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Após operação da Polícia Federal (PF), cinco empresas de segurança privada suspenderam as atividades em Pernambuco. Elas prestavam serviço de forma clandestina, pois não tinham documentação necessária para atuar. A ação ocorreu na última quinta-feira (26) e sábado (27), nos municípios de Recife, Paulista, no Grande Recife, e em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco.

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As empresas prestavam serviço em escola, farmácia e até condomínio. Elas não dispunham do ofício de autorização e regulamentação de profissionais emitido pela PF. Em duas, policiais militares aposentados em atuavam de forma irregular.

Em Pernambuco, a PF apreendeu  quatro rádios, três tonfas, um colete, uma faca inoxidável, um spray de pimenta e um revólver 38.  Um homem foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, e pode ficar preso de dois a quatro anos.

A operação ocorreu de forma simultânea em várias localidades do país e fiscalizou 318 empresas, com intuito de combater a segurança privada clandestina e coibir o porte ilegal de arma de fogo.

Um suspeito morreu e outro fugiu após confronto com a Polícia Militar (PM) em Goiana, na Região Metropolitana do Recife (RMR), na manhã do domingo (25). A PM apreendeu armas, droga e um colete à prova de balas da polícia.

De acordo com a corporação, os suspeitos estavam dando ‘toque de recolher’ à população da localidade. Os policiais dizem ter sido recebidos a tiros e revidado. Um dos suspeitos foi baleado enquanto o outro fugiu por canavial.

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O alvo ferido foi encaminhado para o Hospital Belarmino Correia, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. A PM diz que os dois homens estavam aterrorizando a comunidade, cobrando pedágio para quem entrasse na área, invadindo casas e roubando moradores.

Contra a dupla também havia vários mandados de prisão em aberto. Durante a ação foram apreendidos duas espingardadas calibre 12, 359 pedras de crack, duas munições calibre 12 e um colete balístico.

 

Um policial militar do 1º Batalhão foi baleado, na noite do domingo (16), durante ocorrência no bairro do Arruda, Zona Norte do Recife. O projétil não ultrapassou o colete e o policial não se feriu.

De acordo com a Polícia Militar (PM), a equipe estava em rondas nas proximidades do canal do Arruda. Um homem em atitude suspeita recebeu ordem de parada, mas saiu correndo e efetuou disparos contra o efetivo.

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Durante troca de tiros, o policial foi atingido na altura do peito, na região frontal do colete balístico. A bala ultrapassou a capa do colete e ficou na placa balística. O colete havia sido adquirido recentemente pela corporação, diz a PM.

O suspeito foi baleado na perna, socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tabajara, em Olinda, e transferido para o Hospital Getúlio Vargas, na capital. Após atendimento médico, ele foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio. Na ação, foram apreendidos um revólver calibre 38 com cinco munições deflagradas e 19 pedras de crack.

Um homem foi preso em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife (RMR), na noite da segunda-feira (29), acusado de tráfico de entorpecentes e porte ilegal de arma de fogo. Ele também estava com dois coletes à prova de balas.

Populares denunciaram que estaria ocorrendo comércio ilegal de drogas em um barraco. Quando os policiais chegaram ao local, três homens fugiram. Apenas um deles foi capturado.

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Houve a apreensão de 1.180 papelotes de maconha, 50 pedras de crack, dois coletes, revólver calibre 38 e seis munições para a arma. O suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Camaragibe.

 

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) sofreu uma violência na tarde desta quinta-feira (6). Enquanto cumpria agenda de campanha, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, Bolsonaro foi atingido por uma faca no abdômen.

Apesar do ocorrido, Bolsonaro se encontra bem. Pode ter ajudado o capitão da reserva o fato dele estar usando um colete à prova de balas, segundo o informado pelo jornal O Globo. 

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Por meio de nota, a Polícia Federal informou que Bolsonaro contava com a escolta de policiais federais quando foi atingido por uma faca durante um ato público na cidade de Juiz de Fora/MG.

“O agressor foi preso em flagrante e conduzido para a Delegacia da PF naquele município. Foi instaurado inquérito policial para apurar as circunstâncias do fato", destaca o texto. 

 

O Sindicato dos Agentes Penitenciários de Pernambuco (Sindasp-PE) está convocando a categoria para uma assembleia geral extraordinária que pode culminar em paralisações. A reunião ocorrerá na tarde da próxima sexta-feira (23). 

Entre as reivindicações dos agentes está o início do curso de formação para preenchimento de vagas. O Sindasp solicita que o Estado crie um decreto emergencial para o curso começar já em julho de 2018, formando 500 agentes de segurança penitenciária.

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Outra demanda da categoria é a aquisição de mil coletes balísticos. O sindicato aponta que o dinheiro do material já foi repassado pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

“Caso o estado não emita a devida resposta e a emissão do decreto emergencial para a convocação de vagas, poderá ser deliberado uma paralisação de serviço ou deflagração de operação pela legalidade”, diz o edital de convocação de assembleia. Os agentes também ameaçam fazer protestos. A assembleia tem primeira convocação marcada para as 15h e segunda convocação às 15h30.

Morte – Nesta segunda-feira (19), no Complexo do Curado, foi assassinado o agente penitenciário Roberto Murilo, de 37 anos. Ele foi baleado por um detento que tentava tomar a Permanência, setor de entrada e saída do presídio, segundo o Sindasp.

Nova frota de veículos e equipamentos de segurança serão entregues ao sistema prisional de Pernambuco na próxima quinta-feira (30). A entrega oficial será feita durante a reunião do Pacto Pela Vida, na Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado.

Serão 15 vans, 530 coletes balísticos para serem utilizados em escolta e operações de segurança nas unidades prisionais da Região Metropolitana e interior. As vans são provenientes de uma doação do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça, já os coletes custaram cerca de R$ 752 mil ao Governo do Estado.

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O Governo pontua que em 2016, dentro de ações para a reestruturação do sistema penitenciário, foram entregues 32 caminhonetes e três vans, 20 escudos balísticos, 18 equipamentos de raio-x e outros 200 coletes balísticos.

Um pastor de igreja evangélica foi preso com duas armas de fogo, 25 munições e um colete balístico, na noite desta quarta-feira (2), no bairro de Areias, Zona Oeste do Recife. De acordo com informações do 12º Batalhão da Polícia Militar (BPM), Daniel Gomes Primo, 37, também possui três mandados de prisão, dois pela prática de homicídios qualificados em Serra Talhada, no Sertão pernambucano, e o outro na Bahia. 

O serviço de inteligência da Polícia Militar recebeu informações de que o pastor residia em um primeiro andar ao lado do restaurante Galletus, em Areias. Na residência de Daniel, os agentes encontraram um revólver calibre 38 municiado (estava registrado no nome do suspeito), que estava escondido em cima de um telhado e um colete balístico. 

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Durante a operação, os PMs questionaram Daniel sobre a existência de uma nova arma. Apesar de negar no início, o pastor confessou e informou que a arma estaria localizada na residência de sua mãe, no bairro do Ipsep, Zona Sul do Recife. 

Segundo informações da PM, uma pistola 838 também foi encontrada na casa da mãe do indivíduo. O material apreendido e o pastor Daniel Gomes Primo foram encaminhados para a Central de Plantões do Recife, na zona Norte da capital pernambucana. O caso será investigado pela delegacia de Afogados. 

Conhecido em Serra Talhada como "irmãozinho", Daniel Gomes também é suspeito de envolvimento no roubo a um carro forte no Hiper da Caxangá, no último dia 3 de outubro. A Polícia Militar informou que apesar de Daniel afirmar que era pastor em uma igreja evangélica nas proximidades do restaurante Galletus, ele era um "falso crente e se passava por evangélico para enganar as pessoas", conforme informações do 12º BPM. 

O neurocientista David Eagleman espera que um colete que criou faça os surdos "escutar" e permita aos usuários "sentir" o que ocorre na Internet sem a necessidade de um computador.

O VEST, que significa colete em inglês mas também é o acrônimo de "variable extra-sensory transducer," tem razão para ter um nome tão futurista: é uma jaqueta sem mangas com circuitos nas costas que transmitem dados ao vibrar, basicamente dando ao usuário uma nova fonte de informação.

"Nossos cérebros não se importam de onde vem a informação", disse Eagleman ao apresentar orgulhosamente o VEST na conferência TED de Vancouver nesta quarta-feira. "Essencialmente, é um computador multi-uso".

VEST foi desenvolvido para ser sincronizado com tablets que podem converter palavras, cotações e qualquer outro dado digital enviados wireless em informação sensorial através de circuitos vibratórios situados na parte de trás do colete.

Ao afirmar que os usuários conseguem "experimentar" os dados, Eagleman acrescentou: "imaginem um astronauta capaz de sentir o estado geral da Estação Espacial Internacional".

Durante sua apresentação, Eagleman usou o VEST para receber, em tempo real, os comentários no Twitter sobre sua explanação.

"É a primeira vez que sinto um aplauso no meu colete. É agradável; como uma massagem".

Entre os objetivos da VEST está permitir que os surdos "escutem" através de vibrações produzidas a partir de palavras, de forma similar ao tato no sistema de leitura Braille.

Esta função pode ser aprendida em questão de semanas, afirmou Eagleman. De fato, "não temos ideia dos limites que existem sobre os tipos de dados que o cérebro pode processar. Acredito que isto tem muitas aplicações além da substituição sensorial".

"Penso que este é mais um sentido. Apesar de utilizar o tato, o usa de uma maneira diferente".

Segundo Eagleman, o VEST permitirá um dia aos soldados sentir onde estão seus aliados no campo de batalha.

A "startup" também está explorando se movimentos da cabeça podem melhorar as habilidades de voo dos que controlam drones, assim como ocorre com os pilotos reais.

"A medida em que avançamos para o futuro, temos cada vez mais possibilidade de escolher nossos equipamentos periféricos sem precisar plenamente da mãe natureza".

Uma versão VEST para o público custará mais de mil dólares e deve chegar ao mercado em oito meses.

"Penso que este é mais um sentido. Apesar de utilizar o tato, o usa de uma maneira diferente".

Segundo Eagleman, o VEST permitirá um dia aos soldados sentir onde estão seus aliados no campo de batalha.

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