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A Sephora vai dar uma forcinha para aqueles que desejam um look diferente para curtir o Halloween. Pelo segundo ano, a marca promove o Sephora Dark Side of Beauty, uma série de oficinas de make temática gratuitas. Este ano, por conta da pandemia do novo coronavírus, o evento acontece de forma totalmente online. 

Nas aulas, profissionais da marca vão dar dicas e toques para a produção da make temática. Alguns conteúdos terão temas específicos, como cuidados com a pele e maquiagem para os olhos. Serão cinco oficinas que estarão disponíveis no site do evento e no Instagram da Sephora até o dia 29 de outubro. 

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Além disso, os interessados poderão conferir outros conteúdos alusivos à festa das bruxas, como receitas de quitutes e dicas de decoração. Os interessados podem se inscrever no evento, de forma totalmente gratuito, no site oficial.

Na última segunda (20), o sambista Neguinho da Beija-Flor enterrou um neto de apenas 20 anos. Gabriel Ribeiro Marcondes foi baleado durante uma batida policial em um bairro funk, em uma comunidade do Rio de Janeiro, e faleceu. A tragédia abalou toda a família e Neguinho revelou que cogita sair do Brasil pela segurança dos seus. 

Durante o sepultamento do neto, Neguinho falou sobre a violência urbana. Em entrevista ao Extra, ele classificou as operações policiais nos morros do Rio como “desastrosas” e manifestou o desejo de sair do país. “No Brasil, basta nascer pobre para ser suspeito. Por isso, estou metendo o pé do país”.

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Gabriel trabalhava montando toldos em evento. Segundo Neguinho, o rapaz estava a serviço quando ocorreu a ação policial que lhe ceifou a vida. O sambista também revelou que um de seus filhos trabalha no mesmo ramo e que vai abandonar o segmento. “Além do Gabriel, tenho um filho que também trabalha nisso. A partir de agora não vai mais exercer esta atividade. É perigoso”. 

A loja de departamento Renner instala sua primeira máquina de vendas em uma plataforma do Metrô de SP. O aparelho está localizado na Estação São Bento, na Linha 1–Azul, e disponibiliza produtos como camisetas femininas e masculinas, máscaras de tecido, frascos de álcool em gel e acessórios, como lenços para o pescoço.

A máquina funciona no sistema de autoatendimento. Para efetuar a compra, basta selecionar o produto desejado, sua cor e tamanho, pelo painel digital. O pagamento pode ser realizado com cartão de crédito ou débito. "O objetivo é que os clientes tenham fácil acesso a produtos que atendem necessidades básicas do dia a dia de quem tem uma rotina na rua", comenta o diretor de Produto das Lojas Renner, Henry Costa, em entrevista ao Fashion Network.

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Para o fim do ano, a rede pretende instalar mais máquinas em outras estações de metrô, assim como em áreas de conveniência, como aeroportos, universidades e academias, e nos shoppings onde não há uma loja física da Renner.

 

Pós semanas de moda finalizadas nos quatro cantos mais influentes da indústria (Nova York, Milão, Londres e Paris), chega o momento de separar as maiores tendências que dominarão a próxima temporada, no caso do Brasil, as de verão 2021. Hoje, o LeiaJá separa tudo aquilo que deve ser retirado – ou introduzido, no armário.

1 - Máscaras

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Começando pelo item necessário. Mesmo que algumas grifes ainda permaneçam relutantes sobre o item, a máscara apareceu em mais desfiles nesta temporada. Sendo um acessório de proteção diária, nas coleções ela surge carregando uma certa licença poética, visto suas diferentes interpretações. ‘’Bordadas, transparentes, com pedrarias, mensagens, tecidos cintilantes e combinando com os looks desfilados, agregando aquilo que a moda tem como base: a individualidade’’, comenta a estilista Fernanda Faustino.

2 – Bolsas oversized

Mesmo não sendo uma tendência pioneira, as oversized bags voltaram com tudo. ‘’Faz total sentido neste momento. É a primeira vez que as peças aparecem da forma mais utilitária possível, sem frescuras. Nelas, você pode levar seu notebook, máscaras, álcool gel, ou qualquer eletrônico que possa ser necessário para uma reunião imprevista’’, aponta a especialista.

3 - Maxiacessórios 

Visto a necessidade de transmissões e reuniões por Zoom, grifes como Gucci, Dior e Saint Laurent vêm investindo em maxiacessórios para serem mais interessantes que o look em si, pois são eles que ganharão destaque através das câmeras. ‘’Brincos e colares longos que se estendem até os ombros, de variados materiais, grandes e brilhantes, visto que são esses que ficam evidentes nas webcams. O objetivo é focar atenção nessas peças’’, comenta Faustino.

4 – Cores vibrantes

Há algum tempo, o neon vem se estabelecendo e conquistando seu espaço. Seja através do neoprene popularizado pelos surfistas ou em bolsas Birkin da Hermès. Combinado a peças de tons neutros, sapatos e bolsas coloridas foram a aposta dos designers para acentuar o look sem causar exageros, resgatando um ar mais natural.

5 – Sapatos de bico fino

‘’Tem quem acredite que eles vieram para marcar o fim de uma era’’, comenta a especialista. Na última temporada de desfiles internacionais o item dominou as passarelas através de um mood retrô-chique. De salto alto ou baixo, coloridos, transparentes, com tachas e spikes, o bico fino é o sapato da vez. 

Em maio de 2020, a morte do americano George Floyd ganhou repercussão mundial. O ex-segurança de 40 anos, negro, foi asfixiado por um policial branco durante uma abordagem e não resistiu, vindo a óbito. As imagens da violência rodaram o planeta e engrossaram um movimento iniciado em 2013: o #BlackLivesMatter, em livre tradução, Vidas Negras importam.

A comoção em torno da morte de Floyd, no entanto, só aumentou ao passo que outros homens, mulheres, crianças e jovens foram violentados ou até mesmo tiveram suas vidas ceifadas, de lá para cá, em todo o mundo. No Brasil, só no ano corrente, poderíamos citar os exemplos do pequeno Miguel Otávio - morto após cair de um prédio de luxo no Recife (PE) enquanto sua mãe trabalhava como doméstica durante o isolamento social -;  do jovem Rogério Ferreira - baleado por policiais militares enquanto andava de moto, pela Zona Sul de São Paulo, no seu aniversário de 19 anos -; e do adolescente João Pedro, assassinado com um tiro nas costas durante operação policial no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo (RJ). 

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Segundo o Atlas da Violência 2020, a taxa de homicídios de negros no Brasil aumentou em 11,5% entre 2008 e 2018. De acordo com a pesquisa, só em 2018 os negros representaram 75,7% das vítimas de todos os homicídios no país. Os números alarmantes - e crescentes - fazem aumentar também manifestações como o Vidas Negras Importam, porém, à parte de toda a violência, a população preta também busca em outras ferramentas  formas de se colocar na sociedade, empoderando-se e tomando posse de sua identidade. Os cabelos têm grande relevância nesse processo. 

A trancista Paula Badu e a filha, Yasmin. Foto: Arthur Souza/LeiaJáImagens

Há um bom tempo, é possível ver mais pretos e pretas assumindo seus cabelos naturais e fazendo deles um meio de identificação e posicionamento político-social. Esse movimento vem lá de trás, desde a década de 1960, quando o ativista dos direitos dos afro-americanos, Malcom X, falou em sua autobiografia sobre quando usou produtos químicos para alisar o cabelo: “Foi meu primeiro grande passo para a autodegradação: quando suportei toda essa dor (ao jogar cloro no couro cabeludo), literalmente queimei minha pele para que meu cabelo se parecesse ao de um homem branco”, escreveu.  

No entanto, o apelo dos cabelos lisos e sem volume, tidos como o padrão de beleza da sociedade, é cada vez mais questionado e refutado pela população negra. A trancista Paula Badu é um exemplo disso. Ela conta que, durante a adolescência, sentiu a necessidade de se entender melhor enquanto pessoa e os caminhos dessa jornada vieram, também, através do seu visual: “Eu não me sentia à vontade, eu vinha de uma família cristã e precisava ter aquele padrão de beleza estipulado pela sociedade. Com meus 15 anos eu precisei fazer essa mudança, comecei a frequentar, afoxés, terreiros de candomblé e comecei a ver que a minha beleza estava na minha ancestralidade. Então, eu precisei fazer essas mudanças pra eu poder me aceitar. Eu me achava horrível, quando eu fiz esse resgate eu consegui me encontrar”.

Foi aí que a então menina decidiu parar de alisar os cabelos e colocar as tranças, em uma época que “não tinha transição, não tinha creme, não tinha nada”. A necessidade de cuidar das próprias tranças levou Paula a aprender a fazê-las e a maneira apropriada de cuidar delas. O autocuidado acabou virando profissão e, há cerca de cinco anos, ela comanda um salão, localizado no bairro do Varadouro, em Olinda (PE), onde faz diversos tipos de tranças e outros penteados afro. 

Foto: Arthur Souza/LeiaJáImagens

A trancista conta que, no início de sua carreira, a maior demanda era de pessoas que queriam um visual diferente para ir à festas ou brincar o Carnaval. Porém, com o passar do tempo, a procura começou a ser daqueles que de fato tiveram como opção assumir o cabelo afro para si. “Isso é muito bom, mostra que a trança não é moda, é história. Nossos antepassados viviam de trança. Lembro de conhecer pessoas negras na comunidade que minha avó morava que usavam, mas pra gente aquilo era feio, era sinônimo de pobreza. Agora que a gente conhece a real história das tranças, as pessoas estão caindo nessa real: a trança não é um penteado de Carnaval, é uma forma de existir, é um ato político”. 

O impacto do cabelo natural, ou trançado, na auto estima da mulher e do homem negros é visível aos olhos. Paula conta que vários clientes chegam a chorar ao se verem transformados e a emoção acaba fazendo parte do cotidiano em seu trabalho, que para ela é “uma missão ancestral”. “É a história do patinho feio: ele tá ali e não entende porque ele é feio, mas depois, ele percebe que está no lugar errado. É isso que acontece com a gente, porque a gente nao se identifica com o cabelo liso, falta alguma coisa e é justamente a aceitação do nosso natural. Infelizmente, isso é pregado com uma coisa de desleixo, dizem que nosso natural é feio e nós crescemos acreditando nisso. Então quando a gente se encontra, através de um penteado, de uma roupa, uma maquiagem, você se encontra e diz: ‘eu sou um cisne’”. 

Compromisso

Popularizados pelo cantor de Reggae mais importante do mundo, Bob Marley, os dreadlocks são um penteado afro de grande poder visual e representativo. Registros dão conta de que esses cabelos são usados tanto na África quanto na Índia desde a antiguidade Bíblica e pré-Bíblica. Os dreads também são usados por monges da Igreja Ortodoxa Etíope de Tewahedo; por nazireus do judaísmo; os Sadhu do hinduísmo; e os dervixes do islamismo; além, é claro, dos adeptos ao Rastafarianismo, expressão religiosa nascida na África, na década de 1930.

O simbolismo básico dos dreadlocks é que todo o tempo e energia gastos na aparência física e na vaidade podem ser usados ​​de maneira mais importante na espiritualidade e em outras atividades mais importantes. Para os rastafari, não cortar os dreads é um tributo a Deus, pois o crescimento natural dos cabelos é um preceito bíblico. O dreadmaker André Negron é simpatizante dessa cultura e leva para sua vida diversos dos preceitos do rastafarianismo, cultivar seu cabelo ‘rasta’ é apenas um deles. 

André também aprendeu a fazer dreads para cuidar do próprio cabelo e acabou virando profissional da área, há pouco mais de uma década. Ele garante que sempre se aceitou enquanto homem preto, por “orientação  familiar” e diz que os dreads só agregaram mais valor à sua identidade. “A minha raça é negra, eu sempre cultuei os meus antepassados. O reggae faz parte disso, é uma música negra e eu sempre admirei o reggae e o rastafarianismo. O fato de eu usar o cabelo rastafari, é uma forma de protesto também e de aceitação. Eu uso de uma forma muito empoderada. Até hoje, a gente sofre muito preconceito em relação a isso. Mas hoje, eu tenho como questionar qualquer pessoa que vier falar”.

O dreadmaker, André Negron. Foto: Arthur Souza/LeiaJáImagens

Em seu espaço, localizado no bairro do Varadouro, em Olinda (PE), ele constrói e faz a manutenção dos cabelos de homens e mulheres que buscam sua identidade. Para ele, “dread é compromisso” e o seu trabalho vai muito além de cuidar do visual dos clientes. O dreadmaker faz questão de oferecer, além do serviço, uma boa conversa e um lugar confortável e amistoso para que todos possam se sentir bem. “O meu trabalho é multi, Pessoas chegam aqui com o cabelo muito desorganizado e isso é muito raro a pessoa por si própria perceber. Eu gosto de fazer, isso me dá paz. Quando o ‘trampo’ é finalizado... Sem palavras”.

Apropriação cultural

O crescimento e popularização da estética afro não poderia passar ilesa pela indústria da moda. Hoje em dia, é possível ver pessoas de diversas raças e etnias fazendo uso de penteados, roupas e outros elementos característicos da cultura negra. Esse movimento botou em pauta a questão da apropriação cultural, tema que é sempre levantado quando não negros adotam cabelos como os dreadlocks ou acessórios como os turbantes.

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Mas, para os profissionais ouvidos pelos LeiaJá, essa questão não precisa ser um tabu. O dreadmaker André Negron acredita que a popularização do cabelo afro pode colaborar com o fim da discrminação. “Hoje em dia, não é só o negro que usa o cabelo rastafarim então, o fato de pesosas brancas, pardas, de várias cores serem do rastafari, diminuiu o preconceito. Muitas pessoas brancas de fato aderem ao movimento porque acham que é a cara delas. Eu vejo que qualquer um hoje em dia pode tá usando a depender da sua orientação”. 

Paula Badu segue mesma linha de raciocínio e aponta a globalização do mundo como incentivo para que diversas culturas possam coexistir. “Para mim, apropriar-se é você não dar o crédito a alguém pelo trabalho, pela história daquele trabalho.  Não tenho problema que nenhuma pessoa venha fazer as tranças, o que sempre tento fazer é explicar a história delas. Você desmistificar, explicar e fazer com que seu público trabalhe nele isso, quebra pra mim a apropriação. Hoje em dia, nós usamos coisas de outras culturas o tempo todo. Não acredito que você excluir uma pessoa que majoritariamente é de outra cultura do seu trabalho vai fazer com que isso acabe, pelo contrário você acaba distanciando mais e causando mais preconceito”. 

Serviço

Badu Afrohair - Paula Badu

Terça a sábado - 09h às 18h

Rua Palmira Magalhães, 67 - Varadouro - Olinda (PE)

(81) 98624-0410

 

Dread é Compromisso - André Negron

Terça à sexta - a partir das 15h

Sábado - a partir das 10h

Rua Dr. Francisco L. Casseli, 375 - Varadouro - Olinda (PE)

(81) 99509-3354

*Modelos: Yasmin Rodrigues e Arnaldo Deodato

O show tem que continuar: Chanel retomou, nesta terça-feira (6) em Paris, seus desfiles chamativos, recriando o famoso letreiro gigantesco de Hollywood com o nome da marca, uma forma de celebrar sua relação com o cinema e com as atrizes que veste há quase um século.

No último dia da Semana da Moda "figital", que combinou o físico com o digital, a marca francesa incorporou as medidas sanitárias impostas pela epidemia de Covid-19 - público reduzido, uso de máscara, evento curto -, mas não desistiu de chamar a atenção visualmente, como era costume do estilista Karl Lagerlfeld, que faleceu em fevereiro de 2019.

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Sob o imponente teto de vidro do museu Grand Palais, as letras da Chanel, com vários metros de altura, brilharam com lâmpadas acesas, em alusão ao painel de Hollywood.

Aos seus pés, as modelos apresentaram uma coleção de prêt-à-porter em referência às atrizes que a fundadora da marca, Coco Chanel, começou a vestir nos anos 1930, dentro e fora das telas.

Esta coleção, que pretende ser "alegre, colorida e viva" se inspira "nas musas da marca", acrescentou a estilista francesa, lembrando que tanto Gabrielle Chanel como Lagerfeld contaram com muitas divas do cinema entre seus clientes, de Greta Garbo e Katherine Hepburn até Keira Knightley e Margot Robbie.

Curvas

Assim como as outras marcas que decidiram desfilar nesta Semana da Moda, Chanel restringiu drasticamente o número de espectadores. Também cancelou a presença de atrizes, influencers e outras celebridades que costumam viajar para Paris para este evento importante da indústria da moda, assim como as modelos com que normalmente trabalha, como as irmãs Gigi e Bella Hadid e Kaia Gerber.

Por outro lado, contou com a participação de Jill Kortleve, uma modelo de 26 anos nascida na Holanda que desfila nas passarelas reivindicando suas curvas, a fim de promover uma mudança na moda.

Junto aos ternos de tweed pretos, sobressaem os vestidos fluidos e as camisas estampadas com as letras da Chanel, como se fossem neon, assim como as peças assimétricas ou bimateriais.

Uma saia preta leva em letras brancas o nome de Gabrielle Chanel, protagonista de uma primeira retrospectiva em Paris que homenageia os códigos que a estilista trouxe para a moda feminina: liberdade, elegância, naturalidade e conforto.

O programa da Semana da Moda, a primeira "figital" da história, terminará nesta terça-feira com o desfile da Louis Vuitton. A próxima, de roupas masculinas, está prevista para janeiro de 2021 e, por enquanto, é impossível antecipar se a situação de saúde permitirá retomar os desfiles físicos com normalidade.

Antes considerado rebeldia, o cabelo raspado ganhou um novo significado que alia moda e arte. O penteado agora abusa do colorido e tornou-se uma tela para pinturas diversas e que trazem personalidade ao estilo. Nesse sentido, valeu apostar nas cores vibrantes, grafismos, animal print e no tie dye, inspirado na técnica milenar de tingimento de roupas. "Tenho recebido muitos pedidos como tie dye, corações e bolinhas. Muitas pessoas com fios longos estão raspando e aderindo a essa nova febre", explica a cabelereira Larissa Damiane, proprietária do salão Atypical. 

O ato de raspar a cabeça, no entanto, não é novidade. O corte tem um histórico de diferentes simbologias, como as militares, religiosas e ancestrais. E é por meio da composição que cores e grafismos tornam-se uma oportunidade para aflorar o lado artístico do cabelereiro. "Quando meus clientes me pedem algo diferente, sinto que posso colocar minha criatividade em prática", conta Larissa.

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O youtuber Kevin Lopes segue a tendência do cabelo raspado, colorido e com desenho | Foto: Instagram / @kevinlopes

Quem adotou o estilo de penteado é o youtuber de beleza Kevin Lopes. "Sempre tive cabelo comprido. Raspar a cabeça para mim era fora de cogitação, porém, mudando minhas visões sobre algumas coisas, decidi raspar", comenta ele, que levou em consideração seu trabalho nas redes e como tinha que impactar seu público com possibilidades coloridas. "Por conta da popularização das fotos, investi cada vez mais em trabalhos dessa forma, resultando em vídeos com grandes visualizações e fotos com muitos likes no Instagram. As pessoas realmente estão amando isso e fiz até em alguns amigos meus", complementa Lopes.

 

O estilista japonês Kenzo Takada, criador da marca de roupas e perfumes "Kenzo", faleceu neste domingo aos 81 anos, vítima da Covid-19, anunciou seu porta-voz.

Primeiro estilista japonês a fazer sucesso em Paris, onde desenvolveu toda sua carreira e tornou seu nome famoso, Kenzo Takada faleceu neste domingo no Hospital Americano de Neuilly-sur-Seine (região de Paris), afirmou o porta-voz em um comunicado. Nascido em 27 de fevereiro de 1939 em Himeji, perto de Osaka, Kenzo se apaixonou ainda jovem pelos desenhos e a costura, ensinado por suas irmãs.

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Ele chegou de navio ao porto francês de Marselha em 1965 e ficou fascinado por Paris. Embora estivesse de passagem, ele se mudou em definitivo para a capital francesa.

Sua primeira coleção foi lançada em 1970 e seis anos depois ele criou a própria marca, apenas com seu primeiro nome. Lançou a primeira linha masculina em 1983, o primeiro perfume cinco anos depois. Em 1993, a empresa foi adquirida pelo grupo de luxo LVMH.

Kenzo Takada se aposentou da moda em 1999 e passou a se dedicar a projetos mais pontuais, como o design de interiores. Com "quase oito mil desenhos", o japonês "nunca deixou de celebrar a moda e a arte de viver", afirmou seu porta-voz.

Na última sexta (25), a Versace apresentou ao mundo sua coleção Verão 2021 em um desfile sem plateia e com destaque para a representatividade. Na passarela, três modelos plus size desfilaram os modelos da marca: Jilla Kortlove, Alva Claire e Precious Lee. Elas são representantes de um novo movimento no mundo da moda que pretende quebrar antigos padrões dessa indústria. 

Nas redes sociais, as modelos festejaram muito sua participação no desfile, durante a Semana da Moda de Milão. Elas salientaram a importância do momento e se felicitaram por estarem “fazendo história”. Em seu perfil, a holandesa Jill Kortlove escreveu: “Espero que a gente abra portas para uma geração que sempre sonhou como eu mas nunca se viu nas capas das revistas”. A inglesa Alva Claire concordou com a colega de profissão: “Esse momento é por todas nós”. 

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Já a americana Precious Lee celebrou em dose dupla pois além de representar as mulheres fora dos padrões comerciais, ela também levou à passarela a representação das mulheres negras. “Eu sei o quanto isso significa e sempre vou apreciar isso. Nenhuma garotinha negra pode dizer que ‘não consegue’ porque nós conseguimos, sempre pudemos, e quando você se mantém verdadeira, você consegue”. 

 

Mais uma semana de moda se iniciou, passando por Nova York, as temáticas retratadas servindo como um caleidoscópio social, frisam a importância do voto, aproveitando que as eleições nos Estados Unidos se aproximam.

Marcas como Christian Siriano e Levi’s abriram espaço em seus shows para tratar do assunto. Com looks com a palavra ‘’VOTE’’ estampada e campanhas digitais no Instagram, algumas marcas escolheram o momento na mídia para se posicionar.

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Segundo a empresa de pesquisas Pew Research Center, nas eleições de 2016 dos Estados Unidos apenas 56% dos cidadãos foram às urnas. Contudo, depois dos desdobramentos causados pelo resultado que levou Donald Trump à Casa Branca, em 2018, o país teve o maior engajamento em uma eleição de meio de mandato desde 1970.

Mobilização

Nos Estados Unidos o voto não é obrigatório e o país tem uma das menores taxas de participação dos eleitores entre as nações desenvolvidas, mas muitas pessoas acreditam que o comparecimento às urnas será maior em 2020. Um dos motivos é justamente a frequência com que o tema tem sido tratado. 

Nesta semana, por exemplo, a marca Pyer Moss foi decisiva lançando uma camiseta com o escrito "Vote or Die. For real this time" (em tradução livre: "Vote ou morra. Para valer desta vez"). A peça é uma reinterpretação da campanha "Vote or Die", feita pela primeira vez em 2004 pelo rapper Sean Combs, e faz parte da nova plataforma da marca intitulada Exist to Resist ("Exista para Resistir", em livre tradução).

Camiseta Pyer Moss reedita a campanha "Vote or Die". Foto: Reprodução Instagram

O diretor criativo, Kerby Jean-Raymond, comunicou que todo o lucro proveniente da venda das peças que fazem parte dessa iniciativa será revertido para organizações comunitárias dos Estados Unidos.

Influenciadores

Já a Michael Kors iniciou a campanha "Your Voice Matters" ("Sua Voz Importa"), encorajando a participação eleitoral. "É um lembrete para todos os americanos votarem e não deixarem as suas vozes serem apagadas. Temos o direito de termos as nossas vozes ouvidas", afirmou Michael Kors em comunicado sobre o lançamento da camiseta e moletom que contam com a frase da campanha.

A renda arrecadada com a venda das peças será destinada ao Fundo de Defesa Legal e Educação da NAACP. Exemplares foram enviados a inúmeros influenciadores, entre eles Bella Hadid, que postou uma foto em seu Instagram usando a camiseta.

A Levi's foi ainda mais longe e convidou nomes influentes para a própria campanha. Lançando também camisetas e moletons com a palavra ‘’Vote’’, a gigante do jeans convidou nomes como Jaden Smith e Hailey Bieber para estrelarem o vídeo de divulgação.

A Levi's recrutou celebridades para sua campanha. Foto: Reprodução Instagram

"Esta eleição é a mais importante da minha vida. Minha esperança ao participar dessa ação é que ela encoraje, eduque e inspire os jovens a votarem e entenderem por que isso é tão importante", afirmou a modelo em comunicado.

Alcançar os mais jovens

A estratégia vem sendo estudada para incentivar a participação do público mais jovem, através de personalidades que podem ter grande influência sobre eles. Nas atuais campanhas eleitorais, as novas gerações andam sendo sub-representadas, o que possivelmente irá afastá-las das urnas, sendo um movimento preocupante, visto que a participação juvenil pode ser decisiva para o resultado.

No fim dos anos 1940, o lançamento de um modelo de traje de banho, assinado por Golden Réard, foi comparado ao lançamento de uma bomba atômica tamanho o escândalo que causou naquela sociedade. O tal modelito ganhou o nome de biquíni, em alusão ao ataque nuclear dos EUA no Atol de Bikini, no Oceano Pacífico. Essa e outras histórias que contam a trajetória da moda praia no mundo, deram origem ao BikiniART, primeiro museu do mundo dedicado a esse universo, na Alemanha. 

O museu do biquíni fica em Bad Rappenau, cidade termal no sul da Alemanha. O acervo conta com de 400 peças de biquínis e maiôs, alguns deles considerados raridades como modelos usados por Marilyn Monroe e Scarlett Johansson. A exposição é dividida em três partes que contam a evolução da moda praia desde 1870 até os tempos atuais. 

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O designer francês Louis Réard, considerado o inventor do biquíni, tem 12 peças expostas no museu. Uma delas é a Golden Réard, modelo dourado de lurex do fim da década de 1940 considerado o mais valioso do mundo historicamente. Além de Réard, Christian Dior, Coco Chanel e Emilio Pucci estão entre os estilistas presentes na coleção do museu.

O Brasil também tem uma sala exclusiva no BikiniART. Nela, o público encontra vídeos do Rio de Janeiro, Búzios e imagens e peças de marcas consagradas de Lenny Niemeyer, Salinas, Triya, Adriana Degreas, Rosa Chá, Blueman e Bumbum Ipanema.  

Uma nova estátua da primeira-dama americana, Melania Trump, foi inaugurada na Eslovênia, seu país natal, nesta terça-feira, substituindo a original, queimada em julho.

Em tamanho real e localizada no meio de um campo, perto de Sevnica, uma cidade no leste da Eslovênia onde Melania Trump passou sua infância, a estátua de bronze imortaliza a primeira dama acenando.

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O trabalho foi encomendado por um artista americano chamado Brad Downey, que quer criticar a política de migração de Trump, lembrando-o de que sua própria esposa é imigrante.

Downey encomendou uma primeira estátua no ano passado, representando a ex-modelo e hoje primeira-dama, mas a obra, esculpida em um tronco de árvore, parecia quase um espantalho e foi queimada por estranhos há alguns meses.

O artista encomendou outra escultura, monocromática e mais sólida.

A banda inglesa de rock e eletrônica New Order se uniu a Adidas para lançar a nwrdrSPZL, uma nova coleção inspirada na estética e no som do grupo.

Os produtos transitam entre casacos, uma jaqueta listrada com patches nas mangas, uma camisa de futebol com um gráfico do conjunto 39 Tour, e um tênis exclusivo pensado e desenvolvido por Bernard Summer, vocalista do New Order. O item foi inspirado no par de tênis Wilsy SPZL, que o artista utilizou em diversos shows.

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Acompanhe o vídeo de lançamento:

O projeto intimista fez com que os roqueiros viajasse até a sede da marca, na Alemanha, para ter contato direto com os designers. "Esse lançamento é construído em sinergias existentes e tanto Bernard Summer quanto o Warren Jackson fizeram viagens ao QG da Adidas, em Herzogenaurach, para supervisionar e concordar em cada detalhe comigo e com a equipe", disse o fundador da marca, Gary Aspden, em entrevista ao site britânico New Music Express (NMW).

A versão nacional de uma das publicações mais importantes de moda no mundo, a Vogue Brasil, está no centro de uma polêmica sobre assédio moral e ambiente profissional tóxico. A diretora-geral da revista brasileira, Daniela Falcão, está sendo acusada de maus tratos no espaço corporativo por mais de 20 profissionais ligados direta ou indiretamente a ela. Segundo relatos, Daniela costuma humilhar os subalternos, criando um clima de terror e pânico entre todos. 

As denúncias foram publicadas pelo BuzzFeed News, que dá conta de ter recebido denúncias contra Daniela de 27 pessoas ligadas profissionalmente a ela. Segundo os denunciantes, a diretora tem postura "perversa" e é costume falar aos gritos, criticar com termos ferozes, inclusive apontando vestuário e maquiagem dos funcionários, e levando muitos ao choro. Segundo uma das pessoas ouvidas, Daniela não permitia que discordassem dela e mesmo quando alguém levava reclamações aos setores responsáveis na empresa, essas não eram apuradas e caíam no esquecimento. 

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Daniela Falcão está à frente da Vogue Brasil desde 2005. Ela também é responsável pelas revistas GQ, Glamour e Casa Vogue, desde 2017, ano em que foi considerada uma das das 500 pessoas mais importantes da moda mundial pelo site Business of Fashion. Segundo a BuzzFeed, a diretora é conhecida por seu perfeccionismo implacável e costuma ser associada à personagem de Meryl Streep no filme O Diabo Veste Prada. 

Ainda de acordo com o site que publicou as denúncias, Daniela não respondeu aos questionamentos enviados a respeito do assunto. Já o grupo que detém a publicação no país, o  grupo Edições Globo Condé Nast, resumiu-se a responder por nota ser contra qualquer tipo de assédio moral no ambiente de trabalho. 

Desfiles de verão resort 2021, de marcas como Dior Homme, JW Anderson e Gucci, colocaram em voga um assunto que vem sido discutido há algumas décadas: a construção da imagem masculina.

Em eras contemporâneas essa questão se faz de uma outra forma: a desconstrução dessa imagem. A Gucci, com sua atmosfera fantasiosa e lúdica, a Palomo Spain, com toda sua teatralidade, e Ludovic de Saint Sernin num viés mais sensual; a discussão de como a construção da masculinidade é efêmera, baseado nas necessidades e no espelhamento social de cada época, se faz a partir de como cada grife representa seu homem ideal.

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"Existe essa ideia de que roupas específicas de homem e mulher são um fenômeno ocidental moderno e não são. A distinção entre masculino e feminino sempre esteve presente na história. As pessoas sempre foram empurradas para algum gênero específico", comenta a estilista Fernanda Faustino.

A moda, se interpretada como bússola cultural, transita por todos os estilos, em todos os lugares, sendo dominante através da subcultura que determina como ela pode ser sugada. Foi assim com o hippie, grunge, punk e agora, a fluidez de gênero.

A androgenia se firmou na década de 1960, através de calças skinny e cabelos compridos, sendo esta considerada por muitos a última revolução de gênero até os anos 2000.

"Grifes como Jean Paul Gaultier, Vivienne Westwood e The Blonds são algumas responsáveis por atribuir essa mistura de gênero pré-definida na nova construção do homem, este sendo mais sensível e até mesmo feminino’’, declarou Faustino.

Cronologicamente, a estilista afirma que a iconografia é um dos principais pontos para idealizar a imagem, que desde sempre sofre uma dicotomia. O momento de luta de gênero (ou contra ele) ganha cada vez mais força, porém se engana aquele que acredita que esta luta é nova.

Autorizada pela cidade de Nova York e organizada pela CFDA (organização sem fins lucrativos que auxilia e premia novos estilistas), a nova temporada do New York Fashion Week (NYFW) confirmou a realização da semana de verão 2021, com desfiles presenciais.

Mesmo sem grandes nomes integrando o calendário, Christian Siriano e Jason Wu, patrocinados pela rede de artigos de decoração Lowe’s, realizarão seus shows.

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Nomes fortes como Marc Jacobs, Ralph Lauren, Michael Kors e Oscar de la Renta não realizarão desfiles, pelo menos até o momento. Rebecca Minkoff, estilista que também apresentará sua nova coleção, comentou ao Business of Fashion que "há um ecossistema que precisa ser abastecido”.

Os desfiles serão realizados no Spring Studios, que tem sido sede de vários desfiles nas temporadas anteriores. Sob uma nova série de regras de segurança, como a capacidade de apenas cinquenta convidados na plateia, os desfiles também serão transmitidos instantaneamente nas redes sociais e as peças poderão ser compradas através do Instagram das marcas.

Nesta sexta-feira (21), a marca 'Havaianas' confirmou no Instagram que vai lançar uma coleção inspirada na série de mangá Naruto. A marca fez uma publicação nos stories antecipando como vão ser os chinelos. Os fãs da saga poderão escolher entre três modelos.

Uma das opções, que em breve será comercializada, é a famosa nuvem da Akatsuki. Personagens que fizeram sucesso na produção japonesa também estarão presentes nos modelos revelados pela empresa. A Havaianas disponibilizou no site oficial as imagens das sandálias, que serão vendidas nas cores preta, azul e cinza.

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Comandado pela modelo brasileira Lais Ribeiro, famosa por ser uma das "Angels" da grife Victoria’s Secret,  o reality show "Born To Fashion" estreou nesta quinta-feira (13) as 22h no canal E! reunindo dez modelos transexuais em busca de uma carreira profissional como modelo.

Além da apresentadora, "Born To Fashion" tem um grupo de especialistas formado pela atriz, cantora e roteirista Alice Marcone, pelo maquiador André Veloso e pela estilista Lila Colzani.

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O programa é o primeiro do Brasil que conta apenas com candidatas transexuais. A produção é da Delicatessen Filmes e a direção de Fabio Delai. Ao longo dos dez episódios do reality, as modelos ficarão na mesma casa e competirão pela assinatura de um contrato de um ano com a agência JOY Model, além da oportunidade de estampar a capa de uma revista de moda.

Para Delai, a principal dificuldade vivenciada pela equipe foi a de entregar um conteúdo informativo, que mostrasse a condição de vulnerabilidade da população transexual no Brasil, mas sem perder o caráter de entretenimento que um reality show carrega.

"A imagem de transexuais já é super distorcida pela sociedade, precisávamos ajudar a desmistificar os estereótipos e falar com pessoas que não entendem essa realidade, que têm algum tipo de preconceito", afirmou o diretor à Elle Brasil. 

A crise do coronavírus (Covid-19) tem obrigado os segmentos de moda a rever seus conceitos, o que inclui a maneira de se vestir e enxergar as tendências lançadas no mercado. Devido a isso, algumas mudanças devem ocorrer em consequência da pandemia.

A prática de home-office ganhou forças na quarentena, tornando obrigatório o equilíbrio entre o conforto e a qualidade nos produtos de moda. “Você se imagina em casa com uma calça de couro, botas, maquiagem cheia de detalhes e correntes penduradas no pescoço? Ou seja, a moda, até mesmo a criada por grandes grifes, vai precisar adequar suas coleções”, explica a designer de joias Monica Rosenzweig.

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De acordo com Monica, a moda não é apenas para “ocasiões especiais”, mas também é uma maneira de interação social e, durante o home-office, as pessoas vão optar por roupas confortáveis, fáceis de lavar, que oferecem praticidade, porém, que não ignore a vaidade de quem quer se sentir bem vestido, mesmo estando em casa.

Outro fator que deverá ser revisto é o preço dos produtos, pois no atual cenário o poder de aquisição diminuiu, as pessoas estão comprando apenas o necessário e a "compra por impulso", que sempre se mostrou presente nesse segmento, está cada vez menor.

“O mundo inteiro está sofrendo os impactos na economia desde o início da pandemia. Os salários foram reduzidos, assim como a necessidade de compra de alguns produtos e isso obriga as empresas a rever seus preços”, comenta a designer de joias.

Neste momento, as pessoas procuram por peças que transmitam uma simbologia ou mensagem positiva.

“Nós, designers e estilistas, teremos que ressignificar nosso trabalho. Eu, por exemplo, passei a consumir muito o que me traz sensações de proteção e isso será uma tendência na moda de uma forma geral”, afirma.

O atual momento tem mostrado uma tendência mais atemporal, com menor destaque para os produtos de moda específicos para uma determinada ocasião.

“De modo geral, será a celebração do bom e velho jeans, das camisetas de cores que se complementam, de blazers, calças e vestidos de cortes mais sequinhos e confortáveis, dos acessórios que pontuam cor e estilo, mas sem exageros”, detalha a profissional.

Segundo a designer de joias, as pessoas vão perceber, com a quarentena, que consomem mais do que realmente precisam. Isso cria o conceito "armário-cápsula", uma coleção de roupas com menos peças, mas que se complementam entre si. Ainda de acordo com a profissional, isso também se aplica a outros acessórios, como pulseiras, brincos ou colares. Por se tratar de um reflexo da sociedade, os profissionais que criam os produtos da moda,não podem fechar os olhos para a realidade e as marcas precisam tornar o processo de produção mais sustentável.

“Devem evitar tecnologias que poluem o meio ambiente, assim como o uso de peles, que já não deveria ser tolerado há muito tempo ou testes em animais para novos produtos, o que também deve ser banido”, destaca Monica. 

Com a reabertura dos salões de beleza, é chegado o momento de se reinventar para oferecer os serviços de sempre, mas desta vez, com os devidos cuidados estabelecidos pelas autoridades e profissionais de saúde. Pensando sempre no bem-estar de suas clientes, o Beauty Bar Recife anuncia a chegada do Clube da Escova, que consiste em um pacote mensal de lavagem, hidratação e escova ilimitado.

O Clube da Escova vai funcionar nas unidades do Beauty Bar Recife em Casa Forte e Boa Viagem. Trata-se de um pacote em que cada cliente paga o valor de R$ 69,90 para lavar, hidratar e escovar os cabelos quantas vezes quiser, de segunda à quinta-feira. Para as empresárias Bárbara e Thaís Barreto, nomes à frente do empreendimento, trata-se de muito mais do que deixar os cabelos nutridos e arrumados, é uma questão de contribuir para a auto-estima e bem estar da mulherada, que mesmo em casa, deve cuidar de si mesma.

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O serviço vai funcionar de forma rápida e descomplicada. As marcações poderão ser feitas através do site do salão, no dia e na hora que a cliente quiser. A assinatura do clube também poderá ser cancelada a qualquer momento, sem burocracia, também pelo site. Para quem não assinar o pacote mensal de R$ 69,90, cada escova custará, individualmente, R$ 50. Os atendimentos para o Clube da Escova serão sempre de segunda à quinta-feira, das 9h às 17h, e terão início a partir do mês de agosto.

Além do Clube da Escova, o Beauty Bar Recife relembra que o Clube dos Pincéis, anunciado anteriormente, ainda está em pleno funcionamento. A assinatura funciona da mesma forma dos tradicionais clubes de bebidas que existem nos bares - cada cliente poderá comprar um pacote com 10 pincéis para usar de maneira individual cada vez que marcar um atendimento no salão -. A compra pode ser feita tanto no site quanto no local.

O Beauty Bar Recife reabriu e está atuando conforme todos os protocolos de segurança e higienização contra a Covid-19. A empresa garante que está tomando todos os cuidados necessários para que tanto clientes quanto colaboradores estejam seguros.

Serviço

Clube da Escova - Beauty Bar Recife

De segunda à quinta-feira, das 9h às 17h

Casa Forte e Boa Viagem Rua Amaraji, 51, Casa Forte

Avenida Conselheiro Aguiar, 1552, Boa Viagem

R$ 69,90 por mês (lavagem, hidratação e escova ilimitados)

Agendamentos no site www.beautybar.com.br

*Da assessoria

 

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