscrição no Sistema Saeb, através do portal do Inep. Além disso, dúvidas sobre o processo de preenchimento do cadastro podem ser enviadas para o e-mail: sistemasaeb@inep.gov.br

Os impactos na economia têm sido recorrentes devido a pandemia do novo coronavírus, mas, em contrapartida, atos de solidariedade também estão sendo realizados constantemente. Para retribuir o gesto de um produtor rural que doou 8 toneladas de repolho, em Mojuí dos Campos, no oeste do Pará, um grupo de amigos resolveu se unir e comprar um notebook para a filha dele.

De acordo com G1, o produtor Raimundo Sena não conseguiu compradores para as hortaliças por conta da pandemia do novo coronavírus, mas para não perder o alimento resolveu doar para pessoas e instituições. Com o dinheiro da venda, ele pretendia comprar um notebook para a filha assistir as aulas online.

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A atitude do seu Raimundo chegou longe e conseguiu sensibilizar um grupo de amigos de Minas Gerais, que não pensou muito para fazer sua parte e também ajudar ao próximo.

A coordenação do grupo destacou que todos são irmãos e que é dever cuidar e zelar uns dos outros. Sendo assim, eles agradecem a cada um que ajudou na ação de auxiliar o produtor e a família a adquirir o notebook, além de demonstrar claramente a lei de ação e reação. 

“O senhor Raimundo pensou no outro e fez a sua parte auxiliando e alimentando diversas pessoas que necessitavam. Todos nós sabemos como a vida é sofrida neste país, sobretudo em alguns estados da nação como o Pará. Ele sorriu para o outro, evitou uma lágrima da fome, uma não, muitas. E nós, juntamente com o universo sorrimos para ele, o incentivando a continuar no caminho do bem e do amor ao próximo", destacou um dos coordenadores, conforme publicado pelo G1.

Com o tema ‘Saúde Mental do Professor Universitário’, a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) promove, nesta terça-feira (26), às 20h, live para discutir a sobrecarga de trabalho e aprendizagem dos educadores, em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

A transmissão é em parceria com o Programa Florescer, que tem a coordenação da Professora Rosângela Vital. A palestra será ministrada pela docente e pesquisadora, Mariana Arantes, da UFRPE.

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A ação é gratuita e pode ser acessada através deste link. Além disso, os participantes receberão certificado.

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