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O nome de Jade Picon gerou repercussão nos últimos dias, mas não pela sua estreia como atriz na próxima novela da Globo. A marca de bolsas e sapatos Arezzo, em parceria com a etiqueta Meninos Rei, chamou a ex-participante do Big Brother Brasil e outras modelos para uma campanha em homenagem à cultura africana.

Posando com a nova coleção, inspirada nos anos 1970, Jade recebeu diversas críticas dos internautas. "Agora só falta ela entrar por cota na faculdade", comentou um dos usuários do Twitter. A Arezzo e a Meninos Reis também foram detonadas nas redes sociais. 

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Em uma postagem, no Instagram, a Meninos Reis falou sobre a ideia do designer da releitura da sandália Anabela: "Nossa inspiração para fazer essa releitura foi o que nos alimenta, nossa ancestralidade. As estampas africanas, o patchwork, o nó que faz a amarração foi uma alusão aos turbantes, coroas e símbolo de empoderamento feminino". O projeto colaborativo faz parte da comemoração de 50 anos de história da Arezzo.

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A marca de luxo britânica Burberry anunciou repentinamente nesta quarta-feira (28) a demissão de seu diretor de criação Riccardo Tisci, que deixará o grupo na sexta-feira após cinco anos no cargo e será substituído pelo inglês Daniel Lee.

"Riccardo decidiu sair depois de quase cinco anos liderando a transformação criativa da Burberry", disse a empresa em comunicado.

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Sob a direção do estilista italiano, a Burberry "modernizou e atualizou sua oferta de produtos, alcançando uma comunidade de clientes mais jovem, mais diversificada e mais especializada", disse o grupo.

"Ricardo desempenhou um papel fundamental no reposicionamento da Burberry. Ele reforçou nossa linguagem criativa", acrescentou o CEO Jonathan Akeyrod, que agradeceu por seus serviços "em nome de todos da Burberry".

Seu sucessor Daniel Lee, nascido em Bradford (Inglaterra), assumirá suas funções na segunda-feira."Ele é um dos talentos britânicos mais empolgantes de sua geração", disse a empresa de Londres.

Entre 2018 e 2021 foi diretor de criação da Bottega Veneta, "onde ajudou a revitalizar a marca italiana" e antes disso foi diretor de prêt-à-porter da Celina. Ele também trabalhou na Maison Margiela, Balenciaga e Donna Karan.

A UNAMA – Universidade da Amazônia e a Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE-PA) promovem um desfile nesta quarta-feira (28), às 9 horas, no teatro da Estação Gasômetro, em Belém, o lançamento do projeto Arara das Manas, desfile de moda com mulheres assistidas pelo Núcleo de Combate à Violência de Gênero de Belém e Ananindeua (NUGEM). Idealizado pela DPE-PA, o projeto trabalha com vítimas de violência doméstica e em condição de vulnerabilidade socioeconômica. 

Alunos do curso de Moda da UNAMA ajudam em todo o processo de preparação do desfile, incluindo a seleção e a catalogação das peças que já estão sendo recebidas por meio de doações da comunidade. Durante o evento, está prevista ainda a assinatura de um termo de cooperação entre a UNAMA e a DPE-PA no intuito de levar capacitação e outros serviços às mulheres assistidas pelo projeto. 

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A coordenadora do curso de Moda da UNAMA, Felícia Assmar Maia, destacou a importância da parceria. "Este é um projeto de extensão em que os alunos têm a oportunidade de devolver para sociedade os conhecimentos aprendidos nos bancos universitários. É realmente pensar nessa responsabilidade social para os alunos e o quanto eles podem contribuir com a comunidade”, disse. 

A gestora destaca ainda os benefícios que os graduandos vão agregar em suas formações profissionais. “Hoje, nós temos a UNAMA com a extensão curricularizada, ou seja, como uma disciplina. Isso é de grande benefício para os alunos porque vai dar a eles uma vivência profissional. Então, organizar um desfile, poder fazer a separação das peças, adequar cada roupa a um tipo físico, fazer todo o processo de produção, de styling, colocar na passarela, é uma vivência profissional muito grande e um benefício enorme”, contou a professora. 

Com a assinatura do convenio, além do curso de Moda, está prevista também a participação de discentes e docentes de outros cursos de graduação da UNAMA, como Arquitetura e Urbanismo, Gastronomia e Estética, que vão apoiar o projeto realizando minicursos para auxiliar na garantia da independência financeira e profissional das mulheres assistidas. O evento conta ainda com o apoio do Núcleo de Responsabilidade Social da UNAMA. A entrada é gratuita.

Da Ascom UNAMA.

 

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Mede, corta, alinha, arremata. Quando o assunto é moda, comumente são imaginadas peças elaboradas por estilistas; no entanto, ela começa pelo processo de costura. Da camisa que você usa diariamente ao vestido ou terno mais sofisticado, feito à mão ou por máquinas, a confecção é realizada por um(a) costureiro(a).

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Com linha e agulha, mulheres deram sentido à atividade e tradição da manufatura. A consultora de imagem e estilo Wanessa Oliveira diz que o processo histórico social da costura se deu como uma herança familiar. “Geralmente, a mãe já fazia esse trabalho de costura, na própria residência. E essas costureiras, quando crianças, ficavam em volta da máquina, já pegavam uma agulha e a própria mãe ensinava a fazer uma bainha, a costurar à mão. De mãe para filha, de vó para mãe, até chegar na neta e assim por diante”, explica.

A consultora de imagem e estilo fala que a costura, no início, era feita de forma muito rudimentar. Há mais de 30 mil anos, as primeiras agulhas foram criadas com ossos de animais com o intuito de produzir roupas para proteção e somente no século XIV foram inventadas as agulhas de ferro. As máquinas de costura ganharam forma apenas no século XVIII, período da revolução industrial. “Bem diferente das máquinas elétricas que a gente tem hoje, as primeiras máquinas eram supertrabalhosas para as costureiras. Eram máquinas que realmente precisavam de uma força grande”, lembra.

Durante muitos anos, as condições financeiras de quem trabalhava com costura não eram as mais significativas. Wanessa compartilha relatos de costureiras: “Uma delas começou a ser referência para vestidos de festa, de 15 anos e até vestidos de noiva. As outras, era tudo que aparecia - se aparecesse uma bainha de calça, ela fazia; se aparecesse uma confecção de um vestido, ela fazia; se aparecesse uma roupa social feminina, ela fazia”, relata.

Algumas sem intenção de trabalhar na área, apenas por hobby, outras transformaram a costura em um meio de subsistência. A consultora de imagem ressalta que, para essas mulheres, a atividade se transformou em uma fonte de renda utilizada para criação dos filhos e para manter o sustento da casa.

Da prática artesanal à profissão, o ramo da costura vem crescendo nos últimos anos.  “A confecção de roupas e de ajustes, essa demanda nunca morre. Na minha visão, está constantemente sendo buscada. Então, independente de ser aqui na nossa região ou, enfim, em outras regiões do país e do mundo, é uma demanda que sempre vai existir”, observa Wanessa.

A consultora relembra a formação da pós-graduação em moda, em 2020, e diz que, ao conhecer a consultoria de imagem, sentiu-se encantada e percebeu que o ramo é extremamente próximo à costura. Atualmente, Wanessa está abrindo um negócio no ramo e é no ateliê da mãe, diariamente, que está aprendendo a costurar.

Para Wanessa, o ofício da costura ainda é muito subjugado, porque ainda existe um preconceito alicerçado no fardo histórico em relação ao valor do trabalho. “Toda a cadeia de moda só existe porque a costureira existe - é um elo dessa cadeia, um elo fundamental”, afirma.

“Se não tiver a costureira, o serviço, você não tem roupa. ‘Ah, você tem um modelista e ele vai modelar’; mas se a costureira não estiver naquele processo, não tem venda, não tem varejo, não tem visual merchandising, não tem vitrinismo, não tem consultoria de imagem. A sociedade como um todo precisa fazer essa diferenciação de que é uma profissão extremamente valiosa e que precisa ser mais valorizada”, finaliza.

A UNAMA - Universidade da Amazônia celebrou, em junho de 2022, os 15 anos do curso de Moda da instituição, o primeiro da região Norte. A comemoração contou com programações especiais, incluindo desfiles, encontro com os antigos e atuais alunos do curso, exposição de ecobags – em consonância com a vertente da sustentabilidade e com ilustrações inspiradas em quadros pintados por modernistas brasileiros – e bate-papo com profissionais de renome.   

A reitora da UNAMA, professora Betânia Fidalgo, destacou que, para a universidade, ser a primeira instituição a oferecer o curso é motivo de orgulho. “A UNAMA precisa estar em todas as áreas, uma universidade precisa construir conhecimentos técnicos e científicos em todas as áreas e a Moda é uma dessas áreas. A gente fica muito feliz, porque aqui, desde a criação, à modelagem e ao empreendedorismo da moda, são várias áreas dentro do curso que os alunos podem escolher para poder atuar”, afirmou a reitora.

Para Felícia Maia, mestre em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Pará (PPGArtes – UFPA) e coordenadora do curso, a trajetória de 15 anos representa a possibilidade que a moda tem de gerar empregos e renda. “Se a gente realmente investir nessa qualificação, nós teremos pessoas que vão estar preparadas para fazer produtos que possam competir no mercado nacional e internacional, e isso é fundamental para a economia de uma região”, observou.

Por Even Oliveira (sob a supervisão do editor prof. Antonio Carlos Pimentel).

O designer de moda britânico Gareth Pugh retira inspirações dos figurinos reais de séculos passados. Um dos desfiles que marcou essas inspirações foi o de estreia em Paris, na temporada de Verão 2009, em que as golas salientes e folhadas remetem claramente aos trajes da monarquia. E desde então, suas roupas são uma mistura da monarquia com o contemporâneo. 

Em antecipação da exposição inaugurada no Palácio de Buckingham, residência oficial da família real britânica, o site Dazed Digital foi visitar o estúdio do designer em Paris e entrevistar Gareth para saber como surgiu a sua paixão pelos primeiros trajes de poder. “As pessoas, às vezes, podem ser um pouco preguiçosas quando olham para os quadros e focam só no rosto. Esta exposição coloca muito mais ênfase no acontecer do pescoço para baixo, e enquanto designer de moda isso me interessa muito mais. Estes vestidos cumpriam uma função e são tão importantes quanto os quadros – eram a linguagem das pessoas e de como elas se comunicavam de uma forma não verbal”, explicou Pugh. 

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As exposições exploram a grandiosidade dos trajes monarcas e da corte britânica entre os séculos 16 e 17 por meio dos retratos feitos na época, pertencentes ao acervo real. Na época, a realeza e a corte eram os “trendsetters” para o resto da população, ou seja, eram os criadores de conteúdo, modelos a serem admirados pelo povo. Além de uma referência de status, a moda era central à vida no palácio e definia o estilo de quem o cercava.

A mostra junta mais de 60 peças, entre elas, pinturas, desenhos, jóias e roupas, traçando uma linha do tempo da evolução da moda nesse período e de mensagens que eram transmitidas.  

 

 

Se você gosta de navegar e assistir vídeos de moda no Tik Tok, talvez já tenha se deparado com algum “core” (do inglês, núcleo). A rede social das dancinhas está cheia dessas formas de se vestir que seguem uma proposta de estilo próprio e acabam criando várias filosofias de moda e núcleos virtuais para quem gosta desses estilos. Essas micro tendências buscam inspirações em esportes, princesas, fadas e fazem sucesso na rede social.  

Essa forma de nomear uma micro tendência fashion surgiu antes mesmo da rede social chinesa. Em 2013, os analistas de tendências da K-Hole, uma empresa americana, criaram o termo “Normcore”, que se refere ao visual de quem não quer se destacar e deseja ser apenas mais um na multidão - filosofia de moda adotada, por exemplo, por Steve Jobs. Segundo a Rafa Lotto, sócia da consultoria YouPix, o Tik Tok é uma rede social que tem o conteúdo como base, ou seja, quem manda é o algoritmo e não o número de seguidores. Por isso também que quem produz conteúdo para o Tik Tok quer descobrir a próxima tendência a viralizar. Assim, surgem tendências de moda para todos os gostos.  

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Algumas tendências mais curiosas são:  

Grandpa Core – Aquele colete de tricot faz parte da estética, assim como meias mais altas, calças de alfaiataria e suéteres com aspecto vintage. A hashtag #grandpacore tem mais de 13 milhões de visualizações no Tik Tok.  

Fairy Core – Esse traz looks inspirados em fadas. São propostas de moda mais românticas, com rendas, vestidos e tranças. A hashtag #fairycore tem mais de dois bilhões de visualizações no Tik Tok.  

Pearl Core – Nesses looks, as pérolas são protagonistas. Elas não são exatamente novidade no mundo da moda – Coco Chanel sabe bem disso. O que é novo mesmo é que, agora, quem produz looks com pérolas pode gravar um vídeo “Arrume-se Comigo”. A hashtag #pearlcore tem mais de 500 mil visualizações no Tik Tok.

 Tennis Core – Direto das quadras de Roland Garros para o Tik Tok. Esses looks são inspirados nos visuais das jogadoras e dos jogadores de tênis. Muita saia plissada e camisa polo. A hashtag #tenniscore tem mais de 80 mil visualizações no Tik Tok.  

Brazil Core – Essas produções de moda usam as cores do Brasil nos looks. E, por mais que seja muito legal ver a estética do país sendo valorizada no mundo fashion, é importante refletir se só consideramos tendência por que são pessoas famosas que estão usando essas peças. A estética do 'Brazil Core' foi usada, por exemplo, nas periferias do nosso país, mas nem sempre foi considerada uma referência no mundo da moda. Hoje, a hashtag #brazilcore tem mais de sete milhões de visualizações no Tik Tok. 

 

 O festival de rock mais conhecido da música internacional ocorreu entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969, em uma propriedade rural no município de Bethel, estado de Nova Iorque. Cerca de 400 mil pessoas testemunharam  performances de artistas como Jimmy Hendrix (1942-1970), Janis Joplin (1943-1970), The Who e Joe Cocker (1944-2014) e vivenciaram o evento, cujo slogan era “três dias de paz e música”.

Entre algumas das razões por trás do sucesso do evento estavam a Guerra do Vietnã, os julgamentos do ativismo pelos Direitos Civis e o Movimento do Amor Livre. Woodstock serviu como uma “intervenção cultural” a favor da paz. Organizado pelos promotores Joel Rosenman, Michael Lang (1944-2022), Artie Kornfeld e John Roberts (1945-2001), o investimento visou alcançar um público-alvo semelhante. Apesar do sucesso atemporal do festival de Woodstock, muitos dos grandes nomes da música recusaram o convite de participar do evento. Entre eles: Led Zeppelin, The Rolling Stones, The Doors, Bob Dylan e The Beatles.  

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Muitos dos artistas que se apresentaram durante o evento viraram referências fundamentais para as gerações futuras. Detalhes das apresentações, como o tom que Jimi Hendrix adotou enquanto reproduzia o solo de guitarra no hino nacional estadunidense ou o cover intenso que Joe Cocker performou dos Beatles, ficaram marcados para a música.

A repercussão não foi apenas musical, para o veículo norte-americano New York Times, Woodstock foi o precursor da relação entre a moda e os festivais. No geral, o público tinha um estilo hippie – no modo de levar a vida e no jeito de se vestir. Em 1984, foi colocada uma placa comemorativa no local da primeira edição.  

O estilista japonês Issey Miyake, que teve uma carreira de sucesso de mais de meio século, faleceu aos 84 anos, anunciou nesta terça-feira (9) uma funcionária de sua empresa em Tóquio.

"Ele morreu na noite de 5 de agosto", disse a fonte por telefone à AFP, sem revelar sua identidade. Também não anunciou detalhes sobre o falecimento de Miyake.

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O funeral de Miyake já aconteceu "apenas na presença de parentes", de acordo com seus desejos, e não há planos de uma cerimônia pública, acrescentou.

O canal público de televisão NHK e outros meios de comunicação japoneses informaram a morte.

Miyake integrou o grupo de jovens estilistas japoneses que deixou sua marca em Paris na década de 1970.

Ele foi pioneiro no uso de roupas confortáveis de alta tecnologia, deixando de lado a grandiosidade da alta-costura em favor do que ele chamava simplesmente de "fazer coisas".

Nascido em Hiroshima em 1938, Miyake tinha sete anos quando os Estados Unidos lançaram uma bomba atômica em sua cidade em agosto de 1945.

Sobreviveu à explosão que deixou quase 140.000 mortos e abriu a porta para o fim da Segunda Guerra Mundial, após o lançamento de outra bomba nuclear contra Nagasaki, três dias depois.

Ele criou o Miyake Design Studio em 1970 em Tóquio e pouco depois abriu sua primeira loja em Paris.

Na década de 1980, no auge da carreira, Miyake começou a experimentar com materiais como plástico, metal, arame e até papel artesanal japonês.

A direção do Miss Universo fez um comunicado sobre o concurso. De acordo com Amy Emmerich, CEO da competição, mulheres casadas, grávidas, mães e divorcidas poderão entrar na disputa a partir da 72ª edição. "Desde que cheguei à organização em janeiro de 2022, venho avaliando ou processando, procedimentos e regras de elegibilidade, para garantir que representem os valores da marca", iniciou Amy, na nota divulgada.

"Como parte do próximo passo em nossa evolução, implementamos as seguintes mudanças: a partir do 72º Miss Universo e competições nacionais preliminares que o antecedem, as mulheres casadas ou casadas, bem como as mulheres grávidas ou com filhos, ser capaz de competir", completou.

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Na publicação, Amy Emmerich garantiu que as regras foram reformuladas com base em estudos feitos pela organização da competição: "O feedback foi esmagador que todos nós acreditamos que as mulheres devem ter controle sobre suas vidas e que as decisões pessoais do ser humano não devem ser uma barreira para seu sucesso. [...] Como resultado dessas últimas mudanças, queremos compartilhar isso com você agora, enquanto você começa os preparativos para os concursos locais em 2023".

Veja o comunicado:

A morte da atriz Marilyn Monroe (1926-1962) completa completa 60 anos hoje (4) e ela continua no centro dos holofotes quando o assunto é estilo e moda. A beleza da atriz redefiniu padrões e segue influenciando nos dias de hoje, inclusive com polêmicas, como a aparição de Kim Kardashian no último Met Gala com um dos visuais mais marcantes da atriz. Confira a seguir, três looks indispensáveis para entender como a atriz se consagrou como ícone da moda:  

Biquíni de bolinhas (1951) - Roupas de banho com duas peças ainda estavam se popularizando no início dos anos 1950 e atriz foi uma das principais influências no assunto. Durante um passeio na praia, tornou-se referência para as mulheres na época.  

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Vestido esvoaçante de “The Seven Year Itch” (1954) - O vestido de festa branco, sem mangas e decote profundo é um dos mais memoráveis da história do cinema e da moda. A peça exclusiva para o filme foi desenhada por William Travilla (1920-1990) e é lembrada após as filmagens, que foi feita em público quando Marilyn deixou o ar do metrô soprar sob a saia, criando movimentos flutuantes. 

O vestido colado do "Happy Birthday Mr. President' (1962) - O vestido que Kim Kardashian escolheu para o último Met Gala viralizou e não para de render polêmica. O motivo foi a empresária escolher o vestido de Marilyn Monroe, ou seja, o look original usado pela bombshell quando cantou parabéns ao então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy (1917-1963). O estilista de 82 anos Bob Mackie fez o esboço do vestido para o figurinista francês Jean-Louis (1907-1997) quando tinha apenas 23 anos e não havia sido usada por mais ninguém desde 1962.

Para mais looks icônicos da loira, acesse o Instagram @marilynmonroe

 

O Cabine Fashion, evento consolidado de moda e entretenimento do Recife, realiza sua edição de férias nos dias 22, 23 e 24 de julho, das 11h às 21h, na Villa Ponte D'Uchôa Recepções. Mais de 60 pequenos empreendedores de segmentos como moda feminina, masculina, infantil, íntima e pet, acessórios, semijoias, bijuterias, decoração, saúde e bem-estar, maquiagem, papelaria e gastronomia estarão reunidos para oferecer ao público produtos diferenciados e de qualidade.

A programação do evento de moda, voltada para toda a família, oferece experiência de compras diferenciada e está recheada de atrações culturais para a criançada com shows, apresentações, brincadeiras e oficinas criativas. A entrada será R$ 10.

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Nesta edição, o Cabine passa a contar com a Vinca Produções no seu planejamento e execução e traz novidades em sua infraestrutura. "A cada edição pensamos em como proporcionar experiências marcantes para o nosso público. Dessa vez, agora com a participação da Vinca, vamos focar ainda mais no conforto de todos participantes e momentos inesquecíveis para os visitantes", comenta a empresária Bianca Branco, idealizadora e produtora do Cabine Fashion.

A temporada especial do Cabine Fashion terá uma circulação ainda mais ampla entre entre os estandes e lounges. O espaço kids muda de lugar, passa a ser totalmente climatizado e a contar com o serviço mamãe/papai deixa e mamãe/papai pega com recreação para as crianças se divertirem com conforto, segurança e comodidade enquanto pais ou responsáveis conferem as novidades apresentadas pelos expositores nos estandes na área externa e nos lounges montados ao longo da casa de eventos. O serviço será oferecido por R$ 25 (30 minutos/R$ 1 por minuto adicional).

O palco ganha nova localização e intervenção cenográfica, além de acomodações mais descoladas que vão dar maior amplitude ao espaço e proporcionar mais dinamismo e conforto para crianças e adultos. Para elas, a programação inclui: Oficinas Criativas - Cabine Kids (slime, pintura de tela, gesso, massinha de modelar), no valor de R$ 25 cada ou um combo de 2 oficinas por R$ 40; Espaço Beleza Kids - As Carinas, com opção de maquiagem (R$ 30), penteado (R$ 50), combo maquiagem + penteado (R$ 65) e aquisição de maquiagem infantil (a partir de R$ 10); Teatrinho de Marionetes do Recife; e shows do Mágico Rodrigo Lima, da Banda Geração Kids  e da Baladinha Kids Super Heróis (Heróis Recife).

A meninada também poderá se encantar com os espetáculos Chapeuzinho Vermelho,  Princesas e Encanto, de Pallis e sua turma; Alice e o Chapeleiro e  Candy Circus; da Doce Apetite;  e Spider e seus amigos espetaculares - Heróis Recife (confira a programação completa abaixo).

"O Cabine Fashion é um evento de sucesso, consolidado e que vai muito além de uma feira de moda. A cada edição traremos novidades que seguirão tendências de eventos que proporcionam experiências diferenciadas para os seus visitantes", detalha Mari Girão, diretora da Vinca Produções. Mais informações no Instagram do Cabine Fashion.

Da assessoria

Nesta sexta-feira (15), completa 25 anos da morte do estilista italiano Gianni Versace (1946-1997). Fundada em 1978, a marca traz em suas criações a provocação visual sem esquecer o conforto dos materiais e a liberdade que a silhueta deve ter. A marca é símbolo de extravagância e sensualidade.

A marca com quase 45 anos de história, e conhecida por suas criações audaciosas, estampas coloridas, modelagem justa e o contraste entre o preto e o acessório dourado são características da assinatura ‘rock and roll’ da marca. Essa referência rocker tem se mantido como legado por Donatella Versace desde que assumiu a direção criativa em 1997, depois do assassinato de seu irmão. “Um estilista deve ser, antes de tudo, um costureiro”, afirmou Versace em uma entrevista. Gianni aprendeu com sua mãe, no qual tinha um ateliê de costura, a entrar no universo da moda para ajudá-la. Aos 25 anos de idade, ele recebeu uma encomenda de um dono de confecção e deveria criar uma coleção que seria produzida em Milão.  

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O resultado foi um sucesso e a partir daí, fez coleções para marcas como Callaghan e Complice. Em 1978, ainda trabalhando na Complice, o estilista resolveu fundar a Versace Company em parceria com seus irmãos. No mesmo ano, lançou sua primeira coleção feminina, intitulada "Gianni Versace Donna", em uma galeria de arte em Milão, e a coleção masculina, em sua loja na Via della Spiga. Mesmo com estilo mais sóbrio e elegante, a princesa Diana (1961-1997) era uma de suas amigas mais próximas e também cliente fiel da marca. O estilista começou a criar roupas para óperas, balés e teatro unificando suas referências e criações com as artes em 1992 e, foi pioneiro em usar couro na alta costura. A marca ia crescendo e os amigos de Gianni iam crescendo também junto com a grife e se tornaram símbolos de beleza mundial.  

A identidade da marca passou por várias transformações ao longo dos anos. O logo principal de 1980, era somente o nome do estilista. Após algumas mudanças, a marca adotou como logotipo principal a medusa e o nome da marca. A medusa é um símbolo universal da marca que é usado em diversos acessórios, como detalhe das peças e em estampas marcantes. Segundo o historiador Richard Martin, a escolha da medusa não teve tanta relação com uma inspiração renascentista, mas sim com um estilo de vestir e viver, capturado com perfeição na campanha de primavera 2003 clicada por Steven Meisel.  

A história de Versace que virou série na Netflix: “O assassinato de Gianni Versace”. Vencedora do Globo de Ouro de 2019 como melhor série limitada ou filme para TV, “The Assassination of Gianni Versace” é a segunda parte de American Crime Story na Netflix. A trama dirigida por Ryan Murphy, reconstitui crimes reais cometidos por Andrew Cunanan (1969-1997), o assassino de Gianni. A série mostra a mente do serial killer, investigando sua relação com a família Versace, seus envolvimentos amorosos e a personalidade marcada por inveja e megalomania.

Nesta terça-feira (5) faz 76 anos que a dançarina Micheline Bernardini (1927) desfilou em Paris com a peça que revolucionaria a moda feminina. O engenheiro francês Louis Réard (1897-1984) foi quem deu nome aos pedaços pequenos de pano. Antes, uma espécie de maiô de duas peças já havia sido experimentada por algumas garotas, mas o de duas peças foi uma verdadeira revolução pelo seu tamanho menor.  

O francês que "batizou" a peça garantiu que, ao criar o nome, pensou apenas no lado romântico do famoso atol do Oceano Pacífico. A opinião pública ainda estava surpresa com os pedaços de pano, considerados na época um tanto minúsculos (cujas partes de cima mal cobriam os mamilos e a parte de baixo parecia uma tanga). A dançarina de clube noturno, que hoje tem 94 anos, apresentou a novidade, pois nenhuma modelo se dispôs a desfilar com a ousada novidade. Durante muitos anos, o biquíni ficou longe dos olhos do público, até mesmo a revista de moda Vogue o rejeitou. Estrelas de cinema como Marilyn Monroe (1926-1962) e Brigitte Bardot, no entanto, se agarraram ao biquíni e se deixaram fotografar regularmente vestindo a peça.  

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Em 1960, o triunfo do biquíni avançou, tomou formas diferentes, chegando ao mercado como um "trikini" autoadesivo As rejeições foram quebradas em 1962, durante o filme James Bond 007 contra o satânico Dr. No, em que a “Bond girl” Ursula Andress usou um biquíni de cor marfim. Nos anos 80 e 90, o ponto alto de muitos dos grandes espetáculos de moda incluia as últimas coleções de biquínis, em vez de vestidos de noiva usuais. Estrelas da passarela como Claudia Schiffer, Linda Evangelista e Naomi Campbell disputavam tais trabalhos.

Quase 80 após a sua invenção, o biquíni segue sendo item obrigatório na moda praia e é usado por mulheres de todas as idades.  

A casa Pierre Cardin celebrou seu criador, que completaria 100 anos neste sábado (2), com um desfile em seu palácio de Veneza e o desejo de relançar um império baseado em uma infinidade de licenças.

O Palácio Ca'Bragadin de Pierre Cardin viu pela primeira vez uma retrospectiva de suas peças futuristas e uma nova coleção ecológica desenvolvida por seus ateliês.

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A nova coleção retoma as silhuetas emblemáticas de Cardin, como o vestido trapézio e os detalhes geométricos, e aposta na responsabilidade ambiental. As peças são confeccionadas com estoques de tecidos da casa, poliéster reciclado ou fibras naturais de lótus ou bananeira de uma fábrica do Camboja.

O estilista, que morreu no fim de 2020, aos 98 anos, não gostava "que lhe desejassem feliz aniversário", mas queria comemorar seu centenário, disse à AFP Rodrigo Basilicati-Cardin, seu sobrinho-neto e diretor-geral da empresa gestora.

Não houve celebridades no desfile, mas 120 dos 300 convidados eram donos das licenças que produzem mundialmente sob a marca Pierre Cardin.

O modelo construído pelo estilista, que a partir dos anos 1960 multiplicou excessivamente o número de licenças, é aquele que seu herdeiro quer preservar, tentando controlá-las melhor.

- Semana de Moda em 2023 -

"Continua sendo um pequeno império econômico com essas licenças que ainda funcionam bem", mas "Cardin é um nome que foi marginalizado", explicou Arnaud Cadart, da sociedade de gestão de patrimônio Flornoy Ferri, à AFP.

"Continua sendo vendido, mas mais em países emergentes e entre clientes com pouca formação em luxo", acrescentou. Em Paris, "não é nada comparado a Louis Vuitton ou Saint Laurent. É muito diferente em termos de reputação e dinâmica comercial".

Após o desfile de homenagem ao pé de um foguete em Le Bourget, perto de Paris, em janeiro, e o que aconteceu hoje em Veneza, a casa será incorporada oficialmente à Semana de Moda de Paris em fevereiro-março de 2023, 25 anos depois que Pierre Cardin a deixou.

Rodrigo Basilicati-Cardin se apoia na equipe “unida” do estúdio para enfrentar esse novo desafio. "Meu trabalho é garantir que não saiamos dos trilhos", afirmou. Não tem intenção de convidar um estilista externo para não "minar Pierre Cardin".

No entanto, "hoje é preciso um diretor artístico, uma personalidade. É correndo esse risco que o potencial" de uma marca pode ser ampliado, disse Olivier Gabet, diretor do Museu de Artes Decorativas, durante uma retrospectiva sobre a designer Elsa Schiaparelli (1890 -1973), cuja casa foi um grande sucesso com o diretor artístico Daniel Roseberry.

Algumas das peças de Roseberry foram usadas por Beyoncé e Lady Gaga.

O projeto de Pierre Cardin, que "foi baseado em uma visão de futuro que era cósmica na época", pode hoje ser traduzido em "materiais inteligentes que recarregam baterias de telefones, regulam a temperatura do corpo ou são autolimpantes", imagina Ariane Bigot, vice-diretora de moda do salão Première Vision. "DNA e um nome forte" podem permitir que a casa se reinvente", disse à AFP.

No entanto, Arnaud Cadart tem suas dúvidas. "Não há legado criativo dos últimos 30 anos. Pierre Cardin assinou contratos de licenciamento, comprou casas, às vezes cidades inteiras (...) Não há comparação, a menos que o traço do sobrinho seja incrível", garantiu.

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A UNAMA - Universidade da Amazônia celebrou, na última sexta-feira (10), os 15 anos do curso de Moda da instituição, o primeiro da região Norte, com a temática “Tarsila e o Guarda-Roupa Modernista”. O encontro contou com programações especiais, incluindo desfiles, encontro com os antigos e atuais alunos do curso, exposição de ecobags em consonância com a vertente da sustentabilidade e com ilustrações inspiradas em quadros pintados por modernistas brasileiros – e bate-papo com profissionais de renome.   

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A reitora da UNAMA, professora Betânia Fidalgo, destacou que, para a universidade, ser a primeira instituição a oferecer o curso. “A UNAMA precisa estar em todas as áreas, uma universidade precisa construir conhecimentos técnicos e científicos em todas as áreas e a Moda é uma dessas áreas. A gente fica muito feliz, porque aqui, desde a criação, à modelagem e ao empreendedorismo da moda, são várias áreas dentro do curso que os alunos podem escolher para poder atuar”, afirma a reitora.

Para Felícia Maia, mestre em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Pará (PPGArtes – UFPA) e coordenadora do curso, a trajetória de 15 anos representa a possibilidade que a moda tem de gerar empregos e renda. “Se a gente realmente investir nessa qualificação, nós teremos pessoas que vão estar preparadas para fazer produtos que possam competir no mercado nacional e internacional, e isso é fundamental para a economia de uma região”, observou.

Apesar dos muitos anos em formação e atuação em Direito, a coordenadora relata que está no universo da Moda desde a infância, por meio da convivência com sua mãe na costura. Isso a incentivou a investir na área e a repassar seu conhecimento aos alunos.

“Iniciei na coordenação do curso de Moda da UNAMA em fevereiro, mas a gente conseguiu fazer, nesse semestre, um trabalho muito produtivo com os alunos muito engajados, trabalhando com projetos, fazendo com que eles sintam a importância de vivenciar já na academia o que será o mercado de trabalho. Nós vamos apresentar resultados que são amostras de quanto é importante, hoje, você estudar, você estar dentro de uma universidade, para poder ser um bom profissional”, destacou a coordenadora.

A estudante do terceiro semestre de Moda Vitória Sousa falou sobre a sua experiência no curso. “Até agora, tem suprido todas as minhas expectativas. Sempre tive vontade de cursar Moda porque está no meu ramo familiar, toda a minha família trabalha com isso, todos eles têm loja e aí é o meu foco, tenho vontade de ser empresária no futuro”, disse.

Lucilene de Carvalho, ex-aluna UNAMA, estilista e empresária, contou como se sentiu em participar desse evento de comemoração e rever professores e mestres que contribuíram para a sua formação acadêmica e profissional. Para a estilista, estar novamente na instituição em que foi acolhida e saber que o curso deu frutos foi ótimo.

A estilista pontuou, ainda, que sua vivência universitária contribuiu muito para seu conhecimento de mercado. "Tive muitas experiências boas aqui na faculdade. Experiências com projetos que criamos com os meus colegas de classe, com os professores. No curso de Moda, precisamos pesquisar muito e usar muito a criatividade, a gente sai com uma bagagem, com um olhar bem diferente para as coisas que a gente vê no dia a dia. Isso, para mim, como experiência, foi muito bom”, concluiu. 

Danuta Leão, publicitária, doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura da Universidade da Amazônia (PPGCLC – UNAMA) e docente no curso, acredita que a Moda é uma forma de expressão e compartilhamento de linguagens, indo além de vestimentas, ditando os símbolos que a sociedade consome e gerando diferenciais e comunicação. A professora disse que fica feliz em fazer parte do corpo docente e em trabalhar com a criatividade que há na convergência entre a Publicidade e a Moda.

“Eu estou no curso desde 2015 e lecionando, principalmente, disciplinas de Marketing e de Gestão. Eu fico muito feliz quando vejo os alunos pensando e saindo do curso para o mercado de trabalho altamente preparados, principalmente numa questão de análise, de pensamento crítico, de criatividade”, destacou.

Durante o evento, duas coleções acadêmicas foram apresentadas: a primeira, apresentada pela turma do terceiro semestre, celebra o Modernismo na literatura e tem como inspiração o poema “Batuque”, do poeta paraense e precursor do Modernismo Bruno de Menezes; a segunda, realizada pela turma do quinto semestre, contempla peças de brechó ressignificadas com inspiração no estilo arquitetônico “Raio-que-o-parta", grande modismo urbano de Belém na primeira metade do século XX.

Por Amanda Martins, Lívia Ximenes e Clóvis de Senna (sob a supervisão do editor prof. Antonio Carlos Pimentel).

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Quem gosta de garimpar peças estilosas e sofisticadas, a SOUQ é o lugar para quem deseja transitar pela transformação. Inaugurada recentemente no shopping RioMar Recife, na Zona Sul, a maior loja da rede no Nordeste celebra na capital pernambucana a diversidade de seus produtos.

Comandada por Bento e Traudi Guida, a marca reúne em um espaço de 290 metros quadrados, no Piso L2 do centro de compras, uma variedade de looks, objetivos decorativos, itens de casa, acessórios, entre outras novidades que evidenciam os caminhos do lifestyle.

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Misturando o clássico com o contemporâneo, a SOUQ está completando nove anos no mercado. Os itens exclusivos da loja proporcionam ao público do Recife uma experiência recheada de bom gosto, modernidade e de bastante qualidade, contando histórias inspiradoras de suas criações através de corners. Vale lembrar que a empresária Traudi Guida também é fundadora da Le Lis Blanc.

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A venda do novo tênis destruído lançado pela grife de luxo Balenciaga, por R $10 mil, repercutiu nas redes sociais nas últimas semanas. Rasgado e sujo, este é o estilo “full destroyed” (“completamente destruído”). Disponíveis em versões mule, e de cano alto, o calçado é a nova aposta da marca e gerou memes nas redes sociais, inclusive no Brasil. As criações levam a assinatura do georgiano Demna Gvasalia, diretor criativo da Balenciaga, no posto desde 2015 quando substituiu o americano Alexander Wang à frente da grife francesa,, fundada pelo espanhol Cristóbal Balenciaga, em 1917.  

“Esquisito e solitário”, como se autodenominou em entrevistas, Gvasalia nasceu na Geórgia em 25 de março de 1981, numa família russa ortodoxa sob então o domínio soviético. Em 1993, com apenas 12 anos, foi obrigado a abandonar o país natal devido à guerra civil, rumo à Alemanha. Mais tarde, voltou à Geórgia para estudar economia internacional na Universidade Estadual de Tbilisi, na capital do país, por quatro anos e depois frequentou a Real Academia de Belas Artes da Antuérpia, na Bélgica, onde obteve seu mestrado em design de moda em 2006. Atualmente, vive com seu marido, o músico e compositor francês, Loick Gomez, em um vilarejo na Suíça. A experiência como refugiado moldou sua personalidade e se reflete em suas coleções. 

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Quando foi nomeado pelo conglomerado de luxo Kering, dono da Balenciaga de outras grifes, como Saint Laurent, Gucci, Boucheron e outras marcas, para o posto de chefe de criação, Gvasalia era desconhecido – mais conhecido na indústria como o fundador da Vetements, a marca de streetwear que lançou com seu irmão em 2014. Mas, com seu estilo e ativismo, o georgiano consolidou e transformou a Balenciaga na marca de crescimento mais rápido dentro do grupo.

Em 2019, seu faturamento foi considerado uma das três grifes em alta no ranking das marcas e produtos mais populares da moda. “Acho que esta década provavelmente representou o momento mais caótico da moda”, afirmou Gvasalia sobre as mudanças na indústria da moda em entrevista ao jornal britânico Financial Times em 2019.  

Na mais recente Semana de Moda de Paris, em março deste ano, Gvasalia prestou homenagens aos refugiados. Enquanto as modelos desfilavam, ele recitava um poema em ucraniano, num momento em que confessou ter sido difícil a nível pessoal. A crise na Ucrânia, segundo o georgiano, fez ressurgir um trauma antigo. “Tornei-me um refugiado para sempre”, disse ele em um comunicado divulgado antes do desfile.  

Por Camily Maciel 

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O mundo das celebridades e da moda se reúne na noite desta segunda-feira (2) no evento de gala do Museu Metropolitano de Arte de Nova York (Met), uma festa filantrópica, que teve suas duas últimas edições afetadas pela pandemia.

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No coração de Manhattan, o icônico evento anual volta a reunir na escadaria do Met centenas de famosos vestidos por grandes marcas, em trajes sofisticados, glamourosos, inverossímeis, ou portadores de mensagens políticas.

O "Dress code 2022" da festa, que está entre as mais seletivas do planeta? "Gilded glamour", palavras que remetem à "Era Dourada", a idade de ouro americana do final do século XIX.

A co-apresentadora Blake Lively foi uma das primeiras estrelas a causar deslumbramento, exibindo um vestido Versace com um grande laço de cetim acobreado que se desenrolava para revelar uma cauda turquesa.

A atriz, cujo marido, o ator Ryan Reynolds, usava um smoking de veludo marrom, descreveu o vestido como uma homenagem à arquitetura da cidade de Nova York, incluindo a Estátua da Liberdade e o Empire State Building.

A lista de centenas de astros da moda, música, cinema, política e negócios, especialmente americanos, foi mantida em sigilo até o último momento, e inclui personalidades como Beyoncé, Billie Eilish, Justin Bieber, Olivia Rodrigo, Elon Musk, Hillary Clinton e Glenn Close.

A eterna diretora da revista "Vogue", Anna Wintour, brilhou em um vestido Chanel. É ela que aprova a lista de convidados do evento.

O ingresso para a prestigiosa festa custa US$ 35.000 para um lugar no jantar. A reserva de uma mesa sai por US$ 200.000 a US$ 300.000.

- 'TAX THE RICH' -

Para a edição de 2021, transferida de maio para setembro por conta da pandemia - após um cancelamento total em 2020 -, o espetáculo ficou a cargo de Billie Eilish, transformada em Marylin Monroe com cabelo louro platinado e vestido com cauda Oscar de la Renta na cor pêssego.

A musa da esquerda americana Alexandria Ocasio-Cortez também causou sensação com seu vestido marfim, desenhado pela estilista do Brooklyn Aurora James, riscado com letras vermelhas para formar as palavras "TAX THE RICH".

Seguindo a mais pura tradição filantrópica americana, o evento, que acontece na primeira segunda-feira de maio, destina-se a financiar o departamento de moda do Metropolitan Museum (The Costume Institute) e coincide com sua grande exposição anual, apresentada pela manhã à imprensa na presença da primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden.

A exposição inclui uma "Antologia da moda" americana, uma retrospectiva do século XIX e XX de uma centena de trajes épicos e reinterpretados por estilistas e diretores como Sofia Coppola, Martim Scorsese e Tom Ford.

O evento acontece no momento em que jornalistas e editores da Vogue e de outros veículos do grupo Condé Nast (GQ, Vanity Fair, Glamour, etc) lançam um movimento para a criação de um sindicato, lembrado nas redes sociais com um pastiche de capa da Vogue: "Met Gala 2022, a mais longa noite de trabalho".

- Extravagância -

Na escadaria que leva ao evento, todas as excentricidades são possíveis. Em 2019, o cantor e ator Billy Porter apareceu como o deus do sol, abrindo asas douradas e carregado por homens com torsos musculosos.

Mas quem igualará Lady Gaga e seu strip-tease que começou com um grande vestido fúcsia e terminou em lingerie preta?

Criada em 1948, a gala foi durante muito tempo reservada à altíssima sociedade de Nova York, mas Anna Wintour, que assumiu a festa em 1995, transformou-a em um evento adaptado à era das redes sociais.

Este ano, o título de copresidente honorário foi oferecido ao chefe do Instagram, Adam Mosseri, ao lado de Anna Wintour e do estilista Tom Ford.

A noite em si é copresidida por um quarteto de estrelas: o casal de atores Blake Lively e Ryan Reynolds, a atriz vencedora do Oscar Regina King e o comediante e músico Lin-Manuel Miranda, criador do sucesso da Broadway "Hamilton" e autor de várias músicas na Disney.

De 29 de abril a 1º de maio, na Villa Ponte D'Uchôa, no bairro das Graças, acontece mais uma edição do Cabine Fashion. O evento aposta no Dia das Mães para aquecer as vendas de mais de 60 marcas. A expectativa é que 4 mil pessoas circulem pelo evento que deve movimentar R$ 500 mil em vendas.

Por lá, as opções de presente são a partir de R$ 10. Entre as opções: moda feminina, acessórios, itens de decoração, cosméticos e moda praia. Além de flores, semi-joias, óculos, maquiagem e também moda masculina. O evento também conta com área externa com food park, espaço com oficinas, recreação e shows para os pequenos, salão de beleza kids e atrações gratuitas. A entrada do Cabine Fashion custa R$ 10 e crianças até 12 anos não pagam.

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Serviço

Cabine Fashion

29 de abril a 1º de maio | Das 11h às 20h

Villa Ponte D'Uchôa - Av. Rui Barbosa, 1345, Graças

Entrada: R$ 10 (criança até 12 anos não paga)

Manobrista gratuito

Da assessoria

Todos os anos, ao fim do mês de abril, trabalhadores, marcas, ativistas, ONGs e jornalistas se reúnem para incentivar a sustentabilidade na indústria da moda durante a Semana Fashion Revolution. O curso de Moda da UNAMA - Universidade da Amazônia organizou uma programação com oficinas, palestras, mesas de debates e exposições, inspirada no movimento, entre os dias 18 e 22 de abril, no campus da Alcindo Cacela, em Belém.

A coordenadora do curso, especialista em Cultura de Moda, professora Felicia Assmar Maia, explicou que a Semana Fashion Revolution faz parte do movimento mundial Fashion Revolution, que busca conscientizar marcas e a respeito do valor daquilo que os consumidores estão comprando.

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O movimento teve início em 2013, com o desabamento do edifício Rana Plaza, em Bangladesh, que matou muitos trabalhadores de confecção. Segundo Felicia Maia, a moda está entre as indústrias que mais poluem o meio ambiente e que, muitas vezes, não respeitam as condições de trabalho das pessoas que estão nessa cadeia produtiva.

A professora disse que a ideia do movimento é melhorar as condições de trabalho para quem faz parte dessa linha de produção. “Fazendo com que haja um respeito maior ao planeta e, principalmente, uma humanização do processo produtivo da moda”, destacou.

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Felicia Maia comentou sobre o envolvimento dos estudantes na programação e ressaltou que ter a oportunidade de participar de um movimento internacional é um grande aprendizado para eles - e que pode ser levado futuramente para o mercado de trabalho, inclusive na criação de uma marca.

“Para que ele pense que essa marca pode ser sustentável, que pense nas condições de trabalho nas pessoas que vão produzir aquela roupa, aquele acessório que ele criou. Funciona realmente como um aprendizado para os alunos”, reafirmou.

A Semana Fashion Revolution organizada pela UNAMA vai se encerrar no domingo (24), com um Bazar Solidário e uma roda de conversa sobre o tema “Dinheiro, moda e poder”, das 9 até as 13 horas, na praça Batista Campos, em Belém.

Por Isabella Cordeiro, com apoio de Even Oliveira (sob a supervisão do editor prof. Antonio Carlos Pimentel).

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