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O governo do Distrito Federal anunciou na quarta-feira, 9, a construção de um Museu da Bíblia em Brasília. Com projeto original de Oscar Niemeyer, de 1987, a obra é orçada em R$ 63 milhões e terá capacidade para 50 mil pessoas.

A Carta de Intenções e Compromissos para a captação de recursos foi assinada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) em evento com a presença de integrantes da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso e de lideranças evangélicas.

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A proposta é erguer o museu no chamado Eixo Monumental de Brasília, que inclui o Teatro Nacional e o Memorial JK, dentre outros. Por estar em área tombada, o projeto precisará ser aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O Plano Piloto de Brasília é considerado patrimônio mundial pela Unesco.

O museu terá 15 mil metros quadrados divididos em cinema, praça de alimentação, teatro, biblioteca, salas de palestras e espaços expositivos. Ele tem a construção prevista em um projeto de lei de 1991, cuja redação final foi publicada em 1995. Já foi chamado anteriormente de Templo da Bíblia, Memorial à Bíblia e Memorial da Bíblia.

Quatro croquis do projeto original estão disponíveis para visualização no site da Fundação Oscar Niemeyer. Em um deles, é mostrado que a obra tem uma abertura superior para a entrada de luz natural.

Segundo o governo do Distrito Federal, o museu terá o objetivo de preservar a "memória religiosa por meio da divulgação das sagradas escrituras, promovendo, de acordo com seus idealizadores, educação e cultura". Além disso, o espaço seria inspirado em um museu homônimo de Washington. A expectativa é que receba 100 mil visitantes ao ano.

No evento, o governador disse que a obra será a maior de sua gestão. "Ideologia, cada um tem a sua; time de futebol, cada um tem o seu e religião também; por isso nós temos a obrigação de respeitar as pessoas, a diversidade e as vontades delas que são feitas sob o manto de Cristo", disse.

Há pelo menos dois espaços expositivos com temática semelhante no Brasil, ambos ligados à organização evangélica Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), que esteve presente no evento em Brasília. Um deles é o Museu da Bíblia, de Barueri, cidade da Grande São Paulo, e o Centro Cultural da Bíblia, no Rio. (Com informações da Agência Brasília).

A justiça de Brasília, Distrito Federal, condenou a Central Nacional Unimed e a Unimed Vale de Aço Cooperativa de Trabalho Médico a custearem uma cirurgia reparadora de uma paciente que foi submetida a uma gastroplastia, também chamada de cirurgia bariátrica. Além disso, os planos de saúde terão que indenizar a mulher por danos morais.

A paciente narra que, por conta da cirurgia, perdeu grande quantidade de peso. O emagrecimento, segundo ela, resultou em excesso de pele nas mamas, braços, coxas e abdômen, o que ocasionou dobras responsáveis pelo aparecimento de dermatites de contato. Em razão disso, obteve indicação médica para a realização de cirurgia reparadora. Os planos de saúde, no entanto, não autorizaram a realização do procedimento cirúrgico.

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A Central Unimed pediu pela improcedência dos pedidos formulados pela mulher. A Unimed Vale de Aço aponta que a cirurgia de reparação tem caráter estético e por isso não possui cobertura. No entanto, com base no relatório médico e nos exames clínicos juntados aos autos, o juiz da 17ª Vara Cível de Brasília destaca que o procedimento cirúrgico "não possui caráter estético, uma vez que a reparação dos efeitos decorrentes do emagrecimento da autora é no combate a obesidade mórbida".

O magistrado acentua que as cirurgias plásticas para a retirada do excesso de pele e para a reconstrução da mama com prótese são necessárias para a continuidade do tratamento e possuem finalidade reparadora. Sendo assim, o juiz determinou que os planos de saúde custeiem os procedimentos. Além disso, eles também foram condenados a restituírem à paciente o valor de R$ 5.900 "referente ao dispêndio necessário à efetivação da tutela de urgência concedida", tendo que pagar também R$ 5 mil por danos morais. Sentença cabe recurso.

O senador Lasier Martins (Podemos-RS) anunciou nesta terça-feira (24), em Plenário, que parlamentares integrantes do grupo Muda Brasil vão às ruas nesta quarta-feira (25), a partir das 14h, para participar de manifestação que reivindicará um Brasil mais limpo, mais transparente e mais honesto. De acordo com Lasier, os senadores do grupo, criado há pouco mais de três meses, estarão na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

O parlamentar lembrou que, das 54 cadeiras do Senado postas em disputa nas eleições de outubro passado, 46 foram renovadas, o que equivale a 85% do total. Para ele, muitos senadores querem se unir à população em nome das mudanças que consideram necessárias.

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“Estaremos esperando grandes contingentes que já se deslocam de várias partes do Brasil. Muitos estão vindo de ônibus, de Curitiba, de Fortaleza, de Ribeirão Preto, da capital paulista, de Cuiabá, de Goiânia, e espero que também do Rio Grande do Sul”, disse.

*Da Agência Senado

 

A 7ª Vara Cível de Brasília condenou o senador Romário (Podemos-RJ) a pagar os aluguéis atrasados de uma casa que ele residiu na casa no Lago Sul, área nobre do Distrito Federal. O parlamentar foi condenado a pagar pelo menos R$ 408 mil, valor deve ser reajustado quando o processo estiver transitado em julgado. Sentença cabe recurso.  

Romário morou no local de 2012 a 2016, quando era deputado federal e nos primeiros anos de senador. Na época em que residiu na casa, Romário não recebeu auxílio-moradia ou optou por morar em imóvel funcional, de acordo com a Câmara dos Deputados e o Senado. 

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A sentença ainda condena Romário a demolir um píer e um campo de futebol construídos em um terreno público próximo da casa. 

O reajuste aconteceu em junho de 2015, quando o contrato de aluguel já havia encerrado, mas houve uma prorrogação, sem contar com a assinatura das partes. O que teria gerado o impasse. 

O aluguel era de R$ 28.340 e passou para R$ 35.000. Romário  pagou dois meses e depois suspendeu. 

A defesa do senador disse que ele já recorreu da decisão em primeira instância, que "boa parte dos valores já estão depositados judicialmente e as demais obrigações impostas, quais sejam: demolir o píer e o campo, já foram feitas há muito tempo".

O fogo tomou conta do Parque Ecológico de Águas Claras, região administrativa de Brasília, localizada a 22 quilômetros do Palácio do Planalto. O parque, muito utilizado pelos moradores da região, está com sua vegetação completamente seca, o que acelerou a propagação do fogo iniciado por volta das 11 horas da manhã.

O fogo assustou moradores de prédios vizinhos ao parque, que registraram imagens de grandes labaredas que avançaram ao lado da calçada.

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Na quinta-feira, 12, a Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil do Distrito Federal voltou a declarar estado de emergência no Distrito Federal, após dois dias consecutivos com registro de umidade relativa do ar abaixo de 12%.

"A medida foi tomada na última semana, mas após três dias com umidade acima de 20%, nesta segunda-feira (9/9) voltamos ao estado de alerta", explicou o subsecretário do Sistema de Defesa Civil, coronel Sérgio Bezerra.

As principais recomendações do órgão são evitar a prática de atividades ao ar livre no período de 10 horas às 17 horas, aumentar a ingestão de líquidos, evitar banhos prolongados com água quente e muito sabonete, evitar o uso excessivo de ar-condicionado e usar protetor solar.

Além do estado de emergência, a Defesa Civil classifica os níveis de umidade em mais dois tipos: o estado de atenção, quando a umidade fica entre 30% e 20% por cinco dias e o de alerta, quando a umidade ficar abaixo de 20% por três dias consecutivos.

Morreu nessa quinta-feira (12), em Brasília, o ex-senador e constituinte Odacir Soares. Ele exerceu o mandato como titular por duas legislaturas, de 1983 a 1999, e como suplente em 2014, durante licença do então titular, Ivo Cassol.

Natural do Acre, Odacir Soares passou a viver em Rondonópolis (RO) em 1967. Foi prefeito de Porto Velho duas vezes e ocupou cargos no governo estadual — entre eles, o de chefe da Casa Civil no governo de Ivo Cassol. Entre 1979 e 1981, foi deputado federal pela extinta Arena, por Rondônia. Também foi jornalista, advogado e empresário.

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Segundo depoimento da filha, Silvia Soares, nas redes sociais, o ex-senador estava internado no Hospital do Coração, em Brasília, para tratar uma infecção devido a complicações durante o tratamento contra um câncer. Ele tinha 80 anos.

O velório ocorre nesta sexta-feira na Capela 5 do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília. O enterro está previsto para as 17h.

*Da Agência Senado

 

Nesta quarta-feira, 11, Brasília completou o centésimo dia sem que caia um pingo de chuva sobre a capital federal. A umidade relativa do ar tem ficado na casa dos 12% a 15%, o nível mais baixo do ano. Para completar a sensação de calor, a temperatura tem variado entre 32º e 34º graus Celsius durante o dia, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Para o próximo dia 14, a previsão do Inmet é de que a umidade mínima chegue a 10%, clima parecido com o de deserto, dado que a média recomendada é de 60%.

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Nesta semana, após sucessivas queda na umidade do ar, a Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil declarou estado de emergência no Distrito Federal. A Secretaria de Educação do Distrito Federal emitiu um comunicado para todas as escolas, com orientações sobre como lidar com a seca e garantir o bem estar dos alunos.

As recomendações são evitar a prática de atividades ao ar livre no período das 10h às 17h, aumentar a ingestão de líquidos, evitar banhos prolongados com água quente e muito sabonete, evitar o uso excessivo de ar-condicionado e usar protetor solar, segundo o governo do DF.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, participa neste momento da celebração pelo Dia da Independência, em Brasília. O tradicional desfile de 7 de Setembro ocorre na Esplanada dos Ministérios, e tem participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, e da primeira dama Michele Bolsonaro com a filha Laura. As autoridades acompanham da tribuna as festividades pelos 197 anos da proclamação da independência do Brasil, que devem terminar por volta das 11h.

Além do presidente da República e do presidente do Senado acompanhado da esposa e dos filhos, participam das comemorações o vice-presidente, Hamilton Mourão; o deputado federal Marcos Pereira, presidente em exercício da Câmara dos Deputados; os ministros da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, da Justiça, Sergio Moro; e o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Silvio Santos e Edir Macedo também estão na tribuna.

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Participam do desfile cerca de 4,5 mil pessoas — 3 mil delas militares das Forças Armadas. O Fogo Simbólico da Pátria foi conduzido pelo atleta Altobeli Santos da Silva, terceiro sargento da Marinha e medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em agosto.

Um dos destaques da programação, que tem transmissão ao vivo pela TV Brasil, é a Pirâmide Humana do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília. O grupo detém o recorde mundial de 47 militares em deslocamento em uma única moto. O evento será encerrado com um show acrobático da Esquadrilha da Fumaça. O percurso do desfile é de 2 quilômetros, do Palácio da Justiça ao Ministério da Economia.

As arquibancadas têm capacidade para até 20 mil pessoas sentadas, mas há 10 telões espalhados pela Esplanada com a transmissão do desfile.

*Da Agência Senado

 

 

O primeiro desfile em comemoração à Independência do Brasil na gestão do presidente Jair Bolsonaro, começou às 9h deste sábado. O presidente acompanha a apresentação ao lado da primeira-dama Michelle, dos filhos, além de diversos ministros e autoridades.

Bolsonaro chegou à tribuna de honra, montada na Esplanada dos Ministérios, no Rolls Royce presidencial, junto a um de seus filhos, o vereador carioca Carlos Bolsonaro. Ele foi recebido pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha; pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo; pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre; e pelo presidente em exercício da Câmara dos Deputados, Marcos Pereira. Em seguida, já posicionado na tribuna, Bolsonaro recebeu as honras militares da Guarda Presidencial.

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A esposa Michelle e a filha Laura chegarem antes e acompanharam a aproximação do presidente da tribuna. Outros dois filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro também estão na tribuna de honra. Conforme determina o protocolo, o início do desfile foi autorizado pelo presidente, após solicitação ao Comandante Militar do Planalto, o general Sergio da Costa Negraes, que conduz a apresentação.

Também estão na tribuna de honra presidencial o vice-presidente Hamilton Mourão, e boa parte dos ministros do governo, entre eles Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Tereza Cristina (Agricultura), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Ricardo Salles (Meio Ambiente), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e Abraham Weintraub (Educação).

Neste ano, o desfile conta com a participação de cerca de 4,5 mil pessoas e terá como tema a mensagem Vamos Valorizar o que é Nosso, mesmo conceito adotado pela Semana do Brasil, iniciativa lançada pelo governo federal para estimular o patriotismo e ações promocionais no comércio varejista.

Na primeira etapa do desfile de hoje, houve a execução do Hino Nacional seguido do Hino da Independência, interpretados pela fanfarra do 1º Regimento da Cavalaria de Guardas Dragões da Independência, com a participação do coral dos alunos do Colégio Militar de Brasília.

Em seguida, houve a apresentação da tocha do Fogo Simbólico da Pátria, conduzida pelo atleta Altobeli Santos da Silva, acompanhado do grupamento em homenagem aos ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira, que lutaram na Segunda Guerra Mundial, de ex-integrantes da Força de Paz, acompanhados pela banda do Batalhão de Polícia do Exército Brasileiro, além da Guarda de Honra composta por alunos do Colégio Militar de Brasília.

Na sequência, desfilam estudantes de escolas públicas do Distrito Federal, que somam 1,1 mil participantes, seguidos de apresentação do Exército, Força Aérea Brasileira (FAB), Marinha do Brasil, Força Nacional de Segurança, Corpo de Bombeiros Militar e Policia Militar, além de tropas motorizadas, com seus veículos de combate blindados. A expectativa é de que o desfile dure cerca de duas horas, com a saída de Bolsonaro e comitiva por volta das 11h.

Tradicionalmente, um dos pontos altos do desfile é a passagem da Pirâmide Humana do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília com 47 militares se equilibrando em uma única moto. O evento vai terminar com a apresentação da Esquadrilha da Fumaça que, durante 25 minutos, fará acrobacias aéreas no céu da capital.

A previsão de custos para o desfile do 7 de setembro este ano é de R$ 971,5 mil, segundo a licitação pública realizada pelo Palácio do Planalto, e incluiu ampliação do número de banheiros químicos e telões. As arquibancadas montadas na Esplanada dos Ministérios têm capacidade de receber até 20 mil pessoas sentadas. Além disso, outra parte do público costuma acompanhar nos arredores da Esplanada, onde há ao menos 10 telões distribuídos em diferentes pontos. A estimativa é que cerca de 30 mil pessoas acompanhem o evento. 

Brasília tem sol com algumas nuvens. Segundo a meteorologia, não há previsão de chuva para hoje. A temperatura máxima pode chegar a 28°C, e a umidade relativa do ar na capital deve variar entre 35% e 80%, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

A Esplanada dos Ministérios está pronta para a celebração dos 197 anos da proclamação da Independência do Brasil. Para a abertura do desfile cívico-militar, a partir das 9h, está prevista a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, que acompanhará o desfile, previsto para se encerrar às 11h.

Este ano desfilarão mais de 4,5 mil pessoas, sendo 3 mil militares das Forças Armadas. Entre as atrações estão a passagem do Fogo Simbólico que será conduzido pelo atleta Altobeli Santos da Silva (3º sargento da Marinha do Brasil), o desfile de alunos de escolas do Distrito Federal e a Pirâmide Humana, do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília.

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O grupo possui recorde mundial por ter apresentado 47 militares em deslocamento em uma única moto. Encerrando o desfile, a Esquadrilha da Fumaça fará o show acrobático no céu de Brasília, informou a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

 

O Boletim de Acesso Restrito do Exército publicou no último dia 30 de agosto a autorização do ingresso do filho da deputada federal Carla Zambelli (PSL), de 11 anos, no Colégio Militar, em Brasília, sem prestar concurso. O garoto foi matriculado no sexto ano na instituição sem ter se submetido a nenhum teste, apesar dos concursos serem pré-requisitos para a seleção de candidatos nestes locais.

Zambelli solicitou a vaga para seu filho após sua mudança para a capital federal, quando foi empossada no cargo de deputada. Em uma entrevista à revista Veja, a parlamentar argumentou que solicitou a vaga devido a ameaças sofridas por ela e pela criança no colégio anterior.

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A deputada disse que o seu pedido estava respaldado pelo artigo 92 do Regulamento dos Colégios Militares, que afirma que casos considerados especiais poderão ser apreciados pelo Comandante do Exército. Nestas instituições o concurso é necessário porque a concorrência é grande.

Em 2017 foram 1.212 candidatos disputando 25 vagas para o sexto ano. A concorrência representa 48 estudantes disputando uma vaga. Ainda em sua argumentação, a parlamentar disse que o Colégio Militar seria a única instituição de educação onde seu filho estaria seguro em Brasília.

De acordo com ela, as ameaças começaram a acontecer em 2016 por grupos ligados a dois massacres ocorridos em escolas no país: o de Realengo, no Rio de Janeiro, em 2011; e o de Suzano, em São Paulo, em 2019.

A tradicional cerimônia de troca da Bandeira do Brasil que fica hasteada na Praça dos Três Poderes, em Brasília, neste domingo (1), marcou também a abertura da semana da Pátria. Este mês, sob responsabilidade da Marinha do Brasil, a nova bandeira foi hasteada ao som do Hino Nacional e com salva de 21 tiros de canhão. O descerramento da antiga também é precedido de um protocolo marcado pelo Hino à Bandeira.

Apesar do calor de mais de 30 graus celsius e do tempo seco, típicos da capital Federal nessa época do ano, cerca de 200 crianças de escolas públicas e privadas do Distrito Federal participaram da cerimônia cívica, também conhecida como “troca do bandeirão”. Além delas, turistas e pessoas vindas de outras cidades próximas prestigiaram o evento. Para a professora Rosângela Albuquerque, que foi com um grupo de 14 crianças e adolescentes da Igreja Luterana de Taguatinga – DF, a troca da bandeira foi uma oportunidade de mostrar às crianças os símbolos nacionais. “Acho muito importante para que elas aprendam a ter amor ao país que é delas, a valorizar a cidadania”, disse.

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A aposentada Odete Saraiva, de 85 anos, que mora em Fortaleza (CE) também estava encantada com a troca da bandeira. “Eu sempre via pela televisão, tinha muita vontade de participar e achei emocionante. Nosso sentimento de amor à pátria estava muito esquecido espero que a gente resgate isso”, ressaltou.

Pavilhão Nacional

A bandeira hasteada no coração de Brasília tem 286 metros quadrados e fica a 100 metros do chão. Ela é presa por 24 hastes de metal que significam o diálogo e a convergência entre as unidades da Federação e os três poderes da República. Na base do mastro está escrita a frase: “Sob a guarda do povo brasileiro, nesta Praça dos Três Poderes, a Bandeira, sempre no alto, visão permanente da Pátria”. A cerimônia de troca mensal é organizada em sistema de rodízio entre as Forças Armadas e o governo do Distrito Federal, desde 1992.  

 

Benefícios econômicos para produtos de extrativismo animal. Rejeição ao veto presidencial sobre fake news em eleições. Nomes de Luiz Gonzaga e Nísia Floresta no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria. Esses foram alguns dos principais temas aprovados pelos senadores nesta semana.

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*Da Agência Senado

 

Próximo do fim do mandato de Raquel Dodge à frente da Procuradoria Geral da República (PGR), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) ainda não fez uma indicação para o sucessor no cargo e, neste sábado (31), chegou a insinuar que Dodge estaria aparelhando a PGR.

A insinuação de Bolsonaro se deu após a procuradora-geral fazer uma série de nomeações de procuradores-regionais eleitorais, escolhidos pela categoria nos Estados, perto do fim do seu mandato - que se encerra no próximo dia 17 de julho.

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"Eu tive uma informação aqui. Estão nomeando cargos nos Estados a partir de outubro. Eu não posso ter um PGR que não defini ainda. Suponha que [Dodge] não seja reconduzida. Uma pessoa que vai chegar e vai estar todo o ministério montado com mandato", argumentou Bolsonaro.

ENomes cotados para substituir Dodge na PGR ficaram incomodados com o fato de as nomeações serem para a partir de 1º de outubro, quando ela já não estiver mais no posto.

Bolsonaro chegou a dizer que tinha “muito carinho” por Dodge, mas se contradisse ao responder se essas nomeações poderiam ou não afetar a sua decisão de reconduzi-la ao cargo de PGR.

"Não vai influenciar em nada. Que vai ter algum peso vai, não tem a menor dúvida. Quero ter um PGR que tenha a bandeira do Brasil na mão e a Constituição na outra, é isso que eu quero", finalizou.

Dezenas de servidores da Receita Federal estão concentrados em frente ao Ministério da Economia e irão ao Senado cobrar medidas contra "interferências externas" no órgão e contra qualquer tipo de proposta de reestruturação do Fisco neste momento. O Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita (Sindifisco Nacional) organiza o movimento para reagir ao que a categoria tem chamado de ações intimidatórias adotadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

No começo deste mês, o ministro do STF Alexandre de Moraes afastou dois auditores fiscais e suspendeu fiscalizações da Receita que envolvam agentes públicos, incluindo pessoas ligadas a ministros do próprio Supremo. Na mesma semana, o ministro do TCU Bruno Dantas determinou que o fisco entregasse ao órgão de controle uma lista com os nomes dos auditores que participaram de fiscalização de agentes públicos nos últimos cinco anos.

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"Queremos mostrar a indignação dos auditores em relação a medidas que pretendem constranger a atuação do fisco na sua missão de fiscalização. Essas medidas intimidatórias criam uma lista vip de contribuintes que são inalcançáveis pela Receita", afirmou o presidente do Sindifisco Nacional, Kleber Cabral.

Cabral espera contar com o apoio de pelo menos 20 senadores para apresentar um questionamento à medida do TCU e expressar a insatisfação com a ação do STF. "A Receita passou a ser atacada quando trombou com poderosos, inclusive na Lava Jato, após a criação das equipes especiais de combate à fraude. Como preveem até mesmo acordos internacionais, as pessoas politicamente expostas devem ter maior fiscalização, assim como ocorre com os grandes contribuintes. Essas fiscalizações obedecem parâmetros técnicos", alega o presidente do Sindifisco.

O sindicalista também reclama das declarações do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para quem a Receita teria ganhado muito poder durante os últimos anos. A categoria rechaça qualquer plano de reestruturação do órgão que leve até mesmo à divisão do Fisco em uma autarquia para as atividades de arrecadação e fiscalização. "Nos preocupa a discussão de um modelo que restrinja a atuação dos auditores da Receita. Acredito que essa ideia tenha sido apenas um balão de ensaio, mas qualquer proposta nesse sentido, nesse momento, seria para enfraquecer o órgão, já que estamos em um contexto político desfavorável", completou.

Considerado o escritório de advocacia do ano pelo diretório jurídico inglês, Chambers & Partners, e tido como o segundo melhor do Brasil no ranking da Leaders Lague, o Mattos Filho Advogados está oferecendo 100 vagas de estágio e trainee, por meio do Programa de Jovens Talentos da empresa. Nele, os selecionados terão a oportunidade de atuar em diversas áreas do direito. 

O programa tem duração de dois anos. Os aprovados na seleção poderão escolher entre a vaga de estágio ou trainee para atuação nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. 

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A proposta é que os jovens trainne tenham um estágio rotativo, passando pelas áreas práticas de contencioso e arbitragem, societário, tributário e mais uma de sua escolha. Já os estagiários só poderão aprender em apenas um setor prático. O objetivo é proporcionar experiências aos estudantes, tanto os trainee, quanto os estagiários. 

Para se candidatar, os jovens devem ter previsão de formação no curso de direito entre dezembro de 2021 e dezembro de 2022 em qualquer faculdade. Também são requisitados domínio da língua inglesa e disponibilidade para trabalhar 6 horas diárias em uma das três capitais em que estão localizados os escritórios. As inscrições já estão abertas e seguem até 8 de setembro no site da Mattos Filho

Os selecionados serão remunerados. Informações de valores serão informadas nas etapas presenciais do processo. 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que o Sistema Único de Saúde (SUS) deve atender a todos sem privilégios, pontuou que a família da primeira-dama Michelle Bolsonaro é muito grande e disparou: “parente bom é parente longe”. 

A série de afirmativas partiu de indagações feitas nessa quarta-feira (14) sobre a situação da avó de Michele, Maria Aparecida Firmo Ferreira de 78 anos que uma reportagem do jornal Folha de São Paulo apontou estar em um maca, no corredor do Hospital Regional Regional de Ceilândia, a 37 km do Palácio da Alvorada.

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"O SUS é para todos. Não vai ter um SUS pessoal para o Bolsonaro, presidente. O SUS é para todo mundo", observou. Jair Bolsonaro aproveitou os questionamentos sobre o assunto para acusar o jornal de má conduta. 

"Ela [Michelle] deve ter uns 50 parentes só na Ceilândia. Estavam [a Folha de São Paulo] atrás para fazer uma matéria por outro motivo, para dar uma baixaria. Não vou falar. Uma baixaria total… E daí encontraram no hospital. Daí não fizeram essa matéria da baixaria total. Fizeram apenas para tentar desacreditar. Como é que pode uma senhora que trata de deficientes abandonar a vovozinha querida, né. Isso aí que a Folha de S. Paulo fez. Não desiste", ressaltou.

O presidente ainda relatou como era o relacionamento dele com a avó de Michelle. "Acho que falei com essa senhora uma vez na minha vida. Eu conheci a Michelle na Câmara. Ela estava separada. Em quatro meses, namorei, noivei, casei com ela. Tinha uma filha e ela foi, logicamente, morar comigo. Naquela época, nesses quatro meses, eu fui umas 30 vezes na Ceilândia. Depois disso, duas ou três. Não conheço a família dela. E a família dela é enorme", disse.

"Aqui estão abertas as portas se quiserem visitar a gente, os familiares. Agora, a avó dela tem uma vida pessoal. É bastante idosa. Pessoa completamente livre, né. Não sei o relacionamento dela com seus oito filhos, não sei, está certo!? E isso é família, né. O meu pai dizia lá trás: 'Parente bom é parente longe'. Meu pai dizia isso, não sei se vocês concordam comigo. Cunhado, para que serve cunhado? Para buscar cerveja na geladeira, mais nada", complementou. 

A avó da primeira-dama foi transferida para o Hospital de Base, unidade com mais estrutura.

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) expressou apoio através do seu perfil oficial no Twitter nesta quarta-feira (14) a mulheres trabalhadoras rurais que realizaram a Marcha das Margaridas, em Brasília. 

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“Um grande viva às margaridas. Mais de 100 mil na Marcha das Margaridas, em Brasília. Trabalhadoras rurais, mulheres fortes, na luta por reforma agrária, saúde, educação e contra o fascismo”, endossou a petista.

O ato das mulheres, que compareceram de diversas partes do Brasil, reivindicava mais políticas públicas para o campo, além de ações que visem melhorar a saúde pública direcionada para elas. 

“Sempre estive com as Margaridas. Sempre estarei”, complementou Dilma em sua publicação. O tema da manifestação deste ano é "Margaridas na luta por um Brasil com soberania popular, democracia, justiça, igualdade e livre de violência".

 

Indígenas ocuparam, na manhã desta segunda-feira (12), o prédio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, em Brasília. O ato, de acordo com a organização, é em "defesa do subsistema de saúde indígena".

As mulheres que entraram no local querem uma reunião com a secretária da pasta, Silva Waipã, para debater sobre a eventual municipalização do SUS nas aldeias. 

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De diversas etnias, as índias estão se concentrando em Brasília para a 1ª Marcha das Mulheres Indígenas do país. Elas devem fazer uma passeata até o Congresso Nacional nessa terça para tentar pressionar a votação de pautas que as beneficiem.

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Assim como fez em junho em São Paulo, o presidente da República Jair Bolsonaro participou na manhã deste sábado da Marcha para Jesus em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, organizada por grupos evangélicos da capital federal.

Em discurso, o presidente tratou de temas como a família e valores cristãos. “Temos um presidente que, além da família e da questão da educação, tem amor ao próximo. Não discriminamos ninguém, não temos preconceito. E deixo bem claro: as leis existem para proteger as maiorias. É única maneira para vivermos em harmonia”, avaliou.

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Bolsonaro ressaltou a liberdade de credo, mas disse que a fé cristã prevalece no Brasil. “Respeitamos todas as religiões e até quem não tem religião, mas a grande maioria do povo brasileiro é cristão”, descreveu.

O presidente também ressaltou que o governo está cumprindo promessas de campanha. E criando um ambiente de maior liberdade econômica que vai reduzir custos para os consumidores. “Estamos facilitando a vida de todos”.

Segundo ele, esse seria o caso da Medida Provisória nº 892, assinada há cinco dias, que desobriga a publicação de balanços das empresas com capital aberto em jornais impressos de grande circulação. Conforme o presidente, a iniciativa vai “ facilitar a vida de todo mundo. Ninguém lê aquele negócio. O mundo progrediu, se aperfeiçoa, se moderniza”.

De acordo com o ato que tem força de lei, as publicações dos balanços “serão feitas nos sítios eletrônicos da Comissão de Valores Mobiliários e da entidade administradora do mercado em que os valores mobiliários da companhia estiverem admitidas à negociação”. Os balanços também deverão ser divulgados no site das próprias empresas.

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