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Com o resultado negativo para coronavírus obtido após a terceira análise colhida nesta sexta-feira e concluída neste sábado, o governo brasileiro decidiu antecipar a liberação dos 58 brasileiros, que estão cumprindo quarentena na Base Aérea de Anápolis, a partir das 10 horas deste domingo (23).

Segundo informações do Ministério da Defesa, todos os hóspedes da Base Aérea de Anápolis, "que permanecem com o quadro assintomático, serão transportados, neste domingo, pela Força Aérea Brasileira para nove estados". Hoje, no Brasil, há apenas um caso suspeito de coronavírus e 52 casos investigados já foram descartados.

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Os exames com resultados negativos para coronavírus foram realizados pelo Laboratório Central do Estado de Goiás. O grupo está isolado desde 9 de fevereiro, quando chegou de Wuhan, na China, epicentro do coronavírus. A Missão Regresso trouxe de volta ao País um grupo de 34 brasileiros, entre adultos e crianças, que pediu para deixar a região que se transformou no centro de contaminações. Os repatriados estavam acompanhados por mais 24 tripulantes, entre equipes de voo, médicos e pessoal de comunicação.

Uma das pessoas que está isolada é Caleb Guerra, estudante de Literatura de 28 anos. A pedido do Estado/Broadcast, ele está escrevendo relatos periódicos sobre a experiência na quarentena e a sua própria história de vida em Wuhan, onde estava há nove anos.

Neste sábado, 22, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi notificada de 599 novos casos de coronavírus, sendo 397 na China. O único caso sob investigação no Brasil é no Rio de Janeiro. Balanço mais recente divulgado pela Comissão de Saúde da China aponta que 2.359 pessoas morreram em decorrência da infecção e outras 77,7 mil estão infectadas pelo vírus. A OMS disse estar preocupada com o potencial do vírus continuar se espalhando, especialmente em países com sistemas de saúde mais frágeis.

Com a liberação dos 58 brasileiros da Base Aérea de Anápolis, o Ministério da Defesa considera que a operação está encerrada. "A Operação Regresso à Pátria Amada Brasil cumpre assim seu compromisso com o bem estar de todos os envolvidos na operação e com a segurança da população brasileira", informou o Ministério da Defesa em nota.

Os brasileiros repatriados - por causa da epidemia do coronavírus na China - e a tripulação que participou da Operação Regresso completaram nesta quinta-feira (13) quatro dias de quarentena, em Anápolis (GO).

Um deles é Vitor Campos Siqueira, de 28 anos. Ele conta, com exclusividade à Empresa Brasil de Comunicação (BC), que cursa mestrado em linguística aplicada em chinês, em Wuhan, na China. Ele pretende voltar ao país asiático para terminar o mestrado. “Vou aproveitar esse tempo aqui [em Anápolis] para terminar de escrever minha dissertação”.

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Vitor relata como é o dia a dia dos repatriados e como todos têm interagido. “Todo mundo pensa assim: quarentena é prisão. Gente, isso é o contrário de prisão. Estou impressionado com a qualidade.”

De acordo com o Ministério da Saúde, os exames realizados nesta semana, feitos pelo Laboratório Central do Estado de Goiás (Lacen), nos 58 envolvidos na Operação Regresso, deram negativo para o coronavírus (Covid-19).

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O cinegrafista da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) Warley Andrade afirmou nesta terça-feira (11) que as pessoas repatriadas de Wuhan, na China, epicentro do surto de coronavírus, estão tranquilas e colaborando com os procedimentos da quarentena na Base Aérea de Anápolis, em Goiás.

“Eles entenderam a situação, não há qualquer tipo de discussão sobre isso. Claro que [eles] não estão na zona de conforto, mas estão bem cientes, colaborando muito e agradecendo o trabalho do governo brasileiro nesse retorno ao país”, disse Warley Andrade, que viajou em um dos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para registrar o resgate dos brasileiros e suas famílias, e também passa pelo período de quarentena no hotel de trânsito da unidade militar.

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As duas aeronaves partiram de Brasília no dia 5 deste mês e pousaram na cidade goiana no último domingo (9) com 58 pessoas a bordo – 34 que estavam em Wuhan e 24 que participaram da operação de resgate.

Segundo Andrade, por causa do tempo de viagem e da diferença de fuso horário, na segunda-feira (10), a maioria passou o dia descansando nos quartos. Os repatriados também receberam orientação sobre a rotina, as áreas permitidas e os principais cuidados a serem adotados durante os próximos dias.

“A única coisa realmente militar são os horários pontuais da alimentação. Temos total liberdade de circular na área delimitada por eles. Pode sair, dar uma corrida, a internet está liberada. As pessoas já estão interagindo, fazendo amizades, as crianças estão brincando”, disse Warley sobre a rotina na base aérea.

De acordo com o cinegrafista, uma das orientações é evitar a aglomeração. Os repatriados também foram alertados quanto ao uso das máscaras nos espaços comuns e sobre a higienização recorrente das mãos. As refeições são servidas no restaurante, mas consumidas nos quartos para evitar qualquer tipo de contaminação, por saliva, por exemplo.

Todos estão em apartamentos individuais ou, no caso dos que são pais ou mães de crianças menores, ficam no mesmo quarto. O grupo inclui crianças de 2 e 3 anos e de 7 a 12 anos. As visitas estão proibidas.

As equipes de saúde e da vigilância sanitária também fazem o monitoramento clínico diário dos resgatados. Caso haja suspeita de infecção, eles serão isolados e levados para outro setor da base aérea. Se o quadro de saúde se agravar, eles serão transportados, em aeronave preparada, para o Hospital da Forças Armadas, em Brasília.

No dia 30 de janeiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto de coronavírus como emergência em saúde pública de importância internacional. Mais de mil pessoas já morreramna China e 42 mil foram infectadas pelo novo vírus. No Brasil, sete pacientes são monitorados por suspeita de terem sido infectados. Até agora, nenhum caso foi confirmado.

 

O Ministério da Defesa informou neste sábado (8) que os dois aviões com os 31 brasileiros que estavam em Wuhan, na China, devem pousar em Anápolis às 3 horas da madrugada deste domingo, 9. Em nota, o ministério diz que esta é uma previsão inicial e que divulgará o horário exato assim que for possível.

Ontem, o governo fez uma apresentação da base de Anápolis que servirá para manter os brasileiros em quarentena por 18 dias como medida de prevenção à infecção do novo coronavírus da China. Os voos com os brasileiros saíram de Wuhan na tarde de ontem. Dentre os repatriados, estão crianças de 1, 2, 3, 7 e 12 anos.

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Além dos 31 resgatados em Wuhan, outras 27 pessoas que compõem a tripulação, médicos e equipe de comunicação também deverão ficar em quarentena pelo prazo de 18 dias. Três vezes ao dia, cada pessoa terá de passar por exames médicos, a fim de verificar sinais vitais e demais sintomas que possam surgir. O protocolo determina que, caso uma pessoa apresente qualquer tipo de comportamento que indique a manifestação do vírus, ela será imediatamente levada para o Hospital das Forças Armadas, em Brasília, a 140 km de Anápolis.

As aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) com as 34 pessoas resgatadas de Wuhan, na China, chegam por volta da meia-noite desse sábado (8) na Base Aérea de Anápolis (GO), onde as pessoas passarão por uma quarentena de 18 dias. A cidade chinesa é o epicentro do surto de coronavírus.

A informação foi confirmada nesta sexta-feira (7) pelo brigadeiro Marcelo Damasceno, responsável pela Operação Regresso, em reunião com o presidente Jair Bolsonaro, no Ministério da Defesa, em Brasília.

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“Ao levar informação clara para o Brasil e, em especial, para o pessoal de Anápolis, que não existe qualquer risco para terceiros aqui no Brasil. É uma operação muito bem preparada e planejada”, disse Bolsonaro

Os ministros da Defesa, Fernando Azevedo, e da Saúde, Henrique Mandetta, também participaram do briefing antes de seguir para Anápolis, onde visitarão as instalações que receberão os brasileiros e suas famílias.

Os dois aviões partiram de Ürumqi, última escala na China, pouco depois das 10h (horário de Brasília), com previsão de chegada em Wuhan às 13h30 (de Brasília). Às 17h30, partem da cidade chinesa. Antes de embarcar, as pessoas serão submetidas a exames médicos prévios. Quem apresentar sintomas compatíveis com o coronavírus não poderá viajar.

Além dos 34 resgatados, brasileiros e suas famílias, mais seis estrangeiros – quatro poloneses, um indiano e um chinês - embarcarão no voo da FAB. De acordo com o brigadeiro, foi um gesto de solidariedade ao governo da Polônia que não tinha como buscar seus cidadãos.

Ao deixarem Brasília, na quarta-feira (5), as aeronaves brasileiras fizeram escala em Fortaleza (CE), Las Palmas (Espanha), Varsóvia (Polônia) e Ürumqi (China), até o destino final em Wuhan. A viagem de volta prevê escalas nos mesmos locais. Os estrangeiros desembarcarão em Varsóvia.

Entre os 34 resgatados estão duas crianças de 2 e 3 anos. Além deles, 24 pessoas da equipe de resgate também passarão pela quarentena: 12 pessoas da equipe médica da FAB, dois médicos do Ministério da Saúde, duas pessoas da equipe de imprensa – entre elas, um cinegrafista da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) – e oito tripulantes.

Instalações

O hotel da Base Aérea de Anápolis foi isolado e preparado para receber as 58 pessoas para os dias de quarentena. Eles ficarão em quartos individuais, terão seis refeições diárias, televisão e internet disponíveis e espaço de lazer e entretenimento.

Os cidadãos confinados terão tratamento gratuito e o direito de serem informados permanentemente sobre seu estado de saúde. Eles serão monitorados e, em caso de suspeita de infecção, serão isolados e levados para outro setor da base aérea. Caso o quadro de saúde se agrave, eles serão transportados, em aeronave preparada, para o Hospital da Forças Armadas, em Brasília.

No dia 30 de janeiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto de coronavírus como emergência em saúde pública de importância internacional. Mais de 630 pessoas já morreram na China e 30 mil foram infectadas pelo novo vírus. No Brasil, nove pacientes são monitorados por suspeita de terem sido infectados. Até agora, nenhum caso foi confirmado.

O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, afirmou hoje que o Brasil não tinha uma aeronave adequada para fazer o resgate de brasileiros que vivem na região de Wuhan, na China, epicentro do surto do novo coronavírus. Pouco antes da decolagem de dois aviões da frota presidencial, que saíram às 12h20 desta quarta-feira, dia 5, o ministro disse que o governo Jair Bolsonaro agiu "rápido".

"O governo Bolsonaro deu uma resposta bem rápida", disse o ministro Fernando Azevedo. Questionado pelo Estado sobre o fato de países europeus e o Japão já terem iniciado as tratativas e até o efetivo resgate de seus cidadãos desde o fim do mês passado, o ministro disse que as condições são "diferentes". O Brasil só decidiu realizar a busca no domingo passado. A missão foi planejada e preparada, com envio de equipamentos do Rio de Janeiro, em 48 horas.

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"Olha as distâncias, olha os recursos que eles têm. A Força Aérea não tinha um avião para buscar, esse aí é do presidente. Olha a diferença", afirmou o ministro. Segundo o general, não havia também aeronaves de uso militar disponíveis. "Não tem. O KC-390 que seria o avião indicado, foi entregue o primeiro e nós estamos em fase de testes. Estamos muito defasados em relação a isso aí."

No total, o governo vai repatriar 34 brasileiros, mas o número pode aumentar até sexta-feira, data prevista para chegada na China e imediato retorno, indicou secretário de Economia, Finanças e Administração da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Marcelo Kanitz Damasceno. Os dois VC-2, modelo Embraer 190, têm capacidade para 30 passageiros cada, fora as equipes de médicas e tripulação de 11 militares.

"Temos uma disponibilidade passada para o Ministério das Relações Exteriores e eles vão definir quem são esses passageiros", disse Damasceno.

Em cada aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), irão tripulantes e sete médicos, sendo seis militares e um infectologista especialista em epidemias do Ministério da Saúde. Além disso, haverá um cinegrafista da Empresa Brasil de Comunicação. Os 34 passageiros serão divididos entre as duas aeronaves, para minimizar riscos de infecção. O médicos também devem se revezar a cada 3 horas no contato com os passageiros a bordo.

O ministro destacou a "presteza, rapidez e prontidão" da Aeronáutica. "É uma missão real, uma ajuda humanitária real aos nossos brasileiros que estão em Wuhan", destacou o ministro.

A previsão da FAB é que os aviões aterrissem em Wuhan na madrugada de sexta-feira e iniciem a perna de retorno no mesmo dia, embora operações semelhantes de outros países tenham apresentado atrasos nos trâmites de embarque por causa dos protocolos de saúde. A chegada ao Brasil é prevista para a manhã de sábado.

Nesta terça-feira, dia 4, dois Legacys da FAB já haviam decolado com equipes de bordo e técnicos de aeronave farão revezamento em uma escola prevista na Polônia. Os aviões param em Fortaleza (CE), Las Palmas (Espanha), Varsóvia (Polônia) e Urumqi (China), antes de pousar em Wuhan. O trajeto de volta é o mesmo, porém com pouso previsto para ocorrer na madrugada de sábado em Anápolis (Goiás), onde ficarão em quarentena de 18 dias. Após inspeções e exames feitas por autoridades chinesas no próprio aeroporto, só serão liberados para embarque de volta ao País os brasileiros que não apresentarem sintomas de infecção pelo novo coronavírus.

"Todas as pessoas que vão embarcar estão sadias, não há nenhuma evidência do vírus", disse Damasceno.

Como os passageiros resgatados podem apresentar evolução nos sintomas durante o voo de volta, as equipes médicas militares foram treinadas pelo Instituto de Medicina Aeroespacial para realizar uma evacuação e instalar um equipamento "bolha" no paciente. No retorno, os médicos usarão máscaras com especificação a bordo para evitar infecção no contato com os passageiros.

A Polícia Civil de Goiás prendeu um homem por ofender e ameaçar os pais, que são idosos com mais de 75 anos. Segundo a polícia, o suspeito ameaçou os pais com uma faca, afirmando que iria jogá-los em uma cisterna.

A prisão ocorreu em Anápolis na última quarta-feira (15). O autuado já estava impedido de se aproximar dos pais em razão de haver medida protetiva deferida pela Justiça.

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De acordo com o relato das vítimas, o autor já possui vários antecedentes. A polícia informou que o suspeito é alcoólatra e passou a noite mantendo os pais em um lote enquanto fazia as ameaças.

Um pedreiro, que não teve o nome divulgado, é suspeito de matar o motorista de ônibus Agnaldo de Assis Fernandes Cardoso, 49 anos, por ele ter pisado em uma escada que estava com o cimento fresco. O caso aconteceu nesta última quarta-feira (8), em Anápolis, Goiás. O homem foi preso com a roupa suja de sangue e portando uma faca. Ele deve responder por homicídio. 

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A polícia confirma que o pedreiro estava fazendo uma reforma e havia pedido para que a vítima não pisasse na escada mas, mesmo assim, Agnaldo passou pelo local. Por conta disso, os dois acabaram discutindo, mas nada tão grave aconteceu nesse primeiro momento. 

O pedreiro depois foi para um bar que fica próximo da residência. Tempo depois a vítima também foi para o mesmo bar onde o reencontro resultou em morte. Ao G1, o capitão da Polícia Militar Janderson Lago confirmou que uma patrulha foi feita na região para encontrar o acusado que estava com vestígios de sangue nas vestes. 

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta quarta-feira, 4, que o Brasil é pacífico, mas "não continuará sendo passivo" quando sofrer um "ataque à soberania". "Quando um país nos ameaça, não vem daquele momento, vem de momentos anteriores, onde infelizmente autoridades e chefes políticos não se interessaram com essa questão", declarou.

Bolsonaro discursou em cerimônia em Anápolis, Goiás, para entrega da primeira aeronave KC-390 à Força Aérea Brasileira (FAB). O modelo é fabricado pela Embraer. No evento, o presidente repetiu que "a Amazônia brasileira é nossa".

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As declarações de Bolsonaro ocorrem após críticas de países europeus, principalmente da França, sobre a crise ambiental na Amazônia. Bolsonaro disse que os ataques tiveram efeito positivo, pois teriam engajado a população brasileira a defender a soberania do País.

O presidente ainda afirmou que o governo recebeu em seu primeiro ano de gestão um Orçamento "desorganizado para sermos civilizados". Bolsonaro disse que "se Deus quiser" o País deve "decolar" antes de 2022 "com reajuste de nossos orçamentos". "O caminho não é fácil. Gostaria de não fazer muita coisa que estou fazendo no tocante à (reforma da) Previdência. Mas sem esse trabalho e sem entendimento do parlamento brasileiro, nosso destino seria muito trágico", disse Bolsonaro.

Como mostrou o Estadão/Broadcast, cresce em alas do governo a preocupação com o aperto fiscal. O motivo seria que, mesmo que o governo consiga ampliar a arrecadação e reduzir o rombo das contas públicas nos próximos anos, o teto de gastos apertado e o avanço das despesas obrigatórias (como o pagamento de salários e aposentadorias) devem reduzir o espaço para investimentos em obras e programas de governo.

KC-390

A aeronave entregue à FAB tem capacidade de realizar operações em local de difícil acesso e promete ajudar no combate de emergências, como queimadas. O governo adquiriu 28 aviões deste tipo. O modelo foi desenhado em parceria com a FAB. O contrato envolvendo fase de projeto e execução saiu por US$ 2 bilhões.

Além do presidente, estiveram no evento os ministros da Defesa, Fernando Azevedo e Silva; da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos; do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno; da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, comandantes militares, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), informalmente indicado para a Embaixada dos EUA, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM).

Um caminhão foi saqueado pela população após tombar no entroncamento das BRs 060 e 153, em Anapólis, Goiás, na quarta-feira (3). Com o tombamento, o veículo despejou cerca de 25 toneladas de frango congelado sobre o canteiro central da rodovia. Um vídeo divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostra dezenas de pessoas carregando caixas e sacolas com os produtos.

Segundo a PRF, quando a equipe chegou ao local, se deparou com "uma imensa multidão que efetuava saque à carga derramada". Ainda conforme a PRF, quatro policiais que estavam no local tentaram conter o saque, mas não conseguiram.

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A multidão só se dispersou do local com a chegada da Polícia Militar. Foram feitos contatos com os responsáveis pelo veículo e pela carga, mas a remoção estaria a cargo da seguradora. Diante da demora para a retirada da carga e com o encerramento do apoio da PM, a multidão voltou a invadir a rodovia, "sendo impossível realizar o controle de dezenas de pessoas com apenas 04 PRF", diz nota.

Foi realizado o controle do tráfego para evitar outro acidente. O caminhão tinha como destino um supermercado do segmento "atacarejo" nas proximidades. Os indícios apontam que o veículo sofreu uma pane mecânica.

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Em Anápolis, município de Goiás, uma jovem identificada como Laura Catrine da Conceição Alves, de 21 anos, e sua bebê de apenas oito dias de vida foram mortas a tiros por um homem que invadiu a casa das vítimas armado e atirando. O caso aconteceu nessa quarta-feira (24). Segundo a polícia, o bebê morreu atingido por, pelo menos, quatro disparos da arma de fogo.

Conforme apurações da TV Ahanguera, a perícia encontrou cerca de 30 cápsulas de uma pistola 9 milímetros. Em entrevista ao veículo, o delegado Renato Rodrigues Oliveira informou que, segundo relatos de familiares, Laura vinha sendo ameaçada por um ex-namorado que, conforme os parentes, é um presidiário foragido.

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O delegado investiga o caso para saber se pode ser caracterizado como um feminicídio ou um crime passional. A jovem foi encontrada morta no banheiro, com a filha nos braços.

Um homem, de 32 anos, que sofre de retardo mental moderado e uma profunda depressão, foi preso por um engano, no lugar do seu irmão. Esse erro quase deixa Jefferson Carlos da Silva longe de sua família neste Natal. Segundo levantado pelo Correio Brasiliense, ele passou cerca de 18 dias preso por um crime que não cometeu. Nesse período, ficou sem comer e sofreu alguns abusos na cadeia devido às dificuldades de comunicação e de se defender por conta dos problemas de saúde. 

Quem deveria ter sido preso era o irmão dele, identificado como Jackson Beserra da Silva, de 30 anos, que foi condenado por um roubo ocorrido em Anápolis, Goiânia, em 2007. No entanto, ele havia assinado o nome de seu irmão Jefferson em um termo de compromisso ao ser preso em flagrante delito, já que não portava os seus documentos oficiais. Ele, que estava respondendo o processo em liberdade, acabou sendo considerado culpado pelo juiz, que impôs a pena de cinco anos e quatro meses de detenção. Ainda segundo noticiado pelo Correio Brasiliense, os prazos para recursos haviam acabado em novembro e a pena deveria ser aplicada. Como o nome que constava, cerca de 10 anos depois, era o do Jefferson, ele foi preso no dia 21 de novembro pelos agentes. 

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Em entrevista ao site, a mãe diz que “Ele apanhou de outros presos. Estava extremamente preocupada com medo de acontecer algum mal com o meu filho. No dia em que ele foi detido, ele só chorava e não entendia porque estava ali”, contou Tereza Beserra, 57 anos.

O erro foi comprovado pelo instituto da Polícia Civil do Distrito Federal através de análises das digitais. A justiça de Goiás só relaxou a prisão do inocente junto com outras restrições, como a proibição de circular em vias públicas após as 22h.

O processo do crime em Anápolis ainda está em andamento. Para comprovar a inocência de Jefferson, laudos estão sendo colhidos pela defesa, que também vai iniciar uma ação contra o Estado. Jefferson e os familiares só pensam agora em curtir as festas de fim de ano juntos.

O cinegrafista Elvis Greener, 25 anos, foi assassinado em Anápolis, que fica a 60 quilômetros de Goiânia. Ele foi baleado dentro do próprio carro, quando estava saindo da casa da namorada, no centro da cidade. De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil de Goiás, o delegado Gylson Mariano informou que trabalha com a suspeita de execução, porque nada foi roubado do carro da vítima.

O repórter cinematográfico trabalhou no “190 Urgente”, programa policial que é exibido na região pela TV a cabo. O Grupo de Investigação de Homicídios de Anápolis (GIH) declarou que, apesar da afirmação do delegado, ainda não tem nenhum suspeito de ter cometido o crime.

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De acordo com o portal G1, o profissional tinha passagens pela polícia por posse ilegal de arma de fogo e estava sendo investigado por sequestro, cárcere privado, extorsão e tráfico de drogas. 

Depois de anunciar o atacante Osvaldo, a lista de reforços do Sport para a temporada de 2017 segue aumentando. O zagueiro Igor Ribeiro, que está no Anápolis de Goiás, chega nesta quinta-feira (4) ao Recife para a realização de exames médicos e assinatura de contrato. Segundo o presidente do Anápolis, Fernando Cunha, o jogador se destacou bastante nesses últimos anos e despertou o interesse de diversos times brasileiros. "O Sport nos procurou, e claro, o jogador se interessou. O Sport é um time grande" afirmou. 

Igor vem para o Leão por empréstimo e seu contrato vai até o final do ano. Mas o presidente confirmou que estaria disposto a negociar, caso o Sport deseje continuar com o jogador por mais tempo. 

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Fernando Cunha também mandou um recado para os torcedores rubro-negros que não conhecem tanto o zagueiro. "É um jogador que veste a camisa e dá o sangue dentro de campo" disse. 

Com 27 anos, 1,90m de altura e natural de Fortaleza, o zagueiro Igor já passou por diferentres clubes em sua carreira, dentre eles, o Fortaleza, onde participou da base, Vila Nova e Anápolis, sua última equipe. 

Uma apresentadora de um canal fechado de televisão, proprietária de uma clínica de estética, mobilizou 20 viaturas policiais e cerca de 40 policiais de diferentes divisas ao forjar o próprio sequestro e pedir ajuda através de mensagem no perfil dela no Facebook e pelo telefone 190. Erika Carneiro Morais, de 31 anos, confessou a farsa aos policiais e alegou que pretendia chamar a atenção do ex-namorado. Agora ela vai responder criminalmente pelo artigo 340 do Código Penal (falsa comunicação de crime) e terá de arcar com as despesas da operação de resgate, que podem girar em torno de R$ 30 mil.

O caso aconteceu em Anápolis, distante cerca de 40 quilômetros de Goiânia. A mensagem foi postada por volta das 21 horas. Logo depois, a mulher ligou para o telefone de emergência da Polícia Militar, reiterou que estava em poder dos sequestradores e que tinha aproveitado um descuido deles para telefonar. Ela dizia que estava próximo de uma plantação de eucaliptos.

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Na rede social, Erika dizia que estava retornando de Pirenópolis, cidade turística distante cerca de 100 quilômetros de Anápolis quando foi abordada. Em frases curtas, com letras maiúsculas, mas separadas por pontos, ela dizia que tinha sido sequestrada, pedia socorro e informava que os autores eram dois motoqueiros e um homem em um carro vermelho, modelo Gol. Chegou mesmo a descrever os sequestradores pelo uso de boné e capacete.

Mas o que chamou a atenção dos policiais foi justamente a descrição detalhada demais dos autores, o cuidado com o texto e a separação calma das palavras, incoerentes com uma situação desesperadora de uma vítima de sequestro. A polícia chegou até o local por volta das 23 horas e levou a suposta vítima. Ao cair em contradições, acabou confessando a farsa. Erika foi solta, mas será indiciada. Ela não foi localizada para comentar o caso.

Imagens de uma câmera de segurança de uma residência flagraram o atropelamento de um menino e da avó dele, que saíram com ferimentos leves, apesar da força do impacto. O acidente aconteceu no cruzamento da Avenida Bernardo Sayão com Rua Uruana, na Vila Jaiara, em Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia.

Um dos carros derruba as vítimas e depois passa em cima da mulher e da criança, que, surpreendentemente, se levanta assim que fica livre do pneu e olha para a avó, que permanece de bruços no chão. O menino João Pedro Nascimento, de 5 anos, e a avó, Vilma Theodoro do Nascimento, de 56, foram socorridos por pedestres que viram o acidente e levados ao Hospital de Urgências de Anápolis, onde foram constatados apenas ferimentos leves. O atropelamento ocorreu na tarde desta terça-feira, 21, após a dona de casa buscar o neto na creche, próximo do cruzamento.

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Aparentemente, o acidente só não foi pior porque o carro que atropelou os dois, um Volkswagen Gol, estava parado. O Volkswagen foi arrastado por um Honda Fit que trafegava em alta velocidade, empurrando o automóvel sobre as vítimas. Vilma até percebe a colisão e tenta desviar, subindo na calçada, mas o carro atinge os dois assim mesmo. Depois do susto e de exames médicos mostrarem o bom estado de saúde da avó e do neto, eles têm recebido visitas na cidade e tratado o assunto como um "renascimento" e um "milagre".

A Ambev inaugura nesta sexta-feira as novas instalações da filial Cebrasa, unidade da companhia em Anápolis (GO). Nos últimos três anos, a empresa investiu R$ 280 milhões na fábrica. O investimento total na unidade chega a R$ 351 milhões.

A fábrica ganhou uma nova linha de produção e envase, com potencial de 120 mil latas por hora, e teve sua capacidade produtiva duplicada - saltou de 2 milhões de hectolitros de cerveja para 4 milhões de hectolitros por ano. Houve ainda a construção de um novo armazém. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo .

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O presidente e o vice-presidente da Câmara de Vereadores de Anápolis (GO) foram detidos, nesta terça-feira (7), por supostos recebimentos de propinas, em troca da aprovação de lei que liberou a expansão da área urbana e imobiliária do município, a 64 quilômetros de Goiânia (GO).

Na Operação La Plata, e sob acusação de desvio de verbas públicas, foram presos o presidente da Câmara, Amilton Batista de Faria (PTB), o vice-presidente Wesley Cleyton da Silva (PMDB), a mulher do peemedebista, Andréia Juliana Gonçalves Lima, e o chefe do seu gabinete na Câmara, Naasson Costa. Todos são acusados por corrupção ativa, peculato e diversos crimes ambientais.

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A operação foi um trabalho conjunto de três promotorias de Justiça de Anápolis, mais a Polícia Militar (PM) e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. E contabilizou o cumprimento de 12 mandados de prisão, cinco mandatos de condução coercitiva e 21 mandados de busca e apreensão.

Eles foram presos e detidos, com prazo de cinco dias, para prestar esclarecimentos, explicou o promotor de Justiça, Denis Bimbati, que investiga o caso há um ano. A propina era para liberação de loteamentos irregulares no município.

Na segunda cidade mais rica do Estado, os novos loteamentos surgiram e foram ocupados em velocidade exponencial nos últimos dois anos. O problema é que parte dessa expansão foi possível graças à invasão de áreas de preservação ambiental (APA). Numa dessas áreas, composta por mata ciliar do Córrego Água Fria, no Jardim Europa, foi construído um supermercado, sem a emissão de licenças prévias.

Em Anápolis, 50 quilômetros ao norte de Goiânia e 150 ao sul de Brasília, a queda nas vendas do comércio não costuma ser associada à crise na Europa. Nas ruas e lojas da mais dinâmica economia do Centro-Oeste, a crise é chamada de Carlinhos Cachoeira. Foi a partir da prisão, em fevereiro, de Carlos Augusto Ramos, contraventor que começou aqui seus negócios na área de jogos eletrônicos, que o desânimo dos 5 mil comerciantes e lojistas aumentou.

"É só soltar o Cachoeira para o dinheiro voltar", diz Sebastião Carlos do Couto, dono de uma banca de DVDs na Avenida Brasil, uma das principais. "Parece brincadeira, mas a crise do Cachoeira deu uma balançada. O pessoal está cismado. Acabaram os bares que tinham máquina de jogos e derrubaram os empregos", relata. Ele diz que vendia antes da crise cem DVDs. Agora, vende 40.

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A Câmara dos Dirigentes Lojistas de Anápolis registra uma queda de cerca de 30% nas vendas nos últimos três meses em relação ao mesmo período do ano passado. Ninguém se arrisca a associar esse porcentual de queda ao caso Cachoeira, mas o sentimento na cidade de 350 mil habitantes está mais perto de problema local que resultado de uma conjuntura internacional.

"Após a crise política, as pessoas ficaram com medo de gastar", diz o comerciante Reginaldo Regis, dono de uma loja de máquinas de costura na cidade. "O caça-níquel dava emprego, movia a economia. Agora, queira ou não, o comércio de Anápolis e de toda as cidades próximas caiu", avalia.

Nos primeiros dias após a prisão de Cachoeira, a Polícia Civil de Goiás apreendeu 1.801 máquinas caça-níqueis em Anápolis e nas cidades vizinhas. Açougues, padarias, salões de beleza tinham suas despesas de aluguel, água e luz pagas pelas máquinas, que ficavam escondidas nos fundos das lojas. Os comerciantes ficavam com 10% a 15% da arrecadação das máquinas. A maioria se acomodou.

A Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, resultou no fechamento de bares e lanchonetes que lucravam com os jogos na Praça do Bom Jesus e nas ruas em volta do terminal rodoviário, onde nos anos 1970 o então desconhecido cantor sertanejo Mirosmar de Camargo, agora Zezé di Camargo, se apresentava.

Empresários da região ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo avaliam que a crise política, mesmo que atinja apenas o humor dos comerciantes, ainda deverá trazer mais desgaste para a imagem de Anápolis, que aposta no setor de logística e no comércio interestadual. Embora a CPI do Cachoeira instalada no Congresso não avance nas investigações da PF, os empresários dizem que ainda é incerta a situação do governo do Estado, por exemplo, nesse processo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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