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Medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, Rayssa Leal foi a campeã do STU Open Rio da categoria skate street, disputado neste domingo, na Praça Duó, no Rio de Janeiro. Em disputa acirrada com a bicampeã mundial Pâmela Rosa, Rayssa se segurou na primeira colocação durante toda a prova para faturar o título.

Após liderar as classificatórias no sábado, Rayssa somou 16,30 pontos para somar mais um troféu na temporada 2021. Pâmela terminou na segunda colocação e Virginia Fortes Águas completou o pódio da última competição do ano válida pelo ranking brasileiro da Confederação Brasileira de Skate (CBSK).

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A "Fadinha", apelido de Rayssa, resumiu o ano como "irado" e celebrou o fim da temporada ser no Brasil. "Foi muito importante para mim terminar esse ano incrível aqui no Brasil, de estar com a minha família, com a torcida. Eu estou muito feliz. Esse ano foi irado", afirmou.

Rayssa e Pâmela disputaram nota a nota o título. Mas quem levou o caneco para casa foi a primeira, que fez uma atuação exemplar abusando das manobras de alto nível de dificuldade. A bicampeã mundial terminou com 15,56 pontos.

Masculino

No masculino, Lucas Rabelo foi o grande campeão do skate street do STU Open. A modalidade fechou a competição com atuações impecáveis dos grandes nomes do skate brasileiro. O atual vice-campeão mundial liderou a competição do início ao fim. O cearense se sagrou campeão com uma manobra espetacular de 9.62 pontos. Eduardo Neves e João Lucas Alves completaram o pódio.

O STU marca um fim de uma ano mágico na carreira de Lucas Rabelo. O skatista foi vice-campeão do Mundial de Skate Street e medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos Júnior, tudo isso em um intervalo de menos de um mês.

"É o melhor ano da minha vida, posso dizer assim. Eu pude andar de skate, mais feliz do que nunca, estar de volta na minha casa, no Brasil. E poder ter ganhado aqui foi sensacional. Depois de ter vindo de outras vitórias, outras competições, nada melhor do que chegar e ganhar em casa, recebendo esse carinho brasileiro", disse Lucas após sua vitória.

A diretoria do Vasco anunciou, na noite deste sábado (4), o seu novo treinador para a temporada 2022. Trata-se de um velho conhecido, o técnico José Ricardo Mannarino, o Zé Ricardo, que já teve passagem pelo clube carioca entre 2017 e 2018. O novo comandante chega para liderar o processo de reformulação do futebol e liderar o clube em busca do retorno à elite do futebol brasileiro.

O novo comandante terá pela frente o desafio de contribuir com a reformulação do elenco para a segunda temporada seguida na Série B. O Vasco teve um dos piores anos de sua história e precisa se organizar para chegar mais forte em 2022.

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Desde a última segunda-feira, quando o presidente Jorge Salgado citou o nome do treinador em um vídeo divulgado por um torcedor, o acordo já estava encaminhado. Zé Ricardo assinou contrato com o Vasco até o final de 2022, com opção de renovação em caso de acesso para a Série A.

"Estou muito feliz em poder voltar para a Colina Histórica. Lugar onde passei momentos maravilhosos, encontrei pessoas do bem. É um momento de satisfação. Vamos ter muito trabalho pela frente, mas tenho certeza que juntos faremos um grande ano. O Vasco merece voltar a elite", disse o treinador, em declarações ao site oficial do clube carioca.

Com isso, Zé Ricardo irá trabalhar pela terceira vez em São Januário. Nascido no Rio de Janeiro e com passagens por Botafogo, Fortaleza, Internacional, Qatar SC e Flamengo, o profissional de 50 anos comandou equipes de futsal do Vasco na década de 90.

Em 2017, o técnico retornou ao clube cruzmaltino e comandou a equipe que fez uma boa campanha feita no Campeonato Brasileiro, até a conquista de uma vaga na Copa Libertadores de 2018. Ele comandou o Vasco em 50 jogos - com 22 vitórias, 13 empates e 15 derrotas.

Quem sempre foi amante do skate ou passou a olhar para o esporte com mais carinho após o sucesso nos Jogos de Tóquio tem uma ótima oportunidade de ver de perto algumas das principais estrelas do País por aqui até o próximo domingo. Nomes como os medalhistas olímpicos Rayssa Leal e Pedro Barros, além da campeã mundial Pâmela Rosa, competem no Oi STU Open Rio, que fecha o calendário de competições.

Os principais atletas começaram a chegar à Praça Duó, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, ainda nesta quarta-feira (1º). As baterias eliminatórias estão marcadas para quinta e sexta, e as finais acontecem no final de semana. A entrada é gratuita, mas é preciso reservar ingresso e apresentar comprovante de vacinação.

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Apesar de já serem ídolos de muita gente, chama a atenção a simplicidade dos competidores. Ao contrário do que acontece em outros esportes, os competidores também encaram fila para pegar suas credenciais de acesso. Por lá mesmo, trocam ideia entre eles e posam para fotos com os fãs.

Foi o que aconteceu com Rayssa Leal, que chegou com toda a família por volta das 10h30 desta quarta. Medalhista de prata em Tóquio, campeã de etapa do Mundial e vice do mundo na temporada, ela também foi para a fila. Depois, atendeu a inúmeros fãs no calçadão da praia da Barra.

"(O reconhecimento) é a melhor coisa do mundo, e me motiva muito quando estou andando. Sempre que a gente acerta uma manobra eles vibram. É uma sensação bem diferente", disse a skatista ao Estadão.

Mesmo tendo rodado o mundo nesta temporada, ela se mostrou ansiosa por competir no Rio. "A gente sente falta da torcida do Brasil, porque ela é única. Terminar aqui vai ser um enorme prazer. Estar no Rio de Janeiro de novo, poder curtir com a família inteira. Viajei com todo mundo, vai ser irado."

A mãe da Rayssa, Lilian, também está animada com o fechamento da temporada em solo brasileiro. "É incrível. A primeira competição que a gente teve no Brasil este ano foi em janeiro, então quase um ano depois ter outra competição, fechar o ano aqui no Brasil, com a torcida, é a melhor coisa que tem", comentou.

"Foi um ano bem difícil por causa da pandemia que estamos vivendo, mas em termos de skate foi bem produtivo, bem legal. A Rayssa pôde estar competindo, se divertindo com as amigas dela, que é a coisa que ela mais gosta de fazer. Ganhou duas etapas de Mundial, foi vice-campeã, conseguiu uma medalha olímpica. Foi um ano super legal pra ela."

Além da xodó Rayssa, vários outros atletas de ponta do skate brasileiro estão no Rio para a competição. Um deles é Pedro Barros, principal nome do park e prata em Tóquio. "É muito legal estar no Oi STU mais uma vez. É um evento que representa a cultura, o movimento e a união do skateboard. Após a pandemia poder estar junto dos skatistas do Brasil inteiro é algo muito especial", disse o skatista, durante coletiva de imprensa oficial do evento.

Outra atleta que dispensa apresentações é Pâmela Rosa, atual campeã do mundo e que está no Rio para defender o título conquistado na edição de 2019 - no ano passado, o Oi STU Open Rio não foi realizado devido à pandemia. "A gente espera por isso todo o ano, porque é a competição que fecha a temporada. Estou muito feliz de estar aqui, me divertindo, andando de skate", considerou.

O sobrenome Medina pode até abrir algumas portas no surfe, mas não é somente com ele que Sophia, irmã caçula do tricampeão mundial Gabriel Medina, vai conseguir chegar longe na modalidade. No último dia 21 de novembro, ela conquistou seu maior título da carreira até o momento, o QS 3.000 em Saquarema (RJ), e, com apenas 16 anos, já lidera o ranking regional da América Latina.

"Ela amadureceu muito rápido. Por causa do Gabriel, ela conviveu bastante no Circuito Mundial, mas sabe que precisa fazer a história dela. O sobrenome não garante nada, importa o que ela vai fazer lá dentro do mar. Não é fácil, precisa ter equilíbrio para lidar com críticas injustas e elogios a mais, porém tenho certeza de que ela vai fazer sua própria história no surfe", disse Charles Saldanha, pai e técnico de Sophia.

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Foi ele quem treinou Gabriel Medina desde a adolescência até o ano passado, e juntos conquistaram dois títulos mundiais. Agora, ele vem se dedicando a Sophia e está começando a trilhar novamente o mesmo caminho, passando pelas competições regionais, até chegar à divisão de acesso e, por fim, ao Circuito Mundial, competição na qual estão os atletas de elite. Até por conhecer as dificuldades, ele não tenta acelerar o processo, mesmo sabendo do talento da filha.

"A meta principal é chegar no Circuito Mundial em três ou quatro anos. Ela ainda tem muito a evoluir e progredir. Esse campeonato que ela ganhou ajuda a ter ranking para disputar o Challenger, que vai servir de aprendizado em um primeiro momento. Depois, se estiver lá dentro, deve demorar em torno de três anos para chegar à elite. O Gabriel, depois de dois anos e meio, entrou no Circuito Mundial. Mas temos de colocar metas reais para depois não se tornar uma decepção", explica, ciente de que uma possível participação nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, seria algo precoce.

INÍCIO DO SONHO - Sophia começou a surfar com 8 anos e pouco tempo depois já estava treinando com mais seriedade. Influenciada por Gabriel, ela logo se apaixonou pela modalidade e foi sendo aprimorada no Instituto criado pela família em Maresias. Lá, junto com jovens talentos, tinha aulas em cima da prancha, de apneia, preparação física e até curso de inglês. Mas sempre que podia acompanhava o irmão em algumas etapas do Circuito Mundial e com isso foi ganhando experiência.

Aos 12 anos, assinou com a Rip Curl seu primeiro contrato de patrocínio (atualmente sua prancha já estampa muitas marcas) e foi trilhando seu caminho nas competições. Em 2018, ela ganhou o Rip Curl Grom Search, título que o irmão famoso já tinha conquistado, e fez a família reviver um momento importante. Agora, ela também conquistou uma etapa do QS, repetindo o feito de Gabriel quando tinha 15 anos, em Florianópolis.

"Foi algo semelhante. É uma etapa em que os dois eram muito jovens e não eram favoritos. Tanto ela como o Gabriel vieram da chave de baixo fazendo bastante pontos. E nos dois casos a gente foi pensando fase a fase. Quando vimos estávamos na final. Ela foi ganhando confiança e acho que foi muito parecido com a vitória do Gabriel. Os dois surfaram bem e ganharam merecidamente. Para mim, a emoção também foi muito semelhante e motivo de muita alegria", conta Charles.

Ele divide com Gilmar Moura o trabalho de técnico de Sophia. O antigo professor do Instituto Gabriel Medina já vinha treinando Sophia, principalmente quando Charles precisava viajar com Gabriel para as competições, e esse trabalho coletivo vem dando resultado. "A gente se dá bem. Eu treinei ele quando era mais novo, e tem a mesma linha de pensamento que eu. A Sophia gosta dele também e acho que o time precisa estar sincronizado."

Por já ter passado por muita coisa na caminhada com Gabriel, Charles sabe o que precisa corrigir e o que deve repetir para que Sophia também tenha a possibilidade de ter sucesso em cima da prancha. "O esporte vai evoluindo. Claro que já fizemos o caminho lá atrás, com muito mais acertos do que erros. Mas temos de estar espertos. Aprendo todo dia, sempre tem algo novo, quero melhorar, e sei que o esporte vai ficar mais difícil. Então vamos estar sempre inovando para cometer o mínimo de erros. O que já deu certo serve de lição também. Algo que tenho certeza que dá certo é ter foco, trabalhar duro, pois esporte profissional não é brincadeira ou diversão. É necessário dedicação total e humildade."

ÓTIMAS ADVERSÁRIAS NO SURFE - A ascensão de Sophia ocorre em um momento que o surfe parece estar bem promissor para as mulheres no Brasil. As últimas competições reforçaram o talento de três surfistas jovens. Bela Nalu, de 14 anos, é filha de Everaldo "Pato" Teixeira, surfista que roda o mundo atrás de boas ondas e sempre leva a garota. Ela vinha morando na Indonésia e ainda grava um reality chamado Nalu pelo Mundo. Outro talento é Laura Raupp, de 15 anos, que recentemente ganhou o QS 1.000 realizado em Florianópolis. E ainda tem a Summer Macedo, de 21 anos, brasileira que nasceu e cresceu no Havaí.

"A chegada dessas atletas ajuda, pois a concorrência é boa. Tomara que todas deem certo. Se formos lembrar, o Gabriel foi campeão, depois veio o Mineirinho e o Italo Ferreira, tem o Filipe Toledo que com certeza vai ser campeão mundial um dia, o Miguel Pupo, o Jadson André... Então a gente vê uns 20 atletas que foram juntos nessa geração. Entre as mulheres, essas atletas mais novas estão brigando bastante e estão ganhando das mais velhas. Isso é um bom sinal. Tomara que venha essa geração feminina também", torce Charles.

A vitória no Saquarema Surf Festival Roxy Pro foi a mais importante da carreira de Sophia e serve de estímulo para a próxima temporada. As metas estão estabelecidas e o sonho, obviamente, é conquistar o mundo. Em 2017, em entrevista para o Estadão, ela falou sobre seu objetivo: "Um dia quero ser campeã mundial". Charles, que acreditou no sonho de Gabriel Medina e agora vê o surfista com três taças de campeão do mundo, acha que é possível e vai fazer de tudo para ajudar a filha. "Eu acredito que sim, a gente trabalha para isso. Ela tem todas as condições de ser campeã mundial, mas é um longo trabalho e isso está muito longe ainda. Vamos passo a passo", avisa.

O meia-atacante Chay foi um dos destaques do Botafogo durante a caminhada rumo ao acesso e ao título da Série B do Campeonato Brasileiro. Diante de tal performance, o próprio jogador mostrou surpresa com o final feliz. O clube carioca se despediu da temporada com empate, por 2 a 2, diante do Guarani, na tarde deste domingo, no Engenhão, no Rio de Janeiro.

"A gente sempre vem com o projeto de vencer. Imaginar que seria assim, do jeito que foi, não tinha como. Mas estou muito feliz, importante demais para minha carreira. Reviravolta incrível. O grupo está de parabéns. É só felicidade e comemorar", disse Chay.

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A torcida, que lotou o Engenhão, fez uma grande festa. Um total de 33.853 torcedores que acompanharam até o final a premiação, com a entrega das medalhas aos jogadores e depois a entrega do troféu de campeão da Série B.

O Botafogo garantiu o acesso com duas rodadas de antecedência ao superar o Operário por 2 a 1 e foi campeão na penúltima rodada com a vitória sobre o lanterna Brasil-RS por 1 a 0.

O atacante Rafael Navarro deve mesmo confirmar nesta semana sua transferência para o Minnesota, clube que disputa a liga americana. Ele terminou a Série B com 15 gols, uma a menos do que Léo Gamalho, do Coritiba, e dois de Edu, com 17 pelo Brusque.

Antes de pensar na Série A do Brasileirão em 2022, o Botafogo entrará de férias e ainda disputará o Campeonato Carioao a partir de janeiro. A estreia será contra o Boavista, em Bacaxá.

Depois do bronze conquistado por Ketleyn Quadros no sábado, o Brasil conseguiu outra medalha, desta vez de ouro, no Grand Slam de Abu Dabi, etapa que encerra a temporada do Circuito Mundial de judô. A responsável pela conquista foi Beatriz Souza, que ficou com o primeiro lugar da categoria até 78kg ao vencer a francesa Lea Fontaine na grande final.

Cabeça de chave número 1 do pesado feminino, a brasileira de 23 anos não precisou disputar as primeiras fases do torneio e entrou direto na semifinal para enfrentar Adiyasuren Amarsailkhan, da Mongólia. Com apenas 14 segundos de luta, ela aplicou um ippon, venceu a adversária e garantiu a vaga na decisão pela medalha de ouro.

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Na sequência, veio a luta contra Lea Fontaine, adversária que Beatriz já havia enfrentado e vencido em outras duas oportunidades. Um wazari encaixado logo no início deu boa vantagem para a judoca do Brasil controlar o combate e conseguir a terceira vitória sobre a francesa, conquistando a medalha de ouro.

Beatriz Souza ficou de fora dos Jogos de Tóquio, disputados entre julho e agosto deste ano, após briga acirrada pela vaga olímpica com Maria Suelen Altheman, que foi para o Japão e acabou eliminada para francesa Romane Dicko nas quartas de final. Agora em novo ciclo, Beatriz inicia com o pé direito a caminhada em busca do sonho de estar nos Jogos de Paris em 2024.

Antes do ouro deste domingo, o Brasil conseguiu outra medalha em Abu Dabi no sábado. Porta-bandeira em Tóquio, onde foi sétima colocada, e medalhista nos Jogos de Pequim em 2008, a veterana Ketleyn Quadros, de 34 anos, venceu a checa Renata Zachova e conquistou a medalha de bronze na categoria até 63kg.

Outra representante do Brasil, Eduarda Rosa, de apenas 20 anos, também lutou no sábado e perdeu para a mongol Enkhchimeg Tserendulan na categoria até 70kg. Assim, acabou eliminada. Vice-campeã do Brasileiro Júnior, ela participou pela primeira vez de um Grand Slam.

A seleção brasileira feminina de rúgbi de sete encerrou neste sábado, em Dubai, a sua participação no Circuito Mundial de Sevens, promovido pela World Rugby. Na disputa pelo quinto lugar, as brasileiras, conhecidas como Yaras, foram derrotadas pela seleção da Grã-Bretanha, por 22 a 21, e terminaram o torneio na sexta colocação, a melhor já alcançada pela equipe nacional na história da competição. A etapa foi vencida pela Austrália, que derrotou a seleção do Fiji por 22 a 7, e a França terminou em terceiro lugar ao bater a Rússia por 40 a 0.

Em uma partida equilibrada e cheio de viradas, a Grã-Bretanha, quarta colocada nos Jogos do Rio-2016 e Tóquio-2020, só garantiu a vitória nos instantes finais. As Yaras começaram apostando na forte marcação no meio-campo, mas não conseguiram suportar a pressão por muito tempo. Aos 4 minutos de jogo, Jasmine Joyce anotou os primeiros pontos do confronto com um try. O Brasil respondeu logo depois, também com um try, com Bianca Silva, após uma arrancada de 40 metros, e seguido da conversão de Raquel.

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No início do segundo tempo, as britânicas conseguiram um try com Elle Boatman e voltaram a ficar na frente do placar. Mas as Yaras, com paciência, viraram novamente com Edna Santini e conversão de Isadora "Izzy" Cerullo. O equilíbrio se manteve até o final do jogo e as brasileiras voltaram a ficar atrás do placar depois de mais um try convertido pelas britânicas. Valentes, as Yaras foram buscar o resultado, e em um tiro de longa distância de Gabriela Lima, e a posterior conversão de Raquel, o Brasil aproximou-se de garantir a vitória.

Contudo, nos instantes finais da partida, Grace Crompton converteu um try e decretou a vitória da Grã-Bretanha por 22 a 21. As brasileiras, que já tinham conseguido vencer a Espanha (26 x 12 ) e derrotar, de forma inédita, os Estados Unidos (12 x 10), acabaram perdendo a disputa pelo quinto lugar da etapa e encerraram a competição na sexta colocação.

Apesar da derrota, as brasileiras encaram a campanha em Dubai de forma positiva. "Quando encaixamos nosso plano de jogo, o Brasil é de fato um time a ser batido", avaliou Raquel Kochhann. "Esse resultado representa o trabalho que vem sendo realizado há pelo menos dez anos, com excelentes atletas e profissionais envolvidos. Elas trabalham muito duro e merecem tudo que vêm conquistando. Estou feliz e querendo mais porque sei do nosso potencial", ressaltou o técnico William Broderick.

As Yaras permanecem em Dubai porque nos dias 3 e 4 de dezembro vão disputar a última etapa do Circuito Mundial de Sevens Feminino de 2021.

Em novembro, as brasileiras foram campeãs do Sul-Americano da categoria, disputado em Montevidéu, e garantiram vaga para a Copa do Mundo de Rúgbi de Sete, que vai acontecer em setembro de 2022, na África do Sul. Na final, as Yaras derrotaram a seleção da Colômbia por 36 a 5.

Confira a campanha do Brasil no Circuito Mundial de Sevens em Dubai:

Brasil 21 x 26 França

Brasil 26 x 12 Espanha

Brasil 5 x 38 Austrália

Brasil 12 x 10 Estados Unidos

Brasil 21 x 22 Grã-Bretanha (disputa de 5º lugar)

A lenda do UFC Diego Sanchez, que nega a eficácia (comprovada) das vacinas contra a Covid-19 e ainda não se vacinou, está internado com pneumonia e outras complicações causadas pelo vírus. Nas redes sociais, o lutador disse que a Covid-19 ‘não é brincadeira’.

O integrante do Hall da Fama e primeiro campeão do reality The Ultimate Fighter contraiu o vírus na última semana. Sem dizer exatamente o que, contou que tomou o coquetel de anticorpos monoclonais da Regeneron para tratar a doença. Mas o caso acabou piorando e o obrigou a uma internação.

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Já internado, ele confirmou que foi diagnosticado com pneumonia e também com coágulos sanguíneos nas duas pernas. E apesar de admitir que a Covid não era uma brincadeira, ele ainda demonstrou que não definiu se vai se vacinar ou não, em resposta a um fã.

Desde abril deste ano, Diego Sanchez não faz mais parte do plantel do UFC, onde lutou por 15 anos.

Torcedores do Flamengo amarraram com uma corda uma porca a uma árvore em frente ao Maracanã para provocar o Palmeiras, com o intuito de o assar após a final da Libertadores deste sábado (26). Devido aos maus tratos ao animal, ativistas se juntaram para comprar o porco.

O porco é um símbolo palmeirense e por isso a provocação dos torcedores flamenguistas, mas o animal foi amarrado a árvore sem água nem comida, segundo denunciantes, e iria ficar preso ao relento por mais de 48 horas, aguardando o resultado da final entre Flamengo e Palmeiras.

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Nas redes sociais, o ativista e presidente do Podemos de Petrópolis, João Valois, publicou foto da porca deitada e fez a denúncia, clamando para que o socorressem.

“Amarrar um animal indefeso, por uma brincadeira de mal gosto entre torcidas? Vamos evoluir. Denunciem por favor”, publicou.

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Ao receber a foto, a ONG Toca do Bicho acionou contatos e conseguiu resgatar a porca. “Ela está salva de qualquer maldade. Nos ajudem a cuidar dela e de todos os nossos outro toquinhos. São quase 300 focinhos precisando de ajuda”, postou.

A ONG ainda marcou o colaborador e “herói do dia”, que postou foto brincando com o animal em sua cozinha.

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O Corinthians se sagrou tricampeão da Libertadores Feminina na noite deste domingo (21) ao derrotar o Independiente Santa Fé, da Colômbia, por 2 a 0, no estádio Gran Parque Central, em Montevidéu, no Uruguai. O time brasileiro garante o título com 100% de aproveitamento, seis vitórias em seis jogos, e se iguala ao São José como únicas equipes a conquistarem três vezes o torneio sul-americano.

A conquista do título pelas corintianas, que também levantaram o troféu em 2017 e 2019, vem como superação após a eliminação dolorida na semifinal na edição anterior, que aconteceu nos pênaltis. Para chegar ao título desta edição, o alvinegro foi líder do Grupo D na primeira fase e passou por Alianza Lima, do Peru, e Nacional, do Uruguai, nas fases de mata-mata.

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Os gols neste domingo foram marcados por Adriana e Gabi Portilho. Na semifinal, Adriana, autora de um dos gols do título, passou por um episódio lamentável de racismo contra o Nacional. Após fazer o sexto gol da goleada por 8 a 0, a brasileira foi chamada de "macaca" por uma jogadora do time uruguaio, o que gerou muita revolta durante a última semana.

Com a bola rolando, a primeira boa chance da final foi do Santa Fé, em um chutaço de fora da área feito por Salazar, que pegou no travessão corintiano. Mas o Corinthians mostrou ser letal no ataque. Adriana puxou contra-ataque em jogada individual, aos 9 minutos e ela mesma marcou o primeiro do jogo. Após cruzamento de Vic, Portilho ajeitou para trás e a própria Adriana completou de cabeça para o fundo das redes.

Em uma falha de comunicação da zaga brasileira, o Santa Fé ficou com o gol aberto para empatar. A bola sobrou limpa para Guarecuco, que bateu para fora, desperdiçando uma chance clara. Se defendendo bem, o Corinthians marcou o segundo gol em outro momento crucial do jogo, aos 41 minutos. Zanotti deu passe certeiro para Tamires na linha de fundo e a lateral cruzou na medida para Gabi Portilho mandar para o fundo das redes e aumentar a vantagem.

Assim como foi no primeiro tempo, o Santa Fé voltou perigoso para a etapa final, pressionando em busca do resultado. Aos 15 minutos, Gauto bateu de fora da área e levou muito perigo. O Corinthians, por sua vez, atacou pouco, mas conseguiu manter a solidez defensiva até o apito final para garantir o título.

Esta foi a segunda vez na história que Corinthians e Santa Fé se enfrentaram e a segunda vitória brasileira. Em 2017, também pela Libertadores, o Corinthians venceu por 2 a 1. A Ferroviária, que levantou a taça no ano anterior, ficou com o terceiro lugar desta edição da Libertadores.

Está chegando a hora. O Atlético Mineiro está muito próximo de conquistar o título brasileiro. A situação ficou ainda mais confortável após a vitória para cima do Juventude por 2 a 0 na noite deste sábado (20), no estádio do Mineirão, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Autor dos dois gols do time mineiro na partida, o artilheiro da competição concedeu entrevista bem no momento em que a torcida gritava 'é campeão' pela primeira vez.

"Espero que Deus os ouça para que possa acontecer o quanto antes. Está todo mundo nessa ansiedade. Eu durmo sonhando com isso. São quase 20 títulos como profissional, mas esse vai ser especial, pela história do clube, por essa torcida apaixonada", disse o atacante.

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Hulk enalteceu a torcida, que bateu o recorde do novo Mineirão. Mais de 61 mil torcedores estavam presentes na partida que encaminhou a conquista do título do Brasileirão, torneio que o Atlético não conquista há exatos 50 anos.

"Queria tirar o chapéu para eles, merecem demais. Não dá para achar a palavra para gratificar o carinho que a torcida tem com a gente, toda essa confiança e determinação. A gente tenta mostrar com nosso trabalho para que esse grito saia, falta pouco. O que trouxe a gente aqui foi nossa humildade. Não somos melhores do que ninguém e tampouco somos piores. Vamos seguir trabalhando para conquistar nosso objetivo", completou.

O atacante, que alcançou a marca de 14 gols no Campeonato Brasileiro, ressaltou o jogo difícil diante do Juventude e comemorou muito mais três pontos, que deixam o Atlético na liderança isolada com 74 pontos.

"Sem dúvida nenhuma a chave principal hoje para tentar abrir a defesa adversária foi a cara do Galo: garra, determinação, a gente não desistiu. Tivemos várias chances. Voltamos mais tranquilos e graças a Deus conseguimos fazer os gols e o jogo ficou mais tranquilo", finalizou.

O próximo desafio do Atlético é diante do Palmeiras, que já não tem mais chances de conquistar o Brasileirão. O duelo será na terça-feira (23), às 21h30, no Allianz Parque.

A controvérsia a respeito da escalação de reservas de Abel Ferreira no clássico com o São Paulo ficou para trás. Neste sábado, às 19h, diante do Fortaleza, no Castelão, o Palmeiras deve entrar em campo com força máxima e fará o último jogo com os titulares antes da final da Libertadores, daqui a uma semana, no Uruguai.

O Palmeiras havia emplacado uma série de sete partidas sem derrota no Brasileirão, mas perdeu os dois últimos jogos para Fluminense e São Paulo. Apesar disso, tem uma posição confortável no G-4, com 58 pontos na terceira colocação. O plano é se recuperar no torneio nacional para ganhar confiança a sete dias de decidir o título continental pela segunda temporada seguida. O Fortaleza, seu adversário deste sábado, é o sexto colocado, com 49 pontos.

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Abel Ferreira havia planejado há algum tempo com o Núcleo de Saúde e Performance do clube a escalação com suplentes no Choque-Rei. Apenas Weverton e Marcos, dos titulares, começaram a partida. A estratégia rendeu críticas porque se tratava de um clássico com a possibilidade de afundar o rival e, principalmente, porque a equipe jogou mal e foi dominada.

Mas o treinador português não se importou com os questionamentos e indicou que era um risco que valia a pena correr. "Eu sou pago para tomar decisões, sei há quanto tempo estou aqui, o que nos trouxe até aqui e o elenco que tenho. Podem ter certeza absoluta, temos um plano e vamos segui-lo até o fim, aconteça o que acontecer".

O cronograma previa mandar reservas contra o São Paulo e não diante do Fortaleza porque, se isso acontecesse, os atletas ficariam dez dias sem atuar antes da final da Libertadores, o que não é recomendado pelos fisiologistas.

Com isso, o português deve usar o que tem de melhor, ou quase isso, neste sábado, no duelo da 34ª rodada do Brasileirão. E depois dará descanso aos seus principais atletas na terça-feira, quando o Palmeiras enfrenta o líder Atlético-MG no último compromisso antes de embarcar para o Uruguai.

Certo é que Gustavo Gómez e Piquerez voltam após servirem às suas seleções nas Eliminatórias para a Copa do Mundo e Felipe Melo e Dudu retornam depois de cumprirem suspensão. Todos que estiverem bem fisicamente vão para o jogo.

O Fortaleza passa por um período conturbado após cinco jogos sem vencer. A última das quatro derrotas foi a mais dura. Na quarta-feira, o time do argentino Juan Pablo Vojvoda levou 4 a 0 do arquirrival Ceará. O revés no clássico ampliou a pressão, mas não há racha no grupo, segundo o presidente Marcelo Paz. "Nada justifica, não há uma justificativa plausível, nem mesmo desfalque, cansaço, todo clube tem desfalques, todo clube tem cansaço. É queda de performance mesmo, crise técnica", argumentou o mandatário.

Por questões contratuais, Vojvoda não poderá contar com o meia Lucas Lima. Por conta de lesão, Lucas Crispim está fora, e o atacante David é dúvida para o duelo. Não há nenhum novo desfalque por lesão ou suspensão.

O polêmico wide receiver do Tampa Bay Buccaneers, Anthony Brown, está sendo acusado de ter falsificado o seu cartão de vacinação, que é obrigatório na NFL. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (18) pelo jornal Tampa Bay Times.

Segundo o veículo, a modelo Cidney Moreau, namorada do jogador, teria pedido ao chefe pessoal de Brown, Steven Ruiz, por meio de mensagem para que ele conseguisse um cartão de vacinação falso da vacina Johnson & Johnson. O jogador ofereceu 500 dólares.

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Ruiz, que confirmou o caso, briga por uma dívida do jogador contra ele no valor de 10 mil dólares. Apesar de afirmar não ter conseguido os cartões falsos, o ex-chefe pessoal de AB, como ele se refere a Anthonio Brown, declarou que algumas semanas depois o jogador apareceu com cartões falsos para ele e sua namorada.

Brown já se envolveu em brigas com companheiros de equipe, além dos casos de violência psicológica contra uma pintora e de assédio sexual contra uma mulher. Mesmo com esse histórico, Tom Brady, companheiro de equipe, fez questão de pedir a contratação dele.

O recorde mundial de tempo fazendo embaixadinhas é de um brasileiro e no último sábado (13) e domingo (14), foi batido por ele mesmo. Ricardo Silva Neves, mais conhecido como Ricardinho, ultrapassou o próprio feito que era de 34 horas, 2 minutos e 16 segundos, atualizando para 34 horas e cinco minutos. O processo foi tão desgastante, que o levou a desmaiar, assim que terminou.

O feito foi realizado em Santos, no Litoral de São Paulo, e foi gravado durante todo o tempo, com um juiz do Guinnees Book ao lado para legitimar o recorde. Bombeiros foram chamados para ajudar com sua saúde e Ricardinho chegou a receber soro durante o feito.

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"Comecei 11h no sábado e fui... Quando foi por volta de 15h, eu estava bem castigado e o sol estava de frente comigo. Por mais que hidratasse, não é aquela coisa. Na madrugada começa a dar aquele sono, parece que a bola pesa 50 quilos, começa a bocejar muito e os reflexos não são os mesmos”, afirmou em trecho de entrevista ao UOL.

Na próxima segunda-feira (22), uma equipe do The Guinness Book irá lhe entregar uma ata homologando o recorde, que já deve ser publicado na edição de 2022 do livro.

Outros recordes em vista

O maior tempo fazendo embaixada não é o único recorde que Ricardinho planeja ter. Ele promete subir os degraus do Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, que fica em Dubai, sem deixar a bola cair ao chão e sem tocar com as mãos. São 828 metros de altura e 163 andares.

Ele também pretende fazer o trajeto do Oiapoque ao Chuí fazendo embaixadas em 138 dias, parando apenas para dormir e recolocando a bola na marca exata em que parou.

Pâmela Rosa conquistou no domingo o bicampeonato mundial de skate no street, modalidade que utiliza degraus, rampas e corrimões para fazer manobras ousadas. Ela ganhou a medalha de ouro, ficando à frente de Rayssa Leal, outra brasileira, no evento disputado nos Estados Unidos.

Já de volta para casa, ela foi recebida com festa em sua cidade, São José dos Campos, no interior paulista, e conversou com exclusividade com o Estadão e contou um pouco de seus projetos de carreira e de como o segundo título mundial ajuda a minimizar a frustração de ter saído dos Jogos Olímpicos de Tóquio sem medalha - ela competiu machucada.

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Qual a sensação de conquistar o bicampeonato mundial de street?

É uma sensação de missão cumprida! Todo esforço valeu a pena. Cada sessão e sacrifício na fisioterapia foi recompensado. Trabalhei muito para me recuperar após a frustração dos Jogos Olímpicos.

Quais as semelhanças e diferenças entre o título de 2019 e este agora?

 

São momentos bem distintos. Em 2019 foi em São Paulo, na minha casa, e eu estava acompanhada da família e amigos. Na Flórida estava apenas com meu técnico, o Hamilton. Além disso, estava quase quatro meses fora de casa sem ver meus pais. Realmente foi algo muito especial para minha carreira e também para meu crescimento pessoal.

Como você conseguiu deixar para trás a frustração de não ter conquistado uma medalha em Tóquio por causa de lesão para confirmar seu ótimo momento no Mundial?

 

Nós atletas precisamos trabalhar nosso psicológico para as pressões que recebemos dentro e fora das pistas. Não tenho vergonha nenhuma em falar que faço terapia com a Carla Pierro. Sempre tive apoio do Hamilton (técnico) que está comigo há nove anos e me conhece muito bem. Acredito que se o meu treinador tivesse comigo em Tóquio, mesmo lesionada, poderia ter tido um resultado muito melhor. O Hamilton, inclusive, brincou comigo um dia antes da final. Disse que eu faria 21 pontos e foi justamente o que aconteceu (risos).

 

Coincidentemente, a Rayssa Leal ficou com a prata nas duas vezes que você ganhou o ouro. Como está a relação de vocês?

A Rayssa tem um baita talento além de ser muito técnica. Não somos melhores amigas, mas da minha parte tenho muito respeito como skatista e também brasileira que representa nosso País com orgulho no exterior.

A Rayssa é bem jovem, assim como você. Acredita que vocês duas vão manter o alto nível por muito tempo?

Espero que sim! Principalmente porque dessa forma cada uma puxa a outra indiretamente e ninguém fica acomodado. O nível dessa final em Jacksonville foi altíssimo. Isso só fortalece o esporte feminino.

O que esse título nos EUA te ajuda para a campanha olímpica até Paris-2024?

Mostra que estou no caminho certo! Foi um título da superação da minha lesão e da frustração por não ter conseguido uma medalha em Tóquio. Tenho muita esperança que em Paris será diferente. Só depende de mim.

Logo você vai embarcar para o Pan Júnior, na Colômbia. Qual sua meta?

 

A meta é vencer! Independentemente da competição que participo, entro sempre para vencer e representar meu país com orgulho.

O título mundial acaba te dando uma projeção internacional. Como está sua situação financeira e de patrocínios?

Felizmente tenho bons patrocínios, mas não sou rica (risos). Banco BV, Nike, TNT, Panasonic, MVituzzo, Prefeitura de São José dos Campos são alguns que me apoiam e acreditam no projeto. O mais importante neste momento é que consegui dar uma casa para os meus pais. Isso só me orgulha!

E o projeto de carreira para os próximos anos? Ficará treinando no Brasil mesmo?

Infelizmente neste momento não tem condição técnica de treinar no Brasil. As pistas nos Estados Unidos são ótimas e não dá nem para comparar com as do Brasil. Além disso, nos EUA tem várias opções de pistas, podendo variar o treinamento. Em 2022 certamente estarei treinando nos Estados Unidos para as etapas da SLS.

O lutador Mike Tyson, de 55 anos, deu uma declaração polêmica nos últimos dias. O pugilista disse, em entrevista ao jornal New York Post, que já fumou veneno de sapo. Tyson afirmou que a prática mudou sua vida para melhor. "Fiz isso como um desafio. Eu estava usando drogas pesadas como cocaína, então, por que não? É outra dimensão", explicou.

"Antes de usar o 'sapo', eu estava arrasado. O oponente mais duro que já enfrentei fui eu mesmo", emendou. Mike Tyson contou que quando fez o uso da substância estava pesando 45 quilos a mais. De acordo com o astro do boxe, o veneno de sapo chegou ao seu conhecimento por intermédio de um amigo.

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Mike Tyson também disse que fumou o veneno do anfíbio mais de 50 vezes: "Isso me deixou mais criativo e me ajuda a me concentrar. Estou mais presente como empresário. As pessoas veem a diferença [em mim]. Se você me conhecesse em 1989, você conheceria uma pessoa diferente. Minha mente não é sofisticada o suficiente para entender o que aconteceu, mas a minha vida melhorou. O propósito do 'sapo' é atingir seu maior potencial".

Detalhando sua experiência com o elemento inusitado, Tysou garantiu que seu olhar sobre a finitude mudou completamente. "Eu 'morri' durante minha primeira viagem. Nas minhas viagens, eu vi que a morte é linda. A vida e a morte têm que ser bonitas, mas a morte tem uma má reputação. O ‘sapo’ me ensinou que não vou ficar aqui para sempre. Há uma data de validade", refletiu.

O lateral-esquerdo francês Benjamin Mendy, do Manchester City, recebeu duas novas acusações por estupro. A informação foi divulgada nesta terça-feira, dia 16, pelo Crown Prosecution Service (CPS), entidade encarregada dos processos judiciais na Inglaterra. Agora, o jogador de 27 anos responde por seis acusações de estupro e uma de agressão sexual.

Segundo o CPS, um outro homem identificado como Louis Saha Matturie, de 40 anos, foi acusado por mais dois estupros - para um total também de seis -, além de uma agressão sexual. Vale destacar que ele não possui parentesco com o ex-jogador Louis Saha, que fez sucesso com a camisa do Manchester United, e cujo vínculo com Mendy não foi explicado.

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Os incidentes envolvendo Mendy teriam ocorrido entre outubro de 2020 e agosto de 2021, enquanto as acusações de Matturie são de março a agosto de 2021. Ambos foram convocados ao tribunal em Stockport nesta quarta-feira e o julgamento deve começar em 24 de janeiro. Os dois estão presos desde agosto e seus pedidos de recuperação da liberdade provisória foram rejeitados em várias ocasiões.

Mendy foi colocado em prisão provisória no final de agosto. O City suspendeu o atleta minutos antes do anúncio feito pela polícia. As agressões, denunciadas por quatro mulheres, teriam ocorrido na casa do jogador, em Cheshire, no noroeste da Inglaterra. Uma das vítimas é menor de idade.

Uma das principais promessas da lateral no futebol francês na última década, Mendy foi contratado pelo Manchester City em 2017. O clube pagou 60 milhões de euros (R$ 212 milhões na cotação da época) ao Monaco para contar com o jogador, o tornando o defensor mais caro da história na época.

Convivendo com lesões, a carreira de Mendy não decolou na Inglaterra e se acostumou a ficar no banco de reservas da equipe comandada por Pep Guardiola. Em 2018, porém, fez parte do elenco da França que conquistou a Copa do Mundo da Rússia.

O Brasil segue sendo uma das referências no skate street mundial. Se Pâmela Rosa e Raíssa Leal dominaram no feminino, Lucas Rabelo representou o País na etapa masculina. Após ultrapassar o compatriota e medalhista olímpico Kelvin Hoefler na última manobra, o cearense brilhou nas duas manobras finais para ser vice-campeão mundial em Jacksonville, na Flórida. O título ficou com Jagger Eaton, dos Estados Unidos.

Lucas Rabelo disputou a fase final com os americanos Jagger Eaton e Nyjah Huston, além do português Gustavo Ribeiro. Enquanto seus adversários erraram nas duas manobras, o brasileiro brilhou, ganhou 9.3 e 9.1 dos jurados e levou o Brasil para a segunda colocação na última etapa da Street League Skateboarding (SLS).

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Os demais brasileiros não tiveram tanta sorte. Kelvin Hoefler, que deixou o top-4 justamente para dar lugar a Lucas Rabelo, terminou na quinta colocação. Já Felipe Gustavo terminou na sétima posição.

Lucas Rabelo foi o melhor entre os brasileiros na volta de 1min45s, com uma nota 7.7. No entanto, foi brilhar apenas nas últimas manobras, terminando com 25.3 pontos, ultrapassando Kelvin Hoefler, que somou 24.7. Felipe Gustavo foi eliminado com 13.3 pontos.

Apesar da ascensão de Lucas Rabelo nas manobras finais, Jagger Eaton teve apenas que administrar sua vantagem conquistada nas primeiras cinco manobras. O americano errou suas duas manobras finais e só foi ameaçado pelo brasileiro, que tinha esperança de conseguir uma nota 9.4 na última apresentação, mas o 9.1, combinado com as quedas de Gustavo Ribeiro e Nyjah Huston, deram o triunfo a Eaton.

Com a confiança recuperada depois de muito tempo sofrendo com uma lesão no tornozelo esquerdo, Pâmela Rosa mostrou segurança na tarde deste domingo (14), em Jacksonville, na Flórida, e garantiu o bicampeonato mundial de skate street ao vencer a final da Super Crown, última etapa da Street League Skateboarding (SLS). Logo atrás dela, Rayssa Leal ficou com o vice, seguida pela campeã olímpica japonesa Momiji Nishiya.

Presente em todas as finais desde que começou a disputar o circuito, Pâmela entrou na pista defendendo o título, já que foi campeã em 2019, também com a pequena maranhense como vice. No ano seguinte, o torneio não foi realizado em razão da pandemia de Covid-19. Já Rayssa, que não precisou disputar as semifinais porque assumiu a liderança do ranking ao vencer as duas etapas anteriores, esperava bater um novo recorde e se tornar a mais jovem campeã da SLS, mas não conseguiu. Assim, a marca segue com Nyjah Houston, campeão aos 15 anos em 2010.

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Apesar de não ter alcançado o objetivo, a menina de apenas 13 anos teve uma ótima apresentação, assim como a grande campeã. Ambas, no entanto, encontraram dificuldades no começo. Na volta de 1min45s antes das rodadas de manobras únicas, Pamela chegou a cair, mas se recuperou e somou 4.6 pontos. Já Rayssa caiu e até saiu da pista, em uma volta bastante empolgada, que, apesar de conter boas manobras, rendeu apenas 3.8 em razão dos erros.

As duas conseguiram se recuperar na apresentação de manobras. Rayssa foi muito consistente e somou 6.0, 6.9 e 6.3 em suas melhores voltas, avançando ao final four, etapa em que as quatro melhores fazem mais duas exibições para decidir o título. Pâmela também passou, em quarto lugar, ao somar 6.0, 6.9 e 6.3.

Quem terminou a primeira parte mais animada, contudo, foi a japonesa Momiji Nishiya, que fez 8.0, a maior nota do dia até aquele momento, na última volta, mas pontuou menos que Rayssa na soma das outras duas notas e ficou em segundo, acima de Samarria Brevard, que fechou a classificação.

Pâmela abriu o final four somando 7.7, antes de Brevard e Nishiya não completarem suas manobras, assim como Rayssa, na sequência. Confiante após a excelente nota, a brasileira correu até o meio da pista e passou vela no corrimão antes de partir para a rodada final. Na hora da decisão, encaixou um frontside smith que a deu 8.1 pontos e garantiu o bicampeonato, já que nenhuma das oponentes conseguiu alcançar seu 21.8 pontos na soma.

Nem duas punições num mesmo fim de semana foram suficientes para parar Lewis Hamilton no Brasil. O piloto inglês, cada vez mais à vontade no país do seu ídolo, Ayrton Senna, brilhou novamente no Autódromo de Interlagos e venceu o GP de São Paulo neste domingo. De quebra, reduziu a vantagem de Max Verstappen na liderança do campeonato. O holandês chegou em segundo lugar, logo à frente do finlandês Valtteri Bottas.

Foi a 101ª vitória do inglês na F-1, a terceira no Brasil, comemorada com a torcida, que encheu as arquibancadas do circuito paulistano. Após cruzar a linha de chegada, Hamilton ganhou uma bandeira brasileira, com a qual desfilou em seu carro até parar diante do pódio. Ao longo da semana, o inglês declarou diversas vezes que se sentia cada vez mais brasileiro.

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Numa das melhores provas da temporada, Hamilton brilhou tanto no sábado quanto no domingo. Antes de chegar em primeiro ao fim das 71 voltas, ele surpreendeu no sprint race ao finalizar as 24 voltas em quinto lugar. Foram 15 ultrapassagens no sábado e mais 10 neste domingo, totalizando 25. E logo num fim de semana em que sofreu duas punições. No sábado, largou em último. Neste domingo, foi apenas o 10º no grid. Mas ele precisou de apenas 19 voltas para pular do 10º para o 2º posto.

No campeonato, a situação ficou mais equilibrada. Verstappen chegou aos 332,5 pontos, contra 318,5 de Hamilton. Faltam ainda três etapas para o fim da temporada.

Após vacilar na largada no México, há uma semana, Bottas voltou a vacilar em Interlagos. O companheiro de Hamilton foi superado por Verstappen no meio do "S do Senna" e por Pérez na reta oposta. No meio do pelotão, o inglês conquistou quatro posições na primeira volta. Na segunda, aparecia em terceiro, atrás apenas dos carros da Red Bull.

A ascensão do heptacampeão ganhou uma ajuda na 7ª volta, quando o safety car entrou na pista porque Yuki Tsunoda perdeu a asa dianteira de sua AlphaTauri no "S do Senna" - o japonês acabou sofrendo punição de 10 segundos. Na relargada, três voltas depois, Verstappen sustentou a liderança, sendo protegido por Pérez, seu companheiro de equipe.

Logo na sequência o safety car virtual foi ativado por causa dos dedritos da asa dianteira de Mick Schumacher, após choque com Kimi Raikkonen. Na retomada das disputas, Hamiltou passou Pérez, que recuperou a posição em seguida, no 18º giro. Na volta seguinte, o inglês não repetiu o erro da primeira tentativa e deixou o mexicano para trás de vez.

Verstappen liderava com quatro segundos de vantagem sobre seu maior rival. Sem conseguir se aproximar do líder do campeonato, o inglês e a Mercedes apostaram na estratégia. Na 27ª volta, ele trocou os pneus médios pelos duros. Retornou em 6º para a pista.

Uma volta depois, Verstappen fez o mesmo e voltou para a pista em 3º, à frente de Hamilton. Na prática, a estratégia da Mercedes deu resultado. A diferença para o primeiro colocado caiu para 1s5 segundo. Nem mesmo uma nova ativação do safety car virtual, na 30ª volta, mudou o cenário da briga pela vitória.

A situação mudou no 41º giro, quando Verstappen surpreendeu ao ir aos boxes para colocar novos pneus duros. Voltou em quarto, enquanto Hamiltou herdou a liderança. Duas voltas depois, o inglês repetiu a estratégia do rival holandês, agora novamente em primeiro lugar na prova.

Mas a diferença entre os dois caía a cada volta. De 1s2, chegou a ser derrubada para 0s2 na 48ª, quando Hamilton foi para o bote. Ele tentou por fora no fim da reta oposta. Verstappen fechou a porta e ambos acabaram saindo da pista. A Mercedes reclamou, porém os comissários decidiram não investigar o caso.

Nova investida só veio dez voltas depois, sem sucesso. No giro seguinte, o heptacampeão não perdoou. Superou Verstappen, assumiu a ponta e não deu mais chance para o rival. Sem sustos, ele cruzou a linha de chegada na frente, recebendo a bandeirada da ginasta e campeã olímpica Rebeca Andrade, convidada da organização.

Pilotos e equipes agora rumam para o Catar. A corrida de estreia no país será já no próximo domingo, no Circuito de Losail. Será o terceiro final de semana consecutivo de corrida na F-1, incluindo ainda o GP do México, disputado no domingo passado.

Confira a classificação do GP de São Paulo de Fórmula 1:

1º - Lewis Hamilton (ING/Mercedes), em 1h13min860

2º - Max Verstappen (HOL/Red Bull), a 10s496

3º - Valtteri Bottas (FIN/Mercedes), a 13s576

4º - Sergio Perez (MEX/Red Bull), a 39s940

5º - Charles Leclerc (MON/Ferrari), a 49s517

6º - Carlos Sainz Jr. (ESP/Ferrari), a 51s820

7º - Pierre Gasly (FRA/AlphaTauri), a uma volta

8º - Esteban Ocon (FRA/Alpine), a uma volta

9º - Fernando Alonso (ESP/Alpine), a uma volta

10º - Lando Norris (ING/McLaren), a uma volta

11º - Sebastian Vettel (ALE/Aston Martin), a uma volta

12º - Kimi Räikkönen (FIN/Alfa Romeo), a uma volta

13º - George Russell (ING/Williams), a uma volta

14º - Antonio Giovinazzi (ITA/Alfa Romeo), a uma volta

15º - Yuki Tsunoda (JAP/AlphaTauri), a uma volta

16º - Nicholas Latifi (CAN/Williams), a uma volta

17º - Nikita Mazepin (RUS/Haas), a duas voltas

18º - Mick Schumacher (ALE/Haas), a duas voltas

Não completaram a corrida:

Daniel Ricciardo (AUS/McLaren)

Lance Stroll (CAN/Aston Martin)C

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