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Uma portaria do Ministério da Saúde, publicada no “Diário Oficial da União” do último dia 13, prorrogou até 16 de junho a autorização para as instituições de ensino substituírem disciplinas presenciais por aulas remotas.  A medida é uma tentativa de reduzir prejuízos nos calendários acadêmicos, visto que os encontros presenciais estão suspensos em virtude da pandemia da Covid-19.

Toda essa situação trouxe adaptações para a rotina de professores e estudantes, além de diversas dúvidas. De acordo com Geisa Ferreira, coordenadora do curso de Pedagogia da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Maceió é importante que, falando em ensino superior, todos entendam a diferença entre Educação a Distância (EAD) e ensino remoto.

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“Ensino remoto e EAD não são a mesma coisa. Na literatura educacional não existe escritura sobre o "ensino remoto", uma vez que, diante do contexto de pandemia (Covid-19), é uma experiência extremamente nova. Para esclarecer o conceito de EAD, o artigo 80 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96) nos diz, em seu inciso 4º, que: esta educação tem como pressuposto desenvolver-se a distância assíncrona, ou seja, que não ocorre ao mesmo tempo. Já a modalidade remota utiliza plataformas para adaptação da mediação didática e pedagógica de forma síncrona, que significa ao mesmo tempo”, esclarece Geisa.

Ainda de acordo com a coordenadora, não deve haver preocupação quanto à perda de qualidade no conteúdo preparado pelos professores. “Se o docente é empenhado e tem formação na área, não haverá prejuízos na qualidade em decorrência da modalidade, nem tampouco na mediação dos processos para o alcance da tríade ensino - desenvolvimento – aprendizagem”, afirma Geisa.

Mantendo a qualidade do aprendizado

De acordo com a pedagoga, a principal dica para manter a qualidade do aprendizado é evitar a procrastinação. “É ideal que o estudante não perca o ritmo de estudo iniciado com o ano letivo antes da pandemia. O que pode ser realizado é, por exemplo, um plano de estudos organizado, para que se preserve o desenvolvimento da aprendizagem. Planners, aplicativos de tarefas, alertas, entre outros meios, permitem que a tecnologia auxilie na mediação da vida de estudos, sem cair na dispersão”, aconselha Geisa.

Outro fator que deve ser levando em consideração, segundo a profissional, é o ambiente de estudos. O local não deve ser nem muito confortável, nem desconfortável, além de contar com uma boa luz e com adequação postural. “Tenha um material organizado antes de iniciar o tempo de estudo. Esquecer um lápis, uma caneta, um livro ou qualquer outra tecnologia, pode fazer com que o estudante perca o foco”, orienta.

Da assessoria da UNINASSAU

Natália*, 40 anos e Felipe*, 42 anos, são professores, têm formação semelhante e exercem funções semelhantes, mas ao longo de 20 anos de carreira, Natália sempre ganhou menos que o marido. O caso mais marcante foi há dois anos, quando ela fez uma entrevista de emprego para uma escola particular, em São Carlos (SP), e recebeu a proposta salarial de R$ 800 por mês para lecionar seis aulas de 40 minutos cada, por manhã. “Na semana seguinte, a escola conversou com o meu marido e ofereceu R$ 1,7 mil pelo mesmo trabalho”, diz Natália.

O caso de Natália e Felipe não é isolado. Historicamente, no Brasil, homens ganham mais que mulheres. Após sete anos de quedas consecutivas, em 2019, houve um aumento da diferença dos salários de mulheres e homens de 9,2% em relação a 2018.

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Em 2011, homens com ensino superior ganhavam, em média, R$ 3.058, enquanto as mulheres com o mesmo nível de formação ganhavam, em média, R$ 1.865, o que representa uma diferença de salário de 63,98%.

Em 2012, essa diferença começou a cair, passando para 61,78%. Em 2018, chegou a ser 44,7%, com homens ganhando, em média, R$ 3.752 e, mulheres, R$ 2.593. Em 2019, a diferença aumentou e passou a ser de 47,24%, com homens ganhando em média R$ 3.946 e, mulheres, R$ 2.680.

Os dados foram compilados para a Agência Brasil pela Quero Bolsa, plataforma de bolsas e vagas para o ensino superior, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

“Muitas vezes não é só o currículo que conta, a capacidade, o profissionalismo, mas o simples fato de ser mulher. Se é mulher, você não é contratada porque vai dar problema, como já ouvi muitas vezes”, diz Natália. Ela conta que certa vez, uma escola de Jaú (SP) pediu que ela se comprometesse a não engravidar para não comprometer o ano letivo enquanto lecionasse na instituição. Ela recusou a vaga.

Previsão constitucional

A jornalista Clara*, 52 anos, passou por situação semelhante. Enquanto trabalhou na redação de um jornal em São Paulo, ganhou menos que um colega na mesma posição. “Recebi explicações superficiais sobre a diferença de salário. Mesmo mostrando que fazia a mesma coisa, com o mesmo volume de trabalho, a explicação foi de que cada salário era calculado de um jeito”, diz.

Clara, que tem 30 anos de profissão, ressalta que a equiparação salarial está prevista na Lei 1.723/1952, que assegura que sendo idêntica a função, “a todo trabalho de igual valor prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade”.

“Algumas empresas cumprem, outras acham que como a mulher engravida, tem licença maternidade, o custo dela como funcionária é maior. Logo, ela tem que ganhar menos, ou seja, pagar pela licença maternidade. Mas paga muito, muito mais. Não tem fiscalização e, com a crise, infelizmente esse cenário piorou”, diz a jornalista.

Carreiras

Segundo o pesquisador da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) Daniel Duque, exista uma desvalorização de profissões que são majoritariamente ocupadas por mulheres. “Mais mulheres são formadas em profissões como licenciatura, pedagogia, enfermagem, odontologia, em relação a homens. E, mais homens são formados em cursos como engenharia. Parte desse diferencial de homens e mulheres é atribuído a essas diferentes escolhas de cursos” diz, e acrescenta, “Provavelmente, o maior fator foi uma maior desigualdade de retorno entre essas profissões”.

Os dados do Caged mostram que, no ano passado, entre as dez carreiras de ensino superior com maior geração de postos de trabalho, as mulheres recebem, em média, salários menores em sete delas. A maior desvantagem foi encontrada no cargo de analista de negócios, com homens ganhando R$ 5.334 e mulheres, R$ 4.303, o equivalente a 80,67% do salário deles.

Segundo Duque, ao pagar menos às mulheres, o Brasil perde economicamente. “Quando se nega a mulheres oportunidades equivalentes às dos homens no mercado, a gente abre mão de cérebros. Estamos deixando de incorporar no mercado de trabalho no Brasil mulheres que seriam extremamente talentosas”, diz. “Estamos perdendo força produtiva por desigualdade entre gêneros e isso vai impactar a produtividade agregada brasileira e nosso desenvolvimento”.

Mulheres estudam mais

Para o diretor de Inteligência Educacional da plataforma Quero Bolsa, Pedro Balerine, o aumento do número de pessoas com ensino superior fez com que as diferenças salariais entre as profissões e entre os gêneros ficasse mais evidente no ano passado.

“A oferta de ensino superior aumentou bastante de 2012 para cá. As pessoas [que se formaram] estão entrando no mercado de trabalho. Infelizmente, o Brasil ainda está aquém em igualdade salarial entre homens e mulheres”, diz Balerine.

Essa discrepância, segundo o diretor, é injusta: “As mulheres estudam mais, fazem mais pós-graduação, mais mestrado, mais doutorado, não faz o menor sentido ter essa discrepância. Ela é injustiça”.

Os dados copilados pela Quero Bolsa mostram que, apesar da maioria das carreiras pagarem salários menores às mulheres, elas são 57% do total de estudantes no ensino superior. São também maioria na iniciação científica, representando 59,71% do total dos pesquisadores. Na pós-graduação, 54% do total de estudantes são mulheres.

Veja as médias salariais de homens e mulheres nas dez carreiras com maior geração de postos de trabalho:  

Analista de negócios: homens ganham R$ 5.334 e mulheres, R$ 4.303

Analista de desenvolvimento de sistemas: homens ganham R$ 5.779 e mulheres, R$ 5.166

Analista de pesquisa de mercado: homens ganham R$ 4.191 e mulheres, R$ 3.624

Biomédicina: homens ganham R$ 2.761 e mulheres, R$ 2.505

Enfermagem: homens ganham R$ 3.417 e mulheres, R$ 3.288

Preparador físico: homens ganham R$ 1.426 e mulheres, R$ 1.326

Nutricionista: homens ganham R$ 2.781 e mulheres, R$ 2.714

Farmacêutico: homens ganham R$ 3.209 e mulheres, R$ 3.221

Fisioterapeuta geral: homens ganham R$ 2.400 e mulheres, R$ 2.422

Avaliador físico: homens ganham R$ 2.107 e mulheres, R$ 2.303

Os nomes foram mudados a pedidos das entrevistadas.

Você sabe diferenciar o significado de palavras como "onde" e "aonde"? Ou então "mais" e "mas"? Nesta quinta-feira (5), o professor Diogo Xavier traz as distinções entre termos parônimos e homônimos que podem ser cobrados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Homônimos são palavras que apresentam mesma pronúncia, mas significados diferentes, a exemplo de cem e sem. Também com significados diferentes são classificadas as palavras parônimas. Elas, entretanto, são pronunciadas de forma semelhantes, como comprimento e cumprimento.

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Confira abaixo outros detalhes em mais uma aula produzida pelo Vai Cair no Enem.

A Fundação Getúlio Vargas divulgou por meio de nota oficial na tarde desta terça-feira (18) a anulação de uma questão da 27ª edição do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil. A questão, de Direito Civil, falava sobre indenização por danos morais. A questão é a de número 41 na prova branca, 39 na prova verde, 40 na prova amarela e 39 na prova azul. Confira enunciado e opções:

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Como a anulação faz com que todos os alunos aprovados no exame ganhem a pontuação da questão como se a tivessem acertado, é possível que candidatos que tenham pontuado apenas 39 questões na primeira fase tenham sido classificados para a segunda mesmo após a divulgação da lista com os nomes de aprovados.

Para conferir os cadernos de prova, assim como os gabaritos da OAB XXVII, clique neste link. A segunda fase do exame está marcada para o dia 20 de janeiro de 2019.

A diferença salarial entre homens e mulheres aumentou após 23 anos, de acordo com o relatório “País estagnado: um relato das desigualdades brasileiras – 2018”, publicado pela Oxfam Brasil. O relatório usou como base os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua de 2016 e 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo ainda mostra que em 2016, as mulheres recebiam, em média, cerca de 72% do que os homens ganhavam no Brasil. Em 2017, a taxa caiu para 70%, o que representava a primeira queda em 23 anos.

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A renda média salarial das mulheres no Brasil era de R$ 1.798,72 em 2017, contra R$2.578,15 dos homens. Os dois gêneros tiveram um aumento médio geral em relação a 2016, entretanto o índice para os homens teve uma alta de 5,2% contra 2,2 das mulheres.

Em relação a grupos raciais, também houve um crescimento. Em 2016, os negros ganhavam em média R$ 1.458,16, o que correspondia a 57% da média salarial dos brancos, que naquele ano foram de R$ 2.567,81. Em 2017, o salário dos negros era em torno de R$ 1.545,30, contra R$ 1.545,30 entre os brancos, tendo o percentual de 57%.

O estudo da Oxfam também afirmou que entre a população pobre, os negros ficaram ainda mais pobres, com redução média de 3,5%, enquanto os brancos tiveram um aumento de renda média de 3%.

Em 2016, a média geral da renda da metade mais pobre da população foi de R$ 749,31. Entre os brancos pobres, a média era R$ 882,23, enquanto entre os negros pobres era R$ 634,66. Em 2017, a renda média geral dos mais pobres foi de R$ 804,35, e enquanto a renda média dos brancos mais pobres subiu para R$ 965,19, a dos negros foi para R$ 658,14.

Fátima Bernardes e Túlio Gadêlha estão juntos há pouco mais de um ano, tendo comemorado a data recentemente nas redes sociais. Desde que anunciou que estava se relacionando com o político, seu primeiro amor desde a separação de William Bonner, a apresentadora recebeu muita torcida dos fãs, mas também tiveram aqueles que questionaram o fato de ela ser a mais velha da relação.

Sobre esse tema, a jornalista comentou na manhã desta quinta-feira, dia 8, em seu programa, Encontro:

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- Quando me perguntam sobre isso eu não tenho nem o que dizer. É natural, as coisas acontecem.

E não foi só isso. Cissa Guimarães, uma das convidadas do programa, comentou o quão feliz Fátima está desde o começo do namoro, ao que ela respondeu:

- Estou mesmo, é algo tão leve!

Fofa, né?

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL) começou a sua campanha rumo a conquistar novamente uma vaga dentro da Câmara dos Deputados. Confiante, o psolista diz que vai fazer a diferença. “Aqui, nas redes, nas ruas, na TV, vamos fazer a diferença e levar as nossas bandeiras ao Congresso mais uma vez”, destacou por meio do Facebook. 

O ex-BBB disse que vai persistir. “A história prova: desistir nunca foi uma boa opção. Se você é um dos que acreditam que é possível conquistarmos um Brasil mais justo e humano, junte-se a nós”. 

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Para marcar o início de sua campanha, Jean divulgou um vídeo que seria “um grito de resistência”. O vídeo ressalta que há uma crise de valores no país e que o tempo vivido é de mentiras, hipocrisia, falsa moral e violência. Ainda ressalta que é necessário não se calar diante das injustiças e truculências. “Não é hora de desistir, é hora de levantar a cabeça, crescer a nossa voz e fazendo da resistência a nossa resposta”, diz o locutor. 

Jean também vem pedindo doação aos seus eleitores, por meio de uma vaquinha, com a finalidade de contribuir com a sua campanha eleitoral. Ele chegou a dizer que é chato pedir dinheiro para campanha, sobretudo em um momento em que a política “anda tão desprestigiada”, mas que é necessário para continuar o que chamou de luta. “Há quatro anos iniciei uma das campanhas mais baratas entre deputados federais eleitos. Uma campanha financiada por milhares de pessoas. Gente de todo o Brasil, que doou cada um pouquinho”, falou recentemente. 

 

 

 

 

A ganhadora do Big Brother Brasil 11, Maria Melilo, é apontada como o novo affair do deputado estadual pernambucano Jarbas Vasconcelos. De acordo com o site do jornal Extra, os dois estão vivendo um romance desde o final do ano passado. "Ela parece bem encantada por ele", diz a fonte do jornal, que é amigo do político e pediu para não ser identificado.

Os rumores ganharam força quando, no final do ano passado, Maria se hospedou na casa de praia do deputado, no Janga, em Paulista, Região Metropolitana do Recife. Em uma fotografia é possível perceber que os dois sentaram lado a lado na mesa, onde também estava Jarbas Vasconcelos Filho, o caçula do político.

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A diferença de idade não é um problema para Jarbas, que está com 75. Maria Melilo tem 33. O político namorou a modelo Meyrielle Abrantes, ex-miss Pernambuco, e teve um romance com a jornalista Dany Amorim. Ambas bem mais novas que ele.

Jarbas foi prefeito do Recife de 1986 a 1989; Governador de Pernambuco de 1999 a 2006; e senador, de 2007 a 2015.

Ainda de acordo com o Extra, a ex-bbb nega o envolvimento amoroso com Jarbas. De acordo com a assessoria de comunicação de Maria, ela mantém uma sólida amizade com Daniel Rolim, desde que ambos participaram do "Big Brother Brasil", e durante uma visita ao amigo, o acompanhou em um almoço na casa de praia do deputado, no Janga. 

Sem grandes feitos no primeiro ano à frente do município de Caruaru, no Agreste Pernambucano, a prefeita Raquel Lyra (PSDB) disse durante evento para apresentar um balanço do seu primeiro ano de gestão que não se desviará do compromisso firmado. Na ocasião, a tucana declarou para cerca de 500 servidores: “Fui eleita para fazer a diferença e nada vai me desviar do caminho que o povo escolheu”. 

Raquel falou que o compromisso é com um projeto de renovação. “Estamos trabalhando para as pessoas que nos escolheram para estar aqui, que acreditaram no nosso propósito de fazer de Caruaru uma cidade melhor. Abraçamos um projeto de renovação e isso é um compromisso nosso. Estamos segurando, nas nossas mãos, a esperança de que é possível fazer diferente através do nosso município. Precisamos fazer diferente e conto com vocês para isso acontecer”, discursou. 

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O evento que aconteceu, no auditório do Senac, nessa sexta-feira (22), foi prestigiado por figuras conhecidas pelos caruaruenses como o ex-prefeito João Lyra Neto, que é pai de Raquel. Ele, na ocasião, comentou sobre dificuldades e atual cenário político. “Nunca se viu uma crise generalizada como a que estamos vivendo. Crise financeira, crise política e crise ética”, declarou também dizendo que é preciso “coragem” para se criar um modelo de gestão diferente. 

A prefeita, durante o encontro, assinou um decreto que regulamenta a educação integral nas escolas do município. Ainda foi apresentado pelo secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Rubén Pecchio, um relatório com as ações dos quatro eixos da gestão.  

 

 

De acordo com dados do Ministério do Trabalho, Pernambuco é um dos estados com menor diferença salarial entre os gêneros. As mulheres pernambucanas ganham 94,7% do que ganham os homens, média melhor do que a nacional, que mostra o sexo feminino recebendo 84% da remuneração masculina. A média salarial no estado nordestino é de R$ 2,22 mil para os homens e R$2,1 para as mulheres.

O Nordeste, de forma geral, apresentou bom resultado em relação a essa disparidade, e tem três representantes entre os cinco estados com menores diferenças, são eles: Pernambuco, Paraíba e Alagoas, além do Pará e Distrito Federal, o primeiro colocado nessa lista, apresentando apenas 1,4% de discrepância. Entre os cinco piores colocados estão Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio de Janeiro e, por último, São Paulo, onde as mulheres ganham 80,1% do que os homens recebem.

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Segundo lugar nas pesquisas de intenções de votos para 2018, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou, nesta terça-feira (21), que a diferença entre ele e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apontado nos levantamentos como o preferido pela população para a disputa pelo Palácio do Planalto, é o “caráter”. 

Com postura mais reacionária, Bolsonaro sempre frisa que ele não é investigado pela Lava Jato ou qualquer outro esquema de corrupção. Já Lula foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção, além dos processos que ainda estão em tramitação. 

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“Defendo o direito à arma pro [sic] cidadão de bem e fuzil para o homem do campo se defender do terrorismo. Sou contra o governo controlar mídia e internet. Nem eu nem meus filhos estão envolvidos em corrupção. A diferença entre eu e Lula, antes mesmo da ideologia, está no caráter”, disparou o parlamentar em publicação no Twitter. A postura de Bolsonaro foi em reação a artigos publicados na imprensa nacional comparando os dois presidenciáveis. 

Na madrugada dessa segunda-feira (20), ele concedeu entrevista para o Canal Livre, disse que é “anti-Lula” desde que entrou na política e acredita que muitos segmentos são simpáticos a ele.  

“Logicamente [também] agrego o voto de protesto. Até o Doria [prefeito de São Paulo] tentou capitalizar, um tempo atrás, o que seria o 'anti-Lula'. Eu sou 'anti-Lula' desde que eu entrei na política, então capitaliza muita coisa para mim, fora a simpatia né? Simpatia do povo evangélico, simpatia das pessoas que querem ter uma arma dentro de casa, das pessoas que querem um currículo escolar diferente do que esta aí, eu tenho simpatia dessas pessoas todas”. 

O presidenciável também declarou ter esperança de ir para o segundo turno na disputa. “Eu sou diferente de todos os pré-candidatos que estão aí. Eu não tenho nem partido ainda e, segundo algumas pesquisas, eu estou com 21%. Digo mais, quem declara voto a mim, dificilmente muda, então não havendo fraude com toda certeza eu estarei no segundo turno”.

Um trio de ex-funcionárias da Google entrou, nesta quinta-feira (14), com uma ação judicial acusando a gigante tecnológica de pagar menos às mulheres que aos homens pela mesma função.

No processo apresentado na corte de São Francisco, as três mulheres acusam a Google de "discriminação sistêmica e profunda no pagamento e na promoção das funcionárias mulheres".

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Advogados estão buscando conferir um status de ação de classe ao processo, para tentar representar mais mulheres que atualmente sejam ou tenham sido funcionárias na Google.

Em resposta ao processo, a gigante tecnológica americana negou ter qualquer política discriminatória.

"Nós trabalhamos bastante para criar um ambiente de trabalho bom para todos e dar a todo mundo a chance de prosperar aqui", disse a porta-voz da Google Gina Scigliano em resposta à AFP.

"Em relação a esse processo específico, vamos revisar em detalhes, mas discordamos das alegações centrais".

Advogados das mulheres acusam a Google de violar a lei de pagamento equitativo da Califórnia, bem como o código trabalhista estadual.

A denúncia também alegou que a Google repetidamente atribuiu mulheres a "níveis mais baixos" ou "carreiras de trabalho" com remuneração menor e menos oportunidades de promoção do que as dos homens.

Uma das três mulheres, Kelly Ellis, disse num comunicado divulgado por seus advogados que o processo trata de "um problema generalizado de tendência sexista na Google".

Scigliano garantiu que os níveis dos cargos e promoções na empresa são determinados por comitês "rigorosos" e passam por uma revisão que inclui a verificação de sexismo.

"Se nós vemos discrepâncias individuais, ou problemas, nós trabalhamos para consertá-los", disse ela.

O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos está auditando as remunerações da empresa, avaliando possíveis discriminações de gênero.

A Google também lida com as consequências de uma grande polêmica sobre sexismo e liberdade de expressão provocada por um "manifesto" publicado como um memorando interno pelo então empregado James Damore.

O memorando do engenheiro da Google defendeu a diferença de gênero do Vale do Silício, alegando que as "diferenças biológicas" eram um fator-chave no baixo percentual de mulheres em empregos no setor tecnológicos. O memorando foi vazado e desencadeou uma crise pública.

A diferenciação de preços por gênero no setor de lazer e entretenimento é ilegal, afirma o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Em até um mês, as casas noturnas, os bares e os restaurantes terão de se adequar à determinação. A partir daí, o consumidor poderá exigir o mesmo valor cobrado às mulheres, caso ainda haja diferenciação. Os órgãos de defesa do consumidor poderão ser acionados.

De acordo com o secretário nacional do Consumidor, Arthur Rollo, serão feitas fiscalizações até as práticas abusivas serem banidas. “A utilização da mulher como estratégia de marketing é ilegal, vai contra os princípios da dignidade da pessoa humana e da isonomia. Os valores têm de ser iguais para todos nas relações de consumo”, afirmou. 

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A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) elaborou nota técnica para que associações representativas desses setores ajustem seus comportamentos à legalidade. Os estabelecimentos que não cumprirem a determinação podem ser punidos com as sanções previstas no art. 56 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). 

A Senacon coordena o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e tem a missão de apurar as infrações aos princípios ou às normas de defesa do consumidor, além de articular com os outros integrantes a coibição eficiente de práticas abusivas.

Do Portal Brasil

Neste domingo (26), quatro mil campuseiros deram adeus à quarta edição da Campus Party Recife. Apesar da saudade que já bate no grande público, que garantiu o recorde de ocupação do evento, muita gente aproveitou ao máximo a programação intensa de palestras, desafios, campeonato de games muito mais. Quem também marcou presença no evento foi o repórter Rodrigo Rigaud. Nos corredores da Campus Party Recife, ele procurou esclarecer uma dúvida do grande público. O que, exatamente, significa ser um nerd ou geek? A resposta você confere no vídeo a seguir:

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As eleições para presidente, governador e senador são muito simples: o mais votado ganha a vaga. Já nas disputas para deputado estadual e federal, os votos dos eleitores não vão apenas para os candidatos, mas também para seus partidos. A eleição de um deputado depende, então, dos votos obtidos pelas legendas e coligações partidárias.

O sistema eleitoral proporcional, que define os eleitos para a Câmara dos Deputados, as assembleias legislativas (estaduais) e a Câmara Legislativa do Distrito Federal, envolve uma série de cálculos para determinar quem serão os representantes do povo nos parlamentos. Por isso, candidatos bem votados podem ficar fora da lista de eleitos, enquanto outros com menos votos podem se eleger.

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Saiba como funciona o processo:

Coligações e candidaturas

Antes do início da campanha, os partidos podem optar por concorrer sozinhos ou podem se juntar para formar coligações. No caso da formação de coligações, todos os votos dirigidos aos partidos integrantes nas votações para deputados federais e estaduais serão considerados votos da coligação. Partidos e coligações lançam seus candidatos e partem para a campanha.

A votação

Na hora de escolher um deputado estadual ou federal, o eleitor tem duas opções: pode votar em um candidato específico ou dar o chamado voto de legenda.

Para votar no candidato, deve digitar na urna os quatro (para deputado federal) ou cinco (para deputado estadual) números do candidato escolhido, verificar a identificação na tela (nome e foto) e confirmar. Para o voto de legenda, basta digitar os dois primeiros números, que identificam o partido, e a tecla verde. Ambas as modalidades de voto são consideradas válidas e contabilizadas.

Todos os votos válidos são, então, agrupados por partido independente ou por coligação, dependendo do caso.

O quociente eleitoral

Finalizada a votação, passa-se à apuração. Nesse momento é feito o primeiro cálculo usado para a distribuição das cadeiras do Parlamento: o cálculo do quociente eleitoral. O número total de votos válidos para os cargos de deputado é dividido pelo número de cadeiras a serem preenchidas – que varia de 8 a 70, no caso de bancadas dos estados na Câmara dos Deputados, e de 24 a 94, no caso das Assembleias Legislativas estaduais.

O resultado dessa divisão é o chamado quociente eleitoral – que é independente para cada estado. Esse quociente será a base de cálculo para a distribuição de vagas entre os partidos e coligações. No caso de o quociente eleitoral ser um número quebrado, arredonda-se para cima ou para baixo, conforme o caso.

Os quocientes partidários

Obtido o quociente eleitoral, o próximo passo é determinar a quantas vagas cada grupo político terá direito, de acordo com seu total de votos. Para isso, a votação de cada partido independente ou coligação é dividida pelo quociente eleitoral, gerando um novo valor: o quociente partidário. Apesar do nome, esse valor só é próprio de um partido se ele tiver concorrido sozinho. No caso de partidos que fazem parte de coligações, o quociente pertence à coligação como um todo, não a cada partido dela.

O quociente partidário é, enfim, o número de cadeiras a que o partido ou a coligação tem direito. Esse resultado raramente é um número inteiro. Então desprezam-se todos os algarismos depois da vírgula e considera-se apenas a parcela inteira como total de cadeiras a que o grupo tem direito. Por exemplo, se o quociente partidário de um partido ou coligação for 20,5, essa legenda tem direito a 20 cadeiras. O mesmo acontecerá se o quociente for de 20,1 ou de 20,9.

Partidos e coligações que obtenham um quociente partidário inferior a 1 não têm direito a nenhuma cadeira.

As médias

Feita a distribuição de cadeiras aos partidos e coligações que tenham recebido votos suficientes, é possível que ainda sobrem algumas vagas, devido ao arredondamento forçado da divisão pelo quociente partidário. Caso isso ocorra, essas sobras são divididas, uma por uma, de acordo com um novo cálculo, chamado de cálculo das médias.

O número total de votos de cada partido e coligação que tenha conquistado cadeiras é dividido pelo número de cadeiras já conquistadas acrescido de 1. Feita a divisão, o partido ou coligação cujo resultado seja mais alto vence a primeira média, e fica com uma das cadeiras da sobra. O procedimento é repetido para cada sobra, até que todas tenham sido ocupadas. A cada repetição, a legenda que já tenha conquistado alguma sobra tem seu número de cadeiras devidamente ajustado.

Os eleitos

Uma vez que todos os partidos e coligações tenham suas cadeiras definidas, a definição dos ocupantes é o passo mais fácil. Aqui, resgatam-se as votações individuais de cada candidato e desprezam-se os votos de legenda. Cada partido e coligação preencherá as cadeiras a que tem direito com seus candidatos mais votados individualmente, na ordem da votação individual. No caso de coligações, não interessa o número de votos com que cada partido contribuiu: todos os votos são considerados da coligação, e todos os candidatos são agrupados na mesma lista.

Essa lógica faz com que candidatos com poucos votos, mas pertencentes a um partido ou coligação com grande votação, possam acabar eleitos. Afinal, as legendas devem preencher as vagas que conquistaram, e, nesse momento, só interessa a votação de cada candidato relativa aos colegas da mesma legenda, e não seus números no universo total de candidatos ao mesmo cargo. Sendo assim, a presença de um único campeão de votos numa legenda – os chamados “puxadores de votos” – garante a eleição de muitos colegas.

Os candidatos que não ficarem suficientemente bem colocados para assumir uma vaga pelo partido ou pela coligação tornam-se suplentes, e assumem os mandatos dos titulares que se retirarem do Parlamento por qualquer motivo, como renúncia, falecimento ou licença. O suplente com mais votos assume no lugar do primeiro eleito que se afastar, e assim por diante. Com a volta do titular, o suplente deixa o cargo.

Já os candidatos de partidos e coligações que não conquistem cadeiras não terão chance de assumir um mandato, por mais bem votados que tenham sido individualmente. Na distribuição de vagas por legenda, o que importa é a votação coletiva do grupo político. Esse estágio deve ser superado antes da distribuição individual das vagas. Se não for, não haverá cadeiras para os candidatos daquela legenda preencherem com seus votos.

*Com informações da Agência Senado

Uma pesquisa realizada pelo Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (PROCON-PE), entre os dias 7 e 10 de abril, verificou os preços dos ovos de Páscoa na Região Metropolitana do Recife (RMR). A maior diferença chegou a variar 68,90%.

Foram pesquisados no total 97 tipos de chocolates (ovos de Páscoa de diferentes tamanhos e marcas e caixas de chocolate). O PROCON-PE visitou nove estabelecimentos comerciais. 

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Confira as maiores variações de preços registradas durante o levantamento:

Produto: Ovo Classic ao Leite Nestlé n°15 200g

Maior Preço: R$ 26,99 (Lojas Americanas)

Menor Preço: R$ 15,98 (Pão de Açúcar)

Diferença: 68,90%

 

Produto: Ovo Diamante Negro tradicional Lacta n°15 215g

Maior Preço: R$ 26,99 (Deskontão)

Menor Preço: R$ 15,99 (Atacadão)

Diferença: 68,79%

 

Produto: Ovo Suflair de colher tradicional Nestlê n°20 320g

Maior Preço: R$ 49,99 (Lojas Americanas)

Menor Preço: R$ 29,90 (Carrefour )

Diferença: 67,19%

 

Produto: Caixa de Chocolate especialidades Nestlê 400g

Maior Preço: R$ 9,49 (Extrabom)

Menor Preço: R$ 5,89 (Atacadão)

Diferença: 61,12%

 

Produto: Ovo Ferrero Rocher 250g

Maior Preço: R$ 49,90 (Extra)

Menor Preço: R$ 32,90 (Atacadão)

Diferença: 51,67%

 

Produto: Ovo Alpino colher n°20 375g

Maior Preço: R$ 44,98 (Bompreço)

Menor Preço: R$ 29,90 (Carrefour)

Diferença: 50,43%

 

Orientação – O PROCON-PE reforça a necessidade de pesquisar os preços antes de realizar as compras da Páscoa. O órgão alerta que a numeração indicada na embalagem do ovo de chocolate não representa, necessariamente, o mesmo peso e/ou tamanho, tanto para os produtos do mesmo fabricante quanto para diferentes marcas.

É importante, então, comparar preço, qualidade e quantidade. A pesquisa completa está disponível para o consumidor acessar.

Num mundo cada vez mais globalizado, e com a Copa do Mundo de 2014 prestes a bater a porta do Estado de Pernambuco, várias oportunidades de emprego estão surgindo e continuarão a surgir. Mas, muitas delas exigem que o candidato tenha um diferencial de mercado. Então, acima de qualquer especialização ou curso técnico, mas vale à pena afiar a língua com um novo idioma. Isso porque muitas são as empresas estrangeiras que estão se instalando no Estado, sobretudo, em Suape. E pedem, como pré-requisito, uma língua a mais. Então, seja inglês, francês, alemão, espanhol, italiano ou até mesmo o árabe ou japonês, não importa qual a língua estrangeira escolhida, o importante é ter uma delas no currículo para ingressar no mercado, cada vez mais universalizado.

Foi pensando desta forma que Laura Gil Rodrigues, 22 anos, estudou inglês, num intercâmbio de sete meses aos Estados Unidos da América (EUA). Hoje, trabalhando como tradutora e professora de idiomas, Laura colhe os frutos com a qualificação profissional. Para ela, saber falar a língua foi fundamental. “Saber falar outra língua pesa muito. Faz com que você seja visto diferente. A experiência com a língua inglesa que tive fora do país contou muito para eu conseguir meu atual emprego”, afirmou Laura, que hoje trabalha como professora numa escola especializada em idiomas no Recife.

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Segundo a consultora de recursos humanos da Agregar, empresa de recrutamento de profissionais, Rauseanne Sybalde, saber falar mais de uma língua é uma exigência de mercado. “Hoje, é o diferencial. Têm empresas que já colocam esse perfil como pré-requisito. Principalmente, as grandes empresas. Eles exigem que os candidatos tenham conhecimento avançado sobre a língua”, afirma. Ainda de acordo com a consultora, para não ficar de fora do mercado "as pessoas devem se aperfeiçoar. Ter esse conhecimento diferenciado para que isso não seja um empecilho. Às vezes o candidato tem até um conhecimento técnico, mas esbarra na falta de conhecimento em outras línguas”.

Quem não esbarrou na falta de conhecimento em outra língua na hora de ingressar no mercado foi a jovem estudante de direito Luize Andrade Lacerda, de 27 anos. Com um currículo recheado, Luize sabe falar sete línguas (inglês, espanhol, francês, alemão, mandarim, idiche (dialeto judeu) e italiano. Com tanta língua no currículo, vários empregos surgiram ao longo de sua trajetória profissional. “Já trabalhei nos EUA como interpretadora médica e aqui no Brasil trabalhei em um escritório de advocacia. Neste último, segundo o advogado que me contratou, um dos motivos para eu ser contratada foi o fato de saber falar alemão”, contou a estudante que no primeiro dia de trabalho teve que traduzir um inventário em alemão. Diante das experiências, Luize, embora não esteja trabalhando atualmente, afirma: “Profissionalmente, foi fundamental ter o domínio dessas línguas. Foi o diferencial”, concluiu.

Para os interessados em obter uma língua a mais no currículo, o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) oferece cursos de línguas estrangeiras. Lá, o público pode aprender inglês, espanhol, francês, alemão, italiano e mandarim. Para mais informações sobre os cursos, os interessados podem ligar para os telefones 0800 0811688 (81) 3413.6724 / 3413.6717 / 3413.6716. Além do Senac, a Prefeitura da Cidade do Recife (PCR) também oferece curso gratuito de línguas anualmente entre as Regiões Político Administrativas.

Segue abaixo os endereços:

RPA-1
Centro de Qualificação Profissional São José
Rua Coelho Leite, s/n, Santo Amaro - Fone: 3355.3808
Curso: Espanhol
 
Centro de Educação Profissional Jornalista Cristiano Donato
Rua da Imperatriz, 182, Boa Vista – Fone: 3355.3592
Cursos: Inglês / Francês /  Espanhol /  Alemão /  Italiano / Latim
 
RPA-2
Escola Profissionalizante de Beberibe Zuleide Gomes Monteiro
Rua Melânio de Barros Correia, s/n, Beberibe - Fone: 3355.3656
Cursos: Inglês/ Espanhol

RPA-3
Escola Profissional Virgem Poderosa
Rua Leonardo Cavalcante, s/n, Jaqueira - Fone: 3355.3632
Curso: Espanhol

RPA-4
Escola Profissional Magalhães Bastos
Rua Francisco Lacerda, s/n, Várzea - Fone: 3355.6006
Curso: Inglês
Escola Municipal Engenheiro Antônio Bezerra Baltar
Rua Álvaro Teixeira Mesquita, 125, Engenho do Meio - Fone: 3355.3438
Cursos: Inglês /Espanhol

RPA – 5
Escola Profissional anexa ao CSU Bidu Krause
Avenida 11 de agosto, s/n, Totó - Fone: 3232.2520
Curso: Espanhol
Escola Profissional de Areias
Rua Ipojuca, s/n, Areias - Fone: 3355.3596
Curso: Inglês

RPA-6
16 - Escola Profissionalizante Maria de Sampaio Lucena
Avenida Rio Grande s/n (UR-1) – Ibura - Fone: 3232.3118
Cursos: Inglês /  Espanhol

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