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A Escola de Referencia em ensino fundamental e médio (EREFM) de Fernando de Noronha retomou as atividades presenciais nesta terça-feira (22). A Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE-PE) informou ao LeiaJá que a Ilha não tem registro de transmissão comunitária da Covid-19 desde o mês de abril e que possui apenas uma escola.

Vale lembrar que o Governo de Pernambuco anunciou a autorização para a retomada das atividades presenciais das escolas estaduais e privadas do Estado apenas para o dia 6 de outubro para estudantes do ensino médio.

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 De acordo com a SEE-PE, a decisão pela retomada das aulas na ilha considerou a ausência de transmissão comunitária há vários meses. (Considera-se que há transmissão comunitária da doença quando não é possível rastrear a origem da infecção nos casos registrados, indicando que o vírus circula entre as pessoas, independente de terem viajado ou não para fora da ilha). “Apesar dos bons índices alcançados, é de fundamental importância que as escolas observem as normas estabelecidas no protocolo setorial da Educação, respeitando as orientações sobre distanciamento social, as medidas de proteção e prevenção, bem como as de monitoramento e orientações”, informou SEE-PE

 Dos 25 alunos do primeiro ano do ensino médio que eram esperados, 23 estiveram presentes na EREFM. Todos receberam um novo kit escolar e orientações dos gestores da instituição em relação ao protocolo de segurança. A EREFM é a primeira escola do estado a reabrir.

 “Iniciar a retomada das aulas por Noronha é uma responsabilidade muito grande, mas aos mesmo tempo é motivo de orgulho pela situação que a Ilha vive atualmente.  As nossas últimas semanas foram de muitas expectativas e muito trabalho. Para receber os alunos, a equipe trabalhou em conjunto com muita dedicação na preparação da nova estrutura. A recepção dos estudantes foi muito emocionante pois observamos a recompensa de todo o esforço da equipe para trazê-los de volta” disse a superintendente de Educação, Rúbia Uchoa.

Além disso, as aulas presenciais dos anos finais do ensino fundamental  serão retomadas na próxima terça-feira (29), já os anos iniciais do mesmo nível está prevista para 06 de outubro.  De acordo com a funcionária da coordenação da escola Priscila Soares, “vale a pena tentar o novo normal pela educação e vamos gradativamente vendo o que vai acontecer. Essa semana é o ponto de partida e vamos vendo no decorrer dos dias com os pais e os alunos se conseguimos retornar às atividades normais”, disse Priscila.

 Já  para a  presidente do Grêmio Estudantil o retorno das atividades presenciais da EREFM superou as expectativas. “Os gestores fizeram tudo com muita cautela respeitando todo protocolo de segurança para nos receber. Fui a primeira aluna a chegar na escola para ver como ficou a estrutura e me surpreendi. Estou muito feliz”, disse Andreza Beatriz. 

 Ao chegar na escola os alunos aguardaram na entrada nas marcações indicadas no chão. Na medida em que entravam, tinham a temperatura medida, recebiam orientações sobre o protocolo e eram direcionados ao totem de álcool em gel para fazer a devida higienização das mãos. Na sala de aula, respeitaram o distanciamento adequado entre as cadeiras. Além desses cuidados, o refeitório também teve sua estrutura modificada com os bancos marcados.

Com informações da assessoria

As Escolas de Aplicação do Recife, Nazaré da Mata, Garanhuns e Petrolina, da Universidade de Pernambuco (UPE), abrirão, a partir do dia 6 de outubro, as inscrições para o processo seletivo de novos alunos do 6º ano do ensino fundamental e do 1° ano do ensino médio. Interessados poderão se candidatar até o dia 6 de novembro, por meio do site da instituição

 Quem deseja participar deverá custear uma taxa no valor de R$ 85. As provas estão previstas para serem realizadas no dia 22 de janeiro do próximo ano e o resultado até o final de fevereiro. A UPE informa que o edital será publicado, no Diário Oficial do Estado, dia 26 de setembro.

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Será realizada até o próximo dia 30 de setembro a segunda “Semana de Comunicação” (Secom) do Centro Acadêmico do Agreste da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Na programação, haverá oficinas e mesas de diálogo que serão transmitidas, sempre às 19h, por meio da plataforma Google Meet.

A programação do evento conta, também, com mesas sobre marketing digital e audiovisual, oficinas sobre edição de áudio, introdução à arte do cinema, introdução à profissão de social media e Adobe Premiere para iniciantes. Todas as oficinas serão apresentadas por alunos do curso de comunicação social da UFPE e da Universidade do Mato Grosso (UFMT).

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Gratuita, a Semana de Comunicação é aberta ao público. Será emitido, ainda, certificado aos participantes segundo a presença nas atividades. Os interessados em participar do evento devem fazer as inscrições por meio do formulário on-line.

Organizada pelo Diretório Acadêmico Álvaro Lins (Daco), a Secom foi criada com o objetivo de realizar anualmente um evento onde alunos do curso de Comunicação Social do CAA pudessem participar de atividades com temáticas voltadas para a área de atuação da graduação. Deste modo, a ação permite que os estudantes possam adquirir e trocar conhecimentos que agreguem tanto no campo profissional quanto no campo pessoal. Mais informações podem ser obtidas no Instagram do Diretório Acadêmico Álvaro Lins (Daco/CAA).

Com informações da assessoria da UFPE

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O Governo de Pernambuco, nesta segunda-feira (21), anunciou a retomada das aulas presenciais para as escolas estaduais e privadas do Estado. Para o diretor executivo do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino (Sinepe), Arnaldo Mendonça, a atitude da gestão em autorizar o retorno das aulas presenciais apenas para o ensino médio demonstra descaso do poder público com a educação. 

Arnaldo também questionou o não posicionamento quanto à retomada para os ensinos infantil e fundamental. Em entrevista ao LeiaJá, o diretor do Sinepe comenta que “o sentimento é de indignação, frustração e revolta”.

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“Em Pernambuco, na educação básica tem 2.232.000 alunos; o ensino médio tem apenas 335 mil, juntando as redes públicas e privadas. O terceiro ano representa 5% da educação básica, na semana seguinte abre o segundo ano que é mais 5%, e na última semana, 20 de outubro, abre primeiro o ano do ensino médio que é mais 5%. Quando falo 5% na verdade é metade presencial e metade on-line, o que significa que daqui para a última semana de outubro, em Pernambuco, só estão autorizados 7,5% dos alunos a frequentar a escola”, esclareceu o diretor do Sinepe.

O diretor ainda disse ao LeiaJá que se a família quer continuar no ensino remoto não há nenhum problema, o que não pode é um "descaso" como este. "Não temos nenhum calendário com a perspectiva de abertura para a educação infantil que poderia abrir junto com o ensino médio. Os alunos do ensino infantil não têm nenhum contato com os estudantes do ensino médio. O espaço, a entrada, o intervalo e o horário são diferentes na escola, então não há risco de contágio nenhum de um grupo para o outro”, ressaltou Arnaldo.

“No momento em que não de seu nenhum calendário para o ensino infantil e fundamental, os prefeitos e o Governo do Estado estão assumindo que perderam o ano letivo de 2020”, disse Arnaldo. “Se as aulas foram suspensas no dia 18 de março, os alunos tiveram um mês de aula em 2020. Depois disso a grande maioria das redes municipais não está funcionando remotamente, o que estão fazendo é garantindo a merenda através de cesta básica que está sendo entregue nas residências dos alunos, sabemos que isto está sendo generalizado, principalmente no interior de Pernambuco, e nada de aula”, acrescentou.

Arnaldo ainda pontuou que o Sindicato apresentou uma proposta para o Governo do Estado para que as aulas presenciais fossem retomadas em 21 de  julho de 2020. O diretor ainda questionou que a única justificativa que se deu é pelo fato de que esses alunos irão fazer o Enem.

“Hora, será que para um aluno só interessa o Enem? Será que o aluno que estuda educação infantil e ensino fundamental não tem compromisso com a educação, com a formação? Será que as prefeituras das cidades dos interiores de Pernambuco e até na capital estão dando aulas on-line todos os dias para todos os alunos? Tenho a impressão que não, pelo menos não é esta informação que temos”, disse.

“Desde o início, a nossa proposta não é de obrigar ninguém a ir para a escola, mas é de respeitar o direito da família e dos alunos que querem, confiam e precisam levar os filhos para a escola. Muitas pessoas dizem que são contra a abertura das escolas, eu digo: olhe, o pai ou a mãe tem o direito de não levar o seu filho para a escola, mas eu não entendo como direito proibir que o vizinho leve, pois, a partir do momento que você trabalha contra a abertura da escola, você está negando o direito do colega do seu filho de ir para a escola que é um direito constitucional”, acrescentou Arnaldo.

O LeiaJá também entrou em contato com a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE-PE) para saber se há alguma articulação em andamento ou previsão de retorno dos ensinos presenciais para a educação infantil e fundamental para este ano. Confira a resposta: "A Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE-PE) informou que o ensino fundamental e educação infantil seguem com as aulas suspensas e sem definição de retorno".

Os estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), edição 2020, têm até as 23h59 do dia 1º de outubro para inserir ou alterar a foto na Página do Participante. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o prazo foi estendido, mesmo após o período de inscrições.

Nesta edição da prova, os candidatos precisam anexar suas fotografias ao sistema. “É importante lembrar que o cadastramento é obrigatório e a foto deve atender a algumas regras, como ser atual, nítida, individual, colorida e com fundo branco. Não serão aceitas imagens de pessoas com óculos escuros ou artigos de chapelaria (boné, chapéu, viseira, gorro ou similares). A fotografia também deve mostrar o rosto inteiro do participante, com uma boa iluminação e foco, além de estar nos formatos de arquivo JPEG e PNG (tamanho máximo de 2 MB). Imagens em PDF não serão permitidas. O Inep e o Ministério da Educação (MEC) não realizam validação da foto”, informou o Inep.

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A versão impressa do Enem será realizada nos dias 17 e 24 de janeiro do próximo ano. Já o modelo digital será aplicado em 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021. Para mais informações, siga o Vai Cair No Enem.

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A representante da Fundo Internacional de Emergência das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Florence Bauer, fez um alerta sobre a reabertura das escolas durante a pandemia de Covid-19, afirmando que esta deve ser uma prioridade no processo de retomada das economias, mas inspira uma série de cuidados e planejamento. Para ela, priorizar as escolas não significa reabrir de imediato, mas não é possível esperar por um controle total da doença. 

“É fundamental que a reabertura seja feita com diálogo com toda a sociedade. A volta vai exigir um comprometimento de todos, por isso, é importante que todos, professores, alunos funcionários, se sintam seguros e saibam o seu papel para evitar o contágio dentro da escola", disse Florence Bauer em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

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O Brasil está entre os países com o maior tempo de aulas suspensas e também o terceiro do mundo em número de casos de coronavírus (mais de 4,5 milhões) e segundo em mortes (136,9 mil), em um cenário que torna a retomada das aulas complexa. Mesmo assim, a representante da Unicef afirma que já é o momento de retornar à sala de aula. “É o momento de preparar a volta às aulas pensando na situação epidemiológica de cada região, cada estado, cidade e até mesmo bairro. O Brasil é um país muito grande, não podemos esperar que a situação esteja controlada em todo o território para a reabertura das escolas”, disse ela, citando um documento elaborado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a volta às aulas.

O país tem também um contingente de escolas com condições precárias que impedem a adequação às medidas sanitárias de segurança. Sobre esse ponto, Florence afirma que “mesmo onde não for possível reabrir, é importante que se iniciem as ações de preparação, garantir que as unidades tenham água potável, sabonete, ventilação nas salas” e que “precisamos reconhecer que as escolas públicas têm estrutura muito precária. Ainda temos unidades sem abastecimento de água. Mas essas disparidades não vão ser resolvidas de um dia para o outro. O importante é tomar medidas realistas para que a volta às aulas aconteça o mais rápido possível”. 

Questionada sobre a segurança da reabertura diante de tantos problemas, a representante da Unicef afirma que é preciso pensar no impacto das escolas fechadas. “Apesar da tentativa de manter as atividades de forma remota, muitos alunos não conseguiram acessá-las. Há um risco muito grande de abandono escolar, aumento das disparidades. Há o impacto óbvio na educação, mas também há consequências negativas na nutrição das crianças, do desenvolvimento social, o impacto da violência doméstica. O fechamento das escolas tem um efeito muito negativo e profundo. O fechamento foi necessário, mas a prioridade nesse momento deve ser a de analisar a situação de cada local para preparar essa volta. O que me preocupa é a inércia. É a sociedade se acostumar com as escolas fechadas, não estar disposta a pensar nas estratégias para a reabertura.”

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Seguem abertas as inscrições para o Instituto Federal de São Paulo via Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com ingresso no segundo semestre de 2020. Os interessados devem fazer as candidaturas até o dia 25 de setembro, através do site Processo Seletivo IFSP. Não há cobrança de taxa de participação. Há disponibilidade de 40 vagas.

Os estudantes podem utilizar as notas do Enem dos anos de 2015, 2016, 2017, 2018 ou 2019, que podem ser encontradas na Página do Participante. Segundo o edital, para se inscrever é necessário não ter zerado a prova de redação do Enem.

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De acordo com o cronograma, os candidatos terão acesso à classificação preliminar do processo seletivo no dia 30 de setembro. O resultado final será divulgado no dia 5 de outubro. E, em seguida, no dia 6 de outubro, os selecionados receberão as orientações sobre as matrículas e os períodos para entrega dos documentos exigidos, que podem ser consultados por meio do edital de abertura da seletiva.

Durante o fechamento de escolas por causa da pandemia de Covid-19, 94.204 crianças e adolescentes cearenses de seis a 17 anos matriculados em escolas públicas ficaram sem aulas remotas no Ceará. Os números são apresentados por uma pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) em parceria com a Rede de Pesquisa Solidária, baseada em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

O contingente de estudantes ficou sem atividades ou aulas não presenciais no mês de julho (excluindo aqueles de férias). 

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O perfil mais atingido pela desigualdade de acesso motivada pela falta de internet e equipamentos eletrônicos é o de pretos, pardos e indígenas, que representam 69,4% (65.893 alunos) do total de estudantes sem atividades. 28.311 estudantes brancos, 30% do todo, não conseguiram acesso. O número reflete a realidade do ensino público do estado, composto por 1.258.947 alunos, dos quais apenas 351.131 (27,9%) são brancos. 

Em nota à imprensa, a Secretaria da Educação do Estado do Ceará (Seduc) afirmou que desde o primeiro semestre, o Plano de Atividades Domiciliares norteia o ensino não apenas pela internet, mas também através de impressos, na rádio e na televisão. “Neste segundo semestre, também estão programados cursos de formação em Tecnologias Digitais para a Educação, voltados aos professores, com o objetivo de oferecer condições apropriadas ao uso de ferramentas digitais", diz a nota.

No que se refere às desigualdades sociais, a secretaria alega que promove atividades por meio da Coordenadoria da Diversidade e Inclusão Educacional para questões do campo, indígena, quilombola e relações étnica-raciais. “Muitos projetos desenvolvidos por escolas e regionais têm focado na valorização da identidade negra estudantil e na superação do racismo, de modo a garantir que o estudante consiga cada vez mais se ver valorizado nos projetos pedagógicos das escolas". 

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Mais de seis meses após a suspensão das aulas presenciais nas escolas públicas e particulares do Distrito Federal, em 11 de março, os estabelecimentos estão autorizados a retomar as atividades nesta segunda (21).

Enquanto na rede pública a volta ainda está longe de virar realidade, nas particulares, a liberação ocorreu em meio a uma batalha judicial. O governo do Distrito Federal chegou a permitir o retorno desses alunos no dia 27 de julho, mas, no dia seguinte, a proibição das atividades voltou a ser imposta pela Justiça.

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Calendário

Depois de audiência de conciliação virtual, entidades que representam escolas e os docentes definiram um novo calendário para a retomada. Hoje começam as atividades da educação infantil - de 0 a 5 anos - e do ensino fundamental 1 para alunos do 1º a 5º ano. No caso do ensino fundamental 2 -  6º ao 9º ano - o retorno está previsto em 19 de outubro. Já o ensino médio e os cursos profissionalizantes retomarão as classes presenciais em 26 de outubro.

Segundo levantamento feito em maio pelo Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinepe), que representa mais de 570 escolas, com a participação de mais de 34 mil pais e/ou responsáveis da rede particular, nem todos retornariam ao ambiente escolar no primeiro momento.

“Foi uma decisão acertada, pois será possível acolher os filhos das famílias que precisam trabalhar e querem um espaço seguro de aprendizagem. Acreditamos que 25% das escolas voltarão e entre 20% e 30% dos alunos estarão na sala de aula”, disse presidente do Sinepe, Álvaro Domingues.

Como o retorno presencial não é obrigatório, as escolas continuarão oferecendo conteúdo online para os alunos que preferirem o ensino remoto. “Existe um número considerável que prefere aguardar, ou tem restrições de saúde, e naturalmente deve ser respeitado em seu direito. Porém, isso não pode impedir aqueles que, por opção ou liberdade, precisam e desejam que seus filhos estejam amparados numa instituição devidamente credenciada”, avaliou o professor.

Testagem

Por decisão judicial, não haverá testagem em massa para detectar covid-19 entre profissionais das escolas. O teste é exigido apenas para os que tiverem suspeita de contaminação ou que tiveram contato com pacientes da doença.

Regras

A Justiça também definiu protocolos a serem adotados pelas instituições de ensino para resguardar alunos e colaboradores dos riscos de contágio pelo novo coronavírus. No rol de novas regras está, por exemplo, fornecimento de luvas descartáveis, protetores faciais (face shields), aventais e outros aparatos necessários para os professores, instrutores e demais profissionais que trabalhem diretamente com alunos da educação infantil

Também está prevista a utilização de gorros e jalecos nas situações de alimentação e contato direto com as crianças. Outra exigência diz respeito ao uso dos equipamentos de proteção individuais (EPIs) necessários aos trabalhadores (empregados diretos ou terceirizados) obrigatórios para cada tipo de atividade, principalmente para atividades de limpeza, retirada e troca do lixo, manuseio e manipulação de alimentos ou livros e aferição de temperatura.

As escolas terão que fornecer máscaras aos empregados, adequadas aos graus de risco de contaminação a que o trabalhador estiver exposto e em quantidade suficiente e que atenda à limitação do período de uso da máscara. Há ainda limitação máxima de 50% do contingente de alunos, por sala, em aulas presenciais, respeitada metade do limite máximo de ocupação do espaço de cada sala, nos termos da legislação educacional e o distanciamento de 1,5 metro entre os alunos.

Trabalhadores e alunos infectados ou que apresentem sintomas da covid-19 precisam ser afastados imediatamente até que se submetam a exame específico que ateste ou não a contaminação.

 

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Pernambuco (Sintepe) divulgou uma nota, no fim da noite desta segunda-feira (21), em que se posiciona contrário ao anúncio da retomada das aulas presenciais. O Governo do Estado informou que as escolas públicas e privadas da educação básica poderão retornar às atividades, de maneira gradual, a partir de 6 de outubro.

“A categoria, que já conhece a realidade da maioria das escolas públicas estaduais e as condições de trabalho, está receosa do que vai encontrar no retorno aos locais de trabalho, ou melhor, o que não vai encontrar em termos de segurança”, declarou a entidade sindical. O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Educação e Esportes, argumenta que está tomando as medidas necessárias para garantir a segurança dos alunos e professores diante da pandemia do novo coronavírus.

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Em Pernambuco, a educação básica conta com cerca de 2,5 milhões de pessoas, entre professores, estudantes e outros profissionais ligados às escolas. Só a rede estadual de ensino conta com mais de 560 mil alunos distribuídos em 1.060 escolas.

Confira, a seguir, a nota do Sintepe na íntegra:

O Sintepe repudia o pronunciamento do Secretário de Educação do Estado de Pernambuco no qual anunciou o retorno dos estudantes do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos às atividades presenciais no próximo mês de outubro.

A posição unilateral do Governo do Estado é, além de contraditória, desrespeitosa. O anúncio feito vai de encontro e atropela documentos do próprio Governo. A Portaria 1340 de 29.7.2020 (publicada no Diário Oficial do Estado) instituiu comissões paritárias entre o Governo e os servidores, incluindo os da Educação, que não foram consideradas. As comissões (Central, Setoriais e Regionais) deveriam discutir os encaminhamentos e as condições de retorno de servidores para atividades presenciais, o que não aconteceu. Nesta condição, seriam também contemplados os servidores das gerências regionais de educação e o prédio sede da Secretaria.

A Secretaria de Educação ignorou o canal de negociação que vinha sendo mantido entre a representação da categoria e a própria Secretaria, um importante instrumento de diálogo, apesar das divergências e discordâncias postas na Mesa de Negociação. Outro fato a ser considerado são as estruturas físicas das escolas que deixam muito a desejar diante das condições necessárias ao retorno seguro para estudantes e profissionais.

A categoria, que já conhece a realidade da maioria das escolas públicas estaduais e as condições de trabalho, está receosa do que vai encontrar no retorno aos locais de trabalho, ou melhor, o que não vai encontrar em termos de segurança.

O Sindicato considera que a posição do Governo está equivocada e cobra respeito a professores/as, funcionários/as, analistas educacionais, contratados/as temporariamente, terceirizados/as e aos estudantes.

O Sintepe já solicitou, em caráter de urgência, reunião com o Secretário de Educação e está convocando a categoria para uma Assembleia Virtual na próxima quinta-feira (24/9), às 14h30. É importante retomar e respeitar o diálogo. Não ficaremos parados diante dessa ameaça à vida.

A DIREÇÃO DO SINTEPE

Os pré-vestibulares, cursos preparatórios que oferecem conteúdos para candidatos quem almejam ingressar em faculdades e que enfrentarão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), também poderão retornar às aulas presenciais. O Governo de Pernambuco autorizou, nesta segunda-feira (21), a retomada gradual das atividades na educação básica, a partir do dia 6 de outubro.

Ao LeiaJá, a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco informou que haverá limitação de alunos por sala nos cursinhos preparatórios. Esse quantitativo, porém, deverá ser anunciado oficialmente até 5 de outubro, além de outras diretrizes de segurança. No Estado, as aulas presenciais estão suspensas desde 18 de março em razão do novo coronavírus.

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Caberá aos preparatórios, assim como as escolas públicas e privadas, seguirem os protocolos de saúde, como o distanciamento de 1,5 a 2 metros, uso contínuo de máscaras, lavagem das mãos, limpeza dos espaços dos estabelecimentos educacionais, monitoramento dos sintomas e a utilização correta de álcool em gel. Também é obrigatória a medição de temperatura, além da organização fixa de grupo de estudantes em atividades pedagógicas.

De acordo com o Governo do Estado, alunos do terceiro ano do ensino médio, acima dos 15 anos, serão os primeiros a voltar às unidades de ensino no dia 6 de outubro. Posteriormente, em 13 de outubro, o retorno contará com estudantes do segundo ano. Depois, no dia 20 do mesmo mês, retornarão os alunos do primeiro ano, EJA, ensino médio técnico concomitante e ensino médio técnico subsequente.

“De todas as decisões difíceis que precisamos tomar, desde o início da pandemia, o retorno às escolas foi a maior delas. Mesmo com indicadores da Covid-19 em queda consolidada desde o final de maio, só agora, com a média móvel de casos e óbitos, além das solicitações de leitos de UTI, no patamar equivalente ao do início de abril, autorizamos a retomada de aulas presenciais no ensino médio”, comentou o governador de Pernambuco Paulo Câmara, conforme informações da assessoria de imprensa do Estado.

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Estão abertas as inscrições para a Seleção de Avaliador de Redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Para exercer a função, o candidato deve participar do curso de capacitação a distância, além de preencher os requisitos básicos e cumprir todas as etapas obrigatórias.

Os Interessados devem realizar as inscrições até o dia 5 de outubro, exclusivamente pela internet. Entre os critérios para participar da seleção de avaliadores, é necessário ser graduado em letras/língua portuguesa ou linguística (a comprovação por meio de diploma é obrigatória), possuir computador pessoal e smartphone (com configurações especificadas no regulamento), além de obter bom desempenho na capacitação a distância e não ser eliminado em qualquer uma das etapas do processo seletivo. O

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Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é responsável por supervisionar a seleção dos profissionais. De acordo com o Inep, aproximadamente 6 mil avaliadores irão corrigir as redações do Enem 2020.

Ao todo, 5.783.357 participantes confirmaram inscrições nesta edição do Exame.  Além disso, não é permitida a participação de profissional que estiver inscrito no Enem 2020 (impresso ou digital) ou tiver cônjuge, pais, filhos, dependentes legais ou qualquer outro parente de primeiro grau como participante da prova – ainda que na condição de “treineiro”.

Também não poderá participar quem tiver apresentado qualquer conduta repreensível e/ou desempenho ruim como colaborador em edições anteriores do Enem. O curso de capacitação a distância para os candidatos será realizado de 24 de outubro a 23 de novembro. A capacitação presencial será entre os dias 6 e 7 de fevereiro de 2021.

O Inep alertou que a etapa presencial poderá ser feita on-line em razão da pandemia da Covid-19. Vale pontuar que a prova de redação do Enem avalia cinco competências: domínio da escrita formal; desenvolvimento do tema em estilo dissertativo-argumentativo; relacionar, organizar e interpretar informações e argumentos em defesa de uma opinião; conhecimento de mecanismos linguísticos para construir a argumentação; elaboração de proposta de intervenção para o problema proposto, com respeito aos direitos humanos.

A nota máxima prevista é 1000. Textos com até sete linhas ou que fogem ao tema estão entre os critérios para zerar a redação.

Apesar da autorização da retomada – a partir de 6 de outubro - das aulas presenciais nas escolas públicas e privadas de Pernambuco, a decisão pela volta ou não dos alunos às atividades presenciais será dos pais ou responsáveis. Foi o que garantiu o secretário de Educação do Estado Fred Amancio, nesta segunda-feira (21). As atividades presenciais estavam suspensas desde 18 de março em decorrência da Covid-19. 

"A volta vai ser opcional. Fortemente a decisão será opcional", declarou Fred Amancio. O secretário pediu que as escolas ofereçam também o ensino remoto, justamente para atender os estudantes que ficarão em suas residências, formalizando, dessa forma, a educação híbrida.

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As próprias escolas particulares decidirão, conforme suas condições estruturais, se retornarão ou não às aulas presenciais. No que diz respeito ao plano pedagógico, cada unidade de ensino, seja ela privada ou pública, tem autonomia para organizar esse planejamento respeitando as particularidades de cada turma.

O retorno gradual inicia no dia 6 de outubro com estudantes do terceiro ano do ensino médio. Já no dia 13, o retorno terá estudantes do segundo ano. Por fim, no dia 20 do mesmo mês, retornarão os alunos do primeiro ano, EJA, ensino médio técnico concomitante e ensino médio técnico subsequente.

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Nesta segunda-feira (21), o Governo de Pernambuco autorizou a retomada das aulas presenciais na educação básica, nas escolas públicas e privadas. De maneira gradual, o retorno iniciará no dia 6 de outubro, com alunos do terceiro ano do ensino médio. Durante coletiva de imprensa, o secretário de Educação do Estado, Fred Amancio, foi questionado se o os assuntos escolares deste ano poderão ser continuados em 2021, já que a suspensão das aulas por causa da Covid-19 atrasou bastante os conteúdos. Amancio confessou que essa possibilidade existe.

De acordo com o secretário, o Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou diretrizes que possibilidade a utilização de ciclos por parte das escolas. O processo inclui um esforço grande para a recuperação dos assuntos ainda em 2020 e autoriza a continuação do conteúdo no próximo ano. “No caso da rede pública, estamos caminhando no sentido que não vamos adotar o ano letivo e sim o ciclo 2020/2021. A gente vai ter sim que fazer um processo de recuperação das aulas”, disse o secretário de Educação.

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O secretário também informou que caberá a cada escola privada desenvolver seu plano pedagógico no processo de retomada das aulas. Porém, Amancio exigiu que as unidades de ensino observem as particularidades de cada turma, uma vez que o ritmo de aprendizado pode ser diferente de um aluno para outro.

Estruturação

Fred Amâncio também foi questionado pelo LeiaJá se a rede estadual de ensino se estruturou fisicamente para atender aos protocolos de segurança e quanto foi investido. Sem mencionar valores dos recursos, o gestor informou que haverá a instalação de novos lavatórios em ambientes externos, distribuição de máscaras, álcool em gel, bem como houve a aquisição de sabonetes.

Distanciamento de 1,5 a 2 metros, uso contínuo de máscaras, lavagem das mãos, limpeza do espaço das salas, monitoramento dos sintomas e a utilização correta de álcool gel são os procedimentos a serem seguidos. Também é obrigatória a medição de temperatura, além da organização fixa de grupo de estudantes.

As aulas presenciais das escolas privadas de Pernambuco serão retomadas no dia 6 de setembro. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (21) pelo Governo do Estado, por meio de determinação que também vale para as escolas públicas. As atividades das unidades de ensino estão suspensas há mais de cinco meses, em decorrência dos casos de Covid-19.

Antes mesmo do anúncio oficial, o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Pernambuco (SINEPE-PE), José Ricardo Diniz, defendia a reabertura das escolas privadas. Ele garantiu que os estabelecimentos educacionais estavam preparados para receber os alunos e professores, focando, contudo, na segurança dos envolvidos.

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“A prioridade absoluta será na segurança da saúde dos estudantes, familiares e profissionais da educação. Para isso, estamos preparados”, declarou Diniz, conforme informações da assessoria de imprensa do SINEPE-PE.

A entidade sindical sugeriu uma retomada com escolas privadas seguindo protocolos, “com cronograma de retorno escalonado e híbrido, contando com aulas presenciais e remotas”. O SINEPE-PE detalhou ações tomadas pelas unidades educacionais para combater o contágio do novo coronavírus.

“As escolas particulares já estão adequadas para implantar medidas como o distanciamento social de 1,5m entre alunos, a utilização contínua de equipamentos de proteção facial e a aferição e higienização regular na entrada, permanência e saída dos ambientes escolares. Tais medidas, entre outras presentes em e-book lançado pelo SINEPE-PE recentemente, são apontadas como eficazes para o controle da disseminação da Covid-19 por autoridades competentes, como a Organização Mundial da Saúde (OMS)”, informou o Sindicato.

Após mais de seis meses de paralisação, as escolas estaduais de Pernambuco e escolas privadas retomarão as aulas presenciais no dia 6 de outubro. As unidades de ensino da educação básica tiveram as atividades suspensas no dia 18 de março deste ano em razão da pandemia da Covid-19. O anúncio sobre o retorno foi feito nesta segunda-feira (21), pelo Governo do Estado, em coletiva de imprensa.

Segundo o Governo do Estado, alunos do terceiro ano do ensino médio serão os primeiros a voltar às unidades de ensino no dia 6 de outubro. Posteriormente, em 13 de outubro, o retorno contará com estudantes do segundo ano. Por fim, no dia 20 do mesmo mês, retornarão os alunos do primeiro ano, EJA, ensino médio técnico concomitante e ensino médio técnico subsequente.

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O secretário Estadual de Saúde, André Longo, garantiu que todas as pessoas envolvidas nas escolas que apresentarem sintomas do novo coronavírus serão testadas. Ele também justificou o retorno às aulas ao afirmar que muitas crianças e jovens já estão circulando em outros espaços, como shoppings; por isso, podem voltar às unidades de ensino respeitando os protocolos de saúde, como o distanciamento de 1,5 a 2 metros, uso contínuo de máscaras, lavagem das mãos, limpeza do espaço, monitoramento dos sintomas e a utilização correta de álcool gel. Também é obrigatória a medição de temperatura, além da organização fixa de grupo de estudantes.

"As escolas vão retomar suas atividades, mas diferente de como era", destacou, durante coletiva de imprensa, o secretário de Educação de Pernambuco, Fred Amancio. O secretário ainda informou que a decisão pelo retorno será dos pais ou responsáveis. "A volta vai ser opcional. Fortemente a decisão será opcional", garantiu.

As próprias escolas particulares decidirão, conforme suas condições estruturais, se retornarão ou não às aulas presenciais. No que diz respeito ao plano pedagógico, cada unidade de ensino, seja ela privada ou pública, tem autonomia para organizar esse planejamento respeitando as particularidades de cada turma.

Ainda segundo o Governo de Pernambuco, estudantes e professores com fatores de risco não deverão retornar neste momento às atividades presenciais, mesmo se não foram infectados. Nesse sentido, o Governo do Estado pede que as atividades remotas continuem mantidas, para atender o público que não poderá ir às aulas físicas, formalizando assim o ensino híbrido.

Fred Amancio também informou que o rodízio de estudantes é outra estratégia que pode ser adotada pelas escolas. O objetivo é evitar salas aglomeradas, uma vez que o retorno precisa ser gradual. "Deve ser respeitado o distanciamento social de 1,5", reforçou o secretário, complementando que a tendência é que haja uma redução de metade dos alunos nas salas escolares.

De acordo com a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE), o segmento da educação básica no Estado é composto por 2,4 milhões de pessoas, entre estudantes, professores e demais profissionais ligados às escolas. Só na rede estadual de ensino, são cerca de 560 mil alunos e 1.060 escolas.

Educação infantil

A gestão estadual ainda comentou a situação dos alunos da educação infantil. Segundo o Governo, ainda não existe uma data cravada para a retomada desse grupo; nos próximos dias, os gestores deverão se reunir para discutir o contexto das escolas infantil.

Covid-19 em Pernambuco

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), mais de 141 mil casos do novo coronavírus foram confirmados em Pernambuco, 26.071 graves e 115.706 leves. O órgão também informa que o número de óbitos no Estado chegou a 8.025 mortes.

O Programa de Pós-Graduação em Estatística (PPGE) do Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), do Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), está com inscrições abertas para a seleção emergencial de candidatos para o curso de doutorado com ingresso neste segundo semestre letivo de 2020.

Interessados têm até o dia 28 de setembro para se candidatar por meio do envio da documentação exigida no edital para o e-mail selecaoppge@de.ufpe.br. A seleção está ofertando, ao todo, quatro vagas para o curso de doutorado. Para concorrer a uma dessas oportunidades, os candidatos ainda precisam ter mestrado em áreas afins em instituições reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC).

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O processo seletivo dos candidatos será realizada pela análise do histórico, do currículo e do pré-projeto. O resultado final será divulgado no dia 5 de outubro e o início das aulas está previsto para o final deste ano. Confira mais detalhes através do edital da seleção, disponível no Boletim Oficial da UFPE.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), nesta segunda-feira (21) divulgou uma nota de esclarecimento sobre o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2020. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), “a nota buscou esclarecer a população para que não houvesse confusão quanto aos nomes do Revalida e um outro programa, que não era do Governo Federal, chamado Mais Revalida”, informou o MEC ao LeiaJá. 

“Não há ilegalidade ou abuso de poder na exigência, no ato da inscrição, de diploma devidamente reconhecido pelo MEC ou por órgão correspondente no país de conclusão do curso, para fins de participação no Revalida. (Tribunal Regional Federal da 1ª Região, 3ª Seção, Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR) n.º 0045947-19/2017.4.01.0000, julgado em 19 de fevereiro de 2019), diz nota divulgada pelo Inep. 

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Podem se inscrever no Exame profissionais brasileiros e estrangeiros. Para participar, é preciso estar em situação legal de residência no Brasil e possuir diploma de medicina expedido por instituição de ensino superior estrangeira reconhecida no país de origem pelo Ministério da Educação (MEC) local ou órgão equivalente. Os interessados podem se inscrever até o dia 2 de outubro, exclusivamente pela internet. A prova escrita será aplicada no dia 6 de dezembro. O valor da taxa de inscrição da primeira etapa é de R$ 330,00. 

O Inep reforçou que é necessário a prévia existência do diploma para que se possa revalidá-lo, pois não se pode revalidar o que ainda não existe ou o que ainda é uma mera expectativa de direito. O Revalida não é o único ou exclusivo instrumento para que se possa revalidar o diploma estrangeiro, razão pela qual não existem prejuízos imediatos para os participantes, que podem se submeter ao procedimento comum perante as instituições superiores de ensino (art. 7º da Portaria Interministerial n.º 278). Ainda de acordo com a assessoria, o Exame não é concurso público, razão pela qual não se aplica o paralelismo com a Súmula 266 do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

De acordo com a nota publicada pelo Inep, a administração pública necessita de prazos definidos para a conclusão dos procedimentos, em razão dos cronogramas de aplicação das provas, não podendo ficar à mercê do momento em que as instituições estrangeiras irão fornecer os documentos necessários para serem revalidados. Além disso, o Inep ainda salientou não deve haver desperdício de recursos públicos com a avaliação de participante que ainda não possui diploma para ser revalidado.

“A alegação de que a impossibilidade de obtenção do diploma de medicina se deve às restrições legais vigentes em outros países quanto ao funcionamento regular das universidades durante o período da pandemia da Covid-19 não será suficiente para excepcionar a aplicação estrita dessas orientações judiciais quanto à legalidade da exigência do diploma no ato da inscrição no Revalida”, informou o Instituto.

O Programa de Pós-Graduação em Economia (Pimes) do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), lançou o edital de seleção para os cursos de mestrado e doutorado com ingresso em 2021.

A oportunidade está ofertando 20 vagas para o curso de mestrado e 20 vagas para o doutorado, além de quatro vagas adicionais destinadas a servidores da instituição.

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Para participar da seleção, os candidatos precisam realizar sua inscrição até o dia 30 de setembro, mediante o cadastramento on-line, no Exame de Seleção Nacional da Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia (Anpec) 2021. Quem deseja concorrer ao curso de doutorado ainda deve enviar, a partir do dia 1º de outubro, a documentação exigida no edital para o e-mail pimes.ccsa@ufpe.br.

O processo seletivo será composto pela prova do Exame Anpec 2021 e pela análise da documentação destinada, unicamente, para os candidatos ao curso de doutorado. O resultado será divulgado no dia 7 de dezembro e as aulas estão previstas para começar no próximo ano. Confira mais informações através do edital da seleção, disponível no Boletim Oficial da UFPE.

Na próxima quarta-feira (23), das 17h às 19h, será realizada mais uma edição do Ciclo de Estudos do Grupo de Pesquisa em Estudos Culturais e Arte-Educação (GPCAE), da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Na ocasião, será discutido o tema "Um encontro que deu match! Pedagogias Culturais e Estudos de Gênero em um aplicativo de paquera".

O evento será transmitido via YouTube, no canal do GPCAE. Gratuita, a ação é destinada à comunidade acadêmica, bem como ao público externo interessado no assunto.

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Os interessados podem se inscrever de forma gratuita pelo site do evento. O Grupo de Pesquisa em Estudos Culturais e Arte-Educação é coordenado pelas professoras Fabiana Vidal (PPGAV UFPE/UFPB) e Ana Paula Abrahamian de Souza (PPGECI UFRPE-FUNDAJ).

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