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Visando o torneio pré-Olímpico, que acontece em janeiro, na Colômbia, a  seleção brasileira sub-23 disputou, nesta quinta-feira (10), nos Aflitos, o primeiro dos dois amistosos em solo pernambucano. Diante da Venezuela, o time comandado por André Jardine fez um primeiro tempo burocrático, mas deslanchou na segunda etapa e goleou o adversário por 4 x 1. Na próxima segunda-feira, às 16h, na Arena de Pernambuco, o adversário será o Japão.

O JOGO

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Como era de esperar, o Brasil partiu pra cima desde o início. A Venezuela aguentou a pressão até os 23 minutos, quando Douglas Luiz soltou uma bomba da entrada da área e abriu o placar. Mas os visitantes, no primeiro chute a gol, aos 36, acertaram o alvo. A batida de Cásseres desviou na zaga e encobriu o goleiro Ivan: 1 x 1. E assim terminou a primeira etapa.

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Logo aos 6 minutos do segundo tempo Pedrinho cruzou rasteiro da esquerda e Antony chegou batendo de primeira para colocar o Brasil na frente de novo. O mesmo Antony ampliou no lance seguinte, recebendo de Paulinho, entrando por trás da zaga e chutando no canto do goleiro: 3 x 1.

Pedro, Rodrygo e Mauro Júnior entraram. E Pedro foi logo deixando o seu, após receber passe de Antony e sair na cara do gol. Ainda deu tempo de os jogadores se estranharem e rolar “cenas lamentáveis”. Mauro Júnior até foi expulso. Fim de jogo: 4 x 1.

FICHA DE JOGO

Amistoso

Local: Aflitos (Recife)

Brasil: Ivan; Emerson, Luiz Felipe, Ibanez e Caio Henrique (Felipe Jonatan); Douglas Luiz, Wendell e Pedrinho (Mauro Júnior); Antony, Paulinho (Pedro) e Matheus Cunha (Rodrygo). Técnico: André Jardine

Gols: Douglas Luiz, Antony (2x) e Pedro (BRA), Cásseres (VEN)

Cartões amarelos: Douglas Luiz (BRA); Larotonda (VEN)

Cartão vermelho: Mauro Júnior (BRA)

Público: 6.391

Renda: R$ 72.340

Não é só futebol. Refugiados no Recife há quase dois anos, os venezuelanos Richard Martínez e Kehyner Marín, que atualmente vivem em Igarassu, aproveitaram a passagem da seleção, nesta quinta-feira (10) no Recife, para matar a saudade do seu país. “Uma sensação bonita, muito tempo sem ver os jogadores da seleção. É muito bom estar aqui e eu espero um grande jogo”, afirma Richard. “Faz com que eu mate saudades de casa”, completou.

Os refugiados ainda lembraram que muitos conterrâneos tentaram, mas não conseguiram vir assistir ao jogo. Kehyner também aproveitou para dizer que Recife o faz lembrar do seu país. “Boa Viagem tem uma parte bem parecida com a Venezuela”, citou.

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Mas claro que o assunto não poderia terminar sem falar dos craques brasileiros. Sem conhecer muito a seleção olímpica, Richard citou Rodrygo, atacante do Real Madrid. Mas quando perguntado sobre os jogadores que já vestiram a amarelinha, o nome de Ronaldinho Gaúcho foi unânime: “No Brasil não tem um jogador como Ronaldinho, fazia tudo com a bola”, disse Kehyner.

A partida da seleção brasileira olímpica no estádio dos Aflitos contra a Venezuela terá 1500 entradas disponibilizadas para o programa ingressos solidários. Os bilhetes podem ser adquiridos por dois quilos de alimentos nesta quarta-feira (9), e no dia do jogo, na sede do Náutico.

A partir das 9h de quarta-feira 1500, os ingressos solidários ficarão à disposição dos torcedores. Até às 17h um estande do Banco de Alimentos do SESC receberá o material para realizar a troca por um ingresso. A expectativa é a arrecadação de três toneladas de comida.

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Os ingressos para público em geral estão sendo vendidos nas bilheterias dos Aflitos. Na quarta das 9h às 18h e na quinta, dia do jogo, das 9h até o horário do confronto. Os preços custam R$ 30 inteira e R$ 15 meia para arquibancada. Nas cadeiras R$ 50 e R$ 25 meia entrada. A partida começa as 2130h.

Uma série de professores fará a composição do time que estará presente no Arena Enem, no próximo dia 20 de outubro. Voltado para levar conhecimento e descontração aos estudantes que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o encontro promete trazer atividades diversificadas para o Estádio dos Aflitos, localizado na Zona Norte do Recife. 

A partir das 12h, os tomarão conta do tapete verde e oferecerão dicas finais para a prova. Além disso, os vestibulandos que comparecerem ao encontro poderão desfrutar de atividades como serviços de beleza, espaço de relaxamento, estúdio de captura de imagens, setor de entretenimento musical, jogos e praça de alimentação são algumas das opções.

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Um dos organizadores do encontro, o empresário Bruno Downey, garante que o Arena Enem será diversificado e agradará ao público. "Será um encontro muito interessante, vamos ter diversas atividades como uma barbearia, participação de um cantos, espaço para realizar massagens, além de um time de professores incríveis que vai fazer a diferença na preparação para os estudantes nessa reta final", disse.

O elenco de professores será composto por Marconi Sousa (matemática), Ricardo Berardo (matemática), Ramon Gadelha (biologia), Salviano Feitoza (sociologia), Michel Estevão (história), Tereza Albuquerque (redação), Carlos Japwwa (física), Rodrigo Morato (geografia) e Heron Andrade (química).

Ainda na programação do Arena Enem, o público poderá interagir com o biólogo André Maia, do Trilogiabio, que já participou de uma das edições do programa Vai Cair No Enem, além do psicólogo Marcos Strider, que abordará questões relacionadas à mentalidade, do comediante Carlos Santos e do cantor Rafa Mesquita.

Uma das participantes do encontro, o professor de bilogia e organizador do evento Ramon Gadelha garante que o Arena Enem vai muito além dos aulões tradicionais. "O evento busca trazer conteúdo para os alunos, mas também sabemos que eles não podem ter como cerne principal da aprovação, o conteúdo. Esse é um dos fatores mais importantes, mas têm outras questões envolvidas que, sem dúvida, vão se somar para trazer a aprovação para os feras", disse, ao LeiaJá.

O primeiro lote de ingressos está disponível no endereço virtual para vendas. A entrada custa R$ 35. Para mais informações, acesse o site oficial do Arena Enem.

Palco de grandes jogos do futebol nacional, o Estádio dos Aflitos, na Zona Norte do Recife, receberá uma disputa diferente. No dia 20 de outubro, o tapete verde será ocupado por “craques da educação”: professores de várias áreas vão compor o time do Arena Enem, evento que busca oferecer revisão dos principais conteúdos do Exame Nacional do Ensino Médio e uma série de atividades descontraídas para acabar com a ansiedade de milhares de candidatos.

A partir das 12h, os estudantes contarão com áreas de descontração. Barbearia, espaços de relaxamento, estúdio para registro de imagens, setor de entretenimento musical, jogos e praça de alimentação são algumas das opções. E para destrinchar temas cobrados ne prova, uma equipe de professores promete apresentar, por meio de aulas dinâmicas, os assuntos que devem cair no Enem.

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Confira o elenco de professores: Marconi Sousa (matemática), Ricardo Berardo (matemática), Ramon Gadelha (biologia), Salviano Feitoza (sociologia), Michel Estevão (história), Tereza Albuquerque (redação), Carlos Japwwa (física), Rodrigo Morato (geografia) e Heron Andrade (química).

Ainda na programação do Arena Enem, o público poderá interagir com o biólogo André Maia, do Trilogiabio, que já participou de uma das edições do programa Vai Cair No Enem, além do psicólogo Marcos Strider, que abordará questões relacionadas à mentalidade, do comediante Carlos Santos e do cantor Rafa Mesquita.

De acordo com Bruno Downey, um dos organizadores do evento, o encontro tem a proposta de trabalhar os principais assuntos das disciplinas e, principalmente, ajudar os candidatos na questão emocional. “É muito mais do que um aulão. Além da preparação técnica de diversas disciplinas, a gente trabalha os lados comportamental e psicológico. Também temos opções de diversão para os alunos, porque o sucesso no Enem não está ligado apenas ao conhecimento nas disciplinas, mas também ao estado emocional do estudante. O Arena Enem se dedica a investir na revisão para os feras, como também na preparação emocional dos jovens. Teremos arenas de mentalidade, música, brincadeiras, salão de beleza, entre outras ações. O Arena se transformou em um grande evento”, destacou Downey.

O primeiro lote de ingressos está disponível no endereço virtual para vendas. A entrada custa R$ 35. Para mais informações, acesse o site oficial do Arena Enem.

O Vai Cair No Enem, projeto multimídia realizado em parceria com o LeiaJá, conta com dicas de vários professores que integram o elenco do Arena Enem. Nosso projeto cobrirá o evento, levando aos nossos seguidores informações exclusivas.

O Náutico venceu o Sampaio Corrêa por 3x1, neste domingo (29), no estádio dos Aflitos, pelo jogo de ida da final da Série C do Campeonato Brasileiro. Pouco mais de 16 mil torcedores estiveram no estádio para acompanhar a partida. O jogo da volta está marcado para o próximo domingo (6), no Cartelão, no Maranhão.

Os gols alvirrubros foram marcados por João Victor (contra), Camutanga e Jhonnatan. Com a vitória, o Náutico pode perder por até um gol de diferença no jogo da volta.

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A partida começou equilibrada. Ambas as equipes tiveram poucas chances de gol. A primeira do Náutico foi com Jean Carlos, aos 2 minutos, cobrando falta. A bola foi para fora. O Sampaio criou oportunidades, mas parou nas mãos do goleiro Jefferson. Aos 27 minutos, o volante Jhonnatan conseguiu um escanteio. Na cobrança, após bate rebate na área, Vitor Bafana chutou a bola em João Victor e entrou nas redes maranhenses: 1x0. Aos 33, a Bolívia empatou com Roney.

Mesmo com o empate, o Náutico não desanimou em campo e continuou buscando o gol adversário. Contudo, não conseguiu encontrar brechas na defesa maranhense. A primeira etapa terminou empatada em 1x1.

O Timbu começou o segundo tempo em cima do Sampaio Corrêa. Buscando jogadas pelas pontas, o time alvirrubro chegou ao segundo gol logo no começo da etapa complementar. Em outra bola alçada na área, Camutanga subiu mais alto que a defesa maranhense e fez o 2x1 aos 9 minutos.

Após o segundo gol do Timbu, o Sampaio Corrêa passou a ser mais agudo na partida e a ocupar o campo de defesa alvirrubro. Bem postado defensivamente, os alvirrubros souberam se defender. O Náutico controlou a reta final do confronto e ampliou o marcador aos 41 minutos. Jhonnatan aproveitou o rebote da zaga tricolor, ajeitou a bola e mandou no canto do goleiro: 3x1.

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Ficha do jogo:

Náutico: Jefferson; Hereda, Camutanga (Lombardi), Diego Silva e Willian Simões; Josa, Jhonnatan e Jean Carlos (Jiménez); Danilo Pires (Jefferson Nem), Álvaro e Wallace Pernambucano. Técnico: Gilmar Dal Pozzo

Sampaio Corrêa: Andrey; Everton, Odair, Vitor e João Victor; Ferreira, Hulk e Eloir (Rodrigo); Esquerdinha (Mateus), Roney e Salatiel (Alex). Técnico: João Brigatti

Árbitro: Héber Roberto Lopes (SC).

Assistentes: Éder Alexandre e Johnny Barros de Oliveira (ambos de SC)

Público:16.148 

Renda: R$ 407.293

Com informações de assessoria

A final do Campeonato Brasileiro da Série C ganhou um capítulo extra campo, nesta quarta-feira (25). O Sampaio Corrêa enviou um pedido ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), solicitando que a primeira partida da decisão com o Náutico não seja realizada no estádio dos Aflitos.

Como argumentos, o clube maranhense cita a invasão de campo da torcida alvirrubra após a vitória diante do Paydandu, que deu o acesso ao time pernambucano, e também a ausência de policiamento na semifinal, contra o Juventude. Esse problema aconteceu porque a Polícia Militar alegou não ter efetivo para suprir as demandas do jogo e do show da banda americana Bon Jovi, no mesmo dia, no Recife.

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Náutico e Sampaio Corrêa já se enfrentaram duas vezes nos Aflitos esse ano: uma pela Copa do Nordeste e outra pela primeira fase da Série C. A final está marcada para domingo (29), às 16h.

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Sem padrão Fifa. Mas com padrão Náutico. O clube pernambucano adotou essa receita para fazer em 2019 uma temporada marcante dentro dos seus 118 anos de história. O time conquistou acesso à Série B do Campeonato Brasileiro na próxima temporada e disputa a partir deste domingo a final da Série C, contra o Sampaio Corrêa (MA), ao ter como um dos grandes trunfos na campanha o retorno à antiga casa. Ao abrir mão da Arena Pernambuco e voltar ao estádio dos Aflitos, a equipe renasceu no futebol e reconquistou a própria torcida.

O ponto de virada nessa trajetória foi no passado. A diretoria intensificou as ações para romper o contrato com a Arena Pernambuco, por se sentir descontente. O estádio localizado em São Lourenço da Mata, a cerca de 20 km do Recife, havia se tornado a única casa do time a partir de maio de 2014, embora nunca o Náutico tivesse se sentido confortável por lá. A distância, os preços dos ingressos e a falta de tradição atrapalhavam demais.

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Segundo o presidente do Náutico, Edno Melo, a torcida continuou apegada demais à antiga casa. O estádio inaugurado há 80 anos fica em uma região privilegiada no Recife, tem capacidade para 19 mil pessoas e jamais foi esquecido pelo público alvirrubro. "A gente começou a perder torcida, perder identidade com o clube. Quando a gente ia para a Arena Pernambuco, tinha 180 torcedores nos jogos. Isso nunca foi a torcida do Náutico. O mesmo jogo se fosse nos Aflitos daria umas 6 mil pessoas. Estamos provando isso agora. Nosso estádio está decidindo os jogos", disse ao Estado. No último domingo, time bateu o Juventude na semifinal da Série C diante de 13 mil pessoas.

De 2014 até o final de 2018, a equipe teve a Arena Pernambuco como o estádio principal e não guarda saudades deste período. De acordo com o dirigente, o público sentia no estádio padrão Fifa um ambiente frio, ao contrário da pressão e da festa comuns ao cenário vivido nos Aflitos. "A gente não se sentia em casa. Não se podia fazer nada. Faixa? Não podia. Soltar fogos? Não podia. Não tinha maleabilidade de preço de ingresso. Em vários jogos nós tínhamos prejuízo", contou.

O clube decidiu montar um plano para reformar a antiga casa. O estádio quase foi demolido para virar um shopping anos atrás, mas o projeto acabou cancelado. Então, o Náutico traçou um plano para bancar uma reforma do local, com a busca por investidores e o lançamento de uma campanha chamada "Voltando pra casa". Os torcedores tiveram a oportunidade de pagar preços simbólicos e participarem, por exemplo, do replantio da grama.

O encerramento do contrato com a Arena Pernambuco precisou de aprovação dos sócios. O clube convocou uma assembleia geral para apreciar a proposta e teve ampla adesão. O retorno aos Aflitos foi em dezembro do ano passado, em amistoso contra o Newell's Old Boys, da Argentina. A vitória alvirrubra por 1 a 0 teve a presença de 17 mil torcedores e a maior renda da história do futebol pernambucano: R$ 1,5 milhão.

"O Náutico estava há 13 anos sem ganhar um título. Se você fizesse uma pesquisa se o torcedor queria ganhar um título ou voltar para os Aflitos, garanto que 90% ia dizer que queria voltar para o estádio", comentou o presidente. O clube chegou a ter anos atrás cerca de 1,8 mil sócios torcedores adimplentes. Agora o número saltou para quase 16 mil.

Nesta temporada, o Náutico teve o estádio dos Aflitos como um grande aliado. Em 25 partidas disputadas em casa no ano, foram 16 vitórias, cinco empates e quatro derrotas. Na Série C, o aproveitamento como mandante é de 72%. A força da torcida ajudou a garantir o acesso e rendeu cenas marcantes. Após eliminar o Paysandu neste ano e confirmar a vaga na Série B de 2020, houve uma grande invasão de campo e um torcedor deu um beijo no árbitro gaúcho Leandro Pedro Vuaden, que marcou um pênalti a favor do time nos acréscimos.

Neste domingo, o Náutico volta aos Aflitos para iniciar uma outra decisão. O time recebe o Sampaio Corrêa pela primeira partida da final da Série C com promessa de grande público e toda a festa tradicional: faixas, foguetório, ruas lotadas na região e um ambiente típico de futebol "raiz".

A eliminação do Paysandu na Série C, semana passada, no Recife, diante do Náutico, ainda está rendendo brincadeiras do maior rival do Papão. A torcida do Remo aproveitou a partida deste domingo (15), contra o Atlético-AC, em Belém, pela Copa Verde, para fazer piada com a derrota bicolor.

Na entrada do estádio Baenão, tinha vendedor oferecendo faixa do Náutico e um torcedor com um “Vuaden de Papelão”, em alusão ao árbitro que marcou um pênalti para o Timbu aos 49 minutos da segunda etapa.

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Pernambuco é o destino dos próximos dois amistosos da Seleção Olímpica. Nas datas FIFA, o Brasil enfrenta a Venezuela e Japão, nos dias 10 e 14 de outubro, em solo pernambucano. O estádio dos Aflitos e a Arena de Pernambuco sediarão as partidas.

O duelo contra a Seleção Venezuelana será pelas bandas da Rosa e Silva, às 21h30. Quatro dias depois, a Seleção Brasileira volta a campo para o duelo com o Japão, na Arena Pernambuco, às 18h.

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A Seleção Brasileira dá sequência à preparação para o Pré-Olímpico, que será em janeiro do ano que vem, na Colômbia. A Venezuela é um dos possíveis adversários no torneio. O Japão já está classificado para os Jogos Olímpicos, por ser país sede, e foi o adversário do Brasil na final do Torneio Maurice Revello, na França, em junho.

Da assessoria da FPF

Passado o principal objetivo do ano (o acesso), chegou a hora de Juventude e Náutico se prepararem para brigar pelo título do Campeonato Brasileiro da Série C. As duas equipes se encaram por uma vaga na final, contra quem passar do duelo entre Confiança e Sampaio Corrêa.

Nesta terça-feira (10), a CBF definiu as datas e os horários dos confrontos. A primeira partida é no domingo (15), às 18h, no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. A volta acontece nos Aflitos, dia 22, também às 18h. Assim como na fase anterior, gol fora de casa não é critério de desempate. Em caso de igualdade no placar, teremos pênaltis.

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O jogo entre Náutico e Paysandu está longe de acabar. Revoltados com a grande penalidade marcada no fim do jogo. A equipe paraense levantou uma ‘tag’ em seu perfil oficial nesta segunda-feira (9) como forma de protesto. A #garfadadosAflitos ficou entre os assuntos mais falados do Brasil. Ainda na segunda o clube soltou uma nota prometendo tomar providencias.

O presidente do clube, Ricardo Gluck Paul, concedeu entrevista a Fox Sports nesta segunda e voltou a afirmar que vai realizar o pedido de impugnação da partida.

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"A primeira medida foi tomada na madrugada de ontem. Vim para o Rio de Janeiro com a pauta junto a escritórios de especialistas nessa área para que a gente possa entrar com pedido de impugnação da partida", afirmou.

O presidente também declarou que agressões aconteceram durante a invasão e citou agressões a atletas e integrantes da comissão. Contrariando o que disse o próprio Hélio em entrevista, onde afirmou que ninguém foi agredido, mas que ele teria agredido um torcedor.

"Aconteceu de tudo, para começar o estádio superlotado. Hélio dos Anjos foi agredido, nosso médico foi agredido, atletas nosso foram agredidos, arremessaram objetos. O mais perigoso é que no final, com a invasão, teve um torcedor que foi a vias de fato com Hélio. A gente lamenta muito que isso ainda ocorra", cravou.

"O jogo foi cercado de nebulosidade. O pênalti marcado faltando 40 segundos para acabar o jogo. Um pênalti esdruxulo difícil de explicar. A gente não sabe nem o que ele queria marcar”, concluiu.

Ricardo ainda citou que o clube tem até 48 horas para realizar o pedido de impugnação da partida, prazo se encerra nesta terça-feira (10).

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A história insiste em se repetir. Mas não desta vez. De forma heroica, o Náutico arrancou um empatou nos acréscimos depois de levar o 2x0 e, nos pênaltis, Jefersson pegou uma cobrança para colocar o Timbu de volta na Série B. 

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O jogo começou tenso; logo aos dois minutos Hélio dos se envolveu em uma discussão com  banco do Nautico. Com a bola rolando, o nervosismo era maior para a equipe alvirrubra. Errando na saída, o Timbu teve uma grande chance desperdiçada por Jean Carlos. Minutos depois, um balde de água fria nos Aflitos. Vinicius Leite bateu de fora e contou com um desvio para abrir o placar. Jogadores foram para vestiário entre vaias e aplausos. 

A segunda etapa seguiu o roteiro no início. O Timbu pressionava, o Paysandu esperava uma boa chance, no contra-ataque ela veio. Cruzamento rasteiro e finalização de letra de Nicolas: 0x2. Clima de velório. 

O Náutico nao desistiu e se lançou ao ataque. O cruzamento de Hereda achou  a cabeça de Wallace Pernambucano e artilheiro recolocou o Nautico no jogo, aos 17 minutos da etapa final. A partir daí o Nautico despejou bolas na área e no fim do jogo ainda arrancou um suspiro da torcida com uma cabeçada que passou muito perto. Mas, quase aos 50 minutos, no apagar das luzes, uma grande penalidade colocou Jean Carlos na marca da cal para empatar tudo e levar o jogo para decisão. Nos pênaltis alternados, Jefferson pegou uma cobrança e o Timba venceu por 5 a 3, levando a torcida ao delírio. 

Ficha técnica

Náutico 2 (5) 
Jefferson; Hereda, Camutanga, Diego Silva e Willian Simões; Josa, Jiménez (Jhonnatan) e Jean Carlos; Álvaro, Thiago (Matheus Carvalho) e Rafael Oliveira (Wallace Pernambucano). Técnico: Gilmar Dal Pozzo

Paysandu 2 (3)
Motta; Tony, Micael, Perema e Bruno Collaço; Anderson Uchoa, Wellington e Tomas Bastos (Thiago Primão); Nicolas, Vinicius e Hygor. Técnico: Hélio dos Anjos

Local: Aflitos (Recife/PE)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS). Assistentes: Leirson Peng Martins e Lucio Beiersdorf Flor (ambos do RS)
Gols: Vinicius (aos 24 do 1ºT), Nicolas (aos 9 do 2ºT), Álvaro (aos 19 do 2ºT) e Jean Carlos (aos 48 do 2ºT)
Cartões amarelos: Matheus Carvalho (N); Caique, Uchoa, Thiago Primão, Nicolas, Mota (P)
Cartão vermelho: Perema (P): Diego (N)

 

Após bater o Paysandu na emocionante decisão nos pênaltis deste domingo (8), nos Aflitos, pela partida de volta das quartas de final, o Náutico conquistou seu maior objetivo na temporada: o acesso à Série B em 2020. O caminho, agora, pode parecer curto, mas não foi tão fácil como parece. O LeiaJá relembra a trajetória do Timba nessa terceira divisão: do início instável à liderança do grupo e, enfim, ao sucesso.

Início ‘capenga’

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O começo do ano não foi legal para o Timbu. Eliminado da Copa do Brasil, na segunda fase, pelo Santa Cruz, o Náutico também perdeu o título estadual para o Sport. Cabisbaixo, o clube alvirrubro começava o Campeonato Brasileiro da Série C no dia 28 de abril, fora de casa, diante do ABC.

E começou perdendo: 2 x 0 para o time de Natal. Iniciava aí o desgaste do técnico Márcio Goiano. O comandante durou até a terceira rodada, quando, nos Aflitos, perdeu para o Ferroviário.

Era Gilmar Dal Pozzo

O novo treinador, que já havia passado por aqui, assumiu o pepino e o Náutico mudou da água pro vinho. A partir da quarta rodada, quando bateu o Treze, em Campina Grande, o Timbu emendou uma sequência invicta de mais quatro partidas e entrou no G4.

Derrapada

No dia 22 de junho, no Arruda, acontecia o primeiro Clássico das Emoções da Série C. Com um gol solitário de Pipico, os tricolores venciam na última rodada do turno, viravam vice líder do grupo e tiravam o Timbu do grupo dos 4 melhores. Depois, mais dois péssimos resultados: empate contra o ABC nos Aflitos e derrota para o Imperatriz, lá no Maranhão.

Retomada e arrancada para a liderança

Na 12ª rodada, lá foi o clube pegar ninguém menos que o então líder Ferroviário, dessa vez na Arena Castelão. Cirúrgico, o Timba sapecou 1 x 0 e voltou a ter esperança. Tudo melhorou com mais duas vitória seguidas em casa: Treze e Confiança.

Nem a derrota para o Globo, na 15ª rodada, atrapalhou. Nos últimos três jogos, o time ganhou tudo, o que culminou no ápice da primeira fase, quando bateu o Santa Cruz, eliminou o rival, e alcançou a liderança, ganhando o direito de decidir a vaga nos Aflitos.

Acesso

Após segurar o 0 x 0 em Belém, o Náutico fez a festa nos Aflitos, neste domingo (8), no jogo de volta. E foi com muito sofrimento: um gol de pênalti aos 49 do segundo tempo para empatar a partida no tempo normal. Nos pênaltis alternados, o Timbu fez 5 a 3 no Paysandu e a festa foi concretizada. A Série B 2020 já é realidade. Agora é pensar no título inédito.

O placar de 0 x 0 entre Paysandu e Náutico, neste domingo (1), em Belém, foi melhor para o time pernambucano. No jogo de volta, no próximo dia 8, nos Aflitos, o Timbu só precisa de uma vitória para avançar à semifinal do Campeonato Brasileiro da Série C e, consequentemente, subir de divisão.

E é justamente por decidir em casa sem desvantagem que o Gilmar Dal Pozzo comemorou o empate no Magueirão. “O resultado foi bom, se tratando dos primeiro 90 minutos fora de casa, contra uma equipe forte. O Náutico soube se defender e controlar. Não conseguimos encaixar o contra ataque, mas o espírito da equipe me agradou muito”, elogiou

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Porém, para o treinador alvirrubro, a atenção tem que ser redobrada na partida de volta. “Tá em aberto. O Paysandu tem uma bela equipe e que também sabe jogar fora de casa. Tem jogadores de qualidade e de velocidade. Vamos ter que propor jogo, mas de forma inteligente, fazer um jogo seguro”, disse.

A torcida do Náutico já pode colocar os dias 1 e 8 de setembro na agenda. Essas são as datas dos confrontos do Timbu contra o Paysandu. A primeira partida acontece em Belém do Pará. A segunda, e decisiva, será no estádio dos Aflitos. Gol fora de casa não será critério de desempate. Em caso de igualdade no placar, a decisão da vaga será nos pênaltis. Ambos os jogos serão às 18h.

Na primeira fase, o Náutico foi o líder do grupo A, com 33 pontos. Já o Paysandu terminou em quarto lugar na outra chave. Os outros jogos das quartas de finais do Campeonato Brasileiro da Série C são: Sampaio Corrêa x São José-RS, Ypiranga-RS x Confiança-SE e Juventude-RS x Imperatriz.

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Após a vitória por 3x1 diante do Santa Cruz, neste sábado (24), nos Aflitos, o Náutico conquistou a liderança do grupo A e chega com moral para a fase de mata-mata da competição. O treinador Gilmar Dal Pozzo comemorou o resultado e garantiu que a equipe chega forte para a próxima fase.

"O grande desafio era consolidar o trabalho e ter identidade própria. Nosso grupo tá muito forte. É uma equipe que toma poucos gols e isso conta muito. Tô feliz, mas ainda tô incomodado. Quero cravar meu nome na história do clube", revelou Gilmar.

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O meia Jean Carlos apresentou confiança ao comentar sobre o golaço que ampliou o placar. "Um das minhas características mais fortes é a finalização. Quando a bola sobrou ali, eu tinha praticamente certeza que ia fazer o gol", afirmou.

Vale lembrar que os alvirrubros enfrentaram a equipe coral já classificados. Entretanto, o Timbu teve ímpeto e tomou as melhores ações da partida. O Náutico aguarda o encerramento da rodada para saber o adversário do Grupo B. Até a publicação desta matéria, o confronto é com o Ypiranga-RS.

O Santa Cruz foi aos Aflitos com a missão de vencer o Náutico, para se credenciar ao mata-mata da Série C, neste sábado (24). Entretanto, a equipe de Milton Mendes jogou mal e não atingiu o objetivo. Diante de um time apático, o Náutico  controlou a partida e venceu por 3x1. Os tricolores deram adeus à competição na 7ª posição.

O JOGO 

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A partida começou pouco movimentada. A equipe coral não conseguiu furar o bloqueio do Náutico. Charles bateu uma falta na entrada da grande área, mas a bola saiu fraca para os braços de Jefferson. O alvirrubro conseguiu abrir o placar após uma cobrança de escanteio. Aos 30 minutos, Diego subiu mais que o zagueiro e balançou as redes de Anderson. O goleiro tricolor já havia operado um milagre no cabeceio que originou a bola parada. Antes da ida aos vestiários, Jean Carlos deu uma bela batida e acertou o ângulo direito da meta tricolor. Com o golaço, o timbu ampliou o placar: 2 x 0.

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Anderson salvou o Santa Cruz mais uma vez, após a tentativa de gol olímpico de Jean Carlos. O alvirrubro teve mais volume de jogo e quase fez mais um gol com Rafael Ribeiro. Em um escanteio, Jiménez desviou, mas o companheiro chutou por cima da meta.

Liderança e festa da torcida alvirrubra que aguarda o encerramento da rodada para saber quem enfrentará no mata-mata. Até a publicação desta matéria, a equipe busca a classificação para a Série B diante do Ypiranga-RS. Já o Santa Cruz encerrou a participação na competição na sétima colocação.

FICHA DO JOGO

Competição: Campeonato Brasileiro da Série C

Local: Aflitos (Recife)

Santa Cruz: Anderson; Cesinha (Warley), João Victor, Vitão e Victor; Charles, Everton e Daniel Costa (Guilherme Queiroz); Augusto (Celsinho), Dudu e Elias Carioca. Técnico: Milton Mendes

Gols: Diego, Jean Carlos e Jhonnatan (NÁU); Dudu (SAN)

Arbitragem: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)

Assistentes: Michael Correia (RJ) e João Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)

Cartões amarelos: Charles (SAN);

Público: 11.689

Renda: 218.389

O Náutico anunciou o início das vendas de ingressos para o confronto contra o Santa Cruz no próximo sábado (24) no estádio dos Aflitos. O valor, que sofreu um acréscimo entre 10 e 5 reais para sócios, não foi muito bem recebido pela torcida, que reclamou nas redes sociais do clube.

Os ingressos para sócios têm valores menores do que para o público em geral, mas aumentaram em comparação aos últimos jogo, o que gerou reclamações: "Sou sócio vou para todo jogo e tenho total direito de reclamar do aumento de 10 reais no valor do ingresso e aumento de 20 reais para público geral em um jogo que não vale nada pro Náutico, disse um internauta.

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Os valores para sócios variam. As categorias "Sócio VIP" e "Sou Nação" tem direito a gratuidade, os ingressos para "Sócio Patrimonial" e "Sócio Contribuinte" custa R$15 até quinta-feira (22) e sexta-feira (23), sábado (24) o valor passa para 18 reais.

O “Socio Torcedor” vai custar R$ 20 até quinta, sexta e sábado R$24 e o “Standard” 25 reais e na sexta e sábado R$ 30. Para o público em geral o valor é de R$ 60 a inteira e R$ 30 a meia. 

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O Náutico vive um “mar de rosas”. Vice-líder do Grupo A do Campeonato Brasileiro da Série C, o Timbu está praticamente classificado à próxima fase da competição. Após a vitória por 2 x 1, de virada, nesta segunda-feira (12), diante do Sampaio Corrêa, nos Aflitos, o técnico Gilmar Dal Pozzo enalteceu a padronização de jogo da sua equipe e disse que partidas difíceis vão amadurecendo o time.

“Eu estou muito satisfeito porque treinamos de uma forma e jogamos igual. Às vezes, demora a compreensão por parte dos atletas, mas hoje eles tiveram lucidez e calma para conseguir a vitória. Vencer assim é muito importante para uma preparação para a próxima fase, fica uma equipe bastante cascuda. Entender que os grandes jogos são dessa forma. Série C é competitiva e temos visto dificuldades”, afirmou.

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O treinador também comentou se acha que terminar entre os dois primeiros terá relevância nas quartas de finais. “Se eu tiver que escolher, quero sempre ficar em primeiro, mas, nesse tempo todo de futebol, ninguém me convenceu que jogar o segundo jogo fora é mais importante que jogar o primeiro. São 180 minutos”, finalizou.

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