Cultura

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Se tem uma coisa que não pode faltar nos festejos juninos, além do famoso forró, é a culinária. Durante o período em que comemora-se o São João, as pessoas aproveitam a simbologia da data para se deliciarem em pratos que fazem o maior sucesso entre os nordestinos. Com ingredientes acessíveis, os responsáveis à frente das comidas típicas exploram suas criatividades quando decidem prender a atenção pelo estômago.

A gastrônoma Anna Corinna, que há 20 anos se dedica às delícias da cozinha brasileira e também internacional, preparou em parceria com o LeiaJá uma receita tradicional em todo o Nordeste. Anna montou um passa a passo de um bolo de mandioca caramelizada, que pode ser feito para celebrar toda a magia do São João.

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Houve tempo em que a relação amorosa entre duas pessoas do mesmo sexo era considerada crime em alguns lugares do mundo. Na Nova Iorque dos anos 1960 era assim, e a comunidade LGBT da época era fortemente reprimida pelas forças policiais. O movimento de reação dessas pessoas, iniciado em 28 junho de 1969, ficou marcado na história como a Revolta de Stonewall e consagrou o sexto mês do ano como o Mês da Diversidade, sendo aquela data eternizada como o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+.

Passadas pouco mais de seis décadas desde a Revolta de Stonewall, algumas coisas mudaram para a população LGBT ao redor do planeta. Porém não muitas. No Brasil, por exemplo, já são aprovadas medidas como o reconhecimento da união homoafetiva pelo Supremo Tribunal Federal (2011); o direito de transexuais e transgêneros mudarem seus nomes de registro civil sem necessidade de cirurgia (2018); e  o enquadramento da homofobia e transfobia na lei de crimes de racismo (2019), entre outros. 

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No entanto, nesse mesmo país, 237 LGBT+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) foram vítimas de mortes violentas, só no ano de 2020, segundo o Observatório de Mortes Violentas de LGBTI+ no Brasil. Os números alarmantes colocam a nação brasileira no topo do ranking de países que mais violentam e matam essa população, sobretudo travestis e mulheres transexuais. 

Sendo assim, resistência tem sido palavra e atitude mais do que presentes e necessárias para aqueles que assumem alguma dessas sete letras em suas vivências. E para resistir e existir com a maior plenitude possível, são usadas as mais diversas ferramentas, como a arte e até a gastronomia. É o caso da chef pernambucana Marília Azevedo, que hasteou a bandeira ‘do vale’ em seu negócio e bancou a causa, desde o nome do restaurante - Quintal das Rachas - até o cardápio.

Representatividade no prato

O envolvimento de Marília com a cozinha vem desde a infância, quando ela acompanhava o pai à beira do fogão empoleirada em seus braços: “Ele era gordo, me apoiava na barriga dele e já me ensinava”, conta a chef em entrevista ao LeiaJá. Além do pai, a avó também foi a outra responsável por iniciar a então menina no mundo da culinária. 

“O Quintal é minha maior realização profissional até agora”, garante a Chef Marílai Azevedo. Foto: Reprodução/Instagram

Já adulta, a chef passou pelos mais diversos ofícios até assumir a cozinha como profissão. Ela foi promotora de vendas, estudante de biologia e vendedora ambulante no Carnaval de Olinda, sempre intercalando uma função e outra com trabalhos na área da gastronomia. Até que em meados dos anos 2000, motivada pelos amigos que já conheciam o seu talento na cozinha, decidiu estudar e se profissionalizar, tendo se especializado na culinária regional. 

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus, Marília se viu desempregada, assim como tantos outros brasileiros, e decidiu arriscar tudo. Da necessidade de se adaptar aos novos tempos veio a coragem de montar o próprio negócio fazendo o que sempre gostou, comida nordestina. E essa veio acompanhada de um outro elemento: o empoderamento. Lésbica, casada e “mãe de pet”, a chef batizou o seu restaurante, lcoalizado no bairro do Bonsucesso, em Olinda, como Quintal das Rachas.

O nome causou um certo estranhamento a princípio, até mesmo entre os mais próximos, mas Marília estava firme na escolha. “Isso foi questionado no início, até pela minha mãe. Mas é o que eu sou, eu sou sapatão, eu sou lésbica e ponto, acabou aí. Não são duas rachas? Então é pra levantar a bandeira, pras pessoas virem pra cá sabendo que vão encontrar duas sapatão, atendendo, casadas, felizes com seus pets e dando muito amor a quem estiver disposto a receber esse amor (sic)”, diz em referência à sua esposa Camila, que a ajuda a tocar o negócio aos finais de semana. 

O Sarapatão é uma das especialidades de Marília. Foto: Reprodução/Instagram

O apoio da companheira é algo que Marília celebra e aponta como um dos fatores de sucesso do Quintal. Além disso, os ensinamentos herdados do pai e da avó e a vontade de compartilhar acolhimento e afeto são as demais forças que movem a chef. “Eu sei da dificuldade da gente que é lésbica, ou gay, ou negro, ou de uma minoria ter um lugar que você consiga vir e se sentir na sua casa, à vontade. O objetivo do Quintal é esse. Eu abro a minha casa, tem meus cachorros, fica todo mundo junto, é um lugar onde eu quero agregar. Eu passo esse cuidado, esse amor, esse carinho pra comida. O segredo da chef é fazer com a maior dedicação como se eu estivesse fazendo pros meus pais, que adoram minha comida”.

Marília frisa, porém, que o seu restaurante não é exclusivo para o público LGBTQIA+. O propósito do lugar é servir como ponto de reunião para aqueles que gostam da culinária regional, independente de qualquer outro atributo. “Tenho vários clientes que não são gays mas que vêm e acham massa, trazem os amigos, e a gente vive todo mundo em harmonia. É um espaço para as pessoas virem, pra gente viver cada um com sua diferença e cada um respeitando o outro, como deveria ser o mundo”. 

Sarapatão

No cardápio da chef Marília estão pratos como o Miúdo da Gatinha, o Arroz de Polvo e o Sarapatão, esse último uma das especialidades da casa, segundo ela. O nome do prato, um típico sarapatel, também foi sugestão da esposa Camila, durante um jantar entre amigos, e pegou. Na receita, os ingredientes tradicionais que são usados em todo e qualquer preparado como esse. Os segredos, no entanto, vem de berço. São o modo de cortar os legumes, em pedaços bem pequenos, e de engrossar o caldo do alimento no liquidificador, tudo ensinado pela sua avó. “Dica de avó não tem erro”, brinca. 

Confira a receita do Sarapatão.

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Serviço

Por conta das restrições referentes à pandemia do novo coronavírus e de um projeto paralelo ao qual Marília Azevedo se dedicará no final deste primeiro semestre, o Quintal das Rachas passará cerca de um mês sem atividades. Enquanto isso, a chef manterá postagens semanais na página do restaurante no Instagram, com dicas e receitas para o público. A ideia é reabrir a casa, em seguida, repaginada, mas sem deixar de lado a pegada acolhedora e descontraída que já se tornaram marca registrada.

 

Uma pesquisa desenvolvida pelo coordenador do curso de Nutrição e coordenador adjunto de Gastronomia da UNAMA - Universidade da Amazônia, Bruno Morais, revelou uma formulação inédita na área alimentícia. Com a redução de gordura e adição de fibras, o trabalho apontou que foi possível criar uma linguiça frescal, utilizando carne de caititu, popularmente conhecido como porco-do-mato. O resultado foi um produto mais saudável, rico em proteínas e mais saboroso. Os estudos apontaram uma nova alternativa para o consumo de carne mais sustentável e sem agressão ao meio ambiente.  

O processo foi realizado a partir da pesquisa de doutorado do professor, do Programa de Ciência Animal da Universidade Federal do Pará, intitulado “Avaliação da estabilidade de linguiças frescais de caititu (pecari tajacu) elaboradas com fibras alimentares e acondicionadas sob atmosfera modificada”. O trabalho contou com apoio de alunos bolsistas da UNAMA e da Universidade Federal do Pará, em parceria com os pesquisadores da Universidade Federal do Tocantins. 

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De acordo com o Bruno, já existe interesse em ter o item disponível no mercado. “O produto é simples de ser elaborado, e tenho certeza de que é um potencial incrível para o mercado. Com o sabor marcante e sofisticado, a carne de caititu (já conhecida no mundo todo) é extremamente promissora nos grandes restaurantes de Belém e do Brasil. Já sabemos que existe interesse pela carne por um público interessado em carnes exóticas no mundo e por pessoas dispostas a apreciá-la”, afirmou.

O professor destaca, ainda, a importância de produzir alimentos como este, em um cenário amazônico, onde a produção de carnes exóticas já é explorada. “Fortalecer uma economia pouco explorada, fornecer à indústria de alimentos um produto novo, e ainda por cima saudável, é de suma importância para o fomento a novas possibilidades de aumento de um nicho de mercado com alta demanda e estimular o consumo saudável de produtos usualmente ricos em gordura”, ressaltou o professor.  

O trabalho analisou quimicamente todo o valor nutricional da carne, em seguida, elaborando o produto. Mais de 100 pessoas participaram da pesquisa e puderam escolher a melhor amostra.  Depois disso, foram analisados todos os componentes físicos, químicos e microbiológicos.  A avaliação considerou a vida de prateleira do produto com uso de uma técnica de atmosfera modificada, que substitui o ar atmosférico por uma mistura de gases, para aumentar a validade do produto. Dessa forma, o armazenamento deve ser feito sob refrigeração em geladeira com aproximadamente 5ºC em até 7 dias e para o aumento desse período, a linguiça deverá ser armazenada sob congelamento.

Por Alessandra Fonseca/Ascom UNAMA.

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Com a ideia de ser uma alternativa aos restaurantes e plataformas de delivery do Grande Recife, os chefs Marie França, Claudia Luna e Ricco de Lira montaram um serviço premium para o jantar do Dia dos Namorados, com um menu completo. No cardápio, entrada, prato principal e sobremesa. Responsável por uma das casas mais tradicionais do Recife, Claudia Luna, do Seu Luna Restaurante, destacou a iniciativa como uma grande oportunidade de proporcionar um jantar especial e uma comodidade ainda maior para os clientes.

"Está sendo incrível poder unir três escolas diferentes da gastronomia, num projeto que já está sendo um verdadeiro sucesso. Os restaurantes estarão fechados, mas a gente vai levar todo o padrão de uma grande cozinha para dentro da casa dos nossos clientes. O menu está um espetáculo", comentou Claudinha.

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Dona de uma vasta experiência e consultora de restaurantes como o Famiglia Giuliano, dentre outros, a Chef Marie França destacou que a referência do menu preparado para o jantar do Dia dos Namorados deste ano é a gastronomia internacional. "Quem conhece o nosso trabalho pode esperar opções harmônicas para fazer do jantar, uma noite bem especial. Destaque para os medalhões de mignon ao molho campanhole", adiantou Marie.

O menu completo para um casal custa R$ 200 e pode ser encomendado até o próximo dia 8, através do númermo (81) 99916-9740, ou no instagram dos chefs: @claudinhaluna, @mariefranca e @chefriccodelira.

*Da assessoria

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Música e culinária regional num só lugar? No site Gastronomia Paraense, isso é possível. Com objetivo de incentivar a música do Pará e mostrar as habilidades de artistas na cozinha, o quadro "Música e Gastronomia" estreia nesta terça-feira (1º), com a participação do cantor Wanderley Andrade e da banda Vingadores do Brega em uma live transmitida pelas redes sociais do site: @gastronomiaparaense.

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A live também comemora o aniversário da criadora do site, jornalista Rosiane Rodrigues. "É uma data muito especial para mim. O lançamento do quadro é o início de um projeto que sempre tive vontade de fazer: incentivar nossa cultura musical paraense, com um bate-papo descontraído e, é lógico, muita comida. Fazer o lançamento no dia do meu aniversário é um presente de Deus para mim. Na verdade, tudo o que Deus tem feito através desse projeto é um grande presente para mim. Por isso, quis comemorar neste lançamento do quadro", contou emocionada.

Para Wanderley Andrade, essa é a mistura perfeita. “Música e gastronomia têm tudo a ver. Essa mesclagem é sensacional porque, dependendo da canção, da poesia, música já nos remete a alguma coisa, seja à paixão, à comida ou à bebida. Eu acho que algumas das minhas músicas têm muito a ver com a gastronomia. Eu gosto muito de cozinhar. Sou um cara que tem um prazer enorme em cozinhar e, modéstia à parte, as comidas mais básicas saem bem bacanas”, disse.

O artista relatou que faz sua própria comida. “Fui estudar primeiro aquilo que eu queria consumir. Nas cozinhas dos meus apartamentos, eu tenho meus materiais de culinária e, quando eu entro no supermercado, vou logo vendo se tem coisas de cozinha”, disse.

Ainda segundo ele, ser o primeiro artista do quadro é uma honra. “Eu viajo bastante. Acredito que tem um time de artistas muito bacana no Pará, como diz aquela frase do Raul: ‘O sonho que se sonha só é somente um sonho. Mas o que se sonha junto é realidade’. Se tem Wanderley Andrade, é porque tem toda uma base fundamentada de artistas no Pará. Saber que de alguma forma represento o Pará, me honra muito, mas não me dá vaidade. O que me envaidece e me dá prazer é fazer música boa, para que as pessoas possam lembrar de Wanderley. Tenho gratidão a Deus por esse espaço de conquista no cenário nacional”, explicou.

Para auxiliar Wanderley Andrade na cozinha, uma equipe de super-heróis foi convocada. “Os Vingadores do Brega não poderiam ficar de fora dessa live que vai fazer a união da nossa música e cultura gastronômica, que já invade o mundo todo. Nós não poderíamos deixar de participar dessa mistura de música boa e muita comida paraense. Estaremos auxiliando o nosso amigo Wanderley na cozinha e vai ser show de bola. Além disso, é aniversário da Rosi e a gente quis participar e dar esse presentinho para essa pessoa maravilhosa. Essa live vai abrilhantar a nossa cultura”, disse Batman – o vocalista da banda.

Rosiane comemora o crescimento do site e não esconde a emoção em realizar mais esse sonho. "Estou muito emocionada porque vejo o fruto de muitas madrugadas estudando e trabalhando começando a florescer. Só tenho imensa gratidão a Deus. Primeiro pela sabedoria e por ter me capacitado para criar o site e todas as ideias que me deu sobre o que colocar e fazer, tudo isso é inspiração divina. Segundo, por Deus me dar as forças necessárias para não desistir em meio às dificuldades e por ter me sustentado quando só me restava a fé. E terceiro, por Ele ter escolhido cada membro da equipe que faz parte do site Gastronomia Paraense e que, nos bastidores, torna tudo isso real. Sem eles nada disso seria possível", concluiu a jornalista.

Wanderley Andrade e Rosiane Rodrigues prometem levar muita descontração e sabores deliciosos para a live. “Tenho muito carinho pela Rosi e a gente vai fazer algo muito bom, simples, mas com muito carinho, sabor e amor”, destacou o artista.

Serviço

Evento: Live de lançamento do quadro "Música e Gastronomia", do site Gastronomia Paraense, com Wanderley Andrade e Vingadores do Brega.

Data: 01/06/2021.

Horário: 19 horas.

Transmissão pelas redes sociais do site: @gastronomiaparaense (YouTube, Instagram e Facebook).

Por Fernanda Cavalcante.

 

Nesta sexta-feira (28) é celebrado o Dia Mundial do Hambúrguer. Para comemorar a data, a cerveja Budweiser se juntou ao Beleleu Burguer e preparou um lançamento especial: o Bud Burguer. A novidade, que foi escolhida e elaborada por meio de uma enquete no Instagram da hamburgueria recifense, é composta por pão brioche, blend angus 160gr, molho barbecue Budweiser, bacon crocante e creme de cheddar.

Para marcar o lançamento, quem comprar um Bud Burger neste fim de semana, ganha uma long neck de Budweiser. Os pedidos poderão ser feitos presencialmente nesta sexta e pelo delivery no sábado (29) e domingo (30). Vale ressaltar que a venda do combo é restrita aos maiores de 18 anos.

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Serviço

Lançamento da edição especial do Bud Burguer

Sexta-feira (28)

Beleleu Burguer | Rua Leopoldino Silva, 100, Casa Forte / Avenida Conselheiro Aguiar, 802, Boa Viagem

Delivery: (81) 99930-9313

*Da assessoria

Apesar do status conferido por suas duas estrelas Michelin, a chef de Hong Kong Vicky Lau diz que a batalha para alcançar a paridade de gênero no mundo da gastronomia profissional, dominado por homens, está longe de ser vencida. Mas algumas pequenas vitórias lhe dão esperança.

Na arena altamente competitiva de Hong Kong, poucos tiveram uma ascensão tão fulgurante como Lau, que, em pouco mais de uma década, passou de um pequeno café para administrar um dos restaurantes mais famosos da cidade.

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Meses atrás, o Tate Dining Room foi premiado com duas estrelas Michelin, um marco para as chefs asiáticas, muitas vezes menosprezadas.

E, embora muitos chefs digam em entrevistas que os prêmios não significam muito, Lau, de 40 anos, é mais direta.

"Não entrei na indústria porque queria esses reconhecimentos, mas com o tempo, eles se tornaram um objetivo", disse em entrevista à AFP.

Questionada sobre a importância da duas estrelas Michelin para as mulheres, ela respondeu: "Acho que diz algo, porque incentiva muitas pessoas em nossa indústria a continuarem".

Lau, uma ex-designer gráfica que mudou de carreira, conta que, ao entrar na profissão, não pensou "muito na questão de ser mulher e chef".

Ela recorda que muitos de seus colegas eram mulheres quando estudou na academia Cordon Bleu de Bangcoc.

Uma vez dentro do ramo, viu como os homens dominavam tudo, principalmente quando se tratava de subir em uma empresa, ou ter um negócio.

Quando começou a chamar a atenção com seus pratos, cansou-se de ser questionada sobre seu gênero, sobre o exemplo que estava dando e o modelo em que se tornara.

Mas, com o tempo, começou a aceitar a realidade de que seu sucesso poderia servir para motivar outras pessoas.

"Na verdade, tornou-se uma das minhas motivações para ir trabalhar", explica.

- Personalidades diferentes -

Lau faz parte de uma nova geração de mulheres chefs de Hong Kong, ao lado de Peggy Chan e May Chow, que se tornaram modelos de empresárias de sucesso.

Tradicionalmente, os prêmios internacionais se concentram na culinária ocidental e em chefs do sexo masculino.

Mas, aos poucos, as listas começam a refletir um pouco mais a realidade do mundo.

O movimento "Me Too" trouxe à tona o comportamento masculino que era elogiado por críticos de gastronomia e programas de televisão.

Mas o progresso pode parecer desesperadamente lento.

"A indústria gastronômica é dominada por homens, como todos sabem, mas também espera que as mulheres se comportem como homens", reclamou Peggy Chan, uma das primeiras chefs de alta cozinha vegetariana de Hong Kong.

O lento crescimento das mulheres, disse Chan, está começando a ter um impacto.

"Agora há muito mais espaço para diferentes tipos de personalidades", assegura.

Lau diz que sua cozinha é mais de 50% feminina, e as chefs com filhos são vistas como algo positivo, não uma dor de cabeça.

"Aqui não celebramos o estilo de gritar de Gordon Ramsey", garante Lau.

- Técnicas chinesas -

Os pratos de Lau combinam a gastronomia francesa e chinesa e são extremamente bonitos, cada apresentação refletindo seu passado como designer.

E ela está determinada a dar maior reconhecimento às técnicas culinárias chinesas, muita vezes desvalorizadas.

Como exemplo, cita os caldos "superiores", que passam horas no fogo e são uma marca registrada da culinária chinesa.

Seu negócio se manteve durante a pandemia do coronavírus, graças ao serviço de bufê, venda de comida para viagem e uma confeitaria.

Ela também abriu pela primeira vez para o almoço, oferecendo um menu de degustação de baixo custo.

"Fizemos arroz, tofu, chá, molho de soja", detalha a chef.

Cada prato de seu último menu é feito com as diferentes partes de uma planta: sementes, folhas, bulbos, caules, frutas, raízes e flores.

Lau diz que a pandemia a empurrou para um espaço mais criativo e pensativo.

"Acho que a covid vai colocar a globalização em pausa", prevê, afirmando que os restaurantes de alta gastronomia são obrigados a usar mais ingredientes locais.

Para ela, a alta gastronomia é uma forma de "se expressar no prato", e "muitas vezes dá para se perder um pouco".

"Por isso, é hora de fazer com que a estrela do prato sejam ingredientes mais humildes, como o molho de soja, ou o arroz", acredita.

As cigarras que hoje emergem no leste dos Estados Unidos, fenômeno que se repete a cada 17 anos, inspiraram um chef de Washington a criar uma iguaria muito crocante ... e também sustentável.

Bun Lai, um defensor de alimentos saudáveis e ecológicos, ofereceu uma degustação gratuita de sushi de cigarra grelhada em um parque na capital dos EUA no fim de semana.

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"Em um mundo onde sofremos com a maior pandemia da história, que não é covid, mas doenças relacionadas à dieta, teremos que adotar uma abordagem revolucionária em nossos hábitos alimentares", disse ele.

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Este chef americano nascido em Hong Kong mostrou como coletar, cozinhar e preparar cigarras como uma forma de demonstrar métodos alternativos de cultivo e alimentação.

"Dois bilhões de pessoas comem insetos. Os americanos não comem insetos", observou ele. "Mas metade do mundo acha que os insetos são deliciosos, e eles são".

Bun está aproveitando o aparecimento da chamada Brood X, uma das 15 ninhadas de cigarras periódicas que vivem em áreas arborizadas da Pensilvânia à Geórgia, principalmente no Distrito de Columbia, Maryland, Virgínia, Indiana e Tennessee.

À medida que seu período de incubação é concluído no subsolo este ano, bilhões de ninfas que se alimentam de raízes de árvores desde 2004 estão surgindo para completar seu ciclo de vida.

"Cigarras e refeição ao ar livre grátis", disse Bun no Twitter. "Traga ingredientes para cozinhar e junte-se a mim em ser criativo ou apenas comer!". Para quem respondeu ao convite, a aventura gastronômica começou com a coleta de alguns destes insetos.

- Uma grata surpresa -

Stella Roque, que cresceu com medo de insetos, não estava muito ansiosa para experimentá-los, mas viu isso como uma oportunidade de superar sua fobia.

"Estou aqui hoje porque Bun Lai me convidou para experimentar as cigarras e achei que seria uma experiência interessante", disse ela à AFP. "Decidi vir porque ouvi falar de todo o apocalipse da cigarra na região."

Comer esses insetos não é incomum. Os tacos de cigarra são populares no cardápio de vários restaurantes atualmente, de acordo com a revista The Washingtonian, um guia da vida na capital americana. Cigarras com chocolate não faltam.

No entanto, Bun pediu cuidado para não transformar as cigarras em um “alimento gourmet”, o que poderia levar ao seu consumo excessivo “como temos feito com tantas espécies pelas quais nos tornamos obcecados”, frisou.

O grupo coletou cigarras e plantas comestíveis em todo o parque sob a orientação de Bun.

O chef temperou as cigarras com sal antes de fritá-las em uma grande frigideira. Finalmente, os insetos fritos se tornaram o ingrediente estrela do sushi.

Roque, esperando o pior, disse que na verdade ficou "agradavelmente surpresa".

"Na verdade, fiquei apavorada enquanto segurava o sushi", disse ela.

"Mas realmente é muito saboroso." E para os curiosos, observou ela, as cigarras tem "um sabor de noz muito crocante".

 

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Uma ideia surgida em aula da faculdade, depois transformada em Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), levou a jornalista paraense Rosiane Rodrigues à realização de um sonho: a criação do site Gastronomia Paraense (gastronomiaparaense.com), com receitas, reportagens, entrevistas e colunas de chefs renomados que mostram toda a riqueza da culinária da Amazônia.

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Inspirado na paixão de Rosiane pela culinária do Pará, o site vem alcançando um público cada vez maior. Também produzem conteúdo para a plataforma digital interativa e para as redes sociais do Gastronomia Paraense as jornalistas Ana Luiza Imbelloni e Fernanda Cavalcante. 

Rosiane defende a valorização da gastronomia regional como forte referencial da cultura paraense. Ela conta como surgiu a ideia do site. "Eu acabei me apaixonando pela parte da criação de sites em uma aula na faculdade. Fiquei encantada e então optei por fazer um de gastronomia porque eu amo comer a comida da nossa região. Amo o Pará, amo as frutas, os temperos, os cheiros e por isso quis falar da culinária daqui, de toda a nossa riqueza", afirmou.

Para Rosiane, é importante dar visibilidade à gastronomia paraense. "Não deixar isso apenas nas mãos de pessoas de fora da nossa região. Esse foi um dos intuitos do site", falou.

A jornalista disse que, durante suas pesquisas antes da construção do site, não encontrou muitas páginas paraenses que falem da gastronomia local. "Não tinha um lugar em que eu pudesse me aprofundar e encontrar as informações necessárias. Somos o coração do mundo em termos de culinária, turistas do mundo todo vêm até aqui para experimentar os sabores e as comidas da nossa região, da Amazônia, e eu achei as informações muito soltas quando fui atrás", expôs Rosiane.

A jornalista celebra a boa recepção do site pelo público, por chefs consagrados e iniciantes, o abraço das pessoas à proposta e as vivências e experiências que o projeto tornou possível. "Graças a Deus o projeto foi muito abraçado pelos agentes da gastronomia. Tanto chefs profissionais quanto amadores receberam muito bem o site e isso é muito importante para a valorização da cultura e para passar receitas e ensinamentos através de gerações. Uma prova disso é que três chefs atuam como colunistas no site e temos também um quadro em vídeo, o 'Bate-papo saboroso', que recebe a visita das mais variadas pessoas para prepararem seus pratos e que nos dão muito carinho e apoio", relatou.

Rosiane Rodrigues destacou a importância que a gastronomia paraense tem nos contextos nacional e internacional, mas chamou a atenção para a necessidade de maior valorização da culinária pelos próprios paraenses. "Da feita que um turista pega um cruzeiro ou um avião de fora do país ou dos grandes centros econômicos do Brasil só pra provar as comidas daqui, ele já está valorizando a nossa culinária. Mas acho que mais paraenses deviam valorizar mais a nossa gastronomia e enxergar a riqueza que ela tem de representatividade cultural, tanto aqui na nossa região quanto no mundo", concluiu.

Serviço

Site: https://www.gastronomiaparaense.com/

Facebook: https://m.facebook.com/gastronomiaparaense/

Instagram: https://www.instagram.com/gastronomiaparaense_/?igshid=s0d7e9t2gv1h

Twitter: https://twitter.com/gastronomiapa

Youtube:https://www.youtube.com/c/GastronomiaParaense

Telegram:https://t.me/gastronomiaparaense

Por Haroldo Pimentel.

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O Dia Nacional do Chef de Cozinha, celebrado em 13 de maio, foi instituído em 1999 pela Associação Brasileira da Alta Gastronomia (ABAGA) e visa homenagear o amor pela arte de cozinhar, além de motivar diversos profissionais da área a criarem novas receitas e a  enriquecerem a culinária brasileira.

O Chef de cozinha Pedro Lisboa, 31 anos, de São Paulo (SP), adquiriu interesse por cozinhar na infância, quando observava a produção de bolos e salgados feitas pela sua avó. Após estudar e se dedicar à gastronomia, o profissional se tornou especialista em massas e frutos do mar.

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Para os que possuem interesse em seguir na área, Lisboa recomenda ter muita determinação e persistência. “Cozinha profissional está longe de ser o glamour que passa na TV. É um trabalho árduo, exaustivo e sempre precisamos estar nos atualizando, tudo muda o tempo todo, e na cozinha não é diferente”, afirma.

De maneira semelhante a Lisboa, o chef de cozinha Felipe Claro, 34 anos, também adquiriu amor pela gastronomia ao ver sua avó cozinhar para a família. “Era lindo vê-la reunir a família para celebrar almoços e jantares. Sem contar as delícias que ela fazia em datas comemorativas”, recorda Claro. Além disso, o jovem cozinheiro começou a auxiliar seu pai, Carlos Gonçalves, na produção da feijoada do Carlinhos, para amigos e colegas, o que o fez tomar gosto pela profissão.

Aos 19 anos, Claro trabalhava como mensageiro no hotel Caesar Park, na Vila Olímpia (SP), e nas horas vagas, admirava o trabalho dos cozinheiros do prédio. “Com isso, percebi que realmente gostava e queria fazer parte do mundo gastronômico. Estudei, fiz estágios, viajei boa parte da América Latina para estudar e me aprofundar. Me formei e após alguns anos, consegui meu primeiro trabalho como Chef de cozinha”, lembra.

Atualmente, Claro é dono do restaurante Dom Felipe Gastronomia, situado no bairro Tatuapé (SP), onde serve seus estilos de pratos favoritos, voltados para a culinária brasileira e italiana. “É uma fusão excelente de aromas e texturas, do clássico ao contemporâneo; da polenta ao baião de dois”, descreve.

Para atuar na profissão, o chef de cozinha orienta a não pensar no glamour, pois mesmo os que alcançaram a fama, tiveram que trabalhar duro para isso. Além disso, é preciso muita dedicação, estudo, leitura e testes. “Para fazer parte de uma cozinha profissional é preciso certas coisas, dentre elas, amor pela profissão, ter ciência que enquanto outros se divertem, você estará trabalhando de forma árdua. E nossa família, torna-se a brigada e nossos equipamentos de trabalho”, realça.

Chocolate como ingrediente

O amor e apreço pelos chocolates foi a principal motivação que levou a chef, Mirian Rocha, 40 anos, do Rio de Janeiro, para as cozinhas. A princípio, ela atuava como publicitária, mas após alguns chefs franceses perceberem o seu talento, Mirian decidiu seguir a área gastronômica. “A minha primeira criação foi uma receita de suflê de chocolate. Chocolate para mim é um ingrediente e não um doce. Gosto de explorar novas experiências sensoriais com ele”, explica.

Miriam gosta de trabalhar em receitas com chocolates, inclusive, misturar pratos salgados com chocolate. Diante de suas experiências, a chef recomenda aos iniciantes na área, muita dedicação e técnica. “Especialmente, dedicação ao estudo da cultura gastronômica. Só com bagagem se consegue evoluir e inovar”, finaliza.

Já se passou um ano desde o início da pandemia e, assim como diversos setores da economia, os restaurantes do Brasil continuam lutando pela sobrevivência - é o que aponta uma pesquisa recente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes  (Abrasel) com 2 mil empreendedores: 91% disseram ter problemas para pagar integralmente os salários de abril e 73% precisaram realizar demissões nos três primeiros meses do ano. Diante deste cenário, Stella Artois decidiu se mobilizar mais uma vez, trazendo de volta o movimento Apoie Um Restaurante.

Criado pela Stella em março de 2020, Apoie Um Restaurante é uma corrente que une os restaurantes, as marcas e a comunidade gastronômica pela sobrevivência destes negócios. Neste momento em que os estabelecimentos estão mais uma vez impossibilitados de funcionar presencialmente, a cerveja da Ambev anuncia a volta do apoio, na tentativa de amenizar agora os impactos econômicos para o segmento, vendendo vouchers com desconto para que o consumidor possa utilizar no futuro, quando os restaurantes voltarem a atender presencialmente e puderem recebê-los novamente.

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A Nespresso, que entrou como parceira no ano passado, volta a contribuir: juntas, as marcas estão investindo inicialmente R$ 1,6 milhão - e com a adesão dos consumidores, o aporte pode dobrar, chegando a um total de R$ 3,2 milhões. São 32 mil vouchers, com validade até 31 de dezembro de 2021 e possibilidade de postergação do prazo de uso de acordo com as políticas de circulação de cada região. Na retomada do projeto, até 3,2 mil restaurantes podem aderir gratuitamente se cadastrando pelo site. Quatorze estabelecimentos pernambucanos já estão cadastrados na iniciativa.

Repaginada pelo Get In - startup parceira da Ambev para apoiar o ecossistema de bares e restaurantes a retomarem seus negócios com segurança quando liberada a reabertura - a plataforma vai seguir a mesma dinâmica adotada anteriormente: o consumidor acessa o site do projeto, onde pode adquirir um voucher de R$ 100 pagando apenas R$ 50 para usar presencialmente no futuro, quando os estabelecimentos voltarem a abrir suas portas.

O público ganha um desconto de 50% custeado por Stella e Nespresso, enquanto os restaurantes recebem 100% do valor da venda dos vouchers como capital de giro. Atendendo à demanda do público que, no ano anterior, podia adquirir o voucher de apenas um restaurante, o projeto permite agora a compra de até três vouchers por CPF; cada estabelecimento poderá vender até 100 cupons. O app Get In ainda complementa a experiência do usuário, trazendo a possibilidade de que ele garanta a reserva do restaurante no melhor dia e horário disponível para utilização do voucher.

"Faz parte do nosso posicionamento como companhia olhar sempre para o ecossistema em que estamos inseridos e refletir sobre como podemos ir além do nosso papel como marca. No caso de Stella Artois, temos uma relação de longa data com a comunidade da gastronomia, o que nos motivou a criar Apoie Um Restaurante em 2020", conta Mariana Porto, head de marketing de Stella Artois. "O movimento alcançou mais de 4 mil restaurantes em pelo menos 300 cidades do Brasil e, neste novo momento em que a pandemia nos apresenta um cenário ainda mais delicado, entendemos que a iniciativa precisava voltar para tentar ajudá-los a passar por mais esse desafio", acrescenta.

Mais do que um café de alta qualidade sustentável, Nespresso Professional tem o compromisso de apoiar o setor por meio de seus produtos e soluções. "Desde o início da pandemia, a companhia vem contribuindo com os restaurantes, bares e cafeterias em diversas frentes, que vão desde a produção de um guia digital, com recomendações e protocolos para o serviço de cafés, até a iniciativa Apoie um Restaurante. Para nós, é relevante fazer parte deste movimento pelo segundo ano consecutivo, pois temos um olhar consistente sobre toda a cadeia e somos parceiros do segmento", explica Marcos Djinishian, Head de Marketing da Nespresso Brasil.

Graças também à participação da Donus, plataforma de serviços financeiros da Ambev da pequenos e médios varejos, as operações de compra e venda dos vouchers serão isentas de taxas, direcionando o valor integral das arrecadações para os estabelecimentos participantes. Os restaurantes ainda poderão utilizar a plataforma completa de gestão Get In por 2 meses gratuitos, onde terão acesso não apenas ao gerenciamento de vouchers, mas também a recursos como cardápio digital e o sistema de filas e reservas.

*Da assessoria

Apesar do clima quente do país, o brasileiro não dispensa um bom cafézinho na sua rotina. O Brasil é um dos maiores consumidores da bebida em todo o mundo. Em 2020, 61,62 milhões de sacas de 60kg do grão foram consumidas em terras ‘tupiniquins’, um número 25% maior do que havia sido registrado em 2019, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).

De tão querido, no Brasil e nos quatro cantos do planeta, o café tem até um dia para chamar de seu. Nesta quarta (14), é celebrado o Dia Mundial do Café e, para comemorar a data, o LeiaJá preparou uma lista de cafeterias que trabalham com o sistema delivery na Região Metropolitana do Recife. Assim, é possível curtir um bom cafézinho sem desrespeitar os protocolos de segurança relativos à pandemia do novo coronavírus. 

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Confira.

81 Coffee & Co. - @81coffeeco

Cafeteria - Olinda Café - @olindacafe_

O Café da MAdalena - @santaclaramadalena

A Vida é Bela Café - @avidaebela.cafe

Xero Café e Arte - @xerocafe

Cofee Cube - @coffeecubebr

Confraria do Croissant - @confrariadocroissant

Fridda Café - @friddacafe

Café com Dengo - @cafecomdengo

Studio Mu - @studiomu_

Padoca do Paiva - @padocadopaiva

Castigliani Cafés Especiais - @castigliani

Lalá Café & Cozinha Afetiva - @lala.cafe

Livraria da Praça de Casa Forte - @livrariadapraca

Zoco - @cafezoco

Café-Tão - @cafetao_cafeteria

Harina Café - @harina.cafe

Borsoi Café - @borsoicafe

 

O Grupo Ferrero anunciou nessa terça-feira (13) a entrada no mercado de sorvetes e picolés na Itália, França, Alemanha, Áustria e Espanha. A estratégia prevê cinco sabores em todos os canais de distribuição desses países: os sorvetes no palito Ferrero Rocher, nas versões Classic e Dark, e Raffaello; e os picolés de limão e pêssego com a Estathé Ice.

A mudança promete agitar o setor que, só na Itália, tem um valor de 1,9 bilhão de euros, e amplia a estratégia adotada em 2017, quando a Ferrero lançou uma colaboração trienal com a Unilever para a produção de sorvetes Kinder.

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Em nota, o Grupo informou que o desenvolvimento dos sorvetes "foi reforçado ainda pela sinergia com a Ice Cream Factory Comaker (ICFC) - empresa espanhola líder em nível global, especializada no desenvolvimento e na produção de produtos para sorveterias, com mais de 50 anos de experiência -, da qual o Grupo Ferrero adquiriu o controle em 2019". Com isso, os produtos serão produzidos na unidade de Alzira, na Espanha.

Os novos itens reproduzem, na versão gelada, o gosto dos chocolates mundialmente famosos e que inspiram os sabores. O Raffaello é composto por uma cobertura de coco ralado com amêndoas picadas que envolvem um picolé de coco.

Já o Rocher tem o "coração gelado" com avelã envolvida com chocolate e a cobertura de chocolate ao leite ou amargo, conforme a versão (Classic ou Dark). Para esse, um anexo foi criado especialmente na fábrica para a produção.

Os picolés da Estathé Ice já foram testados em lançamentos limitados de grande sucesso na Itália. Os sabores usam suco verdadeiro das frutas - limão ou pêssego - com uma infusão de chá das folhas.

Da Ansa

O Outback Steakhouse anuncia uma novidade que promete causar uma verdadeira comoção entre colecionadores e fãs do restaurante. A partir de hoje, os clientes que pedirem o combo especial da promoção via delivery, recebem em casa um dos objetos mais desejados pelos apaixonados pela marca: a icônica Caneca Outback. O objeto de desejo estará disponível pela primeira vez somente via delivery – a promoção não é válida nos restaurantes - e em quatro versões diferentes de cores e de frases divertidas.

"A gente quer continuar levando momentos de descontração e quebra da rotina para nossos clientes sem que eles precisem sair de casa, por isso, nos adaptamos ao momento atual e lançamos nossa primeira promoção com brinde exclusivamente através do delivery", diz Renata Lamarco, diretora de Marketing da Bloomin' Brands, grupo detentor da marca Outback Steakhouse.

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Para ganhar a caneca, é fácil: basta pedir o combo da promoção formado por Kookaburra Wings (sobreasas de frango empanadas em um mix de temperos Outback servidas com aipo crocante e molho Blue Cheese) e as generosas Bloom Petals Grande (pétalas da famosa cebola gigante dourada Bloomin' Onion e molho Bloom), além de duas Brahma Duplo Malte ou dois Guaranás Antarctica em lata (original ou zero). Pronto, a Caneca Outback vai junto, via delivery.

O combo custa R$ 99 e a Caneca é um presente da marca. As canecas colecionáveis, para brindar e viver um #MomentoOutbackEmCasa cheio de estilo, são importadas e de vidro temperado, congelando facilmente no freezer igual as que são servidas nos restaurantes, e podem ser encontradas em verde, laranja, azul ou roxo. Além disso, cada uma é personalizada com uma das frases: Caneca cheia faz conversa boa, Não esquenta, chopp gelado, Estamos há 0 dias sem brindar e A vida é feita de escolhas, escolha colarinho.

A promoção é válida exclusivamente via iFood. Os clientes podem optar por receber em casa via delivery ou, também, pela opção de Retirada – pedindo pelo aplicativo e retirando no restaurante mais próximo na modalidade To Go. Não é valido para pedidos diretamente no restaurante. A promoção acontece de segunda a domingo (exceto feriados), durante o horário de funcionamento e enquanto durarem os estoques.

*Da assessoria

Os amantes do Cheddar já podem comemorar. Depois do sucesso de vendas, a Piscininha de Cheddar está de volta ao McDonald's. A primeira edição do Pote de Cheddar do Méqui esgotou rapidamente em todos os restaurantes em dezembro do ano passado, mostrando o quanto o brasileiro ama o cheddar do Méqui.

"Estamos sempre atentos aos desejos dos nossos consumidores. A primeira edição foi um sucesso tão grande que deixou as pessoas sonhando com uma nova oportunidade para aproveitar a deliciosa piscininha. Por isso, atendendo a pedidos, estamos trazendo-a de volta, por tempo limitado", diz João Branco, CMO do McDonald’s Brasil.

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O relançamento oferece aos fãs do queijo uma experiência única, uma verdadeira explosão de sabor e cremosidade com toda a indulgência e qualidade que fazem desse ingrediente um dos mais queridos e perfeitos para mergulhar o sanduíche, as McFritas ou os McNuggets. Atualmente, o consumidor tem valorizado os sabores afetivos. O tradicional Cheddar McMelt, inicialmente criado como um sanduíche sazonal, se tornou um dos itens preferidos dos consumidores nacionais e hoje faz parte dos produtos fixos do cardápio.

Os consumidores poderão adquirir o Pote de Cheddar do Méqui por R$ 5,90 (preço pode variar de unidade para unidade) com qualquer McOferta, ou separadamente, pelo preço sugerido de R$14,90. O item tem edição limitada e estará disponível nos restaurantes que estiverem operando com retirada no balcão, no McDelivery e pelo Drive-Thru.

*Da assessoria

A comida das companhias aéreas é, talvez, uma das últimas coisas a fazer falta às pessoas durante a pandemia, mas uma empresa japonesa recebeu muitos clientes para uma refeição suntuosa a bordo de um avião imobilizado na pista do aeroporto.

Foie gras, mousse de siri e filé de wagyu entraram no menu, num avião da All Nippon Airways (ANA), pelo módico valor de... 59.800 ienes (cerca de 3.000 reais no câmbio atual).

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A companhia aérea lançou seu "restaurante com asas" para um único dia na quarta-feira (31), mas a demanda foi tão elevada que espera expandir sua oferta.

O restaurante ofereceu refeições de primeira classe ou executiva geralmente servidas em voos internacionais.

Os "passageiros" embarcaram em um Boeing 777 no aeroporto de Haneda, em Tóquio, com entradas criadas para se parecerem com cartões de embarque.

Segundo a companhia, a experiência gastronômica foi acompanhada por anúncios da tripulação e refeições servidas sem a necessidade do uso de cinto de segurança.

A demanda foi alta, apesar dos preços: 59.800 ienes para uma refeição de primeira classe e 29.800 ienes (1.500 reais) para uma refeição de classe executiva.

"As entradas para o restaurante foram vendidas em um dia", disse nesta quinta-feira à AFP uma porta-voz da companhia, que agora planeja 11 datas adicionais.

A ANA informou que pode estender o serviço se as restrições relacionadas ao coronavírus não forem reforçadas.

O "restaurante" respeita as medidas sanitárias e utiliza apenas 60 lugares no avião para garantir que os clientes consigam manter uma certa distância.

A ANA, assim como as companhias aéreas de todo o mundo, foi duramente atingida pelas restrições de viagens relacionadas à pandemia.

Em janeiro, a empresa ANA Holdings anunciou que no período de abril a dezembro de 2020 sofreu um prejuízo líquido de 2,5 bilhões de euros.

O peixe, uma das tradições da Semana Santa, costuma estar presente na maioria das casas dos brasileiros nesta época do ano. Para reverter as limitações impostas pela pandemia do novo coronavírus, e colaborar com a manutenção deste costume, alguns restaurantes da Região Metropolitana do Recife estão investindo no delivery para oferecer o alimento a seus clientes sem que esses precisem sair de casa. Confira algumas opções. 

BOTECO 878

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A casa oferece opções como tilápia recheada (R$ 29,90), salmão grelhado (R$ 34) ou risoto de camarão (R$ 36), para os almoços de sexta a domingo. Também há opções de petiscos, como croquetas de queijo do reino, camarões crocantes no varal, porção de pastéis e empadas de diversos sabores.

Serviço

Os pedidos podem ser feitos através do telefone 97320.6640 ou através do aplicativo Rappi. O Boteco 878 funciona de quarta-feira a domingo, das 11h às 15h30 e das 17h às 21h30. 

MANOS BAR

Entre as apostas da casa para esta páscoa, camarão a quatro queijos (individual - R$ 34,90), peixe a belle muniere (individual - R$ 39,60), salmão grelhado (individual - R$ 41,80), camarão a romana para 2 ou 3 pessoas (R$ 96,00), camarão havaí para 2 ou 3 pessoas (R$ 96), moqueca de peixe e camarão ou só camarão para 2 ou 3 pessoas (R$ 105) ou peixe ao molho de coco para 2 ou 3 pessoas (R$ 101).  

Serviço

Os pedidos podem ser feitos através do telefone 98199.9176 ou através do aplicativo Anota Aí. 

O Manos funciona de domingo a quinta-feira, 11h30 às 22h, e sextas e sábados, 11h30 às 23h.

 

Com a pandemia do novo coronavírus ainda em curso, bares e restaurantes têm apostado no delivery para manter o funcionamento e atender aos clientes. Com as cafeterias não tem sido diferente e, se valendo do formato, a Associação de Cafeterias de Pernambuco (Ascape) lança, nesta quarta (24), o festival Recife Coffee em Casa, com o objetivo de estimular o consumo da bebida sem que o cliente precise se deslocar.

Integram esta edição do festival 10 cafeterias localizadas no Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes. Para o evento, cada uma disponibiliza uma sugestão do barista, composta por café, um salgado e uma sobremesa, ao preço fixo de R$ 34,90. Além do delivery, também será possível fazer a compra através do sistema Passe e Pegue, no qual o cliente faz o pedido e retira no balcão do estabelecimento. 

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O objetivo do evento é fortalecer o delivery das cafeterias, provando ser possível receber uma das bebidas mais consumidas do país sem sair de casa, além de manter ativo o festival, criado em 2012. Participam desta versão as cafeterias A vida é Bela, Artsano Café, Café com Dengo, Castigliani, Ernest, Fridda Café, Lalá Café, Palatsi Recife, Xêro Café e Zoco. O Recife Coffee em Casa começa nesta quarta (24) e segue até o dia quatro de abril. 


 

O programa Plurarte desta semana, com apresentação da cantora Sandra Duailibe, entrevista o cozinheiro criativo Guto Molina Martins. O Plurarte está no ar sempre às sextas-feiras, na Rádio Unama FM (105.5), às 13h20, com reapresentação aos sábados, às 10 horas. Também será exibido no Espaço Universitário da TV Unama, na TV RBA, no sábado de manhã, e no portal LeiaJá. Acesse o Plurarte no Youtube aqui.

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Enquanto alguns confinados do BBB 21 reclamam do cardápio oferecido na xepa, do lado de fora do programa há quem promova verdadeiros banquetes com tais itens. Indignada com as reclamações ouvidas no reality, a chef pernambucana Carmem Virgínia decidiu provar que com alimentos considerados ‘simples’ é possível criar pratos muito saborosos e nutritivos. Em seu Instagram, ela criou o quadro Cozinha de Quinta, no qual ensina receitas com tais ingredientes. 

A reação de alguns confinados ao que é oferecido na xepa tem causado polêmica na internet. O rapper Projota é um dos que mais tem reclamado e chegou a ameaçar deixar o programa insinuando que poderia “passar fome” com o cardápio ofertado aos que ficam no grupo de menor regalia. Na internet, o público tem repreendido as falas do brother. “Eu fico pra morrer com essa gente falando que vai morrer de fome na xepa sendo que a xepa é basicamente o que eu como diariamente e tô viva e saudável até hoje”, disse uma espectadora do programa.

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Imbuída do mesmo espírito, a chef pernambucana Carmem Virgínia decidiu mostrar na prática que mesmo os ingredientes considerados simples podem render uma mesa farta e saborosa. "Tem milhões de brasileiros que sonham com uma Xepa dessa", disse em postagem no seu Instagram. Ela criou o quadro Comida de Quinta para ensinar receitas com os ingredientes que estão sendo disponibilizados aos confinados na xepa. “Não tô suportando esse povo do Big Brother dizer que a xepa não tem nada pra comer, é a criatividade que falta. Esses brothers estão chorando de barriga cheia”. 

Na primeira edição do quadro, exibido ao vivo na última quinta (25), a chef ensinou como fazer um Arroz de Fígado. Ela aproveitou para explicar sobre os benefícios que esse corte de carne traz à saúde e exaltou o alimento como sendo altamente nutritivo e saboroso. A live ficou salva no perfil da cozinheira para aqueles que queriam consultar os detalhes do prato novamente.

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Além dos toques e dicas para a realização do prato, Dona Carmem aproveitou para fazer alguns comentários sobre a 21ª edição do reality global. Bem humorada, como sempre costuma ser, ela prometeu dar continuidade ao novo quadro em seu perfil e até deixou um apelo ao diretor do reality mais assistido do Brasil: “Eu vou fazer até terminar o BBB, até Boninho tomar vergonha e  me chamar pra cozinhar lá dentro da casa mais vigiada”, brincou.

Dona Carmem Virgínia é um dos nomes mais importantes da gastronomia pernambucana. Além de ser proprietária do restaurante Altar Cozinha Ancestral, ela já levou seus saberes para a televisão em rede nacional. A chef foi uma das juradas do programa Cozinheiros em Ação, do canal GNT. 

 

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