Carreiras

| Intercâmbio

A preocupação aumenta entre os milhares de estudantes estrangeiros nos Estados Unidos ameaçados de deportação pelo governo americano, se não retomarem as aulas presenciais, apesar do aumento do número de casos e de óbitos por coronavírus no país.

Apenas nas universidades públicas da Califórnia, que anunciaram cursos virtuais a partir de setembro, quando começa o primeiro semestre do ano letivo, existem mais de 40.000 estudantes estrangeiros. Em Harvard, que suspendeu cursos presenciais por todo ano, eles são cerca de 5.000.

##RECOMENDA##

Na segunda-feira, a Polícia de Imigração dos EUA (ICE, na sigla em inglês) anunciou a revogação dos vistos de estudantes universitários que não estiverem inscritos em cursos presenciais.

Os estudantes estrangeiros se tornaram, com isso, vítimas colaterais da pressão por parte do presidente dos EUA, Donald Trump, para forçar a reabertura de todas as escolas e universidades do país, embora a pandemia esteja longe de estar sob controle. Desde março, já são quase três milhões de casos e mais de 131.000 mortes no país.

A Universidade de Harvard e o MIT entraram na Justiça na quarta-feira (8) para bloquear a decisão "arbitrária e caprichosa" do governo.

"Chegou sem aviso prévio, e sua crueldade perde apenas para sua irresponsabilidade", disse o presidente da Universidade de Harvard, Lawrence Bacow.

"Eu posso ser afetado, se eles não oferecerem cursos presenciais", disse Taimoor, de 25 anos, estudante paquistanês na Cal State Public University, em Los Angeles.

"Estou preocupado. Isso pode mudar meu futuro e meus projetos", desabafou.

Um estudante indiano matriculado em um mestrado em uma grande universidade do Texas conta que planejava fazer cursos on-line neste outono (primavera no Brasil) para evitar o contágio da COVID-19.

Ele já teve cursos virtuais no último semestre, mas agora será forçado a retornar fisicamente para a universidade para não perder o visto.

"O custo do tratamento no hospital é muito maior do que no meu país", diz esse jovem de 25 anos, que pediu para não ser identificado. "Então eu tenho medo", afirmou.

"Eu falo com muitas pessoas que estão realmente assustadas", acrescentou.

"Estamos sozinhos em um país estrangeiro. Não tenho ninguém para cuidar de mim", em caso de doença, acrescentou.

Uma estudante indiana que faz mestrado em Engenharia Eletrônica em uma grande universidade do Arizona, um dos focos do novo coronavírus, também tem medo.

Ela sabe que terá de voltar ao campus para concluir seu trabalho de pesquisa e garantir sua posição de tutora para alunos mais jovens, apesar de "parecer muito difícil controlar a propagação do vírus em um campus tão lotado".

A maioria das universidades americanas (84%, de acordo com o site Chronicle of Higher Education) é voltada para uma fórmula presencial, ou híbrida, que combina cursos virtuais e ensino presencial. Isso permitiria aos estudantes evitar a deportação, com a qual são ameaçados pelo governo Trump.

Algumas, como a Universidade do Sul da Califórnia (USC), que anunciou inicialmente que quase todos os cursos estariam on-line, estão considerando oferecer mais cursos presenciais.

- "Injusto" -

Muitos temem o ressurgimento da pandemia no outono (primavera no Brasil). Isso forçaria os estabelecimentos a retornarem à educação virtual, e os estudantes estrangeiros teriam de deixar o país.

O governo "não pode controlar o vírus. Isso pode acabar mal", disse a futura engenheira indiana, que viverá "em um estado de inquietação permanente" até o final do próximo semestre.

"Investi três anos da minha vida e trabalhei duro para obter esse diploma. Se meu visto for revogado, seria terrível", lamentou.

O número de estudantes estrangeiros nos Estados Unidos dobrou em 15 anos e, desde 2015, encontra-se estável no patamar de quase um milhão, segundo o Instituto de Educação Internacional.

O custo proibitivo da maioria das universidades americanas, o aumento de universidades concorrentes, especialmente na Europa, e a política de imigração de Trump tornaram os Estados Unidos um país menos atraente para ir estudar.

As decisões recentes "correm o risco de enfraquecer uma das maiores vantagens dos Estados Unidos, seu sistema educacional, o melhor do mundo" para o ensino superior, alerta Aaron Reichlin-Melnick, do Conselho Americano de Imigração (AIC, na sigla em inglês).

Até então, a futura engenheira indiana que estuda no Arizona queria ficar nos Estados Unidos para fazer um doutorado, e talvez até mais. Hoje, porém, ela tem dúvidas, diante "do tratamento dos imigrantes e das pessoas com vistos temporários por parte do governo".

Estudante do Instituto Federal de São Paulo, Isabelly Moraes Veríssimo dos Santos, de 18 anos, conquistou, em 2020, a aprovação em sete das dez universidades estrangeiras a qual pleiteou oportunidades de estudo. Nesta segunda-feira (6), às 16h30, a jovem particicipará de uma live no Vai Cair No Enem, projeto multimídia realizado em parceria com o LeiaJá.

No encontro, a estudante contará como era sua rotina de estudos para aprovação, qual o processo de candidatura às vagas em universidades estrangeiras, dará dica para os estudantes que estão se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), entre outros assuntos abordados. 

##RECOMENDA##

Isabelly foi aprovada na Charles Darwin University (Austrália), Cedar Crest College, Ohio University, Nova Southeastern University, Rose-Hulman Institute of Technology, Indiana University Bloomington, todas nos Estados Unidos. A transmissãos erá exibida por meio do Instagram @vaicairnoenem e do canal youtube.com/vaicairnoenem

Foto: Arquivo pessoal

[@#video#@]

Brasileiros podem desenvolver pesquisas nos Estados Unidos. Foto: Divulgação/Fulbright

##RECOMENDA##

Pesquisadores podem participar do Programa de Intercâmbio Educacional e Cultural do Governo dos Estados Unidos da América (Fulbright), que oferece editais para estudo e atuação nos Estados Unidos. As formações são oferecidas nas modalidades doutorado sanduíche, pesquisador visitante e visitante júnior; quanto às inscrições, as candidaturas podem ser feitas até 2 de agosto, por meio da internet, de maneira gratuita.

Ao todo, 30 oportunidades são ofertadas para doutorado sanduíche em todos os segmentos do conhecimento. A duração é de nove meses; o curso iniciará suas atividades em agosto do próximo ano, enquanto o término está previsto para junho de 2022. Conforme informações divulgadas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), os selecionados terão benefícios, tais como bolsa mensal, auxílio instalação de mil dólares e passagem aérea.

“O programa também oferta vagas para professor/pesquisador visitante nos EUA com mais de sete anos após o doutorado. Interessados podem se candidatar a até 10 bolsas de três ou quatro meses de duração para realizar pesquisas e/ou ministrar palestras em instituições de Ensino Superior ou centros de pesquisa nos Estados Unidos. Os benefícios a serem recebidos pelos aprovados incluem US$ 19.200 mil para quatro meses de permanência nos EUA, US$ 20.200 mil para duas visitas de dois meses ou US$ 14.400 para três meses de permanência para cobrir as despesas de passagem aérea e manutenção no país; seguro para acidentes e doenças limitado; e taxa do visto J-1”, detalhou a UFPE conforme informações da sua assessoria de imprensa. Uma das etapas do processo seletivo é a análise curricular dos participantes.

No que diz respeito à modalidade de pesquisador júnior, o Programa Fulbright dispõe de dez bolsas. Jovens doutores, de qualquer área do conhecimento, poderão ser beneficiados. Entre as exigências do processo seletivo, eles devem ter sido contratados em caráter permanente em instituições de ensino superior com atividades no Brasil.

Uma série de atividades está prevista para os candidatos aprovados. Entre elas estão pesquisas, palestras, apresentação de cursos e seminários. “Serão concedidos aos selecionados os benefícios de US$ 15.600 mil para quatro meses de permanência, US$ 16.600 mil para duas visitas de dois meses ou US$ 11.700 mil para três meses. Estes valores deverão cobrir as despesas de passagem aérea e manutenção nos EUA; seguro saúde; e taxa do visto J-1”, informou a UFPE. Mais informações podem ser obtidas no endereço virtual do programa.

O ano de 2020 se tornou um período de realizações para a estudante Isabelly Moraes Veríssimo dos Santos, moradora da Vila São José, periférica de Cubatão, em São Paulo (SP). Com apenas 18 anos, ela foi aprovada em sete das dez universidades internacionais as quais prestou vestibular. Agora, vai cursar Neurociência na Nova Southeastern University (NSU), localizada na Flórida, nos Estados Unidos (EUA).

A estudante começou a trajetória em 2015, quando cursou o ensino médio e tecnológico no Instituto Federal de São Paulo (IFSP), no qual entrou como cotista de escola pública. A jovem ainda conta que foi através dessa condição que construiu a consciência social que tem.

##RECOMENDA##

“A maioria dos estudantes que estão lá escolhe sua profissão pensando em fazer alguma mudança na sociedade, em fazer diferença pra alguém e ser agente de melhora no país”, disse a estudante, segundo informações da assessoria de imprensa do IFSP. No Brasil, o sonho de se tornar neurocientista poderia demorar mais tempo. A estudante teria que passar pela etapa da graduação em medicina, depois se especializar em neurologia, para só depois se especializar em Neurociência.

Por isso, em junho de 2019, a cubatonense começou a se preparar para o vestibular. E para garantir sua aprovação em uma universidade estrangeira, Isabelly investiu o dinheiro que ganhava em um estágio para qualificar sua educação. Em um dos feitos, contratou um profissional para fazer mentoria. 

Através dessa mentoria, ela compreendeu melhor sobre graduação, mestrado, doutorado e bolsas de estudo no exterior, e abriu os olhos para a oportunidade de concorrer a vagas em universidades internacionais. O resultado foi a aprovação em sete instituições de ensino superior fora do país, sendo seis delas no EUA e uma na Austrália.

Isabelly ainda ressalta que um dos fatores que a fez escolher a universidade e optou prestar vestibular fora do Brasil vem da falta de investimento do governo brasileiro em iniciativas científicas.

Além da aprovação, a estudante comemora a bolsa de estudos por mérito-estudantil - quando um estudante tem um bom desempenho registrado em histórico escolar -, no valor de 16 mil dólares por ano. Mesmo com a bolsa, que cobre quase todas as despesas, Isabelly explica que devido a alta do dólar ainda precisará de ajuda, e com isso, lançou uma campanha de arrecadação on-line para obter recursos e se manter na universidade.

Foto: Arquivo Pessoal

A Cegep Gim e o Matrix College, instituições de ensino do grupo Hermes College, no Canadá, anunciaram abertura de inscrições para bolsas de pós-graduação em Quebec. São cursos distribuídos entre as áreas de Business, Tecnologia da Informação (TI), engenharia civil, educação infantil, transporte e logística, criação de jogos e financeiro.

As candidaturas podem ser realizadas através do e-mail: contato@cebrusa.com.br; não há data limite para encerramento. O objetivo é suprir o déficit de profissionais qualificados na região, principalmente nas áreas de TI e criação de jogos.

##RECOMENDA##

Para participar, interessados devem enviar uma mensagem para o e-mail citado com as seguintes documentações: passaporte; certidão de nascimento; formulário de aplicação; formulário de reembolso; diploma da universidade; diploma do segundo grau; histórico escolar do segundo grau e da universidade. As informações serão recebidas pela empresa Cebrusa, especializada em imigração para o Canadá e  responsável por mediar oprocesso.

Em razão da pandemia da Covid-19, inicialmente, as aulas serão através da internet, até que o processo de intercâmbio e aulas presenciais possam ser autorizados, seguindo as orientações das autoridades de saúde mundial. Este processo seletivo será para formação de turmas em janeiro, no entanto, também há inscrições para turmas nos meses maio e setembro de 2021.

O programa de pós-graduação tem duração de dois anos. Informações sobre investimentos financeiros podem ser obtidas por meio do site do intercâmbio.

Para entender como o Dia dos Namorados está sendo afetado pelo isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus, o LeiaJá, inspirados em muitas histórias de romance, conversou com um casal que decidiu fazer um intercâmbio juntos e hoje, mesmo distantes, contam as experiências que tiveram e não veem a hora de se encontrarem.

Um intercâmbio a dois

##RECOMENDA##

O ano era 2014 quando Carol Passos fez seu primeiro intercâmbio sozinha para Malta. Quando voltou ao Brasil, já se via apaixonada pelo “mundão” que havia conhecido. De olho em outra viagem, seu coração só pensava em uma coisa: animar seu companheiro para embarcar nessa nova aventura ao lado dela. “Ele foi gostando da ideia e começamos a pesquisar juntos. Até que nós começamos a frequentar feiras de intercâmbio e uma delas foi da agência Trust Intercâmbio, em Campinas, São Paulo. Optamos por viajar por ela e escolhemos a escola FLS International que fica dentro do Cítrus College em Glendora, localizada perto de Los Angeles”.

O casal, que já se planejava para ter uma experiência juntos fora do país, admite não ser tão fãs de frio e por isso eles optaram por uma cidade ensolarada. Na época, eles visavam aperfeiçoar o nível de inglês e, no intercâmbio, se sentiram bastante inseridos na cultura americana. “Gostamos muito porque a escola em si é dentro de uma universidade e foi o que mais nos atraiu para esse destino. Não ficamos na mesma sala ou na mesma turma da escola porque eu já tava no avançado e ele estava no intermediário, mas durante o intervalo nós nos encontrávamos. Nossas aulas eram o dia inteiro, das 9h às 17h, então era bem cansativo”, revela Carol. 

Carol Passos e Richard Duarte relembram que passaram um mês nesse intercâmbio e, dentre as experiências adquiridas, ambos fizeram uma excursão com os amigos da escola e se hospedaram em uma casa de família nada tradicional. “Foi algo muito interessante. No começo, ficamos com muito medo da família não aceitar um casal, mas fomos para uma casa de família que até hoje eu falo com a mãe. Ela era uma mulher solteira com dois filhos adolescentes. A família é bem mente aberta e foi super bacana conosco. Ficamos super amigo deles e até hoje conversarmos”, diz Carol Passos.

Como eles não só estavam lá para estudar, aproveitaram para curtir um pouco um fim de semana juntos com direito a muita diversão. “Fizemos uma viagem para Las Vegas durante um final de semana que foi muito legal. Teve pessoas que falaram ‘Nossa, um casal em Las Vegas? É bom ir solteiro.’ Demos várias risadas e nos divertimos bastante, conhecemos vários hotéis e cassinos por lá”. 

Carol mora atualmente na Alemanha sem seu companheiro e devido à pandemia, eles pretendem se reencontrar no próximo ano. “Já faz cinco meses que estou na Alemanha sem ele e embora eu já tenha feito bastante amigos, não é igual. Ter feito um intercâmbio com ele foi mais fácil, porque eu não me senti sozinha, um ajuda o outro e isso é maravilhoso”, relata. 

 

Carol Passos e Richard Duarte em Las Vegas. Foto: Cortesia

O LeiaJá reuniu especialistas para listar os melhores lugares para curtir e estudar em um intercâmbio pós-pandemia. “Namorando ou casados, muitos procuram fazer um intercâmbio juntos. Uma modalidade muito comum é quando um dos parceiros vai fazer mestrado no exterior e o outro busca um curso de aperfeiçoamento do idioma e/ou curso de especialização na área que é formado”, diz a especialista Lorena Peretti, CEO da Minds Travel Intercâmbio.

Ela pontua os melhores países para os casais que buscam mais do que estudos. “Para quem quer seguir com a carreira acadêmica e/ou empresarial, Londres é o melhor lugar; já para quem deseja aperfeiçoar o idioma, sugiro a Austrália, pois eles são famosos pela recepção e boas acomodações em casa de família”, opina.

Bruna Suassuna, especialista da agência STB Intercâmbio, também afirma que o melhor lugar para fazer um intercâmbio em casal é na Austrália. “Gosto muito da Austrália, porque eu já mandei alguns casais para lá que adoraram a proposta. Além disso, o país tem os seus encantos particulares. Se você for à Melbourne, por exemplo, terá escolas maravilhosas, cidade grande, organizada, baladas para curtir a dois, entre outros coisas”, descreve Bruna. 

A especialista ainda listou cinco países para quem deseja fazer um intercâmbio em casal pós-pandemia; confira:

1 - Austrália

2 - Inglaterra

3 - Canadá

4 - Escócia

5 - Itália

Antes de qualquer viagem, planejamento é essencial. “No mínimo se planejar por um semestre. Estudar bem o clima, escola que deseja cursar, acomodações, vistos e, principalmente, calcular a média de custo por mês no local escolhido para optar pelo período assertivo que pode ficar no exterior. Um ponto importante que o casal deve ponderar é se são flexíveis para ficar na casa de outras pessoas, e/ou dividir quarto com outras pessoas, pois isso pode tornar o intercâmbio mais barato. Por último, checar sempre se a saúde está em dia e se o destino escolhido estará acolhendo brasileiros pós-pandemia”, esclarece Lorena Peretti.

A Universidade de Helsinque, na capital da Finlândia, oferece bolsas de estudo com base em desempenho acadêmico, para estudantes não europeus e que não possuam cidadania europeia. O candidato deve atender às exigências para preenchimento da vaga, que estará disponível a partir de 1º de dezembro. Inscrições através do site da instituição.

Ao total, são 95 programas de pós-graduação para mestrado, com cursos distribuídos em áreas como química e ciências; ciências atmosférica; economia agrícola, ambiental e de recursos; sociologia, dentre outras. As aulas serão ministradas em inglês.  

##RECOMENDA##

Vale ressaltar que alguns curso não possuem abertura de para este ano, sendo assim, o cronograma informa que as inscrições estão planejadas para 17 de março de 2021. Mais informações podem ser obtidas por meio don site da Universidade de Helsinque.

O Instituto de Estudos da Ásia (Ieasia) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em parceria com o Consulado de Educação da Coreia do Sul, divulgou, nesta segunda-feira (4), o período de inscrições da edição 2020 do programa AKS Graduate Fellowship, da Academy of Korean Studies (AKS). Os interessados poderão se candidatar de 15 a 22 de maio, através do site do Instituto.

O programa de intercâmbio tem a duração de seis meses. A bolsa mensal é de KRW 750 mil, equivalente a aproximadamente US$ 610, livre de despesas com alojamento e taxas da universidade. O público-alvo são estudantes de mestrado e doutorado que estejam matriculados no período de vigência do intercâmbio e que ainda não tenham terminado de cumprir a carga horária de aulas.

##RECOMENDA##

Quem deseja se candidatar ainda deve inserir a proposta de pesquisa nas áreas de estudos sobre a Coreia. Além de realizar pesquisa sobre orientação de professor da AKS, o intercambista também poderá participar gratuitamente de cursos de língua coreana e do programa de experiência cultural.

A California State University, nos Estados Unidos, está oferecendo bolsas de estudos para seus cursos de curta duração. A oportunidade é destinada aos estudantes brasileiros e é necessário realizar uma inscrição. As bolsas são para os cursos que serão ministrados em janeiro e julho dos anos de 2021 e 2022.

O processo seletivo é organizado pela escola de negócios IBS Americas. As inscrições devem ser realizadas no site oficial da universidade. O candidato deve escolher o curso desejado e preencher o Application Form. A partir do formulário enviado, a equipe da IBS Americas retornará com o resultado da candidatura por e-mail ou telefone, o prazo é em até duas semanas. 

##RECOMENDA##

O estudante poderá escolher entre quatro programas, sendo eles: Communication, Design & InnovationDigital Companies & E-Business RevolutionDesign Thinking & Innovation e Leadership in an Age of Disruption.

Todos esses cursos terão duração de três semanas e são destinados a alunos de graduação e profissionais graduados com interesse nas áreas de marketing, comunicação, administração e marketing digital. 

As aulas serão realizadas de segunda a quinta-feira. As salas de aulas são formadas por profissionais de diversos países, permitindo que o aluno forme um networking internacional. Além do conteúdo teórico, o programa oferece visitas a empresas e conversas com executivos locais.

Com a bolsa de 50%, o investimento é de US$ 3.240, sendo, em valores atuais, R$ 10.138,61, e pode ser parcelado em até 16 vezes. O programa também oferece um módulo gratuito de Business English, onde o inglês é aplicado no contexto empresarial.

Está aberto, até terça-feira (28), o processo seletivo para os estudantes de graduação de Centro de Tecnologia e Geociências (CTG) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que desejam se tornar bolsistas no programa Brafitec/Capes e estudar em instituições francesas. Os aprovados trabalharão em projetos coordenados por professores do CTG e receberão benefícios como bolsa de 870 euros mensais, adicional localidade no valor de 400 euros por mês, seguro saúde de 90 euros, entre outros.

No momento, a concessão de bolsa fica condicionada à longevidade da pandemia e à realidade orçamentária da Diretoria de Relações Internacionais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Quem deseja se candidatar pode preencher o formulário de inscrição e enviá-lo para o e-mail ctgbrafitec@gmail.com, juntamente com curriculum vitae em francês, carta de motivação em francês, histórico escolar atualizado (contendo as disciplinas em curso em 2020.1), comprovante da nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e comprovação oficial de proficiência em francês (TCF Capes, Delf/Dalf), para quem dispuser no ato da inscrição.

##RECOMENDA##

Para mais informações sobre os cursos e os projetos coordenados pelos professores do CTG, confira o edital do processo de seletivo e saiba também os pré-requisitos para concorrer à bolsa. O Brafitec/Capes é um programa de intercâmbio estudantil que possui uma parceria universitária de apoio à pesquisa voltada para todas as especialidades de engenharia, exclusivamente em nível de graduação.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou, nesta sexta-feira (17), a prorrogação por mais 30 dias das bolsas internacionais de pesquisadores que voltariam ao Brasil em abril. A decisão foi tomada para proteger os bolsistas que estão perto do término do benefício em países com fronteiras fechadas durante a pandemia do novo coronavírus.

Os pesquisadores que desejam solicitar a prorrogação no pagamento da bolsa devem entrar em contato com técnicos da Capes pelo sistema Linha Direta. De acordo com a Coordenação vinculada ao Ministério da Educação (MEC), é preciso encaminhar documentos que informem sobre o encerramento de fronteiras e aeroportos, fechamento da instituição e a validade do visto de estudante.

##RECOMENDA##

Os bolsistas receberão um documento com orientações sobre os cuidados necessários para permanência no exterior, manutenção do pagamento das bolsas e medidas a serem adotadas caso optem pelo retorno ao Brasil. Segundo a Capes, há 3.300 pesquisadores com bolsas no exterior e todos foram questionados, via Linha Direta, sobre o desejo de permanência ou retorno ao Brasil.

Ao todo, 582 já estão no país e outros 25 em procedimento de retorno. “Nestes tempos de grande incerteza, a solidariedade e a assistência aos nossos bolsistas que se encontram no exterior é a nossa maior preocupação”, afirmou o presidente da Capes, Benedito Aguiar.

A instituição informa que permite, caso seja necessário, que o próprio bolsista compre a passagem de volta, desde que comunique o procedimento com antecedência. Nestas condições, há reembolso de até 70% do valor do auxílio-deslocamento.

Aqueles que receberam o auxílio para a compra da passagem em parcela única para os trechos de ida e volta podem solicitar à Capes um complemento, caso o valor da remarcação ultrapasse o auxílio pago. Os bolsistas que recebem bolsa nacional e se encontram fora do país deverão consultar seu programa de pós-graduação brasileiro sobre a possibilidade de reativação da bolsa nacional se quiserem voltar ao Brasil antes do fim do período no exterior.

A Associação Brasileira das Empresas Especialistas em Intercâmbio (Abraseeio) alertou, nesta quarta-feira (15), que quem comprou cursos e hospedagem no exterior, está com seus direitos garantidos de acordo com as últimas ações tomadas pelas suas redes de agências. A informação é fruto de um acordo coletivo de sete empresas com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Ministério Público Federal que possibilita a remarcação pelo período de 24 meses a partir da data original do embarque.

“Na prática é um adiamento, pois intercâmbio é parte da formação profissional. É um investimento na carreira e integra o projeto de vida das pessoas que dificilmente vão desistir desse sonho”, declarou o presidente da Abraseeio, Guilherme Reischl.

##RECOMENDA##

As empresas que firmaram o acordo coletivo com a Secretaria e o Ministério foram as seguintes: AC - Australian Centre, CI - Central do Intercâmbio, Egali Intercâmbio, Hello Study, Information Planet, STB - Student Travel Bureau e World Study. Segundo o presidente da Abraseeio, este é um esforço conjunto que as companhias do setor estão fazendo para tranquilizar todas as famílias neste período.

De acordo com a Associação, parte das redes de agências também está renegociando o saldo devedor, ou seja, as parcelas em aberto poderão ser pagas mais adiante. “Todas estas garantias são exclusivas para alunos que fecharam com as agências. Aqueles que fecharam seus pacotes direto com as escolas não estão sujeitos a estas regras protetivas”, salientou Reischl.

Outra iniciativa da entidade é a atuação junto aos governos destes países para estender os prazos dos vistos. “A Irlanda e a Nova Zelândia entenderam a situação e estenderam os períodos”, disse Reischl. Segundo os dados da Abraseeio, cerca de 15 mil estudantes brasileiros que estavam no exterior foram repatriados ao longo do mês de março.

O programa de intercâmbio universitário Santander Top España 2020, que oferece bolsas integrais em cursos de língua e cultura espanhola na Universidad de Salamanca, passagens aéreas, alojamento, refeições, seguro saúde e de vida, sofreu alterações em seu cronograma em decorrência da pandemia de Covid-19.

Para atender às recomendações das autoridades de saúde, o banco ampliou o prazo de inscrições e adiou as viagens. Com as mudanças, os alunos interessados em concorrer poderão enviar suas candidaturas até o dia 30 de outubro através da plataforma on-line do Santander.

##RECOMENDA##

As viagens ficam remarcadas para o mês de julho de 2021. Estão aptos a participar professores e alunos de graduação e pós-graduação com excelência acadêmica, frequência na instituição de ensino e, preferencialmente, em situação de vulnerabilidade social. Além disso, cada uma das 57 universidades que participam do programa divulgam editais próprios com regras específicas para os alunos.

LeiaJá também

--> Intercâmbio, sonho interrompido pela pandemia

Diante da crise econômica que vem junto com os problemas de saúde causados pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), a Québec International, realizadora de uma seleção de empregos para estrangeiros interessados em trabalhar temporariamente no Canadá, anunciou a suspensão das missões de recrutamento internacional. Com isso, etapas virtuais e presenciais que já estavam previstas ou em andamento no Brasil e em Madagascar foram interrompidas.

“A pandemia do coronavírus deverá trazer repercussões à economia mundial e, possivelmente, a região de Québec não estará isenta. Por esse motivo, o recrutamento de trabalhadores temporários estrangeiros foi paralisado. A situação evolui a todo momento e nossa organização tem a obrigação de respeitar as decisões dos governos do Québec e do Canadá, assim como das autoridades dos demais territórios implicados”, declarou a organização.

##RECOMENDA##

As empresas participantes que já estavam com currículos de candidatos para avaliação, segundo a Québec International, foram contatadas e informadas que as entrevistas poderão ser realizadas no futuro, quando a organização também poderá programar novas missões de recrutamento após a retomada das atividades econômicas que se encontram paralisadas para conter o avanço do vírus. “Até lá, as candidaturas já recebidas ficarão guardadas em nosso banco de dados”, diz a organização. Para mais detalhes, acesse o site da Québec International

O prêmio Green Talents - International Forum for High Potentials in Sustainable Development (Fórum Internacional de Projetos com Alto Potencial para o Desenvolvimento Sustentável) 2020, promovido pelo Governo da Alemanha para contemplar jovens talentos de todo o mundo na pesquisa voltada ao desenvolvimento sustentável em todas as áreas do conhecimento, está com inscrições abertas. O prazo segue até 9h, pelo horário de Brasília, do dia 19 de maio, através do site de inscrições do prêmio.

Anualmente, o prêmio contempla 25 jovens estudantes de mestrado, doutorado e pós-doutorado, além de jovens profissionais com até três anos de experiência profissional (exceto na área da educação) com forte foco em desenvolvimento sustentável com domínio do inglês e notas acima da média para desenvolver seus projetos de pesquisa na Alemanha. Os pesquisadores selecionados pelo júri, que é composto por especialistas alemães, ganham um convite para participar de um fórum científico por duas semanas na Alemanha, com todas as despesas pagas e acesso a instituições de pesquisa e ciência.

##RECOMENDA##

Durante a visita, os pesquisadores contemplados pelo prêmio poderão apresentar os seus trabalhos pessoalmente, por meio de reuniões individuais com os especialistas de sua escolha para discutir oportunidades futuras de pesquisa e cooperação, três meses de permanência financiada em uma instituição de ensino de sua escolha e acesso à rede dos alunos do prêmio, que também atuam na área de desenvolvimento sustentável.

Até 2020, quando realiza sua 12ª edição, o Green Talents já premiou 19 brasileiros. Em 2019, Luisa Cortat Simonetti Gonçalves Coutinho, 31 anos, doutoranda de dupla titulação em Direitos e Garantias Fundamentais, pela Faculdade de Direito de Vitória (FDV), e em Direito Internacional Ambiental, pela Universidade de Maastricht (Holanda), teve destaque com um projeto analisando iniciativas legislativas, privadas e corporativas, para reduzir a poluição plástica nos oceanos. Já o projeto de Marcelo Menezes Morato, 24 anos, teve foco no controle e na supervisão de microrredes renováveis baseadas na Indústria da cana-de-açúcar brasileira, averiguando como este setor poderia viabilizar a geração de energia usando seus bio-resíduos (bagaço, palhiço, vinhaça) combinados a sistemas renováveis externos (painéis fotovoltáicos e turbinas eólicas).

A Assessoria de Cooperação Internacional (ACI) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) divulgou o edital do Programa de Bolsas de Mobilidade Internacional Santander Universidades Íbero Americanas. Quem tiver interesse deverá realizar a inscrição até 23 de agosto de 2020 e realizar a prova de proficiciência em espanhol no dia 10 de setembro.

O resultado sairá no dia 15 de setembro. Neste ano, a UFRPE e o Santander Universidades concedem uma bolsa para um período de mobilidade acadêmica no prazo de seis meses (1º período de 2021). A chance abrange vários cursos da instituição, que estão elencados no edital, conforme as oportunidades das seguintes universidades: Universidade de Buenos Aires (UBA), Universidade Nacional da Colômbia (UNAL) e da Universidad San Ignacio de Loyola, do Peru (USIL).

##RECOMENDA##

De acordo com orientação que consta no edital, além da inscrição interna na ACI (por meio de envio da documentação via e-mail), o interessado precisa, obrigatoriamente, estar inscrito na plataforma on-line do Santander Universidades . Para mais informações, os interessados devem entrar em contato através do e-mail a seguir: secretariaaci@gmail.com.

Para muitas pessoas, fazer uma viagem ao exterior é uma meta de vida. No entanto, apesar das dificuldades econômicas, estudantes da rede pública de ensino de Pernambuco, através do Programa Ganhe o Mundo (PGM), têm realizado o sonho de estudar fora do país. Agora, devido à pandemia do novo coronavírus, ocasionando a Covid-19, o sonho foi interrompido. 

De Pernambuco para terras estrangeiras

##RECOMENDA##

Aprender línguas estrangeiras agrega valor ao repertório de qualquer estudante, ainda mais se esse exercício for praticado nos países de origem dos idiomas. O sonho de aprender inglês tornou-se realidade para a estudante Thaís de Souza Alves Barbosa, 17 anos, aluna da Escola Técnica Alcides do Nascimento Lins, localizada em Camaragibe, na Região Metropolitana de Recife. Em entrevista ao LeiaJá, a jovem do ensino médio nos conta que “nenhum dinheiro pagaria a experiência” que teve nos Estados Unidos.

Thaís vivenciou os momentos de aprendizagem e interação em solo norte-americano na cidade de Turner, localizada no estado de Maine, região Nordeste dos EUA. No ano passado, estudantes da rede pública de ensino de Pernambuco tiveram a oportunidade de participar do Programa Ganhe o Mundo, ligado à Secretaria de Educação e Esportes do Estado (SEE). No programa, os alunos teriam aulas de línguas estrangeiras, como inglês, espanhol e alemão.

Após o período de aprendizado teórico no país de origem, o estudante passa por prova de nivelamento para verificar se está apto para prosseguir na próxima etapa, praticando a língua no tão sonhado intercâmbio. Durante dois meses de viagem, Thaís diz que conquistou uma oportunidade de ‘ouro’ que proporcionou experiências que a tornou madura. “Todos os momentos que eu vivenciei lá [nos EUA], me fizeram mudar, me fizeram crescer, amadurecer, me fizeram olhar para o mundo de uma forma mais crítica”, afirma a intercambista.

A chegada da pandemia

Em dezembro de 2019, na cidade de Wuhan, localizada na província de Hubei, República Popular da China, a epidemia do novo coronavírus já davam sinais da alta virulência para o restante do mundo. Em março deste ano, Organização Mundial da Saúde (OMS) passa a considerar a Covid-19 como pandemia. Neste período, intercambistas brasileiros já estavam em terras estrangeiras.

A intercambista pernambucana conta que o coronavírus ainda não era pautado no estado de Maine (EUA), até o primeiro caso ser confirmado na região. Um das medidas adotadas pela cidade foi o fechamento de todas as escolas e faculdades. Em seguida, outras medidas foram aplicadas, como aulas online, isolamento social e higienização das mãos e locais, conforme recomendação emitida pela OMS. 

Cuidados e decisões preventivas

De acordo com cronograma do PGM, os estudantes deveriam passar quatro meses em intercâmbio, mas devido à pandemia, a dinâmica do programa mudou. Como forma de proteger os estudantes, a SEE esclareceu que, devido à redução de voos internacionais e nacionais, o retorno ao Brasil de 157 estudantes exigiu uma logística diferenciada, que representou um grande desafio dada as limitações.

A Secretaria ainda informa que durante toda a viagem, “todos os estudantes que retornaram, receberam materiais específicos com orientações sobre o isolamento que devem ter neste retorno ao Brasil, no período de sete dias, e também dicas de prevenção e cuidados de higiene de acordo com as recomendações da Secretaria Estadual de Saúde”.

A intercambista diz ter realizado todos os procedimentos, que iniciou nos EUA até chegar em Pernambuco. Ao chegar no Brasil, sua temperatura foi aferida e, mesmo não apresentando alterações, a jovem foi encaminhada para isolamento social, em sua residência em Pernambuco, conforme recomendação da Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Relação com a familia

Agora em casa, cumprindo o isolamento recomendado, a estudante segue com aulas online e com os estudos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Thaís pretende tentar uma vaga para medicina, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Em casa, a família é o ponto essencial para manter uma rotina que contribui neste processo de isolamento social necessário. Para a família de Thaís, a “ficha só caiu” quando o vírus chegou aos EUA. Através de aplicativo de mensagens, a estudante pôde tranquilizar a família, sempre mantendo contato durante todo período que esteve em quarentena em terras norte-americanas.

O irmão de estudante, Thiago Souza, 25, destaca que a preocupação maior era “saber como ela estava com relação à pandemia". "Porque como ela estava em outro país, querendo ou não, o sistema de saúde é totalmente diferente do Brasil”, desabafou Thiago em entrevista ao LeiaJá.

Agora, a mãe da pernambucana, Lucia Maria de Souza, 47, e o pai, Orlando Alves Barbosa, 47, e o irmão respiram aliviados com retorno da estudante e expressão gratidão por ter ela em casa. Para a família norte-americana, que inicialmente recebeu a intercambista, também ocorreram mudanças.

A estudante recebeu a comunicação de que teria que mudar para outra casa. A medida previa isolamento antes do retorno ao Brasil. Após o período de isolamento que durou sete dias, a estudantes trilhou o caminho de volta para casa.

O sonho interrompido

Ao saber do retorno, a estudante conta que a decepção acaba sendo inevitável. Mas, analisando a situação de forma crítica, a pernambucana entende que foi necessário retornar ao Brasil.

“Eu sempre procurei me precaver dessa situação de uma forma tranquila, de uma forma calma, sem ficar frustrada, porque é assim quando você amadurece”, desabafou a intercambista.

Ao todo, são 591 intercambistas da rede estadual de ensino público distribuídos nos países: EUA (236), Canadá (161), Austrália (84), Nova Zelândia (48), Argentina (27), Colômbia (20) e Inglaterra (15). Do total informado, retornaram 157 intercambista do Canadá (12), EUA (6), Espanha (23) e Chile (116).

A Secretaria de Educação esclarece que todos os pais foram devidamente informados sobre a decisão de trazer os estudantes para o país de origem, mas informa que o retorno dos grupos restantes está a critério da avaliação de acordo com situação de cada país.

Desfecho

Em nota, a SEE reforça que “neste  momento, a decisão é de manter no intercâmbio os estudantes que ainda estão no exterior”, devido às complicações em conseguir voos nacionais ou internacionais, reduzidos em prevenção a propagação do coronavírus.

A Secretaria afirma que todos os estudantes passam bem e são monitorados diariamente pela equipe do Programa Ganhe o Mundo e pelas instituições internacionais parceiras do programa. A nota ainda explica que está em licitação para a seletiva do PGM 2020 e que qualquer definição sobre o PGM 2019.2 serão tomadas após o período da pandemia do coronavírus.

Enquanto isso, Thaís e outros 156 intercambista pernambucanos aguardam com esperança um retorno positivo do programa que proporcionou tantas  “experiências inexplicáveis”.

A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) está com inscrições abertas para um programa com 30 bolsas parciais em cursos de férias no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. O programa é uma parceria da California State University Northridge (CSUN) em conjunto com a University of La Verne (ULV) para beneficiar alunos pernambucanos com cursos da área de administração e inglês, nos meses de janeiro ou julho de 2021, ou em janeiro de 2022.

Entre os programas oferecidos na University of La Verne, estão Strategy and Marketing, Finance and Accounting, Leading & Coaching the Human Organization e Contemporary Topics in Public Administration. Na California State University Northridge, as opções são Communication, Design & Innovation, Digital Companies & E-Business Revolution, Design Thinking & Innovation e Leadership In An Age Of Disruption.

##RECOMENDA##

Também está disponível aos bolsistas um curso de inglês básico para negócios, incluso nos demais programas sem custo adicional. Segundo a UFRPE, além da bolsa parcial, que cobre parte do valor dos cursos, os alunos terão acesso a preços especiais na hospedagem.

O prazo para envio da documentação necessária para a solicitação das bolsas é 19 de abril. Os interessados podem tirar dúvidas e obter mais detalhes por meio do endereço de e-mail ricardo.usp@profbritto.com ou preenchendo de um formulário online. Em seguida, a UFRPE entrará em contato, enviando folders com informações sobre o programa e o formulário para solicitação das bolsas.

Devido a pandemia, causada pelo novo coronavírus, alguns intercambistas tentam voltar para o país de origem a fim de evitar maior vulnerabilidade em terras estrangeiras. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou, na última sexta-feira (27), ter assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com empresas de intercâmbio estudantil para autorizando intercambistas a remarcação gratuita de viagens previstas para os próximos meses.

A medida prevê beneficiar 10 mil intercambistas. Pelo acordo firmado em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), os estudantes terão o prazo  de dois anos para as remarcações para viagens sem custo. Caso optem por desistir do intercâmbio, os estudantes terão direito ao reembolso em condições mais vantajosas que as previstas em contrato, de acordo com a Senacon.

##RECOMENDA##

O grupo Neoenergia está recebendo inscrições para 27 bolsas em seu programa internacional de mestrado e doutorado na Espanha e Reino Unido, chamado Iberdrola. A iniciativa tem cursos voltados para o setor de energia nas áreas de meio ambiente, energias renováveis e tecnologia da informação (TI) em diversas instituições de ensino conveniadas.

Os interessados podem realizar as inscrições online até o dia 31 de março, às 11h do horário de Brasília. Informações sobre os pré-requisitos para a candidatura estão disponíveis nos editais, no site do programa de bolsas.  Outros esclarecimentos podem ser feitos por e-mail, através do endereço becas@neoenergia.com.

##RECOMENDA##

Páginas

Leia Concursos

Procure os
Concursos

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando