Cultura

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O histórico quadro "Independência ou Morte", de Pedro Américo (1843-1905), é uma das principais atrações do Museu Paulista, no bairro do Ipiranga, região sul de São Paulo. A obra, apresentada pela primeira vez ao público em 7 de setembro de 1895 durante a inauguração do ambiente reservado para a história do Brasil, passa por um cuidadoso processo de restauração no Salão Nobre do Museu do Ipiranga. A ideia é que a pintura esteja pronta para a reinauguração do espaço programada para acontecer em 2022, ano em que o "Grito de Independência" completa 200 anos.

Uma equipe especializada repara os danos causados por ação do tempo para que a obra tenha de volta as cores originais. Para recompor pontos de perda nas camadas da pintura e retirar vestígios de outros restauros, os profissionais são acompanhados por pesquisadores do Instituto de Física e do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP).

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Os acadêmicos assessoram o time de restauradores utilizando técnicas com equipamentos capazes de mostrar os materiais empregados durante o processo criativo do autor. Para expor traços iniciais feitos a grafite ou carvão por Pedro Américo, alguns recursos tecnológicos como a reflectografia de infravermelho, a espectroscopia por fluorescência de raios X e a espectroscopia Raman são essenciais para que o quadro seja reconstruído por completo.

De acordo com os especialistas, os recursos empregados na restauração também possibilitaram o reconhecimento de intervenções anteriores na mesma tela. Um tom amarelado indevido em uma certa região do céu é um exemplo identificado pela tecnologia. Os artifícios ainda permitiram o acesso a informações escondidas por Pedro Américo. Segundo os estudiosos, há "figuras de arrependimento" do autor como a traços alusivos a um cavalo que só foi observado com o uso do infravermelho.

Após finalização do trabalho de restauro, o quadro será revestido com verniz de alta qualidade para não amarelecer com o tempo. O procedimento seguirá sendo feito no próprio Salão Nobre do Museu do Ipiranga, sem retirar a tela da parede. De acordo com Yara Petrella, doutora em Arquitetura e Urbanismo pela USP e especialista em conservação e restauro do Museu Paulista, em entrevista à Agência Fapesp, não há justificativa para desmontar toda a pintura, pois a ação provocaria danos à moldura fabricada em folha de ouro. A quadratura também está sendo restaurada.

Reunindo trabalhos produzidos durante o Projeto Transborda, a exposição O Estrangeiro Daqui está em cartaz na Galeria de Artes do Sesc Casa Amarela, até o dia 31 de março. A mostra é focada em obras da fotografia, do audiovisual e da moda e faz parte do compromisso do Sesc de incentivar a criação artística e promover a inclusão e a cidadania.

Os trabalhos apresentados na exposição foram confeccionados durante o Projeto Transborda – As Linguagens da Cena, realizado no segundo semestre de 2019, que chegou ao Alto Santa Terezinha e o Morro da Conceição. Nesses locais, foram montadas residências artísticas focadas em diferentes manifestações culturais.

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Audiovisual, Dança, Música, Fotografia e Moda foram exploradas por alunos das residências nas 30 horas do projeto. A exposição pode ser visitada de segunda à sexta, das 9h às 19h. A entrada é gratuita.

Serviço

O Exposição Estrangeiro Daqui

Até 31 de março | De segunda à sexta-feira, das 9h às 19h

Sesc Casa Amarela - Av. Prof. José dos Anjos, 1190

Entrada gratuita

*Da assessoria

A nova obra do artista britânico Banksy, criada por ocasião do São Valentim em Bristol, Inglaterra, foi vandalizada neste sábado, segundo imagens publicadas em redes sociais.

O artista, que mantém sua identidade em sigilo, publicou ontem no Instagram duas fotos da nova obra, exposta em um muro da cidade inglesa e que foi alvo de vândalos. Em fotos que circulam nas redes sociais, a pintura é coberta por um grafite rosa em formato de coração e a inscrição "BBC Wankers" ("Os idiotas da BBC").

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No começo de dezembro, um pedestre vandalizou uma pintura de Banksy em Birmingham, Inglaterra. A obra, que denunciava o problema das pessoas sem lar no Reino Unido, foi protegida com vidros.

Deitado sobre uma ponte que cruza o rio Tâmisa, Ben Wilson dá os últimos retoques em sua mais recente obra: uma pintura em miniatura feita sobre um chiclete grudado na estrutura de aço.

Há 15 anos esse inglês de 57 anos percorre Londres esculpindo e pintando pedaços de goma de mascar jogados no chão pelos pedestres.

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Mais que um passatempo incomum, se trata de "arte" urbana, explica em entrevista à AFP em uma manhã de inverno, enquanto retoca a obra grudada em um dos grandes degraus da escadaria entre a Catedral de Saint Paul até a Millenium Bridge, ponte de pedestres da capital britânica.

"É triste ver o impacto que os seres humanos podem ter no meio ambiente e a quantidade de dejetos que produzimos. Acho que é bom poder criar algo" a partir disso, diz com um pincel nas mãos.

Suas obras, pouco maiores que uma moeda, estão por toda a Millenium Bridge e em torno da famosa catedral. E se não olharmos muito de perto podem passar despercebidas.

Muitas são representações em miniatura da catedral de Saint Paul. Outras, desenhos de cores brilhantes, quase pscicodélicos, muitas vezes datados e com dedicatória.

Wilson nasceu no norte de Londres e começou sua carreira esculpindo em madeira, antes de se concentrar em chiclete seco. Com o passar dos anos esse passatempo incomum lhe rendeu o apelido de "chewing-gum man" (homem-chiclete).

Seu ritual é sempre o mesmo. Localiza um chiclete antigo grudado em uma calçada e abre seu material: um cobertor coberto de manchas coloridas sobre o qual deita, seus frascos de tinta acrílica, um pincel, um isqueiro que utiliza para amolecer o chiclete e uma lata de verniz que aplica sobre a obra quando terminada.

Os pedestres, acostumado a ver esse artista excêntrico manchado de tinta deitado na Millenium Bridge em qualquer estação do ano, se aproximam para falar com ele ou fazer uma foto.

"É a pessoa que joga o chiclete a culpada da degradação", diz Wilson. "Eu transformo o dejeto em arte, é uma forma de reciclagem", diz, reconhecendo que um de seus principais desafios é não pintar a própria ponte, porque poderia ser detido por degradação.

Wilson afirma ter pintado "milhares e milhares" de chicletes e se vangloria de ter disseminado essa "arte oculta" pelas calçadas e pontes de toda a capital.

Ele diz que vive de suas colaborações com artistas e galerias, mas que recusa qualquer remuneração de quem pede que ele dedique uma de suas obras.

O próximo mês será especial os fãs do mais icônico dos quatro componentes da banda inglesa The Beatles. O Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresentará de 13 de março a 7 de junho a exposição "John Lennon em Nova York".

Além de celebrar os 80 anos do nascimento de John Lennon (1940-1980) e os 40 anos do legado deixado pelo cantor e compositor, a exposição faz parte da programação que celebra os 50 anos do MIS.

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A mostra tem curadoria do jornalista Ricardo Alexandre e exibe fotos tiradas pelo lendário norte-americano Bob Gruen, considerado um dos maiores fotógrafos da cena rock'n'roll. O retratista documentou, por meio das imagens, a vida de Lennon no tempo em que o músico inglês morou em Nova York, cidade na qual viria a ser assassinado no dia 8 de dezembro de 1980.

A venda antecipada dos ingressos começou nesta sexta-feira (7) por meio do www.sympla.com.br.

 

Serviço

Exposição "John Lennon em Nova York"

Quando: de 13 de março a 7 de junho; de terça a sábado, das 10h às 20h, domingos e feriados, das 10h às 19h

Onde: MIS - Av. Europa, 158, Jd. Europa, São Paulo - SP

Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) / Ingressos antecipados no www.sympla.com.br

Informações: (11) 2117-4777

A história de um dos maiores expoentes da música popular brasileira é tema de uma exposição gratuita na cidade de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. Em homenagem ao Rei do Baião, Luiz Gonzaga (1912-1989), o Salão Expositivo do Teatro Adamastor abre as portas para a mostra "Na Eternidade dos 30!". A visitação pode ser feita todos os dias, das 9h até às 22h, e está aberta até 1º de março.

Com curadoria de Assis Ângelo, cenografia de Celso Rorato e direção geral de Sylvia Jardim, a exposição celebra a memória do cantor e compositor pernambucano ao lembrar os 30 anos de sua morte. Além disso, o conjunto da mostra recorda 70 anos da gravação do primeiro forró, a música "Forró de Mané Vitor", de autoria de Luiz Gonzaga e Zé Dantas.

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Entre os itens expostos estão literaturas de cordel, partituras musicais, letras inéditas, discos raros, livros, documentos, revistas e fotos do acervo que pertence ao Instituto Memória Brasil (IMB). Junto aos materiais da mostra, os visitantes também poderão ouvir jingles comerciais e políticos compostos pelo artista. A mostra foi separada em sete estações com duas seções que aproximarão os visitantes da herança artística e cultural do músico. A obra de Luiz Gonzaga é considerada patrimônio imaterial da cultura brasileira.

Serviço

Exposição Luiz Gonzaga "Na Eternidade dos 30!"

Quando: até 1º de março, todos os dias, das 9h até às 22h

Onde: Salão Expositivo do Teatro Adamastor - Avenida Monteiro Lobato, 734, Macedo, Guarulhos - SP

Entrada gratuita

Os moradores da capital paulista ganharam mais um espaço cultural definitivo. Voltado para receber mostras das mais variadas expressões de arte contemporânea, o Paço das Artes, que já teve sete endereços temporários em 50 anos de existência, agora terá sede oficial no Casarão Nhonhô Magalhães, em Higienópolis, bairro da região centro-oeste. A entrada para visita às exposições do museu é gratuita.

Primeiro espaço cultural direcionado de maneira exclusiva à arte contemporânea, digital e obras reprodutíveis do estado de São Paulo, o Paço das Artes inclui símbolos das artes plásticas, visuais e multimídia em sua coleção. Além de convidar frequentadores à reflexão e memória das obras, o local é tido como um grande celeiro de talentos e incentiva novos artistas a darem sequência em seus trabalhos e expressões dos diversos segmentos culturais.

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Para receber as instalações do ambiente cultural, o Casarão de Higienópolis que é tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico da cidade, passou por uma reforma assinada pelo arquiteto Álvaro Razuk. A obra fez com que a antiga garagem da mansão municipal ganhasse aspecto de um espaço contemporâneo preparado para ser sede dos grandes expoentes artísticos. As cinco primeiras obras do acervo do Paço das Artes fazem parte da exposição de inauguração "Limiares" e foram doadas pela artista Regina Silveira.

 

Serviço

Exposição "Limiares"

Quando: até 10 de maio, de terça a sábado, das 10h até às 20h; domingos e feriados, das 12h até às 20h

Onde: Paço das Artes - Rua Albuquerque Lins, 1.331, Higienópolis, São Paulo - SP

Ingressos gratuitos

A exposição gratuita “Egito Antigo: Do Cotidiano à Eternidade” chega ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo no próximo dia 19 de fevereiro. Em seu acervo a mostra, que tem 140 peças do Museo Egizio da Itália, apresenta itens como estátuas, esculturas, réplicas de escavações, sarcófagos e até a múmia de Tararo, mulher que viveu nos anos 700 a. C e pertencia à 25ª dinastia núbia, conhecida como a dinastia dos faraós negros.

Dividida em três seções distribuída pelos seis pisos do CCBB/SP, a mostra convida os visitantes para uma viagem no tempo e para conhecerem, por meio de objetos raros, como eram os dias da população no Antigo Egito. A exposição apresenta utensílios da vida cotidiana, da religião e da eternidade, três aspectos vistos como os pilares do desenvolvimento daquela que é considerada uma das maiores e mais importantes civilizações da humanidade. Entre as atrações estão a réplica da tumba da Rainha Nefertari, uma pirâmide cenográfica de seis metros e a estátua da deusa Sekhmet.

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Na instalação disponível no CCBB do Rio de Janeiro, a exposição registrou mais de 1 milhão de visitantes até o começo do ano de 2020. Por este motivo, a organização da mostra no CCBB/SP sugere que paulistanos e turistas que queiram conhecer a exibição inédita na capital paulista, reservem seus ingressos no site da Eventim a partir do próximo dia 1 de fevereiro.

Serviço

“Egito Antigo: do cotidiano à eternidade” no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112, Centro

Quando: De 19 de fevereiro até 11 de maio, de quarta a segunda das 9h às 21h

Quanto: Grátis

Reservas: https://www.eventim.com.br/

Mais informações: (11) 3113 - 3651

As artes de rua serão protagonistas na primeira edição do Festival de Arte de Rua de Olinda - Farol. O evento abre sua programação na próxima quarta (22) e, até o domingo (26), promove as artes visuais, sobretudo o graffiti, na Casa Balea. 

O Farol é uma realização da Casa Balea, Nyx Studio e Sana Bar, com apoio d'A Casa do Cachorro Preto. O festival abre suas atividades, na próxima quarta (22), com a exibição do curta-metragem Bajado, de Marcelo Pinheiro. O documentário traz diversas abordagens e interpretações da vida e da obra do artista plástico.

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A programação do festival conta, também, com debates sobre a arte de rua, pintura de painéis e murais, oficina de graffitti e apresentações de DJs, MCs e grupos musicais. Participam das atividades os artistas Raoni Assis, Max Motta, Raul Córdula Rodolfo e Duff, entre outros. 

Confira a Programação:

Dia 22/01. Quarta-feira. 21h.

Cine Clube: Bajado.

Curta de Marcelo Pinheiro

Entrada gratuita.

Dias 23/01. Quinta-feira. 19h30.

Mesa redonda: Grafite.

Participação e entrada livres e abertas

Dia 24/01. Sexta-feira.

10h. Abertura dos murais.

Participação aberta. Traga seu material.

19h Dj Da Mata, Mc Mirim e Mc Lua.

Entrada gratuita.

25 e 26/01. 15h às 18h

Oficina de Grafite com Max Motta e Rodolfo

R$ 60,00 (o aluno recebe 3 latas para a atividade).

Dia 25/01. Sábado.

15h - Continuação dos murais.

19h. Dj Dagga, Mc Agô e Mc Luma e Escama Rec. (Sana)

Entrada gratuita

Dia 26/01. Domingo.

15h. Encerramento dos murais.

17h. Zymba (Sana)

Serviço

Farol - festival de Arte de Rua de Olinda

Quarta (22) a domingo (26)

Casa Balea (Rua Treze de Maio, 99 - Olinda)

O Instituto Butantan, principal produtor de imunobiológicos do Brasil, oferece atrações culturais na região oeste da capital paulista. Até o próximo dia 25, a exposição gratuita "Amplifique!" apresenta, por meio de fotos, imagens ampliadas do universo microscópico. A atração faz parte da 3ª Mostra de Arte Científica Brasileira, do projeto ArtBio, em que pesquisadores brasileiros retratam, pelas lentes das câmeras fotográficas, o "trabalho invisível" que salva vidas.

A ArtBio, idealizadora da exposição, já participou de outras edições da Mostra de Arte Científica Brasileira apresentando imagens na capital do estado do Rio de Janeiro. Locais como o Museu da Maré, o Museu do Amanhã e o Aeroporto Internacional Tom Jobim receberam as fotografias que ampliam tecidos e células em até 300 mil vezes com boa resolução.

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A visitação funciona todos os dias das 9h até às 16h30, no Centro de Difusão Científica (CDC) do Instituto Butantan.

 

Serviço

Exposição "Amplifique!"

Quando: até 25 de janeiro, das 9h às 16h30

Onde: Centro de Difusão Científica (CDC) do Instituto Butantan Avenida Vital Brasil, 1.500, Butantã, São Paulo - SP

Grátis

Uma pintura roubada há 22 anos e encontrada por acaso, em dezembro, nos jardins do Museu Piacenza, no norte da Itália, foi feita pelo famoso pintor austríaco Gustav Klimt, informou o gabinete da Promotoria nesta sexta-feira.

"É com emoção que anuncio que o trabalho é autêntico", disse a promotora de Piacenza, Ornella Chicca, aos jornalistas.

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A pintura foi submetida a um exame especializado para verificar se era o original e não uma cópia.

A pintura encontrada no jardim da entidade dentro de um saco de lixo havia sido roubada em 1997.

O roubo causou alvoroço e indignação internacional; portanto, as autoridades decidiram submeter a pintura encontrada a um exame especializado.

Trata-se da obra "Retrato de uma dama", feita sob um fundo verde, que desapareceu em fevereiro de 1997 do museu durante a execução de obras de reforma.

Os jardineiros da entidade descobriram a pintura em dezembro passado, sem a moldura, dentro de um saco de lixo enquanto limpavam a hera externa que cobre uma parede do jardim.

O saco com a obra estava dentro de um pequeno nicho, com uma porta, geralmente usada para ventilação, conforme revelado às autoridades.

Segundo a polícia local, é possível que os ladrões tenham colocado a pintura no nicho para recuperá-la mais tarde, mas devido ao alvoroço causado que faziam dela um quadro difícil de ser vendido, eles a abandonaram lá.

Os 56 anos de vida compartilhados pelo casal Zélia Gattai e Jorge Amado são contados através de fotografias, cartas, vídeos, desenhos e depoimentos reunidos na exposição Amados – Zélia & Jorge, em cartaz no Centro Cultural Recife. O público tem até o próximo domingo (19), para conferir a mostra e fazer um passeio por essa história. 

A exposição começa a contar a história de Zélia e Jorge em 1945, quando se conheceram. Uma linha cronológica destaca acontecimentos fundamentais da trajetória do casal, mostrando suas viagens pelo mundo, a vida no exterior durante o exílio, o nascimento dos filhos, amigos, os trabalhos compartilhados e a volta à Bahia. 

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O público poderá conferir um rico acervo fotográfico além de vídeos e depoimentos de amigos próximos ao casal. Além disso, a mostra conta com ilustrações, cartas de amor e postais trocados em viagens. Uma árvore genealógica apresenta a 'linhagem' dos Amado, com seus filhos, netos e bisnetos. A visitação é gratuita. 

Serviço

Exposição Amados - Zélia & Jorge

Até domingo (19)

Quinta a sábado - 10h às 20h

Domingo - 10h às 17h

Centro Cultural Recife (Av. Alfredo Lisboa, 505 - Marco Zero - Bairro do Recife)

Gratuito

 

Nesta sexta-feira (10), a partir das 17 horas, será aberta a exposição “Belém, Viva Belém!”, no Castanheira Shopping. É uma bela homenagem aos 404 anos que a capital paraense completará no domingo, dia 12 de janeiro. 

A mostra tem 38 fotos da cidade publicadas no período que vai da passagem do século XIX ao XX. A curadoria é da professora doutora Rosa Arraes, que há mais de 30 anos realiza trabalhos voltados para a valorização do patrimônio histórico de Belém.

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As imagens que compõem a exposição foram retiradas de cartões-postais, jornais, livros e álbuns. Todas de domínio público. De acordo com Rosa Arraes, a escolha das fotografias foi por meio de extensa pesquisa, com o propósito de contar histórias da Belém antiga e a evolução da metrópole ao longo do tempo.

As fotos foram ampliadas e plotadas nos corredores dos três pisos do shopping, com ênfase no terceiro. A visitação à exposição terá, em horários específicos, a presença de uma historiadora e uma museóloga como mediadoras.

A programação terá palestras importantes sobre a história e a cultura da cidade, que se estenderão até 31 de janeiro, sempre às 16h30, no Espaço Criança (3º piso). 

Programação

Dia 10/01 – Palestra “A História da Fundação da Cidade de Belém”, com o Prof. Dr. Aldrin Moura de Figueiredo.

Dia 17/01 – Palestra “A Evolução da Cidade de Belém”, com a Profª. Drª. Maria Goretti da Costa Tavares

Dia 24/01-– Palestra “Arte e Patrimônio da Cidade de Belém”, com a Profª. Drª. Paula Andreia Rodrigues.

Dia 31/01– Palestra “A Música na Belle Époque”, com o Prof. Me. Jonas Arraes.

Datas e horários de visitação à exposição com a presença de mediadoras:

Dia 10/01 - às 18h30

Dia 12/01 – às 16h,17h e 18h

Dia 17/01- às 18h

Dia 19/01 - às16h,17h e 18h

Dia 24/01 - 18h

Dia 26/01 – às 16h,17h e 18h

Dia 31/01 - 18h 

Da assessoria do evento.

 

 

Com suéter listrado, sorriso sincero e o sonho de se tornar jogador de futebol, Mikail Akar se parece com qualquer garoto de sete anos. No entanto, esse jovem prodígio do expressionismo agita a cena da arte há anos.

Apelidado de "mini Picasso" pela imprensa alemã e natural de Colônia, o menino vende pinturas em todo o mundo por vários milhares de euros.

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"Com apenas sete anos, ele já se destacou no mundo da arte. Há interesse por ele na Alemanha, França e Estados Unidos", comenta seu pai e agente, Kerem Akar.

Ele diz que descobriu o dom do seu filho por acaso, depois de dar a ele uma tela e alguns pincéis em seu quarto aniversário, já que ele "já tinha carrinhos e bonecos suficientes para brincar".

"A primeira tela foi fantástica, e a princípio pensei que minha esposa a havia pintado, embora não seja uma artista. Eu pensei que poderia ser uma coincidência, mas depois de sua segunda e terceira pinturas, ficou claro que ele tinha talento", conta, orgulhoso.

Uma obra de sua última coleção foi vendida recentemente por 11.000 euros em benefício da associação para crianças patrocinada por Manuel Neuer, goleiro da seleção alemã de futebol.

Luvas de boxe

Suas pinturas em cores explosivas lembram o expressionismo abstrato do americano Jackson Pollock, que é um de seus ídolos, como dois outros artistas lançados muito jovens à fama: Jean-Michel Basquiat e Michael Jackson.

Mas a criança se orgulha de ter desenvolvido seu próprio estilo: ele aplica tinta spray na tela equipado com... luvas de boxe do pai.

"Ver um tal equilíbrio e tal harmonia de composição, eu não esperava isso de uma criança", exclama Arina Daehnick, fotógrafa de Berlim, durante uma apresentação em meados de dezembro das obras do menino na capital alemã.

Diana Achtzig, diretora da galeria de arte contemporânea Achtzig, em Berlim, disse que ficou impressionada com "a imaginação e a variação" de Mikail Akar: "desde que ele tenha alguém que o apoie e que não o explore, terá um futuro brilhante pela frente".

O jovem artista, por sua vez, afirma ter outros sonhos: "Quando eu for mais velho, quero me tornar jogador de futebol profissional", lança, antes de detalhar, todo empolgado, a história de uma recente vitória por 8-0 de seu time na escola.

"Pintar é bastante cansativo para mim. Às vezes pode demorar muito tempo... especialmente com luvas de boxe", admite.

Marca de sucesso

Seu pai garante que ele e sua esposa tentam não pressionar o filho e protegê-lo desta glória repentina.

"Se for demais para ele, vamos intervir. Recusamos muitos pedidos", disse Kerem Akar.

"Ele só pinta quando quer: às vezes é um quadro por semana, às vezes um por mês".

O pai admite que sua própria vida mudou radicalmente desde que descobriu o talento de seu filho e que ele e sua esposa "vivem para a arte" hoje.

Ex-vendedor e recrutador, Kerem Akar, de 38 anos, agora cuida dos negócios do filho em tempo integral.

Para isso, fundou sua própria agência e ajudou a tornar seu filho uma marca de sucesso.

Evidenciado pelos bonés de beisebol à venda no evento de Berlim, todos adornados com a assinatura de Mikail formada por "M" e "A" de seu primeiro nome.

Com mais de 40.000 seguidores no Instagram, o jovem artista pretende conquistar o mundo. Depois de Colônia, ele exibirá pela primeira vez em sua vida no exterior: em Paris, na primavera de 2020.

Já pensou em encontrar no shopping figuras como Os Vingadores, Elvis Presley, Batman, Bruce Lee, Charles Chaplin, Michael Jackson, Liga da Justiça e mais de 200 outros personagens icônicos de todo o planeta? A partir desta quinta-feira (9) o Shopping Bosque Grão-Pará, em belém, promove a exposição Bosque Geek – Toys Collection, com a exibição de 300 peças que envolvem personalidades da cultura pop mundial, automóveis, entre outros. 

Cada réplica é  resultado de um trabalho minucioso conhecido como Action Figures. Os itens pertencem a colecionadores de Belém. A maioria dos bonecos foi fabricada na escala 1/6, que significa o tamanho real do ator/personagem dividido por 6, o que dá uma média de 30 centímetros de altura. Algumas figuras articuladas são estimadas em R$ 8 mil e há também um Thanos Estátua que custa cerca de R$ 19 mil.

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“A exposição começou meio que por acaso, já que fazemos parte de um grupo de colecionadores que em sua maioria não se conhecia pessoalmente, e tivemos a ideia de nos juntar para um encontro de fim de ano. Assim surgiu a primeira exposição que conseguimos arrecadar 130 itens colecionáveis”, conta Brunno Bezerra, um dos organizadores.

O evento é organizado também por Marcel Amazonas, Fernando Sette, Jonatham Moraes, além do próprio Brunno Bezerra. “Além da equipe técnica ainda contamos com uma equipe de aproximadamente 10 colecionadores, que nos auxiliam na montagem, além de participarem também trazendo peças de suas coleções pessoais”, relata Brunno.

Durante a mostra, o visitante também poderá apreciar o trabalho do fotógrafo Fernando Sette, que clicou os personagens mais icônicos do cinema em pontos históricos de Belém. A exposição traz algumas dessas fotos exclusivas e outras já conhecidas do público.

Outra atração, que desperta a atenção de crianças e adolescentes, é a presença dos heróis em carne e osso, interpretados por cosplayers. Aos finais de semana haverá encontros e concursos de cosplayers e cospets.

Os Action Figures foram criados na década de 1960, como uma alternativa para os meninos que não podiam nem se sentiam atraídos por brincar de bonecos ou com bichinhos de pelúcia. Os primeiros bonecos deste segmento parecem ter sido pertencentes à linha G.I.Joe. O boneco era chamado de Falcon aqui no Brasil e deu origem à linha chamada Comandos em Ação, que fez grande sucesso, ajudando esses brinquedos a se popularizarem entre as crianças. Posteriormente começaram a surgir bonecos baseados em personagens de quadrinhos e desenhos animados.

Os colecionadores afirmam que essa paixão mundial voltou com força total com a febre dos filmes da Marvel. Os Vingadores fizeram uma saga extraordinária no cinema, foram 11 anos e mais de 20 filmes que concluíram essa jornada de forma épica, e todo esse movimento dos heróis no cinema trouxe um grande "boom" para a cultura geek em forma geral. 

Serviço

Bosque Geek – Toys Collection.

Período: 9 de janeiro a 9 de fevereiro.

Horário: 10 às 22h.

Local: lounge do Acesso A.

Da assessoria do evento.

 

O Instituto Ricardo Brennand e o Consulado Geral do Japão no Recife, em parceria com a Fundação Japão, promovem a exposição itinerante O Poder do Shojo Mangá que ficará em cartaz até 7 de fevereiro, na pinacoteca do Instituto Ricardo Brennand. 

A mostra contará com 57 obras originais e reproduções, em alta qualidade, desenhadas por 13 renomados desenhistas de mangá, entre eles, Osamu Tezuka e Reiji Matsumoto, que contribuíram para o desenvolvimento do shojo mangá desde década 60.

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Além da exposição também haverá atividades paralelas, que acontecerão nos finais de semana, como a exibição do filme POP IN Q, oficinas de desenho e origami, apresentação de Kendo e muito mais. O valor do ingresso custa R$ 32,00 (inteira) e R$ 16,00 (meia entrada), e inclui visitação a todo complexo cultural. Mais informações pelos telefones (81) 2121-0352 / 2121-0365.

Programação completa:

DIA 19/JAN (domingo), às 15h, Oficina de Desenho ministrada por Clara Azuos

DIA 25/JAN (sábado), às 15h, Oficina de Origami ministrada por Helena Makiyama

DIA 26/JAN (domingo), às 14h, Oficina de Ikebana ministrada pela Associação de Ikebana de Pernambuco

DIA 01/FEV (sábado), às 15h, Oficina e Apresentação Musical de WADAIKO (tambor japonês)

DIA 02/FEV (domingo), às 15h, Oficina e Apresentação do KENDO (uma das artes marciais do Japão)

*Da assessoria

Noko Nishigaki é uma garotinha japonesa de 11 anos que gosta muito de desenhar. O que a torna diferente das demais meninas de mesma idade é que Noko é a mais jovem aprendiz de tatuagem do mundo, já dona de um estilo próprio e clientes satisfeitos com seu trabalho. A pequena já fez 35 tatuagens profissionalmente e tem uma agenda concorrida, haja vista seu Instagram com mais de 100 mil seguidores.

Filha do tatuador Gakkin, Noko começou a tatuar aos seis anos. Encorajada por ele, e também pela mãe, a menina que gostava de desenhar pássaros e gatos começou a aprender a arte da tatuagem treinando em cadernos e bonecas. A primeira tatoo de verdade foi feita no pai, um pardal de Java. A partir daí, ela começou a atender alguns clientes aos sábados de manhã, quando não tem aula. 

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Noko trabalha no estúdio do Gakkin, localizado em Amsterdã, na Holanda. Ela gosta de tatuar pássaros e gatos, esses últimos já estão se tornando sua marca registrada. A menina leva a arte da família a sério e, tendo o pai como maior referência, se dedica para entregar o melhor resultado aos clientes. "Entendo que tatuagens são pra vida inteira, então, não posso cometer nenhum erro. isso me deixa nervosa", disse em entrevista ao site Vice. 

Com apenas 11 anos de idade, Noko ainda não tem nenhuma tatuagem em seu corpo. Além de ser criança, ela entende que em seu país de origem, o Japão, as tattos ainda são vistas como um tabu. Mas ela pretende gravar alguns desenhos em si quando for mais velha e espera que até lá, o preconceito dos japoneses possa ter diminuído. "Não tenho nenhuma tatuagem, mas quero. Não muitas, já que gosto de ir para fontes termais e piscinas, e no Japão, pessoas com tatuagens não podem entrar. Espero que quando eu for adulta, pessoas com tatuagem também possam frequentar fontes termais no Japão". 

 

Encerra, no próximo sábado (4), a exposição biográfica do músico Alceu Valença. A mostra está em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife, e ficará aberta das 14h às 18h.

Intitulada “A Energia Dos Doidos Motor da Imaginação”, a exposição traz ao público a trajetória da carreira e vida de Alceu. Além disso, tem algumas peças da exposição disponível para venda.

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A renda será destinada a algumas associações de caridade, são elas: a Associação Tereza Miranda, que trabalha com resgate de animais em Paulista, Pernambuco;  a Viva Bicho, em Santos – SP e Associação Amigos do Museu do Estado de Pernambuco.

Entre as peças que estão sendo vendidas estão acervos raros como discos do músico, telas colorizadas, brinquedos, traquitanas e até a famosa Luneta do Tempo.

Serviço

Encerramento da Exposição Alceu Valença

Sábado (04) | 14h

Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças)

Gratuita

Informações: (81) 3184 3170

Tradicional espetáculo natalino, o Baile do Menino Deus emocionou o público, nessa segunda-feira (23), no Marco Zero do Recife. A céu aberto, a encenação retrata a história do nascimento de Jesus Cristo, o “Menino Divino”.

Gratuito, o Baile do Menino Deus segue com apresentações até esta quarta-feira (25), a partir das 20h. Neste ano, o evento chega a sua 36ª edição e estima um público de 70 mil pessoas. A TV LeiaJá acompanhou os detalhes. Confira na reportagem em vídeo:

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Morreu na noite da última quarta (18), o cordelista e xilógrafo José Soares da Silva, mais conhecido como Mestre Dila. O artista tinha 82 anos e estava internado no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru, por conta de uma pneumonia. 

Mestre Dila era um dos maiores nomes da xilogravura no Estado e era Patrimônio Vivo de Pernambuco. Ele passou cerca de uma semana internado e deixou cinco filhos e 11 netos. O velório e o enterro do artista serão realizados no Cemitério Dom Bosco, em Caruaru.  

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