Esportes

| Vôlei

A mescla de gerações da seleção brasileira feminina de vôlei deu fortes indícios que está no caminho certo neste sábado, durante a vitória por 3 a 1 sobre a Sérvia na semifinal da Liga das Nações. A central Carol e a capitã Gabi, que estão há mais tempo no time, elogiaram muito as jovens atletas do grupo comandado por José Roberto Guimarães. Mesclando juventude e experiência, o Brasil teve Julia Bergmann, de 21 anos, e Kisy, 22, como grandes destaques da partida. Kisy foi a maior pontuadora do jogo, com 19 pontos, seguida por Julia Bergmann, que mandou a bola ao chão 16 vezes.

"Começamos o jogo um pouco ansiosas, com muitos erros e a Sérvia estava sacando muito bem. Conseguimos nos manter unidas e viramos a partida. O nosso lado mental fez a diferença na partida de hoje. As jogadoras mais novas como a Julia Bergmann e a Kisy seguraram a pressão e foram fundamentais para o resultado. Nos ajustamos e conseguimos virar o jogo no segundo e no terceiro set. A lucidez, a confiança e a união desse grupo estão sendo determinantes para o resultado", afirmou a capitã Gabi, que também brilhou em quadra e anotou 15 pontos de ataque.

##RECOMENDA##

Julia Bergmann está na final com a seleção logo em sua primeira competição internacional pelo Brasil, enquanto Kisy participa pela primeira vez de uma competição com a seleção adulta. Além delas, Julia Kudiess, 19, e Lorena, 22, também são estreantes na seleção. Carol elogiou a mentalidade das jovens ao comentar a vitória.

"Tenho muito orgulho desse time. Crescemos jogo a jogo e as meninas mais jovens estão com uma mentalidade muito boa, focadas no que precisam fazer nas partidas. Somos um time que se dedica muito e treina diariamente buscando a evolução. Vejo muita vontade e energia nesse time para buscar esse título", disse Carol, que marcou 13 pontos, sete de ataque e seis de bloqueio.

O Brasil não se encontrou no início da partida e perdeu o primeiro set por 25 a 14, mas a virada veio nos três sets seguintes (25/18, 26/24 e 25/19). Classificada, a seleção brasileira fará final inédita contra a Itália neste domingo, às 12h30. José Roberto Guimarães, treinador do Brasil, também analisou o triunfo deste sábado.

"A Sérvia estava conseguindo abrir no marcador no começo dos sets. Foi complicado correr atrás do placar, mas por outro lado essa recuperação nas parciais foi muito importante. Quando o nosso saque e o sistema defensivo começaram a funcionar, conseguimos mudar o jogo. Foi uma vitória muito importante para essa nova geração", completou Zé Roberto.

A seleção brasileira feminina de vôlei conquistou uma vitória gigantesca sobre a Sérvia na manhã deste sábado para confirmar sua vaga na final da Liga das Nações de vôlei, em Ancara, na Turquia. Após perder o primeiro set com sobra da Sérvia, o Brasil mostrou seu poder de reação, liderado por Gabi e pelas jovens Julia Bergmann e Kisy, e venceu a partida por 3 a 1.

A seleção comandada por Zé Roberto Guimarães é a primeira confirmada na final, que acontece neste domingo. A decisão será contra o vencedor do duelo entre Itália e Turquia, que jogam ainda neste sábado.

##RECOMENDA##

Uma das bases da renovação do time, Gabi foi um ponto de segurança em quadra para as jovens brilharem. Kisy foi a maior pontuadora da partida, com 19 pontos, seguida por Julia Bergmann, que mandou a bola ao chão 16 vezes. Mesmo após erros no primeiro set, Julia mostrou muita maturidade para se recuperar e ser um grande destaque da partida.

"A gente começou atrás, mas lutamos até o final por cada bola. A palavra desta vitória é união, sabíamos que estávamos juntas. Todo mundo se ajudando, as mais velhas ajudando as menos experientes e o resultado está aí. O mais importante é ter tranquilidade e confiar no que sei fazer, treino isso todo dia. A visão que o Zé tem de fora de quadra é diferente, é importante escutar, sempre tem algo para melhorar. Tivemos muita coletividade, seguimos nos motivando para avançar. É incrível, estamos na final agora", afirmou Julia em entrevista ao Sportv.

Após perder por 25 a 14 no primeiro set, o Brasil devolveu e sobrou no set seguinte, com placar de 25 a 18. O terceiro set foi o mais emocionante da partida e terminou com virada e vitória brasileira por 26 a 24. A classificação na semifinal veio com o placar de 25 a 19.

O Brasil havia vencido por 3 a 0 na primeira fase, mas a Sérvia chegou embalada pela vitória sobre os Estados Unidos, atuais campeãs olímpicas, nas quartas de final. Após longos sets e muita emoção na disputa contra o Japão, o Brasil voltou a ter um cenário difícil na semifinal.

O JOGO

O Brasil saiu atrás da Sérvia na disputa, mas apostando em bons saques conseguiu igualar as europeias. A primeira vez que as brasileiras ficaram na frente foi com um belo bloqueio da Gabi, que fez 8 a 7. A Sérvia retomou o controle do jogo, aproveitou uma sequência de pontos para abrir cinco pontos no set.

O Brasil ficou nervoso em quadra, cometeu sequência de erros com Julia Bergmann e Gabi, o que deu nove pontos de vantagem para as europeias. Após alguns pontos tímidos brasileiros, a Sérvia seguiu pontuando com tranquilidade e fechou o primeiro set por 25 a 14.

Após o desempenho ruim no primeiro set, o Brasil voltou com dificuldades para a quadra e permitiu que as sérvias abrissem vantagem mais uma vez. Um belo bloqueio de Carol fez com que o Brasil encostasse em 7 a 8. O Brasil empolgou após o lance e conseguiu virar o jogo, abrindo 14 a 10. Julia, que havia errado muito no primeiro set, se reencontrou em quadra e fez pontos importantes.

O técnico da Sérvia pediu tempo. O jogo parecia outro e a seleção brasileira soube aproveitar o bom momento na partida, abrindo sete pontos de vantagem. Após vitória fácil das adversárias no primeiro set, o Brasil devolveu o troco na mesma moeda, com folga. A Sérvia conseguiu diminuir a diferença com uma sequência na reta final, mas o Brasil confirmou o set por 25 a 18, com mais um belo ponto de Carol.

A Sérvia recuperou o bom vôlei e também saiu na frente no terceiro set, abrindo logo seis pontos de vantagem, chegando a 8 a 2. Irritado, Zé Roberto Guimarães esbravejou para o time brasileiro, que iniciou uma reação diminuindo a desvantagem para três pontos. A desvantagem seguiu caindo e chegou a ficar em um ponto, 14 a 13.

O jogo ficou mais disputado do que nunca e os times chegaram na reta final do set separados por poucos pontos. O Brasil alcançou o empate em 22 a 22, colocando muita emoção na quadra. O ataque sérvio foi para fora e a virada brasileira veio no ponto seguinte. Com cravada de Julia Bergmann, o Brasil chegou a 24, mas a Sérvia não deixou escapar.

Em um rally sensacional, que durou 27 segundos, o Brasil conquistou ponto fundamental com Julia Bergmann. O ponto seguinte veio após sobra na rede e o Brasil fechou o set por 26 a 24, abrindo 2 a 1 na partida.

A vitória de virada em um set disputado levantou o moral da seleção brasileira, que saiu na frente pela primeira vez no quarto set. Estreantes em competição internacional, Kisy e Julia Bergmann chamaram a responsabilidade. Raridade, Stevanovic errou um ataque livre no quarto set e mandou para fora. O Brasil mostrou boa inversão de bola e seguiu liderando a partida

Um rally de 40 segundos vencido pela Sérvia diminuiu a vantagem para 9 a 10. O Brasil começou a se impôr no set e abriu 15 a 11 com mais um ponto de Bergmann. O técnico Danielle Santarelli ficou bastante irritado quando o Brasil abriu 18 a 12 em um erro bobo do seu time.

O 20º ponto brasileiro veio em ponto espetacular de Gabi, que continuou fazendo tudo em quadra e encaminhou o Brasil para a bola do jogo. As sérvias endureceram na reta final, fizeram dois pontos seguidos, mas um erro no saque colocou o Brasil na final da Liga das Nações. O quarto e último set terminou 25 a 19 para o Brasil.

O Brasil está na semifinal da Liga das Nações feminina de vôlei. A seleção teve de lutar muito, nesta quarta-feira, principalmente nos três primeiros sets, para vencer o Japão, por 3 sets a 1, com parciais de 29/27, 28/26, 20/25 e 25/14. Por uma vaga na final da competição, a equipe vai aguardar o vencedor do duelo entre Estados Unidos e Sérvia, que acontece ainda nesta quarta-feira.

Visivelmente ansiosa, a jovem seleção do técnico José Roberto Guimarães cometeu erros em todos os fundamentos e viu o Japão abrir 21/15 no primeiro set. Mas com bela atuação de Julia Bergmann no ataque, a seleção conseguiu buscar o empate com seis pontos consecutivos. Daí até o final, a parcial foi repleta de disputas intensas por cada ponto. A vitória por 29/27 veio no bloqueio.

##RECOMENDA##

O Brasil voltou melhor para o segundo set, mas o Japão permaneceu forte na defesa e com isso abriu 15/12 no placar. Kisy apareceu bem no ataque e levou a seleção ao empate em 15 pontos. Com erros japoneses, o Brasil abriu 21/18, mas voltou a ficar inconstante, possibilitando novo empate asiático em 21 pontos.

O final do segundo set foi sensacional, com o Brasil tendo o match-point com 24/22 e o Japão com 25/24. Kisy, mais uma vez, surgiu muito bem para liderar o Brasil em nova vitória apertada: 28 a 26.

O Brasil repetiu a mesma instabilidade no terceiro set. O Japão, sempre bastante regular, aproveitou para marcar 17/12. No final da parcial, o time brasileiro perdeu a concentração após um saque japonês visivelmente para fora, validado pela arbitragem. O Brasil não tinha direito mais a desafios: 25/20.

O quarto set foi totalmente diferente dos demais. O Brasil atingiu alto nível de produção tanto na defesa como no ataque. O bloqueio esteve insuperável, a levantadora Macris variou demais as jogadas e a parte ofensiva esteve impecável com Julia Bergmann (17 pontos), Carol e Gabi.

[@#video#@]

Uma ex-jogadora da seleção americana de vôlei foi atacada no centro de Los Angeles na última sexta-feira. Kim Glass, medalhista de prata pelos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, ficou com diversos ossos da face fraturados e com um de seus olhos inchados após um homem acertá-la com um objeto de metal.

Kim estava deixando um almoço na tarde da última sexta-feira quando avistou um homem desconhecido, correndo com algo na mão, do outro lado da rua, quando acertou seu rosto. A atleta acredita ter sido um tubo de metal ou um parafuso. "Ele apenas olhou para mim com um olhar de ódio", disse em vídeos publicados em seu Instagram. "Tudo aconteceu tão rápido, ele literalmente arremessou o objeto em minha direção, nem estava perto de mim.

##RECOMENDA##

Alguns civis, que observaram a cena de perto, seguraram o homem após o incidente, até a chegada dos policiais para levá-lo sob custódia. Identificado como sendo Semeon Tesfamariam, o agressor foi autuado por suspeita de agressão com uma mortal, segundo Drake Madison, porta-voz da polícia de Los Angeles.

Semeon segue detido, sem direito à fiança. Ainda não se sabe se o agressor possui um advogado para falar em sua defesa ou quando deverá comparecer à corte para seu julgamento.

Kim Glass postou vídeos nas redes sociais onde mostra seus ferimentos no olho, nariz e bochechas. Ela disse que acredita que sua visão ficará bem em breve e agradeceu aos médicos pela operação cirúrgica próxima a sua sobrancelha. "Você não deveria ter medo quando anda na rua", afirmou a atleta.

A etapa de Gstaad do Circuito Mundial de Vôlei de Praia teve uma final brasileira na disputa feminina e terminou com título das atuais campeãs do mundo Duda e Ana Patrícia, neste domingo. A medalha de ouro veio após vitória por 2 sets a 1 diante das compatriotas Bárbara Seixas e Carol Solberg, com parciais de 21/19, 20/22 e 15/10.

O primeiro set foi muito equilibrado. Duda e Ana Patrícia chegaram a abrir cinco pontos em relação às rivais e conseguiram administrar a vantagem até que Ana Patrícia bloqueou Carol Solberg para largar na frente.

##RECOMENDA##

No segundo set, Bárbara Seixas e Carol Solberg voltaram em ritmo alucinante, abriram cinco pontos de vantagem, mas viram Duda salvar dois set points. A partida chegou a estar empatada por 20 a 20, até que a própria Duda jogou para fora o último ponto do set.

O tie-break estava equilibrado, até que Ana Patrícia e Duda conseguiram virar boas bolas que as deixaram em vantagem por 11 a 7. Bárbara e Carol tentaram reagir, mas foram obrigadas a forçar, ocasionando erros que custaram a vitória.

"Esse momento é muito especial para a gente, estou muito animada por ganharmos mais um ouro! O momento é ótimo, mas temos que trabalhar ainda mais. Muito obrigada a todos, especialmente para a Pati", disse Duda.

Duda e Ana Patrícia estão vivendo um mês mágico. No último dia 19, elas foram campeãs da Copa do Mundo de Roma e apareceram como a grande esperança do vôlei de praia brasileiro para o atual ciclo olímpico.

Com uma atuação segura e eficiente do oposto Darlan, o Brasil venceu o Japão, por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/23 e 25/22 neste domingo, na última partida da primeira fase da Liga das Nações. O triunfo redime o time brasileiro do revés na rodada anterior, quando acabou derrotado pela França e levantou dúvidas quanto à regularidade da equipe.

O destaque da partida foi o oposto Darlan, que mostrou muita eficiência no ataque. Ele foi o maior pontuador do jogo ( 19 pontos). "Ele está em um grande momento e jogando muito", disse Lucarelli ao final da partida. Isac também apareceu bem no duelo e foi importante tanto no bloqueio como no saque para ajudar a seleção.

##RECOMENDA##

O time do técnico Renan Dal Zotto encerrou a esta fase do torneio com oito vitórias em 12 confrontos e ficou com a sexta posição. A definição do adversário das quartas de final depende dos resultados da rodada deste domingo.

O primeiro set começou bastante equilibrado com as duas equipes mostrando eficiência no ataque. O Brasil chegou a abrir uma vantagem de quatro pontos na parte inicial, mas os japoneses conseguiram se recuperar mantiveram a disputa acirrada.

Na parte final, o histórico se repetiu, a seleção do técnico Renan Dal Zotto teve 24 a 20 a seu favor, mas a desconcentração de sua equipe tornou a definição do set dramática. O Brasil perdeu três set points, viu o marcador chegar em 24 a 23, mas graças a rapidez de Flávio, em jogada de meio de rede, definiu o primeiro set a favor dos brasileiros.

Um ponto de Lucarelli e um 2 a 0 com ace de Bruninho deram a impressão de que o Brasil teria mais facilidades no segundo set. O Japão, no entanto, tratou de se organizar e contrariou esse cenário.

Foi quando Darlan desequilibrou e passou a cravar bolas na quadra japonesa. Discreto até então no duelo, Isac também passou a fazer a diferença e conseguiu dois pontos seguidos de bloqueio.

O Japão seguiu na perseguição ao time brasileiro no marcador e o placar seguiu apertado até o final. A vitória brasileira no segundo set, porém, contou com o fator sorte. Com 24 a 23, Isac sacou forte, a bola bateu na rede e desarrumou o time japonês, que não evitou o ponto da vitória brasileiro novamente por 25 a 23.

O terceiro set, seguiu o ritmo dos dois anteriores. Mais centrado, o Brasil ficou à frente no placar, mas sem conseguir abrir grande vantagem. No final a seleção esteve perto de definir a vitória, mas voltou a falhar no set point permitindo a aproximação adversária. No entanto, em uma virada de bola de Adriano, a vitória foi definida em 25 a 22.

A sequência de cinco vitórias consecutivas da Seleção Brasileira masculina de vôlei na Liga das Nações chegou ao fim hoje (8). Na terceira e última semana da primeira fase, com jogos em Osaka, Japão, o Brasil foi derrotado pela França, atual campeã olímpica, por três sets a zero (21/25, 22/25 e 21/25). O oposto francês Jean Patry, com 19 pontos, foi o destaque da partida.

Os brasileiros aparecem em sexto lugar na classificação, com 21 pontos e sete vitórias após 11 jogos. A seleção - comandada por Renan dal Zotto - está garantida por antecipação no mata-mata e volta à quadra no domingo (10), às 7h10 (horário de Brasília), para encarar o Japão, quinto colocado, pela última rodada. Uma vitória diante dos anfitriões pode tirar o Brasil do caminho de rivais como Polônia, Itália, Estados Unidos e a própria França nas quartas de final.

##RECOMENDA##

Mudanças

Em relação à equipe normalmente titular, o treinador promoveu duas mudanças, com o levantador Cachopa e o ponteiro Adriano nos lugares de Bruninho e Lucarelli, respectivamente. Durante o jogo, Renan fez outras trocas, com as entradas dos ponteiros Rodriguinho e Honorato, do central Leandro, do líbero Maique e do próprio Bruninho. O destaque brasileiro foi o oposto Darlan, com nove pontos.

"Tivemos a oportunidade de dar mais rodagem a alguns atletas e um descanso a outros. Essa mescla é importante e faz parte do processo de crescimento dos mais novos. O jogo desta sexta-feira foi uma oportunidade de promover essas mudanças. Foi importante para ver a evolução dos mais jovens, que estão ganhando confiança e ficando mais à vontade em quadra", analisou Renan, ao site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

A fase final da Liga das Nações masculina será disputada entre os dias 20 e 23 deste mês, em Bolonha, na Itália, reunindo os oito melhores times da etapa inicial da competição. O Brasil é o atual campeão do torneio.

A seleção brasileira masculina fez um jogo tranquilo no início da manhã desta quinta-feira (horário de Brasília) para vencer o Canadá por 3 a 0, em Osaka, no Japão, onde está sendo disputada a terceira e última etapa da fase classificatória da Liga das Nações de Vôlei. Assim como na partida anterior, contra a Alemanha, o ponteiro Leal foi o maior pontuador, desta vez com 15 pontos - um de saque, 13 de ataque e um de bloqueio.

As parciais foram de 25/18, 25/19 e 25/16, após uma atuação segura do Brasil, que teve outros destaques além de Leal. Darlan, segundo melhor pontuador contra os alemães, foi bem mais uma vez e contribuiu com 11 pontos durante a vitória, a sétima da seleção comandada por Renan Dal Zotto em dez jogos disputados no torneio. Os centrais Isac e Flávio também tiveram bons desempenhos, cada um com dez pontos.

##RECOMENDA##

Ainda no começo do primeiro set, Leal foi motivo de preocupação porque sentiu o tornozelo depois de um ataque. No fim das contas, não foi nada grave, tanto que ele continuou em quadra e se tornou um dos principais nomes da partida. Depois de cometer erros e deixar os canadenses viverem um bom momento na partida, lances de Bruninho e Flávio ajudaram a construir uma vantagem de 12 a 8, a partir da qual foi construído um caminho tranquilo para colocar 25/18 no placar final da parcial.

O Canadá voltou a se mostrar ameaçador durante o segundo set e chegou a abrir três pontos duas vezes durante a disputa dos pontos iniciais, mas os brasileiros viraram, voltaram a ser dominantes e fecharam em 25/19. Já o set final foi encerrado sem maiores sustos, com Leal forte no ataque para definir a parcial com a maior diferença do dia: 25 a 16, concluindo triunfo por 3 a 0.

Com a classificação virtualmente encaminhada, o Brasil tem compromissos diante de França, na sexta-feira, e Japão, no domingo, para encerrar a participação na fase classificatória da Liga das Nações. A fase final, que contará com as oito melhores equipes da etapa anterior, será disputada entre 20 e 23 de julho, em Bologna, na Itália.

A seleção brasileira masculina de vôlei iniciou a terceira e última etapa da fase classificatória da Liga das Nações com vitória nesta quarta-feira. Em uma partida que teve o ponteiro Leal como protagonista, o Brasil perdeu o primeiro set para a Alemanha, em Osaka, no Japão, mas conseguiu a virada e saiu da quadra da Maruzen Intec Arena com uma vitória por 3 sets a 1, com parciais de 25/27, 25/17, 25/20 e 25/19.

Leal foi o maior pontuador do jogo, com 21 acertos, dos quais 19 foram de ataque, um de bloqueio e um de saque. Além dele, a equipe comandada por Renan Dal Zotto teve destaques como o ponteiro Lucarelli, autor de 15 pontos, e o oposto Darlan, que contribuiu com 13 pontos na sexta vitória brasileira em 11 jogos disputados no torneio internacional.

##RECOMENDA##

"Depois de uma semana de viagem e treino, começamos um pouco devagar na partida, mas o importante é que conseguimos o resultado positivo e os três pontos para dar mais um passo para a classificação para a fase final. Eu estou melhorando a cada jogo, e hoje foi um dia muito bom, espero estar ainda melhor para as próximas partidas", afirmou Leal em entrevista após o jogo.

O Brasil sentiu um pouco a falta de ritmo durante o primeiro set, após uma semana de intervalo entre a segunda e a terceira etapa, e sofreu bastante. Embora tenha dado bom sinais no início, ao abrir 3 a 0, acabou encerrando a parcial com derrota por 27 a 25. A história, contudo, mudou nos set seguintes. Os saques de Leal abriram caminho para a vitória por 25 a 17 na segunda parcial e um ace de Rodriguinho fechou a virada ao colocar 25 a 20 no placar final do terceiro set. No quarto, os alemães deram trabalho, mas foram dominados no fim e perderam por 25 a 19.

A vitória mantém a seleção entre as oito primeiras colocadas, dentro da zona de classificação à fase final Liga das Nações. Ainda em busca de confirmar a vaga, tem mais três duelos da fase classificatória pela frente, todos nesta semana. Depois de enfrentar o Canadá, às 6 horas de quinta-feira (horário de Brasília), encara a França, a partir das 3h40 de sexta, e o anfitrião Japão, no domingo, às 7h10.

A seleção brasileira feminina de vôlei derrotou a Tailândia por 3 sets a 1 (parciais de 25/18, 26/24, 23/25 e 25/23), neste sábado (2) em Sófia (Bulgária), na partida que marcou o encerramento da participação do Brasil na fase inicial da Liga das Nações.

Com isso a equipe comandada pelo técnico José Roberto Guimarães chegou ao total de dez vitórias em 12 partidas, disputadas em três países diferentes em pouco mais de um mês.

##RECOMENDA##

No triunfo sobre as tailandesas, o grande destaque foi a ponteira Julia Bergmann, a maior pontuadora do Brasil com 17 pontos (15 de ataque, 1 de bloqueio e 1 de saque). “Foram quatro vitórias em quatro jogos nessa etapa, contra três times asiáticos e as donas da casa. Encaramos estilos de jogo diferentes, mas a gente conseguiu evoluir a cada jogo e a cada etapa. Agora vamos ajustar os últimos detalhes para a fase final, na Turquia”, declarou a jogadora à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

Agora o Brasil aguarda o fim da fase classificatória, no próximo domingo (3), para conhecer seu adversário nas quartas de final da competição, que será disputada entre 13 e 17 de julho em Ancara (Turquia).

A seleção brasileira de vôlei feminino carimbou a vaga nas quartas de final da Liga dos Nações na tarde desta quinta-feira ao derrotar a Coreia do Sul, com extrema facilidade, por 3 sets a 0, com parciais de 25/17, 25/19 e 25/13, em Sofia, na Bulgária. Com oito vitórias na competição, o Brasil já não pode mais ser alcançado pelos rivais que estão fora da zona de classificação.

Apesar da vaga garantida, há ainda mais dois jogos na Bulgária. Nesta sexta-feira, às 14h, o desafio é contra as donas da casa. No sábado, às 10h30, a equipe brasileira encara a Tailândia, no encerramento da fase. A próxima e última fase da Liga das Nações será entre os dias 13 e 17 de julho, em Ancara, na Turquia.

##RECOMENDA##

Zé Roberto aproveitou a fraqueza do adversário, que ganhou apenas um set no torneio, para fazer alguns testes na equipe. Lorrayna e Julia Kudiess ganharam mais minutos em quadra, assim como Natinha e Mayany.

Apesar do favoritismo, a seleção brasileira entrou desligada e viu a Coreia do Sul abrir vantagem no marcador. Mas o bom momento da equipe asiática não durou por muito tempo. O Brasil equilibrou o duelo e confirmou o favoritismo, fazendo 25/17 no primeiro set.

No segundo set, brilhou a estrela de Julia Kudiess. A central do Minas foi um dos destaques da partida e fez pontos importantes para o Brasil ser dominante do início ao fim. E foi no bloqueio de Mayany que a seleção de Zé Roberto fechou por 25/19.

O panorama continuou também no terceiro set. A Coreia colecionava erros, e o Brasil abriu uma vantagem de 13/3. Com isso, Zé Roberto foi rodando o elenco e concluiu o duelo sem a menor dificuldade, por 25/13.

O jogador de vôlei Douglas Souza, aposentado da seleção brasileira desde março, revelou ao programa Profissão Repórter, da TV Globo, problemas enfrentados na carreira relacionados à sua sexualidade. Douglas foi o primeiro jogador da seleção que assumiu abertamente ser homossexual.

Ao ser questionado sobre a decisão de sua aposentadoria na seleção, o atleta revelou que sua escolha foi influenciada pela forma com que era tratado dentro do grupo. "Imagina você ser ali o único, sabe? O coloridinho. Você acaba vivendo nesse meio, você recebe vários nãos: não pode fazer isso, não pode falar aquilo. Quando tive a minha primeira convocação da seleção, eu já ouvi muito isso’’, comentou Douglas.

##RECOMENDA##

‘’De pessoas que andavam comigo, gostavam de mim, que falavam que eram meus amigos e falavam tipo assim: ‘tudo bem, você é gay, a gente gosta de você, mas quando você chegar lá na seleção, você não pode falar isso para ninguém, ninguém pode saber. Tem que fazer o machinho na frente do técnico.’ Tinha muito disso", revelou.

Após tanto tempo lidando com esses problemas, o jogador falou sobre a dificuldade que encontrou para conseguir mostrar ao mundo quem realmente é. "Esse Douglas que está na rede social hoje, meus amigos me conhecem assim há muitos anos. Só que as outras pessoas não. Não conheciam porque eu não permitia que as pessoas me conhecessem de verdade", disse.

O Brasil disputará duas medalhas de ouro no Mundial de Vôlei de Praia de Roma, no Foro Itálico, neste domingo. O País será representado por Duda e Ana Patrícia no feminino e por Renato e Vitor Felipe no masculino. Ainda há a possibilidade de presença no pódio com André e George, que disputarão o bronze.

Com campanha perfeita, Duda e Ana Patrícia somaram seu sétimo jogo com vitória por 2 a 0, desta vez diante das suíças Heidrich e Vergé Deprê, medalhas de bronze em Tóquio, com show no bloqueio, por 21/19 e 21/13.

##RECOMENDA##

Antes de chegar à inédita decisão, a mineira e a sergipana já haviam despachado as canadenses campeãs do mundo, Sarah Pavan e Melissa Humana-Paredes, algozes de duas duplas brasileiras, nas quartas de final.

Campeãs mundiais sub-21, elas tentarão subir no topo do pódio também no principal, contra a segunda dupla do Canadá, formada por Brandie e Bukovec, às 15 horas deste domingo. As brasileiras chegam à decisão no Foro Itálico como favoritas. As rivais buscaram a vaga com triunfo sobre as alemãs Müller e Tillmann, por 2 a 1, parciais de 21/15, 15/21 e 15/12.

Logo após a classificação das meninas, foi a vez de Renato e Vitor Felipe entrarem em quadra para também buscar uma inédita final. Destaques no Circuito Mundial, os brasileiros tinham a tradição americana pela frente: Schalk e Brunner eram surpresas na semifinal após despacharam favorita dupla holandesa.

O embate por vaga na final foi totalmente dominado pelo time verde e amarelo, que não deu chances aos rivais, ficando sempre no comando do placar e ganhando por 21/17 e 21/19.

Depois de avançarem somente em terceiro na fase de grupos, o paraense Renato e o paraibano Vitor Felipe cresceram bastante no Mundial, deixando adversários favoritos pelo caminho. Eles buscarão o ouro às 16 horas deste domingo contra os noruegueses Mol e Sorum, que passaram pelos brasileiros André e George, na semifinal, com 2 a 0, parciais de 21/14 e 21/18.

[@#video#@]

André e George até começaram bem contra a equipe da Noruega, abrindo 5 a 2. Mas os rivais cresceram no bloqueio e acabaram virando para fechar em 21/14. Na segunda parcial, o Brasil chegou igual até 17 a 17 após largar atrás no começo. Um bloqueio definiu o 21/18.

Fora da decisão, os brasileiros ainda podem subir no pódio em Roma. Eles disputarão o bronze contra os americanos Schalk e Brunner, também neste domingo.

A seleção brasileira feminina de vôlei perdeu para a Itália por 3 sets a 1, com parciais de 25/17, 25/15, 14/25 e 25/14 em jogo válido pela Liga das Nações, neste sábado, em Brasília. Foi o segundo revés do time dirigido pelo técnico José Roberto Guimarães, que na primeira fase já havia perdido para os Estados Unidos.

Mesmo com o apoio da torcida, a equipe brasileira não se encontrou na quadra. À exceção do terceiro set, quando saiu vencedor, as meninas do Brasil mostraram um jogo previsível, o que facilitou a vitória das italianas. Em sete jogos, o Brasil soma agora cinco vitórias e duas derrotas na competição.

##RECOMENDA##

Com o resultado, a Itália aparece em terceiro lugar com 17 pontos enquanto o Brasil ocupa o quinto posto com 15. A seleção brasileira volta à quadra neste domingo diante da Sérvia, às 10h, em Brasília.

A Itália não sentiu o fato de ter a torcida contra e começou o primeiro set mais ligada em jogo. O Brasil conseguiu manter a disputa equilibrada até o 5 a 5 no placar, mas a falta de um saque eficiente acabou facilitando a missão das italianas que começaram a abrir vantagem muito em função do seu bloqueio.

O destaque ficou por conta de Bonifacio, que levou vantagem no duelo com as atacantes do Brasil. Sem conseguir impor o seu jogo, a seleção brasileira foi presa fácil e a Itália definiu o set inicial em 25/17.

O jogo foi reiniciado, mas o panorama não mudou. Com uma estratégia previsível de saque recepção e bloqueio, o Brasil viu a Itália deslanchar a partir do 11 a 5. Com uma boa variação na distribuição de bolas, a levantadora Malinov facilitou a missão no momento de ataque e Paola Egonu passou a fazer a diferença.

Apesar das instruções do técnico José Roberto Guimarães, a seleção brasileira seguiu pecando nos erros forçados e a Itália abriu 2 a 0 ao faturar o segundo set por 25/15.

O terceiro set começou com a Itália pedindo desafio logo no primeiro lance. O árbitro de vídeo foi acionado, mas as imagens acabaram dando ponto para o Brasil, mostrando que dessa vez a história seria diferente. As meninas abriram 3 pontos de vantagem pela primeira vez no jogo e foram dominantes o tempo inteiro.

O saque passou a entrar, a Itália teve dificuldades na recepção e o panorama mudou totalmente. Com grande atuação de Gabi, a seleção chegou a 17 a 8. A vantagem foi mantida, Carol foi soberana no bloqueio e o terceiro set acabou definido em 25/14.

A pressão imposta pelo Brasil no terceiro set parece ter sido esquecida fora de quadra no quarto set. Num ritmo avassalador, a Itália foi abrindo vantagem no placar. As italianas chegaram a ter 12 a 3. O bloqueio da seleção europeia voltou a ser soberano e o Brasil ficou disperso em quadra.

Após o tempo técnico, o Brasil entrou no jogo, voltou a pressionar no saque e contou com o apoio da torcida. A Itália porém, apostou na troca de bolas para tentar administrar a vantagem. Paola Egonu seguiu como ponto forte e manteve o poderio ofensivo.

No segundo tempo técnico, quando o jogo estava em 15 a 7 para as italianas, José Roberto Guimarães pediu mais variações, principalmente diante de bloqueios simples na rede da equipe rival. A Itália seguiu dominando a partida, fechou o jogo em 25/14 e definiu a vitória sobre as anfitriãs.

A seleção brasileira feminina de vôlei derrotou a Turquia, nesta quarta-feira (15), por 3 sets a 1 (19/25, 25/23, 25/23 e 25/23), em Brasília, no Ginásio Nilson Nelson, em duelo válido pela primeira rodada da segunda semana da Liga das Nações.

O time do técnico José Roberto Guimarães volta à quadra, nesta quinta-feira (16), para enfrentar a Holanda. No sábado, a adversária será a Itália, enquanto no domingo a rival será a Sérvia.

##RECOMENDA##

O Brasil começou a partida com Ana Cristina, Macris, Carol, Diana, Gabi e Pri Daroit. Líbero: Nyem. O primeiro set foi marcado por vários erros da seleção brasileira, que deixou as turcas abrirem 5 a 1 logo no início. Aos poucos, as brasileiras foram adquirindo ritmo, mas não conseguiram evitar a derrota por 25/19.

O segundo set começou com o mesmo panorama. A diferença é que Brasil conseguiu ter melhor desempenho nos fundamentos mais cedo, equilibrou o placar em 15 pontos, depois em 20 pontos. Kisy, mais uma vez com atuação destacada, foi decisiva para o Brasil igualar o placar: 25/23.

O Brasil começou o terceiro set diferente e abriu 6 a 2. Com bom saque e recepção, a seleção brasileira conseguiu controlar a partida para fechar o segundo set a seu favor: 25/23.

O quarto set foi bastante disputado com as duas seleções se revezando na liderança do placar. Kisy foi bem no saque e bloqueio, deixando o Brasil em vantagem com 15/13 e 17/14. No final, Carol fez três pontos seguidos e garantiu importante triunfo: 25/23.

Seis meses após deixar o vôlei italiano, Douglas Souza comemorou o retorno ao esporte nacional. Ele vai defender o Farma Conde Vôlei, equipe de São José dos Campos, na próxima temporada da Superliga, principal competição da modalidade no Brasil.

"Estou muito feliz em estar de volta e representando um time brasileiro, principalmente o Farma Conde Vôlei, que eu admiro muito o trabalho! Estou ansioso para começar os treinos com o time, que sei que é bem competitivo, e contribuir com a evolução de todo o projeto", celebrou.

##RECOMENDA##

Douglas havia deixado o Callipo Sport, da Itália, no início de dezembro. O Callipo chegou a criticar o atleta por que, segundo o clube, teria abandonado o time sem avisar, o que o jogador brasileiro nega. De volta ao Brasil no fim do ano, ele avisou que descansaria um pouco antes de pensar nas propostas para voltar a uma equipe nacional.

O ponteiro de 26 anos retornará à elite nacional, onde já competiu defendendo os uniformes do Pinheiros, do São Bernardo Vôlei e do SESI-SP. Douglas vai se concentrar no novo time porque já havia anunciado sua aposentadoria da seleção brasileira.

O jogador foi campeão olímpico na Olimpíada do Rio-2016 e participou também da campanha frustrada da seleção masculina em Tóquio, no ano passado, quando não subiu ao pódio. Douglas se tornou uma celebridade nacional durante os Jogos Olímpicos por conta dos seus posts bem-humorados e espontâneos nas redes sociais.

Com o sucesso, ele virou o jogador de vôlei mais seguido do mundo no Instagram, com 2,5 milhões de seguidores. Na plataforma, tem aproveitado a ampla audiência para defender causas sociais, como os direitos LGBT+. Douglas também se tornou influenciador digital e streamer.

Campeão da Superliga de Vôlei Masculino no início deste mês, o Sada Cruzeiro terá o medalhista olímpico Lucão em seu elenco para a temporada 2022/2023. O central de 2,10m foi anunciado pela equipe mineira nesta segunda-feira e deve se apresentar quando retornar da disputa da Liga das Nações, competição na qual buscará o bicampeonato junto com a seleção brasileira, a partir do dia 8 de junho.

[@#video#@]

##RECOMENDA##

Aos 36 anos, Lucão chega ao Cruzeiro depois de jogar temporada a passada pelo Vôlei Renata, que foi eliminado nas quartas de final da Superliga pelo Sesi, time batido pelos cruzeirenses na semi. Hexacampeão da principal divisão do voleibol brasileiro, o gaúcho espera aumentar a lista de conquistas.

"Pra mim é um sonho que eu consegui realizar. Conheço bastante o grupo, tenho grandes amigos no time, grandes jogadores com quem já conquistei muito na seleção brasileira, e eu tenho certeza que vai ser uma adaptação tranquila, onde vou me sentir bem feliz, pra representar a camisa do Sada Cruzeiro. É o time mais vitorioso na história do voleibol brasileiro e, poder vestir essa camisa e jogar ao lado desses caras, que são fantásticos no voleibol, pra mim será uma honra", disse.

Lucão conquistou três dos seus títulos de Superliga enquanto vestia a camisa do Cimed Florianópolis. Depois ganhou mais um com o RJX e outros dois com o Funvic Taubaté. Na época em que jogou no Modena, venceu um Campeonato Italiano e uma Copa Itália. Também tem passagens por Sesi-SP, Vôlei Futuro e Ulbra.

Jogando pela seleção brasileira, o central tem um ouro olímpico, conquistado em 2016, no Rio, e uma prata na Olimpíada de Londres, em 2012. Venceu, ainda, seis edições da Liga Mundial, antes de a competição ser substituída pela Liga das Nações, também na lista de conquistas de Lucão e seus companheiros de seleção.

O campeão olímpico Douglas Souza anunciou em suas redes sociais que acertou com um novo clube, mas não divulgou o nome. No fim de março, ele revelou ter enfrentado depressão e havia anunciado sua aposentadoria da seleção brasileira para cuidar da sua saúde mental, mas despistou sobre conversas com outras equipes.

"Quando eu rescindi com o clube na Itália, em dezembro, não era o plano voltar para o Brasil para jogar já essa temporada, era para jogar na próxima mesmo, porque eu precisava realmente cuidar de mim. Eu estou negociando com os clubes em São Paulo, pois minha preferência é jogar aqui, perto dos amigos e da minha família", disse ao Estadão, em março.

##RECOMENDA##

Ele chegou a conversar com equipes de São Paulo, como Campinas, São José e Guarulhos. Em outra postagem no Twitter, na quarta-feira, ele sugere que voltará a atuar no vôlei brasileiro: "E vamos de Superliga".

[@#video#@]

A temporada no Brasil foi encerrada no início do mês. No masculino, o Sada Cruzeiro superou o Minas no terceiro e último jogo da final em uma partida emocionante e conquistou a Superliga masculina pela sétima vez. Já no feminino, o Minas levou a melhor: bateu o Praia Clube e conquistou o tricampeonato nacional.

Douglas Souza se tornou um sucesso após sua participação na Olimpíada de Tóquio, no ano passado, apesar de a seleção brasileira ter ficado fora do pódio pela primeira vez desde 2004, ao perder a disputa do terceiro lugar para a rival Argentina. Em pouco tempo, virou um queridinho das redes sociais e passou a ganhar milhões de seguidores (hoje tem 2,5 milhões no Instagram).

Ele também conta com um canal de games no YouTube e assinou contrato com a Globo neste ano para participar do quadro "Dança dos Famosos" do programa "Domingão com Huck". Em dezembro, ele deixou o Tonno Callipo Volley, da Itália, e foi acusado de abandonar o clube sem autorização ou justificativa.

A imagem do Cruzeiro resplandece. No terceiro e último jogo da final da Superliga masculina, o Sada Cruzeiro foi melhor nos momentos de definição de cada um dos sets e superou o Fiat/Gerdau Minas por 3 sets a 0, neste domingo em Uberlândia. Superior em todos os fundamentos, a equipe contou com uma grande partida dos ponteiros Rodriguinho e López para conquistar mais um título da competição nacional.

O Cruzeiro também conseguiu um feito inédito. Com a conquista da Superliga, a equipe ficou com o quinto título da temporada. Além do título nacional, o time foi campeão do Mundial, do Campeonato Mineiro, da Supercopa e do Sul-Americano.

##RECOMENDA##

Após muito equilíbrio, emoção e viradas nos dois primeiros encontros da final, o Cruzeiro entrou melhor em quadra neste terceiro jogo e impôs seu domínio ao time do Minas. O Cruzeiro volta a conquistar o título após a temporada 2017/2018 e aumenta o jejum do rival no torneio.

O JOGO

Com o ginásio em Uberlândia completamente lotado, o Cruzeiro começou melhor. Com mais volume de jogo, a equipe celeste não teve dificuldade para abrir 6 a 2 em um bloqueio de López em Vissotto. Na sequência, mantendo um bom aproveitamento em todos os fundamentos do jogo, o Cruzeiro colocou a diferença em 12 a 5.

Após este momento de superioridade do adversário, o Minas chegou para o jogo. Apostando na utilização do elenco, a equipe foi cortando a diferença e deixou a desvantagem em 17 a 13. Apesar deste bom momento da equipe de Belo Horizonte, o Cruzeiro retomou a sua virada de bola e fechou em 25 a 20.

Na segunda parcial, o duelo voltou a ter equilíbrio. Com o Minas mais consistente na virada de bola, os dois times passaram a trocar bolas nos ataques. Desta forma, nenhum dos dois lados conseguiu abrir mais de dois pontos de vantagem em momento algum e o jogo parou com o Minas em vantagem, com 15 a 14.

Na reta final, o Cruzeiro cresceu. Aproveitando de alguns erros do time adversário, a equipe celeste abriu 22 a 20 em um bloqueio de Rodriguinho em Honorato e o duelo parou. No momento de definição do set, o Minas melhorou, fez o limite de 25 pontos ser ultrapassado e passou a liderar o marcador. Sem deixar o adversário fechar a parcial, o Cruzeiro voltou a liderar e a troca de pontos se manteve.

Depois de 51 minutos de parcial, Rodriguinho definiu. Com o líbero Lukinha defendendo um ataque de Leandro Vissotto, o ponteiro teve o contra-ataque, fechou em incríveis 36 a 34 e o Cruzeiro abriu 2 sets a 0.

Depois de vencer a parcial interminável, o Cruzeiro começou com tudo e abriu 4 a 1 no placar. Empurrado pela torcida presente no ginásio, a equipe celeste seguiu dominando o set. Aproveitando todos os erros do Minas, a diferença subiu para 11 a 5 e o pedido de tempo foi feito. No retorno para a quadra, a diferença seguiu grande e o foi questão de tempo para que o Cruzeiro confirmasse a vitória por 25 a 20 no set, fizesse 3 a 0 na partida e fosse campeão mais uma vez.

Pela primeira vez na história das Superligas masculina e feminina de vôlei, os dois títulos da temporada serão disputados, simultaneamente, por equipes mineiras. Nesta sexta-feira (22), às 21h (horário de Brasília), Dentil Praia Clube e Minas Tênis Clube fazem o primeiro jogo da final das mulheres no ginásio Nilson Nelson, em Brasília. O Minas também marca presença na decisão dos homens, contra o Sada Cruzeiro, que começa neste sábado (23), às 21h30, no ginásio Divino Braga, em Betim (MG).

As finais serão disputadas em melhor de três jogos. Quem vencer dois, leva a taça. A segunda partida da decisão feminina está marcada para sexta-feira (29), às 21h. Se necessário, o terceiro duelo será na terça-feira da outra semana (3), às 21h30. Todos os confrontos serão em Brasília. Entre os homens, o segundo encontro entre Minas e Cruzeiro será no domingo que vem (1) e o terceiro, se preciso, será sete dias depois, ambos às 10h, em locais a serem definidos.

##RECOMENDA##

É apenas a quarta vez na história que as duas finais serão disputadas por clubes de um mesmo estado. Nas ocasiões anteriores (a última em 1997), as decisões reuniram times paulistas.

A final 100% mineira não é novidade no feminino, já que Minas (que, entre as mulheres, atua como Itambé Minas) e Praia chegam à decisão pela terceira vez consecutiva (as minastenistas levaram a melhor nas edições anteriores: 2019 e 2021). Apesar disso, o time de Uberlândia (MG) domina o confronto na temporada, conquistando os títulos dos Campeonatos Mineiro e Sul-Americano e da Supercopa em cima das rivais, e vencendo os dois jogos da primeira fase da Superliga, ambos no tie-break (quinto set).

O duelo opõe as equipes de melhor campanha na competição. Em busca do segundo título da Superliga (o primeiro foi em 2018), o Praia somou 58 pontos na primeira fase, três a mais que o Minas, que pode chegar à quinta taça nacional, igualando-se ao Osasco como o segundo maior campeão (o Rio de Janeiro, que atualmente joga como Sesc-RJ Flamengo), lidera a estatística, com 12 conquistas.

No mata-mata, a equipe do Triângulo Mineiro superou o Pinheiros nas quartas de final com duas vitórias, ambas por três sets a zero, mas sofreu para eliminar o Flamengo, perdendo a partida de ida da semifinal por três a zero e buscando a virada nos dois jogos seguintes. Já as minastenistas liquidaram os confrontos contra Fluminense (quartas) e Sesi Bauru (semifinal) de forma invicta, triunfando nos dois primeiros duelos.

“Esse ano fizemos final de todas as competições que participamos. Apesar de não termos conquistado um título, foi importante estar no topo. A rivalidade entre o Minas e o Praia já tem alguns anos. É muito legal a história que estamos construindo. Temos feito as finais dos últimos campeonatos e isso é muito bacana. Vai ser um jogo muito difícil. Os dois times chegam para a decisão em um bom momento depois de disputarem semifinais duras”, destacou a central Carol Gattaz, capitã do time minastenista, ao site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

As finais da Superliga marcarão a despedida das quadras de Walewska. A central de 42 anos, campeã olímpica nos Jogos de Pequim (China), em 2008, é a capitã do Praia e quer encerrar a carreira com o terceiro título dela na competição. Além de liderar o time de Uberlândia na conquista de 2018, ela também venceu a edição de 2000, pelo Rexona, quando a equipe tinha sede em Curitiba.

“Tenho vivido um turbilhão de emoções, revivendo toda a minha história e focada para que, na Superliga, ela termine com a conquista de mais um título. Tenho consciência de que me dediquei todos os dias e de que tudo valeu a pena. Fui abençoada por ter conhecido pessoas que ficarão guardadas para sempre no meu coração”, disse Walewska, também ao site da CBV.

No masculino, a final mineira é inédita, apesar de o confronto reunir os dois maiores campeões do vôlei nacional entre os homens. O Minas, que não levanta a taça desde 2007, busca o décimo título brasileiro, sendo o quinto na Superliga, iniciada em 1994. O Cruzeiro, com seis troféus, ganhou pela última vez em 2018, quando emplacou uma sequência de cinco conquistas seguidas.

É a primeira vez, também, que a decisão masculina reúne clubes de um mesmo estado que não seja São Paulo. Em nove ocasiões, a final dos homens foi 100% paulista, sendo a última delas em 2019, quando o EMS Taubaté Funvic (que atualmente está em Natal) levou a melhor sobre o Sesi São Paulo.

Assim como no feminino, a decisão masculina envolve os dois clubes que mais pontuaram na fase inicial da competição. O Minas (que joga como Fiat Gerdau Minas entre os homens) fez 61 pontos, contra 59 do Cruzeiro. No mata-mata, ambos precisaram apenas dos dois primeiros duelos dos confrontos para se classificarem à final. Os minastenistas passaram por Funvic Natal e Guarulhos, enquanto os cruzeirenses despacharam Farma Conde São José e Sesi São Paulo.

Eliminado nas quartas de final da edição passada, o Sada Cruzeiro se reformulou para recuperar o posto de melhor time do país. Técnico celeste por 12 temporadas, o argentino Marcelo Mendez deu lugar ao recém-aposentado Filipe Ferraz. Dirigida pelo ex-ponteiro, a Raposa conquistou os títulos do Mineiro (em cima do Minas) e da Supercopa, além do tetracampeonato mundial. O Minas, por sua vez, voltou a levantar um troféu em fevereiro, após um hiato de 15 anos, ao vencer a Copa Brasil, em Blumenau (SC). Os minastenistas são os atuais vice-campeões nacionais, superados pelo Taubaté na final de 2021.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando