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Segundo a Fuvest, 22.870 candidatos serão convocados para a segunda fase, 20.741 vestibulandos e 2.129 treineiros. A lista com os nomes será publicada no dia 19 de dezembro, as provas da segunda fase ocorrem nos dias 8, 9 e 10 de janeiro e as de habilidade específica entre os dias 11 e 13 de janeiro.

A Fuvest recebeu um total de 136.736 inscrições para o processo seletivo de 2017, menor número desde 2011, ano passado foram 142 mil. Os candidatos concorrem a 8.734 vagas de cursos da USP pela Fuvest. Outras 2.338 vagas (21% do total) ficarão com o Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que usa a nota do Enem (Exame nacional do ensino médio). 

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A maior nota de corte continuou sendo medicina (69), em empatada com medicina no campus do Ribeirão Preto. Seguidos de engenharia aeronáutica de São Carlos (62) e psicologia (58).

Confira aqui no link a lista completa das notas de corte. (Por Lucas Lobo)


A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), responsável pelo exame de ingresso na Universidade de São Paulo (USP), divulgou nesta segunda-feira, 21, os locais de prova da 1ª fase do exame, que será realizado no próximo domingo, dia 27. Os locais podem ser conferidos no link: http://www.fuvest.br/b/locexa1f.php?anofuv=2017. É necessário informar o CPF.

Segundo a Fuvest, 104 escolas (56 na região metropolitana de São Paulo e 48 no interior paulista) abrirão seus portões às 12h30 para receber os candidatos. A fundação recomenda que o candidato visite, na véspera, a partir das 11h, o local de prova para consultar a lista com os nomes de todos os candidatos que farão prova naquela escola. O início da prova será às 13h e a saída do candidato só poderá ser feita a partir das 16h.

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Farão a primeira fase neste ano 13.736 candidatos, que disputam 8.854 vagas, sendo 8.734 de cursos da USP e 12 da medicina da Santa Casa. Há 12,7 mil treineiros.

O gabarito será divulgado às 19h30 e o resultado da primeira fase será divulgado no dia 19 de dezembro. As provas da segunda fase serão realizadas nos dias 8, 9 e 10 de janeiro de 2017.

Dicas da Fuvest

- Para a realização do exame, será necessário levar documento original de identidade (com foto) e caneta esferográfica (tinta azul ou preta). São permitidos, para rascunho, o uso de lápis e borracha. Água e alimentos leves podem ser consumidos durante a prova.

- O candidato não poderá utilizar ou manipular, em qualquer área do prédio, aparelhos celulares ou qualquer outro tipo de equipamento eletrônico ou de telecomunicação.

- Os relógios não poderão ser usados em hipótese nenhuma. A Fuvest criou um sistema que

informará os candidatos sobre o tempo que falta para o final do exame.

- A prova tem 90 questões do tipo teste de múltipla escolha e versa sobre o conjunto das disciplinas do núcleo comum obrigatório do Ensino Médio: Português, Matemática, Física, Química, Biologia, História, Geografia e Inglês, com algumas questões interdisciplinares. A duração total da prova é de 5 horas.

- Não haverá tempo adicional para transcrição das respostas para a folha óptica.

Elas são as disciplinas mais temidas pelos candidatos, e não é à toa. As questões de Exatas da primeira fase da Fuvest têm o menor índice geral de acerto. Um levantamento feito pelo Sistema de Ensino Poliedro mostra que Matemática, Física e Química tiveram um índice geral de menos de 50% de acerto em quatro das carreiras mais concorridas do vestibular (Medicina, Direito, Engenharia na Politécnica e Economia e Administração).

Para professores, apesar de a prova ser bastante exigente nessas disciplinas, os alunos podem garantir um bom rendimento no próximo domingo, dia do exame, fazendo testes de anos anteriores para entender e treinar o "estilo Fuvest", além de ficar atento para garantir pontos em questões mais fáceis.

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Menor índice

Matemática foi a disciplina que no ano passado teve o menor índice de acertos. Mesmo entre os candidatos que concorrem a uma vaga em Engenharia, o índice geral foi de 33,2%. "É uma prova difícil, mas que sempre tem questões mais fáceis e rápidas e que não demandam um conhecimento muito profundo para serem resolvidas. O candidato deve manter a calma para localizar essas questões e tentar resolvê-las", diz Vinicius Haidar, coordenador do Poliedro.

Para ele, as questões da Fuvest que podem ser mais complicadas são as que abordam logaritmo, trigonometria e probabilidade - que exige atenção na interpretação de texto. Um lembrete de Haidar para os alunos é que a prova não pede cálculos muito complexos. "Se o aluno estiver fazendo contas muito difíceis, com números quebrados, pode ser indicativo de que a resolução está errada. Não é esse o perfil de cobrança."

Treino

Em Física, segunda disciplina com o menor índice de acertos, o professor Léo Gomes, professor do Descomplica - plataforma de educação online -, afirma que as questões exigem não apenas conhecimento teórico, mas treinamento. "É uma prova exigente, não adianta o aluno saber apenas o conteúdo, mas ter traquejo para identificar rapidamente conceitos e como utilizá-los."

Gomes diz que a prova sempre traz questões que abordam elétrica, hidrostática e mecânica, esta última com exercícios normalmente mais complicados. "A Fuvest é uma prova muito específica, quem treinou bastante o seu modelo tem vantagem", diz. No ano passado, das 90 questões da prova, foi um exercício de Física que teve o menor índice de acerto - apenas 10,7% dos candidatos conseguiram resolvê-la.

Pouco cálculo

João Pitoscio, coordenador de Química do Colégio e Curso Etapa, afirma que as questões de sua disciplina na Fuvest exigem do aluno conceitos básicos, boa interpretação de texto e pouco cálculo matemático. "Nos últimos anos, a prova trouxe muitos exercícios da química geral e físico-química", disse. Para ele, a prova deste ano pode trazer uma questão sobre radioatividade, já que o acidente nuclear de Chernobyl completou 30 anos em abril.

Para os professores das três disciplinas, na reta final de preparação para a Fuvest o aluno deve refazer as provas de anos anteriores, cronometrando o tempo e fazendo as contas sem calculadora. É o que tem feito o estudante Caio Lima Costa, de 18 anos, que quer entrar em Engenharia na Escola Politécnica. "Apesar de ter mais facilidade com as matérias de Exatas, na hora da prova fico nervoso. Por isso estou treinando bastante, para não perder tempo com contas ou erros bobos", afirma.

Elaboradas

As questões de Biologia no ano passado tiveram em média um índice de acertos de mais de 50% e são consideradas conteudistas e bem elaboradas. Para Luis Gustavo Megiolaro, professor de Biologia do Poliedro, a prova é bem distribuída e cobra muitos conteúdos estudados no ensino médio.

"As cinco matérias que mais caíram nos últimos anos foram genética, fisiologia humana, zoologia, evolução vegetal e embriologia. Como é uma prova abrangente, nessa fase vale mais o aluno fazer uma revisão quantitativa, estudando o maior número de assuntos possíveis, sem muito aprofundamento." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A menos de duas semanas da primeira fase da Fuvest, os estudantes estão em contagem regressiva para revisar os conteúdos e preparar a melhor estratégia para garantir um bom resultado na prova. Um levantamento do Sistema de Ensino Poliedro identificou que, em quatro das carreiras mais concorridas da Fuvest (Medicina, Direito, Engenharia na Escola Politécnica e Economia e Administração), História, Inglês e Geografia são as disciplinas da primeira fase com maior índice de acertos - mais de 57%.

O exame dá acesso a 8.734 vagas dos cursos de graduação da Universidade de São Paulo (USP) e 120 da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa. Para este ano, o número de inscritos teve queda, chegando ao menor número em seis anos (136.736), mas nada indica que a disputa será menos acirrada.

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Para coordenadores de cursinho, como o desempenho dos alunos é maior nas disciplinas de Humanas, é importante que o candidato preste muita atenção nessa área para garantir que não vai perder pontos que a maioria leva. "Não é que a cobrança em Humanas seja menor. Ainda é uma prova muito exigente, que cobra muito do aluno. É que as Exatas são realmente as vilãs para a maioria dos alunos", afirma Rodrigo Fulgêncio Mauro, coordenador da turma de Medicina do Poliedro.

Para os coordenadores, em História a Fuvest tem predominância de assuntos contemporâneos e do período da República no País. Eles lembram que é importante os candidatos se atentarem a datas históricas comemoradas neste ano, por exemplo os 25 anos da dissolução da União Soviética e o fim da Guerra do Golfo. "Os conteúdos são sempre bem equilibrados entre História Geral e do Brasil, com questões sobre a Idade Média e mais contemporâneas. Não adianta o estudante focar em apenas um período, ele precisa ter uma noção do processo histórico muito bem definida", diz Célio Tasinafo, diretor pedagógico do cursinho Oficina do Estudante.

Na prova do ano passado, por exemplo, a questão de História com maior índice geral de acerto - de 83,7% - pedia ao candidato que relacionasse o processo de industrialização em São Paulo com a expulsão dos trabalhadores para a periferia da cidade. Já a questão com menor índice de acerto - 37% - cobrava conhecimentos sobre a colonização portuguesa no Brasil.

Já em Geografia os coordenadores dizem que a prova com frequência cobra temas como urbanização, hidrografia e clima, contextualizando com assuntos atuais. Na última edição, a questão que pedia ao candidato para identificar as principais funções turísticas em regiões do Sudeste foi a que teve menor índice de acerto, 19,4%.

Linguagens.

Para os coordenadores, as questões de Português também exigem mais. No ano passado, entre os candidatos dos cursos mais concorridos, Português teve um índice de acerto inferior a 50%. Eles explicam que isso se deve principalmente às questões sobre os livros de leitura obrigatória. "São questões muito exigentes que pedem que o candidato compare 2 ou 3 obras literárias obrigatórias ou que as relacione com o período literário. O aluno precisa mostrar não só que leu o livro, mas que domina o seu contexto", afirma Tasinafo.

Com 90 questões (tipo teste) e cinco horas para a realização das provas, os alunos têm em média pouco mais de 3 minutos para resolver cada pergunta. Como a Fuvest proíbe o uso de relógio durante a prova, os coordenadores recomendam que os alunos não percam muito tempo em um exercício e pulem aqueles que considerem mais difíceis.

Tentando pelo segundo ano uma vaga em Medicina na USP, Filipe Seifarth, de 19 anos, diz ter feito muitos simulados da Fuvest neste ano para testar diversas estratégias e se habituar a ficar sem relógio. "Testei qual seria a melhor ordem para fazer a prova e assim consegui definir o que funciona mais rápido para mim. Eu sei, por exemplo, que em Matemática demoro mais para resolver, mas depois consigo compensar o tempo nas disciplinas de Humanas."

Seifarth afirma, porém, que tem uma grande preocupação com Português. "É uma prova muito exigente, que demanda muita atenção para a interpretação de texto. Além disso, cobra muita profundidade sobre os livros obrigatórios." Ele disse ter lido todos os livros e assistiu a aulas especificas sobre a análise das obras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Termina às 23h59 desta quinta-feira (8) o prazo de inscrições para o vestibular da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), que começou em 19 de agosto. Para se inscrever, os alunos deverão acessar o site da fundação.

A taxa de inscrição é de R$ 160,00, valor que deverá ser pago em bancos ou pela internet até esta sexta-feira (9). O boleto só poderá ser emitido até hoje. Os estudantes poderão disputar vagas para cursos em oito campi da Universidade de São Paulo (USP) nas cidades de Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos e São Paulo.

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Serão selecionados 8.734 alunos para a USP e 120 para o curso de medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. A USP também está disponibilizando  2.338 vagas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Segundo a Fuvest, no vestibular do ano passado, foram feitas 142.721 inscrições.

Os testes da primeira fase ocorrerão no dia 27 de novembro, com início às 13h. Serão 90 questões distribuídas nas disciplinas de português, história, geografia, matemática, física, química, biologia, inglês, além de questões interdisciplinares. O vestibulando poderá escolher entre cinco opções de resposta para cada questão e terá cinco horas para fazer os testes.

As provas vão ocorrer em 31 cidades paulistas. Na região metropolitana, haverá exames em Barueri (com Santana do Parnaíba), Carapicuíba, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Taboão da Serra e São Paulo. No interior, em Barretos, Bauru, Campinas, Fernandópolis, Franca, Jaú, Jundiaí, Limeira, Lorena, Marília, Mogi Mirim, Piracicaba, Pirassununga, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Sorocaba e Taubaté.

Os candidatos classificados para a segunda fase que se inscreveram em Barretos farão as provas em Ribeirão Preto; os de Fernandópolis, em São José do Rio Preto, e os de Jaú e Marília, em Bauru.

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Foram divulgados nesta terça-feira (16) mais 1.052 nomes de aprovados no vestibular da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) para o ingresso na Universidade de São Paulo (USP) e no curso de medicina da Santa Casa Misericórdia de São Paulo. A lista poderá ser consultada no site.

Do total, 843 são novos e 209 remanejados. O número é bem maior do que a terceira chamada do ano passado, quando a lista era composta por 634 candidatos dos quais 537 novos e 97 remanejados.

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Os estudantes dessa lista deverão se apresentar para a matrícula na próxima quinta-feira (18) no Serviço de Graduação da unidade que oferece o curso escolhido. Caso não possa estar presente, o candidato poderá efetuar a matrícula por meio de um procurador legalmente constituído. Os documentos necessários, bem como os horários e endereço dos locais de matrícula, constam no Manual do Candidato.

A quarta chamada está prevista para o próximo sábado (20) e a matrícula presencial dos convocados deverá ser feita nos próximos dias 23 e 24.

A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulgou nesta terça-feira, 2, o resultado do vestibular 2016. São 9.568 vagas na Universidade de São Paulo (USP) e 120 vagas na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Outras 1.489 cadeiras da instituição serão preenchidas pela nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Acesse a lista no site da Fuvest. Já o resultado da segunda chamada será divulgado na quinta-feira, 4.

A matrícula da primeira chamada tem duas etapas. A primeira, feita pelo site da Fuvest, começa às 14 horas desta terça-feira e termina no dia seguinte, 3, às 13h59. A segunda etapa, presencial, deve ocorrer nos dias 11 e 12 de fevereiro para os candidatos convocados em primeira chamada. A presença é obrigatória para assinatura de lista de matrícula e entrega dos documentos no serviço de graduação da unidade responsável pelo curso.

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Documentos necessários para a matrícula na USP:

1. Certificado de conclusão do curso de ensino médio ou equivalente e respectivo histórico escolar, ou diploma de curso superior devidamente registrado (uma cópia)*;

2. Documento de identidade oficial (uma cópia)*;

3. Uma foto 3×4, datada, com menos de um ano.

*Cópias dos documentos deverão ser autenticadas

 

Veja a lista de documentos para matrícula na Santa Casa:

1. Prova de conclusão do Ensino Médio e respectivo histórico escolar;

2. Documento de identidade**;

3. Cadastro de Pessoas Físicas (CPF)**;

4. Duas fotos 3×4 recentes.

**Os documentos deverão ser apresentados em duas cópias autenticadas.

- O pagamento deverá ser efetuado no ato da matrícula, de acordo com o valor do curso.

As matrículas também podem ser feitas por procuração. Outras informações devem ser obtidas pelo serviço de graduação da unidade (escola, faculdade ou instituto) do curso em que o aluno foi aprovado.

'Utopia' foi o tema escolhida pela Fuvest para a redação, uma das provas da segunda fase do vestibular que dá acesso à Universidade de São Paulo (USP). Quase 26 mil candidatos foram convocados para esta etapa, que começou neste domingo, (10). Os alunos também resolveram 10 questões de interpretação de texto, gramática e literatura.

Para Lucas Heppers, de 16 anos, a proposta era abstrata. "Foi um tema tranquilo, em que era fácil argumentar", diz ele, que faz a Fuvest como treineiro. A banca pedia aos alunos para comentar se a utopia era útil ou não na sociedade atual. Os primeiros candidatos a deixarem o prédio da Escola Politécnica, no câmpus Butantã da USP, um dos locais de prova, classificaram o tema como fácil.

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"Gosto de escrever e de ler, o que me facilitou na argumentação, mais filosófica", diz o estudante Jonas Daniel, de 16 anos, que tenta ingressar no curso de Educação Física. De acordo com ele, a prova de Português também não apresentou grandes dificuldades.

Aline Dias, de 19 anos, não viu surpresa na prova. "Foi uma redação filosófica, sobre um tema que eu tinha estudado no cursinho. Entendi que era para falar sobre sonhos", diz a jovem, interessada em cursar Letras. A maioria das questões, segundo os estudantes, abordaram obras da lista cobrada pela Fuvest, como Memórias Póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba, de Machado de Assis, e Capitães de Areia, de Jorge Amado.

Na segunda-feira, 11, serão feitas as provas das disciplinas comuns do ensino médio (História, Geografia, Matemática, Física, Química, Biologia, Inglês), além de itens interdisciplinares.

Na terça-feira, 12, é a vez dos exames específicos de cursos. A primeira chamada de aprovados sai no dia 2 de fevereiro. Estão em disputa 9.568 vagas na Universidade de São Paulo (USP). Outras 1.489 cadeiras da instituição serão preenchidas pela nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Correção

A partir das 19h30, a TV Estadão faz a correção ao vivo do primeiro dia da segunda fase com os professores do Cursinho da Poli. Estudantes podem enviar dúvidas pela página facebook.com/estadao ou pelo twitter, no endereço @Estadão.

A prova de Português e a redação, feitas no primeiro dia da segunda fase da Fuvest, equivalem a cerca de um terço do peso da nota final e são apontadas como o principal diferencial em cursos concorridos da Universidade de São Paulo (USP). Segundo levantamento do cursinho Poliedro, em alguns cursos a redação equivale a 13% da nota e Português, a 18%.

Os resultados mostram que a prova de Português para quem concorre a uma vaga em Engenharia na Poli, por exemplo, tem peso de 18%, maior na nota final do que Matemática, que corresponde a 14%, ou Física, 15%. Para quem presta Medicina, o que mais influencia a nota também é a prova de Português, 17%, seguida de Biologia, Química e Física, que equivalem a 15% da nota final cada. Já a redação, a 13%. Para quem presta Direito, a prova de Matemática corresponde a 14%, mesmo porcentual de História.

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"A primeira fase é padrão para todo mundo, mas, na segunda fase, há o diferencial para cada área. O que às vezes acaba levando o aluno à ilusão de que ele deve focar mais nas disciplinas de sua área", diz Francisco Zanella Peres, coordenador do Poliedro. "O aluno competitivo tem de ter o diferencial nas outras disciplinas."

De olho nisso, a estudante Giovanna Siunte, de 18 anos, que vai prestar a segunda fase da Fuvest pela segunda vez para tentar uma vaga em Engenharia Civil, mudou a estratégia. "Para a prova deste ano me dediquei muito mais às matérias de humanas, que são as que tenho menos facilidade", diz ela, que não deixou as disciplinas de exatas de lado.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Esta é a última semana de preparação para os 23,7 mil convocados para a segunda fase da Fuvest. Os três dias de prova começam no domingo (10). Para quem presta pela primeira vez o vestibular da Universidade de São Paulo (USP), a frustração de não passar pode significar o primeiro passo para o sucesso: mais de 60% dos aprovados nos últimos três anos haviam feito a prova em anos anteriores. Já para quem faz sua segunda ou terceira Fuvest, o plano é usar a experiência de anos anteriores para garantir uma vaga.

Chegar à segunda fase não costuma ser tarefa fácil. A estatística da Fuvest 2016 ainda não está disponível, mas, nos três anos anteriores, mais da metade dos convocados já tinha a experiência de terem feito a prova antes.

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Entre os candidatos que prestaram o vestibular no ano passado, 22% dos convocados para a segunda fase haviam feito a prova duas vezes ou mais. Dos aprovados, 63% haviam prestado a Fuvest antes. Dos que passaram logo ao fim do 3º ano, 18% haviam feito a prova como treineiros.

O paranaense Matheus Facio Pires, de 20 anos, chega à segunda fase pela segunda vez. Ele já está na terceira Fuvest. Na primeira vez, não passou da primeira fase. No ano passado, já matriculado em cursinho pré-vestibular, foi convocado para a segunda etapa. Candidato a uma vaga de Direito, o bloco de Matemática foi o maior desafio e ele não foi aprovado.

"Vendo os gráficos depois, o problema maior foi a Matemática. As questões são muito diretas, não têm uma contextualização que pode ajudar a resolver", diz ele, que se dedicou à Matemática ao longo do ano de olho na segunda fase. "Tem de saber o que caiu e conseguir escrever, não dá para improvisar."

Nesta segunda etapa, todas as questões são dissertativas. No primeiro dia, tem Português e a redação. Caem no segundo dia (segunda-feira, dia 11) questões de todas as disciplinas e, no terceiro dia (terça, dia 12), apenas questões ligadas à carreira escolhida.

A tática de Pires nesta última semana antes da prova é fazer exercícios, treinar o texto e tentar simular o tempo da prova. "Agora não é hora mais para aprender, já aprendi o que podia. Vestibular é treino, repetição. No ano passado, caíram muitos exercícios parecidos com os que eu tinha feito", diz ele, que, após a primeira fase, tem estudado sozinho praticamente o dia todo.

Peneira

A dificuldade da peneira que é a Fuvest também se traduz pela quantidade de aprovados que fizeram cursinho pré-vestibular. Entre os aprovados no ano passado, 63% passaram pelos cursinhos.

Para o educador Mateus Prado, o pequeno porcentual de candidatos que é aprovado na USP sem ter feito cursinho mostra que mesmo as escolas particulares têm dificuldade em preparar os alunos para a Fuvest. "O vestibular deveria medir os conhecimentos do ensino médio, mas para mais da metade dos candidatos essa etapa não tem sido o suficiente."

Para Prado, a prova da Fuvest tem poucas mudanças de um ano para outro e segue uma tendência em cobrar assuntos parecidos em cada disciplina. "A Fuvest é como competir em uma prova de motocross, quem conhece mais o circuito vai melhor. É uma prova que exige que o candidato a conheça. É preciso se especializar em Fuvest."

A vestibulanda Juanitha Franco, de 18 anos, tenta a etapa final da Fuvest também pela segunda vez. Ao longo do ano passado, tentou usar a experiência para se preparar. "Aprendi com meus erros. Percebi que precisava treinar mais as questões dissertativas. A falta de controle do tempo para cada pergunta pegou muito. Por isso, estou refazendo as provas anteriores", conta a candidata ao curso de Direito na capital.

O ritmo de estudos também ficou mais intenso: pausa apenas para o Natal e o réveillon. "Eu me concentrei ainda mais em redação e atualidades neste ano", afirma Juanitha.

Vinda da escola pública, ela sabe que a disputa com alunos de colégios privados é difícil. "Tento não pensar que estou fazendo uma prova tão concorrida. Estou confiante." Se a Fuvest falhar, ela já tem um plano B: tentar a vaga pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Neste ano, 13,5% das cadeiras da USP serão preenchidas por candidatos selecionados pela nota na prova federal.

Preparo

A orientadora educacional do Cursinho da Poli, Alessandra Venturi, lembra que, agora, não basta ter o conhecimento, é preciso saber escrever. "Às vezes o aluno sabe a resposta e não consegue traduzir em palavras. Por isso, nesta última semana, é importante trabalhar as questões dissertativas, pegar a última prova e fazer no mesmo tempo do exame", diz a professora. "Como as questões são discursivas, as respostas podem não estar 100% corretas, mas, se estão próximas, podem ajudar na pontuação."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Fuvest, exame de ingresso na Universidade de São Paulo (USP), divulgou nesta sexta-feira (18) o resultada da primeira fase do vestibular 2016.

Foram convocados 23.775 candidatos para esta etapa, que disputarão 9.568 vagas na USP e 120 vagas na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Além disso, 1.489 vagas de diversos cursos foram oferecidas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) por meio do desempenho no Enem 2015.

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As provas da segunda fase terão início às 13 horas do dia 10 de janeiro de 2016 (domingo) e irão até terça-feira, 12. Os endereços podem ser diferentes dos locais da primeira fase.

A primeira fase da Fuvest ocorreu em 29 de novembro e teve 142.721 inscritos, dos quais 13.922 não realizaram a prova, gerando abstenção de 9,8%. Conforme dados divulgados pela organização do vestibular, o índice caiu em relação ao ano passado, quando o exame teve 10,2% de faltosos.

As provas foram realizadas em 121 locais do Estado. Não houve registro de incidentes.

Notas de corte

As notas de corte foram anunciadas na segunda-feira, 14. A maior nota é a de Medicina, que para 2016 exige 73 pontos, seguida por Medicina em Ribeirão Preto, com 72, Engenharia Aeronáutica em São Carlos, com 67, e Psicologia, com 62

A Fuvest, exame de ingresso da Universidade de São Paulo, divulgou a nota de corte - ou nota mínima necessária - para que os candidatos que prestaram a primeira fase do vestibular passem para a 2º, que ocorre em janeiro. A maior nota de corte é a de Medicina, que para 2016 exige 73 pontos, seguida por Medicina - Ribeirão Preto (72), Engenharia Aeronáutica (São Carlos), com 67 pontos e Psicologia, com 62 pontos.

Serão convocados 23.775 candidatos para esta etapa, que disputarão 9.568 vagas na USP e 120 vagas na Santa Casa. Além disso 1.489 vagas de diversos cursos foram oferecidas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) por meio do desempenho no Enem 2015.

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A lista com o nome dos convocados e o local das provas da 2ª fase será divulgada nesta sexta-feira, 18. As provas terão início às 13h do dia 10 de janeiro de 2016 (domingo) e irão até terça-feira, 12. Os endereços podem ser diferentes dos locais da 1ª fase.

A forte chuva que caiu na tarde do domingo, 29, e na capital e em cidades do interior paulista, complicou a vida de candidatos na primeira fase da Fuvest, exame de acesso à Universidade de São Paulo (USP). Segundo professores de cursinho e estudantes, a prova foi exigente - principalmente na área de Exatas.

Em alguns locais de prova, na capital e em Campinas, o temporal causou trânsito nas imediações. Apesar disso, o índice de abstenção da prova foi de 9,8% - menor do que no ano passado, em que 10,2% faltaram. Mas, dentro da sala de prova, a chuva também foi motivo de queixas para os candidatos.

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Foi o caso de Cíntia Campos, de 18 anos, que fez o exame na Uninove Barra Funda, na zona oeste da cidade. Apesar de as janelas estarem fechadas, segundo ela, a água entrava pelas frestas e molhou a sua prova. "Fiquei desesperada, não sabia o que fazer. Já estava nervosa e fiquei ainda mais tensa. Depois mudei de lugar, mas mesmo assim me prejudicou", reclama ela, que tenta Medicina.

Artur Rodrigues, de 21 anos, também se queixou. "Não molhou minha prova, mas os funcionários tiveram de entrar para secar a sala. Prejudicou a nossa concentração", diz ele, candidato de Psicologia.

Dificuldade

Rodrigo Ferreira, que fez a prova na capital, acredita que as perguntas de Exatas estavam complexas. "Na prova de Física e Matemática, chutei questões. Quase não tinham questões fáceis para dar aquela aliviada", afirma ele, de 18 anos, que tenta Engenharia Civil.

Segundo alunos e professores de cursinho ouvidos pela reportagem, a prova exigiu cálculos trabalhosos. Para Vera Lúcia Antunes, coordenadora pedagógica do cursinho Objetivo, a complexidade dos itens fez com que o tempo para resolver cada pergunta ficasse curto.

Diretor de ensino do Anglo Vestibulares, Paulo Moraes também acredita que a parte de Exatas foi a mais complicada. "E os textos de História, Geografia e Inglês também estavam mais longos do que o normal."

Entre os assuntos atuais, a Fuvest tratou das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba. Um texto da prova de Inglês citava a expansão de serviços sob demanda, como o Uber. Também apareceram referências tradicionais na prova, como escravidão e ditadura militar - um dos itens discutia a relação entre a TV Globo e o regime autoritário.

Por achar o teste difícil, Renata Fernandes, de 22 anos, já conta com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para entrar na USP. Neste ano, a nota dessa prova será aceita para o ingresso em alguns cursos. "Só em Humanas, como havia muitas questões de interpretação de texto e de atualidades, fui melhor", diz ela, que pretende cursar Letras.

O resultado da primeira etapa da Fuvest será divulgado em 21 de dezembro.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A primeira fase da Fuvest, exame de acesso à Universidade de São Paulo (USP), teve abstenção de 9,8%. Dos 142.721 inscritos, 13.922 não realizaram a prova. Conforme dados divulgados pela organização do vestibular, o índice caiu em relação ao ano passado, quando o exame teve 10,2% de faltosos.

As provas foram realizadas em 121 locais do Estado. Não houve registro de incidentes e nenhuma das 90 questões foi anulada. A lista dos aprovados e dos locais de prova da segunda fase será divulgada no dia 21 de dezembro.

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Neste ano, a USP oferece 9.568 vagas. A prova tem 90 questões de todas as disciplinas do ensino médio. O exame começou às 13 horas e os portões abriram 30 minutos antes.

Por volta de 19h30 deste domingo, a Fuvest divulgará o gabarito.

As relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba, o papel da TV na ditadura militar e a importância da Transamazônica na ocupação da região Norte do País são temas cobrados na primeira fase da Fuvest, exame de acesso à Universidade de São Paulo (USP), neste domingo (29). Outro assunto tratado, na prova de Inglês, foi a expansão de serviços sob demanda, como o Uber.

Renata Fernandes, de 22 anos, foi uma das primeiras a sair da prova na Uninove da Barra Funda, na zona oeste da capital. Ela quer fazer Letras e disse que as questões de Ciências Humanas estavam mais fáceis e atuais. "Em História, havia uma questão sobre escravidão que fazia um paralelo com situações da atualidade", conta. "Em Geografia, um item citava o terremoto no Nepal, ocorrido no início do ano. Quem estava mais atualizado foi melhor."

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Rodrigo Leal, de 18 anos, diz não estar preocupado com o resultado. "Fui bem em Humanas, mas nas Exatas foi cobrado muito conceito. Não sabia as questões de Química Orgânica", comentou ele, que fez a prova no campus Butantã da USP, na zona oeste da capital. É a primeira vez que ele realiza o exame.

Neste domingo, os candidatos fazem 90 questões de múltipla escolha de todas as disciplinas do ensino médio, além de itens interdisciplinares. Eles concorrem a 9.568 vagas na USP. O resultado será divulgado em 21 de dezembro.

A estudante Vitória Sideri, de 18 anos, foi retirada de dentro do prédio da Unip Swift, em Campinas, no começo da tarde deste domingo, 29, após passar mal em razão de uma picada de escorpião. A jovem estava no local para fazer a primeira fase da Fuvest, exame de acesso à Universidade de São Paulo (USP). Mais de 142,7 mil candidatos se inscreveram para o processo seletivo.

Vitória foi levada ao Pronto Atendimento Padre Anchieta por volta das 13h30 e recebeu uma dose de analgésico para aliviar as dores. A prefeitura de Campinas informou que seu estado de saúde é estável e ela segue em observação.

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A Fuvest informou que ela foi desclassificada do exame, pois foi socorrida antes de ter acesso à prova. A candidata tentava uma vaga no curso de Medicina. Aos enfermeiros, Vitória relatou que foi picada por um escorpião às 3 horas da manhã deste domingo. Uma mãe de aluno, que viu a movimentação na escola, criticou a demora no atendimento.

"É um absurdo uma garota demorar tanto para ser atendida. Todo mundo da universidade queria ajudar, mas era visível que faltava preparo", afirma a assistente jurídica, que não quis se identificar.

Neste ano, mais de 142,7 mil candidatos da Fuvest concorrem a 9.568 vagas na USP. O resultado da primeira etapa do processo seletivo será divulgado em 21 de dezembro. Outras 1.489 cadeiras na instituição serão disputadas pela nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Com o temor de novas ocupações em escolas estaduais, a Fuvest anunciou nesta quinta-feira, 26, a mudança do endereço de prova para todos os candidatos que fariam a prova em dez colégios do Estado. Apenas um deles, em Guarulhos, na Grande São Paulo, está ocupado. Por precaução, a organização decidiu excluir a prova em todos as unidades da rede estadual paulista.

A primeira fase da Fuvest acontece neste domingo, 29. Inicialmente, a primeira escola a ter a prova cancelada foi a Conselheiro Crispiniano, na Vila Progresso, em Guarulhos. Depois, a organização alterou o local de prova em mais sete escolas. E nesta quinta-feira, anunciou que nenhuma escola estadual paulista teria o exame.

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Os candidatos, que fariam a prova em Guarulhos, foram transferidos para a Universidade de Guarulhos (UnG), no centro. A escola é uma das 754 do Estado que passarão pela reorganização escolar, para que tenha só um ciclo de ensino. A unidade, a partir do próximo ano, não terá mais o ensino médio. Os alunos ocuparam o prédio na segunda-feira, em protesto contra a mudança.

Alterações

Todos os cerca de 6 mil candidatos que tiveram o local de prova alterado podem consultar a mudança de endereço no site da Fuvest. A organização informou que tomou "providências para permitir que a prova ocorra dentro da normalidade desejada pela instituição e pelos candidatos".

A Fuvest disse também que os alunos que tiverem o local de prova transferido serão informados da alteração por mensagem de texto de celular, e-mail e por telefone cadastrados na ficha de inscrição. Segundo a fundação, serão colocados no domingo funcionários nas escolas que forem substituídas para orientar os candidatos sobre o novo local.

Prova

O vestibular deste ano teve 142.721 candidatos, que disputam 9.688 vagas na USP e na Santa Casa. O curso de Medicina no câmpus de Ribeirão Preto é o mais concorrido, com 71,93 candidatos para cada uma das 90 vagas ofertadas. Na sequência, aparecem os cursos de Psicologia e Medicina, no câmpus da capital.

A onda de ocupações de escolas estaduais fez a Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) alterar os locais de prova de oito das dez escolas da rede previstas para receber a primeira fase do exame da Universidade de São Paulo (USP), que ocorre no domingo. A organização pode ainda transferir os inscritos dos outros dois colégios. A medida pode afetar até 6 mil candidatos.

A primeira escola afetada pela mudança foi a Conselheiro Crispiniano, na Vila Progresso, em Guarulhos, única das dez ocupada por estudantes. Os candidatos foram transferidos para a Universidade de Guarulhos (UnG), no centro. A unidade é uma das 754 do Estado que passarão pela reorganização escolar, para que tenha somente um ciclo de ensino. Lá, a partir do próximo ano, não haverá mais o ensino médio. Os alunos ocuparam o prédio na segunda-feira, em protesto contra a mudança.

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As outras sete escolas que tiveram a prova transferida ficam em Diadema (2), São José dos Campos (2), Ribeirão Preto (1), Pirassununga (1) e São Paulo (1). Por enquanto, foi mantido o exame nas escolas Lasar Segall e Brasílio Machado, ambas localizadas na Vila Mariana, na zona sul da capital.

Plano

A Fuvest publicou, na noite de ontem em seu site, os novos locais das provas. Em nota, afirmou que está "tomando providências para permitir que o exame ocorra dentro da normalidade desejada pela instituição e pelos candidatos".

A Fuvest disse também que os alunos que tiverem o local de prova transferido serão informados da alteração por mensagem de texto de celular, por e-mail e por telefone cadastrados na ficha de inscrição.

Segundo a fundação, funcionários ficarão de plantão nas escolas que foram substituídas para orientar os candidatos sobre o novo local da prova. As mudanças também constam no site oficial da Fuvest. A orientação da organização é que o candidato visite o novo local antes do exame.

Prova

O vestibular deste ano teve 142.721 candidatos, que disputam 9.688 vagas na USP e na Santa Casa. O curso de Medicina no câmpus de Ribeirão Preto é o mais concorrido, com 71,93 candidatos para cada uma das 90 vagas ofertadas. Na sequência, aparecem os cursos de Psicologia e Medicina, no câmpus da capital.

A Fuvest divulgou nesta segunda-feira, 23, os locais de prova da primeira etapa do vestibular, que será feita neste domingo, 29. Os candidatos podem consultar os endereços no site da Fuvest. Neste ano, 142.721 candidatos disputam 9.688 vagas na Universidade de São Paulo (USP) e na Santa Casa.

O início do exame será às 13 horas e não será permitida a entrada de atrasados. O candidato poderá deixar o local de prova somente a partir das 16 horas.

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Para fazer o teste, será necessário levar documento original de identidade (com foto), caneta esferográfica (tinta azul ou preta), lápis nº 2 e borracha. Água e alimentos leves são permitidos. Equipamentos eletrônicos estão vedados.

O resultado da primeira fase será divulgado em 21 de dezembro, segunda-feira. As provas da segunda fase serão realizadas nos dias 10, 11 e 12 de janeiro do ano que vem.

Vestibulandos podem se inscrever desta sexta-feira (21) até o dia 9 de setembro para as provas da Fuvest que, pela primeira vez, utilizam o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Serão disponibilizadas, pelo Sisu, 1.489 vagas do total de 11.057. As inscrições podem ser feitas no site da Fuvest

O candidato precisa informar, no site, o número do CPF e pagar a taxa de inscrição de R$ 145 em qualquer agência bancária, por meio do boleto emitido no final do processo de inscrição.

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Estudantes com deficiência fazem a inscrição também pela internet e devem enviar a documentação solicitada pelos Correios até o dia 11 de setembro. O candidato receberá, até 23 de novembro, um e-mail com as condições especiais que serão oferecidas.

Das 1.489 vagas destinadas ao Sisu, 413 vagas são de ciências exatas e tecnologia, 348 na área ciências biológicas e 728 em humanidades. Das 42 unidades de ensino e pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), 35 disponibilizaram vagas para o Sisu.

A Escola de Comunicação e Artes (ECA), a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e o Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (IAU) não aderiram ao sistema, pois a seleção dos novos alunos exige provas de habilidades específicas.

Os bônus do Programa de Inclusão Social da USP (Inclusp) continuarão a ser oferecidos a alunos vindos de escolas públicas que se inscreverem na Fuvest. Esse bônus pode chegar a 20%, de acordo com o grupo no qual o candidato se inserir. O bônus incide sobre a nota da primeira fase e a nota final do vestibular.

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