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Três bombeiros morreram quando combatiam um incêndio na uisqueria Quatro por Quatro, no centro do Rio na tarde desta sexta-feira, 18. Outros três integrantes da corporação precisaram de socorro médico e foram levados para o Hospital Souza Aguiar - pelo menos um deles, em estado grave.

O Corpo de Bombeiros confirmou as mortes dos três militares, mas não divulgou seus nomes. O incêndio envolveu a região em fumaça, que chegou à Igreja da Candelária. O tráfego do VLT chegou a ser parcialmente interrompido.

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O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Roberto Robadey, disse no fim da tarde que os bombeiros mortos e feridos inalaram muita fumaça. Os militares, segundo ele, teriam sido surpreendidos por uma rápida mudança em um incêndio simples, que parecia sob controle, mas subitamente recrudesceu. Os bombeiros teriam sido sufocados porque o imóvel, antigo, tinha muitas divisórias, o que dificultou a saída rápida. Em nota, a corporação informou que será aberta uma sindicância para apurar o que ocorreu.

Extraoficialmente, em grupos de bombeiros em redes sociais, circulou a versão de que o fogo já estava controlado, na fase de rescaldo e, por isso, os soldados circulavam no prédio sem equipamento de proteção. Segundo essa versão, teria havido uma explosão por gás, o que o Corpo de Bombeiros não mencionou. Nas proximidades, não foi ouvido barulho de detonação ao longo do dia. Outra versão destacava que a queima de material de isolamento acústico teria gerado gases tóxicos.

O fogo começou por volta das 11h30. O antigo casarão onde funcionava a Quatro por Quatro - que se apresentava como "spa para homens" e tinha muitas funcionárias mulheres -, estava vazio, e o fogo foi rapidamente controlado num primeiro momento. A Rua Buenos Aires, no trecho entre a Avenida Rio Branco e a Rua da Quitanda, foi interditada pelos bombeiros, e os prédios ao lado, evacuados. A fumaça tomou a Avenida Rio Branco, e ruas próximas.

Bombeiros receberam apoio ainda da Polícia Militar e de guardas do programa de segurança pública Centro Presente.

Trabalhadores das empresas que funcionavam nas imediações permaneceram no local para acompanhar o trabalho dos agentes contras as chamas. Quatro caminhões e outros três veículos dos Bombeiros foram mobilizados para apagar o incêndio. Depois do incidente que resultou nas mortes, a fumaça negra aumentou, indicando que o fogo aumentara.

O nome das vítimas não havia sido divulgado pelos bombeiros até as 19h30 desta sexta-feira, porque as famílias ainda estavam sendo avisadas, segundo a corporação. O Corpo de Bombeiros informou que a boate tinha alvará de funcionamento e estava com a documentação em dia.

O governador do Rio, Wilson Witzel, decretou luto de três dias no Estado. "Quero manifestar meu pesar. Foram heróis que perderam suas vidas cumprindo o seu dever. Ordenei rigorosa apuração de todos os fatos que ocorreram durante o combate ao incêndio e que resultaram nesta tragédia. Presto solidariedade às famílias das vítimas. Que Deus os receba e abençoe", disse o governador em nota oficial.

Pelo menos três bombeiros morreram durante o incêndio que atingiu a Whiskeria Quatro por Quatro, localizada no Centro do Rio de Janeiro nesta sexta-feira (18). Inicialmente, foi divulgado que se tratava de um princípio de incêndio, mas depois o fogo se alastrou enquanto os oficiais trabalhavam na operação e eles acabaram ficando sem oxigênio nos equipamentos.

Um quinto bombeiro foi levado desacordado para um hospital no Centro do Rio. De acordo com a CBN, na tarde desta sexta-feira (18), ainda há pequenos focos de incêndio no local e outros bombeiros atuam para conter totalmente as chamas. Por meio do Twitter, o Corpo de Bombeiros do Rio decretou luto e desejou toda solidariedade para os amigos e colegas de farda.

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Populares filmaram o momento em que o socorro começou

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A mulher tomada como refém por um assaltante após o ataque ao terminal de cargas do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Celso Pierro, da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). De acordo com a Polícia Militar (PM), a refém teria sido atingida na região lombar por estilhaços do tiro disparado pelo sniper (atirador de elite) que atingiu e matou o criminoso.

A vítima passou por uma cirurgia na quinta-feira, 17. Segundo a PM, o quadro da refém é estável. A assessoria do hospital informou que a família não autorizou divulgar informações sobre o estado de saúde da vítima. A criança de 10 meses que estava no colo da mulher não sofreu ferimentos.

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A quadrilha que invadiu o aeroporto de Viracopos para roubar um carregamento de dinheiro que seria levado de avião para a Inglaterra tinha um arsenal com armas de guerra. Conforme lista divulgada nesta sexta-feira, 19, pela Polícia Federal (PF), foram apreendidas nove armas, entre elas fuzis de alta letalidade, e farta munição com os criminosos.

A PF acredita que cerca de 20 homens participaram da ação, três foram mortos em confronto com policiais militares. Houve ainda cinco feridos, três seguranças, um policial e uma refém. Parte das armas e munições estava no fundo falso de um caminhão de lixo, usado na fuga pelos bandidos.

Conforme a lista, foram apreendidos dois fuzis AK 47, um fuzil calibre 5.56, um rifle artesanal calibre .50 com mira telescópica - arma capaz de derrubar um helicóptero -, três pistolas Glock calibre .40, dois revólveres, 13 carregadores, 16 estojos de munição, 423 munições diversas e um capacete balístico.

A investigação não descarta que os criminosos que fugiram estivessem com outras armas. As buscas pelos suspeitos continuavam nesta sexta, mas a PF informou que o inquérito sobre o assalto está em sigilo.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vai pedir informações à concessionária do Aeroporto de Viracopos sobre o assalto. De acordo com a agência, "sempre que ocorrem ações de interferência ilícita, é dever da Anac solicitar informações ao operador do aeroporto, visando verificar se todas as normas relacionadas à Segurança da Aviação Civil Contra Atos de Interferência Ilícita (Avsec) foram adotadas". Ainda segundo a agência, esse procedimento é protocolar e gera um relatório que se torna objeto de análise pela agência para verificação de "eventuais medidas que não estejam em conformidade". Não há prazo para o término da análise.

A concessionária informou que Viracopos cumpre com todos os requisitos de segurança previstos no setor e o acionamento de todos os procedimentos ocorreu imediatamente à invasão dos dois veículos com os criminosos por um dos portões de segurança. Segundo a nota, todos os procedimentos de segurança foram aprovados pela Anac conforme o Programa de Segurança Aeroportuária apresentado pela concessionária. Informou ainda realizar simulações e exercícios anuais em parceria com as forças policiais.

Conforme a empresa, a Polícia Federal aprovou recentemente, por solicitação da concessionária e da Brink's, o uso de armamento ostensivo na área do terminal de cargas, ainda que muito inferior ao usado pelos criminosos, o que contribuiu na reação ao crime. "Preocupa o posicionamento de alguns setores que, em vez de abordar a grave questão da segurança pública e do combate ao crime organizado, fez parecer que as empresas que sofreram ação criminosa são responsáveis por supostas falhas de segurança."

No dia do assalto, quando esteve em Campinas para parabenizar a PM pelas ações contra os assaltantes, o governador João Doria (PSDB) cobrou mais segurança e ações preventivas nos aeroportos federais, como o de Viracopos.

"Qual empresa consegue enfrentar quadrilhas de posse de armamentos pesados de guerra? Vale lembrar que, no período de um ano e meio, as áreas restritas dos três maiores aeroportos do Brasil (Galeão, Guarulhos e Viracopos) foram invadidas por criminosos fortemente armados, evidenciando que este é um problema nacional de segurança pública", reagiu a concessionária.

Os dois clientes da Shell que compraram os tambores encontrados com a borra de petróleo suspeita de contaminar as praias de toda a região Nordeste serão acionadas pela Marinha e Polícia Federal para que prestem informações.

Conforme revelado nesta quinta-feira, 17, pelo jornal O Estado de S. Paulo, a Shell, fabricante e dona original dos tambores de lubrificantes, encaminhou ao governo brasileiro dados de dois compradores dos produtos encontrados no Brasil.

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A primeira é a empresa Hamburg Trading House FZE, uma distribuidora baseada nos Emirados Árabes, que adquiriu 20 tambores do lote encontrado na costa brasileira. O segundo cliente é a empresa Super-Eco Tankers Management, baseada em Monrovia, na Libéria, na África Ocidental, que comprou cinco tambores do lote da Shell.

As informações sigilosas da Shell foram encaminhadas na tarde desta quinta-feira, 17, ao governo brasileiro. O objetivo neste momento é avançar na trilha logística do produto, para apurar os possíveis responsáveis pelo desastre sem precedentes no mar brasileiro.

A Shell confirmou que os tambores usados para armazenar lubrificantes, e não petróleo, foram produzidos e comercializados por empresas do grupo Shell localizadas na Europa e no Oriente Médio. O governo ainda investiga se o material da empresa é o mesmo que polui 187 pontos da costa brasileira desde o fim de agosto.

O lote de tambores, que tem data de 17 de fevereiro de 2019, foi produzido em Dubai pela Shell Markets. Depois, esses tambores foram comercializados por outra empresa do grupo, a Shell Eastern Trading (SET) no Porto dos Emirados Árabes. As informações foram enviadas à Shell Brasil por meio da SET. A companhia declarou que a Super-Eco Tankers Management, que comprou cinco tambores, "potencialmente opera em águas brasileiras". A distribuidora dos Emirados Árabes, na avaliação da empresa, é menos provável que passe pela costa do Brasil.

No momento da venda dos lotes, afirma a empresa, houve "transferência de titularidade e custódia do produto e da sua embalagem pela SET ao cliente e ao distribuidor". Por isso, a SET alega que a informação encaminhada sobre detalhes dos lotes e seus compradores "não indica necessariamente que tais empresas (cliente e distribuidor) sejam proprietários ou possuidores dos tambores investigados".

A Marinha confirmou nesta quinta-feira (17) que o navio patrulha Guaíba recolheu um tambor de 200 litros de óleo na Ponta de Tabatinga, a 7,4 km da costa de Natal (RN). Este apresentava o logotipo da Shell, estava cheio e não apresentava vazamentos.

Amostras do conteúdo foram enviadas para análise no Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira. A Marinha ressaltou, no entanto, que "os dados disponíveis até o momento não permitem concluir se o episódio tem relação com outros tambores encontrados no litoral de Sergipe (que também tinham o logo da Shell) ou com o óleo que tem se espalhado pelas praias do Nordeste".

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A Shell havia informado que os tambores encontrados em Sergipe eram originalmente embalagens de lubrificantes para navios, de um tipo que não é produzido no Brasil. A empresa disse também que não havia reutilizado seus tambores.

Em nota divulgada nesta quinta-feira, a Shell afirmou que recebeu a informação de que um novo barril havia sido encontrado. "Trata-se de embalagem de Omala S2 G 220, uma outra linha de lubrificantes", esclareceu, lembrando que, segundo a própria Marinha, o tambor estava fechado e não apresentava vazamento.

Oriente Médio

O jornal O Estado de S. Paulo obteve com exclusividade a informação de que os barris achados foram produzidos e comercializados por empresas do grupo Shell localizadas na Europa e no Oriente Médio. Em documento sigiloso, a Shell encaminhou ao governo brasileiro dados de dois compradores dos produtos encontrados no País.

A primeira é a empresa Hamburg Trading House FZE, uma distribuidora com base nos Emirados Árabes, que adquiriu 20 tambores. O segundo cliente é a empresa Super-Eco Tankers Management, com base em Monróvia, na Libéria, que comprou cinco tambores do lote da Shell.

O lote de tambores, que tem data de 17 de fevereiro de 2019, foi produzido em Dubai pela Shell Markets. No documento, a Shell informa que o primeiro tambor encontrado com a logomarca da empresa "não foi produzido ou comercializado pela Shell Brasil" e se trata, efetivamente, de um "produto líquido límpido, de coloração âmbar", diferente do que está invadindo o litoral do Nordeste. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu três homens em flagrante acusados de estupro de vulnerável e registro não autorizado de imagem sexual. O crime ocorreu contra uma mulher em São João do Meriti, na Baixada Fluminense.

A vítima contou na delegacia que foi abordada pelos suspeitos na rua quando passava mal após ter ingerido bebida alcoólica e medicação. Os agentes foram ao local do fato logo após a denúncia e conseguiram identificar os autores do crime.

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A mulher passou por exame pericial que constatou vestígios recentes de conjunção carnal. Os suspeitos serão encaminhados ao sistema penitenciário.

Um casal foi autorizado a cultivar cannabis sativa (maconha) para o tratamento do filho, que sofre de paralisia cerebral e Síndrome de West. A decisão é da 3ª Vara Criminal de Uberlândia, em Minas Gerais. O processo tramita em segredo de Justiça.

A criança apresentava 50 abalos (ataques epiléticos) ao dia, o que a impedia de se alimentar. O relatório médico do neurologista infantil aponta que "o paciente apresenta um quadro de paralisia cerebral mais síndrome de West, de grande desafio terapêutico e de difícil controle".

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De acordo com a Justiça de Minas, outro relatório mostra que a criança "não respondeu aos tratamentos convencionais, então, iniciou o tratamento com o óleo da cannabis".

Após a introdução da medicação, a criança apresentou melhora significativa das crises, mas a família não tem condições financeiras para arcar com o tratamento de alto custo.

Decisão

O juiz argumentou que se "busca, por meio dessa ação, o direito a ter uma vida com dignidade por meio de uma cidadania moderna". "Tanto a dignidade da pessoa humana como a cidadania são dois princípios fundamentais do nosso estado democrático de direito." O magistrado salientou que "deve-se viabilizar ao paciente o direito de usufruir desse direito fundamental de viver com dignidade".

Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou recentemente duas propostas preliminares que podem liberar o cultivo da Cannabis sativa no Brasil para fins medicinais e científicos, além da produção de medicamentos nacionais com base em derivados da substância.

As propostas devem ser publicadas no Diário Oficial da União e serão submetidas a uma consulta pública.

A Força Nacional de Segurança Pública ficará durante 90 dias no estado da Paraíba, a contar a partir desta sexta-feira (18), dando apoio técnico operacional em ações da aviação policial. A portaria com a autorização do Ministério da Justiça e Segurança Pública está publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (18).

A presença da Força Nacional na Paraíba foi autorizada em atendimento à solicitação do governo do estado. Os militares atuarão em caráter episódico e planejado em consonância com os órgãos integrantes do Sistema de Segurança Pública daquele estado nordestino.

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De acordo com a portaria, os militares terão o apoio logístico do governo da Paraíba, que deverá dispor da infraestrutura necessária à Força Nacional. O contingente a ser disponibilizado obedecerá ao planejamento definido pelo Ministério da Justiça.

Mais um corpo foi retirado dos escombros o Edifício Andréa, em Fortaleza, aumentando para seis o número de mortos do desabamento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social, trata-se de Rosane Marques de Menezes, de 56 anos. O corpo dela foi retirada dos escombros, às 21h10, dessa quinta-feira (17).

“Outras quatro pessoas foram reportadas por parentes como presentes no edifício no momento do desmoronamento e seguem como desaparecidas. Sete pessoas foram resgatas com vida pelos Bombeiros”, diz ainda a nota divulgada pela secretaria.

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Além de Rosane Marques de Menezes, morreram também na tragédia: Frederick Santana dos Santos, 30 anos; Izaura Marques Menezes, de 81 anos; Antônio Gildásio Holanda Silveira, de 60 anos; Nayara Pinho Silveira, 31 anos; e Maria da Penha Bezerril Cavalcante, de 81 anos.

O prédio desabou na manhã de terça-feira (15), por volta das 10h30. Localizado no cruzamento da Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli, no Bairro Dionísio Torres, as informações são de que o imóvel vinha passando por obras.

De acordo coma a Secretaria de Segurança, os trabalhos de busca das vítimas do desabamento continuam ininterruptamente até que todas as vítimas sejam retiradas dos escombros. “Servidores do Sistema de Segurança cearense atuam de forma ininterrupta nas buscas por sobreviventes”.

O pequeno João Miguel, de 1 ano e 9 meses de vida, morreu na manhã desta quinta-feira (17), meses depois de seu pai ser preso por ter desviado R$ 1 milhão que seria usado para o tratamento da criança que havia sido diagnosticada com Atrofia Muscular Espinhal (AME).

O dinheiro desviado pelo pai havia sido arrecadado em uma "vaquinha virtual". Ao invés de ajudar no tratamento do filho, Mateus Henrique Leroy Alves, 37 anos, usou o dinheiro para viver uma vida de luxo em Salvador, na Bahia. Leroy acabou sendo preso em julho deste ano.

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Nesta quinta-feira (17), João Miguel saiu de Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais, com destino a Belo Horizonte, onde tomaria a segunda dose de um medicamento importante para o seu tratamento. No caminho o pequeno passou mal e morreu. 

O vazamento de óleo que atingiu todo o litoral do Nordeste do País pode ter ocorrido em uma região entre 600 km e 700 km da costa, na altura dos Estados de Sergipe e Alagoas.

A estimativa foi feita por pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que trabalharam com uma tecnologia conhecida como modelagem inversa, que parte dos pontos de chegada das manchas nas praias e faz o caminho para trás, estimando o ponto de origem desse óleo.

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O estudo foi encomendado pela Marinha à Coppe/UFRJ. Até esta quarta-feira, 178 localidades haviam sido atingidas pelas manchas, de acordo com o Ibama.

O cálculo usou como ponto de partida o mapa atualizado diariamente pelo órgão ambiental que mostra os dias e locais em que as manchas estão chegando às praias do Nordeste. Considerando as condições oceânicas, como correntes marinha, temperatura da superfície da água e os ventos, os pesquisadores desenharam o caminho para trás.

Ao cruzar todas essas trajetórias, eles chegaram a uma região onde provavelmente o vazamento ocorreu. A análise permite estimar também o dia em que houve o acidente: por volta de 14 de junho.

O engenheiro Luiz Landau, que coordena o Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia da Coppe, explica que trata-se de uma estimativa, mas que busca reproduzir do modo mais fiel possível as condições do evento. "Não sabemos, por exemplo, exatamente a que horas as manchas chegaram à costa, mas mesmo dentro dessas limitações, testamos vários cenários e chegamos a uma região provável da origem desse óleo", disse Landau ao jornal O Estado de S. Paulo.

O trabalho não indica exatamente um ponto específico do vazamento, mas uma região provável - um retângulo cujo lado maior tem cerca de 100 km de comprimento. "A gente considerou como se as pequenas manchas estivessem se movendo para trás até se juntarem nessa região no meio do Oceano Atlântico. Com mais investigação, podemos chegar a um raio menor, mas para dar uma resposta rápida nesse momento de crise, é o que conseguimos mostrar", complementou o oceanógrafo Luiz Paulo Assad, colaborador do laboratório e professor do Departamento de Meteorologia da UFRJ.

Difícil visualização por satélite

Segundo ele, a análise corrobora informações que vem sendo dadas pelo governo de que não foi possível ver a mancha antes de as praias começarem a serem contaminadas. Logo após o vazamento, o óleo, ainda bastante fluido, fica na superfície, o que até permitiria sua visualização por satélites. Mas, segundo Assad, há poucos satélites voltados para o alto mar.

"Depois de um tempo, o óleo sofre com intemperismo e afunda, movendo-se na sub-superfície, o que o deixa invisível para sensores remotos de satélites. Por um momento, que não sabemos ainda quanto, ele de fato ficou visível, mas em uma região que não há monitoramento frequente por satélite. Teria de dar a sorte de bem na hora do acidente estar passando um satélite por lá, mas é quase como achar uma agulha no palheiro. Os satélites que olham o mar são mais voltados para a região costeira", diz.

Ele apontou ainda para a necessidade de monitoramento permanente do mar. "Se houvéssemos desenvolvido um sistema de monitoramento de óleo no mar, que evidentemente contaria com a ajuda de diversas instituições de pesquisa e outros segmentos da sociedade civil, a gente poderia ter rotinas de monitoramento que poderiam envolver a aquisição de imagens de regiões em alto mar que são propícias a passagens de embarcações que transportam óleo", defende.

"O Brasil possui expertise para ter um sistema de identificação e monitoramento do mar em toda a costa de modo proativo e não reativo como está ocorrendo agora", diz.

Os pesquisadores acreditam que o mais provável é que tenha ocorrido um grande vazamento neste local, talvez durante uma malsucedida operação conhecida como ship-to-ship, em que o óleo é transferido de uma embarcação a outra em alto-mar, o que traz altos riscos de acidente.

Eles dizem não ver relação das manchas com os barris da Shell encontrados em praias do Sergipe e de Natal. "Nosso entendimento é que não há relação entre a tragédia que está acontecendo e os barris. Não há a menor relação", afirmou Assad.

O próximo passo, agora, é tentar fazer o caminho oposto e tentar estimar para onde a mancha pode se encaminhar.

Uma medida da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia anunciada na última quarta-feira (16), pode melhorar a vida dos imigrantes que trabalham como autônomos no Brasil. A partir de agora, os estrangeiros podem registrar-se como Microempreendedores Individuais (MEI) na modalidade simplificada apresentando apenas um dos documentos que comprovem sua estada no país.

Antes, para a realização do cadastro de quem não é brasileiro nato como MEI, era necessário apresentar o Título de Eleitor ou o número do recibo da última Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física. Porém muitos não conseguiam cumprir essa exigência por terem chegado ao Brasil no mesmo ano em que receberam o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), o que poderia atrasar a regularização do imigrante na categoria em até dois anos.

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Com a oficialização da medida, basta que o imigrante-empreendedor informe seu país de origem e apresente o número de qualquer documento como a carteira nacional de registro migratório, o documento provisório de registro nacional migratório ou o protocolo de solicitação de refúgio.

De acordo com o Ministério da Economia, existem 46.591 estrangeiros de 169 nacionalidades diferentes inscritos como MEI no Brasil.

A Justiça de São Paulo revogou nesta quinta-feira, 17, a prisão domiciliar do ex-médico Roger Abdelmassih, condenado a 173 anos, seis meses e 18 dias de prisão.

A juíza Andréa Barreira Brandão, da 3ª Vara de Execuções Criminais da Comarca de São Paulo, revogou benefício que concedia ao médico Roger Abdelmassih o direito à prisão domiciliar.

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A decisão foi tomada após realização de perícia médica, cujo resultado concluiu que o réu está em condições de fazer seu tratamento de saúde na modalidade ambulatorial e que por isso ele pode cumprir a pena na prisão, em regime fechado.

Durante o cumprimento da condenação, o médico foi beneficiado com a prisão domiciliar humanitária mediante o cumprimento de certas condições, dentre as quais que fosse submetido a perícia médica trimestral, a fim de se constatar sua condição física e a possibilidade de retomada do regular cumprimento do restante da pena no cárcere.

A Marinha confirmou nesta quinta-feira, 17, que o navio patrulha Guaíba recolheu na quarta-feira, 16, um tambor de 200 litros de óleo nas proximidades da Ponta de Tabatinga, a 7,4 quilômetros da costa de Natal, no Rio Grande do Norte. Ainda segundo a Marinha, o tambor vermelho estava boiando no mar quando foi avistado e recolhido. Ele apresentava o logotipo da Shell.

Os militares constataram que o barril estava cheio e não apresentava vazamentos. Amostras do conteúdo foram enviadas para análise no Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira. A Marinha ressaltou, no entanto, que "os dados disponíveis até o momento não permitem concluir se o episódio tem relação com outros tambores encontrados no litoral de Sergipe (que também tinham o logo da Shell) ou com o óleo que tem se espalhado pelas praias do Nordeste".

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O Grupo de Avaliação e Acompanhamento (GAA), formado pela Marinha, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Ibama, confirmou também nesta quinta que Salvador já tem quatro novas praias atingidas pelas manchas de óleo: Praia do Flamengo, Pedra do Sal, Farol da Barra e Rio Vermelho.

A Shell havia informado que os tambores encontrados em Sergipe eram originalmente embalagens de lubrificantes para navios, de um tipo que não é produzido no Brasil. A empresa informou também que não havia reutilizado seus tambores. A Shell voltou a ser procurada, mas ainda não se manifestou sobre o novo barril encontrado.

Criminosos armados invadiram o terminal de cargas do Aeroporto Internacional de Viracopos, trocaram tiros com os seguranças e assaltaram a transportadora de valores Brinks, na manhã desta quinta-feira, 17, em Campinas, no interior de São Paulo. Dois suspeitos foram mortos durante a fuga. Um major da Polícia Militar foi atingido, mas sem gravidade.

Dois seguranças foram baleados e levados para hospitais de Campinas. Durante a ação, a quadrilha ateou fogo em dois caminhões na Rodovia Santos Dumont (SP-79), principal acesso ao aeroporto. As duas pistas foram bloqueadas. O tráfego era intenso e houve pânico entre os usuários da rodovia.

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Uma mulher e um bebê de 10 meses foram mantidos reféns pelos bandidos. A criança foi liberada no início da tarde. Em seguida, o bandido foi morto com tiro de sniper. A mãe saiu com um ferimento na nádega, mas passa bem.

De acordo com a administração do aeroporto, os bandidos usavam um veículo com as cores e características da Aeronáutica. Mesmo assim, a caminhonete foi parada, mas acelerou e rompeu o portão de acesso. Mesmo com os pneus estourados pela grade de segurança, os criminosos seguiram para o terminal e atiraram contra os seguranças. Depois do ataque, eles conseguiram fugir.

Mãe e bebê reféns

Um dos criminosos que assaltaram o carro-forte da Brinks no aeroporto de Viracopos invadiu uma casa e manteve uma mulher como refém, no bairro Campo Verde, na região do Ouro Verde, conjunto de bairros no entorno do aeroporto. As negociações foram assumidas pelo Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar. Um bebê de 10 meses também foi mantido refém pelos bandidos, mas depois liberado no início da tarde. O bandido foi morto com tiro de sniper. A mãe saiu com um ferimento na nádega, mas passa bem.

O suspeito estava armado com uma pistola e, às 13h30, negociava sua rendição. Imagens de câmeras mostraram que o carro-forte, carregado com o dinheiro, já adentrava a pista para se dirigir ao avião que receberia o montante. O dinheiro, em reais, seguiria para um banco na Inglaterra. O valor roubado ainda não foi divulgado.

Os criminosos usaram uma metralhadora ponto 50, usada como arma antiaérea, para obrigar o carro-forte a parar. A arma, além de um fuzil, foi encontrada na caminhoneta usada pelos ladrões, que teria sido barrado durante a fuga em tiroteio com a polícia.

Os agentes apreenderam também um caminhão de lixo com pelo menos um malote que teria sido usado pelos bandidos durante a fuga.

'Um sufoco'

O engenheiro de produção Matheus Meucci, de Sorocaba, contou que seguia para Limeira pela rodovia, quando o assalto aconteceu. "Cheguei quando a carreta tinha acabado de ser incendiada. Eu quase bati nos carros que estavam à frente", afirmou.

Segundo Meucci, na pista sentido Indaiatuba, também já havia um caminhão queimando. "Consegui atravessar o canteiro e retornar. Foi um sufoco", disse.

O assalto ocorreu por volta das 10 horas. Durante a ação criminosa, o aeroporto ficou fechado para pousos e decolagens, por um período de 20 minutos.

Nas redes sociais, há vídeo do momento do tiroteio e relato de passageiros que estavam no aeroporto.

Mesmo não tendo ocorrido nenhuma ação no terminal de passageiros, foi necessário passar os passageiros que estavam embarcando por nova inspeção de raio X por questões de segurança.

Muitos brasileiros reconhecem que o consumo inadequado de recursos naturais causa sérios impactos ao meio ambiente, mesmo assim, 97% possuem alguma dificuldade em adotar práticas de consumo consciente. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Entre as principais dificuldades para criar hábitos responsáveis, estão os preços dos produtos orgânicos (37%) e os obstáculos em separar o lixo para a reciclagem (32%). Além disso, 30% dos entrevistados reconhecem que não conseguem reduzir a quantidade de lixo gerado.

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O comportamento pouco sustentável de terceiros também afeta boa parte dos brasileiros. Oito em cada dez (79%) entrevistados, disseram que ao ver outras pessoas desperdiçando água, energia ou comprando produtos sem se preocupar com o meio ambiente se sentem prejudicados.

O levantamento também aponta que, o brasileiro ainda é considerado “consumidor em transição”, ou seja, 58% mantém práticas de consumo consciente, porém, em uma frequência menor que a desejada. No Brasil, o consumo consciente é voltado ao aspecto financeiro. Para 41% ser sustentável significa adotar hábitos que evitem o desperdício e as compras desnecessárias.

Para 75% dos consumidores, um fator que pesa na hora das compras é optar por empresas que investem em projetos sociais e ambientais. Um aspecto valorizado para 89% dos entrevistados é conhecer a origem dos produtos que são consumidos, em especial os industrializados (45%), os animais (39%) e os orgânicos (37%).

 

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira, 17, a Operação Teto Baixo, com objetivo de desarticular organização criminosa especializada no tráfico interestadual de cocaína. São cumpridos 106 mandados judiciais nos Estados do Amazonas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Tocantins e Roraima, expedidos pela Vara de Entorpecentes e Organizações Criminosas da Justiça Estadual de Roraima após representação da PF.

Cerca de 200 policiais participam da ação. O nome da operação faz referência à prática de voos clandestinos que ocorrem a baixa altitude com o objetivo de dificultar sua identificação por radares.

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A Justiça decretou 30 mandados de prisão preventiva, seis de prisão temporária, 27 de busca e apreensão, sete de bloqueio/suspensão de regularização de imóvel rural e 36 mandados de sequestro/bloqueio de bens, os quais incluem, além de 18 aviões, imóveis, propriedades rurais e mais de R$ 290 milhões de contas bancárias em nome de 36 investigados.

As investigações começaram em 2016, quando um avião caiu no município de Caracaraí, no sul de Roraima, e os ocupantes fugiram, o que levantou suspeitas sobre o conteúdo que estaria sendo transportado. A partir dessa suspeita, a PF conseguiu apurar que os responsáveis pela aeronave estariam envolvidos em uma organização criminosa destinada ao tráfico de drogas.

Durante o ano de 2017, três ações coordenadas pela Polícia Federal durante as investigações resultaram na apreensão de mais de meia tonelada de cocaína em Roraima, Pará e Tocantins.

O esquema envolveria o transporte de cocaína que seria recebida na região Norte do Brasil por meio de aviões com destino ao Centro-Oeste. Cada voo transportaria, em média, 550kg da droga, e o grupo contava com pelo menos 18 aeronaves.

A cocaína era carregada em São Gabriel da Cachoeira (AM,) de onde o avião partia para alguma pista clandestina em Roraima, com o objetivo de se afastar de regiões com maior fiscalização, para depois ir em direção a Goiás e Tocantins.

Segundo a PF, a organização era estruturada em três núcleos distintos: um familiar, formado por parentes do líder esquema que comandavam os negócios; um outro núcleo que prestaria apoio logístico ao grupo - como a identificação de pistas clandestinas, arrendamento de fazendas e abastecimento das aeronaves; e o terceiro composto pelos pilotos.

A base de operações do grupo ficava na região do município de São Gabriel do Oeste (MS). Em agosto 2017, porém, foram alvos de uma operação da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul envolvidos em clonagem de aeronaves para tráfico de drogas, inclusive com expedição de mandado de prisão para o líder do grupo, que chegou a ficar foragido.

Após o cerco da polícia, a estrutura de apoio da organização criminosa foi transferida para Santarém (PA).

Subiu para cinco o número de mortos após o desabamento de um prédio em Fortaleza na terça-feira, 15. O corpo de um homem foi resgatado dos escombros do Edifício Andréa na manhã desta quinta-feira, 17. A Perícia Forense do Estado do Ceará (Peroce) já trabalha para identificar a vítima, a quarta morte confirmada até então.

No início da tarde, o Corpo de Bombeiros do Ceará confirmou o quinto óbito. A vítima é uma mulher ainda não foi identificada. O corpo foi encaminhado para a Peroce. Das cinco vítimas que morreram, uma está em local de difícil acesso e ainda permanece sobre os escombros da estrutura.

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Na noite de quarta-feira, 16, homens do Corpo de Bombeiros escutaram uma voz, que poderia ser de uma pessoa sob os entulhos do prédio. As buscas nesta quinta, auxiliadas por cães farejadores, estão focadas para localizar a possível vítima em um ponto onde as equipes de resgate já estavam atuando.

"O que nos leva a crer que é um possível desaparecido com vida, já que a hipótese é reforçada por um cão farejador que também tinha sinalizado aquele ponto", afirmou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Luís Eduardo Holanda.

Na tarde de quarta foi sepultado, em um cemitério da região metropolitana de Fortaleza, o corpo de Frederick Santana dos Santos, de 30 anos, a primeira morte confirmada pelas autoridades. Ele trabalhava em um mercadinho que funcionava ao lado do prédio e foi atingido pelos escombros durante o desabamento.

Também nesta quarta, foi retirado dos escombros o corpo de Izaura Marques Menezes, de 82 anos, e localizado o corpo de outra mulher, que segue soterrada e sem identificação até o momento.

"Vamos ter que usar maquinário pesado para resgatar o corpo, que está localizado há oito metros abaixo dos escombros, tem pelo menos três lajes de alta tonelagem acima da vítima", explicou Holanda.

Desaparecidos

Cinco pessoas ainda estão desaparecidas. Os trabalhos das equipes de resgate seguem de forma ininterrupta. As guarnições do Corpo de Bombeiros atuam com equipes de resgate especializadas em estruturas que sofreram colapso e usam cinco cães farejadores, além de diversos equipamentos, incluindo drones.

Uma jovem que dançava funk em frente a uma viatura foi agredida um policial militar de São Paulo. A guarnição havia sido acionada para atender uma ocorrência de perturbação do sossego público na área Central da capital paulista no último fim de semana, apontou o comando. As imagens serão analisadas e o caso investigado.

Mesmo sem música, a mulher aparece dançando em frente à viatura e impede o deslocamento dos policiais no veículo. Um dos militares dá um chute, grita e depois cabeceia a jovem.

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 Ele aparece segurando uma caixa de som, o que levanta a hipótese de que uma festa na rua Peixoto Gomide foi encerrada e trouxe insatisfação aos participantes. Populares chegam a jogar um copo plástico com líquido próximo ao efetivo.

Em nota enviada ao BHAZ, a Polícia Militar afirmou que órgão tem a intenção de “minimizar os transtornos que implicam no interesse comum das pessoas que transitam, trabalham, residem ou estudam em sua área circunscrita”, e completou ao declarar que as ações são realizadas “de acordo com as necessidades que despontam naturalmente da sociedade na qual estamos inseridos”.

Confira

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Criminosos armados invadiram o terminal de cargas do Aeroporto Internacional de Viracopos, trocaram tiros com os seguranças e assaltaram a transportadora de valores Brinks, na manhã desta quinta-feira (17), em Campinas, no interior de São Paulo.

Dois seguranças foram baleados e levados para hospitais de Campinas. Durante a ação, a quadrilha ateou fogo em dois caminhões na rodovia Santos Dumont (SP-79), principal acesso ao aeroporto. As duas pistas foram bloqueadas. O tráfego era intenso e houve pânico entre os usuários da rodovia.

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De acordo com a administração do aeroporto, os bandidos usavam um veículo com as cores e características da Aeronáutica. Mesmo assim, a caminhonete foi parada, mas acelerou e rompeu o portão de acesso. Mesmo com os pneus estourados pela grade de segurança, os criminosos seguiram para o terminal e atiraram contra os seguranças. Depois do ataque, eles conseguiram fugir.

Até o fim da manhã, não havia informação sobre valores roubados. A assessoria do aeroporto informou que os seguranças baleados foram socorridos e ainda buscava informações sobre o estado de saúde dos funcionários.

Veja um vídeo do momento do assalto:

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