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De hoje (15) até domingo (17), o Shopping Patteo Olinda está promovendo o primeiro brechó com peças e acessórios de influenciadores, com parte da venda revertida para o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira – IMIP, uma das instituições filantrópicas de assistência à saúde mais importantes do Brasil. As peças estão expostas num espaço montado especialmente para a ação, intitulado de 'Brechó dos Bloggers'.

Entre as presenças confirmadas, nomes como Dani Guedes, Dario Shoupaiwisky, Evelyne Maia, Gssica Karol, Lidyanne Bergman, Roberta Megda e Ananda Urias. No espaço, também será possível adquirir produtos exclusivos da Grife IMIP, com estampas exclusivas, cuja renda é 100% revertida para apoio no tratamento de pacientes, crianças e adultos, da instituição.

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O evento está localizado no piso L1, próximo à Planeta Bombom. Até o domingo (17), o centro de compras também promove a liquidação Achadinhos do Patteo, com descontos de até 80% em roupas, calçados, acessórios, brinquedos, eletrônicos, perfumaria, entre outros produtos nas lojas participantes. O Patteo Olinda fica na Rua Carmelita Soares Muniz de Araújo, nº 225, em Casa Caiada.

*Da assessoria

"O que você usa para dormir?", "cinco gotas de Chanel Nº5", confidenciou Marilyn Monroe. Criado há um século, este perfume que "cheira a mulher" goza de uma juventude eterna, sendo ainda um dos mais vendidos do mundo.

Em 1921, a estilista francesa Gabrielle Chanel empreendeu uma nova revolução para além do guarda-roupa feminino, com o lançamento desta fragrância, contida em um frasco geométrico com rótulo simples em preto e branco.

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"O seu nome, o seu aroma e as linhas radicais do frasco contribuíram para tornar este um ícone dos chamados anos loucos (na França). Com um simples número, alusivo à amostra escolhida (para fazer o perfume) Chanel rompeu com as tendências e entrou na abstração", avalia Julie Deydier, encarregada do patrimônio da empresa.

A estilista quis distinguir-se da tradição naturalista e floral do século XIX e conceber esta fragrância com o "cheiro de mulher", como um vestido de alta costura.

"Um perfume artificial, artificial como um vestido, isto é, manufaturado. Sou artesã de costura. Não quero rosas nem lírio do vale, quero um perfume composto".

O perfumista Ernest Beaux, responsável por esta missão, criou assim uma fragrância que não reproduz nenhum perfume existente na natureza.

O Nº5 cheira a Chanel, identificável pelo seu aroma atípico devido à presença significativa de moléculas sintéticas, os aldeídos, que aportam frescura às notas florais e conferem-lhe o seu carácter "abstrato".

A simplicidade do frasco, pouco modificado ao longo das décadas, rompeu com as apresentações ostentosas da época.

"Você tem que se concentrar 100% no perfume, não na apresentação", dizia Chanel.

Para um anúncio para a imprensa americana em 1937, Chanel decidiu encarnar ela mesma o Nº 5. Junto com sua fotografia, um texto dizia: "Gabrielle Chanel é acima de tudo uma artista da vida. Seus vestidos, seus perfumes são criados com um instinto dramático perfeito. O Nº 5 é como a música suave que realça uma cena de amor. Liberta a imaginação e deixa um rastro indelével na memória dos atores".

Nas décadas seguintes, filmes e atrizes ajudaram a perpetuar sua aura lendária e hoje continua sendo um dos perfumes mais vendidos do mundo.

Uma imagem de Marilyn Monroe perfumando o decote com Nº5 foi usada em 2013 para um anúncio da fragrância, que também teve como embaixadoras Catherine Deneuve, Nicole Kidman e Gisele Bündchen.

Na última campanha publicitária, Marion Cotillard dança na Lua, envolta no rei dos perfumes.

A modelo Gisele Bündchen, 40 anos, estampa o selo da nova campanha dos Correios, divulgada na última semana. O adesivo faz parte do projeto "Blobo Especial Série Mercosul: Moda", que comemora os 25 anos do evento de moda São Paulo Fashion Week.

No selo, a arte com o rosto de Gisele é uma imagem digital assinada pelo artista Dérsu Jr., a partir da foto de Nino Muñoz. Junto à estampa da modelo gaúcha, a edição especial também conta com dois outros selos: uma ilustração que faz tributo ao artista Filipe Jardim, que desenhou para grifes como Hermès, Tiffany’s, Louis Vuitton, e uma fotografia em homenagem ao retratista Bob Wolfenson, um dos mais conhecidos fotógrafos de moda da América Latina.

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De acordo com os Correios, cada selo custará R$ 2,05 e poderá ser adquirido nas agências físicas ou nas lojas virtuais a partir deste mês. A tiragem é de 30 mil blocos.

O ano de 2020 não foi fácil. Incertezas acabaram invadindo o cotidiano das pessoas, mas ao menos a esperança de dias melhores acabou pintando. Para receber 2021, muita gente tem se limitado a celebrar a data com bastante cuidado e consciência, porém, com elegância.

Como já de costume, inúmeros brasileiros preferem curtir a noite de réveillon por meio de muito estilo e conforto. Em parceria com o LeiaJá, a influenciadora digital Camila Diniz preparou em um vídeo dicas de looks para as mulheres aproveitarem e explorarem a virada de ano elegantes.

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"Eu inventei tudo", gostava de afirmar o estilista Pierre Cardin, que faleceu nesta terça-feira (29) aos 98 anos, e que deixa um legado como pioneiro do prêt-à-porter, do estilo futurista e da diversificação mundial de sua marca.

Sua empresa, ao lado do Palácio do Eliseu, onde exibia fotos que o mostravam ao lado de Fidel Castro ou Louis Aragon, assim como antigos artigos de imprensa e diversos objetos, é um testemunho da excepcional trajetória deste personagem histórico da moda francesa.

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Filho de imigrantes italianos, ele nunca pensou na aposentadoria e conseguiu levar a alta-costura às ruas, com o lançamento de uma linha de prêt-à-porter desde 1959.

Antes de muitos outros, ele abriu um "posto de venda" em uma grande loja de departamento e incluiu homens nos desfiles. Além disso, adotou um sistema de licenciamento em larga escala que assegurava a presença da marca em todo mundo. A estampa de seu nome passou a ser vista em produtos variados, que incluíram gravatas, cigarros, perfumes, ou água mineral.

Ele foi o pioneiro na Ásia desde cedo, região em que teve grande notoriedade: viajou ao Japão em 1957, depois organizou desfiles a partir de 1979 na China.

O estilista, cujos ternos sem colarinho inspiraram os que foram usados pelos Beatles, também era um homem de grande cultura e um mecenas comprometido com o teatro, a dança e a música, por meio do Espaço Cardin em Paris e do festival de arte lírica e do Teatro Lacoste, em Lubéron (sul da França).

Multifacetado, ele também embarcou na criação de móveis, assim como na indústria hoteleira e no setor de restaurantes, com a rede Maxim's.

- Vestido bolha e cosmocorps -

Embaixador honorário da Unesco, ele foi também foi o primeiro estilista acadêmico.

No fim de novembro de 2016, na grande sala de reuniões da Academia de Belas Artes ele apresentou aos 94 anos um dos desfiles intermináveis com os quais estava acostumado, por ocasião dos 70 anos de carreira.

Incansável, em julho de 2016, pouco antes de apresentar uma nova coleção, ele explicou que sempre tinha a "necessidade de se expressar".

Nascido em 2 de julho de 1922 perto de Veneza, Pierre Cardin se mudou da Itália para a França aos dois anos com os pais, que fugiram do fascismo. Depois de estrear como aprendiz de alfaiate em Saint-Etienne e de trabalhar como contador para a Cruz Vermelha em Vichy durante a guerra, ele desembarcou em Paris em 1945.

Depois de trabalhar com Paquin e Schiaparelli, se uniu a Christian Dior, com quem participou na revolução do "New Look", antes de criar a própria marca.

Criador da estética futurista, assim como André Courrèges e Paco Rabanne, Pierre Cardin fez sucesso desde o início com seu 'vestido bolha'. Ele usou materiais inovadores, cores e formas geométricas, desenhou vestidos inspirados na "op art", vestidos moldados, calças elipse, casacos coloridos e ternos masculinos com gola Mao.

Fascinado pela conquista do espaço, se inspirou na aventura para criar trajes unissex "cosmocorps".

- Um legado essencial -

O sistema de licenças, contratos que encomendavam a fabricação de produtos a uma terceira empresa em troca de royalties pelo uso do nome, rendeu uma fortuna (ele possuía quase 350, contra 900 no auge do sucesso, em uma centenas de países).

A diversificação extrema teve o efeito de popularizar seu nome, mas também de desvalorizar a marca e provocou o desprezo de alguns de seus colegas.

Tanto que atualmente, com exceção de Jean-Paul Gaultier, que trabalhou com Cardin no início da carreira, nenhuma figura importante da moda menciona sua contribuição, que de qualquer maneira é essencial. De fato, ele recebeu, por exemplo, três "Dés d'or" (Dedal de ouro), prêmio da moda francesa concedido até o início dos anos 1990.

Pierre Cardin foi até o fim um grande trabalhador que controlou 100% de seus negócios, o único de sua geração que permaneceu independente. Em 2011, anunciou que pretendia vender seu império por um bilhão de euros, mas não encontrou comprador.

Em 2019, o Brooklyn Museum de Nova York organizou sua primeira grande retrospectiva em 30 anos, uma maneira de contribuir para a revalorização da imagem do estilista.

O empresário também era alvo de controvérsias. As múltiplas obras de restauração em Lacoste provocam polêmicas há vários anos entre os moradores. O mesmo aconteceu em 2012 com seu projeto faraônico do Palais Lumière de Veneza, que nunca viu a luz do dia.

O estilista não teve filhos. "Eu era atraente, muito bonito (...) Tive muito sucesso com os homens, com as mulheres", contava Pierre Cardin, que teve como companheiro seu assistente André Oliver e viveu uma história de amor de quatro anos com a atriz Jeanne Moreau.

Pierre Cardin, que morreu nesta terça-feira (29) aos 98 anos, construiu um império desde muito novo e foi um homem multifacetado que soube vestir diferentes trajes: foi estilista, hoteleiro, proprietário de restaurante, mecenas e acadêmico.

- 2 de julho de 1922: nascimento de Pietro Cardin em San Biaggio di Callalta, perto de Veneza. Seus pais emigraram para a França quando ele tinha dois anos.

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- 1936: entra como aprendiz de alfaiate em Saint-Etienne e depois em uma casa de moda em Vichy, onde trabalhou posteriormente como contador na Cruz Vermelha.

- 1945: chega a Paris, entra na empresa de moda Paquin. Cria máscaras e figurinos para o filme de Jean Cocteau "A Bela e a Fera".

- 1946: após uma passagem por Schiaparelli, se incorpora à Christian Dior, que abre sua Maison.

- 1950: cria sua própria marca de moda e depois se instala definitivamente em uma mansão na esquina da Faubourg Saint-Honoré e da avenida Marigny.

- 1954: lançamento do "vestido bolha". Abre a loja "Eva" seguida em 1957 por outra, "Adão", para homens.

- 1957: primeira viagem ao Japão.

- 1959: apresenta sua primeira coleção de prêt-à-porter em uma grande loja de Paris.

- 1960: começa sua política de licenças.

- 1970: inauguração do Espacço Cardin (antigo teatro dos Embaixadores) em Paris.

- 1979: primeiro desfile de moda de um estilista ocidental em Pequim.

- 1981: compra o restaurante parisiense Maxim's.

- 1991: é nomeado embaixador honorário da Unesco. Apresenta um desfile na Praça Vermelha de Moscou.

- 1992: entra para a Academia de Belas Artes.

- 2001: compra o castelo do Marquês de Sade em Lacoste na região de Luberon.

- 2011: anuncia a intenção de vender seu império por 1 bilhão de euros, mas não encontra comprador.

- Novembro de 2016: desfile pelos 70 anos de carreira no Instituto, diante de seus companheiros da Academia de Belas Artes.

- Julho de 2019: grande retrospectiva dedicada ao estilista no Brooklyn Museum de Nova York.

- 29 de dezembro de 2020: morre aos 98 anos.

O universo da moda perdeu um de seus nomes mais influentes, nesta terça (29). O estilista francês Pierre Cardin morreu aos 98 anos. O óbito foi confirmado pela família à Agência France Presse. A causa da morte não foi divulgada.

Pierre Cardin começou a trabalhar com costura aos 14 anos, como alfaiate na cidade de Saint-Etienne. Em meados da década de 1940, ingressou na casa Paquin, em Paris, da renomada estilista Jeanne Paquin. Em 1947, se tornou o primeiro funcionário de Christian Dior e colaborou com a criação do tailleur Bar, uma das peças mais famosas da marca. 

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Em 1950 abriu seu próprio ateliê e na década seguinte foi o primeiro estilista a introduzir criações suas em lojas de departamento. Seu objetivo era democratizar a moda e torná-la mais acessível. O estilista transformou-se em um dos mais importantes da indústria e, além da França, tem seu trabalho bastante popularizado na Ásia e nos Estados Unidos. 

Stella Tennant, uma das maiores modelos da história da Grã-Bretanha, faleceu na última terça-feira (22) poucos dias após completar 50 anos. A informação foi confirmada pela família em um comunicado. "Stella foi uma mulher maravilhosa e uma inspiração para todos nós. Ela vai fazer muita falta", diz a nota.

Nascida na aristocracia escocesa, Tennant construiu uma trajetória de sucesso na moda no início dos anos 1990, com seu visual andrógino e não convencional. Ao longo de sua carreira, desfilou nas principais passarelas de todo o mundo, foi escolhida por Karl Lagerfeld para ser o rosto da Chanel, e estrelou também campanhas para Calvin Klein, Burberry e Versace, além de estampar a capa de revistas como Vogue e Harper's Bazaar.

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Ela se aposentou da indústria em 1998, após o nascimento de seu primeiro filho, retornando apenas para trabalhos e aparições pontuais. Em 2012, participou da cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Londres, representando o Reino Unido ao lado de suas contemporâneas, as supermodelos Kate Moss e Naomi Campbell. No mesmo ano, ingressou no Scottish Fashion Hall of Fame, em reconhecimento por sua longa e bem-sucedida carreira.

Fora das passarelas, Tennant fez campanha para reduzir o impacto ambiental da indústria da moda. "Vamos levar muito tempo para mudar nossos hábitos, mas acho que isso é claramente um passo na direção certa", disse ela em entrevista ao jornal The Guardian no ano passado.

Tennant faleceu subitamente na cidade de Duns, na Escócia. As causas da morte não foram divulgadas, mas a polícia local afirma que "não há circunstâncias suspeitas". Ela deixa o marido, David Lasnet, de quem havia se separado em agosto, e quatro filhos. (Com agências internacionais)

A grife Burberry estreia um novo mural de rua em Manchester, na Inglaterra. A marca dedica a arte ao jogador de futebol Marcus Rashford. A pintura é uma criação da artista britânica Jazz Grant, e apresenta imagens sobrepostas do atleta quando criança e já adulto, com toques do clássico xadrez da casa de moda.

O mural faz parte de uma iniciativa da Burberry, anunciada em novembro, para incentivar a capacitação de jovens carentes em todo o mundo. O projeto é uma parceria com Rashford, celebrado este ano pelos enforços em acabar com a pobreza e a fome infantil no Reino Unido.

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O tributo de Grant ao jogador pode ser visto na Thomas Street, localizada no Northern Quarter, em Manchester. A arte ficará no espaço até 4 de janeiro. "O objetivo era criar algo edificante, positivo e dinâmico com senso de comunidade e apoiar os jovens", comentou a muralista em entrevista à Another Magazine. "Eu queria que fosse realmente emocionante, mas também que tivesse texturas e tons sutis, essências de seu entorno imediato, de modo que de uma forma que se misturasse com seu ambiente", finalizou.

 

Três meses após o anúncio de uma parceria, Gucci e The North Face apresentam uma linha colaborativa, com produtos que vão de peças ready-to-war a calçados, tendas e sacos de dormir. O trabalho, que é inspirado nos anos 1970, também dá continuidade ao compromisso estabelecido pelas marcas de desenvolver uma moda sustentável.

Casacos acolchoados de penas de ganso, doudoune e jaquetas bomber, baseados nos desenhos da The North Face, são itens que se destacam na coleção. O clima anos 1970 também está presente em itens como camisetas, moletons e jaquetas com o logotipo especial Gucci x The North Face, além de camisetas estampadas e macacões de cores vivas. A coleção também apresenta uma bota de caminhada co-branding em três cores (marrom, preto e creme) com sola molhada Goodyear, cordões em forma de corda e o logotipo da coleção na lateral.

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A coleção será enviada para lojas específicas e redesenhadas da grife italiana na China. Uma seleção das peças também estará disponível na loja virtual da Gucci, juntamente com outras peças que serão disponibilizadas com exclusicidade para a compra online em www.gucci.com.

 

O ano de 2020 acabou sendo uma avalanche de incertezas na vida de pessoas mundo afora. Os planos que estavam prontos para serem explorados tiveram que, forçadamente, retornar para a gaveta. Datas comemorativas, a exemplo do Natal, sofreram alterações, mas não quer dizer que as comemorações irão passar despercebidas.

Como já sendo de costume, as ceias natalinas entre familiares e amigos costumam ser regadas pelo bom gosto das roupas das pessoas. A preocupação com as vestimentas passa a ser um dos fatores essenciais daqueles que curtem estar bem apresentáveis. Em parceria com o LeiaJá, a influenciadora digital Camila Diniz preparou dicas de looks leves e estilosos para a véspera de Natal.

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Tratar o movimento futurista reduzido às passarelas era pensar em maxibotas, cores metálicas e estruturas não convencionais. Tendo sua estética impulsionada pelo avanço da tecnologia e pela ida do homem à Lua na década de 1960, era de se esperar que, pelo menos 50 anos após, o mundo estaria vislumbrando carros voadores, roupas espaciais e high-tech, entretanto, o caminho parece outro.

Desde seu advento, moda e tecnologia sempre desbravaram caminhos juntos.  "Hoje mais do que nunca necessitamos da tecnologia, para nos comunicar às coisas, às pessoas e ao mundo. Com o advento da pandemia do COVID-19 muitas coisas mudaram, hoje vivemos uma nova realidade e a indústria da moda foi forçada a se reposicionar e a repensar todo negócio, desde a cadeia de produção até as necessidades dos consumidores", analisa Juliana Peixoto, coordenadora de estilo e marketing da Cataguases, empresa têxtil referência em algodão. 

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Na opinião dela, o futuro da moda está no que a marca tem para entregar ao consumidor. "Hoje não basta você ter um produto legal, uma peça com modelagem interessante, o consumidor mudou radicalmente e é preciso entender esse sentimento. As categorias de produtos desejados, por exemplo, deixaram de ter aspectos luxuosos e passaram a ser mais casuais, pijamas e moletons tiveram um boom nesse período, peças esportivas também cresceram significativamente. A experiência de marca hoje se tornou ainda mais relevante, pois o contato se tornou algo inteiramente virtual, e a necessidade de aproximação e de conhecimento de marca é ainda maior. Hoje o consumo foi repensado de uma forma geral, a tecnologia humanizada vem crescendo e dando lugar ao contato físico de forma sustentável’’, explica. 

Dessa forma, o futurismo na moda ganha nova proporção e significado. Onde antes era esperado o domínio da tecnologia através de uma robótica ácida e dominadora (pense, ‘'Ex-Machina’’, lançado em 2014), agora essa ferramenta percorre um caminho ligado à sustentabilidade, talvez, por seu senso de urgência, interligada em estéticas que se fundem como o cottagecore, ideologia que se apega ao simples, artesanal, nostalgia e agricultura, que dominou os maiores portais de moda e passarelas mundo afora, sendo responsável por impulsionar grifes como a francesa (e não parisiense) Jacquemus, que em seu último desfile presencial (pré-pandemia) contou com a presença do estilista e costureiro Pierre Cardin, 98 anos, na primeira fila.

"A sustentabilidade é um tema que vem tomando espaço nos últimos tempos e a busca por ela também. O consumidor tem procurado ser sustentável em todos os campos da sua vida, seja na coleta seletiva dentro de casa, seja na busca por bens de consumo sustentáveis.  Para alcançar esse nível de entrega aos clientes, as empresas precisam ser cada vez mais transparentes, cada vez mais responsáveis no que diz respeito a produtos e matérias-primas utilizados. Hoje eu não compro somente um produto, eu compro um serviço, ou seja, toda a cadeia por de trás dele, quero saber de onde vem, como foi feito, onde foi feito, enfim uma gama de informações que há um tempo atrás não fazia diferença. É visível essa relação que o cliente busca construir com a marca e podemos reforçar isso com o exemplo das cadeias de fast fashion - que tinham um histórico bem diferente do citado acima -, e que tiveram de se reinventar num cenário onde a personalização e a necessidade de informação se tornou algo tão intrínseco na moda e no consumo. E a tecnologia entra exatamente aí, impulsionando toda essa conexão entre moda e sustentabilidade, permitindo às empresas se comunicarem, se promoverem, se aproximarem de forma rápida, prática, segura e transparente com seu consumidor", aponta Juliana. 

Com a crise causada pela pandemia do COVID-19 todas as grandes grifes, sem exceção, precisaram se reinventar para permanecer no mercado. "Marcas consagradas tiveram que mudar o rumo não somente do seu mix de produtos, mas também da forma como ele seria pensado e apresentado ao consumidor/mercado. Vimos acontecer uma semana da moda toda virtual, onde eu brinco, que todos - que quiseram e puderam - tiveram acesso ao desfile da ‘primeira fila’ do celular. É a democratização da moda", diz a especialista. 

A tecnologia, afinal, não está tanto nos materiais e nas formas, mas no modo de produzir, comunicar e vender. "O futurismo está no olhar do momento social e contexto histórico no qual ele está inserido, muitas vezes se contrapondo aos padrões da época’’, assinala.

Poucos dias após lançar uma coleção de despedida para a Dior, o estilista Kim Jones deu uma prévia do que está por vir em sua estreia como contratado da italiana Fendi. O primeiro desfile do criador para a marca está marcado para 27 de janeiro, em Paris, na França.

Jones assumiu o posto de diretor artístico de moda feminina da marca italiana no início do ano. O anúncio do primeiro desfile assinado por ele para a grife foi feito via Instagram, com uma foto em estilo art déco das modelos Adwoa Aboah e Thatcher Thornton. "Muito animado em anunciar nossa primeira coleção @fendi #FendiCouture para a primavera / verão 2021… durante a semana da alta costura de Paris", escreveu.

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Na Fendi, Jones tem trabalhado em colaboração com a estilista e diretora geral da marca, Silvia Venturini Fendi, e a expectativa de sua volta à semana de moda de Paris é alta, já que surpreendeu o público e a crítica com o desfile "Cosmos" para a Dior.

 

A educadora e ativista Angela Davis lança uma linha de moda inspirada no movimento negro. A coleção inclui uma camiseta e um moletom, ambos com imagens de líderes políticos e com representantes que estão na linha de frente da luta contra o racismo. Nas peças também há a frase "Não estamos pedindo mais nada".

Toda a renda adquirida com as peças será destinada a grupos que lutam a favor da reforma penitenciária dos Estados Unidos. Uma parte dos lucros irá para a Undergound Grit, uma organização com sede na Califórnia (EUA), que luta pela reforma penitenciária, e o Dream Defenders, um grupo que visa desmantelar a polícia e os sistemas penitenciários.

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"Eu queria criar algo físico como uma forma de homenagear e manter seus nomes vivos", disse Angela em entrevista à Dazed. "Eu odeio que tenha que vir a esse custo. Alguém teve que morrer por nós para que pudéssemos fazer isso".

As peças podem ser adquiridas no site da Renowned, parceira de Angela no desenvolvimento da linha de moda.

 

Vestir-se é uma das necessidades básicas do ser que convive em sociedade. Cobrir o corpo com roupas, porém, pode não ser algo tão simples quanto parece. O ato de se vestir vem atrelado a muitas outras premissas e construções sociais, que perpassam valores históricos, identitários e econômicos. A esse conjunto de questões e simbolismos podemos dar o nome de moda.

A moda tem espaço e lugar na sociedade, porém, não exatamente como um todo. O tal ato simples de vestir-se ganhou corpo, luxo e vulto nas mãos de grandes estilistas e marcas que, em parceria com o sistema capitalista - instrumento de fomento ao consumo indiscriminado de bens -, o alçou a patamares grandiosos. Sendo assim, o acesso a uma moda de alto padrão ou até mesmo às peças vistas em vitrines, peças publicitárias e produtos audiovisuais, nem sempre está acessível a todos; sobretudo em um país como o Brasil, onde um trabalhador recebe mensalmente, pela sua força de trabalho, o valor de R$ 1.045. 

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Para além do aspecto financeiro pertinente a esse universo, outros poréns também acabam corroborando com o estigma de bem inatingível do mundo fashion. Padrões estéticos excludentes também colaboram para que as ditas ‘pessoas comuns’ não se vejam vestindo roupas grifadas. 

O artista visual e estilista Cássio Bomfim, diretor geral da marca ACRE, comentou sobre o tema, em entrevista ao LeiaJá. “Tem uma leitura da moda que leva ela pra esse lugar do inacessível, mas tem uma outra leitura de moda que fala de desejo de consumo massivo de um item que é de compra inevitável; porque você pode vestir menos peças que outras pessoas, mas você vai ter o mínimo para um convívio social, e esse mínimo vai ser escolhido num atravessamento que é o seu gosto, o disponível, a sua renda e por aí vai”.

Em seus desfiles, a ACRE tem contado com pessoas 'comuns', não profissionais da moda. Foto: Divulgação

Esse "atravessamento" pode acontecer de várias maneiras. O próprio estilista cita algumas, como a customização de roupas, o ‘faça você mesmo’ - muito visto num ressurgimento recente da moda tie dye -, linhas populares de grandes marcas, e a possibilidade de comprar peças que são, na verdade, cópias daquelas grifadas com preços bem menores. Nas periferias brasileiras, essas estratégias são comuns até que surgem, também, marcas próprias daqueles lugares, como as pernambucanas Máfia Feminina e 24 por 48, feitas por quem vive e entende dos gostos de quem é ‘da quebrada’. 

Quando se chega a esse ponto, questões mais subjetivas, porém não menos importantes, passam a ser tão notórias quanto os modelitos e os próprios modelos/manequins. “O corpo que é periférico, aquele que não tem intenção de escolarizar-se ou aperfeiçoar-se, ou não vai rolar nessa vida de ele ter acesso a isso, por que não esse homem ou essa mulher, esses corpos não demonstrarem suas belezas também?”, questiona Cássio. 

É aí que entra o conceito da representatividade, algo com o qual a ACRE tem lidado há bastante tempo, promovendo desfiles com pessoas ‘comuns’ - leia-se não profissionais da moda -, e em bairros periféricos do Recife, a exemplo do que aconteceu no lançamento da última coleção da marca: “Árido Surf, cap. 2, a Festa". “O lance da escolha das periferias se trata de uma provocação, um comentário sobre o que é parte do ativismo afro-indígena brasileiro. É muito pensando numa reversão do estigma da ‘perifa’ como esse lugar de periculosidade onde não se pode filmar, tem todo esse folclore. Isso tem um impacto em outras pessoas numa identificação que eu sinto ser diferente das percepções de desfiles mais formais. Algumas são até emocionantes de pessoas que falam que era o'desfile que sempre sonhou em ver’”, diz o estilista. 

Sobre representatividade e ativismo, a modelo, assistente social e Mestre em Políticas Sociais pela Universidade de Berlim, na Alemanha, Domitila Barros, entende bem. Descoberta na comunidade da Linha do Tiro, Zona Norte do Recife, a pernambucana desde pequena já era engajada com trabalhos sociais, através da ONG CAMM (Centro de Atendimento à Meninas e Meninos), que oferecia atividades de lazer e educação para os jovens do local. Hoje, ela é embaixadora mundial da marca Symrise Cosmetics Ingredients, que tem foco na responsabilidade ambiental e sustentabilidade. 

Domitila Barros foi descoberta na comunidade da Linha do Tiro, Zona Norte do Recife. Foto: Divulgação

Domitila entende a moda como uma ferramenta de inclusão e transformação social e usa o seu próprio exemplo de vida para ilustrar isso. “Eu creio que a internet e as mídias sociais são uma oportunidade enorme para (profissionais) serem descobertos. Eu acompanho virtualmente artistas e estilistas de várias comunidades; por exemplo no universo do brega funk ,as cores, tendências e designs têm sido inspiração nacional e com muito mérito e qualidade. Os figurinos, as tendências das comunidades estão ganhando, criando e fundindo novas formas de consumo, de criar e de fazer moda, arte, cultura, música...  Eu sou uma fiel embaixadora de que a favela também pode,  e que mais importante do que de onde a gente vem é aonde a gente quer chegar”. 

Pela fala da modelo pernambucana é possível entender que, atualmente, não basta subir na passarela ostentando apenas um look de impacto, é preciso mais: “protagonismo, sororidade, solidariedade”, temas que, como ela observa, são “atuais e gritantes mundialmente”.

A modelo acredita, também, na democratização da moda, a partir desses pilares e de alguns outros como oportunização e abertura de mercado de trabalho e financiamento. “Conheço designers talentosíssimos no Recife e em vários lugares do Brasil e do mundo que não adquirem o reconhecimento e valorização adequados devido ao fato do ingresso no mundo da moda ser tão restrito e limitado. Creio que é necessário diversidade para alcançarmos a democracia. A minha maior motivação é a possibilidade de atuar como uma multiplicadora e eu acredito que dividindo a minha história de vida e trajetória posso inspirar e motivar outros jovens e gerações a resilientemente e com orgulho dos seus valores e origem superar barreiras”. 



 

Considerando a moda como bússola cultural, que exprime em forma de arte o espírito de sua época, o LeiaJá separou cinco livros para aqueles que querem estudar moda e entender sua essência e importância cultural.

1 – Cronologia da Moda: de Maria Antonieta a Alexander McQueen

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Esse livro tem a responsabilidade de expressar a moda nas diversas épocas, exemplificando de forma didática as características de cada era, levando em consideração acontecimentos históricos como revoluções e guerras. Também traça uma biografia dos itens mais famosos e dos designers de renome. Lançado em 2012, o livro é de autoria de NJ. Stevenson e Maria Luiza Borges.

2 – O livro da moda

A obra de Alexandra Black, lançada em 2014, apresenta um panorama da história do vestuário, do Egito Antigo aos tempos atuais, explicando o surgimento de itens ainda presentes no guarda-roupa moderno e mostrando modismos e hábitos excêntricos. "Este é, sem dúvidas, um dos livros mais importantes que já li. Dinâmico e informativo, traça as eras culturais em seu gancho principal: a moda", afirmou  o estilista Gux Woop.

3 – O império do efêmero

Incluindo a moda em um sistema de revolução constante, o filósofo Gilles Lipovetsky apresenta a noção de que "tudo tem uma data de validade e renovação, entretanto, essa atividade não se firma através da necessidade e sim da consequência da forma capitalista de consumo’’, exprime Woop.

4 – Moda e Revolução nos anos 1960

Em "Moda e Revolução nos anos 1960", Maria do Carmo Teixeira Rainho usa a moda como instrumento para pensar o contexto histórico da sociedade nos anos 1960. Ela analisa, entre outros temas, relações de sexualidade, gênero e liberação feminina, assim como a luta por equidade no mercado de trabalho.

5 – A Moda e Seu Papel Social

Relacionando duas áreas de estudo intrínsecas, moda e sociedade, a autora Diana Crane mostra como as roupas se vinculam com as diferentes classes sociais e as mudanças no vestuário diante dos movimentos feministas. "Esse livro ajuda a entender como funciona o espelhamento social através da moda em uma época que foi decisiva para firmar o pensamento de que a roupa expressa muito mais do que individualidade", comentou o estilista.

Resgatado pela nova leva de fashionistas que investem no cottagecore, estética impulsionada pela pandemia e que tem como filosofia a vida simples e o apego ao natural, orgânico e artesanal, a estampa xadrez vichy já se consolidou como tendência do verão no hemisfério norte. Aos poucos, peças dessa vertente ganham espaço no Brasil.  

Repaginado ou desconstruído, esse é o estilo xadrez mais romântico de todos e permite uma infinidade de combinações e composições veranis. "Para este momento e futuro próximo, se aventurar em criações monocromáticas ou coloridas está liberado", comenta a desenvolvedora de coleções Fer Faustino.

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Com essência grunge, a estampa vichy combinada fácil com qualquer peça presente no closet. Acessórios como chapéus, sapatos, bolsas e até biquínis tem sido apresentado com a padronagem em grifes como Chanel, Yves Saint Laurent e Isabel Marant. A popularidade da estampa também ganha espaço no audiovisual, como na produção "Emily em Paris" (Netflix), cuja protagonista interpretada por Lily Collins usa peças do estilo em diferentes composições.

Segundo Fer, as possibilidades com a vichy bebem da fonte vintage. "Invista em mangas bufantes, silhuetas amplas e tons pasteis", sugere a especialista. Para um look contemporâneo, a dica é combinar a estampa com saias midi, vestidos larguinhos e golas canoas. "Esse último tende a ser mais despojado e casual, porém se combinado com peças corretas, como a alfaiataria, faz do look a opção certa para ambientes mais formais".

Por ser uma estampa clássica, a vichy pode ser encontrada em diversas lojas. "O que não quer dizer que você deve priorizar peças de qualidade duvidosa. Prefira as de algodão. Também sugiro o estilo de Bridget Bardot como ponto de partida. A década de 1950, assim como a próxima estação, foi dominada por essa febre dos quadradinhos coloridos", finaliza Fer.

 

Uma iniciativa da grife britânica Burberry fornece rolos de restos de tecidos a estudantes de moda, cujos trabalhos têm como foco em modelos sustentáveis. O projeto, que recebeu o nome de ReBurberry Fabric, quer dar recursos a uma nova geração de estilistas para que possam repensar a indústria da moda.

"Estamos ansiosos para ver como as doações podem impactar positivamente essas instituições acadêmicas e seus estudantes, e esperamos que este seja o início de uma iniciativa mais ampla da indústria para apoiar essas comunidades, agora e no futuro", aponta o comunicado divulgado pela grife.

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A Burberry segue os passos da grife Alexander McQueen, comandada por Sarah Burton desde 2011, que disponibilizou tecidos antigos para 14 universidades diferentes no início do ano. Essas doações chegam em um momento crucial para os estudantes de moda, que enfrentam dificuldades financeiras e não conseguem recursos para desenvolver projetos.

 

A grife Balenciaga escolheu a linguagem futurista dos videogames para apresentar a nova coleção "Afterworld: The Age of Tomorrow". O formato inusitado é uma aposta do estilista Demna Gvasalia.

A nova linha é apresentada ao público dentro de um jogo, que se passa em 2031, em um cenário pós-apocalíptico. O game permite que o jogador faça um tour pela coleção outono-inverno 2021 da grife.

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No ambiente virtual, o jogador é guiado por uma loja, onde pode levar peças da coleção, e para uma rua movimentada. Pelo caminho, o player encontra uma floresta escura e no topo de uma montanha pode completar desafios e resgatar uma surpresa misteriosa.

Todos os avatares do jogo usam peças da nova coleção que, segundo Gvsalia, tem itens essenciais, como botas, capacetes, jaquetas de doudoune, alfaiataria e óculos escuros, para enfrentar uma batalha no ambiente virtual. Para ter acesso ao jogo, basta acessar o site videogame.balenciaga.com.

 

A maison Dior apresentou nesta terça-feira on-line sua coleção masculina para o outono 2021, marcada por cores vivas, motivos psicodélicos e uma extravagância luxuosa, que transmite jovialidade em tempos de pandemia.

"Quando iniciamos a coleção, estávamos saindo do primeiro confinamento e quis trazer alegria, felicidade e esperança", explicou Kim Jones, criador britânico das coleções masculinas da marca de luxo francesa, em vídeo que acompanha a apresentação dos modelos.

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A coleção, à qual ele quis dar um toque "leve e divertido", brinca com as silhuetas clássicas da Dior e o universo do artista americano Kenny Scharf, que criou, nos anos 1980, conexões entre o mundo artístico contemporâneo e o do grafite ao estilo Jean-Michel Basquiat ou Keith Haring. "Adoro o contraste de cores. Quando pegamos os opostos, triste e alegre, e os colocamos juntos, isso cria a tensão e efervescência que adoro", explicou Scharf.

Os motivos de suas obras são reproduzidos em jaquetas, suéteres, camisas e boinas. Os bordados com ponto nó, uma das técnicas mais antigas do mundo, foram produzidos na China.

A novidade no que se refere à silhueta foi a abundância de jaquetas e casacos ajustados com cinto, usados com calças largas e mais curtas, que deixam os tornozelos à mostra acima de "chunky boots" coloridas ou pantufas, uma referência ao confinamento que impulsionou a moda do "homewear".

A cenografia do desfile, transmitido pelo site da marca, foi elaborada pelo diretor francês Thomas Vanz como uma odisseia espacial virtual.

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