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Depois do sucesso das duas primeiras temporadas de “Fale com Estranho”, realizadas em 2022, o Coletivas Xoxós realiza a terceira temporada do espetáculo teatral, com atuação do multiartista Leoci Medeiros e direção de Andréa Flores, no mês de janeiro. O trabalho será apresentado nos dias 21, 22, 28 e 29 de janeiro (sábado e domingo), às 20 horas, no Teatro de Apartamento, localizado na travessa Curuçá, 315, no bairro do Umarizal, em Belém.

Adaptado do conto “O homem da areia”, escrito por E.T.A Hoffmann e publicado pela primeira vez no ano de 1817, “Fale com Estranho” é um processo criativo que propõe um diálogo poético entre teatro e psicanálise, a partir da ideia de inconsciente e do conceito freudiano de infamiliar, o que é ao mesmo tempo íntimo, conhecido, mas também inquietante, estranho, oculto do sujeito. O diálogo entre Arte e Psicanálise não é novo e o próprio conceito de infamiliar é estudado entre os campos da ciência, estética e literatura fantástica.

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Ao enfocar a experiência corpórea amazônida através da história de Natanael e das figuras que embaçam sua consciência e mergulham suas memórias em sombras, “Fale com Estranho” instaura uma montagem teatral inovadora ao assentar essa estreita relação no território local. 

Serviço

Espetáculo teatral “Fale com Estranho”.

Quando: 21, 22, 28 e 29 de janeiro (sábado e domingo).

Onde: Teatro de Apartamento - Travessa Curuçá, 315 (Umarizal).

Horário: 20h.

FICHA TÉCNICA:

Dramaturgismo, concepção de sonoplastia e atuação: Leoci Medeiros.

Assistente de dramaturgismo: Yasmin Ramos.

Assistente de direção e Operação de sonoplastia: Vanessa Lisboa.

Voz em off: Naisha Cardoso.

Concepção de luz: Patrícia Gondin.

Projeto gráfico, Fotografia cênica e Operação de luz: Danielle Cascaes.

Concepção de Figurino e Maquiagem: Coletivas Xoxós.

Laboratório de Performance Vocal: Thales Branche.

Assessoria Terapêutica: Marcos Vinicius Lopes.

Assessoria de Imprensa e Multimídias: Lucas Corrêa.

Assessoria psiconceitual e Direção de palco: Roberta Flores.

Encenação e Anatomia Cenográfica: Wlad Lima.

Direção Cênica: Andréa Flores.

Realização: Coletivas Xoxós.

Da assessoria do espetáculo.

 

A bailarina brasileira Ingrid Silva, integrante do grupo Dance Theatre do Harlem, revelou em suas redes sociais que foi vítima de racismo nos Estados Unidos. No seu relato, ela contou que foi abordada por um americano que perguntou se ela estava lá para trabalhar como faxineira

Ingrid, que mora há mais de 10 anos em Nova Iorque, estava na cidade de Filadélfia para uma apresentação. Ela contou que estava com o marido e a filha, Laura, passeando em um parque, conversando em português quando o americano lhe abordou. O homem também falava português e perguntou se ela estava morava na cidade, ao que a bailarina respondeu. "Eu falei que 'não, eu não moro na Filadélfia. Estou trabalhando aqui, eu vim para trabalhar'. E aí, ele falou assim: 'cleaning?' [faxina?] Faxineira?'"

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No relato, ela diz que informou ao homem que não era faxineira mas sim bailarina e falou da cara de admiração feita por ele ao tomar conhecimento de sua profissão. "Eu falei para ele, 'não, eu sou bailarina clássica', e a cara dele ficou assim: uau! Por que eu não poderia ser uma bailarina clássica?", diz um trecho do seu relato. 

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Ingrid prosseguiu externando sua dor. “Quando ele falou isso, me pegou de um jeito, tipo assim, choque. Em 14 anos morando em Nova York, eu nunca conversei com alguém que simplesmente assumisse, por ser uma mulher preta, que eu estaria limpando. Ou verbalizasse isso. Nada contra as pessoas que limpam, de jeito nenhum, minha mãe foi empregada doméstica, mas eu nunca imaginei que alguém iniciaria uma conversa desta forma."

Sucesso na história da arte pernambucana, o Coletivo Angu de Teatro está completando 20 anos. Para celebrar sua trajetória, o grupo participará da programação do 29º Janeiro de Grandes Espetáculos. Nos dias 27, 28 e 29 de janeiro, a trupe promete encantar espectadores em dois espaços culturais.

A turma do Coletivo Angu vai marcar presença nos teatros do Parque e Apolo com os espetáculos Ossos, Ópera e Angu de Sangue. Os ingressos para as três peças estão à venda do site do JGE. Informações sobre as exibições das obras pernambucanas podem ser vistas no Instagram do Coletivo Angu de Teatro.

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Confira a programação da Maratona Angu:

Espetáculo Ópera

27/01 | 20h

Teatro do Parque - Rua do Hospício, 81, Boa Vista

Espetáculo Ossos

28/01 | 20h

Teatro Apolo - Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife

Espetáculo Angu de Sangue

29/01 | 19h

Teatro Apolo - Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife

O ator Eriberto Leão é um dos reforços que estará presente na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, no Agreste de Pernambuco. Após viver Jesus duas vezes (2005 e 2010), o astro de novelas da Globo vai interpretar nesta temporada do espetáculo o personagem Pôncio Pilatos. Eriberto falou que é prazeroso estar de volta ao projeto teatral.

"É o retorno a um lugar que me trouxe uma das maiores experiências. Mudou minha vida completamente. É inesquecível.  Eu seria uma outra pessoa se não tivesse feito Jesus nesse espetáculo. Sempre digo a todos meus amigos e colegas, atuar em Nova Jerusalém é um acontecimento único na vida de um ator, de uma atriz", disse.

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Questionado sobre o desafio de dar vida ao governador Pilatos, Eriberto declarou: "Ninguém é totalmente bom e ninguém é totalmente mau. Eu acho que esse vai ser o meu o ponto de partida para construção do meu Pilatos. [...] Eu estou aberto para sentir o que Pilatos sentiu quando ele encontrou Jesus".

Além de Eriberto Leão, a edição 2023 da Paixão de Cristo reúne os atores Klebber Toledo (Jesus), Luiza Tomé (Maria), Nelson Freitas (Herodes) e Duda Reis (Herodíades). Os ingressos adquiridos pelo site oficial do evento custam até R$ 110 (inteira) e R$ 55 (meia-entrada). O espetáculo será realizado de 1º a 8 de abril, em Fazenda Nova, distrito do município de Brejo da Madre de Deus.

O mês de férias se aproxima do fim e uma opção para os pais é levar a criançada ao teatro. O Recife recebe no sábado (21), o musical "Enrolados: A Nova Aventura de Rapunzel", apresentação única no Teatro Barreto Júnior às 16h30. Já no dia (22), a agenda conta com duas opções: o Reino Congelado-inspirado em Frozen”, apresentação que acontece às 15h, no Teatro do Centro de Eventos, na Imbiribeira. No mesmo teatro, às 17h tem sessão de “Encanto: Os dons da Família Madrigal”. Todos os ingressos podem ser comprados no Sympla ou na bilheteria dos teatros. O evento é promovido pela companhia Helena Siqueira Produções.

No teatro Barreto Júnior, o musical "Enrolados: A Nova Aventura de Rapunzel", traz um roteiro divertido que emociona o público com personagens cômicos, lindas canções e muitas aventuras. É um espetáculo para toda a família se emocionar e entender a força interior e a força de seus sonhos. Entre os personagens, a princesa Rapunzel, a feiticeira Gothel, Flynn Rider. Emmanuel Matheus assina a direção da peça, adaptação teatral é de Ivaldo Cunha, Madson de Paula é o responsável pela coreografia

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SERVIÇO:

ENROLADOS: A NOVA AVENTURA DE RAPUNZEL

QUANDO: sábado (21) de janeiro

HORÁRIO: 16h30

LOCAL: Teatro Barreto Júnior

FAIXA ETÁRIA: livre

ENTRADA: R$60,00 (inteira) R$30,00 (meia), podem ser comprados no site sympla ou na bilheteria do teatro

INFORMAÇÕES: (81) 99568.4125 (Helena Siqueira Produções)

 

 

No Teatro do Centro de Eventos, o musical “Encanto: Os dons da Família Madrigal” se apresenta. Na história a família Madrigal que é protegida pelas montanhas da Colômbia e abençoados por um milagre, vive num vilarejo recluso chamado de Encanto. A peça apresenta reflexões sobre relações familiares, quem somos no mundo e o que nos faz especiais. A magia transformou o lugar em um paraíso, todos os Madrigal ganham dons mágicos e especiais, menos Mirabel, que salva sua família. Encanto, tem adaptação teatral e direção de Ivaldo Cunha Filho e coreografias de Kássio Soares.

SERVIÇO:

ENCANTO- OS DONS DA FAMÍLIA MADRIGAL

QUANDO: domingo (22) de janeiro

HORÁRIO: 17h

LOCAL: Centro de Eventos Recife, Imbiribeira, Recife-PE

FAIXA ETÁRIA: livre

ENTRADA: R$60,00 (inteira) R$30,00 (meia), podem ser comprados no site sympla ou na bilheteria do teatro

INFORMAÇÕES: (81) 99568.4125 (Helena Siqueira Produções)

 

Uma das mais belas histórias de amor chega ao Centro de Eventos Recife: “O Reino Congelado- inspirado em Frozen”. O espetáculo conta a história das irmãs Elsa e Anna, que eram muito amigas quando crianças. Elsa, a mais velha, tem o poder de transformar tudo que toca em gelo e produzir neve. Elas passam por alguns contratempos, perdas, revelações, aventuras e emoções. O musical que retrata sobre o poder do amor é feito com elenco pernambucano, formado por atores e bailarinos. Montagem tem adaptação teatral e direção de Ivaldo Cunha Filho, assistência de direção é assinada por Kleber Valentim e as coreografias por Kassio Soares.

SERVIÇO:

O REINO CONGELADO- INSPIRADO EM FROZEN

QUANDO: domingo (22) de janeiro

HORÁRIO: 15h

LOCAL: Centro de Eventos Recife, Imbiribeira, Recife-PE

FAIXA ETÁRIA: livre

ENTRADA: R$60,00 (inteira) R$30,00 (meia), podem ser comprados no site sympla ou na bilheteria do teatro

INFORMAÇÕES: (81) 99568.4125 (Helena Siqueira Produções)

 

Depois de gravar áudios para a Paixão de Cristo de Nova Jesuralém 2023, Klebber Toledo começou a fazer filmagens promocionais da peça já caracterizado de Jesus. De acordo com ator e apresentador, a participação no espetáculo pernambucano vai dar uma chacoalhada em sua vida.

"Acho que essa experiência de viver Jesus na Paixão de Cristo vai não só renovar a minha fé, mas também me dar mais sabedoria, conhecimento, um pouco mais de paz de espírito e bons amigos, que é o que vou fazer aqui, acima de tudo", contou.

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A estrela de novelas também garantiu que sua presença no projeto teatral representa mais do que ser protagonista: "A gente vai estar unido para semear a palavra de alguém que veio aqui para transformar esse mundo e que, de alguma forma, exerce influência na vida de todos, independente da crença de qualquer pessoa". O marido da atriz Camila Queiroz disse que está pronto para o desafio.

Klebber Toledo ficará até o próximo domingo (15) em Nova Jerusalém, no Agreste de Pernambuco, onde contracenará nas filmagens com os outros artistas convidados para o espetáculo. Além de Klebber, participam da peça os atores Eriberto Leão (Pilatos), Luiza Tomé (Maria), Nelson Freitas (Herodes) e Duda Reis (Herodíades).

A Paixão de Cristo de Nova Jerusalém será realizada de 1º a 8 de abril. Na compra pelo site oficial do evento, as entradas podem ser adquiridas por até R$ 110 (inteira) e R$ 55 (meia-entrada). Os bilhetes comprados on-line podem ser parcelados em até 12x nos cartões. De acordo com a organização da Paixão, uma promoção especial temporária no preço dos ingressos comprados antecipadamente está sendo elaborada.

Nesta quarta-feira (11), o espetáculo “CAIM” retorna ao Centro Cultural do Banco do Brasil em São Paulo para a temporada final. A obra teatral é inspirada no livro homônimo vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, escrito por José Saramago (1922-2010). A peça ficará em cartaz até o dia 22 de janeiro.

Adaptado por Teresa Frota, o monólogo é dirigido por Jacyan Castilho e estrelado pelo ator Henri Pagnoncelli, que comemora 50 anos de carreira no teatro. A sinopse descreve que o espectador irá acompanhar a história do personagem de origem bíblica. O humor refinado do texto conduz o público em uma jornada atemporal, mostrando uma nova maneira de perceber a si mesmo e a consequência de seus atos.

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Os ingressos custam entre R$15 (meia-entrada) e R$ 30 reais (inteira). Eles podem ser retirados na bilheteria do local ou no site: https://ingressos.ccbb.com.br/cidades. Crianças menores de 3 anos não pagam e clientes do Banco do Brasil possuem 50% de desconto.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Henri Pagnoncelli

Idealização, Dramaturgia e direção de produção: Teresa Frota

Direção e preparação corporal : Jacyan Castilho

Dramaturgia sonora: Márcio Trigo

Desenho de Luz e Operação: Fernanda Mantovani

Direção de Arte: Analu Prestes

Design Gráfico: Madame De

Fotografia de cena: João Athaide

Fotos do programa: Cristina Granato

Assessoria de Imprensa: Morente Forte

Assistência de Direção: Maria Manuela Moog

Arranjos e Performance: Newton Cardoso

Confecção de Figurino: Nilda Moreira de Mello

Produção Executiva: Roberta Viana

Supervisor de Projeto: Caio de Andrade

Realização: Prólogo Produções Artísticas

Serviço - Espetáculo Caim no CCBB/SP

Data: 11 a 22 de janeiro

Horário: De quarta à sexta-feira, 19h. Sábado e domingo, 17h.

Local: Centro Cultural do Banco do Brasil São Paulo

Endereço: Rua Álvares Penteado, número 112 – Centro Histórico de São Paulo/SP

Classificação Etária: + 14 anos

Duração: 70 minutos

A um ano de virar balzaquiano e alinhado ao pensamento do escritor francês Honoré de Balzac em apontar esta faixa etária como o momento do auge poético, o Janeiro de Grandes Espetáculos - Festival Internacional de Artes Cênicas e Música de Pernambuco faz jus à visão do autor e traz, na maturidade de sua trajetória, uma programação extensa, democrática, diversificada e acessível, de 10 a 29 de janeiro de 2023.

São 79 atrações nas linguagens de teatro adulto (34), infantojuvenil (12), dança (10), música (12) e circo (8), isoladas ou dialogando entre si, além de lançamento de CD, livro, fórum online e lives. A estimativa de público durante todo o evento é de 20 mil pessoas para um festival que contará com 103 apresentações, 969 artistas e criadores, 234 técnicos e cenotécnicos de teatros. A programação, que contempla encenações para todas as idades, está disponível em www.janeirodegrandesespetaculos.com

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Dezessete equipamentos culturais (no interior e Grande Recife) serão palco da 29ª edição da maratona cênica que acontece em 10 cidades. No Recife, Teatro de Santa Isabel, Teatro do Parque, Teatro Luiz Mendonça, Teatro Barreto Júnior, Teatro Apolo, Teatro Hermilo Borba Filho, Teatro Marco Camarotti e Teatro RioMar. Olinda estreia na grade por meio do Teatro Fernando Santa Cruz. E com a já conhecida proposta de interiorizar suas ações, oito cidades estão contempladas: São Benedito do Sul, Caruaru, Garanhuns, Triunfo, Buíque, Arcoverde, Surubim e Petrolina. Entre as novidades deste ano, está a chegada dos Festivais PalhaçAria e Pole Dance no programa do JGE.

No momento em que o Janeiro volta a ser 100% presencial após o isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19, o maior festival de artes cênicas e música de Pernambuco vem rico e plural, valorizando a arte pernambucana. Nas artes cênicas, foram escolhidas encenações que dialogam com o interior de cada indivíduo, pautam questões coletivas, preservam manifestações culturais e evocam a imaginação. 

Os espetáculos de dança, por sua vez, desafiam o corpo a contar histórias, a subverter verdades absolutas, despertar sensações. Quanto às atrações musicais, a programação é composta por ritmos que transitam entre os gêneros clássico, raiz e contemporâneo. As manifestações circenses aparecem como uma ode a um reencontro com a criança que há dentro de cada um, alcançando uma dimensão profunda da compreensão humana.

E já que a arte, sua beleza e riqueza transcendem as fronteiras geográficas, o evento reúne artistas de diversas regiões de Pernambuco, de dentro e de fora do Brasil. Companhias de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de artistas de Portugal, estarão conosco.

SERVIÇO

29º Janeiro de Grandes Espetáculos - Festival Internacional de Artes Cênicas e Música de Pernambuco

De 10 a 29 de janeiro de 2023

Programação completa e informações no site www.janeirodegrandesespetaculos.com

Ingressos: www.guicheweb.com.br/29festivaljge

 

*Via assessoria de imprensa. 

Pela primeira vez, o espetáculo Natal para Sempre aporta no Cais da Alfândega, bairro do Recife, dias 21 e 22, para encantar o público a partir das 19h30, com seu conto de fadas infantil baseado em símbolos da cultura popular de Pernambuco. O Natal para Sempre é um musical gratuito que tem o objetivo de resgatar o verdadeiro espírito natalino. A realização é da TV Jornal e conta com o apoio da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Turismo e Lazer, e do Recentro.

O enredo conta a história da menina que encontra um livro mágico. Ao folheá-lo, ela dá vida a seres fantásticos como Pinóquio, Peter Pan, João do Pé de Feijão, bailarinas e soldadinhos de chumbo, que resgatam o valor do Natal e lembram a importância dos sentimentos que a festa evoca, como o amor ao próximo e a solidariedade. Esta é a nona edição do espetáculo, que acontece desde 2014, no Recife. A obra foi concebida e tem a direção geral da bailarina Andréa Carvalho, direção artística, cênica e texto, de Gabriel Gracindo, a coreografia é assinada por Sérgio Galdino e a direção musical, por Antônio Mariano. O Musical tem média de 1 hora de duração e acesso gratuito. Nas edições anteriores, ele foi encenado nos Parques Santana e da Macaxeira.

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"Este ano, com essa grande novidade de ser no Cais da Alfândega, vamos celebrar de maneira lúdica o nascimento de Jesus, encantando toda a criançada e as famílias recifenses, através desse conto de fadas infantil. A expectativa é que seja um sucesso de público como nas edições anteriores que atraíam cerca de 5 mil pessoas por noite", disse a secretária de Turismo e Lazer, Pâmela Alves.

Segundo a Chefe do Recentro, Ana Paula Vilaça, a vinda do musical para o bairro do Recife foi uma escolha estratégica para integrar o Polo de Natal mais importante da cidade. "A gente conta com uma decoração primorosa com árvore de Natal, presépio e iluminação, e uma programação que inclui cantatas natalinas, apresentação de pastoril, cavalo-marinho e ciranda. Além disso, a região é central e possibilita que pessoas das mais diferentes localidades participem das festividades”, destacou.

*Da assessoria de imprensa

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A Universidade Federal do Pará (UFPA) apresentará ao público produções audiovisuais experimentais que contemplam roteirização, cenografia, figurinos e dança (veja fotos na galeria acima)Sob a coordenação da professora Luiza Monteiro e Souza, o projeto de pesquisa e extensão foi contemplado pelo prêmio PROEX de Arte e Cultura 2021, lançado pela Diretoria de Arte, Cultura, Esporte e Lazer – DACEL, da Pró-Reitoria de Extensão – PROEX da UFPA.

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O projeto desenvolveu-se em parceria com a pesquisa “Processos de criação na encantaria do corpo: encontros, mergulhos e poéticas em dança”, também coordenado pela professora Luiza Monteiro, contando com a participação de discentes do curso de Licenciatura em Dança da Faculdade de Dança da UFPA e dos cursos de Moda, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Filmmaking da UNAMA - Universidade da Amazônia.

“Com a chegada da pandemia, nós, artistas da dança, entramos no universo do virtual, e a videodança trabalha muito com isso, e nos permite desenvolver relações com outros artistas, de outras áreas. Ter um suporte de estudantes da área da comunicação que agregam com conhecimentos do audiovisual e da captação de imagem foi essencial para termos sucesso nesse projeto”, disse Luiza Monteiro, coordenadora do projeto, artista, pesquisadora e professora doutora do curso de licenciatura em Dança da Faculdade de Dança da Universidade Federal do Pará.

O projeto começou em janeiro de 2022. As primeiras experimentações e produções tiveram como palco a UNAMA, por meio da parceria firmada com os Cursos Criativos Comunica, sob orientação técnica do professor Mário Camarão. Ao longo do ano, cerca de 25 pessoas participaram de ações que resultaram em materiais fotográficos, videodanças e vídeos documentais, todos 100% produzidos pelos estudantes.

“Eu enxerguei no projeto a oportunidade de exercitar a minha capacidade no audiovisual com a dança. Quando nós juntamos esses universos, encontramos algo novo. Eu acredito que esse projeto existe para trocarmos experiências e adquirir mais conhecimento uns com os outros”, disse Carlos Potiguar, voluntário do projeto e aluno do curso de Filmmaking da UNAMA.

“Eu já havia me filmado enquanto dançava, mas nada do que eu já fiz se compara com o que fizemos aqui. A câmera não é só um objeto de apoio. Na videodança é a câmera o que traz significado pra minha performance quando o público estiver olhando, eu preciso estar conectada à filmagem, e ela precisa estar conectada a mim. Então, quando eu comecei nesse projeto, eu tive que conectar-me aos meninos (filmmakers) para, assim, eles entenderem minha arte e eu entender a arte deles”, disse Rita Aroucha, voluntária do projeto e aluna do curso de licenciatura em Dança da UFPA.

“Com os filmmakers acompanhando os nossos movimentos, eu acredito que trocamos as nossas artes de um jeito harmonioso, eu faço uma dança para eles, e eles fazem uma dança para mim. Dessa forma, conseguimos encaixar bem nossas ideias. Esse trabalho me desafiou positivamente em conseguir sintetizar e dar vida às minhas ideias em relação à maquiagem, ao cenário, à indumentária etc. Eu acredito que, aqui, eu pude sistematizar o que eu pensava de uma forma clara e objetiva, mas, também, criativa, deixando a minha marca. Todo o nosso processo foi criativo e orgânico, sem grandes problemas ou discussões entre a equipe”, disse Geane Leite, voluntária do projeto e aluna do curso de licenciatura em Dança da UFPA.

“São muitas as dificuldades na realização de um projeto desse tipo, precisamos de espaço, de tempo, todos somos dependentes uns dos outros, temos aqui um trabalho coletivo, muitas pessoas, com muitas ideias. Precisamos encontrar equilíbrio dentro de tudo isso. O meu trabalho nasce dentro da ideia de um coletivo, eu trabalho dentro de uma companhia de dança, eu não sei trabalhar sozinha, eu gosto de estar acompanhada de muitas pessoas. Não é um trabalho tranquilo, mas é um que nos permite ampliar nossas ideias e nossos horizontes", declarou a professora Luiza Monteiro.

Luiza destacou o que mais estimula o projeto: "Existe uma máxima que exemplifica o que eu penso em relação a esse projeto: 'Sozinhos vamos mais rápido, mas juntos, podemos ir mais longe'. Eu acho que a ideia aqui é agregarmos o que cada um tem de melhor para fazermos algo que possa ir mais longe e ter um significado mais poderoso".

Serviço

O projeto estreia neste fim de semana (17/18 de dezembro), no canal oficial do YouTube. 

O material fotográfico e audiovisual também é disponibilizado na conta oficial do Instagram.

Por Paulo Ricardo de Brito (sob a supervisão do editor prof. Antonio Carlos Pimentel).

Depois do sucesso de bilheteria do espetáculo Intrusos (2019) e Dados da Vida (2021), a Companhia Mákara de Teatro apresenta a peça "Retratos da Vida". Uma trama onde a ficção e a realidade se misturam e nada parece ser o que realmente é.

Cada personagem vai representar alguém que você conhece e facilmente você vai se reconhecer em algum dos personagens. Retratos da Vida é um drama de tirar o fôlego do começo ao fim e vai mexer com você.

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Direção: Companhia Mákara de Teatro 

Textos: Rômulo César Melo

Sonoplastia: Clóvis Moreira Júnior 

Iluminação: Anderson Leite 

Elenco: Adulcio Lucena, Clóvis Moreira Júnior, Cristiano Primo, João Cabral e Vanessa Jill Castle. 

Onde? Teatro Fernando Santa Cruz. Avenida Joaquim Nabuco, Centro de Cultura Mercado Eufrásio Barbosa, Varadouro, Olinda, PE. 

Quando? Única apresentação no dia 16.12 (Sexta feira), às 20h

Gênero: Drama

Classificação: 16 anos

Contato: Adúlccio Lucena. 81 99213.3913

Ingressos pela Sympla

Da assessoria

O livro “Textos Cruéis Demais para serem lidos rapidamente” do autor brasileiro Igor Pires ganhará uma versão teatral em 2023. Intitulada “Quando o amor te vira pelo avesso", a produção estreia em janeiro no Teatro Ipanema (Rio de Janeiro) e em março no Teatro Sérgio Cardoso (São Paulo).

Descrita como “Uma história de amor, dor e o desejo avassalador de viver”, a peça falará sobre o amor LGBTQIA+. Dirigido por Carlos Jardim, o elenco conta com Edmundo Vitor e Felipe Barreto e produção da Noticiarte.

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A obra de Pires estreou em novembro de 2017, com ilustrações de Anália Moraes. No ano seguinte, tornou-se o livro de ficção mais vendido no Brasil, com cerca de 101.100 cópias vendidas. A ideia inicial veio do coletivo literário de mesmo nome, TCD - Textos Cruéis Demais para serem lidos rapidamente”, que publicava conteúdo no Facebook e Instagram. 

O escritor também possui mais quatro livros da marca: “Onde dorme o amor” (2019), “O fim em doses homeopáticas” (2020), “Todas as coisas que eu te escreveria se pudesse” (2021) e “Textos para tocar cicatrizes”, lançado este ano.

O grupo cênico-musical Confluir, formado por alunos e ex-alunos do Conservatório Pernambucano de Música, homenageia Luiz Gonzaga em peça musicada. A estreia será no dia 20 de dezembro, às 20h, no Teatro Barreto Júnior, localizado no Pina, Zona Sul do Recife.

A montagem é o novo projeto do grupo, que, em 2022, está celebrando 10 anos e mistura músicas e poesias, compostas por Milton Júnior, embalado em um repertório focalizado em clássicos do cancioneiro do Rei do Baião, como “Que nem jiló” e “Baião”, bem como de outros compositores como Sivuca e Gilberto Gil.

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“Além de prestar essa homenagem a representantes tão importantes da nossa cultura, escolhemos o tema saudade porque foi uma necessidade do grupo para expressar todos os sentimentos que ficaram represados nesse período de isolamento social ao longo da pandemia”, explica a diretora geral, Janete Florencio, através da assessoria.

A peça está dividida em três atos. No primeiro deles, “A Feira” é composto por cenas cotidianas da vida de pessoas que saíram do sertão para trabalhar em uma feira são retratadas em uma cidade grande. No segundo, “A Fé”, a religiosidade é retratada por meio do canto e do movimento, deixando claro a esperança desse povo por dias melhores; o terceiro e último ato, “A Festa”, revela o prazer em ser feliz com forró no pé e muita animação.

“A inspiração desse espetáculo foi mostrar esses aspectos tão importantes na vida do nosso povo a partir de sentimentos como a saudade, a tristeza e a explosão de alegria que a vida invariavelmente nos proporciona através da música, poesia, dança e expressão cênica”, explica Janete.

Da Assessoria

Você já parou para pensar quantas crianças passam o Natal nos hospitais? O elenco pernambucano da associação Doutores da Alegria, que atua em cinco unidades de saúde pública do Recife o ano inteiro, é responsável por levar às unidades pediátricas a mensagem de amor e esperança do Natal. Este ano, os palhaços voltam a apresentar o espetáculo Auto de Natal, que não era encenado desde 2019.

“Em 2020, por conta das restrições da Covid-19, fizemos a adaptação do espetáculo para o formato audiovisual e foi um sucesso! Em 2021, três palhaços visitavam cada hospital com caracterizações natalinas. Agora, estamos muito felizes de voltar ao formato original, que encanta crianças e adultos e é um auto de Natal especial, porque foi criado a partir do olhar do palhaço”, conta Arilson Lopes, coordenador da unidade Recife e diretor do espetáculo. A produção é assinada por Nice Vasconcelos.

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A agenda de apresentações começa no dia 12 de dezembro, segunda-feira, no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip). No dia 13, serão duas apresentações: no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC) e no Procape; no Hospital da Restauração (HR), a encenação será dia 14; e no Barão de Lucena no dia 15 de dezembro. Antes dos espetáculos, os palhaços fazem um cortejo natalino pelas alas pediátricas dessas unidades de saúde, começando sempre às 10h.

No presépio dos Doutores da Alegria, Dra. MonaLisa (Greyce Braga) é Maria e Dr. Dud Grud (Eduardo Filho) atua como José. Os dois vão enfrentar obstáculos que fazem todo mundo rir e, ao mesmo tempo, se encantar.

O narrador dessa história, que é baseada na tradicional, mas se permite muitas licenças poéticas e palhacescas, é Dr. Lui (Luciano Pontes). Os anjos são Dr. Wago (Wagner Montenegro) e Dra. Muskyta (Olga Ferrario); a Estrela Guia, Dra. Svenza (Luciana Pontual), rasga os céus; os animais do presépio às vezes têm crise de identidade: a ovelha, Dra. Baju (Juliana de Almeida), o burrinho, Dr. Marmelo (Marcelo Oliveira), a vaquinha, Dra. Nana (Ana Flávia), e o galo, interpretado pelo convidado especial, o sanfoneiro Dudu do Acordeon.

A trilha sonora do espetáculo é feita ao vivo e, este ano, promete algumas surpresas, trazidas pelo trio de Reis “Magros” roqueiro: Dr. Eu_Zébio (Fábio Caio), Dr. Micolino (Marcelino Dias) e Dr. Gonda (Tiago Gondim). Dr. Eu_Zébio também é o besteirologista responsável pelo parto da criança. Os adereços de cabeça dos palhaços, que trazem a marca de cada personagem, foram criados por Antônio Olivier.

Apresentação aberta ao público no Teatro do Parque – Quem não está nos hospitais vai ter a chance de ver o Auto de Natal dos Doutores da Alegria. O espetáculo terá uma sessão especial no Teatro do Parque, na Boa Vista, no dia 16 de dezembro, sexta-feira, às 10h. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados na bilheteria com uma hora de antecedência. Alunos de escolas públicas e ONGs também vão assistir à sessão.

Programação do Auto de Natal dos Doutores da Alegria

 

12/12, segunda-feira, às 10h, no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip)

13/12, terça-feira, às 10h, no Hospital Universitário Oswaldo Cruz e, às 11h30, no Procape

14/12, quarta-feira, às 10h, no Hospital da Restauração

15/12, quinta-feira às 10h, no Hospital Barão de Lucena

16/12, sexta-feira, às 10h, no Teatro do Parque

Doutores da Alegria

Doutores da Alegria é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que introduziu a arte do palhaço no universo da saúde, intervindo junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social em hospitais públicos. Fundada em 1991 por Wellington Nogueira, transita pelos campos da saúde, da cultura e da assistência social e reforça a cultura como um direito de todos.

Desenvolve o Programa de Palhaços em 12 hospitais de São Paulo e Recife. No Rio de Janeiro, com o projeto Plateias Hospitalares, mantém uma programação artística permanente e diversa em sete hospitais. A Escola Doutores da Alegria traz formações diversas para o público em geral e para artistas e, entre suas iniciativas, se destaca o Programa de Formação de Palhaço para Jovens.

Como ajudar na manutenção da associação Doutores da Alegria? - O trabalho da associação Doutores da Alegria, gratuito para os hospitais, é mantido por doações de empresas e de pessoas físicas, tanto por recursos próprios quanto por recursos advindos por meio das leis de incentivo fiscal. 

Os recursos das contribuições permitem a continuidade e a expansão das atividades e da estrutura do grupo, a realização de atividades de formação, oficinas e o aprimoramento técnico dos artistas. Para contribuir com a manutenção do trabalho, basta acessar o site www.doutoresdaalegria.org.br.

*Da Assessoria de Imprensa

O Marco Zero do Recife está pronto para receber novamente o Baile do Menino Deus. Após dois anos em formato cinematográfico, a produção promete encantar muita gente. A magia do espetáculo tomará conta do público nos dias 23, 24 e 25 de dezembro, a partir das 20h.

"Para esse retorno, muita coisa foi mudada na cenografia, figurinos e adereços. Permaneceram o texto original com acréscimos, a música original de Antônio Madureira com arranjos novos e composições novas. A dramaturgia e a encenação são inteiramente novas", declarou Ronaldo Correia de Brito, diretor e escritor da peça natalina.

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Produzido por Carla Valença, da Relicário Produções, o projeto está celebrando 19 anos de apresentações no Marco Zero e 39 anos de encenações pelo país. Nas edições anteriores, o Baile do Menino Deus reunia cerca de 70 mil pessoas todas as noites.

Serviço

Baile do Menino Deus - Uma Brincadeira de Natal

23, 24 e 25 de dezembro | 20h

Marco Zero do Recife - Bairro do Recife

Acesso gratuito

Já estão à venda os ingressos para o  show "Stand Up Comed  - Comédia e Medicina pra te salvar de tanto rir”, que será apresentado pelo médico e humorista pernambucano Vinícius Augusto, no próximo dia 09,  às 20h, no Teatro Boa Vista. O espetáculo, aborda o cotidiano dos profissionais de saúde de forma inovadora e bem humorada, através de causos e contos.

Na apresentação solo, ele fala com humor das conversas e histórias do dia a dia dos profissionais de saúde. O roteiro também conta com músicas compostas por ele e "melôs" das especialidades médicas, além de muita interação com a plateia.

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Médico plantonista em emergência e UTI's de hospitais, ele utiliza o bom humor e a alegria para elevar o entusiasmo da equipe e dos pacientes durante os plantões. Os ingressos para o show estão à venda no site Megabilheteria e, no dia do show, na bilheteria do teatro, por R$ 70,00 (inteira), R$ 35,00 (meia) e R$ 50,00 (ingresso solidário mais 1 kg de alimento não-perecível). Mais informações: (81) 2129.5961.

Da assessoria

A atriz Vandiléia Foro apresenta em Belém o espetáculo "Manifesto Visagento", resultado da conexão entre uma pesquisa de mestrado e outras fabulações artísticas que alimentam as ações poéticas da artista. Em 40 minutos, o público assistirá à sobreposição de imagens trabalhadas com um pano que vai desdobrando-se em várias figuras.

As apresentações serão neste final de semana, dias 19 e 20, na Olaria Mundiar e no Teatro Waldemar Henrique, de 23 a 25 de novembro, sempre às 20 horas. Ingresso antecipado custa R$ 15,00; no dia, R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Informações (91) 98269-0206 (Whatsapp).

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“Manifesto Visagento” é um feitiço cênico, segundo a artista Vandiléia Foro. “Nesse espetáculo convido ancestralidades caboclas e danço pela cura do mundo. É um ato de delírio cênico que move o corpo e o faz ter coragem para enfrentar qualquer queda e a transformá-las em dança”, define a atriz.

Vandiléia Foro nasceu em Icoaraci/Belém e tem vivido o teatro desde 1997, quando participou da primeira oficina de teatro e contação de histórias na Biblioteca Pública Municipal Avertano Rocha. Formou-se no curso técnico da Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará (UFPA). Já participou de trabalhos em Belo Horizonte e São Paulo, experiências que contribuíram para firmar sua trajetória. 

“Hoje busco conectar e acoplar as linguagens cênicas como a dança butô, a performance, o teatro de formas animadas, a contação de histórias. Minha formação acadêmica também contribui para minhas pesquisas no teatro”, informa a artista, que também é Licenciada em História, Mestra em Artes e atualmente doutoranda no Ppgartes UFPA. 

"Manifesto Visagento” também pode ser visto como um desdobramento da pesquisa da artista com o barro e suas memórias. Em 2017, ela apresentou "VerParacuri", para o qual pesquisou o teatro de formas animadas em elação com o artesanato do Paracuri, em Icoaraci, e o barro foi matéria-prima do trabalho. No "Manifesto Visagento" a relação com o barro vem por conta de a artista morar em uma casa antiga construída com barro, onde hoje também existe o espaço cultural Olaria Mundiar.

A Olaria Mundiar tem sido o espaço em que Vandiléia tem experimentado fabulações artísticas e é também sua moradia. Durante a pandemia, o isolamento social disparou seus delírios criativos para essa construção. “Naquele período chegamos a apresentar um experimento cênico chamado 'Manifesto Visagento do Mundo'”, pelo YouTube. Nesse sentido, este novo 'Manifesto Visagento' é um desdobramento disso e penso que a primeira apresentação presencial precisa ser realizada na própria Olaria Mundiar”, explica. 

O espetáculo conta com uma equipe de diversos profissionais já experientes das artes cênicas paraense, com o apoio da equipe do Casarão do Boneco e Tárik Coelho. Na direção está a atriz, pesquisadora e diretora Adriana Cruz, com produção do Produtores Criativos e divulgação do Holofote Virtual – Comunicação Arte Mídia.

Ficha técnica 

Direção: Adriana Cruz. 

Atriz: Vandiléia Foro.

Iluminação: Marckson de Moraes.

Operação de luz: Wellington Bruno.

Trilha sonora: Cincinato Marques Junior. 

Operação de som: ĺtalo Matta.

Registro de Imagem: Cincinato Marques Junior. 

Fotos: Marckson de Moraes.

Cartaz: Vandiléia Foro.

Produção: Produtores Criativos / Cris Costa, Fafá Sobrinho, Thiago Ferradaes, Andréa Rocha e Nanan Falcão.

Divulgação: Holofote Virtual – Comunicação Arte Mídia.

Agradecimentos: Casarão do Boneco e Tárik Coelho.

Serviço

Espetáculo “Manifesto Visagento”. Apresentações: Dias 19 e 20, na Olaria Mundiar (Trav. Gurupá, 178 – Cidade Velha), e de 23 a 25, no Teatro Waldemar Henrique (Praça da República - Campina), sempre às 20 horas. Ingressos: antecipado R$ 15,00 , no dia R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia). Informações: 91 98269-0206.

Da assessoria do evento.

Entre memórias, histórias reais misturadas com a ficção e situações que seriam cômicas se não fossem trágicas, o Grupo de Teatro Trupe Teia apresenta o espetáculo “Brincádiquê”, montagem que se cria e se apresenta pelas ruas da periferia de Belém, especificamente nos bairros do Jurunas, Guamá e Terra Firme. Com poesia, comicidade e palhaçaria, o espetáculo quebra rotinas de espaços tradicionais dos bairros para discutir o direito à cidade, acesso à cultura e à cidadania.

A partir das linguagens da palhaçaria, da brincadeira de rua e bebendo na fonte da cultura popular, o espetáculo se define como teatro de cortejo, linha de pesquisa e de atuação em que o grupo Trupe Teia desenvolve desde 2021. “Brincádiquê” é um espetáculo brincante para todos os públicos, mas especialmente para os que moram nas periferias e sentem diariamente o que é viver na cidade mas não acessá-la.

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Para Alana Lima, uma das coordenadoras e atriz do projeto, o centro da cidade é cheio de programações culturais, mas infelizmente a periferia carece de acesso à cultura. “A gente trabalha e mora na periferia e muitos dos nossos indutores de criação partem da relação com os bairros. Pra gente não faz sentido ir pro centro apresentar algo que é criado a partir da periferia e pra ela. Nós queremos, junto com tantos outros movimentos culturais e sociais periféricos, construir uma cultura de acesso ao teatro e de formação de plateia com pessoas pretas, periféricas, que muitas vezes nunca assistiram a um espetáculo”, explica Alana.

“Brincádiquê” apresenta críticas sociais por meio das diversas histórias reais do dia a dia da comunidade que serão misturadas com a ficção, comicidade e a palhaçaria, linguagem que está presente em todos os espetáculos do grupo. “A gente junta um pouco das nossas próprias histórias com o que ouvimos de amigos, vizinhos, parceiros e pessoas que nos cederam seus relatos para a pesquisa. São histórias de quem nasceu e cresceu no Guamá, Jurunas e tantas outras periferias. Há histórias com profundas críticas sociais e outras com uma relação bem sensível com o território e a cidade”, afirma a atriz e produtora Alana.

Os artistas foram para as ruas de Belém conversar com moradores e vivenciar os bairros. “Durante o processo de criação, a gente conversou com os moradores, e tudo isso foi base para a criação dos personagens que vão ser apresentados, sempre com diálogo com a comunidade e com a rua”, enfatizou a atriz Victoria Myuke.

O Espetáculo “Brincádiquê” foi selecionado pelo Prêmio FCP de incentivo à arte e à cultura 2022.

Sobre os realizadores

A Trupe Teia é um coletivo que desde 2019 desenvolve pesquisa e atuação em palhaçaria e teatro de rua nas periferias e comunidades de Belém, em especial o bairro do Guamá. Em 2021 começam a focar na pesquisa do Teatro de Cortejo enquanto uma linguagem cênica de rua que mescla a musicalidade da cultura popular e as comicidades das periferias. Entre os principais trabalhos da Trupe está o Projeto Biketeca, de 2021, uma biblioteca na bike que circula pelo bairro do Guamá distribuindo livros e desenvolvendo ações cênicas de rua.

Serviço

“Espetáculo Brincádiquê“.

14/11 - 17h30 - Passagem Limoeiro - Jurunas

15/11 - 9h - Biblioteca do Tucum - Guamá/Terra Firme

15/11 - 20h - Praça Benedito Monteiro - Guamá

19/11 - 17h - Praça Helena Dias – Jurunas

Entrada Gratuita.

Por Ariela Motizuki, da assessoria do evento.

 

Trabalhar a linguagem do teatro em miniatura e expandir o conhecimento e valorização do teatro de animação no bairro do Guamá. Essa é a proposta dos multiartistas do projeto “O grande circo em miniatura: teatro-caixa-circo”. Em forma de teatro de caixa, e bebendo na fonte do teatro em miniatura, o projeto vai levar às ruas do bairro, na periferia de Belém, as histórias de um circo e seus cinco personagens, além de ofertar a jovens oficinas de teatro de bonecos com bolsas como incentivo à participação.

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O espetáculo é uma idealização do Espaço Cultural Casinha de Brincantes, voltado para apresentações e produções artísticas no bairro do Guamá. O projeto mostra a vida de uma palhaça em busca do seu nariz vermelho e um místico que aprisiona uma criatura capaz de realizar desejos.

As apresentações ocorrem nas ruas, e quem passa no local é abordado pelos artistas e convidado a conhecer o universo dentro da caixa, onde a magia acontece. As narrativas estão relacionadas com histórias e referências íntimas de criação dos manipuladores.

Lucas Serejo, ator e um dos idealizadores do projeto, explica que entre as referências ele pensou em algo que tocasse em sentimentos profundos das pessoas. “Fiz uma mistura se baseando no circo itinerante, que com muitas atrações possui a Tenda Mística, esse lugar de previsões e de certo conhecimento. Procurei referências outras, como a lenda do diabo da garrafa, que realiza a riqueza e prosperidade”, conta Lucas.

Todo o processo de construção cenográfica foi feito à mão e tendo o papel como matéria-prima. Foram cinco semanas de criação intensa da equipe de artistas-manipuladores e da coordenação técnica, sob coordenação do professor mestre Aníbal Pacha, que é referência no trabalho com o Teatro de Caixas em Belém. A coordenação técnica é da cenógrafa Mônica Torres.

Para Alana Lima, diretora, atriz e uma das idealizadoras do projeto, a intervenção é a realização de um sonho antigo. “Em 2018 me encantei pela linguagem depois de assistir a vários espetáculos de teatro lambe-lambe. E descobri em Belém o Coletivo de Animadores de Caixas, puxado pelos professores Aníbal Pacha e Edson Fernando, da UFPA. Uni esse desejo de trabalhar com a caixa ao sonho de trazer o circo pro bairro do Guamá. Sou palhaça de rua, mas não sou circense, e lá no fundo há um desejo de pertencer a magia do circo”, explica a idealizadora.

A intervenção de Teatro de Caixa faz parte do projeto homônimo selecionado pelo Prêmio FCP de incentivo à arte e à cultura 2022 e propõe quatro intervenções em diferentes pontos do bairro do Guamá, onde residem os artistas idealizadores Alana Lima e Lucas Serejo.

As performances ocorrem no dia 4, às 10 horas, na rua Barão de Igarapé-Miri, esquina com a Liberato de Castro, e às 19 horas, na passagem São Miguel, a rua do PSM, onde se localiza o Espaço Cultural Casinha de Brincantes. No dia 5, mais duas intervenções serão realizadas: às 9 horas, na Biblioteca do Tucum, na passagem São José, e às 19 horas na Praça Benedito Monteiro.

Oficina 

Além das apresentações nas ruas, uma oficina de Teatro com Bonecos será ministrada por Paulo Ricardo Nascimento, bonequeiro da Cia In Bust Teatro com Bonecos, para jovens do bairro que receberão uma bolsa como incentivo à participação. A oficina "Teatro com Bonecos: uma experiência" é uma iniciativa da produção do projeto por enxergar a importância das ações formativas em projetos culturais.

A ideia é alcançar os jovens do bairro e proporcionar contato com a linguagem do teatro de animação e uma experiência de criação. São apenas 10 vagas e os jovens que forem selecionados receberão uma bolsa de R$ 100,00 para participar da oficina, que será realizada no dia 6/11, de 9 às 13 horas, no Espaço Cultural Casinha de Brincantes. 

Alana Lima e Lucas Serejo são multiartistas e arte-educadores, pesquisadores no campo da arte nas linguagens do teatro de rua e teatro de animação. O projeto é uma  oportunidade de unir linguagens já desenvolvidas pelos artistas, como a palhaçaria e o teatro, com o teatro em miniatura.  

Serviço

"O grande circo em miniatura – intervenções de teatro de caixa". 

Dia 04/11

10h – Rua Barão de Igarapé-Miri, esquina com Liberato de Castro. 

19h – Passagem São Miguel, no Guamá.

Dia 05/11 

9h – Biblioteca do Tucum – Passagem São José, Guamá. 

19h – Praça Benedito Monteiro, no Guamá.

Dia 06/11 

Oficina “Teatro com bonecos: uma experiência”. 

Com Paulo Ricardo Nascimento. 

De 9h às 13h. 

Local: No Espaço Cultural Casinha de Brincantes – Pss. São Miguel, núm. 50 – altos. 

Informações: Espaço Cultural Casinha de Brincantes.

Por Ariela Motizuki, da assessoria do evento.

 

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Em Belém, a última segunda-feira de outubro foi marcada pelas assombrosas figuras presentes no quarta edição do Cortejo Visagento, evento que tem como foco a promoção da cultura local, o conhecimento das lendas regionais, estímulo à leitura e à passagem de experiências. A concentração começou às 18 horas, no Cemitério de Santa Izabel, no bairro do Guamá. Com muita música e história, o cortejo caminhou até a praça Benedicto Monteiro, onde se encerrou, com concursos de melhores fantasias, apresentações musicais e estímulo para mais projetos culturais na cidade.

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“Nós acreditamos que o conhecimento da cultura local é importante para os jovens da nossa comunidade. O halloween já era muito exaltado dentro da nossa instituição, nós não temos bruxas, mas nós temos a Matinta, então vamos homenageá-la”, disse Mineia Silva, presidente do Espaço Cultural Nossa Biblioteca e coordenadora-geral do Cortejo Visagento.

Victor Ramos, um dos organizadores do evento, afirmou que o Cortejo está ali para dar visibilidade real às visagens, ressignificar a data de 31 de outubro, e a imagem do cemitério.

“Pessoas costumam ter medo desse lugar, mas é um lugar de descanso e paz, que contém várias histórias do imaginário e contam a história do próprio bairro”, disse Victor.

“Nós estamos em um bairro que precisou se construir por si só, ninguém ajudou o Guamá, o Jurunas, a Terra Firme, ou a Condor, nós fomos empurrados, nós tivemos que lutar pelo nosso bairro, tínhamos a opção de tentar, ou continuar chorando. Este é um bairro que sofre com uma visão negativa, e onde há visão negativa, não há investimento público. Nós temos, aqui, cemitérios, hospitais que ficaram marcados por abrigarem doenças terríveis, e os maiores investimentos feitos no bairro não foram para os moradores. Temos condomínios, que não são para os moradores, uma universidade, que não é para os moradores. Então nós estamos em uma luta para fazer com que a cultura de leitura se torne uma cultura do Guamá, para contaminar a cidade toda, querendo dar uma nova cara para o bairro do Guamá. Não somos um bairro violento, somos um bairro de criatividade. Hoje nós disputamos a mente das pessoas com a ignorância, principalmente, depois desses últimos anos de governo. Eu não tenho problemas com a igreja, mas aqui, no bairro do Guamá, nós temos uma por rua, no mínimo, e nós estamos no tempo da ciência, e ambas podem crescer juntas, por isso, queremos mais escolas, mais bibliotecas, queremos a leitura espalhada pelo lugar”, declarou Raimundo Oliveira, professor de história, e idealizador do projeto do Cortejo Visagento.

Nesta edição, o cortejo homenageou a lenda do Curupira, chamando atenção para as queimadas que ocorreram na Amazônia, mas quem também marcou presença lá, e roubou a cena, foi a Matinta Pereira, a “dona do lugar”.

“O comando, aqui, é da Matinta Pereira, é do Saci Pererê, é do Curupira. Esse território é nosso, nos respeitem, porque nós somos gente”, afirmou Raimundo.

Por Paulo Ricardo de Brito, Matheus Vinicius Silva e Ana Clara Soares (sob a supervisão do editor prof. Antonio Carlos Pimentel).

 

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