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O cenário esperado para o câmbio brasileiro em 2023 mostrou valorização de uma semana para a outra no Relatório de Mercado Focus. A estimativa para o câmbio este ano passou de R$ 5,20 para R$ 5,15, de R$ 5,20 há um mês.

Para 2024, a mediana permaneceu em R$ 5,20, contra R$ 5,25 quatro semanas antes. A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o Banco Central (BC) espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne nesta sexta-feira (14) em Pequim com o homólogo Xi Jinping para reforçar os vínculos com a China, um dia depois de criticar o dólar como moeda global e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Lula está na China para estreitar os laços econômicos com o principal parceiro comercial do Brasil e afirma que o país "está de volta" ao cenário internacional, com a intenção de assumir um papel de mediador no conflito na Ucrânia.

Durante a primeira etapa da viagem, em Xangai, Lula questionou o uso do dólar como moeda global, poucas semanas depois de seu governo estabelecer um acordo com Pequim para operações comerciais com concordar com o real e o yuan, sem a necessidade do câmbio na moeda americana

"Toda noite me pergunto por que todos os países estão obrigados a fazer o seu comércio lastreado no dólar? (...) Hoje um país precisa correr atrás de dólar para poder exportar quando poderia exportar na sua própria moeda", afirmou Lula na quinta-feira.

As declarações aconteceram durante a cerimônia de posse da ex-presidente Dilma Rousseff (2011-2016) no comando do banco BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Durante o evento, Lula também reservou palavras duras par ao FMI, aludindo às acusações de que a instituição impõe cortes draconianos nos gastos públicos em países em dificuldades econômicas, como a Argentina, em troca de empréstimos.

"Não cabe a um banco ficar asfixiando as economias dos países como o FMI está fazendo agora na Argentina e como fizeram com o Brasil durante muito tempo e com todos os países do terceiro mundo", afirmou.

"Nenhum governante pode trabalhar com una faca na garganta porque está devendo".

Ucrânia na agenda

Desde seu retorno ao poder janeiro, após dois mandatos entre 2003 e 2010, Lula tem como objetivo recolocar o Brasil "na nova geopolítica mundial" e deixar para trás o isolacionismo de seu antecessor, Jair Bolsonaro.

Depois de viagens para Argentina e Estados Unidos, o petista visita a China com a intenção de consolidar a relação e atuar como ponto de ligação entre as diferentes regiões do mundo.

"A época em que o Brasil estava ausente nas grandes decisões mundiais já é coisa do passado. Estamos de volta no cenário internacional depois de uma ausência inexplicável", declarou em Xangai, cidade que deixou na quinta-feira à noite para viajar a Pequim.

Na capital, ele tem uma agenda repleta de compromissos, que começaram com um encontro com o presidente da Assembleia Popular Nacional da China, Zhao Leji.

"Queremos elevar o patamar da parceria estratégica entre nossos países, ampliar fluxos de comércio e, junto com a China, equilibrar a geopolítica mundial", tuitou a conta oficial de Lula ao lado de uma foto com Zhao.

Ele também se reunirá com o primeiro-ministro Li Qiang no Grande Palácio do Povo, antes de ser recebido pelo presidente Xi Jinping e participar em uma entrevista coletiva.

Além das questões sobre investimentos e comércio, um dos principais temas do encontro entre Lula e Xi deve ser a guerra na Ucrânia.

Nem a China nem o Brasil adotaram sanções contra a Rússia como fizeram os países ocidentais. As duas nações tentam estabelecer posições como mediadores para alcançar a paz.

Lula propõe formar um grupo de países para trabalhar em uma solução negociada para o conflito causado pela invasão russa.

Vínculos comerciais

A passagem por Xangai também demonstrou a importância econômica da viagem de Lula, que estava prevista para o fim de março, mas foi adiada depois que o presidente de 77 anos foi diagnosticado com pneumonia.

Em sua quarta visita oficial à China, principal sócio comercial do Brasil, Lula é acompanhado por uma comitiva de quase 40 representantes políticos, incluindo nove ministros, governadores, deputados e senadores, além de empresários.

O volume de comércio entre as duas economias cresceu 21 vezes desde a primeira visita de Lula ao país em 2004. Em 2022, o gigante asiático importou do Brasil 89,7 bilhões de dólares (443 bilhões de reais), com destaque para soja e minerais.

Depois da cerimônia no banco dos BRICS, Lula visitou um centro de pesquisas de empresa de tecnologia Huawei e se reuniu com o presidente da montadora de carros elétricos BYD, que negocia a abertura de uma fábrica na Bahia.

 

O cenário da moeda norte-americana em 2023 e 2024 ficou estável mais uma semana no Relatório de Mercado Focus. A estimativa para o câmbio neste ano continuou em R$ 5,25, mesmo valor esperado há um mês. Para 2024, permaneceu em R$ 5,30, mesma mediana de quatro semanas atrás.

A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o BC espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

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O dólar opera em alta no mercado local, na manhã desta quarta-feira (15), acompanhando a tendência da moeda norte-americana no exterior. Os investidores adotam cautela diante da turbulência nos mercados globais deflagrada por preocupações com o Credit Suisse.

Por temores de contágio no setor bancário global e os riscos de recessão, o monitoramento do CME mostrava crescimento da possibilidade de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) mantenha os juros na reunião da próxima semana.

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Há pouco, o monitoramento mostrava 51,3% de chance de manutenção nos juros e 48,7% de uma alta de 25 pontos-base. Ontem, havia 69,4% de possibilidade de elevação de 25 pontos-base e 30,6% de manutenção dos juros.

A queda dos preços do petróleo, que chegou a subir mais cedo, adiciona pressão aos ativos locais. Os American Depositary Receipts (ADRs) da Vale e da Petrobras registram quedas de 2,51% e 1,51%, respectivamente, no pré-mercado de Nova York.

O minério de ferro negociado na bolsa de Dalian fechou estável, a US$ 134,32; em Cingapura, registra queda de 1,34%, a US$ 129,95. Os contratos futuros de petróleo recuam 1,64% (Brent) e 1,68% (WTI).

Às 9h18, o dólar à vista subia 0,71%, a R$ 5,2948. O dólar para abril ganhava 0,76%, a R$ 5,3130.

O cenário da moeda norte-americana em 2023 e 2024 ficou estável nesta semana no Relatório de Mercado Focus. A estimativa para o câmbio neste ano continuou em R$ 5,25, mesmo valor esperado há um mês.

Para 2024, a mediana permaneceu em R$ 5,30, repetindo a mediana de quatro semanas atrás. A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020.

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Com isso, o Banco Central (BC) espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

O dólar abriu em alta nesta segunda-feira, 6, acompanhando a valorização externa, mas os investidores ajustaram posições em meio à manutenção das projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) até 2025 no boletim Focus e chegou a cair também em meio a relatos de ingresso de fluxo comercial. Na mínima, o dólar à vista cedeu aos R$ 5,1965. A máxima, após abertura, ficou em R$ 5,2135 (+0,26%).

Há pouco, o dólar retomou sinal positivo moderado de olho na valorização externa. Há também expectativas sobre a apresentação do novo arcabouço fiscal, que deve ser antecipado, possivelmente antes da reunião do Copom, nos dias 21 e 22 de março.

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vai se reunir com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta segunda-feira (10h30), para discutir o novo arcabouço fiscal e o Desenrola, considerados fundamentais para as contas públicas e o setor de crédito.

Sobre a âncora, Haddad disse que a ideia é que o novo arcabouço seja de conhecimento público já em março para que o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) seja enviado com formato final, atualizado pela nova regra fiscal, evitando retrabalho por parte do Congresso. À tarde, o presidente Lula vai se reunir também (16 horas), com o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, para decidir sua permanência ou não no Ministério.

No boletim Focus, a projeção para o IPCA - índice oficial de inflação - deste ano seguiu em 5,90% após 11 altas consecutivas. Um mês antes, a mediana era de 5,78%. Para 2024, horizonte cada vez mais relevante para a estratégia de convergência à inflação do BC, a projeção continuou em 4,02% pela segunda semana seguida, de 3,93% há quatro semanas. Considerando somente as 57 estimativas atualizadas nos últimos 5 dias úteis, a mediana para 2023 cedeu de 5,93% para 5,91%. Para 2024, variou de 4,05% para 4,01%, considerando 53 atualizações no período. Já a estimativa para a Selic no fim de 2023 seguiu em 12,75% ao ano e no fim de 2024 permaneceu em 10,00%.

No exterior, o dólar avança ante pares principais e moedas emergentes e o petróleo recua em meio a estimativa de crescimento em torno de 5% da China em 2023, considerado modesto por analistas, e expectativas por novas altas de juros no país e os comentários de política monetária do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, ao Senado dos EUA amanhã, e à Câmara dos Representantes, na quarta-feira.

Às 10h06, o dólar à vista tinha alta de 0,07%, a R$ 5,2040). O dólar abril ganhava 0,10%, a R$ 5,2330, após oscilar de R$ 5,2260 (-0,04%) a R$ 5,2440 (+0,31%).

O cenário da moeda norte-americana em 2023 e 2024 ficou estável nesta semana no Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira, 6. A estimativa para o câmbio neste ano continuou em R$ 5,25, mesmo valor esperado há um mês. Para 2024, a mediana permaneceu em R$ 5,30, repetindo a mediana de quatro semanas atrás.

A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o BC espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

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O cenário da moeda norte-americana em 2023 e 2024 ficou estável nesta semana no Relatório de Mercado Focus. A estimativa para o câmbio neste ano continuou em R$ 5,25. Há um mês, a mediana era de R$ 5,28. Para 2024, a mediana continuou em R$ 5,30, mesmo valor de quatro semanas antes.

A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o Banco Central espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

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O dólar à vista furou os R$ 5,00 e renovou mínima a R$ 4,9408 (-2,36%) na manhã desta quinta-feira, atingindo a menor cotação intraday desde 10 de junho do ano passado (R$ 4,8856).

O analista de inteligência de mercado da Stonex, Leonel Mattos, disse que há um apetite maior por mercados mais arriscados, como o Brasil, tanto de investidor local como de estrangeiros, após decisão suave do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e a comunicação mais rígida do Comitê de Política Monetária (Copom) brasileiro, na quarta-feira.

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Às 10h33, o dólar à vista cedia 2,27%, a R$ 4,9458. O dólar março perdia 2,06%, a R$ 4,9765.

Após uma manhã de instabilidade, o dólar à vista se firmou em terreno negativo no mercado doméstico de câmbio ao longo da tarde desta segunda, 23, alinhando-se ao sinal predominante de baixa da moeda americana em relação a divisas emergentes e de exportadores de commodities. Com agenda de indicadores esvaziada e liquidez reduzida, em meio ao feriado de Ano Novo Lunar na China, a divisa fechou a sessão desta segunda-feira, 23, em leve queda (0,15%), cotada a R$ 5,20, após oscilar entre mínima a R$ 5,1655 e máxima a R$ 5,2210.

Segundo operadores, depois de uma sequência de três pregões de alta e de uma valorização de 1,98% do dólar na semana passada, havia espaço para um respiro do real, dado o ambiente externo propício ao risco. O vaivém das versões em torno da criação de uma suposta moeda única entre Brasil e Argentina (na verdade uma unidade de troca para fins comerciais) foi monitorado, mas não teve papel relevante na formação da taxa de câmbio. Falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Buenos Aires sobre papel mais ativo do BNDES em financiamento a outros países, contudo, trouxeram preocupações.

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Parte da alta do dólar pela manhã foi atribuída ao desconforto com a piora das expectativas de inflação reveladas pelo Boletim Focus, o primeiro após as críticas do presidente Lula ao nível das metas de inflação e à autonomia do Banco Central. A mediana das projeções para o IPCA deste ano subiu de 5,39% para 5,48% (de 5,23% há um mês). Houve também deterioração das estimativas para 2024 (de 3,70% para 3,84%), ao passo que a expectativa para 2005 se manteve em 3,50%. Amanhã, sai o IPCA-15 de janeiro. A mediana de Projeções Broadcast é de 0,52%, idêntica à variação registrada pelo índice em dezembro.

Os altos e baixos do dólar por aqui também estiveram ligados ao comportamento do índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana frente a uma cesta de seis pares fortes. Não por acaso, a mínima do dólar, na casa de R$ 5,16, se deu quando o índice tocou território negativo, aos 101,589 pontos. E a divisa voltou ao nível dos R$ 5,20 na reta final dos negócios justamente quando o DXY flertou com o patamar dos 102,200 pontos.

O diretor de produtos de câmbio da Venice Investimentos, André Rolha, observa que, a despeito do soluço hoje, o DXY vem perdendo força com a perspectiva de aperto monetário menos intenso pelo Federal Reserve, o que favorece a moeda brasileira.

"O pano de fundo local não mudou, tem muita preocupação como fiscal. Mas o sentimento global melhorou, com alta das commodities. O Brasil também continua muito atrativo para 'carry trade' porque os juros não vão cair tão cedo", diz Rolha, para quem o dólar, após o estresse no início do ano, passa por uma acomodação. "Tem gordura para queimar ainda, mas quando caia baixo de R$ 5,10, aparece uma demanda grande de compra".

Por aqui, causou rebuliço declaração do ministro da Argentina, Sergio Massa, ao Financial Times, no domingo, dando conta de que há conversas para criação de moeda única entre Brasil e Argentina, à semelhança do euro.

O economista-chefe do Banco Fibra, Cristiano Oliveira, ressalta que há muitos anos é discutida a intenção de construir uma moeda (digital ou não) que possa ser usada como unidade de pagamentos para o comércio dentro do Mercosul e que há até discursos do ex-ministro Paulo Guedes sobre o tema. "Ao que tudo indica, o governo argentino quis 'ganhar' em cima da notícia de que os dois governos vão iniciar estudos e acabou falando em moeda comum. A Argentina tem eleições em 2023 e o apoio de Lula é visto como relevante", afirma Oliveira, em nota.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e Massa assinaram hoje memorando conjunto para simplificação e modernização de acordo de pagamentos em moedas locais. O documento dá início a estudos para criação de unidade com de troca entre os dois países restrita a transações comerciais e financeiras.

O cenário da moeda norte-americana em 2023 não sofreu alterações nesta semana no Relatório de Mercado Focus publicado na manhã desta segunda-feira (13). A estimativa para o câmbio neste ano permaneceu R$ 5,28. Há um mês, a mediana era de R$ 5,26. Para 2024, também continuou em R$ 5,30, contra R$ 5,25 há quatro semanas.

A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o BC espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

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O cenário da moeda norte-americana em 2023 subiu marginalmente no Relatório de Mercado Focus desta semana. A estimativa para o câmbio neste ano passou de R$ 5,27 para R$ 5,28.

Há um mês, a mediana era de R$ 5,25. A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020.

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Com isso, o BC espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

O cenário da moeda norte-americana em 2023 voltou a mostrar alteração nesta semana no Relatório de Mercado Focus. A estimativa para o câmbio no ano que vem passou de R$ 5,26 para R$ 5,27, enquanto para 2022 continuou em R$ 5,25.

Há um mês, as medianas eram de R$ 5,27 e R$ 5,25, nessa ordem. A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o BC espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

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O dólar teve uma sessão volátil e de liquidez estreita, que se refletiu na cotação final da moeda, que terminou o dia em leve alta, bem perto dos ajustes da véspera. Alguma pressão da queda das commodities foi observada à tarde, embora o noticiário local, com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição ainda sendo assimilado, prevalecendo.

A moeda americana à vista subiu 0,20%, aos R$ 5,2161. Entre a máxima (R$ 5,2531) e a mínima (R$ 5,1914) foram pouco mais de seis centavos de diferença. No segmento futuro, o dólar para janeiro subiu para R$ 5,2555 (+0,45%). Termômetro da liquidez, o futuro movimentava pouco mais de R$ 10,5 bilhões, só maior na semana que a segunda-feira de jogo do Brasil na Copa do Catar. Nesse ambiente, a venda integral de US$ 3 bilhões em leilão de linha de dólares com compromisso de recompra pelo Banco Central ajudou a dar liquidez aos negócios.

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Pela manhã, o dólar operou em queda e chegou a ceder abaixo dos R$ 5,20 com a desmontagem de algumas posições defensivas e relatos de ingresso de fluxo comercial. Mas das 14h30 adiante a moeda se firmou no território positivo, ainda que de maneira discreta.

O pano de fundo do dia seguiu sendo o desenlace da situação fiscal do País em 2023. A PEC da Transição foi aprovada ontem à noite pelo Senado e, contrariando algumas apostas, não houve uma desidratação adicional do texto. A proposta tem impacto fiscal de R$ 168 bilhões, sendo R$ 145 bilhões de expansão do teto de gastos para acomodar mais recursos para programas sociais e R$ 23 bilhões extrateto para investimentos.

A PEC foi direcionada para a Câmara, onde deve ser apreciada na semana que vem. Na Casa, contudo, pode não ter vida tão fácil, já que depende do desfecho do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o orçamento secreto. Nesta pressão, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse a aliados que o texto da PEC aprovado no Senado não foi acordado com os deputados, como apurou o Broadcast Político.

E nesse cenário de incerteza, agentes do mercado viram espaço para valorização do dólar hoje. "A subida do dólar hoje É muito reflexo da aprovação da PEC que vai aumentar consideravelmente o teto de gastos, aumentar o Bolsa Família. E a tendência é de o dólar ir aumentando no curto, médio prazo a partir do momento que você não tem um governo austero com os gastos. São efeitos de um governo que muito provavelmente vai querer gastar bem mais", avaliou o CEO da Trace Finance, Bernardo Brites.

Para o curtíssimo prazo, Brites acredita que o dólar deve andar mais "de lado", esperando as definições do novo governo.

O cenário para a moeda norte-americana em 2022 cedeu marginalmente, enquanto para 2023 se acomodou no Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira (5). A estimativa para o câmbio este ano passou de R$ 5,27 para R$ 5,25, enquanto, para 2023, permaneceu em R$ 5,25. Há um mês, as medianas eram de R$ 5,20.

A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o BC espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

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A derrocada da moeda americana no exterior e a alta das commodities, na esteira de notícias sobre relaxamento da política de covid zero na China, abriram espaço para que o real experimentasse uma recuperação parcial nesta sexta-feira, 11. Mesmo assim, foi a pior semana para a divisa brasileira desde junho de 2020.

Tirando um breve período de instabilidade na primeira hora de negócios, o dólar trabalhou o restante da sessão em baixa firme, em um dia típico de ajustes e realização de lucros que sucede movimentos agudos - caso da valorização de 4,41% ontem, fruto de preocupações com a política fiscal no futuro governo após declarações do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Embora tenha passando a maior parte do pregão com sinal negativo, o dólar, uma vez mais, apresentou oscilação expressiva. Foram mais de 15 centavos entre a máxima (R$ 5,4058), logo após a abertura, e a mínima (R$ 5,2595), no início da tarde. No fim da sessão, a moeda era negociada a R$ 5,3337, queda de 1,17%. Apesar do refresco hoje, o dólar spot encerra a semana com valorização de 5,36%.

Trata-se do maior avanço semanal desde a valorização 5,46% na semana encerrada em 19 de junho de 2020, quando o mercado absorvida a reescalada da pandemia de covid-19 e o aumento da tensão política interna, com a prisão do policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ligado à família Bolsonaro.

No exterior, o índice DXY - que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis divisas fortes - chegou a cair quase 2%, com mínima aos 106,218 pontos. Na outra ponta da gangorra, as commodities subiram com retomada do apetite ao risco diante da expectativa de abertura maior da economia chinesa. Na bolsa de Qingdao, o contrato do minério no mercado à vista subiu 4,95%. As cotações do petróleo avançaram mais de 2%. O contrato tipo Brent para janeiro de 2023 subiu 2,42%, cotado a US$ 95,99 o barril.

Além do "fator China", o mercado ainda celebra a alta menor que a prevista do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) nos Estados Unidos em outubro, divulgado ontem. A tese de que a inflação americana já fez pico e que, dado o aperto monetário já realizado, tende a arrefecer voltou à baila, alimentando a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) seja mais comedido na alta de juros.

O cenário da moeda norte-americana em 2022 e 2023 completou a 13ª semana seguida sem alterações no Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Banco Central (BC). A estimativa para o câmbio este ano continuou em R$ 5,20, mesmo valor de um mês antes.

Para 2023, também permaneceu em R$ 5,20, repetindo a estimativa de quatro semanas atrás. A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o BC espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

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O cenário da moeda norte-americana em 2022 e 2023 completou a 12ª semana seguida sem alterações no Relatório de Mercado Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira, 17, pelo Banco Central (BC). A estimativa para o câmbio este ano continuou em R$ 5,20, mesmo valor de um mês antes.

Para 2023, também permaneceu em R$ 5,20, repetindo a estimativa de quatro semanas atrás. A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o BC espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

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O cenário da moeda norte-americana em 2022 e 2023 completou a 11ª semana seguida sem alterações no Relatório de Mercado Focus, divulgado pelo Banco Central (BC). A estimativa para o câmbio este ano continuou em R$ 5,20 nesta segunda-feira (10), mesmo valor de um mês antes.

Para 2023, também permaneceu em R$ 5,20, repetindo a estimativa de quatro semanas atrás. A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o BC espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

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O Relatório de Mercado Focus divulgado na manhã desta segunda-feira (26) pelo Banco Central (BC), mostrou manutenção no cenário da moeda norte-americana em 2022 e 2023 pela nona semana seguida.

A estimativa para o câmbio este ano continuou em R$ 5,20, mesmo valor de um mês antes. Para 2023, também permaneceu em R$ 5,20, repetindo a estimativa de quatro semanas atrás.

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A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020. Com isso, o Banco Central espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.

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