Cultura

| Cinema

A atriz Scarlett Johansson abriu o jogo e desabafou sobre sua primeira aparição no Universo Marvel, em Homem de Ferro 2. Para ela, seu trabalho foi tratado de forma "pouco respeitosa e muito sexualizada". Em entrevista ao portal americano Collider, disse que sentiu como se a Viúva Negra, sua personagem, fosse apenas "um pedaço de carne".

Scarlett declarou não se arrepender, nem condenar a experiência que teve com o filme e tudo que veio depois dele, já que houveram momentos muito divertidos e incríveis, mas se disse frustrada como a forma que sua personagem foi introduzida.

##RECOMENDA##

"Se você olhar para Homem de Ferro 2, ainda que tenha sido muito divertido e tenha vários momentos incríveis nele, essa personagem é tão sexualizada, sabe? Eles realmente falam dela como se ela fosse um pedaço de algo, como se fosse uma posse ou uma coisa… Como se ela na verdade fosse só uma bunda. E o Tony até chama ela de algo assim em uma cena", criticou.

A atriz relacionou o fato a como moldou a partir de sua experiência de vida seu pensamento sobre como tudo era e aconteceu.

"Eu vou fazer 35 anos e eu sou mãe e a minha vida é totalmente diferente. Obviamente 10 anos se passaram e as coisas aconteceram e eu tenho um entendimento de mim mesma que é muito diferente, mais evoluído. Como uma mulher, eu estou em um lugar diferente na minha vida, sabe? E eu sinto que me perdoo mais, como uma mulher, e não… às vezes provavelmente não é o bastante, mas eu me aceito mais", avaliou Scarlett.

Em uma das cenas do filme, a Natasha Romanoff acaba de ser contratada como uma das assistentes do Homem de Ferro e para mostrar seus talentos, treina boxe com Happy enquanto Tony Stark a observa e olha fotos que conseguiu na internet dela usando apenas lingeries. Scarlett fez questão de falar sobre o assunto.

"Tem uma cena que o Stark chama ela de um pedaço de carne e talvez, naquela época, isso realmente soaria como um elogio. Você entende o que quero dizer? Porque o meu jeito de pensar era diferente. Talvez eu até teria, sabe, meu próprio valor sendo medido com base nesse tipo de comentários, ou como é o caso de muitas jovens, quando você entende o seu próprio valor e quem você é. Isso mudou agora. Agora as pessoas, jovens garotas, estão recebendo muitas mensagens positivas, mas tem sido incrível ser parte dessa mudança. Ser capaz de estar do outro lado e ser parte dessa velha, mas também do progresso. De evoluir. Eu acho que isso é muito legal", finalizou.

Veja:

[@#video#@]

A Warner Bros confirmou que o filme animado “Mortal Kombat Legends: Scorpion's Revenge” (2020) receberá uma sequência intitulada “Battle of the Realms”. A produção chegará ainda este ano, mas não foram confirmadas informações sobre a data exata de lançamento ou o roteiro do novo longa-metragem.

Assim como no filme anterior, “Battle of the Realms” será dirigido por Ethan Spaulding, roteirizado por Jeremy Adams e produzido por Rick Morales e Jim Krieg, ao lado do produtor executivo Sam Register.

##RECOMENDA##

Foi revelado que muitos personagens de “Scorpion's Revenge” retornaram na produção, entre eles Scorpion (Patrick Seitz), Johnny Cage (Joel McHale), Sonya Blade (Jennifer Carpenter) e Liu Kang (Jordan Rodrigues). Mas outros novos também foram adicionados na sequência, como Stryker e Smoke (ambos dublados por Matthew Mercer), Kung Lao (Matt Yang King), Jade (Emily O'Brien) e D'Vorah (Debra Wilson).

“Scorpion's Revenge” é uma animação que adapta a clássica franquia de jogos de luta dos anos 1990 “Mortal Kombat”. O enredo do filme se passa durante os eventos do primeiro jogo, mas é focada no ninja Scorpion do clã Shirai Ryu, que volta do inferno para vingar a morte de sua família, supostamente assassinada por Sub-Zero, do clã Kuai Liang.

Em paralelo aos eventos do filme, ocorre o torneio Mortal Kombat, responsável por decidir o destino do planeta Terra. Para representar os mortais, Liu Kang, Sonya Blade e Johnny Cage devem vencer a disputa e enfrentar o príncipe Goro junto ao feiticeiro Shang Tsung.

O filme agradou muitos fãs devido à fidelidade com os games, em destaque a violência das lutas, que é uma das principais características dos jogos. Da mesma maneira como ocorreu em “Scorpion's Revenge”, a produção de “Battle of the Realms” contará com a supervisão do criador da franquia Ed Boon.

Nesta semana completam-se 70 anos desde que “A Montanha dos Sete Abutres” (1951) chegou aos cinemas pela primeira vez. O longa-metragem de Billy Wilder (1906 – 2002) é protagonizado pelo astro do cinema Kirk Douglas (1906 – 2020), e conta a história de um repórter que está disposto a ir além dos limites da ética, para conseguir grandes matérias e assim conquistar lugar de destaque no concorrido mercado de trabalho jornalístico em Nova York.  Mesmo após 70 anos, o filme está presente em inúmeras listas de recomendações cinematográficas, seja pela temática ou pelo estilo da narrativa.

Lislei Carrilo é mestre, professora do curso de Jornalismo na Universidade Guarulhos (UNG) e consultora em comunicação organizacional. Ela conta que apesar do filme ter sido “um fracasso de crítica e público” à época em que foi lançado, o tema da obra ainda é muito atual: “Qual o poder da mídia? O filme aborda a manipulação de informação, o controle das massas e as notícias como forma de espetáculo”. A professora ressalta que esses acontecimentos são decorrentes da discussão em torno da ética jornalístca. Ela lembra que a mensagem mais importante da trama é que “subestimar a sociedade com algo fake ou manipulativo não é o caminho”. 

##RECOMENDA##

Quando se trata da prática jornalística, Lislei explica que existe um tipo de dever social que o profissional da comunicação precisa seguir. “Temos responsabilidades como jornalistas. Responsabilidade em veicular algo que seja fato real,  que seja bem apurado. Nós prestamos serviços à sociedade e como tal, devemos ter o mínimo de responsabilidade com ela [sociedade]”. 

Segundo Paulo Camargo, professor do curso de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), com experiência na área de artes, inclusive cinema. O personagem de Kirk Douglas (o jornalista Charles Tatum) vive o drama de tentar dar uma guinada na carreira, mas perde o controle sobre os padrões da ética e transforma a notícia em um espetáculo, com dimensões nacionais. “A ética é a espinha dorsal na coluna vertebral do jornalismo. Ela está associada ao respeito da dignidade humana, o direito da privacidade, e a questão é que existem limites para tudo”, explica.

De acordo com o professor, existe uma máxima no jornalismo mundial, de que notícias sobre crises, crimes e tragédias tendem a repercutir mais que notícias positivas. “É dentro dessa lógica, do jornalismo popular e sensacionalista, que o filme retrata a história. Quanto pior, melhor. Isso obviamente esbarra numa questão de ética, em que você coloca a mercantilização sobre o interesse humano”. 

Camargo cita como exemplo deste tipo de espetacularização da notícia, os casos de Isabella Nardoni e Eloá, ou seja, histórias que tinham uma continuidade de investigação. “É importante frisar que a espetacularização tem como princípio uma espécie de contágio. Pode-se iniciar com um veículo, mas outros acabam seguindo. Isso acaba contaminando toda a imprensa. Esses casos que nós conhecemos se tornam verdadeiras novelas dentro dos veículos de imprensa. É uma espécie de coro que se forma. Uma orquestra de veículos que acabam fazendo com que isso se torne onipresente”, explica.

Responsáveis pelo longa-metragem

O professor Camargo explica que Billy Wilder foi um dos mais potentes e polivalentes diretores do cinema norte-americano. “Ele foi capaz de fazer grandes dramas como ‘Crepúsculo dos Deuses’ [1950], filme noir que conta a história de uma atriz decadente, um retrato definitivo de uma fase de transição do cinema.  Também fez comédias deliciosas como ‘Quanto Mais Quente, Melhor’ [1959], estrelado por Marilyn Monroe, e ‘Se Meu Apartamento Falasse’ [1960]”. O especialista ressalta que dentre suas principais características estão a capacidade de conduzir atores e o interesse nas condições humanas.

Desta forma, Billy Wilder era capaz de colocar subtextos e tramas envolvendo temáticas sociais em suas produções. Em “A Montanha dos Sete Abutres” não foi diferente. “É um filme, que para o jornalismo, é um marco. É estudado em todas as escolas de jornalismo do mundo, justamente porque ele é um dos pioneiros na discussão desse tema, dos limites éticos da profissão, e da questão da espetacularização”, afirma o professor.

Como rosto principal nesta produção, o ator Kirk Douglas foi o escolhido para viver o repórter. Camargo comenta que ele é desses atores que têm uma força e impacto como ator principal, mas que tem uma complexidade emocional e uma capacidade de emprestar aos seus personagens, uma tridimensionalidade. “Ele não é um ator que encarna um herói infalível, ele tem essa ambiguidade perfeita para esse tipo de papel”, exalta.

Recomendações de filmes com a mesma temática

Existem diversos filmes que abordam o jornalismo como tema central e, como recomendação, Camargo cita o longa “Rede de Intrigas” (1976), que mostra uma história sobre os bastidores da televisão, e “Spotlight: Segredos Revelados” (2015), filme que traz uma série de reportagens investigativas sobre abusos sexuais cometidos por integrantes da igreja católica. E ainda, com um tom mais leve, levemente pendendo para a comédia, o professor cita o filme “O Jornal” (1994), estrelado por Glenn Close. “Tem muita coisa interessante a respeito da imprensa no cinema”, finaliza.

 

 

Em 2021, O Diabo Veste Prada completou 15 anos de existência! O longa, baseado no livro de Lauren Weisberger, traz Meryl Streep na pele da terrível e exigente chefe Miranda Priestly. E parece que viver a personagem não foi nada maravilhoso para a atriz veterana - que deu detalhes sobre a época das filmagens em entrevista ao Entertainment Weekly, ao lado de outros colegas de elenco como Anne Hathaway e Emily Blunt.

Para a revista, a estrela disse que tentou um método de atuação para entregar performances mais verossímeis:

##RECOMENDA##

- Foi horrível! Eu estava [miserável] no meu trailer. Eu podia ouvir todos eles curtindo e rindo. Eu estava tão deprimida! Bem, é o preço que você paga por ser a chefe! Foi a última vez que tentei algo com esse método!

Emily Blunt, em seguida, deu detalhes, ao falar de Meryl:

- Não era como se ela fosse inacessível. Você poderia ir até ela e dizer: Oh meu Deus, a coisa mais engraçada acabou de acontecer. E ela ouviria, mas eu não sei se foi mais divertido para ela estar no set sendo assim.

Anne Hathaway ainda admitiu que ela se sentiu intimidada na presença da atriz veterana:

- Eu sabia que tudo o que ela estava fazendo para criar esse medo, eu gostava [porque] também sabia que ela estava cuidando de mim. Há uma cena em que [ela diz]: Você é tão decepcionante quanto o resto daquelas garotas tolas. Lembro que quando a câmera ligou em mim, a pressão realmente me atingiu, e eu tinha tanta fluidez emocional durante o dia até aquele ponto, mas simplesmente não estava mais lá.

Anne ainda acrescentou:

- Lembro-me de ter a experiência de assistir [ela] me assistir, e [ela] alterou [seu] desempenho ligeiramente, e apenas tornou-o um pouco diferente, e trouxe mais de mim e me fez quebrar qualquer barreira que eu tivesse.

Demais, né?

Conhecida por seu papel na série "Lost" e no filme "Garota exemplar", a atriz americana Lisa Banes faleceu dez dias depois de ser atropelada por um veículo de duas rodas em Manhattan - informou um porta-voz da polícia de Nova York nesta terça-feira (15).

Lisa Banes, de 65 anos, foi declarada morta ontem (14) no hospital, após o acidente sofrido em 4 de junho, perto do Lincoln Center, disse o porta-voz à AFP, sem conseguir especificar o tipo de veículo.

##RECOMENDA##

Ela atravessava a rua quando foi atropelada por um motorista que não respeitou o sinal vermelho e fugiu. A atriz teve traumatismo craniano.

Uma investigação está em curso, mas nenhuma prisão foi feita até o momento, completou o porta-voz.

"Estamos com o coração partido pela morte trágica e sem sentido de Lisa. Ela era uma mulher de espírito vivo, cheia de bondade e generosidade e dedicada ao seu trabalho, fora de cena, na frente das câmeras, ou, mais ainda, com sua esposa, sua família e seus amigos", disse o agente da atriz, David Williams, citado pela emissora NBC.

A companheira de Lisa, Kathryn Kranhold, tuitou hoje uma série de fotos em sua homenagem.

Quando a atriz ainda estava hospitalizado, Kathryn fez um apelo a testemunhas no jornal The Daily News para tentar encontrar o motorista.

Lisa Banes atuou em vários filmes e programas de televisão, assim como em muitas peças da Broadway.

Nesta semana a HBO Max anunciou que vai lançar a mais nova animação da saga Tom & Jerry, e desta vez, gato e rato terão Nova Iorque como palco de perseguição. A história será semelhante ao recente filme que foi lançado nos cinemas “Tom & Jerry: O Filme” (2021), no qual os dois moram no Royal Gate Hotel e causam confusão por onde andam. Mas diferente do filme que mistura atores reais com animações tridimensionais, a nova produção será 100% animada.

“Tom & Jerry in New York” chega ao HBO Max em 1° de julho deste ano nos Estados Unidos. Ainda não foi confirmado se a animação chegará na mesma data na plataforma da HBO Max no Brasil, que estreia dia 29 de junho. A série é uma produção da Warner Bros. Animation, em parceria com a Renegade Animation. Estes são os mesmos estúdios que produziram a animação “O Show de Tom & Jerry” (2014 – 2016), junto com Ashley Postlewaite e Darrell Van Citters, que agora também estarão à frente na produção dos episódios.

##RECOMENDA##

O universo de Tom & Jerry surgiu pela primeira vez no dia 10 de fevereiro de 1940, a partir da mente da dupla William Hannah e Joseph Barbera para a Metro-Goldwyn-Mayer (MGM). Mesmo depois de 80 anos, a base da relação entre gato e rato é a mesma: a perseguição do felino em busca do roedor. O desenho continua no ar em inúmeras versões diferentes, sempre com o uso da criatividade para inovar em quais cenários as aventuras vão se passar.

Quando surgiu como um curta-metragem oito décadas atrás,  foi indicado para o Oscar de melhor Curta-Metragem de Animação. Nesta época os protagonistas tinham nomes diferentes: enquanto o gato se chamava Jasper, o rato se chamava Jinx. Após a repercussão do curta no Oscar, a produtora MGM tratou de encomendar uma série de episódios sobre a dupla.

 

 

Está chegando a nova animação da Disney/Pixar, Luca, que estreia no dia 18 de junho. Na versão brasileira dublada do longa, teremos vozes conhecidas: Claudia Raia dará voz à personagem Signora Mastroianni. Pegando o gancho, o LeiaJá decidiu trazer outros famosos que já dublaram personagens conhecidos de animações.

Shrek

##RECOMENDA##

O ator e comediante Bussunda, ex-Casseta e Planeta, deu voz ao ogro mais adorado das animações até o ano de sua morte, em 2006. De lá para cá, quem dubla é Mauro Ramos, que também é a voz de Pumba, do Rei Leão.

[@#video#@]

A Era do Gelo

O trio de protagonistas é dublado por Diogo Vilela (Manny), Márcio Garcia (Diego) e Tadeu Mello (Sid).

[@#podcast#@]

Carros

O segundo filme da franquia dos filmes tem Claudia Leitte como a personagem Carla Veloso.

Enrolados

A animação trouxe Luciano Huck para dublar o protagonista Flynn Rider. Angélica, sua esposa, participou da dublagem da sequência, Princesa Encantada.

Meu Malvado Favorito

A animação do vilão mais carismático das animações, trás a voz do humorista Leandro Hassum como Gru. Na terceira sequência do filme, ele dublou também o irmão gêmeo do vilão, Dru.

Frozen

Dando voz a um personagem recente que é muito amado pelo público infantil, Fábio Porchat dubla o boneco de neve Olaf.

O Dia dos Namorados, celebrado neste sábado (12), vai receber uma atenção especial. Por conta da pandemia da Covid-19, as pessoas terão que fazer suas comemorações em casa. Para celebrar a data, o LeiaJá escolheu quatro filmes românticos para os casais curtirem o amor no conforto de seus lares, conferindo histórias inspiradoras, divertidas e apaixonantes, disponíveis no catálogo da Netflix.

Amor em Obras

##RECOMENDA##

Lançado em 2019, Amor em Obras é um filme típico de duas pessoas que acabam com os caminhos cruzados por situações bem inesperadas. Estrelado por Christina Milian e Adam Demos, o longa-metragem conta a história da executiva Gabriela, que acaba adquirindo um imóvel velho para transformá-lo na casa dos seus sonhos. Em meio à obra, a executiva chama a atenção de Jake, que acabam vivendo juntos momentos encantadores na zona rural da Nova Zelândia.

Vovó Saiu do Armário

A comédia Vovó Saiu do Armário é uma boa pedida para quem deseja ver algo leve. Amigas há um bom tempo, duas senhoras resolvem contar para os famíliares que pretendem se casar. A produção espanhola faz com que o casal Celia (Rosa maria Sardá) e Sofia (Veronica Forqué) lute pelos ideais, embora a neta de uma delas não aceite bem a relação. As 'setentonas' se aventuram em caminhos humorados, dando destaque o tempo todo ao amor que uma sente pela outra.

Viver Duas Vezes

Dirigido por Maria Ripoll, o filme espanhol Viver Duas Vezes narra o drama vivido pelo professor Emílio (Oscar Martinez). Diagnosticado com Alzheimer, Emílio passa a receber os cuidados da filha, do genro e da neta, sempre relutando a aceitar qualquer tipo de atenção protetora. Com o avanço da doença, o pai de Julia (Inma Cuesta) faz um pedido: ir atrás do seu amor de infância. Buscando uma forma de aproveitar seus momentos de memória, Emílio movimenta a famíla para ir em busca da amada, com informações rasas e desencontradas. A missão árdua acaba se transformando em esperança.

Resgate do Coração

Vivendo no agito de Nova York, Kate (Kristin Davis) é surpreendida quando o marido decide colocar um ponto final no casamento. Para desopilar a mente, decide embarca sozinha para África, viagem que estava programada há um bom tempo. Lá, Kate se  envolve com o trabalho voluntário e despretencioso da veterinária, e decide passar por cima da tristeza abrindo o coração para novas experiências.

A New Line Productions e a Warner Bros anunciaram ontem (10) “A Guerra dos Rohirrim”, filme animado do universo de “Senhor dos Anéis” que  funcionará como uma pré-sequência dos eventos vistos na trilogia original de J. R. R. Tolkien (1892-1973). A concepção ficará a cargo do estúdio Sola Entertainment, conhecido por trabalhar na série “Rick e Morty” (2013).

A trama se passará 250 anos antes das aventuras de Frodo e será focada no nono Rei de Rohan, Helm Mão-de-Martelo, que terá que lidar com os invasores Terrapardenses, responsáveis por espalhar o caos em Rohan. Durante o desenrolar da história, o personagem vai adquirir uma fúria incontrolável e se tornará o pavor de seus inimigos.

##RECOMENDA##

O filme será dirigido por Kenji Kamiyama e produzido por Joseph Chou, conhecidos por seus trabalhos em “Ultraman” (2019) e “Ghost in the Shell SAC_2045” (2020). Já o roteiro ficará a cargo de Jeffrey Addiss e Will Matthews. Até o momento, “A Guerra dos Rohirrim” segue sem data de estreia prevista.

Além desta produção, o mundo de “Senhor dos Anéis” também terá uma série em live-action que, será exclusiva do serviço de streaming Amazon Prime Video, mas a produção ainda não teve roteiro revelado e nem possível data de estreia.

Nesta quinta-feira (10), a Netflix apresentou por meio das mídias sociais o primeiro trailer do filme original da produtora “Tick, Tick... Boom”, que vai trazer a história do compositor e dramaturgo Jonathan Larson (1960 – 1996), interpretado por Andrew Garfield no longa-metragem. Ainda não há data certa de estreia, mas sabe-se que o filme chegará na plataforma digital até o final do ano. Confira o trailer: https://www.youtube.com/watch?v=kAJXFRshQfw&ab_channel=NetflixNetflix

O filme vai abordar o momento em que o artista Larson ainda era um jovem e trabalhava como garçom em Nova Iorque nos anos 90, enquanto já sonhava em ser o próximo grande nome na música. Seja nos cartazes do filme ou no trailer, está exposto um dos pensamentos que Larson vai ter durante a trama: “How much time do we have to do something great?”. Em tradução livre, “Quanto tempo nós temos para fazer algo grande?”.

##RECOMENDA##

Lin-Manuel Miranda faz sua estreia na direção do filme, apesar de já ser conhecido no cenário da televisão. O cineasta já fez diversas aparições em seriados, como “How I Met Your Mother'' (2005 – 2013) e “Modern Family” (2009 – 2020). Também participou na trilha sonora de filmes como “Moana: Um Mar de Aventuras” (2016), e esteve presente no longa estrelado por Emily Blunt, “O Retorno de Mary Poppins”.

O ator principal, Andrew Garfield, já é conhecido no cenário cinematográfico há mais de 10 anos. É conhecido por ser um ator polivalente e estar em produções de gêneros diferentes, desde histórias baseadas em quadrinhos de super heróis, como “O Espetacular Homem Aranha” (2012), até dramas como “A Rede Social” (2010). O restante do elenco também conta com Bradley Whitford, MJ Rodriguez e Vanessa Hudgens.

 

O HBO Max divulgou em seu canal oficial do YouTube um novo trailer do filme ‘Space Jam: Um Novo Legado’, que fará um crossover entre o astro do basquete LeBron James e os personagens dos Looney Tunes. O longa-metragem está previsto para chegar em 15 de junho. Acompanhe o trailer: https://www.youtube.com/watch?v=1V0D49BD8A4&t=2s

No trailer, LeBron James segue em busca de seu filho desaparecido e, pela primeira vez, é possível ver a transformação do jogador de humano para desenho animado, além do seu primeiro encontro com a turma do Pernalonga.

##RECOMENDA##

Após formarem uma aliança, é feita uma transição para o mundo real e os personagens de desenhos animados são convertidos em modelos tridimensionais. Para resgatar seu filho, LeBron James terá que vencer uma partida de basquete ao lado de Pernalonga, Lola Bunny, Eufrazino, Elmer Fudd, Taz, Piu-Piu e outros já conhecidos do universo Looney Tunes.

O longa-metragem é uma continuação de “Space Jam: O Jogo do Século” (1996), na época estrelado pelo jogador de basquete Michael Jordan. O filme é considerado um clássico dos anos 1990 por colocar personagens de desenho ao lado de humanos reais.

Depois de atrasar em um ano o início das gravações, A Pequena Sereia, novo live-action da Disney, começou a sair do papel. Um perfil no Twitter vazou algumas fotos da cantora e atriz Halle Bailey, trajada e atuando como Ariel, em cena que parece ser a cena em que a personagem conhece seu par romântico Príncipe Eric, que será vivido por Jonah Hauer-King.

A escolha de Halle Bailey causou estranheza do público por conta da mudança étnica da personagem. Nas animações, a personagem é ruiva. Mesmo depois de um ano de divulgada a escolha, ainda há discussão, como pode ser visto na publicação das fotos vazadas.

##RECOMENDA##

'A Pequena Sereia' terá direção de Rob Marshall (Caminhos da Floresta e O Retorno de Mary Poppins). A Disney ainda não divulgou data de lançamento e pouco se sabe do longa, a não ser que tentará retratar a história original da forma mais próxima possível.

Veja as fotos:

[@#podcast#@]

A HBO Max liberou, na madrugada dessa quinta (10), o primeiro trailer do reboot da série adolescente de sucesso Gossip Girl – A Garota do Blog. A primeira versão foi lançada em setembro de 2007 e teve a história finalizada em dezembro de 2012. A estreia do novo seriado na plataforma de streaming será no dia 8 de julho.

Apesar da troca de elenco, a narradora da história original, Kristen Bell, retorna para a nova versão e os produtores não excluem a possibilidade de antigos personagens aparecerem futuramente, em suas versões mais velhas.

##RECOMENDA##

No elenco principal, atores conhecidos de outras séries e filmes adolescentes, como Emily Alyn Lind (A babá, Doutor Sono e Revenge), Eli Brown (Pretty Little Liars – Perfeccionists) e Thomas Doherty (Descendentes e Legacy) por exemplo.

Confira o trailer oficial:

[@#podcast#@]

 

Marco do Rio, o Cine Roxy é o último cinema de rua de Copacabana, na zona sul, a fechar as portas. A disseminação das plataformas de streaming e a pandemia foram determinantes para o fim.

Difícil achar um carioca com mais de 30 anos que não tenha uma história emocional forte com o cinema, inaugurado há 83 anos, e que foi palco de alguns dos maiores lançamentos da história do cinema nacional e internacional. Nos últimos anos, no entanto, as três salas eram frequentadas em grande parte pelo público idoso - que é preponderante no bairro e foi o maior alvo da covid.

##RECOMENDA##

Após meses fechado, o cinema voltou a funcionar em outubro, mas fechou novamente em dezembro. O grupo Kinoplex informou na ocasião que iria esperar até que toda a população do Rio estivesse vacinada para reabrir em segurança. Aparentemente, a hipótese foi descartada. O imponente imóvel em estilo art déco, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, está à venda por cerca de R$ 30 milhões, segundo publicou O Globo.

Quem comprar o prédio de 2,5 mil metros quadrados pode até mudar a função, mas terá de preservar praticamente todas as principais características arquitetônicas do imóvel, tombado pelo patrimônio histórico do município desde 2003. "O tombamento levou em conta o fato de o antigo cinema representar um marco referencial na cultura cinematográfica da cidade e a importância arquitetônica original, marco da engenharia moderna na cidade do Rio de Janeiro", informou, em nota, o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade. "Estão incluídos no tombamento todos os pilares da entrada, voltados para a Avenida Nossa Senhora de Copacabana e Rua Bolívar; o letreiro externo sobre a entrada; a galeria de entrada com as esquadrias, pisos, escadarias corrimãos, luminárias originais e seus materiais de revestimento; bem como o jirau de entrada e a cúpula de concreto que encima as salas de projeção. Esses elementos arquitetônicos não podem sofrer modificações porque são tombados."

Fenômeno mundial

Inaugurado em 3 de setembro de 1938, o Roxy era um dos principais exemplares no Rio dos chamados cinemas palácios, com capacidade para 1,6 mil espectadores. Nos anos 90, a grande sala de exibição foi dividida em três bem menores, seguindo uma tendência mundial. "É o fim de uma era, a era dos grandes cinemas catedrais, dos quais o Roxy foi um dos mais importantes representantes. É uma perda lamentável", afirmou o cineasta e diretor do site FilmeB, Paulo Sérgio Almeida. "Mas o fim dessa era parece inevitável, está acontecendo em todas as capitais há muitos anos e, agora, vem sofrendo uma grande pressão pelo streaming e, finalmente, pela pandemia."

Segundo o professor de Cinema da Universidade Federal Fluminense (UFF) João Luiz Vieira, "o Roxy trouxe o cinerama para o Rio". "Até 1967 tínhamos de ir a São Paulo, ao Cine Comodoro, para assistir aos filmes nessas telas amplas, panorâmicas, com 146 graus de curvatura, que promoviam uma grande imersão no filme", lembra Vieira. "2001, uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick, é feito para essa tecnologia de exibição, foi pensado para esse tipo de imersão; quando vi o filme pela primeira vez, no Roxy, não consegui sair do cinema, vi duas sessões seguidas, na terceira fila."

 Há poucos dias foi confirmado que a personagem Betty DeVille será assumidamente gay, na nova temporada da série infantil “Rugrats: Os Anjinhos” (2021). Mais um exemplo de um movimento que vem acontecendo na indústria do audiovisual: a paulatina inclusão da cultura LGBTQIAP+  em produções infantis ou infanto-juvenis. Basta lembrar de outros exemplos, como  “She-Ra e as Princesas do Poder” (2018), “Hora de Aventura” (2010) e “Steven Universo” (2013), o que traz à tona o debate sobre a importância dessas representatividades no audiovisual.

O crítico de cinema Franthiesco Ballerini explica que esse tipo de inclusão beneficia a formação da criança, que na maioria dos casos, estuda em escolas e faze parte de famílias em que a cultura do LGBTQIAP+ é vista com um certo tabu. “É ainda mais importante do que as inclusões em obras voltadas para o público adulto, porque estes já estão formados, mas a criança não”, destaca.

##RECOMENDA##

Embora a presença do LGBTQIAP+ nas produções da cultura pop esteja caminhando cada vez mais para a normalização, Ballerini lembra que o contexto brasileiro coloca algumas barreiras, como o fato da extrema direita ocupar o poder no Brasil, o conservadorismo ser expressivo na sociedade e a homofobia que ainda parece predominar.  “Mas, nós ainda temos os nossos direitos constitucionais, então, é a oportunidade que não podemos perder de realizar essas inclusões. É uma luta diária e nada vai mudar do dia para o outro, são pequenas conquistas a cada momento”, ressalta.

A diretora audiovisual Makoto Machado, 26 anos, de Guarulhos (SP), comenta que ainda não percebeu muita representatividade nas produções da cultura pop e recorda que a única vez que se sentiu representada foi com uma personagem da animação foi em “She-Ra e as Princesas do Poder”. “Na segunda temporada aparece uma pessoa não-binária. Conhecer essa personagem me fez bem feliz e inclusive me fez perceber que ainda não há, em séries ou filmes, algo que eu conheça que me represente, como pessoa trans não-binária”, aponta.

Embora o Brasil seja considerado por muitos como um país miscigenado, Makoto aponta que muitas das produções audiovisuais ainda carecem de diversidade. Segundo ela, isso esconde a existência de diferentes formas de ser e a representação dessas pessoas permitiria que outros as conhecessem. “Eu também existo e eu não sou a única pessoa trans não-binária que existe no Brasil, então por que não há uma personagem como eu nos lugares?”, questiona.

Outro problema presente na inclusão do LGBTQIAP+ é que muitos fãs consumidores de cultura pop tendem a criticar qualquer tipo de inclusão. “Isso, claro, reforça diferentes coisas, como o próprio fato de que se é ruim até pra um homem branco que uma personagem principal se torne uma mulher negra, por exemplo, por não ser algo que os representa e que ‘não é pra eles’, imagina como é para a mulher negra, para as pessoas LGBTQIAP+  etc”, define.

A diretora audiovisual reforça que é importante representar todos os tipos de pessoas e quebrar certos tabus presentes em diversas produções. “Uma história em que diferentes pessoas no mundo foram afetadas por algum tipo de evento que fizeram com que elas tivessem poderes e nenhuma dessas pessoas ser alguém trans, ou gay, ou assexual, por exemplo. Então sinto que ainda falta haver essa naturalidade na diversidade dos personagens”, exemplifica Makoto.

Foi divulgado hoje (8) o primeiro trailer do documentário “Who Are You, Charlie Brown?”, que conta a história de vida e trajetória profissional do cartunista americano Charles M. Schulz (1922-2000), criador da série “Peanuts” (1950), protagonizada pelo cachorro Snoopy e seu dono, Charlie Brown. Acompanhe o trailer: https://www.youtube.com/watch?v=zIAz8EAIDfo&t=2s

O documentário estreia em 25 de junho no serviço de streaming Apple TV+. A direção ficará a cargo do cineasta Michael Bonfiglio, responsável por trabalhar em “A Guerra do Carvão” (2017) e “Os EUA e as Mudanças Climáticas do Planeta” (2018). Já a produção ficará a cargo da Imagine Documentaries e pela WildBrain.

##RECOMENDA##

“Who Are You, Charlie Brown?” terá o depoimento de diversas celebridades como Al Roker, Drew Barrymore e Kevin Smith, que compartilharão experiências que tiveram com Schulz e falarão sobre a influência que seu trabalho teve na produção de quadrinhos. Também foi divulgado que a atriz Lupita Nyong’o, conhecida por seu trabalho no filme “Pantera Negra” (2018), ficará a cargo da narração do documentário.

Não é a primeira vez que a turma de Snoopy e Charlie Brown recebem atenção da Apple TV+. Em fevereiro passado,  o streaming lançou em seu catálogo a série “The Snoopy Show”, que comemora os 70 anos da tirinha “Peanuts”. Saiba mais: https://www.leiaja.com/cultura/2021/01/26/serie-snoopy-show-ganha-novo-trailer/

Antes de mais nada, é bom explicar a diferença entre remake e reboot. Remake é a refilmagem de um filme antigo, com novos atores, e muitas vezes, atualizando a história. Já o reboot é o reinício de uma franquia que, a princípio, parecia promissora, mas por vários fatores não fez sucesso. Às vezes, a primeira tentativa até caiu nas graças do público, mas o estúdio achou por bem dar um novo start, ao invés de continuar com o que já tem. Vamos lembrar alguns reboots que não deram certo.

O Justiceiro: Em Zona de Guerra (2008)

##RECOMENDA##

Estrelado por Thomas Jane, o Justiceiro de 2004 não agradou. Ainda assim, a FOX tentou de novo com O Justiceiro: Em Zona de Guerra, agora com Ray Stevenson vestindo a camisa de caveira e metendo bala. Não adiantou, o filme acabou indo direto para home video e caindo no esquecimento.

[@#video#@]

O Espetacular Homem-Aranha (2012) e O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014)

A trilogia clássica, dirigida por Sam Raimi e protagonizada por Tobey Maguire, rendeu três sucessos de bilheteria. Mas problemas entre a Sony e o diretor impossibilitaram uma continuação. Assim, o estúdio resolveu dar uma nova cara ao herói e lançou como Andrew Garfield como o ‘cabeça de teia’. A ideia chegou a render dois filmes, porém que não arremataram o coração dos fãs. 

[@#podcast#@]

As Tartarugas Ninja (2014) e As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras (2016)

Os répteis mais queridos da cultura pop já tinham uma trilogia de filmes nos anos 90. Nada mais esperado que Hollywood se interessasse em uma nova franquia. Escalando nosso querido Michael Bay como produtor, os reboots trouxeram Michelangelo, Raphael, Donatello e Leonardo em versões bombadas e irrelevantes. Não existe um fã desses dois filmes.

Quarteto Fantástico (2015)

Após as críticas negativas de Quarteto Fantástico (2005) e Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007), a FOX não largou o osso e tentou mais um filme em 2015. A versão mais sombria dos heróis, lançada em 2015, foi outro fracasso. Resta agora saber como a Marvel vai inserir o quarteto no seu universo cinematográfico e limpar a barra dos personagens.

Hellboy (2019)

Tirar Hellboy das mãos de Guillermo del Toro não foi uma boa ideia. Nem o carisma de David Harbour como o novo ‘vermelhão’ e a simpatia de Milla Jovovich ajudaram o filme, que ficou mais famoso pelos efeitos especiais pouco interessantes e uma história sem graça.

Neste mês de junho, completam-se 80 anos desde que “Cidadão Kane” (1941) chegou aos cinemas de todo o mundo. A figura principal por trás do projeto foi Orson Welles (1915 – 1985),  responsável pela direção e também por interpretar o protagonista da trama, Charles Foster Kane. O longa-metragem chegou a figurar entre os filmes de maior repercussão da época, foi indicado em nove categorias, mas ganhou apenas uma: melhor roteiro original.

De acordo com Philippe Leão, crítico de cinema e fundador do site Cineplot, existem elementos que se destacam no filme por estarem relacionados à forma como é organizada a narrativa. “São técnicas empregadas que já tinham sido usadas anteriormente, mas Cidadão Kane as emprega de maneira tal, que se estabelece como um cinema moderno e não mais o cinema clássico, como antes”. Leão ressalta que estes elementos são perceptíveis na comparação entre o primeiro e o segundo atos.

##RECOMENDA##

O magnata Charles Foster Kane é apresentado no começo do filme em uma estrutura clássica. Já na segunda etapa do longa, o espectador passa a observar a história desse homem a partir de uma variação de elipses temporais, sem falar em outras estratégias narrativas.  “O uso do claro e escuro, os posicionamentos de câmera, angulação e profundidade de campo como uso de valor narrativo. Tudo isso já havia sido utilizado antes na história do cinema, mas Cidadão Kane passa a usar de maneira diferente, de forma narratológica”, explica o crítico de cinema.

Para Leão, a obra de Orson Welles demarcou a virada do cinema na era clássica para a era moderna e foi um dos responsáveis por contribuir com a Nouvelle Vague na França, movimento artístico que aconteceu entre as décadas de 1950 e 1960. “Cidadão Kane é esse lugar, que além de modificar as estruturas do próprio cinema na forma de contar histórias, fortifica a ideia do cinema de autor, que seria tão debatido nos anos seguintes”, conta.

Apesar desta contribuição histórica do filme para o cinema, o crítico comenta que “Cidadão Kane” foi um filme resgatado e mais valorizado ao longo do tempo. Precisou de uma averiguação temporal para que o filme fosse consolidado como um dos maiores do cinema de todos os tempos. “Quando a gente vê um filme que muda tanto as estruturas da forma, geralmente a gente não enxerga como um filme fruto de seu tempo, ele nos parece um filme muito diferente, e isso às vezes acaba sendo ruim para quem assiste na época”.

Segundo Leão, este foi o caso de “Um Corpo Que Cai” (1958), filme do cineasta Alfred Hitchcock, que na época de lançamento sofreu diversas críticas e hoje é considerado um dos maiores filmes da história. “Precisou também desse distanciamento temporal para perceber a importância desse filme. É mais ou menos o que aconteceu com Cidadão Kane, guardadas as devidas proporções”. O crítico acredita que o filme de Orson Welles extrapola os limites do seu tempo, no que se diz respeito às discussões que a obra é capaz de propor, em termos de conteúdo, de técnicas e de linguagem.

Como recomendação de outro filme que apresenta elementos estruturais semelhantes a “Cidadão Kane”, o crítico de cinema indica “Os Renegados” (1985), filme de Agnès Varda. “É um filme bastante interessante para perceber isso. O longa conta a história de uma mulher, a partir do ponto de vista de outras pessoas também. A diferença é que Cidadão Kane se trata de um magnata, um homem do capitalismo. Enquanto a personagem de "Os Renegados", Mona, é uma mulher pobre, viajante pelas estradas, que está buscando um rumo para a vida. A estrutura narrativa, ou seja, o como contar, é o mesmo”, ressalta.

 

Na última quinta-feira (3) a produtora Paramount Pictures anunciou que as gravações do filme “Missão Impossível 7” foram paralisadas provisoriamente, por conta de membros da equipe de produção do longa-metragem que testaram positivo para Covid-19. Em comunicado oficial divulgado pela empresa, não foi especificado quantas pessoas foram infectadas, mas foi informado que as filmagens retornam dia 14 de junho. E que  os exames de rotina continuarão sendo realizados para detecção do vírus. 

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o filme sofre com a pandemia. Já no começo de 2020, “Missão Impossível 7” foi um dos primeiros filmes a terem suas gravações paralisadas. De acordo com informações do jornal britânico "The Sun", houve um episódio em dezembro de 2020, no qual o ator Tom Cruise deu uma bronca em membros da equipe, por supostamente violarem os protocolos de segurança contra o vírus, chegando a  ameaçá-los de demissão, caso não houvesse mudança de comportamento.  

##RECOMENDA##

As gravações do filme já passaram por diversos países como Emirados Árabes, Itália, Noruega e, agora já que está na reta final, a localização é no Reino Unido. O filme tem o retorno do protagonista Tom Cruise, além de Rebecca Ferguson e Simon Pegg. Já entre as novidades do elenco, estão dois atores que participaram de filmes da Marvel Studios: Hayley Atwell, conhecida por interpretar a agente Peggy Carter e Pom Klementieff,  que dá vida à alienígena Mantis, em “Guardiões da Galáxia: Vol. 2” (2017). 

A direção do longa-metragem está nas mãos de Christopher McQuarrie, que também dirigiu o quinto e o sexto filme da franquia. Por conta do tom que o cineasta imprime à  ação e aos personagens, o estúdio decidiu manter o diretor para a continuação, que está com previsão de estreia para 26 de maio de 2022. Apesar de ainda não ter sido lançado nos cinemas, o oitavo filme da saga já foi confirmado,  previsto para lançamento em 6 de julho de 2023.

A franquia “Missão Impossível” traz o personagem Ethan Hunt (Tom Cruise) sempre com uma tarefa mais difícil que a outra a cumprir, com o auxílio de sua equipe de agentes secretos. Ao longo de duas décadas, já foram lançados seis filmes: “Missão Impossível (1996), “Missão Impossível 2” (2000), “Missão Impossível 3” (2006), Missão Impossível – Protocolo Fantasma” (2011), “Missão Impossível – Nação Secreta” (2015) e “Missão Impossível – Fallout” (2018).     

Em trajes de "Hogwarts", centenas de "Potterfans" posaram nesta quinta-feira para fotos nos sapatos gigantes de "Hagrid", durante a tão esperada inauguração da loja do personagem "Harry Potter" em Nova York.

Fãs do jovem bruxo fizeram fila por horas sob forte chuva para serem os primeiros a visitar a loja, de três andares, localizada no sul de Manhattan e que abriga a maior coleção de mercadorias de Harry Potter do mundo.

##RECOMENDA##

"É realmente mágico", disse Margaret Suárez, cujo namorado chegou às 6h para aguardar a abertura, marcada para quatro horas depois.

Ruben Juárez, 27, e a mulher viajaram de Dallas, Texas, para a inauguração da loja, de 1.950 m², próxima ao icônico Flatiron Building. "Estamos emocionados. Eu amo tudo sobre Harry Potter", disse ele, que usava o lenço escarlate e dourado da "Grifinória".

Multidões se reuniram do lado de fora da loja pela manhã (os clientes tinham que reservar um horário para entrar) e a polícia foi chamada para garantir a ordem. Lá dentro, fãs do mundo mágico da escritora J.K. Rowling tiraram selfies na frente da cabine telefônica vermelha que transporta bruxos para o Ministério da Magia e compraram "fizzing whizzbees", uma guloseima efervescente.

Eles experimentaram as camisetas do jogo quadribol, folhearam cópias da série de livros mais vendida da história e provaram a bebida favorita de um bruxo no bar Butterbeer.

A maior loja de Harry Potter deveria ter aberto no verão passado, mas sua inauguração foi adiada devido à pandemia de coronavírus. Para Alexandra Ewing, 19 anos, valeu a pena esperar: "Estou me divertindo como nunca, lutando contra as lágrimas o tempo todo. Estou adorando."

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando