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A Polícia Civil do Rio de Janeiro busca o responsável por colocar tachinhas na ração de animais de rua em Copacabana, na Zona Sul da cidade. O caso foi denunciado por uma moradora que passava no local.

Morgana Bernabucci caminhava na Rua Francisco Otaviano, no sábado (20), quando se deparou com uma lâmina de barbear no meio da ração espalhada na rua. "Eu percebi que tinha um barbeador, que tava separado o cabo da lâmina, e nesse momento eu percebi que havia várias tarraxas com a ponta voltada para cima espalhadas em meio à ração", relatou.

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A Secretaria de Proteção e Defesa dos Animais foi acionada e a Polícia Civil, através da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, instaurou um inquérito. A pasta pediu acesso a imagens de câmeras de segurança de condomínio e comércios da região para auxiliar nas investigações.

O suspeito pode ser acusado pelo crime de maus-tratos aos animais, que prevê pena de até cinco anos de prisão. As penas cominadas aumentaram em 2020 quando envolver cachorro ou gato. 

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Os latidos de um cachorro auxiliaram uma equipe de resgate a localizar sua tutora, uma mulher de 35 anos desaparecida em uma trilha em Honolulu, a capital do Havaí. No dia 15 de janeiro, pouco depois das 15h no horário local, o Corpo de Bombeiros de Honolulu recebeu uma chamada de emergência sobre uma pessoa desaparecida na trilha Lanipo (Mau?umae Ridge), dizem os bombeiros em comunicado.

Seis unidades com 17 bombeiros responderam com esforços para busca aérea e terrestre. Em meio às buscas, pessoas fazendo caminhada na área relataram a presença de um cachorro latindo a cerca de duas horas do início da trilha, em uma encosta íngreme da montanha. A equipe no helicóptero localizou visualmente o cachorro e um bombeiro desceu de rapel cerca de seis metros encosta abaixo para resgatá-lo.

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De acordo com a CBS News, citando informações do site Alltrails.com, a trilha Mau?umae Ridge tem cerca de 11 quilômetros de extensão - e, geralmente, cães não são permitidos na trilha.

Segundo os bombeiros, ao fazer o transporte aéreo do cachorro para a zona de pouso, o piloto notou um objeto mais de 20 metros abaixo de onde estava o cachorro. O helicóptero então retornou ao local e o bombeiro voltou a descer de rapel, constatando que o objeto era uma bolsa com itens pessoais.

Paralelamente às buscas na área, os bombeiros encontraram o nome e telefone da tutora na coleira do cachorro, mas ligações para o número não foram atendidas. O Departamento de Polícia de Honolulu então foi chamado para uma verificação na casa da mulher, constatando que não havia ninguém em casa. As equipes de resgate também confirmaram que o carro da dona do cachorro estava estacionado no início da trilha.

Após extensa busca aérea e terrestre, os bombeiros localizaram a mulher às 17h37, horário local, cerca de 30 metros abaixo de onde sua bolsa estava localizada, sob uma folhagem espessa. Após uma avaliação médica e cuidados básicos, ela foi resgatada e levada por ar até a área de pouso, de onde foi transferida para um hospital. Ninguém mais se feriu, afirmam os bombeiros de Honolulu.

O parlamento da Coreia do Sul aprovou nesta terça-feira, 9, uma legislação histórica que proíbe a indústria de carne de cachorro, que está em declínio no país, uma vez que os apelos públicos para a proibição cresceram bastante em meio a campanhas pelos direitos dos animais e preocupações com a imagem internacional do país.

Alguns criadores de cães irritados disseram que planejam entrar com uma apelação constitucional e lançar manifestações de protesto, uma sugestão de que o debate acalorado sobre a proibição continuará.

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Ativistas dos direitos dos animais seguram cartazes durante um comício acolhendo um projeto de lei que proíbe o comércio de carne de cachorro na Assembleia Nacional em Seul, em 9 de janeiro de 2024.

O consumo de carne de cachorro, uma prática secular na península coreana, não é explicitamente proibido nem legalizado na Coreia do Sul. Pesquisas recentes mostram que mais pessoas querem a proibição e a maioria dos sul-coreanos não come mais carne de cachorro. Mas as pesquisas também indicaram que um em cada três sul-coreanos ainda se opõe à proibição, mesmo não comendo carne de cachorro.

Na terça-feira, a Assembleia Nacional aprovou o projeto de lei por uma votação de 208 a 0. O governo do presidente Yoon Suk-yeol apoia a proibição, portanto as etapas subsequentes para torná-la lei são consideradas uma formalidade.

"Esta lei visa contribuir para a realização dos valores dos direitos dos animais, que buscam o respeito pela vida e uma coexistência harmoniosa entre humanos e animais", diz a legislação.

O projeto de lei tornaria o abate, a criação, o comércio e a venda de carne de cachorro para consumo humano ilegais a partir de 2027 e puniria esses atos com 2 a 3 anos de prisão. Mas não estipula penalidades para o consumo de carne de cachorro.

O projeto de lei ofereceria assistência aos fazendeiros e outras pessoas do setor para fecharem seus negócios ou mudem para alternativas. Segundo o projeto de lei, os detalhes da proibição do setor seriam elaborados entre funcionários do governo, fazendeiros, especialistas e ativistas dos direitos dos animais.

A Humane Society International chamou a aprovação da legislação de "história em construção".

"Nunca pensei que veria em minha vida uma proibição da cruel indústria de carne de cachorro na Coreia do Sul, mas essa vitória histórica para os animais é uma prova da paixão e determinação do nosso movimento de proteção animal", disse JungAh Chae, diretor-executivo do escritório da HSI na Coreia.

A legislação deixou os fazendeiros extremamente chateados e frustrados."Trata-se de uma clara violência do Estado, pois estão infligindo a liberdade de opção profissional. Não podemos ficar parados", disse Son Won Hak, agricultor e líder de uma associação de agricultores.

Son disse que os criadores de cães entrarão com uma petição no tribunal constitucional e farão passeatas em protesto. Ele disse que os agricultores se reunirão na quarta-feira, 10, para discutir outras medidas futuras.

Não há dados oficiais confiáveis sobre o tamanho exato do setor de carne de cachorro da Coreia do Sul. Ativistas e fazendeiros afirmam que centenas de milhares de cães são abatidos para consumo de carne todos os anos no país. Fonte: Associated Press.

Um cachorro Goldendoodle chamado Cecil, que vive em Pittsburgh, no estado americano da Pensilvânia, comeu US$ 4 mil (cerca de R$ 19,6 mil) em cédulas de dinheiro pertencentes aos seus tutores. O caso aconteceu na primeira semana de dezembro de 2023 e posteriormente foi compartilhado pelos tutores, Carrie e Clayton Law, no Instagram, em um vídeo de tom humoroso. O relato viralizou na rede e possui quase 200 mil curtidas. 

Segundo os donos do animal, o dinheiro estava em cima do balcão da cozinha do casal. Eram notas de US$ 50 e US$ 100 e estavam ao alcance de Cecil, que tem sete anos de idade. A quantia, retirada da conta poupança do casal, foi destinada à instalação de uma cerca e deveria ser guardada.  

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Cecil, cão de sete anos de idade que comeu US$ 4 mil em cédulas de dinheiro. Foto: Reprodução/Instagram

Após notar que o cachorro estava mais quieto que o normal, o casal descobriu notas mastigadas espalhadas por toda a casa. Os Law ligaram para o veterinário para saber se Cecil deveria ser examinado depois de comer a pilha de dinheiro, mas foram assegurados de que, dado o tamanho do cachorro, o monitoramento em casa seria suficiente. 

Carrie Law disse que ligou para o banco, onde o gerente disse que incidentes semelhantes haviam acontecido no passado, e que eles aceitariam notas coladas com números de série visíveis, de acordo com o The Post. Posteriormente, Cecil vomitou parte do dinheiro ingerido, que o casal começou a juntar, mas as Leis também tiveram que retirar o dinheiro de dentro dos bolos fecais do cachorro. Os tutores recuperaram cerca de US$ 2,5 mil (cercan de R$ 13,2 mil) do valor total.

Um vídeo que eles compartilharam no Instagram mostra Clayton Law coletando cocô no jardim, antes de lavá-lo na pia. 

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Uma mulher de 45 anos está desaparecida desde que entrou em um lago congelado para salvar o próprio cachorro, no último sábado (23), nas imediações da trilha North Fork Eagle River, a 32 quilômetros da cidade de Anchorage, no Alasca. Amanda Richmond comemorava o aniversário de 18 anos de casamento junto ao marido, identificado como Brian Rogers, e durante uma caminhada, o cachorro caiu em um buraco no trecho d’água.  

Amanda seguiu o cachorro e nadou sob o gelo na tentativa de encontrar o animal. Desde então, foi considerada desaparecida, após não conseguir retornar à superfície. “Ela não interveio para salvar ‘apenas um cachorro’, era um membro da família”, disse o marido, de 49 anos, em comunicado. “Para mim e nossos quatro filhos, ela morreu como uma heroína”, continuou. 

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Uma busca aérea e terrestre foi realizada até o anoitecer de sábado e retomada na véspera de Natal. Mergulhadores cortam o gelo para usar dispositivos de sonar na esperança de localizar a mulher desaparecida; os trabalhos seguem até o momento. O diretor de comunicações da Polícia Estadual do Alasca, Austin McDaniel, classificou o desaparecimento da mulher como um “acontecimento trágico”, acrescentando que o foco das autoridades estava em encontrá-la “para que a família pudesse ter algum encerramento”. 

A autoridade pediu que a população seja cautelosa no gelo. “Se você estiver em lagos, rios ou outros tipos de cursos de água congelados, certifique-se de conhecer a profundidade do gelo”, disse. “Com o inverno interessante que temos vivido em Southcentral, no Alasca, pode haver uma quantidade substancial de neve em cima de gelo muito fino.” 

 

Sempre dizem que os cachorros são o melhor amigo dos humanos, né? Leais, fofos e protetores, alguns pets de quatro patas não medem esforços para terem certeza que seus donos estão bem. E foi exatamente isso que aconteceu com Ana Hickmann e Joaquim, cachorro resgatado pela apresentadora.

Em entrevista ao Domingo Espetacular, a loira deu detalhes das agressões que sofreu do ex-marido, Alexandre Correa. Durante uma das brigas do casal, a apresentadora estava tentando se proteger na cozinha, fechando a porta de correr, mas o ex-companheiro estava fazendo o movimento contrário.

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- Ele tentou me agarrar com força para eu não ligar [para a polícia] e eu comecei a gritar, pedindo socorro. Quando eu fui tentar fechar a porta, ele empurrou com toda a força quando percebeu que eu não ia largar. Na hora a porta fechou no meu cotovelo, mas o sangue estava tão quente que eu não senti dor. Mas os meus cachorros, a Fanny e o Joaquim, estavam atrás de mim latindo muito. Eu gritei pega!, e o Joaquim avançou nele e eu consegui travar a porta.

Joaquim é o mesmo cachorro que foi resgatado por Hickmann no meio de uma estrada contra a vontade de Alexandre. Em um vídeo resgatado pelos fãs, a apresentadora aparece com o dog no colo, enrolado em uma jaqueta jeans, enquanto o ex-marido direciona comentários maldosos à ela:

- Não tem condição. Não tem condição. Você pegou o animal na rua, né? Você tem dois miolos a menos, disparou Alexandre.

- É um bebê. Não posso deixar ele, tentou se defender Ana.

Durante a conversa com o Domingo Espetacular, Ana Hickmann confirmou que já entrou com o pedido de divórcio de Alexandre Correa com base na Lei Maria da Penha.

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Após uma semana ilhado em uma região de mangue da cidade de Iguape, no Vale do Ribeira, litoral de São Paulo, o golden retriever Max, de quatro anos, foi resgatado por seus tutores. O cachorro desapareceu após as fortes chuvas que chegaram ao estado na última semana provocarem um aumento de oito metros no nível do Rio Ribeira, que corta uma região de mata. 

O resgate foi filmado por um drone (veja abaixo) e publicado em um perfil de notícias de Ilha Comprida, cidade vizinha a Iguape. “Ele estava a aproximadamente 1 km dentro do mangue e da mata com água. O meu cunhado falou que o encontrou só com a cabecinha de fora. Graças a Deus, voltou para gente”, disse a tutora de Max, ao G1. 

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No último domingo (5), os cuidadores do cachorro foram levar comida para uns animais em uma região conhecida por Rocio, em uma área de mangue, onde já haviam ido seis vezes procurar por Max. Aline afirmou que insistiu em buscar pelo pet na localidade "por intuição" e que na última tentativa, finalmente ouviu o latido do cachorro em resposta a um chamado seu.  

Jeferson e Netho, marido e cunhado de Aline, respectivamente, entraram no mangue e resgataram Max. De acordo com a tutora, o cachorro estava em estado de choque, muito magro e com as patas machucadas, provavelmente por ter ficado muito tempo embaixo da água. O golden precisou ficar em observação em uma clínica veterinária por um dia e já está em casa se recuperando. 

 

Um cachorro da raça Lulu da Pomerânia precisou ser resgatado por agentes da Polícia Militar após ficar trancado por quase duas horas dentro do porta-malas de um carro em Toledo, no Paraná. O caso aconteceu na quarta-feira (20), em um dia em que a cidade enfrentou temperaturas acima dos 30 graus. 

O veículo de luxo estava estacionado perto de um shopping, mas o dono do animal não foi localizado. Assim, populares acionaram policiais militares da região, que precisaram quebrar o vidro do carro para resgatar o cãozinho, que estava ofegante e trêmulo devido à alta temperatura. 

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Após o resgate, a responsável pelo pet alegou tê-lo deixado no carro por poucos minutos enquanto levava o neto para cortar o cabelo, mas uma testemunha afirmou ter visto o animal trancado por ao menos 1h20. A temperatura ambiente no dia era de cerca de 32°C. 

A dona do cãozinho, que estava tomando um sorvete, foi encaminhada para a delegacia por maus-tratos. Atualmente, a pena prevista na lei de maus-tratos aos animais é de três meses a um ano de detenção, além de multa.

Uma cuidadora foi presa após uma bebê de 11 meses e um cachorro morrerem depois de ficarem sozinhos por seis horas dentro de um carro, na Virgínia, nos Estados Unidos. Kristen Danielle Graham, de 40 anos, foi detida na terça (12) por negligência infantil e crueldade animal.

A mãe, uma adolescente de 17 anos, disse que Kristen costumava cuidar da criança. A bebê estava há dois dias com a mulher, indicou o xerife da polícia local Ron Montgomery, que ressaltou o alto índice de calor no dia do ocorrido.

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A cuidadora teria chegado em casa por volta das 8h30, deixado a criança e o cachorro no veículo e ido dormir. Ela só acordou por volta das 14h30, quando foi avisada das mortes.

"Assim que chegou em casa, ela abriu as janelas do carro, desligou o veículo e deixou o cachorro e a criança no carro", confirmou o xerife.

Kristen teria dado versões conflitantes em seu depoimento e dito que ficou com a criança e o cachorro dentro do carro. "As evidências que coletamos não corroboram com essa informação. Acreditamos que ela os deixou, entrou em casa, foi dormir e voltou seis horas depois", afirmou o xerife ao jornal Today.

A mulher foi encaminhada à Cadeia Regional da Península da Virgínia. A investigação segue com a perícia do veículo para determinar a causa da morte. O xerife destacou ainda que, dependendo dos resultados da autópsia da criança, ela pode ser acusada por homicídio.

Um filhote de pit bull precisou ser resgatado pela polícia da Califórnia, nos Estados Unidos, após o animal apresentar sinais de uma possível overdose de fentanil. As autoridades acreditam que a cadela tenha entrado no estoque de entorpecentes de seus tutores, um homem e uma mulher. O casal foi preso por maus tratos na última quarta-feira (6).

O pit bull, de apenas oito semanas, recebeu dos policiais, segundo a imprensa norte-americana, uma dose de Narcan, um tratamento de emergência utilizado em casos de superdoses ou intoxicação, e ela imediatamente começou a se recuperar. Um oficial transportou rapidamente o cão para um veterinário de emergência para tratamento. O Departamento de Polícia da cidade de Irvine informou que a Unidade de Serviços de Animais tomará posse do animal.

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Caleb Aaron Gibson, 29, de San Juan Capistrano, e Katherine Marylou Menke, 27, de Santa Ana, foram presos. Os donos do cachorro podem enfrentar acusações que incluem porte de drogas e crueldade contra animais, de acordo com o Departamento de Polícia de Irvine.

O incidente começou com um encontro "consensual" entre o casal e a polícia na quarta-feira, do lado de fora de uma loja Walmart, disse o porta-voz do departamento, Kyle Oldoerp. Depois que os policiais descobriram fentanil em seu carro, os dois foram presos, disse ele.

"Então a mulher disse: 'Ah, acho que meu cachorro está tendo uma overdose'", disse Oldoerp ao programa Los Angeles Times no sábad (9). "Ela conhecia os sintomas porque era a segunda vez que o cachorro teve uma overdose."

O porta-voz da polícia disse que não ficou imediatamente claro como o cão teria sido exposto à droga, que é até 50 vezes mais poderosa que a heroína. Uma dose tão pequena quanto 2 miligramas pode ser fatal para um ser humano, embora os cães sejam menos sensíveis à droga, de acordo com o Times. "Se eles estão usando drogas em seus carros, só podemos especular", disse Oldoerp.

Já dizia aquele ditado: o cão é o melhor amigo do homem. Quem tem um animalzinho de estimação em casa, conhece o amor incondicional que eles têm para dar. Diante disso, Pétala Barreiros acabou sendo detonada na web após dizer que não ficaria com o cachorro que tinha acabado de adotar por falta de espaço em sua mansão.

No último domingo, dia 30, a influenciadora usou as redes sociais para avisar que Perigoso, nome dado ao pet, não ficaria com a família após cinco semanas que ela tinha resgatado o animal das ruas.

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- Apareci agora para dar boa novidade para vocês. Hoje a gente vai dar um novo lar para o Perigoso. O Perigoso é um cachorro muito novo e gasta muito energia e a gente não tem espaço para ele lá em casa. Ele já fugiu umas quatro vezes e a gente mora bem perto de uma avenida, tem muito risco. A gente começou a ficar preocupado com o bem-estar dele. Ele começou a ficar muito nervoso por não ter espaço e começou a se morder muito, disse.

E continuou:

- Lá em casa, a gente não tem espaço para ele brincar. O espaço que a gente tem, ficou todo para ele e acabou tirando o espaço das crianças, que é ali na área da piscina. Mas acabou ficando ruim para as crianças e para o Perigoso também.

Contudo, o posicionamento de Pétala não agradou os seguidores.

A casa não tinha espaço, é? Não quis cuidar do cachorro, disse um.

Resgatou ele só para ter engajamento, afirmou outro.

Com o filho de vocês, quando a casa está apertada, vocês se desfazem das crianças?, disparou o terceiro.

Essa mulher é um dos seres humanos mais sem caráter e podre do mundo, xingou mais um.

Eita!

O Projeto de Lei 1897/23 reconhece a expressão “vira-lata caramelo” como manifestação cultural imaterial do Brasil. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. 

O autor da proposta, deputado Felipe Becari (União-SP), afirma que os vira-latas caramelo são uma parte importante da cultura brasileira e representam muito mais do que apenas um tipo de cachorro. Segundo ele, esses cães são símbolos de lealdade, amor e respeito aos animais, e ajudam a mostrar que a diversidade é uma das maiores riquezas nacionais.

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“O vira-lata caramelo é um símbolo da cultura brasileira e está presente em diversos aspectos da sociedade. Desde a música até a literatura, esses cães têm um lugar especial na cultura popular do País. Além disso, os vira-latas caramelo também são presença constante em filmes, novelas e séries brasileiras”, diz Becari. 

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) define como patrimônio imaterial as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas – com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados – que as comunidades, os grupos e, em alguns casos os indivíduos, reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural.  Tramitação O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. 

*Da Agência Câmara de Notícias

Frank Aguiar usou as suas redes sociais para lamentar a morte do seu cachorro de estimação, Floquinho. Aos prantos, o músico contou que o animal caiu na piscina de casa, enquanto não tinha ninguém, e infelizmente morreu afogado.

"Eu não paro de chorar meu Deus! Me dê força e compreensão meu Pai pra superar essa saudade , essa perda … Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;1 Coríntios 1:27."

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Em outra publicação, Frank mostrou o momento em que chegou em casa e foi recebido pelo seu outro cãozinho, o Bob.

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"Lendo todas as mensagens de vocês, quero agradecer imensamente um tanto de conforto que estão me emanando! É muito doloroso acreditar que ele não estar mais aqui. Eu vivia 24h com os dois (Floquinho e BOB, que está aqui tristinho também sentindo a falta do companheiro) Deus nos conforte!"

Um cachorro da raça Staffordshire Bull Terrier, de 2 anos, recebeu no Reino Unido o reconhecimento do ‘Pet Of The Year’ (pet do ano, em tradução livre) depois de transformar a vida de sua tutora, ajudando-a a enfrentar uma ansiedade incapacitante que impediu que ela saísse de casa durante sete anos.

Amee Tomkins, de 33 anos, moradora de Milton Keynes, uma cidade do sudeste da Inglaterra, tem autismo e um longo histórico de ansiedade. "Eu não saía de casa por meses, nem mesmo para ir às compras ou consultas médicas", disse Amee. "Eu tentava ir, mas quando chegava à porta, simplesmente não conseguia", relatou ao portal Vets Now, responsável pela premiação pet.

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Ela pegou a Belle quando filhote. Com a chegada do cachorro, descobriu que podia, progressivamente, sair passear com o cão. Ao notar o potencial de Belle, procurou um especialista em comportamento animal para treiná-la como um cachorro assistencial.

Foi a partir disso que, pela primeira vez em cerca de sete anos, Amee começou conseguiu ir a lugares como cinema, teatro e restaurantes, além de fazer compras. O bull terrier, inclusive, intervém quando o TOC de Amee dificulta as compras ao tocar seu cartão bancário na máquina para pagar. "Ela pega meu cartão para pagar no caixa e entrega o dinheiro que eu dou a ela, se necessário", conta a tutora.

"Se ela sentir que estou ficando ansiosa, ela pulará e colocará a cabeça em mim para me esfregar, o que é realmente calmante", relata. "Ela me deixa de castigo para que eu possa respirar e seguir em frente. E se eu tiver um ataque de pânico, sei que ela encontrará a saída mais próxima e me tirará da loja."

A companhia do cachorro, inclusive, foi um fator decisivo para Amee ganhar confiança e enfrentar um tratamento de fertilidade. Amee acabou engravidando do seu filho, Olly, e Belle, inclusive, foi a primeira cachorra admitida na ala de parto do hospital universitário Milton Keynes, quando Amee e seu parceiro Paul deram as boas-vindas ao bebê, em maio deste ano.

Belle também é uma cadela de terapia da instituição de caridade Canine Concern e faz parte de um programa semanal Bark to Read em uma escola primária local, além de frequentar uma biblioteca infantil durante as férias. "Ela abriu o mundo inteiro para mim, deixe-me ser mãe e devo muito a ela", afirma a tutora.

Bobi, cachorro mais velho do mundo, celebrou o seu 31º aniversário nessa quinta-feira (11). O aniversariante, que é português, é um Rafeiro do Alentejo puro, raça que tem origem na região alentejana de Portugal e é geralmente utilizada como guarda de rebanhos bovinos. Nascido em 11 de maio de 1992, o europeu acaba de ser reconhecido como o canino que mais viveu na história, superando o pastor australiano Bluey, que viveu 29 anos (1910-1939). 

A data de nascimento de Bobi foi confirmada pelo Serviço de Medicina Veterinária do Município de Leiria (Portugal), juntamente com a base de dados de animais de estimação do governo (SIAC). No próximo sábado (13), o idoso vai receber 100 fãs e amigos, incluindo convidados internacionais, para comemorar o aniversário novamente. A informação é do tutor, Leonel Costa, de 38 anos, que tinha apenas oito anos quando recebeu Bobi em casa. 

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“Olhar para ele é como me lembrar das pessoas que fizeram parte da nossa família e infelizmente não estão mais aqui, como o meu pai, meu irmão e meus avós, que já partiram deste mundo", disse Leonel ao Guinness. "Bobi representa essas gerações", afirma o tutor. Costa também disse que já teve outros cachorros de vida longa, incluindo a mãe de Bobi, Gira, que viveu até os 18 anos. A média de vida para rafeiros é de 12 anos. 

"Apenas Bobi conseguiria explicar isso, caso ele falasse", disse Leonel ao Guinness World Records. "Situações como essa, são resultado normal da vida que eles levam, mas Bobi é único." 

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Um homem foi preso em flagrante por maus tratos a animais e porte ilegal de arma de fogo nessa quinta-feira (4), por policiais da Delegacia Territorial de Planalto, na Bahia. Conforme apuração de local de crime, ele deu um tiro em um cachorro no Povoado de Vereda Novo, naquele município. 

"Recebemos informações pelo tutor, que o animal foi alvejado por disparo de arma de fogo na frente do filho, de três anos. Em depoimento, o acusado alega que o cachorro estaria supostamente comendo suas galinhas", explicou a delegada titular da DT/Planalto, delegada Karla Rodrigues de Souza.

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O homem foi autuado em flagrante na unidade policial e segue custodiado à disposição do Poder Judiciário. A arma do crime será encaminhada para o Departamento de Polícia Técnica (DPT). 

Da assessoria

 Um homem de 45 anos foi preso depois de jogar um cachorro na correnteza do Riacho do Curral Velho, que liga o município de Afogados da Ingazeira a Carnaíba, no Sertão de Pernambuco, nessa segunda-feira (17). Ele foi preso e autuado por maus-tratos. O animal conseguiu se salvar a nado e foi entregue ao tutor. 

A Polícia Militar recebeu imagens do momento em que o cachorro Bolinha é arremessado na água, que ganhou força devido às chuvas na região. O suspeito foi levado à delegacia, prestou depoimento e foi liberado para responder ao processo em liberdade. Caso condenado, ele pode receber uma pena de dois a cinco anos de reclusão e multa. A pena máxima poderia ter sido aumentada caso Bolinha tivesse morrido.  

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Em meio à campanha Abril Laranja, a Polícia Federal (PF) convoca a sociedade para reforçar o enfrentamento à crueldade animal. "Antes de aceitar um cão em casa, é dever do tutor planejar os futuros gastos e a nova rotina que terá com a chegada do animal. Muitos cães são maltratados e abandonados porque fazem xixi no lugar errado, destroem objetos, latem muito. Porém, impedir um cão de latir ou querer brincar é impossível, vai contra a natureza do animal [...] antes de adotar um animal é preciso pensar na qualidade de vida do animal. Cada fase do animal exige cuidados específicos como castrar, vacinar, alimentar corretamente e passear todos os dias", apontou em nota. O órgão também enfatizou importância de ajudar ONGs voltadas ao acolhimento de animais abandonados.  

De acordo com os dados da Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa), em São Paulo, de janeiro a novembro de 2021, foram feitas 16.042 denúncias de maus-tratos. E em outras regiões do Brasil, os números de violência contra pets também aumentaram durante esse período: 111% no Paraná; 64% no Distrito Federal; 57% em Juiz de Fora; 48% Minas Gerais; 21% no Rio de Janeiro.  

A legislação brasileira define maus tratos como atos ou omissões que provoquem dor ou sofrimento desnecessários aos animais. Dentro dessa definição, 15 infrações foram listadas pelas autoridades:  

1- Não prestar assistência médico veterinária; 

2- Submeter animal a situações que provoquem estresse e sofrimento; 

3- Manter animais sem a capacidade de prover cuidados básicos e boas condições de saúde; 

4- Expor o animal a trabalhos excessivos, sem descanso água e alimento; 

5- Promover maus-tratos de forma intencional e/ou continuada; 

6- Realização de atos intencionais que provoquem dor física ou mental no animal. 

7- Não oferecer água e comida todos os dias; 

8- Manter o local em que o animal vive em condições precárias de higiene; 

9- Deixar o animal 24 horas aprisionado com corrente; 

10- Utilizar animais para rinhas; 

11- Machucar ou mutilar o animal (incluindo procedimentos como conchectomia ou caudectomia (cortar as orelhas ou a caldas dos animais apenas para fins estéticos) 

12- Envenenar cachorro, gato ou qualquer outra espécie; 

13- Abandonar; 

14- Traficar animais silvestres; 

15- Exterminar qualquer animal; 

A PF também classificou cinco pilares de liberdades que devem ser adotados por quem acolhe um animal:  

1º Livre de fome, sede e má nutrição

A primeira liberdade dos animais é o direito à alimentação e hidratação adequadas para que possam se desenvolver com saúde e qualidade de vida. 

2º Livre de dor, doenças e injúria 

Qualquer animal de estimação deve ser livre para receber os cuidados de saúde necessários. Isso corresponde a oferecer carinho, respeito e cuidados para evitar doenças.

3º Livre de desconforto 

Todo animal merece acesso a um ambiente confortável livre de agressões, fome e frio, onde possam viver felizes, abrigados e bem cuidados. 

4º Viver sem medo ou estresse 

É direto do animal ter acesso a um ambiente que vise garantir que eles possam ter um ambiente saudável para viver, respeitando as características de cada espécie. 

5º Respeito aos instintos do animal 

É preciso garantir que eles tenham seus instintos naturais preservados. Cães, gatos e coelhos, possuem características que são inerentes à sua espécie. Por isso, o tutor precisa oferecer um local onde eles possam correr, latir, brincar e estimular o instinto de caça. 

Canais de denúncia de maus tratos contra animais

Delegacia de Polícia do Meio Ambiente - Telefone: (81) 3184-7119 

Polícia Militar – CIPOMA - (81) 3181-1700 

Centro de Vigilância Ambiental - Prefeitura do Recife - Telefone: (81) 3355-7705/7704 

Secretaria Executiva dos Direitos dos Animais – Telefone: (81) 3355-8371 

IBAMA (no caso de animais silvestres): 0800618080 - www.ibama.gov.br/denuncias; 

Safer Net (crimes de crueldade ou apologia aos maus-tratos na internet): www.safernet.org.br 

Um cachorro da raça pitbull invadiu uma escola no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, na última quarta-feira (12), e avançou para cima dos alunos. Imagens gravadas no momento da confusão mostram os estudantes subindo em uma mesa para se proteger do animal, que estava sem coleira. Um aluno foi mordido na perna.

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Gabriel Heleno dos Santos, de 13 anos, foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e levou pontos na perna. Depois foi encaminhado para um hospital na região para tomar vacina antirrábica, por não haver conhecimento sobre a saúde do animal que o atacou. 

A mãe de Gabriel, Luciene dos Santos, se indignou pelo acontecimento e não sente segurança em mandar os filhos para a escola. “A gente coloca o filho da gente na escola em segurança. Agora um cachorro entrar e não ter um porteiro, não ter ninguém para tomar conta da portaria. Do mesmo jeito que entrou um cachorro poderia entrar um estranho e ter acontecido uma coisa pior”, declarou.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação explicou que o cachorro entrou na escola em um momento em que o portão ficou aberto durante horário de atendimento aos pais dos alunos. Ninguém sabe a quem pertence o animal.

A criança foi encaminhada nesta quinta-feira (13) para realizar exame de corpo de delito, e o caso foi registrado na 21ª Delegacia de Polícia (Bonsucesso).

As famílias devem se reunir neste domingo (9), para celebrar a Páscoa. A confraternização tem como costume a troca de chocolates de ovos de páscoa, mas as famílias que têm pet devem ficar atentas a eles. Se você ama o seu pet, não ofereça nenhum tipo de chocolate, bombom, ou qualquer outra guloseima, pois o chocolate tem substâncias que são tóxicas para os animais e podem até matá-los. 

Segundo a médica veterinária da PremieRpet Keila Regina de Godoy, ao blog Mania Animal, o fígado dos cães e gatos não metabolizam direito uma substância presente no chocolate, que é a teobromina, que está relacionada com a quantidade de cacau. Quanto mais cacau, mais teobromina o produto tem e mais intoxicado o pet ficará. 

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“Chocolates mais escuros e amargos que contém maior percentual de cacau, são os mais tóxicos aos animais. No entanto, o chocolate ao leite e o chocolate branco também fazem mal e não devem ser oferecidos aos pets”, alertou. 

A teobromina pode provocar o aumento de contrações musculares no animal, excitação nervosa, micção em excesso, elevação da temperatura corporal, respiração acelerada, taquicardia, vômitos e diarreia. “A gravidade do quadro varia de acordo com a quantidade ingerida”, reforça a especialista. 

Os casos letais são raros, mas os animais podem passar mal e ter problemas gastrointestinais ao comer o chocolate. Além do risco de intoxicação e mal-estar, o chocolate também pode provocar a obesidade. 

Desta forma, para evitar o sofrimento do animal, por mais que ele peça para comer com o olhar de pidão, não se pode oferecer chocolate a ele. Então, aproveite a Páscoa para recompensá-lo com um bom passeio farejador.

No entanto, nos casos de ingestão acidental, é importante procurar um médico veterinário para avaliar o seu amigão de quatro patas. 

A Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade a Animais (ASPCA) diz que não há consumo considerado seguro quando se trata de animais e chocolate. Mas há limites que aumentam o risco de convulsões e outras complicações. 

 

Quem tem um pet como companheiro sabe o quão difícil é dar adeus a ele, ainda mais quando a morte é repentina. Russell Cowe passou por um momento traumático ao ver seu cachorro sendo atropelado por um caminhão. O filhotinho não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo em seus braços.

"Este é Louis, o Papillion. 16 meses de idade. Minúsculo, atrevido, corajoso. Ele ganhou meu coração. Infelizmente hoje, no segundo aniversário da morte de meu pai, Louis foi atropelado por um caminhão", escreveu no Twitter.

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E continuou:

"Tentamos levá-lo ao veterinário, mas ele morreu em meus braços enquanto eu dizia o quanto o amávamos."

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