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A gigante francesa do setor de cosméticos L'Oréal decidiu remover alguns termos, como "branqueador", da descrição de seus produtos, em um contexto mundial de protestos antirracismo.

"O grupo L'Oréal decidiu remover os termos branco/branqueador (white/whitening), claro/clareamento (fair/fairness, light/lightening) de todos os seus produtos destinados a homogeneizar a pele", afirmou a empresa em comunicado publicado em inglês, neste sábado (27), sem dar mais detalhes.

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A decisão foi tomada depois que a filial indiana da Unilever anunciou na última quinta-feira (25) que mudaria o nome de seu creme para clarear a pele, "Fair&Lovely" (algo como "Clara&Bonita"), diante de uma campanha considerada racista.

A multinacional anglo-holandesa do setor de alimentação e cosméticos prometeu não usar mais o termo "claro" ("fair"), afirmando estar "comprometida com celebrar todos os tons de pele".

A amplitude dos protestos contra o racismo no mundo todo, deflagrados após a morte de George Floyd, um afro-americano sufocado por um policial branco em Minneapolis, está aumentando a pressão sobre as empresas.

Nesse sentido, várias companhias nos Estados Unidos anunciaram seus planos de modificar sua identidade visual.

Devido a pandemia, as típicas festas e quermesses do mês de junho tiveram que ser canceladas. Mas julho está logo aí e ainda é possível fazer um arraial sem sair de casa e, claro, arrasar no look. "Os famosos vestidos e camisas xadrezes tomam conta da vestimenta dos brasileiros nessa época. É uma tradição fortíssima", explica o estilista Gux Woop.

A veterinária Marjorrie Jarró, 22 anos, aproveita o momento festivo para investir em uma pequena comemoração para curtir com os familiares em casa. Todos são adeptos da comemoração junina, e ela "ama camisa xadrez". "Decidimos fazer a festinha bem em cima da hora. Um dia antes fui ao mercado e comprei os ingredientes para as comidas típicas e bandeirinhas para enfeitar", conta. É neste momento que a roupa conquista seu espaço e importância. A composição, nas mais variadas situações, serve de ferramenta visual para explicar o que quer ser comunicado. "Coloquei uma peça xadrez em cima, uma saia jeans e uma botinha, para ficar bem com cara de quadrilha junina", brinca.

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A estudante de Farmácia Larissa Carvalho, 21 anos, conta que sua família sempre organiza a festa junina, porém, desta vez, não foi possível reunir todos da forma que gostaria. Dessa vez, eles adaptaram os comes e bebes e comemoraram via chamada de video. "Na última hora, peguei um jeans e uma camisa só para que eu me sentisse realmente em uma festa junina", comenta.

Segundo Woop. as roupas de festas juninas e julinas nada mais são que figurinos históricos do povo nordestino que, hoje, encanta a todos. Porém, assumir a força do xadrez não é sinônimo de padronização. "Aposte em coloridos que te agrade. Não é necessário apenas aquela camisa de flanela vermelha. Há muitos outros tipos de tecidos que podem ser explorados, obtendo um resultando mais individual e fashionista", indica. "Aposte em patchworks, como aqueles remendos como corações ou tecidos sobrepostos. A caracterização de um look para uma determinada ocasião agrega não só a estética como também é motivacional para que outras pessoas entrem no clima", finaliza.

A versão italiana da revista Vogue decidiu substituir as famosas modelos de capa por desenhos de crianças que enfrentam o isolamento social para estampar a publicação do mês de junho. A ideia é enfatizar o impacto do novo coronavírus (Covid-19) também sobre os pequenos.

Com o título "Nosso Novo mundo", a edição italiana convidou 100 crianças de 2 e 10 anos para "redesenharem" a capa com modelos da Vogue. Oito ilustrações foram selecionadas para estampar diferentes versões do número. Foram escolhidos os desenhos de crianças de Nova York, Amsterdam, Paris, Milão, Dakar, Bolonha e Parma. "Essa edição foi criada para e com as crianças de diferentes países. Crianças são as mais esquecidas e menos óbvias vítimas da pandemia", disse o editor Emanuele Farneti.

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Essa não é a primeira vez que a revista traz uma capa especial em solidariedade às vítimas da pandemia e aos profissionais que estão na linha de frente no combate ao coronavírus. Outra edição italiana foi lançada, pela primeira vez, com a capa toda em branco. Na Vogue do Reino Unido, a última edição foi estampada uma parteira, uma funcionária de supermercado e uma motorista de trem em tributo aos profissionais essenciais.

 

O Instagram se tornou ferramenta influenciadora fundamental. Sendo a rede social em que o visual é predominante, grupos e comunidades encontram formas de se expressar, sejam na arte ou na individualidade. Sobre a consciência da necessidade da representatividade, o LeiaJá separou 5 fashionistas negras para acompanhar no Instagram.

1 – Ebonee Davis (@eboneedavis)

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Eboni Davis (27), conhecida profissionalmente como Ebonee Davis, é uma modelo e ativista americana. Ela apareceu na temporada 18 da ‘’America’s Next Top Model’’, reality comandado pela super modelo Tyra Banks. Ela deu uma palestra no TED sobre a experiência de ser uma modelo afro-americana na indústria da moda.

 

2 – Temiloluwa Otedola (@temiotedola)

Otedola (22) é uma blogueira de moda nascida na Nigéria e criada em Londres. Conta com mais de 700 mil seguidores em sua conta no Instagram onde ela divide suas produções de looks ultra fashionistas e modernos, além de sua paixão pela indústria da beleza.

 

3 - Luíza Brasil (@mequetrefismos)

Luíza Brasil (32) é criadora do site Mequetrefismos, onde discute moda, cultura, lifestyle e luta do movimento negro no Brasil. Foi assistente pessoal da magnata da moda Costanza Pascolato e é jornalista de moda.

 

4 – La Tonya (@latonyayvette)

La Tonya é uma blogueira nascida e criada no Brooklyn, NY. É escritora e autora do livro ‘’Woman of Color’’, onde ela relata o processo de entendimento da mulher negra na sociedade.

 

5 – Mariama Diallo (mariamadiallo_)

Mariama Diallo é uma diretora de cinema, modelo e ativista do movimento negro. Com mais de 240 mil seguidores em sua conta do Instagram ela carrega pautas sobre a luta de seu movimento e divide suas produções extremamente estilosas sem deixar suas raízes de lado.

A semana de moda de Londres vinha sido considerada obsoleta por muitos críticos e profissionais da moda. Entretanto, em meio à crise da pandemia do novo coronavírus, seus organizadores acharam uma forma de resgatar a relevância dessa fashion week.

Com uma programação extensa, trazendo a junção de desfiles masculinos e femininos, reuniões digitais, exposições, curtas metragens, entre outros, a capital londrina superou sua crise criativa e entregou um resultado inspirador.

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Hoje, o LeiaJá separou 5 iniciativas que farão diferença no mercado de moda daqui para frente.

1 - Diário do designer

Para transformar a experiência em algo ainda mais intimista, os organizadores e estilistas fizeram uma espécie de diário no IGTV do Instagram, onde dividiram todo o processo criativo e bastidores de estilistas como Bethany Williams e Lou Dalton.

2 - Coleções com personagens digitais

Stephen Jones mergulhou em sua criatividade para criar os chapéus mais desejáveis da indústria em uma parceria com a Noonouri, a boneca virtual queridinha entre os fashionistas. A apresentação de Analogue Fairydust, "um voo imaginário para o futuro, dentro de onde nós esperamos estar em um mundo melhor", durou 1 minuto e 23 segundos no IGTV da grife e expôs as principais tendências do acessório para a primavera/verão 2021.

3 – Foco na playlist

"Qual é o som que define a moda?" foi a pergunta de destaque para alguns DJs, designers e outros nomes da moda que responderam com a criação de várias playlists no Spotify. Vale o play na da designer Bianca Sauders, referência em modelagem masculina.

4 - Educação em primeiro lugar

Muito se discute sobre o papel da moda na sociedade contemporânea, sendo a indústria uma das maiores produtoras de arte e espelho de seu tempo, de acordo com palestra da CFDA (Council of Fashion Designers of America). A London Fashion Week levou essa responsabilidade a sério e dedicou um espaço para conteúdos educativos, como um artigo sobre antirracismo na moda ou um guia para fotografar as suas coleções de moda com poucos recursos.

5 – Entrevistas por vídeo

As ligações de vídeo têm sido fortes aliadas do business durante a quarentena por conta do novo coronavírus. Atendendo a essa necessidade, a fashion week investiu em entrevistas por vídeo de até 15 minutos, como a conversa com a stylist Susan Bender.

A onda de protesto nos Estados Unidos contra a morte de George Floyd está causando revolta em pessoas mundo afora. Para chamar a atenção de líderes políticos, manifestantes foram às ruas para criticar o racismo, depredando departamentos públicos e estabelecimentos privados. O estilista Marc Jacobs teve sua loja em Los Angeles afetada, mas surpreeendu ao falar do movimento.

Reverenciado no mundo da moda, Jacobs declarou em uma postagem na internet que vidas negras importam, e que a vida não pode ser substituída. "Nunca deixem te convencer que um vidro ou propriedade quebrada é violência", afirmou ele, na sua conta do Instagram.

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"Fome é violência, falta de moradia é violência, guerra é violência, jogar bomba nas pessoas é violência, racismo é violência, supremacia branca é violência, pobreza é violência, contaminar água apenas por lucro é violência. Uma propriedade pode ser reconstruída, a vida humana, não", finalizou. 

Após se posicionar a favor da manifestação, Marc Jacobs foi bastante elogiado nas redes sociais. O nome dele foi parar nos trending topics do Twitter. "Se o Marc Jacobs não tem dó da própria vidraça, você classe média não precisa defender banco, tá?", escreveu um dos internautas.

Veja:

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Com a Lei 9.051/2020, que torna obrigatório o uso de máscaras em via pública no Estado do Pará, há pessoas confeccionado suas próprias peças, e ainda para vendas, doações, com muita criatividade. Alunos do curso de Bacharelado em Moda da UNAMA - Universidade da Amazônia também decidiram inovar: criaram máscaras de proteção contra o novo coronavírus com imagens de obras de artistas plásticos e fotógrafos paraenses.

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Dentro do curso de Moda da universidade há uma disciplina chamada Semiótica aplicada à moda, ministrada pela professora Lucy Teixeira. Como atividade prática, a professora teve a ideia de passar o projeto para os alunos do 3º semestre.

A aluna Sara Magno disse que a professora disponibilizou uma lista com obras de artistas para que os alunos buscassem inspiração. “O artista que eu escolhi foi o Marinaldo Santos (artista plástico). Através de elementos ele tenta repassar alguma coisa para o público. Eu aprendi a observar com uma maior profundidade as obras do artista e tenho algumas na minha casa”, explicou.

Cleide Alves, aluna da disciplina, também escolheu o artista plástico Marinaldo Santos com a obra "Feliz Círio", que remete às festas da Nossa Senhora de Nazaré, com imagens da Santa e objetos de miriti.

A aluna Julia Mendes também se encantou com o projeto. “Pesquisei por artistas paraenses que tivessem obras que se assemelhassem ao meu gosto pessoal, e durante minha pesquisa bati o olho em uma das obras de Jorge Eiró, um artista notável paraense. Fiquei encantada com a forma diferente que cada lado do quadro foi pintado e pensado, tendo sido inspirado nos estilos de Van Gogh (pintor holandês) e Hokusai (pintor japonês), que são artistas por quem eu já tinha simpatia antes. Por ter também representado as ondas e o oceano, me despertou um carinho pelo quadro ‘A Grande Onda em Nazaré - Surfando com Hokusai e Van Gogh’”, contou.

A aluna Erika Santos optou pelo fotógrafo Luiz Braga, e a obra escolhida foi a fotografia com o nome “Tajá”. “É uma casinha de madeira amarela, azul, vermelha com umas plantas verde-musgo na frente dela. Como estamos 'protegidos' dentro de casa, então pensei em representar a casa literalmente na máscara, assim dando a sensação de proteção”, explicou.

Eduarda Brandão escolheu o fotógrafo Miguel Chikaoka, que traz em suas fotografias em preto e banco expressões da melancolia. “Não costuma ser o tipo de estilo que costumo apreciar. Entretanto, precisava ser algo em preto e branco, pois só tinha nanquim (corante preto originário da China) como material. Para a minha sorte esse fotógrafo tinha exatamente essa característica e foi o primeiro dentre os nomes que escolhi para buscar (tenho um gato chamado Miguel, então gostei do nome), e estava procurando uma imagem referência quando uma me fixou a atenção”, disse.

A aluna Maria Helena escolheu a obra "Cortejo dos Olhos", de Emanuel Franco. “Devido eu não ter nenhum material para confeccionar a máscara, fiz digital, no illustrator. Desenvolvi uma estampa me inspirando em uma das obras de Emanuel Franco. O que me chamou muita atenção foi que essas obras remetem a adereços e máscaras do folclore paraense, características do folclore do município de São Caetano de Odivelas, nordeste paraense. Com isso, na estampa desenvolvi olhos me inspirando nas mesmas cores das obras de Emanuel Franco”, destacou.

 

A pandemia do coronavírus colocou bastante gente para trabalhar de casa, no chamado home office. No entanto, o que parece ser um sonho pode apresentar alguns desafios como controlar-se diante as distrações que a residência oferece - como o sofá e a geladeira -, e escolher a vestimenta ideal para o expediente, sobretudo quando é necessário fazer videoconferências. Mas, para esse último ‘problema’, há uma solução a caminho, pensada por uma empresa japonesa. Eles criaram uma roupa que junta a formalidade de um look profissional ao despojamento de um pijama: é o Work from home jammies (“pijama trabalhe de casa”).

A ideia é igual ao lema da Hannah Montanna, juntar “o melhor dos dois mundos”. A parte de cima da roupa imita uma camisa social, elegante e apresentável para participar de eventuais videoconferências com os colegas do trabalho; já a parte de baixo é um moletom confortável ideal para aquele cochilo imediato após um dia inteiro de labuta. A criação é da empresa japonesa Whatever Inc. que criou uma vaquinha para viabilizar a produção e promete enviá-la para todo o mundo.

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Para o Work from home jammies foram pensadas três diferentes cores, branco com cinza, rosa com preto e azul listrado com cinza escuro. O site do crowdfunding ensina também a maneira ideal de como usar o pijama durante vídeo chamadas. É preciso posicionar a câmera em determinada altura para que seja visto apenas a parte social da roupa, assim, os chefes não percebem que por baixo, o funcionário está mesmo é de pijama. 

A grife de lingerie SavagexFenty, criada por Rihanna, está convocando pessoas anônimas para estrelarem a nova campanha da marca. Lançada em 2017, a grife já contou com a top model Bella Hadid, Laverne Cox (que desfilou grávida e entrou em trabalho de parto logo após o desfile) e a cantora Normani, na passarela. 

Para participar basta postar uma foto no Instagram, até o dia 20 de maio, utilizando as hashtags #savagexsummer e #contest na legenda. Os candidatos devem também seguir o perfil da marca, @savagexfenty.

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A trilha sonora de desfiles espetaculares, que competem com a produção da marca Victoria's Secret, já foi composta pela brasileira Ludmilla, com o som ‘Malokera’.

Em 2019, Rihanna fechou parceria com o conglomerado de luxo LVMH, sendo a primeira mulher negra a patentear uma label dessa estrutura. Batizada de Fenty, a loja é baseada em Paris e incluem roupas e acessórios pensados pela cantora e empresária.

A onda do momento no Instagram, que tem agilizado as tendências de maquiagem e moda, é o nariz colorido. O estilo que tem tudo para sair das redes e ganhar às ruas no pós-pandemia, é uma fusão da make artística com o consagrado selfie.

Popularizada pelas e-girls incluenciadas pelos animes e games, a técnica aplicada é a do modo "empilhar" para texturas e pigmentos, tudo para que pareça que a modelo acabou de acordar e assoou o nariz de forma "colorida", como disse a cantora Doja Cat, em entrevista a Dazed.

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Nos últimos tempos, o nariz tem sito uma área do rosto a ganhar notoriedade no ramo da maquiagem, cujos profissionais tem ido além da aplicação de corretivos e contornos. Agora, ao produzir uma foto para o aplicativo, a expressão criativa desenvolve uma relação do nariz com outras áreas do rosto, como os olhos.

Mas não são apenas as e-girls que estão descobrindo um novo potencial no território do nariz. De dicas coloridas a padrões complexos, vários criativos jovens de maquiagem estão liderando o caminho do nariz colorido.

 

A pandemia de coronavírus (Covid-19) tem afetado o mercado da moda e modificado as expectativas para o futuro do setor. Com desfiles cancelados, lojas fechadas e coleções inteiras adiadas, algumas tendências seram impactadas por causa das medidas adotadas para evitar que o vírus se espalhe, como o isolamento e o home office. Até os famosos editoriais de moda repensam suas publicações com ensaios remotos.

Com a quarentena, inúmeros artistas passaram a fazer shows e espetáculos online. Museus e galerias oferecem um tour virtual pelos espaços, hoje fechados para evitar aglomeração, e o ambiente virtual deve ser a nova passarela em que acontecerão as temporadas de moda, dessa vez, sem plateia.

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Além dos eventos no ambiente virtual, o minimalismo virá à tona no vestuário pós-pandemia. "A ideia de menos é mais vai guiar os consumidores daqui para frente", comenta Fernanda Faustino, 23 anos, estilista, especialista em pesquisa, planejamento e desenvolvimento de coleção. O estilo também vale para o campo do design.

As pessoas se preocuparão mais em mostrar quem são por meio da individualidade estética consciente do que pela última tendência da passarela. Especialistas apontam que a preocupação com a sustentabilidade fará com que o consumo desenfreado diminua. Com isso, é a vez do aluguel de roupas e das compras em brechós cravarem seu espaço.

Essa tendência do bom, bonito e barato já foi sugerida em 2010, no filme "Sex and The City". Reaproveitar roupas virou febre entre as celebridades e profissionais da moda no último ano. Assim, roupas vintages e poucas peças dentro do armário serão a nova tendência pós-pandemia.

 

As máscaras faciais, que cobrem boca e nariz, se tornaram item necessário por conta da pandemia do coronavírus, o que fez com que inúmeras empresas e lojas criassem suas próprias. Na busca de expressar sua individualidade em meio a quarentena, separamos 4 lojas que estão confeccionando máscaras personalizadas.

Bape

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A Bape é famosa por suas peças icônicas que carregam a assinatura da grife japonesa que utiliza grafismos e criações a partir de figuras geométricas. Com as máscaras não seria diferente. Por um preço não tão acessível, você pode comprar uma máscara com dentes de tubarão ou focinhos de animais, por exemplo.

 

Supreme

A grife novaiorquina é famosa por seu streetwear pesado com base no logotipo. As máscaras que carregam as cores da grife e podem ser adquiridas com vários logotipos ou "Supreme" estampados.

 

Toyshow 

Os fãs de animações e geeks podem agradecer por essa loja online, onde é possível encontrar máscaras de diversas padronagens que incluem animais, super-herois, times e muito do universo Marvel.

 

MM Prints

A loja virtual que você encontra no Facebook está confeccionando inúmeras máscaras com estampas variadas e o cliente ainda pode encomendar uma peça exclusiva com a padronagem que desejar.

Com a retomada do comércio na China, em um único dia, uma loja da Hermès faturou pelo menos 19 milhões de yuans, ou R$ 14 milhões, em vendas, no dia da reabertura, na cidade de Guangzhou. Esse faturamento histórico aconteceu no último sábado (11). Os clientes estavam tão dispostos para comprar que encomendaram peças raras como uma it-bag, que é feita cravejada de diamantes. 

Antes, por conta da pandemia, a Hermès havia fechado boa parte de suas 43 lojas chinesas. Segundo a revista Marie Claire, acredita-se que esse faturamento em vendas no sábado (14), foi recorde para uma única boutique da marca na China. 

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Depois de meses com o varejo físico fechado, especialistas e marcas tentam fazer previsões para entender o comportamento do consumidor depois da quarentena - que ainda continua em maior parte do mundo. Só uma única cliente da Hermès revela que com a reabertura da loja física gastou quase 1 milhão de yuan, o que representa aproximadamente R$ 784 mil.

A empresária, designer de interiores e ícone fashion Iris Apfel, 98 anos, se tornou a pessoa com mais idade a ser homenageada pela Barbie. A boneca mais famosa do mundo já fez inúmeras parcerias com personalidades da indútria pop, como o designer de moda Karl Lagerfeld (1933-2019), a atriz Elisabeth Taylor (1932-2011) e a cantora Cher.

A boneca inspirada na magnata nascida em Nova York (EUA) veste um terno verde esmeralda Gucci, uma gola azul e diversos acessórios. O brinquedo foi apresentado pela conta de Apfel no Instagram com a legenda "Está na hora de mudar algo... Iris está ganhando sua própria Barbie".

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No entanto, a Barbie Apfel não está à venda. Ela faz parte de uma coleção exclusiva da Mattel para homenagear diversos ícones da moda e do design entre estilistas, arquitetos, editores e modelos.

Com o passar dos anos o comportamento vai se moldando através das "tribos" (grupos sociais com identidade própria) que ganham espaço culturalmente, no mundo das artes e principalmente na moda é onde essas mudanças são primeiramente enxergadas e consequentemente atingidas. Por isso, o LeiaJá fez a lista de cinco tribos que mudaram a moda e o comportamento.  

Os Clubbers 

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Foto: Reprodução/Instagram

A comunidade surgiu em meados dos anos 1990 no Reino Unido com a popularização da música eletrônica. No Brasil, especificamente em São Paulo, a tribo ganhou força graças a casas como Madame Satã, Nation e Massivo, que foram palco para muitas personalidades que foram responsáveis por introduzir o neon na moda e humanizar a figura da Drag Queen, o que perpetua até os dias de hoje.

 

Os riquinhos Preppies

Foto: Wikimedia

O termo surgiu entre 1970 e 1980 e as grifes como Tommy Hilfiger e TOD’S especificam muito bem esse estilo dos garotos ricos de colégios estadunidenses. O estilo ficou muito famoso entre os adolescentes privilegiados de Nova York e é sensivelmente retratado na série de televisão "Gossip Girl". Tricôs, meias ¾ e saias plissadas são alguns dos elementos básicos desse estilo.

 

A vanguarda hippie

Foto: Pixabay

Nos anos 1970, a comunidade hippie surgiu como contracultura e espalhou sua ideologia de "paz e amor". O festival de música Woodstock foi o marco dessa comunidade, que logo infiltrou seu estilo nos desfiles de moda através do estilo boho chic, com materiais como penas, redes, pedraria e artesanato. O estilista francês Jean Paul Gaultier foi um dos pioneiros a enxergar a revolução hippie.

 

A galera Hip-Hop

Foto: Pixabay

Dentes de ouro ou diamantes, correntes e ostentação. Essa era a marca principal da tribo que nasceu nas comunidades periféricas do Bronx, em Nova York, e logo atingiram a ilha de Manhattan. Através de sua grife Yeezy, o cantor Kanye West levou o estilo ao que conhecemos hoje como street style (moda de rua) e nas coleções masculinas da Louis Vuitton, Virgil Abloh tem a assinatura do estilo despojado.

 

A dramaticidade e melancolia Punk

Foto: Pixabay

Os moicanos chamativos e coloridos, muito couro, correntes, unhas pintadas independente do gênero e um estilo de vida questionável. Os punks surgiram em meados dos anos 1980 como reação ao otimismo exacerbado dos hippies e carregam uma ideologia niilista e agressiva.

O empreendedor italiano Sergio Rossi, fundador de uma das marcas de calçados e acessórios femininos mais famosas do país, faleceu na noite desta quinta-feira (2), aos 85 anos de idade, após ter contraído o novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Rossi estava internado em um hospital de Cesena, no norte do país, e seu falecimento foi anunciado pela prefeita da cidade vizinha de San Mauro Pascoli, Luciana Garbuglia, onde o empreendedor residia.

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"Hoje é um dia muito triste para nossa comunidade, porque temos o primeiro morto pelo coronavírus. Sergio Rossi foi um grande empreendedor, que trabalhou para nossa comunidade, um patriarca do nosso distrito de calçados", declarou Garbuglia em um vídeo.

"É muito triste que ele tenha nos deixado dessa maneira, porque não conseguimos sequer lhe prestar homenagem com um funeral, já que, infelizmente, essa epidemia não o permite", acrescentou a prefeita, declarando luto municipal para o dia 5 de abril.

Nascido em 1935, em San Mauro Pascoli, Sergio Rossi fundou a marca homônima em 1951, na mesma cidade. Após ganhar fama com seus sapatos de luxo artesanais, a empresa foi vendida em 1999 para a então PPR, precursora do grupo francês Kering. Em 2015, no entanto, foi cedida para a Investindustrial, que controla a Sergio Rossi até hoje.

Da Ansa

A Fashion Week de Paris, prevista para junho, a Semana de Alta Costura, para julho, e os desfiles da Semana da Moda Masculina de Milão, previstos para junho, foram cancelados por causa da pandemia do novo coronavírus, informaram nesta sexta-feira (27) a Federação francesa de alta costura e moda e a Câmara Nacional de Moda italiana.

"Não há condições para que aconteçam" os eventos de moda parisienses, "diante do aumento da epidemia de Covid-19 que está avançando no mundo da moda", indicou a federação francesa em um comunicado.

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"Medidas enérgicas são necessárias para garantir a saúde das empresas, dos seus funcionários e de todos que trabalham em nossa indústria", explicou a FHCM em comunicado.

Diante das condições atuais, "a Fashion Week de moda masculina, prevista de 23 a 28 de junho, e a Semana de Alta Costura, de 5 a 9 de julho, não poderão acontecer", ressaltou o texto.

Decisão semelhante tomou a Câmara Nacional da Moda italiana, que adiou os desfiles de moda masculina para setembro.

"A decisão foi necessária devido à difícil situação causada pela propagação da pandemia", explicou a câmara em um comunicado, detalhando que os desfiles masculinos ocorreriam "por ocasião da edição dos desfiles de moda feminina de setembro de 2020".

"Trabalhamos também em novos formatos digitais e novas modalidades de encontros para dar vida, durante os dias previstos para os desfiles masculinos, a outros momentos de narração (...) para as marcas e empresas de luxo", acrescentou.

Chefe do Conselho de Designers de Moda da América (CFDA), o estilista e diretor de cinema Tom Ford fez uma parceria com a editora chefe da Vogue América e diretora geral da Condé Nast, Anna Wintour, para ajudar pequenas marcas afetadas pela pandemia de coronavírus (Covid-19).

A ideia é atender designers e membros da cadeia de suprimentos de moda, incluindo costureiras, fabricantes e aqueles que não são membros do CFDA ou do Fashion Fund. "Esta é uma iniciativa de angariação de fundos para apoiar as pessoas da comunidade da moda americana que foram impactadas pela pandemia", diz o comunicado da Vogue e do CFDA.

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"Tenho ouvido falar daqueles que temem que não paguem, ou que viram pedidos retornados, suas lojas fechadas, que temem que seus negócios e seus meios de subsistência possam não sobreviver ao que estamos passando. E todos nós da Vogue, junto com o Conselho de Designers de Moda da América, estamos determinados a ajudar", disse Anna em entrevista coletiva.  

As doações poderão ser feitas a partir de 8 de abril no site da CFDA.

O Estilo Moda Pernambuco (EMP) que seria realizado de 23 a 27 de julho, em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco, teve a programação cancelada devido a pandemia causada pelo novo coronavírus. O comunicado foi divulgado na manhã desta quinta-feira (26). 

De acordo com a nota, todos os confeccionista fornecedores, apoiadores e patrocinadores envolvidos na produção dessa 5ª edição estão sendo comunicados sobre a decisão. 

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O EMP promove o encontro entre a indústria confeccionista pernambucana e os clientes atacadistas regionais e nacionais, mostrando o que há de mais importante, moderno e inovador no mercado da moda, contemplando toda a cadeia produtiva do setor no Agreste do Estado. Além disso, o principal objetivo do evento é promover negócios, gerar conhecimento e divulgar a moda produzida no estado. 

Vale ressaltar, que o encontro de moda já chegou a reunir mais de 100 mil pessoas nas suas quatro primeiras edições.

"Adoráveis Mulheres", baseada em uma obra literária, ganhou versões para o cinema em 1995 e 2019. Ambas produções encheram os olhos da Academia e receberam indicações ao Oscar na categoria de Melhor Figurino, mas apenas em 2020 a estatueta dourada chegou às mãos da produção, vencedora da categoria.

A adaptação dirigida por Greta Gerwig deu luz aos figurinos do século 19 que, até hoje, inspiram os estilistas em suas criações. O estilo reage à ascensão do streetwear (moda de rua) e do athleisure, que é a introdução de roupas de academia no dia-a-dia. "Todo movimento, toda tendência de moda sempre terá um oposto natural. A moda de 'Adoráveis Mulheres' é romântica, enquanto a streetwear é prática, ela é folgada e arejada. A athleisure é justa e molda o corpo. É a combinação perfeita de fantasias escapistas e praticidade modesta", comenta a diretora criativa da loja online Zappos, Catherine Newell-Hanson, em entrevista ao Huffpost.

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Para incorporar o estilo das irmãs March é preciso pensar na justaposição de vestidos com botas ou coturnos mais pesados. O look utilitário cai muito bem, e as calças cargo podem ser aliadas na tentativa de trazer essa estética para os dias de hoje. Mangas bufantes (que já são tendência para o inverno 2020) traduzem a silhueta da época. Vestidos mais largos e peças com toques vitorianos, como rendas e babados, são bem-vindos. "Acho que as combinações são essenciais. Adoro como Prada e Gucci pegam silhuetas e detalhes históricos e os combinam com um sapato moderno e inesperado, como um tênis grandão ou uma bota de hiking, atualizando os volumes e proporções", afirma Catherine.

A moda da pradaria – que tem inspiração no campo, através de florais, peças fluidas e tons pasteis – dominante na construção dos modelitos do filme "Adoráveis Mulheres", tem como uma de suas principais características o desejo por conforto. "Adoro a liberdade de um vestido largo combinado com uma bota. Também pode ser uma roupa muito lisonjeira: uma silhueta com certa estrutura na cintura, e só. Pode não agradar a todo mundo, mas eu adoro", comenta Newell-Hanson.

Segundo a diretora criativa, os estilistas já vêm incorporado o estilo do filme em suas novas criações. "Sarah Burton, da McQueen, faz isso como ninguém. Alessandro Michele, da Gucci, também está fazendo algo especial com sua mistura louca de décadas. Mas acho que, recentemente, essa tendência atingiu novos patamares, com Raf Simon, da Calvin Klein, e Stuart Vevers, da Coach. E marcas mais novas, como Batsheva, também estão fazendo muito sucesso e dando visibilidade a essa tendência."

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