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O astro do basquete Michael Jordan vai entrar em outra modalidade esportiva. Após longa carreira de sucesso na NBA com o Chicago Bulls e de ter atuado também no beisebol, agora será a vez dele viver no automobilismo. Jordan terá uma equipe na Nascar, principal categoria americana de Stock Car, e vai estrear em 2021 com a presença do único piloto negro do grid, Bubba Wallace.

A equipe de Jordan se chamará His Airness e terá como sócio minoritário Denny Hamlin, tradicional piloto da Nascar. O novo empreendimento do astro do basquete mundial foi anunciado na última segunda-feira. O piloto contratado pela equipe, Bubba Wallace, de 26 anos, está na categoria desde 2017 e é o único negro do grid.

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Jordan afirmou que a sua chegada à Nascar serve para marcar uma nova era na diversidade da categoria. "Historicamente, a Nascar lutou contra a diversidade e houve poucos donos negros. O momento parece perfeito, uma vez que a Nascar está evoluindo e abraçando cada vez mais as mudanças sociais. Além do recente compromisso e doações que fiz para combater o racismo sistêmico, vejo isso como uma chance de educar um novo público e abrir mais oportunidades para os negros nas corridas", disse.

Além da Nascar, o astro atualmente é proprietário da franquia do Charlotte Hornets e fã de automobilismo desde criança. "Como cresci na Carolina do Norte, meus pais levavam meus irmãos, irmãs e eu para as corridas, e fui um fã da Nascar minha vida toda", disse. No novo projeto profissional, Jordan terá como piloto um dos nomes mais atuantes no grid em causas sociais.

Wallace liderou protestos antirracistas na Nascar e questionou os atos de violência policial cometidos neste ano nos Estados Unidos. "Ele merece a oportunidade de competir por vitórias, e nossa equipe vai garantir que ele tenha os recursos para fazer isso. Fora das pistas, Bubba tem sido uma forte voz por mudanças em nosso esporte e em nosso país. Michael Jordan e eu o apoiamos totalmente nesses esforços e estamos ao lado dele", comentou o sócio de Jordan, Denny Hamlin.

O ex-piloto russo Vitaly Petrov criticou o inglês Lewis Hamilton pelo uso da camiseta pedindo por justiça pela norte-americana Breonna Taylor, no pódio do GP da Toscana, no último dia 13, e também o fato de o hexacampeão mundial pedir que os demais pilotos se ajoelhem em prol do movimento "Vidas negras importam" ("Black Lives Matter").

A crítica de Petrov foram feitas na semana que antecede o GP da Rússia, marcado para domingo. "Para mim essa camiseta foi demais, assim como quando ele pediu a todos que se ajoelhassem. É um questão pessoal que muda de adulto para adulto. Você tem o direito de falar nas redes sociais ou de dar entrevistas, mas acho que o governo dos Estados Unidos já está bem ciente desses problemas", disse Petrov, em entrevista ao site Championat.

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Piloto da Renault, Lotus Renault e Caterham entre os anos de 2010 e 2012, Petrov não considera o ambiente da Fórmula 1 propício para estes protestos. "Acho que metade dos espectadores nem sabia do que era a camisa até que foi explicado a eles. Digamos que um piloto admita ser gay, ele usará uma bandeira de arco-íris para incentivar todos a serem gays também? Acho que a FIA não vai mais permitir esse tipo de comportamento."

Na Rússia, qualquer atleta ou torcedor, gay ou defensor dos direitos dos mesmos (incluindo atletas e treinadores) podem ser presos por até 14 dias e, em seguida, expulsos do país, caso tenham atitude de divulgação do que é designado como "propaganda homossexual".

Segundo Petrov, existe um modo diferente de pensar na Rússia. "Temos uma mentalidade diferente e não temos os problemas de que Hamilton fala. Tem que haver respeito por todos", disse o ex-piloto, que defendeu o fato de o compatriota Daniil Kvyat não ter se ajoelhado nos protestos após a morte do negro George Floyd por um policial branco nos Estados Unidos em maio. "Os russos não se ajoelham por nenhum motivo, exceto diante de Deus e para propor à sua futura esposa."

Após vencer o GP da Toscana, sua sexta vitória na temporada, Hamilton usou uma camiseta que pedia a prisão dos policiais que mataram Breonna Taylor, uma jovem negra que foi baleada oito vezes em 13 de março, em Louisville, Kentucky, Estados Unidos. Dos três policiais envolvidos no caso, dois foram retirados das ruas e outro foi demitido.

A quentura foi grande na segunda etapa da Copa Nordeste Pará de Motocross, organizada pela Ds Sports. O evento foi durante todo o dia do último domingo (13), no Ct do Gordo, em Garrafão do Norte, município paraense.

Os pilotos, com sede de acelerar nas pistas, fizeram bonito e levaram fortes emoções ao público. Ao todo, 16 categorias competiram.

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Na categoria mirim, o brilhante Jeffersom Junior, número 51, fez bonito e levou o primeiro lugar.

Na MX1 e Nacional Pro deu Diego Hennig, o cavalo da equipe Açaí Vitanat, número 169, no lugar mais alto do pódio. "A corrida foi excelente. A pista também estava excelente. Só tenho a agradecer a minha equipe e ao Ct do Gordo", disse o piloto.

Edilsom Macedo, número 17, fez bonito na categoria MX Intermediária. O piloto acelerou e ultrapassou os companheiros de pistas até dominar a corrida e levar o primeiro lugar.

Wellington Duarte, número 216, também brilhou. O piloto subiu no lugar mais alto do pódio nas categorias Nacional Open e Nacional Intermediária.

Resultado geral

MX 1 

#169 Diego Henning 

#14 Matheus Lopes 

#51 Jeffersom Barreto 

#72 Igor Baptista 

#4 Jhonn Mayk 

MX 3

#7 Michel Celin 

#316 Naedson Cunha

#28 Josimar Ferreira 

#177 Alexandre Cabral 

#534 Vilson Pinto 

MX 4

#177 Alexandre Cabral 

#8 Eloilson Celin 

#534 Vilson Pinto 

#474 Edilson Cavalcante 

#11 Leulis Lima

MX 5

#69 Jose Humberto 

#111 Kerly Pessoa 

#25 Demoval Rezende 

#665 Pedro Abraão 

#9 Edno Alves 

MX INTER 

#17 Edilsom Macedo 

#21 Luiz Ricardo 

#97 Fabricio Oliveira 

#5 Gustavo Bezerra 

#93 Tiago Silva

MX ESTRE 

#7 Allan Estevam 

#57 Thiago Araujo 

#93 Tiago Silva 

#18 Arthur Gomes 

#47 Luiz Neto

NAC PRO

#169 Diego Henning 

#14 Matheus Lopes 

#4 Jhonn Mayk 

#25 Rodrigo Piana 

#72 Igor Baptista 

NAC OPEN 

#216 Wellington Duarte 

#316 Naedson Cunha 

#7 Michel Celin 

#28 Josimar Ferreira 

#11 Leulis Lima

NAC INTER 

#216 Wellington Duarte 

#47 Víctor Magalhaes 

#88 Luiz Furtado 

#114 Saulo Brito 

#07 Joao Victor 

NAC ESTRE 

#236 Wilton Jose 

#777 Ryan Oliveira 

#21 Thiago Lima 

#16 Harison Machado 

#17 Alisson Amorim 

INFANTIL

#18 Arthur Gomes 

#12 Arley Fortunato 

#228 Matheus Henrique 

#51 Jeffersom Junior 

# 4 Enzo Gabriel 

MIRIM 

#51 Jeffersom Junior 

#4 Enzo Gabriel 

#6 Manoel Joaquim

Por Rosiane Rodrigues.

O pernambucano Kiko Porto, de 17 anos, traçou um objetivo na carreira diferente dos demais pilotos da sua idade. Em vez de sonhar com a carreira europeia e a rota para chegar à Fórmula 1, o recifense escolheu seguir para o automobilismo americano. O sonho de correr em circuitos ovais, de disputar a Fórmula Indy e de repetir o sucesso de nomes como Tony Kanaan e Hélio Castroneves tem como um grande incentivador um dos grandes nomes do automobilismo brasileiro: Rubens Barrichello.

Kiko disputa neste ano a USF2000, categoria de acesso considerada nos Estados Unidos o antepenúltimo degrau antes de chegar à Fórmula Indy. Enquanto aguarda a possível oportunidade de nos próximos anos avançar para as disputas da Indy Pro e, por fim, a Indy Lights, o garoto de 17 anos concilia a rotina entre o Recife e Orlando, na Flórida, para onde costuma ir quando tem compromissos.

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Quando desembarca em Orlando, Kiko se torna hóspede de Rubens Barrichello. O recifense tem como melhor amigo e companheiro de equipe na USF2000 o filho mais velho de Rubinho, Eduardo, de 18 anos. Os dois garotos se conheceram em 2014. "O Dudu Barrichello é meu irmão do coração. E o Rubinho é um dos caras que mais admiro, me ajuda demais com dicas. Quando eu saio para jantar com eles, é um aprendizado. Tudo o que o Rubinho fala é uma fórmula secreta. Se você ouvir e aplicar o ensinamento, vai dar certo", disse Kiko ao Estadão.

O jovem piloto demonstrou ter assimilado bem todas essas instruções no início deste mês. Em corrida disputada no circuito misto de Indianápolis, Kiko conseguiu duas poles positions e três pódios nas três provas realizadas. E em uma das poles, bateu o recorde da pista. Mesmo sem ter disputado todas as etapas do campeonato, o pernambucano é o terceiro melhor entre os novatos.

A chegada de Kiko ao automobilismo americano foi em 2018, após ter iniciado no kart em 2011 com brincadeiras em pistas indoor do Recife. Títulos estaduais em Pernambuco e na Paraíba levaram o garoto a decidir apostar na carreira no exterior. Após analisar se era melhor ir para a Europa ou para os Estados Unidos, não restou muita dúvida. "O preço foi o principal motivo. Para correr na Europa e chegar à Fórmula 1, você pode ter de investir mais de R$ 40 milhões. Nos Estados Unidos além de ser mais barato, as equipes abrem mais as portas e valorizam mais os novatos", explicou.

Segundo as estimativas de Kiko, uma das grandes diferenças de preço entre correr nos Estados Unidos ou na Europa está no próximo passo dele após se destacar na categoria atual. Para disputar a IndyPro, o custo médio da temporada pode chegar a R$ 3 milhões. O degrau equivalente na Europa, a Fórmula 3, exigiria um aporte bem maior ao atingir até a R$ 10 milhões por um ano.

"Quando a gente é mais novo, só pensa na Fórmula 1. Mas quando se analisa melhor, tem muitas opções no mundo. Sou uma pessoa aberta. O que aparecer de oportunidade, vou agarrar", disse. "O nível nos Estados Unidos tem aumentado porque pelo preço tem vindo muito mais gente para cá. Por aqui você pode ser piloto da Indy, a segunda maior categoria do mundo, ou disputar outras também", comentou.

O preparo como piloto tem exigido empenho de Kiko para as atividades e até se ambientar com a condição de que o melhor amigo e filho do principal conselheiro pode ser um rival. "Teve uma corrida que na pista tive um toque com o Dudu. Na hora da disputa eu não posso pensar com quem estou disputando. Mas somos bem maduros e conseguimos separar. No fim de tudo a gente nem se lembrava disso depois. Ainda fomos jantar juntos com o Rubens depois de tudo isso", contou.

Maior ativista por causas sociais entre os pilotos que compõem o grid da Fórmula 1, o inglês Lewis Hamilton deu um aviso pelas redes sociais, nesta terça-feira, à Federação Internacional de Automobilismo (FIA, na sigla em francês) após ter sido informado que não será punido pela entidade, que afirmou no dia anterior que avaliaria impor restrições em manifestações futuras.

Antes e depois do GP da Toscana, no último domingo, no circuito de Mugello, na Itália, Hamilton vestiu uma camiseta com a seguinte mensagem: "Prendam os policiais que mataram Breonna Taylor". O inglês tem sido, desde o começo desta temporada de 2020, o artífice de protestos que mostram a sua posição contra o racismo, discriminação de todo o tipo, repressão policial e desigualdade social.

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"Bom dia, mundo. Torço que por onde estiverem, estejam se mantendo positivos em corpo e mente. Quero que saibam que não vou parar, não vou desistir de usar essa plataforma para iluminar o que acho correto. Eu gostaria de agradecer aqueles que continuam a me apoiar e demonstrar amor, sou muito grato. Mas essa é uma jornada em que todos temos que ir juntos para desafiar todos os tipos de injustiças cometidas no mundo, não apenas a racial. Nós podemos tornar esse um lugar melhor para nossas crianças a para as futuras gerações", publicou o piloto da Mercedes em sua conta no Instagram.

Seu protesto no último domingo vem do caso da americana Breonna Taylor, morta por oito tiros em março deste ano quando três policiais averiguavam uma suspeita de venda de substâncias controladas. Após troca de tiros, o namorado de Breonna, Kenneth Walker, ficou ferido. Posteriormente, buscas concluíram que nenhuma droga foi encontrada no local.

Em suas redes sociais e também na entrevista dada após a vitória em Mugello, a sua sexta no atual Mundial de Fórmula 1, Hamilton voltou a cobrar por justiça pela morte da paramédica, que também tem mobilizado outros atletas ao redor do mundo como um jogador da NFL (futebol americano) que chegou a ser preso em um protesto, a tenista japonesa Naomi Osaka, campeã do US Open no último sábado, e jogadores da NBA, a liga americana de basquete.

"Não é uma grande mudança. Você ainda está lutando contra a mesma coisa. Levei muito tempo para conseguir aquela camisa. Tenho vontade de vestir isso e chamar a atenção para o fato de que tem gente por aí sendo morta na rua. E então tem alguém que foi morta em sua própria casa, eles estavam na casa errada, e aqueles caras ainda estão andando livres. Não podemos descansar, temos de continuar a conscientizar sobre isso. Eu penso que ela é uma grande inspiração com o que ela fez com sua plataforma, então temos de continuar avançando nessa questão", finalizou Hamilton.

Na corrida mais caótica da atual temporada da Fórmula 1, com duas bandeiras vermelhas provocadas por acidentes, três largadas e oito abandonos, Lewis Hamilton se manteve fora dos tumultos e venceu o GP da Toscana neste domingo. O britânico largou mal, mas recuperou o primeiro lugar após a primeira relargada e manteve a ponta até o final.

O hexacampeão mundial obteve o seu 90º triunfo na Fórmula 1 e ficou a uma vitória de igualar o recorde do alemão Michael Schumacher. O líder do Mundial de Pilotos, agora ainda mais disparado, com 190 pontos, 55 a mais que o vice-líder Bottas, ampliou sua soberania na temporada ao ganhar a sexta corrida em nove disputadas em 2020. "Foi cansativo. Como se fossem três corridas em um dia", resumiu Hamilton. "É muito doido estar aqui e ter 90 vitórias", acrescentou.

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Valtteri Bottas, que assumiu o primeiro posto na largada, marcada pelo caos na segunda curva, perdeu a posição posteriormente e viu Hamilton disparar. Depois, na terceira largada, o finlandês vacilou e foi ultrapassado pelo australiano Daniel Ricciardo, da Renault. No entanto, o piloto da Mercedes recuperou a vice-liderança na volta seguinte.

No final, Bottas conseguiu reduzir a vantagem do companheiro de Mercedes na briga pela liderança, mas não o suficiente para vencer. O tailandês Alexander Albon, da Red Bull, cruzou a linha de chegada em terceiro e obteve seu primeiro pódio na categoria.

O resultado final foi diretamente influenciado por uma série de incidentes no circuito de Mugello. O primeiro deles envolveu Max Verstappen, que teve um problema de potência logo na saída, foi tocado na curva 2 e deixou a prova. Vencedor em Monza, o francês Pierre Gasly, da AlphaTauri, também abandonou no começo.

Na primeira relargada, após a qual Hamilton recuperou a ponta, houve novo acidente, que provocou os abandonos de Kevin Magnussen, Nicholas Latifi, Carlos Sainz Jr., Antonio Giovinazzi e Esteban Ocon, e forçou a primeira bandeira vermelha.

Mais tarde, o canadense Lance Stroll bateu forte após um problema em sua Racing Point. Com as barreiras de proteção destruídas, a corrida foi interrompida pela segunda vez. Na nova largada, Hamilton se manteve tranquilo em primeiro. Bottas perdeu terreno, mas reassumiu a vice-liderança logo na primeira curva.

Daniel Ricciardo acabou finalizando na quarta colocação, à frente do mexicano Sérgio Perez, da Racing Point. O jovem britânico Lando Norris, da McLaren, foi o sexto, e o russo Daniil Kvyat, da AlphaTauri, fechou em sétimo.

Em sua milésima corrida na história da Fórmula 1, a Ferrari conseguiu um resultado melhor em relação às provas anteriores. Em Mugello, sua casa, circuito que recebeu um GP pela primeira vez na categoria, a escuderia italiana viu o monegasco Charles Leclerc terminar na oitava colocação e o alemão Sebastian Vettel em décimo. Entre eles ficou o finlandês Kimi Raikkonen. O piloto da Alfa Romeo cruzou a linha de chegada em oitavo, mas foi punido com a perda de uma posição por uma irregularidade ao entrar nos boxes, e caiu para o nono lugar.

A Fórmula 1 dá uma pausa e retorna daqui a duas semanas, para o GP da Rússia, no circuito de Sochi. Será a décima etapa da temporada de 2020 da Fórmula 1.

Confira a classificação do GP da Toscana:

1°) Lewis Hamilton (ING/Mercedes), em 2h19min35s060

2º) Valtteri Bottas (FIN/Mercedes), a 4s880

3º) Alexander Albon (TAI/Red Bull), a 8s064

4º) Daniel Ricciardo (AUS/Renault), a 10s417

5º) Sergio Perez (MEX/Racing Point), a 15s650

6º) Lando Norris (ING/McLaren), a 18s883

7º) Daniil Kvyat (RUS/AlphaTauri), a 21s756

8º) Charles Leclerc (ALE/Ferrari), a 28s345

9º) Kimi Raikkonen (FIN/Alfa Romeo), a 29s770

10º) Sebastian Vettel (ALE/Ferrari), a 29s983

11º) George Russel (ING/Williams), a 32s404

12º) Romain Grosjean (FRA/Haas), a 42s036

Abandonaram a prova:

Nicholas Latifi (CAN/Williams)

Carlos Sainz Jr. (ESP/McLaren)

Pierre Gasly (FRA/AlphaTauri)

Antonio Giovinazzi (ITA/Alfa Romeo)

Max Verstappen (HOL/Red Bull)

Kevin Magnussen (DIN/Haas)

Esteban Ocon (FRA/Renault),

Lance Stroll (CAN/Racing Point)

Lewis Hamilton viu o companheiro de Mercedes, Valtteri Bottas, liderar todos os treinos livres para o GP da Toscana. No entanto, como de costume, o hexacampeão mundial foi dominante no momento mais importante, a sessão classificatória, e conquistou neste sábado a pole para a primeira corrida no circuito de Mugello na história da Fórmula 1.

Na primeira tentativa do Q3, Hamilton fez a melhor volta do fim de semana ao anotar o tempo de 1min15s144. Ele foi apenas 0s059 mais veloz que Bottas (1min15s203), que largará em segundo. O britânico conquistou a 95ª pole position na categoria e a sétima em nove possíveis nesta temporada, ampliando o seu domínio.

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"Essa pista é fenomenal e desafiadora. Eu tenho trabalhado duro nos bastidores para melhorar o meu traçado de corrida e o acerto do carro. Finalmente consegui a volta que precisava", celebrou o líder do Mundial de Pilotos.

Um dos que têm tentado ameaçar o domínio das Mercedes nesta temporada, o holandês Max Verstappen, da Red Bull, terminou a sessão em terceiro, com o tempo de 1min15s509, 0s365 mais lento que o pole Hamilton. Ele terá que recuperar terreno depois de abandonar a última prova em Monza e perder a vice-liderança do campeonato para Bottas.

O tailandês Alexander Albon, da Red Bull, foi o quarto, seguido por Charles Leclerc. O monegasco salvou a Ferrari de um novo vexame na classificação para o milésimo GP da escuderia italiana na história da Fórmula 1. O alemão Sebastian Vettel, porém, não conseguiu se classificar para o Q3 mais uma vez e vai largar somente em 14º no grid.

Os dois pilotos da Racing Point ficaram na sexta e sétima posições, com Sergio Pérez à frente de Lance Stroll, mas as posições serão invertidas no grid por conta de uma punição ao mexicano referente a um incidente com Kimi Raikkonen no segundo treino livre, na sexta-feira.

A Renault colocou o australiano Daniel Ricciardo em oitavo e o francês Esteban Ocon em décimo. Entre eles ficou o espanhol Carlos Sainz Jr., da McLaren. Ocon, aliás, rodou na parte final do treino e provocou o encerramento precoce do Q3, atrapalhando vários pilotos que tentavam uma última volta rápida.

A largada para o GP da Toscana, no circuito de Mugello, a nona etapa da temporada 2020 da Fórmula 1, está prevista para as 10h10 deste domingo.

Confira o grid de largada do GP da Toscana:

1º) Lewis Hamilton (GBR/Mercedes) - 1min15s144

2º) Valtteri Bottas (FIN/Mercedes) - 1min15s203

3º) Max Verstappen (HOL/Red Bull) - 1min15s509

4º) Alexander Albon (TAI/Red Bull)- 1min15s954

5º) Charles Leclerc (MON/Ferrari - 1min16s270

6º) Lance Stroll (CAN/Racing Point) - 1min16s356

7º) Sergio Perez (MEX/Racing Point) - 1min16s311*

8º) Daniel Ricciardo (AUS/Renault) - 1min16s543

9º) Carlos Sainz (ESP/McLaren) - 1min17s870

10º) Esteban Ocon (FRA/Renault) - Sem tempo no Q3

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11º) Lando Norris (GBR/McLaren) - 1min16s640

12º) Daniil Kvyat (RUS/Alphatauri) - 1min16s854

13º) Kimi Raikkonen (FIN/Alfa Romeo) - 1min16s854

14°) Sebastian Vettel (ALE/Ferrari) - 1min16s858

15º) Romain Grosjean (FRA/Haas) - 1min17s254

------------------------------------------------------

16º) Pierre Gasly (FRA/Alphatauri) - 1min17s125

17º) Antonio Giovinazzi (ITA/Alfa Romeo) - 1min17s220

18º) George Russell (GBR/Williams) - 1min17s232

19º) Nicholas Latifi (CAN/Williams) - 1min17s320

20º) Kevin Magnussen (DIN/Haas)- 1min17s348

*Punido com a perda de uma posição no grid

Depois de liderar as primeiras atividades para o GP da Toscana, o finlandês Valtteri Bottas manteve seu domínio neste sábado e também foi o mais rápido no terceiro treino livre no circuito de Mugello, na Itália. O piloto da Mercedes cravou 1min16s530 na sua melhor volta, mas foi seguido de perto por Max Verstappen e Lewis Hamilton.

A 16 minutos do fim da atividade, Bottas colocou um novo jogo de pneus macios e cravou a melhor marca da sessão e também o melhor tempo do fim de semana por larga margem. No entanto, seus concorrentes ficaram colados nele.

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O holandês da Red Bull chegou em segundo e foi somente 0s017 mais lento (1min16s547) que o líder. O hexacampeão mundial terminou em terceiro, a apenas 0s083 (1min16s613) do seu companheiro de Mercedes, o que indica que a disputa será equilibrada na Toscana.

A Racing Point teve mais uma boa performance e colocou seus dois pilotos na quarta e sexta colocações, com o canadense Lance Stroll (1min17s112) à frente do mexicano Sérgio Peres (1min17s341). Entre eles, no quinto lugar, apareceu o francês Pierre Gasly (1min17s226), vencedor da última prova em Monza.

A Ferrari, que comemora seu milésimo GP na história da Fórmula 1 dentro de casa, em um circuito inédito, teve como melhor posição no treino o sétimo lugar do monegasco Charles Leclerc. O alemão Sebastian Vettel foi somente o 18º. A escuderia italiana vive um drama e tem acumulado desempenhos e resultados desastrosos nas últimas corridas.

O tailandês Alexander Albon, da Red Bull, fez o oitavo melhor tempo, à frente do russo Daniil Kvyat, da AlphaTauri. O francês Romain Grosjean, da Haas, completou o grupo dos dez primeiros.

O terceiro treino livre transcorreu sem grandes problemas. O único registro foi o transtorno de George Russell, da Williams, que precisou voltar aos boxes bem lentamente devido a uma falha nos freios de seu carro, mas conseguiu chegar em segurança.

Os pilotos voltarão a acelerar em Mugello neste sábado com na sessão de classificação, que começará às 10 horas (horário de Brasília). A largada para o GP da Toscana será às 10h10 do domingo.

O grupo Disney confirmou nesta sexta-feira (11) que manteve os direitos de transmissão para exibir no canal FOX Sports as provas do Mundial de MotoGP. A presença do GP de San Marino na grade de programação deste domingo estava ameaçada porque anteriormente os direitos de exibição pertenciam ao consórcio Rio Motorsports. Segundo a Disney, a mudança se deu porque a dona anterior não havia cumprido com os termos previstos no contrato.

Pelo novo acordo, o grupo Disney assinou um vínculo com a categoria pelos próximos seis anos. A validade é imediata. Já neste fim de semana a empresa vai colocar nos canais FOX Sports os treinos, a corrida e a cobertura completa do GP de San Marino, realizado no circuito de Misano. É a sexta etapa da temporada de 2020.

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O modelo anterior de contrato de transmissão havia sido fechado pelo Rio Motorsports com a Dorna, empresa responsável pela categoria. O consórcio fechou a compra em março e, por sua vez, repassava à FOX Sports o direito de exibir as corridas. Essa operação garantiu a presença das cinco primeiras etapas na grade de programação, porém nas últimas semanas houve um impasse e a continuidade da transmissão ficou ameaçada.

Segundo o grupo Disney, o Rio Motorsports não cumpriu com termos do contrato. Por isso, para garantir a continuidade da transmissão da temporada, os executivos da emissora negociaram desta vez diretamente com a Dorna, sem intermediação de outro participante. O consórcio foi procurado pela reportagem para comentar o assunto, mas ainda não retornou o contato até a publicação deste texto.

O Rio Motorsports é a mesma empresa interessada em construir um novo autódromo em Deodoro, no Rio de Janeiro, para receber o GP do Brasil de Fórmula 1 nos próximos anos. O projeto é o de erguer uma complexo no valor de R$ 700 milhões. Após vencer a licitação, o empreendimento aguarda agora a emissão da licença ambiental para poder iniciar a obra.

Em sua nona etapa da temporada de 2020, a Fórmula 1 chega neste final de semana a uma pista que nunca foi utilizada pela categoria. Na corrida de número 1.000 da Ferrari na história, o circuito de Mugello recebe o GP da Toscana e todos os pilotos usaram a primeira sessão de treinos livres, nesta sexta-feira (11), para conhecer o traçado e fazer simulações de prova. Como acontece na maioria das vezes, a Mercedes foi a mais rápida com o finlandês Valtteri Bottas na frente.

Com a presença de público nas arquibancadas pela primeira vez na temporada, Bottas foi o mais rápido do primeiro treino livre e marcou 1min17s879, na melhor de suas 33 voltas. O holandês Max Verstappen, da Red Bull, que abandonou o GP da Itália no domingo passado, foi o segundo com tempo muito próximo ao do finlandês: somente 0s048 mais lento (1min17s927).

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Na casa da Ferrari, o monegasco Charles Leclerc conseguiu, ao menos nesta primeira sessão de treinos livres, dar uma alegria aos fãs da escuderia depois dos vexames na Bélgica e em Monza. A bordo da SF1000 com pintura retrô e com alusão a 1950, foi o terceiro colocado a 0s307 (1min18s186) de Bottas e à frente do líder do Mundial, o inglês Lewis Hamilton, que ficou em quarto com sua Mercedes (1min18s409).

Outro destaque foi o francês Pierre Gasly, da AlphaTauri. Em grande fase, o vencedor do GP da Itália foi o quinto mais rápido com 1min18s676. O compatriota Esteban Ocon, com a Renault, foi o sexto, à frente do russo Daniil Kvyat, também da AlphaTauri.

O britânico Lando Norris, que chegou até a liderar a sessão por alguns minutos, foi o oitavo com a McLaren, seguido pela Red Bull do tailandês Alexander Albon e a outra Renault, do australiano Daniel Ricciardo. O alemão Sebastian Vettel, de saída da Ferrari e já acertado com a Racing Point (que se chamará Aston Martin a partir de 2021) foi cerca de um segundo mais lento que Leclerc e ficou na 13.ª colocação.

Depois do GP da Itália ter recebido 250 convidados entre médicos e enfermeiros que trabalharam na linha de frente do combate à covid-19, o GP da Toscana é a primeira da temporada a ter público. Foram colocados três mil ingressos à venda para membros dos clubes da Ferrari e os presentes foram divididos entre as três arquibancadas descobertas da pista.

O segundo treino livre será disputado a partir das 10 horas (de Brasília) desta sexta-feira. No sábado, a sessão de classificação terá início às 10 horas. A largada do GP da Toscana está agendada para as 10h10 de domingo.

Para comemorar a sua milésima corrida na Fórmula 1, no circuito de Mugello, na Itália, pelo GP da Toscana, neste final de semana, a Ferrari apresentou uma nova pintura. O carro da escuderia agora aparece em um tom de vermelho mais escuro, cor utilizada em sua primeira corrida na categoria, no GP de Mônaco em 1950.

A cor do carro é apenas uma parte da comemoração. Os pilotos Charles Leclerc e Sebastian Vettel vão usar macacões personalizados. "O 1000.º Grande Prêmio da Scuderia Ferrari é um marco muito importante, portanto, teve que ser marcado de uma forma especial", disse Piero Ferrari, vice-presidente da Ferrari.

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"É por isso que decidimos usar uma pintura única nos carros para este evento, com os SF1000 indo para a pista do circuito de Mugello na Borgonha, vista pela primeira vez no 125 S, o primeiro carro de corrida a levar o nome Ferrari", complementou o filho do fundador da marca.

Vettel diz que será "uma grande honra" dirigir uma Ferrari no 1000.º GP da escuderia. "Será um prazer ainda maior comemorar este aniversário no circuito de Mugello e também porque, pela primeira vez nesta temporada, alguns espectadores poderão entrar nas arquibancadas", afirmou.

O piloto Wellington Garcia, vencedor do Campeonato Brasileiro de Motocross, esteve no Pará, no último final de semana, para ensinar os pilotos de Motocross a se aperfeiçoarem nas técnicas do esporte. As aulas foram no CT do Tatu, em Paragominas, sudeste paraense.

Em 2019, Wellington Garcia foi campeão brasileiro de Motocross na categoria MX Pró. O piloto, que se aposentou em 2016, correu ano passado só para brincar nas pistas, e acabou levando mais um pódio, somando 11 títulos no Campeonato Brasileiro, entre as categorias 65cc, 85cc, MX2 e MX1 e Nacional Pró.

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Gaudenio Toscano, piloto paraense que corre com o número 3, foi quem trouxe o piloto goiano para fazer o curso no Pará. Foi o primeiro curso ministrado por Wellington Garcia no Estado. “O que eu tento fazer no curso é orientar os pilotos para a segurança devida e ensinar como andar certo, porque quando a gente anda certo, a gente começa a andar mais rápido e sem fazer força. Quando fazemos muita força andando de moto é porque provavelmente estamos andando errado", explicou o Wellington Garcia.

O atleta também destacou que gosta de ensinar os pilotos porque acredita que ninguém é melhor que ninguém e que "Deus dá oportunidades para todos", mas tudo depende do comprometimento e esforço de cada um, destaca. “Quando eu comecei, as pessoas falavam para o meu pai que eu era ruim, que não tinha talento, mas eu sou a prova viva que a persistência supera o talento e eu acredito muito nisso. Meu propósito maior no curso é mostrar isso para os meninos”, disse o piloto.

Nilson Gusmão, dono da Traterra e proprietário do CT do Tatu, apelido usado por ele nas competições de Motocross, disse que o local já foi escolhido para vários cursos, mas que está em seus planos repetir o de Motocross com Wellington Garcia. “Às vezes o pai dá uma moto para o filho que não sabe andar corretamente e se machuca. Queremos incentivar o esporte de forma segura. Dificilmente alguém que pratica esporte vai para as drogas. Também muda a visão da vida”, detalhou o empresário, que ajuda e incentiva as crianças e adolescentes do Projeto Menino Feliz na prática esportiva.

O piloto também parabenizou a postura de Wellington Garcia. “Ele é muito simpático, sabe pilotar, é campeão brasileiro e também sabe passar as instruções. Sabemos que as crianças que estão no projeto Menino Feliz e que praticam esportes dificilmente vão fazer coisa errada, porque o esporte ensina e, inclusive, é antidepressivo, que é a doença do século”, disse Nilson Gusmão, que já teve o esporte como forte aliado para vencer a depressão.

O curso foi limitado a 15 pilotos, para que os participantes recebessem a atenção necessária. “O curso ensina as técnicas e é muito bom para pegar preparo”, afirmou Angelo Clayton, piloto de Benevides que corre com o número 313, e foi até Paragominas para participar das aulas. 

O público pode seguir o trabalho de Wellington Garcia no canal do YouTube: Wellington Garcia.

Por Rosiane Rodrigues.

 

Dois dias depois da última corrida - o GP da Itália, no circuito de Monza - com a participação da família Williams, que deixa a própria equipe de Fórmula 1 após a venda do time a um grupo de investidores americanos, a Williams Racing anunciou nesta terça-feira (8) que Simon Roberts vai ser o chefe de equipe interino durante este período de transição, após o anúncio da saída de Claire Williams do cargo de vice-diretora.

"A Williams tem o prazer de anunciar que Simon Roberts se tornará o chefe de equipe em exercício durante este período de transição. Simon se juntou à equipe no início deste ano como diretor administrativo, tendo funções técnicas, operacionais e de planejamento da Fórmula 1", anunciou a equipe inglesa em uma comunicado oficial emitido nesta terça-feira.

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Após mais de uma década trabalhando na indústria automotiva, Simon Roberts começou a sua carreira na Fórmula 1 no final de 2003, ingressando na McLaren como diretor de operações e gerente geral. Foi destacado para a Force India na temporada de 2009 e como COO, foi responsável por todas as operações da equipe desde o conceito até a pista. Em 2010, voltou para a McLaren como diretor de operações e membro de sua equipe executiva. Ele foi nomeado diretor de operações em 2017, com responsabilidade pelas operações de engenharia e fábrica", prosseguiu a nota.

O novo chefe de equipe da Williams falou sobre o seu novo desafio. "Estou muito contente de ser anunciado como chefe de equipe em exercício da Williams durante este período de transição. É um momento emocionante pela frente para a equipe, uma nova era para a Williams e da qual estou animado em fazer parte. Estou ansioso para o desafio que temos pela frente, pois buscamos levar a equipe de volta à frente do grid", comentou.

Apesar de ainda ser a segunda maior campeã da história da Fórmula 1, perdendo apenas para a Ferrari (16 a 8), a Williams amargou a vergonhosa lanterna das últimas duas temporadas e passou a ter grandes prejuízos financeiros.

O francês Pierre Gasly venceu sua primeira corrida na Fórmula 1 e foi o vencedor do Grande Prêmio da Itália neste domingo (6). O piloto da Alpha Tauri conquistou assim a segunda vitória da escuderia na pista italiana - a primeira foi com Sebastian Vettel , em 2008, ainda quando a equipe se chamava Toro Rosso.

Carlos Sainz, da McLaren, e Lance Stroll, da Racing Point, completaram o pódio.
    A corrida foi caótica a partir da volta 25, quando Charles Leclerc, da Ferrari, bateu forte e forçando a entrada do Safety Car. Nesse momento, a Mercedes chamou Lewis Hamilton para os boxes. No entanto, os boxes estavam fechados. O britânico, que liderava a corrida, foi punido com um stop and go de 10 segundos, caindo para a última posição.

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A corrida também foi interrompida por cerca de 30 minutos por causa de uma bandeira vermelha. Na retomada, com Hamilton cumprindo a punição, Gasly tomou a dianteira e resistiu à pressão de Sainz nas últimas voltas.

Hamilton terminou na sétima posição, e ainda mantém a liderança do campeonato de pilotos. Já a outra Ferrari, de Sebastian Vettel, abandonou na sexta volta por conta de um problema nos freios. 

Da Ansa

Em mais um fim de semana para esquecer, a Ferrari sequer conseguiu completar metade do Grande Prêmio da Itália, que está sendo disputado em Monza, neste domingo (6).

O alemão Sebastian Vettel abandonou logo na sexta volta, com um problema nos freios, e o monegasco Charles Leclerc bateu forte na volta 25 - das 53 disputadas no pista italiana. Após a colisão, a corrida foi suspensa pela bandeira vermelha para a retirada do carro da escuderia de Maranello.

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Com isso, após largar fora do top 10 com seus dois carros desde 2005, a equipe italiana terminou precocemente sua corrida de número 999 na categoria.

No próximo domingo (13), a Ferrari disputa sua corrida 1000 em Mugello, sua pista na Itália.

Da Ansa

O britânico Lewis Hamilton foi o mais rápido dos treinos classificatórios para o Grande Prêmio da Itália neste sábado (05), com o tempo de 1'18''887. De quebra, na sua sétima pole na pista italiana e a 94ª na carreira, o piloto da Mercedes bateu o recorde de volta mais rápida da história de Monza.

Na segunda posição, o companheiro de equipe de Hamilton, Valtteri Bottas, ficou a 0.069 da primeira colocação. Em terceiro, ficou Carlos Sainz, da McLaren.

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O treino foi marcado por mais um vexame da Ferrari, que não conseguiu passar com nenhum dos dois carros para o top 10 do treino, algo que não ocorria desde 2005. Charles Leclerc largará na 13ª posição e Sebastian Vettel da 17ª.

O GP da Itália será realizado em Monza neste domingo (06).

Da Ansa

O Grande Prêmio de Fórmula 1 deste semana, no reduto ferrarista de Monza na Itália, recebeu uma autorização por meio de decreto para que o evento receba até 300 pessoas. A decisão foi assinada pelo prefeito da Lombardia, Attilio Fontana, que explicou que a responsabilidade é dos organizadores da prova. 

Essa vai ser a primeira etapa do circuito mundial, que sofreu profundas alterações por conta da pandemia, que contará com a presença do público. ”Caberá aos organizadores não deixar o público se aglomerar e garantir o distanciamento do pessoal de pelo menos um metro, obedecendo às indicações da legislação em vigor", disse o prefeito. 

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Entretanto a decisão foi até certo ponto simbólica, isso porque só poderão entrar no circuito médicos e enfermeiros que estiveram na linha de frente de enfrentamento a Covid-19. Os treinos classificatório acontecem neste sábado (5) e a corrido no domingo (6).

As atividades de pista do GP da Itália, a oitava etapa da temporada de 2020 da Fórmula 1, começaram nesta sexta-feira(4)  da mesma maneira das corridas anteriores. Com a dobradinha da Mercedes, que neste primeiro treino livre teve o finlandês Valtteri Bottas como o mais rápido. Com o tempo de 1min20s703 na melhor de suas 28 voltas, ele ficou pouco à frente do inglês Lewis Hamilton, que cravou 1min20s948.

Já na casa de 1min21s, com mais de meio segundo atrás do hexacampeão mundial, ficou o tailandês Alexander Albon, da Red Bull, com 1min21s500. Desta vez foi melhor que seu companheiro de equipe, o holandês Max Verstappen, que ficou em quinto lugar com 1min21s641. Entre os dois, de forma surpreendente, apareceu o russo Daniil Kyviat, da AlphaTauri, com 1min21s555.

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Considerada a terceira força da Fórmula 1 neste momento, a Racing Point não andou bem nesta primeira sessão de treinos livres no circuito de Monza. O mexicano Sergio Pérez foi apenas o sétimo mais rápido, atrás do francês Pierre Gasly, outro com bom desempenho da AlphaTauri. Colega de time de Pérez, o canadense Lance Stroll foi 13.º colocado.

Na sequência, até o 10.º lugar, houve uma alternância entre carros da McLaren e da Renault. O inglês Lando Norris, da equipe inglesa, foi o oitavo, seguido pelo australiano Daniel Ricciardo, do time britânico. O espanhol Carlos Sainz Jr., companheiro de Norris, fechou o Top 10.

Já a Ferrari, que venceu no ano passado na Itália com Charles Leclerc, deu mais um vexame. Agora na própria casa. O monegasco ficou somente com a 11.ª posição e o alemão Sebastian Vettel, seu companheiro de equipe e tetracampeão mundial, conseguiu a façanha de ser o 19.º e penúltimo colocado entre os dois carros da Williams e a mais de 2,2 segundos de Bottas.

O segundo treino livre será disputado a partir das 10 horas (de Brasília) desta sexta-feira. No sábado, a sessão de classificação terá início às 10 horas. A largada do GP da Itália está agendada para as 10h10 de domingo.

O ator Caio Castro, de 31 anos, lançou nesta quinta-feira (3) a carreira como piloto. Conhecido pelos trabalhos em telenovelas da Rede Globo e também no cinema, ele estreia no ano que vem na Porsche Cup, categoria nacional que terá 12 corridas ao longo de 2021. Antes de iniciar a disputa da temporada, o ator cumprirá até o fim do ano o programa de desenvolvimento em pilotagem oferecido pela própria Porsche Cup.

"Eu sou um apaixonado por automobilismo e corro há tanto tempo, já passei por tantas competições e agora ser um piloto da Porsche Cup é incrível e uma motivação e tanto. Eu estou realmente muito feliz e animado para mais esse desafio na minha carreira de piloto", contou o ator. O primeiro contato dele com o equipamento da categoria foi em agosto, durante um teste. Na avaliação dos engenheiros da categoria, Castro teve um ótimo desempenho no comando de um carro da classe GT3 Cup.

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Apesar da estreia programada para a Porsche Cup, o ator acumula cerca de 10 anos de experiência no automobilismo. O primeiro contato dele com o esporte foi aos 19 anos. O currículo do ator e piloto tem provas pela Copa São Paulo, Campeonato Paulista de Kart e Rally dos Sertões. Castro também costuma frequentar como espectador provas da Stock Car e até da Fórmula 1.

No ano que vem, Castro vai disputar o campeonato na modalidade Sprint, que tem provas de 25 minutos. Existe a possibilidade dele integrar também o grid no Endurance, cujas provas são de longa duração e os pilotos se revezam no carro. Neste modalidade, a distância total percorrida em uma corrida chega a ser de 500 km.

Para continuar a se desenvolver no automobilismo, o ator e piloto vai participar de clínicas de pilotagem e treinos opcionais com os consultores da categoria. O objetivo é acumular quilometragem, conhecer as pistas do campeonato e aprimorar a parte técnica.

Segundo o promotor da Porsche Cup, Dener Pires, o ator demonstrou estar muito preparado para integrar o grid. "Caio fez um teste com nossos carros e foi muito bem em seu contato inicial com o Porsche. Além de mostrar uma abordagem extremamente profissional desde a chegada ao autódromo e interação com nossos mecânicos e engenheiros, teve um belo desempenho", contou.

Sebastian Vettel demonstrou, nesta quinta-feira, que não serão fáceis seus últimos momentos como piloto da Ferrari. O alemão afirmou que vai ser melhor disputar o GP da Itália sem público em sua última corrida pela equipe italiana em Monza.

"De certa forma, é melhor assim, mas não me interpretem mal, será triste não ter fãs em Monza. Será a primeira vez. Nos últimos anos, em todo o mundo, sempre fui surpreendido pelo carinho dos torcedores da Ferrari na Itália de uma forma especial. Acho que seria muito difícil correr vendo todas as pessoas te apoiando sabendo que é a última vez de vermelho. Nesse sentido, talvez seja um pouco melhor assim" - disse Vettel à publicação italiana "Sport Mediaset".

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Vettel vai deixar a Ferrari em um dos piores momentos da tradicional escuderia italiana, que no GP da Bélgica, domingo passado, obteve a pior colocação após de anos, ao ter ao final da prova o alemão em 13º e seu companheiro, o monegasco Charles Leclerc na 14ª posição.

Tetracampeão mundial de F-1 (2010, 2011, 2012 e 2013), Vettel, aos 33 anos, não terá seu contrato renovado com a Ferrari e não tem nada acertado para a próxima temporada. Em 13 anos de carreira na principal categoria do automobilismo, o alemão soma 53 vitórias, com 120 pódios, 57 pole positions e 38 voltas mais rápidas. A última vez que venceu uma corrida foi no GP de Singapura, no ano passado.

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