Janguiê Diniz

Janguiê Diniz

O mundo em discussão

Perfil:   Mestre e Doutor em Direito, Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, Presidente do Instituto Exito de Empreendedorismo

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Facebook, metaverso e negócios

Janguiê Diniz - Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional - Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo

por Giselly Santos | seg, 22/11/2021 - 10:10
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O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, causou alvoroço no mundo ao anunciar a mudança do nome da empresa para Meta. A mudança veio em meio a uma crise de imagem da companhia, que tenta manter sua credibilidade, mas também aponta para o futuro. O agora tão falado metaverso no qual pretendem investir pode trazer boas oportunidades de negócio para quem se antecipar e acompanhar as tendências vindouras.

A Meta será a holding que abrigará os aplicativos Facebook, Instagram e WhatsApp, além de outras iniciativas que viajam por outras áreas da tecnologia. E é aí que o metaverso entra. De forma simples, o conceito do metaverso pressupõe um espaço virtual que pretende "unir" o mundo real ao ambiente virtual, com diferentes níveis de imersão. É como levar elementos da realidade para o digital e inserir outros na direção contrária. Nesse ambiente, a realidade virtual e a realidade aumentada prometem ser os caminhos de liderança. Lembra-se do filme “Minority Report”, em que Tom Cruise interagia com projeções digitais no ambiente físico? Algo nesse sentido seria uma das possibilidades do metaverso, cujas bases e diretrizes ainda estão sendo estudadas e desenvolvidas. Imagine quantas inovações, quantos produtos ou serviços podem ser oferecidos com esses novos recursos. Cabe às marcas antever e preparar-se para adentrar nessa realidade.

A ideia é tão promissora que outras empresas já começam a voltar seus olhares para o metaverso. Gigantes como a Microsoft, Epic Games (criadora do game “Fortnite”) e Roblox estudam iniciativas para o ambiente híbrido. Até a Nike, uma das maiores marcas de moda esportiva, está de olho. Toda essa movimentação indica uma tendência a ser observada por empresas, profissionais e marcas em geral. O que veremos daqui para a frente é um mundo cada vez mais conectado e digitalizado, em que a presença digital será um fato cotidiano. Nessa realidade, é sempre bom lembrar que quem não acompanhar as tendências vai ficar para trás e perder grandes oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional e de negócios. Já defendo isso há tempos, mas o advento do metaverso veio para corroborar essa ideia. Também é importante destacar que aqueles que se mantêm na vanguarda da inovação tendem a ter mais sucesso e destaque.

O metaverso não é apenas um novo produto do Facebook, mas um conceito que terá alcance global dentro de anos e só tende a crescer. Nele, inúmeras possibilidades de atuação surgirão, trazendo novas formas de enxergar e lidar com o mundo, o que, por si só, também alterará a percepção e a interação com marcas, produtos e serviços. Quem desejar se manter relevante nessa realidade deve começar a estudar, desde já, os caminhos do metaverso.

O líder extraordinário

Janguiê Diniz - Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional - Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo

Janguiê Diniz, | ter, 09/11/2021 - 08:13
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Por muito tempo, o mercado de trabalho abrigou a figura do chefe, aquele que comanda de forma impositiva, de cima para baixo e, muitas vezes, é temido por seus funcionários. Esse arquétipo, no entanto, não se sustenta mais nas relações profissionais do mundo moderno. Hoje, quem não souber ser um verdadeiro líder não se sustenta e não gera produtividade. Saber se portar da forma adequada é essencial para desempenhar essa função com sucesso.

A figura do chefe sempre foi conhecida por ser um tipo de comando autoritário, distante da equipe, orientado apenas a resultados. Em um mundo mutável, principalmente com novas gerações que têm outras aspirações pessoais e profissionais, esse tipo de atuação não é mais possível. Qualquer gestor deve saber agir como líder, sendo exemplo e incentivando seu time a atingir os melhores resultados. Também precisa saber extrair o melhor de cada membro e, para isso, ter atenção às particularidades de cada pessoa – afinal, não se pode “pausterizar” um grupo de trabalho, admitindo que todos têm as mesmas capacidades e habilidades.

Quando uma equipe é influenciada por boas lideranças, ela se torna capaz de atingir os melhores resultados. Mas, para isso, o líder precisa estar bem preparado e qualificado para exercer tal papel. Há algumas características que o bom líder precisa desenvolver para se tornar extraordinário. Talvez a mais importante seja o espírito de equipe. Saber lidar com pessoas, unir o time e desenvolver talentos é função primordial. Esse ponto se conecta a outro: a comunicação. Ela deve ser sempre clara e de mão dupla, em que os comandados também tenham abertura para fazer sugestões, discordar, debater ideias com seu líder.

Um líder extraordinário precisa trabalhar em si a inteligência emocional. Ora, gerenciar uma equipe é, por si só, uma tarefa difícil e, para tal, o comandante deve ter ciência de suas responsabilidades e saber suportar as diversas pressões, sem necessariamente extravasá-las ou devolvê-las ao time. Uma liderança perdida, sem controle, acaba por colocar em risco o trabalho de diversas pessoas. Empatia também é palavra-chave. Além disso, é preciso ter uma visão de longo prazo, que lhe permita planejar e antever situações para guiar melhor seus comandados. Assim, o “barco” tem menos chances de afundar, e consegue navegar mais tranquilamente.

Tempos extraordinários - principalmente os de crises e grandes adversidades - pedem por líderes extraordinários. E que melhor forma de liderança que não pela admiração? Jamais deve-se comandar pela opressão. Um líder que não se preocupa em desempenhar sua função de forma sinérgica com sua equipe, fatalmente, perderá o controle, o que será fatal para ele e para a empresa em que trabalha. É preciso desenvolver-se.

Inovação: necessidade básica

Janguiê Diniz - Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional - Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo

Janguiê Diniz, | qua, 03/11/2021 - 11:40
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Vivemos uma nova era. Tecnológica, digital e altamente disruptiva, ela demanda de profissionais e empresas o empenho em buscar alternativas para se firmar em um mercado cada vez mais competitivo. Nesse cenário, principalmente após a pandemia, só sobreviverá quem fizer mais e melhor, com criatividade e inovação. Há quem confunda estes dois conceitos, que, embora estejam vinculados, são diferentes.

Neste novo mundo, que já se mostrava uma tendência, mas foi quase que “imposto à força” pela crise sanitária mundial, o ambiente digital se tornou uma realidade ainda mais forte. Mudanças e evoluções que eram estimadas para acontecer em anos se tornaram realidade em poucos meses. E esse movimento não tem volta. Neste novo mundo, os competidores das pessoas físicas e jurídicas não têm mais apenas domicílio na cidade, no estado, ou no país onde habitam, mas em todos os lugares do planeta. A competição acontece em escala mundial.

As pessoas físicas só sobreviverão por meio da qualificação e do aperfeiçoamento profissional continuado, bem como por meio da criatividade e da inovação. É preciso recusar-se a ficar na média, a ser mediano ou medíocre. Trabalhar e dedicar-se acima da média leva a uma vida também acima da média. Já a sobrevivência das pessoas jurídicas, ou seja, os empreendimentos, depende de uma reinvenção completa, a qual também passa pela criatividade e pela inovação, a fim de que o negócio tenha sustentabilidade, perenidade e lucratividade.

Não se deve, no entanto, confundir criatividade com inovação. A criatividade é o “passo anterior à inovação”: tem início em uma ideia, que, quando posta em prática, é o ponto de começo do processo de inovação. Inovar, portanto, é agir de forma criativa, colocar a criatividade na ação.

Para a criação desse futuro de sucesso, com inovação robusta, é preciso agir no presente, mudar no presente, evoluir no presente. O inventor norte-americano Charles Franklin Kettering, que patenteou mais de 140 inovações, disse certa vez: “Meu interesse é no futuro, porque é lá que passarei o resto de minha vida”. Logo, façamos como Steve Jobs: “Vamos inventar o amanhã em vez de ficar nos preocupando com o que aconteceu ontem”. Com criatividade, inovação e muito trabalho, é possível construir um futuro de sucesso e garantir diferenciais competitivos.

É no presente que se constrói o futuro

Janguiê Diniz - Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional - Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo

Janguiê Diniz, | seg, 25/10/2021 - 08:04
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A ansiedade é um dos grandes males do século. Costumou-se dizer que ansiedade é “excesso de futuro”, quando a pessoa se detém demais no que está por acontecer (ou não) do que no que está vivendo agora. Analisando pelo ponto de vista empresarial e empreendedor, também é muito comum profissionais e empresas pensarem muito no futuro e esquecerem do presente – quando, na verdade, aquele depende deste.
 
É no presente que são traçados os rumos da vida. O passado já foi definido, e o futuro ainda não está ao alcance. Por isso, é preciso focar no que é possível fazer aqui e agora. Ao viver o presente e no presente, pode-se direcionar ao que pode ser atingido mais imediatamente e concentrar-se nas prioridades do dia a dia. É tudo questão de ponto de vista e abordagem: o que posso fazer hoje para atingir um objetivo amanhã? É preciso sair do mero desejo, sonho ou pensamento, e partir para as soluções objetivas do problema.
 
Ora, planejar é imprescindível na vida, na carreira ou em um empreendimento. É preciso, sim, traçar metas e estratégias para atingi-las. Há que se ter em mente, no entanto, que o planejamento de nada adianta se não houver ação. Mais uma vez: apenas pensar no futuro, sem agir no presente, será infrutífero e potencialmente frustrante. É uma porta para a ansiedade, que pode ser desencadeada pela sensação de estagnação. Essa autossabotagem não pode ocorrer, sob pena de grandes prejuízos. Para chegar lá na frente, é preciso dar os primeiros passos aqui, agora.
 
Por isso, viva o presente e aproveite os momentos e oportunidades deste momento, pois é nele que se constrói o futuro. Quem age pode errar, falhar, perder, mas é melhor a certeza de uma falha como resultado de tentativas do que a frustração da inação. É preciso mover-se hoje para conquistar o que deseja para o amanhã.
 

O bug das redes

Janguiê Diniz - Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional - Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo

por Giselly Santos | seg, 18/10/2021 - 09:25
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O dia 5 de outubro de 2021 deve ficar, de certa forma, marcado na história recente. Por pouco mais de seis horas, as principais redes sociais existentes – Facebook, WhatsApp e Instagram – ficaram fora do ar, causando verdadeiro alvoroço entre os usuários. Para além das “crises de abstinência” e dos memes, o acontecimento também teve grandes impactos econômicos. Isso nos leva a pensar sobre como estabelecemos relações, pessoais e comerciais, e refletir sobre planejamento.

Vamos a alguns números interessantes sobre a instabilidade do Facebook. As ações da empresa, que é dona também do WhatsApp e do Instagram, tiveram uma desvalorização de quase 5% durante o período na Nasdaq, bolsa de valores de Nova York. Com a queda, o cofundador e principal acionista da marca, Mark Zuckerberg, viu sua fortuna encolher em US$ 6 bilhões em apenas um dia. Imaginemos quanto maior será o prejuízo causado se somarmos todos os negócios que não foram fechados por conta dessa instabilidade nos serviços. Hoje, muitas empresas utilizam as redes sociais como canais de atendimento e vendas – diversas delas, inclusive, não conseguiram sequer funcionar. Uma dependência perigosa.

Toda a situação com as redes sociais traz à tona a questão do planejamento. Um empreendimento bem planejado e concebido não deve ficar dependente, por exemplo, apenas de uma rede social para funcionar, comunicar-se com o público ou realizar vendas. Claro que pequenos negócios utilizam essas ferramentas por serem práticas e terem um bom alcance. No entanto, esquecem de ter outras opções. Lembre-se: qualquer espaço em rede social é “alugado”. Espaços próprios são sites, por exemplo, hospedados em servidores independentes. É preciso pensar sempre nas alternativas.

Ninguém tinha problema em viver, se comunicar e vender antes do advento das redes sociais. Depois delas, no entanto, criou-se uma dependência muito grande, e parece que profissionais e empresas têm se esquecido de que existem outros caminhos. Saber lidar com as opções e ter sempre saídas estratégicas é importante para que não se estabeleça uma relação de vínculo quase indissolúvel, como acontece com muitos. Quando isso acontece, como foi o caso, um bug de rede social pode trazer grandes prejuízos. Há que evitá-los.

Quando veremos a luz no fim do túnel?

Janguiê Diniz, | seg, 11/10/2021 - 08:11
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O mundo inteiro vem passando, desde o início de 2020, por um período totalmente atípico. Restrições, impactos sociais, sanitários e econômicos, tudo isso revirou as estruturas da sociedade. O Brasil, que vinha lentamente recuperando sua economia, afundou novamente. A crise sanitária começa a dar sinais de controle, mas a reconstrução do país ainda requer uma série de investimentos. A pergunta que fica é: quando poderemos, enfim, vislumbrar um futuro mais promissor?

Desde que o caos se instalou, tivemos, além das agora quase 600 mil mortes, o fechamento de milhares de empresas e o desemprego atingindo níveis altíssimos. E agora, o que se apresenta para o futuro próximo é uma realidade ainda dura, mesmo com a retomada econômica. Aos poucos, graças ao avanço da vacinação, podemos voltar a algo que se pareça com a vida pré-crise, embora uma série de precauções ainda sejam necessárias e tudo deva ser feito com cautela. Para que essa retomada aconteça da melhor maneira, o que precisamos, de verdade, é de um grande planejamento nacional muito bem articulado e que envolva agentes públicos e privados, com vistas a promover o impulsionamento da economia. E não se pode esquecer de manter os cuidados com a saúde e estimular a vacinação de todos, sendo esse o principal meio de controle da crise sanitária.

As administrações municipais, estaduais e federal precisam, em conjunto e sintonia, desenvolver ações que abarquem os diversos setores econômicos e possibilitem às empresas gerar novos empregos. Precisamos que as pessoas voltem a trabalhar para que possas ter seu sustento. Paralelo a isso, subsídios ainda se fazem necessários, para que os mais afetados pela crise possam ter o mínimo para sobreviver. Será um caminho longo e difícil, mas necessário para que possamos viver em estabilidade. Mesmo com as eleições do próximo ano, que podem alterar o cenário político, é preciso haver continuidade das boas iniciativas, para que seus efeitos não se percam.

O mundo se viu diante de um inimigo implacável. No Brasil, não poderia ser diferente. Olhar para o retrovisor não adianta tanto – a não ser para evitar a repetição de erros. O que importa mesmo é pensar o futuro. E esse futuro tem que ser muito bem planejado, a fim de que possamos retomar a convivência normal e nossas empresas e nossos trabalhadores retornem às atividades, com a segurança necessária. A luz no fim do túnel ainda parece fraca, mas, com trabalho dedicado e ações corretas, ela pode chegar para todos.

Aperfeiçoar-se é sobreviver

Janguiê Diniz - Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional - Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo

| seg, 04/10/2021 - 08:07
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A Kodak, gigante mundial do mercado fotográfico, não soube acompanhar as evoluções do setor, especialmente com a fotografia digital, e acabou declarando falência em 2013. A atitude – ou a falta dela – da empresa, de ignorar inovações, ficou conhecida como a “síndrome da Kodak”. Muitas empresas e mesmo profissionais, ainda hoje, insistem em não investir no aperfeiçoamento e acabam perdendo espaço ou mesmo desaparecendo. Em um mundo de transformação constante. buscar o aperfeiçoamento é sobreviver.

Após a revolução digital, não há mais espaço para permanecer estagnado. É preciso estar em constante melhoria. A rapidez com que as coisas mudam diariamente exige cada vez mais de profissionais e corporações. Imagine que a Kodak tinha mais de 100 anos de atividades e sucesso pleno, com faturamento de bilhões e domínio do mercado de fotografias, mas, por uma decisão errada, perdeu todo seu espaço. É até difícil acreditar que foi na empresa que surgiu o primeiro modelo de câmera digital. A alta gestão, no entanto, não quis investir na ideia por pensar que ela acabaria com os tradicionais filmes – o que, de fato, aconteceu.

Trazendo a reflexão para a carreia profissional, aqueles que buscam por novos conhecimentos e os colocam em prática sempre se destacam em meio aos demais. Além disso, empresas e organizações buscam por profissionais bem qualificados e capazes de lidar com grandes desafios. Por exemplo, buscar fazer uma nova formação e se especializar, realizar cursos de atualização e estar sempre estudando é indicado para qualquer profissional e demonstra seu interesse em empreender em si mesmo, na sua carreira e em seu potencial.

No caso da Kodak, depois da concordata, a empresa conseguiu investimentos e se reergueu, ressurgindo das cinzas ao dar, finalmente, a necessária guinada para uma direção promissora. E todas as empresas e os profissionais deveriam aprender com a Kodak, para que não precisem chegar a um estágio tão negativo quanto ela. Manter-se atualizado e saber aproveitar tendências é o que garante perenidade e sustentabilidade a marcar e carreiras.

Viver de verdade é viver com um propósito

Janguiê Diniz - Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional - Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo

Janguiê Diniz , | seg, 27/09/2021 - 16:01
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Uma das grandes perguntas existenciais que muitas pessoas se fazem é “O que eu estou fazendo neste mundo?” Esse é um questionamento que também traz, por vezes, medos, inseguranças e dúvidas. No entanto, é descobrir a resposta para a pergunta que dá sentido à vida. Afinal, todos temos um propósito, basta descobrir qual é e persegui-lo.

Quando se fala em descobrir um propósito, pode parecer algo distante e difícil de encontrar. No entanto, não precisa ser. É necessário, na verdade, refletir e observar os rumos que sua vida tem tomado e os que você quer tomar. A partir daí, fica mais fácil entender ou desenvolver sua meta de vida. Não esquecer: todos viemos ao mundo com uma missão. Um sonho pelo qual se sente motivado. Aquilo que causa inquietação e faz levantar todos os dias.

Uma vida que não é dedicada a um objetivo não tem grande sentido, e este sentido maior é o verdadeiro propósito da existência. É esse propósito que irá orientar decisões, influenciar comportamentos e auxiliar a definir metas e ter um senso de direção, de modo a criar mais significado na vida. É sempre bom ter em mente que o propósito pode transformar seu mundo ou o mundo de alguém.

Muitos indagam como é possível encontrar o propósito. Ora, cada pessoa passa por um processo específico e diferente para tal. Alguns já o conhecem desde novos, enquanto outros demoram um pouco mais. Há vários componentes do propósito, como aspirações pessoais, crenças, valores e desejos. Tudo deve ser movido pelo sonho de deixar algum legado para a sociedade, uma marca no mundo.

Ampliando a análise, pode-se até dizer que não existe apenas um propósito para cada pessoa. Alguns têm um grande objetivo e conseguem concretizá-lo, podendo, daí, partir para outro. Assim, vai-se buscando novos sentidos para a existência e metas a serem alcançadas. O importante é não parar, pois, aí, começa a morte. Não ter um propósito é não ter um rumo.

A vida pode ser uma longa e prazerosa jornada, apesar de todos os percalços que se apresentem pelo caminho. Quando há um objetivo maior, uma motivação realmente forte, torna-se algo mágico e motivador, que faz enfrentar tudo e todos e suportar as adversidades. Isso é viver de verdade.

Viver de verdade é viver com um propósito

Janguiê Diniz - Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional - Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo

| qui, 23/09/2021 - 09:34
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Uma das grandes perguntas existenciais que muitas pessoas se fazem é “O que eu estou fazendo neste mundo?” Esse é um questionamento que também traz, por vezes, medos, inseguranças e dúvidas. No entanto, é descobrir a resposta para a pergunta que dá sentido à vida. Afinal, todos temos um propósito, basta descobrir qual é e persegui-lo.

Quando se fala em descobrir um propósito, pode parecer algo distante e difícil de encontrar. No entanto, não precisa ser. É necessário, na verdade, refletir e observar os rumos que sua vida tem tomado e os que você quer tomar. A partir daí, fica mais fácil entender ou desenvolver sua meta de vida. Não esquecer: todos viemos ao mundo com uma missão. Um sonho pelo qual se sente motivado. Aquilo que causa inquietação e faz levantar todos os dias.

Uma vida que não é dedicada a um objetivo não tem grande sentido, e este sentido maior é o verdadeiro propósito da existência. É esse propósito que irá orientar decisões, influenciar comportamentos e auxiliar a definir metas e ter um senso de direção, de modo a criar mais significado na vida. É sempre bom ter em mente que o propósito pode transformar seu mundo ou o mundo de alguém.

Muitos indagam como é possível encontrar o propósito. Ora, cada pessoa passa por um processo específico e diferente para tal. Alguns já o conhecem desde novos, enquanto outros demoram um pouco mais. Há vários componentes do propósito, como aspirações pessoais, crenças, valores e desejos. Tudo deve ser movido pelo sonho de deixar algum legado para a sociedade, uma marca no mundo.

Ampliando a análise, pode-se até dizer que não existe apenas um propósito para cada pessoa. Alguns têm um grande objetivo e conseguem concretizá-lo, podendo, daí, partir para outro. Assim, vai-se buscando novos sentidos para a existência e metas a serem alcançadas. O importante é não parar, pois, aí, começa a morte. Não ter um propósito é não ter um rumo.

A vida pode ser uma longa e prazerosa jornada, apesar de todos os percalços que se apresentem pelo caminho. Quando há um objetivo maior, uma motivação realmente forte, torna-se algo mágico e motivador, que faz enfrentar tudo e todos e suportar as adversidades. Isso é viver de verdade.

Riquezas, além da riqueza

Janguiê Diniz - Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional - Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo

| ter, 14/09/2021 - 10:10
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Quando falamos em “riqueza”, é comum associar imediatamente a dinheiro, bens, capital. O mundo e a sociedade atuais são muito regidos por esses fatores, é bem verdade. No entanto, há um sem-números de outras riquezas na vida que devem ser valorizadas e que são tão importantes quanto – ou até mais – do que o dinheiro. Reconhecer essas tantas riquezas possibilita aproveitar melhor a vida e desenvolver-se com mais prosperidade e felicidade.

Da minha ótica, existem sete principais riquezas que todos devemos buscar: saúde (física e mental), família, vida espiritual (ou espiritualidade), conhecimento (e sabedoria), propósito de vida, relacionamentos (ou networking) e, é claro, a riqueza material (ou financeira). É importante ter sempre em mente que a riqueza mais importante não é a que se toca, mas a que se sente. A riqueza financeira ou material não deve ser o fim maior, mas a consequência de uma causa. Até porque o detentor daqueles primeiros tipos de riqueza pode facilmente construir e conquistar também a riqueza material.

Quando se fala em saúde, deve-se ressaltar que, para ter uma saúde plena, é necessário que ela esteja alinhada em quatro campos: físico, espiritual, mental e emocional. A riqueza de saúde significa bem-estar e equilíbrio. Ela está intimamente ligada à riqueza espiritual. Esta tem a ver com nosso senso de direção e sentido na vida, envolvendo o desenvolvimento de moral, valores e ética positivos. Quando as pessoas se tornam ricas espiritualmente, demonstram amor e senso de cuidado consigo mesmas e com os outros. Isto nos leva às riquezas da família e dos relacionamentos: essas conexões, que devem ser verdadeiras e dedicadas, permitem alcançar novos patamares e são como bases de apoio, uma vez que você sabe com quem pode contar nos diversos momentos da vida.

Aqui, importa ressaltar dois tipos de riqueza especialmente importantes: o conhecimento e o propósito de vida. Todos devem ter em mente que, na sociedade atual, o conhecimento é um dos principais bem que se pode adquirir durante a vida, pois confere poder e abre novos horizontes, além de ser inalienável. É, portanto, um grande investimento e deve ser sempre buscado. O conhecimento, inclusive, serve para concretizar a outra riqueza, que é o propósito de vida. O propósito é a razão pela qual alguém vive ou a causa por que luta. Nesse âmbito, o conhecimento é de especial valia, uma vez que permite viabilizar a realização do propósito.

Ao falar em riqueza, não se pode pensar apenas na financeira ou material. Ela é importante e devemos buscá-la, mas há também outros tipos de riqueza que devem ser valorizados e estar sempre no radar. Afinal, não é só o dinheiro que mede o sucesso e a prosperidade de alguém. Para ser realmente feliz e próspero, é preciso sentir-se completo e esse estado permeia diversas instâncias.

 

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