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Nesta terça-feira (24), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou regras específicas para reduzir aglomerações durante a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), edição 2020. As medidas servem para combater os efeitos do novo coronavírus.

De acordo com o Inep, nas salas de aplicação, a ocupação deverá ser de, no máximo, 50% da capacidade original dos espaços. Para o Enem 2020, a organização do processo seletivo calcula 205 mil salas em 14 mil pontos de aplicação.

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Em 2019, o Exame foi realizado em 145 mil salas, distribuídas em 10 mil locais de aplicação. O número exato de alunos por espaço pode variar, já que cada ambiente comporta diferentes quantidades, a depender do tamanho.

“Além da redução do número de pessoas por ambiente de aplicação, uma sala especial, com ocupação de até 12 pessoas, será destinada aos participantes que, segundo o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), são mais vulneráveis à Covid-19. Fazem parte desse grupo gestantes, lactantes, idosos e pessoas com condições médicas preexistentes, como cardiopatias, doenças pulmonares crônicas, diabetes, obesidade mórbida, hipertensão, doenças imunossupressoras e oncológicas”, detalhou o Inep.

O Instituto continua: “Vale destacar que esses perfis foram previamente identificados na base de inscritos e, assim, alocados nas salas especiais. Portanto, não há necessidade de realizar uma nova solicitação ao Inep, já que todas as providências necessárias foram adotadas. É importante lembrar, ainda, que o ensalamento oferecido a esse grupo será diferenciado, mas não individualizado, já que a sala individual é destinada, em geral, aos participantes que necessitam de auxílio para leitura”.

As provas do Enem impresso serão realizadas nos dias 17 a 24 de janeiro de 2021. Já a versão digital está programada para 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Confira, a seguir, mais informações divulgadas pela organização da prova:

Atendimento especializado – O Inep permite a solicitação de atendimento especializado, após o período de inscrições, em até dez dias antes da aplicação do exame. Enquadram-se nessa situação somente os participantes com deficiência que necessitam de recurso de prova não solicitado no momento da inscrição. Entretanto, é fundamental estar ciente de que a disponibilização do recurso também não é automática. O Inep analisará as solicitações individualmente, assim como prevê o edital do exame. Em caso de indisponibilidade de atendimento com a necessidade comprovada, o participante será remanejado para a reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2021. Situações como essa podem ocorrer em função de os cadernos de prova serem personalizados, com o nome de cada participante, e produzidos com antecedência, de acordo com o local de prova designado. Nesse sentido, a depender do tipo de recurso solicitado, é possível que não haja tempo suficiente para impressão e distribuição das provas adicionais, com a devida segurança.

Doenças infectocontagiosas – Pessoas acometidas por doenças infectocontagiosas, nos dias de realização das provas, também poderão participar da reaplicação do Enem. Nesses casos, a condição deverá ser comunicada, por meio da Página do Participante, antes da aplicação do exame. São doenças infectocontagiosas para fins de solicitação de reaplicação do Enem 2020 impresso: coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela e COVID-19.

Análise – Para a análise da possibilidade de reaplicação, a pessoa deverá inserir, obrigatoriamente, no momento da solicitação, documento legível que comprove a doença. Na documentação, deve constar o nome completo do participante, o diagnóstico com a descrição da condição, o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10), além da assinatura e da identificação do profissional competente, com o respectivo registro do Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente, assim como a data do atendimento. O documento deve ser anexado em formato PDF, PNG ou JPG, no tamanho máximo de 2 MB. Caso o diagnóstico ocorra no dia da aplicação do Enem, além de registrar o ocorrido por meio da Página do Participante, o inscrito deverá entrar em contato com a Central de Atendimento do Inep (0800 616161) e relatar a condição, a fim de agilizar a análise do laudo pela autarquia. A aprovação ou a reprovação da solicitação de reaplicação deverá ser consultada pela Página do Participante.

Medidas de segurança – Entre as medidas implementadas para o Enem 2020, em virtude do contexto de pandemia de COVID-19, estão a disponibilização de álcool em gel aos participantes e a obrigatoriedade do uso de proteção facial durante a prova. O participante poderá levar mais de uma máscara para troca ao longo do dia. As máscaras serão verificadas pelos fiscais para evitar possíveis infrações, respeitando a distância recomendada. Profissionais que irão trabalhar nos dias de prova, entre aplicadores, fiscais e demais colaboradores, também estão sendo capacitados por meio de cursos a distância, para se adequarem às medidas de segurança sanitária.

Enem – Realizado anualmente pelo Inep desde 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar ao final da educação básica. A estrutura do exame conta com uma redação e 45 questões em cada prova das quatro áreas de conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias. Ao todo, 5.783.357 inscrições foram confirmadas para o Enem 2020. Desse total, 5.687.271 correspondem a inscritos na versão impressa do exame, enquanto 96.086 pessoas.

Candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 que forem diagnosticados por alguma doença infectocontagiosa, como o novo coronavírus e, portanto, estiverem impossibilitados de fazer as provas por este motivo, poderão ter uma nova chance. 

Em entrevista à Agência Brasil, o presidente substituto do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Camilo Mussa, disse hoje (24) que, nesse caso, a orientação é ligar para a central de atendimento do Inep (0800 616161) e comunicar a doença até um dia antes da data da prova. 

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Fora isso, depois da aplicação, o candidato também deverá registrar o problema anexando laudo médico na Página do Participante. Os casos deferidos pelo Inep poderão participar de uma reaplicação do exame nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2021, mesma data em que o Enem aplicado a pessoas com privação de liberdade.

Outras doenças

Além de covid-19, o edital prevê nessa lista casos de coqueluche, difteria, doença invasiva por haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola e varicela. 

Segundo o Inep, não só pessoas com problemas de saúde na data das provas poderão participar da reaplicação. Quem tiver problemas logísticos, como, por exemplo, falta de energia elétrica também poderá comunicar o problema pela Página do Participante para fazer o exame em fevereiro.

Grupo de risco

Sobre candidatos que se enquadram no grupo de risco para a covid-19, como idosos e pessoas com comorbidades que necessitam de atendimento especial, não é preciso fazer nada. “ Essas pessoas já declararam no ato da inscrição, idade e se precisam de atendimento especial e, com base nessas informações, vamos agrupá-las em salas separadas. Não há necessidade de procurar a central para comunicar essa condição”, garantiu Mussa.

Apesar disso, o presidente substituto do Inep, lembrou que situações diagnosticadas depois da inscrição, como, por exemplo, casos de gravidez, deverão ser comunicadas pela central de atendimento do instituto também até um dia antes do Enem. Para garantir a segurança de todos os participantes, o número de participantes por sala será reduzido, pelo menos, em 50%.

Máscaras

Para a edição de 2020, o Enem teve mais de 5,7 milhões de inscrições confirmadas. Todos os candidatos e profissionais envolvidos no exame devem fazer uso obrigatório de máscara de proteção facial, exceto para os casos previstos na Lei n.º 14.019, de 2020. 

Elas poderão ser retiradas apenas no momento de identificação pelo fiscal de provas, mas sem tocar sua parte frontal e, posteriormente, deverá ser feita a higienização das mãos com álcool em gel próprio ou fornecido pelos fiscais. As máscaras também poderão ser retiradas para os candidatos bebam água e façam lanche durante a aplicação da prova.

Cronograma

Provas impressas: 17 e 24 de janeiro

Prova digital: 31 de janeiro e 7 de fevereiro

Reaplicação da prova: 23 e 24 de fevereiro

Resultados: a partir de 29 de março

Em parceria com o LeiaJá, o projeto Vai Cair No Enem transmite mais um aulão, neste sábado (21). Redação, matemática e história são as disciplinas do evento, cuja proposta é abordar assuntos cobrados no Exame Nacional do Ensino Médio. Acompanhe a live:

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Em matemática, com o professor Edu Coelho, os feras podem conferir o tema “Geometria para apressados”. Já o educador Hilton Rosas promete uma aula de história sobre escravidão no Brasil. A professora Síndea Botelho, por sua vez, explica elementos que não podem faltar em uma redação. A apresentação fica por conta da produtora Thayná Aguiar e da influencer Jéssica Nascimento.

Promovido no âmbito do projeto Enem 360, o aulão conta com o apoio da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau e GoKursos. As lives são realizadas aos sábados, conforme calendário publicado no Instagram @vaicairnoenem.

O projeto Vai Cair No Enem, em parceria com o LeiaJá, realiza mais um aulão neste sábado (21), a partir das 14h. Redação, matemática e história são as disciplinas do evento, cuja proposta é abordar assuntos cobrados no Exame Nacional do Ensino Médio. Assista no YouTube:

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Em matemática, com o professor Edu Coelho, os alunos podem conferir o tema “Geometria para apressados”.  Já o docente Hilton Rosas promete uma aula de história sobre escravidão no Brasil. Por fim, a professora Síndea Botelho explicará elementos que não podem faltar em uma redação. A apresentação da live fica por conta da produtora Thayná Aguiar e da influencer Jéssica Nascimento.

Promovido no âmbito do projeto Enem 360, o aulão conta com o apoio da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau e GoKursos. As lives são realizadas aos sábados, conforme calendário publicado no Instagram @vaicairnoenem.

Por meio de determinação, nesta quarta-feira (18), o Ministério da Educação (MEC) oficializou o Ministério de Estado da Defesa para realizar o apoio de logística das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. O texto foi assinado pelo ministro da defesa Fernando Azevedo e Silva, e publicado no Diário Oficial da União.

“Dessa forma, as Forças Armadas, sob a coordenação deste Ministério, deverão utilizar os meios necessários para prestar apoio logístico à realização do Enem 2020, solicitado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), vinculado ao Ministério da Educação”, diz trecho da decisão publicada pelo Ministério da Defesa.

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Além do apoio logístico das forças armadas, que será feito nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021, data em que as provas do Enem impresso serão aplicadas, o texto também explica que está autorizado “a solicitação de apoio de armazenagem segura das provas do Enem em Organizações Militares”.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou, nesta terça-feira (17), que estão disponíveis uma série de materiais que servem para apoio aos estudos dos alunos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os candidatos podem acessar provas e gabaritos de edições anteriores, matriz de referência do Enem 2020, vídeo prova em Libras, manual de correção da redação, entre outros documentos.

O Inep reforça que também está disponível a cartilha do participante, com orientações a respeito da redação do exame. No material, há dicas sobre estrutura do texto, explicações sobre a correção, critérios usados na distribuição dos pontos e exemplos de redações nota 1000. Os participantes também podem conferir o manual de correção, uma novidade para o Enem 2020. Pela primeira vez, o Inep disponibilizou as apostilas de capacitação dos corretores de redação, elaboradas para a edição anterior, segundo informações da assessoria. 

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O exame está marcado para os dias 17 e 24 de janeiro de 2021 (versão impressa) e 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021 (versão digital). Ao todo, 5.783.357 inscrições foram confirmadas para o Enem 2020. Desse total, 5.783.357 correspondem a inscritos na versão impressa do exame, enquanto 96.086 pessoas optaram por fazer a versão digital.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) revelou, nesta quinta-feira (12), que a matriz do Exame Nacional do Ensino Médio será alterada. De acordo com o órgão, a mudança se dará por conta do Novo Ensino Médio. A alteração não será na edição 2020 da prova.

A mudança foi citada durante uma reunião realizada em uma reunião do Inep com a Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (Anec) nesta quarta-feira (11). A alteração na matriz do Enem foi anunciada logo em seguida à revelação do modelo digital do Enem Seriado

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"Com a reformulação do exame, a matriz de prova do Enem será substituída pela do Novo Ensino Médio. O Ministério da Educação (MEC) e o Inep articulam a elaboração da nova matriz, juntamente com entidades educacionais, como a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed)", disse o Inep, em nota.

Para conferir a atual matriz de referência do Enem, clique aqui.

“A leitura é, provavelmente, uma outra maneira de estar em um lugar.” A fala do escritor brasileiro Jorge Saramago resume bem a importância da leitura para o conhecimento e, principalmente, para a ampliação do vocabulário, do raciocínio e da informação. Pensando nisso, o LeiaJá, em parceria com o projeto Vai Cair No Enem, conversou com professores de Linguagens e Ciências Humanas que indicaram algumas obras literárias carregadas de repertório cultural para ajudar os vestibulandos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Confira:

A História da Riqueza do Homem

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Cristiane Pantoja, educadora de história, sociologia e filosofia, indica o livro "A História da Riqueza do Homem" do escritor e jornalista norte-americano Leo Huberman. Para ela, o livro tem muito a acrescentar no repertório cultural dos estudantes através de uma visão econômica.

“É bacana pelas tentativas de explicar a história pelo olhar da teoria econômica e vice-versa. Além disso, é bom pela linguagem, que não é difícil, e por transcorrer da Idade Média até o nascimento do nazifascismo. Também engloba momentos importantíssimos para as transformações do mundo/homens explicadas pela economia”, explica.

Admirável Mundo Novo

Para ajudar os estudantes a terem um maior repertório, o professor de literatura Eduardo da Silva sugere a leitura do livro “Admirável mundo novo”. O romance escrito pelo inglês Aldous Huxley e publicado em 1938 pode ampliar, segundo o docente, os conhecimentos sobre questões sociais, culturais e pessoais.

“No livro, as pessoas são categorizadas e deliberadamente dopadas para serem mais facilmente manipuladas por um Estado profundamente capitalista e autoritário. A sociedade vive num estado de "felicidade constante" devido às drogas, estímulos sexuais e televisivos. É possível falar sobre preconceito ao diferente, alienação, manipulação de informação, papel da leitura, superexposição nos meios comunicativos, totalitarismo de Estado, uso de drogas, entre outros aspectos”, elenca.

Capitães da Areia

A indicação do professor de literatura Tales Ribeiro é o livro “Capitães de Areia”, do escritor pertencente à Segunda Geração Modernista, também chamada de geração regionalista, Jorge Amado. A obra escrita em 1937 debruça, segundo o educador, sobre as problemáticas do povo Nordestino.

“A narrativa é iniciada a partir de notícias de jornal que falam sobre um problema de criminalidade na cidade promovida por crianças. "Capitães da Areia" é na verdade um grupo de adolescentes em situação de rua que se organizam em torno da liderança de Pedro Bala e praticam diversos crimes, aterrorizando a sociedade soteropolitana da época. A narrativa é construída para que o leitor vivencie as condições desumanas, nas quais essas crianças são submetidas, e como isso empurra elas para uma vida de criminalidade e violência”, resume.

Ribeiro ressalta a importância da leitura: “Este livro é de uma riqueza ímpar para que os feras aumentem seu repertório cultural acerca de diversos temas, como: violência, abandono parental, pessoas em situação de rua, pandemias, entre outros. Pois mesmo sendo uma obra de ficção, a reflexão feita pelo Jorge Amado é carregada de verossimilhança”, finaliza.

Sapiens: Uma Breve História da Humanidade

Arthur Lira, professor de história, recomenda o livro "Sapiens: Uma Breve História da Humanidade" do historiador israelense Yuval Harari. “É uma best-seller que não pode deixar de lido”, comenta.

Conforme o docente, a obra aborda a evolução da espécie humana da idade da pedra ao século XXI. “Harari estuda o desenvolvimento da humanidade através de três grandes revoluções: A cognitiva, a agrícola e a científica. Sua leitura nos fornece uma bagagem para se pensar não apenas a história, mas a biologia, a filosofia, as sociedades, a cultura, nossas crenças, valores e nossa própria trajetória enquanto espécie humana”, diz.

“Dentro de uma perspectiva transdisciplinar ao qual os últimos vestibulares tem se proposto, se trata de uma leitura que nos ajuda não apenas na resolução das questões (com muitos temas da área das Humanidades sendo trabalhados ao longo do livro), como também na elaboração da redação. Proporciona uma amplitude no debate da condição humana e o papel dos seres humanos hoje. À exemplo, o debate sobre o desenvolvimento da ciência, tão importante hoje com o mundo vivendo uma pandemia”, explica.

O educador ainda salienta: “o autor discute, dentre outras questões, as consequências futuras de certos avanços científicos, como a busca pela imortalidade, o avanço inteligência artificial e uso dos algoritmos”, conclui.

Maus: A História de Um Sobrevivente

O professor de história Marlyo Ferreira sugere o livro em quadrinhos “Maus: a História de um Sobrevivente” escrito pelo norte-americano Art Spiegelman. Segundo o educador, esta obra publicada em 1980 retrata a história que o autor, filho de um judeu polonês, escutou do seu próprio pai, um dos sobreviventes do holocausto, e da própria pesquisa feita sobre o acontecimento.

“Uma coisa interessante é que ele descreve no quadrinho tanto a vida do pai, como o processo de obtenção dessas informações. É um quadrinho importante porque é o primeiro a ganhar um prêmio de jornalismo Pulitzer, e também por levantar uma discussão muito mais importante e acalorada na época do seu lançamento sobre o holocausto. O quadrinho discuti temas como a segunda guerra mundial, o holocausto, a questão da memória e dos sobreviventes, como também a questão social”, conta Marlyo.

Para o docente, o quadrinho pode ajudar os estudantes a compreender a segunda guerra mundial, o holocausto e suas consequências humanas. Além de ampliar o conhecimento dos vestibulandos acerca dos horrores cometidos nos campos de concentração.

“É um quadrinho que tenta de certa forma mostrar de uma forma mais humana esse processo sem perder a empatia, mas até com certos momentos de humor. Contudo, é uma obra que no final das contas deixa o leitor bastante reflexivo e é fundamental não apenas para questões de história, como também para a redação, trazendo bastante informações sobre este período e suas consequências até hoje”, complementa, ainda, o professor.

Na reta final para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, o Vai Cair No Enem continua promovendo aulões com dicas exclusivas para a preparação para a prova. Neste sábado (7), às 14h, mais um encontro poderá ser acompanhado por meio do Instagram @vaicairnoenem e do canal youtube.com/vaicairnoenem.

O aulão contará com a participação dos professores de história, Cristiane Pantoja; de física, Eduardo Peres; e de redação, Eduardo Pereira. Em história, os alunos poderão conferir mais sobre a Idade Média e Idade Moderna. Em física, o assunto será Ondulatória. Já em redação, os internautas poderão tirar as dúvidas sobre as três fases da construção do texto: planejamento; execução; finalização e revisão.

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O encontro será apresentado pela jornalista Thayná Aguiar e pela influenciadora digital Jéssica Nascimento.

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Até a realização das provas, marcadas para os meses de janeiro e fevereiro,  os estudantes contarão com aulões mensais, sempre aos sábados e partir das 14h, com a equipe de educadores do Vai Cair No Enem, cuja proposta é compartilhar educação democrática e de qualidade. O calendário das aulas será divulgado ao longo das semanas no Instagram.

Intitulada Enem 360, a iniciativa conta com o apoio da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau e do Gokursos.

Se existe uma coisa que os estudantes que estão se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) querem é tirar uma boa nota na redação. E se essa nota chegar a 1000, a vontade passa a ser um  sonho. Alcançar a pontuação máxima da prova é para poucos, mas é possível. E, segundo o professor de redação e Linguagens Diogo Xavier, o segredo está em cumprir todas as competências exigidas pelo exame.

Ainda de acordo com o docente, é preciso prática para conseguir adquirir uma boa escrita. Além disso, conhecer as competências cobradas pelo Enem é fundamental para desenvolvê-las de uma forma satisfatória e adequada na redação. 

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Desenvolvendo as competências

Na competência 1, o Exame cobra domínio da norma culta da língua escrita. “Para a competência 1, é preciso evitar o uso de linguagem informal ou com marcas de oralidade, bem como minimizar os desvios e os problemas de construção sintática”, aconselha Xavier.

Já na competência 2, é preciso que os estudantes compreendam a proposta de redação. “É necessário compreender o tema e desenvolvê-lo, dentro das características estruturais da Dissertação. Além disso, é preciso usar repertório sociocultural respaldado em áreas do conhecimento, pertinente ao tema e articulado à discussão”, diz Diogo Xavier.

Na terceira competência, é cobrada a coerência textual. “Na competência 3, o estudante precisa garantir a autonomia do texto, de modo que todas as ideias apresentadas sejam desenvolvidas, explicadas, sem que, para compreender, o leitor tenha que lançar mão de conhecimento prévio”, explica o professor.

Já na competência 4, é preciso que o candidato desenvolva conhecimento dos mecanismos linguísticos. “Para ir bem na competência 4, é preciso conhecer bem os conectivos e as relações que eles estabelecem, assim como empregar recursos de retomada”, garante Xavier. 

Por fim, na competência 5, os estudantes que fazem o Enem precisam apresentar uma proposta de intervenção para o problema abordado. “A competência 5 exige a apresentação de uma proposta de intervenção completa, relacionada ao problema discutido: agente, ação, meio, finalidade , com o detalhamento de um desses itens”, explica o docente Diogo Xavier.

Redações nota mil

Contrariando todas as expectativas, o tema da redação do Enem 2019 foi “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”. O tema, de acordo com os docentes, na época, poderia englobar diversas vertentes e apenas por meio do texto de apoio é que os estudantes puderam desenvolver adequadamente o texto. Com isso, apenas 53 participantes alcançaram a nota máxima na prova no ano passado. Os espelhos dessas redações nota 1000 ainda não foram divulgados para a imprensa pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Já em 2018, o número de notas 1000 foi maior: 54. O tema da redação neste ano foi “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. Confira, abaixo, três redações nota mil da edição 2019 do Enem e, em seguida, as observações do professor Diogo Xavier sobre os textos.

Redação de CAROLINA MENDES PEREIRA

Em sua canção “Pela Internet”, o cantor brasileiro Gilberto Gil louva a quantidade de informações disponibilizadas pelas plataformas digitais para seus usuários. No entanto, com o avanço de algoritmos e mecanismos de controle de dados desenvolvidos por empresas de aplicativos e redes sociais, essa abundância vem sendo restringida e as notícias, e produtos culturais vêm sendo cada vez mais direcionados – uma conjuntura atual apta a moldar os hábitos e a informatividade dos usuários. Desse modo, tal manipulação do comportamento de usuários pela seleção prévia de dados é inconcebível e merece um olhar mais crítico de enfrentamento. 

Em primeiro lugar, é válido reconhecer como esse panorama supracitado é capaz de limitar a própria cidadania do indivíduo. Acerca disso, é pertinente trazer o discurso do filósofo Jürgen Habermas, no qual ele conceitua a ação comunicativa: esta consiste na capacidade de uma pessoa em defender seus interesses e demonstrar o que acha melhor para a comunidade, demandando ampla informatividade prévia. Assim, sabendo que a cidadania consiste na luta pelo bem-estar social, caso os sujeitos não possuam um pleno conhecimento da realidade na qual estão inseridos e de como seu próximo pode desfrutar do bem comum – já que suas fontes de informação estão direcionadas –, eles serão incapazes de assumir plena defesa pelo coletivo. Logo, a manipulação do comportamento não pode ser aceita em nome do combate, também, ao individualismo e do zelo pelo bem grupal. 

Em segundo lugar, vale salientar como o controle de dados pela internet vai de encontro à concepção do indivíduo pós-moderno. Isso porque, de acordo com o filósofo pós-estruturalista Stuart-Hall, o sujeito inserido na pós-modernidade é dotado de múltiplas identidades. Sendo assim, as preferências e ideias das pessoas estão em constante interação, o que pode ser limitado pela prévia seleção de informações, comerciais, produtos, entre outros. Por fim, seria negligente não notar como a tentativa de tais algoritmos de criar universos culturais adequados a um gosto de seu usuário criam uma falsa sensação de livre arbítrio e tolhe os múltiplos interesses e identidades que um sujeito poderia assumir. 

Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Para tanto, as instituições escolares são responsáveis pela educação digital e emancipação de seus alunos, com o intuito de deixá-los cientes dos mecanismos utilizados pelas novas tecnologias de comunicação e informação e torná-los mais críticos. Isso pode ser feito pela abordagem da temática, desde o ensino fundamental – uma vez que as gerações estão, cada vez mais cedo, imersas na realidade das novas tecnologias – , de maneira lúdica e adaptada à faixa etária, contando com a capacitação prévia dos professores acerca dos novos meios comunicativos. Por meio, também, de palestras com profissionais das áreas da informática que expliquem como os alunos poderão ampliar seu meio de informações e demonstrem como lidar com tais seletividades, haverá um caminho traçado para uma sociedade emancipada.”

Foto: Paulo Uchôa/LeiaJáImagens/Arquivo

Redação de MATTHEUS MARTINS WENGENROTH CARDOSO 

O advento da internet possibilitou um avanço das formas de comunicação e permitiu um maior acesso à informação. No entanto, a venda de dados particulares de usuários se mostra um grande problema. Apesar dos esforços para coibir essa prática, o combate à manipulação de usuários por meio de controle de dados representa um enorme desafio. Pode-se dizer, então, que a negligência por parte do governo e a forte mentalidade individualista dos empresários são os principais responsáveis pelo quadro. 

Em primeiro lugar, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a venda de dados pessoais e a manipulação do comportamento nas redes. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, grandes empresas sentem-se livres para invadir a privacidade dos usuários e vender informações pessoais para empresários que desejam direcionar suas propagandas. Dessa forma, a opinião dos consumidores é influenciada, e o direito à liberdade de escolha é ameaçado. 

Outrossim, a busca pelo ganho pessoal acima de tudo também pode ser apontado como responsável pelo problema. De acordo com o pensamento marxista, priorizar o bem pessoal em detrimento do coletivo gera inúmeras dificuldades para a sociedade. Ao vender dados particulares e manipular o comportamento de usuários, empresas invadem a privacidade dos indivíduos e ferem importantes direitos da população em nome de interesse individuais. Desse modo, a união da sociedade é essencial para garantir o bem-estar coletivo e combater o controle de dados e a manipulação do comportamento no meio digital. 

Infere-se, portanto, que assegurar a privacidade e a liberdade de escolha na internet é um grande desafio no Brasil. Sendo assim, o Governo Federal, como instância máxima de administração executiva, deve atuar em favor da população, através da criação de leis que proíbam a venda de dados dos usuários, a fim de que empresas que utilizam essa prática sejam punidas e a privacidade dos usuários seja assegurada. Além disso, a sociedade, como conjunto de indivíduos que compartilham valores culturais e sociais, deve atuar em conjunto e combater a manipulação e o controle de informações, por meio de boicotes e campanhas de mobilização, para que os empresários sintam-se pressionados pela população e sejam obrigados a abandonar a prática.”

“Redação de LUISA SOUSA LIMA LEITE 

A Revolução Técnico-científico-informacional, iniciada na segunda metade do século XX, inaugurou inúmeros avanços no setor de informática e telecomunicações. Embora esse movimento de modernização tecnológica tenha sido fundamental para democratizar o acesso a ferramentas digitais e a participação nas redes sociais, tal processo foi acompanhado pela invasão da privacidade de usuários, em virtude do controle de dados efetuado por empresas de tecnologia. Tendo em vista que o uso de informações privadas de internautas pode induzi-los a adotar comportamentos intolerantes ou a aderir a posições políticas, é imprescindível buscar alternativas que inibam essa manipulação comportamental no Brasil. 

A princípio, é necessário avaliar como o uso de dados pessoais por servidores de tecnologia contribui para fomentar condutas intolerantes nas redes sociais. Em consonância com a filósofa Hannah Arendt, pode-se considerar a diversidade como inerente à condição humana, de modo que os indivíduos deveriam estar habituados à convivência com o diferente. Todavia, a filtragem de informações efetivada pelas redes digitais inibe o contato do usuário com conteúdos que divergem dos seus pontos de vista, uma vez que os algoritmos utilizados favorecem publicações compatíveis com o perfil do internauta. Observam-se, por consequência, restrições ao debate e à confrontação de opiniões, que, por sua vez, favorecem a segmentação da comunidade virtual. Esse cenário dificulta o exercício da convivência com a diferença, conforme defendido por Arendt, o que reforça condutas intransigentes como a discriminação.

Em seguida, é relevante examinar como o controle sobre o conteúdo que é veiculado em sites favorece a adesão dos internautas a certo viés ideológico. Tendo em vista que os servidores de redes sociais como “Facebook“ e “Twitter” traçam o perfil de usuários com base nas páginas por eles visitadas, torna-se possível a identificação das tendências de posicionamento político do indivíduo. Em posse dessa informação, as empresas de tecnologia podem privilegiar a veiculação de notícias, inclusive daquelas de procedência não confirmada, com o fito de reforçar as posições políticas do usuário, ou, ainda, de modificá-las para que se adequem aos interesses da companhia. Constata-se, assim, a possibilidade de manipulação ideológica na rede. 

Portanto, fica evidente a necessidade de combater o uso de informações pessoais por empresas de tecnologia. Para tanto, é dever do Poder Legislativo aplicar medidas de caráter punitivo às companhias que utilizarem dados privados para a filtragem de conteúdos em suas redes. Isso seria efetivado por meio da criação de uma legislação específica e da formação de uma comissão parlamentar, que avaliará as situações do uso indevido de informações pessoais. Essa proposta tem por finalidade evitar a manipulação comportamental de usuários e, caso aprovada, certamente contribuirá para otimizar a experiência dos brasileiros na internet.”

Segundo Diogo Xavier, o que as redações têm em comum são justamente os pontos de cumprimento às competências. “Duas delas trazem repertório já na introdução para contextualizar o tema e a problemática. No geral, as três fazem referência a pensadores, usando de maneira produtiva, de modo a defender um ponto de vista. Não é obrigatório o uso das citações, mas constituem formas eficientes de argumentar. Além disso, todas as ideias apresentadas são desenvolvidas, explicadas. Em relação à coesão, os desenvolvimentos e a conclusão se iniciam com conectivos, aspecto importante”, sintetiza o docente.

A professora de redação Fernanda Pessoa é referência na preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Seu curso é sediado no Recife, porém, por meio de aulas de educação a distância, atende também alunos de outras cidades. Em entrevista ao LeiaJá, Fernanda opiniou acerca de situações que envolvem a educação brasileira em meio ao crítico cenário da pandemia do novo coronavírus.

Adiamento do Enem para 2021, desigualdade na preparação dos candidatos, gestão da prova por parte do Ministério da Educação (MEC) e expectativa quanto ao nível de dificuldade do processo seletivo foram alguns dos assuntos abordados pela professora durante a entrevista. Com exclusividade, Fernanda Pessoa ainda revelou ao LeiaJá a sua aposta para o tema da redação do Enem. Assista:

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A prova de redação será cobrada no primeiro dia do Exame. A versão impressa está marcada para 17 e 24 de janeiro de 2021, enquanto o Enem Digital será realizado nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

Responsável pela organização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) promoveu, nesta terça-feira (27), o Encontro para Capacitação de Logística e Segurança da prova. A atividade ocorreu de forma on-line e discutiu estratégias para combater os riscos de contaminação da Covid-19 durante a aplicação do Exame.

De acordo com o Inep, já foram impressas 1.999.621 provas, correspondendo a 16,5% do total. Além disso, o Instituto informou que 8.796 locais de aplicação já estão confirmados; a previsão é que o Enem 2020 tenha 15 mil prédios.

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A organização do Exame também destacou que haverá menos candidatos, em relação ao ano anterior, nas salas de realização da prova. O LeiaJá questionou o órgão sobre o quantitativo exato, mas, até o fechamento desta matéria, não tivemos retorno.

“O ano de 2020 tem sido de grandes desafios, em função da pandemia. Tivemos de nos acostumar com o novo normal. Isso trouxe o isolamento e novas regras sociais. Nós, brasileiros, somos reconhecidamente calorosos. Agora precisamos lidar com o uso de máscara, do álcool em gel, com o isolamento e o distanciamento social. Isso trouxe uma preocupação maior. Tudo agrega dificuldades ao Enem, tanto impresso quanto digital”, destacou o diretor de gestão e planejamento do Inep, Murilo Gameiro, conforme informações da assessoria de comunicação do órgão.

O Enem impresso será realizado nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021. A versão digital, por sua vez, está programada para 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

Livros, anotações, videoaulas e resumos são ótimos recursos para quem busca uma boa nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No entanto, quem visa ser criativo e incrementar na redação, também pode utilizar filmes, séries e documentários, das plataformas de streaming, como argumentos, e ganhar muitos pontos nas produções textuais.

“Os filmes podem ser uma ferramenta para a redação por serem parte do repertório sociocultural do candidato, item avaliado, sob perspectivas diferentes, nas competências 2 e 3. Na competência 2, avalia-se a capacidade de usar um repertório pertinente e articulado à discussão. Já na competência 3, avalia-se se esse repertório é desenvolvido, explicado e usado na defesa de um ponto de vista”, explica o professor de redação Diogo Xavier. 

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O LeiaJá, em parceria com o projeto Vai Cair no Enem, conversou com os professores de redação Diogo Didier, Diogo Xavier, Felipe Rodrigues e Lourdes Ribeiro, para indicarem obras cinematográficas na Netflix que discutem questões LGBT e que podem ajudar os estudantes na redação, caso a temática permita; confira:

Sex Education

A indicação do professor Diogo Didier é a série original da Netflix ‘Sex Education’, que narra a história de um adolescente de 16 anos, filho de uma sexóloga, que se junta com mais dois amigos para tentar ajudar outros jovens com diversas questões sexuais. A obra pode ser uma ótima abordagem na redação. “Acredito que ela (a série) seja útil para que os jovens desconstruam tabus ancestrais em torno do sexo e da sexualidade, fazendo com que tenham autonomia para expressar o que sentem nessas searas”, explica.

Laerte-se

O docente Diogo Xavier sugere o filme documentário ‘Laerte-se’, que retrata a trajetória de uma grande cartunista e chargista do Brasil, Laerte Coutinho, que viveu a maior parte da vida como homem e assumiu sua transexualidade aos 57 anos. Para o educador, a obra também poderá ajudar com boas referências argumentativas para a redação dos vestibulandos. “É interessante por mostrar uma pessoa cheia de incertezas e dúvidas, passando por seu processo de transição, de se descobrir e de aprender a construir a mulher que ela espera ser. Para além das questões ativistas, o longa se concentra no ser-humano por trás da figura pública. É uma boa referência para temas que envolvam (in)tolerância, transexualidade e disforia de gênero”, pontua Xavier.

Hoje eu não quero voltar sozinho

A obra cinematográfica ‘Hoje não quero voltar sozinho’, indicada pelo professor Felipe Rodrigues, conta a história de um adolescente cego que tenta lidar com a família, a busca pela sua independência e os novos sentimentos que começaram a surgir assim que um garoto novo chega à sua escola. O filme recomendado pelo professor poderá ajudar os vestibulandos, porque aborda questões sobre a puberdade, estigmas sociais e orientação sexual, em conjunto à acessibilidade.

“De forma sábia, romântica e jovial, a mensagem padrão é inclusão social, principalmente dentro das construções exemplares de famílias e amizades, advindas do século XX. Pai, mãe, avó e amigos de infância se veem num contexto destoante das suas rotinas, sendo símbolo de aceitação e respeito no desenrolar da história. Na redação, inserir o filme como exemplo de inserção social é o foco. Deficiência, adolescência, orientação sexual, padronizações familiares e um longo debate sobre capacitismo podem ser possíveis paráfrases”, esclarece Felipe Rodrigues.

Meu nome é Ray

A professora Lourdes Ribeiro indica o filme ‘Meu nome é Ray’, que explana a história de um rapaz que nasce no corpo de uma mulher e se prepara para fazer a cirurgia de transgenitalização. Em meio a esse processo, ele precisa lidar com diversos conflitos internos e familiares. Para a docente, “o filme pode ser usado tanto para falar sobre temáticas relacionados aos temas LGBTQI+, como também associados à família e suas diversas formações”.

A empresa de telefonia TIM, em trabalho conjunto com a startup de educação Stoodi, oferecerá aulas a distância para candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). De acordo com a companhia, a partir desta segunda-feira (26), os clientes da operadora, de qualquer plano e sem consumir pacote de internet, podem acessar à plataforma de ensino de maneira gratuita.

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Videoaulas e exercícios são alguns dos conteúdos oferecidos pela iniciativa, além de um cronograma de estudos personalizado, levando em consideração o curso desejado para a graduação dos estudantes.

“Com a interrupção das aulas presenciais por conta da pandemia, muitas pessoas que vão fazer o Enem estão com dificuldades para estudar em casa. A crise econômica provocada pela Covid-19 agrava a situação. Os clientes querem economizar o pacote de internet e não podem arcar com plataformas pagas de ensino. A união com o Stoodi ajuda a solucionar algumas dessas questões. Qualquer cliente terá acesso gratuito às videoaulas, sem o consumo da franquia de dados e ainda com um cronograma de estudo personalizado", explica o head de marketing consumer da TIM Brasil, João Stricker, conforme informações da assessoria de comunicação da empresa.

De acordo com a TIM, mais de 30 mil exercícios voltados à prova do Enem, além de 5 mil videoaulas, estão disponíveis. Pela internet, os candidatos podem fazer o cadastro na plataforma.

Inúmeros desafios são enfrentados pelos estudantes, em especial os que irão realizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), diante de um cenário de incertezas e mudanças no setor da educação. No entanto, os pais e responsáveis pelos alunos também afirmam passar por momentos de angústia, boa parte deles preocupada com o aproveitamento dos filhos no ensino remoto.

No início da pandemia de Covid-19, Andréa de Aquino, mãe de Maria Eduarda, de 17 anos de idade, pensou que o ensino remoto não daria certo. “Em um primeiro momento, eu achei que não iria dar muito certo, mas minha filha está dando conta do recado. Mesmo assim sinto que não dá para aproveitar ao máximo, pois além de ser algo novo, também tem a questão do interesse, e por ser em casa acredito que não chega a ser um bom aproveitamento nos estudos, como seria no modo presencial, sem contar na dedicação que tem que ser dada aos assuntos do Enem”, diz. 

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Maria Eduarda está no último ano do ensino médio, fará Enem na modalidade impressa, tem aulas de 8h às 12h, e no turno da tarde participa de um curso para reforçar os estudos. “Muitas vezes tenho que ficar alertando ‘olha a aula’, ‘vai começar a aula’, coisa de mãe. Eu pensei que as aulas on-line não iriam durar tanto tempo e ela iria desistir”, acrescenta Andréa.

Andréa Aquino e sua filha, Maria Eduarda. Foto: Cortesia

“Eu não gosto muito do ensino on-line, porque fico muito dispersa, acho que não dá para entender, não dá pra tirar dúvidas da mesma forma que tirava antes. Vejo a situação como uma forma que as autoridades quiseram ajudar, mas em alguns pontos acabou atrapalhando”, comenta a estudante.

A educadora Cristiane Pantoja explica que a educação é um processo cheio de etapas. Muitos conceitos que são apresentados aos alunos tal ano, só serão entendidos plenamente no decorrer dos anos escolares. “Aprender também requer experiências e está ligado ao desenvolvimento da maturidade cognitiva do aluno. Vejo que a Covid-19 ressalta as problemáticas na educação, mas também oportuniza as reinvenções pedagógicas. A tecnologia é importante e necessária, mas a postura do aluno diante o empenho em estudar é algo particular”, opina a professora.

O LeiaJá também entrevistou a mãe Viviane Roberto, mãe de Mariane Marinho, 17 anos, que está cursando o segundo ano do ensino médio e vai realizar o Enem como treineira. As aulas de Mariane são das 7h30 às 17h. 

De acordo com Viviane, a estudante sempre se mostrou esforçada para aprender, mas ela acredita que há estresses e desafios enfrentados. “Não acompanho muito a rotina de estudos da minha filha por trabalhar praticamente o dia inteiro, o que me preocupa, mas já cheguei a vivenciar momentos em que ela estava estressada e chegando até a chorar por não entender algum assunto ou pensar que não iria conseguir passar por tudo isso”, revela Viviane. “Isso acaba refletindo em mim também, pois sei e imagino o quanto está sendo difícil passar por tudo isso”, acrescenta a mãe.

Para a professora Cristiane Pantoja, quando se estuda há sempre ganhos, independente do formato. “Não acredito em um ano perdido para a educação, mas reconheço que o desenvolvimento do aluno tende a melhorar numa situação de aulas presenciais. A palavra é tender mesmo, pois o processo de aprendizagem requer compromisso. Tem aluno que desenvolve esse compromisso, outros não. Independente se em casa ou em sala de aula”, analisa Pantoja.

Mariane relata que é difícil não haver um professor presencialmente e ter que aprender por meio de aparelhos eletrônicos. “Os professores fazem de tudo para aprendermos, mas o assunto parece que não entra, sabe? Fica muito complicado, por exemplo, as chamadas por vídeo, às vezes, ficam difícieis de entender”, comenta a aluna.

“Após as aulas da escola, sempre busco estudar um pouco para o Enem. Mesmo realizando a prova como treineira, tenho em mente que o meu esforço irá me ajudar em algum momento”, relata Mariane.

“Acreditei que as aulas remotas iriam durar apenas uns três meses e voltar tudo ao normal, no início também achei que não iria dar certo o ensino nesta modalidade, mas com o empenho dela as coisas foram se alinhando”, acrescenta. Viviane.

Cristiane Pantoja ressalta que, apesar das dificuldades, o ensino remoto oferece meios de aprendizado. Ela destaca: “A relação entre a postura do aluno diante do próprio compromisso de estudar e o respeito familiar quanto ao momento de estudos, me ocupam mais o pensamento. Se aulas em casa não funcionassem, não haveria diplomados e profissionais competentes em países que têm, em sua tradição, a possibilidade de escolha por esse modo de ensino”.

A mãe de Maria Eduarda, Andréa, diz que o ambiente também influencia no momento dos estudos e que enxerga a situação como um obstáculo. “Em casa, ela se distrai,  então sempre acaba fazendo algo que não é para fazer, ambiente propício para dar uma escapulida; de repente está dormindo”, conta.

Andréa ainda opina que, "infelizmente", não foram tomadas atitudes concretas e certeiras no setor da educação. ”Acredito que o ensino não está sendo priorizado, se um nível escolar for autorizado para voltar às atividades presenciais, todos têm que ser autorizados também, apesar de que eu acho muito cedo para todos os estudantes voltarem”, comenta.

Por fim, a professora Cristiane Pantoja deixa um recado para os pais e estudantes: “Quanto mais diálogo, equilíbrio e empenho, melhor. Relembrando que educação é um processo. Se foi mais dificultoso em um ano, há sempre como buscar equilíbrio e ganhos nos outros que virão”.

A prova impressa do Enem será realizada nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021. Já a versão digital está marcada para 13 de janeiro e 7 de fevereiro.

As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já estão chegando. Com essa proximidade, também aumentam a cobrança por foco nos estudos, a ansiedade e o nervosismo em relação a qual o tema da tão temida redação. Escrever textos semanalmente, corrigir e estudar as competências estão entre as dicas dadas pelos professores sobre preparação para a disciplina.

Mas, entre os milhares de assuntos que podem ser abordados, existem aqueles temas cuja possibilidade de cair no dia da prova é mínima. Por isso, para ajudar os estudantes a otimizarem seus tempos, o LeiaJá trouxe opiniões de professores sobre quais temas de redação não devem ser cobrados na prova de 2020.

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Discussões que giram em torno do cunho sexual

“Educação sexual, feminismo, homofobia ou questões ligadas à ideologia de gênero, aborto, cultura do estupro, coisas que tenham a ver com gênero, sexualidade, coisas que o governo se ostra avesso quanto a isso”, explica o professor de redação Diogo Didier.

De acordo com o docente, esse tipo de conteúdo não deve ser problematizado como tema da redação nem como texto de apoio que possa servir para auxiliar os estudantes. “A gente tem que lembrar que a proibição, o veto que foi dado a esses assuntos não se restringiu apenas ao tema da redação do Enem, mas também às questões objetivas da prova”, completou o docente.

Assuntos que envolvam a legalização do aborto no Brasil

“Autonomia da mulher, em questão; direito à vida; legislação inerente à personalidade do feto; religião e valores sociais são elementos que estão arraigados nesse tema. Seria um ‘tiro no pé’, haja vista que o tema abriria outros precedentes, inclusive, para ampliação da temática dentro do Estado”, explica o professor de redação e Linguagens Felipe Rodrigues.

Segundo o docente, o assunto seria vetado por conta do posicionamento político do governo Bolsonaro. “Tudo isso dentro de um tema único seria entregar de bandeja à discussão, ao tema nacional. Por isso, eu acredito que é muito difícil cair um tema como esse, haja vista as induções, os escândalos e todas as questões que estão por aí em cheque na política nacional. Seria mais um pano na manga para abrir para abrir precedentes que o governo não gostaria”, garante.

Temas relacionados à pandemia

De acordo com a professora Beth Andrade, embora a pandemia provocada pelo novo coronavírus seja o assunto mais evidente no mundo, não deve ser cobrada na prova do Enem 2020. “Por ser um tem muito batido, que viemos falando desde o início do ano, praticamente. Além disso, o Enem, de uma forma geral, gosta de temáticas mais específicas. Ninguém estava pensando na democratização do acesso ao cinema no Brasil. Na minha opinião, eu acho [a pandemia] um  tema muito batido e não vamos vê-lo no dia da redação”, opina a docente.

O Enem 2020 será realizado nos dias 17 e 24 de janeiro, na versão impressa, e 31 de janeiro e 7 de fevereiro na versão digital.

Uma das referências nacionais na preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e vestibulares, a professora de redação Fernanda Pessoa é um dos destaques do próximo aulão do projeto Vai Cair No Enem. Promovido em parceria com o LeiaJá, o evento será realizado no sábado (24), a partir das 14h, por meio do YouTube e via Instagram.

A prova de redação é um dos momentos mais importantes do Enem. Para ajudar os candidatos na preparação do processo seletivo, Fernanda Pessoa escolheu uma abordagem que, segundo ela, pode ser aplicada nas produções textuais: “Escrevendo o Brasil: dos livros para a redação”.

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"Quando eu pensei em escolher um tema, a minha ideia foi escolher algo que os alunos estudam, que eles usam, para ensinar como colocar na redação, um repertório sociocultural que de fato seja legitimado, pertinente e produtivo”, explicou a professora.

A partir da temática, a aula promete mostrar como a literatura pode ser destrinchada nas redações. “Nada melhor do que literatura, já que é algo que os estudantes veem durante toda a trajetória escolar, e muitas vezes veem somente a parte de regra, de decoreba. A ideia é uma aula super descontraída, em que eles vão aprender a fazer uso de maneira completamente produtiva, interessante, de tudo o que eles veem em literatura, desde o primeiro até o terceiro ano. Será uma viagem muito legal e tenho certeza de que eles não vão se arrepender de participar", comentou Fernanda Pessoa.

Além de redação, o aulão contará com dicas exclusivas do professor de química Josinaldo Lins e do educador de história Pedro Botelho. As inscrições podem ser feitas por meio do site do projeto Enem 360; nesse endereço virtual, os candidatos ainda terão acesso a fichas dos conteúdos que serão trabalhados no aulão, tudo de forma gratuita.

Dando sequência à série de aulões produzidos pelo Vai Cair No Enem, neste sábado (24), mais uma transmissão será realizada para ajudar os estudantes que estão se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O encontro será realizado virtualmente, por meio do Instagram @vaicairnoenem e do canal youtube.com/vaicairnoenem, às 14h. Faça sua inscrição.

A transmissão contará com a participação da professora de redação Fernanda Pessoa, que abordará o tema "Escrevendo o Brasil: dos livros para a redação". O aulão também contará com o pofssor Pedro Botelho, de história, com o assunto Segundo Reinado; e o docente Josinaldo Lins, de química, trazendo conteúdos sobre eletroquímica.

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A transmissão será apresentada pela jornalista Thayná Aguiar e pela influenciadora digital Jéssica Nascimento. "Sábado teremos outro aulão do Vai Cair no Enem. Essa é mais uma oportunidade de todos aqueles que estão se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio de revisar conteúdos muito importantes e frequentes na prova. A gente vai ter uma aula bem completa de eletroquímica, com o professor Josinaldo Lins. Segundo Reinado com Pedro Botelho. Fora a aula de redação, que é sempre tão pedida pelos alunos. Além disso, todos aqueles que acompanharem a live terão a chance de tirar suas dúvidas e interagir com a gente durante todo tempo", disse Thayná.

Até a realização do Enem 2020, que será aplicado nos meses de janeiro e fevereiro de 2021, os estudantes contarão com aulões mensais, sempre aos sábados, e a partir das 14h, com a equipe de educadores do Vai Cair No Enem. O projeto, realizado em parceria com o LeiaJá, tem o propósito de compartilhar educação democrática e de qualidade. O calendário de aulas, assim como as disciplinas abordadas, serão divulgados ao longo das semanas no perfil do Instagram.

Intitulada Enem 360, a iniciativa conta com o apoio da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau e do Gokursos.

Terminam, no próximo domingo (18), as inscrições para profissionais interessados em trabalhar como elaboradores e revisores de itens do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A seleção é organizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Segundo o Inep, podem participar do processo seletivo qualquer professor da rede pública. “É necessário comprovar a formação acadêmica ou continuada, além das experiências como docente e a prática em elaboração e revisão de itens. Para isso, o profissional deve apresentar diploma ou certificado (frente e verso) ou declaração de conclusão de curso na área de interesse. Vale destacar que só serão aceitas as inscrições que estiverem com a documentação anexada, conforme as exigências do edital, com a inserção da frente e do verso dos arquivos de documentos”, detalhou o Inep.

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Em seu site oficial, o Inep destacou mais detalhes a respeito do processo seletivo, incluindo informações sobre a remuneração. Veja o conteúdo na íntegra:

Experiência – Entre os documentos aceitos pelo Inep para comprovação de experiência como docente estão o ato de nomeação que informe o cargo, o nível de ensino e a modalidade em que assumiu a função, além da data de admissão; e o contrato na carteira de trabalho, de acordo com o estabelecido nos editais. Contracheques não serão considerados na análise como comprovação de experiência em ensino.

Classificação – Após o cadastro e o envio da documentação por meio do sistema, o Inep estabelecerá a classificação dos candidatos de acordo com a pontuação obtida a partir da conferência dos documentos comprobatórios dos requisitos complementares. A classificação tem a função de determinar a ordem em que os colaboradores selecionados por perfil serão convocados para as capacitações, conforme as necessidades da autarquia. A condição de colaborador credenciado será atribuída somente aos candidatos que, ao final do processo, obtiverem frequência de 100% e aproveitamento mínimo nas atividades de capacitação.

Banco de itens – Os professores selecionados farão parte do Banco de Colaboradores do Banco Nacional de Itens (BC-BNI) e deverão atuar na elaboração e na revisão pedagógica de itens em áreas específicas, como artes, letras – português ou linguística, língua inglesa, língua espanhola, educação física, matemática, física, química, biologia, história, geografia, sociologia e filosofia. Os candidatos não poderão se cadastrar para mais de um perfil. O Sistema BNI também não permitirá a conclusão do cadastro dos colaboradores que não possuírem os requisitos mínimos previstos nos editais ou dos interessados que não preencherem todas as etapas da inscrição.

Remuneração – As remunerações ocorrerão por meio do Auxílio de Avaliação Educacional (AAE), nos termos da Lei n.º 11.507, de 20 de julho 2007, regulamentada pelo Decreto n.º 6.092, de 24 de abril 2007, e pela Portaria Inep n.º 372, de 8 de maio de 2017. O pagamento será depositado na conta corrente cadastrada do colaborador.

Neste sábado (17), O Vai Cair No Enem dá continuidade à série de aulões promovidos para ajudar estudantes que estão se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. A live será transmitida, às 14h, por meio do Instagram @vaicairnoenem e do canal youtube.com/vaicairnoenem. Quer melhorar a experiência? Faça a sua inscrição e receba o conteúdo da aula.

Os convidados para esta edição são os professores José Carlos Mardock, de história, abordando 1ª e 2ª Guerra Mundial e o período de guerras; Berg Figueiredo, de química, com modelos atômicos e de N. Bohr; e Beth Andrade, de redação, com orientações de estrutura para conclusão de uma redação nota mil.

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Até o momento do Enem, que será aplicado nos meses de janeiro e fevereiro de 2021, os estudantes contarão com aulões mensais, sempre aos sábados, e a partir das 14h, com a equipe de educadores do Vai Cair No Enem. O projeto, realizado em parceria com o LeiaJá, tem o propósito de compartilhar educação democrática e de qualidade. O calendário de aulas, assim como as disciplinas abordadas, serão divulgados ao longo das semanas no perfil do Instagram.

Intitulada Enem 360, a iniciativa conta com o apoio da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau e do Gokursos.

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