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Quatros homens foram autuados em flagrante por vender caranguejos fora do período de pesca autorizada. Ao todo, 279 espécies foram capturadas em Ipojuca e Sirinhaém, no Litoral de Pernambuco.

Protegidos pela temporada de defeso, coletar determinadas espécies de crustáceos durante a proibição é considerado crime ambiental, com pena de um a três anos de detenção, além de multa. De acordo com as autoridades, seis policiais da Delegacia do Meio Ambiente (DEPOMA) realizaram a operação Mangue Seguro, na sexta-feira (15).

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A Polícia Civil ainda informa que as espécies apreendidas já foram reinseridas em seu habitat natural.

 

A Polícia Civil, através da Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (Depoma), realizou uma operação de combate à comercialização irregular de orquídeas no bairro de Santo Amaro, no centro do Recife. Realizada na manhã desta sexta-feira (18), a Operação Cattleya conta com a parceria do Ibama.

Segundo a polícia, as orquídeas apreendidas foram coletadas indevidamente. “Essa fiscalização constatou orquídeas das matas silvestres”, resumiu o delegado Ademar Cândido, do Depoma.

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A ação deteve quatro pessoas por crime ambiental. Elas foram conduzidas à delegacia. As flores foram apreendidas e encaminhadas para perícia.

Uma ação batizada de “Água sim, chicote não” feita para vistoriar armazéns de construção, que utilizam carroceiros para fazer suas entregas, na Rua 21 de Abril, bairro de Afogados, aconteceu nesta ultima quarta-feira (27). A Secretaria Executiva dos Direitos dos Animais (SEDA) fez uma ação educativa, mas também houve uma repreensão daqueles que utilizavam chicotes para espancar os animais.

O projeto teve apoio da Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (DEPOMA) e da Companhia Independente de Policiamento ao Meio Ambiente (CIPOMA) que contribuiu com uma equipe de veterinários cuja função era analisar as condições da saúde dos equinos. O secretário Rodrigo Vidal afirmou que o bem animal é um direito e em contra partida, os maus tratos é crime previsto em lei. 

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O secretário falou ainda sobre o objetivo da ação. "O maior objetivo da Secretaria é proibir por lei o tráfego de veículos de tração animal no Recife, com a obtenção de outras fontes de renda para esses carroceiros. Enquanto não conseguimos essa lei, iremos orientar, educar e fiscalizar - recolhendo os chicotes".

Foram constatadas casos de maus tratos, cargas excessivas, falta de água e alimentos. Os carroceiros foram instruídos de como tratar o animal que trabalha para lhes prover o sustento e tiveram os seus chicotes apreendidos. A secretaria informou que mais operações, em defesa dos animais, serão realizadas.

Depois das denúncias apresentadas pela comissão de acompanhamento de atos do poder público e do meio ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (Depoma) sobre o descaso com os animais, o Centro de Vigilância Ambiental (CVA) do Recife apresentou, na tarde desta quarta-feira (14), suas instalações. Diferente do que consta no processo e das imagens que foram divulgadas, o órgão mostrou seu espaço e a eforma em andamento.

De acordo com a OAB e a Depoma, pelo menos 20 mil cães e gatos morreram no Centro, nos últimos dois anos. O local, que deveria ter a função de controle das doenças dos animais, principalmente a zoonose, que são as que podem ser transmitidas ao homem, se tornou um depósito de corpos e de bichos abandonados. As imagens apresentadas pela OAB mostram sinais de descaso e falta de limpeza.

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Recebida com surpresa, a denúncia parece destoar da realidade. Segundo o gerente do Programa de Saúde Ambiental, Otoniel Barros, as imagens apresentadas, mostram os animais da forma como chegam ao Centro, antes de receberem o tratamento. Mesma explicação dada às instalações que já passaram por reforma e hoje atendem normas técnicas e oferecem segurança e qualidade de vida aos animais. 

Dentre as instalações, foram mostradas todas as salas de cirurgia, ambulatório, farmácia e de recuperação, além do alojamento dos animais, todos com aparência limpa e bem cuidada. Segunda a veterinária, Jael de Morais Amaral, cerca de 10 cirurgias de castração são feitas por dia. “Em 2011, foram feitas 1.052 cirurgias e tivemos apenas dois óbitos de animais. Estamos aqui para cuidar dos animais, não para maltratar”, disse a médica. Na unidade há de oito veterinários e um deles está habilitado a fazer o procedimento. 

Sobre a acusação de matança, eles disseram que antes de 2010 não havia lei que regulamentasse a prática. Assim, todos os animais que chegavam ao centro eram tratados e se em 4 dias não fossem adotados, eram mortos. A partir de agosto de 2010, a lei mudou e a eutanásia só é praticada em casos de diagnóstico de raiva e leishmaniose em animais pequenos, como cão e gato. A ação em bichos maiores é realizada por outros órgãos.   

No local estão 21 cães, 21 cavalos, 13 porcos, 2 jumentos e 1 boi. Segundo o gerente da CVA, Amaro Souza, os animais chegam à unidade de diversas formas. “Os cavalos e os bois são recolhidos nas ruas, normalmente por estarem abandonados e atrapalhando o trânsito. Os cachorros são abandonados aqui na frente ou recebemos denúncias e pegamos para trata-los até que possam ser adotados”, explicou Souza. Segundo ele, quatro ONGs também acompanham os trabalhos e levam animais para serem tratados, assim como os pegam para adoção.

Quem quiser adotar um animal, pode se dirigir à sede da CVA, no Bairro de Peixinhos, ou ligar para a Ouvidoria SUS Recife através do número 0800-281-1520. É preciso atender alguns requisitos e apresentar documentos como carteira de identidade, CPF e comprovante de residência. 

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A Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente (Depoma) vai apresentar, nesta terça-feira (14), às 14h, na própria sede da instituição, a conclusão do inquérito policial que apurou crimes de maus tratos contra animais praticados no Centro de Vigilância Ambiental do Recife (CVA), localizado na rua Antônio da Costa Azevedo, no bairro de Peixinhos, próximo ao Nascedouro.

Surpreendido pela Operação Sexta-feira 13, em janeiro desse ano, o diretor do CVA, Amaro Fábio, foi autuado em flagrante por crimes de administração ambiental, por prática de maus tratos a animais e crime contra o meio ambiente. Ele chegou a ser detido, mas foi liberado após pagar fiança. O diretor pode pegar até três anos de prisão e também, devido aos maus tratos, uma multa pelo crime se for condenado.

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A delegada Nely Queiroz, responsável pela investigação, vai divulgar os detalhes do caso posteriormente, como nomes de todos os suspeitos indiciados no inquérito e quais delitos essas pessoas cometeram.

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