Carreiras

| Empreendedorismo

O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) anunciou, nesta terça-feira (12), que assinou o contrato com o Banco Europeu de Investimentos (BEI) para captação de recursos, no valor de 200 milhões de euros, destinados à linha de financiamento exclusiva para mulheres empreendedoras. A ação visa enfrentar, segundo o Banco, as consequências econômicas ocasionadas pela crise sanitária da Covid-19 e contribuir para o crescimento das mulheres nas operações de microcrédito.

Os recursos serão aplicados por meio do Crediamigo, programa de microfinança do BNB que tem, na carteira ativa, 66% do público feminino. O Banco explica que a linha de financiamento prevê empréstimos de até mil euros, aproximadamente R$ 6.550 considerando a cotação do dia 7 de janeiro,

##RECOMENDA##

O prazo máximo de pagamento será de três anos, sem garantia da União, sendo o pagamento do principal no final, com juros, podendo ser mensal, semestral ou anual, ficando a critério do BNB.

[@#galeria#@]

Mesmo empresários com carreiras já consolidadas se encontram, por vezes, em encruzilhadas ou estagnados, sem saber como melhorar suas vidas e seus empreendimentos. A mentoria é uma ferramenta que ajuda a retirar essas amarras, que muitas vezes vêm da própria mente. Pensando nisso, surgiu o Êxito Mentoring Experience, projeto de mentoria de alta performance que chega à segunda edição em 2021 e já está com inscrições abertas.

##RECOMENDA##

O Mentoring, promovido pelo Instituto Êxito de Empreendedorismo, tem duração de seis meses e começa com quatro dias de imersão em uma praia paradisíaca. Após a imersão, os participantes terão encontros semanais online com os mentores para desenvolver ainda mais seus empreendimentos e seus mindsets.

Em 2021, o Mentoring será ainda maior e mais robusto. “Na primeira edição, selecionamos 20 empreendedores de diversos locais do Brasil. Para essa segunda, vamos escolher 50 empreendedores que estão em busca de impulsionar seus negócios e suas carreiras”, revela o presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo e um dos mentores do projeto, Janguiê Diniz. “Preparamos uma programação muito especial para os 6 meses do Êxito Mentoring Experience. Ela foi toda pensada para que os participantes se desenvolvam pessoalmente e profissionalmente e atinjam uma alta performance”, finaliza.

O Êxito Mentoring Experience se divide em três fases. A primeira acontece entre os dias 21 e 25 de abril de 2021, em um hotel 5 estrelas, localizado na praia de Muro Alto, Litoral Sul de Pernambuco. Nele, os mentorados terão uma imersão com 24 mentores seniores, com muito conteúdo de empreendedorismo, negócios, carreira e desenvolvimento pessoal, além de orientação, workshops, networking, vivência, lazer e diversão com experiências VIP.

Na primeira etapa, estão confirmados mentores como o fundador da XP Investimentos, Guilherme Benchimol; o fundador e controlador do grupo Ser Educacional e presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo, Janguiê Diniz; o fundador da Polishop, João Appolinário; o fundador do grupo SEB, Chaim Zaher; o fundador e reitor da UniCarioca, Celso Niskier; o CEO e founder do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), José Roberto Marques; o fundador da Anhanguera Educacional, Antonio Carbonari Neto; a CEO da Atom, Carol Paiffer; o criador do Acelerador Empresarial, Marcus Marques; o investidor anjo João Kepler; o fundador da JR Diesel, Geraldo Rufino; o multiempreendedor, mentor e escritor Pablo Marçal; o empreendedor e escritor Ricardo Bellino; a empreendedora, palestrante e autora Aline Salvi; o CEO da Odonto Excellence Franchising, Oseias Gomes; o especialista em Marketing Digital e fundador da Be Academy, Bruno Pinheiro; o empreendedor e escritor Márcio Giacobelli; o co-presidente do Conselho de Administração do Grupo Moura, Sergio Moura; o presidente do grupo Ser Educacional, Jânyo Diniz; o CEO da Agência Um Comunicação, Luiz Augusto Correia; o empresário, empreendedor, investidor anjo, sócio fundador e VP do Instituto Êxito de Empreendedorismo, Cláudio Castro; o CEO da Startup AbiHub, Vasco Patú; o advogado, consultor e diretor geral do Instituto Êxito de Empreendedorismo, Marcos Alencar; e o fundador e presidente da Rota do Mar, Arnaldo Xavier.

A segunda fase, de desenvolvimento, terá duração de 6 meses, a partir de maio de 2021. Nesta etapa, acontecerão processos de mentorias semanais online, com um encontro presencial por mês. Participam como mentores dessa fase outros 35 gigantes do empreendedorismo, para aceleração da carreira dos mentorados. Os encontros presenciais também serão transmitidos online para aqueles participantes que não puderem comparecer presencialmente.

Já na terceira fase, os participantes poderão desenvolver ainda mais o networking e terão benefícios exclusivos. Haverá a criação de grupos exclusivos entre os mentorados para networking por meio de aplicativo de mensagens, para que todos possam tirar dúvidas e falar sobre suas experiências, criando uma experiência única compartilhada entre os participantes.

As inscrições para o Êxito Mentoring Experience 2021 podem ser feitas no site www.exitomentoringexperience.com.br, onde há também informações complementares do projeto.

Vale lembrar que o Êxito Mentoring Experience vai além de negócios e empreendedorismo. O objetivo é gerar impacto social, premissa do Instituto Êxito de Empreendedorismo. Para quem deseja participar, é necessário fazer uma doação em dinheiro ao Instituto como forma de inscrição no projeto. Todo valor arrecadado será revertido às ações da entidade, que tem como objetivo impactar mais de 1 milhão de brasileiros por meio da educação empreendedora.

Serviço:

Êxito Mentoring Experience 2021

Quando: a partir de 21 de abril de 2021

Duração:  6 meses

Inscrições e mais informações: www.exitomentoringexperience.com.br

*Da assessoria de imprensa

[@#galeria#@]

Aos 71 anos, o borracheiro Paulo Modesto de Araújo, dono da "Modesta Borracharia", localizada no bairro de Santo Amaro, área central do Recife, oferta muito mais do que a venda de pneus novos e usados, ou os serviços de vulcanização - que reparam danos nos pneus -. O trabalhador constrói, no fundo de sua oficina, casas de bonecas que encantam quem ver.

##RECOMENDA##

Ao LeiaJá, Modesto conta que a ideia de criar as casas de bonecas só começou há seis anos, quando sua neta, Beatriz, o chamava para brincar e criar pequenas casinhas. “Eu tenho uma netinha que pegava as caixas de sapato e fazia umas casinhas, um quarto, uma sala", recorda. Ele revela o que utilizou para fazer as primeiras casinhas quando brincava com ela: “Eu peguei caixas de papelão grande e comecei a fazer as casinhas, depois tive a ideia de fazer em PVC. Fui fazendo e pintando. Cada uma eu fazia de um jeito diferente”, comenta.

Quem conhece seu Modesto sabe que, antes das 5 da manhã, ele já está na borracharia pronto para empilhar os pneus, separá-los por numeração e colocar as calotas na fachada do estabelecimento. Após deixar tudo organizado e passar as tarefas para seu único funcionário, ele não perde tempo e já vai direto para uma sala no fundo da oficina planejar, criar e montar as casinhas de bonecas.

Para construir as casinhas, ele começa cortando tudo com uma serra e depois vai montando as paredes. Logo depois, planeja os andares e começa a fazer os móveis e eletrodomésticos com plástico e papelão, que em seguida são cobertos com emborrachado. Além disso, seu Modesto acrescenta em algumas casinhas mais luxuosas uma piscina feita de barca de plástico - usada para vender sushi - e iluminação com pequenas luzes de Natal.

Quem olha atentamente consegue perceber outros detalhes feitos cuidadosamente por ele a gosto dos clientes. Quando tudo não passava apenas de uma brincadeira, Modesto oferecia as casinhas na igreja, mas depois, com o incentivo da família, dos amigos e dos vizinhos, começou a vender na borracharia assim que aprimorou suas técnicas. “Eu mostro as casinhas à clientela e este ano me deu a ideia de fazer um quadrinho com uma criança no celular”, planeja.

O lado comerciante, às vezes, dá espaço à solidariedade. Emocionado, o borracheiro já presenteou, sem custo, uma criança que seus pais não tinham dinheiro para comprar a casinha. “Já bati na casa de uma menina só para entregar a casinha a ela porque os pais da menina não podiam comprar", revela.

O pequeno negócio está dando certo. A venda das peças está atraindo muitos clientes que tecem elogios ao seu trabalho. “As pessoas elogiam dizendo que nunca viram uma casa dessas, um negócio tão bem feito. As crianças quando veem as casinhas ficam eufóricas. Gritam sorrindo: ‘que casa bonita, que casa linda, compra painho, compra!’”, descreve Modesto.

Além da satisfação de ver as crianças felizes, o borracheiro vibra com o sucesso do empreendimento. As pequenas arquiteturas estão gerando um bom lucro para seu criador. Segundo Paulo, cada imóvel tem um custo de fabricação de R$ 120. Se for sem os móveis, sai por R$ 100. Para adquirir um exemplar, o público precisa desembolsar um valor que varia de R$ 150 a R$ 200.

As peças são expostas na calçada oposta à da borracharia e em parques e praças do Recife e Olinda. Somente às quartas-feiras, o público poderá encontrá-lo na praia de Casa Caiada, em Olinda. Os interessados também podem entrar em contato com ) Modesto: (81) 98717-9058.

No processo de idealização de um negócio, podem surgir dúvidas. Por onde começar? O que fazer para dar certo? Como atrair o público?. Esses são alguns questionamentos comuns entre as pessoas que resolvem se aventurar no mundo do empreendedorismo.

Com a proximidade de um novo ano, investir em negócios é a vontade de brasileiros que, devido à crise econômica e ao desemprego, optam por idealizar uma empresa. Para esclarecer dúvidas sobre empreendedorismo e potencializar as chances de abrir um negócio da maneira correta, o LeiaJá entrou em contato com o analista do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Vitor Abreu, para saber quais são os principais passos para fazer um negócio dar certo em 2021.

##RECOMENDA##

Definição de uma ideia e análise de mercado estão entre os dez passos citados pelo profissional. Confira, a seguir, a lista de dicas:

1) Definição de uma ideia

Nesta etapa, o empreendedor vai definir uma ideia para empreender. Pode ter como base uma afinidade, experiência anterior, identificação de oportunidade ou mesmo análise sobre o território em que pretende atuar.

2) Analisar o contexto e a aderência da ideia

Nesse momento, o empreendedor vai analisar qual problema ele pretende resolver, que outras alternativas já existem e se está alinhado a alguma tendência ou moda.

3) Análise de mercado: quem já oferece essa ideia? De que forma oferece?

Aqui o empreendedor vai fazer uma análise do mercado concorrente, verificando quais as entregas ofertadas, preços praticados e como ele conseguirá se diferenciar.

4) Analisar o público consumidor e encaixe do produto

Este é o momento de validar com o potencial cliente se o produto/serviço está aderente ao perfil de consumo e aos hábitos deste consumidor. Deve existir uma interação com algumas pessoas, validando se tudo o que foi pensado faz sentido e acima de tudo, se as pessoas querem aquilo ou já consomem.

5) Ajustar a ideia se for o caso

Após a interação, é hora de ajustar a ideia inicial se for necessário, adequando a escuta que foi realizada.

6) Levantar custos do produto/serviço

É importante iniciar uma análise de viabilidade em relação ao produto, considerando o preço que se pretende trabalhar e a margem possível

7) Elaborar um protótipo da ideia

Nesta fase, o empreendedor vai pensar em uma forma de testar a ideia. É algo mais simples do que o que foi imaginado, mas suficiente para validar a entrega de valor, aceitação de mercado e efetividade da solução proposta pelo produto/serviço. Esta etapa permite ao empreendedor saber se o produto/serviço resolve a necessidade/desejo do cliente, bem como sinaliza possíveis estratégias de atuação e possibilidades (ou não) de escalar o negócio; aqui, é possível perceber também se os resultados financeiros compensam.

8) Testar e avaliar resultados

Após o teste com o protótipo, a ideia é reavaliada e os resultados alcançados são avaliados.

9) Ajustar o que for necessário e retomar

Após a análise dos resultados obtidos, é hora de calibrar novamente a ideia, ajustando e retomando em seguida, agora com mais aprendizado.

10) Potencializar a divulgação do negócio

Tendo em vista que os ajustes necessários foram realizados, o empreendedor pode “botar a boca no trombone”, divulgando o negócio visando atração da clientela.

De acordo com o Sebrae, no ano de 2019, em Pernambuco, foram abertos 64.711 mil negócios no segmento Microempreendedor Individual (MEI); já em 2020, foram 58.001 mil. 

Levantamento feito pela Junta Comercial do Estado de Pernambuco (Jucepe) aponta que em 2020, foram abertas 2.061 empresas de pequeno porte e 958 foram fechadas; já sobre o número de microemprensas, os dados revelam que houve 12.238 aberturas e 8.957 encerramentos.

A partir desta sexta-feira (18), o Grupo de Estudos de Pesquisa e Autobiografia, Racismo e Antirracismo (Gepar), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), realizará a Feira Umba de Pretos e Negócios. O evento serguirá até o dia 20 deste mês, das 10h às 20h, durante os três dias de evento. 

Devido a restrição de circulação de pessoas na UFPE, em razão da pandemia da Covid-19, excepcionalmente, nesta edição, o evento será realizado no Palácio Yemanjá, localizado no Alto da Sé, Olinda, Região Metropolitana do Recife. Na feira, o público terá acesso a itens da moda afro, culinária e artesanato. 

##RECOMENDA##

“A feira tem como objetivo apontar possibilidades para os alunos cotistas de superação das dificuldades financeiras a partir da produção e vendas de produtos que poderiam ser feitos por eles e seus familiares”, diz nota à imprensa. Em 2020, o evento conta com a parceria da Feira das Mulheres Pretas/Mulheres de Passarinho.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) lançou o edital para o programa Catalisa ICT. A iniciativa pretende capacitar pesquisadores para transformar os estudos de alunos de pós-graduação, mestres e doutores, com titulação reconhecida no Brasil, em negócios inovadores. Para participar, basta realizar inscrição no site do programa, até 24 de janeiro de 2021.

“Para nós, o nascimento de empresas inovadoras a partir dos centros de pesquisa das universidades é uma estratégia extremamente importante para a reconfiguração da economia do país, gerando empregos de alta qualidade e divisas para o Brasil”, afirmou o gerente de Inovação do Sebrae, Paulo Renato Cabral, segundo informações da assessoria de imprensa.

##RECOMENDA##

Na primeira chamada pública, serão selecionadas mil pesquisas de abrangência nacional. Segundo o edital, os critérios são potencial de impacto econômico da pesquisa e sua relevância dentro do mercado; e o grau de inovação.

Além disso, o ineditismo, a abrangência, e capacidade de impacto socioambiental e contribuição para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), serão avaliados.

O resultado da seleção será divulgado no dia 24 de fevereiro do ano que vem, conforme explica o edital, disponível por meio deste link. O grupo selecionado participará de capacitações, com início previsto para o dia 1º de março de 2021.

A Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq) de Pernambuco e a Secretaria de Habitação do Recife fecharam uma parceria para incentivar o empreendedorismo entre os cerca de 10 mil moradores de unidades habitacionais da capital pernambucana. O objetivo é lançar a plataforma Compre PE, loja virtual que centraliza produtos e serviços desenvolvidos no Estado, para os moradores.

“A plataforma é de extrema importância e ficará mais forte ainda com divulgação nos habitacionais da cidade, onde há pessoas que trabalham na informalidade, pedreiros, marceneiros, manicures. Vamos ajudar a fortalecer esses empreendedores, levar cursos de qualificação e dar mais autonomia para os trabalhadores ganharem seu dinheiro, especialmente numa crise como essa que a gente está vivendo”, declarou a secretária de Habitação do Recife, Ana Paula Lins.

##RECOMENDA##

Segundo o secretário do Trabalho, Emprego e Qualificação, Alberes Lopes, a ação nos habitacionais deve começar em janeiro com orientações sobre o Crédito Popular e apoio ao desenvolvimento das micro e pequenas empresas e Microempreendedores Individuais (MEI’s). “Junto com a Secretaria de Habitação, vamos fazer esse serviço, onde a população vai ter a oportunidade de fazer suas vendas sem precisar pagar nada por isso. Vai ser um sucesso. Os habitacionais têm mais de 10 mil pessoas e esse público vai ser fundamental para quem precisa do serviço, para quem quer apostar no empreendedorismo”, declarou o secretário.

Com informações da Seteq

Na próxima sexta-feira (11), às 16h, será realizado o webinar gratuito “Marco Legal das Startups e do empreendedorismo inovador”, promovido pela Associação dos Advogados de São Paulo (AASP). As inscrições devem ser feitas pela internet, de forma gratuita.

O evento contará com a participação do relator do projeto na Câmara, o deputado Vinícius Lazzer Poit, Patrícia Peck, Cláudio Lucena, Sofia Preto e da mediadora Laryssa Almeida. O encontro objetiva debater o PLP nº 249/2020, proposto pelo Poder Executivo em 20 de outubro de 2020, em trâmite na Câmara dos Deputados.

##RECOMENDA##

O incentivo a esse setor de negócios, ampliação do oferecimento de recursos para aplicação em startups e  contratação de soluções modernas pela gestão pública estão entre as metas do projeto de lei. Quem se inscrever no evento receberá um link para acompanhar a transmissão.

Encerram, nesta quarta-feira (9), as inscrições para o Social Hack 2.0, que incentiva os jovens brasileiros a contribuirem na busca de soluções inovadoras para negócios criativos de impacto social, por meio dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). As candidaturas são gratuitas e podem ser feitas no site Social Hack.

“Esperamos que esse evento possa realmente estimular o empreendedorismo para aqueles que estão dentro das comunidades, como também para aqueles que têm a vocação e o desejo para desenvolver soluções inovadores para problemas sociais e ambientais que vêm das comunidades”, explicou a analista do Sebrae Nacional, Valéria Barros, segundo informações da assessoria de comunicação.

##RECOMENDA##

A iniciativa é voltada para comunidades criativas e inclusivas da periferia do país, dando uma atenção especial às pessoas com deficiência frente à pandemia da Covid-19, e aceitará jovens com idade igual ou superior a 18 anos. Esta edição será no formato on-line, entre os dias 11 e 13 de dezembro. 

Os inscritos participarão de uma formação virtual entre os dias 9 e 10 de dezembro, e serão separados em grupos. Já entre os dias 11 e 13 do mesmo mês, haverá um hackaton com 60 horas de preparação. Na ocasião, serão realizadas sessões de mentoria e palestras on-line com especialistas de diversas áreas. O projeto é gerenciado entre os projetos da Economia Criativa e Negócios de Impacto Social do Sebrae do Rio Grande do Norte.

A 99Food, plataforma de delivery de comida, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), promoverá, na próxima segunda-feira (7), a partir das 16h, um debate virtual sobre o cenário que os pequenos empreendedores enfrentam neste ano pandêmico e o que esperar para 2021. De forma gratuita, o bate-papo será transmitido no canal da 99Food e direcionado aos proprietários de restaurantes de todo o País.

Na conversa, o diretor-executivo da 99Food no Brasil, Danilo Mansano, tratará da importância de manter parceria com restaurantes e os benefícios que a plataforma de delivery oferece, além de trazer dados sobre o crescimento e aprendizado do setor de delivery diante da pandemia. Ainda estarão presentes no bate-papo o consultor Sergio Molinari, sócio-fundador da Food Consulting, que abordará os desafios enfrentados pelo setor nesse momento de pandemia de Covid-19 e quais são as expectativas para 2021.

##RECOMENDA##

Também participará do evento a chef goiana Érika Borba, do restaurante Armazém Frida, que contará sua experiência de liderar um negócio no ramo da gastronomia em 2020. O evento não requer inscrição; basta o público acompanhar a programação no canal da 99Food.

O palco do Summit Êxito de Empreendedorismo recebe, nesta sexta-feira (27), o cantor Wesley Safadão, que vai falar sobre o seu lado que grande parte do público não conhece: o de empreendedor. Ele será o responsável por abrir a terceira noite do evento, que é totalmente gratuito e online, a partir das 18h. Outra atração muito esperada é a CEO da Atom e investidora no programa Shark Tank Brasil, Carol Paiffer, que vai falar de investimento financeiro.

“O tema da minha palestra é ‘Grana, Money, Bufunfa’. Eu vou explicar sobre dinheiro, a importância dele, como que a gente faz para multiplicar dinheiro sem precisar trabalhar mais horas todos os dias, mas sim de uma forma mais inteligente, colocar o dinheiro para trabalhar”, revela Carol Paiffer, que falou porque o público não pode perder o evento. “Eu acho que nunca a gente teve um evento tão completo, tão rico, com tantos palestrantes de peso, num único lugar, onde as pessoas vão acessar e, de fato, poder absorver muito conteúdo”, avalia.

##RECOMENDA##

Esta sexta-feira também terá a palestra do juiz federal, professor e escritor Willian Douglas, que se apresenta a partir das 20h. Ele irá falar sobre “As leis do sucesso”. Quem encerra a noite de apresentações será o empreendedor e palestrante Roman Romancini, que vai abordar o tema “Sonho sem ação é alucinação”.

No sábado (28) e no domingo (29), o maior congresso de empreendedorismo do Brasil começa mais cedo, a partir das 10h. O público terá mais de 60 apresentações, divididas em palestras e painéis, com mais de 100 experts do empreendedorismo nacional. Quem for acompanhar o evento vai ter a oportunidade de assistir palestras de nomes como o presidente do Crédit Suisse no Brasil, José Olympio Pereira; o criador da metodologia do Coaching Integral Sistêmico (CIS), Paulo Vieira; o palestrante, empreendedor e psiquiatra Roberto Shinyashiki; o fundador da Anhanguera Educacional, Antônio Carbonari Netto; o fundador e CEO da Polishop, João Appolinário; o diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Celso Niskier; o hipnólogo e empreendedor Pyong Lee; entre outros.

Para assistir a todas as palestras do Summit, é necessário fazer uma inscrição gratuitamente, pelo site www.summitexito.com.br, onde também é possível conferir a programação completa do evento.

Serviço:

Summit Êxito de Empreendedorismo – online e gratuito

Até o dia 29 de novembro

Horário: 27 de novembro, a partir das 18h; 28 e 29 de novembro, a partir das 10h

Inscrições: www.summitexito.com.br

*Da assessoria de imprensa

Nesta quarta-feira (25), a partir das 18h, acontece o segundo dia do Summit Êxito de Empreendedorismo, que vai ter uma mistura da nova geração do empreendedorismo do Brasil com a experiência de quem já foi catador de latinhas e se tornou sinônimo de sucesso. Com essa combinação, o evento, que é totalmente gratuito e online, traz ao público diversas questões que envolvem o mundo no pós-pandemia, com análises, orientações e dicas de tendências para que as pessoas possam enfrentar os desafios da retomada das atividades econômicas.

O responsável pela primeira palestra do dia será o empreendedor, palestrante e especialista em escalar profissionais autônomos no digital, Guto Galamba. “Vou falar da importância da desconstrução de padrões de comportamento, padrões estes que nos deixam presos a maneiras de viver a vida que não são mais válidas nos dias de hoje. As relações mudaram, o mercado de trabalho mudou, nós precisamos mudar também”, relata Guto, que também falou sobre o que espera do evento. “Eu não sei quando será possível juntar tanta gente boa de novo. É o verdadeiro ‘agora ou nunca’. Vocês estão tendo uma oportunidade incrível de conseguir acesso ao conhecimento dos palestrantes. Imagina só quanto não deve custar a mentoria de um deles? Você está tendo acesso gratuito. Não vacila”, finaliza.

##RECOMENDA##

Outra fera do empreendedorismo nacional que vai se apresentar nesta quarta-feira (25) é o ex-catador de latinhas e fundador da JR Diesel, Geraldo Rufino, que vai fazer sua palestra a partir das 20h, com o tema “O poder da positividade”. “Perder o Summit é perder a oportunidade de empreender ou de melhorar o que já está fazendo. O Summit é a oportunidade para quem não empreendeu, para quem ainda não percebeu o que é empreender”, destaca. “O evento é uma oportunidade maior ainda para quem já está empreendendo, seja no seu CNPJ ou seja no CNPJ do outro. É uma evolução. O Summit é o novo normal, é se preparar para o novo normal, que é ser um ser humano mais completo em todos os sentidos”, complementa.

O segundo dia do evento também terá a palestra do criador do método Acelerador Empresarial, Marcus Marques, às 19h. Ele vai falar sobre “Gestão descomplicada e reflexões para escalar seu negócio”. Os responsáveis por encerrar o ciclo de apresentações do dia serão os ilusionistas Henry Vargas e Klauss Durães, que estarão no painel “O impossível é uma ilusão”, a partir das 21h.

Foto: Arquivo pessoal | Henry Vargas e Klauss Durães são ilusionistas

As inscrições para o Summit Êxito de Empreendedorismo devem ser realizadas, gratuitamente, pelo site www.summitexito.com.br, onde também é possível conferir a programação completa do evento.

Serviço:

Summit Êxito de Empreendedorismo – online e gratuito

Até o dia 29 de novembro

Horário: De 25 até 27 de novembro, a partir das 18h; 28 e 29 de novembro, a partir das 10h.

Inscrições: www.summitexito.com.br

*Da assessoria de imprensa

Dados obtidos através de pesquisas do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) junto à Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao longo da pandemia de Covid-19, mostram que os empreendedores negros têm mais dificuldade que os brancos para conseguir crédito junto aos bancos. Da metade de maio ao final de agosto, segundo o estudo, a taxa de sucesso nas solicitações de empréstimos foi de 5% para 8%, no caso dos negros; no caso dos brancos, foi de 7% para 14%.

Os números também mostram um crescimento do número de empreendedores, tanto brancos quanto negros, que solicitaram crédito aos bancos conforme a pandemia avançava e persistia. Em maio, 39% dos empresários brancos pediram empréstimos, passando a 51% em agosto. No caso dos negros, foram 38% em maio e 50% em agosto. 

##RECOMENDA##

Comparando o número de solicitações e aprovações, nota-se que os negros estão atrás: brancos tiveram 17% dos pedidos de crédito aprovados em maio e 27% em agosto, demonstrando um crescimento expressivo de 10%. Entre os empreendedores negros, o mês de maio mostrou aprovação de 14% das solicitações, enquanto no mês de agosto somente 16% dos que tentaram conseguiram crédito, um crescimento de 2%. Olhando isoladamente o mês de agosto, 65% dos empreendedores negros que solicitaram empréstimos tiveram o crédito negado. Brancos foram 58%.   

Contas vencidas

As pesquisas apontaram para uma redução das dívidas em atraso tanto para brancos (38% em maio, 30% em agosto) quanto para negros (46% em maio, 37% em agosto). A utilização de recursos do governo como suspensão de contrato de trabalho, redução de jornada/salários e férias coletivas, segundo o estudo, é mais alta entre empresários brancos. 

Desemprego como motor

Outra pesquisa, a Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2019, mostrou que 88% dos "Empreendedores Iniciais" começaram um empreendimento devido à "escassez de empregos". Para o Sebrae, esse número deverá aumentar, em especial entre jovens, mulheres e negros. 

No caso do último grupo, os dados mostram que negros têm negócios menores, mais recentes, com menos infraestrutura e recursos. A escolaridade é outro ponto de desvantagem para negros: 47% dos negros têm superior incompleto/completo contra 66% dos brancos.

Taxa de desocupação no 2ª trimestre de 2020

Por raça ou cor

* Pretos e pardos - 15,8%

* Brancos - 10,4%

Por sexo

* Mulheres - 14.9%

* Homens - 12%

Redes sociais e permanência em casa

A pesquisa mostrou queda na diferença entre os dois perfis no uso das redes sociais como ferramenta de negócio. Já no que diz respeito a trabalhar de casa devido à Covid-19, a lógica se inverte. Os empreendedores negros trabalhando em casa são 34% contra 30% dos brancos. O otimismo sobre a duração da pandemia é também maior entre os negros, que estimam um retorno à normalidade em cerca de 10,9 meses, contra 11,7 para os empresários brancos.

Em função do contexto histórico da escravidão, a população negra teve menos acesso à educação e renda, ocasionando percentuais elevados de subemprego e de desemprego, fazendo também com que essas pessoas empreendessem principalmente motivadas pela necessidade, comenta Adriana Moreira, criadora da Feira Preta, evento que reúne empreendedores e consumidores majoritariamente negros.

LeiaJá também

--> Cresce número de negros nas universidades

--> Brasil tem mais negros eleitos, mas há sub-representação

A 7ª edição da Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF), evento com a participação do Sicredi Nacional, empresa de serviços financeiros, é realizada até 29 de novembro. A ação discute a temática “Resiliência Financeira: Como atravessar a crise?”.

O encontro, que é realizado anualmente, é organizado pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF). Por meio de transmissões on-line, as ações serão realizadas em todo o País, alcançando os mais de 4,5 milhões de associados, em 23 estados e no Distrito Federal, onde a entidade atua. “O objetivo é estimular o cuidado e a mudança de comportamento em relação às finanças do brasileiro, contribuindo para uma vida mais próspera e sustentável. A ideia é alcançar vários públicos, como pessoas físicas e jurídicas, mas também jovens e até as crianças”, assegura a gerente de agência da Sicredi Recife, Magali Guimarães, de acordo com a assessoria da instituição.

##RECOMENDA##

Na atual edição do evento, haverá o lançamento do “Programa Cooperação na Ponta do Lápis”, que, de acordo com Magali, é uma ação de “educação financeira, que será implantada em todo o país, com participação de todas as cooperativas e Fundação Sicredi”. Ainda segundo a gerente, o objetivo é “desenhar uma vida financeira mais sustentável, com ações relevantes e assim levar este tipo de educação a diversos públicos, e ajudá-los a transformar as suas finanças pessoais, através de informação, conhecimento e boas práticas em relação ao dinheiro”.

Na programação do evento, a Sicredi Recife realiza, no dia 26, às 20h, no canal do Youtube da instituição, uma live sobre ‘Finanças pessoais em tempos de crise’, com o consultor financeiro, sócio da ACBrasil e especialista em cooperativismo de crédito, Elias Bispo. Dentre os assuntos a serem abordados estão a importância de fazer escolhas financeiras conscientes, orçamento dentro da realidade familiar e sonhos e planejamento financeiro.

A Sicredi Recife realizará, ainda, a distribuição de um guia de bolso sobre educação financeira. “Quem for às nossas agências vai ter acesso a um material bem interessante, para levar para casa e tirar todas as suas dúvidas sobre o tema”, informa a gerente Magali Guimarães, segundo a assessoria.

Um dos destaques da ação é a parceria com a instituição Maurício de Souza Produções (MSP), trazendo personagens da Turma da Mônica. O público-alvo são as crianças, com gibis e animações dos personagens abordando temas acerca da educação financeira, de maneira lúdica. “O hábito de consumo consciente deve ser inserido na vida da criança e adolescente desde cedo, pois eles são consumidores em potencial do que é ofertado, na maioria das vezes, pelas redes sociais. O quanto antes essa educação for apresentada aos mais jovens, mais cedo será o impacto positivo”, ressalta Magali.

“Para a Sicredi Recife, educação financeira é um desafio real e urgente, no Brasil. O endividamento das famílias, a inadimplência e o baixo índice de pessoas com recursos em poupança são alguns dos fatores que reforçam a importância do tema. Por isso, queremos ser uma instituição transformadora, comprometida com o desenvolvimento econômico e social, a fim de construímos juntos uma sociedade mais prospera”, conclui a gerente.

Serviço

O que: 7ª Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF)

Quando: 23 a 29 de novembro de 2020

Destaque na programação: - Live “Precisamos falar de dinheiro”

Participantes: Vera Rita de Mello Ferreira (Psicanalista e Dra. em Psicologia) e Marcos Piangers (Referência sobre paternidade e família, no Brasil).

Data: 23/11

Hora: 19h

Local: Youtube do Sicredi Recife - Live “Finanças pessoais em tempos de crise” Participante: Elias Bispo (consultor financeiro, sócio da ACBrasil e especialista em cooperativismo de crédito)

Data: 26/11

Hora: 20h

Local: Youtube da Sicredi Recife.

- Programa Cooperação Na Ponta do Lápis Informações: www.sicredi.com.br/site/napontadolapis/

- Turma da Mônica e Cooperação Na Ponta do Lápis Informações: www.sicredi.com.br/turmadamonica

Com informações da assessoria

Com mais de 135 conferencistas, o Summit Êxito de Empreendedorismo terá início nesta terça-feira (24), com uma apresentação de peso. O fundador e CEO da XP Investimentos, Guilherme Benchimol, e o presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo e fundador do grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz, serão os responsáveis por abrir o maior congresso de empreendedorismo do Brasil, a partir das 18h.

O evento, que tem como tema principal “Empreendedorismo, Tecnologia e Inovação em uma sociedade disruptiva”, será totalmente gratuito, on-line e vai até o próximo domingo (29). “O Summit Êxito de Empreendedorismo será imperdível. Vou bater um papo com o meu amigo Guilherme Benchimol na abertura do evento, onde vamos falar sobre as nossas experiências”, relata, Janguiê Diniz. “O nosso objetivo é mostrar ao público que for assistir ao evento que, mesmo durante períodos de crises, é possível empreender. Queremos impactar o maior número de pessoas possível”, finaliza.

##RECOMENDA##

[@#galeria#@]

O evento terá mais de 40 palestras e mais de 25 painéis com grandes nomes do empreendedorismo nacional. Os conteúdos ajudarão os participantes a trilharem um caminho de autoconhecimento pessoal e profissional. Desta maneira, o Summit Êxito vai analisar diversas questões que envolvem o mundo no pós-pandemia, trazendo análises, orientações e tendências para que as pessoas possam enfrentar os desafios da retomada das atividades.

Além desses dois gigantes do empreendedorismo nacional, o primeiro dia do evento reserva palestras imperdíveis do fundador e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching, José Roberto Marques, que acontece às 19h; do o empreendedor equatoriano, palestrante internacional, autor do best-seller "Mentalidade", mentor de negócios e investidor, Pablo Paucar, às 20h; e do o empreendedor e autor dos best sellers "Seja Foda!" e "Enfodere-se!", Caio Carneiro, a partir das 21h.

As inscrições para o Summit Êxito de Empreendedorismo devem ser realizadas, gratuitamente, pelo site www.summitexito.com.br, onde também é possível conferir a programação completa do evento.

Serviço:

Summit Êxito de Empreendedorismo – online e gratuito

De 24 a 29 de novembro

Horário: De 24 até 27 de novembro, a partir das 18h. 28 e 29 de novembro, a partir das 10h.

Inscrições: www.summitexito.com.br

Da assessoria

No Brasil, o 20 de novembro, aniversário de Zumbi dos Palmares, marca o Dia da Consciência Negra, data em que se levantam discussões a respeito dos impactos do racismo na sociedade brasileira, altamente marcada pela escravidão negra. Nesse contexto, o afroempreendedorismo, nome dado ao empreendedorismo de pessoas negras, vem crescendo nos últimos anos junto a outras formas de ativismo antirracista. 

De acordo com a pesquisa do Instituto Brasileiro da qualidade e produtividade (IBQP), Sebrae e GEM 2019, a taxa total de empreendedores (TTE) no Brasil entre pretos ou pardos é maior do que a de brancos: há 39% de empreendedores totais, 23,1% de empreendedores iniciais, 15,7% de novos empreendedores, 8,1% de nascentes e 16,5% de empreendedores estabelecidos pardos ou pretos. Quando se trata de empreendedores brancos, os mesmos índices são de, respectivamente, 37,8%, 23,6%, 16,1%, 7,9% e 15,2%.

##RECOMENDA##

Apesar disso, 27,1% dos empreendedores negros começam um negócio movidos pelo desemprego. Há ainda uma parcela de 1,3% que afirma empreender para “fazer a diferença no mundo”. No que diz respeito à renda, 20% dos pretos ou pardos ganham mais de 2 até 3 salários mínimos, 22% recebem mais de 3 até 6 salários mínimos e 8% ganham mais de 6 salários.

LeiaJá também

--> Instituto abre seleção para negros, pardos e indígenas

Nesta sexta-feira (20), a Prefeitura do Recife divulgou uma relação com 300 costureiras e costureiros, além de microempresas e cooperativas selecionados para confeccionar 300 mil máscaras de tecido. Os objetos serão distribuídos para pessoas carentes com o objetivo de ajudar a combater a Covid-19. 

A Prefeitura comprará cada máscara pelo preço de R$ 2,20. Os interessados se inscreveram, passaram por um processo seletivo e os escolhidos receberão as encomendas. Nos próximos dias, as máscaras serão distribuídas em Estações Itinerantes por meio de trabalho porta a porta de equipes da Secretaria de Saúde. As entregas de produtos devem ser agendadas pelo e-mail agendamento.mascaras3@gmail.com, marcando horário para evitar aglomerações.

##RECOMENDA##

"Nos editais anteriores, o resultado foi a venda de 700 mil máscaras. Com as 300 mil que serão compradas no terceiro edital, garantimos a entrega de 1 milhão de máscaras para os recifenses. Além de proteger a população contra o coronavírus, estimulamos a economia local e a geração de renda”, afirma o secretário de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo, Antônio Júnior, responsável pela ação juntamente com o Gabinete de Projetos Especiais (GABPE).

Com informações da assessoria de comunicação da PCR

Conectar pessoas negras de diversas profissões para fortalecer o empreendedorismo e a circulação de recursos financeiros entre a comunidade negra, assim pode ser parcialmente resumido o movimento Black Money, que coloca em rede não apenas produtos e serviços de pessoas negras, mas também estimula a valorização da negritude e o pertencimento social.

Segundo Nina Silva, uma das fundadoras do Black Money, entre os fundamentos do movimento estão o de favorecer os negócios de pessoas negras, segundo a premissa "se não me vejo, não compro” e também fazer com que o consumidor negro tenha as suas necessidades satisfeitas por empreendedores negros.

##RECOMENDA##

“Há 3 anos fundei o Movimento Black Money junto com meu sócio Alan Soares e desde então utilizo do nosso background para apoiar empreendedores negros e negras em seus negócios com objetivo de buscar autonomia da população negra no Brasil com pontes e influências junto a outros países”, contou Nina.

Ou seja, o Black Money reforça a importância de utilizar o poder de compra dos afrodescendentes e investir na própria comunidade de afro empreendedores. Dessa forma, o dinheiro se mantém circulando entre as pessoas negras por mais tempo, gerando emprego, renda e também, promovendo assim, a integração dessa população ao sistema financeiro.

“Qual é a riqueza, o que você tem dentro de você e o que você pode fazer no seu dia a dia para enriquecer e investir na sua própria comunidade, é isso o que o movimento coloca”, diz Nina

Formada em administração e especializada em tecnologia, Nina é considerada uma das 100 pessoas afrodescendentes com menos de 40 anos mais influentes do mundo ao receber o prêmio Most Influential People of African Descent (MIPAD) da Organização das Nações Unidas e também já foi eleita uma das 20 mulheres mais poderosas do Brasil pela Forbes.

“Nasci no Jardim Catarina, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, na época, a maior favela plana da América Latina. Desde muito nova, sempre me espelhei na minha irmã, seis anos mais velha e a primeira da família a cursar faculdade”, relatou. “Comecei a trabalhar muito cedo, para ajudar em casa, em uma empresa onde tive meu primeiro contato real com o universo da tecnologia: fui convidada para fazer parte da implementação de um sistema integrado de gestão empresarial, o ERP [Enterprise Resource Planning] da SAP [empresa alemã da área de tecnologia]”, disse.

Em mais de 17 anos de experiência na área, ela trabalhou em multinacionais fora do país e liderou equipes de 60 pessoas. Nina disse que, mesmo tendo conseguido sucesso na sua carreira, chegou a passar por muitos episódio de racismo e misoginia. Ela também relata que vivenciou a falta de reconhecimento dos seus pares nas instituições por onde passou, onde geralmente, a maioria dos profissionais de ponta era branca.

“Se você é preto, você é o pior; se você é mulher, você sabe menos; se você é pobre, você não tinha que estar aqui. Como eu sempre fui essas três coisas juntas, ser perfeita era, no mínimo, minha obrigação, sabe?!”desabafou.

Segundo ela, a busca por perfeição levava a picos de stress, além da falta de retorno financeiro como dos demais homens brancos que ocupavam os mesmos cargos. Essa situação a levou a uma crise de síndrome de burnout, transtorno psíquico relacionado ao trabalho e que tem entre os sintomas depressão, esgotamento físico e mental, sentimento de incapacidade.

Nina disse que o movimento Black Money foi inspirado em experiências que vivenciou nos Estados Unidos, onde morou um tempo, e também no Panafricanismo, com a proposta de deixar o capital financeiro e social circulando o maior tempo possível na comunidade negra.

“Cheguei [na carreira] a ser responsável pela gestão de portfólios, mas por falta de propósito e reconhecimento cheguei ao burnout. Fui morar em Nova York e comecei uma busca por pertencimento. Fiz benchmark nas comunidades negras norte-americanas sobre a importância dos black businesses, o que ajudou anos depois, mais precisamente em 2017, a fundar o Movimento Black Money”, relatou.

Nina conta que apesar de os negros representarem 56% da população brasileira, 53% dos empreendedores e consumirem cerca de R$ 1,8 trilhão ao ano, eles ainda estão longe dos espaços de poder e recebem menores salários, com a diferença de renda entre brancos e ricos podendo chegar a 40%.

Ela lembra ainda que os negros também constituem a maior parcela entre o contingente dos 10% mais pobres, são 67% dos desempregados e possuem o crédito 3 vezes mais negado nas instituições bancárias tradicionais.

“Negros movimentam uma renda própria de R$ 1,9 trilhão por ano, mesmo assim, a média salarial de um empreendedor negro equivale à metade da média de remuneração de um empreendedor branco” disse Nina. “Cerca de 85% dos nano e microempreendedores negros da nossa rede em pesquisa declararam que não vendem pela internet e que tiveram o faturamento reduzido a menos de R$ 1 mil por mês durante a pandemia, sendo estes estabelecimentos a fonte principal de renda familiar”, acrescentou.

Para fazer diferente, o movimento, segundo Nina, trata a população afrodescendente como mercado de nicho e compreende que trata-se da maior parte do mercado. Daí a ideia de ter uma cadeia produtiva onde negros e negras sejam donos dos meios de produção.

Por isso o movimento esta baseado em três pilares: foco em comunicação, educação e geração de negócios pretos, tendo o uso da tecnologia como um dos métodos utilizados para gerar sinergias, para favorecer o empoderamento negro conectando empreendedores e consumidores.

“Eu vejo a tecnologia muito voltada para humanas, muito voltada ao entendimento do que são as pessoas, do que são as necessidades das pessoas e como a gente pode melhorar a vida delas a partir da tecnologia”, afirmou Nina.

Para tanto, o site é a plataforma responsável por unir os braços do movimento e fomentar o desenvolvimento do ecossistema do empreendedorismo negro em um marketplace pelas duas pontas: a do “afroempreendedorismo” e a do “afroconsumo”.

Além disso, no site há diversos profissionais cadastrados, esteticistas, donos de restaurante, personal trainer, endocrinologistas, dentistas, corretores de imóveis, advogados, fisioterapeutas, entre outros.

“Até aqui se criou um marketplace com 300 lojistas negros, vendendo online sem mensalidade, sistemas de pagamento e um portal e redes que já atingem mais de 80 mil pessoas por mês com conteúdos de diversas áreas como marketing digital, finanças, inovação e vendas, além de cursos em tecnologia para centenas de bolsistas oriundos de contextos periféricos”, disse.

Na página do movimento é possível ter acesso aos projetos desenvolvidos pelo Black Money. Entre eles, o Afreektech, braço educacional que busca desenvolver, por meio de cursos próprios e parcerias, novas habilidades e competências em empreendedoras e jovens negros.

Também há um um projeto voltado para encontros entre empreendedores e profissionais, chamado de StartBlackUp, que tem por finalidade formar conexões com investidores; e uma startup de serviços financeiros para consumidores e empreendedores negros, o D’BlackBank.

Por meio da startup, o movimento disponibiliza um maquininha de cartão preta, com taxas menores e voltada para os empreendedorismo negro e que já funcionam em afronegócios de dez cidades brasileiras. Para 2021, o plano é lançar o próprio cartão de crédito, funcionando com as bandeiras tradicionais, e as contas digitais do The Black Bank.

Todos os nossos projetos são focados no empoderamento da comunidade negra e no letramento racial onde pessoas brancas devem atuar de maneira ativa na luta antirracista. Nossa comunicação é pautada na elucidação das desigualdades raciais como agravante social da sociedade brasileira, mas com diretrizes propositivas tanto de projetos como eventos no entorno de educação, comunicação, empregabilidade e empreendedorismo da comunidade negra”, afirmou Nina.

Hoje (19) o mundo celebra o dia global do empreendedorismo feminino, data instituída em 2014 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para homenagear as mulheres que contribuem com a economia.

A empreendedora da marca de suplementos Pulse Nutrition, Tamara Borges, 35 anos, do Rio de Janeiro, almejava crescer profissionalmente e estabelecer parâmetros de gestão que trouxessem resultados sustentáveis, por meio dos princípios éticos e das boas práticas.

##RECOMENDA##

A empresária Tamara Borges já superou três grandes crises e afirma que ser mãe foi uma motivação a mais para empreender. Foto: arquivo pessoal

“Ainda vale comentar outros ganhos adicionais do empreendedorismo, que após a maternidade me deram motivação extra para ir por esse caminho como o desejo de flexibilidade para estar mais com a família e poder ter um estilo de vida mais saudável”, relata Tamara.

Contudo, o cenário de incertezas do Brasil é constante. Desde que começou a empreender em 2013, Tamara já enfrentou três grandes crises e também precisou lidar com os desafios oferecidos no mercado de suplementação e alimentação saudável.

“Uma delas é a variação cambial, que afeta muito o custo dos nossos produtos que em sua maioria são importados, mas mesmo os nacionais são dolarizados e têm o seu valor afetado com frequência”, comenta a empreendedora, que, apesar dos desafios, está satisfeita com os resultados obtidos pela equipe.

Se fortalecer com as quedas

Outra que também trilhou um longo caminho foi Tatiana Araújo, 36 anos, do Rio de Janeiro, que começou a atender clientes na varanda de sua casa há 20 anos, como maneira de complementar a renda enquanto se especializava em coloração de cabelos e hoje é dona da franquia de salões de beleza Hair Concep.

Para alcançar o sucesso, Tatiana precisou carregar muitas bolsas pesadas, virar a madrugada na produção de cabelos de clientes, que ficariam meses sem pagar pelo serviço, também já trabalhou de sapato rasgado para poupar gastos e comprar a casa própria, e já manteve uma rotina de trabalho de domingo a domingo, sem espaço para o lazer.

Tatiana Araújo: muitos percalços até conseguir transformar seu negócio em uma rede de franquias. Foto: arquivo pessoal

“Já tive uma equipe que me virou as costas montando um salão do meu lado, mesmo eu tendo ajudado a construir o nome delas”, comenta a empreendedora. Todavia, as dificuldades serviram para fortalecer Tatiana, que acredita na persistência como chave do sucesso para o empreendedorismo.

“Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, e honestidade, a diferença entre o impossível e o possível está na determinação de uma pessoa", acredita.

A empreendedora analisa que o sucesso é resultado de inúmeras quedas e derrotas. Cabe ao profissional aprender com os momentos difíceis e se fortalecer para os próximos desafios.

Desafios adicionais por ser mulher 

Ao decidir empreender, a mulher se depara com desafios tais como conciliar a jornada de trabalho com a maternidade.

“Pode ser complicado no começo, mas mulheres são resilientes e se acostumam com o tempo”, afirma a especialista em desenvolvimento humano e gestão de negócios Flávia Knop.

Outro grande obstáculo apontado pela especialista é o preconceito, já que muitos não aceitam a mulher na posição de líder. “A gestão antiga dos meios é conservadora e extremamente machista, é necessário jogo de cintura e até algum sangue frio”, descreve Flávia.

De acordo com a profissional, a mulher pode reduzir esses desafios ao desenvolver sua inteligência emocional ao máximo e elevar algumas práticas como, por exemplo, autoconhecimento, autocontrole, automotivação, empatia e gestão dos relacionamentos.

“Desenvolver esses pilares te ajudam em sua ‘proteção’ mental, seu autocuidado e o modo de tratamento e relacionamento que você precisa ter com os outros”, ensina.

Mulheres que movimentam e inspiram os negócios no Brasil celebram nesta quinta-feira (19) o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. Para comemorar a data, o Facebook lança hoje o programa Reinventar para Permanecer, um evento totalmente digital e gratuito que ocorrerá das 10h30 às 19h.

Ao longo do dia será oferecida uma programação com conversas, workshops, trocas de experiências e de insights com líderes como Adriana Barbosa (fundadora e CEO do Afrohub e Feira Preta), Vivian Abukater (diretora executiva do Maternativa) e Maíra Liguorí (diretora de impacto do Think Olga e Think Eva). Também participarão Renata Malheiros Henriques (coordenadora do Sebrae DELAS), Claudia Assef e Monique Dardenne (ambas co-fundadoras do Women’s Music Event). Confira a programação.

##RECOMENDA##

O Reinventar para Permanecer conta com a parceria de entidades e empresas conhecidas por atuarem pela inclusão qualitativa das mulheres nos negócios, como Sebrae, Feira Preta, Think Olga Maternativa, Women’s Music Event, Remix Social Ideas e Mary Kay.

Desafios com a pandemia

A diretora de Marketing para Pegócios do Facebook, Débora Nitta, ressalta que, ao longo de toda a pandemia de covid-19, mulheres empreendedoras têm encarado muitos desafios nas suas rotinas.

“[Como] tocar o dia a dia de seus negócios aos cuidados com a casa, os filhos e até mesmo com outros familiares que precisem de ajuda. No evento do #ElaFazHistoria queremos reunir essas mulheres para compartilhar experiências e conhecimento que as ajudem a seguir em frente, além de refletir e celebrar todas elas que movimentam e inspiram os negócios no Brasil”, explicou. O programa faz parte do Facebook #, que já existe há quase cinco anos. 

Segundo Pesquisa sobre Igualdade de Gênero em Casa (Survey on Gender Equality at Home Report), levantamento global do Facebook em parceria com o Banco Mundial, ONU Mulheres, Ladysmith e EqualMeasures2030, 53% dos entrevistados relataram um aumento no tempo gasto com tarefas domésticas durante a pandemia de covid-19 em comparação com antes. E também aí a desigualdade se mostrou evidente: 59% das mulheres entrevistadas relataram esse aumento, em comparação com 44% dos homens.

“O ano de 2020 tem sido muito desafiador para todos, mais especialmente para as mulheres - e para as mulheres negras e indígenas. A verdade é que esse período aumentou ainda mais as desigualdades e os obstáculos que já eram impostos a elas. Os negócios e fontes de renda das mulheres estão mais vulneráveis e toda a sociedade precisa assumir um papel ativo para mudar esta realidade”, argumentou Débora Nitta.

Segundo a diretora, pesquisa do Instituto ID_BR, feita no início da pandemia, descobriu que quase 80% das empreendedoras negras não tinham reservas financeiras para manter seu negócio diante do cenário da covid-19.

“Diante desses obstáculos financeiros e emocionais, que se intensificaram com a pandemia, é essencial criar uma rede de apoio entre mulheres, estabelecer conexões que criem possibilidades de continuar e de permanecer, pois isso impactará positivamente toda a sociedade”, acrescentou.

Empreendedorismo

A fundadora da Feira Preta, Adriana Barbosa, comandará o programa de mentoria para mulheres negras e indígena que será realizado em duas fases. Neste ano, terá 200 vagas oferecidas para empreendedoras (negras, trans e indígenas) que já tenham algum negócio em andamento - mesmo que ainda não seja formalizado. Em 2021, a mentoria oferecerá outras 300 vagas. O programa é realizado em quatro encontros semanais totalmente online.

As empreendedoras selecionadas para a mentoria passarão por sessões de temas fundamentais na criação e no gerenciamento de um negócio. Os encontros também vão focar em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento e em dar apoio psicológico para as participantes.

“Ter um negócio exige entender códigos. Tem várias coisas que um empreendedor precisa saber, tem que se manter atualizado”, ressalta Adriana Barbosa.

Segundo Adriana, a pandemia de covid-19 levou o comércio, que antes era realizado em feiras, para o ambiente digital. O impacto dessa mudança foi o acesso à tecnologia e o letramento digital – já que muitos empreendedores não tinham contato com o ambiente virtual.

“Para romper esses desafios, nós sugerimos que o empreendedor tenha uma atuação em rede, que faça parcerias. No momento que os empreendedores compartilham, estabelecem parcerias. É fundamental o processo de formação, capacitação de, por exemplo, como vender online. Além disso, é importante ter acesso a crédito – seja por meio de crowdfunding ou crédito assistido”, explicou.

Desde 2002, a Feira Preta já reuniu 120 mil participantes. São produtos e serviços de empreendedores negros, com 700 expositores brasileiros e da América Latina. Segundo levantamento realizado pela feira, 29% dos negros que trabalham tem seu próprio negócio e cerca de 82% dos empreendedores não estão formalizados, ou seja, não têm CNPJ.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando