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Lançado oficialmente no dia 22 de maio de 2019, o Instituto Êxito de Empreendedorismo completou um ano de atividades na última sexta-feira (22), e celebrou com uma reunião online que juntou mais de 100 sócios da instituição e parceiros do projeto. A organização, sem fins lucrativos, foi criada com o objetivo de impulsionar a educação empreendedora no Brasil e desenvolver o espírito empreendedor nos jovens. Nesse primeiro ano, diversos eventos e ações foram realizados.

O Instituto Êxito de Empreendedorismo surgiu do sonho de 34 empreendedores que se aliaram para dar vazão ao desejo de contribuir com o desenvolvimento do Brasil por meio da educação empreendedora. “Éramos 34 idealizadores visionários que carregavam dentro de si a ânsia de transformar vidas por meio do empreendedorismo”, pontua o presidente do Instituto, Janguiê Diniz. “Hoje, somos mais de 400 associados que compartilham o mesmo ideal. E vamos crescer cada vez mais, pois acreditamos no que fazemos”, completa.

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À frente da iniciativa estão nomes de peso do empreendedorismo nacional como Antônio Carbonari Netto (fundador da Anhanguera Educacional), Celso Niskier (fundador e presidente do Centro Universitário Unicarioca), Cândido Pinheiro de Lima (vice-presidente do Hapvida), Eduardo Alcalay (presidente do Bank Of America/Merrill Lynch), Fábio Coelho (presidente do Google Brasil), Gustavo Caetano (presidente da Samba Tech), Gabriel Mário Rodrigues (fundador da Universidade Anhembi Morumbi), João Kepler (fundador e presidente do Fundo de Investimentos Bossa Nova), João Appolinário (fundador e presidente da Polishop), José Olympio (presidente do Banco Credit Suisse no Brasil), Chaim Zaher (presidente do grupo SEB), Rafael Furlanetti (diretor da XP Investimentos), José Roberto Marques (Presidente do IBC – Instituto Brasileiro de Coaching), entre outros.

O Êxito tem uma meta ambiciosa: beneficiar um milhão de jovens em até cinco anos. Para tal, a principal ferramenta de impacto da instituição é a sua plataforma online, que hoje conta com mais de 200 cursos gratuitos em diversas áreas. Eles são organizados também por trilhas, o que guia o usuário por um caminho. “Como são muitas opões de cursos, criamos as trilhas para facilitar a vida do jovem empreendedor que acessa nossa plataforma. Por exemplo, se ele quer empreender no ramo alimentício, temos uma trilha para isso”, explica o vice-presidente do Instituto, Celso Niskier. A plataforma pode ser acessada no site do Êxito: www.institutoexito.com.br.

Parcerias

Várias parcerias foram fechadas pelo Êxito para levar a plataforma de cursos a jovens do Brasil todo. Já foram celebrados convênios com a Associação da Secretaria Nacional de Juventude, a Secretaria Estadual de Educação de Pernambuco, a Secretaria Municipal de Educação do Recife, a Unicarioca, a Must University, a Universidade Guarulhos (UNG), a IBM e a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes). “Temos mais uma série de acordos sendo negociados para que alcancemos o maior número de jovens possível”, conta Janguiê Diniz. “Nós acreditamos que só por meio da educação e do empreendedorismo é que o Brasil poderá dar um salto de desenvolvimento. É por isso que estamos empenhados nessa missão”, acrescenta.

Eventos

Nesse primeiro ano, o Êxito também realizou diversos eventos. Mensalmente, ocorre o Seminário Facing the Giants, que reúne especialistas em várias áreas em palestras rápidas e cheias de conteúdo sobre temas de interesse dos empreendedores. Mesmo durante a quarentena, o evento continua acontecendo, agora de forma virtual, com transmissão ao vivo pelo canal do Instituto no YouTube.

Ainda em 2019, o Instituto realizou também o Summit Êxito de Empreendedorismo, que reuniu três mil pessoas em São Paulo, com palestras, mentorias e networking, dentro do Welcome Tomorrow. Sob a mesma premissa de estimular o espírito empreendedor, aconteceu, no início de 2020, o Êxito Mentoring Experience, um programa de mentorias que levou 20 empreendedores para um fim de semana de imersão na praia de Muro Alto, em Pernambuco, e possibilitou contato direto com grandes empreendedores e mentores.

Mentoria

Tendo a mentoria como ferramenta de estímulo, o Instituto Êxito apresentou recentemente o aplicativo Toolzz Mentor, que disponibiliza a qualquer pessoa acesso gratuito a um mentor, selecionado entre os sócios do Instituto. Por meio do app, é possível marcar horário para as sessões de mentoria e comunicar-se diretamente com o mentor. O app está disponível para smartphones com sistemas Android ou iOS.

Êxito Solidário

Durante a quarentena, o Instituto Êxito de Empreendedorismo também se empenhou no bem-estar social, lançando a campanha Êxito Solidário. O objetivo da ação é arrecadar cestas básicas que serão distribuídas com famílias de micro e pequenos empreendedores e profissionais informais, que foram fortemente afetados pelas medidas de isolamento. Já foram arrecadas cercas de 40 toneladas de alimentos que estão sendo distribuídos para diversas instituições do Brasil. A campanha também firmou parceria com a ONG Transformação Brasil, com a Fundação Amor Horizontal – FAH e com a UNINASSAU, esta última inclusive fez a entrega de cestas para os barraqueiros da Praia de Boa Viagem, em Recife. As doações ainda podem ser feitas e quem deseja participar pode fazer sua contribuição pelo site www.institutoexito.com.br/doacoes.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) oferece um documento com uma coletânea com as principais linhas de créditos oferecidas por instituições financeiras. O intuito da iniciativa é ofertar aos proprietários de micro e pequenas empresas informações qualificadas para a tomada de decisão, na hora da seleção de uma linha de crédito. Entre 27 de março e 11 de maio, aproximadamente 4 mil empreendedores já haviam realizado download do conteúdo.

“Estamos saindo na frente para oferecer às micro e pequenas empresas ferramentas para minimizar os efeitos da crise. A intenção é auxiliar o empreendedor para que ele faça a melhor escolha para o seu negócio”, alega o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Segundo o último balanço estatístico publicado, foram detectadas 145 linhas de crédito, envolvendo 25 estados da federação, 5 entidades públicas federais, 1 banco privado, 28 bancos regionais, agências de fomentos, OSCIPs de microcrédito, 5 sistemas cooperativos e 10 cooperativas singulares.

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A pesquisa faz o detalhamento das seguintes entidades: bancos públicos federais, instituições privadas com atuação nacional, bancos regionais, agências de fomento e cooperativas financeiras. O detalhamento é conduzido pela Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae, com o auxílio das equipes do Sebrae nos estados e no Distrito Federal (DF). A íntegra do documento pode ser acessado no portal do Sebrae. Para acessar o documento, clique neste link.

*Com informações do Sebrae

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) está realizando um evento on-line chamado Movimento MEI, que tem como objetivo auxiliar os Microempreendedores Individuais (MEI’s) a adaptar e reinventar seus negócios durante a pandemia de Covid-19. Iniciado na última segunda-feira (18), o evento não tem data definida para o término.

Entre os assuntos abordados, estão WhatsApp Business para negócios, a importância do delivery, vendas pelo Instagram, Marketing Digital, como se tornar MEI e reabertura de salões e barbearias após a quarentena, entre outros. Haverá, ainda, eventos como o “MEInspira”, cuja proposta é apresentar MEI’s com histórias inspiradoras para o público do evento.

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O Sebrae Pernambuco preparou uma programação específica para o Movimento MEI que inclui oficinas, palestras e orientações. Os interessados devem se inscrever no site da Loja do Sebrae. No mesmo endereço eletrônico é possível obter mais detalhes sobre a iniciativa.

O mundo está passando por uma verdadeira transformação digital, impulsionada pelo momento crítico causado pela Covid-19. Escolas fechadas, comércio parcialmente sem funcionar, negócios que não engrenam e muitas pessoas precisando de orientação. Em meio a essa transformação, muito se fala em Educação 4.0 e educação online descentralizada, já que nem todas as instituições de ensino tradicionais estão conseguindo resistir a essa crise. Dentro dessa perspectiva, a mentoria é uma ótima ferramenta para que qualquer pessoa conheça mais o mercado de trabalho em que se encontra, com suporte de um profissional capacitado e com experiência no assunto.

Foi a partir dessa perspectiva, que o Instituto Êxito de Empreendedorismo, em parceria com a Edulabzz – um laboratório de inovação especializado em Edtech –, está lançando o Toolzz Mentor, aplicativo que disponibiliza mentorias gratuitas com especialistas de todo o Brasil. No aplicativo, o mentorado pode escolher o mentor empreendedor que irá lhe auxiliar com estratégias para realizar ações certeiras e corretas dentro do seu negócio ou carreira.

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No Toolzz Mentor, o usuário encontra, de maneira intuitiva, uma lista de mentores e pode escolher especialistas da sua área de atuação. Também é possível agendar mentorias, além de escolher se ela será uma sessão em grupo, individual, presencial ou online. Após a escolha, o mentorado receberá uma notificação para não esquecer e organizar sua agenda. No aplicativo, também é possível consultar a agenda de disponibilidade do mentor e marcar suas sessões no melhor dia e horário, de acordo com a sua necessidade. “Em tempos de pandemia, o aplicativo chega como uma ótima alternativa para que os profissionais possam continuar suas qualificações com os principais especialistas do Brasil. Tudo sem precisar sair de casa”, relata o presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, Janguiê Diniz. “É uma honra e um prazer fazer parte de um projeto como esse. O principal mantra do Instituto é que vamos transformar o Brasil por meio da educação empreendedora e não vamos descansar enquanto não atingirmos esse objetivo. O Toolzz Mentor chega para reforçar ainda mais esse propósito e, o melhor, estreitar os laços com as pessoas que mais precisam de orientação e auxílio na carreira empreendedora”, complementa.

Hoje, o Instituto tem mais de 400 associados e um time de 34 fundadores. À frente da iniciativa, estão nomes de peso do empreendedorismo nacional como Antônio Carbonari Netto (fundador da Anhanguera Educacional), Celso Niskier (fundador e presidente do Centro Universitário Unicarioca), Cândido Pinheiro de Lima (vice-presidente do Hapvida), Eduardo Alcalay (presidente do Bank Of America/Merrill Lynch), Fábio Coelho (presidente do Google Brasil), Gustavo Caetano (presidente da Samba Tech), Gabriel Mário Rodrigues (fundador da Universidade Anhembi Morumbi), João Kepler (fundador e presidente do Fundo de Investimentos Bossa Nova), João Appolinário (fundador e presidente da Polishop), José Olympio (presidente do Banco Credit Suisse no Brasil), Chaim Zaher (presidente do grupo SEB), Rafael Furlanetti (diretor da XP Investimentos), José Roberto Marques (Presidente do IBC – Instituto Brasileiro de Coaching), entre outros.

Com o aplicativo, as expertises dos sócios servirão de norte para auxiliar os mentorados. “Com o Toolzz Mentor, estamos dando início à era da Educação Descentralizada. É como se fosse o ‘Uber’ da Educação. Já imaginou poder ter uma aula particular ou mentoria com aquele empreendedor que você admira? Já imaginou ter uma mentoria com Bill Gates?”, defende Lucas Moraes, CEO e fundador da Edulabzz.

O Toolzz Mentor já está disponível nas lojas de aplicativos para Android ou iOS. O app foi desenvolvido pela Edulabzz, um laboratório de inovação especializado em Edtech, que desenvolveu o Toolzz: um conjunto de aplicações educacionais para a Educação 4.0 que englobam desde plataformas EAD com uma experiência estilo “Netflix” até aplicativos de podcasts educacionais no estilo “Spotify”.

Tendo em vista a necessidade de adaptar os negócios para a esfera digital e manter as vendas nesta época de pandemia do novo coronavírus, um grupo de empreendedores do setor de panificação e confeitaria resolveu participar do Sebrae Acelera Digital pouco antes da páscoa. Em dez dias, de acordo com informações do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, 90% dos 22 participantes aumentaram as vendas e a presença nas redes sociais.

Distribuídos em pequenos grupos no WhatsApp, os empresários receberam orientações on-line acerca de tecnologias e marketing digitais voltados para o empreendimento. O Sebrae Acelera Digital é um projeto on-line de curta duração que tem por objetivo ajudar pequenos empreendedores que não vendem pela internet ou já vendem, mas não sabem como impulsionar suas ofertas.

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Segundo a pesquisa de satisfação feita com o grupo escolhido para o projeto piloto, a maior parte acha que a participação no Sebrae Acelera Digital proporcionou aprendizado acerca dos mecanismos digitais, trouxe possibilidades para inovar no negócio e proporcionou o compartilhamento de experiências com empreendedores. Desde seu lançamento, em 27 de abril, o Sebrae Acelera Digital já obteve 1.200 inscrições de pequenos empreendedores com interesse em participar.

A instituição espera atender 20 mil negócios com o projeto. O diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick, conta que a participação na iniciativa é só o início de uma nova jornada para o empresário, que mesmo depois da passagem da pandemia da Covid-19 ,dará de cara com uma nova realidade. “É muito importante que o empresário de uma empresa tradicional dê esse primeiro passo. O Sebrae Acelera Digital tem essa capacidade de empoderamento para inserção no mundo digital”, destacou.

Segundo Quick, a experiência do primeiro grupo que participou da iniciativa mostrou que se pode realizar mudanças no empreendimento de maneira ágil e com resultados. Desde a última sexta-feira (8), os pequenos empreendedores que tenham interesse em participar podem se inscrever de acordo com o estado em que moram e receberão instruções das unidades regionais do Sebrae. De acordo com a instituição, “as vagas disponibilizadas abrangem MEIs e micro e pequenas empresas de diversos segmentos, com destaque para serviços de alimentação, varejo de moda, minimercados, petshop e economia criativa”.

A 12ª edição do Seminário Facing The Giants, evento promovido pelo Instituto Êxito de Empreendedorismo, acontece nesta quinta-feira (14), às 19h, com transmissão ao vivo pelo YouTube. O evento online tem como característica apresentar o empreendedorismo de maneira simples, objetiva e esclarecedora, para que as pessoas tenham a oportunidade de gerar utilidades e benefícios para a sociedade - e inclusive montar os próprios empreendimentos.

Com três palestras, essa edição terá a participação do ex-sócio do Donald Trump e fundador da School of Life Academy, Ricardo Bellino, que vai abordar o tema “Transformando limões em limonadas”; da doutora em Saúde Pública e professora aposentada na Universidade Federal de Brasília (UnB), Iara Xavier, que vai falar sobre “A Educação empreendedora como referencial para o Século XXI”; e do advogado e empresário do setor imobiliário, Anderson Rocha, com o tema “O Poder do Network”.

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A programação do Facing the Giants começa às 17h, com a reunião de diretoria e conselheiros do Instituto Êxito de Empreendedorismo. O espectador poderá acompanhar ao vivo no link: rebrand.ly/exito-youtube ou através do perfil oficial do Instituto Êxito de Empreendedorismo no Instagram (@exito.instituto).

Sobre o Instituto Êxito

O Instituto Êxito de Empreendedorismo é o resultado de um sonho que envolve empreendedores visionários dos mais variados segmentos do Brasil. Hoje, já conta mais com mais de 400 sócios que compactuam de um mesmo propósito: fazer do empreendedorismo a turbina para impulsionar vidas e histórias.

O Êxito tem a filosofia de que, independente da classe social e econômica, qualquer pessoa pode transformar suas ideias em ações que mudem e melhorem a realidade e a comunidade na qual vive. Por isso, nasceu com o objetivo de estimular o dom empreendedor dos jovens, especialmente os de escolas públicas, onde há muitos talentos escondidos e boas ideias a serem impulsionadas. Nomeado como uma instituição sem fins lucrativos, seu principal plano de ação está em oferecer uma plataforma de cursos online e gratuitos, além de realizar diversas ações voltadas para o fomento ao empreendedorismo.

Sobre os palestrantes:

Ricardo Bellino - Tema: “Transformando limões em limonadas”

Biografia: Empreendedor Serial, fundador da School of Life Academy, Bellino é conhecido pelas suas famosas "sopas de pedra".

Iara Xavier - Tema: A Educação empreendedora como referencial para o Século XXI

Biografia: Doutora em Saúde Pública. Professora aposentada na Universidade Federal de Brasília (UnB). Consultora e Diretora Executiva na Edux Consultoria. Vários artigos e livros publicados. Palestrante em eventos nacionais e internacionais.

Anderson Rocha – Tema: O Poder do Network

Biografia: Advogado, empresário do setor imobiliário com fundos de investimentos imobiliários e seguradora.

Serviço: Reunião com a diretoria e conselheiros do Instituto Êxito de Empreendedorismo e seminário Facing the Giants a partir das 17h, ao vivo, no link: rebrand.ly/exito-youtube ou através do perfil oficial do Instituto Êxito de Empreendedorismo no Instagram (@exito.instituto).

Com o objetivo de auxiliar docentes e discentes do Distrito Federal que não podem ir à escola por conta da progressão do novo coronavírus (Covid-19), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) está preparando materiais audiovisuais a respeito de educação empreendedora para serem exibidos a nível nacional, pela TV Justiça, que será reprisado na Rede Gênesis, TV União e no YouTube.

O projeto integra uma parceria entre a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), que idealizou a exibição de aulas por TV a estudantes da rede pública de ensino na pandemia. Serão elaborados vídeos de até 15 minutos abordando os assuntos de empreendedorismo, projeto de vida, carreira e educação financeira. O material é direcionado aos alunos do ensino médio e nível profissionalizante.

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Segundo a analista do Sebrae no Distrito Federal, Ana Emília, os conteúdos elaborados estão à disposição para serem utilizados pelas redes de ensino em outros estados de maneira livre e sem custo. “Nossa intenção é dar o melhor suporte possível para a comunidade escolar, que também enfrenta grande desafio diante da pandemia. Sabemos que mesmo com o retorno das aulas, pode haver uma mudança na carga horária ou até ensino parcialmente à distância. Queremos levar essa tranquilidade tanto para o professor, que precisa de condições adequadas para dar aulas, quanto para o aluno, que necessita da melhor aprendizagem possível”, declarou. Confira mais detalhes sobre as transmissões.

O Ser Educacional, através do projeto Estímulo à Prospecção de Novos Negócios e em parceria com a Overdrives, lança desafio: ‘Ser + Empreendedor’. O objetivo é estimular o empreendedorismo para a prospecção de novos negócios. No desafio, os estudantes terão que apresentar projetos inovadores.  A premiação para a equipe vencedora será de R$ 10.000,00. 

A iniciativa é destinada apenas para estudantes de graduação dos cursos de bacharelados, tecnólogos e licenciaturas das instituições de ensino que fazem parte do grupo Ser Educacional. São elas: UNINASSAU, UNINABUCO, UNAMA, UNIVERITAS, UNG e UniNorte. Além disso, é necessário que o aluno esteja cursando a disciplina de empreendedorismo, seja nas modalidades presenciais ou semipresenciais. 

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Serão aceitas apenas propostas que atendem exclusivamente ao âmbito do empreendedorismo. A submissão do projeto será feita por meio do envio da proposta da atividade contextualizada, que será divulgada nesta sexta-feira (1º). Além disso, o conteúdo deve ser produzido em grupo, composto por quatro pessoas, regularmente matriculados na disciplina. É importante pontuar que apenas um estudante deve ser o proponente, figurando os demais como coparticipantes. No caso dos projetos que envolvam menos de quatro integrantes, será incluído apenas a nota dos alunos.

 A análise do projeto dos grupos de pré-aceleração também deverá atender ao requisito de pontuação mínima necessária, isto significa que a Atividade Contextualizada - AOL6, submetida pelo grupo, deverá obter uma pontuação maior ou igual a oito. Além disso, a pontuação obtida nessa primeira atividade será equivalente à nota da AV2 e haverá apenas uma tentativa de envio para cada estudante ou proponente, em caso de grupo.

Para mais informações, acesse o edital do programa.

 

A Feira Umba de Pretos de Negócios, que incentiva produções artísticas, gastronômicas, entre outras áreas, é realizada mensalmente no Centro de Educação (CE) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Campus Recife. Porém, devido ao isolamento social em decorrência do novo coronavírus, o evento foi suspenso.

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Com o objetivo de reduzir o impacto do caimento das vendas, será feita a Feira Virtual Interestadual de Afroeempreendedores (Feafro) 2020, que começará na próxima sexta-feira (1º) e irá o até o dia 10 de maio. A curadoria do evento será feita pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Autobiografias, Racismo e Antirracismo na Educação (Gepar), sob coordenação da professora Auxiliadora Martins.

A feira virtual contará com as Redes de Afroeempreendedores de Pernambuco (Raepe) e Paraíba (RAEPB). Segundo a UFPE, “as redes são coletivos da sociedade civil, formados por grupos e pessoas que se declaram empreendedores negros, segundo a classificação do IBGE, interessados em desenvolver ações conjuntas de empreendedorismo com identidade étnica e racial negra”.

“Constituir redes de proteção e quilombolas para reconhecimento, empoderamento e reparação pelos danos causados pelo racismo é o que nos instiga e estimula a realizar e cuidar da Feafro 2020”, diz Auxiliadora Martins.

A Feira Umba de Pretos Negócios integra o projeto de extensão “Estudantes cotistas, suas famílias e a luta contra a pobreza no século XXI”, que tem o objetivo de dar força, empoderar e zelar para que estudantes pretos e pobres ingressem, permaneçam e tenham sucesso na universidade. Semanalmente, às quartas-feiras, no horário das 16h, o projeto de extensão 'Cavalo Marinho de Mulheres e Clube da Música e da Dança Africana e Afrodescendente' fará lives no Instagram de Auxiliadora Martins, coordenadora do projeto.

“A ação também é uma iniciativa do Gepar, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc), e conta com a participação do mestre José Grimário, do Cavalo Marinho Boi Pintado. As atividades presenciais serão substituídas pelas lives, abertas ao público”, informa a UFPE.

Devido à pandemia do novo coronavírus, diversos estabelecimentos comerciais de microempreendedores estão fechados como medida preventiva à Covid-19. Em decorrência disso, o país vem passando não somente por uma crise sanitária, mas também econômica. Contudo, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) divulgou um alcance de 10 milhões de microempreendedores individuais (MEI), uma marca histórica que tende a beneficiar a economia neste período de turbulência.

A empresária baiana Géssica Cristina, do município de Chorrochó, tornou-se o MEI de 'número 10 milhões'. O Mercadinho Estrela, negócio criado por Géssica, se une a um universo de outros empreendimentos que têm contribuído com o aquecimento da economia, reduzindo o desemprego, aumento a arrecadação e combatendo à informalidade.

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O Microempreendedor Individual (MEI), figura jurídica criada há pouco mais de dez anos, é considerada a maior política pública de formalização da economia existente no mundo, segundo o Sebrae. O MEI nasceu para incentivar a formalização de pequenos negócios e de trabalhadores autônomos como vendedores, doceiros, manicures, cabeleireiros, eletricistas, entre outros, a um baixo custo.

Podem aderir ao programa os negócios que faturam até R$ 81 mil por ano (ou R$ 6,7 mil por mês) e têm no máximo um funcionário. Com a criação dessa figura jurídica, profissionais que trabalhavam de forma autônoma e informal puderam regularizar sua situação, passaram a ter um novo status no mercado e direitos que, em muitos casos, até então estavam fora de sua realidade.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, destaca que o MEI deu a milhões de autônomos do país o direito a uma cidadania empresarial. “Com o MEI, esses milhões de brasileiros puderam se tornar empreendedores. Desse modo, o microempreendedor individual tornou-se a maior porta de entrada para a atividade empreendedora no Brasil”, comenta Melles, que foi relator, como deputado federal, do Projeto de Lei que criou o MEI.

MEI e suas vantagens

Conforme esclarece o Sebrae, o registro de MEI permite ao microempreendedor ter CNPJ, a emissão de notas fiscais, o aluguel de máquinas de cartão e o acesso a empréstimos (com juros mais baratos). Além disso, poderá vender seus produtos, ou serviços, para o governo, além de ter acesso ao apoio técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.

No Portal do Empreendedor, há quase 500 atividades listadas que podem ser exercidas por microempreendedores individuais. Entre elas, carreiras mais tradicionais, como cabeleireiros e açougueiros, algumas mais recentes, como "bikeboys", e outras exóticas, como comerciante de artigos eróticos, de perucas e humorista e contador de histórias.

O Sebrae explica que, ao se cadastrar como MEI, o empresário é enquadrado no Simples Nacional – com tributação simplificada e menor do que as médias e grandes companhias – e fica isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). O custo de R$ 52,25 é o valor mais baixo que o MEI paga. Se tiver ISS pagará mais R$ 5 e se tiver ICMS pagará mais R$ 1. Se tiver os dois, o custo adicional é de R$ 6.

O MEI e a crise do novo coronavírus

De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae entre os dias 3 e 7 de abril, quase 90% dos Microempreendedores Individuais declararam ter sofrido uma redução no seu faturamento. Segundo o levantamento, 78% deles atuam entre as atividades que tiveram seu funcionamento suspenso por determinação de decretos estaduais ou municipais.

Mais de 60% dos entrevistados gostariam de receber auxílio temporário para poder sustentar suas famílias e 51% declararam que precisariam de empréstimos para manter o negócio operando. Ainda de acordo com o levantamento do Sebrae, 24% dos MEI já haviam tentado obter um empréstimo no sistema financeiro, mas 72% deles não conseguiram ter o crédito aprovado.

Nas últimas semanas, o governo federal anunciou um conjunto de medidas para apoiar esses empreendedores que estão sofrendo com a perda de consumidores ocasionada pela crise do Coronavírus. Segundo dados do Sebrae, o Auxílio Emergencial de R$ 600, implementado pelo governo, deve atender a cerca de 3,6 milhões de MEI que estão contemplados no critério de renda (até 3 salários mínimos).

Devido à pandemia do novo coronavírus, diversos comércios não essenciais estão fechados para combater a disseminação da doença. Porém, os pequenos negócios são os mais afetados por essa crise. Para ajudá-los, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) firmou um acordo com o Magalu, empresa atuante no comércio, para promover o ingresso desses pequenos negócios na economia digital e enfrentar a queda nas vendas.

 A estratégia proporcionará aos pequenos varejistas acesso à plataforma do Parceiro Magalu, uma ambiente de negócios que inclui novos canais de vendas, como o site do Parceiro Magalu, marketing, logística de entrega, ferramenta de faturamento e instrumentos de análise de dados (analytics) em tempo real para gestão da loja, entre outros benefícios.

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 Com essa parceria, o Sebrae disponibilizará sua capilaridade no território nacional e know how de capacitação, consultoria e inovação tecnológica para os pequenos negócios, preparando-os para o mundo digital.  "O comércio eletrônico é um processo irreversível em todo o mundo, mas que estava restrito aos médios e grandes estabelecimentos. Modernizar e fortalecer o pequeno negócio tradicional, que atua na loja física e agora está com dificuldade de chegar ao cliente, é uma das principais missões do Sebrae neste momento de crise. Apostamos nesta parceria com o Magalu para oferecer uma ferramenta fácil e eficiente para ampliar as vendas e reforçar os caixas das empresas durante a pandemia", ressalta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

 O Sebrae informa que a cooperação foi lançada no começo das restrições impostas pelo combate da Covid-19. A plataforma permite, de forma rápida e fácil, que o pequeno varejistas MEI ou pertencente ao Simples disponibilize seus produtos no site, app e, futuramente, lojas do Magalu (por intermédio do Mobile Vendas). Até 31 de julho deste ano, a empresa vai cobrar um percentual de 3,99% por venda, apenas para cobertura dos custos de operação.

 “Levamos alguns anos para digitalizar o Magalu, e fomos bem sucedidos. Agora queremos digitalizar o Brasil, sobretudo os pequenos empreendedores, um propósito ambicioso que ganha ainda mais relevância num momento como este”, afirma Frederico Trajano, CEO do Magalu. “Contar com o talento e conhecimento do Sebrae nessa jornada nos dá mais segurança de que chegaremos lá", acrescentou.

 A parceria, segundo o Sebrae, será realizada inicialmente em Pernambuco e São Paulo, como projeto-piloto. Depois, será expandida para um estado em cada região do país e, por fim, sendo consolidada no restante dos estados.

Professores do Campus Agreste da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), localizado na cidade de Caruaru, desenvolveram um podcast voltado a microempreendedores individuais (MEI’s) autônomos e informais da região durante a pandemia de Covid-19. Os episódios, produzidos por docentes de administração, economia, contabilidade, direito e psicologia, abordam temas como finanças, economia, produção, vendas e equilíbrio emocional.

Segundo a Universidade, a transmissão do conteúdo é feita, inicialmente, através de grupos de mensagens de associações de comerciantes, de sulanqueiros e de pequenos negócios de diversos segmentos da região. O material também está disponível no Instagram do projeto, @ufpegestao.

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Além disso, o Núcleo de Gestão do Centro Acadêmico do Agreste (CAA) da UFPE está dando dicas aos microempreendedores, que devem solicitar apoio ao professor coordenador Mário dos Anjos pelo telefone (81) 98891.6393 ou pelo e-mail mario.anjosnt@ufpe.br.

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A crise do novo coronavírus tem afetado milhões de pessoas ao redor do mundo, causando contaminação, mortes, isolamento e prejuízos à economia. Devido ao isolamento social imposto pelos governantes, algumas pessoas perderam sua fonte de renda e estão tendo que buscar uma alternativa em meio à crise para garantir o próprio sustento.

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Uma das estratégias para driblar a crise é a produção de máscaras de pano para vendas. O objetivo pode proteger a face de gotículas que podem transportar o vírus. A costureira recifense Belize Ribeiro é uma dessas pessoas que está, neste período de isolamento social, produzindo máscaras para vender. Ela, que fabrica produto com material de algodão, começou fabricação a partir de uma de uma solicitação.

A pessoa que solicitou dá o material - tecidos e elásticos para Belizete e paga o valor de R$ 1 por cada máscara. Após essa encomenda, a costureira passou a produzir para sua própria venda, cobrando o valor de R$ 5 por cada máscara. Belizete, que antes da pandemia trabalhava com vendas de jóias, conta, ainda, que produz cerca de 150 máscaras diariamente. “A minha expectativa é atender a necessidade da população", conta ela, que espera faturar R$ 200 por mês com o comércio.

A costureira Maria Cristina da Silva, moradora do Recife, também viu no momento de crise uma oportunidade para empreender. Ela, que, assim como Belizete, vende cada máscara por R$ 5, conta como e por que decidiu produzir máscaras em meio à pandemia do novo coronavírus: “Eu sou uma costureira dinâmica. Assim, todos os dias eu tenho o que fazer. Então nesse momento em que a gente teve que ficar trancado, não tinha mais nada para eu fazer. Não tinha costura. As que tinha, eu fiz logo no início e depois fiquei sem nada para fazer e isso me deixou muito ansiosa e prostrada. Daí começou a acontecer essa história de máscara, então, eu recolhi os retalhos que tinha e comecei a produzir e começou a ter procura. E aí foi bom porque eu pude ocupar a minha mente novamente e não ficar tão dispersa”.

Ela, que é uma costureira autônoma, conta que trabalha com roupas sob medida. “Quando passar (a pandemia), eu voltar a fabricar o que eu fabrico, o que eu confecciono, que são roupas por medida. Então assim, geralmente eu trabalho com fardamento. Pego uma quantidade do mesmo modelo e faço por encomenda”, acrescenta.

Em relação à quantidade de máscaras produzidas por dia, Cristina conta que não tem um volume definido. “Eu não tenho uma quantidade de máscaras para produzir por dia, porque eu não tenho encomenda certa. Então, eu faço e aguardo alguém procurar. Divulgo-as e espero alguém vir procurar", conta.

Maria Cristina também descreve o que ela usa na produção das máscaras. “Eu uso tecido. Consegui comprar uns pedaços de tecido, mas no início eu comecei a fazer com retalhos, resto de retalhos. Eu uso tecido, elástico, linha, overlock. Esses são os materiais que eu estou utilizando no momento”, detalha.

A costureira fala que gostou de produzir as máscaras, porém a sua expectativa em relação a venda não é grande. “Para mim, está sendo uma experiência boa. Estou ganhando um pouco que dá para suprir a necessidade. Mas, assim, queria que tivessem mais pedidos. Se os pedidos fossem grandes, aí eu teria uma expectativa melhor", diz. A trabalhadora revela que ainda está fazendo o levantamento de quanto lucrará com as fabricações.

O Ministério da Saúde elencou uma lista com orientações para que as pessoas pudessem produzir suas máscaras em casa e ainda afirmou que, “além de eficiente, é um equipamento simples, que não exige grande complexidade na sua produção e pode ser um grande aliado no combate à propagação do coronavírus no Brasil, protegendo você e outras pessoas ao seu redor”.

De acordo com a pasta, a máscara é de uso individual e para ter eficácia, é necessário que a ela tenha no mínimo duas camadas de tecido e as máscaras caseiras podem ser confeccionadas em tecido de algodão, tricoline, TNT ou outros tecidos, contanto que sejam elaboradas e higienizadas de forma correta.

“O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e nariz e que estejam bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais”, orienta o Ministério da Saúde. “Você pode fazer uma máscara ‘barreira’ usando um tecido grosso, com duas faces. Não precisa de especificações técnicas. Ela faz uma barreira tão boa quanto as outras máscaras. A diferença é que ela tem que ser lavada pelo próprio indivíduo para que se possa manter o autocuidado. Se ficar úmida, tem que ser trocada. Pode lavar com sabão ou água sanitária, deixando de molho por cerca de 30 minutos. E nunca compartilhar, porque o uso é individual”, disse o, à época, ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta. “Máscaras de pano para uso comunitário funcionam muito bem e não são caras de fazer”, acrescentou o ex-ministro.

Veja, abaixo, as orientações feitas pelo Ministério da Saúde para que as pessoas possam produzir máscaras caseiras:

• Em primeiro lugar, é preciso dizer que a máscara é individual. Não pode ser dividida com ninguém, nem com mãe, filho, irmão, marido, esposa etc. Então se a sua família é grande, saiba que cada um tem que ter a sua máscara, ou máscaras;

• A máscara pode ser usada até ficar úmida. Depois desse tempo, é preciso trocar. Então, o ideal é que cada pessoa tenha pelo menos duas máscaras de pano;

• Mas atenção: a máscara serve de barreira física ao vírus. Por isso, é preciso que ela tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja, dupla face;

• Também é importante ter elásticos ou tiras para amarrar acima das orelhas e abaixo da nuca. Desse jeito, o pano estará sempre protegendo a boca e o nariz e não restarão espaços no rosto;

• Use a máscara sempre que precisar sair de casa. Saia sempre com pelo menos uma reserva e leve uma sacola para guardar a máscara suja, quando precisar trocar;

• Chegando em casa, lave as máscaras usadas com água sanitária. Deixe de molho por cerca de 30 minutos;

• Para cumprir essa missão de proteção contra o coronavírus, serve qualquer pedaço de tecido, vale desmanchar aquela camisa velha, calça antiga, cueca, cortina, o que for.

Nesta segunda-feira (20), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Caixa Econômica Federal (Caixa) firmaram uma parceria com o intuito de simplificar o acesso das micro e pequenas empresas (MPE), como também microempreendedores individuais (MEI), a crédito.

A ação integra o grupo de ações que vem sendo implantado pelo Governo Federal e pelo Sebrae, com o objetivo de diminuir o efeito negativo provocado pela crise do novo coronavírus nos pequenos empreendimentos do país. De acordo com a parceria, para realizar isso serão usadas as linhas de crédito concedidas pela Caixa e as garantias adicionais oferecidas pelo Sebrae por intermédio do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe).

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A parceria é um desenvolvimento da Medida Provisória 932 que determinou, por um prazo de três meses, que 50% do que for arrecadado pelo Sebrae será direcionado ao fortalecimento do Fampe e autorizar crescimento nas operações de crédito com taxas menores, maior tempo e melhor período de carência. “A expectativa do Sebrae é que esta operação de socorro aos pequenos negócios na crise do coronavírus (no contexto na MP) começará com R$ 500 milhões para o Fampe em garantias, o que permitirá a concessão de aproximadamente R$ 6 bilhões (podendo chegar a R$ 7 bilhões) em negócios”, declara o Sebrae.

O Fampe disponibiliza a garantia precisa às micro e pequenas empresas, obedecendo às exigências das entidades financeiras para autorizar procedimentos de crédito. O crédito liberado pelo Sebrae pode impulsionar empréstimos equivalentes a 12 vezes o valor dos seus bens. “Um dos maiores obstáculos no acesso dos pequenos negócios a crédito é a exigência de garantias feita pelas instituições financeiras. Nesse sentido, o Fampe funciona como um salvo-conduto, que vai permitir aos pequenos negócios, incluindo até o microempreendedor individual, obterem os recursos para capital de giro, tão necessários para atravessarem a crise provocada pela pandemia do coronavírus, mantendo os negócios e os empregos”, diz o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

O destaque do Fampe é que os empresários terão um crédito assistido pelo Sebrae. “Os donos de micro e pequenas empresas serão acompanhados ao longo de todas as fases da operação, através da oferta de capacitações e soluções adequadas às necessidades de cada empreendedor e do estágio em que ele se encontra no processo do crédito. Isso vai possibilitar a redução do risco e, consequente, dos custos financeiros das operações”, informa Carlos Melles. Dessa forma, os empresários poderão contar com tutoriais, capacitações EAD e presenciais e também consultorias. Cada espécie de atendimento está adequado às necessidades de cada grupo específico.

“No acordo com o Sebrae, a Caixa se compromete a disponibilizar e utilizar linhas de crédito que atendam às condições de melhores condições de taxas, prazo e carência, de forma a atender a demanda por crédito em melhores condições, para MEI, micro e pequenas empresas. As duas instituições farão um intercâmbio de informações, por meio eletrônico, com o objetivo de agilizar e facilitar a concessão do crédito. Ainda em razão do acordo, a Caixa se compromete em estimular os empreendedores a buscar assessoria e consultoria especializada do Sebrae”, diz o Sebrae, em nota.

A ação conjunta usará as linhas de crédito liberadas pela Caixa e as garantias adicionais serão fornecidas pelo Sebrae, por intermédio do Fampe. De acordo com o vice-presidente da Caixa, “a expectativa é injetar R$ 12 bilhões em linhas de crédito facilitado para o setor”, informou.

*Com informações do Sebrae

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-> Sebrae oferece soluções para empresas encararem a crise

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) está oferecendo 450 espécies de soluções para que os pequenos empreendimentos encarem a crise gerada pelo novo coronavírus (Covid-19), que tem causado impacto negativo nas micro e pequenas empresas no Brasil e no mundo.

“São oferecidos vídeos, tutoriais, cursos on-line, atendimento aos empreendedores, artigos e lives, dentre muitas outras iniciativas”, informa a instituição. Desde que a pandemia começou a ganhar força, no último mês de março, até o momento, mais de 500 mil pequenos negócios buscaram o Sebrae.

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“Muitos estão querendo saber sobre crédito/finanças; legislação (inclusive trabalhista); mercado (inclusão no mercado digital, novos negócios ou adaptação do modelo de negócios atual)”, diz o gerente de Soluções do Sebrae, Diego Demétrio, que explica que lives diárias englobam vários assuntos para tirar todas as dúvidas dos empresários. “Há uma grande preocupação com o fluxo de caixa. Estamos explorando as dores dos empreendedores e os caminhos alternativos propostos, inclusive em outros países”, declara.

Diego ressaltou que o foco do trabalho é concentrado nos setores de mercado, em que o proprietários de micro e pequenas empresas podem entender sobre os novos caminhos de seus negócios ou acerca de finanças.

A instituição agregou e liberou todas as soluções em seu portal. De acordo com a instituição, “Também é possível contar com informações nos sites estaduais do Sebrae, que contém informações regionalizadas”.

Com informações do Sebrae

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--> Site ajuda pequenos negócios a enfrentarem crise

A página “Vamos Vencer”, criada pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec), do Ministério da Economia, tem a intenção de tirar o maior número possível de dúvidas dos empresários e deixa-los atualizados.

O site, em forma de perguntas e respostas, dá esclarecimentos a empresários dos ramos da indústria, comércios e serviços acerca das medidas tomadas pelo Governo durante a pandemia do novo coronavírus. Os perfis de acesso foram separados pela estatura da empresa e pela área produtiva. Os empreendedores podem ter acesso a informações oficiais e atualizadas todos os dias sobre a atividade emergencial para auxiliar a área produtiva com a adesão de medidas no decorrer do estado de calamidade pública.

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Nos perfis, o empresário encontra explicações acerca de cada medida informada para dar ânimo ao fluxo de caixa, como, por exemplo, a retardação do pagamento de impostos no Simples Nacional; ações relativas ao crédito com informes acerca da linha emergencial para folha de pagamento, entre outras.

Segundo o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, o conteúdo liberado auxilia os empresários a fazer uma melhor organização da gestão do negócio. Costa ressalta que o Governo e o Ministério da Economia estão empenhados para assegurar os empregos e a saúde dos brasileiros.

“Estamos trabalhando incansavelmente para receber e atender os pleitos do setor. Há uma equipe centrada em cruzar os pedidos com as ações de governo. É um compromisso nosso na área de crédito e na área tributária, para que os empregos sejam preservados e os empresários passem por esse período, cada dia mais fortes”, disse.

Com informações do Sebrae

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--> Sebrae e BNB fazem parceria para facilitar crédito

Com o objetivo de ajudar as Micro e Pequenas Empresas (MPE) de Pernambuco no atual cenário de crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) fizeram uma parceria para simplificar o acesso a créditos das MPEs e do Micro e Pequeno Empreendedor Individual (MEI), Com esta ação, os empreendedores contarão com condições especiais de prioridade no atendimento às análises dos pedidos de empréstimos nas linhas feitas para simplificar o acesso aos recursos no atual cenário de crise.

O Sebrae oferta consultoria de crédito totalmente grátis para os pequenos empreendimentos do Estado. A parceria com o BNB dá prioridade a atendimentos vindos do Sebrae para agilizar o procedimento de avaliação. Cada empresa recebe duas horas de consultoria, de segunda a sábado, das 9h às 17h, tendo a possibilidade, que será avaliada, de atendimento nos dias de domingo.

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“Vai ser disponibilizado atendimento para dois produtos do BNB. A linha de crédito especial para o MEI operada pelo Banco é o Crediamigo - o primeiro produto - com juros de 0,99 até 2,4% ao mês em valores de R$ 100 até R$ 21 mil. Isso com a finalidade de capital de giro ou investimento, prazo de até sete meses e carência de 60  dias para pagamento da primeira parcela. Concessão de crédito poderá ser solidário em grupos (sem garantia) ou crédito individual (garantia de avalista); Para MPE: são duas linhas de crédito MPE Giro: a '1' não requer comprovação de uso do crédito, com taxa de juros a partir de 0,58% ao mês, carência de seis meses para começar a pagar e até 48 meses de prazo total. A '2' requer comprovação de uso do crédito, com taxa de juros a partir de 0,38% ao mês, carência de três meses para começar a pagar e até 36 meses de prazo total”, informa o Sebrae.

Ainda de acordo com o Sebrae, as garantias requeridas serão as habituais que o BNB já determina e que podem ser, por exemplo, aval dos sócios com capacidade financeira, aval de terceiros, hipoteca, alienação fiduciária, entre outros, dependendo de cada situação. A linha de crédito especial tem validade somente durante o período de pandemia do novo coronavírus e as garantias serão cumulativas.

Para mais informações sobre como funcionará o acesso ao crédito, acesse o site do BNB, clicando na opção “empresas” e em seguida, na opção “seja nosso cliente”. O atendimento será de graça e apenas pela plataforma nacional a seguir: Fale com o Sebrae.

O Instituto Êxito de Empreendedorismo realiza, nesta quinta-feira (16), a 11ª edição do Seminário Facing The Giants. O evento tem o objetivo de fomentar o empreendedorismo e qualificar potenciais empreendedores. As palestras, que pela primeira vez serão online e com transmissão ao vivo pelo YouTube, começam às 19h, com participação de profissionais do mercado que compartilham cases de sucesso.

O Facing the Giants tem como característica apresentar o empreendedorismo de maneira simples, objetiva e esclarecedora, para que as pessoas tenham a oportunidade de gerar utilidades e benefícios para a sociedade - e inclusive montar os próprios empreendimentos.

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Com temas relevantes, essa edição terá a participação do CEO da Startup AbiHub, Vasco Patú; do presidente da Educar Brasil Tecnologia Educacional, Edgar Ueda, publicitário e empresário no segmento imobiliário; e da especialista em treinamentos de autoconhecimento e inteligência emocional Heloísa Capelas, que fala sobre sua o que espera de sua participação no evento. “A minha expectativa é a de oferecer outros pontos de vista para quem vai acompanhar o seminário, de forma que se sintam motivados a uma reflexão inovadora sobre os paradigmas que cerceiam suas lideranças”, pontuou.

A programação do Facing the Giants começa às 17h, com a reunião de diretoria e conselheiros do Instituto Êxito de Empreendedorismo. O espectador poderá acompanhar ao vivo. Já as palestras terão início às 19h com transmissão ao vivo pelo endereço bit.ly/seminarioexito2020 .

 

Sobre o Instituto Êxito

O Instituto Êxito de Empreendedorismo é o resultado de um sonho que envolve empreendedores visionários dos mais variados segmentos do Brasil. Hoje, já conta mais com mais de 400 sócios que compactuam de um mesmo propósito: fazer do empreendedorismo a turbina para impulsionar vidas e histórias.

O Êxito tem a filosofia de que, independente da classe social e econômica, qualquer pessoa pode transformar suas ideias em ações que mudem e melhorem a realidade e a comunidade na qual vive. Por isso, nasceu com o objetivo de estimular o dom empreendedor dos jovens, especialmente os de escolas públicas, onde há muitos talentos escondidos e boas ideias a serem impulsionadas. Nomeado como uma instituição sem fins lucrativos, seu principal plano de ação está em oferecer uma plataforma de cursos online e gratuitos, além de realizar diversas ações voltadas para o fomento ao empreendedorismo.

 

Sobre os palestrantes:

Heloísa Capelas - Tema: Educação Para Líderes 

Heloísa Capelas é CEO do Centro Hoffman e, há mais de 35 anos, está à frente do Processo Hoffman no Brasil – treinamento de autoconhecimento aplicado em 15 países e que já teve seus resultados cientificamente atestados. Por sua sala de aula, já passaram mais de 10 mil alunos, entre os quais algumas das principais lideranças e gestores do mercado nacional. Autora dos best-sellers “O Mapa da Felicidade” e “Perdão, a Revolução que Falta”, Heloísa é reconhecida como uma das principais especialistas do País em autoconhecimento, inteligência emocional, inteligência espiritual e inovação pessoal. 

Vasco Patu - Tema:  Como controlar o estresse e a Ansiedade quando se empreende. 

Terapeuta; Pesquisador da Ansiedade, Depressão e Felicidade; PhD; Neurobiologista; Mentor de Mindfulness; CEO da Startup AbiHub, especializada em tratamentos online para potencializar a saúde mental. 

Edgar Ueda - Tema: Desvendando a caixa-preta do sucesso

Publicitário e empresário no segmento imobiliário com conhecimento adquirido em grandes institutos nacionais e internacional.

*Da assessoria de imprensa

Diante da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), que fez o governador de São Paulo anunciar medidas de isolamento social, além do fechamento de comércios, empreendedores estão tentando encontrar soluções para a sobrevivência do negócio.

E foi principalmente o desespero de pequenos comerciantes que motivou a ex-jornalista da ANSA Brasil Beatriz Farrugia e seu marido, Marco Sposaro, que analista de sistemas, a criarem o portal "Ajude um Empreendedor", no qual pequenas empresas e autônomos podem divulgar seus serviços e produtos gratuitamente.

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Em entrevista à ANSA, Beatriz explicou que a ideia de criar uma espécie de área de classificados virtual surgiu depois que seu pai, Icaro Foina, que tem uma confecção em São Caetano do Sul, ficou muito mal após saber que "várias lojas para as quais ele vende tinham suspendido os pedidos", sem uma nova data.

"Eu tenho muitos amigos, familiares que são empreendedores. Um deles é o meu próprio pai. Eu estava vendo a angústia deles com todo o fechamento das lojas e estava bem preocupada", contou.

Com isso, Beatriz percebeu que todo mundo estava vendendo suas mercadorias e estoques no Facebook e no Instagram, o que fica limitado a uma quantidade de pessoas. E resolveu criar uma "vitrine maior, que iria além da própria rede de contatos de cada empreendedor".

No site é possível consultar os contatos e informações de cada fornecedor, o que possibilita ao cliente uma negociação direta com o prestador de serviço.

Segundo a ex-jornalista da ANSA Brasil, "o portal reúne no mesmo lugar todo mundo que é pequeno empreendedor e tem estoque parado por causa da pandemia e as pessoas que querem comprar e dar preferência aos pequenos".

"É uma ideia de unir forças. O site ser um movimento, um lugar de compradores de bom coração que querem ajudar outros empreendedores", ressaltou.

Nas primeiras horas, o site "Ajude um empreendedor" registrou mais de mil acessos e, hoje, já recebeu mais de 100 pedidos de todo o Brasil. Entre os anunciantes há fabricantes de roupas e calçados, produtores de marmitas, restaurantes, professores, entre outros.

"Eu sei que é um momento difícil para todo mundo, cheio de incertezas na economia. Mas, se cada pessoa que tem um salário fixo, o mínimo de certeza de que não será demitida, e puder dar preferência para algum empreendedor ou produtor local, tenho certeza que uma, duas ou três aquisições podem fazer a diferença na vida de um empreendedor que tem previsão zero de venda para os próximos meses", finalizou Beatriz.

Da Ansa

Devido à pandemia do coronavírus, diversos estabelecimentos comerciais, até os pequenos negócios em bairros, estão fechados como medida preventiva à doença. Pensando nisso, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) vem monitorando, no âmbito econômico, a partir de autorizações do Banco Central, as instituições financeiras que estão disponibilizando linhas de crédito específicas para os pequenos negócios.

O Sebrae reuniu as principais linhas de crédito anunciadas pelos bancos públicos federais, como BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, além de informações sobre os benefícios concedidos por bancos privados com atuação nacional, cooperativas financeiras, bancos regionais e agências de fomento em uma coletânea. “A listagem poderá servir como base para a tomada de decisão de milhares de empreendedores em dúvidas sobre as melhores condições do mercado financeiro quando o assunto é 'linha de crédito', diz o Sebrae.

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De acordo com o analista do Sebrae, Adalberto Luiz, o empreendedor deve aproveitar o ambiente favorável para negociações. O especialista avalia que houve uma melhora nos parâmetros do crédito a serem concedidos pelas instituições financeiras, a partir do estímulo dado pelo Governo Federal, por meio do Banco Central. “Observamos que novas linhas de crédito surgiram e muitas que não ofereciam carência passaram a ter”, afirmou.

Segundo ele, dentre as medidas anunciadas pelos bancos, destacam-se o aumento do prazo de pagamentos sem custo para o cliente que, dependendo da negociação com o banco, pode chegar a 60 dias, e a oportunidade de linhas de crédito específicas para folha de pagamento. “Essas duas medidas possibilitam um fôlego para os pequenos negócios superarem este momento e, de alguma forma, manterem as atividades, ainda que de forma reduzida.”, avaliou.

Dicas de gestão

Antes de analisar as linhas de crédito disponíveis, o Sebrae sugere que o empresário faça uma análise cuidadosa da gestão da própria empresa, verificando os custos fixos, como aluguel, e os variáveis, que dependem do faturamento atual do negócio. “De nada adianta o empresário pegar um crédito agora para resolver um problema imediato, mas ter dificuldades depois no futuro. O momento é de analisar todas as condições. Se tiver de tomar o crédito, é preciso analisar todos os pontos e não se deixar levar pelo calor do momento”, alertou o analista.

Para ajudar os donos de pequenos negócios a avaliar as necessidades do negócio e, caso necessário, escolher uma linha de crédito, o Sebrae destaca quatro importantes recomendações:

1 - Muitos bancos já tomaram a iniciativa de prorrogar automaticamente por 60 dias os contratos vigentes dos clientes. Outros estão entrando em contato com os clientes até mesmo por aplicativos de mensagens para negociar novos prazos das dívidas. Converse com o seu banco e analise sua situação, tendo em vista que há um ambiente favorável neste momento.

2 - Avalie muito bem se estiver pensando em demitir um colaborador neste momento, pois uma demissão inclui custos na rescisão e, quando a economia voltar à normalidade, provavelmente você terá um novo custo para contratar. Verifique as condições da linha de crédito exclusiva para folha de pagamento anunciada pelo Governo Federal .

3 - Se fizer um comparativo entre duas linhas de crédito semelhantes e ficar na dúvida, avalie cada parâmetro (prazo, carência, garantias exigidas) e, caso as condições sejam semelhantes, escolha a de menor juros.

4 - Não deixe de levar em consideração o momento pós-Coronavírus. Dependendo do seu ramo de atividade, poderá levar um pouco mais de tempo para retomar o seu negócio ao patamar anterior. Então, o prazo de carência oferecido pelas instituições financeiras deve ser muito bem avaliado na hora de escolher entre uma ou outra oferta.

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