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Uma noite que tinha tudo para ser de pesadelo para o Los Angeles Clippers, terminou em enorme festa e inédita classificação à final da Conferência Oeste da NBA, no Staples Center. Após ir para o intervalo com 22 pontos atrás no placar, a equipe buscou virada incrível e fechou a série diante do Utah Jazz em 4 a 2, com 131 a 119 no placar.

Os tons dramáticos começaram com a confirmação da lesão do astro Kawhi Leonard. Seu sem principal jogador em quadra, o Utah foi logo dando as cartas no sexto jogo da série. Com o armador Donovan Mitchell acertando tudo, os visitantes abriram 72 a 50 no intervalo.

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A vantagem dos Jazz ainda subiu para 25 pontos assim que o terceiro período começou. Mas os Clippers tinham o ala Terance Mann em sua maior noite da carreira. O jovem de 24 jogou muito e foi decisivo para uma virada histórica.

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Com a pontaria em dia, o substituto de Leonard comandou dois quartos finais perfeitos para os donos da casa no Staples Center, em Los Angeles. Os Clippers arrasaram em duas parciais acima dos 40 pontos.

Os arremessos caiam de todo canto. Foram 14 bolas de três certeiras após o intervalo, um recorde na história de playoffs da NBA. Mann terminou como cestinha, ao lado do rival Mitchell, ambos com 39 pontos. Mas a festa foi somente no jovem, em noite mágica e inesquecível.

Com a bela vitória por 131 a 119, os Clippers deixam o líder geral da primeira fase pelo caminho e desafiam outro favorito pelo título do Oeste. Pela frente, o Phoenix Suns, de Chris Paul e Devin Booker, segundo melhor no geral da NBA. Começam a decisão neste domingo.

Confira os resultados desta sexta-feira:

Atlanta Hawks 99 x 104 Philadelphia 76ers

Los Angeles Clippers 131 x 119 Utah Jazz

Confira o jogo deste sábado:

Brooklyn Nets x Milwaukee Bucks

Confira os jogos deste domingo:

Philadelphia 76ers x Atlanta Hawks

Phoenix Suns x Los Angeles Clippers

De forma oficial, LeBron James é o novo camisa 6 do Los Angeles Lakers. Após rumores que circularam na semana passada, a franquia da Califórnia confirmou a mudança do número do atleta por meio de uma publicação nas redes sociais. O astro deixa a 23, uma homenagem a Michael Jordan, e volta com a numeração de seus tempos de Miami Heat, onde conquistou dois títulos da NBA em quatro temporadas.

A camisa 6 já será a utilizada no filme Space Jam: Um Novo Legado, previsto para estrear no dia 15 de julho nos cinemas brasileiros. E por mais que LeBron James ficará de fora dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, esse é o número que ele utiliza na seleção dos Estados Unidos desde o início de carreira. A escolha é uma forma de homenagear um outro ídolo seu: Julius Erving, conhecido como "Dr. J".

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LeBron James adotou a camisa 6 na NBA depois que o proibiram de utilizar a 23 no Heat. A razão é que a franquia aposentou o número por causa de Jordan, que nunca jogou pela equipe. No entanto, essa camisa seguia sendo utilizada por James nos treinos.

Há duas temporadas, com a chegada de Anthony Davis, LeBron James tentou trocar para sua nova numeração. Contudo, a Nike, fornecedora de material esportivo dele e da NBA, barrou a mudança, que traria prejuízo financeiro à marca. A ideia é que Davis ficasse com a 23, camisa que ele usou no New Orleans Pelicans por sete temporadas. Mas agora, mesmo com a mudança de James, o ala-pivô seguirá utilizando o número 3.

A mudança na camisa pode significar um recomeço na carreira de LeBron James. Isso porque em 18 temporadas na liga, o astro foi eliminado pela primeira vez em uma primeira rodada de playoffs neste ano, após ser derrotado pelo Phoenix Suns em seis jogos.

Desde a temporada 2018-2019, não se utiliza o número 6 nos Lakers. O último a usar essa camisa foi Lance Stephenson. Em temporadas anteriores, nomes como Jordan Clarkson e Eddie Jones a adotaram.

A seleção brasileira masculina de basquete está convocada para os treinos visando o Pré-Olímpico de Split, na Croácia. Nesta quarta-feira, de forma inovadora, a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) divulgou os convocados através de três vídeos com os ídolos Oscar Schmidt, Israel e Cadum ativando marcas parceiras do basquete brasileiro, com divulgação nas redes sociais.

O técnico croata Aleksandar Petrovic optou por 17 nomes, aguardando o armador Raulzinho e a definição dos playoffs da NBA com o Washington Wizards. A lista conta também com nomes jovens como Caio Pacheco, Yago e Georginho, além de jogadores que tiveram uma grande temporada, como Léo Meindl, Vitor Benite e Lucas Mariano.

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Anderson Varejão, Marquinhos, Alex Garcia e Marcelinho Huertas são os mais experientes da lista. Gui Santos e Didi Louzada estariam na lista de 17 nomes, mas pediram dispensa.

A seleção se apresenta no próximo dia 9, em São Paulo, quando viaja para a Polônia. Alguns dos atletas viajam direto dos Estados Unidos ou Europa. A preparação entre os dias 10 a 19 será no Aqua Zdroj Walbrzych Sport Center, na cidade de Walbrzych. No dia 20, segue para a cidade de Gliwice, onde nos dias 22 e 23 enfrenta a Polônia em amistosos.

O embarque para Split, local do Pré-Olímpico, acontece no dia 25. Pelos protocolos da Federação Internacional de Basquete (Fiba), a seleção desembarca na cidade com 14 atletas, que farão os testes PCR de covid-19. Desses, 12 jogam a competição que vale uma vaga em Tóquio-2020.

O Brasil estreia no Pré-Olímpico no dia 29 de junho diante da Tunísia, às 15 horas (de Brasília). E no dia 30 encara a Croácia, encerrando a primeira fase. Do outro lado da chave estão Rússia, Alemanha e México. Os dois primeiros de cada mini-grupo avançam para as semifinais. A decisão acontece no dia 4 de julho, em Split.

Confira a lista de convocados do Brasil para o pré-olímpico:

Armadores - Georginho (São Paulo), Marcelinho Huertas (Tenerife-ESP), Raulzinho (Washington Wizards-EUA), Rafa Luz (BC Neve'is-Optibet-LIT) e Yago (Flamengo)

Alas-Armadores - Caio Pacheco (Bahía Basket-ARG) e Vitor Benite (Burgos-ESP)

Alas - Alex Garcia (Bauru), Léo Meindl (Fuenlabrada-ESP) e Marquinhos (Flamengo)

Alas-pivôs - Bruno Caboclo (Limoges-FRA), Lucas Dias (SESI Franca) e Léo Demétrio (Flamengo)

Pivôs - Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers-EUA), Cristiano Felício (Chicago Bulls-EUA), Lucas Mariano (São Paulo) e Rafael Hettsheimeir (Flamengo)

Ex-jogador e ex campeão do mundo de Counter Strike, e atualmente um dos maiores streamers do planeta, Alexandre Gaules, em parceria inédita com a NBA, vai transmitir jogos dos Playoffs da liga norte americana na plataforma Twitch. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (31).

Será o primeiro canal na Twitch a transmitir jogos dos playoffs da NBA para todo território brasileiro. E o alcance promete ser grande, visto que, hoje, Gaulas é o segundo streamer mais assistido do mundo. 

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Já nesta quarta-feira (2), o primeiro jogo a ser transmitido começa às 20h30, com o duelo Atlanta Hawks x New York Knicks. Os Hawks lideram a série por 3-1 e se vencer eliminam a equipe de Nova Iorque e avançam para as semifinais da Conferência Leste. 

“Será uma nova experiência para mim e para a 'Tribo', mas vamos aprender juntos sobre este novo universo. Acredito que esta nova parceria tenha tudo para ser longa e duradoura”, disse Alexandre Gaules.

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O Boston Celtics está vivo na série diante do poderoso Brooklyn Nets. Em noite impecável de Jayson Tatum, cestinha com 50 pontos, a equipe diminuiu a vantagem do rival para 2 a 1 nos playoffs da NBA com vitória, de virada, por 125 a 119 pela Conferência Leste.

A partida no TD Garden começou com James Harden aceso. O jogador dos Nets foi logo anotando 10 pontos seguidos e assustando os donos da casa. O ala foi o cestinha dos visitantes, com 41 pontos. Kevin Durant anotou outros 39, mas a combinação para 80 pontos não foi suficiente para ofuscar a noite de Tatum.

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Depois de um primeiro quarto equilibrado e 33 a 32 no placar para o Boston, o ala-pivô iniciou seu show particular enfileirando cestas. Os donos da casa foram para o intervalo com 61 a 57, segurando o poderoso Brooklyn e com seu astro empolgado.

Após o descanso, Tatum voltou ainda mais preciso e chegou aos 40 pontos na partida em novo quarto excelente. Superou sua melhor marca num jogo de playoff, que era de 34 pontos. Ajudou os Celtics a abrir 12 de vantagem que seriam suficientes para evitar a reação no último período. Ele fecharia a partida com mais sete assistências e seis rebotes.

O armador Marcus Smart ainda deu ótima colaboração ao Boston Celtics nas bolas de três, acertando cinco de oito tiros. Fechou o jogo com 23 pontos. Além de seis assistências.

Clippers x Dallas

O Los Angeles Clippers foi outro time a desencantar nos playoffs da NBA na sexta-feira, também com virada. Depois de ficar 12 pontos de desvantagem, buscou a primeira vitória na série com 118 a 108. Ainda está atrás, com 2 a 1 para o time de Luka Doncic, cestinha do jogo com 44 pontos.

O armador esloveno foi bem, mas a festa foi de Kawhi Leonard na American Airlines Center. O ala marcou 36 pontos e ajudou os Clippers a fazerem um ótimo último quarto e deixar a série indefinida.

Confira os jogos de sexta-feira:

Dallas Mavericks 108 x 118 Los Angeles Clippers

Boston Celtics 125 x 119 Brooklyn Nets

Atlanta Hawks 105 x 94 New York Knicks

Confira os jogos de sábado:

Miami Heat x Milwaukee Bucks

Portland Trail Blazers x Denver Nuggets

Washington Wizards x Philadelphia 76ers

Memphis Grizzlies x Utah Jazz

O Pré-Olímpico masculino de basquete ainda nem começou e a seleção brasileira já conta com duas baixas importantes. Tratam-se de Didi Louzada, armador do New Orleans Pelicans, e o ala Gui Santos. Os atletas voltarão as atenções aos compromissos da NBA, como o Draft 2021. O técnico Aleksandar Petrovic não gostou nem um pouco das ausências.

Segundo comunicado oficial, Gui Santos pediu dispensa na manhã desta terça-feira pois irá viajar aos Estados Unidos para participar da noite de seleção de calouros da liga norte-americana. Ele fará um período de treinamentos e não poderá servir ao Brasil na competição pré-olímpica que acontece na Croácia entre os dias 29 de junho a 4 de julho e que dá ao campeão uma vaga nos Jogos de Tóquio-2020.

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Já o caso de Didi, como ela já está na NBA, seu pedido focou em se dedicar aos compromissos da pós-temporada estabelecidos pela franquia de New Orleans, que não está disputando os playoffs atualmente. Tanto Didi como Gui Santos estavam entre os 25 jogadores pré-selecionados por Petrovic para a disputa do torneio. O treinador croata reagiu ao pedido de dispensa dos dois atletas.

"A Seleção Brasileira vai ser forte em Split, mas pessoalmente estou profundamente magoado com as dispensas de Didi e Gui Santos!", escreveu o treinador em seu Twitter oficial.

Na competição, o Brasil terá pela frente adversários fortes, como Alemanha, Tunísia, Rússia, México e a própria Croácia, mandante do evento e país natal de Petrovic. Dentre os convocados pelo treinador estão nomes conhecidos como Anderson Varejão, Alex Garcia, Bruno Caboclo, Marquinhos, Marcelinho Huertas, Raulzinho e Vitor Benite. A estreia será no dia 29 de junho, diante da Tunísia.

Os organizadores da Copa América divulgaram nesta terça-feira a tabela da primeira fase da competição. A seleção brasileira feminina de basquete está no Grupo A e faz a sua estreia em 11 de junho diante de El Salvador. O horário ainda será confirmado pela organização do torneio que acontece em San Juan, capital de Porto Rico, e que vale quatro vagas no Pré-Mundial, em fevereiro de 2022.

A seleção comandada pelo técnico José Neto ainda faz mais três partidas na primeira fase. No dia 12 a adversária será a Colômbia, seguida pelo Canadá no dia 13 e pelas Ilhas Virgens no dia 14.

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Pelo regulamento, as quatro primeiras avançam para as quartas de final, quando haverá o cruzamento com as quatro primeiras do Grupo B. Quem vencer, estará classificada para as semifinais e também para o Pré-Mundial, com data em fevereiro de 2022, que definirá os times que vão para o Mundial da Austrália, no mesmo ano.

O Brasil se apresentou no último domingo, em um hotel na cidade de Itu (SP), e iniciou os treinamentos na segunda-feira, no Centro Esportivo João Luiz Guarda, na vizinha Salto. As atividades na cidade do interior paulista vão até o dia 6 de junho, quando a seleção viajará para Porto Rico para a competição. A preparação em Salto é uma parceria da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) com a Prefeitura Municipal.

O ex-jogador Charles Barkley, que brilhou nos anos 80 e 90 por Philadelphia 76ers e Phoenix Suns, mostrou-se nada surpreso com a falta de qualquer punição dada a LeBron James após o astro do Los Angeles Lakers ter aparecido em um evento público antes da partida contra o Golden State Warriors, na última quarta-feira, e ferir os protocolos de saúde da NBA.

Barkley falou abertamente que a liga "não tem culhão" para punir sua maior estrela. "Eu adoro o Adam Silver, que descanse em paz David Stern, melhor comissário nos esportes. A NBA não tem culhão para suspender LeBron James. Zero. Veja, hoje, quando li aquilo (falta de punição ao astro), eu só... às vezes você lê algo e só começa a rir", disse a lenda, comentarista há mais de 20 anos, em entrevista concedida ao programa Dunk Bait, do Yahoo Sports.

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Ainda sobre o ocorrido, Barkley continuou em outro momento. "Não tem nenhuma chance da NBA suspender LeBron James. Se fosse um Zé Ninguém, eles o colocariam dentro dos protocolos de saúde. Não tem a menor chance de LeBron ficar fora por causa dos protocolos. Quando li sobre aquilo, só comecei a rir", finalizou.

LeBron James jogou por 36 minutos na rodada de domingo e terminou com 18 pontos, 10 assistências e sete rebotes na derrota por 99 a 90 dos Lakers para o Phoenix Suns, no Arizona, no jogo 1 da série de primeira rodada dos playoffs da Conferência Oeste.

O astro dos Lakers atendeu a um evento promocional da tequila Lobos 1707, a qual tem participação societária, na última terça-feira. Evento que contou com as presenças de convidados ilustres como o ator Michael B. Jordan e o rapper Drake. Segundo informações, os convidados, para entrar no evento, precisavam de um teste negativo recente para covid-19 ou prova que haviam sido vacinados.

No sábado, a ESPN americana noticiou que a liga não puniria LeBron James, alegando que o astro violou os protocolos, porém que o evento não representava uma ameaça de disseminação do vírus. Entretanto, os Lakers foram notificados, ainda que isso não tenha tido efeito prático algum.

A final do Novo Basquete Brasil entre Flamengo e São Paulo que começa neste sábado, às 16h, no Maracanãzinho, com transmissão da ESPN, TV Cultura, DAZN e Twitch, coloca em lados opostos Gustavo de Conti e Cláudio Mortari, dois treinadores com currículo vencedor. A curiosidade é que o treinador da equipe rubro-negra, aos 41 anos, chega para sua quarta decisão consecutiva do NBB. Já o são-paulino, de 73, vai disputá-la pela primeira vez.

Gustavinho esteve na decisão por duas vezes com o Paulistano e repetiu o rendimento pelo Flamengo. O treinador conquistou o título das temporadas 2017/2018 e 2018/2019, na última edição completa do torneio. Já Mortari, apesar de ostentar cinco títulos nacionais na carreira (1977, 1978, 1979, 1983 e 1995), vai estrear em uma final de NBB.

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"O Cláudio é uma lenda. Um treinador veterano na idade, mas super atual na maneira de atuar na prática. É o treinador brasileiro mais vitorioso em atividade e, além de uma grande dificuldade, será uma grande honra pra mim poder enfrentá-lo. Somos amigos, conversamos bastante fora da quadra, mas agora será cada um lutando pelo seu lado e pelo título", afirmou Gustavinho.

Mortari retribuiu o elogio. "Será um duelo muito interessante. O Gustavinho foi meu atleta e é um jovem que tem feito um grande trabalho no comando de uma equipe muito forte. Creio que, com certeza, ele será o treinador da seleção brasileira em breve, porque faz um grande trabalho e é um técnico que já cresceu e vem crescendo muito ao longo dos tempos. Enfrentá-lo na final será uma sensação muito boa e um grande desafio."

O experiente treinador quer conquistar o título em sua primeira final de NBB, mas admite que estar nesta decisão já é um prêmio pelo trabalho realizado no São Paulo. Após terminar na terceira posição na fase regular, o time do Morumbi passou pelo rival Corinthians nas quartas de final (2 a 0) e desbancou o Minas Tênis Clube, que era favorito, na semifinal, por 3 a 0.

"É um desafio extremamente importante. O fato de chegar na final já é uma sensação muito boa e reconhecimento de um árduo trabalho, que foi bem feito. Apenas uma equipe será a campeã, mas isso não desvaloriza quem ficar com o segundo lugar. Foi uma grande competição e estar nesta decisão é algo muito bom e que vamos viver da forma mais intensa possível", afirmou Mortari.

Com mais lastro em finais de NBB, Gustavinho garante que o histórico recente não entra em quadra. O Flamengo, no entanto, ostenta 31 jogos de invencibilidade, incluindo NBB, Copa Super 8 e Champions League Américas. A última derrota foi para o Corinthians, por 83 a 69, no dia 29 de dezembro do ano passado. Além disso, todos os jogos da série melhor de cinco serão no Maracanãzinho, no Rio.

"É um número importante, que serve como motivação para seguir em frente, mas infelizmente eles não entram na quadra. Há que se construir todo o caminho para a vitória e para o título novamente, com muito treino, muito planejamento e muito trabalho, independentemente de quantas vezes se tenha chegado à final ou ganhado o título", comentou Gustavinho.

Para o treinador do Flamengo, o segredo para derrotar o São Paulo está na defesa. A final coincidemente reúne os dois melhores ataques do NBB, com média de 89,1 pontos por jogo. As duas equipes também lideram em arremessos de três pontos, com vantagem para o time (13,2 contra 11,6).

"O São Paulo é um grande time, com ótimos jogadores e os resultados da temporada demonstram isso. É muito difícil sempre jogar contra eles e dessa vez não será diferente. Temos de botar o nosso foco na defesa, que creio que será o melhor caminho para tentar vencer", comentou Gustavinho.

O fato de ter de jogar na casa do adversário não intimida Mortari. Por causa dos protocolos de combate à covid-19, os confrontos serão todos no Maracanãzinho, assim como aconteceu nas duas séries semifinais. "O que determina o vencedor é quem tem mais tranquilidade, determinação, inteligência de jogo e paciência. Playoff é uma competição diferente. São jogos seguidos, que você não sabe a reação da equipe após um resultado, seja ele positivo ou negativo, e tempos pouco tempo de recuperação. Eles terão a vantagem de jogar na casa deles, mas não creio que seja algo tão vantajoso neste momento."

INÉDITO - O encontro na final entre duas equipes com ligação com o futebol acontece pela primeira vez na história do NBB. A última vez que isso ocorreu foi pré-NBB, entre Vasco e Flamengo, em 2000. Naquela oportunidade, Mortari era o técnico do time rubro-negro que tinha Oscar Schmidt e foi superado na decisão pelo rival, que era comandado por Hélio Rubens.

"É importante a manutenção do time do Flamengo e a criação do São Paulo. Isso dá maior força e visibilidade ao campeonato. Torcedores que, talvez não tivessem tanto interesse no esporte, passam a olhar de uma outra forma e todo mundo ganha com isso. O clube passa a ser ainda mais visto, o torcedor ganha uma nova experiência e o esporte cresce ainda mais. Isso motiva bastante e espero que mais times apareçam nos próximos campeonatos", analisou Mortari.

"Acho que não sei relacionar os times de camisa com a final do NBB, mas, sem dúvidas, será uma atração à parte nessa reta final de competição. São dois clubes com muitos torcedores, que arrastam muitas paixões, e que com certeza acompanharão seus times de perto na decisão", completou Gustavinho.

A segunda partida da final do NBB entre Flamengo e São Paulo está agendada para segunda-feira, dia 24, às 20h. O terceiro jogo será em 27 de março, às 18h30.

A NBA divulgou na noite de quinta-feira os finalistas dos prêmios individuais da temporada 2020-2021. Na disputa pelo prêmio com maior expectativa por todos, o de melhor jogador, o MVP ficará entre os três favoritos: o pivô sérvio Nikola Jokic (Denver Nuggets), o armador Stephen Curry (Golden State Warriors) e o pivô camaronês Joel Embiid (Philadelphia 76ers).

Pelo prêmio de melhor defensor da temporada estão Ben Simmons (Philadelphia 76ers), Rudy Gobert (Utah Jazz) e Draymond Green (Golden State Warriors). Tyrese Haliburton (Sacramento Kings) se junta aos favoritos LaMelo Ball (Charlotte Hornets) e Anthony Edwards (Minnesota Timberwolves) na busca de ser o jogador defensivo do ano.

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Derrick Rose (New York Knicks), Jordan Clarkson (Utah Jazz) e Joe Ingles (Utah Jazz) são os concorrentes a sexto homem do ano. Julius Randle (New York Knicks) é considerado favorito ao "Most Improved Player", dado ao jogador que mais evoluiu de uma temporada para a outra. Serão seus concorrentes Jerami Grant (Detroit Pistons) e Michael Porter Jr. (Denver Nuggets).

Para fechar as principais premiações, Tom Thibodeau (New York Knicks), Monty Williams (Phoenix Suns) e Quin Snyder (Utah Jazz) concorrem ao prêmio de técnico da temporada.

Uma das promessas do basquete nacional, Didi Louzada participou de uma videoconferência com jornalistas. O ala contou como foram seus anos na Austrália, o processo de adaptação à NBA e a seleção brasileira, entre outras coisas. Draftado na 35.ª posição em 2019, chegou somente agora na maior liga do mundo. Tinha seus direitos ligados ao New Orleans Pelicans, mas só foi requisitado nesta temporada e se apresentou para os três últimos jogos da temporada. Sua estreia aconteceu na último dia 12, contra o Dallas Mavericks, e ele contou como que foi essa experiência.

"Eu estava um pouco nervoso, assim como todo jogador que vai fazer sua estreia na NBA. Estava com um frio na barriga antes de entrar na quadra. Quando ele (técnico Stan Van Gundy) me chamou, disse 'vai lá e pega o Luka Doncic'. Fiquei muito honrado por marcar um dos melhores jogadores da liga, isso não tem preço", declarou Didi.

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Sobre os seus anos na Austrália, o novo camisa 0 dos Pelicans contou sobre o seu processo de evolução e coisas que aprendeu jogando no país da Oceania. Falou que os dois anos no Sydney Kings também foram importantes para ele crescer como atleta.

"Os dois anos que eu estive na Austrália foram os dois anos mais importantes na minha carreira como jogador e na minha vida. Aprendi bastante por lá. Desenvolvi mais o meu jogo defensivo por lá e o meu 'ball-handling' (controle de bola). Preciso continuar melhorando muito, mas nesses dois aspectos a passagem por lá me ajudou muito", destacou o brasileiro.

Outro assunto falado por Didi foram as diferenças entre as ligas. Começando pela brasileira, passando pela Austrália até chegar na NBA. Para ele, a velocidade do jogo é o que mais muda entre esses torneios.

"Sempre tem diferença entre as ligas. No Brasil, o jogo era mais fechado, mais tático. Na Austrália eu senti um pouco quando cheguei porque o jogo já era mais rápido, além de ainda ser muito tático. Mas o que eu mais senti quando cheguei na NBA foi a velocidade do jogo, que é maior do que no Brasil, na Austrália ou do que qualquer outro lugar, além de ser muito mais espaçoso. Então você sempre tem que estar atenTo, na defesa e no ataque para ver o que vai fazer. Em questão de segundos as coisas se resolvem", comentou.

Por fim, Didi falou sobre a seleção brasileira e a Olimpíada de Tóquio-2020. O Brasil ainda irá disputar o Pré-Olímpico em Split, na Croácia. Dentro da pré-lista de 25 jogadores do técnico croata Aleksandar Petrovic, ele falou sobre sua relação com a equipe nacional e o que espera para esse desafio, embora não saiba se será liberado para o torneio.

"Comecei com a seleção em 2015, em um Sul-Americano na Venezuela, e desde então vim numa crescente muito alta. Depois, na sub-21, tivemos um encontro com o Petrovic e ele falou que estava observando alguns jogadores jovens. Agora, estou feliz por estar pré-convocado, mas não sei. Preciso conversar com os Pelicans, ainda não tive tempo de respirar, mas espero resolver tudo nas próximas semanas", finalizou.

A história foi escrita na rodada de segunda-feira (10) da NBA. Russell Westbrook superou Oscar Robertson e se tornou o jogador com o maior número de "triple-doubles" (dois dígitos em três fundamentos) na liga. Agora são 182 contra 181 do lendário armador que defendeu Cincinnati Royals e Milwaukee Bucks em um total de 14 temporadas.

O armador do Washington Wizards terminou o jogo diante do Atlanta Hawks (derrota por 125 a 124, em Atlanta) com 28 pontos, 13 rebotes e 21 assistências. O recorde durava mais de 47 anos. O último "triple-double" de Oscar Robertson havia sido no dia 24 de março de 1974. Agora 10 de maio de 2021 será lembrado por muito tempo.

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A derrota por um ponto justamente por causa de um arremesso errado de Westbrook no estouro do cronômetro não pode diminuir em nada o tamanho da façanha do jogador. O armador atingiu o feito quando o relógio apontava oito minutos e 33 segundos para o final do último período. O rebote defensivo foi aplaudido de pé pelos torcedores (poucos ainda por causa da pandemia do novo coronavírus) do adversário, já que o jogo era na State Farm Arena, em Atlanta. Ele ainda teve o nome gritado no ginásio.

Com os números que construiu até o momento, o armador dos Wizards pode até zerar em pontos, assistências e rebotes nos últimos jogos que vai fechar mais uma temporada regular com um "triple-double" de média. Será o quinto ano consecutivo que Westbrook alcança esta façanha.

Oscar Robertson conseguiu isso apenas uma vez, na temporada 1961/1962, pelo Cincinnati Royals. Naquela oportunidade, o lendário jogador registrou médias de 30,8 pontos, 12,5 rebotes e 11,4 assistências.

NO OESTE - Em San Francisco, o Golden State Warriors venceu o Utah Jazz por 119 a 116 e engatou uma série de três vitórias seguidas. Mais uma vez Stephen Curry comandou a vitória com 36 pontos, dois roubos de bola e seis assistências. Jordan Poole (20 pontos) e Draymond Green (12 pontos e 10 assistências) também tiveram bons números pelo time da casa.

No lado do Jazz, Jordan Clarkson (41 pontos e sete rebotes), Bogdan Bogdanovic (27 pontos e dois roubos de bola) e Rudy Gobert (10 pontos e 16 rebotes) apresentaram boa performance.

Mesmo com a derrota, o time de Salt Lake City manteve a liderança da Conferência Oeste com 50 vitórias em 69 jogos. Já os Warriors, agora com 36 triunfos em 69 partidas, seguem na oitava colocação, garantidos ao menos no torneio "play-in" (fase anterior aos playoffs).

Confira a rodada de segunda-feira da NBA:

Atlanta Hawks 125 x 124 Washington Wizards

Cleveland Cavaliers 102 x 111 Indiana Pacers

Memphis Grizzlies 115 x 110 New Orleans Pelicans

San Antonio Spurs 146 x 125 Milwaukee Bucks

Golden State Warriors 119 x 116 Utah Jazz

Portland Trail Blazers 140 x 129 Houston Rockets

Confira a rodada de terça-feira da NBA:

Charlotte Hornets x Denver Nuggets

Detroit Pistons x Minnesota Timberwolves

Boston Celtics x Miami Heat

Toronto Raptors x Los Angeles Clippers

Indiana Pacers x Philadelphia 76ers

Chicago Bulls x Brooklyn Nets

Memphis Grizzlies x Dallas Mavericks

Milwaukee Bucks x Orlando Magic

Golden State Warriors x Phoenix Suns

Sacramento Kings x Oklahoma City Thunder

Los Angeles Lakers x New York Knicks

Atual campeão, o Los Angeles Lakers apostará tudo no retorno do astro LeBron James, no começo da semana, para evitar o vexame de ter de disputar o play-in, ou repescagem, da NBA. Nesta sexta-feira, a equipe perdeu novamente, se 'consolidando' na sétima colocação e, portanto, fora da zona de classificação da Conferência Oeste. O atual campeão caiu por 106 a 101 diante do Portland Trail Blazers, na Moda Center Arena, em Portland.

Os Lakers entraram em quadra na rodada de sexta-feira disputando posição com o Portland. No confronto direto, podia subir para quinto caso vencesse e o outro concorrente na conferência, o Dallas Mavericks, perdesse. Tudo deu errado. Caiu por 106 a 101 e ainda lamentou a vitória dos texanos sobre o Cleveland Cavaliers por 110 a 90.

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Com sua 30ª derrota na temporada, o atual campeão agora fica com uma vitória a menos que o Portland e a duas do Dallas, restando somente cinco rodadas para o fim da fase de classificação (37, 38 e 39 respectivamente). Já não alcança o Denver Nuggets, que ganhou 44 vezes e se consolida na quarta posição.

O armador Damian Lillard foi o grande nome da vitória dos Blazers, com 38 pontos e sete assistências. Anthony Davis foi o cestinha dos Lakers, com 36 pontos e 12 rebotes. Fez bela partida, mas sentiu a falta enorme de LeBron.

Foi a quinta derrota dos Lakers nos últimos seis jogos, o que o fez despencar na classificação. Com LeBron, espera desencantar em sua reta final de jogos contra Phoenix Suns, New York Knicks, Houston Rockets, Indiana Pacers e New Orleans Pelicans. O astro, porém, ainda não deve enfrentar os Spurs. Teria quatro partidas para ajudar o time a evitar o vexame.

Hoje, os Lakers enfrentariam o San Antonio Spurs no play-in, que mudou em relação à temporada passada, na qual oitavo e nono se enfrentavam caso a diferença entre ambos fossem de 3 vitórias. Na atual edição serão quatro times na repescagem de cada conferência, com 7° encarando o 10° e 8° enfrentando o 9°.

Confira a rodada de sexta-feira da NBA:

Philadelphia 76ers 109 x 107 New Orleans Pelicans

Chicago Bulls 121 x 99 Boston Celtics

Charlotte Hornets 122 x 112 Orlando Magic

Miami Heat 121 x 112 Minnesota Timberwolves

Milwaukee Bucks 141 x 133 Houston Rockets

Dallas Mavericks 110 x 90 Cleveland Cavaliers

Utah Jazz 127 x 120 Denver Nuggets

Phoenix Suns 128 x 105 New York Knicks

Portland Trail Blazers 106 x 101 Los Angeles Lakers

Sacramento Kings104 x 113 Santo Antonio Spurs

Confira a rodada de sábado da NBA:

Indiana Pacers x Washington Wizards

Philadelphia 76ers x Detroit Pistons

Toronto Raptors x Memphis Grizzlies

Denver Nuggets x Brooklyn Nets

Golden State Warriors x Oklahoma City Thunder

Portland Trail Blazers x San Antonio Spurs

Utah Jazz x Houston Rockets

Anderson Varejão poderá integrar o time do Cleveland Cavaliers, que enfrenta, nesta quarta-feira, o Portland Trail Blazers em rodada da NBA. O pivô, de 38 anos, assinou contrato para esta temporada e 'volta para casa' após cinco anos.

"Por mais de uma década, tive o privilégio de vestir dourado e vinho (as cores do Cleveland) e jogar para os fãs que sempre me inspiraram a dar o melhor de mim em cada jogo, em cada noite. Estou muito feliz em poder vestir a camisa dos Cavaliers novamente e reviver as lembranças de defender esta cidade e franquia que eu tanto amo", disse o capixaba, dono de 4.905 pontos, 4.839 rebotes, 747 assistências e 436 tocos em 12 temporadas e meia pela equipe de Cleveland.

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Com 2,11 metros de altura, Varejão foi campeão da NBA em 2017, duas vezes campeão da Conferência Leste pelos Cavs (2015 e 2007), tornando-se um dos grandes ídolos da história da equipe, tendo sido homenageado diversas vezes pela organização, inclusive, com três edições da 'Noite das Perucas' (Wig Night).

"Sou muito grato por essa oportunidade e pelo amor e apoio de minha esposa, Stacy, e da minha filha, Serenee", afirmou Anderson, que atuou pelos Cavs entre 2004 e 2016. Em números de temporada regular, Anderson é o oitavo jogador com mais jogos pelos Cavs, o oitavo em tocos e em roubos de bola, e o sexto em número total de rebotes (o quarto em ofensivos e o sétimo em defensivos).

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O comissário da NBA, Adam Silver, assegurou em entrevista ao site da revista americana Time, que mais de 70% dos jogadores da liga receberam ao menos a primeira dose da vacina contra a covid-19. Este argumento foi levado em consideração para negar qualquer possibilidade de uma nova "bolha" durante os playoffs, que terão início em 22 de maio.

Por mais que a organização não obrigue os jogadores a se vacinarem, a adesão deles ao imunizante tem sido satisfatória. "Nós só conseguimos solicitar a vacinação se houver um consenso com o governo, mas não temos planos de ir atrás disso. Vemos que nosso papel é encorajar que eles se imunizem e também demonstrar que os atletas receberão alguns benefícios nossos", explicou o executivo.

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Os protocolos da liga para as franquias que têm pelo menos 85% dos atletas e da comissão totalmente vacinados são mais brandos. Essas pessoas podem se reunir com familiares durante as viagens, ir a restaurantes, dependendo das regras locais, e confraternizar até com colegas de equipe em situações que isso não era permitido.

Para a organização, a situação da pandemia do novo coronavírus nos Estados Unidos permite uma flexibilidade maior. "Nós já temos torcida em 90% das arenas e vemos nossos casos caírem significativamente. Não há muitas entidades, provavelmente no mundo todo, que fazem tantos testes como nós. Então temos estatísticas muito seguras. E esses dados sugerem uma real razão para o otimismo", afirmou o comissário.

Somando todos esses fatores, Silver destaca que a possibilidade de uma nova "bolha" é algo distante. "Eu acho extremamente improvável a esse ponto que faremos uma nova bolha para as finais ou playoffs". Mas ressalta que a NBA está atenta a uma possível piora da pandemia. "Nós sempre estamos de olho nas variantes. É isso que os nossos estão um pouco preocupados também".

Entretanto, ele reconhece que seu trabalho está passível de críticas. Nesta temporada, muitas medidas da NBA na prevenção da covid-19 foram questionadas. "Tem muita coisa que eu poderia ter feito diferente. Não sei nem por onde começar", comentou. Um dos temas mais criticados foi a realização do All-Star Game em Atlanta. LeBron James, astro do Los Angeles Lakers, definiu a existência do evento como um "tapa na cara".

Didi Louzada é jogador do New Orleans Pelicans. O brasileiro de 21 anos assinou contrato nesta terça-feira com a franquia até o fim da temporada 2021-2022 e será o 18º brasileiro na história a jogar na NBA.

Selecionado no Draft de 2019 pelo Atlanta Hawks na 35ª posição - envolvido em negociação com os Pelicans na mesma noite -, Didi ficou duas temporadas no Sydney Kings (Austrália) e agora se junta imediatamente ao grupo e já está à disposição do técnico Stan Van Gundy para a disputa das últimas partidas da temporada regular.

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Nos Pelicans, o ala vai usar o número zero às costas e reencontrar ex-companheiros de Summer League e Draft, como Zion Williamson (número 1), Jaxson Hayes (8ª escolha) e Nickeil Alexander-Walker (17ª escolha).

"Estou muito feliz em assinar com os Pelicans, é um momento importante, muito especial na minha carreira. É um sonho realizado que não é só meu, mas da minha família, da minha mãe, que nunca me deixou desistir, e sempre tive o apoio dos fãs, dos meus agentes para chegar até aqui", afirmou Didi.

"Tenho muito a agradecer pelos dois anos maravilhosos em Sydney, foi um período muito importante para a minha evolução, para o meu amadurecimento e aprimorar o meu jogo, para me deixar mais preparado, mais pronto para a NBA. Estou empolgado e ansioso pela minha estreia, sei que a minha hora vai chegar e vou poder contribuir com a equipe. Agora eu quero fazer história aqui em New Orleans", completou.

Os Pelicans ocupam a 11ª posição na Conferência Oeste (27 vitórias e 34 derrotas), na briga por uma vaga nos Playoffs.

O Brasil está classificado para a Copa América (AmeriCup) de basquete feminino, que será disputada entre os dias 11 e 19 de junho, em Porto Rico. A seleção, contudo, não disputará o Sul-Americano. A Confederação Sul-Americana de Basquetebol (Consubasquet) confirmou a realização o torneio da América do Sul entre os dias 10 e 16 de maio, em Cali, na Colômbia, mas, por questões sanitárias ligadas à pandemia da covid-19, o time brasileiro segue proibido de ingressar em solo colombiano, como já havia acontecido na janela das Eliminatórias da Copa América masculina.

Em comunicado divulgado nesta terça-feira, a Consubasquet informou à Fiba Américas que "apesar dos esforços da Federação anfitriã, a afiliada Confederação Brasileira de Basketball se classificará diretamente para a AmeriCup pelo ranking, tendo em conta a impossibilidade de seu ingresso à Colômbia por motivos inerentes à covid-19".

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"Estávamos prontos para jogar o Sul-Americano. Queríamos buscar nossa classificação dentro de quadra. Com planejamento pronto da comissão técnica e de todo o departamento. E com todos os rígidos protocolos da FIBA para a pandemia da covid-19. Mas temos que respeitar a posição da Colômbia e pelo ranking, por liderarmos e por esportivamente não termos qualquer medida a tomar, vamos à AmeriCup diretamente e tenho certeza que faremos bonito em Porto Rico", disse o presidente da CBB, Guy Peixoto.

O Brasil lidera o ranking sul-americano de seleções. O Sul-Americano distribui quatro vagas para a próxima Copa América, que terá 10 países. Com a classificação imediata do Brasil, restam agora três vagas em jogo. A competição das Américas também já conta com Porto Rico, Ilhas Virgens, República Dominicana, El Salvador, Canadá, Estados Unidos e agora o Brasil.

O torneio será jogada em San Juan, no Coliseo Roberto Clemente, e é o primeiro passo da jornada de classificação das seleções femininas para o Mundial de 2022, na Austrália.

O esporte brasileiro perdeu nesta terça-feira mais uma figura para a covid-19. Ruth Roberta de Souza, campeã mundial de basquete feminino em 1994, morreu às 6h30 da manhã aos 52 anos na cidade natal de Três Lagoas (MS). Após passar um mês internada e até apresentar melhoras, ela não resistiu. A notícia foi confirmada pela Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e pela família, através de uma sobrinha que vinha atualizando suas redes sociais com informações sobre o quadro de saúde.

"É com pesar que Nely e Rubens informam o falecimento da minha irmã Ruth Roberta de Souza, hoje, às 6h30 da manhã. Agradecemos às orações, agora ela descansou", escreveu a sobrinha.

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Ruth fez parte de uma das gerações mais vitoriosas do basquete feminino brasileiro. Ao lado de jogadoras como Paula e Hortência, foi campeã do Pan-Americano de Havana, em 1991, quando a equipe bateu na final a anfitriã Cuba e recebeu as medalhas no pódio diretamente do presidente do país, Fidel Castro. Anos mais tarde, em 1994, viria o maior título da carreira de todas essas atletas.

Na Austrália, a seleção feminina derrotou os Estados Unidos na semifinal e superou a China na decisão para ficar com o título do Mundial. A pivô participou dessa campanha e também da primeira participação olímpica da equipe, nos Jogos de Barcelona, na Espanha, em 1992. Após deixar as quadras, Ruth virou treinadora de equipes em Três Lagoas e participava com frequência de eventos promovidos pela CBB.

Vice-presidente da entidade, Paula Gonçalves, a Magic Paula, lamentou a morte da ex-companheira de quadra. "Perdi uma amiga, com uma história de vida de muitos desafios, mais jamais perdeu sua doçura e sempre com seu jeito humilde e eficiente na convivência em grupo. Dia muito triste para mim. Ruth fazia parte da minha família e sempre recebida com carinho, como merecia. Que ela faça esta passagem com muita luz", disse a dirigente.

A caminho da cidade de Memphis, no Tennessee, a delegação do Utah Jazz, time com a melhor campanha geral da NBA neste momento, foi surpreendida com um incidente no voo na terça-feira e por pouco sua partida contra o Memphis Grizzlies teve que ser adiada. Um bando de pássaros atingiu a turbina esquerda do avião Boeing 757 durante a decolagem em Sal Lake City. Foi só um susto, ninguém se machucou.

A turbina foi desligada por precaução e após poucos minutos no ar, a aeronave teve que voltar ao aeroporto internacional de Salt Lake City para um pouso de emergência. Uma fonte de dentro da franquia disse que ouviu um estouro e um clarão saindo da turbina. A parte de baixo da cabine ficou manchada com sangue, mas não se sabe o quanto o avião foi danificado.

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O porta-voz do Jazz se manifestou sobre o ocorrido. "Todo mundo ficou abalado, mas está tudo bem". Este pode ter sido o motivo pelo qual o armador Donovan Mitchell pediu licença da equipe para a partida em Memphis por razões pessoais.

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Sem outros desfalques até o momento, o Utah Jazz enfrenta o Memphis Grizzlies nesta quarta-feira. Depois de várias horas, a companhia aérea Delta Airlines conseguiu uma nova aeronave e os atletas embarcaram para o Tennessee. Pelo Twitter, Mitchell e vários atletas agradeceram por terem conseguido aterrissar com segurança.

Com 35 vitórias e 11 derrotas, o Utah Jazz lidera a Conferência Oeste e toda a NBA. A equipe venceu suas últimas seis partidas e não perde desde o dia 8 de março, quando não superou o Washington Wizards, na capital dos Estados Unidos.

O astro histórico da NBA Earvin "Magic" Johnson recebeu a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus nesta quarta-feira, aos 61 anos. O ex-pivô fez questão de mostrar aos seus seguidores nas redes sociais o momento em que o chefe do Corpo de Bombeiros de Los Angeles, Ralph Terrazas, fez a aplicação em seu braço

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"Hoje recebi minha primeira dose da vacina Pfizer contra covid-19. Estou muito animado por ter dado um dos passos finais para proteger a mim e minha família", escreveu Magic, em seu Instagram, que agradeceu o prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti, "por garantir que haja postos de vacinação por toda a cidade, especialmente nas comunidades afro-americanas e latinas".

O ex-jogador recebeu a primeira dose ao lado de dois famosos amigos: Arsenio Hall, de 65 anos, personagem principal da franquia "Um príncipe em Nova York", e Danny Trejo, de 76, conhecido pelas atuações na série de filmes de ação "Machete".

Eles foram imunizados com vacinas de diferentes fornecedores. Magic recebeu a da Pfizer, enquanto que Hall foi picado com a dose única da Johnson & Johnson. Trejo ganhou a vacina da Moderna. Ambos incentivaram a vacinação na região sul de Los Angeles, que possui um dos menores índices de imunização da cidade. Apenas 4% da população foi vacinada na região até agora.

"Estou muito feliz por estar aqui com Danny e meu amigo de 40 anos Arsenio Hall para tomar a vacina porque é importante", disse Magic, bem humorado. "Tenho feito tudo da maneira certa, usando minha máscara, limpando as mãos o tempo todo, tenho feito o teste de covid-19 a cada duas semanas. O mais importante agora é tomar essa vacina e relaxar minha mente. Fiz todas as minhas pesquisas e deveres de casa, consultei meus médicos e eles disseram que isso é o que eu deveria fazer", acrescentou o ex-jogador, que oficializou no passado, no início dos anos 90, ser portador de HIV.

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