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O Tokyo Game Show, grande evento dos jogos eletrônicos, começou nesta quinta-feira, com a intenção de atrair tanto os "gamers" quanto famílias.

"Não temos um objetivo de público muito específico, queremos que todos possam aproveitar os jogos. Este ano ampliamos o espaço familiar. E damos mais importância aos palcos e competições eSport", explica à AFP Yasuyuki Yamaji, secretário-geral da associação Cesa, que administra o Tokyo Game Show (TGS).

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Desde a abertura do salão anual em Chiba, na zona leste de Tóquio, os fãs desfrutam de todas as atrações. Um dos destaques é o jogo de ação 'Death Stranding', cujas primeiras imagens causaram impacto entre os visitantes.

Centenas de jornalistas e profissionais do setor se reuniram no palco montaram no gigantesco estande da Sony PlayStation para acompanhar a apresentação do jogo voltado para adultos, com direito a comentários de seu criador Hideo Kojima.

'Death Stranding', jogo com uma estética próxima a do cinema - é possível reconhecer os rostos da atriz francesa Léa Seydoux e do ator dinamarquês Mads Mikkelsen, entre outros -, vincula morte e vida, embora a primeira não represente o fim, mas um momento do jogo, de acordo com as breves explicações de Hideo Kojima, criador, diretor e produtor de videogames com seu próprio estúdio.

A estreia mundial de 'Death Stranding' está prevista para 8 de novembro no PlayStation 4.

- Mario, eSport, 5G -

No outro extremo dos jogos aparece Mario, o simpático encanador bigodudo, associado com o personagem Sonic em um jogo temático sobre os Jogos Olímpicos, com o logotipo oficial de Tóquio-2020.

O eSport não faz parte do programa dos Jogos de Tóquio no próximo ano, mas está bem representado no TGS, onde chegou de maneira tardia, pois os japoneses não são tão fanáticos a esta prática como os vizinhos asiáticos ou ocidentais.

"Os japoneses jogam sobretudo nos celulares, muito pouco no computador. E os jogos de eSport estão principalmente no PC. Mas acreditamos que isto vai mudar com o 5G", a nova geração das redes de telefonia celular, indica Yamaji.

"O 5G é uma tecnologia muito importante para o mundo dos jogos eletrônicos", acrescenta.

A uma semana do lançamento da nova versão do console Switch da Nintendo, o Switch Lite, mais compacto, serão apresentados no TGS 129 títulos deste popular aparelho.

Quase 160 jogos para PlayStation 4 também estão no TGS, mas os fãs aguardam a nova versão do console da Sony, ainda em desenvolvimento.

Os nostálgicos também têm espaço no evento, especialmente no estande da Taito, que expõe réplicas em tamanho natural de PacMan ou Space Invaders, entre outros, "que em breve serão colocados à venda no Japão para particulares", segundo um porta-voz da empresa.

Em quatro dias, o Tokyo Game Show deve receber entre 260.000 e 300.000 visitantes, com direito a muito "cosplayers".

A organização dos Jogos Olímpicos de Tóquio divulgou nesta terça-feira os horários determinados para as 339 competições das 33 modalidades que integrarão o calendário do grande evento, que será realizado entre os dias 24 de julho e 9 de agosto de 2020.

Com a esperança de evitar os efeitos do calor que costuma ser intenso nesta época do ano na capital japonesa, assim como em alguns casos para atender interesses de canais de TV de outros países que transmitirão algumas modalidades em horários mais atrativos para os seus respectivos telespectadores e patrocinadores, os organizadores definiram uma agenda que obrigará muitos competidores e o público a madrugarem em algumas disputas da Olimpíada.

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A final masculina da prova da marcha de 50km, por exemplo, foi marcada para começar às 5h30 no horário local, enquanto as provas da maratona para homens e para mulheres serão iniciadas às 6 horas. A maratona aquática é outra que terá sua programação começando bem cedo, às 7h, enquanto as disputas do triatlo serão abertas às 7h30.

O softbol, esporte que entrou no programa olímpico de Tóquio e só terá uma categoria feminina, teve algumas de suas partidas agendadas para as 9 horas. Enquanto isso, o beisebol, outra modalidade inserida nesta Olimpíada, não terá nenhum jogo sendo iniciado antes do meio-dia, pelo horário de Tóquio.

Estes dois esportes saíram do programa dos Jogos depois de terem feito parte de Pequim-2008, na China, e voltarão a ser realizados nesta edição da Olimpíada por causa da popularidade que possuem no Japão.

Há 55 anos, os Jogos Olímpicos de Tóquio de 1964 foram realizados no outono e, na época, não enfrentou problemas com o calor. Porém, na era moderna o evento não pode ocorrer nesta estação no Japão, pois se chocaria com o abarrotado calendário do futebol europeu e com o ciclo de disputas das quatro grandes modalidades dos Estados Unidos ao longo de todo o ano: futebol americano, beisebol, basquete e hóquei.

Os organizadores da Olimpíada consultaram os horários com o Comitê Olímpico Internacional (COI), com os órgãos reguladores dos diferentes esportes, com competidores e especialistas médicos, garantiu Koji Murofushi, diretor esportivo dos Jogos de Tóquio e medalhista olímpico de ouro em Atenas-2004 na prova do lançamento do martelo.

"Quando vemos os Jogos Olímpicos em geral, é claro que temos que considerar o público global e ajustar e controlar o cronograma como um todo", ressaltou o dirigente nesta terça-feira. "Os atletas, quando conhecem a sua programação com antecedência, podem fazer um ajuste para se prepararem", reforçou.

Como já havia sido anunciado anteriormente, as finais da natação de Tóquio-2020 começarão às 10h30 locais. Neste caso, este horário não foi definido por causa do calor no Japão, mas para permitir que as emissoras de TV dos Estados Unidos, país que é a maior potência desta modalidade, possam transmitir estes eventos em horário nobre e também de maior audiência no país. O canal norte-americano NBC paga bilhões ao COI para garantir os direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos.

A primeira medalha de ouro da Olimpíada de Tóquio-2020 será definida no tiro, na prova feminina da carabina de ar de 10 metros, marcada para ocorrer em 25 de julho, um dia depois da cerimônia de abertura dos Jogos. Já para 8 de agosto, véspera da festa de encerramento, a organização programou um "super sábado" com cerca de 30 finais, incluídas as masculinas de esportes coletivos como o basquete, o futebol e o beisebol.

A modalidade mais difícil de ser planejada é o surfe, adicionado ao programa olímpico para esta próxima edição dos Jogos. Os organização reservou uma janela de oito dias para o evento, confiando de que em pelo menos metade destes dias o mar japonês estará com boas ondas, condição fundamental para a prática deste esporte. Pela agenda de criada para essa disputa, quatro dias são suficientes para que os surfistas participem das baterias eliminatórias e dos confrontos decisivos que determinarão os medalhistas.

A 8ª edição do Lagoa Azul/Vila Galé será realizado entre os dias 15 e 17 de novembro no Vila Galé Eco Resort do Cabo de Santo Agostinho. Seis competições náuticas já foram confirmadas: Vela Oceano, Kite Surf, Day Sailer, Remo, Pesca e Pesca de Caiaque. O evento é comandado pelo empresário e advogado Sérgio Cavalcanti, fundador do Torneio, e conta com o apoio do Cabanga Iate Clube de Pernambuco. 

Para participar das competições náuticas, os interessados deverão se inscrever na secretaria do Cabanga, no Recife, até o dia 14 de novembro. O valor da inscrição é de R$ 100 para todas as categorias.  O valor dá direito a uma camisa UV do evento, troféu de premiação, além de acesso à área reservada do festival esportivo, incluindo as confraternizações entre os atletas. 

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O evento inicia com a 2ª Regata de Vela Oceânica, no dia 15, com saída às 9h do Cabanga em direção ao Resort Vila Galé. Com a expectativa de mais de 100 competidores, a competição valerá pontos também para o Campeonato Pernambucano de Veleiros de Oceano 2018. 

O Torneio de Pesca Esportiva do Lagoa Azul/Vila Galé será realizado em dois dias: 15 e 16 de novembro, sempre das 5h30 às 16h. No primeiro dia, a saída será do Marco Zero do Recife e chegada em Suape; no segundo dia, a partida e chegada será de Suape. Além do troféu para os três primeiros colocados, também serão premiados o maior peixe, a sereia pescadora e o enferrujado. Na Pescaria de Caiaque, a competição será realizada apenas no sábado (17) e a expectativa é que 12 barcos participem do torneio. 

O Remo será realizado em 8 provas, em uma raia de 500 metros e vai reunir atletas do Cabanga, Náutico e Sport, no dia 16, a partir da 10h. O Kite Surf contará com 6 regatas, realizadas na sexta (16) e no sábado (17), na categoria Kite Hidrofoil; e o Day Sailer acontecerá no dia 17 de novembro, com baterias de quatro barcos cada. Ainda no segmento das novas modalidades, o Dominó entre duplas surge como mais uma opção de competição entre os participantes do Lagoa Azul e as inscrições deverão ser feitas no local das disputas. 

A programação inclui também Tênis e Beach Tennis. Para essas modalidades as inscrições deverão ser feitas, respectivamente, até os dias 03 e 10 de novembro. A participação no Lagoa Azul também dá direito a um passaporte de um mês de preparação no Instituto do Movimento e o acesso às celebrações que serão realizadas nas imediações do evento. O regulamento e valores para cada inscrição está disponível no site do torneio.

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Alunos do último ano do curso técnico de eventos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), na avenida Almirante Barroso, em Belém, promoveram no dia 18 de outubro o "Star Games: a evolução dos jogos". O evento fez parte de uma prática de ensino organizada pelos próprios estudantes e contou com sorteios de brindes, exposição de jogos antigos, competições de jogos como FIFA, Just Dance e Mortal Kombat, entre outros.

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Os alunos organizaram o projeto e passaram por três fases, por uma bancada seletiva e foram divididos em equipes. "São dezoito alunos da turma. Todos fizeram parte das três fases da questão da metodologia de ensino, que foi o planejar, o organizar e o executar o evento. Eles que tomam a frente de tudo, e eu só fico na supervisão, já que estão dentro de uma instituição de ensino, então tem que estar orientados sobre a supervisão de um professor. Isso conta pra prática profissionalizante deles, enquanto futuros profissionais de eventos da cidade", contou Márcia Bevone, 40 anos, professora de Planejamento e Execução de Eventos.

O evento começou com uma roda de conversa abordando a evolução dos jogos e o mercado de trabalho na área dos games. "Essa foi a intenção da roda de conversa, mostrar que para além da diversão, do entretenimento, também é uma profissão, já se pode ganhar dinheiro dentro da temática dos jogos. O evento vem trazer essa proposta diferenciada, para atrair nosso público alvo que são os jovens que são ligados a esse mundo virtual", destacou Márcia Bevone.

A estudante Hescarlath Brasil, 20 anos, contou como foi a preparação e o objetivo da temática dos jogos. "O primeiro ano ele foi todo baseado em fazer o planejamento, a partir do segundo ano, passamos por uma bancada seletiva, onde essa temática foi escolhida como vencedora. A partir disso, foi mais dois anos e meio pra planejar e apresentar o evento. A ideia principal dele é resgatar toda essa nostalgia que os jogos oferecem, falar que os jogos não oferecem somente violência, mostrar o mercado de trabalho, mercado financeiro, toda a parte boa que os jogos podem trazer. Esse evento ele muda totalmente a nossa visão, porque vamos aprender na prática como se faz um evento", disse a estudante.

Hescarlath ainda destacou sobre a importância de ter um curso técnico de eventos. "Nossa profissão ainda é pouco valorizada, até hoje acham que não precisa de um profissional pra fazer um evento, só que nós profissionais sabemos que não é bem assim, o evento tem todas as suas fases", concluiu.

Por Amanda Lima.

 

O Parque Radical de Deodoro, no Rio de Janeiro, recebe, a partir desta sexta-feira (23), a primeira etapa da Copa Brasil de Canoagem Slalom. O evento é simultâneo ao Rio Open, que terá a participação de 37 estrangeiros. A entrada é gratuita e as disputas serão transmitidas ao vivo pela internet. 

A neozelandesa Luuka Jones retorna ao Rio depois de conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos em 2016 pelo K1 Feminino, já o tcheco Vit Prins, prata na versão masculina da modalidade no Mundial de 2017 disputará pela primeira vez um evento no estado.

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O parque foi reaberto em dezembro do ano passado pela prefeitura. Espaço de lazer para toda a população aos domingos, é área de treinamento para os atletas da Canoagem Slalom durante a semana.

As inscrições para o 'Recife Bom de Bola' começaram na última quinta-feira (1) e seguem até o dia 30 de junho através do site:  www.recifebomdebola.com.br . O projeto incentiva a inclusão social por meio do futebol. As competições terão início em agosto e devem seguir até a primeira quinzena de dezembro, na Arena Pernambuco. O 'Bom de Bola' deve reunir cerca de 520 equipes, 15 mil atletas e 728 jogos em campos de várzea espalhados pelas seis Regiões Político-Administrativas (RPAs).

A edição deste ano traz algumas novidades, como o oferecimento de cinco bolsas de estudos, em parceria com a Uninassau, para os destaques da categoria Sub 17; capacitação para os profissionais envolvidos no programa; parceria com os grandes clubes da cidade para participação de olheiros nos jogos, possibilitando possíveis contratações dos destaques do programa; curso de arbitragem para 50 pessoas, sendo 30 delas indicadas pelas comunidades e os outros 20 profissionais envolvidos no programa; além de uma nova cara para a marca do programa.

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Outra novidade é o Fórum Bom de Bola, que começa no dia 24 de julho. Será uma semana de capacitação com palestras e trocas de experiências entre profissionais consagrados no futebol pernambucano e os profissionais participantes do evento. Haverá orientação em nutrição esportiva, preparação física, formação de comissões técnicas das equipes e muito mais. Serão disponibilizadas 50 vagas para este fórum, sendo 30 delas oferecidas a pessoas escolhidas pelas próprias comunidades e as outras 20 destinadas àqueles que estiverem trabalhando no campeonato.

Além de todas essas novidades, o nome do homenageado nesta edição já foi divulgado. É o atleta Francisco Sousa dos Santos, mais conhecido como Chiquinho. Ele começou sua carreira no Peladão Alto Astral, uma versão anterior ao Recife Bom de Bola, e teve passagem por grandes clubes brasileiros como Sport, Vitória da Bahia, Fluminense, Vasco e Botafogo.

No final da competição, serão premiados com troféus e medalhas os campeões e vice de todas as categorias. Os terceiros colocados receberão medalhas. Também serão premiados os melhores goleiros e artilheiros da competição.

Na tarde deste sábado (17), o Santa Cruz apresentou parte do elenco de futebol feminino do clube, que volta a receber incentivo graças a um projeto do treinador Farges Ferraz. Vale ressaltar que o Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol (Profut) traz em seu texto a exigência para que os clubes invistam no futebol feminino.

As 15 atletas, selecionadas em uma peneira realizada no próprio Santa, se juntam a outras 12 contratadas para a próxima temporada. Todas, vindas de fora do Estado. O comandante da equipe conta que o projeto coral é audacioso e o investimento é compatível com tais ambições.

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“Temos objetivos grandes. O primeiro deles, até porque o Santa nunca venceu o estadual, é ganhar no ano que vem. E, claro, nos sairmos bem no Brasileiro e na Copa do Brasil. Queremos, nos próximos dois anos, tornar o clube referência no futebol feminino", disse Farges.

Sotaque estrangeiro

Johanna Chamorro acumula passagem pela seleção argentina e agora reforça o Tricolor (Renato Torres/LeiaJáImagens)

Das 12 contratadas, duas vem da Argentina e uma da Suécia. Além delas, o Tricolor espera trazer mais três atletas italianas na excursão que está marcada para a cidade de Verona, em dezembro. Quem chegou primeiro foi a meio-campista Johanna Chamorro, 24 anos. Nascida em Buenos Aires, a atleta estava jogando no país e decidiu apostar no projeto do Santa.

"Na Argentina também era assim. Só os clubes grandes como Boca Juniors e River Plate têm projeção. Se fala só do futebol masculino. Aqui no Brasil, o esporte tem mais espaço. Pesquisei sobre o clube, é grande e tem uma ideia importante", contou Johanna.

Prata-da-Casa

Yandra é moradora de Cidade Tabajara e terá sua primeira chance na equipe principal (Renato Torres/LeiaJáImagens)

A ideia de remontar o elenco profissional foi positiva, não só para quem joga em outras partes do globo. A peneira do Santa Cruz deu a Yandra Katharyna, atleta da base coral, moradora de Olinda, a oportunidade de disputar competições junto às atletas mais velhas. Para a atacante, tal chance não poderia ter vindo em hora melhor. A luta de Yandra agora é contra a ansiedade de entrar em campo.

"Aqui o único clube que é certo é o Vitória. Esse trabalho agora é para tornar o Santa um clube nacional. Para mim, é muito bom pois só tenho 17 anos e é uma oportunidade de jogar entre meninas mais velhas, estou aprendendo bastante.  Eu estou muito ansiosa, nervosismo demais, querendo que chegue logo o campeonato para poder dar o meu melhor", contou a jovem jogadora.

Excursão

Jogadoras recebem as instruções do treinador Farges Ferraz (Renato Torres/LeiaJáImagens)

A pré-temporada das meninas corais será em grande estilo. Em dezembro, o elenco parte para a cidade de Verona, na Itália. A comissão trabalha para acertar amistosos com equipes locais como Chievo e Hellas Verona. Antes disso, o elenco começa os treinos na próxima segunda-feira (19), pois em outubro fará amistosos em Camaragibe. Tudo isso, pensando no Campeonato Brasileiro que será disputado em janeiro de 2017.

Duas competições simultâneas de badminton serão realizadas no Recife, de 15 a 18 de setembro deste ano. De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (20) pela Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, a capital pernambucana foi escolhida como sede dos Campeonatos Brasileiros de Badminton e Parabadminton, que terão como palco o Centro Esportivo Santos Dumont, em Boa Viagem.

Organizados pela Confederação Brasileira de Badminton (CBBd) e Federação Pernambucana de Badminton (FPBd), os campeonatos representam a terceira fase do Nacional. Durante quatro dias, as competições aguardam a participação de cerca de 600 atletas e paratletas oriundos de 18 estados. A última vez que Pernambuco recebeu um evento do badminton foi em 2010, quando foram disputadas partidas do Campeonato Brasileiro da época.

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Segundo a Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer, o Campeonato Brasileiro de Badminton terá a participação das categorias sub 11, 15, 17, 19 e adulto, tanto para homens quanto para mulheres. Já o Parabadminton contará com seis categorias, a depender das disputas simples dos esportistas.

As competições serão realizadas das 8h às 20h. De caráter classificatório, os dois campeonatos também servirão para melhorar a posição dos atletas no ranking nacional da modalidade.  

A programação dos dois torneios, que serão realizados simultanemanente no Santos Dumont, vai acontecer das 8h às 20h durante os dias das partidas. “O badminton é uma modalidade que cresce bastante no Estado, sobretudo no interior, e teremos uma satisfação enorme de receber os melhores atletas e paratletas do País no Centro Esportivo Santos Dumont”, comentou o secretário de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco,  Felipe Carreras, conforme informações da assessoria de imprensa.

A Copa América e a Eurocopa são realizadas durante junho. A primeira - em comemoração ao centenário -, que começou na última sexta-feira (3) é sediada nos Estados Unidos. Já a segunda ocorrerá na França, com início no dia 10 deste mês e a final em 10 de julho. As dois competições têm poucas semelhanças, como apresenta o infográfico abaixo.  

Infographic: How The Copa America And Euro 2016 Measure Up  | Statista
You will find more statistics at Statista AQUI

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TÍTULOS
Dentre as principais diferenças nos dois torneios está o predomínio de títulos. Campeão recordista da Copa América, o Uruguai já levantou a taça 15 vezes, Enquanto a competição no Velho Continente tem como principais vencedores Espanha e Alemanha, cada um com três conquistas. A principal diferença é porque o torneio americano tem quase três vezes mais edições: 44, sendo 14 no modelo de copa. Durante esse segundo período, a seleção brasileira levou cinco campeonatos e é a maior vencedora.

PARTICIPANTES E MODELO
A Eurocopa conta com 24 seleções, enquanto a Copa América tem 16. Então, o modelo do campeonato se torna diferente. Ainda assim, o torneio europeu tem o mesmo número de cidades-sede (10), mesmo com 20 jogos a mais.

VALORIZAÇÃO DE JOGADORES E ELENCO
Outro fator curioso entre os dois torneios diz respeito à valorização dos atletas e de cada seleção. A média de valor financeiro de um jogador da Eurocopa é de 10.09 milhões de dólares (R$ 35 milhões de reais), enquanto na Copa América é US$ 5.8 (R$ 20.54). O atual melhor - e mais caro - jogador do mundo, entretanto, se encontra no torneio americano: é o argentino Lionel Messi (US$ 134 milhões). O mais caro no campeonato europeu é o português Cristiano Ronaldo. Porém, é a Alemanha - atual campeã mundial - que une os jogadores mais caros e soma US$ 629 milhões.

BRASIL DISTANTE
A Argentina é a seleção da Copa América com os jogadores mais valorizados (US$ 591.5 milhões). O Brasil, por outro lado, nem está entre os três jogadores mais caros. Além de Messi, que é o primeiro colocado, a lista aponta: o uruguaio Luis Suárez (US$ 101 milhões) e o colombiano James Rodríguez (US$ 78 milhões). Neymar não está participando desta edição da Copa América porque foi poupado já que a CBF preferiu a liberação para a disputa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que ocorrerá de 5 a 21 de agosto.

De toda a extensão do litoral da Região Metropolitana do Recife, apenas 600 metros são oficialmente liberados para a prática do surfe. A pequena faixa é a praia de Zé Pequeno, na orla de Olinda, em Bairro Novo. O trecho recebeu o aval para a prática da modalidade esportiva no dia 17 de fevereiro de 2012, quando foi publicado o Decreto Nº 37.897.

E para que essa permissão chegasse, uma peça-chave foi o motorista e surfista Mauro Melo, de 48 anos, que tomou a iniciativa de procurar as autoridades para pleitear a garantia de um lugar onde se pudesse praticar o surfe. Como em qualquer local, os atletas estão sujeitos a ataques de tubarões, é verdade, mas, lá, ainda não há casos computados. Com base nesse dado e com a vivência de dropar ondas desde seus 8 anos, o ‘cérebro’ dessa missão contou a história com detalhes ao Portal LeiaJá, revelando os bastidores e opinando sobre esse enredo.

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Embora a liberação tenha surgido há apenas quatro anos, Mauro estima que o surfe começou a ser praticado no Zé Pequeno há cerca de 35 anos, tendo como marco a temporada 2002, quando foi criada a Associação de Surfe de Olinda (ASO), da qual ele é um dos líderes. Trata-se de uma entidade que faz o intermédio entre os surfistas e as autoridades estatais. Ela que deu espaço para que fosse pleiteada a liberação.

Logo após a emissão do Decreto, a população não viu com bons olhos a decisão, avaliando como um risco exacerbado. Mas, hoje, essa questão não é mais motivo de divergências e as praias acobertadas pela lei, nos dias de ondas promissoras, chegam a reunir, simultaneamente, mais de 200 surfistas na água. 

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Experiente, Maurão, como é conhecido, continua competindo e, nos turnos livres, aproveita o tempo para monitorar Zé Pequeno. Com um binóculo em mãos, ele fica de olho na movimentação no mar, tendo duas finalidades centrais. Primeiramente, avisar aos surfistas caso aviste algo que possa ser um tubarão. Em segundo lugar, o mais polêmico motivo: fiscalizar os pescadores, o que já gerou atrito entre as partes em diversas ocasiões. Ele justificou que é preciso ‘tomar conta’ disso, por considerar que o principal motivo gerador de desequilíbrio ecológico na área seja a pesca com redes de arrasto de camarões.

“Falam que os ataques de tubarão aumentaram na nossa costa por conta da construção do Porto de Suape, que teria sido uma agressão ao habitat deles. Mas, para mim, a pesca de camarões com arrasto é o pior problema, pois compromete a vida de diversas espécies marinhas e, por consequência, desequilibra a cadeia alimentar. Na captura dos camarões, os animais que vêm no ‘bolo’, como os pequenos peixes, são deixados de lado, pois o que interessa é o produto de venda”, explana.

De fato, é determinação legal do IBAMA que esse tipo de pescaria só pode ser feito cinco milhas marítimas (cerca de 7,5 km) mar adentro. Para evitar o descumprimento dessa determinação, Maurão reforçou a barreira de pedras feita também como forma de bloquear os tubarões. E os pescadores não responderam de forma amigável. “Eles já ameaçaram bater em mim, me matar... Acontece. Mas eu não quero medir forças com ninguém. Apenas tenho o objetivo de proteger meus companheiros e a modalidade que amamos”, afirma o líder da ASO. 

Focando a conversa na prevenção aos ataques de tubarão, Mauro revela, também, que a próxima medida que a associação pretende colocar em prática é a construção de uma espécie de cortina de ímã na área. “Abaixo do ‘fucinho’, os tubarões têm poros que funcionam como um tipo de sensor magnético e, no contato com esse novo obstáculo, eles ficariam atordoados, evitando circular pela região de prática de surfe”, explica. Ele ainda relata o que já é feito para manter a ordem no local: “Quando fomos atrás da liberação, assumimos o compromisso de preservar o ambiente nas praias autorizadas. Portanto, fazemos o possível nesse sentido. Tanto que temos sempre tartarugas desovando e cardumes circulando. Mas, claro, é preciso manter a atenção, para que todos saiamos felizes”.

Zé Pequeno é palco de campeonatos

Além do surfe amador, a praia liberadas conta, também, com um calendário anual de competições da modalidade. Em 2016, por exemplo, quatro encontros reunirão atletas em disputa durante a temporada. Começando pela segunda etapa do Circuito Zé Pequeno de Surfe, que teve sua primeira fase no final de 2015 e segue em andamento, em junho, exclusivamente entre olindenses do esporte.

O calendário não para por aí. O Circuito Pernambucano e o Circuito Olindense também terão vez no decorrer desta temporada. Isso sem falar na última etapa do Circuito Zé Pequeno, marcada para o mês de agosto, nos mesmos moldes das fases anteriores.

O cenário competitivo, por sinal, divide espaço com o que lhe proporciona novos talentos e vida longa. Isso porque a área contemplada pelo Decreto Nº 37.897 também serve como palco para escolinhas de surfe. O destaque fica por conta da Escolinha Zé Pequeno, que já conta com atletas em treinamento. A expectativa é em breve receber uma doação de pranchas de uma empresa que resolveu apoiar a causa, ampliando a capacidade das turmas e de revelação de novos surfistas. 

O lado social da Associação de Surfe de Olinda

Na liderança da Associação de Surfe de Olinda, Mauro de Melo deixou Olinda há 25 anos, por conta da recorrência de ataques de tubarões no litoral pernambucano, e seguiu para Santa Catarina, um dos principais polos da modalidade no país, assim como o Rio de Janeiro. Dois anos depois, retornou à sua cidade de origem e, segundo ele, encontrou a maioria de seus amigos e conhecidos do mar envolvidos com drogas e criminalidade. 

Ele afirmou que, diante da situação, resolveu dedicar parte de sua vida ao desenvolvimento de Zé Pequeno, no intuito de retirar os colegas desse caminho. “Quando voltei, meus amigos estavam envolvidos com ‘galeras’. Era violência, drogas, crime... Por isso resolvi fazer o possível para trazê-los de volta e fazer com que outros não entrassem na mesma rota de autodestruição”, relata.

Aproveitando o cunho agregador destacado em seu discurso, Maurão garante que, na praia autorizada, não há segregação com os ‘novos na área’. “É comum existir essa exclusão em vários locais. Mas procuramos propagar a ideia de que a praia não tem dono. Claro que os que têm mais experiência terminam tendo certa prioridade durante as ondas, mas não costumamos presenciar atritos deles com os novatos, que não sabem tanto da modalidade”, disse.

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Cemit esclarece liberação do Zé Pequeno

Procurado pelo Portal LeiaJá, o Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit) se posicionou oficialmente sobre a autorização legal do surfe. Segundo o órgão, os argumentos utilizados pelos que buscaram a liberação foram os seguintes: inexistência de incidentes com tubarão no local e a necessidade da criação de áreas alternativas para a prática da modalidade, direcionando os praticantes a tais trechos e facilitando a tomada de medidas mais severas contra aqueles que atuam em pontos proibidos.

Já sobre o panorama geral da orla olindense, a protagonista no que diz respeito aos ataques é a Praia de Del Chifre, na Ilha do Maruim. De acordo com as informações repassadas pela assessoria de imprensa do órgão, há o registro de quatro ataques no local, todos contra homens. Dentre esses incidentes, um resultou em morte e os demais deixaram as vítimas com sequelas.

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Em ritmo de pré-temporada, o zagueiro Ronaldo Alves concedeu entrevista, nesta segunda-feira (18), após o treino do Náutico, e mostrou seu ‘espírito boleiro’ ao declarar estar ansioso pelo retorno das competições oficiais. E não é para menos. Afinal, o Timbu estreia no Campeonato Pernambucano no próximo dia 31 já com clássico contra o Santa Cruz, na Arena Pernambuco, às 16h (horário do Recife).

“É ruim ficar só treinando. Estou ansioso para voltar a competir. Já sinto aquele frio na barriga que todo jogador precisa sentir antes dos jogos. Sentimos falta do estádio, da torcida gritando”, disse o zagueiro alvirrubro. E ponderou: “Mas procuramos utilizar a pré-temporada para aprimorar nosso futebol, recondicionar fisicamente a equipe e ajustar detalhes. É importante passarmos por esse período”.

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Ronaldo Alves destacou, ainda, a importância da manutenção das peças defensivas para a aceleração do entrosamento da equipe logo no início do ano. “Fundamental para que o Náutico siga com uma linha de contenção forte, gerando equilíbrio para a equipe. Vamos trabalhar para manter essa firmeza na parte de trás”, incentivou. “O Gilmar (Dal Pozzo) vem cobrando compactação”, completou.

Em meio a uma das maiores crises da história da CBF, com a entidade sendo alvo de uma CPI no Senado e o ex-presidente José Maria Marin preso acusado de receber propina, os clubes estão prestes a assumir o controle do futebol brasileiro. Nos próximos dias (assim que for definido o representante da Série D), a Comissão Nacional de Clubes vai se reunir no Rio para começar a se articular e tomar conta da Copa do Brasil e de todas as divisões do Campeonato Brasileiro, deixando a CBF, na prática, responsável apenas pela seleção.

O grupo é formado por nove presidentes de clubes: cinco da Série A, dois da Série B, um da Série C e um Série D. "A partir de 2016, os campeonatos serão do nosso jeito. Vamos cuidar do Brasileiro e da Copa do Brasil, enquanto a CBF ficará com a seleção", afirmou ao Estado o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade. "Como todos os clubes das quatro divisões estarão representados na comissão, não vai prevalecer a minha vontade ou a de outro presidente. Nada será feito debaixo dos panos. Tudo será às claras."

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Pressionada após a prisão de Marin e diante da ameaça de os clubes criarem uma liga independente, a CBF resolveu dar mais espaço aos dirigentes e instituiu a comissão em seu estatuto. Os cartolas, então, aproveitaram que as decisões do grupo não podem ser vetadas pelo presidente da entidade, Marco Polo Del Nero, e resolveram que passarão a ditar as regras dos campeonatos.

Na pauta da primeira reunião estão mudanças no calendário e no sistema de disputa do Brasileiro. Vários clubes da Série A, liderados pelo Grêmio, defendem a volta do mata-mata. A alteração não agrada ao presidente da CBF, que já declarou que a sua preferência é pelos pontos corridos. A justificativa de Del Nero é que os clubes participam de outras três competições no formato mata-mata: Copa do Brasil, Sul-Americana e Libertadores - sem falar nos Estaduais, que têm mata-mata depois da fase de classificação.

Na Série C, em contrapartida, o pedido de alguns dirigentes é pelo fim do mata-mata. A proposta é que seja substituído por um quadrangular final.

Mas o que os clubes decidirem caberá a Del Nero acatar. "É uma comissão sem vetos. O que for decidido ali é definitivo. A CBF vai apenas supervisionar os campeonatos e executar o que nós decidirmos", afirma o presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Júnior.

Outro foco dos dirigentes será o calendário. Hoje a reclamação é de que a janela para contratar jogadores do exterior se fecha mais de um mês antes do encerramento do mercado europeu. Assim, os clubes ficam impedidos de buscar jogadores fora do País para repor peças.

O horário dos jogos também é alvo de críticas. Na Série B, por exemplo, os clubes pediram o fim das partidas às 21h50 e a CBF tratou de negociar com as emissoras detentoras dos direitos de transmissão para que os jogos começassem às 21h30.

"A grade da televisão nos submete a situações que nos deixa fragilizados, principalmente em relação à logística e à presença da torcida no estádio", reclama o presidente do ABC, Rogério Marinho. Entre os clubes da Série A, a exigência é por mais jogos às 11 horas de domingo.

COTAS DE TV - Com exceção de Flamengo e Corinthians, que receberão no triênio de 2016 a 2018 o montante de R$ 170 milhões por ano, os demais clubes estão descontentes com a divisão dos valores e pedirão que os contratos futuros sejam revistos. A nova negociação será liderada pela Comissão.

CPI DO FUTEBOL - A CPI do Futebol terá a sua primeira reunião nesta terça-feira em Brasília. A comissão vai investigar a CBF e possíveis irregularidades em contratos da seleção brasileira e de campeonatos organizados pela entidade, além da Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo do ano passado.

O encontro entre o relator da comissão, Romero Jucá (PMDB-RR), o presidente, Romário (PSB-RJ), e outros senadores servirá para definir o plano de trabalho dos parlamentares e o cronograma de convocações e pedidos.

Um dos primeiros atos da CPI deverá ser o pedido da quebra dos sigilos bancário e fiscal da CBF, do presidente Marco Polo Del Nero, e dos ex-presidentes José Maria Marin e Ricardo Teixeira. A comissão terá 180 dias de duração.

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Aos poucos, o medo vai sendo esquecido e a tradição novamente ganhar espaço. Após um período sem sediar competições devido ao risco de ataques de tubarão, o mar olindense de 'Zé Pequeno' voltou a 'abrigar' surfistas. No último final de semana, recebeu o Bali Olinda Adventure, que teve Gabriel Farias e Cesar Aguiar como destaques. Assim como o número de praticantes no dia a dia, o de competidores volta a crescer gradativamente. E alguns representam as duas categorias, é o caso do olindense Fernando 'Bactéria'.

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Entusiasta pelo retorno da modalidade ao ‘quintal da sua casa’, Fernando comemora o retorno da prática liberada do surf. Não pela comodidade, mas pela tradição que Olinda já teve com o esporte. “Surfo aqui desde 1987, então, quando acontece algum evento, me sinto na obrigação de participar e trazer de volta a história do surf na cidade”, afirmou o surfista de 39 anos.

Entretanto, nem sempre foi tranquilo surfar em Olinda. Ainda que não tenha havido nenhum registro de ataque de tubarão no local, por conta dos incidentes no mar de Boa Viagem (cerca de 18 quilômetros da praia de 'Zé Pequeno'), a prática foi vetada nos mares olindenses. “Os bombeiros proibiam, mas eu nunca os vi por aqui. Sempre surfei e afirmo que nunca teve ataques de tubarão nessa localidade (Olinda). Porque no dia que tiver, eu não surfo mais. Claro que tem o medo também envolvido, mas faz parte do esporte”, contou Fernando Bactéria.

Além da voltas das competições, Fernando Bactéria celebrou a boa aceitação do público olindense. “É muito legal ver várias famílias vindo à praia acompanhar os campeonatos. E só aumenta à medida em que mais eventos serão realizados por aqui. Muita gente vem andando para cá para surfar, participar ou só para assistir. Essa é a essência do surf”, finalizou.

Final da Copa do Nordeste, reta final do Pernambucano e estreia na Copa do Brasil. Esse é o cardápio do Sport nos próximos dias, sempre com duelos decisivos e sempre com o time principal. Pelo menos é o que promete o técnico Eduardo Baptista, que não pretende poupar os titulares como fez em dois jogos do Estadual.

“Fiz um planejamento com o departamento físico e tudo o que tínhamos de poupar, já poupamos. Todos estão bem, então, daqui para frente é força máxima até o final”, explicou o comandante rubro-negro.

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Sem focar apenas em uma competição, o técnico Eduardo Baptista evitou falar sobre o Ceará, adversário na final da Copa do Nordeste. “Vamos jogo a jogo. Antes, primeiro, tenho mais dois clássico contra Santa Cruz e Náutico. Não vou pensar no Ceará. Nosso próximo jogo será contra o Porto, no sábado, e é nisso que estamos pensando”, concluiu o treinador.

Pernambuco irá receber tuas competições internacionais de Beach Soccer, nos meses de dezembro e janeiro de 2014. A primeira delas será a Copa das Nações, que será realizada entre os dias 20 e 22 do próximo mês.

Esta competição contará com a participação do Brasil e das melhores equipes do Mundial de Beach Soccer deste ano, que foi realizado no Taiti, entre os destaques estão: Espanha, Taiti e Rússia, por exemplo.

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A outra competição que será realizada no Estado é a Copa América de Beach Soccer, que provavelmente irá acontecer nos primeiros dias do mês de janeiro. O Brasil possui nove títulos consecutivos nesta competição e é o único do continente a conquistá-la. As equipes e locais dos dois torneios ainda serão definidos pela organização.

 

 

 

 

Quando um filho decide seguir uma carreira ou iniciar uma nova etapa da vida, sempre precisam do apoio dos seus pais. Na área esportiva não poderia ser diferente. Criança ou não, o suporte do pai ou da mãe pode influenciar bastante no dia a dia dos atletas. É o que acontece com a nadadora Carolline Gomes de 15 anos. Seu pai, Junior Gomes procura sempre está ao lado da filha nas competições, treinos, estudos, entre outros.

Ele acredita que o seu apoio é essencial para o crescimento da filha. “Quero estar ao lado dela em todos os momentos. O carinho da família é muito importante para o lado emocional dos atletas, por isso, estou sempre junto dela”, disse o pai. Além disso, ele cria programas para arrecadar fundos para a menina participar de competições mais importantes. “Montei um projeto para buscar patrocínio para minha filha. Entrego a diversas empresas todos os dias”. 

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Junior Gomes está em quase todas as competições em que a filha participa. Às vezes não dá para ele ir, então vai apenas o treinador. E não é só em campeonatos que ele está presente. O pai leva Carol todos os dias aos treinos antes do trabalho. “Eu tenho mais tempo de ficar com ela e acompanhar a sua evolução. Enquanto ela está treinando vou para o trabalho. Quando tenho uma folguinha fico a vendo treinar”, conta.

E o pai ainda não se esquece de participar dos estudos da menina. “Carol é muito focada, ela consegue separar os estudos da natação. Sempre procuro conferir se ela está estudando e as suas notas. Mas, até agora ela nunca se prejudicou na escola”.

Nenhum treinador conhece tão bem Joanna Maranhão quanto Nikita. Foi com ele que a nadadora iniciou a carreira aos 13 anos. Depois de um hiato na relação entre os dois – não por briga, mas por influência do próprio treinador para que ela evoluísse como atleta em outro estado-, eles estão novamente trabalhando juntos e mirando a Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro.

No entanto, Nikita terá de ter uma atenção ainda mais especial com a medalhista pan-americana. “Na parte técnica e física ela está no melhor momento da carreira. Mas, ela fica nervosa antes das provas e acaba não traduzindo em bons resultados nas competições”, explicou.

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A pernambucana sofreu uma crise de pânico durante o Mundial de Esportes Aquáticos, em Barcelona, em julho deste ano. Por isso, a preocupação do técnico com o psicológico de Joanna Maranhão. “Ela não conseguiu nadar lá. Pensou em patrocínio, clube e acabou perdendo o foco. Aqui ela vai pensar exclusivamente em natação”, afirmou Nikita.

Com o objetivo traçado, o treinador e a nadadora planejaram os próximos meses. “Ela voltou esse ano e vai ficar um período fora das competições internacionais. Vai se dedicar e terminar a faculdade. Neste período, vai disputar campeonatos regionais e nacionais”, contou.

A intenção deste plano é dar mais confiança à Joanna Maranhão e fortalecer seu lado psicológico. “Vamos manter esse ritmo dela para ganhar segurança e chegar forte em 2016”, disse. “Ela continua sendo uma das melhores nadadoras do país e será uma grande vitória chegar à quarta olimpíada. Poucos atletas conseguem esse feito”, completou Nikita.

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Não é de hoje que Pernambuco vem sendo muito bem representado pelos estudantes que participam de competições de robótica. E não é só a nível nacional. Um exemplo é o Colégio Apoio, localizado no Recife, que por diversas vezes já venceu evento competitivos do segmento.

Analisando uma breve história da unidade educacional privada, a Apoiobot, equipe de robótica da escola criada há sete anos, desde 2007 colocou o Estado no topo do pódio e conseguiu classificações para competições internacionais. No Campeonato Mundial de Robótica, em 2007, realizado em Atlanta, nos Estados Unidos, o primeiro lugar da América Latina ficou com o Apoio. No Japão, um ano depois, a Apoiobot conseguiu o segundo lugar brasileiro, no Campeonato Mundial de robótica.

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No ano passado, o Torneio Mineiro de Robótica teve a escola pernambucana como campeã geral. Em maio deste ano, na Alemanha, Pernambuco foi novamente coroado com o primeiro lugar no Campeonato Europeu de Robótica Lego, na Alemanha. Além do Colégio Apoio, outras instituições privadas também têm se destacado. Diferentemente, as escolas estaduais ainda não “brilharam” tanto.

Professor de educação física da Escola de Referência em Ensino Médio Santa Ana, localizada no bairro de Rio Doce, em Olinda, Gustavo Bastos ainda lembra dos bons frutos colhidos pela equipe de robótica da unidade educacional. “Em 2011, fomos a única escola estadual a se classificar na etapa regional da First Lego League. Nós e mais quatro escolas, entre elas o Apoio, conseguimos a classificação para a fase nacional, realizada no ano passado, em São Paulo. Foi um momento muito proveitoso, tanto para nós, professores, e para os alunos”, conta Bastos.

Mas parou por aí. De acordo com o educador, a equipe está parada por falta de kits da Lego, materiais usados para a construção dos robôs. “Nosso maior problema é que não temos kits. Os que são utilizados nas aulas regulares não podem ser usados por nós. Mesmo assim, quem vai participar de competições, precisa de kits só para a equipe, porque as peças não podem ser danificadas. Já formalizei o pedido com a direção da escola para que ela entrasse em contato com a Secretaria de Educação, mas, até agora nada. A gente não tem nem condições de viajar”, critica o professor.

Para uma das integrantes da equipe da Escola Santa Ana, Abigail Souza, de 17 anos, a falta de apoio do Governo do Estado prejudica as escolas estaduais que querem participar de competições.  “A gente pegou uma mesa emprestada de uma escola particular para participar da competição. É muito difícil a nossa condição. Acho que falta investimento do governo. Os professores são capacitados, mas, não têm como nos passar o conhecimento em robótica pela falta de estrutura”, opina a estudante, que cursa o 3º ano do ensino médio.

Mesma robótica, realidades diferentes

Com uma experiência de 15 anos de atuação na rede privada de ensino, o professor de física, Wlademir Carvalho, sabe bem que existe uma grande diferença entre as instituições particulares e públicas, quando o assunto é robótica. Hoje, ele sente bem isso na pela, uma vez que ensina o assunto para alunos da Escola Santa Ana.

”Enquanto na escola particular eu tinha oito alunos na sala de aula para trabalhar robótica, aqui eu tenho mais de 40. Nosso problema maior realmente é a estrutura. Precisamos de mesas adequadas, computadores, ar condicionado, entre outros itens. Em termos de conhecimento, nós somos iguais a eles. Nosso maior objetivo é fazer com que os alunos se identifiquem com a robótica e que no futuro possam se tornar engenheiros, pois é disso que o nosso Estado precisa”, explica Carvalho. O educador ensina a robótica na grade de ensino regular da escola, em que os alunos têm aula de 15 em 15 dias. “O aluno da rede particular ele paga pela robótica. Se ele quer um computador novo hoje, amanhã ele terá”, completa o professor.

De acordo com a estudante Gisely Mendes, de 17 anos, as aulas de física passaram a ficar bem melhor depois da robótica. “A gente passou a interagir mais com o professor e com os outros alunos. Na prática, aprendemos mais. Com a robótica, eu mesma estou criando um robô e não estou vendo aquilo apenas em livros”, diz a jovem.

Experiente e vencedora assídua de competições de robótica, a professor responsável pela equipe de robótica do Colégio Apoio, Vancleide Jordão, acredita que a grande diferença entre a desenvoltura dos alunos de escolas públicas e os da rede particular está no âmbito dos objetivos. “Vamos pensar assim: vai depender muito do objetivo pedagógico do professor. Se for para fazer com que os alunos pratiquem o trabalho em equipe, a inclusão tecnológica, entre outras atividades, aulas duas vezes por mês está de bom tamanho. Mas, se a ideia é colocar os meninos em competições, a quantidade de encontros devem, sem dúvida, aumentar”, explica Vancleide.

A professora destaca que a robótica das escolas estaduais ainda é algo muito novo e que tende e melhorar. “O Apoio trabalha a robótica desde 1994. Não foi de uma hora para a outra que conseguimos tudo isso. Mesmo chegando tarde, que bom que a robótica chegou às escolas estaduais”, comenta. “Outra diferença é o investimento que se faz no educador. É preciso capacitar. Os governantes precisam investir mais nos professores de robótica. Eu fui aluna de escola pública e sei que lá as coisas acontecem com mais dificulcade. Existe muita burocracia para que o investimento seja feito”, finaliza.

Segundo a diretora do Colégio Apoio, Terezinha Cysneiros, não há como divulgar quanto a unidade investe para a realização das aulas de robótica e formação das equipes. Até o fechamento desta reportagem, a Secretaria de Educação não informou a quantia investida por Pernambuco no ensino de robótica. Sobre o caso da falta de kits na Escola Santa Ana, o órgão deixou claro que os equipamentos das aulas regulares podem ser utilizados pela equipe da escola.





Depois de anunciar a aposentadoria no último dia 24 de janeiro, o maratonista considerado mais velho do mundo, Fauja Singh, afirmou nesta quinta-feira (14) estar triste com a despedida das competições. Com 101 anos, o corredor se prepara para fazer a sua última prova oficial neste final de semana, em Hong Kong, na China.

Singh disse não vai parar de correr, mantendo assim uma rotina diária de 16 quilômetros. Fauja iniciou a prática esportiva com 89 anos, afimando que buscava um novo objetivo para sua vida após a morte da esposa e do filho. Ele já esteve presente em nove disputas nas cidades de Londres, Nova Iorque e Toronto. O corredor não tem o reconhecimento do Guinness World Records, principal ranking dos recordes, já que não tem como provar a data de nacimento.

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Cerca de 40 pilotos de todo o Nordeste estarão reunidos neste domingo (17), na Orla de Atalaia, para as competições da primeira etapa da Copa Aracaju de Motocross. Até o torneio estadual (Sergipano de Motocross) começar, em maio, acontecerão mais duas etapas, no dia 6 de março e 7 de abril, respectivamente.

O aquecimento para as competições da categoria estão a todo vapor. Durante a terça-feira (12) de carnaval um grupo de pilotos sergipanos intensificou o treino num sítio localizado na cidade histórica de São Cristóvão, onde praticaram algumas manobras. O campeão durante nove vezes no campeonato sergipano foi Rodrigo Lama.

Para o vice-presidente da Confederação Brasileira de Motociclismo, Juvenal Alves, a Copa Aracaju servirá para movimentar a modalidade e aquecer os pilotos para o campeonato do Estado e para as etapas do brasileiro.

Por Thamires Nunes

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