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Longe das quadras de basquete desde 9 de setembro do ano passado, quando defendeu o Brasil no jogo com os Estados Unidos pelo Mundial da China, o pivô Anderson Varejão vê o futuro incerto aos 37 anos por causa do novo coronavírus, mas, em entrevista exclusiva ao Estadão, afirmou que deseja jogar pelo menos mais um ano.

Neste momento, o jogador está se dedicando aos cuidados da filha Serenee, que nasceu no dia 8 de abril, em meio à pandemia da Covid-19, em Cleveland, nos Estados Unidos. O período afastado do basquete foi uma opção de Varejão para não perder nenhum momento da gravidez de Stacy, sua mulher.

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"Tenho vontade de jogar, sim, mais um ano", afirmou o pivô, que recebeu ter recebido diversas ofertas, inclusive da NBA, após o excelente desempenho no Mundial da China. No torneio conquistado pela Espanha, Varejão registrou médias de 10 pontos, sete rebotes e 1,8 assistências.

Confira abaixo os principais trechos da entrevista:

Como tem sido sua rotina agora na função de pai?

Estou vivendo algo que nunca imaginei... É especial, maravilhoso, me preparei muito para ser pai, quis estar com a minha mulher ao longo de toda a gravidez para estar perto quando a minha filha nascesse. Tudo é novo, a pessoa tem de ser pai para entender o que é viver isso, cada dia é uma surpresa e estou aproveitando cada minuto ao lado delas.

Como foi lidar com o nascimento dela em meio à pandemia da Covid-19?

Já estávamos mais em casa antes mesmo do início da pandemia aqui nos Estados Unidos. Mas, claro, era diferente. Nos últimos meses, com o isolamento social, a rotina mudou, especialmente no que diz respeito aos cuidados nas saídas à rua, nas consultas médicas, com compras de supermercado, etc... Tudo correu bem, estamos bem, em casa e torcendo para que tudo isso passe logo.

O Estado de Ohio, onde fica Cleveland, tem atualmente quase 32 mil casos e se aproxima de 2 mil mortes pela Covid-19... Como avalia o atual cenário?

Estamos vivendo um momento muito delicado, muito grave e precisamos entender, ter consciência de que precisamos seguir as orientações das autoridades e seguir com os cuidados. Infelizmente, o mundo inteiro está sofrendo com a pandemia, é triste demais, tantas mortes, tantas vítimas, aqui nos EUA, no Brasil, no mundo todo... Resta torcer para que isso seja controlado e que seja encontrada uma vacina o mais breve possível para conter o vírus.

Em quanto tempo acredita que uma rotina normal pode ser retomada?

Não sei se podemos chamar de rotina nem de normal o que vem pela frente. Ninguém sabe. Acho que as nossas vidas vão mudar bastante a partir de agora, não apenas no dia a dia, na prática, mas também em termos de reflexões, de pensamentos e valores.

De fora, como vê o momento no Brasil nesta pandemia? Tem conversado com familiares?

Tenho, sim, sempre estou conversando com a minha família e meus amigos, meus pais são do grupo de risco, muitos conhecidos também são. É triste acompanhar as notícias, ver a velocidade e a letalidade do vírus, ver quantas vidas estão sendo perdidas.

Como está sua rotina de treinos? Tem conseguido se exercitar?

Estava mantendo uma rotina de treinos aqui, me mantendo ativo, fazendo um pouco de quadra e parte física. Mas, com a pandemia, com o isolamento social, estou em casa há mais de dois meses, fazendo o que posso em termos de parte física dentro de casa.

É possível, nesta altura, pensar em um retorno ao basquete?

Nesse momento a única coisa que importa é que possamos passar bem por essa pandemia. A saúde de todos é a prioridade.

Antes da paralisação geral das ligas, você havia recebido alguma proposta?

Sim. Tive propostas do Brasil, da Ásia, da Europa e da NBA. Fiquei feliz, claro, mas havia feito uma opção de estar ao lado da minha mulher para acompanhar o nascimento da minha filha. E fiz a escolha de coração, por entender o quanto é especial esse momento. Não sei o que vai acontecer agora, tenho vontade de jogar, sim, mais um ano, mas vamos ver.

Como viu o cancelamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio?

Foi a decisão mais acertada, não poderia ser diferente. O tempo mostrou isso. Se havia uma dúvida no começo do ano, sobre o quão grave era a situação, hoje vemos que foi feito o que era certo.

Tem conversado com o Petrovic? A sua intenção é ficar à disposição para o Pré-Olímpico do ano que vem?

Estamos sempre conversando. Tenho uma relação muito boa com o Petrovic. Eu estava me preparando para o Pré-Olímpico até que veio a pandemia. Vamos ver como as coisas vão caminhar.

Como vê esta discussão sobre o possível retomada da NBA?

Tenho lido bastante sobre isso, visto as notícias que saem, e vejo que a NBA está monitorando a situação da pandemia, está cautelosa em voltar e em como voltar. E precisa ser assim. Se for para retornar, que seja de maneira prudente, sem pressa, tudo precisa ser bem calculado, bem avaliado, a saúde de todos está em primeiro lugar.

Imagino que viu 'The Last Dance'... É possível traçar qualquer comparação de Michael Jordan com LeBron James, que foi seu companheiro por tantos anos?

Não consegui assistir ainda... Sou um dos poucos que ainda não viu o documentário, mas os meus dias, mesmo dentro de casa, estão bastante ocupados com a minha filha. De tudo que eu li e ouvi, do que entendi que era o Michael Jordan, as personalidades são diferentes. LeBron não tem, ou não tinha isso na época do Cavs, quando convivi com ele. Ele cobrava, buscava conversar com os companheiros, mas não era tão agressivo quanto Jordan parece ser no documentário. Eram épocas diferentes também. Vou ter uma ideia melhor depois de assistir.

Os onze clubes que fazem parte do Comitê Executivo da Euroliga decidiram, nesta segunda-feira, cancelar a temporada da competição e também da Eurocopa por causa da pandemia do coronavírus. O anúncio foi feito nas redes sociais.

Durante a reunião feita por teleconferência ficou decidido também que a próxima temporada da Euroliga começará em 1.º de outubro, enquanto a Eurocopa em 30 de setembro.

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Entre as razões apresentadas para o cancelamento está a preocupação com a saúde dos jogadores, torcedores e treinadores, por causa da evolução da covid-19 nos diferentes países onde se disputam a Euroliga e Eurocopa.

A Euroliga reconhece que as restrições de viagens para alguns países europeus "não garante que todas as equipes possam se deslocar seus jogos e que um período de treinamento de menos de três semanas pode causar "um risco aumentado de lesão" para os jogadores.

A entidade agradeceu as "muitas cidades e regiões europeias que se ofereceram para ser sede das fases finais das competições. "Sem dúvida, foi a decisão mais difícil que tivemos que tomar em nossos vinte anos de história. Por razões fora do nosso controle, fomos forçados a cancelar umas das temporadas mais emocionantes", afirmou o CEO da Euroliga, Jordi Bertomeu.

"Obviamente, tínhamos muitas motivações para continuar a temporada 2019-20, mas em uma situação excepcional, tivemos que colocar a saúde das pessoas à frente de qualquer outro interesse pessoal", acrescentou Bertomeu, que afirmou estar orgulhoso "dos clubes e de seus donos" pela coragem em suas decisões e sua contribuição generosa em um momento tão difícil."

Patrick Ewing, um dos melhores pivôs da história da NBA, anunciou nesta sexta-feira (22) que testou positivo para o novo coronavírus. O ex-jogador, que atualmente comanda a equipe masculina de basquete da Universidade de Georgetown, está internado e revelou a notícia aos fãs por meio da sua conta no Twitter.

"Quero compartilhar que testei positivo para a Covid-19. Esse vírus é grave e não deve ser subestimado. Quero dizer a todos que se mantenham seguros e cuidem de si e dos seus entes queridos. Vou ficar bem e todos sairemos dessa", escreveu Ewing.

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Em nota, a Universidade de Georgetown afirmou que o ex-jogador está "sob cuidados e isolado em um hospital" e ele é o único membro do programa de basquete masculino da unidade de ensino que testou positivo para o coronavírus.

Ewing jogou grande parte da sua carreira no New York Knicks - foram 15 temporadas defendendo a equipe. Ele também tem passagens pelo Seattle Supersonics e Orlando Magic. Entre as maiores conquistas do astro estão as medalhas de ouro olímpicas dos Jogos de Los Angeles, em 1984, e de Barcelona, em 1992. A sua aposentadoria se deu em 2012.

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Apesar da grande repercussão positiva em torno do documentário "The Last Dance", que envolve a perseguição de Michael Jordan ao último título da NBA com o Chicago Bulls, a produção também tem seus críticos. Antigo colega do astro, Horace Grant chamou o ex-atleta de mentiroso em entrevista à ESPN. 

Grant, que fazia parte daquele elenco, questionou a afirmação de Jordan sobre uso de drogas por parte dele: “Para que mencionar isso? O que tem a ver com isso? Se queres dizer que alguém usa drogas, é ele mesmo". 

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Segundo Grant, o documentário cortou partes em que houve críticas a Michael Jordan e o chamou de rancoroso: "Se você diz algo sobre ele, vão cortar do documentário. Foi feito para destruir os outros personagens". O ex atleta ainda intimou Jordan dizendo que resolveria a situação com ele, "se ele quisesse".

A Federação Internacional de Basquete (FIBA) definiu nesta quinta-feira (14) as novas datas para a realização do torneio pré-olímpico masculino para as olimpíadas de Tóquio adiadas para 2021 por conta do Covid-19.

A competição que garantirá vaga para quatro seleções será realizada do dia 29 de junho ao dia de julho de 2021. As olimpíadas que aconteceriam nesta ano foram adiadas e acontecem de 23 julho 2021 á 8 de agosto.

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O Brasil jogará contra a Croácia em Split, além de Alemanha, Rússia, México e Tunísia. OUtra sede será em Belgrado na Sérvia. República Dominicana,  Nova Zelândia, Sérvia, Porto Rico, Itália e Senegal, completam o grupo. 

Grécia, Uruguai, República Tcheca e Turquia visitarão a cidade de Vitória no Canadá. Coreia do Sul, Venezuela, Polônia, Eslovênia e Angola, terão sedes na Lituânia. 

China e Espanha tem vaga garantida assim como Argentina, Austrália, França, Irã e Nigéria.

A Federação Internacional de Basquete (Fiba) anunciou nesta segunda-feira (11) as datas para a próxima edição do Mundial Masculino, que será realizada em 2023 em três sedes: Indonésia, Japão e Filipinas. Após aprovação dos países-sede e de seu Conselho Central, a entidade divulgou o cronograma de sua principal competição, que ocorrerá de 25 de agosto a 10 de setembro, além de anunciar o lançamento do site oficial do evento, que atualizará os principais acontecimentos da organização.

O Mundial de 2023 será o primeiro da Fiba na história com sede compartilhada. Os três países dividirão os jogos da primeira fase, enquanto que a fase final será realizada em Manila, capital das Filipinas.

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Assim como aconteceu no ano passado na China, o Mundial de 2023 contará com a participação de 32 seleções. O processo qualificatório incluirá seis janelas de jogos dentro de um período de 15 meses, a começar em novembro de 2021 e terminando em fevereiro de 2023.

Alguns confrontos que valem como eliminatórios para o Mundial já foram realizadas no início deste ano como os Pré-Qualificatórios Europeus, que darão quatro vagas ao torneio final continental. Seguindo o mesmo modelo, haverá um Pré-Qualificatório das Américas no final deste ano, que dará quatro vagas às Eliminatórias.

A última edição do Mundial viu a Espanha ser campeã ao bater a Argentina na grande decisão. Os Estados Unidos, que sempre chegam como favoritos, realizaram a pior campanha de sua história, amargando um sétimo lugar. O Brasil terminou na 13.ª colocação e garantiu vaga no Pré-Olímpico Mundial, que acontecerá em junho do próximo ano.

Os jogadores da NBA começam a voltar lentamente à rotina que levavam antes da pandemia do novo coronavírus. A liga permitiu o retorno das atividades das franquias cujas cidades sofreram relaxamento na quarentena. Porém, ainda com muitos hábito diferentes por conta do distanciamento social para evitar o contágio do vírus.

Kevin Love, ala-pivô do Cleveland Cavaliers, falou com a ESPN americana sobre a retomada das atividades. Ele contou que realizou seu tradicional percurso de 20 minutos da sua casa até as instalações da equipe, com a habitual neve se acumulando no para-brisa do carro. Mas disse que desta vez está tudo diferente.

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"Este foi o mais longe que eu já fui sem arremessar uma bola de basquete", disse Love. "Então, eu não me importo. Eu apenas quero praticar alguns chutes". Os Cavs foram um dos primeiros times da NBA a retomar as atividades, mas apenas com treinos individuais e respeitando os protocolos de segurança e saúde.

Love revelou que antes de entrar no centro de treinamento dos Cavaliers foi testado para ver se suas condições estavam boas. "Nos perguntaram algumas coisas", afirmou o jogador. "Como estava me sentindo, se alguém estava doente em minha casa, se eu estive doente, se nós basicamente seguimos a todos os protocolos de isolamento em um só lugar, não só os da NBA, mas também os de estado para estado".

Cinco vezes all-star da NBA, Love também teve sua temperatura corporal medida e armazenada. Qualquer pessoa que tivesse com temperatura alta não teria acesso às instalações. Uma vez lá dentro, cada atleta teve sua metade de quadra para trabalhar com um preparador físico, vestindo máscara e luvas, fazendo acompanhamentos de passe e pegando rebotes.

"Luvas de látex fazem nossas mãos suarem de um jeito que eu nunca vi!", contou um dos assistentes dos Cavs à reportagem. "Definitivamente demorou um pouco para me acostumar com as luvas, mas definitivamente é a melhor técnica para agora se você pensar bem".

"Isso vai mudar o jeito - pelo menos num futuro próximo - de não apenas nós interagimos, mas também como vivemos diariamente. Então, pra mim, foi estranho? Claro", declarou Love. "Eu tive Dan Geriot (assistente técnico dos Cavs) na minha cesta e ele pegando os rebotes e me passando a bola munido de máscara e luvas. É simplesmente estranho".

O Portland Trail Blazers foi outro time que abriu suas portas nesta sexta-feira para receber nove dos seus 11 jogadores, que atualmente moram nos arredores da cidade de Oregon. Todos eles revezaram o tempo dentro de quadra, sem contato uns com os outros.

O pivô grego Giannis Antetokounmpo, um dos astros da NBA, sofreu na quinta-feira a invasão de sua conta no Twitter, onde foram publicadas mensagens racistas e ofensivas a outros jogadores, segundo denúncia do próprio jogador e sua equipe. "Fui hackeado e a situação está sendo investigada. Os tuítes e posts foram extremamente inadequados e estou decepcionado e angustiado de que alguém dissesse essas coisas terríveis", disse.

Giannis Antetokounmpo publicou esta mensagem horas depois de eliminar uma série de publicações em sua conta no Twitter que incluíam comentários racistas e obscenos, alguns deles dirigidos a colegas de equipe e a outros jogadores como LeBron James e inclusive o falecido Kobe Bryant.

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Uma das mensagens dizia que Giannis Antetokounmpo havia contraído o novo coronavírus e outro anunciava que iria fechar contrato com o Golden State Warriors. "As contas das redes sociais de Giannis Antetokounmpo foram hackeadas esta tarde e foram eliminadas. Uma investigação está sendo feita", informou o Milwaukee Bucks em sua conta no Twitter.

O jogador grego, por sua vez, pediu desculpas aos jogadores mencionados nas mensagens, entre eles LeBron James, Stephen Curry e seu colega dos Bucks Khris Middleton, e sobretudo à família de Kobe Bryant, falecido em janeiro em um acidente de helicóptero.

"Sinto-me especialmente mal pela família Bryant. Durante este tempo de dor não deve ser submetida a este tipo de negatividade e mau comportamento", afirmou Giannis Antetokounmpo, que no momento da suspensão da temporada da NBA pelo coronavírus tinha a sua equipe líder da Conferência Leste e da classificação geral.

A companheira do jogador, Mariah Danae Riddlesprigger, e seu irmão, Kostas Antetokounmpo, declararam em suas redes sociais que Giannis também sofreu invasão em suas contas bancárias e de e-mail.

A temporada 2019/2020 do Novo Basquete Brasil (NBB) está encerrada. Em assembleia geral realizada via videoconferência nesta segunda-feira, os clubes decidiram de forma unânime pelo cancelamento do torneio, sem apontar um campeão, por causa da pandemia do novo coronavírus.

Mesmo contando com um projeto que poderia viabilizar o retorno da competição nos próximos meses, os times não tiveram segurança em relação ao controle da pandemia no Brasil e o aspecto da saúde dos profissionais envolvidos foi determinante na decisão. A crise econômica mundial também contribuiu para que o NBB fosse cancelado.

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"Nós fomos até o estouro do cronômetro. Ouvimos todos os personagens que fazem do NBB uma das competições mais admiradas do Brasil. Sentamos semanalmente com todos os clubes, atletas, técnicos, árbitros, patrocinadores, parceiros de mídia, e criamos um projeto para retomar a competição. É triste ter que encerrar a temporada e não queríamos isso, mas saímos dessa experiência convictos que fizemos tudo o que foi possível", afirmou o presidente interino da Liga Nacional de Basquete (LNB), Nilo Guimarães.

A LNB informou que nas últimas duas semanas os clubes avaliaram o projeto realizado pela equipe multidisciplinar, que foi formada para buscar algumas alternativas para retomar o NBB. O material continha um estudo de todos os procedimentos médicos necessários e recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), além da avaliação financeira, estrutural e de logística para execução dos jogos de playoffs.

Dividido em três fases, o projeto incluía as avaliações físicas dos atletas na volta aos treinos, todo o período de treinamento e o recomeço da competição. Esse processo era previsto para durar cerca de 40 dias. A testagem de todos os profissionais envolvidos na retomada do NBB também estava no projeto em diversas etapas da programação, com um total de 2 mil testes.

"Se nós vivêssemos num país que estivesse mais avançado em relação à pandemia, poderíamos cravar hoje o retorno do NBB. O relatório realizado pela equipe multidisciplinar foi muito bem preparado e teria viabilidade para execução. Porém, nesse momento, o Brasil ainda não apresentou evoluções e não é possível seguir com o processo agora", afirmou Diego Gadelha, diretor médico da Unifacisa e integrante da equipe multidisciplinar.

Outra informação importante definida pelos clubes na assembleia geral é que a classificação final da fase regular da temporada 2019/2020 do NBB será mantida para definir apenas quais equipes irão representar o Brasil nas competições internacionais na próxima temporada. Tanto a Champions League Américas quanto a Liga Sul-Americana ainda não definiram seus regulamentos para a definição oficial de quantos times brasileiros serão convidados para cada disputa.

"Infelizmente, o momento atual não é favorável a uma possível volta. Hoje, não temos certeza de segurança aos atletas, técnicos, árbitros e funcionários da liga para poderem trabalhar com tranquilidade", afirmou Guilherme Teichmann, pivô do Corinthians e presidente da Associação de Atletas Profissionais de Basquete. "Não conseguimos voltar agora, mas temos certeza de que, juntos e com essa conversa aberta entre todas as frentes, vamos superar esse momento e voltar para as quadras quando for possível", completou.

A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) deu um passo importante para se aproximar ainda mais dos fãs da modalidade. A entidade fechou parceira com a Fanbase Network e lança esta semana a primeira etapa de um grande projeto de transformação: o Basquete Brasil Digital.

Basta o interessado acessar o site www.basquete.fanbase.com.br e se cadastrar de forma gratuita. A iniciativa é pioneira no Brasil entre as confederações olímpicas e traz uma mudança de paradigma no relacionamento da CBB com o público da modalidade.

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A intenção é colocar o fã do basquete no centro de toda visão estratégica da CBB, seguindo modelos das principais federações, confederações, clubes e entidades esportivas em todo o mundo. "Uma pesquisa recente do Ibope Repucom indicou que existem 40 milhões de simpatizantes de basquete no Brasil. Queremos conhecer essas pessoas, estreitar nossos laços e entender o que o podemos fazer por elas", afirmou o presidente da CBB Guy Peixoto, ao site oficial da entidade.

"Ninguém tem a capacidade de se comunicar com a comunidade do basquete no Brasil como a seleção brasileira. Isso é muito valioso e este projeto nos oferecerá as ferramentas para fazermos isso da melhor forma, criando produtos, serviços e conteúdos adequados e customizados para grupos distintos de pessoas", completou.

A primeira fase do CBB Digital é o lançamento de um grande Censo do Basquete. No futuro próximo, os fãs inscritos concorrerão a prêmios e terão descontos em produtos e ações ligadas ao basquete e à seleção brasileira.

"O objetivo dessa primeira etapa é mostrarmos a força do nosso esporte no Brasil. Fazemos um apelo para todos que gostam de basquete participarem. Queremos criar uma grande comunidade e mostrar que o Basquete é gigante no Brasil! Nossa meta é ter a participação de pelo menos 200 mil fãs de basquete na primeira fase da campanha", explicou Guy.

A Fanbase Network é uma plataforma de transformação digital para entidades esportivas, que oferece uma solução integrada e compartilhada de tecnologia, inteligência de dados e operação que permite a Clubes, Federações e Ligas potencializar a forma como se relacionam com sua comunidade e torcedores.

Em sua 17.ª temporada na NBA e uma das suas melhores performances, LeBron James certamente está enfrentando um dos momentos mais difíceis da sua carreira. Isso porque a pandemia do novo coronavírus interrompeu o campeonato de basquete dos Estados Unidos, justo em um momento que o Los Angeles Lakers estava no topo da Conferência Oeste e era o dono da segunda melhor campanha no geral, atrás apenas do Milwaukee Bucks.

Os playoffs da NBA deveriam ter começado neste sábado não fosse a pandemia da covid-19. Visto que o isolamento social interferiu diretamente o rendimento dos jogadores, LeBron James admitiu que não seria para ele um bom final de temporada se os times não tiverem a chance de concluir a competição, mas reconhece esta possibilidade.

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Em entrevista à revista Sports Illustrated, o camisa 23 dos Lakers considera a ideia de não haver um fim para a temporada vigente, uma de suas melhores na carreira. "Eu não acho que eu vou ter condições de ter nenhum desfechou se não tivermos a oportunidade de terminar esta temporada", declarou.

O Los Angeles Lakers era dono dos holofotes da NBA até cinco semanas atrás, com LeBron James sendo cogitado para o título de MVP do ano, prêmio dado ao jogador mais valioso da liga. Porém, no dia 11 de março, o pivô Rudy Gobert, do Utah Jazz, testou positivo para o novo coronavírus, o que fez com que as partidas fossem paralisadas por tempo indeterminado.

Deste então, as equipes da NBA estão tendo de se virar para tentar manter os jogadores em alto nível de competitividade. Centros de treinamentos agora são suas próprias casas, com exercícios específicos monitorados por técnicos e preparadores físicos à distância, através de videoconferências e aplicativos de mensagens. "Quanto tempo vai demorar para voltarmos a um ritmo que será a coisa mais desafiadora, eu acredito", declarou LeBron James.

A NBA não tomará nenhuma decisão sobre o reinício da temporada até o dia 1.º de maio, com um entendimento entre as principais autoridades de que o cenário atual teria que mudar significativamente para que qualquer plano de retomar os jogos seja considerado.

Ainda durante esta semana, o comissário da NBA, Adam Silver, declarou que "ainda não há cronograma para o retorno da temporada, então há muita incerteza em relação à evolução da pandemia de coronavírus".

Até este sábado, os Estados Unidos eram considerados como o epicentro da pandemia, com aproximadamente 717 mil casos relatados e 33 mil mortes.

Os jogadores da NBA terão seus salários reduzidos em 25% a partir de 15 de maio, na primeira decisão que afeta as finanças dos atletas durante a pandemia do coronavírus. A definição pelo corte foi tomada nesta sexta-feira (17) em uma reunião com a associação dos atletas.

Ficou definido que os jogadores ainda receberão o salário integral em 1º de maio. Mas essa corte já era esperado como uma resposta à inatividade iniciada em 11 de março e que não tem qualquer indicação de quando poderá ser finalizada.

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De acordo com a programação inicial, a temporada regular 2019/2020 teria se encerrado na última quarta-feira, com os playoffs começando neste sábado. Nesse momento, porém, ainda faltam 259 jogos a disputar, pois não houve qualquer cancelamento.

"Com este acordo e para fornecer aos jogadores um cronograma de redução salarial gradual, a redução parcial de 25% começará com o pagamento que acontece duas vezes por mês e estava programado para 15 de maio", relatou a NBA em um comunicado à imprensa.

Caso a temporada não seja retomada, novos cortes salariais serão realizados nos pagamentos seguintes, previstos para os dias 1º e 15 de junho. A redução era esperada porque o acordo coletivo entre os jogadores e a liga a prevê por causa de "eventos de força maior", como uma pandemia. Nos termos do contrato, os jogadores podem perder 1,08% do seu salário anual para cada partida cancelada.

O Pinheiros dissolveu a sua equipe adulta de basquete masculino. Os jogadores receberam uma carta do clube na última quarta-feira, 15 de abril, informando da decisão de não renovar o vínculo contratual que iria até o dia 14 de maio.

No documento, recebido pelos noves atletas profissionais (Bennett, Scaglia, Danilo Sena, Isaac, Toledo, Dawkins, Betinho, Caio Torres e Ware), o Pinheiros informa que não "tem intenção de formalizar uma proposta para sua renovação quando do seu vencimento" e "ficando dispensado desde já" do trabalho.

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O clube solicitou ainda que os jogadores se apresentem no próximo dia 29, às 9 horas, com suas carteiras de trabalho, para realização do exame médico demissional e "dar andamento nas formalidades exigidas na rescisão de contrato".

A postura do Pinheiros surpreendeu aos jogadores, que aguardavam para voltar ao trabalho. O NBB está paralisado desde o dia 15 de março e não há uma decisão final sobre o retorno. A equipe da capital paulista está garantida nos playoffs e terá o Paulistano pela frente se o torneio voltar.

A comissão técnica, por enquanto, foi preservada, assim como os jogadores das categorias de base que atuavam pelo profissional.

Na última quarta-feira, no mesmo dia em que os jogadores do Pinheiros receberam o documento de dispensa, o Bauru desistiu de disputar o NBB, encerrando a sua temporada e dando início ao planejamento da próxima.

Os jogadores da NBA vão receber seus salários de forma integral neste mês de abril apesar de a liga norte-americana de basquete estar paralisada há quase um mês. A maioria dos atletas serão pagos no dia 15, próxima quarta-feira.

Por meio de um memorando, ao qual a Associated Press teve acesso, a NBA informou às equipes que não haverá desconto nas folhas de pagamentos dos atletas. A liga norte-americana e a Associação Nacional de Jogadores da NBA têm conversado por semanas sobre o status dos salários depois da interrupção da temporada.

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No entanto, a manutenção integral dos salários agora não significa que o cenário não mudará nos próximos meses, uma vez que, segundo o contrato de trabalho firmado entre a liga e os jogadores, diante de circunstância imprevisíveis provocadas por uma pandemia como a atual, os atletas podem perder 1,08% do salário anual de cada jogo cancelado.

Grande parte dos jogadores da NBA são pagos nos dias 1º e 15 de cada mês. No pagamento agendado para maio, ainda não está claro se os vencimentos serão

afetados pela possibilidade de encurtar a temporada ou não terminá-la.

O último jogo disputado da NBA aconteceu no dia 11 de março, data em que o pivô do Utah Jazz, Rudy Gobert, testou positivo para o coronavírus e se tornou o primeiro jogador da liga infectado pela doença.

A pandemia levará ao atraso de pelo menos 259 jogos da temporada regular

até 15 de abril, quando se encerraria a temporada regular. O comissário geral da NBA, Adam Silver, disse no início desta semana que nenhuma decisão sobre o restante da temporada, incluindo se a competição pode ser retomada, seria anunciada antes de maio.

Nenhum dos jogos foi cancelado ainda. Os playoffs começariam em 18 de abril, e as perdas de receita se a temporada for abreviada ou não for concluída podem chegar a centenas de milhões de dólares.

Uma reunião convocada pela Liga Nacional de Basquete (LNB) pode interromper de forma definitiva a disputa da principal competição da modalidade no Brasil. Suspensos desde 15 de março, devido à pandemia de coronavírus, os jogos do Novo Basquete Brasil (NBB) foram paralisados quando os 16 clubes envolvidos no torneio ainda jogavam a fase classificatória. A organização não deve declarar nenhuma agremiação como campeã da temporada 2019-2020.

De acordo com os dirigentes, alguns atletas se manifestaram solicitando o cancelamento do torneio à LNB. "A gente vê várias modalidades, como por exemplo o vôlei, encerrando seus campeonatos, e o basquete ainda nessa de ficar em cima do muro. Nós queremos uma definição e essa definição pode ser sim pelo fim da competição", afirmou o gerente de basquete da Unifacisa-PB, Eduardo Schaffer, em entrevista ao GloboEsporte.com.

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Na última semana, a LNB decidiu que as três últimas rodadas da fase de classificação não aconteceriam. O torneio então passaria direto para a etapa decisiva, com os jogos dos play-off.

A reunião que deve selar o destino do NBB ocorre ainda nesta quinta-feira (2).

Ao todo a franquia da NBA do Brooklin Nets teve quatro jogadores infectados pelo coronavírus, entre eles o all-star Kevin Durant. Nesta quarta-feira (1º) o executivo declarou e uma vídeo conferência que os atletas não possuem mais sintomas. 

O mandatário ainda afirmou que a franquia não pretende fazer novos testes nos atletas, exceto se forem obrigados a serem testados para voltarem a jogar. 

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"No que diz respeito à equipe, sinto que, como todos nós, como o resto de Nova York e o resto do mundo, estamos tentando lidar com isso da melhor maneira possível", disse Sean Marks.

O documentário The Last Dance, que mostra Michael Jordan liderando a equipe do Chicago Bulls rumo ao sexto título da NBA, será antecipado pela Netflix. O anúncio foi feito nesta terça-feira (31). No dia 19 abril a produção estreia na ESPN americana e no dia 20 no serviço de streaming. Serão lançados dois episódios por semana.

Dirigida por Jason Hehir, a série conta ao todo com 10 episódios que narram como o maior jogador de basquete de todos os tempos liderou o Chicago ao sexto anel em oito temporadas. Imagens inéditas de Jordan e da equipe dos Bulls nos bastidores da temporada de 1997 serão publicadas. 

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"Michael Jordan e os Bulls dos anos 90 não eram apenas estrelas do esporte, eles eram um fenômeno global. Dirigir 'The Last Dance' foi uma oportunidade incrível para explorar os impactos extraordinários de um homem e uma equipe", disse o diretor Jason Hehir.

Marcus Smart, armador do Boston Celtics, que está na lista dos 13 jogadores da NBA infectados pela covid-19, afirmou nesta segunda-feira que está há dois dias curado. Com o anúncio, passa a ser quatro o número de jogadores da liga norte-americana de basquete que não apresentam mais a doença em seus organismos.

"Livre do corona há dois dias. Obrigado pelos pensamentos e orações de todos. Estou fazendo o mesmo que todo mundo que está infectado com isso. Fiquem em casa, fiquem juntos à distância! Muito amor", escreveu Marcus Smart, em sua conta oficial do Twitter.

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Em contrapartida, continuam com o novo coronavírus quatro jogadores do Brooklyn Nets, três do Philadelphia 76ers e dois do Los Angeles Lakers. Além de Marcus Smart, Rudy Gobert, Donovan Mitchell (ambos do Utah Jazz) e Christian Wood (Detroit Pistons) também estão curados. Eles foram os três primeiros jogadores a testarem positivo para a covid-19 na NBA.

Por conta da rápida propagação do novo coronavírus em solo norte-americano, a maior liga de basquete do mundo está paralisada desde o último dia 12 e não há data prevista para seu retorno. Os Estados Unidos tornaram-se o epicentro da pandemia e registram mais de 140 mil casos, sendo que o pico da doença ainda não chegou.

Os atletas Rudy Gobert e Donovan Mitchell, primeiros jogadores da NBA infectados pelo coronavírus, estão recuperados. A franquia de ambos, o Utah Jazz confirmou a informação nesta sexta-feira (25). 

Além dos atletas que testaram positivo para o covid-19, todos os funcionários e jogadores do clube foram liberados pelo departamento médico depois de cumprirem 14 dias de quarenta devido ao contato com os jogadores infectados.

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Rudy Gobert foi o primeiro caso de um atleta infectado da NBA e, antes de ter testado positivo, o pivô francês se envolveu em uma polêmica tocando em vários objetos da mesa da coletiva desmerecendo o covid-19. 

Depois de infectado o jogador se desculpou publicamente pelo ocorrido. Donovan foi o segundo dos 14 atletas que testaram positivo na liga. Ambos são destaques do Utah Jazz sendo os únicos representantes da franquia no jogo das estrelas 2020  que aconteceu em Chicago.

A NBA anunciou mais sete casos do novo coronavírus, denominado Covid-19, em pessoas ligadas às franquias da liga norte-americana de basquete. Membros de Boston Celtics, Los Angeles Lakers, Philadelphia 76ers e Denver Nuggets, incluindo o armador Marcus Smart e pelo menos dois outros jogadores, testaram positivo para a doença.

Esses casos se somam aos sete jogadores da NBA infectados que já foram relatados nos dias anteriores. O primeiro deles foi o pivô francês Rudy Gobert, do Utah Jazz, cujo caso desencadeou a suspensão indefinida da temporada regular da NBA no último dia 11 e os exames subsequentes de pelo menos oito equipes.

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Na quinta-feira, o Boston Celtics anunciou que um de seus jogadores testou positivo para o Covid-19. "O jogador do Celtics, que não apresenta sintomas, está isolado há vários dias e continuará a fazê-lo enquanto estiver sendo monitorado pela equipe médica", disse a franquia. A equipe não forneceu a identidade do jogador, mas seu armador Marcus Smart colocou um vídeo em suas redes sociais explicando que havia acabado de ser notificado de que havia testado positivo.

"Estou bem, estou bem. Não sinto nenhum dos sintomas (...) fiz o teste há cinco dias e os resultados chegaram ontem à noite, que foram positivos. Estou em quarentena desde então, graças a Deus", disse Smart, de 26 anos. "A equipe está aguardando mais resultados dos testes e os comunicará conforme apropriado", afirmou os Celtics.

Os Lakers também informaram que dois de seus jogadores deram positivo para o Covid-19. "Atualmente, os dois jogadores estão livres de sintomas, estão em quarentena e estão sob os cuidados dos médicos das equipes", afirmou a franquia da Califórnia, que em um comunicado oficial não revela suas identidades.

O Philadelphia 76ers e o Denver Nuggets emitiram declarações separadas para dizer que quatro membros de suas organizações também testaram positivo, sem detalhar se há jogadores entre eles. "Três indivíduos receberam resultados positivos do teste de Covid-19. Todos os outros testes são atualmente negativos", revelou a equipe da Filadélfia.

O comissário da NBA, Adam Silver, detalhou na última quarta-feira que apenas dois desses sete jogadores infectados apresentaram sintomas da doença, enquanto que o restante permaneceu assintomático. Os Estados Unidos superaram a barreira de 10.000 casos de infecções do novo coronavírus até quinta e somam mais de 150 mortes, segundo uma contagem da Universidade Johns Hopkins usada como referência nacional.

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