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Foi sancionada, nessa terça (10), a Lei 16.734, que proíbe a comercialização e o uso de coleiras que gerem impulsos eletrônicos ou descargas elétricas nos animais no Estado de Pernambuco. Em geral, o artifício é mais usado nos cães, com o objetivo de controlar seu comportamento.

Educar um animal não é uma tarefa fácil, e o que funciona para um tutor pode não funcionar para o outro, mas métodos como gritos, agressões ou choque não podem ser consideradas uma boa forma de adestrar um bicho de estimação.

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Apesar do intuito educativo da coleira elétrica já ter sido considerado válido, foi observado em estudos e pesquisas que o uso deste equipamento causa estresse e sofrimento ao animal. "Eu vejo mais como um castigo do que como, de fato, uma metodologia de ensino. As pessoas estão literalmente dando choque em um ser vivo", reflete Romero Albuquerque, deputado estadual, autor do projeto que deu origem à nova lei estadual.

Publicada no Diário Oficial do Estado, a Lei já está em vigor. A partir de agora, quem descumprir e continuar comercializando o objeto pode receber uma advertência por escrito, uma multa de R$ 5 mil e até a interdição do estabelecimento. "Não se faz necessário continuar usando esse tipo de aparelho para adestrar, quando temos opções bem menos ou nada lesivas, que não vão causar dor. É um direito deles não serem tratados de forma cruel, e é uma obrigação nossa respeitar e fazer com que se respeite", conclui Albuquerque.

Com informações da assessoria

Ao menos 16 pessoas morreram e outras 58 ficaram feridas no choque entre dois trens no leste de Bangladesh na manhã desta terça-feira (12), informou a polícia local.

Três vagões de passageiros foram jogados para fora da linha na estação de Mondogbhag, na cidade de Kasba, após o impacto de uma composição que seguia para a cidade de Chittagong.

"Ao menos 16 pessoas morreram. Outras 58 estão feridas. Levamos os feridos para diferentes hospitais da região", disse à AFP o chefe da polícia local. O serviço ferroviário foi interrompido na região, segundo o oficial.

"Ainda estamos conduzindo uma operação de resgate", revelou um funcionário da ferrovia, que suspeita de um problema na sinalização como a causa do acidente.

Problemas generalizados na infraestrutura provocam muitos acidentes com trens em Bangladesh.

De acordo com o Fórum de Repórteres sobre Cargas e Comunicações no primeiro semestre do ano foram registrados 202 acidentes ferroviários em Bangladesh.

Uma mulher, de 35 anos, morreu após receber uma descarga elétrica enquanto colocava roupas na máquina de lavar, na tarde desse domingo (13). A mãe da vítima a encontrou caída, próximo ao eletrodoméstico, na Zona Rural de Sobral, no Ceará.

Segundo uma parente, Fabiana Lucas foi ao quintal da casa do pai para colocar as peças de vestuário na máquina e não retornou. Ela ainda chegou a ser socorrida para o Hospital Municipal Senador Carlos Jereissati, no município de Mucambo.

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De acordo com servidores da unidade de saúde, Fabiana tinha marcas de queimaduras nas mãos e nos braços. Procedimentos de reanimação ainda foram realizados no hospital, porém, ela havia dado entrada já em óbito.

A vítima trabalhava no Colégio Luciano Feijão, que publicou uma nota de pesar. Confira:

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A Polícia Civil (PC) divulgou a identidade e procura o celular do responsável pelo sequestro de quatro horas a um ônibus na Ponte Rio-Niterói, na manhã dessa terça-feira (21). As autoridades querem confirmar se Willian Augusto da Silva, de 20 anos, agiu sozinho ou teve apoio de terceiros.

Familiares informaram à sede da Delegacia de Homicídios de Niterói que Willian vivia isolado e utilizava o celular durante horas. Eles também relataram que o jovem sofria de depressão desde o início do ano, quando teve um surto durante um churrasco. As autoridades investigam o caso, mas sabe-se que o criminoso não tinha antecedentes criminais, apontou o governador carioca Wilson Witzel (PSC).

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Há indícios de que o rapaz agiu de modo premeditado, pois, embarcou no ônibus com uma pistola de brinquedo, uma arma de choque e uma faca. Willian também levou garrafas PET cortadas, barbante e um reservatório com gasolina, apontou O Globo.

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Um pai e os dois filhos - um menino de seis anos e uma menina de quatro - foram atropelados por bandidos que fugiam em um carro roubado, em Taguatinga, no Distrito Federal. Mesmo com o impacto, a família não se feriu gravemente.

As autoridades informaram que o veículo havia sido roubado por dois suspeitos e após atingir a família, ainda colidiu com dois carros. Carlos Alberto Vidal, de 48 anos, e Anailson Rocha de Araújo, 27, foram capturados e encaminhados à delegacia do município, onde ficaram à disposição da Justiça, nessa segunda-feira (5).

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O pai apresentou-se como médico e dispensou o auxílio do Corpo dos Bombeiros. A família seguiu para o Hospital Anchieta, onde não foi constatada nenhuma fratura ou lesão grave, de acordo com o Metrópoles.

O veículo era conduzido por Carlos Alberto. Com a apreensão, ele foi reprovado no teste do bafômetro, que registrou 0,63 mg/l. O suspeito tem uma ficha criminal extensa e poderá pegar 15 anos de detenção por roubo, lesão culposa e embriaguez ao volante, segundo o delegado Daniel Azevedo Monteiro.

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Crianças são público cativo da brincadeira que surgiu junto com a comunidade. (Chico Peixoto/LeiaJá Imagens e Arthur Souza/LeiaJá Imagens)

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Contra todos os impeditivos, o mar é democrático em sua soberania. Ignorando todas as barreiras humanas e naturais impostas, ele avança rumo aos arranha-céus da luxuosa Boa Viagem da mesma maneira que desafia as pedras de contenção da praia do Buraco da Véia, em Brasília Teimosa, na Zona Sul do Recife. Para os residentes da comunidade, contudo, a maré alta é sinônimo de diversão. Diante do inevitável futuro marinho de todo litoral, mulheres, meninos e velhos enfileiram-se à barreira e aceitam de bom grado o sobressalto da água que lhes trará uma peculiar sensação de cachoeira. A curiosa brincadeira, não se sabe desde quando, é chamada pelos moradores de “Banho de Choque” e, segundo relatam os mais mais velhos, acompanha Brasília Teimosa desde os primórdios de sua ocupação urbana, mesmo antes da tomada da costa do Recife pelos tubarões na década de 1970, que impossibilitou o banho em mar aberto.

Em sua infalível memória, o aposentado Antônio Manuel da Silva, de 90 anos, guarda a lembrança do dia em que pisou pela primeira vez em seu lar. “Dezoito de maio de 1958. Eu morava na Rua Carneiro Pessoa, no Pina, quando começou a invasão aqui. Meu irmão veio e construiu uma casa para mim”, conta. Caracterizada por uma contínua linha de recifes paralela à costa, a região estava destinada a receber a edificação do Parque de Inflamáveis, que nunca foi construída. As ruas da então ocupação de Areal Novo eram basicamente o resultado da inconsistente mistura entre areia fofa, palha de coqueiro e restos de cascas de marisco.

“Primeiro, começaram a fazer aquelas casinhas ‘arrodeadas’ de papelão, depois as pessoas compraram madeira. Com o tempo, saímos da tábua, para a alvenaria. Mas começamos foi na luta: a gente construía de manhã, de noite a polícia vinha e derrubava, por isso demos o nome de Brasília Teimosa, porque foi construída na teima”, orgulha-se. Já àquela época, Antônio, relata ter presenciado os moradores se divertindo com os “banhos de choque”. “Aqui era uma ilha, cheia de pescadores. Quando o governo quis mudar o nome do bairro para Brasília Formosa, a gente disse: ‘não, deixa Teimosa mesmo’”, conta.

Morador de Brasília Teimosa há 60 anos, Antonio Manuel da Silva lembra de uma comunidade repleta de pescadores e conta que banho de choque sempre fez parte da rotina do local. (Chico Peixoto/LeiaJáImagens)

Com o primeiro nome em homenagem à capital federal, também construída na década de 1950, Brasília Teimosa só teve as palafitas removidas da beira-mar no ano de 2003, durante o governo Lula (PT), que realocou seus antigos moradores para pelo menos novas 504 residências. Com nova orla e avenida, o Bairro enfim se urbanizou e a praia do Buraco da Véia passou a receber moradores de outras comunidades do Recife. “Boa Viagem gosto não. O Pina já é mais agitado, mas aqui é mais familiar. Venho faz tempo, relaxar e tomar um banho de choque”, diz o lavador de veículos Ronaldo Delmiro, conhecido como “Batata”, que vai, de bicicleta, da comunidade dos Coelhos ao Buraco da Véia.

Embora possa parecer imprevisível, o movimento das ondas propícias a desencadear o “choque” parece ter sido desvendado pelos moradores da comunidade. “Quando a gente vê logo de longe ela mais alta, é porque é mais perigosa. Eu acho que desde os quatro, cinco anos tomo esse banho praticamente todo dia”, conta a estudante Tâmara Patrícia dos Santos, de 13 anos, que saiu da escola direto para a praia, acompanhada das amigas. A garota relata que os finais de semana e feriados costumam ser de praia lotada, com espaço disputado entre os banhistas por um lugar para receber as pancadas do mar. “Já é uma tradição. Quando fui morar em Piedade só vivia aqui. Desde pequena apegada, aí é difícil sair”, confessa Tâmara.

De acordo com o tio da garota, o produtor audiovisual Dilson Rodrigues, conhecido como “Madrone”, as ondas, em sua época de menino, costumavam ser mais fortes. “As ondas estão mais fracas desde que colocaram mais pedras na arrebentação. Era onda que batia e carregava a gente dois, três metros para a frente. Isso aqui é patrimônio da Brasília”, comenta. De acordo com ele, até hoje é possível reconhecer os melhores dias para o banho de choque. “Em dias de maré alta, quem mora numa casa um pouco mais alta consegue escutar e ver quando a onda bate no paredão. As coisas aqui mudaram muito, quando eu era criança a praia era cheia de palafitas. Agora, temos essa orla bonita, cheia de quadras, e os meninos têm outras opções de lazer, se não estariam todos aqui”, acrescenta.

Quem é a velha do Buraco da Véia?

Ai de quem disser o contrário. Em mais de uma ocasião, a reportagem foi corrigida pelos moradores de Brasília Teimosa: “não é velha, é véia”, cravam. Natural da comunidade, Dilson conta que está produzindo um filme sobre as lendas do bairro. “Uma delas é a de que o Iate (Clube do Recife) fez um muro e ninguém tinha acesso à praia. Aí uma senhora muito corajosa fez um buraco no muro e vinha tomar banho aqui. Dizem que a origem do nome do Buraco da Véia é por conta disso”, conta. A professora aposentada Maria Valença, conhecida como Celeste, de 63 anos, frisa que a tese da população é mais do que uma lenda. “Tudo era praia, inclusive a parte da qual o Iate Clube se apossou dizendo que havia comprado. Sempre ouvimos que as terras não eram nossas, mas da Marinha. Então como eles podem ter comprado? Antes a gente tinha todo o espaço da orla, de uma ponta a outra, até o Pina”, lamenta.

"Isso aqui é patrimônio da Brasília", diz o morador Dilson Rodrigues. (Rafael Bandeira/leiaJá Imagens)

Celeste afirma ter testemunhado a existência de um muro construído pelo Iate Clube. “Queriam fechar a entrada da Rua Badejo (uma das principais do bairro) e o Buraco da Véia como uma praia particular. Só que a população, na época em que Brasília Teimosa era Brasília Teimosa, um bairro aguerrido e politizado, derrubou o muro, que ainda ficou um bom tempo de pé. Tiraram todo e qualquer vestígio do muro”, garante. Como o mar, a população, majoritariamente descendente de pescadores e egressos do êxodo rural dos anos 1950, avançou contra a especulação imobiliária. “A gente brigava por transporte, água, moradia, pela questão do lixo...O teatro estava na rua conscientizando a população dos problemas e os moradores se articulavam em associações”, lembra Celeste, que assistiu à transformação de sua excepcional Brasília em uma das poucas comunidades brasileiras a ter elaborado o próprio projeto de urbanização, batizado de “Teimosinho” e executado com recursos do Banco Nacional de Habitação (BNH).

Celeste celebra conquista da urbanização da orla da comunidade por parte dos moradores. (Rafael Bandeira/LeiaJá Imagens)

Tratamento de choque

Celeste garante que, no passado, era comum que médicos prescrevessem aos moradores da comunidade o banho de choque como medida terapêutica. “Eles aconselhavam, a quem sofria de questões nervosas, tomar o banho de choque, porque ele funcionaria como uma massagem. Muita gente, cedinho, acordava para vir se encostar no paredão”, conta. De acordo com ela, no entanto, não se sabe quem criou o termo “banho de choque” ou ainda quem inventou a brincadeira. “Acredito que a palavra ‘choque’ se deve ao impacto, à surpresa. É a sabedoria popular, alguém foi ,encostou, gostou e passou pro outro. E hoje, se não é trazido pelos mais velhos, hoje, os que chegam aqui em Brasília descobrem o prazer de tomar esse banho”, conclui.

Ao menos nove pessoas morreram e 66 ficaram feridas em um choque de trens nesta quinta-feira (11) na região central do Paquistão.

O acidente aconteceu no distrito de Rahim Yar Khan, na província de Punjab. Um trem de passageiros procedente da cidade de Lahore bateu em um trem de carga que estava parado em um cruzamento

Acidentes de trens são frequentes no Paquistão, país que herdou da época da colonização britânica sua rede ferroviária, atualmente em péssimas condições.

O presidente chinês Xi Jinping negou a existência de um "choque de civilizações" pela tensão entre seu país e os Estados Unidos, em particular pela guerra comercial.

"Pensar que sua própria raça e sua própria cultura são superiores e insistir em transformar ou inclusive substituir outras civilizações é estúpido (...) e desastroso na prática", afirmou Xi Jinping na abertura de uma conferência sobre o diálogo das civilizações asiáticas em Pequim.

"Não há choque de civilizações diferentes, basta observar para apreciar a beleza de todas as civilizações", completou, sem mencionar os Estados Unidos.

As palavras de Xi são uma resposta às declarações no mês passado de uma alta funcionária do Departamento de Estado americano, Kiron Skinner, que afirmou que a rivalidade com a China é "um combate contra uma civilização realmente diferente e uma ideologia diferente".

Esta é a primeira vez que os Estados Unidos enfrentam "um grande rival que não é de raça branca", completou a funcionária em um fórum sobre questões de segurança.

Na semana passada os negociadores americanos e chineses não conseguiram chegar a um acordo comercial. Pequim anunciou represálias ao aumento das tarifas americanas imposto pelo governo de Donald Trump em 10 de maio.

A morte misteriosa de cinco pessoas, que tiveram os corpos encontrados na Baixa Saxônia, três deles em um hotel no sábado (11) e outras duas nesta segunda-feira (13) em uma casa, deixou a Alemanha em estado de choque.

A polícia alemã informou nesta segunda-feira que encontrou dois corpos de mulheres em uma casa de Gifhorn que pertence a uma das três vítimas mortas por flechas disparadas por uma besta, encontradas no sábado em um hotel de Passau, na Baviera. A polícia não informou a causa da morte das duas mulheres.

As pessoas mortas no hotel e encontradas no sábado são uma mulher de 33 anos e um homem de 53, de Renânia-Palatinado, além de uma mulher de 30 anos residente na Baixa Saxônia. Os corpos das duas primeiras vítimas estavam na cama e o da segunda mulher no chão.

O homem e a mulher estavam de mãos dadas e tinham flechas no crânio e no peito, segundo a imprensa local. O corpo no chão tinha uma flecha no torso. As necropsias estavam previstas para esta segunda-feira e devem esclarecer as circunstâncias da morte.

As três pessoas que morreram no hotel chegaram ao local na sexta-feira à noite e tinham reserva para três noites. O homem usava um terno e tinha uma longa barba branca. As duas mulheres estavam vestidas de preto, afirmaram testemunhas ao jornal Bild.

Um porta-voz da Federação Alemã de Tiro em Wiesbaden declarou à agência DPA que as bestas podem ser compradas livremente a partir dos 18 anos.

Populares cercaram e agrediram um ladrão de celular na Rua da Aurora, centro do Recife, na tarde desta sexta (10). Ao ser roubada, a vítima chamou por ajuda e foi atendida por traseuntes e lavadores de vidro na esquina do Cinema São Luiz. 

Após ser imobilizado, várias pessoas chutaram o ladrão, que tentava pedir desculpas. O celular foi recuperado e entregue a vítima. Dois homens chegaram a dar choques no assaltante com um taser.

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Após alguns minutos sendo agredido, um homem levantou o ladrão, deu duas tapas nele e mandou ele "desaparecer". Alguns ambulantes gritavam que naquela área todos eram trabalhadores. Nossa reportagem conseguiu filmar alguns momentos da tentativa de linchamento. Confira:

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A Justiça do Ceará manteve a condenação do Supermercado Lagoa a indenizar uma consumidora que sofreu uma descarga elétrica ao pegar uma bandeja de pimenta-de-cheiro no freezer de verduras do estabelecimento. A empresa MWN Comercial de Alimentos terá de pagar à cliente R$ 370 pelos gastos médicos e R$ 8 mil por danos morais.

De acordo com o processo, o acidente aconteceu em novembro de 2012. A cliente afirma que, com o choque, foi jogada para trás e bateu a cabeça em uma prateleira de madeira. Ela diz que sofreu 'dor, lesão e vergonha' e que nenhum funcionário do supermercado lhe prestou socorro.

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Segundo os autos, o Lagoa contestou o pedido de indenização, argumentando que não havia comprovação da ocorrência, que os danos não existiam e que a responsabilidade seria da concessionária de fornecimento de energia elétrica.

A cliente apresentou em juízo o cupom fiscal da compra, o boletim de ocorrência e uma tomografia do crânio. Duas testemunhas depuseram sobre o fato.

Após a 3.ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza determinar que a empresa pagasse a indenização à mulher, as duas partes entraram com recurso no Tribunal de Justiça do Ceará.

A cliente pediu o aumento da valor da indenização. A decisão inicial foi mantida.

Alegação do supermercado

No processo, o supermercado Lagoa alegou 'inexistência dos danos, ausência de responsabilidade civil e valor excessivo da reparação moral'.

O relator

Na avaliação do desembargador Raimundo Nonato Silva Santos, relator do caso, 'basta a comprovação da ação, do nexo de causalidade e do dano para que se reconheça o dever do fornecedor' de reparação.

Uma acidente trágico ocasionou a morte do secretário de Esportes e Lazer de Paudalho (PE), Leonardo Luiz Coutinho D’Angelo. O ex-vereador faleceu nesta sexta-feira (15), após receber um choque durante a instalação de um poste dentro de sua fazenda, localizada na Usina Mussurepe, de acordo com a Polícia Civil.

O homem contratado para o serviço contou à polícia que o acidente aconteceu no momento em que se alinhava o poste para ser fixado na base que ficaria. O poste era apoiado pelo secretário e ele encostou na rede elétrica, recebendo a descarga.

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Coutinho, que tinha 37 anos, chegou a ser levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, mas já deu entrada na unidade sem vida. O corpo dele foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML), na área central do Recife. 

Mais um acidente mortal envolvendo um celular foi registrado no Brasil, desta vez no Maranhão. Um adolescente de 17 anos morreu ao usar o smartphone que estava sendo carregado em uma tomada na cidade de Santa Quitéria do Maranhão, na terça-feira (12). A família contou que estava chovendo e trovejando muito quando Lucas Hendysson Luz recebeu um choque.

"Estava uma tempestade e caindo raios. A bateria do telefone de Lucas descaregou e ele colocou o aparelho na tomada. Já tínhamos ouvido que não podia carregar telefone e usá-lo ao mesmo tempo, mas nunca imaginávamos que meu filho fosse morrer de um choque", disse o pai do garoto, em entrevista ao UOL.

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Socorrido, ele já chegou morto ao hospital. No atestado de óbito, a causa da morte listada foi parada cardíaca. Lucas tinha completado 17 anos no último dia 6. A família quer procurar a delegacia e registrar um boletim para que o acidente seja investigado.

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Quando chega o mês de setembro, os moradores da comunidade do Bode, no Pina (Zona Sul do Recife), se preparam para a tradicional Noite do Dendê, promovida pela Nação do Maracatu Porto Rico, sediado no local. Realizado há 11 anos, o evento cresceu, em dias e número de atividades e atrações, e reúne, hoje, além dos locais, pessoas vindas de todo o Recife, e de outros estados brasileiros, apaixonados pela cultura afro.

Porém, no último sábado (29), quem estava na 11ª edição festa foi surpreendido pela chegada de nove viaturas da Polícia Militar e um ônibus do Choque ordenando o encerramento do evento. O fato repercutiu durante todo o fim de semana, nas redes sociais, e foi chamado de racismo institucional pelo público.

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O Mestre Chacon Viana, presidente da Nação Porto Rico e coordenador da Noite do Dendê - realizada com o apoio da Prefeitura do Recife, falou com exclusividade ao LeiaJá sobre o incidente. Ele contou que a Polícia Militar chegou ao local por volta das 21h, alegando que a organização do evento não havia enviado um ofício para a PM solicitando segurança para a festa e, por este motivo, seria necessário encerrá-la naquele momento.

"Eu faço esse evento há 10 anos, esta é a décima primeira edição, e nunca precisei mandar ofício, mandar nada para a Polícia pedindo segurança. Até porque, no momento que eu for fazer uma festa na minha comunidade e precisar pedir segurança, eu vou deixar de fazer. A festa é deles, é o 14° salário deles. É um trabalho social que envolve toda a comunidade, a gente jamais precisou pedir segurança", disse o mestre.

Chacon afirmou ter ficado surpreso com a maneira que foi abordado: "Eles já chegaram lá com a base formada, dizendo que eu não mandei o ofício e eles iam acabar a festa. Se às 23h eu não tivesse acabado com a festa, eles iam me prender". Imediatamente, o mestre tentou acionar conhecidos, inclusive o Governador de Pernambuco, Paulo Câmara, na tentativa de reverter a situação.

Faltando alguns minutos para o horário limite dado pelos policiais, o efetivo aumentou consideravelmente: "Umas 15 para as 23h, eles estavam lá com nove veículos, dentro do espaço, fortemente armados, mandando desligar o som. Polícia fortemente armada assusta todo mundo. Como ficamos na negociação esperando algum retorno do governador que estava em Arcoverde, algumas pessoas ligando pro comandante do 19° BPM pra ver se poderíamos continuar ou não, como demorou mais ou menos uma meia hora, eles chamaram o Choque", relembra.

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A situação teve bastante repercussão nas redes sociais. Rapidamente, fotos e vídeos da atuação policial começaram a ser compartilhados juntamente com relatos de pessoas que testemunharam o ocorrido. "A Noite do Dendê do Maracatu Porto Rico foi invadida e interrompida esta noite pelo racismo institucional"; "Nem podemos expressar nossa cultura, hoje tenho só tristeza em minha alma"; "O estado é insensível, insensato e injusto"; diziam algumas postagens.

Uma testemunha, que pediu para ter sua identidade preservada, relatou a esta reportagem ter presenciado a agressão de um oficial. "Um policial do Choque deu uma 'cacetada' no meu amigo. Eles empurraram a filha dele com o escudo, aí ele empurrou de volta, nisso, ele (o policial) já deu uma cacetada. Eles já chegaram para abafar mesmo. Eu nunca tinha presenciado repressão dessa forma", disse.

O Mestre Chacon confirma a violência: "Eu não cheguei a ver, mas a sogra do rapaz veio falar comigo. Ela disse que uma das porradas pegou em uma criança de seis meses e chegou a cortá-la. Eu não vi, mas aconteceu, sim, a criança foi machucada no rosto". Ele lamentou a proprção que a situação tomou: "A nossa festa nunca teve violência, a única violência que teve na nossa festa foi agora. E justamento pelo Governo do Estado".  

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Nesta edição, a Noite do Dendê promoveu exames de mamografia, rodas de diálogos e atividades formativas na área de produção cultural para a comunidade. Agora, o mestre tem se reunido com apoiadores do maracatu e representantes do Governo para saber qual será o desdobramento do incidente.

Ele ainda não sabe informar se haverá um novo momento para retomar as apresentações interrompidas no último sábado (29): "Eu preciso resolver essa situação e estar assegurado, preciso saber com quem estou lidando. Não se trata de um ‘casinho’, se trata de um batalhão da polícia e esses caras são covardes. Eu preciso estar seguro porque não se trata só de mim, se trata da minha família, e eu não confio nesse povo. Preciso entender onde foi que eu errei porque até agora eu não sei". 

Resposta da PM

Procurada pelo LeiaJá, a Polícia Militar afirmou ter agido no sentido de cumprir "sua missão" de exigir a autorização para a realização da Festa do Dendê, "como o faz para todos os eventos com grande aglomeração de pessoas". A nota enviada pela assessoria de imprensa do órgão também ressaltou que a atuação da PM "não teve qualquer conotação de racismo". No entanto, não houve resposta quanto ao questionamento sobre a necessidade da presença do Choque na ocorrência nem sobre quem havia comandado a operação.

Confira a nota na íntegra:

A Polícia Militar esclarece que, na noite de ontem (29 de setembro), cumpriu a sua missão de exigir, como o faz para todos os eventos com grande aglomeração de pessoas, a autorização para a realização da Festa do Dendê, em Brasília Teimosa. A concessão, fornecida pela Prefeitura e Vigilância Sanitária, é obrigatória para os organizadores e produtores culturais, para o devido planejamento operacional de segurança, trânsito, saúde, garantia do ir e vir e a proteção da população como um todo.

Mesmo sem a autorização para a realização do evento, oficiais da PM conversaram com a organização e foi acordado o encerramento para as 23h. O evento transcorreu normalmente e foi finalizado de forma pacífica, sem nenhuma intercorrência ou tumulto. A volta para casa foi garantida de forma tranquila.

Por fim, é fundamental ressaltar que a atuação da PM não teve qualquer conotação de racismo. Ao contrário, a PMPE não apenas é uma instituição plural composta por servidores de todas raças, etnias e credos, como também combate e desenvolve uma série de ações permanentes de enfrentamento ao racismo, interna e externamente. Nesse sentido, a Diretoria de Articulação Social e Direitos Humanos da PMPE conta com um Grupo de Trabalho contra o Racismo e promove palestras, conscientizações, mobilizações e amplo diálogo com a sociedade organizada que defende e trabalha pela igualdade racial.

 

 

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Um bebê de oito meses morreu eletrocutado neste domingo (6), no bairro dos Torrões, na Zona Oeste do Recife. Daphny Souza da Silva Costa brincava em um andador quando puxou uma tomada que estava sem proteção e sofreu uma descarga elétrica.

A criança ainda foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) dos Torrões e em seguida transferida para o Hospital da Restauração (HR), no bairro do Derby, região central da capital pernambucana. A bebê sofreu uma parada cardíaca antes de morrer. Ela foi enterrada no cemitério da Várzea, na Zona Oeste de Recife, na tarde deste domingo (8). 

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O sagui-de-tufo-branco que sofreu um choque em poste de alta tensão nas proximidades da Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, teve o braço direito amputado na tarde da quarta-feira (4). O macaco está se recuperando das graves queimaduras no Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangara), da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH).

A decisão pela cirurgia foi tomada após a constatação de que a exposição óssea que o primata sofreu foi muito forte e extensa, não havendo possibilidade de recuperação. Ainda na terça-feira (3), quando foi resgatado, o animal recebeu cuidados médicos no Hospital Veterinário da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). A médica que o atendeu também participou do procedimento de amputação.

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O macaco se feriu após um barulho na mata provocado por animais de médio porte assustar um grupo de seis saguis. Todos os primatas se afastaram, mas um deles subiu no poste de alta tensão, levou choque e caiu no chão. O biólogo Sérgio Correia, que trabalha em um projeto de reflorestamento na área, foi quem resgatou o animal.

Durante o segundo tempo no Clássico das Multidões contra o Santa Cruz, na última quarta-feira (14), o goleiro Magrão acabou se chocando contra a trave e se machucando na partida. Devido a força da pancada, o camisa 1 do Leão precisou deixar o campo e ser substituído por Agenor. 

"Foi um susto grande. Bati a minha testa na trave. Quando cai, cai com dor na coluna e com os dois braços dormentes. Mas, graças a Deus, voltei a sentir os braços e ficou só a tontura. Era muito grande. Não deu para continuar", disse Magrão. "Pedi para sair para não prejudicar o time", completou o goleiro rubro-negro que fez, no Clássico, a sua partida de número 699 com a camisa do Sport. 

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Um bebê, de 9 meses de vida, identificado como João Vitor Cândido, morreu eletrocutado no bairro de Águas Compridas, Olinda, Região Metropolitana do Recife; essa tragédia aconteceu na tarde do último sábado (3). Ele ainda foi socorrido para o Hospital Amaury Coutinho, que fica em Campina do Barreto, Zona Norte da capital pernambucana.

Segundo informado pela assessoria da Secretaria de Saúde do Recife, o bebê já chegou na unidade de saúde sem vida, os médicos ainda tentaram reanimá-lo, mas não conseguiram sucesso. Os profissionais constataram que a criança sofreu uma parada cardíaca. Em entrevista ao G1, os familiares disseram que João, ao engatinhar, acabou segurando no fio do ventilador que estava desencapado.

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A avó do bebê falou que a família estava reunida para uma celebração da igreja, quando o menino sofreu com a descarga elétrica ao segurar no fio. Já o avô do menino contou que os pais de João Vitor têm envolvimento com drogas e não quiseram criá-lo, por isso ele (o avô) havia registrado o neto como se fosse seu filho.

O corpo de João foi enterrado no Cemitério de Beberibe, Zona Norte, no domingo. O Instituto Médico Legal ainda não divulgou o laudo confirmado a causa morte do bebê.

No Ceará, uma jovem de 22 anos morreu na última terça-feira (20) após usar uma escova elétrica. Identificada como Camila da Silva Sales, a vítima havia ganhado o aparelho em um sorteio, um dia antes acontecimento. Ela chegou a ser socorrida para o hospital do município de Cascavel, mas não resistiu.

De acordo com o Povo Online, um familiar da vítima registrou o Boletim de Ocorrência e relatou que ela estava em casa se arrumando, o aparelho estava ligado na tomada e quando foi usá-lo, levou um choque. A perícia foi acionada para investigar as causas da morte da jovem; o resultado final sairá em 10 dias.

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Camila era casada e mãe de um filho de um ano e meio. A Polícia Civil está investigando o caso.

Uma estudante de 17 anos morreu após sofrer uma descarga elétrica através de um celular que estava carregando na tomada. O caso ocorreu no fim da tarde do domingo (18) no município de Riacho Frio, a 865 km de Teresina, no Piauí. 

A vítima foi identificada como Luiza Fernanda. De acordo com a imprensa local, a Polícia Militar (PM) disse que a jovem estava deitada no chão frio usando o celular e com fone de ouvido. 

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De acordo com as informações, a estudante ainda foi levada ao hospital, mas não resistiu. A PM informou que no momento da ocorrência não chovia, mas havia relâmpagos. 

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