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Novidade para os amantes de sanduiches, a rede de fast-food McDonald´s inaugurou nesta sexta-feira (18) a sua milésima loja no Brasil. A unidade fica localizada em um casaão na Avenida Paulista, em São Paulo, e recebeu o nome de 'Méqui 1000', como forma de marketing. 

O espaço tem capacidade para 220 pessoas em dois andares, sendo um deles com café, e irá funcionar 24h por dia. Além disso, o lugar ainda reserva outros espaços como uma área para shows com arquibancada, dois balanços pendurados nos aros dourados da rede, binóculos digitais para  observar o movimento da Avenida Paulista, estacionamento apropriado para quem vier de bicicleta e um mega sanduiche pendurado no hall de entrada.

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Os grandes destaques da unidade número 1.000 da rede no país ficam por conta do trailer, onde a pessoa pode alugar para dormir dentro do McDonald´s, e um esquema especial para o drive-thru, onde o cliente faz o pedido numa cabine e o aguarda passar por uma passarela rolante, por cima dos carros, até chegar no local de entrega. O cardápio também não ficou de fora da mudança e incluiu mais 15 novas opções de sanduíches. 

Veja as opções:

 

Pão de Queijo Burguer: Pão tipo Pão de queijo, ketchup, cebola fresca, picles, queijo cheddar e carne bolvina.

Mc Polpertone: Pão tipo Brioche, molho de tomate, queijo parmesão ralado, cebola fresca, queijo ementhal e carne tipo Polpertone

Mozzarella Sticks: Sticks de pão recheado com Queijo Mozzarella

McRings: Anéis de cebola empanados

McFluray KitKat: Soverte de baunilha, três opções de KitKat nos sabores morango, limão e maracujá, e calda de chocolate.

McCasquinhas nos sabores MixCrispy de Doçe de Leite e Ovomaltine Rocks.

Fotos: Reprodução/ Geek Publicitário

Por Pietro Tenório

Uma pesquisa feita pela Hayes e Jarvis, empresa de marketing de mercado, revela que Dublin é a capital com o maior número de restaurantes veganos em 2019. Com base em dados do site TripAdvisor, a cidade tem a maior presença de estabelecimentos culinários com esse perfil das 50 cidades mais visitadas do mundo.

De acordo com o levantamento, 21,2% de seus restaurantes oferecem produtos à base de vegetais como opções no cardápio ou são completamente veganos.

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Na Irlanda, o veganismo registrou um aumento considerável. A venda de leite de origem vegetal teve uma alta significativa no início do ano após a campanha inglesa que estimula as pessoas a praticarem uma alimentação sem origem animal por 31 dias no mês de janeiro, a chamada "Veganuary".

O fundador da startup irlandesa FIID, Shane Ryan, afirma que não está surpreso com os dados da pesquisa. "Dublin é uma cidade jovem, com 120 mil estudantes universitários e conta com milhares de jovens de todo o mundo atraídos por empregos bem remunerados. Os dados mostram que a tendência por alimentos à base de vegetais é amplamente impulsionada pelos millennials e pela geração Z", disse em entrevista ao Vegconomist.

Pão francês, pão rústico, bengala, filão, pão caseiro, pão de cereais, ciabatta, bisnaguinha, pão sírio, pão doce, pão australiano, pão de forma, pão italiano, pão integral... O pão é um dos alimentos mais tradicionais em todo o mundo. Para homenagear essa iguaria tão variada, tão popular e tão consumida, foi criado o Dia Mundial do Pão, celebrado hoje (16). O dia foi instituído em 2000, em Nova York, pela União dos Padeiros e Confeiteiros.

A história do pão é antiga. Ele teria surgido há mais de 6 mil anos, quando os egípcios descobriram a fermentação do trigo. Ali ele era considerado um alimento básico e era um símbolo de poder. Os pães preparados com trigo de qualidade superior eram destinados apenas aos ricos. Os egípcios se dedicavam tanto ao pão que se tornaram conhecidos como “comedores de pão”.

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“É importante lembrar da importância que o pão tem para a humanidade. Desde os primórdios, os grãos eram consumidos de forma bruta, comidos crus. Posteriormente, alguns historiadores falam que, por acidente, os pães - que eram formados numa pasta mascada na boca, pasta essa feita de mingau – caíram em cima de uma pedra quente, em uma fogueira e, a partir dali, se gerou uma massa assada”, conta o especialista e historiados sobre pão, Augusto Cezar de Almeida, em entrevista à Agência Brasil. Almeida é autor de diversos livros como A História da Panificação Brasileira – a Fantástica História do Pão e da Evolução das Padarias no Brasil e do Dicionário da Panificação Brasileira. Ele também é editor da revista Panificação Brasileira.

Quando o homem começa a controlar o processo de fermentação, a técnica de fazer pão se aprimorou e se espalhou pelo mundo. “No começo da história, tinha muita rejeição àquilo que fermentava porque dava ideia que estava estragando. Quando se teve controle, com Pasteur [Louis Pasteur, cientista francês, 1822-1895], que foi um estudioso que conseguiu controlar e entender o processo fermentativo, essa ação da fermentação passou a se propagar de forma mais controlada, mais industrial”.

O pão no Brasil

Almeida conta que o produto chegou ao Brasil por meio dos portugueses: “Para se ter ideia, o primeiro documento que narra um brasileiro consumindo pão foi a carta de Pero Vaz de Caminha. Quando as naus [portuguesas] chegaram em território brasileiro, elas traziam pães. Os índios então provaram, pela primeira vez, aquilo que era totalmente estranho, que era o pão. E a reação dos índios não foi lá muito favorável porque eles não estavam habituados a consumir aquele tipo de produto. Os produtos que se consumiam aqui eram derivados da mandioca e típicos da região”.

Os pães que foram provados pelos índios eram muito rústicos e, pela longa viagem, provavelmente eram duros também. “Por isso não deve ter sido muito fácil aceitar”, diz Almeida.

Mas com o plantio do trigo, que teria sido iniciado pelas sementes trazidas por Martim Afonso de Souza [nobre e militar português, 1490-1570], é que o hábito de comer pão começa a crescer no país. “A primeira narrativa que se tem aqui [no Brasil] de trigo foi com Martim Afonso de Souza, lembrando das Capitanias Hereditárias. Ali, o militar Martim Afonso de Souza se tornou donatário da Capitania de São Vicente, primeira capitania que tivemos no Brasil. Ele também era governador da Índia, muito próxima das regiões árabes, e ele trouxe sementes de trigo para o Brasil. São duas narrativas que pouco se fala aqui: primeiro, que o pão foi provado pelos índios nas naus portuguesas. E, segundo, que o trigo foi trazido pelo Martim Afonso de Souza”, conta o historiador.

Padarias

No ano passado, havia em todo o país 70.523 padarias, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip). Mais de 14 mil delas estavam localizadas no estado de São Paulo. A maior parte dessas padarias, cerca de 95% do total, são micro e pequenas empresas familiares.

A primeira delas pode ter surgido no Rio de Janeiro. Ou em São Vicente, no litoral paulista. Mas há poucos dados ou registros sobre isso. Com isso, a padaria que ficou conhecida como a mais antiga do Brasil é a Santa Tereza, localizada na região da Praça da Sé, em São Paulo. A Santa Tereza foi fundada em 1872.

“Debret [1768-1848], um [pintor e desenhista] francês que veio junto com a Família Real, fez uma série de ilustrações que falaram sobre algumas características da época. E uma das gravuras que ele faz é de uma padaria onde a moagem do trigo era feita dentro dela. Ali se moía e se fazia a farinha. A narrativa do Debret fala ainda que os pães feitos pelos franceses no Rio de Janeiro não eram iguais aos da França”, contou o historiador. “A França historicamente tem pães de uma casca mais grossa, feito com fermentação mais longa. São pães mais compactos. No Brasil, já tivemos o período dos filões, com densidade maior, mais pesados; e das baguetes, que eram pães mais parecidos com os da França. Porém não tinham os mesmos componentes e nem o tipo de fermentação que era feito lá na França”.

“As padarias, no passado, eram consideradas indústrias na cidade. Elas fabricavam biscoito, bolachas, vários produtos que eram vendidos para outras regiões próximas. Bolachas e biscoitos são produtos que não se estragam facilmente. As padarias tinham capacidade industrial e empregavam muitas pessoas. Depois surgiram as indústrias de biscoito e massas. Tem muitas histórias de grandes indústrias hoje no mercado brasileiro que surgiram de padarias”, contou o historiador.

Pão francês

Almeida conta que o pão branco, com um miolo úmido, revestido por uma casca fina, dourada e levemente crocante, composto por água, farinha de trigo, sal e fermento, e mais conhecido como pão francês – o nome varia conforme a região do país –, é o mais consumido pelos brasileiros. Entre os produtos de panificação, a venda de pão francês corresponde atualmente, segundo a Abip, a 45% do total comercializado nas padarias.

No entanto, ele vem perdendo espaço para a imensa variedade de pães que existem hoje: “O pão francês percentualmente está perdendo a sua importância - não porque está deixando de ser consumido, mas porque outros tipos de pães estão crescendo no consumo como os integrais ou com cereais”.

“Os primeiros registros com o nome de pão francês são da época de Debret, na época da Família Real presente no Brasil. Mas entendo mais isso como o pão francês feito pelos franceses, já que as características não eram tão iguais assim. Se procurar o pão francês como temos no Brasil, na França, não vamos encontrar”, diz o especialista.

Por ocasião do "Dia Mundial das Massas", comemorado no próximo dia 25 de outubro, um estudo italiano revelou que o consumo de massa no mundo nos últimos 10 anos quase dobrou, passando de 9 para 15 milhões de toneladas.

Somente na Itália, onde o carboidrato é um item básico na mesa dos cidadãos, 9 em cada 10 italianos (88%) comem espaguete, fusilli e rigatoni regularmente, e 1 em cada 3 (36%) consome todos os dias. Os dados foram encomendados pelos fabricantes de massas da Unione Italiana Food, que fizeram um balanço do setor que é símbolo do "Made in Italy". 

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De acordo com a pesquisa, um prato em cada quatro consumidos no mundo é originário da Itália. Segundo os chefs, os consumidores, que vivem em busca de novos sabores e texturas, também optam por variações da tradicional pasta, escolhendo massas integrais (30%), legumes (10%), de farinhas diferentes (9%), sem glúten (6%). 

Além do estudo, o evento internacional "Al Dente" também será realizado por ocasião das celebrações. Durante sete dias, entre 18 e 25 de outubro, em diversas cidades do mundo vserá possível provar pratos de massas exclusivos, inspirados nos temas #pasta2050 e #WorldPastaDay.

Em 130 restaurantes na Itália e em todo o mundo, o menu destacará um prato de massa inspirado nas seis principais tendências que caracterizarão o consumo desse alimento nos próximos 30 anos. Entre os autores das receitas visionárias também estão os famosos chefs Heinz Beck, os irmãos Alajmo, Rosanna Marziale. O objetivo é enfatizar que a massa é um verdadeiro prato típico italiano e simboliza a saborosa e saudável dieta mediterrânea.

Da Ansa

A cerveja Tropicana, criada em homenagem ao cantor pernambucano Alceu Valença, será lançada oficialmente, no Recife, no próximo sábado (19). A novidade da marca Colorado fará seu début na festa BierCarva, no Parque das Esculturas do Shopping Recife.

A Tropicana é uma Fruit Beer que traz em seus ingredientes as frutas cantadas no sucesso homônimo de Alceu. As frutas umbu e cajá foram adicionadas à bebida com o objetivo de dar-lhe um sabor levemente adocicado e frutado. 

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Na festa em que será realizado o lançamento da bebida, o público vai encontrá-la na versão chope. Ainda neste mês de outubro, a cerveja Tropicana poderá ser encontrada nos supermercados da rede Pão de Açúcar, Extra Bom e nos principais pontos de venda da Ambev no Recife e Olinda.

Alceu Valença pode ser considerado um patrimônio da cultura pernambucana. Além de ser um dos símbolos do Carnaval e da música de seu Estado, ele agora tem uma cerveja feita em sua homenagem. A Colorado lançou a Tropicana, uma 'gelada' que leva umbu e cajá em sua receita, assim como a canção que lhe dá nome. 

O lançamento da cervejaria paulista homenageia Valença com uma Fruit Beer. O novo rótulo da marca de Ribeirão Preto traz em sua receita ingredientes tipicamente nacionais como as frutas umbu e cajá, além dos já tradicionais água, malte, lúpulo e levedura. A bebida promete um sabor frutado, levemente adocicado e 4,3% de teor alcóolico. 

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A Tropicana chegou, também, como uma homenagem ao cantor pernambucano Alceu Valença, que conta com uma canção homônima em seu repertório, sendo essa um de seus maiores sucessos. A cerveja está disponível nos Bares do urso e no site do Empório da Cerveja.

A rede de fast food Burguer King acaba de lançar uma iguaria que promete ser um sucesso. Os clientes terão mais uma opção no cardápio, e desta vez a comida nordestina vai dar um toque especial nos pedidos.

Quem for em qualquer unidade do Burguer King vai poder se deliciar com bolinhas de macaxeira. Com o nome Macaxeira Fries, a nova aposta do restaurante servirá de acompanhamento para sanduíches e combos. Já disponíveis nas lojas de todo o país, as bolinhas crocantes são recheadas com creme de queijo.

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Apesar da novidade, o Macaxeira Fries é por tempo limitado. O consumidor poderá escolher o prato com quatro, seis ou dez unidades, saboreando com ou sem molho. O valor sugerido para o petisco vai de R$ 5 a R$ 10,90.

Preparem-se para ficar com água na boca. Começa nesta quinta-feira (10) Mestre do Sabor, o primeiro reality gastronômico da Rede Globo. O programa será apresentado pelo chef francês Claude Troisgros e seu fiel ajudante, o chef paraibano Batista, e contará com três chefs jurados: a carioca Kátia Barbosa, o mineiro Léo Paixão e o português José Avillez. Conheça agora como funciona a competição.

Serão 24 chefs profissionais, que irão mostrar o seu talento na preparação de pratos, valorizando a gastronomia nacional em cinco fases: Prato de Entrada, Na Pressão, Duelos, Na Balança e a Semifinal. Os dois chefs que conseguirem passar por todas as fases, chegam na grande final e garantem o título de Mestre do Sabor 2019, além de faturar o prêmio de R$ 250 mil. Conheça cada uma das etapas:

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Prato de Entrada: Para garantir a vaga no programa, os candidatos precisam preparar um prato que será avaliado pelos três mestres, mas sem saber quem preparou. Para decidir quem entra ou não, após a degustação do prato, cada chef vai apertar um botão, selecionando o seu candidato. O telão se abre e é revelado quem é o dono do prato.

Se mais de um chef apertar o botão, o telão sobe e o candidato é quem irá escolher pra qual time vai. Ao final da rodada Prato de Entrada, cada chef terá o seu time composto por oito participantes, totalizando 24 selecionado.

Na Pressão: Nesta fase, os competidores têm que passar por duas provas, Menu de Confiança e Batalha dos Cucas. Na primeira prova, os três times irão se enfrentar preparando um menu completo (Entrada, Prato Principal e Sobremesa) e sendo orientados pelos seus mestres. Na hora da avaliação, o chef apresentador Claude Troisgros é quem irá experimentar todos os pratos e determinar qual é o melhor menu. O time que ganhar o voto do chef Claude, escapa da segunda prova.

Na Batalha dos Cucas, os times perdedores terão que cozinhar um novo prato, só que desta vez é cada um por sí. Depois os mestres irão avaliar os pratos e determinar quem deixa a competição.

 

Duelos: Agora é hora do mata-mata. A cada programa, cada participante irá escolher o seu concorrente independente do time para o duelo. Dada a largada, os concorrentes irão preparar seus pratos, que serão avaliados pelos três chefs. Quem vencer o duelo, continua na disputa pelo prêmio, e quem perder, deixa o programa.

Na Balança: A preparação para a semifinal começa aqui. Os competidores irão passar por duas rodadas: na primeira, os participantes elaboram os seus próprios pratos e os três mestres irão eleger qual é o seu favorito. Aquele que for escolhido, passa para semifinal.

Os que não passaram na primeira têm mais uma chance. O objetivo agora, é preparar novos pratos individualmente. Os três competidores que forem escolhidos pelos chefs, garantem a sua caga na semi, quem perder, deixa o programa.

Semifinal: Dos seis competidores, apenas quarto sobreviverão. Em duas rodadas, os cozinheiros terão que preparar novos pratos para encantar o chef apresentador Claude Troisgros na primeira etapa, que garante os dois primeiros. E os três mestres: Kátia Barbosa, Léo Paixão e José Avillez na segunda, que garante os outros dois. Formando assim, a grande final.

Final: O grande momento chegou. Nesta última e derradeira fase, divida em duas etapas, os cozinheiros precisam encantar os chefs com a sua receita definitiva. Quem ganhar o voto dos mestres, é o primeiro Mestre do Sabor da temporada.

Mestre do Sabor estreia hoje logo após A Dona do Pedaço. Na sexta-feira (11), o programa estreia às 23h30 no canal pago GNT com vinte minutos a mais. E dois dias depois, Portugal recebe Mestre do Sabor às 18h40 na Rede Globo Portugal.

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Fotos: Divulgação/Gshow

Por Pietro Tenório

No mês de outubro, em que é comemorado o Dia das Crianças, o McDonalds vai presentear a meninada com o McLanche Felizão. Os pequenos que forem às lojas da rede poderão escolher dois brinquedos para acompanhar o seu lanche. A ação acontece em restaurantes de todo país participantes da campanha. 

Com a proposta de levar mais diversão para as famílias, o Mclanche Felizão vai dar dois brinquedos para as crianças. Elas poderão escolher um brinquedo da atual campanha, do Super Mario, e outro sortido de ações passadas. 

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Além disso, os restaurantes da marca terão atividades de recreação para celebrar o Dia em Família, durante todos os sábados das 16h às 20h. A campanha acontece até o dia 31 de outubro e as lojas participantes podem ser conferidas na internet. 

 

Considerado o maior e mais inovador programa de ações e eventos gastronômicos do Brasil, o “SP Gastronomia” terá participação de restaurantes e chefs renomados, traz mais de 200 atrações espalhadas por 16 regiões do estado paulista até o dia 31 de outubro.

Além de promover competições gastronômicas, cursos e palestras com chefs consagrados, o evento também apresenta pratos especiais a preços acessíveis, como os cardápios elaborados por chefs famosos a R$ 1 na rede Bom Prato. Ainda durante o “SP Gastronomia”, serão exibidos filmes com degustações temáticas, atos sobre a educação alimentar, programação cultural em museus, bibliotecas e Fábricas de Cultura com exposições e feira literária. Cada uma das cidades participantes terá a oportunidade de oferecer a variedade cultural e gastronômica da região. Com isso, os frequentadores poderão provar as mais diferentes iguarias e sabores trazidos por migrantes e imigrantes desde a fundação do estado de São Paulo.

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Confira a programação completa no site www.spgastronomia.sp.gov.br

 

Que o brasil é gigante em território e na diversidade cultural, é fato, mas algumas regiões do país desconhecem completamente o que outras têm a oferecer. Nos tempos atuais, no entanto, o que a distância separa, as redes sociais unem.

Na última segunda-feira (30), um usuário do Twitter compartilhou um vídeo de um cuscuz, comida típica nordestina. E comentou: “Meu tio mora no Ceará e quando veio visitar a gente aqui no sul trouxe isso pq aqui no rio grande do sul ninguém come, eu só fui saber da existência disso agora, e posso dizer: É MUITO BOM”.

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A publicação, que viralizou na rede já conta com mais de 12 mil curtidas e cerca de 700 mil vizualizações, além de centenas de comentários com as reações das mais engraçadas e até pessoas que não conhecem o prato. Confira:

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O VI Festival do Chocolate e Cacau e a 18ª Exposição Flor Pará foram realizados de 19 a 22 de setembro, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém, pelo Governo do Estado.  Com o tema “Encantos de Origem e Biodiversidade”, o festival conquistou o público com irresistíveis chocolates, flores tropicais e ornamentais, além de joias artesanais, promovendo o estímulo das cadeias produtivas.

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Ao todo, cerca de 100 expositores do Estado e de outras regiões do Brasil e até de países da América Latina ofereceram ao público seus produtos, entre eles chocolates de alta qualidade, arranjos de flores tropicais e peças únicas com gemas minerais encontradas em território paraense.

Por Bruna Braz.

 

Segue até o dia seis de outubro, a terceira edição do Estação do Café, festival voltado aos apreciadores da bebida no Shopping PLaza. O evento oferece combos promocionais que harmonizam cafés com doces e salgados. 

O Estação do Café conta com 14 opções de combinações para experimentar. Participam do evento diversas cafeterias e sorveterias do centro de compras, como a São Braz Coffee Shop, The Brownie Factory, Frisabor, Deltaexpresso, Mutti, San paolo e Kopenhagen. 

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Os combos oferecidos no festival variam entre R$12,00 a R$ 25,00 e harmonizam cafés com acompanhamentos doces ou salgados. Na Deltaexpresso, os visitantes encontrarão opções de cappuccino com empada de frango ou café com crepioca doce de ganache de chocolate e paçoca com sorvete de creme. Já a San Paolo oferece opções de expresso mais gelato ou bolinho. 

Serviço

Estação do Café

Até 6 de outubro

Plaza Shopping (Casa Forte)

R$ 12 e R$ 25

 

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Produtores regionais participaram na Estação das Docas, em Belém, de evento comemorativo ao Dia Nacional da Cachaça, 13 de setembro. A 1ª Mostra de Cachaça Paraense teve degustação gratuita de cachaça de jambu, bacuri e açaí, para maiores de 18 anos, e exposição.

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A cachaça também é conhecida por outros nomes: pinga, aguardente, marvada, branquinha, dependendo de cada região. No Pará, uma das mais conhecidas é a cachaça de jambu, planta consumida na culinária paraense, como no tacacá e pato no tucupi, e que agora faz sucesso misturada com o álcool.

O paraense Leandro Augusto Alves Marques, advogado de 40 anos, é sócio proprietário de uma empresa que produz a famosa cachaça. “Na minha infância eu sempre viajava com meu avô, que era do interior do Estado. Tive as primeiras impressões com produtos tradicionais da nossa culinária quando íamos para o município Santarém Novo, que fica a 200 quilômetros de Belém”, conta o empreendedor.

Leandro revela que sempre teve interesse em fazer alguma coisa com o jambu. Em 2008, ele teve seu primeiro contato com a bebida. “A primeira impressão que tive do jambu em bebida foi quando provei um licor, muito ruim por sinal. Nunca esqueci deste momento”, revela.

Apesar do gosto nada agradável da bebida, Leonardo não desistiu do produto. “Não saía da minha cabeça a vontade de fazer algo com o jambu. Em 2012 passei a produzir a cachaça com jambu comercialmente para amigos”, comentou. A cachaça tem um grande diferencial em relação a outras bebidas pela sensação de tremor que a planta causa na boca.

Em 2013, saiu a primeira garrafa de cachaça de jambu da produção de Leandro. Hoje em dia, ele fabrica, além da cachaça, licor de jambu, licor de açaí e jambu, doce de cupuaçu, azeite aromatizado com pimenta, molho de pimenta com tucupi, camarão, pata de caranguejo empanado e castanha do Pará. A última novidade da sua empresa e o lançamento da vodka com jambu.

O empresário informa que todos os produtos usam matérias-primas orgânicas e sustentáveis. “Nas cidades próximas a Belém encontramos quase todos os nossos insumos orgânicos e sustentáveis. De agricultura familiar, onde todos da família trabalham para a horta. Quando tive a ideia de fazer os produtos, sempre pensei na seguinte situação: quero fazer o cliente se transportar para Belém e sentir o verdadeiro gosto da nossa terra e sem conservantes”, observa.

Com reportagem de Sandy Brito.

 

O chef francês Marc Veyrat processou na Justiça o guia Michelin, a bíblia da gastronomia, depois de perder sua terceira estrela, considerando-se "desonrado" e "deprimido".

"Fui desonrado, vi minha equipe chorando... eles ligam para você um dia sem aviso, sem nada por escrito, para lhe dizer que acabou", disse Veyrat à rádio Inter France nesta terça-feira.

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Seu restaurante "La Maison des Bois", localizado em Manigod, no leste da França, é especializado na cozinha com plantas silvestres.

Ele ganhou a terceira estrela em 2018 - a máxima recompensa gastronômica - mas em janeiro o guia a retirou.

Veyrat já havia criticado publicamente a decisão do guia Michelin, pedindo a retirada do seu restaurante do guia.

Segundo o chef, a perda da terceira estrela foi motivada porque os inspetores pensaram que ele havia colocado cheddar - um queijo inglês frequentemente preparado industrialmente - no 'suflê' de reblochon, beaufort e tomme, três queijos franceses.

"Coloquei açafrão e o homem que veio achou que era cheddar porque era amarelo. É assim que se chama conhecer o lugar? É uma loucura", disse Veyrat à rádio francesa.

Seu advogado também denunciou que a decisão do guia foi anunciada "sem qualquer notificação prévia", de acordo com um comunicado enviado ontem à noite à AFP.

"É pior do que uma ferida. É uma ofensa profunda. Caí em depressão. Vi minha equipe chorar. É irreparável para mim", disse Veyrat à rádio France Info, garantindo que, com sua queixa judicia pretende forçar o guia a justificar sua decisão.

"Durante décadas, Marc Veyrat se acostumou a ter sua cozinha avaliada, comparada, e sabe muito bem que não pode possuir suas estrelas para sempre (...) Aceite tudo isso, desde que as críticas sejam rigorosas", destacou o advogado Emmanuel Ravanas, para quem Veyrat até agora obteve apenas "respostas aproximativas" do guia.

O guia tomou nota desse processo judicial, lamentando as "acusações" do chef.

"Entendemos o desapontamento de Veyrat, ao qual ninguém questiona seu talento, enquanto lamentamos sua perseverança irracional quando se trata de acusar e se comunicar ruidosamente (...) Vamos estudar suas queixas com cuidado e responder com calma", declarou o guia.

A primeira audiência ocorrerá em 27 de novembro.

Não é a primeira vez que um chef critica a Bíblia da gastronomia.

burs-app/bl/mr

Nesta segunda-feira (23) é comemorado o Dia do Sorvete, uma das sobremesas mais queridas dos brasileiros e que, segundo as histórias, foi criada há mais de 4 mil anos na China.

Na época, a delícia gelada era feita com neve, frutas e mel, o que é bem parecido com o sorbet. O fundador e diretor da Slice Cream, Eduardo Schlieper, explica a diferença entre o sorvete tradicional, sorbet e gelato. "Os sorbets não contêm leite, a base deles são frutas e água, e costuma ter menos gordura. O gelato é tradicional da Itália, costuma ter menos ar incorporado na mistura e tem uma fabricação mais artesanal. Já os sorvetes contêm um pouco mais de gordura e mais ar na mistura".

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Na maioria das gelaterias, a especialidade italiana costuma ser fabricada todos os dias. O equilíbrio entre leite, frutas e açúcar é muito importante na fabricação. Entre os sorbets, a mistura é como se fosse um purê de frutas. "Por ter mais frutas não significa que o sorbet é menos calórico, isso vai depender da fruta que foi utilizada", afirma Schlieper.

Mesmo com um preço mais elevado do que os tradicionais sorvetes encontrados em supermercados, lojas de conveniência e sorveterias, os gelatos, segundo Schlieper, têm sido um dos queridinhos entre os amantes da sobremesa. "O sorbet também é muito apreciado entre os veganos e intolerantes a lactose", conclui.

A primavera chegou para trazer um período onde as flores ficam mais bonitas, inclusive, no prato. É que a diversidade de espécies ajudam a dar mais elegância e frescor nas saladas e comidas frias, além de ser um alimento ricos em muitos nutrientes.

Segundo a coordenadora do curso de Gastronomia da Univeritas/UNG, Deborah Sisti, flores como alcachofras, couve-flor, brócolis e flor de abobrinha são as mais conhecidas e consumidas no cotidiano das pessoas. Mas, existem também as plantas alimentícias não-convencionais (Pancs), que não costumam fazer parte do dia-a-dia. "Essas flores são cultivadas para esse fim, pois são mais delicadas e sem nenhum agrotóxico. Costumamos usar nas saladas e na decoração dos pratos", explica.

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Entre as flores mais procuradas pelos chefs estão as acácias, dente-de-leão, malmequer, flor de lírio, calêndula e a capuchinha. Durante a primavera, essas flores costumam ter um preço acessível. Porém, como também é uma estação mais quente, é necessário ter cuidado com o manuseio, já que aumenta a probabilidade delas murcharem. "Não são flores que encontramos em feiras e supermercados populares. Geralmente temos que procurar produtores específicos, que as embalam em caixinhas de isopor, por exemplo", orienta Deborah.

As Pancs, assim como os demais vegetais, frutas e legumes, também são fontes de muitos nutrientes e vitaminas. "Elas possuem alto teor de fibras, vitaminas B1, B2 e B6, fósforo, zinco, potássio, magnésio, cobre e compostos fenólicos, que são um grupo de antioxidantes não enzimáticos que combatem os radicais livres", afirma a nutricionista Fernanda Peres Silva Souza.

Mesmo sendo um alimento com muitos benefícios é necessário ter uma dieta balanceada que envolva todos os grupos alimentares. "Se alimentar de um grupo específico de alimentos pode gerar um 'desbalanço' nutricional no organismo, fazendo com que não tenha uma harmonia entre os nutrientes que nosso corpo precisa", conclui Fernanda.

O comandante da Guarda Revolucionária advertiu neste sábado que qualquer país que atacar a República Islâmica do Irã verá seu território transformado no "principal campo de batalha" do conflito.

"Quem quiser que seu território se torne o principal campo de batalha, vá em frente", afirmou o general Hossein Salami durante entrevista coletiva em Teerã.

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"Nunca permitiremos que uma guerra invada o território do Irã", completou.

As declarações do militar iraniano foram feitas um dia depois do anúncio por parte do governo dos Estados Unidos do envio de reforços militares ao Golfo, após os ataques contra instalações de petróleo da Arábia Saudita, reivindicados pelos rebeldes iemenitas huthis, mas atribuídos Teerã por Riad e Washington.

Os ataques reduziram à metade a produção de petróleo saudita e intensificaram o temor de um confronto militar entre Estados Unidos e Irã.

Na sexta-feira, o presidente Donald Trump anunciou novas sanções contra o setor bancário iraniano, sobretudo contra o Banco Central.

"Isto significa que não haverá mais dinheiro seguindo para a Guarda da Revolucionária para financiar o terrorismo", afirmou o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.

"Acreditamos que não cometerão os mesmos erros estratégicos do passado", declarou Salami neste sábado, ao mencionar uma lista de incidentes entre Washington e Teerã.

Salami fez as declarações durante a inauguração de uma exposição no Museu da Defesa Sagrada e da Revolução Islâmica, na qual o Irã apresenta drones americanos e de outros países capturados em seu território.

Uma doceria do Recife decidiu entrar na onda dos rodízios com uma das sobremesas mais queridas do brasileiro, o brigadeiro. No próximo sábado (21), a Sniff Brigadeiros promove um rodízio, em sua unidade localizada no bairro dos Aflitos. Serão mais de 30 sabores que poderão ser degustados à vontade. 

Dentre os sabores que estarão disponíveis no rodízio estão, ovomaltine, delícia de abacaxi, amêndoas, brownie com ninho, morango, paçoca, limão, maracujá e o tradicional, entre outros. Os clientes poderão comer à vontade pelo valor de R$ 24,90; crianças até 12 anos pagam R$ 19,90. O rodízio começa às 14h e vai até às 17h. 

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Serviço

Sniff Brigadeiros

Sábado (21) - 14h às 17h

Av. Santos Dumont, 458 - Aflitos



 

A praia de itapuama, no Cabo de Santo Agostinho, recebe, neste sábado (14) e domingo (15), o Festival Gastronômico do Coco. Participando do evento estão os chefs pernambucanos César Santos, Cláudio Manoel, Nina Burkhardt, Rafael Andrade, Daniel Bastos e Adriana Arregui.

No evento, os chefs ministrarão oficinas gratuitas utilizando o coco e frutos do mar. O Festival também oferece uma arena gastronômica, onde restaurantes locais vendem iguarias variadas. Além disso, também haverá uma competição entre os restaurantes, em que o prato escolhido por voto popular acompanhará o Chef César Santos para a 27º edição do Agrinordeste. O evento será realizado entre os dias 24 e 26 de setembro, no Centro de Convenções, em Olinda.

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Confira as Oficinas Culinárias oferecidas no evento: 

Sábado (14)

15h – Palestra com Chef César Santos “Frutas da terra, frutos do mar”

Tema da receita: Coqueiros de Pernambuco

16h15 – Chef Nina Burkhardt

Receita: Pão de Coco frito com recheios diversos

17h15 – Chef Cláudio Manoel

Receita: Caldinho em três texturas

Domingo (15)

15h – Chef Daniel Bastos

Receita: Cebiche de frutas do litoral e coco

16h – Chef Rafael Andrade

Receita: Gelatina Brûllée de leite de coco com sorbet de manga e granite de água de coco 

17h – Chef Adriana Arregui

Receita: Mousse de tapioca com cocada quente

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