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O Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno, único formado apenas por mulheres, está em processo de gravação de seu terceiro disco. Para viabilizar o projeto, a Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam), entidade fundadora do grupo, lançou uma campanha de financiamento coletivo para arrecadar o valor necessário para a conclusão do trabalho. A previsão de lançamento do disco é para o mês de novembro.

Com 15 anos de história, o Coração Nazareno vem trabalhando para difundir a cultura do maracatu rural bem como o empoderamento feminino. A agremiação possibilitou a muitas moradoras de Nazaré da Mata se aproximarem dessa tradição, aprendendo novas habilidades, como costura e o domínio de alguns instrumentos de percussão, além de promover um fortalecimento de sua auto estima.

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No final de maio deste ano, a Amunam gravou em estúdio as faixas que compõem o terceiro disco do maracatu. No entanto, para concluir a produção do álbum foi preciso abrir uma campanha para arrecadar fundos. O financiamento pretende chegar a R$ 5.100 para a confecção de mil tiragens. Sendo parte desse valor destinado a plataforma do crowdfunding e os demais para a prensagem, gráfica, prova e boneco do CD. As doações podem ser feitas através do site Catarse. 

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Com o sucesso da turnê "Nossa História", que comemora os 30 anos da dupla Sandy e Junior, muitos fãs voltaram a pesquisar as músicas mais famosas dos irmãos na internet. Baseada em informações oriundas dos mecanismos de buscas na rede virtual como Google, Yahoo e Bing, a empresa de marketing digital SEMrush fez um levantamento e detectou que "Maria Chiquinha" é a faixa mais procurada na web desde o mês de março.

"Maria Chiquinha" é um dos primeiros sucessos dos irmãos cantores e está presente no disco "Aniversário do Tatu", lançado em 1991. O hit está em 149,4 mil pesquisas feitas na internet desde o último dia 13 de março.

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Em segundo lugar nas buscas dos fãs, com 107 mil procuras, está a música "Quando Você Passa – Turu Turu", que explodiu nas paradas musicais em 2001.

Para fechar o pódio do estudo da SEMrush, a faixa "Desperdiçar", do disco "Identidade" (2004), ficou em terceiro sendo objeto de pesquisa de 88 mil fãs.

Veja o ranking das 10 músicas de Sandy & Junior mais pesquisadas na internet:

"Maria Chiquinha" - 149,4 mil

"Quando Você Passa - Turu Turu" - 107 mil

"Desperdiçar" - 88 mil

"Imortal" - 77,3 mil

"Inesquecível" - 74,6 mil

"A Lenda" - 73 mil

"Era uma vez" - 65,5 mil

"Vamos pular" - 60,3

"Olha o que o amor me faz" - 53,7 mil

"As quatro estações" - 49,3 mil

Além das músicas, os fãs também foram à internet matar a curiosidade sobre a idade da dupla. No Google e no Bing, fãs procuraram 71,3 mil vezes a idade dos irmãos Sandy Leah e Junior Lima.

Luan Santana, parceiro de Paula Fernandes na música Juntos - uma adaptação de Lady Gaga -, finalmente deu sua real opinião a respeito da obra. Durante o lançamento de seu DVD Viva, na última quinta (22), o cantor contou como foi sua participação nessa parceria e revelou que não gostou muito do refrão escrito por Paula. 

Na época de seu lançamento, Juntos caiu nas graças da internet e gerou muitos memes pela frase "shallow now" em meio ao restante da letra escrita em português. Luan disse que não se incomodou com os memes e brincadeiras e que achou a reação do público bastante "saudável". Ele também revelou que não havia gostado dessa parte da canção e que sugeriu uma troca: "Cheguei a falar pra ela: 'Paula, esse shallow now está soando um pouco diferente, meio ruim.' Me soou meio brega, assim, sei lá. Aí falei: 'vamos trocar essa partezinha". 

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Luan sugeriu trocar as palavras estrangeiras por "juntos até o final", mas Paula Fernandes não aceitou a sugestão uma vez que a versão já havia sido aprovada por Lady Gaga e ela não queria adiar o lançamento da canção. O cantor disse que gravou a música em respeito à sua história com a colega de profissão: "Coloquei a voz na parceria, na amizade. Pensando na nossa história, a gente já se conhece há muito tempo. E aí acabou que o que eu pressentia aconteceu. Não entrou muito no ouvido de algumas pessoas".  

 

Taylor Swift lançou nesta sexta (23) Lover, seu sétimo álbum e o primeiro com a nova gravadora, a Universal Music Group. Com 18 faixas, ‘Lover’ traz como tema principal o amor, citando até o atual namorado da cantora, o ator Joe Alwyn. 

Taylor já havia lançado os singles "Me!", "You Need To Calm Down", "Archer" e "Lover". A cantora também participou da produção do seu novo álbum.

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Por Suellen Elaine

A banda Killer Queen, considerada uma dos melhores tributos do grupo britânico Queen, no Brasil, realiza apresentação em dose dupla, nesta sexta (23) e sábado (24), no Manhattan Café Theatro. A noite de apresentação tem início a partir das 21h, aberta pelos clássicos Garçons Cantores.

Trazendo sucessos consagrados, num repertório que abrange todas as épocas. Hits como "I Want to Break Free", "Love of My Life" e "Under Pressure", além de músicas da carreira solo de Freddie Mercury readaptada ao Queen, a exemplo de “I Was Born to Love You”, estarão entre as canções inesquecíveis da noite.

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Serviço

Killer Queen no Manhattan Café Theatro

Sexta (23); sábado (24) | 21h

Manhattan Café Theatro (Rua Francisco da Cunha, 881, Boa Viagem)

R$ 80

Informações: (81) 3325 3372

Completando 33 anos de carreira, a banda Asas Livre grava DVD neste sábado (24), no Clube Internacional do Recife. Precursora do ritmo arrocha, a banda decolou no final dos anos 1990, na cidade de Candeias-BA. Foi quando lançou o cantor Pablo, conhecido nacionalmente por ser o rei do arrocha, como vocalista. Ele participará da gravação do DVD.

A banda está sob o comando do vocalista mais antigo do Asas, Rafinha, e tem um repertório que passa por músicas mais dançantes até as mais românticas. Sucessos como “Cds e Livros”, “Tudo Azul”, “Perdoa Cristina”, “Quero Ser Feliz”, “Deusa de Itamaracá e “Ela e a outra” são as mais pedidas nas rádios e nos shows. Com esses sucessos também conquistaram discos de ouro e milhões de álbuns vendidos.

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O show ainda conta com a participação das Amigas do Brega, Kevi Jonny, e Rogério Som. Os ingressos do show podem ser comprador na Recife Ingressos, a partir de R$ 35.

Serviço

Gravação do DVD Asas Livres com participação de Pablo

Sábado (24) | 21h

Clube Internacional do Recife (R. Benfica, 505 - Madalena)

2° Lote R$ 35 Pista; R$ 55 Vip

O cantor pernambucano André Mussalém faz um show inédito para celebrar um ano do seu segundo disco, nesta sexta-feira (23). O show que conta com a participação dos músicos Isadora Melo, Rafael Marques, Caca Barreto, Junior Teles e Johnanthan Malaquias ocorre a partir das 21h, no Café Liberal.

Aclamado pela crítica por retratar à guinada conservadora no Brasil, o albúm “Pólis” traz a tradição progressista da MPB em sua essência, com canções que abordam as dicotomias políticas do país nos últimos anos.

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Além das músicas do repertório de “Pólis”, André também apresenta pela primeira vez, para o público, algumas músicas do seu próximo álbum, “Distopia”. Entre os novos singles, “Leão”, parceria de André com a baiana Illy, que foi lançada nas plataformas digitais na última semana.,

Os ingressos para o show custam R$ 20 e estarão disponíveis na bilheteria do evento.

Serviço

Show André Mussalém

Sexta-feira (23) | 21h

Café Liberal (Av. Marquês de Olinda, 174 - Recife)

R$ 20

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Cout é o grupo musical a se apresentar no programa Som Pará, da TV UNAMA, desta quinta-feira (22). A banda, formada em 2016, traz nas canções assuntos sobre política, vida entre amigos e diversão.

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Os músicos da Cout iniciaram na música fazendo parte do projeto “Camaleão”, que fomenta o cover paraense, mas foi em 2018 que os artistas passaram a tocar profissionalmente, lançando o primeiro EP autoral da banda, chamado "Patos Galáticos", com cinco faixas.

Gabriel Pinheiro, um dos integrantes da banda, destacou a importância que as mídias precisam dar para os músicos locais. “Eu acredito que não só as bandas devem ter mais espaços nos meios que já existem, no caso TV e rádio, como elas também devem preencher os espaços que são delas, no caso, a internet. A gente tem muito espaço nas rádios, mas a TV ainda acaba influenciando e tendo um espaço muito grande na vida das pessoas. Tem muita banda tocando em Belém, produzindo coisas maravilhosas, clipe e tudo mais, mas não aparece na TV”, disse o cantor.

O músico explica que já ouviu muita música estrangeira, mas foi o ritmo brasileiro que o encantou. “Quando fui ficando mais velho, fui ouvindo coisas de fora (estrangeiras). De 2016 para cá eu comecei a consumir absurdamente músicas brasileiras atuais, como Ventre, Cícero, Tulipa Ruiz Vanguart e The Mars. Pousada e Clã é o que eu tenho escutado muito”, afirmou Gabriel.

O convite para cantar no programa, segundo o Gabriel, foi motivo de alegria e possibilidades. “Eu já assistia o Som Pará. A gente ficou muito feliz de ter acesso à produção, à luz e às pessoas de lá. A gente ficou muito feliz em ter feito parte disso. foi muito significativo, muito importante para a gente ter contato com esse profissionalismo. Poder pegar o conteúdo, poder assistir depois, mostrar para os amigos e para os fãs é muito importante”, concluiu o artista.

O programa Som Pará, da TV UNAMA, abre espaço para que os artistas e bandas paraenses possam divulgar seus trabalhos para o público. As gravações são ao vivo, nos estúdios da TV UNAMA ou em uma área externa do campus Alcindo Cacela, em Belém. A primeira temporada, com 38 programas, estará disponível no canal do Youtube do LeiaJá, às quintas e sextas-feiras, sempre às 19 horas. A segunda temporada começou em agosto.

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Um vídeo feito durante show do rapper Criolo, no último sábado (17), no Festival Bananada, em Goiânia, viralizou nas redes sociais. Nas imagens, o artista aparece 'mandando um passinho' enquanto o público grita ofensas contra o presidente Jair Bolsonaro. 

O grito também foi um dos mais escutados durante o último Carnaval. Enquanto a plateia, em coro, gritava "ei, Bolsonaro, vai tomar no c*", Criolo tomou conta do palco fazendo uma coreografia cheia de desenvoltura e bom humor. 

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Nas redes sociais, o vídeo foi amplamente compartilhado e o rapper bastante elogiado. "Criolo não decepciona"; "Eu não sabia que precisava ver o criolo dançando "ei Bolsonaro vai tomar no c*" até ver o Criolo dançando "ei Bolsonaro vai tomar no c*"; "Criolo cantando o novo hino temporário do Brasil. Achei massa". 

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Ante o lançamento, na sexta-feira, de seu álbum "Lover", a estrela do pop Taylor Swift está planejando regravar seus primeiros álbuns para ter a última palavra em uma disputa pelos direitos sobre suas músicas.

A notícia reaviva a batalha de Swift com o magnata da indústria Scooter Braun, que recentemente comprou o Big Machine Label Group através de sua companhia Ithaca Holdings em um acordo de 300 milhões de dólares, obtendo assim a propriedade majoritária das gravações originais de Swift.

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O dono dessas gravações originais pode determinar como se reproduzem e vendem as canções.

"Me privou do trabalho da minha vida", disse Swift, de 29 anos, quando a notícia do acordo foi divulgada em junho.

Agora a artista garante que recuperará o controle. Quando lhe perguntaram sobre a possibilidade de gravar seus primeiros seis álbuns em uma entrevista com a CBS no domingo de manhã, Swift disse que a opção era provável.

Quando lhe perguntaram se ela faria isso, respondeu: "oh, sim", segundo uma prévia da entrevista.

A medida poderia ser dificultada pelas restrições temporárias em seus primeiros contratos - assinou pela primeira vez com o Big Machine Label Group em 2005, quando ainda era adolescente - mas ainda assim é possível.

Swift tem os direitos das letras e composições de suas músicas, o que significa que poderia gravar novas versões sem necessidade de ter acesso às gravações originais.

Luísa Sonsa não anda muito satisfeita com seu público. A cantora usou seu perfil no Instagram, nesta quinta (22), para reclamar que seu último álbum. Pandora, não está tendo muitos acessos. Ela disse que os fãs estão viciados em "bunda" e que ganha muito mais acessos quando expõe seu corpo.

Através de vídeos nos stories, Sonsa fez um verdadeiro desabafo. Ela lamentou a pouca atenção dos fãs ao seu novo trabalho, depois de tanta dedicação e cuidado para realizá-lo. "Eu faço um álbum inteiro, vou do gospel ao R&B, ao pop, ao funk, ao brega funk. 'Eliane' é totalmente diferente da 'Fazendo Assim' é uma música quase religiosa, com a minha mãe e a minha avó. Tem um milhão de views. Agora coloca um c*: 30 milhões de views".

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A cantora revelou que demorou muito para produzir o disco e que não aceita ser desmerecida: "Eu levei nove meses para fazer esse álbum diversificado, todas as músicas diferentes, tudo com conceito diferente, uma história para cada música. Aí vem você e diz, 'as músicas da Luísa são todas iguais'. Ah, não!".

Luísa também reclamou que ganha muito mais atenção quando mostra o corpo e fez um apelo para que os fãs prestassem mais atenção em outros aspectos do seu trabalho: "Vocês que criticam são viciados em bunda, amam ver uma bunda, amam criticar uma bunda, tentam diminuir uma pessoa por causa da bunda. Mas é só colocar uma bunda na frente que a galera hipnotiza. Não vamos focar tanto na bunda que a gente consegue se conhecer melhor. Tenho certeza de que vocês vão gostar de uma música ao menos".

Dexter e Afro-X estão de volta. Os seguidores do rap nacional, em festa. Com o primeiro show da turnê "Vivos" marcado para o próximo fim de semana, em São Paulo, o 509-E retorna aos palcos para celebrar os 20 anos de existência de um dos grupos de rap mais respeitados do Brasil. Em duas décadas de vida do projeto artístico, há 16 anos o 509-E não aparece para seus fãs. Por isso, a dupla promete novidade para quem já teve chance de assistir a um show da curta carreira e surpresas para quem os verá pela primeira vez.

A música salvou Marcos Fernandes de Omena, o Dexter e Cristian de Souza Augusto, o Afro-X. Nascidos no mesmo bairro da periferia da capital paulista, o destino dos dois foi o mundo do crime, mas aquele momento da vida de quem nasceu para ser artista não iria durar para sempre. O número da cela na qual ficaram detidos juntos na Casa de Detenção, 509-E, virou o nome e símbolo da sobrevivência pessoal e artística do grupo. “O que nós estamos vivendo hoje é muito improvável que aconteça, na questão da ressocialização a estatística mostra que 70% volta para a vida do crime”, declara Afro-X. Além do legado que a dupla faz questão de deixar marcado em suas canções, Dexter ressalta que outros fatores também estão ligados à celebração dos 20 anos do 509-E. “O amor pela cultura, do querer transformar, tem a ver com respeito, com amizade, com perdão, com carinho, com saúde mental, com correria, com querer mostrar que é possível quando se acredita”, enfatiza o Mc.

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Pregando a lealdade e valorizando a conscientização social em suas canções, os dois CD’s “Provérbios 13” (2000) e MMII d.C – 2002 Depois de Cristo (2002) venderam mais de 160 mil cópias. O cumprimento da pena, outros projetos de vida, os problemas pessoais e os empecilhos de quem vive privado da liberdade interromperam a carreira musical do 509-E. É o que faz a dupla e a produção trabalharem bastante para apresentar a nova modelagem do espetáculo do 509-E aos fãs. “A ideia é trazer para as pessoas o que elas tiveram pouco ou não tiveram em relação ao 509-E, uma estrutura diferenciada, maior do que a gente teve na época”, destaca Dexter. Com a disposição de jovens de 18 anos (Dexter hoje tem 46 e Afro-X 45 anos), Afro-X reitera a importância do som do 509-E ser ouvido por gerações. “Estamos nos reinventando dentro dessa realidade do rap e da sociedade, a gente acredita que essa interação vai ser muito louca porque tem o passado com o presente junto então vai ser sensacional”, considera.

Além do público paulista, a turnê “Vivos” do 509-E visitará Salvador (Estação Hall, dia 14 de setembro), Porto Alegre (Opinião, dia 10 de outubro), Curitiba (Victoria Villa, dia 11 de outubro) e Belo Horizonte (Mister Rock, dia 26 de outubro). Movidos pelas batidas do rap, inspirados pela parceria de longa data e pelos grandes sucessos como “Só os Fortes”, “Oitavo Anjo” e “Saudades Mil”, a dupla carrega no peito a paixão pela cultura hip-hop. “É uma cultura enraizada pelo mundo todo, que salva vidas e que precisa se alimentar de coisas boas também”, completa Dexter.

Serviço

509-E 20 anos – Turnê VIVOS

Local: Audio – São Paulo

Data: 24 de agosto (sábado)

Abertura da casa: 22h

Classificação: 18 Anos

Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 - Barra Funda - São Paulo - SP

Venda Ingressos: Bilheteria Audio (de segunda a sábado das 13h às 20h) site ou aplicativo Ticket360 - https://www.ticket360.com.br/evento/10744/509-e-turne-vivos

De uns anos para cá, Ozzy Osbourne tem estado com a saúde debilitada. O líder do Black Sabbath, aos 70 anos de idade, já sofreu com a bronquite e, mais recentemente, caiu em casa, teve que operar o pescoço e ainda cancelar o restante de uma turnê que estava realizando ao lado de sua banda. Agora, em entrevista para a Rolling Stone, o músico abriu o jogo sobre sua recuperação, após os recentes acontecimentos:

- Pelos primeiros, digamos, quatro meses, eu estava em absoluta agonia. Eu estava agonizando além de qualquer coisa que eu já tenha experienciado antes em minha vida. Foi horrível. Estou fazendo aulas de fisioterapia e terapia ocupacional, mas o progresso é muito lento. Eles dizem que vai demorar pelo menos um ano. Estou torcendo para estar bem e começar em janeiro [mês em que a nova turnê se inicia]. Estou realmente com os meus dedos cruzados.

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Da última vez em que esteve internado no hospital, justamente para operar o pescoço e a coluna, Ozzy passou por dificuldades:

- Não posso descrever para você a sensação de desamparo que tive. Eu tive que usar [um andador] para fazer xixi. Eu tive que ter enfermeiros, dia e noite. Só de estar no hospital já é o suficiente para te deixar louco. Eu agradeço a Deus por não ter ficado paralisado quando sofri o acidente. Eu não estaria aqui agora. Eu teria pulado do telhado - ou caído do telhado, o que seja.

O músico percebe que sua recuperação está mais lenta quando não consegue mais fazer exercícios físicos por muito mais tempo. Antes, ele praticava em uma máquina de elíptico por uma ou duas horas, mas agora só consegue, no máximo, por meia hora. Além disso, Ozzy percebeu que está com coágulos de sangue na perna e que agora o cuidado tem que ser redobrado, para que ele não se machuque:

- É assustador... Dos 40 [anos de idade] para os 70 foi ok e de repente você chega aos 70 e tudo desmoronou em mim.

Além disso, acrescentou:

- Eu não gosto de estar na cama por mais de um dia e tem durado seis meses. Então você pode imaginar como a minha cabeça está agora, disse, informando que tem assistido muitos programas na televisão e até mesmo se tornou viciado em documentários sobre extraterrestres!

Por fim, agradece o apoio de sua esposa, Sharon Osbourne, e seus filhos:

- São em tempos como esse que a família é importante, eu presumo.

A bordo de uma van, quatro músicos e uma equipe de mais cinco pessoas percorrerão 6.500 das estradas brasileiras. Com projeto “Seu Pereira na BR 101 - Uma Expedição Musical sobre a Cena Independente”, os músicos da banda paraibana Seu Pereira e Coletivo 401 farão uma turnê que percorrerá oito Estados nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil.

Tendo a Pluralidade cultural como seu ponto de partida, o projeto inicia a turnê pelo Recife, no dia 5 de setembro, ao lado de DJ Dolores e Banda. Além de nove shows em oito estados diferentes, o projeto pretende promover diálogos sobre os rumos da cultura alternativa brasileira e os desafios de produzir música de qualidade no país, com debates e oficinas e um intercâmbio entre agentes culturais nas diversas cidades que passarão.

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A banda, que comemora 10 anos, teve seu projeto selecionado pelo Natura Musical por meio do edital 2019, com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura. Todas as atividades formativas desta aventura são gratuitas e as inscrições podem ser realizadas no site da banda. Os shows possuem preços populares e os ingressos podem ser adquiridos no Sympla.

Confira a agenda:

Recife-PE

Quinta-feira (5) de setembro

Terra Café Bar (R. Bispo Cardoso Ayres, 467 – Boa Vista)

15h - Bate-papo sobre produção independente com integrantes da banda e do projeto.

16h30 - Oficinas "Produção Musical no Ableton Live" com Chico Correa e "Música e Saúde Mental" com Thiago Sombra.

20h - Shows DJ Dolores e Banda (abertura) Seu Pereira e Coletivo 401

Natal - RN

Sexta-feira (6) de setembro

Solar Bela Vista (Av. Câmara Cascudo, 417 – Cidade Alta)

15h - Bate-papo sobre produção independente com integrantes da banda e do projeto.

16h30 - Oficinas "A poesia das coisas" com Jonathas Pereira Falcão e "O baterista no século 21" com Victorama.

22h - Shows DuSouto (abertura) Seu Pereira e Coletivo 401

João Pessoa - PB

Sábado (7) de setembro

Centro Cultural Espaço Mundo (Pça Antenor Navarro, 53, Varadouro)

15h - Bate-papo sobre produção independente com integrantes da banda e do projeto.

16h30 - Oficinas "A poesia das coisas" com Jonathas Pereira Falcão e "Música e Saúde Mental" com Thiago Sombra.

Vila do Porto (Praça São Pedro Gonçalves, 8 – Centro Histórico)

22h - Shows Vieira e Banda-Fôrra (abertura) Seu Pereira e Coletivo 401

Maceió - AL

Quinta-feira (12) de setembro

Rex Jazz Bar (R. Sá e Albuquerque, 675 – Jaraguá) 15h - Bate-papo sobre produção independente com integrantes da banda e do projeto.

16h30 - Oficinas "Produção Musical no Ableton Live" com Chico Correa e "Música e Saúde Mental" com Thiago Sombra.

Shows Wado (abertura) Seu Pereira e Coletivo 401

Aracaju - CE

Sexta-feira (13) de setembro

Che Music Bar (Av. Cap. Joaquim Martins Fontes, 180 - Farolândia)

15h - Bate-papo sobre produção independente com integrantes da banda e do projeto.

16h30 - Oficinas "A poesia das coisas" com Jonathas Pereira Falcão e "O baterista no século 21" com Victorama.

22h – Shows Mestre Madruguinha (abertura) Seu Pereira e Coletivo 401

Feira de Santana - BA

Sábado (14) de setembro

Seu Zé Lounge Bar (R. Domingos Barbosa de Araújo, 900 - Ponto Central)

15h - Bate-papo sobre produção independente com integrantes da banda e do projeto.

16h30 - Oficinas "A poesia das coisas" com Jonathas Pereira Falcão e "O baterista no século 21" com Victorama.

22h – Shows Sons de Mercúrio, Juli e DJ Lerry (abertura) Seu Pereira e Coletivo 401

Salvador - BA

Domingo (15) de setembro

Commons Studio Bar (R. Odilon Santos, 224 - Rio Vermelho)

15h - Bate-papo sobre produção independente com integrantes da banda e do projeto.

16h30 - Oficinas "Produção Musical no Ableton Live" com Chico Correa e "Música e Saúde Mental" com Thiago Sombra.

20h – Shows Toco y Me Voy (abertura) Seu Pereira e Coletivo 401

Rio de Janeiro - RJ

Quinta-feira (19) de setembro

Kubrick(Av. Mem de Sá, 66 - Centro)

15h - Bate-papo sobre produção independente com integrantes da banda e do projeto.

16h30 - Oficinas "Produção Musical no Ableton Live" com Chico Correa e "Música e Saúde Mental" com Thiago Sombra.

20h – Show Seu Pereira e Coletivo 401

São Paulo - SP

Sábado (21) de setembro

The House (Rua Rodolfo Miranda 110 - Bom Retiro)

15h - Bate-papo sobre produção independente com integrantes da banda e do projeto.

16h30 - Oficinas "A poesia das coisas" com Jonathas Pereira Falcão e "Produção Musical com Ableton" com Chico Correa.

22h – Shows Lurdez da Luz (abertura) Seu Pereira e Coletivo 401

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O programa Som Pará, da TV UNAMA, apresenta nesta edição Eddy Fernandes, cantor e compositor paraense. O artista falou sobre o início a carreira e da sua paixão pela música.

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Eddy teve o primeiro contato com a música ainda na infância, aos 10 anos de idade. "Meu interesse pela música surgiu quando eu ainda era criança, pois meu pai sempre tocava em casa e isso me deu esse primeiro contato", relembrou.

O músico não dá uma definição exata para o seu estilo. "Música é música, sempre maleável e moldada", disse o cantor.

Atualmente, o músico toca nas bandas Brega Cult e Monociclo, além de divulgar seu EP "Entre Buquês e Barcos", com cinco faixas autorais. "Foi uma experiência muito boa. Assim que lançou eu ficava com muito receio, me sentia muito menininho, mas eu era menininho quando escrevi. Agora já mudou muita coisa", explicou.

Eddy compõe sobre o cotidiano, saudade e vida universitária. Segundo o cantor, o palco é o mundo do artista, um lugar para criar, ter ideias e se sentir em casa. Nas apresentações, o cantor costuma tocar brega, folk, pop, indie e tudo o que, segundo ele, o faz bem.

Para o artista, a apresentação no Som Pará foi um divisor de águas. "Foi gratificante e muito bom poder apresentar as minhas músicas autorais num programa com tanta qualidade e respeito pelo meu trabalho", concluiu.

O programa Som Pará, da TV UNAMA, abre espaço para que os artistas e bandas paraenses possam divulgar seus trabalhos para o público. As gravações são ao vivo, nos estúdios da TV UNAMA ou em uma área externa do campus Alcindo Cacela, em Belém. A primeira temporada, com 38 programas, está disponível no canal do Youtube do LeiaJá. Esta é a segunda temporada, que vai ao ar às quintas e sextas-feiras, sempre às 19 horas. 

 

 

A cantora e compositora pernambucana, Marília Parente, apresenta, em seu primeiro disco, as passagens e buscas que marcaram sua vida em forma de música. Ela lança seu álbum de estreia, 'Meu céu, meu ar, meu chão e seus cacos de vidro', no dia 27 de agosto, em todas as plataformas digitais.

Com influências que vão de Luiz Gonzaga, Geraldo Azevedo e Fagner a Beatles, Beach Boys e Bob Dylan, Marília coloca em sua música referências de seu lugar de origem - o município de Exu, no sertão pernambucano -, até as reverberações da cidade grande. Com pinceladas de psicodelia e rock'n'roll misturadas aos aboios sertanejos e timbres nordestinos, ela apresenta, em seu primeiro trabalho, 10 faixas autorais que foram co-produzidas com os músicos Juvenil Silva e D'Mingus. 

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Após o lançamento on-line, Marília recebe o público para um show no Teatro Arraial, no dia 5 de setembro, às 20h. O espetáculo contará com todas as faixas de 'Meu céu, meu ar, meu chão e seus cacos de vidro'. Na ocasião, a cantora divide o palco com Juvenil Silva (guitarra), Diego Gonzaga (baixo) e Gil R (bateria). Ela também contará com convidados, como Dadá Cavalcante, Rodrigo Padrão, Feiticeiro Julião e Marcelo Cavalcante. Na abertura show, o músico Ugo Barra Limpa exeguta mantras compostos pelo ex-Beatle George Harrison, cantando e tocando tampura e shrutibox.

Serviço

Lançamento do disco Meu céu, meu ar, meu chão e seus cacos de vidro - Marília Parente

5 de setembro - 20h

Teatro Arraial

R$ 20

A obra clássica de Georges Bizet, Carmen, chega ao centenário palco do Santa Isabel, encerrando a primeira edição do Festival de Ópera do Recife. As sessões serão realizadas nesta quinta-feira (22), sexta-feira (23) e sábado (24), às 19h. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro.

A obra, lançada em 1875 em Paris, conta em quatro atos a história de uma bela cigana que, com seu temperamento forte e indomável, conquista o cabo Don José, que por ela se amotina contra seus superiores e deserta, enlouquecendo quando ela volta suas atenções para o toureiro Escamillo. Carmen tem aproximadamente 2h30 de duração e foi inspirada no romance homônimo escrito por Prosper Mérimée.

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A iniciativa do Festival é do Maestro Wendell Kettle, Diretor Artístico-Musical e Regente da Sinfonieta UFPE e da Academia de Ópera e Repertório (AOR), com produção da Gárgula Produções. Segundo Kettle, o Festival visa a valorização dos profissionais de ópera do Estado, além, da formação de um público lírico e a inclusão de Pernambuco no roteiro de grandes festivais de ópera no País.

SERVIÇO

I Festival de Ópera do Recife apresenta Carmen, de Bizet

Quinta-feira (22); Sexta-feira (23); Sábado (24) | 19h

Teatro de Santa Isabel (Praça da República, 233 - Santo Antônio)

R$ 50 e R$ 25

Um grupo com armas de fogo e tacos de beisebol feriu várias pessoas durante as filmagens de um videoclipe do polêmico rapper francês Booba, informou nesta quarta-feira (21) à AFP uma fonte policial.

Cerca de 15 pessoas participaram do ataque que ocorreu pouco antes das 22h (19h de Brasília) de terça-feira (20) no subúrbio parisiense de Aulnay-sous-Bois, disse a fonte, confirmando informações anunciadas pela rádio Europe 1.

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Uma das vítimas recebeu um tiro na coxa, mas sua vida não está em perigo, segundo a fonte, que acrescentou que Booba não estava no local no momento do ataque.

O músico, de 42 anos e um dos maiores astros do rap na França, protagonizou no ano passado um escândalo com o rapper Kaaris, seu grande rival, no aeroporto parisiense de Orly. Ambos passaram um mês na prisão e tiveram que pagar uma multa de 50.000 euros cada.

Booba e Kaaris, de 39 anos, marcaram então um encontro na Suíça para um combate de artes marciais para resolver suas diferenças. Mas as autoridades anunciaram em 16 de agosto que haviam retirado a autorização inicialmente concedida para a realização do evento.

Kaaris, de origem marfinense, prometeu que beberia o sangue de seu rival, ao que Booba respondeu: "Vou te matar a golpes".

A edição 2019 do Meca acaba de ter mais um nome confirmado. A banda pernambucana Mombojó vai integrar a programação do evento que acontece no dia 14 de setembro, na Oficina Francisco Brennand. Os ingressos já estão à venda.

No show do Meca, o Mombojó vai relembrar as canções do disco Nada de Novo, o primeiro de sua carreira. Completando 15 anos de lançamento, o álbum ganhou, nessa semana, uma edição comemorativa em vinil. Além das músicas que apresentaram o grupo, eles também trazem no repertório canções do projeto MMBJ 12, como Tudo vai mudar. 

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Além do Mombojó, outros nomes já estão confirmados no festival: Tulipa Ruiz, Romero ferro, Schevchenko & Elloco, além da banda Noporn. 

Serviço

Festival Meca

14 de setembro

Oficina Francisco Brennand

R$ 60

Estreia no próximo sábado (24), em Nazaré da Mata, o projeto Noite dos Mestres do Apito, iniciativa cultural que tem como objetivo garantir a visibilidade da arte do improviso. Abrindo o projeto, o mestre João Paulo, o Papa do Maracatu, recebe o público em sua casa, no terreiro do Maracatu Leão Misterioso, às 21h.

O projeto itinerante contará com cinco ensaios tendo a participação especial de mestres de maracatus como convidados especiais. A ideia é promover um ensaio a cada mes, sempre na sede de uma nação diferente. As próximas quatro edições passarão pelo Leão Formoso, em 21 de setembro; Águia de Ouro, em 26 de outubro; Águia Dourada, em 23 de novembro. O encerramento ficará por conta do Mestre Bi, em apresentação programada para acontecer na sede do Maracatu Leão Africano. 

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Serviço

Noite dos Mestres de Apito

Sábado (24) - 21h

Sede do Maracatu Leão Misterioso (Loteamento Paraíso - Nazaré da Mata)

Gratuito

 

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