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Milhares de estudantes protestaram nesta segunda-feira (2) em Hong Kong, no primeiro dia de uma campanha de duas semanas de boicote às aulas para manter a pressão sobre o governo leal a Pequim, que até o momento não fez nenhuma concessão ao movimento pró-democracia.

Depois de um fim de semana marcado por confrontos entre radicais e a polícia, a segunda-feira teve diversas ações, em mais uma demonstração da criatividade do movimento.

No dia que marcava o retorno às aulas após as férias de verão, os estudantes formaram correntes humanas diante dos centros de ensino.

Em vários hospitais, enfermeiros formaram filas nos corredores e exibiram cartazes.

A ex-colônia britânica vive há três meses sua maior crise política desde a devolução, em 1997, com ações quase diárias para denunciar a crescente interferência da China nesta região semiautônoma

Pequim, que expressa apoio total ao governo de Hong Kong, intensificou as ameaças.

"O fim está próximo" para a mobilização a favor da democracia, advertiu no domingo à noite a agência estatal chinesa Xinhua em um editorial.

Isto não impediu que os manifestantes, vestidos com roupas de cor preta, cor emblemática dos protestos, bloqueassem nesta segunda-feira as portas dos vagões em algumas estações de metrô para impedir as viagens.

- "Uma forma de aprendizado" -

O alcance dos protestos não chegou perto do caos registrado em 5 de agosto, quando as ações de bloqueio paralisaram durante várias horas o conjunto da rede, caracterizada normalmente por sua grande eficácia.

Os estudantes são a coluna vertebral do movimento. Eles aparecem na linha de frente, entre os que jogam tijolos nos policiais e em segundo plano, formando multidões nas ruas.

"É o primeiro dia de curso, mas quero protestar", declarou à AFP um estudante de 19 anos, que se identificou apenas como Tommy, no centro de Hong Kong.

"Protestar também é uma forma de aprendizado", completou.

Em vários hospitais, enfermeiros formaram filas nos corredores com faixas que incluíam frases como: "Em pé por Hong Kong".

Uma enfermeira, que pediu anonimato, declarou à AFP acreditar que o movimento está condenado e que Pequim não fará nenhuma concessão.

"Mas temos que levantar e dizer algo. Pelo menos mostramos ao mundo o que acontece", disse.

Durante a manhã, estudantes do ensino médio formaram correntes humanas na entrada de várias escolas públicas. Em uma delas, uma estátua de Sun Yat-sen, que proclamou a República na China em 1912, recebeu uma máscara de gás e óculos de proteção.

"Hong Kong é nosso lar. Somos o futuro da cidade e temos que assumir a responsabilidade de salvá-la", declarou um estudante de 17 anos que se identificou pelo sobrenome Wong.

- "Rejeitar a violência" -

O movimento de contestação nasceu em junho com a rejeição a um projeto de lei para autorizar extradições à China. A suspensão do texto pelo Executivo não foi suficiente para aplacar a mobilização, que ampliou consideravelmente suas reivindicações.

Agora o movimento inclui denúncias de retrocesso das liberdades e sobre a crescente interferência da China na região semiautônoma, o que viola o princípio "um país, dois sistemas".

Hong Kong viveu no sábado uma das jornadas de protestos mais violentas desde o início do movimento. E no domingo, milhares de manifestantes pró-democracia tentaram bloquear os acessos ao aeroporto com barricadas.

Nesta segunda-feira, o ministro da Segurança de Hong Kong advertiu que a violência estava "perto de sair de controle".

"Peço ao público para rejeitar a violência, manter a ordem em nossa sociedade e proteger o estado de direito", declarou John Lee Ka-chiu.

A imagem de praça financeira estável que Hong Kong tinha até recentemente foi abalada pelos protestos. O número de turistas desabou, enquanto hotéis e estabelecimentos comerciais precisam enfrentar uma importante queda do faturamento.

Nove dos 46 deputados federais eleitos pelo Estado do Rio de Janeiro recusaram o convite do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), para uma reunião sobre a reforma da Previdência, ocorrida nesta segunda-feira, 6, no Palácio Guanabara, a sede do governo estadual, em Laranjeiras (zona sul), em protesto contra a política de segurança defendida por Witzel.

O grupo, integrado por parlamentares do PSOL, PT, PDT e PCdoB, divulgou nota em que critica a "política homicida que vem sendo posta em prática no Estado e divulgada com fervor nas redes sociais do governador": "Witzel anuncia a ação, entra no helicóptero e estaria, supostamente, numa das aeronaves no momento em que aparecem sendo feitos disparos de cima contra favelas de Angra dos Reis. Pessoas com envolvimento em crimes devem ser julgadas e punidas de acordo com as leis do Estado brasileiro. O governador do Rio não pode, por decisão sua, instaurar a pena de morte, em frontal desrespeito à Constituição brasileira, ou colocar em risco a vida de moradores dessas comunidades", afirma a nota, assinada por Jandira Feghali (PCdoB), Benedita da Silva (PT), Alessandro Molon, Chico D'Angelo e Paulo Ramos (PDT), Marcelo Freixo, Glauber Braga, Talíria Petrone e David Miranda (PSOL).

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"A política adotada por Witzel é inconstitucional, de lesa-humanidade e fere tratados internacionais assinados pelo Brasil, como a Convenção de Genebra e o Estatuto de Roma. Essa política banaliza a violência e oficializa a barbárie num estado que já convive com um aumento alarmante de mortes decorrentes de ação policial. O primeiro trimestre de 2019 já registra o maior número de mortes deste tipo em dez anos, com aumento de 450%. Tomaremos providências no âmbito nacional e internacional contra a repugnante e criminosa ação do governador, que quer transformar o extermínio em política de segurança pública", conclui a nota.

A reportagem procurou o governador na noite desta segunda-feira, por meio de sua assessoria, para se pronunciar sobre as acusações feitas pelos deputados, mas não conseguiu contato até as 23h.

Reunião. À noite, Witzel divulgou nota sobre a reunião, sem mencionar o boicote dos nove deputados. "Foi uma reunião de aproximação, com o objetivo de conversar com os deputados e tentar buscar o consenso em algumas propostas sobre a reforma da Previdência. Os deputados ainda têm muitas questões a serem esclarecidas, especialmente com algumas categorias que podem ter algum aumento significativo de trabalho, como é o caso dos professores. Temos que ter em mente que, se não for feita a reforma da Previdência, nós podemos entrar em colapso", afirmou Witzel no texto.

A rede de fast-food Burger King é alvo de uma campanha de boicote à marca, neste sábado (4), no Twitter. A manifestação, que tem feito com que a hashtag #BoicoteBurgerKing seja a segunda mais mencionada na rede social, é uma reação a um vídeo divulgado pela empresa com uma indireta ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) que censurou um comercial do Banco do Brasil com foco na diversidade étnica e cultural.

No vídeo, o Burger King não cita diretamente o presidente, mas observa que está procurando atores para um novo comercial e pontua: “Para participar, basta se encaixar nos seguintes requisitos: ter participado de um comercial de banco que tenha sido vetado e censurado nas últimas semanas”.

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A peça vetada pelo presidente, segundo o jornal O Globo, era estrelada majoritariamente por atores e atrizes negros e dirigida aos jovens. O comercial ainda rendeu a demissão do diretor de marketing do Banco do Brasil, Delano Valentim.

Apesar de também não mencionar a rede de fast-food, Jair Bolsonaro disse neste sábado que qualquer empresa privada pode promover ideologias, mas o poder público não. E negou ter censurado a peça publicitária da instituição financeira.

“Qualquer empresa privada tem liberdade para promover valores e ideologias que bem entendem. O público decide o que faz. O que não pode ser permitido é o uso do dinheiro dos trabalhadores para isso. Não é censura, é respeito com a população brasileira”, justificou, em publicação no Twitter.

No microblog, internautas se dividem diante da chamada para um boicote contra a marca e já rendeu até memes. “Sem bolsominions no Burger King será um lugar mais agradável pra juntar a galera e comer aquele lanchão gostoso”, considera um internauta; “Burger King tentando lacrar no Instagram, só esqueceu que somos mais fortes por aqui. QUEM LACRA, não lucra!  #BoicoteBurgerKing” disse outro.

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O ator americano George Clooney defendeu nesta sexta-feira (29) o boicote a nove hotéis de propriedade do Brunei, diante da iminente adoção da pena de morte por homossexualidade e adultério no sultanato.

"Cada vez que nos hospedamos, nos reunimos ou jantamos em qualquer destes hotéis estamos colocando dinheiro diretamente no bolso de homens que escolhem a morte de seus próprios cidadãos por serem homossexuais ou acusados de adultério", escreveu Clooney no site Deadline Hollywood.

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"Após anos tratando com regimes assassinos aprendi que não se constrangem, mas podemos constranger os bancos, as financeiras e as instituições que fazem negócios com eles e escolhem olhar para o lado".

Os nove hotéis estão situados nos Estados Unidos, Reino Unido, França e Itália.

Além de prever a execução de condenados por homossexualismo e adultério, o novo código penal do Brunei, que entra em vigor na próxima quarta-feira (3), adota a amputação de mão ou pé por roubo.

Estes dispositivos da lei são aplicados apenas aos cidadãos muçulmanos. Clooney, ganhador do Oscar, é conhecido por seu ativismo político.

As novas denúncias de pedofilia envolvendo o astro Michael Jackson (1958-2009) deram início a um movimento de boicote contra o "rei do pop" justamente no ano do 10º aniversário de sua morte.

No documentário "Leaving Neverland" ("Deixando a Terra do Nunca", em tradução livre), exibido pela HBO, dois homens acusam Michael Jackson de tê-los violentado repetidamente em sua célebre mansão quando eles eram crianças.

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Wade Robson e James Safechuck relatam que foram abusados a partir dos sete e dos 10 anos de idade, respectivamente, no início da década de 1990. Na sequência, três importantes emissoras de rádio de Montreal, segunda maior cidade do Canadá, decidiram não veicular mais músicas do astro.

O boicote é promovido pelas estações CKOI e Rythme, de língua francesa, e The Beat, de idioma inglês. Medida semelhante foi adotada por emissoras da Holanda e da Nova Zelândia.

Além disso, os produtores de "Os Simpsons" retiraram do ar um dos episódios mais famosos da série, que exibe um personagem dublado pelo músico. Em "Stark Raving Dad", de 1991, Michael Jackson empresta sua voz ao personagem Leon Kompowsky, um homem branco que garante ser o próprio "rei do pop" e conhece Homer em um manicômio.

A dublagem foi feita sob o pseudônimo "John Jay Smith", e a participação do artista só foi revelada anos mais tarde.

"Retirar o episódio era a única escolha que tínhamos", disse o produtor James L. Brooks ao diário The Wall Street Journal. "Não sou alguém que queima livros, pelo contrário, mas este é nosso livro, e temos o direito de apagar um episódio", acrescentou.

Essa não é a primeira vez que Michael Jackson é acusado de pedofilia. Seu relacionamento com crianças é uma das passagens mais conturbadas de sua carreira, embora ele nunca tenha sido condenado. Ainda assim, em 1994, fez um acordo milionário para encerrar um processo.

Robson, hoje com 36 anos, chegou a testemunhar em defesa do astro em um julgamento, dizendo que ele nunca o havia tocado, mas afirma ter "percebido" a realidade após o nascimento de seu filho, em 2010.

"Ele repentinamente percebeu que as coisas que Michael fazia quando ele era criança eram repulsivas", disse Dan Reed, diretor do documentário, à BBC.

Da Ansa

No fim de semana passado uma cena lamentável aconteceu no campeonato Albanês. O Kamza, lanterna da competição, vencia o KF Laçi por 1x0, mas um pênalti assinalado no fim do jogo acabou resultando em invasões e agressões ao árbitro por torcedores e por dirigentes do clube. Devido ao acontecido, o Kamza foi rebaixado de divisão e os árbitros boicotaram o campeonato pedindo segurança.

Além da queda à terceira divisão e exclusão do atual campeonato, três dirigentes do clube estão excluídos de participar de qualquer atividade esportiva nos próximos três anos. Ao clube também foi aplicada uma multa em torno de 8 mil euros.

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Em solidariedade ao juiz agredido na partida, Eldorjan Hamiti, os árbitros decidiram na quinta-feira (7) boicotar a competição até que eles se sintam em segurança.

“Chocados com a extrema violência usada contra o árbitro Eldorjan Hamiti, em Kamza, tomámos a decisão de boicotar os jogos a nível nacional. Voltaremos a arbitrar quando nos sentirmos em segurança, a polícia regresse aos estádios e os autores destes atos violentos sejam condenados”, publicou em comunicado a União dos Árbitros de Futebol da Albânia.

Por conta do boicote dos árbitros, a Federação Albanesa de futebol decidiu cancelar a rodada da competição que aconteceria no próximo fim de semana. A decisão não tem prazo para ser revertida.

“A Federação Albanesa de Futebol informa que todos os jogos nacionais marcados para este fim de semana não serão realizados em virtude da decisão da União dos Árbitros de Futebol da Albânia de boicotar todos os encontros até ao regresso da polícia aos estádios”, diz o comunicado no site oficial da Federação Albanesa.

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Ovacionado no Festival de Berlim, no último dia 15, “Marighella”, dirigido por Wagner Moura, ainda não tem previsão de chegar aos cinemas brasileiros, mas antes mesmo de ser lançado está causando polêmica. Após Wagner afirma em coletiva de imprensa que o longa “é maior que Bolsonaro”, eleitores que votaram no atual presidente não curtiram a declaração.

No site IMDb, plataforma que disponibiliza dados do entretenimento, como filme, músicas e jogos eletrônicos, o projeto cinematográfico de Wagner Moura foi duramente criticado e recebeu notas baixas como forma de boicote.

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"Este filme não deve ser feito nem com recursos privados. Ele não se encaixa na realidade. Tudo está errado sobre esse filme", criticou um dos internautas. "Chupa, Wagner Moura, comunista que vive no capitalismo", comentou outra pessoa.

O filme "Marighella", que tem Seu Jorge no papel principal, é baseado na biografia escrita pelo jornalista Mário Magalhães e aborda a luta do político contra a ditadura militar. Carlos Marighella foi assassinado em uma emboscada, em 1969, em São Paulo.

Nenhum dos nove governadores do Nordeste compareceram, nesta terça-feira (1°),  à cerimônia de posse do presidente Jair Messias Bolsonaro (PSL). Todos os gestores da região marcaram as respectivas solenidades para tomarem posse do cargo no período da tarde, competindo com a de Bolsonaro.

Entre os nordestinos, o então candidato a presidente Fernando Haddad (PT) teve 69,7% dos votos válidos, contra apenas 30,3% de Bolsonaro. 

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Quatro estados nordestinos estão sob o comando de petistas: Bahia, com Rui Costa; Ceará, com Camilo Santana; Piauí, com Wellington Dias; e Rio Grande do Norte, com Fátima Bezerra. Também seguem a linha do lulismo, além do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), Flávio Dino (PCdoB), no Maranhão, e Renan Filho (MDB) em Alagoas. 

Ao menos oito governadores do Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Sul foram até Brasília prestigiar o evento. Para que pudessem acompanhar o ato, os governadores aliados de Bolsonaro anteciparam suas posses para a manhã desta terça. 

Parlamentares do PSOL e do PT também não foram À posse de Bolsonaro. O Partido dos Trabalhadores chegou a enviar nota afirmando que faltou “lisura no processo eleitoral” e que houve “manipulação criminosa” das redes sócias para disseminação de fake news contra o então candidato Haddad. 

O discurso de Paulo Câmara, durante sua posse, foi marcado por indiretas ao militar. O pessebista disse que Pernambuco, historicamente, jamais admitiu submissão a qualquer poder. “Mesmo os mais altos da República”, avisou. E ainda pediu por paz para que se possa trabalhar e encontrar um futuro melhor.     

A noite desta terça-feira (2) foi tumultuada no reality show gastronômico MasterChef Profissionais. A prova em equipes foi realizada numa empresa de chocolates e, com receio da matéria prima acabar, Daniel, do time vermelho, escondeu chocolate embaixo de uma prateleira. Os participantes da equipe azul ficaram decepcionados.

'Prova de chocolate, como é que tu põe o chocolate de baixo de uma prateleira? Não faz sentido, fazer isso é má índole.', falou Willian, capitão da equipe azul, que perdeu a prova.

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Daniel negou ter boicotado a outra equipe, mas disse que a derrota do time azul não deveria ter sido atribuída ao fato do chocolate ter sido escondido. 

Por Lídia Dias

Professores do Centro de Educação Musical de Olinda (CEMO), em Olinda, continuam a denunciar supostas irregularidades na instituição e acusam a Prefeitura de Olinda de boicotar a participação nas eleições para gestão do CEMO.

O pleito é uma das principais reivindicações dos docentes, após a exoneração do antigo diretor da instituição por apresentação de diploma falso, e desajustes no início do ano letivo, em 2017. Em carta, publicada nas redes sociais, eles afirmam que não houve divulgação do curso para gestores, que é pré-requisito aos que desejam se candidatar às eleições diretas.

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“Os professores da casa ficaram sabendo do mesmo no penúltimo dia de inscrições. Pois bem: alguns professores do CEMO foram até o local de inscrições e pasmem! A antiga diretora interina do CEMO era a pessoa responsável pelas inscrições e, logo de imediato, proibiu as inscrições dos professores do CEMO alegando que o mesmo não era escola", escreveram na carta.

Outro fator exposto no comunicado é a intervenção do Sindicato dos professores da Rede Municipal de Olinda, que foi acionado na tentativa de reverter a proibição. Questionar a decisão, os professores puderam realizar inscrições, no entanto, não poderiam disputar as eleições diretas.

"A Prefeitura enviou e-mail para os professores do CEMO inscritos no curso, com um despacho manuscrito e escaneado em anexo, informando que os mesmos não poderiam participar das eleições e que, poderiam participar do curso, mas não poderiam concorrer ao pleito", diz o documento online. Confira a carta na íntegra:

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O cofundador da Apple, Steve Wozniak, excluiu sua conta do Facebook relatando preocupações com a forma como a rede social está usando seus dados pessoais. Wozniak, que criou a Apple ao lado de Steve Jobs, disse ao jornal USA Today que estaria disposto a voltar à plataforma e até mesmo pagar pelo serviço se pudesse recusar a publicidade baseada em suas informações.

"Os usuários fornecem todos os detalhes de suas vidas para o Facebook", disse Wozniak, citado pelo USA Today. "O Facebook faz muito dinheiro publicitário com isso. Os lucros são todos baseados nas informações do usuário, mas os usuários não recuperam nenhum dos lucros", completou.

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Wozniak é o mais recente usuário do Facebook a sair da rede social após surgirem revelações de que a empresa britânica Cambridge Analytica explorou dados de pelo menos 87 milhões de pessoas de todo o mundo para fins políticos.

Em resposta ao escândalo dos dados, uma campanha de boicote à rede social chamada #DeleteFacebook começou a se espalhar pelas mídias em março. Mais de meio milhão de pessoas também assinaram uma carta aberta pedindo ao CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, que trate a privacidade mais seriamente.

Wozniak ainda elogiou a Apple por respeitar a privacidade das pessoas. "A Apple lucra com bons produtos, não com você", disse Wozniak. O CEO da Apple, Tim Cook, foi questionado em entrevista sobre o que faria se estivesse na posição de Mark Zuckerberg e a resposta foi categórica. "Eu não estaria na situação", disse Cook.

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A estreia da série da Netflix 'O Mecanismo, na última sexta-feira (21), foi marcada por polêmicas. A produção, que tem direção de José Padilha, é acusada de divulgar notícias falsas. A série é baseada no livro’ Lava Jato - O juiz Sérgio Moro e os bastidores da operação que abalou o Brasil’ e faz referências a eventos e personagens verídicos investigados pela Lava Jato.

Alguns internautas e artistas iniciaram uma campanha de boicote ao serviço de streaming para cancelamento das assinaturas. Diante da repercussão, Padilha se manifestou sobre a campanha em entrevista ao O Globo, a qual chamou de "patética". "Acho patético! Vão perder a quarta temporada de Narcos!", disparou o cineasta. Nomes como o crítico de cinema Pablo Villaça e o cantor Chico Cesar publicaram prints do cancelamento da assinatura da Netflix e receberam apoio dos seguidores. Confira as postagens:

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Um dos criadores do WhatsApp disse aos seus seguidores para excluir o Facebook. Quem deu o conselho foi Brian Acton, em sua conta no Twitter. Ele fundou o aplicativo de mensagens ao lado do empresário Jan Koum. Em 2014, a dupla decidiu vender seu negócio por US$ 16 bilhões ao próprio Facebook.

Jan Koum continua a liderar a empresa, mas Brian Acton desistiu do WhatsApp no início deste ano para criar sua própria fundação sem fins lucrativos. "Chegou a hora", escreveu Acton no Twitter, acrescentando no post a hashtag #deletefacebook. Nem o Facebook nem o WhatsApp comentaram o caso.

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Enquanto a empresa de Mark Zuckerberg não se manifesta, cresce em redes sociais alternativas o movimento anti-Facebook. Hashtags como #DeleteFacebook e #BoycottFacebook vêm se espalhando na internet, convidando os usuários a deletar sua conta da plataforma.

O movimento surgiu depois que o jornal britânico The Guardian divulgou que uma consultoria política com sede em Londres, contratada pelo presidente dos EUA Donald Trump, acessou de forma indevida informações de 50 milhões de usuários do Facebook para influenciar a opinião pública.

A reação popular ao escândalo tem assustado os investidores, levando as ações da empresa a cair mais de 9% nos últimos dois dias - e tirando quase US$ 50 bilhões da avaliação de mercado do Facebook. A revelação também levou os reguladores internacionais dos EUA e Reino Unido a investigar se a rede social fez o suficiente para proteger os dados de seus usuários.

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Cerca de 19,7 milhões de venezuelanos foram convocados para as eleições municipais que ocorrem neste domingo na Venezuela mas, até o momento, é baixa a participação dos eleitores, segundo fontes do país. Três dos quatro principais partidos da oposição não participaram dos comícios municipais e pediram um boicote contra o Conselho Nacional Eleitoral, controlado pelo governo. Os opositores acusam a entidade de ter cometido fraudes nas eleições regionais passadas.

Em vários pontos da capital nacional Caracas, os centros de votação reuniram poucas pessoas. Um dos cinco diretores do Conselho Nacional Eleitoral, Luis Emílio Rondón, admitiu que até o momento a presença de eleitores nas urnas foi escassa.

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A votação vem ocorrendo de forma pacífica, segundo autoridades do país. No Estado central de Portuguesa, três pessoas foram detidas por entrar de foram "ilegal" em um local de votação, segundo a assessoria de imprensa do Comando Estratégico Operacional venezuelano.

O partido no poder é o favorito para ganhar a maioria dos 335 cargos de prefeitos neste domingo e, com isso, consolidar a hegemonia que mantém no interior do país há quase duas décadas. A eleição do governador de Zulia, realizada há dois meses, também está sendo repetida, por decisão do Assembleia Nacional Constituinte, que anulou a vitória de um candidato da oposição.

A votação começou após as 6h da manhã do horário local (8h pelo horário de Brasília), com previsão de duração de doze horas. Fonte: Associated Press.

O presidente russo, Vladimir Putin, não vai boicotar a Olimpíada de Inverno de Pyeongchang. Ele assegurou nesta quarta-feira que o seu governo vai permitir que russos participem como atletas neutros no evento no próximo ano na Coreia do Sul.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) proibiu a participação da equipe russa nos Jogos como punição por violações de doping na Olimpíada de Inverno de 2014 em Sochi. O COI, no entanto, planeja convidar russos para competir sob a bandeira olímpica.

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"Sem dúvida, não declararemos nenhum tipo de bloqueio", disse Putin, após o lançamento da sua campanha de reeleição. "Não vamos impedir que nossos atletas olímpicos participem, se algum deles desejar participar individualmente. Eles estão se preparando para essas competições por todas as suas carreiras, e para eles é muito importante", acrescentou.

Um boicote russo poderia ser o maior da história olímpica desde o da União Soviética e seus aliados aos Jogos de 1984 em Los Angeles. Isso foi uma resposta ao boicote liderado pelos Estados Unidos aos Jogos de Moscou, quatro anos antes.

Putin também disse que a Rússia não aceita as acusações de que possuiu um esquema de doping apoiado pelo governo na Olimpíada de Sochi. Ele afirmou que a decisão do COI foi "politicamente motivada" e a classificou como uma "injusta punição coletiva".

Uma comissão do COI presidida pelo ex-presidente suíço Samuel Schmid apontou na última terça-feira a existência do esquema de doping, mas disse que não encontrou nenhuma evidência de que "a mais alta autoridade do estado" sabia. No entanto, afirmou sobre Yuri Nagornykh, o vice-ministro dos esportes na época dos Jogos de Sochi, que "era impossível concluir que ele não estava ciente do encobrimento de doping".

Atletas russos, treinadores e políticos se alinharam para condenar a decisão do COI, mas a maioria afirmou que é melhor aceitá-la e competir. Foi o que defendeu Yelena Isinbayeva, dona de duas medalhas de ouro olímpicas no salto com vara, que declarou ser contra um boicote.

"Eu gostaria de falar a todos os atletas russos que estão se preparando para a Olimpíada em Pyeongchang para que não se sintam decepcionados e, definitivamente, não façam nenhuma estupidez como um boicote. É claro que não vale a pena", disse Isinbayeva à TV estatal russa.

Mulheres em todo o mundo estão boicotando o Twitter em protesto. Os usuários do site estão se comprometendo a não usá-lo por um dia, ou mais, depois que a atriz norte-americana Rose McGowan teve sua conta suspensa temporariamente na noite da quarta (11). Ela utilizou a plataforma para acusar o produtor cinematográfico Harvey Weinstein de assédio.

Agora, os usuários se recusam a entrar no site, com a esperança de que a atitute prejudique o Twitter. Em uma mensagem postada em seu Instagram, a atriz se posicionou sobre o caso. "O Twitter me suspendeu. Vozes poderosas estão a trabalho. Seja a minha", disse.

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O ocorrido causou comoção e irritação entre seus colegas de Hollywood, entre eles Jamie Lee Curtis, Anthony Bourdain e Judd Apatow. Por meio do perfil @TwitterSafety, a empresa afirmou que a conta foi suspensa, pois um número de telefone particular foi divulgado.

"Nós entramos em contato com a equipe de McGowan. Gostaríamos de explicar que sua conta foi temporariamente bloqueada porque um de seus tuítes continha um número de telefone particular, o que viola os nossos termos de serviço", informou o comunicado.

"Estamos ao lado das valentes mulheres e homens que usam o Twitter para compartilhar suas histórias e trabalharemos todos os dias para melhorar nossos processos para proteger essas vozes", continuou a rede social. O tuíte foi apagado e McGowan teve o acesso normalizado na manhã desta quinta-feira (12).

O ex-governador do Ceará e presidenciável, Ciro Gomes (PDT), saiu em defesa do senador Tasso Jereissati (CE) que assumiu interinamente a presidência do PSDB, mas vem sendo alvo de críticas internas. Nos últimos dias, inclusive, o cearense tem sido pressionado a deixar o cargo por uma ala aliada ao governo do presidente Michel Temer (PMDB), composta por ministros e parlamentares. Indagado sobre como avaliava o imbróglio tucano, Ciro disse que o PSDB “jamais aceitou” a seriedade de Jereissati. 

“O lado bandido do PSDB não aceita o Tasso”, alfinetou o pedetista, em entrevista concedida a um blog cearense. Gomes também lembrou que está não é a primeira vez que o senador é “boicotado” pelos tucanos. “Era o candidato natural do PSDB a presidente [em 1994] e o Fernando Henrique deu rasteira nele. Ele que montou a equipe do [Plano] Real, por exemplo. Na sequência, várias vezes ele podia ter sido candidato e o Serra sabotou. Várias vezes podia ser ministro e eles nunca permitiram e aí está o flagrante: a sabotagem e a agressão a ele”, acrescentou. 

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Ciro Gomes também fez uma avaliação das possibilidade do PSDB para a disputa pela Presidência da República em 2018. Ele considerou que o nome de Jereissati seria “extraordinário”, mas atualmente quem é mais forte no partido, sob a ótica de Ciro, é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). “Ele é um cara da direita respeitável”, cravou. 

Já sobre a possibilidade do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), entrar na corrida, o pedetista não poupou alfinetadas. “Acho que não [tem chances]. Ele é muito reacionário, provinciano e um grande farsante, na verdade”, disparou. Ciro Gomes ainda ironizou a passagem do prefeito paulista pelo Ceará.

Usuários iniciaram uma campanha de boicote aos aplicativos Uber e 99Táxi, que fizeram uma parceria com a Prefeitura de São Paulo para transportar de graça os servidores nesta sexta-feira, 28, durante a greve geral contra as reformas Trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo Michel Temer (PMDB).

Um evento no Facebook já tem mais de 8,2 mil usuários apoiando o boicote já que, segundo eles, as empresas colaboram para "desmobilizar trabalhadores que reivindicam direitos fundamentais como o direito à aposentadoria e à proteção ao trabalho". Eles pedem que as pessoas desinstalem os aplicativos de seus celulares e não os usem durante essa sexta-feira.

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Além da parceria com a prefeitura, as duas empresas também anunciaram que oferecerão descontos para os passageiros durante o dia de greve. O Sindicato dos Metroviários de São Paulo informou que está em estado de greve e deve aderir à paralisação, motoristas e cobradores de ônibus prometem não tirar os veículos da garagem e os ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) já confirmaram a greve.

Em nota, a 99 informou que "vai estar ao lado de todos os brasileiros que escolherem se movimentar" nesta sexta-feira. "Independentemente do seu destino, seja para ir ao trabalho, às manifestações, levar alguém ao hospital, ou qualquer outro lugar", disse em nota a empresa.

Sobre a parceria com a prefeitura, disse que decidiu "estender o benefício" para todos os brasileiros, oferecendo duas corridas no valor de até R$ 20.

Em nota, a Uber também vai oferecer duas viagens de R$ 20 para quem optar pela modalidade pool (de carro compartilhado) nos horários de pico (das 7h às 11h e 16h às 20h). "Dado o altíssimo trânsito esperado em São Paulo nesta sexta-feira, a forma como a Uber pode ajudar a cidade é incentivando quem for se movimentar a compartilhar um carro", disse a empresa.

O cantor Wesley Safadão tem sido impedido de tocar em rádios do Rio de Janeiro. Uma suposta onda de boicote das rádios cariocas com artistas sertanejos e do forró estilizado tem dado o que falar esta semana.

De acordo com o colunista Léo Dias, emissoras pop estariam rejeitando participação de cantores do gênero e Safadão havia sido barrado de ter sua voz executada no hit 'Você Partiu Meu Coração'. A música é de parceria do forrozeiro com Nego do Borel e Anitta e, segundo o colunista, as emissoras pop como Mix teriam forçado Nego a regravar a canção sem Safadão.

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Em 2013, a cantora Paula Fernandes gravou com Taylor Swift também passou pela mesma situação. A música 'Long Live' era tocada nessas mesmas rádios somente com a versão da loira americana.

Em São Paulo, no entanto, esse boicote não aconteceu, já que a música original, com o Safadão, é tocada naturalmente em todas as rádios. Confira o Trailer do hit:

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A Coca-Cola e a Pepsi estão sofrendo um boicote inédito na Índia. Lançado nessa quarta-feira (1°) pelas duas maiores associações de comerciantes, o boicote ocorre no estado de Tamil Nadu, no sudoeste do país, e pede que os consumidores parem de comprar as bebidas por serem "nocivas à saúde" e por afetarem a produção agrícola local.

Cerca de 70% dos comerciantes decidiram boicotar a venda de Coca-Cola e Pepsi, o que pode chegar a um milhão de lojas, por conta de sua natureza tóxica e por usarem água de rios locais em sua fabricação, o que prejudicaria a irrigação de plantações de moradores. "As bebidas que ainda se encontram nas prateleiras das lojas são apenas um resíduo de estoque, ou produtos não retirados pelos distribuidores", disseram a Federação de Comércio de Tamil Nadu (FTNTA) e o Fórum de Associação de Comerciantes de Tamil Nadu (TNTAF).

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A descisão de iniciar o boicote foi criticada pela Associação Indiana de Bebidas (IBA), que declarou estar "profundamente desolada" pelo ocorrido, destacando que "isso é contrário aos critérios de um crescimento econômico robusto e ao 'Make India' (projeto para transformar o país em um centro global de design e de fabricação)". Ambas as companhias têm unidades de produção em Tamil Nadu. "A Coca-Cola e a PepsiCo India geram, juntas, empregos a 2 mil famílias diretamente em Tamil Nadu, e a mais de 5 mil famílias indireramente.

A IBA espera que o bom senso prevaleça e que os consumidores continuem tendo o poder de escolha em Tamil Nadu", destacou a associação. Quando questionado sobre os danos econômicos que comerciantes poderão sofrer por conta do boicote, Raja afirmou que essa não é a coisa mais importante. "A iniciativa foi adotada por uma questão de consciência sobre a saúde e, para nós comerciantes, a saúde vem antes dos recibos de compra", concluiu. A Coca-Cola e a PepsiCo não se pronunciaram sobre o boicote ainda.

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