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No início da noite desta sexta-feira (29), dezenas de manifestantes saíram em passeata pela Avenida Conde da Boa Vista, no Centro do Recife, pedindo pelo fim da violência contra as mulheres. A ação foi organizada pelo Fórum de Mulheres de Pernambuco para “reforçar a necessidade de dar visibilidade às violências contra as mulheres e lembrar de cada mulher que teve a sua vida interrompida, que foi assediada, ferida ou humilhada pelo machismo”.

Na tentativa de chamar a atenção da sociedade, as manifestantes chegaram a interromper o tráfego dos veículos e mostraram as faixas, cartazes e gritaram palavras de ordem contra o machismo que, segundo as manifestantes, “é o viagra da violência contra as mulheres”. A interdição foi parcial e os protestantes seguiram tomando uma faixa da avenida. 

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“Estamos em vigília porque a violência contra as mulheres também é racista. Enquanto a taxa de homicídios de mulheres não negras teve crescimento de 1,6%, a taxa de homicídios de mulheres negras cresceu quase 30%”, pontua as organizadoras.

E se o destino das princesas não se resumisse em casar com o Príncipe Encantado e viver feliz para sempre? Em "Lute como uma princesa", Vita Murrow e Julia Bereciartu ousaram criar um mundo de princesas poderosas. O livro estará à venda a partir da próxima quarta (4).

A educadora Vita Murrow e a ilustradora Julia Bereciartu lançam em dezembro a coletânea em que 15 contos de fadas são recontados para uma nova geração de crianças. Bela é uma destemida detetive e se aventura sem medo pela Floresta Proibida, Rapunzel torna-se uma renomada arquiteta que usa suas habilidades para mudar a realidade de sua comunidade e Cinderela é uma líder trabalhista em busca de justiça para todos.

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Essas novas histórias focadas em autoestima, empatia, representatividade e defesa de minorias redefinem o que significa ser uma princesa. A ideia das autoras é mostrar que uma princesa é alguém que está aberta para aprender coisas novas e que busca formas para dar mais sentido à vida daqueles que vivem perto delas.

Com tradução de Dani Gutfreund e edição de Thaisa Burani, o livro tem 96 páginas e sai pelo selo Boitatá da Boitempo.

Redescubra as suas princesas nos contos:

•    Branca de Neve — criadora do concurso de beleza interior

•    Bela Adormecida — especialista em distúrbios do sono

•    Polegarzinha — produtora musical

•    Rapunzel — arquiteta de renome mundial

•    Bela, a corajosa — agente secreta

•    Isabel — estilista

•    Cinderela—primeira-ministra e empresária

•    Estrela — dançarina

•    A menina dos gansos — comediante

•    A princesa e a ervilha — fundadora do Serviço de Encontros Românticos

•    A Rainha das Neves — treinadora de esportes de inverno

•    A pequena sereia — ambientalista

•    Zade — contadora de histórias e empresária

•    Evangelina — bióloga e exploradora

•    A chapeuzinho vermelho — guarda-florestal e Amiga Fiel da Floresta

Com informações de assessoria

Na última quinta-feira (31), o Baile das Bruxas reuniu diversos famosos, em São Paulo, para celebrar o Halloween. O baile de gala teve como tema o empoderamento feminino e as mulheres presentes, além de curtirem a noite, também reservaram um tempo para falar da importância do feminismo. 

O Baile das Bruxas foi promovido pelas revistas Marie Claire e Quem e reuniu diversas celebridades, como Isis Valverde, Paolla Oliveira, Ludmilla, Camila Pitanga, Cleo, Mariana Ximenes, Sophia Abrahão e Luciana Gimenez, entre outras. Com fantasias que foram do ousado ao luxuoso, elas se divertiram e ressaltaram a temática da noite. 

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Antes de cair na balada, algumas dessas mulheres falaram à revista Quem sobre a importância do feminismo tanto em suas vidas como na sociedade em geral. A atriz Mariana Ximenez revelou estudar bastante sobre o assunto: "Participo de reuniões para estudar sobre o feminismo. Quando nos encontramos falamos sobre Angela Davis e Conceição Evaristo e cada uma das mulheres começa a contar suas experiências, esse momento é poderoso para mim. Quando olho aquelas mulheres reunidas, fico comovida". 

Já a cantora e também atriz, Cleo, falou sobre o acolhimento que recebeu no movimento: "Eu acho que comecei a ser mais aberta e falar mais quando vi muitas mulheres ao meu redor também se colocando dessa forma (como feminista). Me senti representada, acolhida, para falar dessas questões". Sua irmã, Antonia Morais, revelou que o feminismo melhorou sua relação com suas iguais: "É algo extremamente necessário e importante. A sociedade como um todo ganha. Eu venho mudando a relação com minhas irmãs e amigas, a gente tem o machismo muito enraizado na sociedade e até em nós mulheres. Quando você tem acesso ao feminismo, você começa a entender. É uma conscientização". 

A atriz Mayana Neiva também falou sobre o assunto e celebrou o atual momento da sociedade: "Acho que a gente vive um levante feminista gigantesco no mundo, das vozes de todas as mulheres, de toda a diversidade e isso chega também no entretenimento. Mulheres no poder, aumentando a representatividade na política, além de diretoras, atrizes, papéis melhores, e o Me Too vêm na derrubada do machismo deste setor, que é gigantesco. E viva o matriarcado!".

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) tem sido atacada desde que, em meio à crise de seu partido, foi destituída da liderança do governo no Congresso Nacional. As ofensas vêm, inclusive, de antigos aliados. E estão sendo feitas justamente no ambiente que foi fundamental para que ela obtivesse votação recorde em 2018: as redes sociais. "Sofro ataques machistas e canalhas de um grupo do qual Eduardo e Carlos Bolsonaro fazem parte", afirma.

A parlamentar diz estar enfrentando o machismo pela primeira vez agora e acrescenta que se trata de algo tão "cafona" quanto o feminismo. "Eu vejo o feminismo como um machismo de sinal contrário", diz. "A veia boa do início do feminismo foi distorcida demais."

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Deputada mais votada da história do País, com mais de 1 milhão de votos, Joice pode deixar a Câmara Federal em breve. Ela é pré-candidata à Prefeitura de São Paulo pelo PSL. "Eu só declinaria da candidatura à Prefeitura para algo maior. Algumas pessoas do meu partido já estão me procurando com essa intenção", revela.

A seguir, os principais trechos da entrevista:

A senhora é uma mulher que se posiciona, que sempre trabalhou fora, que se diz pai e mãe dos filhos. Com esse papel de força, por que não defende o feminismo?

Eu vejo o feminismo como um machismo de sinal contrário. Como eu acho o machismo cafona, eu acho o feminismo cafona. A veia boa do início do feminismo foi distorcida demais, acabou virando um jogo de mulheres contra homens. Eu sou contra isso. A gente não tem de ser contra ninguém: é chegar, ocupar nosso espaço, pronto e acabou. Acho que a gente precisa refundar o movimento feminino no mundo todo, não só no Brasil, para conseguir valorizar o que a mulher tem de fato. Se houver uma 'refundação', posso até entrar nisso, mas para ser um movimento feminino. E não uma guerrinha de sexos.

A senhora falou que o feminismo perdeu a veia boa. Qual seria essa veia?

Lá atrás, houve vitórias como a conquista do voto, por exemplo. Mas isso não pode ser atribuído ao movimento feminista. E sim ao movimento de mulheres. Não havia naquele grupo só feministas. Estavam ali também donas de casa, que queriam cuidar do marido e dos filhos. Hoje, no entanto, vejo mulheres sendo criticadas porque querem se dedicar ao papel de mãe. Ou seja, o movimento feminista acaba ridicularizando mulheres que não optam por esse lado mais duro. Não conheço mulher mais dura e firme do que eu. Mas tenho de mesmo de ser feminista? Não, porque eu sou liberal e não quero impor nada para ninguém.

A senhora considera que já sofreu ataques machistas?

Nunca tinha sofrido nenhum ataque machista. Nunca houve um único caso, uma única gracinha na Câmara. Por quê? Porque eu cheguei com a alma preparada para enfrentar o que der e vier. As ofensas começaram agora. Eduardo Bolsonaro e Carlos Bolsonaro fazem parte do grupo que me ataca nas redes sociais. São mais do que ataques machistas, são canalhas. Emojis de porco, postagens me associando à (personagem de desenho animado) Peppa Pig, montagens.

Considera que o presidente Bolsonaro e seus filhos são machistas?

Não vi nenhuma manifestação pública do Flávio, por enquanto. Internamente, é outra coisa. O presidente também não falou nada. Prefiro dar a ele o benefício da dúvida de que é contra tudo isso que está acontecendo.

Apenas 15% dos cargos em disputa nas eleições do ano passado foram conquistados por mulheres. Como avalia a situação?

Quando você faz um comparativo, as mulheres são mais preparadas do que os homens em relação a estudo. Porém, ainda falta para algumas delas o preparo de alma. O preparo de coração, de vontade, de querer entrar na guerra, ir à luta e ganhar. Então, essa questão de cota me incomoda um pouco. Para mim, o mais importante é convencer a mulher de que ela deve entrar na política porque quer, para entregar algo para o País. Sou a prova viva de que não é preciso ter cotas. Fiz minha carreira sozinha no maior colégio eleitoral do País e trouxe mais quatro (deputados) comigo.

Como fazer para que mais mulheres ocupem espaço na política institucional? O que falta para que isso ocorra?

Financiamento é importante, mostrar a comunicação para mulher, o fazer campanha olho no olho. Por outro lado, nem acho que esse mundo (da política) seja tão masculino assim. Se eu estou em um lugar que tem cem homens e só eu de mulher, não me sinto intimidada. Por mim, tanto faz quanto tanto fez. Quebrar isso com o exemplo é o melhor caminho. Essa mulher que está aqui, brigando na Câmara, gosta de um batom, de unhas feitas, de um cabelinho escovado. É menina como todas elas. Mas que chegando aqui tem um papel de mulher forte.

Os últimos governos foram criticados pelo fato de contarem com poucas ministras. Qual a sua visão sobre o tema?

Não gosto dessa observação, como se você tivesse de ter uma cota. Mas os governantes precisam olhar um pouco mais para as qualificações das mulheres. Não venham me dizer que, para a formação de uma equipe ministerial, não há mulheres excepcionais no mercado. Nós temos mais tendência à conciliação, a conversar, a ouvir o contraditório, a não perder a paciência. A mulher pode usar na política a sensibilidade feminina e a força que tem para gerar e criar filhos.

Se existem mulheres conciliadoras e com currículo excepcional, por que não são escolhidas?

Você está perguntando para a pessoa errada. Precisa perguntar para quem nomeia. Particularmente, gosto de trabalhar com mulheres para algumas funções e não para outras. A questão do jeitinho da mulher e do jeitão do homem ajuda em alguns momentos. Para assessoria de comunicação, gosto de trabalhar com mulher, tem o jeitinho para falar com repórter. Mas meu motorista é homem.

Como é feita a articulação da bancada feminina, da esquerda à direita? Existe essa união?

A bancada feminina é organizada, é única, funciona bem quando as pautas não são polêmicas. Quando são, existe uma divisão até por causa da orientação partidária. Em temas de costumes, há divisão. Agora, em outras pautas a mulherada se junta. Define qualquer votação. São 77 mulheres. É maior do que qualquer bancada e consegue decidir o que quiser na Câmara.

A senhora tem um projeto de lei para endurecer a Lei Maria da Penha. Que outras pautas quer propor em prol das mulheres?

Não gosto de fazer pauta específica para mulheres, homens e crianças. A gente tem de pensar no Brasil. As minhas pautas são nacionais, como o combate à corrupção, a segurança pública… O meu projeto (PL 11/2019; a proposição está aguardando parecer na Comissão de Segurança Pública da Câmara) para mexer na Lei Maria da Penha não é uma pauta feminina. É pauta humana, em defesa das pessoas que estão sendo mortas no País. Há levantamentos mostrando que, após denunciarem a agressão, algumas mulheres são espancadas, violentadas e até mortas quando voltam para casa. E isso é feminicídio. Quero que o delegado possa analisar o caso e conceder medidas protetivas imediatamente.

A crise do PSL afeta seus planos de disputar a Prefeitura de São Paulo? A pré-candidatura está mantida?

Está totalmente mantida. A minha disputa pela Prefeitura de São Paulo é fundamental para barrar o plano da esquerda de voltar à Presidência. Está na hora de as paulistanas se orgulharem da mulher que comanda a Prefeitura. Eu só declinaria da candidatura por algo maior. Algumas pessoas do meu partido já estão me procurando com essa intenção.

O que seria algo maior?

Aí vocês interpretam da maneira como quiserem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Com o objetivo de mostrar a resistência das mulheres dentro da ciência e dos estudos, mesmo diante do machismo, Os Caras de Pau do Vestibular promove o aulão “Agora é que são Elas”, que consiste em uma aula preparatória para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) comandada apenas por professoras. O evento inédito será realizado no próximo dia 29 de setembro, das 8h30 às 17h30, no auditório da Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE), localizada no Centro do Recife.

Com a participação de dezoito educadoras, sendo uma delas travesti, o Agora é que são Elas conta com aulas de matemática, filosofia, sociologia, inglês, espanhol, química, física, biologia, literatura, gramática e redação.

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De acordo com a professora de linguagens e coordenadora do aulão, Lourdes Ribeiro, durante o evento os participantes terão a oportunidade de colocar em prática a conscientização e o aprendizado. “Cada matéria vai falar de uma mulher importante dentro da sua área e, a partir disto, os participantes irão resolver questões que passaram pelas edições anteriores do Enem que vão de encontro ao que ela representa”, explica.

Além da professora Lourdes, o evento também conta com a presença de educadoras como Cristiane Pantoja, Mari Pestana, Vitória Brandão e outros nomes. O valor do ingresso para participar do aulão custa R$ 10 para pessoas que comprarem com antecedência na sede dos Caras de Pau e R$ 15 para quem comprar na hora. Ao todo, o evento conta com 400 vagas disponíveis para o público em geral.

Serviço

Aulão Agora é que são Elas

29 de setembro | 8h30 às 17h30

FAFIRE ( Av. Conde da Boa Vista, 921 - Boa Vista, Recife)

A segunda edição do programa 'Aprenda com Elas', do Vai Cair no Enem, já está no ar. O projeto, que estreou no último dia 22 de julho, traz conteúdos atuais abordados através da ótica feminina. A atração foi idealizada por mulheres e é apresentada por Kimberly Neri,  da TV LeiaJá.

O tema deste programa é a desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Kimberly conversa com Lorena Bravo, procuradora e vice-coordenadora da Coordigualdade, que faz parte do Ministério Público do Trabalho e visa promover a igualdade no ambiente de trabalho. Veja o vídeo, que está disponível também no IGTV do @vaicairnoenem e no canal do Youtube.

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Confira também a primeira edição do programa, que contou com a presença da professora de história, sociologia e filosofia, Cristiane Pantoja.

 

O deputado federal Carlos Jordy (PSL) é um crítico corriqueiro das pautas da esquerda e da bandeira do feminismo. Por vezes, em suas redes sociais, o parlamentar costuma tecer comentários negativos às temáticas defendidas pelas mulheres.

Neste sábado (10), através de seu perfil oficial no Twitter, Jordy disse sentir náuseas. “Já vi feminista tentar desconstruir o sexo masculino através do gênero, mas através do assassinato do português é de dar náuseas”, comentou.

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O parlamentar fez críticas às deputadas do PSOL. “Deputadas do PSOL agora não têm mais mandato, elas falam mandata. E não têm gabinete, elas têm gabineta. Já falei e vou repetir: feminismo é uma doença!”, disparou.

A postagem de Jordy rendeu comentários de seus seguidores em concordância com o que foi dito. Deputadas do PSOL com Talíria Petrone, Sâmia Bomfim e Luiza Erundina foram criticadas pelos internautas.

A apresentadora do programa Casos de Família, do SBT, Cristina Rocha, gerou revolta em parte do público, nesta sexta (2), por conta de uma de suas falas. Ao dizer ser contra o feminismo por gostar de homens, Cristina provocou parcela de sua audiência que não ficou nada feliz com a afirmação.

No programa desta sexta, Cristina recebeu alguns casais para debater o tema Falar que me ama é fácil, quero ver ter um filho meu. Eles levaram ao palco do SBT o dilema de mulheres que não desejam ter filhos em detrimento da vontade de seus companheiros. A certa altura das discussões, Cristina Rocha falou sobre feminismo e afirmou: "Não sou feminista, não, graças a Deus, eu adoro homem". A declaração, no entanto, gerou reação.

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Nas redes sociais, o público, sobretudo feminino, criticou a postura da apresentadora. "Desserviço da Cristina Rocha que costuma dar boas contribuições às mulheres"; "Gente, alguém explica como funciona o feminismo para a Cristina Rocha? Não significa que a mulher é feminista ela tem que gostar de mulher, não. Se você defende o direito da mulher você é feminista"; "Feminismo não é ser contra ou não gostar de homem, é apenas a luta pelos direitos iguais"; "Meu Deus, que ignorância". 

 

Alunas de uma escola particular de São Paulo realizam um abaixo assinado para pedir que livros escritos por mulheres sejam incluídos na lista da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), responsável pela seleção da Universidade de São Paulo (USP). A meta é alcançar 5 mil assinaturas.

O coletivo, chamado “Eu não sou uma Gracinha”, existe desde 2014 e é composto por meninas dos ensinos fundamental II e médio, que buscam levar ao ambiente escolar temáticas relacionadas ao feminismo e empoderamento da mulher. Elas sentiram-se incomodadas por haver entre as nove obras cobradas para o vestibular, que é um dos maiores do Brasil, apenas um livro escrito por mulher e solicitam que essa escolha respeite a igualdade de gênero, valorizando grandes autoras brasileiras.

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Mais de 3 mil pessoas já assinaram a petição, que faz parte do programa “Elas Mudam o Mundo“, que trabalha na busca do empoderamento feminino. As estudantes do colégio de São Paulo conheceram histórias de mulheres que lideram campanhas e mobilizações por meio da plataforma change.org, utilizando-a como instrumento de transformação social.

Em entrevista dada à "Revista Claúdia", uma das participantes do coletivo, Alice Lauria, estudante do segundo ano do ensino médio, explicou que o objetivo é chamar a atenção da Fuvest e incentivar a busca dos jovens pelas autoras que fazem parte da nossa literatura. “As jovens precisam de escritoras mulheres nas quais elas possam se inspirar. Os livros que os jovens vestibulandos leem muitas vezes são só os de leitura obrigatória do vestibular e olhe lá! Não ter representatividade feminina nestas listas é não apresentar autoras mulheres para os jovens e, dessa forma, as escritoras serão sempre postas de lado”, disse.

Na escola, as estudantes trabalham em prol da quebra de atitudes machistas praticados no local e criaram na biblioteca uma estante intitulada “Maria Firmina dos Reis”, exclusivamente para livros das autoras. A homenageada foi uma autora que fez parte do romantismo, sendo considerada uma das primeiras representantes da escola literária no Brasil. Para assinar a petição, clique aqui.

Já está no ar o mais novo programa do Vai Cair no Enem, intitulado 'Aprenda com Elas'. Com o vídeo piloto liberado nesta segunda-feira (22), o quadro tem como objetivo reunir as mulheres em seu processo de produção e execução. A atração contará com a participação de apresentadoras e convidadas que trarão a figura feminina no processo de contribuição para educação brasileira e mundial.

Nesta primeira edição, o 'Aprenda com Elas' trouxe a opinião e embasamento da professora de ciências humanas Cristiane Pantoja, com o objetivo de retratar o que é o feminismo. A apresentação fica a cargo de Kimberly Neri, enquanto a produção é de de Elaine Guimarães. O programa irá ao ar uma vez por mês, em todas as penúltimas segundas-feiras mensais. Confira abaixo o vídeo de abertura.

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O deputado federal Carlos Jordy (PSL) utilizou seu perfil oficial no Twitter neste domingo (7) para correlacionar assuntos como feminismo, moda e futebol. O parlamentar explicou o motivo de não gostar a mensagem propagada pelo feminismo.

“Algumas vezes sou questionado porque eu odeio o feminismo. É simples, pois até um evento como o campeonato feminino de futebol elas conseguem estragar fazendo uso político”, escreveu o deputado.

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Jordy fazia referência à Copa do Mundo de futebol feminino, que teve sua final realizada neste domingo e vencida pela seleção dos Estados Unidos. Na ocasião, houve manifestações informais favoráveis à equiparação salarial entre homens e mulheres no futebol.

“Sabe quando haverá igualdade salarial no futebol? Quando modelos homens ganharem o mesmo que Gisele Bündchen”, complementou Carlos Jordy, fazendo menção ao salário da modelo brasileira que é considerada uma das mais bem pagas do mundo.

Aos 20 anos de idade, morando e estudando em Nova York, Estados Unidos, Sasha Meneghel não esconde ser muito mais do que apenas a filha de Xuxa Meneghel. Ela é capa da mais nova edição da revista Ela, do O Globo, e decidiu abrir o jogo sobre algumas questões pessoais como feminismo, machismo, exposição e sexo.

Após crescer, de certa forma, longe da fama, Sasha conta que se sua exposição era inevitável. Assumidamente apaixonada por moda, ela abriu suas redes sociais em outubro de 2016, momento em que estreou nas passarelas durante o desfile da Coca-Cola Jeans, na São Paulo Fashion Week, e desde então não parou mais. Ainda assim, não nega que está em busca de suas próprias conquistas e espaço: - Damos valor se corremos atrás do nosso sonho, independentemente de qual seja ele.

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Hoje, a jovem já tem uma linha de joias com seu nome para um grife de luxo, estuda numa das mais prestigiadas faculdades de design de Nova York, a Parsons, e faz parte do time de modelos da Way Model, agência que cuida das carreiras dos tops Carol Trentini, Alessandra Ambrosio, Candice Swanepoel e Marlon Teixeira. Questionada sobre sua fama de tímida, ela conta que nunca criou uma espécie de personagem na hora de modelar: - Não criei uma outra Sasha para poder fotografar. Em cada trabalho, tento encontrar uma atitude diferente. Não criei outra pessoa. É uma boa ideia... Poderia fazer isso, mas ainda não fiz!. Em seguida, ela também falou sobre sua relação com o espelho, afirmando que se sentir bem com nós mesmos é essencial: - Sendo sincera, claro que ainda há coisas que eu quero mudar aqui e ali. Mas o importante é se sentir confortável em nossa pele.

Sobre feminismo, ela foi clara: - Todo mundo deveria ser feminista. É sobre igualdade entre gêneros, respeito, admiração e carinho. Em Nova York, não é que seja melhor, acho que todo lugar ainda tem problemas em relação ao machismo, só que no Brasil é algo que acontece com muita frequência e de uma forma explícita, e, muitas vezes, a sociedade aceita. Na sequência, Sasha fala se já sofreu algum tipo de assédio e declara sua opinião sobre o ato: - Se passei, não deve ter sido algo exagerado. Mas imagino que eu provavelmente não teria dado muita bola, não deixar isso me atingir de nenhuma forma e sentiria pena da pessoa que ainda tem esse pensamento tão antigo e pequeno, que permite que ideias machistas guiem suas atitudes. Dá pena. Por fim, questionada sobre se acha que o sexo está muito banalizado hoje, disse: - Sexo é sexo, fazer amor é fazer amor. É isso!.

  O Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM), localizado na Boa Vista, área Central do Recife, recebe de 17 a 21 de junho a oficina ‘Tecnologias de gênero: mulheres em performance’. A atividade irá abordar criações de mulheres feministas na arte da América Latina.

Durante o curso, que tem carga horária de 16 horas, serão discutidos diversos tipos de manifestações dentro da arte. Além de analisar casos específicos, reconstruindo momentos históricos e indo à fundo na observação do conjunto de obras.

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O investimento é de R$ 180 e as inscrições podem ser realizadas na Sympla. Pessoas autodeclaradas negras/indígenas, de baixa renda e trans podem se candidatar a uma bolsa através da página de inscrição. Para mais informações: 81 99797-6700.

Serviço

Oficina ‘Tecnologias de gênero: mulheres em performance’

17 a 21 de junho | 14h às 18h

MAMAM (R. da Aurora, 265 - Boa Vista, Recife)

R$180,00

*Com informações da assessoria

O ex-ministro da Educação do governo Lula e ex-senador Cristovam Buarque utilizou seu perfil oficial no Twitter nesta sexta-feira (7) para repercutir a denúncia de estupro envolvendo o atacante brasileiro Neymar.

“Que efeito está tendo o caso Neymar entre os milhões de fãs menores de idade, especialmente entre meninos, que ele tem no mundo inteiro? Ficam mais machistas ou mais feministas?”, indagou.

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Cristovam, que já foi candidato à Presidência da República nas eleições de 2006, tem a educação como sua principal bandeira de vida política. Seu questionamento provocou reação dos seus seguidores.

“Vão saber que podem a qualquer momento ser acusados de um gravíssimo crime sexual mesmo sem ter feito absolutamente nada de errado e que, mesmo após comprovada sua inocência, ainda vai ter gente chamando de estuprador…”, opinou um seguidor.

“Pior do que isso caro Senador. A meu ver acabam por acreditar ser normal que um homem sirva-se desse modo de uma mulher e que uma mulher, a seu turno, preste-se a isso. Falta decoro pela própria imagem e pelas mensagens que se transmitem”, disse outro usuário da rede.

Em contrapartida, uma seguidora ponderou a seriedade de um caso de estupro. “Todo caso de estupro é muito delicado. Quando envolve "pré consentimento",  intenção totalmente explícita, é mais complicado ainda. Não estou aqui pra julgar ninguém. Está em "jogo" muito mais que uma acusação. Se a menina estiver mentindo, as mulheres serão taxadas de aproveitadoras”, sugeriu.

“Eu voltei a ficar mais engraçada e com vontade de ficar ainda mais solteira do que já sou, mas não feminista e nem machista. Não tenho vocação para problemas”, alegou outra usuária do Twitter.

Através do esquema que promete multiplicação de lucros através do apoio feminista, a 'Mandala da Prosperidade' ou 'Telar dos Sonhos', vem enganando mulheres em países como Estados Unidos, México Peru, e agora no Brasil. A intenção é promover uma alternativa econômica ao machismo estrutural, entretanto, segue a mesma lógica das pirâmides financeiras - que alicia novos membros para gerar faturamento.

A sororidade, o sagrado feminino e a ideologia espiritual são os pilares para convencer novas participantes, já que o esquema, teoricamente, emana uma energia alimentada pela união das mulheres em busca de sonhos e da liberdade patriarcal. De acordo com as palavras de ex-adeptas mexicanas a Vice, os encontros ocorrem com frequência e tem um ar de palestra motivacional, com festas para comemorar os ganhos atingidos. "Os aplausos não paravam, eram como festas de aniversário”, relatou.

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Para participar da Mandala da Prosperidade, a mulher precisa ser convidada por alguma participante do grupo e depois pagar cerca de 1.700 dólares. Dessa forma, a novata torna-se uma 'Mulher Fogo', enquanto a amiga que fez o convite passa a ser 'Mulher Ar', após cativar duas participantes. Passada essa etapa, é a vez da novata convidar mais duas mulheres e assim por diante.

Após o estágio 'Ar', a próxima etapa é 'Terra', culminando no centro da Mandala (ou topo da pirâmide) que é o nível 'Água'. A promessa é que na etapa final, a mulher receba a soma dos 1.700 dólares entregues por todas as mulheres que chegaram depois. Após receber a quantia, ela deve recomeçar como 'Mulher Fogo' em uma nova Mandala.

Oito profissionais - entre produtoras, comunicadores e artistas -, do Recife, se juntaram para criar o Coletivo Mulheres. O grupo pretende fomentar a cadeia produtiva local, com maior foco no público feminino, bem como promover eventos e intervenções públicas e privadas. O Coletivo faz seu lançamento no dia 5 de junho, no restaurante O Jardim, às 18h.

Idealizado por Marah Rúbia, Jean Carla, Bea Laranjeira, Joanah Flor, Noelle Marão, Roberta Barbosa, Mariama da Mata e Raynara Lima, o Coletivo Mulheres tem a missão de reunir produtoras fortalecendo seus trabalhos a favor do desenvolvimento do mercado de eventos, dentro e fora de Pernambuco. Para isso, o grupo pretende promover novas ações, eventos e intervenções com foco no público feminino.

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No entanto, apesar de ser formado por mulheres e de ter uma proposta voltada majoritariamente ao público feminino, o Coletivo pretende abarcar todo o público em geral, incluindo em suas ações também os homens para que todos possam participar e contribuir nos debates, projetos e temas propostos.

Serviço

Lançamento do Coletivo Mulheres

5 de junho - 18h

18h

20h debate sobre produção

22h drinks, comes e apresentações musicais

O Jardim (Rua Carneiro Vilela, 30 - Encruzilhada)

Gratuito

 

A partir deste sábado (25), a Livraria Expressão Popular, no bairro da Boa Vista, na área Central do Recife, recebe a oficina “Literatura & Feminismos”. Com seis módulos, os encontros irão acontecer até outubro, sempre no último sábado de cada mês, das 14h às 18h.

Ministrada pela professora Cristiane Montarroyos, da UFPE, a oficina discute a produção literária feminina. Durante seis encontros, os participantes serão introduzidos à crítica literária feminista, com leitura comparada de livros escritos por mulheres.

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O projeto é uma realização do Sesc Santa Rita e a inscrição para os seis módulos devem ser realizadas no Ponto de Atendimento da unidade, no Sindicato dos Comerciários – Rua da Imperatriz, 67, Boa Vista. O investimento é de R$ 60, com desconto para trabalhadores do comércio e dependentes, que pagam R$ 30. Para se inscrever, é preciso apresentar cartão de usuário do Sesc. Quem não tiver o cartão pode adquirir na hora, no Ponto de Atendimento, ao custo de R$ 8 para o público geral mediante RG, CPF e foto 3 x 4. 

Serviço

Oficina “Literatura & Feminismos”

Livraria Expressão Popular (Rua São Gonçalo, 82, Boa Vista)

Sábado (25) | 14h às 18h

R$ 60

(81) 3224-7577

Inspirar meninas a buscarem carreiras nas áreas de ciência e tecnologia. Este é um dos objetivos do projeto Eu Consigo, da Uber - em parceria com o Força Meninas e o Code.org,  que pretende levar cinema, teatro, noções de autoestima e de liderança, para meninas de 18 cidade brasileiras. O bairro do Recife é a primeira parada da carreta da empresa, que fica até esta sexta-feira (17), na Praça do Arsenal, esperando as pequenas recifenses para participarem da iniciativa.

O projeto vai abordar questões sobre a igualdade de gênero para discutir, de forma lúdica, o lugar da mulher nos segmentos tecnológicos. Além disso, O Eu Consigo pretende dialogar com pais, mães e professores sobre a importância de incentivar e ensinar Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática para as meninas. Será disponibilizado um material exclusivo, com mais de 20 tutoriais online, para os educadores que participarem da ação.

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As sessões acontecem cinco vezes por dia e a participação é gratuita. A inscrição pode ser feita no local, antes de cada apresentação. Todas as atividades são voltadas para crianças de 6 a 10 anos, mas não são restritas as meninas. Os garotos que quiserem participar também serão incentivados a acreditem que as meninas podem ser o que quiserem.

As sessões acontecem às 8h30, 10h, 14h, 15h30 e 17h e tem capacidade para atender até 35 pessoas. Confira as outras datas do evento:

Recife - 13 a 17 de maio

Curitiba - 14 a 16 de maio

João Pessoa - 21 a 24 de maio

São Paulo - 21 a 23 de maio

Natal - 28 a 31 de maio

Campinas - 28 a 30 de maio

Fortaleza - 04 a 07 de junho

Rio de Janeiro - 04 a 06 de junho

Teresina - 11 a 14 de junho

Vitória - 11 a 13 de junho

São Luís - 18 a 21 de junho

Belo Horizonte - 18 a 20 de junho

Belém - 25 a 28 de junho

Brasília - 25 a 27 de junho

Manaus - 13 a 16 de agosto

Cuiabá - 27 a 30 de Agosto

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 A trajetória da pintora Frida Kahlo, forte símbolo do feminismo na contemporaneidade, irá virar filme animado. O longa será dirigido por Paloma Baeza e de acordo com a Variety, apresentará a história da mexicana de forma alegre.

Considerada uma mulher à frente do seu tempo, Frida Kahlo rompeu paradigmas em diversos momentos da sua vida. Na adolescência, gostava de se vestir como menino. Na fase adulta, casou com Diego Rivera, um homem mais velho e considerado fora do padrão para sociedade.

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Ela também passou por três abortos e teve uma das pernas amputadas. No entanto, a pintura sempre serviu como refúgio para a artista que produziu um extenso acervo de obras.

O filme em 2D terá elementos live-action e ainda não tem data de estréia.

Por conta da demanda, o mercado de cervejas artesanais vem crescendo no Brasil, são quase 7 mil registros de cervejas e chopes no país, número que superou em 2018 mercados como o de polpas de frutas, vinhos e bebidas mistas. Surfando nessa onda, eventos como o Abril pra Cerva, realizado no Garagem Food Trucks do Espinheiro, Zona Norte do Recife, vem ganhando força na capital pernambucana.

Voltado para os amantes da cerveja, o encontro começou por volta das 11 horas da manhã deste sábado (27), seguindo até 18 horas da noite, com mais de mil litros de cerveja artesanal disponível para as 200 pessoas que desembolsaram R$ 90 para saborear as diversidades desse, que é um dos líquidos mais consumidos no Brasil.

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Vanessa Nobre, 30 anos, uma das organizadoras do Abril pra Cerva e integrante da Associação de cervejeiros caseiros do Estado de Pernambuco, confirma a crescente dos consumidores da cerveja artesanal e que, diferente do que aconteceu anos passados, os ingressos para o evento deste ano foram vendidos mais rapidamente. No local, o público conferiu os diferentes tipos da cerveja.

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“Nós temos cerveja com goiaba, manga, pitanga, cacau, amendoim e com tudo o que você imaginar”, reforça Vanessa. Para que o trabalho seja bem feito e o sabor agrade ao público, a organizadora do Abril pra Cerva e Integrante da associação dos cervejeiros acentua que todos os associados tentam se ajudar. “Nós promovemos cursos, workshops; um prova a cerveja do outro, dizendo o que ficou bom e o que precisa melhorar. Com esse evento a gente consegue saber o que as pessoas acham (do que foi produzido)”, acentua Vanessa.

O encontro dos amantes da cerveja foi realizado em parceria com a Garagem Food Trucks e, de acordo com José Jaime, proprietário do espaço, o sucesso do evento se deve a procura pelo diferencial que eles fazem. “O espaço não sobreviveria se não estivéssemos o tempo todo injetando gás novo. Tudo é um teste. Você começa errando, mas depois você ver que há uma evolução”, acredita Jaime.

O feminismo e a cerveja artesanal

Engana-se quem pensa que não dá para misturar suas causas e lutas sociais - até - nas cervejas artesanais. Jú Alecrim, como quer ser chamada, fundou, juntamente com outras quatro mulheres, a confraria Moça Bonita. Elas juntaram força e hoje são mais de 150 mulheres cervejeiras integrando a confraria, lutando pelo empoderamento da mulher no mundo cervejeiro que, segundo Jú Alecrim, é um meio bastante machista e masculino. “Nós estamos lutando cada vez mais pela nossa posição nesse contexto de cerveja artesanal. O empoderamento feminino é uma luta de vida e não poderia ser diferente (no meio cervejeiro)”, exclama Jú, que é diretora da Maria Bonita.

Além de tentarem fortalecer o espaço feminino no meio tido como machista, as meninas da confraria tentam imprimir suas causas até nos sabores das cervejas que produzem. Para além da harmonização, Jú Alecrim reforça que a Moça Bonita realiza eventos e transforma o arrecadado em ajuda para as mulheres que precisam de ajuda.

“Fabricou a cerveja? Todo o dinheiro arrecadado é doado para instituições que ajudam mulheres em risco. Nós promovemos movimentos de educação, palestras, integrando mulheres também no movimento cervejeiro”, conclui a feminista e sommelier Jú Alecrim.

Aumento de cervejarias registradas no Brasil

De acordo com levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em 2018 foram 889 novas cervejarias registradas no Brasil, 210 a mais do que em 2017. O Sudeste é quem lidera o mercado nacional, com 90% dos registros de produtos realizados em 2018.

Para o presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Carlo Lapolli, os números refletem as boas expectativas para o setor, que tem o objetivo de crescer também no volume de consumo das marcas independentes. “O aumento significativo na quantidade de cervejarias é um passo fundamental para que o mercado cresça. Com mais opções, rótulos regionais e um trabalho de inclusão de todos os estados brasileiros no universo da cerveja artesanal, acreditamos ser possível ultrapassarmos os 3% do volume de cervejas comercializadas nos próximos anos. Hoje, a estimativa é que estejamos próximos aos 2%”, comenta.

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