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No último domingo (22), a editora Estronto lançou o livro "Ultraman - O Gigante da Terra da Luz". A obra é uma versão atualizada da biografia produzida por Danilo Sancinetti Modolo, fã da clássica série japonesa, que fez sucesso nos anos 1980-1990.

O novo livro, que não é um produto oficial da série, tem novos conteúdos e é vendido em uma versão de capa dura, com mais de 220 páginas. A obra faz parte da coleção "De Fã para Fã” da editora, e reconstitui a história do personagem, além de conter entrevista exclusiva com os dubladores brasileiros. De acordo com Modolo, essa terceira edição será definitiva e contém mais informações e capítulos sobre a história de Ultraman. O livro pode ser obtido pelas redes TokuDoc e pelo site www.lojaestronho.com.br/ultraman.

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Modolo também é dono do canal TokuDoc, dedicado ao universo tokusatsu e aos super-heróis japoneses que ganharam destaque no Brasil graças a extinta Manchete (1983-1999).

O filme "Era uma Vez em... Hollywood" (2019), do cineasta Quentin Tarantino, será adaptado no formato livro. O lançamento está programado para 2021. De acordo com o jornal O Globo, a obra será lançada no Brasil pela editora Intrínseca.

O livro será uma expansão da história do longa-metragem e vai narrar a vida de um ator de filmes de faroeste. Em decadência, ele não consegue se adaptar às mudanças que Hollywood passa no final da década de 1960.

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Durante a história, o protagonista e seu dublê encontram atores reais da época, como Bruce Lee (1940-1973) e Sharon Tate (1943-1969), cujo assassinato pelas mãos da seita de Charles Manson (1934- 2017) será abordado no livro.

Comemorando 35 anos de carreira, a atriz Claudia Raia celebrou a data com uma entrevista para o Fantástico no último domingo (8). Lançando um livro de memórias “Sempre Raia: Um Novo Dia”, Claudia revelou algumas histórias e romances do passado.

Na entrevista a atriz contou que em 1990 quase namorou o apresentador Fausto Silva e que se tornaram grandes amigos. "Rolou isso mesmo, lá em 1990, 1991. Teve todo esse movimento, esse empenho. Teve uma tentativa dele de romance. Acabou não acontecendo, e acabou virando uma grande amizade e nunca mais nos desgrudamos", contou Claudia.

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Claudia também comentou sobre seu casamento com Alexandre Frota, atualmente deputado (PSDB), quando ela tinha apenas 18 anos e também sobre o namoro com o apresentador Jô Soares.

"O Jô foi meu primeiro grande amor. Ele salvou minha vida, porque eu tinha uma pinta no joelho que era um melanoma cancerígeno. Ele que viu e me levou ao médico. É uma pessoa que tenho um enorme respeito, um anjo que caiu na minha vida", contou a atriz.

A atriz também falou sobre um dos assuntos polêmicos de sua carreira, quando por causa do seu apoio ao ex-presidente Fernando Collor, a atriz posou para uma revista com seu teste de HIV negativo para desmentir boatos.

"Fiz campanha para ele, desde quando era deputado. E paguei caro por isso… Eu fui acusada de ter aids, porque alguém fez uma piada que ele (o Collor) estava magro, e falavam que eu tinha um relacionamento com ele. Tive que ser capa de revista com meu exame de HIV, coisas impossíveis por causa de estar no momento errado com a pessoa errada”, concluiu a atriz.

O ator Matthew McConaughey, 50 anos, tem revelado momentos de sua vida na autobiografia "Greenlights". Uma das passagens mais dramáticas do livro é o abuso sexual que o artista sofreu aos 18 anos. A violência aconteceu quando ele ficou inconsciente na traseira de uma caminhonete e foi abusado por um homem.

Em outra passagem, McConaughey relata que, aos 15 anos, foi chantagedo para fazer sexo pela primeira vez, e que acreditou que iria para o inferno por ter praticado o ato antes de se casar. O ator também compartilhou uma situação traumática da infância. "Fui chicoteado até minha bunda sangrar por fazer uma tatuagem de Cracker Jack [famosa pipoca industrializada americana] quando tinha dez anos", relembrou. O astro revelou que não fala com a mãe.

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Outros assuntos polêmicos como a prisão do ator em 1990 e o fato do pai ter morrido enquanto fazia sexo com a mãe, em 1992, também estão no livro. 

Em "Greenlights", McConaughey reflete sobre a vida pessoal e a carreira, a decisão não fazer mais filmes estilo comédia romântica e o casamento com a brasileira Camila Alves, com quem tem três filhos.

 

O livro "Um olho no peixe e outro na…", que reúne ensaios dos quatro anos de existência do projeto de pesquisa Academia do Peixe Frito: negritude e rebeldia, terá lançamento virtual nesta terça-feira (20), às 18 horas, no VII Confluências. O evento reúne pesquisadores da UNAMA - Universidade da Amazônia, Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA).

A coletânea tem organização dos professores doutores Paulo Nunes e Vânia Torres Costa (coordenadores do projeto), da professora mestra Elaine Oliveira e da especialista Kátia Silva. Com 264 páginas, saiu pela editora Folheando, com a coedição do Programa de Pós-graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura (PPGCL) da UNAMA. Tem orelhas dos professores Terezinha Barbagelata, coordenadora de Letras da UNAMA, e Edgar Chagas Monteiro Jr, coordenador do PPGCLC Unama. A capa do livro tem fotografia de Mariano Klautau Filho.

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Da Redação do LeiaJá Pará.

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"A mídia sob o império da lei: as políticas de regulação dos meios de comunicação no Brasil e na Argentina no século XXI" é o título do livro do cientista político e professor Rodolfo Silva Marques, que terá pré-lançamento virtual nesta terça-feira (20), no evento VII Confluências, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura (PPGCLC) da UNAMA - Universidade da Amazônia. O Confluências será às 18 horas, na plataforma Blackboard.

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O livro traz um conjunto de reflexões sobre políticas de regulação da mídia aplicadas nas décadas recentes, em especial nos dois países sul-americanos escolhidos para análise (Brasil e Argentina). O eixo causal estabelecido é buscar a interferência dos processos de regulação da mídia no funcionamento dos processos democráticos nos dos países. 

Os atuais modelos verificados no Brasil e na Argentina, entende o pesquisador,  tendem a trazer prejuízos democráticos em ambas as nações. A ideia, portanto, é que o livro possa contribuir com o debate da regulação da mídia e na discussão para os avanços democráticos em todos os níveis. 

Doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Mestre em Ciências Políticas (Área de Concentração: Instituições Políticas e Políticas Públicas) pela Universidade Federal do Pará/UFPA), Rodolfo Marques tem graduação em Comunicação Social/Publicidade e Propaganda e integra o corpo docente do curso de Comunicação Social da UNAMA.

Ouça, abaixo, entrevista com o professor Rodolfo Marques. 

Da Redação do LeiaJá Pará.

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Não se pode negar que Rita Cadillac tem muita história para contar. Considerada um dos símbolos sexuais na década de 1980, quando trabalhava ao lado de Chacrinha, Rita está prestes a contar sua vida em uma autobiografia, com previsão de lançamento para o ano que vem. Em entrevista à colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, a ex-chacrete garantiu que nenhum detalhe da sua trajetória ficará de fora do livro.

"Vou falar desde a minha criação em um colégio de freiras, o abandono da mãe, o convite para ser Chacrete, as experiências amorosas e como sobreviver na crise. Fui casada com Gonzaguinha e tive um affair com Pelé. Estou conversando com o autor e a editora para incluirmos um capítulo à parte sobre 2020 e a pandemia", explicou a beldade. Segundo Rita Cadillac, a obra está sendo desenvolvida pelo jornalista Flávio Queiroz.

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Questionada sobre como está sendo encarar 2020, Rita disparou: "Estou confiante que tudo voltará ao normal. Estou sentindo uma falta enorme de subir em um palco e espero que isso aconteça o mais rápido possível. Preciso levar alegria e receber carinho do público. O meu melhor aprendizado nesse ano foi o amor e a solidariedade. Vivemos em sociedade e não fazemos nada sozinhos".

No último fim de semana, a cantora Lana Del Rey realizou uma tarde de autógrafos do livro "Violet Bent Backwards Over the Grass", em uma loja em Los Angeles (EUA). No evento, além de conversar com os fãs e posar para as fotos, ela incomodou alguns presentes por usar uma máscara de malha com pequenos burados entra a costura do tecido.

O acessório, tal como a cantora usou, não é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, por isso, Lana tem sito criticada nas redes por não auxiliar na prevenção da disseminação do coronavírus (Covid-19). Após compartilhar imagens do evento no Instagram, alguns fãs pediram que a artista fosse mais responsável. "Por favor, diga-me que há algum tipo de revestimento transparente / transparente [ou plástico transparente?] sob a malha", escreveu um seguidor. "Por favor, use uma máscara de verdade. Estou implorando para que você esteja segura", publicou outro.

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De acordo com a BBC News, a irmã da artista, Chuck Grant, afirmou que Lana testou negativo para coronavírus antes do evento, e que sempre permaneceu a dois metros de distância das pessoas. Porém, várias fotos mostram fãs muito próximos e tocando a cantora.

 

As eleições de 2018 mostraram que uma parte dos brasileiros foi seduzida pela violência redentora. A ideia de que a ordem pode ser imposta pelo assassinato de desafetos, de bandidos e de opositores políticos nasceu em um Estado - o Rio - que testemunhou, a partir do anos 1960, os estreitos laços entre grupos de extermínio, políticos, milicianos, bicheiros, traficantes de droga e uma polícia corroída pela corrupção e violência. Todos fingindo transgredir a lei em nome do bem comum, mas interessados apenas em seus lucros. É essa história que o jornalista e cientista social Bruno Paes Manso conta em seu livro, A República das Milícias, dos Esquadrões da Morte à Era Bolsonaro.

O relato do livro começa com as explicações de um miliciano. Depois de passar uma temporada na cadeia, o veterano matador se torna um instrumento para mostrar não apenas a sua história, mas a de como grupos paramilitares surgiram e impuseram sua ordem no Rio com a conivência de políticos e elogios vindos da família Bolsonaro até que esses grupos se constituíram em uma nova forma de opressão armada de populações inteiras, achacadas pelos bandidos.

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A taxa de segurança é a mais tradicional extorsão das máfias. Aqui ela se instalou pela mãos das milícias depois que policiais bandidos perceberam o quanto o domínio de um território era mais lucrativo do que o "acerto" cobrado de traficantes. A ela, os milicianos adicionaram o monopólio do gás de cozinha, o gatonet e, recentemente, o tráfico de drogas, em parceria com o Terceiro Comando Puro (TCP).

Paes Manso mostra como os milicianos se infiltraram nos governos do casal Anthony e Rosinha Garotinho e, depois, na Assembleia Legislativa. Os bandidos deixaram um rastro de corpos de rivais que tentaram entrar na política, como o subtenente Marcos Vieira de Souza, o Falcon, suposto miliciano e presidente da Portela morto em 2016 em seu comitê de campanha - era candidato a vereador pelo PP -, ou políticos que atravessavam seu caminho, como o vereador de Seropédica, na Grande Rio, Luciano Nascimento Batista (PCdoB), morto em 2015 pelo miliciano Carlos Alexandre Braga, o Carlinhos Três Pontes, que chefiou a milícia Liga da Justiça, que já foi liderada pelo ex-deputado estadual Natalino José Guimarães (DEM).

Em Rio das Pedras, nasceu outro braço do império miliciano, onde atuou o ex-capitão Adriano da Nóbrega e seu grupo: o Escritório do Crime. Dele fariam parte o PM reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz - ambos presos como executores da vereadora Marielle Franco (PSOL). Foi em Rio das Pedras que o sargento Fabrício Queiroz conheceu Adriano, quando trabalhavam no 18º Batalhão, responsável pela área.

Além dos negócios da milícia, o grupo se ligou a banqueiros do jogo do bicho e a políticos e atuou na campanha eleitoral de 2018. Após ouvir milicianos, policiais, traficantes de armas e de drogas, o livro exibe os marcos referenciais em que vivem essas pessoas e como elas conseguiram impor aos moradores do Rio o falso dilema: milícia ou tráfico. É ele que permitiu, diz o autor, à polícia e a políticos imporem a violência como solução para acabar com os narcotraficantes armados com fuzis, em vez de se apostar na lei, na democracia e no fortalecimento das instituições da República. Não podia dar certo. Foi esse ambiente - escreveu Paes Manso - que levou à eleição de Jair Bolsonaro.

AUTOR: BRUNO PAES MANSO

PREÇO: R$ 51,92

EDITORA: TODAVIA

Qual é o segredo da boa escrita? O que é uma notícia? Por que fake news é fake, não é news? Que papel tem o jornalismo no universo das redes? Provocações e reflexões, muito mais que respostas, estão no livro "Tu já viste um rei?", o segundo da série Papo de Jornalismo, do jornalista e professor Antonio Carlos Pimentel Jr., que terá lançamento virtual neste mês de outubro. Por causa da pandemia, o livro físico, já disponível, pode ser adquirido pelo e-mail tonga.carlos@gmail.com ou pelo whatsapp (9114-7657). Custa R$ 40,00, com entrega em domicílio.

“Tu já viste um rei?” é uma publicação do selo Expedição Pará. Tem diagramação do jornalista, designer e fotógrafo Fernando Sette e capa do jornalista e designer Filipe Sanches. A revisão é da jornalista e professora Regina Alves. Apresentação e orelha são dos jornalistas e professores João Plaça Jr. e Guilherme Guerreiro Neto. A primeira obra da série, "Os quês e o porquê", foi lançada em 2016, pela editora Publit.

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De acordo com Antonio Carlos, o livro fala de jornalismo, fake news e da escrita. "Como trabalho há muitos anos com textos, apresento conceitos sobre a redação jornalística, gêneros textuais e proponho um exercício de técnica e estilo. Uso algumas coisas que escrevi e referências de autores consagrados", informou o professor, que espera contribuir na formação de jovens jornalistas com relatos de experiência. Além do texto jornalístico, a obra também traz discussões sobre outras áreas, como a escrita criativa, a escrita afetuosa e a ficção.

"Histórias do jornalismo nos remetem a momentos que revivemos e a outros de que tomamos conhecimento através da memória. É o caso dessa fusão de textos que Antonio Carlos nos apresenta com maestria, numa linguagem saborosa e, ao mesmo tempo, educativa, pois perpassa histórias vividas no âmbito da Redação, universo especial que os profissionais e personagens da área têm a oportunidade de vivenciar", escreveu o jornalista João Plaça Jr., no texto de apresentação do livro.

"O caso é grave. Antonio Carlos Pimentel Jr. vive a derramar palavras no mundo e enxugar as que escapam em excesso. Antes fosse apenas hábito de ofício. Faz por gosto", escreveu o jornalista Guilherme Guerreiro Neto, se referindo ao trabalho de Antonio Carlos como escritor e editor de textos. Na visão de Guilherme, "Tu já viste um rei?" é uma "terapia coletiva para nós que, sem a perícia de Antonio Carlos, deixamos vez ou outra palavras por aí".

Jornalista profissional desde 1987, Antonio Carlos é editor do LeiaJá Pará, site regional do portal de notícias LeiaJá,  professor do curso de Jornalismo na UNAMA - Universidade da Amazônia, mestre em estudos literários e especialista em produção textual pela UFPA - Universidade Federal do Pará. "Escrever é uma prática de todos os dias. É uma habilidade que a gente desenvolve e aprimora com o tempo, com muito trabalho e com as referências da vida, nossas leituras, nosso conhecimento de mundo", explicou o professor. “Jornalista tem que ler e escrever bem. Escrevo por prazer, mas também pela necessidade da interlocução, do contato por meio da palavra, talvez de uma busca pela permanência.”

No embate com as palavras

O livro “Tu já viste um rei?” traça um percurso que corta três eixos: os gêneros textuais, a informação jornalística e a escrita criativa. Para o professor e jornalista Antonio Carlos Pimentel Jr., a excelência do texto passa pelo reconhecimento das diferentes formatações narrativas e pelo domínio da língua.

Em um dos capítulos, o autor destaca que a rotina da escrita implica um verdadeiro embate com as palavras. “Redator e editor de jornal impresso, passei quase três décadas retocando matérias para adequá-las às formatações da notícia e, se possível, conferir-lhes algum brilho capaz de reforçar o poder de sedução do fato jornalístico. Professor, sigo na lida. Esse é o desafio de quem escreve: encontrar a precisão de sentido com estilo e elegância”, diz Antonio Carlos.

Gêneros textuais, para Antonio Carlos, são demarcadores de territórios narrativos. “O leitor precisa saber onde pisa. Informação é informação, resulta de apuração, checagem, verificação. Opinião é opinião, carrega subjetividades, mas não pode ter o pé fora da realidade, sob pena de quebrar a lógica da comunicação. Todo discurso opinativo deve ter fundamento. Se não tiver, é inútil”, observa.

Escrever é pensar, é refletir sobre a vida e o mundo, afirma o jornalista. Mas também é contar histórias, assinala. “Para falar de alguns conceitos fundamentais do jornalismo, recorro a minhas vivências, pessoais e profissionais. Quando falo da urgência da notícia, por exemplo, recordo a passagem do imperador do Japão por Belém, é o rei a que se refere o título do livro. Para falar dos procedimentos da edição, recupero o dia da morte de Ayrton Senna”, relata Antonio Carlos.

Na passagem para o texto criativo, Antonio Carlos tem referências consagradas – Thomas Mann, Gabriel García Márquez, Milton Hatoum, Rubem Fonseca, entre outros pesos pesados da literatura, aparecem no livro – e se aventura na ficção com um conto selecionado para a coletânea Off-Flip da Feira do Livro de Paraty, em 2016. “O conto ‘Deodorinda’ é uma experiência, um exercício de linguagem. Procuro fazer o que propõe o escritor gaúcho Moacyr Scliar, quando fala da escrita literária – ‘estabelecer laços entre pessoas e criar beleza’. Estou à procura desse caminho”, afirma. 

Com apoio de Ana Luiza Imbelloni.

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Menos de dois anos após o lançamento do aplicativo de compartilhamento de fotos Instagram, há uma década, seus fundadores decidiram vendê-lo ao Facebook em uma transação de US$ 1 bilhão.

A jornalista Sarah Frier promete trazer em seu livro "No Filter: The Inside Story of Instagram" uma visão reveladora dos bastidores de como o Instagram se tornou sensação como membro da família de serviços online do Facebook.

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Qual foi a visão por trás do Instagram?

Kevin Systrom e Mike Krieger queriam uma maneira rápida de compartilhar fotos em uma época em que as pessoas capturavam com as câmeras dos smartphones todos os tipos de momentos em fotos.

Quis também acrescentar toques artísticos, dando origem a "filtros" que trazem efeitos para transformar momentos de vida em memórias nostálgicas.

Os fundadores do Instagram também queriam construir uma comunidade, convidando apenas um grupo seleto de pessoas para se juntar no início, como artistas ou músicos com muitos seguidores online. Todos estavam apenas explorando e tentando abrir a outras pessoas uma janela para suas vidas.

Os fundadores tinham uma visão muito clara de como queriam que o Instagram fosse e se parecesse. E a rede do Facebook era praticamente o oposto dessa visão.

Enquanto o Instagram preferia pensar em arte e criatividade, o Facebook preferia pensar em métricas de engajamento e tempo gasto no aplicativo.

Por que vender para o Facebook?

Quando o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, voltou sua atenção para o Instagram, havia apenas 13 funcionários trabalhando duramente para mantê-lo funcionando.

Cada vez que Justin Bieber postava no Instagram, o tráfego fazia o aplicativo travar.

Zuckerberg entendeu que não só teria que fazer uma oferta em dinheiro que eles não pudessem recusar, mas também com a promessa de que o Instagram permaneceria independente da sua rede social.

A tentação do Instagram, além de dinheiro, era poder explorar o talento e os recursos no Facebook.

Os usuários do Instagram já tinham a opção de compartilhar fotos no Facebook. Havia uma sensação de que seria mais fácil trabalhar com o Facebook em vez de trabalhar contra eles.

Enquanto isso, o Facebook estava ansioso para acompanhar a tendência de pessoas se conectarem à Internet usando smartphones em vez de desktops ou laptops.

Ter o Facebook ao seu lado também daria ao Instagram um poderoso aliado em um mundo de dispositivos móveis dominado pelos sistemas operacionais Apple e Google.

A união foi harmoniosa?

Houve tensão com a chegada do Instagram ao Facebook. Principalmente porque o Facebook ainda considerava o Instagram um concorrente.

Logo no início, o Instagram foi informado durante uma reunião que não "nós não podemos deixar vocês crescerem até que descubramos se o Instagram é a razão pela qual as pessoas não compartilham com tanta frequência no Facebook".

Por fim, o Instagram pôde crescer em seu próprio ritmo, despertando pouca atenção do Facebook.

O aplicativo de fotos começou a perceber que os usuários sentiam uma pressão imensa para postar imagens com tudo perfeito, elegante e com curadoria.

Na verdade, isso se revelou ruim para os negócios. Então, o Instagram introduziu o 'stories', copiando um recurso do Snapchat, que apresentava coleções de imagens capturadas ao longo do tempo que desaparecem pouco tempo depois.

O crescimento do Instagram começou a disparar em 2016, enquanto o Facebook estava sob críticas por preocupações sobre desinformação, manipulação de eleições, privacidade e polarização da sociedade.

Zuckerberg começou a se perguntar se o Instagram era uma ameaça competitiva, restringindo recursos para garantir que só crescesse com a aprovação do Facebook. Com a perda de independência do Instagram, seus fundadores foram embora.

O Instagram será mais parecido com o Facebook em sua próxima década, trabalhando para recomendar conteúdo com base em interesses ao invés de apresentar aos usuários novas comunidades, interesses e criadores.

A influenciadora digital Geisy Arruda aproveitou o domingo (27) para tomar sol usando apenas um biquíni de oncinha. Ela deu o que falar nas redes sociais ao exibir bem mais que a marquinha do bronzeado nos seios em seus stories do Instagram. 

Geisy aproveitou o momento para divulgar o seu livro de conto erótico, além de um sorteio na compra do produto, que pode ser adquirido em seu site, o "Proibidão da Geisy

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A grande polêmica em torno da família da cantora Mariah Carey continua e, dessa vez, a própria artista resolveu contar detalhes de sua vida familiar na biografia que está lançando. 

Em um trecho, Mariah revela que sua irmã mais velha, Alisson, lhe deu drogas e tentou vendê-la para um cafetão aos 12 anos. 

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"Quando eu tinha 12 anos, minha irmã me drogou com valium, me ofereceu uma unha cheia de cocaína, me fez queimaduras de terceiro grau e tentou me vender para um cafetão", revelou ela.

No livro "'The Meaning of Mariah Carey'", a estrela pop descreve a irmã Alisson como uma pessoa perturbada e sua outra irmã Morgan como uma pessoa violenta. De acordo com Mariah, as irmãs sempre a viram como um meio de enriquecimento rápido. 

Sobre a sua mãe, a artista diz: “Eu diria que a negligência foi em vários níveis. Sempre me senti suja, não me sentia bem e ela acabou me deixando com pessoas que não eram confiáveis".

No livro, Mandetta acusa o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, do que ele chamou de "pecado mortal" na política. Mandetta afirma que, em 2016, quando Onyx era deputado e relator das "10 medidas contra a corrupção", ele lhe confessou ter gravado parlamentares durante uma reunião na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Segundo Mandetta, na ocasião Onyx era pressionado por parlamentares para alterar o texto original, proposto por procuradores da Lava Jato - e era este o teor das conversas supostamente gravadas. Mandetta escreveu que Onyx lhe mostrou a gravação e fez ameaças aos parlamentares de que, se a pressão continuasse, iria vazá-la para a imprensa. Procurado, Onyx não respondeu.

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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Financial Times

Dos problemas enfrentados no Ministério da Saúde durante a pandemia do novo coronavírus, o ex-ministro Henrique Mandetta aponta o que, na sua opinião, foi o principal: a postura negacionista do presidente Jair Bolsonaro. Segundo Mandetta, se o presidente adotasse protocolos estabelecidos pela pasta para preparar o sistema público de Saúde, o Brasil não estaria entre os países com o maior número de vítimas da doença.

"Poderia ter sido diferente, para melhor", disse Mandetta, que lança nesta sexta-feira, 24, o livro Um paciente chamado Brasil, no qual relata os últimos 87 dias de sua gestão. No período, passou a ser a principal voz na defesa do isolamento social como forma de atenuar efeitos da pandemia, ao contrário do que pregava o presidente.

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O livro, segundo ele, foi escrito na quarentena de seis meses imposta a ministros que deixam o governo. Ao analisar as decisões políticas, faz mea-culpa e critica a Organização Mundial de Saúde (OMS) por relutar em classificar a covid-19 como emergência sanitária mundial.

O foco principal das críticas, no entanto, é Bolsonaro, descrito como alguém em negação diante do agravamento da doença. "Primeiro ele negou a gravidade da covid-19, falando que era só uma ‘gripezinha’. Depois ficou com raiva do médico, ou seja, de mim. Depois partiu para o milagre, que é acreditar na cloroquina", escreve.

Mandetta relata que, antes mesmo do primeiro caso no País, tentou por diversas vezes apresentar dados, projeções e medidas de prevenção a serem tomadas. Mas, segundo ele, o presidente "sempre arranjava um jeito de não participar". Nas reuniões ministeriais, afirma, não tinha espaço para falar.

Segundo o ex-ministro, Bolsonaro só viu os dados em uma ocasião, em 28 de março - o País registrava 92 óbitos por covid-19. Mandetta diz que apresentou três projeções, de 30 mil a 180 mil mortes por covid-19 no País.

"Depois de eu ter ficado por uma hora e meia oferecendo todos os elementos que provavam a gravidade do problema, ele mostrou que não estava nem um pouco convencido". Naquele dia, Bolsonaro disse: "Infelizmente, algumas mortes terão. Paciência". No dia seguinte, o presidente foi a Taguatinga e provocou aglomeração ao circular pelo comércio local.

Medidas

Mandetta diz que, naquela reunião, os demais ministros já estavam convencidos de que o presidente não deveria seguir pelo caminho da negação. Mas, como exemplo de que o governo negligenciou medidas de prevenção, relata que o chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, participou da reunião 10 dias após ser diagnosticado com covid-19 - ignorando o protocolo de 14 dias de quarentena.

O Brasil registrou ontem mais de 139 mil óbitos por covid - o que aproxima o País da estimativa mais pessimista feita pela pasta da Saúde em março.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O ex-presidente americano Barack Obama anunciou, nesta quinta-feira (17), que seu livro de memórias será lançado em 17 de novembro, duas semanas depois da eleição presidencial em que o republicano Donald Trump e o democrata Joe Biden se enfrentarão.

"Promised Land" ("Terra prometida", em tradução livre), que tem 768 páginas, será publicado simultaneamente em 25 idiomas no mundo todo. Este é o primeiro de uma obra de dois volumes.

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"É uma sensação muito especial ter terminado um livro, e estou orgulhoso dele", tuitou o democrata, que esteve à frente da Casa Branca de 2009 a 2017.

O antecessor de Donald Trump disse que a obra é "um relato honesto" de sua Presidência e uma reflexão sobre "como aliviar as divisões e fazer a democracia funcionar para todos". O projeto já era conhecido havia muito tempo, mas a data de lançamento permanecia um mistério.

Pouco depois de deixar a Casa Branca, Barack Obama e sua esposa Michelle fecharam um contrato com a Penguin Random House, comprometendo-se a escrever um livro cada um. Segundo o New York Times, a editora teria desembolsado 65 milhões de dólares para manter os direitos das duas obras.

O livro de Michelle Obama, publicado em novembro de 2018, foi um enorme sucesso com mais de 11,5 milhões de cópias vendidas no mundo.

Barack Obama já publicou dois livros de grande sucesso: "A origem dos meus sonhos" em 1995 e "A audácia da esperança" em 2006. Muito envolvido na redação de seus discursos quando estava na Casa Branca, o ex-presidente é também um grande leitor.

“Há algo de único em ficar em silêncio e dedicar um momento longo a algo diferente de música, televisão ou mesmo o melhor filme que existe", explicou ele ao The New York Times no início de 2017, dias antes de deixar o cargo.

Durante seus dois mandatos, ele costumava fazer suas compras de Natal com suas duas filhas, Malia e Sasha, na Politics and Prose, uma livraria independente em Washington.

Em meio à percepção de que o presidente Jair Bolsonaro e parte de seus apoiadores representam uma versão tupiniquim do fascismo no século 21, que prospera entre seus adversários, um novo livro se propõe a iluminar o debate sobre o tema.

Escrito pelo jornalista Pedro Doria, colunista do Estadão, com o título Fascismo à Brasileira e lançamento marcado para esta quinta-feira, 17, em palestra virtual do autor, o livro procura avaliar as diferenças e semelhanças entre o bolsonarismo, o integralismo e o fascismo, a partir da história da Ação Integralista Brasileira (AIB) e do movimento criado em 1915 na Itália por Benito Mussolini, ditador que comandou o país com mão de ferro por 23 anos, de 1922 a 1945.

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Fundada em 1932 pelo político, escritor e jornalista Plínio Salgado (1895-1975) e extinta em 1937, com a decretação do Estado Novo por Getúlio Vargas, a AIB foi uma versão nacional do movimento fascista italiano. Em seu auge, segundo Doria, chegou a ter um milhão de filiados e foi o maior movimento fascista do mundo fora da Europa e o maior grupo de direta do País, até a eleição de Bolsonaro e o surgimento do bolsonarismo.

Embora tenha a pretensão de fazer a ponte do bolsonarismo com o integralismo e o fascismo, a obra tem como ponto alto a pesquisa que Doria realizou sobre a vida e a trajetória pessoal, intelectual e política de Salgado, até hoje venerado por seus seguidores. Destacam-se também os relatos sobre a interação de Salgado, chefe absoluto do integralismo, com personalidades do País e do exterior e com correligionários que o acompanharam na construção e nas atividades da AIB - em especial, o historiador Gustavo Barroso, comandante das milícias do movimento e líder da ala antissemita, e o jurista Miguel Reale, responsável pelo Departamento de Doutrina, no qual detalhou a estrutura do que seria um Estado integralista, centrado na eleição de representantes de categorias profissionais, em linha com o corporativismo fascista.

'Galinhas verdes'

Numa narrativa envolvente, rica em detalhes, Doria conta como foi o encontro de Salgado com Mussolini, no Palazzo Venezia, em Roma, em 1930, que selou sua admiração pelo fascismo, dois anos antes da fundação da AIB. "O encontro com Mussolini foi apenas o momento histórico em que tomei a decisão", escreveu o líder integralista a um amigo, semanas depois, de acordo com o autor.

Doria relata também como foi a primeira marcha da AIB, realizada em São Paulo, em 23 de abril de 1933, quando Salgado e os demais dirigentes do movimento vestiram pela primeira vez as célebres camisas verdes, e o conflito ocorrido na Praça da Sé, também na capital paulista, em 1934, quando milhares de militantes que iriam participar de uma manifestação integralista foram recebidos à bala por apoiadores da Frente Única Antifascista, instalados em prédios da região - incidente que ficou conhecido como a "Revoada das Galinhas Verdes".

O livro traz também dois episódios pouco conhecidos da vida de Salgado. Um era a sua ligação com o banqueiro Alfredo Egydio de Souza Aranha, fundador do Banco Federal de Crédito, embrião do atual Itaú Unibanco, que foi uma espécie de mecenas para ele e pagou as despesas de sua viagem à Europa, quando se encontrou com Mussolini. O outro, a leitura de seus poemas na Semana de Arte Moderna de 1922, quando reforçou sua relação com os poetas Menotti Del Picchia e Cassiano Ricardo, com quem criaria o Movimento Verde-Amarelo, que permaneceram seus grandes amigos até a sua morte.

Estado mínimo

A ligação do integralismo e do fascismo com o bolsonarismo é tratada apenas no início do livro e no capítulo final, sem que o autor chegue a uma conclusão definitiva. Em resposta à pergunta "Bolsonaro é fascista?", Doria responde: "Depende de como se define a palavra fascista. É a única resposta possível".

Nas primeiras passagens da obra, porém, Doria afirma que "os afetos do bolsonarismo são fascistas". Também diz que Bolsonaro e sua tropa de choque formam um movimento de "extrema direita", porque "não há forças à sua direita no Congresso". Por outro lado, afirma que "Bolsonaro foi eleito" e que "esta não é uma diferença irrelevante". Diz ainda que "buscar o Estado mínimo e promover o fascismo são incompatíveis" e que "o liberalismo defendido por (Paulo) Guedes (ministro da Economia) é uma ideologia de destruição do Estado que tem por objetivo impedir que ele se torne fascista". Talvez, em meio à polarização predominante neste campo hoje no País, ficar "em cima do muro" seja um avanço.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Papa Francisco chamou o prazer culinário e sexual de "simplesmente divino", em um livro de entrevistas publicado nesta quarta-feira (09) na Itália.

“A Igreja condenou os prazeres desumanos, grosseiros, vulgares, mas por outro lado sempre aceitou os prazeres humanos, sóbrios, morais”, estima o papa argentino quando questionado por Carlo Petrini, escritor e gourmet italiano.

“O prazer vem diretamente de Deus, não é católico, nem cristão, nem nada parecido, é simplesmente divino”, enfatiza o pontífice.

“O prazer de comer serve para manter uma boa saúde, da mesma forma que o prazer sexual serve para embelezar o amor e garantir a continuidade da espécie”, disse Francisco.

O papa se opõe categoricamente a uma "moralidade abençoada" que rejeita a noção de prazer, como aconteceu na história da Igreja Católica, porque "é uma interpretação errônea da mensagem cristã".

Esta visão “causou enormes danos, que ainda são perceptíveis em alguns casos”, acrescentou.

O papa também destaca sua admiração pelo filme "A Festa de Babette", que se passa em uma comunidade protestante dinamarquesa ultrapuritana do século XIX e que é uma homenagem à gastronomia.

“Para mim é um hino à caridade cristã, ao amor”, considera o Papa.

Reunindo quatro anos de pesquisas, viagens e conversas com mais de 100 vítimas de violência sexual e suas famílias, a jornalista Ana Paula Araújo, conhecida principalmente pelo seu trabalho na bancada do Bom Dia Brasil, lança o livro “Abuso  – A cultura do estupro no Brasil", que sai em outubro, pela Globo Livros.

Esse é o primeiro livro escrito pela nova autora, que comentou através das suas redes sociais ter sido um trabalho muito difícil, e que ela espera “que ajude muita gente”, mas que também “nos (sociedade) ajude a refletir”. 

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A obra reúne opiniões de psiquiatras e outros especialistas. Criminosos também foram ouvidos, já que o livro busca uma compreensão de como opera a lógica do estupro. O caso da menina de 12 anos que era abusada pelo pai, na Ilha de Marajó, no Pará, é uma das tristes histórias contadas pela jornalista.

Sobre o trabalho, ela também comentou: “O assunto é muito dolorido, desconfortável e foi difícil ouvir os depoimentos das vítimas. Muitas desenvolvem depressão, dificuldades de relacionamento. Quando crianças, podem ainda se tornar agressivas. Prestar atenção no comportamento das crianças é uma boa forma de perceber se há algo errado acontecendo”. 

Foto: Reprodução/Instagram/Ana Paula Araújo

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A Pará.grafo Editora começou neste mês de agosto a campanha de financiamento coletivo para arrecadar fundos e lançar o primeiro volume da publicação “Antologia da Poesia Paraense”, idealizada pelo poeta Ronaldo Franco. O projeto reúne produções poéticas de escritores paraenses contemporâneos. A campanha ficará no ar até 29 de setembro, no site Cartase.

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A editora tem como tradição a valorização e a divulgação da literatura paraense e amazônica. O caráter social também está presente na nova campanha. Os exemplares que não forem entregues aos apoiadores da campanha serão doados às bibliotecas de escolas públicas do Estado, com a presença dos autores em ações solidárias de difusão e revigoramento da poesia paraense.

Com três volumes, a antologia reunirá ao todo 60 poetas (20 em cada volume), escolhidos por meio de uma criteriosa curadoria, e pretende apresentar aos leitores uma amostra significativa da poesia regional produzida nas primeiras décadas do século presente.

Neste primeiro livro, 20 vozes foram convidadas para compartilhar um pouco da sua produção artística. São elas: Airton Souza, Antônio Moura, Daniel da Rocha Leite, Emanuel Matos, Franciorlyz ViannZa, Garibaldi Parente, Girotto Brito, Heliana Barriga, Lígia Saavedra, Lilia Silvestre Chaves, Luciana Brandão Carreira, Marcos Quinan, Mayara La-Rocque, Paulo Nunes, Rita Melém, Ronaldo Franco, Rosa Watrin, Telma Cunha, Vânia Alvarez e Vasco Cavalcante.

O escritor e designer Dênis Girotto é o responsável pelo projeto, que ganhará páginas coloridas e uma programação visual voltada para a melhor experiência ao leitor. Os exemplares adquiridos na campanha serão enumerados e vão ganhar um selo de exclusividade.

Para apoiar a campanha, o leitor pode acessar o site da Catarse e escolher uma das várias opções de apoio. São muitos kits disponíveis que estão custando desde R$ 15,00 até valores mais altos.

Por Amanda Martins.

 

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