Cultura

| Cinema

Peças que marcaram a história do cinema, como os nunchakus de Bruce Lee e o terno que John Travolta usou ao interpretar Vincent Vega em "Pulp Fiction", serão leiloadas esta semana em Los Angeles.

Os itens, entre outros artefatos da cultura pop americana, fazem parte do leilão "Ícones e Ídolos: Hollywood", que será realizado entre quinta e sexta-feira pela casa especializada Julien's Auctions, em Beverly Hills.

##RECOMENDA##

A venda inclui peças de clássicos do cinema e da televisão como "Batman", "Duro de Matar", "De Volta para o Futuro", "Mulher Maravilha", "Senhor dos Anéis", "Laranja Mecânica", "Seinfeld", "Game of Thrones", “Harry Potter” e “007”.

Destacam-se na coleção o macacão amarelo com listras pretas vestido durante as filmagens de "Jogo da Morte" (1978) por um dos dublês do falecido astro Bruce Lee; a prancha de surfe que Patrick Swayze usou no filme "Caçadores de Emoções" (1991); a roupa de Arnold Schwarzenegger em "O Exterminador do Futuro 2" e o laço da verdade que a atriz Gal Gadot usou em "Mulher Maravilha".

São mais de 1.200 itens que remontam desde a época de ouro de Hollywood até produções contemporâneas. Além de roupas e objetos, serão leiloados roteiros, fotografias e bens pessoais de lendas do cinema como Marilyn Monroe, Doris Day e Jack Lemmon.

"Todos os anos, buscamos coisas que fazem as pessoas sonharem para oferecer em nosso leilão anual de 'Ícones e Ídolos: Hollywood’”, disse Darren Julien, presidente da Julien's Auctions, que anunciou um catálogo de itens colecionáveis ”altamente procurados por fãs e colecionadores do mundo inteiro".

Os herdeiros da grife italiana Gucci ameaçaram nesta segunda-feira (29) apresentar uma ação judicial contra o filme "Casa Gucci", do diretor Ridley Scott, que acusam de retratar membros da família como "hooligans".

O filme é baseado em um dos acontecimentos mais marcantes da década de 1990 na Itália, o assassinato de Maurizio Gucci (interpretado por Adam Driver), o herdeiro da casa de moda italiana, a mando de sua ex-esposa Patrizia Reggiani (Lady Gaga).

##RECOMENDA##

"A família Gucci reserva-se o direito de tomar qualquer iniciativa para proteger seu nome e imagem, assim como os de seus familiares", diz uma carta publicada pela agência de notícias italiana ANSA e assinada pelos herdeiros de Aldo Gucci (1905-1990), fundador da grife de luxo.

O texto afirma que os herdeiros de Gucci se sentiram particularmente ofendidos com a descrição de Patrizia Reggiani, "uma mulher condenada por ordenar o assassinato de Maurizio Gucci, [apresentada] como vítima".

Eles também lamentaram que Aldo Gucci e seus parentes foram retratados como "hooligans, ignorantes e insensíveis ao mundo a seu redor."

"Casa Gucci" é dirigido pelo cineasta britânico Ridley Scott, de 83 anos, que fez alguns dos filmes mais emblemáticos dos últimos 40 anos, como "Blade Runner", "Alien", "Gladiador" e "Thelma e Louise" .

Desde os anos 1990, a família Gucci não está mais envolvida com a marca de luxo, que agora é de propriedade do grupo francês Kering, fundado pelo bilionário François Pinault.

Em contagem regressiva para a estreia de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, a produtora dos filmes do cabeça de teia, Amy Pascal, revelou nesta segunda-feira (29) que a Sony já planeja uma nova trilogia do personagem com o ator Tom Holland e que estará completamente ligada ao Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

O anúncio pegou muitos fãs de surpresa, já que muitos especulavam que “Sem Volta para Casa” seria a última participação de Tom Holland no MCU.

##RECOMENDA##

Além disso, em 2019, logo após a estreia de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, houve um desentendimento entre a Sony e a Marvel, que por pouco não encerrou a parceria entre as empresas. Alguns dias depois, ambas vieram a público anunciar que o contrato havia sido renovado.

“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” estreia em 17 de dezembro nos cinemas e muitos fãs consideram este, o maior lançamento da Marvel após “Vingadores: Ultimato” (2019). Muitos também estão na expectativa de verem as possíveis participações de Tobey Maguire e Andrew Garfield que já viveram o cabeça de teia em longas-metragens passados.

O Brasil lidera, com 32 filmes, a fase competitiva da 42ª edição do Festival Internacional de Cinema de Havana, que se inicia na próxima sexta-feira e vai até 12 de dezembro.

Dos 163 filmes que serão exibidos, 102 vão concorrer no evento anual do cinema latino-americano, que nesta edição foi realizado em duas etapas devido à pandemia de Covid-19, informou seu presidente, Iván Giroud, à televisão local.

##RECOMENDA##

A primeira parte foi realizada em dezembro de 2020, com a exibição de filmes que não competiram, em cinemas com capacidade limitada a 50%, e a segunda parte foi marcada para março.

Porém, uma nova alta da doença adiou a segunda fase até agora, quando Cuba parece ter a pandemia sob controle com a queda sustentada de infecções e mortes e 82,1% de sua população de 11,2 milhões completamente vacinada.

“Ainda estava pendente toda a sessão do concurso com os jurados presentes, com os diretores dos filmes latino-americanos aqui”, disse Giroud. No entanto, as salas funcionarão “com 50% da capacidade por medida sanitária”, ressaltou.

De acordo com o site do Festival, 16 filmes disputam o Prêmio Coral de longa-metragem de ficção, a competição mais importante.

O Brasil lidera com cinco títulos: "Meu nome é Bagdá", "Pacificado", "Ana. Sem título" (coprodução com Argentina, México, Chile e Cuba), "Todos os mortos" (com França) e "Breve miragem de sol" (com França e Argentina).

Argentina e México participam com quatro filmes do gênero cada, enquanto o Chile apresenta dois e a Venezuela e a República Dominicana um cada.

Um total de 15 cinemas exibirão os filmes do Festival, o principal evento cultural anual de Cuba, com milhares de espectadores nas salas.

Embora uma reforma monetária, aplicada em janeiro, tenha causado um aumento do ingresso de 2 para 5 pesos, em Cuba ainda é muito barato ir ao cinema, já que o custo é de 0,21 dólares no câmbio oficial.

A entrega dos prêmios Coral será realizada em 10 de dezembro e os filmes vencedores terão novas exibições até o dia 12.

Um dos filmes mais esperados do ano é “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”. De acordo com a Sony, os ingressos para assistir a nova aventura do teioso já poderão ser adquiridos na próxima segunda-feira (29), a partir das 12h (horário de Brasília), seja nas plataformas digitais de compra, ou nas bilheterias presenciais. Segundo o próprio ator Tom Holland, este dia está sendo chamado de “Spider Monday”.

A expectativa para o longa-metragem é grande. Além do retorno de diversos vilões consagrados em filmes do Homem-Aranha, o filme também promete ser o fim da jornada de Tom Holland vestindo o uniforme aracnídeo. Fora isso, as especulações envolvendo o retorno de outras versões do Homem-Aranha continuam crescendo, e ao que tudo indica, é possível que Tobey Maguire e Andrew Garfield retornem.

##RECOMENDA##

De acordo com a sinopse oficial, todo mundo agora conhece que Peter Parker é o Homem-Aranha. Após isso, o herói vai em busca da ajuda do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), para conseguir reverter essa situação de alguma forma. As consequências nesta tentativa são desastrosas, e assim abrem-se os portões para o multiverso.

 

 

No próximo sábado (27) será celebrado o nascimento do ator e artista marcial Bruce Lee (1940-1973), que completaria 81 anos. Embora estivesse envolvido na indústria dos cinemas desde sua infância, foi apenas em 1971, com seus longas-metragens de artes marciais, que ele alcançou o sucesso.

Sua primeira produção “O Dragão Chinês” (1971), caiu no gosto do público e se tornou uma grande estreia da época. No ano seguinte, Lee emplacou outro sucesso, “A Fúria do Dragão”, que mostra o personagem em uma árdua jornada de vingança. Vale destacar, que o ainda jovem ator Jackie Chan fez uma breve ponta no filme, como um dos muitos lutadores marciais que apanharam para Lee.

##RECOMENDA##

Ainda em 1972, foi lançado “O Voo do Dragão”, outro importante registro cinematográfico na carreira de Lee, que contou com a participação do ator Chuck Norris, em um combate de lendas que é lembrado até os dias de hoje.

Em 1973, saiu o “último” filme do artista marcial “Operação Dragão”, que foi feito em parceria com a Warner Bros. A produção estreou poucos dias após a morte de Lee, que até os dias de hoje é vista como um mistério. O laudo oficial do ator, conta que ele morreu devido a um edema cerebral, mas há quem afirma que ele foi envenenado.

Após a sua morte, diversas outras produções foram lançadas, que utilizavam dublês e aproveitavam cenas gravadas pelo ator ainda em vida, o maior exemplo disso foi “Jogo da Morte” (1978).

Curiosamente, a longa-metragem contava a história de um Bruce Lee ator, que com seus filmes chineses, conseguiu incomodar a poderosa Hollywood. Para se livrar da ameaça ao império, os grandes empresários precisavam trazer o ator para o lado deles. Como Lee recusou a proposta, os gigantes do cinema optaram por eliminá-lo.

“Jogo da Morte” aborda uma das muitas teorias, que visam investigar a morte misteriosa e prematura de Lee, há quem enxergue essa obra como um retrato real da vida do ator. Independente de seus bastidores, o filme marcou um dos figurinos mais icônicos do artista marcial, que é o clássico traje amarelo, utilizado mais tarde como referência em “Kill Bill”, do diretor Quentin Tarantino.

 O legado de Bruce Lee

O crítico de cinema Rafael Argemon explica que Lee conseguiu criar uma ponte entre o cinema de Hong Kong com o de Hollywood, além de fazer com a que cultura pop do oriente influenciasse a do ocidente.

O crítico lembra que o feito era totalmente inédito na década de 1970. “O sucesso estrondoso de ‘O Dragão Chinês’, ‘A Fúria do Dragão’ e ‘O Voo do Dragão’ em Hong Kong, abriu de vez as portas de Hollywood para Lee, que ao retornar aos Estados Unidos, filmou seu mais famoso e influente filme: ‘Operação Dragão’”, descreve Argemon.

Embora Lee tenha morrido ainda jovem, Argemon destaca que Lee causou um grande impacto na indústria cinematográfica americana. “O cinema de artes marciais influenciou até outros gêneros e subgêneros. A década de 1970 viveu uma verdadeira febre do kung-fu. E essa influência perdura até hoje. Quentin Tarantino que o diga”, ressalta.

De acordo com Argemon, mesmo quem nunca viu um filme de Bruce Lee, sabe quem é o ator. “Esse é o impacto de um ícone. Se você não é um fã de artes marciais ou mesmo da produção cinematográfica ligado às artes marciais, você provavelmente tem algum conhecimento de Bruce Lee como um artista marcial que, mesmo morrendo muito jovem, se tornou a própria imagem das artes marciais”, afirma.

Nesta semana, completam-se 45 anos desde que "Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976) chegou aos cinemas brasileiros. O filme é inspirado na obra literária de mesmo nome escrita por Jorge Amado (1912 – 2001) e conta a história de uma viúva (Sônia Braga) que se casa com um farmacêutico (Mauro Mendonça), mas ainda assim, não consegue esquecer seu ex-marido, o falecido Vadinho (José Wilker). Vale lembrar que o filme de Bruno Barreto é um marco da cultura audiovisual brasileira e durante 34 anos foi o longa-metragem mais assistido nos cinemas brasileiros, posto que foi tomado por “Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro” (2010).

De acordo com o historiador e cineasta Pierre Grangeiro, o período que o Brasil vivia foi um dos fatores que levaram “Dona Flor e Seus Dois Maridos” a se tornar um clássico. “Foi um fenômeno, muito por conta da questão sócio-política da época. Em 1976 houve a morte de Juscelino Kubitschek [1902 – 1976], e foi um período de grande comoção popular. As pessoas queriam algo que as fizessem sorrir, que os fizessem entreter de maneira envolvente, que não falasse de política, e falasse mais sobre a questão popular e cultural brasileira”, contextualiza.

##RECOMENDA##

Junte-se a isso a composição artística do filme, que também foi um dos trunfos da obra, principalmente na junção dos trabalhos de direção de Bruno Barreto ao texto de Jorge Amado. Segundo Grangeiro, ainda que houvessem grande novelas brasileiras baseadas em obras de Jorge Amado como “Gabriela” (1975) e “Tieta” (1989), elas não conseguiram captar a essência do universo do autor de maneira tão profunda e tão forte quanto “Dona Flor e Seus Dois Maridos” e muito disso se deve ao elenco principal.

Para o cineasta, os atores foram fundamentais para o sucesso do filme. “Sônia Braga é popular, bonita e sensual, que transmite essa imagem da mulher brasileira. É muito talentosa, e nós vimos isso nos últimos filmes que ela fez décadas depois como ‘Aquarius’ [2016] e ‘Bacurau’ [2019]”. Além dela, a presença de Mauro Mendonça foi essencial para retratar um personagem mais certinho e dentro 'da caixa', enquanto José Wilker (1944-2014) traz uma interpretação de um homem mais mulherengo, malandro e muito sedutor. “A química entre eles é extraordinária e impressionante”, analisa.

Toda grande obra cinematográfica possui também elementos secundários, indispensáveis na composição do todo, e com “Dona Flor e Seus Dois Maridos” não é diferente. Segundo Grangeiro, a trilha sonora e a direção de arte são responsáveis por trazer uma ambientação mais crível de uma Bahia na década de 1940, em pleno Carnaval. “Parece que você entra naquele universo. É um filme que funciona em todos os aspectos, não apenas como uma comédia, mas também com um pouco de drama e um pouco de erotismo. É um filme muito cultural, que mostra a cultura baiana, desde o acarajé até o samba”, expõe.

Influência na dramaturgia brasileira

 “Dona Flor e Seus Maridos” passou a ter grande influência em obras que estavam por vir, não apenas filmes, mas também novelas. “É uma obra que marca o cinema brasileiro. Foi, e ainda é extremamente relevante e atual. Ele não envelheceu nada, até hoje pode-se assistir com família e amigos e se divertir da mesma forma”. Além disso, a obra de Bruno Barreto conseguiu trazer um novo significado ao cinema e ao audiovisual brasileiro.

Devido a sua grandeza, acabou por influenciar outras obras nacionais audiovisuais posteriores, como “Cidade Baixa” (2005) e “Ó Paí, Ó” (2007), estrelado por Lázaro Ramos. “Enquanto um retrata uma Bahia um pouco mais realista, mostrando a realidade de um submundo, o outro apresenta uma Bahia mais humorística, com axé, dança e capoeira”. Por essas e por outras, Grangeiro afirma que “Dona Flor e Seus Dois Maridos” é um dos pontos altos do cinema brasileiro e está no topo entre melhores, assim como “O Bandido Da Luz Vermelha” (1968), “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964) e “Cidade de Deus” (2002).

 

 

"A Batalha do Lago Changjin", um filme chinês sobre a guerra da Coreia (1950-1953), bateu todos os recordes de bilheteria no país e provocou a detenção de um jornalista crítico.

O longa-metragem, que estreou no feriado nacional de 1º de outubro, destronou como maior bilheteria "Wolf Warrior 2", outra produção patriótica, de 2017.

##RECOMENDA##

De acordo com a plataforma de venda de ingressos Maoyan, o filme arrecadou 5,6 bilhões de yuanes (875 milhões de dólares) até o momento.

A produção aborda um episódio da guerra da Coreia no qual as tropas comunistas chinesas repeliram os adversários americanos em um campo de batalha com temperatura negativa na Coreia do Norte.

Em um novo período de tensão entre China e Estados Unidos, o regime do presidente Xi Jinping promove obras de conteúdo patriótico.

Além disso, uma lei de 2018 pune com prisão as ofensas aos heróis revolucionários.

E foi com base nesta legislação que um jornalista foi detido após a estreia do filme por perguntar nas redes sociais sobre os fundamentos da intervenção chinesa em ajuda à Coreia do Norte, que causou 200.000 mortes, segundo o balanço oficial de Pequim.

"Mais de meio século depois, os chineses ainda não começaram a refletir sobre a justificativa da guerra", escreveu Luo Changping, ex-diretor de redação da revista Caijing, famosa por denunciar casos de corrupção.

O jornalista foi detido por "ofensas à reputação e à honra de heróis e mártires", afirmou a polícia da província de Hainan.

A espera acabou e o encontro do público cinéfilo com o Cinema do Porto já tem data marcada. No próximo dia 19 de dezembro, às 16h, a terceira sala de exibição da marca Cinema da Fundação estreia com uma programação especial. Localizada no 16º andar do Edifício Vasco Rodrigues, no Bairro do Recife, esta sala conta com 138 lugares e consolida a parceria entre a Fundação Joaquim Nabuco e o Porto Digital.

"Há um ano, a Fundaj teve a honra de embarcar no Porto Digital. Nós sabemos da vocação empreendida pela modernização desta ilha e pretendemos contribuir ainda mais com a vida social e cultura do Bairro do Recife", declarou o presidente da Fundaj, Antônio Campos. "A nossa instituição está comprometida há mais de 70 anos com a pesquisa, a cultura e o conhecimento. Agora, também, com a tecnologia", concluiu.

##RECOMENDA##

Para Pierre Lucena, presidente do Porto, o principal objetivo do equipamento é atender ao povo. "Tínhamos dois grandes objetivos: atender às 48 mil pessoas que trabalham no Bairro do Recife, mas, também, aquelas que vem aos fins de semana. O Recife Antigo é o bairro no coração de todo recifense. Estamos felizes de entregar isso para a população", declarou, ao recordar que a parceria começou a ser discutida antes da pandemia.

Com 511 m² de espaço e telão de 7x3 metros, o novo equipamento é inteiramente digital. Ao todo, foram investidos, pelo Porto Digital, R$ 1,3 milhão nas obras de reforma do local e mais R$ 500 mil nos equipamentos. O investimento em acessibilidade, claro, não ficou de fora. Além de elevador e rampas, há espaços reservados exclusivamente para cadeirantes na ampla sala de exibição.

*Da assessoria

O longa-mentragem que adapta um dos mais conhecidos anti-heróis da Marvel, “Venom: Tempo de Carnificina”, chegou ontem (23) nos serviços de streaming Amazon Prime Video e Apple TV+, além de também ficar disponível nas plataformas de aluguel como Google Play e Microsoft Store.

O filme está entre os maiores sucessos de estreias do cinema, que ocorreram durante a pandemia do Covid-19, com um total de US$440 milhões (R$2462,02 milhões) em bilheteria mundial. A obra é uma sequência do filme de 2018, que introduziu uma nova abordagem do personagem, sem a presença de seu rival Homem-Aranha.

##RECOMENDA##

Em “Venom: Tempo de Carnificina”, o astro Tom Hardy assume novamente o papel de Eddie Brock, ao lado de seu simbionte Venom, que desta vez precisará encarar as ameaças do Carnificina (Woody Harrelson) e do Shriek (Frances Barrison).

Também integra o elenco a atriz Michelle Williams, no papel de namorada de Brock. O filme foi dirigido por Andy Serkis e roteirizado por Kelly Marcel, que também participou da produção do longa-metragem.

Jared Leto que está com seu nome super em alta por conta da divulgação do filme Casa Gucci, que tem previsão para estrear na próxima quinta-feira, dia 25, arrumou um tempinho em sua agenda agitada para participar de uma entrevista com Ellen DeGeneres.

De acordo com informações lançadas pelo Daily Mail, o Leto de 49 anos de idade revelou durante um quadro do programa que fala sobre perguntas indiscretas que ele simplesmente adora fazer as suas refeições completamente sem roupa.

##RECOMENDA##

O ator também fez uma outra grande revelação de que tem uma guilhotina dentro de sua casa, mas que no entanto ele preferiu não dar muitos detalhes porque viu o choque da plateia ao citar o assunto.

Nesta semana, o ator e produtor John Krasinski anunciou por meio das redes sociais que sua participação em “DC Liga dos Super-Pets” está confirmada. Em seu perfil oficial no Twitter, o cineasta brincou dizendo: “Eu sempre quis fazer com The Rock em algum filme. Bom, estes são os papéis que nascemos para interpretar”. Na sequência, a foto publicada, é do Superman (Krasinski) e seu cão Krypto (The Rock).

A animação em questão está com estreia prevista para maio de 2022 e já conta com diversas personalidades confirmadas no elenco, além de Dwayne “The Rock” Johnson. O comediante Kevin Hart integra o grupo que dará  voz ao personagem Ace, mais conhecido como Bat-Cão. Além deles, Keanu Reeves, Diego Luna e Natasha Lyonne também estão confirmados, mas seus personagens ainda não foram confirmados.

##RECOMENDA##

Toda a equipe por trás de “DC Liga dos Super-Pets” já é experiente no ramo de animações, e por conta disso, a expectativa é grande. Dentre os principais nomes que estão por trás do projeto, está Jared Stern, roteirista de “LEGO Batman: O Filme” (2017). Além dele, Sam Levine, criador do desenho “Penn Zero: Quase Herói” (2014 – 2015), também se junta à equipe para co-dirigir a animação da DC.

 

 

A 6ª Mostra Ambiental de Cinema do Recife - MARÉ lança a programação completa. Em formato híbrido (presencial e virtual), o evento acontece entre 29 de novembro e 7 de dezembro no Recife e pela primeira vez no Arquipélago de Fernando de Noronha, com exibições de filmes, além de oficinas, encontros, debates e diversas atividades culturais. Toda programação da mostra é gratuita e acessível no site

A arte oficial desta edição, intitulada "Um sonho recorrente", é da artista pernambucana Juliana Lapa, com elementos visuais do Recife, como a Torre de Cristal, que compõe o Parque das Esculturas Francisco Brennand. “Acredito que muitas pessoas que vivem em cidades litorâneas têm esse sonho recorrente com grandes ondas, tsunamis.  Eu sou uma delas. Este é um desenho que tem um poder simbólico muito grande, ele anuncia que uma grande mudança se aproxima, seja pela força da natureza, seja pela força da emergência diante da grave situação ambiental”, explica a artista.

##RECOMENDA##

A programação da edição compõe três eixos estruturadores: Cidades e Conflitos, Ecossistemas e Biodiversidade, Povos e Territórios, voltados para acontecimentos urgentes, entre eles, a COP26, mudanças climáticas, Década dos Oceanos e o Marco Temporal. “Quando penso em meio ambiente, a reflexão que faço é que o meio é o todo, tudo que está ao nosso redor é o ambiente. Estamos vivendo um momento de urgência, seja devido a covid-19 ou com a sobrecarga do uso dos recursos naturais, e pouca ou quase nenhuma preocupação com a sustentabilidade. Acreditamos que o cinema é uma ferramenta potente

de conscientização e transformação ambiental, e é nessa perspectiva que realizamos a 6ª edição da MARÉ. Sempre com inovação e trazendo ao público temas atuais, essa edição consolida um trabalho feito com carinho e preocupação com todo o ambiente e a sustentabilidade da nossa cidade e planeta” explica Rafael Buda, Coordenador geral da mostra. A edição marca a estreia da primeira mostra a ocupar o centenário Teatro do Parque. “Fazer a sexta edição da MARÉ no Parque tem um valor único: a preservação histórica de espaços culturais, que se torna mais especial com a partida de Geraldo Pinho, um dos maiores incentivadores do cinema nacional”, completa Tiago Delácio, coordenador de programação da MARÉ.

Composta por 18 curtas e 6 longas, totalizando 24 filmes de 11 estados e 2 países, a  curadoria da edição de 2021 da MARÉ é do crítico, curador e pesquisador André Dib em parceria com o curador da Mostra Cinema do Mar, Fellipe Redó. Entre os destaques, o longa de abertura ‘Por onde anda Makunaíma?” de Rodrigo Séllos, refaz a trajetória do personagem em suas diferentes formas, da ancestralidade indígena às obras da literatura, cinema e teatro, propondo uma reflexão sobre a cultura brasileira ao longo do século 20. O filme conta com imagens de Joana Fomm, Milton Gonçalves, Paulo José e depoimentos do ativista Jaider Esbell. O pernambucano ‘Bem Virá’, da diretora Uilma Queiroz, realizado no interior por mulheres sertanejas e da capital, reforça a importância do protagonismo feminino e contrapõe o estereótipo de elementos do Sertão, a exemplo da seca. O filme propõe um debate especial após a sessão no Teatro do Parque. 

“A programação deste ano foi composta por filmes marcados pelo desejo de ruptura e questionamento. Na mesma medida, são obras que buscam no fazer cinematográfico e na memória cultural processos de cura e formas outras de se conectar e estar no mundo que não aquelas que nos levaram à tragédia em tantos níveis como a que estamos vivendo. É importante destacar a força da produção da Região Norte, que participa com dois curtas e um longa significativos neste sentido,  assim como o cinema indígena representado pelo filme Essa Terra é Nossa", destaca André Dib.

Sessão Especial Cinema do Mar - Em comemoração à Década dos Oceanos (2021 a 2030) a Maré apresenta uma seleção de filmes pensados especialmente com objetivo de fazer um alerta aos espectadores, para lançar de imediato iniciativas radicais a fim de  reduzir os índices cada vez mais alarmantes na emissão de gases poluentes na atmosfera e no oceano. “As obras são uma coleção fílmica que apresenta uma certa desconfiança na política de apaziguamento, de disruptura à normalidade vendida nas farmácias e pelo Governo Federal, de anúncio distópico de futuro embora não completamente improvável. Ainda assim, os filmes que compõem esta seleção tem o objetivo de contribuir dando visibilidade às ODS - Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável”, destaca Fellipe Redó curador da Mostra Cinema do Mar. 

Oficinas – Duas oficinas compõem a programação da edição da mostra no formato híbrido entre os dias 29 de novembro e 3 de dezembro: Oficina de Documentário Ambiental com Marlom Meirelles, (presencial) e Oficina de Animação Stop Motion com materiais Materiais Reutilizados com Bruno Cabús (virtual), ambas com carga horária de 20h. As inscrições seguem até domingo (21) através do link e o resultado da seleção será divulgado no dia 24 de novembro no site e redes sociais da mostra.

Encontros e debates – Voltados para os eixos da mostra e seus desdobramentos, a edição da MARÉ 2021 promove o 2º Encontro de Festivais Ambientais de Cinema e os debates O desafio da década: a restauração dos oceanos e a perda da biodiversidade, com Heloísa Schurmann, Andrea Olinto e Rômulo Faria; Marco Temporal: resistência e luta dos povos tradicionais, com Iran Xucuru, Whodson Silva e Carolina Canguçu, e Planeta em risco: a emergência climática, conflitos econômicos, políticos e impactos imediatos, com Inamara Melo, Moacy Araújo e Silvio Tendler.

Atividades presenciais - No Recife, o Cineteatro do Parque recebe a 6ª MARÉ nos dias 29 e 30 de novembro. A MARÉ será a primeira mostra a ocupar o Parque, espaço histórico que retomou recentemente suas atividades após um longo período fechado. Já no dia 4 de dezembro, uma exibição ao ar livre ocupará o Cais do Sertão (Espaço Umbuzeiro - vão livre) e no dia 5 de dezembro, uma ação de limpeza ambiental em parceria com as associações e coletivos Xô Plástico, Recife sem Lixo e Green Girls está programada no Parque das Esculturas. As novidades desta edição são exibições e debates na Ilha de Fernando de Noronha nos dias 6 e 7 de dezembro. 

CineRuaPE – Em parceria com o Coletivo CineRuaPE, a MARÉ 2021 irá realizar uma visita guiada no Cineteatro do Parque em comemoração ao retorno do equipamento cultural do Recife, espaço que concentra grandes exibições cinematográficas e atrações culturais desde 1915. O coletivo CineRuaPE vem realizando atividades em prol da memória, retomada e preservação dos cinemas de rua do Estado de Pernambuco há seis anos. A visita ganha o nome ‘Geraldo Pinho’, programador do Parque por muitos anos e grande incentivador da MARÉ, falecido recentemente. Compondo a programação, uma sessão especial de curtas da mostra será exibida para alunos da rede pública de ensino.

Cuidados sanitários - A 6ª edição da MARÉ seguirá todos os protocolos sanitários no combate e prevenção da Covid-19 em todas as atividades presenciais. Para a segurança do público ao acesso à mostra, será necessária a apresentação do cartão de vacinação com a primeira dose da vacina ou com ciclo vacinal completo (físico ou virtual). Além disso, será obrigatório o uso de máscaras e o distanciamento social. A mostra disponibilizará álcool (gel/líquido) e máscaras descartáveis para substituição.

A MARÉ é uma realização da Bonsucesso Comunicação de Cultura, produção A saga Audiovisual e Cidadania, com incentivo do Funcultura e apoios da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Recife, Administração de Fernando de Noronha, Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Secretaria Estadual de Turismo e Lazer, EMPETUR, Cais do Sertão e Editora CEPE.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA DA 6ª MARÉ:

OFICINAS

de 29/11 a 3/12 - Segunda a Sexta

Oficina de Documentário Ambiental, com Marlom Meirelles

13h às 17h

Local: Espaço Pasárgada 

Oficina de Stop Motion com materiais reutilizados, com Bruno Cabús

14h às 18h

Local: Zoom 

 TEATRO DO PARQUE

Segunda 29/11

18h – VJ Biarritzzz (Intervenção videomapping)

18h30 – Cerimônia de abertura

19h – Sessão de abertura: 

Curta: Fragmentos de Gondwana (PE, 2021, 18’), de Adalberto Oliveira + Longa: Por onde anda Makunaíma? (RR, 2020, 84’), de Rodrigo Séllos, seguida de debate com os realizadores.

Terça 30/11

15h30 – Visita guiada com o Coletivo #CineRuaPE + Sessão de Curtas

1 Peixe para 2 (PE, 2020, 9’), de Chia Beloto

Híbridos (Hybrids, França, 2017, 6’20’’), de Florian Brauch, Matthieu Pujol, Kim Tailhades, Yohan Thireau e Romain Thirion

Peixe Assado (Peix al forn, Espanha, 2018, 4’), de Guillem Miró

Meu quintal é maior que o mundo (PB, 2021, 2’10’’), de Ana Bárbara Ramos

18h – Lançamento do livro “Cinema Ambiental: Filmes, Festivais, Plataformas, Angústia e Esperança", de Solange Alboreda

19h – Curta: Per Capita (PE, 2021, 15'), de Lia Letícia + Longa: O Bem Virá (PE, 2020, 80’), de Uilma Queiroz, sessão seguida de debate com as realizadoras.

VIRTUAL

Quarta 01/12

16h – 2º Encontro de Festivais Ambientais de Cinema

18h – Longa: Luz nos trópicos (RJ, 2020), de Paula Gaitán

Quinta 02/12

16h – Debate: O desafio da década: a restauração dos oceanos e a perda da biodiversidade

Convidados:

Heloísa Schurmann (Voz dos Oceanos)

Andrea Olinto (Coordenadora de Política Costeira - SEMAS)

Rômulo Faria (Gerente Geral de Licenciamento e Áreas Verdes - SMMA)

18h – Longa: “Nũhũ yãg mũ yõg hãm: essa terra é nossa!” (MG, 2021,70'), de Isael Maxakali, Sueli Maxakali, Carolina Canguçu e Roberto Romero

Sexta 03/12

16h – Debate: Marco Temporal: resistência e luta dos povos tradicionais  

Convidados:

Iran Xucuru (Ativista)

Whodson Silva (Articulação Sertão Antinuclear)

Carolina Canguçu (Cineasta)

18h – Longa: A bolsa ou a vida (RJ, 2020, 102’), de Sílvio Tendler 

Sábado 04/12

16h – Debate: Planeta em risco: a emergência climática, conflitos econômicos, políticos e impactos imediatos 

Convidados:

Inamara Melo (Secretária Executiva - SEMAS)

Moacyr Araújo (Vice-reitor UFPE e Rede CLIMA)

Silvio Tendler  (Cineasta)

Mostra virtual de curtas (29/11 à 07/12)

1 Peixe para 2 (PE, 2020), de Chia Beloto

Cidade Submersa (MG, 2020, 5’), de Bárbara Lissa

Dinheiro (MG, 2021,4’), de Sávio Leite 

Foi Um Tempo De Poesia (CE, 2021, 13’), de Petrus Cariry 

Henriqueta (RJ, 2021, 18’), de Anna Azevedo 

Meu quintal é maior que o mundo (PB, 2021, 2’10’’), de Ana Bárbara Ramos 

Meus santos saúdam teus santos (PA, 2021, 13’45’’), de Rodrigo Antônio

O Mundo Mineral (MG, 2021, 10’), de Guerreiro do Divino Amor

Pandelivery - quantas vidas vale o frete grátis? (SP, 2021), de Guimel Salgado e Antônio Matos

Portugal Pequeno (RJ, 2020, 19’), de Victor Quintanilha

Segunda natureza (PR, 2021, 12’21’’), de Milla Jung

Tambor ou bola (AL, 2020, 23’32’’), de Sérgio Onofre

Utopia (AP, 2021, 15’), de Rayane de Penha 

Yabá (RN, 2021, 12’), de Rodrigo Sena

 CAIS DO SERTÃO (Espaço Umbuzeiro - vão livre)

Sábado 04/12

18h – Sessão Cinema do Mar

Curtas:

Peixe Assado (Peix al forn, Espanha, 4’), de Guillem Miró

Híbridos (Hybrids, França, 2017, 6’20’’), de Florian Brauch, Matthieu Pujol, Kim Tailhades, Yohan Thireau e Romain Thirion

Fragmentos de Gondwana (PE, 2021, 17’48’’), de Adalberto Oliveira

Longa:

Flutuantes (Brasil, 2013, 72’), de Rodrigo Savastano

AÇÃO AMBIENTAL

Domingo 05/12

08h - Ação de Limpeza Ambiental no Parque das Esculturas - Marco Zero (Xô Plástico, Recife sem Lixo, Green Girl)

FERNANDO DE NORONHA

Segunda 06/12

19h – Sessão 1:

1 Peixe para 2 (PE, 2020, 8’55’’), de Chia Beloto

Fragmentos de Gondwana (PE, 2021, 17’48’’), de Adalberto Oliveira

Utopia (AP, 2021, 15’), de Rayane de Penha 

Foi Um Tempo De Poesia (CE, 2021, 13’), de Petrus Cariry 

Meus santos saúdam teus santos (PA, 2021, 13’45’’), de Rodrigo Antônio

20h30 – Debate após sessão 

Terça 07/12

19h – Sessão 2:

Híbridos (Hybrids, França, 2017, 6’20’’), de Florian Brauch, Matthieu Pujol, Kim Tailhades, Yohan Thireau e Romain Thirion

Peixe Assado (Peix al forn, Espanha, 4’), de Guillem Miró

Meu quintal é maior que o mundo (PB, 2021, 2’10’’), de Ana Bárbara Ramos 

Tambor ou bola (AL, 2020, 23’32’’), de Sérgio Onofre

Portugal Pequeno (RJ, 2020, 19’), de Victor Quintanilha

Yabá (RN, 2021, 12’), de Rodrigo Sena

20h30 – Debate após sessão 

SERVIÇO

6ª Mostra Ambiental de Cinema do Recife - MARÉ

29 de novembro a 7 de dezembro

Cineteatro do Parque, Cais do Sertão, Fernando de Noronha e online

Gratuita

Outlander finalmente irá chegar as telinhas, foi o que divulgou o canal norte-americano Starz, confirmando, nessa segunda-feira (22), a data de estreia da sexta temporada para 6 de março de 2022.

O retorno terá direito a um episódio estendido, mostrando todo o desenrolar do fim da última temporada em que Claire, interpretada por Caitriona Balfe foge de Lionel Brown, vivido por Ned Dennehy, que tenta lhe tirar a vida.

##RECOMENDA##

A série, que pode ser vista na Netflix, tem apenas cinco temporadas adicionadas e os fãs que assistem pela plataforma de streaming terão um tempo maior de espera para matar a saudade.

Antes mesmo da estreia da sexta temporada, o Starz já confirmou a renovação para a sétima.

Confira o trailer:

[@#video#@]

 

Nesta quarta-feira (24), a mais nova minissérie da Marvel Studios vai estar disponível para todos os assinantes do Disney+: “Hawkeye”. A produção será marcada pelo retorno do vingador Gavião Arqueiro / Clint Barton (Jeremy Renner), que será responsável por treinar sua sucessora, Kate Bishop (Hailee Steinfeld). A futura vingadora também não tem poderes, mas vai aprender como ser uma heroína com apenas um arco e suas flechas. Confira o trailer: https://www.youtube.com/watch?v=6tdxk503c7U&ab_channel=MarvelBrasil

Após se aposentar de sua função como Vingador, Clint Barton se vê na necessidade de retornar à ativa, para enfrentar os últimos inimigos que estão em seu caminho, e enquanto a jornada de um herói se encerra, uma outra se inicia. Ao que tudo indica, Kate Bishop vai fazer parte do grupo conhecido como Jovens Vingadores, que ainda não apareceu nos cinemas, mas pode surgir nos próximos anos.

##RECOMENDA##

Uma das surpresas da nova minissérie pode ser a aparição de Yelena Belova (Florence Pugh), irmã de Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), e possível candidata à Vingadora no futuro. Ao final de “Viúva Negra” (2021), uma cena pós-créditos revela que Yelena vai em busca de Clint Barton, justamente por achar que ele foi o responsável pela morte de sua irmã.

Vale lembrar que esta não será a última produção da Marvel Studios no ano, já que a estreia mais aguardada acontece em 16 de dezembro, com o filme “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”. O longa é o terceiro filme solo de Tom Holland, e a cada dia aumentam as especulações sobre o retorno dos antigos atores que interpretaram o teioso nos cinemas, Tobey Maguire e Andrew Garfield.

 

 

O futuro live action da famosa franquia de horror e sobrevivência dos videogames “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City” teve algumas novidades reveladas pela Sony Pictures Entertainment, que mostrou mais detalhes sobre os monstros presentes no longa-metragem. Acompanhe: http://https://www.youtube.com/watch?v=wFaMvZEGqFA

Logo de cara é possível ver o surgimento do clássico zumbi, bastante inspirado na primeira aparição da criatura no primeiro game de 1996. A cena em que o monstro termina de devorar sua vítima e na sequência se vira para o jogador, é considerada por muitos, como um dos momentos mais icônicos dos jogos de terror.

##RECOMENDA##

Na sequência, o vídeo destaca outra vilã emblemática da franquia de jogos, Lisa Trevor, que no filme será interpretada por Marina Mazepa. A personagem é conhecida por ser a primeira vítima do vírus Progenitor, responsável por transformá-la em uma poderosa e horripilante mutante.

Outro destaque foi o monstro Licker, uma mutação ainda mais avançada dos zumbis, que apesar de cegos, possuem uma excelente audição e são capazes de dilacerar seus inimigos com facilidade.

“Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City” conta com direção e roteiro de Johannes Roberts e está com estreia prevista para 2 de dezembro de 2021, nos cinemas brasileiros.

Determinada, batalhadora e ambiciosa: esta é Lulli, personagem de Larissa Manoela no novo filme da Netflix! Nesta segunda-feira, dia 22, a plataforma de streaming anunciou o trailer da comédia romântica escrita pela autora best-seller Thalita Rebouças, que leva o nome da protagonista - uma estudante de medicina que sonha em se tornar a melhor cirurgiã do mundo. Para isso, ela não vai deixar nada nem ninguém atrapalhar seus objetivos, nem mesmo o recente ex-namorado.

[@#video#@]

##RECOMENDA##

No entanto, o mundo da garota vira de cabeça para baixo quando ela leva um choque de um aparelho de ressonância magnética e começa a ouvir os pensamentos alheios. Sorte ou azar? Agora a jovem precisará aprender a lidar com as maravilhas e os perigos de saber o que os outros estão pensando.

Lulli está previsto para estrear no dia 26 de novembro e ainda conta com Sérgio Malheiros, Amanda de Godoi, Vinícius Redd, Yara Charry, Nicolas Ahnert, Paula Possani, Gabriel Contente, Ana Mangueth e Carlos Artur Thiré no elenco, além das participações especiais de Guilherme Fontes, Luciana Braga, Marcos Breda e da própria Thalita Rebouças.

Com o mote Documentário e Educação, a Jornada de Estudos Documentais (JED) realiza a sua terceira edição, entre os dias 22 e 26 de novembro, com programação totalmente gratuita e on-line. A JED deste ano conta com mesas acadêmicas, conferências e exibição de filmes da Mostra Competitiva, Mostra Cinema - Educação, além da exibição do longa metragem convidado Muribeca, de Camilo Soares e Alcione Ferreira, aclamado pela presença em renomados festivais nacionais e internacionais.

Inicialmente, a jornada despontou como simpósio acadêmico e de extensão universitária, mas desde a sua segunda edição vem expandido a programação, tornando-se um evento de âmbito nacional. A JED hoje abrange tanto o público em geral e pesquisadores interessados no estudo mais profundo do domínio audiovisual em suas múltiplas práticas.  O mote deste ano, Documentário e Educação, é motivado pelo centenário de nascimento de Paulo Freire.

##RECOMENDA##

A Jornada de Estudos Documentais é promovida pelo Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), por meio do Bacharelado em Cinema e Audiovisual, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM), e produzido pela Jaraguá Produções.

Mostra Competitiva

A Mostra Competitiva contará com exibição de 57 curtas e médias documentais, divididos em oito sessões temáticas. A primeira sessão é a Janelas da Pandemia, que são filmes ambientados no momento pandêmico; Os caminhos que trouxeram até aqui traz obras que abordam ancestralidade e espiritualidade; Costura de Afetos com filmes que retratam trajetórias pelo olhar afetivo; a Bem-Te-Vi conta com obras de temáticas LGBTQIA+;  A Ficção do trabalho apresenta filmes sobre as atividades humanas do trabalho; Ruínas do presente contém obras sobre memórias e o tempo, De qualquer maneira, vou ficar na história reúne filmes com histórias de personagens encantadores do cotidiano; e O que insiste apresenta documentários sobre a ditadura militar.

Mostra Cinema Educação

A JED deste ano terá a Mostra Cinema-Educação, reunindo 26 filmes produzidos em diversos contextos educativos. São obras que foram produzidas em disciplinas ou cursos voltados para o cinema, que abordam temas que debatem a relação entre cinema e educação ou que fazem reflexões sobre processos educativos.

Entre as obras estão os filmes do programa Andanças, iniciativa que promove a democratização do cinema através da exibição de filmes, debates sobre gênero e diversidade dentro das escolas públicas. Serão exibidos os filmes Por um vôo e Mudanças, produzidos por alunas da Rede Pública que fizeram parte da formação oferecida pelo Andanças sobre produção de narrativas audiovisuais.

Outro destaque na temática educação é o projeto Coque Vídeo, que promove arte periférica por meio de formação e experimentação audiovisual voltado para crianças e adolescentes da Comunidade do Coque, em Recife. Serão uma série de oito filmes produzidos pelos estudantes do curso de formação do projeto. Uma delas é o Brega Protesto, filme criado em parceria com o Grupo AdoleScer e outros movimentos sociais, vencedor do FestCine - 2019, na categoria videoclipe.

Os filmes da mostra estarão disponíveis para serem assistidos gratuitamente no site do evento. Além da exibição das obras, durante todos os dias da JED ainda terão debates com os realizadores dos filmes, em dois horários diferentes, às 18h e às 19h.

Na sexta-feira (26), às 19h, a programação documental encerrará com o longa convidado Muribeca, de Camilo Soares e Alcione Ferreira, que marcou presença em diversos festivais do Brasil e do Mundo. O filme retrata como os moradores do Conjunto Residencial Muribeca, no bairro de Jaboatão dos Guararapes, sentem o apagamento da comunidade e suas histórias, laços afetivos e memórias vividas naquela região.

Mesas e Debates

A jornada também conta, nos cinco dias de evento, com 15 mesas que irão debater temas diversos que abordam a relação do cinema documentário com pedagogia; processos criativos; propaganda e retórica; fricções, paisagens e temporalidades; questões indígenas;  lutas sociais e coletivos; práticas cinematográficas experimentais; entre outros. A programação dos debates está disponível no site e todas as mesas serão transmitidas online por meio da plataforma Zoom.

Conferências

A programação também terá duas conferências com convidados especiais. Na terça-feira (23), às 19h, será com Amaranta César. Renomada professora do Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), ela acumula inúmeras participações como curadora, membro de júri, palestrante e conferencista.

Já na sexta-feira (26), às 10h, será com Cezar Migliorin, professor de Cinema e membro do Programa de Pós-Graduação em Comunicação na Universidade Federal Fluminense (UFF). Coordenador do projeto nacional de cinema, educação e direitos humanos: Inventar com a Diferença. As duas conferências serão transmitidas por meio de Zoom e pelo Youtube do evento.

O evento é incentivado pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), via Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) da Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco. A inscrição para assistir às mesas é única, sendo válida para todas as atividades acadêmicas e podem ser realizadas gratuitamente pelo formulário do festival até dia 22 de novembro.

A organização da III Jornada de Estudos do Documentário também confere certificado de participação. Para mais informações sobre a programação de filmes, debates ou conferências, basta acessar o site ou Instagram do evento.

*Da assessoria

Inspirado na tradição local das narrativas de horror, o longa de ficção pernambucano “Recife Assombrado” será exibido dentro da programação do 25º Cine PE. O filme de Adriano Portela terá sessão no Teatro do Parque, às 14h, na próxima sexta-feira (26).
Realizado pela produtora pernambucana Viu Cine, “Recife Assombrado” acompanha a história de Hermano (Daniel Rocha), que retorna para o Recife após 20 anos para investigar o desaparecimento de seu irmão. Durante essa busca, ele se depara com assombrações famosas do imaginário recifense.
Com roteiro assinado por Ulisses Brandão, o filme ainda conta com os nomes de Marcio Fecher, Raísa Batista, Rayza Alcântara e Germano Haiut no elenco. Como nos demais dias do Cine PE, o acesso à sessão será gratuito e aberto ao público mediante lotação.

*Da assessoria de imprensa

##RECOMENDA##

20 de novembro é a data da morte de Zumbi dos Palmares, um dos maiores líderes negros na luta pela abolição da escravatura no Brasil. Em sua homenagem, desde 2011 se atribui a data como o Dia da Consciência Negra, que busca trazer a reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.

Pensando na importância de reflexão da data, o LeiaJá traz uma lista com filmes que podem ajudar você a entender melhor a luta diária dos negros:

##RECOMENDA##

Quilombo – Youtube

Um clássico dos filmes nacionais, Quilombo retrata a história de Ganga Zumba, ex-escravo em fuga que se torna líder do quilombo dos Palmares e mais tarde, ensina seu filho Zumbi, a lutar pela abolição da escravatura no Brasil.

Histórias Cruzadas – Star+

O longa baseado no livro “The Help” retrata a relação de uma patroa branca, interpretada por Emma Stone, com suas empregadas negras, em plena época da luta pelos direitos civis nos EUA. Destaque para Octavia Spencer que chegou a vencer o Oscar de atriz coadjuvante pelo seu papel no filme em 2012.

[@#video#@]

12 Anos de Escravidão – Star+

Solomon Northup é um negro livre, que ao aceitar um emprego em outra cidade, é sequestrado no caminho e vendido como escravo por seus dois senhores por 12 anos.

Estrelas Além do Tempo - Telecine

Durante a Guerra Fria entre EUA e Rússia, três mulheres afrodescendentes, cientistas da NASA, são a peça chave para vitória dos norte-americanos, liderando uma das maiores operações tecnológicas registradas na história da corrida espacial.

[@#podcast#@]

Malcom X – Amazon Prime

A história do líder ativista americano, que teve o pai morto pela Klu Klux Klan e a mãe internada por insanidade. Como protagonista, Denzel Washington deu seu melhor e deu um show no papel de Malcom.

Selma, Uma Luta Pela Igualdade – Amazon Prime

O drama retrata a luta de Martin Luther King Jr. e outros para garantir o direito de voto dos negros, de uma forma pacífica, partindo da cidade de Selma, interior do Alabama. No papel do pastor King, o ator David Oyelowo.

Invictus – HBO Max

Retratando o fim do apartheid, a África do Sul tem Nelson Mandela como presidente buscando liderar um país dividido de forma racial e econômica. Como estratégia, se une ao capitão do time de Rúgbi e promove a união a partir da Copa do Mundo do esporte, em 1995.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando