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De coleções com e para estrelas do esporte a bolsas para todos os gostos, confira a seguir algumas tendências da Semana de Moda masculina de Paris para a temporada outono-inverno 2024/2025.

- "Menos é mais"

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"Quanto menos houver, mais apreciado é, sem que pareça enfadonho", explicou à AFP o estilista Matthieu Bobard Delière, da revista Elle.

Este minimalismo surge naturalmente da macrotendência de 2023, o "quiet luxury" (luxo discreto), que propõe uma moda sóbria, sem alardes e logotipos.

A simplificação dá lugar a linhas claras, simples, com cores fortes, ao estilo de Tom Ford na década de 1990.

A Dior apresentou o terno clássico em versão mais curta, chegando ao comprimento de shorts, preferencialmente acompanhado de meias altas.

Os tons voltaram a ser muito terrenos: chocolate, bege, cinza, preto e azul-marinho.

- Caubói moderno -

O desfile de Pharrell Williams para a Louis Vuitton, uma homenagem ao velho oeste e aos indígenas, confirmou a reintrodução do estilo caubói ao vestuário.

As peças já estão aparecendo nas coleções de outros estilistas, como Dries van Noten e Kenzo, confirmando que a onda pode chegar às lojas em breve.

Brim, camurça, couro e bordados apareceram em profusão.

Para evitar a apropriação cultural, o brim aparece bordado, a jaqueta de franjas se mistura com tons mais chamativos, a bota de caubói das Montanhas Rochosas é arrematada com uma elegante espora de ouro; a gravata-borboleta, ao estilo da usada pelos xerifes, aparece em combinações sem relação aparente.

- Mensagem de texto -

"Stop Forever", "Bohême", "I will not stay silent" "Who killed Bambi?"... Mensagens às vezes bem-humoradas, às vezes incompreensíveis, apareceram escritas na parte de trás das peças, especialmente nas jaquetas.

Kidill as usou em homenagem às estéticas punk e grunge, enquanto Walter Van Beirendonck o fez para se conectar com as gerações mais jovens, e outros simplesmente para reivindicar a marca da casa, como no caso da Kidsuper.

- Desfiles para e por astros do esporte -

Trata-se de uma tendência que vai se afirmando nas semanas de moda prêt-à-porter: criar coleções mais juvenis e com a colaboração de esportistas de todos as modalidades.

O ídolo da seleção brasileira de futebol Ronaldinho desfilou para a marca americana Kidsuper.

O japonês Mihara Yasuhiro trouxe para seu desfile animadoras de torcida com pompons e o logo "Paris", em clara alusão aos Jogos Olímpicos de verão de 2024 na capital francesa.

A Louis Vuitton contratou recentemente o astro do basquete LeBroy James, e seu amigo, Pharrell Williams combinou seu estilo western com algumas peças claramente dirigidas a uma plateia que ama os esportes.

Em desfiles como o de Kidsuper ficou perceptível a presença na plateia de amigos e familiares de astros do basquete e do futebol americano.

- Bolsa masculina -

Nas passarelas parisienses, nenhum homem sai sem bolsa. Seja com pochetes cruzadas na altura do peito, tipo baquetes ou para usar debaixo do braço, eles assumem seu lado feminino.

Os mestres da peleteria Loewe e Hermès apresentaram enormes bolsas de couro e lã trançada. Kenzo trouxe a taleiga de pescador. A Dior apostou na pochete. E Mihara Yasuhiro brincou com as formas, apresentando bolsas no formato de pequenos dinossauros que podem, inclusive, ser penduradas na cintura.

A Refazenda lança a coleção “Meu Carnaval”, nesta quinta-feira, dia 18, nas lojas que ficam no Shopping Recife e em Casa Forte, além do site. Assim, a marca dá, definitivamente, as boas-vindas à Folia de Momo. Especialmente para essa coleção, a Refazenda criou, com exclusividade, estampas inspiradas na musicalidade do Carnaval pernambucano, apresentando, ainda, as cores do Verão 2024. “Entendemos o Carnaval como um estado de espírito. Dessa forma, cada um tem seu. Na rua, na folia, na fazenda, na praia ou num retiro”, diz Magna Coeli, estilista à frente da marca.

As peças, além das estampas, também vêm em formato bicolor e colorido. Segundo Magna, a coleção “Meu Carnaval” é um desdobramento da coleção “Meu Lugar”, que homenageia a cidade do Recife. “Usamos tons cítricos de verde, amarelo e laranja que contrastam com tons de rosa e lilás, formando uma paleta inusitada e elegante. A estampa foi criada pela artista Carli Rosas e brinca com elementos que fazem referência ao imaginário das canções carnavalescas”, explica Magna.

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“Meu Carnaval” é atemporal e pode ser usada durante o Carnaval, mas também fora da festividade. “Criamos uma linha confortável, colorida e alegre como o Carnaval pernambucano. As roupas têm design moderno, versátil, e são produzidas com tecidos sustentáveis, como é a nossa marca registrada. A viscose certificada e algodão reinam absolutos na coleção. As modelagens também brincam com as formas e é formada por peças dupla face, saias que viram blusas, e produtos feitos a partir da técnica de upcycling, que é a reutilização criativa de retalhos de tecidos”, finaliza a estilista.  Vale ressaltar que a nova coleção apresenta peças para pessoas de idades e gêneros diferentes, com um toque clássico, diverso, moderno e vibrante.  

Da assessoria

A marca Zara recebeu muitas críticas nas redes sociais, com pedidos de boicote, após o lançamento de uma campanha publicitária. Ativistas apontaram que as fotos da campanha "The Jacket" se assemelham a imagens da guerra entre Israel e Hamas. As fotografias foram retiradas do ar pela empresa.

As imagens mostravam a modelo Kristen McMenamy segurando um manequim embrulhado em um plástico branco. O ambiente das fotos parece ter sido montado com estátuas e blocos de gesso danificados. Na manhã desta terça-feira (12), a Zara postou um comunicado em sua página no Instagram, no qual lamentou o ocorrido, chamando-o de “mal-entendido”.

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"A campanha foi criada em julho e feita em setembro e apresenta esculturas inacabadas, e foi criada com o único propósito de apresentar peças de vestuário feitas à mão num contexto artístico".

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A rede de lojas ainda disse que alguns consumidores enxergaram algo além do que se pretendia quando a campanha foi criada, mas que retirou as imagens de seu site e redes sociais em respeito às opiniões divergentes e críticas.

 

Fundada há apenas três anos, a marca baiana Dendezeiro, dos estilistas Hisan Silva e Pedro Batalha, trouxe elementos da cultura brasileira para o corredor da 56ª edição da São Paulo Fashion Week e quebrou o paradigma do antigo estilo “brega” através da coleção BRs2 na última sexta-feira (10).

A dupla mostrou as reinterpretações de suas raízes e nacionalidades nas peças, como um guarda-sol nas costas de um look, macacão vermelho inspirado em um frentista e estampas que simulam ofertas de supermercado. O casting desfilou com vários looks com cores vibrantes nesta edição. As cantoras Majur e Liniker, além do artista musical DJ Gabriel do Borel, também participaram do desfile. Nos calçados, os modelos usaram ‘Converse’ e as jóias ficaram por conta da VEHR, a marca de acessórios autorais e reconhecida por seu design singular.

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“Essa coleção vem para falar dos detalhes do nosso cotidiano, que fazem parte da nossa história e brasilidade, e que muitas vezes não percebemos no nosso dia a dia.” contaram os estilistas nos bastidores das redes sociais. A marca, geralmente, explora clássicos símbolos do Brasil e da baianidade através da moda como, bolsas de galões de água e filtros de barro.

Nesta coleção, os estilistas aprofundaram ainda mais nesse conceito. A DND se reinventa, inova e cria o desafio semanal, “DENDÊGAME”. Pensando em redefinir a interação da marca com o público e trazê-los para mais perto do processo criativo, a grife baiana faz as características minuciosas se tornarem trend, desde materiais físicos até ideias abstratas.

O Halloween é celebrado nesta terça-feira (31). Assim como em outros países, o Brasil também entra no clima do Dia das Bruxas. De acordo com a influencer Camila Diniz, é essencial dar uma chance para o improviso aos que buscam fugir das tradicionais fantasias.

Em parceria com o LeiaJá, a pernambucana preparou três combinações especiais e cheias de estilo para quem vai curtir amanhã as festas de Halloween. Camila visitou a Loja Jtou, em Boa Viagem, para dar dicas de produções arrasadoras.

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Assista ao vídeo:

A Prefeitura de São Paulo e o Instituto In-Mode anunciaram o programa “Jovens Talentos Paulistanos”, que vai escolher 15 jovens para expor e vender seus produtos de moda no São Paulo Fashion Week, que ocorrerá de 8 a 12 de novembro, no Komplexo Tempo.

As inscrições vão até o dia 27 de outubro, no seguinte formulário: https://rebrand.ly/Talentos-Paulistanos. Para participar, os requisitos, são: ter uma empresa de Moda e Design, com sede na capital paulista, e idade entre 18 e 40 anos. Confira mais informações no edital.

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Os pré-selecionados também necessitam de disponibilidade para participar de mentorias de forma presencial e online. Além disso, também é preciso disponibilizar de três a cinco produtos da marca para divulgação do projeto e capacidade para vender e expor, no mínimo 30 produtos no SPFW.

A iniciativa é da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho de São Paulo, junto ao In-Mode. O objetivo é promover microempresas e empreendedores individuais de moda e design, no âmbito municipal do setor criativo.

Serviço - Jovens Talentos Paulistanos

Inscrições até 27 de outubro no link: https://rebrand.ly/Talentos-Paulistanos

Edital:https://drive.google.com/file/d/1LQqSvutbqBUSJhtIjcIxA5ArCgCGuNh1/view?usp=share_link

São Paulo Fashion Week

Data: 8 a 12 de novembro de 2023

Horários: Quarta à domingo; das 15h00 às 22h00

Local: Komplexo Tempo

Endereço: Avenida Henry Ford, número 511 - Parque da Mooca, São Paulo/SP

Conhecida pela elaboração de calçados flats e estilosos, a Anacapri está com uma novidade. A marca se une com a Guaraná Antarctica para trazer ao mercado da moda peças que exaltam brasilidades. Reunindo descontração, leveza, diversidade e diversão, entre outros elementos, a parceria buscou mesclar os dois diferentes universos das categorias para potencializar a coleção.

"Esta colaboração com a Anacapri e Guaraná Antártica representa a fusão perfeita entre a moda e a cultura brasileira. Nossa intenção ao nos unirmos com Guaraná foi criar algo que celebrasse o espírito vibrante e autêntico do Brasil", contou Paula Blini, diretora da Anacapri.

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Paula emendou: "O resultado é uma coleção que reflete a paixão, a alegria e o estilo inconfundível do nosso país. Estou muito animada para ver como os produtos desta colaboração vão inspirar e encantar os amantes da moda e da cultura brasileira. Juntos, criamos algo verdadeiramente especial".

Com peças já disponíveis no site da Anacapri, a coleção feita com a Guaraná Antarctica é limitada. "Guaraná Antarctica é uma marca 100% brasileira e isso nos orgulha demais, e é daí que vem nossa vontade de sempre criar novas conexões com a cultura e com a vida do brasileiro. Por isso faz tanto sentido trazer para perto outras marcas nacionais, que compartilham nossas vontades", disse Tetê Chaves, Head de Marketing de Guaraná Antarctica.

Um time de celebridades marcou presença no Baile de Halloween da Sephora, na noite dessa quarta-feira (11), em São Paulo. Com o tema 'Liberte sua beleza extraordinária', o evento reuniu um show de estilo. Nomes como Xuxa Meneghel, Ivete Sangalo, Thelminha Assis e Preta Gil capricharam em suas produções.

"A celebração dessa festa está diretamente ligada ao conceito de autoexpressão por meio da maquiagem, com total conexão com o nosso negócio e o propósito de incentivar a liberdade e a criatividade para que as pessoas sejam quem quiserem ser por noite", afirmou Cataldo Domenicis, diretor de marketing da Sephora Brasil, de acordo com a Marie Claire.

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Nas redes sociais, muitas pessoas repercutiram a criatividade das famosas.

Confira algumas produções:

Brunna Gonçalves

Gkay

Preta Gil

Xuxa

Monique Alfradique

Deborah Secco

Thelminha Assis

Thaynara OG

Ivete Sangalo

Fotos: Reprodução/Instagram

A campanha “A Arte dos Exploradores” será lançada de forma global pela Moncler e Adidas, nesta quarta-feira (4), com o objetivo de levar inovação para a vida ao ar livre. Nesta edição, as marcas estão voltadas para os exploradores. O slogan da campanha aborda a influência do streetstyle mundial no posicionamento da Moncler e no legado da Adidas. 

Uma pesquisa artística da edição limitada da bota Moncler x Adidas Original NMD evoluiu a silhueta para o contexto digital e ganhou vida como um NFT que pode ser acessado através da plataforma e do aplicativo Adidas Confirmed, por exemplo. O ensaio com aparições brilhantes traz esculturas de Gary Card, Ibby Njoya e Kate Tabor, ao lado de exploradores da vida real em looks estilizados por Ai Kamoshita, com maquiagem e acessórios de Isamaya Ffrench, destacados pela fotógrafa Hanna Moon. 

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Inspirada em uma viagem exploratória do cume até à cidade, a nova coleção apresenta puffers, longos e curtos, bem como casacos e coletes. As formas exclusivas da Moncler aparecem em náilon laqueado e são reinventadas através dos detalhes da Adidas. As cores luminosas lembram semáforos em verdes, laranjas e vermelhos. Já os jacquards e estampas inspiram-se em padrões criados por esquiadores em pistas cobertas de neve. A revelação da collab ocorreu pela primeira vez em fevereiro na London Fashion Week, no desfile “The Art of Genius”.

Artistas de várias áreas foram desafiados a criarem exploradores de estilo humano inspirados nos looks da coleção. O destaque para este estilo foi o uso de inteligência artificial. Com a apresentação de uma nova plataforma imersiva no site da Moncler, a experiência digital foi proposta no desfile e retorna nesta semana para o lançamento.

Com a chegada da Primavera no Brasil e o verão europeu, as temperaturas tendem a diminuir no país e as tendências de roupas são transmitidas nos desfiles internacionais. Durante as semanas de moda de Londres, Milão, Florença e Paris, o público foi apresentando às tendências para a primavera/verão. A personal stylist Dayane Luna cita cinco tendências para a próxima temporada. Confira a seguir. 

Quiet luxury - (luxo silencioso, em inglês) continuará em alta na temporada de primavera/verão 2024. O estilo engloba peças mais básicas e discretas, produzidas a partir de tecidos de alta qualidade, por isso, são duráveis e versáteis. 

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Blazer - Várias grifes investiram em peças com ombreiras largas e alguns modelos transpassados, com tecidos que variam em uma mistura de lã ou seda. Algumas coleções incluem gola alta, como a Bottega Veneta, e uma jaqueta com lapelas de smoking de Stella McCartney. 

Vestido branco - Os vestidos são uma grande aposta para a temporada primavera/verão como o modelo sem mangas, midi com corte reto e acinturado apresentado pela Prada e o modelo justo na parte de cima e mais solto na parte de baixo da grife Chloé, chamado de "fit and flare".

Workwear - Sem deixar o streetwear de lado, o workwear mostrou que vem com força na temporada primavera/verão 2024. Os desfiles evidenciaram o regresso desse estilo a partir de camisas com vários bolsos e calças cargo, tanto para homens quanto para mulheres. 

Alfaiataria - Com grande destaque nos desfiles da Zegna, as peças em alfaiataria foram apresentadas de forma funcional e nada óbvias, mas bastante assertivas para quem gosta desse estilo de roupa e quer estar por dentro da moda.

Maud Le Fort não desfilará nas passarelas da Semana da Moda de Paris, que começa nesta segunda-feira (25), pois privilegiou sua saúde em detrimento de sua carreira como modelo.

Le Fort, que agora tem 30 anos, chegou a Paris com 18 com o sonho de desfilar para as grandes marcas da moda.

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Imediatamente foi classificada como "modelo comercial", quando não é considerada magra o suficiente para desfiles de moda sofisticados.

"Tinha 36,6 centímetros de cintura, 85 cm de busto, ou seja, tinha curvas. Em Paris me disseram que eu só faria lingerie e talvez coisas muito comerciais, mas não muita moda", conta ela à AFP.

Mas a modelo se recusou a desistir de seu sonho e se dedicou a emagrecer ainda mais, mas sem fazer exercício físico, já que músculos também não são bem vistos nas passarelas.

"Me pesavam quase todos os dias. E quanto mais peso perdia, mais elogios eu recebia", relembra.

Com 49 quilos e 1,81 m de altura, Le Fort desfilou para a Armani, Balmain, Jean Paul Gaultier e Yohji Yamamoto. Até que se deu conta de que o que fazia não era normal.

"Um dia disse 'chega'. Vou comer e fazer exercícios", disse.

Aos 30 anos, agora faz aulas de teatro e terapia, para recuperar a confiança em si mesma e deixar os anos de depressão e transtornos alimentares para trás.

"Ainda não aceito completamente o meu corpo como ele é. Não tenho uma relação totalmente saudável com a comida", acrescentou ela.

Atualmente, Le Fort faz ensaios fotográficos com uma pressão muito menor. Mas também se incomoda de ver suas fotos sento retocadas, já que considera que isso cria expectativas irreais para as jovens.

"Isso é muito impactante e triste", ressaltou.

- Desmaios -

A modelo brasileira Tatiana (nome fictício para proteger sua identidade) foi demitida de sua agência após cinco anos quando engordou alguns quilos por conta do estresse e um tratamento hormonal que estava fazendo.

"Me demitiram sem avisar. Perder a moda foi muito difícil", disse ela, que trabalhava como modelo desde a adolescência.

Tatiana recorda que já viu "muitas meninas magras desmaiarem durante as provas, elas mal conseguiam andar de salto alto".

Atualmente com 37 anos, ela trabalha como modelo de provas, quando estilistas querem experimentar seus designs em mulheres do mundo real, ao invés do mundo de fantasia das passarelas.

Sophie (nome fictício) é uma estudante de medicina de 22 anos que mora em Paris. Ela também trabalha como modelo comercial e sonha em desfilar nas principais passarelas, mas sabe que tem uma carreira de longo prazo e não está disposta a sacrificar sua saúde.

"A moda não é um ambiente que eu recomendaria a alguém psicologicamente frágil", confessa.

"Se isso fosse tudo que eu fizesse para viver, estaria constantemente preocupada", contou, admitindo que hoje está satisfeita caso não consiga desfilar nas passarelas.

Após a chuva de críticas nas redes sociais, a Riachuelo suspendeu a venda do conjunto de roupas listrado em azul e branco, semelhante aos uniformes dos campos de concentração nazistas. A loja pediu desculpas e disse que a venda das peças foi uma infelicidade.

Ao longo dos anos, as roupas listradas foram impostas dentro das cadeias para segregar os presos e facilitar a identificação. Pelo baixo custo de produção, as listras produzidas em azul e branco foram usadas pelo regime nazista e representa o cárcere do povo judeu.   

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Conjunto listrado em uma das lojas da rede. Reprodução/Redes Sociais

A especialista em cultura material e consumo, semiótica psicanalítica da USP Maria Eugênya comentou sobre a falta de bom senso e o desrespeito à memória histórica do modelo.

"Tendências de moda não são isoladas da estética, da semiótica, da história, e nenhuma tendência deve estar acima da decência, da memória e do respeito", apontou.

A Riachuelo pediu desculpas e disse que não teve intenção de fazer alusão ao período que feriu os direitos humanos. A rede afirmou que a escolha do modelo foi uma infelicidade e ressaltou que todas as peças serão retiradas das lojas e do site.

A amizade é dar sem esperar nada... O Gominho com certeza sabe bem como ser um amigão para Preta Gil. Além de ter ficado com ela por alguns dias enquanto ela ainda estava internada após ter feito cirurgia para tratar do câncer no intestino , ele também homenageou a cantora em um desfile.

Após a apresentação das roupas da marca Bela Brand, que foram assinadas por Gominho, ele fez uma homenagem para lá de especial para a amiga. O influenciador, os artistas e modelos que desfilaram apareceram com uma camiseta escrito Preta é Nossa.

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No discurso, Gominho contou que Preta gostaria de estar lá com eles e também iria desfilar com eles. Ele continuou dizendo que que sem ela ele não estaria lá. Nos comentários, Gil se declarou ao amigos:

Vocês são demais, que emoção essa homenagem.

Linda Evangelista falou pela primeira vez, em uma entrevista para a WSJ Magazine, sobre o diagnóstico recebido em 2018 de câncer de mama. A supermodelo revelou que, assim que descobriu a doença, decidiu passar por uma mastectomia, procedimento para a retirada dos seios.

- As margens não eram boas e por outros fatores de saúde, sem hesitar, porque queria deixar tudo para trás e não ter que lidar com isso, optei por uma mastectomia bilateral. Pensando que era bom e preparado para a vida. O câncer de mama não iria me matar.

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Em julho de 2022, Linda passou por outro susto quando os médicos descobriram mais um nódulo de câncer de mama. Mas dessa vez ele estava alojado no músculo peitoral da modelo, que pediu que os especialistas tirassem de vez o problema:

- Cave um buraco no meu peito. Não quero que fique bonito. Eu quero que você escave. Quero ver um buraco no meu peito quando você terminar. Você me entende? Não estou morrendo por causa disso. Eu sei que estou com um pé na cova, mas estou totalmente em modo de comemoração.

Durante a entrevista para a revista, Evangelista comentou sobre seu relacionamento com a madrasta de seu filho, a atriz Salma Hayek:

- Eu amo aquela mulher. Ela é uma mulher que apoia mulheres. Assim como eu, [ela] é tão voltada para a família e tão positiva. Ela é uma bênção para nós…. Ela foi muito, muito generosa e gentil comigo enquanto eu estava passando pela quimioterapia.

Kim Kardashian foi anunciada nesta quarta-feira, dia 9, como o novo rosto da marca internacional Marc Jacobs, segundo informações da revista americana People. O projeto faz parte da campanha publicitária de outono da empresa este ano. Em imagens feitas pela fotógrafa Tyrone Lebon, é possível ver a milionária usando um vestido preto e luvas com bolinhas brancas.

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Em outra foto, a empresária aparece na frente de uma figura semelhante a uma boneca que se ergue nas famosas plataformas da marca, enquanto veste um casaco preto, também enfeitado com detalhes brancos.

Na mão, a integrante do clã Kardashian-Jenner carrega uma bolsa branca com os dizeres: The Tote Bag, mundialmente conhecido por quem admira a moda.

Vale lembrar que esse não é o primeiro ensaio protagonizado pela ex-esposa do rapper Kanye West. Ela também já posou para marcas como Stuart Weitzman, Dolce & Gabbana e até mesmo para a sua própria SKIMS.

A beleza, como já sabemos, é de família. Sua irmã mais nova, Kendall Jenner, também já participou de vários desfiles de Marc Jacobs ao longo dos anos.

A simplicidade de deusas gregas no desfile da Dior e o surrealismo de Schiaparelli abriram a Semana de Alta-Costura feminina em Paris nesta segunda-feira (3).

Com enormes volumes, vestidos brancos, pretos, dourados e prateados, Schiaparelli homenageou a reputação de vanguarda que ganhou há um século com suas colaborações históricas, com personagens como Dalí e Man Ray.

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Liderada por seu diretor artístico, Daniel Roseberry, a marca propôs um show espetacular diante de celebridades como a rapper Cardi B e as atrizes Gwendoline Christie e Philippine Leroy-Beaulieu, no Petit Palais de Paris.

O objetivo era uma "interpretação surrealista do vestuário feminino cotidiano", com blusas brancas, golas altas pretas e casacos de tamanhos exagerados.

- Simplicidade extrema -

Já a Dior invocou deusas gregas para apresentar uma coleção de alta-costura particularmente simples, sem saltos, forros ou babados.

A extrema pureza foi inspirada em antigas estátuas para trazer mais conforto.

Um vestido longo de lã branca abriu o desfile no Museu Rodin, em um cenário desenhado pela artista italiana Marta Roberti.

A silhueta é vertical, as linhas são retas e as cores elegantes: branco, preto, bege, dourado e prateado.

"Estas linhas retas escondem, na verdade, uma notável complexidade. Foi um trabalho de subtração. Quis tirar a capa, o forros, esses elementos que caracterizam os conjuntos de alta-costura", afirmou à AFP Maria Grazia Chiuri, diretora artística da coleção feminina da Dior.

- As lantejoulas de Mishra -

Apesar dos distúrbios em toda a França após a morte de um jovem de 17 anos durante uma operação policial, a alta-costura foi lançada sem incidentes.

"Salvo disposição contrária das autoridades", os desfiles "serão realizados" segundo o previsto, afirmou a Federação de Alta-Costura e Moda.

O indiano Rahul Mishra valorizou as lantejoulas e a experiência dos artesãos em seus 'tailleurs', respeitados no mundo da moda.

Mishra apresentou uma mulher muito sofisticada, com enormes laços em forma de flores cintilantes que cobrem o corpo. Sua coleção brilhou com lamê dourado, transparências que revelam o corpo sutilmente, saltos altos com meias pretas ou prateadas.

Homens se apresentaram pela primeira vez em um desfile próprio em Paris, também com lantejoulas.

- Juana Martin desfila na quinta-feira -

Para os próximos dias são esperados os desfiles de dois estreantes: o americano Thom Browne e o francês Charles de Vilmorin.

Vilmorin tem 26 anos e inicia carreira solo depois de ter trabalhado para a casa Rochas.

Até agora, suas duas coleções de alta-costura, uma em cores pop e estampas psicodélicas e outra inteiramente em preto, foram reveladas em vídeos durante a crise de saúde.

A marca saudita Ashi, que já vestiu a rainha Rania da Jordânia, Penélope Cruz, Diane Kruger e Lady Gaga, é a primeira representante do reino e do Golfo a participar da Semana, e desfilará na quinta-feira.

Neste dia, último do evento, também estão previstos os desfiles da espanhola Juana Martin, em sua terceira participação na alta-costura parisiense, assim como Fendi e a marroquina Maison Sara Chraibi.

Stéphane Rolland apresentará nesta terça-feira um desfile dedicado a Maria Callas na Ópera Garnier de Paris, filmado pelo diretor francês Claude Lelouch para sua próxima obra.

Um desfile surrealista de Schiaparelli abriu a Semana de Alta-Costura feminina em Paris nesta segunda-feira (3), em um clima de preocupação devido aos protestos nas ruas, que levaram Céline a cancelar um show.

Com enormes volumes, vestidos em branco, preto, dourados e prateados, Schiaparelli homenageou a reputação de vanguarda que ganhou há um século com suas colaborações históricas, com personagens como Dalí e Man Ray.

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Liderada por seu diretor artístico, Daniel Roseberry, a marca propôs um show espetacular diante de celebridades como a rapper Cardi B e as atrizes Gwendoline Christie e Philippine Leroy-Beaulieu, no Petit Palais de Paris.

O objetivo era uma "interpretação surrealista do vestuário feminino cotidiano", com blusas brancas, gola alta preta e casacos de tamanhos exagerados.

Schiaparelli criou polêmica em seu desfile anterior em Paris, há seis meses, ao apresentar cabeças falsas de animais selvagens, como leões ou tigres, presas aos vestidos dos modelos.

O espetáculo gerou opiniões divididas, inclusive dentro de uma das principais associações de defesa dos animais, a Peta.

A presidente da filial americana, Ingrid Newkirk, considerou-os "fabulosamente inovadores", enquanto a filial francesa pediu para pensar em animais que "realmente sofreram" no processo de criação de uma peça de roupa.

Os desfiles da Semana de Moda acontecem de segunda a quinta-feira (3 a 6), em Paris e arredores.

Os graves incidentes durante cinco noites consecutivas na grande maioria das cidades francesas, após a morte por disparos de um jovem de 17 anos em Nanterre (norte de Paris), causaram preocupação.

"Exceto uma decisão contrária das autoridades, os desfiles acontecerão de acordo com o planejado", afirmou a Federação de Alta-Costura e Moda francesa.

Dior tem seu desfile agendado para o meio-dia, assim como o indiano Rahul Mishra e dois estreantes: o americano Thom Browne e o francês Charles de Vilmorin.

Céline cancelou um espetáculo na noite de domingo.

Charles de Vilmorin tem 26 anos e inicia carreira solo depois de ter trabalhado para a marca Rochas.

Até agora, suas duas coleções de alta costura, uma em cores pop e estampas psicodélicas e outra inteiramente em preto, foram reveladas em vídeos durante a crise de saúde.

"Estou muito feliz por ter vivido tudo isso e por fazer meu primeiro desfile", disse à AFP, em seu apartamento-ateliê na semana passada, enquanto finalizava sua apresentação.

A marca saudita Ashi, que já vestiu a rainha Rania da Jordânia, Penélope Cruz, Diane Kruger e Lady Gaga, é a primeira representante do reino e do Golfo a participar da semana da Alta Costura em Paris, e desfilará na quinta-feira.

De sexta a domingo, dias 16, 17 e 18 de junho, acontece no piso L3, do Shopping RioMar, a vigésima edição do Out Fashion Recife. Com entrada gratuita, o evento reúne 150 lojas com opções de compra, serviços e lazer. A expectativa é receber 15 mil pessoas e movimentar cerca de 5 milhões, em vendas.
No mix de compras dessa vigésima edição: moda feminina (inclusive com opções de looks adulto e infantil para o São João), masculina, fitness, praia, plus size, produtos infantis, artesanais, calçados, bolsas, perfume, cosméticos, maquiagem, aromatizantes, óculos, bijuterias e semijoias.
Comandado por Karol Arruda e Amanda Lourenço, o evento é o primeiro de uma série de feiras, que as empresárias realizarão ao longo de 2023, em shoppings do Recife. “Criamos uma programação para o segundo semestre, onde vamos realizar feiras nos principais centros de compras da cidade. Inclusive, em julho, estaremos durante um mês com uma feira colaborativa no Shopping Plaza”, detalha Karol.
A empreendedora Maria Emília Lima, da loja Dona Nininha, marca de moda feminina, participa do Out Fashion Recife, desde a sua primeira edição. “Participar de eventos nos traz visibilidade, principalmente, dentro de um shopping onde circula uma grande quantidade de pessoas diariamente", conta.
Além da programação de compras, o evento montou uma programação de lazer para toda família com shows infantis, apresentações de quadrilhas e desfiles.
SERVIÇO:OUT FASHION RECIFE16, 17 e 18 de junho - 12h às 22hPiso L3 - Shopping RioMarEntrada Gratuita

A cirandeira Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é a modelo e inspiração da nova coleção da grife brasileira Psicotrópica. Os desenhos e cores da estampa foram criados pelo designer e artista visual Breno Loeser, que é mestre em Ciência da Religião e desenvolve trabalhos voltados para a visibilidade da arte afro-brasileira. 

Inspirados no universo praieiro, pesqueiro e cirandeiro de Lia de Itamaracá, os modelos vão desde saia e vestidos longos, a kimono e chemise, remetendo ao vestuário majestoso da artista, com tecido 100% viscose e tule. “Celebramos a trajetória de vida de quase 80 anos de dona Lia, que é uma verdadeira resistência, em uma coleção que homenageia a arte e cultura brasileira a partir do universo simbólico de uma das artistas populares mais importantes do Brasil”, ressalta Raiana Pires, empresária e dona da marca Psicotrópica.  

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A ideia da collab especial com Lia de Itamaracá surgiu em uma das primeiras conexões de Raiana com a cultura popular do Nordeste, em uma viagem pelo litoral, em 2015, quando conheceu a Ilha de Itamaracá. "Fiquei encantada desde então, mas só ano passado entrei em contato com a artista e, em um encontro em São Paulo, fiz  o convite durante uma conversa sobre ciranda, a ilha e suas inspirações: a mãe, o mar, a pesca e o canto", lembra Raiana.

“A coleção é linda, com roupas em tons quentes como a ciranda e a Ilha de Itamaracá. Me senti muito bela e muito contente vestindo esses modelos. Tenho certeza de que quem usar essas roupas vai sentir também o gostinho da nossa cultura tão rica e maravilhosa”, comentou Lia de Itamaracá, durante o ensaio fotográfico, que aconteceu em algumas locações da Ilha de Itamaracá, incluindo sua casa. 

As fotos foram captadas pelas lentes de Ytallo Barreto, fotógrafo da ilha que vem acompanhando a trajetória de Lia, e foi especialmente convidado pela Psicotrópica para criar o ensaio. O lançamento da coleção, na loja virtual e física da Psicotrópica, está marcado para o dia 5 de julho, quando todas as peças da coleção estarão à venda no e-commerce da marca e na loja física, em São Paulo.

Divulgação/Ytallo Barreto

SOBRE A PSICOTRÓPICA

O universo psíquico sempre foi o fio condutor das criações da marca da estilista Raiana Pires, que criou a Psicotrópica em 2015, em Florianópolis, como forma de desbravar a beleza e a liberdade que habitam em meio aos transtornos mentais humanos.

“Somos mais do que uma marca de roupas coloridas, somos um projeto que nasceu da colagem, da poesia e da loucura de sermos nós mesmos. Acreditamos que a moda deve ser uma expressão genuína e individual, e é isso que buscamos transmitir em todas as nossas peças”, diz Raiana, que também tem formação como Assistente Social com experiência no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).

*Via assessoria de imprensa.

Nesta quinta-feira (15), o Recife abre as portas para a primeira loja especializada em moda afro autoral e sustentável. O espaço, conhecido como Zarina Moda Afro, vai funcionar no 1° Centro Cultural e Gastronômico da Diáspora Africana e Povos Originários, localizado na rua da Santa Cruz, nº 174, bairro da Boa Vista. Lá, o público vai encontrar uma variedade de roupas femininas, masculinas e infantis, confeccionadas em tecido capulanas, importados do Moçambique e do Senegal, ambos países da África. Também será possível encontrar acessórios para todos os públicos, e artigos de decoração para casa. A festa de inauguração acontece a partir das 16h, e terá participação especial dos grupos culturais do Afoxé Oxum Panda, DJ Kauna e Edú Àra Sangô. O local recebeu uma pintura artística assinada pelo grafiteiro Cajú. 

A Zarina Moda Afro surgiu em 2015, das mãos de dois artistas pretos da periferia: Jéssica Zarina, 29 anos, mulher negra, candomblecista, bailarina afro, atriz, modelo, produtora cultural e artesã; personal stylista, e, também de  Rodrigo Zarina, 32 anos, homem negro, camdoblecista músico percursionista, produtor cultural, stylista, costureiro e modelista. Juntos, há mais de oito anos, eles têm um ateliê, na sala de casa, no Quilombo de Xambá, em Olinda, na região Metropolitana do Recife. À época, movido pelo desejo de empreender, investiram cerca de R$1.500,00, compraram máquina de costurar no cartão, alguns tecidos e camisas de malha. Agora, anos mais tarde, decidiram por criar sua própria loja, um sonho antigo do casal, que está saindo do papel e tornando-se realidade. 

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Outra importante proposta da Zarina Moda Afro, é a modelagem sustentável do empreendimento, que é responsável pela geração de emprego para comunidade local, por meio da contratação de costureiras da comunidade, que auxiliam na elaboração, ajustes e confecção das peças. Atualmente, quatro costureiros e costureiras, negros, da periferia, que reforçam o time da mão de obra, ou seja, além de enaltecer o mercado da moda autoral, a loja também contribui para a circulação de recursos na própria comunidade. “As nossas peças são feitas a muitas mãos, com carinho e muito afeto, que o nosso cliente merece. Temos um time de costureiros profissionais, na faixa dos 33 aos 60 anos, que nos ajudam para que as peças ganham forma, acabamento e chegam às vitrines”, explica Jessica Zarina, empreendedora e uma das responsáveis por assinar a criação e modelagem de roupas.

Além de comercializar roupas em tecido capulana, que remetem à ancestralidade e  cultura africana, a Zarina Modas  vai abrigar, dentro do mesmo  espaço, outras empreendedoras e marcas ligadas à moda afro autoral. São elas: Aucilene Santana, 44 anos, da marca @ateliefioseformas, que transformar tecido e material sintético em bolsas e acessórios; Oluyiá França, tecnóloga em design de moda e técnica em figurino, gestora da @oluyiaFranca, que leva seu nome, e apresenta peças únicas, atemporais bordadas com influência da cultura afro-latina-americana; e Juliana Araújo, artista visual, artesã, idealizadora e criativa da “Do meu flui”, que vende adornos autorais pintados à mão, que evocam a expressão de uma estética ancestral afro-indígena aliada à contemporaneidade, na resistência por uma moda pluriversal; e por fim a Duife, especializada em novos estilos a partir das roupas oriundas de garimpos, faz uma curadoria e cria novas vestimentas, de maneira circular e com menos impacto ao meio ambiente a fim de reaproveitar o que já existe no mundo.

Entre os produtos à venda, na Zarina Moda Afro, estão turbante, afro-faixa, kaftans, t-shirt capulana, t-shirts dos orixás, bata angola, quimono ancestral, vestido e bata bordada a mão. Há, ainda, brincos e colares. Tem também artigos para casa e decoração, como orixás de gesso e biscuit bordado com pedraria. “Temos uma infinidade de produtos, com uma curadoria especializada e preços que cabem no orçamento da clientela. Aqui, o cliente, por exemplo, vai encontrar peças a partir de R$ 75,00, e pode pagar no pix ou parcelar no cartão” finaliza o empreendedor Rodrigo Zarina.

O Centro Cultural e Gastronômico da Diáspora Africana e Povos Originários, onde será instalada a loja Zarina Modas (@zarinamodaafro) funciona, ainda, com mais três afroempreendimento nas áreas de beleza (@gana_hare); gastronomia (@dunajeum); bebidas artesanais com a Licoteria Capibaribe. 

SERVIÇO

O quê: Recife inaugura primeira loja especializada em moda afro autoral e sustentável 

Quando: Quinta-feira, 15 de junho

Onde:  Centro Cultural e Gastronômico da diáspora africana e povos originários, localizado na rua da Santa Cruz, nº 174, bairro da Boa Vista. 

Instagram: @zarinamodaafro

*Via assessoria de imprensa. 

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