Tópicos | Adriano Oliveira

<p>Nesta sexta-feira (13), o cientista político Adriano Oliveira faz uma análise sobre os últimos anos do cenário político brasileiro. Ele aponta que em 2010 Lula (PT) saiu da presidência com uma aprovação superior a 80%, tendo uma aprovação majoritária entre várias classes da população. Essa aprovação levou a eleição de Dilma Rousseff, e sua consequente reeleição em 2014, mesmo ano em que a Operação Lava Jato surge. Com méritos e deméritos, a operação atingiu fortemente o lulismo e sua popularidade, levando ao impeachment de Dilma em 2016.</p><p>Em 2018 Lula foi preso e seu candidato Fernando Haddad perde a eleição para Jair Bolsonaro, que convidou Sérgio Moro para assumir um ministério, ele que é conhecido como algoz do PT / Lulismo. Para Adriano esses três personagens: Lula, Bolsonaro e Moro continuarão presentes e atuantes na política brasileira na próxima década, isso se não houver nenhum escândalo que os afaste.&nbsp;</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do LeiaJá.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>Nesta segunda-feira (09), o cientista político Adriano Oliveira fala em seu podcast sobre a pesquisa feita pela Folha de São Paulo mostrando como anda a popularidade do presidente Jair Bolsonaro. Ele esmiúça alguns dados, comenta sobre o perfil dos eleitores e aponta as questões principais relacionadas aos dados publicados.</p><p>Outro destaque analisado é a pesquisa divulgada pela Veja na última sexta-feira (06) que mostra a atual projeção de uma eventual eleição. Nesta pesquisa Bolsonaro e Lula estão empatados tecnicamente. Oliveira comenta ainda sobre os números de aprovação de Sérgio Moro, que aparece como uma ameaça a reeleição de Bolsonaro em 2022, no caso de saída do governo, para virar candidato. &nbsp;</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do LeiaJá.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>Nesta sexta-feira (06), o cientista político Adriano Oliveira fala sobre a expectativa de crescimento econômico, que está avaliado em 1% até o final de dezembro desse ano. Ações como a a aprovação da reforma da previdência, a tramitação da reforma tributária no congresso entre outros estão por trás desse cenário, que pode chegar a 2,5% em 2020. Entretanto, isso deve beneficiar as classes A e B, ficando as classes mais baixas sem a certeza se serão atingidas, o que preocupa Adriano, que avalia o tamanho da desigualdade brasileira, que pode só aumentar.</p><p>Outro assunto discutido pelo cientista político é a figura do Ministro da Justiça Sérgio Mouro frente à classe política brasileira. Ontem (05) o seu pacote anticrimes não foi aprovado em sua essência pela câmera federal. Entretanto, o ministro insiste em alguns pontos que foram recusados, o que dificulta ainda mais a sua relação com os políticos e o próprio STF, que já provaram via votação que não aceitam pontos como o excludente de ilicitude e a prisão em segunda instância.</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do LeiaJá.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>Nesta segunda-feira (02), o cientista político Adriano Oliveira fala sobre o ocorrido na comunidade de Paraisópolis(SP), na madrugada de domingo (01), que vitimou cerca de nove pessoas. De acordo com o cientista político, em um país subdesenvolvido como o Brasil, este tipo de acontecimento serve de recado, mostrando a maneira pela qual as pessoas enxergam as periferias brasileiras, entre eles políticos e, principalmente, o poder público e a polícia.</p><p>Através de pesquisa, Adriano Oliveira ressalta que teve a oportunidade de conversar com jovens que residem em periferias e os mesmos relataram que se sentem discriminados em diversos lugares por onde passem. Para Adriano, este olhar preconceituoso por parte da sociedade e das instituições está relacionado ao fato da periferia ser um lugar onde os pobres e excluídos residem. Logo, toda expressão cultural que nasce nestes lugares também é descriminada.</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do LeiaJá.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>Nesta sexta-feira (29), o cientista político Adriano Oliveira fala no podcast sobre a nova condenação do ex-presidente Lula. Ele afirma que por conta da lei da ficha limpa, a possibilidade de Lula ser candidato é muito remota. O analista comenta também que em razão da decisão do STF sobre a prisão em segunda instância, Lula não deverá voltar para a cadeia, a menos que sejam esgotadas todas as instâncias.</p><p>Outro ponto importante analisado é o pedido que a defesa do ex-presidente Lula fez de suspenção do ex-juiz e atual ministro Sergio Moro. Os advogados de Lula alegam que os diálogos vazados pelo Intercept Brasil provam que Moro manteve diálogo com o ministério público, o que segundo a lei é proibido.&nbsp;</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do LeiaJá.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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Nesta segunda-feira (25), o cientista político Adriano Oliveira fala em seu podcast sobre as prisões em segunda instância e as implicações constitucionais para além do direito penal. Oliveira explica que as decisões também servirão para as áreas trabalhistas e cívicas.    

Outro detalhe relevante comentado é sobre o atraso que as agendas das reformas do Brasil podem sofrer por conta do debate no congresso federal sobre a prisão em segunda instância, o que segundo ele, poderia atrapalhar o desenvolvimento do país. O cientista comenta sobre o temor de se criar uma “jabuticaba constitucional”, por conta da tentativa do governo em colocar o ex-presidente Lula de volta na prisão. Esse fato criaria três tipos de Direito separados: o penal, o civil e o trabalhista.

O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do LeiaJá.

Confira mais uma análise a seguir:

<p>No podcast desta segunda-feira (18), o cientista político Adriano Oliveira discorre sobre os protestos e articulações que veem sendo montados a favor da prisão em segunda instância, decisão do STF que há duas semanas fez com que o ex-presidente Lula fosse libertado. Em artigo em jornal, o ministro Sérgio Moro defendeu esse tipo de prisão, mesmo ela indo de encontro ao que diz a constituição, sendo uma causa pétrea. Adriano aponta que esse assunto só está em voga por causa da figura de Lula, que teve um processo frágil, sem efetivo apontamento de provas. Para Adriano, esse medo contra Lula só fortalece a sua figura.&nbsp;</p><p>Na quarta-feira o STF irá julgar a ação dos advogados do senador Flávio Bolsonaro, que pedem que os dados do antigo COAF (que agora esta sob o guarda-chuva do Banco Central) só possam ser acessados via decisão judicial. O cientista aponta que, dependendo da decisão do STF, ele gostaria de ver a mesma mobilização de Moro e parlamentares, uma vez que, quando juiz, Moro afirmava que ao seguir o caminho do dinheiro se encontraria o criminoso. Ele não pode agir com medo de Bolsonaro, já que uma decisão positiva do STF beneficiaria o filho do presidente.&nbsp;</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do LeiaJá.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>Excepcionalmente nesta semana, divulgamos o segundo podcast na quinta-feira (14), devido ao feriado nacional da Proclamação da República. O cientista político Adriano Oliveira fala sobre a saída do presidente Bolsonaro do PSL, partido pelo qual foi eleito. Essa saída foi gerada porque o presidente estava sem o controle do partido (que é presidido pelo Deputado Federal Luciano Bivar), e dos consequentes recursos públicos para financiamento de campanha.&nbsp;</p><p>Para Adriano, essa ação tem pontos positivos e negativos. Um dos riscos pode ser a possibilidade de acusações de financiamento ilegal de campanha, já que essa nova sigla não terá o recurso público. Um dos benefícios será a possibilidade de construção de uma bancada futura, cuja liderança seja dele ou de alguém próximo.</p><p>Outro tema abordado é a invasão da embaixada da Venezuela, que aconteceu ontem (13) e que teve apoio informal de um filhos do presidente. Atitudes como essa podem comprometer a visão do país, mesmo que haja melhora na economia. O cientista aponta a necessidade de atenção que o presidente deve ter em relação aos desafios políticos e econômicos</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do LeiaJá.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>Nesta segunda-feira (11), o cientista político Adriano Oliveira fala sobre as possíveis formas de relação entre Lula (PT) e Bolsonaro (PSL). De acordo com o cientista político, analisando estrategicamente, o Lulismo é a principal liderança popular do país, já o Bolsonarismo, ainda se encontra em fase de consolidação.&nbsp;</p><p>Adriano Oliveira destaca ainda que o ex-presidente Lula é o líder político que tem condições de unificar a oposição, porém, o mesmo é um enigma, visto que, em certos momentos ele é agressivo e em outros não. Logo, sua estratégia principal seria propor ao país o diálogo, enfraquecendo assim as diferenças ideológicas. Enquanto o governo Bolsonaro fala sobre corte de gastos, o ex-presidente Lula tem que falar sobre inclusão social.&nbsp;</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do LeiaJá.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>Nesta sexta-feira (08), o cientista político Adriano Oliveira fala no seu&nbsp;podcast&nbsp;sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação a prisão em 2&ordf; Instância. Segundo ele, aqui no Brasil, o STF é um reforçador das decisões que já foram tomadas por instâncias.&nbsp;Porém, ele destaca que isso não deveria ocorrer, uma vez que o Supremo Tribunal Federal é um Tribunal Constitucional, logo, deveria lidar, apenas, com questões constitucionais.</p><p>Adriano Oliveira destaca ainda que a a prisão em 1&ordf; e 2&ordf; Instância sempre ocorreram. Ressalta ainda que a decisão tomada pelo STF foi garantir a constituição na sociedade brasileira.&nbsp;</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do&nbsp;LeiaJá.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:&nbsp;</p><p>
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<p>No podcast desta sexta-feira (01), o cientista político Adriano Oliveira destaca temas ligados ao governo Bolsonaro. Segundo ele, o presidente precisa ser chamado de &quot;Bolsocrise&quot;, pelo fato de provocar crises sistematicamente. Para Adriano, questões que nos últimos dias envolveram o nome do Presidente da República, em relação ao assassinato da vereadora Marielle Franco, ocorrido no ano passado, precisam ser esclarecidas pelo Ministério Público do Rio De Janeiro.&nbsp;</p><p>Adriano Oliveira destaca ainda a forte reação do Presidente Jair Bolsonaro contra a emissora TV Globo, que destacou o depoimento do porteiro, que envolveu o nome da família Bolsonaro. Esta reação, segundo o cientista, teria causado uma nova crise. Ele complementa que um político que pretende permanecer no poder, com tranquilidade, precisa sempre manter um bom diálogo com veículos de comunicação.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Adriano destaca ainda a declaração do Deputado Eduardo Bolsonaro(PSL), filho do Presidente, em realação à democracia brasileira. Segundo ele, não é a primeira vez que a família Bolsonaro, demonstra aptdão para a ditadura.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.</p><p>&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>No podcast desta segunda (28), o cientista político Adriano Oliveira faz uma análise da política brasileira em relação ao que ocorreu na eleição Argentina, que teve como resultado a vitória do candidato Alberto Fernández e sua vice, Cristina Kirchner. De acordo com o cientista político, o presidente eleito da Argentina não possui uma agenda clara. Já aqui no Brasil, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, tem uma agenda claramente liberal - e, por ser uma agenda exacerbada e liberal, ele retira de seus discursos, o termo &quot;desigualdade social&quot;.</p><p>Adriano Oliveira destaca ainda que o Ministro Paulo Guedes tem como exemplo o Chile. Porém, nas últimas semanas, ocorreram intensas manifestações no País, surgindo assim, novas agendas. Dessa forma, Adriano ressalta que, apesar dos elogios do Ministro brasileiro ao Chile, o país que também apresenta uma agenda liberal, não soube lidar com a desigualdade social existente no País. &nbsp;</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>No podcast desta sexta-feira (25), o cientista político Adriano Oliveira questiona a forma como o governo de Bolsonaro está lidando com a tragédia que acomete o Nordeste, cujas praias estão sendo tomadas por óleo há meses e cuja origem não se sabe ainda. Adriano indaga o motivo de não haver ainda nenhuma explicação efetiva e com provas por parte do governo, que toma o caso apenas como mais uma faceta de debate ideológico, dividindo a questão entre direita X esquerda.</p><p>O cientista avalia que, devido a esse tratamento, é possível levantar a hipótese de que a tragédia tenha sido proposital, uma vez que, mesmo após tantos meses, não foi dado nenhum sinal de tentativa de descoberta do agente agressor. Ele ainda afirma que o discurso anti-ambientalista que o presidente tem, desde a sua campanha, pode ser um estímulo para ações contra o meio ambiente, vide as queimadas na Amazônia, onde foi descoberto que foram produzidas por fazendeiros da região.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>No podcast desta segunda (21), o cientista político Adriano Oliveira observa com preocupação as decisões políticas da presidência, que podem afetar negativamente as tentativas de melhoria da economia brasileira. Para Adriano, as propostas de reformas do atual governo e do anterior (Michel Temer) têm grandes chances de tirar a economia brasileira da crise, entretanto, as constantes instabilidades geradas pelas ações do presidente podem inviabilizar as mudanças.</p><p>Segundo o cientista, as ações políticas do presidente, que visam ele e seus filhos, fazem com que ele vá perdendo apoio, ficando sem base para a aprovação das propostas que estão e as que ainda entrarão em tramitação. Esse cenário pode ser observado pelo investidor estrangeiro, que evitará investir dinheiro em um país que está instável.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:&nbsp;</p><p>
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<p>No podcast desta sexta-feira (18), o cientista político Adriano Oliveira analisa as decisões do presidente Jair Bolsonaro, que, desde o início do mandato, cria várias crises, podendo por isso ser considerado como &ldquo;Bolsacrise&rdquo;. Ele diverge dos últimos presidentes, como FHC e Lula que, respectivamente, são conhecidos pela reforma do estado e pelo combate à desigualdade social. Apesar das crises de cada período, elas não tinham a figura do presidente como estopim.&nbsp;</p><p>Para Adriano, a atuação de Bolsonaro diverge de suas promessas eleitorais, uma vez que ele age com familismo, só fazendo política quando essa é de interesse dos seus filhos - como quando interfere em instituições para protegê-los. Ele não parece entender as consequências dos seus atos e termina colocando em risco não só o seu mandato, mas também a economia, as instituições brasileiras, entre outros.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>Nesta segunda-feira (14), o cientista político Adriano Oliveira volta a falar sobre a briga que o presidente vem tendo com o seu partido, o PSL. Para Adriano, esse embate só tende a prejudicar a figura de Bolsonaro, principalmente quando ele pede auditoria dos gastos do partido, como o fez no último final de semana. Os seus filhos, Flávio e Eduardo, são responsáveis pelos diretórios do partido no Rio e em São Paulo. Se o pedido do presidente se concretizar, a auditoria pode encontrar problemas que vão afetar o presidente, se houver discordâncias nas contas geridas pelos seus filhos.&nbsp;</p><p>O cientista aponta que o principal motivo desse desgaste é o interesse de Bolsonaro sobre o fundo público de campanha do partido, do qual ele quer controle, mas que é administrado pelo presidente do PSL, Luciano Bivar. Apesar dos desafios que o país tem, o presidente está desde a semana passada gastando tempo com as divergências com Bivar. Adriano vê isso como presságio de maiores problemas para o Brasil.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>Nesta sexta-feira (11), o cientista político Adriano Oliveira analisa a possível saída do presidente Bolsonaro do seu atual partido, o PSL. O assunto foi bastante discutido nessa semana por causa de algumas declarações, e Adriano aponta algumas questões. Para ele, a saída seria prejudicial para o partido (que perderia o apoio bolsonarista para as eleições municipais de 2020), mas também para o presidente, cuja ação, se se concretizar, poderia gerar um grande escândalo. Ou ainda, perder o apoio do congresso, já que ele não teria mais a bancada o PSL, além de continuar sem ter o controle sobre os recursos públicos do partido - um dos motivos da sua vontade de sair do PSL.&nbsp;</p><p>Outra questão abordada pelo cientista é proposta de reforma administrativa que Paulo Guedes, Ministro da Economia, via entregar. Ela seria positiva para a economia do país, mas Adriano vê com desconfiança e dúvida se a reforma atingiria os membros do poder judiciário e do ministério público, onde há os maiores salários.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>Nesta segunda-feira (07), o cientista político Adriano Oliveira analisa a declaração feita pelo Ministro da Justiça, Sérgio Moro, que defendeu o presidente Jair Bolsonaro (PSL) ontem, via rede social, acerca de uma acusação do uso de laranjas na campanha de 2018. Adriano não critica o presidente quanto à atuação mas questiona se o Ministro deveria defendê-lo imediatamente, antes mesmo do final das investigações pelos órgão competentes.</p><p>Moro dá a entender que tem conhecimento da investigação sigilosa da Polícia Federal (dado ao qual ele não deveria ter acesso), deixando claro que ele diverge da figura que teve quando juiz, quando tinha uma reputação de ser linha dura. Se continuar nesse mesmo ritmo, ele provará que é mais funcionário do governo do que aquele perfil que mostrava quando magistrado, perfil que para a opinião pública era corajoso e impessoal. Isso pode diminuir a popularidade do Ministro para 2020.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>Nesta sexta-feira (04), o cientista político Adriano Oliveira fala no seu podcast sobre a remota (porém existente) possibilidade de Lula disputar a eleição presidencial em 2022 contra Bolsonaro. O analista comenta os reflexos que a anulação do julgamento do ex-presidente Lula pode acarretar. &nbsp;</p><p>Outros destaques da análise de Adriano Oliveira são: os reflexos da possível decisão do Supremo Tribunal Federal em usar como prova dos processos, os diálogos dos integrantes da Lava Jato revelados pelo Intercept Brasil. Por fim, Oliveira comenta a ação do ministério público em progredir o regime de Lula para semiaberto. &nbsp;</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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<p>No podcast desta segunda-feira (02), o cientista político Adriano Oliveira analisa a mais recente pesquisa do Datafolha, disponibilizada hoje (02) e que mostra que o presidente está com 38% de reprovação e 29% de aprovação, ficando 30% dos entrevistados acreditando que o governo seja regular. Adriano destaca que essa reprovação ainda não é uma tragédia, mas o pode ser no futuro, principalmente quando se avalia o crescimento da reprovação, que em abril era de 23%.&nbsp;</p><p>Avaliando o primeiro ano de governo dos últimos presidentes (Dilma, Lula e FHC), Bolsonaro é o que tem o maior índice de rejeição no mesmo período.&nbsp;</p><p>Para Adriano, o presidente se mostra incerto quanto ao seu estilo pessoal (interferência em instituições, enfrentamento de ambientalista e de Macron, entre outros), o que pode ser um dos motivos de ameaça a sua popularidade. A falta de agenda social no seu governo pode ser apontado como outro motivo para o aumento da reprovação, uma vez que são os mais pobres que rejeitam o governo. O cientista aponta que o presidente precisa mudar o seu estilo para recuperar popularidade.</p><p>O programa Descomplicando a Política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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