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A ONU pediu, nesta quinta-feira, proteção à Amazônia, onde incêndios florestais se proliferam, pouco depois de o presidente Jair Bolsonaro criticar uma "psicose ambiental" promovida por ONGs que atuam contra os interesses nacionais.

"Estou profundamente preocupado com a Floresta Amazônica. No meio da crise climática global, não podemos permitir mais danos a uma fonte importante de oxigênio e biodiversidade", tuitou o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira. "A Amazônia deve ser protegida", enfatizou.

O presidente francês, Emmanuel Macron, também recorreu ao Twitter para definir os incêndios como uma "crise internacional".

"Nossa casa está em chamas. Literalmente. A Amazônia, pulmão de nosso planeta, que produz 20% do nosso oxigênio, está pegando fogo. Essa é uma crise internacional. Membros do G7, vamos discutir esta emergência nos dois primeiros dias" da cúpula do grupo, em Biarritz, na França.

A Colômbia ainda ofereceu ajuda para conter essa "tragédia ambiental".

"A tragédia ambiental no Amazonas não tem fronteiras e deve chamar a atenção de todos. Do Governo Nacional oferecemos aos países irmãos nosso apoio para trabalhar conjuntamente em um propósito que nos urge: proteger o pulmão do mundo", escreveu no Twitter o presidente Iván Duque.

O fogo tem se espalhado a cada dia no país: entre janeiro e 21 de agosto, 75.336 focos de incêndio foram registrados no Brasil, 84% a mais que no mesmo período de 2018, segundo dados do Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Esse número mostra um aumento de 2.493 focos em comparação com a segunda-feira passada.

Bolsonaro, que nega a mudança climática e defende que as reservas indígenas e as zonas protegidas da floresta sejam abertas a atividades agropecuárias e à mineração, voltou a criticar a "psicose ambiental" que obstruiria o desenvolvimento do país.

"Essa psicose ambiental não deixa fazer nada. Eu não quero acabar com o meio ambiente. Eu quero é salvar o Brasil", afirmou ainda, defendendo a mudança de orientações em relação às últimas décadas.

Essas controvérsias ocorrem enquanto, em Salvador, é realizado um evento preparatório para a cúpula da ONU sobre mudança climática, que acontecerá em 23 de setembro, em Nova York, e a conferência climática da COP25, em Santiago, no Chile, em dezembro.

- Nero da Amazônia -

Na véspera, Bolsonaro levantou suspeitas de que as ONGs que recebem ajuda externa poderiam ter causado incêndios voluntariamente.

Nesta quinta, ficou indignado com publicações que teriam dito que eram acusações formais. "Nunca acusei as ONGs", afirmou, para depois esclarecer: "Eu disse que suspeitava das ONGs".

"Agora, me acusar como capitão Nero tocando fogo lá é uma irresponsabilidade, é fazer campanha contra o Brasil", acrescentou o presidente, na saída de sua residência em Brasília, referindo-se ao imperador Nero a quem algumas tradições atribuem o grande incêndio de Roma no século no I.

"Se o mundo lá fora começar a impor barreiras comerciais, cai nosso agronegócio (...), a economia começa piorar, a vida de vocês, editores de jornais, donos de televisões, vai ficar complicada como a vida de todos os brasileiros, todos sem exceção, é um suicídio o que vocês estão fazendo. A imprensa está cometendo um suicídio", enfatizou calmamente.

"Se era para fazer a mesma coisa que fizeram até agora, o povo tinha que ter votado em outras pessoas, o povo está com a gente, minha base é o povo", enfatizou.

Segundo especialistas, os focos de incêndio se intensificaram dentro de um quadro de rápido avanço do desmatamento na região amazônica, que em julho quadruplicou em relação ao mesmo mês de 2018, segundo dados do Inpe.

Depois de receberem a notícia da morte da idosa Júlia Maria da Conceição, de 100 anos, familiares enfrentaram um problema na hora de enterrar o corpo da mulher, tudo porque a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Satélite, no Piauí, onde a mulher morreu, enviou o corpo errado para que fosse enterrado. 

Os familiares só perceberam que o corpo em questão não era da matriarca quando já estavam no velório que iria ocorrer na própria funerária que pegou o corpo entregue pela UPA. Ao UOL, Sérgio Carvalho, neto de Júlia Maria disse que passou por um constrangimento ao receber o corpo de outra pessoa e ao ligar para a Unidade de Pronto Atendimento que tratou o caso com "desdém".

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Sérgio aponta que a diretoria da UPA disse que não errou e que, se existisse erro, era da funerária. Horas depois, o corpo da idosa foi entregue corretamente e os familiares, enfim, fizeram o velório no cemitério São Judas Tadeu, em Teresina. 

Depois de toda a dificuldade, os familiares devem ingressar com uma ação judicial por danos morais contra a unidade. Ainda ao UOL, a Fundação Municipal de Saúde, que é responsável pela UPA, salientou que está apurando o ocorrido para que as medidas cabíveis sejam tomadas. 

Mais uma situação complicada aflige os moradores do Rio de Janeiro que dependem do transporte coletivo. Na tarde desta quinta-feira (22), em uma das ruas de Copacabana, um homem tentou incendiar um ônibus com um produto que estava em sua bolsa. Depois da ação, o suspeito saiu do veículo e se esfaqueou.

Seis passageiros que estavam no veículo conseguiram sair, enquanto o motorista conseguiu apagar o fogo com o auxílio de um extintor. De acordo com o site Extra, apenas os bancos ficaram parcialmente incendiados. 

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O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar estiveram no local. Ainda não se sabe a identificação do suspeito, que precisou ser levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, depois de se esfaquear. Situação acontece dois dias depois de um homem armado fazer motorista e passageiros reféns dentro de um ônibus na Viação Galo Branco na Ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro.

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Três homens foram presos por fazer um idoso de 80 anos refém em sua propriedade rural em Itaperuna, interior do Rio de Janeiro. Um dos suspeitos usava uma máscara do Homem-Aranha, que foi apreendida pela polícia.

De acordo com a Polícia Militar (PM), os suspeitos, todos mascarados, invadiram a casa na quarta-feira (21). A vítima foi amarrada em um matagal. O idoso já foi socorrido e passa bem.

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O trio foi encontrado a bordo de um carro. Com eles, a PM apreendeu um revólver calibre 45, seis munições intactas, uma pistola de choque, um molho de chaves da casa do idoso, dois celulares e duas máscaras.

 

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (22) a Operação Praesidium, para desarticular grupo criminoso investigado por planejar atentado contra policiais federais que atuam no Rio Grande do Sul. Quatro mandados de busca e apreensão são cumpridos nos município de Santa Vitória do Palmar e dentro da Penitenciária de Rio Grande.

Segundo a PF, o nome da operação - Praesidium - corresponde à palavra latina que significa proteção e da qual também se originou a palavra presídio. A PF diz que o termo escolhido "remete à necessidade de proteção de todos os envolvidos no combate à criminalidade e ao compromisso institucional de proteger a integridade de seus servidores".

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Cerca de 30 policiais federais e agentes da Susepe (Superintendência dos Serviços Penitenciários) participam da ação.

A PF instaurou inquérito em julho após receber informações que indicavam "conluio entre um detento da Penitenciária de Rio Grande e pessoas de Santa Vitória do Palmar para cometer atentado contra a vida de policiais federais que atuam no combate ao tráfico de drogas".

A ofensiva do grupo seria uma represália às ações da PF na região, como as operações "Anjos da Praia" e "Strike", que resultaram na prisão de mais de 100 investigados por tráfico de drogas e na apreensão de cerca de três toneladas de entorpecentes entre os anos de 2016 e 2019 no extremo sul do estado.

O alarmante aumento dos incêndios na Amazônia se deve, em grande parte, no desmatamento e não à seca, como afirma o governo do presidente Jair Bolsanaro, avaliou Paulo Moutinho, pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), em entrevista à AFP.

P: - O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse hoje [quarta-feira] que o avanço dos incêndios se deve "ao tempo seco, ao vento e ao calor. É isto?

R: - Historicamente, as queimadas na região estão ligadas ao avanço do desmatamento, combinado a períodos de seca intensa. O que é estranho neste ano de 2019 é que não há uma seca tão severa como nos anos anteriores e há um aumento substancial dos focos de incêndio. As relações que a gente buscou entre desmatamento e focos de incêndio são muito fortes este ano, o que indica que a seca tem alguma influência, mas não é o fator preponderante.

P: - Como os incêndios são provocados?

R: - Os incêndios na Amazônia sempre tiveram a mão do homem. Seja para limpeza de áreas já desmatadas, limpeza de pastagens ou para o preparo da terra no plantio. A falta de prevenção acaba fazendo com que esses incêndios escampem para áreas que não se queria queimar e aí temos os incêndios de grandes proporções porque as áreas adjacentes estão mais secas.

P: - Quanto demora para recuperar estas zonas?

R: - Os incêndios florestais são diferentes na Amazônia do que na Europa. Na Europa você tem aquelas chamas que chegam até o topo das árvores, queimando toda a árvores, de baixo para cima. Na Amazônia esses incêndios são de chamas baixas, que percorrem o chão da floresta mas são suficientes para causar uma mortalidade das árvores muito grandes. Essa mortalidade acontece nos dois anos depois de fogo. Então você tem uma floresta com muitas árvores mortas que perdem as folhas e o sol vai entrando no interior da floresta, tornando essa vegetação depois do fogo ainda mais inflamável. E muito comum uma floresta pegando fogo e voltando a pegar no ano seguinte. Se não termina, demora décadas para recuperar a mesma densidade de vegetação que havia antes.

P: - Que consequências deixam estes incêndios?

R: - O prejuízo de curtíssimo prazo é uma perda de um estoque de diversidade biológica em função da floresta, porque a floresta abastece a atmosfera e as nuvens produzem chuvas, e você tem essa imersão das cidades em uma quantidade de fumaça muito grande. A população durante o período de queimadas respira um ar pior do que o pior dia de poluição no centro da cidade de São Paulo. O efeito sobre a saúde é imediato...

P: - A política do governo de Jair Bolsonaro incentiva os incêndios?

R: - Não tenho dados para responder isto (...). O problema é muito grande e o governo tem de iniciar imediatamente uma campanha de prevenção das queimadas...

P: - Quanto já foi desmatado na Amazônia?

R: - A área da bacia amazônica desmatada equivale ao tamanho da França. É mais ou menos 20%. Ainda temos 80% em pé. Há tempo sim, com políticas mais adequadas, a gente pode inverter este processo de degradação.

Viralizou nas redes sociais um vídeo de uma mulher levando as roupas do marido até o trabalho dele, em uma agência bancária, após descobrir que estava sendo traída. O caso ocorreu no município de Rio Branco, no Acre.

No vídeo, a mulher, que é lavadeira, diz ter descoberto que o companheiro, com quem estava casada há quinze anos, mantinha um relacionamento extraconjugal com uma colega de trabalho. "Eu, como sou uma boa dona de casa, uma boa mãe e uma boa corna vim devolver para ela as roupinhas", diz a mulher, em tom de deboche. As roupas foram levadas em dois sacos de lixo.

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Ela acrescenta: "Eu disse para ela que iria vir entregar e eu estou fazendo o que prometi. As roupinhas do 'princeso' dela, do príncipe encantado, estão tudo aqui. A partir de hoje, ele é dela, não é meu".

A mulher contou ao G1 que descobriu a traição através de e-mails no celular do marido. Em um deles, havia a promessa de amor eterno e o marido teria dito que o único motivo de não estarem juntos era o casamento.

A lavadeira chegou a ser levada para a delegacia, mas apenas foi orientada a recomeçar a vida. Ela tem três filhos com o homem.

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Um incêndio causou a morte de um idoso de 63 anos e deixou duas enfermeiras intoxicadas pela fumaça, no fim da noite desta quarta-feira, 21, no Lar São Vicente de Paulo, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Um cigarro aceso teria sido a causa das chamas.

A casa de repouso, no bairro Vila Maceno, abriga cerca de 50 idosos. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo teve início no corredor externo do asilo e teria se iniciado em um sofá em que a vítima, João Batista Pereira de Carvalho, estava sentada.

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Os funcionários da entidade se mobilizaram rapidamente para remover os demais internos para outras alas. Duas enfermeiras que inalaram fumaça tiveram de ser levadas para uma unidade de pronto-atendimento. Elas foram medicadas e liberadas.

As chamas foram controladas pelos bombeiros. O corpo da vítima foi retirado do local no início da madrugada desta quinta-feira (22) e levado para o Instituto Médico Legal (IML).

A direção do asilo informou que as causas do incêndio serão objeto de apuração interna. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar a morte do idoso e espera o laudo da perícia para iniciar a investigação.

A Polícia Civil realiza uma operação contra o tráfico de drogas na região da Cracolândia, no centro da capital paulista, na manhã desta quinta-feira (22).

A ação, que faz parte do Programa Redenção 2, conta com 566 agentes de segurança, apoio de cerca de 140 viaturas e uma aeronave da Polícia Civil. A operação ocorre entre a Alameda Cleveland e Rua Helvétia.

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Os policias do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) cumprem 20 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão na região, resultado de cinco meses de investigação realizada pela 6ª Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise).

A ação é comandada pelo Denarc e conta com apoio do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro) e do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep).

A Justiça Militar Federal ouve, na próxima segunda-feira, (26), integrantes da PM do Rio de Janeiro, testemunhas de defesa dos 12 militares do Exército acusados pela morte do músico Evaldo Rosa dos Santos, de 46 anos, que estava em um carro alvejado com 80 tiros, quando passava com a família em Guadalupe, na zona norte da capital. Um catador de papel foi socorrer o músico e também acabou morto. O crime ocorreu no dia 7 de abril deste ano, um domingo, quando o carro foi supostamente confundido com um automóvel em que estariam criminosos e foi metralhado pelos militares.

Onze dias depois, o catador de papel Luciano Macedo, de 27 anos, morreu no Hospital Carlos Chagas, na zona norte da cidade. Macedo também foi atingido com três tiros nas costas por militares do Exército, na mesma ação que atingiu Evaldo Rosa. Ele passava na hora e tentou socorrer o músico, quando também recebeu tiros de fuzil.

Na terça-feira (27), a Justiça Militar fará o  interrogatório de todos os 12 militares acusados do crime, que serão ouvidos individualmente,  pela primeira vez, no processo criminal. As audiências serão conduzidas pela juíza Mariana Queiroz Aquino Campos.

Os militares foram denunciados à Justiça Militar da União no dia 11 de maio pelos crimes de homicídio qualificado e omissão de socorro, por supostamente não terem prestado assistência às vítimas.

O caso

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A Justiça Militar aceitou a denúncia do Ministério Público Militar (MPM) no dia 11 de maio e transformou em réus 12 integrantes do Exército no caso do carro em Guadalupe, Um segundo-tenente, um terceiro-sargento, dois cabos e oito soldados vão responder por homicídio qualificado, tentativa qualificada e omissão de socorro.

De acordo com o MPM, os militares buscavam autores de um roubo e dispararam contra o carro onde estava Evaldo, um Ford Ka branco. O sogro do músico foi ferido na ação, enquanto sua mulher, seu filho e uma amiga que também estavam no veículo não foram atingidos. O catador Luciano foi baleado ao tentar socorrer Evaldo e morreu 11 dias depois no hospital.

Cerca de 50 pessoas acompanharam, na tarde desta quarta-feira, 21, o enterro de William Augusto da Silva, de 20 anos, que na terça-feira, 20, sequestrou, na ponte Rio-Niterói, um ônibus com 39 pessoas que seguia de São Gonçalo (Região Metropolitana do Rio) para o Rio de Janeiro. Ele foi morto por um atirador de elite da Polícia Militar, após manter reféns por cerca de quatro horas. Ninguém mais se feriu.

Silva foi enterrado às 17h25, no cemitério Parque da Paz, em São Gonçalo. Nenhum familiar nem amigo da família quis conversar com a imprensa. O velório e o enterro transcorreram sob muita comoção. A mãe e uma tia dele choravam compulsivamente, e a mãe precisou ser medicada. Após o enterro, a tia insistia em permanecer ao lado da sepultura: "Ele tem que ir embora comigo. Eu vou cuidar melhor dele", repetia a mulher.

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Segundo os reféns, o homem dizia apenas que queria "entrar para a história". A ação toda, no entanto, parecia planejada, segundo as testemunhas. O sequestrador havia levado os potinhos de garrafa PET para colocar gasolina, barbante para amarrar os passageiros, coquetel molotov, além de uma faca, uma arma falsa e teaser.

"Ele só falava que queria entrar para a história, que a gente ia entrar para a história e que teria muita história pra contar", disse o professor de Geografia Hans Miller, de 34 anos, que estava no ônibus. Segundo Miller, embora ele tenha pendurado os potes com gasolina por todo o ônibus, em nenhum momento ele ameaçou botar fogo no veículo.

Daniele Farias, de 38 anos, mulher de um outro refém, com quem manteve contato por mensagem durante todo o sequestro, contou uma história parecida. "Meu marido falou comigo o tempo todo, dizendo que estava tudo bem, que ele não estava ameaçando ninguém, que estava calmo e que o que ele queria era parar a cidade, botar o terror", declarou Daniele.

Quando as dívidas ficam mais altas do que a renda mensal, as dificuldades de quitá-las ficam ainda maiores. Por isso, para 35% dos inadimplentes, a melhor alternativa é tentar um acordo com o credor para parcelar o valor do débito. É o que aponta uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Entre os inadimplentes, as mulheres com idade média de 38 anos representam o maior público, com 58%. A região sudeste é onde se encontra o maior número de devedores (46%), seguido da região nordeste (24%).

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No total, 55% dos consumidores com contas em atraso acreditam que terão condições de regularizar as dívidas. Já 45% dos inadimplentes não veem condições financeiras de quitar os débitos, pelos menos nos próximos três meses.

Entre as dificuldades para pagar as dívidas, 75% dos entrevistados comprometeriam o pagamento de contas básicas. Porém, a pesquisa também aponta que 28% dos devedores pretendem fazer cortes no orçamento para organizar a situação financeira.

 

Em evento fechado à imprensa e realizado nesta quarta-feira (21) em sua sede, no Rio de Janeiro, a Petrobras lançou a Iniciativa Petrobras para a Primeira Infância, cujo objetivo é promover o desenvolvimento de crianças até seis anos de idade. Com essa finalidade, a companhia vai investir R$ 20 milhões nos próximos três anos em ações que resultem na melhoria da qualidade do ensino na pré-escola, no Centro de Referência de Assistência Social e nas organizações da sociedade civil (OSCs) que já atuam na primeira infância.

Essas ações envolvem capacitação para profissionais da rede pública de assistência social e ensino; formação para organizações da sociedade civil que atuam na proteção de crianças; palestras para gestantes, pais, responsáveis e tutores; grupos de cuidados sobre a prevenção da violência familiar; disseminação de informações sobre o tema para jornalistas e estudantes de comunicação; além de acompanhamento da implementação do Marco Legal da Primeira Infância. A informação é da assessoria de imprensa da Petrobras.

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O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, destacou a importância do estímulo à primeira infância para melhorar de forma significativa as oportunidades das crianças na vida adulta. “Evidências mostram claramente que crianças que receberam cuidados na primeira infância tiveram melhores oportunidades de vencerem na vida, de serem bons cidadãos e de terem renda mais elevada”, afirmou Castello Branco. Presente à cerimônia, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, salientou que “a política para a primeira infância é a mais importante para trabalhar, porque ela é transformadora”. Terra completou que o trabalho integrado nesta área pode render lições para o resto do Brasil.

Parcerias

Os projetos serão realizados por meio de parcerias entre a Petrobras e instituições de referência, entre as quais se destacam a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas  e a Associação Nacional de Direitos da Infância. Será celebrado também termo de cooperação da Petrobras com a universidade norte-americana ‘Rice University’, de Houston, Texas, que irá auxiliar na avaliação de impacto das iniciativas.

Ainda na solenidade, a Petrobras formalizou sua adesão à Rede Nacional Primeira Infância, que congrega organizações que atuam na promoção e garantia dos direitos da primeira infância.

Resultados

Os resultados dos projetos no longo prazo serão documentados por meio do monitoramento de indicadores e ferramentas de avaliação de impacto. Nesta fase inicial, serão implantadas ações em quatro cidades. O número de municípios atendidos pela iniciativa aumentará para 11 nos próximos três anos. De acordo com a Petrobras, a seleção de cidades que participarão do programa leva em conta o fato de ser município da área de influência das operações da Petrobras, ter Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família, ter aderido ao Programa Criança Feliz, ter o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e ter OSCs com atuação regional em assistência social direcionada à primeira infância.

A ideia é que o modelo possa ser replicado em outras localidades, a partir dos primeiros aprendizados alcançados. Segundo a Petrobras, o programa se baseia em pesquisas coordenadas pelo Prêmio Nobel de Economia James Heckman, que comprovam que a melhoria da qualidade do desenvolvimento da primeira infância tem possibilidade de gerar resultados econômicos e sociais sustentáveis no tempo.

 

O Adolescente, de 16 anos, suspeito de invadir o Instituto Estadual Educacional Assis Chateaubriand, e, com um machadinho, agredir cerca de 6 estudantes, foi apreendido pela Brigada Militar depois das buscas realizadas. Agora o menor encontra-se prestando esclarecimentos na delegacia da Polícia Civil.

O caso aconteceu no início da tarde desta quarta-feira (21), em Charqueadas, no Rio Grande do Sul. No momento da invasão o menor também portava um coquetel molotov, uma arma química incendiária. Nenhuma das vítimas do suspeito corre risco de vida. 

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Um adolescente está sendo procurado pela polícia após invadir uma escola e ferir cerca de 6 estudantes, de 13 a 16 anos, com golpes de machado. O suspeito, que portava um galão de gasolina, ainda tentou atear fogo no local - mas foi impedido. O caso aconteceu no início da tarde desta quarta-feira (21), no Instituto Estadual Educacional Assis Chateaubriand, em Charqueadas, no Rio Grande do Sul. 

De acordo com a imprensa local, ainda não se sabe a motivação do atentado e se o envolvido tinha alguma ligação com a instituição. Ainda segundo os veículos, foi um professor quem conseguiu tomar a arma branca do adolescente, que conseguiu fugir.

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O Corpo de Bombeiros aponta que nenhum dos feridos correm risco de vida e não há informações sobre professores feridos. A Polícia Militar faz buscas na cidade para tentar localizar o suspeito. 

Uma mulher de 35 anos e um homem de 22 foram presos por estupro de vulnerável em Goiânia-GO na noite da segunda-feira (19). Conforme a Polícia Militar (PM), a mulher teria levado a filha de uma amiga para uma "boca de fumo". Lá, a criança de apenas cinco anos foi abusada pelo suspeito preso.

Segundo a PM, a criança teria saído com a suspeita para ir a um supermercado, mas foi levada até um ponto de tráfico de drogas no mesmo bairro. A criança descreveu os detalhes do abuso a mãe.

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À polícia, a mãe da criança relatou ter consentido que a filha saísse com a amiga por acreditar que iriam a um supermercado. Os suspeitos foram presos duas horas após o crime.

 

Um homem, de 34 anos, enforcou o próprio filho, de dois anos, na noite dessa terça-feira (20), na Bairro Nova Floresta, em Patos de Minas, Minas Gerais. A ex-companheira e mãe da criança acredita que o processo de divórcio motivou o homicídio.

O pai e a garoto foram encontrados pela mãe, quando chegou em casa às 18h. A Polícia Militar foi acionada e constatou que, após enforcar o filho, Evandro Santos de Araújo se matou. Informações apontam que ele não foi ao trabalho e ficou com o filho.

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A Polícia Civil (PC) divulgou a identidade e procura o celular do responsável pelo sequestro de quatro horas a um ônibus na Ponte Rio-Niterói, na manhã dessa terça-feira (21). As autoridades querem confirmar se Willian Augusto da Silva, de 20 anos, agiu sozinho ou teve apoio de terceiros.

Familiares informaram à sede da Delegacia de Homicídios de Niterói que Willian vivia isolado e utilizava o celular durante horas. Eles também relataram que o jovem sofria de depressão desde o início do ano, quando teve um surto durante um churrasco. As autoridades investigam o caso, mas sabe-se que o criminoso não tinha antecedentes criminais, apontou o governador carioca Wilson Witzel (PSC).

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Há indícios de que o rapaz agiu de modo premeditado, pois, embarcou no ônibus com uma pistola de brinquedo, uma arma de choque e uma faca. Willian também levou garrafas PET cortadas, barbante e um reservatório com gasolina, apontou O Globo.

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A Polícia Militar prendeu um homem enquanto fazia a entrega de drogas, no estacionamento de um shopping de Jatiúca, área nobre de Maceió, Alagoas. Através de uma denúncia, foi encontrado com Emanuel Felipe dos Santos Silva, de 22 anos, cerca de quatro quilos de maconha, nessa terça-feira (20).

Após a apreensão, Emanuel confessou que mantinha mais drogas na própria residência. No local, aproximadamente 60 quilos de maconha, 900 gramas de cocaína e 360 gramas de crack foram achados dentro de duas malas de viagem.

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Um revólver calibre 38 e uma espingarda artesanal calibre 12 também foram encontrados no imóvel. Emanuel foi autuado por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo, e seguiu para a delegacia de plantão, onde ficou à disposição da Justiça.

O sarampo se espalha pelo País. Da semana passada para cá, subiu de 4 para 11 o número de Estados que enfrentam surto da doença. Em três meses, foram confirmadas 1.680 infecções, a maior parte delas em São Paulo (1.662). Com o aumento de registros, o Ministério da Saúde expandiu a recomendação da vacina a todos os bebês do País de 6 meses a um ano.

Batizada de dose zero, essa aplicação não dispensa as vacinas regulares, aplicadas aos 12 e 15 meses. Essa seria uma dose para dar proteção adicional.

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Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Wanderson Kleber de Oliveira não descarta que novas medidas sejam adotadas. Entre as estudadas, está a chamada vacinação de resgate, dirigida para adultos jovens. O problema, contudo, esbarra nos estoques escassos do imunizante.

Como a reportagem mostrou, o governo dispõe de quantitativo limitado de doses. O governo recorreu à Organização Pan-Americana de Saúde e encomendou a compra de 10 milhões de doses. A entrega, porém, deve ocorrer em dois meses.

A pasta também pediu a Biomanguinhos, que produz a vacina para o País, o aumento da entrega de doses. Para que isso seja feito, o laboratório terá de reduzir a produção de vacina contra febre amarela. Serão preparadas 26 milhões de doses para sarampo - 12 milhões já foram entregues.

Até o momento, não foi confirmada nenhuma morte por sarampo. Além de São Paulo, os casos da doença foram registrados no Rio (6), Pernambuco (4), Bahia (1), Paraná (1), Goiás (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1) e Piauí (1).

Embora o sarampo tenha ressurgido no País no ano passado, a cobertura vacinal está bem abaixo do que seria considerado ideal. "(A doença) é muito difícil de se controlar rapidamente", afirma o pesquisador da Fiocruz Cláudio Maierovitch.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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