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Vários grupos ambientalistas processaram nos Estados Unidos o governo de Donald Trump pelas mudanças introduzidas na Lei de Espécies em Perigo, acusadas de enfraquecer o marco normativo de um regulamento que cientistas consideram que ajudou a salvar espécies emblemáticas do país, como o urso-pardo e a águia-de-cabeça-branca.

A ONG Earthjustice apresentou um processo na quarta-feira em um tribunal da Califórnia em representação do Centro para a Diversidade Biológica e da associação Sierra Club.

"Não há nada nesta nova legislação que ajude a vida selvagem", disse Kristen Boyles, advogada da ONG Earthjustice.

Boyles defende que as mudanças na regulação fazem com que a proteção e a recuperação das espécies ameaçadas ou em perigo sejam "mais difíceis e menos previsíveis".

As mudanças anunciadas em 12 de agosto eliminam uma norma que estendia automaticamente a mesma proteção das espécies em perigo às espécies ameaçadas.

Segundo o processo, o governo não divulgou uma análise do impacto e do dano que as mudanças poderiam provocar, o que viola a lei nacional do meio ambiente. Também indica que não submeteu as mudanças a um processo aberto para incorporar observações da opinião pública ou de outros atores.

Quando anunciou as mudanças, o secretário do Interior, David Bernhardt, defendeu a reforma como uma "melhoria" que permitirá que os recursos vão para onde mais se necessita.

Os políticos democratas, incluindo o pré-candidato presidencial Joe Biden, se uniram aos grupos ambientais criticando a reforma.

Enquanto esperam a Europa abrir as portas para os 356 migrantes que resgataram no Mediterrâneo, os socorristas do "Ocean Viking", único navio humanitário que ainda navega na zona, tiveram que renunciar a salvar mais pessoas que zarpam da costa da Líbia.

Os dez socorristas a bordo do navio fretado pelas ONGs SOS Méditerranée e Médicos sem Fronteiras (MSF) têm experiência como marinheiros, ou salva-vidas.

"Sem nenhuma das duas seria difícil estar aqui", reconhecem.

Com ar um tanto rebelde, o francês Tanguy, de 38 anos, é o homem de proa da equipe, treinado para andar e subir pela ponte, tudo segundo um protocolo meticuloso.

Assim que chegou à zona de busca e resgate em frente à costa da Líbia, em 9 de agosto, o navio "Ocean Viking", sucessor do "Aquarius", resgatou quatro botes infláveis lotados, com entre 80 e 100 pessoas a bordo cada, em quatro dias.

No último salvamento, em 12 de agosto, o bote de borracha azul estourou quando os socorristas chegaram para distribuir os coletes salva-vidas, levando uma dúzia dos 105 passageiros a se jogar na água.

Os migrantes que chegaram ao "Ocean Viking" informaram que uma balsa similar havia saído da Líbia ao mesmo tempo que eles, mas não foi encontrada.

Doze horas depois, o vento do norte levantou ondas de dois metros e meio.

- Sem fôlego -

Desde então, o "Ocean Viking" navega entre Malta e Itália. A zona dos naufrágios foi abandonada e, no melhor dos casos, é a Guarda Costeira líbia - o terror dos migrantes - que está encarregada de resgatá-los.

Uma ideia que os aterroriza, já que costumam enviar os sobreviventes, sistematicamente, para os centros de detenção da Líbia, que eles chamam de "prisões".

"O pior é que dois dos quatro barcos puderam ser resgatados, porque haviam sido descobertos com binóculos", contou Nicholas Romaniuk, coordenador anglo-canadense das operações de resgate.

Ao chegar à zona de resgate, ordenou-se uma tarefa implacável de observação com binóculos 24 horas por dia.

Na ausência de um centro de coordenação efetiva dos resgates marítimos por parte de Trípoli, a observação permanente é indispensável e mais confiável do que qualquer sonar para detectar embarcações.

As outras duas embarcações foram localizadas, graças ao voo de aviões europeus.

- Mais afogados, menos migrantes -

Durante os últimos dez dias, os socorristas deixaram de estar na passarela para vigiar os náufragos. Agora, passam mais tempo na ponte, ajudando os voluntários da MSF a distribuir as porções de chá e comida, organizando a hora de dormir entre homens e mulheres e garantindo a paz entre cerca de 300 jovens exaustos e com pouca paciência.

"Estamos acostumados a acompanhar as pessoas até o desembarque, mas antes durava uns dois, ou três dias", afirma Tanguy, que acrescenta com voz baixa: "É que, quanto mais afogados, há menos migrantes...".

"Não acredito que os governos decidam isso, mas é o resultado de sua política", diz.

"Para mim, é como ter um paciente na ambulância, e o hospital se nega a recebê-lo. De modo que você tem que ir cada vez mais longe, a Milão, Berlim, Moscou... E assim, você não está fazendo seu trabalho", resume Alessandro, um paramédico da Cruz Vermelha, que sente "mais tristeza do que frustração".

"Sugam sua energia", desabafou.

Portugal anunciou nesta quinta que está "disposto" a acolher 35 migrantes do barco.

Sam Turner, chefe da missão da MSF na Líbia, denunciou a prolongada ausência de navios humanitários nessa zona do Mediterrâneo.

"Além destas pessoas continuarem sofrendo por uma estada prolongada no mar, outras continuam morrendo, porque somos impedidos de ajudá-las", lamentou.

Segundo estimativas da Guarda Costeira líbia, "aproximadamente metade dos barcos que partem se perde no mar, e centenas de pessoas desaparecem sem deixar rastro".

Seis idosos foram presos após a polícia receber diversas queixas sobre atividades 'sexuais lascivas' em um parque público de Connecticut, nos Estados Unidos. Todos têm idade acima de 60 anos e um deles já é reincidente nesse tipo de violação.

A Unidade de Qualidade de Vida do Departamento de Polícia de Fairfield montou campana na Área de Conservação Grace Richardson para investigar as queixas. Em comunicado à imprensa, informou que "várias violações foram observadas". As autoridades apontaram que o local era divulgado na internet como uma área de encontro para sexo, apontou o Associated Press.

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Daniel Dobbins, de 67 anos; Otto Williams, de 62; Charles Ardito, de 75; John Linartz, de 62; Ricard Butler, de 82; e Joyce Butler, de 85; chegaram a ser autuados. Entretanto, foram libertados com a promessa de comparecer ao tribunal.

Daniel Dobbins e Linartz também foram acusados de indecência pública. Dobbins já havia sido preso por andar nu em um parque, segundo o The Connecticut Post.

Nem todos os dias é do caçador. Um homem perdeu o antebraço enquanto tentava abater um jacaré. O animal de 3,5 metros foi capturado em Palm Bay, no estado da Flórida, e fez um movimento que conseguiu puxar Justin Perchalski, de 30 anos, para a água. Nas redes sociais, ele publica diversas imagens com animais mortos.

Junto com três amigos, Justin saiu em uma trilha noturna para achar o réptil. “O jacaré fez uma volta e meia segurando a mão dele na boca até soltar, o que é insano, porque eles não costumam soltar as presas", afirmou o irmão Ryan, em entrevista à Fox.

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Como medida emergencial, um cinto foi usado para fazer um torniquete em seu braço para estancar o sangramento. Já no hospital, Justin perdeu o rádio - osso do antebraço.

A comissão de vida selvagem da Flórida afirmou que não vai buscar o animal. Vale lembrar que o caçador não será indiciado, pois o período de caça segue liberado nos EUA até o dia 1º de novembro.

O presidente do Irã, Hassan Rouhani, subiu o tom em relação às negociações com os Estados Unidos, ao chamá-las de "inúteis" nesta quinta-feira.

"Agora que nossos inimigos não aceitam a lógica, não podemos responder com lógica", afirmou o líder do país persa, em discurso durante inauguração de um sistema de mísseis de longo alcance.

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As tensões entre americanos e iranianos aumentaram desde que Washington se retirou do acordo nuclear de 2015 e impôs sanções ao Irã. Recentemente, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou que as barreiras impostas ao país persa estão funcionando.

Carole Ghosn, esposa do ex-chefe da Renault-Nissan Carlos Ghosn, pediu nesta quinta-feira (22) ao presidente francês Emmanuel Macron que interceda junto ao primeiro-ministro japonês Shinzo Abe na cúpula do G7 em Biarritz para que seu marido beneficie de um "julgamento justo".

"Peço ao presidente Macron que interceda por meu marido com o primeiro-ministro Abe para garantir que seus direitos sejam respeitados", disse Carole em um comunicado. "Carlos merece um processo justo, que começa com condições justas de liberdade sob fiança e uma data de julgamento", acrescentou.

Questionado pela AFP, o palácio do Eliseu lembrou a posição declarada por Emmanuel Macron durante uma viagem a Tóquio em 26 de junho. "Acho que não cabe ao presidente da República francesa interferir publicamente em um caso judicial", declarou, garantindo seu "comprometido com o respeito aos direitos da defesa".

Carlos Ghosn foi preso em 19 de novembro e passou 130 dias detido em Tóquio, acusado de abuso de confiança e declarações falsas às autoridades durante seu mandato na Nissan.

Ele foi preso novamente por três semanas antes de ser libertado sob fiança em 25 de abril e submetido a um controle judicial muito rigoroso no Japão, no qual não pode deixar o país. Ele ainda está "sujeito a uma proibição de contato com a esposa há 140 dias", segundo Carole Ghosn.

"Dizer que as condições de liberdade sob fiança do meu marido são cruéis e incomuns seria um eufemismo", acrescentou ela, dizendo que "a justiça japonesa não está alinhada com os padrões de outros países do G7".

O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou na quarta-feira (21) que se reunirá com autoridades iranianas nesta semana para "tentar propor coisas".

Entre os membros da comitiva do Irã estará o chanceler do país, Mohamad Javad Zarif. O encontro antecederá a reunião do G-7 na França, e um dos temas principais debatidos pelos líderes será o programa nuclear iraniano.

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Teerã rompeu em julho com os limites estabelecidos, após crise iniciada pela saída unilateral dos EUA do acordo em 2018. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um inseto de aparência estranha chamou a atenção de um morador do estado de Nova Hampshire, nos Estados Unidos. Ele registrou o encontro e chegou a cutucar o animal com uma caneta.

Após a publicação, um internauta revelou o mistério. No comentário, ele afirmou que o inseto era uma vespa Pelecinus. O animal é natural da América do Norte e América do Sul e utiliza o abdômen estendido para depositar ovos sobre larvas de besouros enterrados.

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Confira

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Líderes estudantis de Hong Kong convocaram, nesta quinta-feira (22), uma greve de quase duas semanas para o início do período universitário, em setembro, com o objetivo de manter a pressão sobre o governo local.

A ex-colônia britânica, devolvida à China em 1997, é cenário desde junho de manifestações contra um projeto de lei que pretendia autorizar extradições para a China continental, onde a justiça está sob influência do Partido Comunista.

Os estudantes representam grande parte dos manifestantes que saem às ruas quase diariamente em Hong Kong, uma das maiores praças financeiras do mundo.

Os líderes estudantis da maioria das grandes universidades do território semiautônomo convocaram os alunos a aderir à greve a partir de 2 de setembro, data prevista do início das aulas, até 13 de setembro.

Eles ameaçam intensificar suas ações se o Executivo local não atender a cinco exigências, incluindo a adoção do sufrágio universal, a retirada definitiva do projeto de lei sobre extradições e a abertura de uma investigação independente sobre o uso da força pela polícia de Hong Kong.

"Duas semanas deverão ser suficientes para que o governo encontre a maneira de satisfazer as demandas", declarou Davin Wong, presidente interino do sindicato de estudantes da Universidade de Hong Kong.

O movimento de protesto ganhou força e ampliou rapidamente suas reivindicações, com pedidos por mais democracia, em uma cidade onde os jovens enfrentam o aumento do custo de vida e as reduzidas perspectivas de encontrar emprego.

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso se reuniram na quarta-feira, 21, como confirmou FHC em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

O ex-presidente, que está na Argentina para um seminário, publicou em sua conta no Twitter na manhã de ontem que tentaria conversar tanto com Macri quanto com seu rival na eleição presidencial argentina, Alberto Fernández.

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Após reunião de 40 minutos com Macri, o ex-presidente reforçou que não se envolve na política eleitoral de outros países. "Acho que alguém que foi ou que é presidente tem que se relacionar com os Estados, não com as pessoas. Minhas opiniões são pessoais, não têm reflexo político maior", disse, sem querer estabelecer relações com o fato de que o presidente Jair Bolsonaro tem atacado diretamente Fernández, e ameaçado deixar o Mercosul caso ele vença a votação.

Questionado sobre ter dado conselhos eleitorais a Macri, Fernando Henrique negou. "Apenas disse o que eu fiz quando era presidente na transição de um governo para o outro. Eu acho que o mais importante é que a democracia ganhe." Ele ainda afirmou que reconhece a situação financeira instável da Argentina e isso dificulta que o governo atue com "firmeza".

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Partido Democrático da Itália (PD), de centro-esquerda, fez exigências ontem ao Movimento 5 Estrelas (M5S) para integrar uma coalizão de governo, entre elas o respeito à União Europeia. O objetivo é evitar eleições antecipadas ainda neste ano, o que poderia levar o ministro do Interior, Matteo Salvini, ao cargo de primeiro-ministro. A movimentação entre o PD e o M5S ocorre um dia depois da renúncia do primeiro-ministro Giuseppe Conte, após ruptura entre o M5S e a Liga, liderada por Salvini.

Fontes do PD explicaram à agência EFE que foram feitas cinco exigências, entre elas o respeito e a lealdade à filiação da Itália à União Europeia (UE) e o compromisso para fomentar que o projeto comum supere suas carências e avance para uma Europa de direitos, liberdades, solidariedade e sustentabilidade ambiental e social.

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Além disso, o partido de esquerda exigiu que haja um "ponto de inflexão na organização e administração dos fluxos migratórios com base nos princípios de solidariedade, legalidade, segurança e direitos humanos, em pleno cumprimento dos convênios internacionais e em estreita corresponsabilidade com as instituições e governos europeus".

O PD quer se distanciar da gestão dos últimos 14 meses aplicada por Salvini, líder da Liga, que manteve uma política de portos fechados aos navios de ONGs que têm resgatado imigrantes em alto-mar.

O PD também quer acordar com o M5S um "novo programa econômico e social centrado na igualdade social, territorial, geracional e de gênero", que fomente o investimento em crescimento com atenção à sustentabilidade ambiental e ao desenvolvimento, e exista pleno reconhecimento às instituições democráticas, à Constituição e ao papel central desempenhado pelo Parlamento na Itália.

As fontes indicaram que, se houver essas condições, o Partido Democrático estará disposto a formar um Executivo que dure e tenha como objetivo imediato a elaboração do Orçamento-Geral para 2020 visando a potencialização do crescimento em uma economia estancada.

O secretário-geral do PD, Nicola Zingaretti, criticou em declarações à imprensa o governo do M5S e da Liga, "responsável por uma paralisia da economia, um empobrecimento generalizado, um setor empresarial mais pobre e um isolamento sem precedentes da Itália no cenário europeu e internacional".

Zingaretti pediu que, se o PD e o M5S constituírem uma aliança, o novo gabinete será totalmente diferente do anterior quanto ao programa e à equipe governamental.

As duas forças parlamentares tentam somar forças para evitar eleições antecipadas e, ao mesmo tempo, evitar o avanço do partido de ultradireita Liga, de Salvini, que impulsionou uma política de linha dura contra os imigrantes.

Nas eleições legislativas de 2018, o Movimento 5 Estrelas obteve 32% dos votos, enquanto que o Partido Democrático foi a segunda legenda mais votada, com pouco mais de 17%. No entanto, pesquisas recentes mostram que o partido de extrema direita Liga conquistaria 38% dos votos em novas eleições nacionais.

O presidente Sergio Mattarella reuniu-se ontem com os presidentes da Câmara e do Senado para discutir sobre a crise política e a possibilidade de os partidos com maiores bancadas no Parlamento formarem alianças.

Enquanto Salvini aguardava ontem sua vez de apresentar seus argumentos a Mattarella, qualificou qualquer tentativa de formar uma coalizão como uma conspiração contra ele. O ministro do Interior insistiu que os eleitores deveriam determinar quem os governará. "Qualquer governo que nascer será um governo contra a Liga", disse Salvini a jornalistas que lhe perguntaram sobre as negociações entre o Movimento 5 Estrelas e o Partido Democrático.

A crise foi justamente provocada por Salvini, que havia anunciado o fim de sua aliança com o M5S e pedido uma moção de desconfiança contra Conte, esperando provocar a antecipação das eleições e capitalizar com sua elevada popularidade. (Com agências internacionais)

Donald Trump criticou nesta quarta-feira (21) o tom "nojento" das declarações da primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen - que considerou sua proposta de comprar a Groelândia "absurda" - e justificou a decisão de cancelar sua visita à Dinamarca, prevista para setembro.

"Acho que o comunicado da primeira-ministra é nojento", criticou o mandatário. "Ela poderia ter dito: 'não, preferimos não vender'", opinou Trump.

"Ela não está falando comigo, ela está falando com os Estados Unidos da América", concluiu.

Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Venezuela, Nicolás Maduro, confirmaram nesta terça-feira (20) conversas entre os dois governos para tentar conter a crise no país sul-americano.

"Estamos falando com diversos representantes da Venezuela. Não vou dizer com quem, mas está em um nível muito alto", afirmou o republicano a jornalistas.

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Segundo Trump, sua administração está ajudando o governo venezuelano o quanto pode, principalmente porque "precisa de muita ajuda".

"Nos mantemos à margem, mas estamos ajudando. Há 15 anos, era um dos países mais ricos, agora é um dos países mais pobres".

Logo após a declaração do magnata, o líder chavista fez um pronunciamento em rede nacional na Venezuela para confirmar o diálogo. "Confirmo que há meses ocorrem contatos de altos funcionários do governo dos Estados Unidos, de Donald Trump, com o governo bolivariano que presido, sob minha expressa autorização direta", ressaltou.

Maduro acrescentou que estão sendo realizados "vários contatos, vários caminhos, para buscar solucionar este conflito".

Apesar da abertura ao diálogo, os Estados Unidos e outros 50 países ainda reconhecem autoproclamado presidente Juan Guaidó como o líder legítimo da Venezuela.

A confirmação ocorre após, na última semana, uma reportagem da agência Associated Press revelar, citando uma fonte da administração dos EUA, que o chefe do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), Diosdado Cabello, havia se encontrado, em julho, com um representante norte-americano.

O número dois do chavismo, no entanto, negou a informação, a classificando de "mentirosa" e de uma "grande manipulação".

Da Ansa

Um tratador e proprietário do Mahala View Lion Game Lodge - um centro de observação de leões na África do Sul - foi morto após ser atacado por três felinos. Leon van Biljon, de 70 anos, consertava uma das cercas quando os dois leões e uma leoa partiram em direção ao seu pescoço, apontou uma testemunha.

Conhecido como ‘Lion Man’ - Homem-Leão -, Leon convivia tranquilamente com os felinos, tanto que deu as costas para eles para consertar a cerca. "Um leão veio por trás e agarrou o pescoço de Leon. Não havia nada a fazer para salvá-lo", afirmou uma testemunha ao Daily Mirror.

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Os leões Rambo e Nakita e a leoa Katryn foram abatidos para que paramédicos realizassem o atendimento. Semanas atrás, o proprietário externou o desejo de se aposentar e havia posto o local à venda por aproximadamente R$ 1 milhão.

 

Um juiz mexicano concedeu a duas pessoas o direito ao uso recreativo de cocaína. Esta foi a primeira decisão do gênero no país, segundo a organização que iniciou os processos legais.

O tribunal decidiu permitir aos requerentes que "possuam, transportem e usem cocaína", ficando proibida a venda da droga, revelou a entidade México Unido Contra Delinquência (MUCD).

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A associação sem fins lucrativos, MUCD, visa acabar com a "guerra às drogas" do país e classificou a decisão de um "passo histórico".

A decisão ainda precisará ser revista por um tribunal superior antes de ser aplicada.

Enquanto MUCD pressiona a Comissão Federal de Proteção contra Riscos Sanitários (COFEPRIS) a liberar os entorpecentes, o órgão do governo já garantiu que pretende recorrer da decisão.

Um funcionário da COFEPRIS revelou à AFP já ter tomado medidas para bloquear a ordem judicial, que foi proferida em maio. Segundo o interlocutor da AFP, a decisão estaria fora do mandato do tribunal.

De todo modo, se o Tribunal Superior aprovar a decisão, esta será aplicada apenas às duas pessoas em questão, cujas identidades foram preservadas.

Em uma declaração nesta terça-feira, MUCD alegou que os casos representam "mais um passo na luta para construir políticas alternativas de drogas que permitam que o México redirecione seus esforços de segurança e melhor direcione a saúde pública".

Em 2018, o número de homicídios relacionados às drogas no México subiu para 33 mil e 341 casos, segundo o Conselho de Relações Exteriores. Os números representam um aumento de 15%, comparando com 2017.

A Suprema Corte do México já autorizou o uso recreativo de maconha em casos individuais.

O presidente Andrés Manuel López Obrador, que tomou posse em dezembro, prometeu mudanças "radicais" na abordagem do país ao combate às drogas.

Da Sputnik Brasil

Poucas horas após o marido cometer suicídio, uma mulher identificada como Jermimah Moylan recebeu autorização da Suprema Corte da Austrália para que um médico fosse ao necrotério e retirasse sêmen do corpo. Sebastian tinha 27 anos quando tirou a vida no último dia 14. O casal estava junto desde 2015.

"Isso me traz alguma forma de encerramento de algo e de esperança de ter uma família com o único homem com o qual quis tê-la", revelou a ex-esposa ao Daily Mail australiano. Jermimah poderá utilizar o material colhido em até dez anos. Porém, precisa de uma nova autorização para realizar a fertilização in vitro.

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Há seis dias, a irmã dela iniciou uma campanha no site de financiamento coletivo "GoFundMe" para arcar com os custos. O objetivo é arrecadar $ 50 mil. Até o momento da publicação da matéria, a conta já teve 165 doadores e atingiu cerca de $ 40 mil.

Após o desembarque do "Open Arms" na ilha italiana de Lampedusa, agora chegou a vez do barco humanitário "Ocean Viking", com 356 migrantes a bordo, que nesta quarta-feira (21) aguarda permissão das autoridades italianas para atracar.

O governo da Itália não respondeu a nenhum dos vários pedidos de desembarque do "Ocean Viking", a última embarcação humanitária no Mediterrâneo, afirmou à AFP Frédéric Penard, diretor de operações da SOS Méditerrannée, que opera com o navio em parceria com a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF).

Pelo décimo dia consecutivo, o "Ocean Viking" se encontra praticamente retido no canal da Sicília, entre Malta e Lampedusa. Depois que as autoridades de Malta proibiram no último momento o abastecimento com água e combustível, a tripulação precisa economizar os recursos.

Diante de jovens africanos que passaram por muitas dificuldades antes do resgate no Mediterrâneo, os comandantes do "Ocean Viking" explicaram a situação crítica no "Open Arms", o que levou alguns tripulantes a pular na água para tentar chegar a nado à costa de Lampedusa.

"Como está previsto no Direito Marítimo, solicitamos primeiros socorros em 9 de agosto aos centros de coordenação de resgates no mar da Itália e Malta para que designassem um porto, no qual as pessoas resgatadas poderiam desembarcar. Até o momento não recebemos nenhuma resposta da Itália e outra negativa da parte de Malta", explicou Penard.

O diretor da ONG declarou que "vários Estados europeus querem acabar com as resoluções caso a caso e estabelecer um sistema" continental de recepção de migrantes.

"Isto é o que pedimos, mas estas pessoas devem desembarcar de modo imediato. As negociações europeias não podem acontecer ao mesmo tempo que 300 pessoas estão bloqueadas no mar em condições difíceis", completou.

Nenhum migrante a bordo acompanhou a crise política em Roma, com a renúncia do primeiro-ministro Giuseppe Conte, mas receberam a notícia do desembarque do "Open Arms", após 19 dias no Mediterrâneo.

"Que Deus nos ouça", afirmou Hanil, um sudanês de 22 anos, que está no "Ocean Viking" com o irmão pequeno Adam, ao lado do qual abandonou seu país há cinco anos.

Os 85 migrantes que a embarcação da SOS Méditerrannée resgatou em um primeiro momento em 9 de agosto já estão há 13 dias a bordo. "Sabem para onde vamos? Quando chegaremos?", perguntam os migrantes.

As perguntas provocam irritação, o que resulta em momentos de brigas a bordo, uma consequência da inatividade, da falta de higiene e, sobretudo, da incerteza.

O diretor da missão da MSF na Líbia, Sam Turner, disse à AFP que "o sofrimento destas pessoas está sendo prolongado no Mediterrâneo e outras morrerão, pois nos impedem de fazer nossas operações de resgate".

Turner recordou que, de acordo com a Guarda Costeira da Líbia, quase metade dos barcos de migrantes que zarpam da Líbia naufragam, o que significa que "centenas de pessoas desaparecem sem deixar vestígios".

Uma notícia recente abalou os fãs da Marvel. Segundo o site Deadline, os filmes da franquia do Homem-Aranha podem não ser mais produzidos. Isso aconteceria pelo fato de a Disney e a Sony supostamente não estarem mais concordando sobre a distribuição do lucro obtido com as obras. A negociação já estaria acontecendo há alguns meses e a disputa teria começado pois a Disney sugeriu que cada empresa recebesse metade do dinheiro obtido com os longas, o que não teria agradado a Sony, que passaria a receber menos do que ganha atualmente.

De acordo com a publicação, as duas gigantes do entretenimento não estão chegando a um acordo sobre o assunto e isso pode resultar no cancelamento dos filmes do herói. Porém, isso não seria vantajoso para ninguém, pois o último do filme do Homem-Aranha foi o mais lucrativo para a distribuidora da obra, já que a Sony e a Disney detêm os direitos autorais do Universo Marvel, então perder um herói tão popular seria ruim para todos os filmes da franquia, que estão entrando agora em seu quarto arco.

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Mas não são só as empresas que não estão gostando nada da situação. Os admiradores do personagem de Tom Holland lançaram a hashtag #SaveSpiderMan para pedir que não cancelem o Homem-Aranha. O assunto tem sido um dos mais comentados, mas ninguém sabe ainda qual será o desfecho de toda essa história.

Um "terrorista" e um policial morreram na Caxemira sob controle indiano em um tiroteio entre ativistas e as forças de segurança, informaram as autoridades nesta quarta-feira (21).

O incidente, que ocorreu no distrito de Baramulla, no norte da Caxemira, é o primeiro relatado pelas autoridades indianas desde a revogação do estatuto de autonomia por parte de Nova Délhi.

No início do mês, o governo nacionalista hindu do primeiro-ministro Narendra Modi retirou por decreto presidencial a autonomia constitucional do estado de Jammu e Caxemira.

A decisão provocou revolta no vale de Srinagar, de maioria muçulmana, onde muitos habitantes desta região do Himalaia são hostis à Índia e estão comprometidos com sua autonomia, que prevalecia desde o início da república federal indiana, há sete décadas.

O generala sudanês, Abdel Fatah Al-Burhan, tomou posse nesta quarta-feira em Cartum como chefe do Conselho Soberano, instituição responsável por organizar a transição para um poder civil no Sudão.

O general Burhan era até agora o número um do Conselho Militar de Transição, no poder desde que o exército destituiu o presidente Omar al-Bashir, após grande pressão popular.

Após a posse do novo comandante do Conselho Soberano, o país aguarda a nomeação de um primeiro-ministro de consenso.

Segundo os termos do acordo oficialmente assinado no sábado, Abdel Fatah Al-Burhan permanecerá à frente do Conselho durante 21 meses e um civil o sucederá nos 18 meses restantes de transição.

A formação do Conselho acontece após meses de protestos dos sudaneses, que exigem um poder civil, em um contexto de grave situação econômica.

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