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Em 2019, Sandy e Junior fizeram a alegria dos fãs em diversas capitais brasileiras com a turnê Nossa História. A volta dos irmãos aos palcos causou frisson na vida dos seguidores fiéis que desde 2007, ano que marcou o fim da dupla, aguardavam vê-los novamente.

Para curtir esse clima de nostalgia, o jornalista Leonardo Torres não mediu esforços e fez questão de seguir os passos de Sandy e Junior em todos os lugares dos shows. Aproveitando as apresentações dos ídolos, ele documentou toda a sua trajetória de viagens em um livro. Lançado esta semana, Eu Vim Aqui Só Pra Te Ver conta as experiências de Leonado, que vai de encontro com os cantores até gastos. 

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Durante os quatros meses que a turnê de Sandy e Junior percorreu pelo Brasil, Leonardo Torres calcula que gastou em média de R$ 10 mil a R$ 15 mil. Entre as histórias de amor pelos artistas, ele também conta no livro alguns momentos de perrengue que passou. Com 175 páginas, Eu Vim Aqui Só Pra Te Ver, o terceiro livro de Leonardo, está à venda por R$ 50, além de ser encontrado em versão online por R$ 15.

Nesta terça-feira (14), por meio de sua conta do Twitter, o ex-presidente Lula (PT) resolveu revelar cinco fatos literários sobre ele. Como primeiro ponto, o petista aponta que leu, na prisão, mais de 40 livros e que o primeiro que recebeu foi Um Defeito de Cor, de 952 páginas. "Me questionei por quanto tempo ficaria preso", revela o ex-presidente. Lula também aponta que a sua biografia deve ser lançada ainda neste ano.

O escritor Fernando Morais, biógrafo de Olga, Paulo Coelho e Assis Chateaubriand é quem trabalha na biografia do petista e prometeu o lançamento para 2020. Lula diz que nos 580 dias recluso ficou fascinado por biografias e que leu as de Tiradentes, Fidel, Mandela, Prestes, Chávez e Marighella. Agora, pelo visto, o ex-presidente está ansioso para ver como a sua história vai ser retratada no livro.

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O presidente Jair Bolsonaro se desviou, nesta terça-feira (14), de perguntas sobre ser favorável ou não à concessão de subsídio para a conta de luz de templos religiosos, assunto que, a pedido dele, está em análise no governo, como revelou o Estadão/Broadcast. E acabou encerrando a entrevista quando foi questionado sobre Fabrício Queiroz.

"Estou apanhando e não decidi nada ainda. Eu não sei por que essa gana de dar pancada em mim o tempo todo. Eu assinei o decreto? Então por que essa pancada?", declarou o presidente em frente ao Palácio da Alvorada sobre o subsídio.

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Questionado se assinará o decreto para conceder o auxílio, Bolsonaro disse que decide "na hora certa", aos "48 do segundo tempo ou 54". O presidente negou-se a falar sobre o que pensa sobre o assunto: "não tenho opinião para te dar".

Pela minuta de decreto em estudo no governo, os templos passariam a pagar tarifas no horário de ponta, quando há maior consumo, iguais às cobradas durante o dia, ou seja, mais baratas. A alternativa em estudo para custear esses benefícios é repassar o valor a outros consumidores, tanto residenciais quanto livres, via o encargo chamado Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

A soma dos benefícios embutidos na conta de luz e repassados para todos os consumidores atingiu R$ 22 bilhões neste ano e tem sido alvo de preocupação da área econômica do governo. Embora o movimento seja para beneficiar templos religiosos de forma ampla, os evangélicos são o alvo da medida.

O presidente voltou a afirmar que deve sancionar o Orçamento "no limite", ou seja, no dia 20 de janeiro. Bolsonaro já sinalizou que deve aprovar o fundo eleitoral de cerca de R$ 2 bilhões, proposto pelo próprio governo, apesar de ele afirmar ser contra ao uso do recurso público nas disputas.

Queiroz

Bolsonaro encerrou a entrevista ao ser questionado por jornalistas se teria mandado Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Sem partido-RJ), faltar a um depoimento marcado no Ministério Público do Rio de Janeiro.

Segundo a revista Época, a informação sobre a ordem de Bolsonaro foi publicada no livro "Tormenta - O governo Bolsonaro: crises, intrigas e segredos", da jornalista Thaís Oyama. A obra será lançada no próximo dia 20 de janeiro.

"O livro é fake news, um livro mentiroso, não vou responder sobre o livro", disse Bolsonaro. Sem ser perguntado, porém, o próprio presidente havia inserido o novo livro entre os assuntos da entrevista. Ele entrou no tema ao se desviar de pergunta sobre proposta dele para subsídio para conta de luz de igrejas, quando disse que não tinha opinião a dar. "Tem uma colega de vocês que fez um livro que leu meu pensamento. Acho que não tenho que conversar com vocês, é só escrever o que você achar", afirmou.

Alegando motivos de saúde, Queiroz faltou a mais de um depoimento ao MP em caso revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo que trata de movimentações atípicas do ex-assessor de Flávio identificadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ganhou cerca de 2 mil presentes em 2019. A informação é do site da revista Veja. De acordo com a publicação, na lista dos 'mimos' entregues ao presidente está um livro chamado 'Sou filho de Autoridade', de Jorge Linhares, que dá dicas a detentores de cargos públicos sobre como tratarem seus filhos problemáticos. 

Coincidência ou não, o presidente foi presenteado com a obra tendo nitidamente os três filhos - o vereador do Rio, Carlos Bolsonaro (PSC); o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) e o senador Flávio Bolsonaro (RJ) - como influenciadores diretos do seu governo. Um retrato claro disso, são as exonerações ministeriais após imbróglios protagonizados por ex-ministros e Carlos Bolsonaro, por exemplo. 

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Não se sabe se o presidente chegou a ler o livro, mas nos sites de venda a obra é descrita como própria para ajudar autoridades que têm filhos que acreditam estar acima da lei. "Neste livro veremos que esse problema existe desde o começo da história humana. E, baseado na Bíblia, poderemos entender melhor por que isso acontece e, assim, sermos capazes de encontrar uma resposta divina para nós e nossos filhos”, apresenta. 

Além do livro para os filhos, segundo a Veja, o presidente também ganhou cerca de 150 livros religiosos, sendo 30 bíblias; terços, chaveiros, bonés, canetas, camisas, panos de prato, panelas, canecas, pratos. 

Elizabeth Wurtzel, que aos 27 anos publicou o aclamado "Nação Prozac", morreu em Nova York nesta terça-feira (07) aos 52 anos, de câncer, segundo informações dos jornais americanos The New York Times e The Washington Post.

Em 2015, Wurtzel foi diagnosticada com um câncer de mama e escreveu sobre a experiência para o The New York Times. Durante o processo, se submeteu a uma mastectomia dupla, mas faleceu em decorrência de uma metástase, como informou o seu marido, Jim Freed, ao Washington Post.

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Publicada em 1994, a famosa obra-prima de Wurtzel gerou na época uma discussão nos Estados Unidos sobre a depressão e o medicamento Prozac, que havia sido prescrito para a escritora no tratamento.

Sincero e desinibido, o seu relato sobre os seus dias de estudante em Harvard, o uso de drogas, suas aventuras sexuais e questões de saúde mental que a acompanham desde a infância também mudaram a forma de se escrever memórias. A obra tornou Wurtzel uma celebridade.

Por considerar a autora narcisista e obcecada por si mesma, alguns críticos foram implacáveis com o livro. "É uma Sylvia Plath com o ego da Madonna", escreveu o crítico Ken Tucker, do The New York Times Book Review, em setembro de 1994.

No entanto, outros enxergaram na obra algo além.

"Às vezes angustiante, outras vezes cômico,'Nação Prozac' tem a franqueza dos textos de Joan Didion, o exibicionismo emocional irritante de Sylvia Plath em 'A Redoma de Vidro' e o humor sombrio de uma música de Bob Dylan", escreveu na época Michiko Kakutani, a famosa ex-escritora literária do New York Times.

Em 2001, a obra-prima de Wurtzel foi adaptada ao cinema, com a atriz Christina Ricci como protagonista.

Após 'Nação Prozac', autora continuou escrevendo livros e artigos para revistas.

Patrimônio imaterial da humanidade, o frevo pernambucano é tema do livro “O Trompete no Frevo”, do músico e professor José Roque da Silva Neto, mais conhecido como RoqueNetto, que deseja propagar pelo mundo o ensino do ritmo criado em Pernambuco. O livro será vendido nas livrarias Jaqueira e Imperatriz por R$ 50,00 ou pode ser solicitado através do e-mail do artista: roquenetto@bol.com.br.“O Trompete no Frevo” soma 120 páginas e é composto pelos seguintes capítulos: “O trompete no frevo – método RoqueNetto”, “O frevo diante de um olhar estético”, “Frevo com cifras para estudo”, “Frevo para a prática de dueto”, “Frevo para a prática de quarteto”, “Frevo para a prática de quinteto”, “Exemplos de ritmo de percussão no frevo”, “Índice dos links para audição” (onde é possível conferir e comparar a música original composta pelo criador do livro), “Conclusão” e “Índice cronológico dos frevos de RoqueNetto). A intenção do autor é aliar a parte teórica, a partir de textos explicativos, com a parte prática, a partir de partituras com 28 músicas originais.Uma das motivações para criação do livro, que traz as línguas portuguesa, inglesa e francesa em uma única edição, é a dificuldade que músicos de outras regiões e de outros países têm para tocar frevo. Para superar esta adversidade, RoqueNetto desenvolveu um método que soma esforços para a qualidade da formação dos instrumentistas que querem tocar este nosso ritmo tão peculiar.       Por falta de um processo que ensine a articulação e as pronúncias diferenciadas da música pernambucana, os músicos, em geral, não conseguem executar o fraseado do frevo corretamente, apesar de conseguirem ler as partituras. A obra traz uma parte teórica e uma parte prática, com grade de solos, duetos, quartetos e de quintetos. RoqueNetto explica que “‘O Trompete no Frevo’ traz orientações de estudos para trabalhar a parte técnica, traz a parte de articulações e pronuncias, vem com vários exemplos de músicas de minha autoria, explica a sessão rítmica frevo e muito mais!”.Uma programação de lançamentos e oficinas começou no dia 12 de dezembro, no Grêmio Henrique Dias, em Olinda e vai até janeiro, quando o livro será lançado na livraria Jaqueira, no centro do Recife. “O Trompete no Frevo” tem o patrocínio da Prefeitura do Recife o apoio cultural da Pitú e a produção executiva e o desenvolvimento do produto foram feitos pela produtora Tactiana Braga, da B52 Cultural. Segundo Tactiana, o diferencial do livro é que ele traz “a sistematização do ensino do frevo. Isto possibilita que o ritmo pernambucano seja difundido com mais facilidade pelo Brasil e pelo mundo”. O livro conta com a contribuição de nomes relevantes da cena do frevo pernambucano. O prefácio é do maestro Ademir Araújo (Formiga) e o texto de apresentação é do crítico musical José Teles.Formação eruditaPernambucano com formação em música, RoqueNetto, desde criança, estudou e tocou trompete. O aprendizado formal teve início no Conservatório Pernambucano de Música. Ainda jovem, estudou no Centro Profissionalizante de Criatividade Musical do Recife e no Conservatório Nadia et Lili Boulanger, do 9º bairro de Paris, França. É Graduado em Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e em Licenciatura em Música pelo Centro Universitário do Sul de Minas (Unis/MG) e pós-graduado em Metodologia do Ensino de Música, ministrado na cidade do Recife e certificado pela Faculdade Internacional de Curitiba. É professor atuante há mais de duas décadas.Trompetista com larga experiência, o artista já colaborou em shows e gravações de CDs de Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Naná Vasconcelos, entre outras formações e participou da primeira fase da Orquestra Contemporânea de Olinda. RoqueNetto também ensina música e toca na Banda Sinfônica da Cidade do Recife, além de desenvolver o seu trabalho autoral com o quarteto RoqueNetto Instrumental e realizar os cursos, workshops e oficinas que oferece com base no método que criou de ensino do frevo para o trompete. Também é compositor, trompetista, professor e instrumentista com mais de três décadas de constante atuação.

O professor de história e poeta olindense Lucas Holanda lança seu segundo livro no próximo sábado (21) no Recife. Em uma poética carregada de aflição, 'Sonetos-amputados' escancara ao leitor um cotidiano banal e de desalentos da vida na cidade.

 Composta por quatro partes, a obra é a continuação do primeiro trabalho publicado do poeta, o 'Sonetos-amputados de sequela e desejo', de 2018. O novo livro é artesanal e possui diversas capas distintas feitas pelo próprio autor com técnica de colagem. A publicação é da Castanha Mecânica, editora independente do Recife.

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O lançamento de 'Sonetos-amputados' será às 19h, do sábado, no espaço Colofão.lab no bairro de Santo Amaro, área central da capital. O evento terá música, espaço com comidas veganas e microfone aberto. 

Serviço

Quando: 21/12/2019 (sábado)

Horário: 19h

Onde: Colofão.lab - Rua Tubinambás, 763, Santo Amaro - Recife

Quanto: Livro Sonetos-amputados, R$ 25,00; evento gratuito

Nesta segunda-feira (16), o Roda Viva terá, excepcionalmente, três entrevistados no centro. E, justamente, três dos maiores pensadores da atualidade: Mário Sergio Cortella, Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé, autores do livro 'Felicidade, modos de usar'. O trio vai responder a perguntas como: felicidade existe? Quando acontece? É só um estado de espírito passageiro? O dinheiro traz ou não felicidade?

Palestrantes de sucesso, com agendas lotadas e que reúnem um enorme público em seus encontros, eles também fazem parte da bancada de comentaristas do Jornal da Cultura.

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A bancada de entrevistadores será formada por Barbara Gancia, autora e repórter especial do GNT; Tati Bernardi, escritora e colunista do jornal Folha de S.Paulo; e Ubiratan Brasil, editor do Caderno 2 do jornal O Estado de S.Paulo.

O Roda Viva será transmitido ao vivo, das 22h às 23h30, com apresentação de Daniela Lima e a participação do cartunista Paulo Caruso. A entrevista também poderá ser acompanhada no site da emissora, no Twitter, no Facebook, no YouTube e no aplicativo Cultura Digital.

*Da assessoria

Nesta segunda-feira (9), Geisy Arruda provocou os seus seguidores ao publicar uma foto sensual. Para promover o seu livro de contos eróticos, O Prazer da Vingança, a digital influencer fez questão de postar uma foto exibindo o seu bumbum. De costas e algemada, ela legendou na imagem um trecho de uma das suas histórias sexuais.

"Não demorou muito para eu começar a imaginar ela sendo chupada bem devagarinho como uma fruta doce...", escreveu. Colecionando mais de um milhão e meio de seguidores no Instagram, a loira recebeu na postagem comentários ousados do público masculino. "Uma delícia essa mulher", comentou um dos internautas.

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Confira o clique:

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No segundo semestre de 2015, a advogada Isabel Kugler, presidente do Conselho da Comunidade do Complexo Médico Penal (CMP) de Curitiba, estava preocupada com a saúde espiritual do ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque, preso pela Operação Lava Jato desde novembro do ano anterior.

Para ajudar o empresário, Isabel recorreu à ajuda de um antigo colaborador de outros presídios do Paraná: o líder espiritual Frei Bonifácio. Ele, na verdade, era o sírio Nassib Abdo Abage Filho, dono de um tradicional antiquário em Curitiba, sede da operação, que havia feito fama na cidade com seus atendimentos mediúnicos.

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"O ex-diretor da Petrobrás, que chegou à cadeia dizendo que não ficaria muito tempo ali, já tinha percebido que não sairia tão cedo e foi tomado por profundo abatimento. A melancolia do burocrata preocupou a advogada, que temia que ele desse cabo da própria vida. A dra. Isabel avaliou que estava fora do mundo terreno a ajuda a Duque", relata o jornalista Wálter Nunes no livro A Elite Na Cadeia, O Dia a Dia dos Presos da Lava Jato, lançado na semana passada pela editora Objetiva.

O livro narra histórias dos empreiteiros, empresários, doleiros e políticos mandados para a prisão. Nassib continuou atendendo os "lavajatos" por um tempo, mas interrompeu as visitas para se dedicar à torcida de seu sobrinho Kaysar Dadour no reality show global Big Brother Brasil.

O recorte de tempo narrado no livro se inicia em novembro de 2014, quando o então juiz Sérgio Moro, responsável pela 13.ª Vara Federal de Curitiba, mandou prender executivos e empreiteiros como Renato Duque, ex-diretor da Petrobrás, Léo Pinheiro, dono da construtora OAS, Ricardo Pessoa, da UTC, Dalton Avancini, da Camargo Corrêa e o lobista Fernando Baiano, entre outros. Foi a 7.ª fase da Lava Jato, batizada de Juízo Final. "A Lava Jato vira Lava Jato ali, quando coloca um monte de rico dentro da cadeia", conta Nunes.

Van

Em junho de 2015, os agentes da Polícia Federal bateram na porta da casa do nono homem mais rico do País, com uma fortuna pessoal estimada em R$ 13 bilhões, segundo a revista Forbes. Marcelo Odebrecht recebeu os agentes após sua série diária de braçadas na piscina semiolímpica, quando se preparava para tomar café da manhã. Ele só voltaria para casa dois anos e meio depois.

Logo que seus executivos foram atingidos pela Lava Jato, a Odebrecht teve de montar um esquema especial para atender a demanda de seus presos. Funcionários foram deslocados para Curitiba e um escritório na cidade foi alugado para servir como centro de apoio e logística. Advogados eram designados a pegar cartas escritas por Marcelo com instruções e repassar para o comando da empreiteira. Ele continuava despachando do cárcere.

A estrutura foi readaptada quando Marcelo e outros executivos foram transferidos da carceragem da PF para o Complexo Médico Penal. Como o presídio fica em São José dos Pinhais, cidade vizinha a Curitiba, a Odebrecht teve que adaptar uma van que ficava estacionada em frente ao complexo, servindo como base de apoio com lanches, refrigerantes e água para os parentes que saíam após as visitas.

Hierarquia

Nunes narra a impressão inicial dos presos da Lava Jato - que imaginavam que logo sairiam dali -, a transferência da carceragem da Polícia Federal para o CMP e a relação entre delatores - e suas regalias - e delatados dentro da prisão. Também é relatado como era o convívio entre os homens mais ricos do País com acusados de contrabando, assassinato e estupro, entre outros delitos.

"O comportamento que eles tinham fora da cadeia eles continuaram tendo dentro dela. Por exemplo, o Fernando Baiano continua fazendo lobby, os empreiteiros continuam patrocinando coisas, os políticos continuam se organizando em bloco, por partido. A hierarquia que existia dentro das empresas também se mantém dentro da prisão", conta Nunes. O livro narra algumas "benfeitorias" promovidas pelos empreiteiros no presídio: compra de produtos de higiene, pintura nas paredes e aparelhos de televisão.

Para Nunes, o livro mostra que a desigualdade entre ricos e pobres que há no Brasil é reproduzida na cadeia. A diferença entre as alas dos "lavajatos" e dos presos comuns chega a comover alguns dos empreiteiros da Odebrecht e da OAS, que bancaram cobertores e geladeira para a ala dos presos comuns. "A situação dos presos da Lava Jato não era confortável, mas era muito diferente da realidade dos outros internos." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nesta sexta-feira (29), o sociólogo Voldi Ribeiro lança o livro “Lampião e o Nascimento de Maria Bonita”, contendo a data correta do batismo da Rainha do Cangaço, que é 17 de janeiro de 1910. O evento ocorrerá na Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco, às 18h30, com entrada franca.

O livro contém 196 páginas e com figuras de Maria Bonita e de Lampião que encontram colorizadas. A obra contém o prefácio e artigo de Frederico Pernambucano de Mello, referência na pesquisa do Cangaço. A pesquisa trata da área onde ela nasceu, Malhada da Caiçara que pertencia a Glória-BA, atualmente pertence a Paulo Afonso–BA.

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Na obra, o sociólogo Voldi Ribeiro discute o surgimento da data incorreta do nascimento de Maria Bonita que outros autores tinham como 8 de março de 1911. E apresenta ainda a composição da família dela, bem como alguns registros de irmãs suas.

Além disso aborda, finalmente, o encontro de Lampião com Maria Bonita, sua convivência de 1931 até 28 de setembro de 1938, data das suas mortes, na grota do Angico, Sergipe.

Voldi de Moura Ribeiro é um pesquisador que reside em Paulo Afonso, Bahia. Ele estuda este tema há mais de 15 anos, também está produzindo um novo livro sobre a participação da mulher no Cangaço.

Serviço

Lançamento do Livro 'Lampião e o Nascimento de Maria Bonita’

Sexta-feira (29) | 18h30

Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (Rua João Lira, s/n)

Gratuita

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Se você conhece Cátia Damasceno do canal no YouTube, deve ter estranhado o jeito mais comportado dela de falar sobre relacionamentos no quadro Coisas do Coração, do programa Se Joga, da Globo. Essa maneira mais pudica - mas não 100% - também está no primeiro livro que a especialista em sexualidade lança no próximo dia 29 em São Paulo, o Bem Resolvida. Mas a naturalidade e o humor são marcas registradas dessa mulher e estão impressos ao longo das 256 páginas da obra, que já está disponível para venda.

"Nos vídeos, eu sou muito mais direta, dou mais bronca do que no livro. É o caminho da desconstrução", disse Cátia sobre utilizar uma linguagem mais leve para falar de sexo, pompoarismo e autoestima. Mas vez ou outra, no livro, ela dá um choque de realidade no leitor, como uma amiga que se preocupa de verdade com você. Ler Cátia Damasceno é quase como ouvi-la numa conversa.

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E é com esse jeito mais natural que ela se propõe, há 15 anos, a falar sobre sexo e relacionamentos sem tabus ou preconceitos. "O problema da sexualidade do ser humano como um todo é o julgamento. Ele quer sempre julgar o que o outro faz. O que eu e meu marido fazemos é problema nosso. Se todo mundo cuidasse da própria sexualidade, estava mais feliz e tranquilo", afirmou.

Cátia indica o porquê de não se falar abertamente sobre o assunto. "Todo mundo transa, mas as pessoas querem achar que não. Quando você começa a falar, está dando a liberdade de saberem que você transa, mas você não quer isso, tem vergonha, medo." Mas ela insiste: é preciso falar para desconstruir o tema e perceber que, na verdade, essa conversa traz benefícios além das práticas entre quatro paredes.

Sexualidade e autoestima

No livro, há um capítulo dedicado a falar sobre autoestima, logo no começo. É ele que vai proporcionar a base para o que está por vir. À reportagem, a especialista contou que, com seu trabalho, descobriu que, ao falar sobre sexualidade, as mulheres abriam um caminho para conhecerem a si. "É a confiança gerada pelo conhecimento da sexualidade. Ela se sente cada vez mais poderosa, se posiciona melhor numa conversa, na reunião do trabalho, diante dos filhos e da família. A mulher vai crescendo como um todo por meio da descoberta da sexualidade", avalia.

Ela percebeu que o caminho inverso também é verdadeiro: o autoconhecimento das mulheres se reflete na cama. E isso inclui dizer 'não' sempre que for preciso. Sabendo o que querem na vida e do que gostam, elas não aceitam menos do que merecem. "Às vezes, a mulher se sujeita a alguma coisa para não perder o parceiro, achando que isso é prova de amor. Prova de amor é o outro aceitar o seu 'não'", enfatiza. E essa consciência, segundo ela, é importante para evitar relacionamentos abusivos e experiências traumáticas.

Carência de conhecimento

Ao mesmo tempo em que a sociedade evita falar abertamente sobre sexualidade, ela busca informações sobre o tema. Prova disso é que o canal no YouTube de Cátia tem mais de cinco milhões de inscritos. O impacto foi reconhecido no começo de novembro quando ela venceu o Prêmio Influency.me na categoria Opinião e Comportamento.

A especialista em sexualidade atribui o crescimento do seu canal a dois fatores: qualidade da informação e humor. Formada em fisioterapia, ela apresenta informações médicas e científicas nos vídeos e no livro, pois, acima de tudo, considera que saúde é importante. O humor é a arma não tão secreta para que o público se identifique e o conteúdo seja mais facilmente absorvido.

Quem olha pensa que sempre foi fácil assim, mas não. Cátia afirma que teve de treinar essa sua habilidade de falar sobre sexo de forma tão natural. Na obra recém-lançada, ela conta que, quando adolescente, o tema era vetado dentro de casa - igual a tantos lares brasileiros. Com o tempo, ao atender mulheres grávidas com exercícios pélvicos, foi descobrindo que a prática ajudava na sexualidade também. Foi um mundo que se abriu.

Além do canal no YouTube, ela tem a oportunidade de falar sobre relacionamentos e comportamento no programa Se Joga, sempre às quintas-feiras, no quadro Coisas do Coração. É mais um meio de levar informação descontraída para um público bem maior. "Para mim, ainda está sendo novidade. É como se eu estivesse gravando meus vídeos para o YouTube, mas é terminar o programa e meu celular começar a bombar de mensagens de pessoas que estavam assistindo. É uma dimensão que eu não consigo saber que tamanho tem."

Homens são bem-vindos

O público-alvo de Cátia são mulheres, sejam elas "solteiras, casadas, viúvas, divorciadas e com 70 anos". No livro, ela apresenta dicas para conquistar o boy ou manter o relacionamento de forma saudável e sempre inovadora, mesmo depois de muitos anos de convivência. Mas há também conteúdos para os homens e até depoimentos dos que aderiram aos exercícios de pompoarismo, técnica focada nos músculos do assoalho pélvico.

"Eles se sentem mais seguros de fazer isso porque é totalmente anônimo, por isso eles têm confiança de fazer. A procura (masculina) é muito grande. Hoje, no meu canal, tem vídeo voltado para homens toda semana", disse a youtuber. O produto é resultado também de uma demanda das mulheres, que pediam para ela ensinar técnicas aos rapazes. O objetivo é o mesmo: melhorar o relacionamento, sexual ou social, para ambos os gêneros.

Cátia também se sente à vontade para falar com o público masculino porque convive com cinco homens em casa: o marido e quatro filhos. Ela conta que sexualidade sempre foi um assunto natural para eles, sempre respeitando a idade dos meninos para tratar o tema de forma adequada. "Não é tabu, não é errado e não precisa reunião de família para perguntar alguma coisa."

Serviço:

Lançamento do livro Bem Resolvida, de Cátia Damasceno

Data: 29 de novembro de 2019

Horário: 19h

Local: Livraria Martins Fontes (Avenida Paulista, 509, São Paulo)

Nesta quarta-feira (20), manifestantes que participam da marcha do Dia da Consciência Negra no Recife queimaram o livro Casa Grande e Senzala, do sociólogo Gilberto Freyre. Para os presentes, esse livro é o símbolo do racismo e da negação da importância da população negra.

A obra foi lançada em 1933 e, desde então, gera polêmica. Além dos negros, alguns críticos acusam Freyre de não ter retratado fielmente a relação entre dominadores e dominados na época da escravidão.

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Gi Vatroi, motivadora da ação, afirma que Gilberto Freyre foi um dos responsáveis pelos estereótipos do que é ser negro no Brasil e que também fomentou o racismo. "Casa Grande Senzala é uma negação dos nossos espaços", aponta Vatroi.

Confira os registros da manifestação

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Sem papas na língua, Geisy Arruda está prestes a divulgar histórias sobre sexo. Em breve, a loira disponibilizará a venda digital do livro O Prazer da Vingança, contendo 11 contos eróticos e um ensaio sensual que promete causar burburinho. Na internet, Geisy explicou alguns detalhes do seu mais novo projeto.

"Serão mais de 100 páginas de histórias com fotos exclusivas feitas por mim em um Motel Suíte Sadô para ilustrar cada conto. Teremos spoiler: contos de masturbação, sexo virtual, sexo lésbico, suruba, inversão, shibari (sexo amarrado), cuckold 'corno manso' e muito mais", contou. Na sua conta do Instagram, a digital influencer liberou um link que leva o internauta a se cadastrar para o lançamento do e-book.

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No final de outubro, Geisy Arruda deu o que falar durante a apresentação do seu programa no YouTube, o Ponto G. Entrevistando Kid Bengala, Geisy ficou curiosa para saber os mitos e verdades sobre o pênis do ator pornô.

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Responsável pela segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante os 580 dias em que ele esteve preso em Curitiba, o agente da Polícia Federal Jorge Chastalo quer relatar a sua convivência com o líder petista em um livro, segundo matéria publicada pelo Jornal O Globo. 

Além de policial federal, Jorge Chastalo também é chefe do Núcleo de Operações da PF paranaense. Coube a ele a tarefa de, por exemplo, abrir e trancar a cela do ex-presidente e controlar as visitas, bem como os objetos os quais Lula poderia receber enquanto estava preso. A aparência do agente semelhante ao ator e modelo Rodrigo Hilbert, fez com que ele chamasse a atenção no dia 10 de maio de 2017, quando acompanhou o ex-presidente à sede da Polícia Federal, em Curitiba. 

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Em entrevista ao periódico, o agente disse que a ideia do livro surgiu quando ele teve uma conversa por cerca de 10 minutos com o escritor cubano Leonardo Padura, autor do best-seller "O homem que amava os cachorros", que foi visitar o político na prisão. No final da visita, o autor recomendou que Chastalo escrevesse um livro contando a convivência com Lula. 

"Ele (Padura) disse que eu tinha obrigação de escrever e que era uma testemunha da história. Para ele, isso se sobrepõe a qualquer outra questão", contou.

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O cronista Joca Souza Leão lança, nesta terça-feira, dia 12 de novembro, seu novo livro: A Primeira Vez. Crônicas e 101 Diálogos (Im)prováveis, sua quarta publicação editada pela Cepe - Companhia Editora de Pernambuco. O evento de lançamento, aberto ao público, acontece no Bar Real, em Casa Forte, a partir das 19h. O livro é dividido em duas partes, com dois prefácios.

Na primeira, 70 crônicas, prefaciadas por Everardo Maciel, que põe de lado seu saber tributário para discorrer, com coloquialidade e fluidez, como numa crônica, sobre a obra e o autor. Na segunda parte, os 101 diálogos têm prefácio do jornalista, escritor e compositor Aluízio Falcão.

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 As crônicas de Joca, tanto neste livro quanto nos anteriores, traduzem o que se pode chamar de ethos pernambucano: gostos, costumes e valores de personagens anônimos e famosos. Quando não pernambucanos, vistos com um olhar pernambucano ou, pelo menos, a partir de Pernambuco. Ao narrar suas crônicas, Joca faz um registro de sua época, apresentando, mais que episódios bem-humorados, preciosos testemunhos da micro história cotidiana. 

O repertório das crônicas é variado: política - "assunto incontornável nesses tempos de cóleras e abismos", diz o autor; a cidade em si - questões urbanas sobre as quais o cronista se permite sugestões concretas que estão a merecer atenção de prefeitos sensíveis; pequenos dramas e comédias do cotidiano; reminiscências pessoais para além do meramente nostálgico, como futebol e cultura; entre outros temas.

Sobre os diálogos contidos no livro serem prováveis ou improváveis, Joca diz que são as duas coisas. "Alguns são literais, ipsis litteris. Outros, metzzo a metzzo. E em alguns, os personagens talvez não tenham falado exatamente o que anotei; mas que pensaram, pensaram. No livro, eu explico tudo direitinho", afirma. O livro tem o projeto gráfico assinado por Ricardo Melo.

*Da assessoria

A Semana Nacional do Livro e da Biblioteca começou no dia 23 de outubro e prossegue até o dia 29 deste mês. O objetivo é incentivar a leitura e a construção do conhecimento através da difusão do livro, da informação e do acesso a diversas formas de manifestações artísticas e culturais.

A comemoração visa, também, divulgar a profissão do bibliotecário e possibilitar a atualização e o desenvolvimento desse profissional. Nazaré Soares, diretora das bibliotecas da UNAMA - Universidade da Amazônia, diz que é essencial na vida de qualquer pessoa o contato com a leitura, seja ela para fins educativos ou de entretenimento. “Este é um convite para que todas as pessoas venham até as bibliotecas da UNAMA, ela é aberta a todas as pessoas que queiram buscar aprendizado, conheçam o espaço e todo o acervo que ela tem à disposição e, principalmente, que despertem para a leitura e o quanto ela é importante para o nosso crescimento como pessoa ou como profissionais”, disse Nazaré.

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Por Bruna Braz.

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Solange Gomes, ex-musa da Banheira do Gugu, revelou no livro autobiográfico Sem Arrependimentos mais um romance. Nas páginas do exemplar, Solange contou que teve um affair passageiro com o apresentador João Kléber.

"Sempre o achei muito bonito e inteligente. Na verdade... A gente teve um envolvimento muito rápido, até porque tinha a distância. Eu gostei dele, acho uma boa pessoa, acho que seria um bom namorado para mim, se desse certo", disse a morena, de acordo com o jornal carioca Extra.

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"Ele é muito educado, muito fofinho. Achei bonitinho que ele roubou um beijo meu. [...] Achei meigo, parecia um menino de vinte anos misturando com um adolescente de quinze! Não foi nada assim duradouro", relatou. Solange Gomes já detalhou no livro, lançado em 31 de julho deste ano, romances com Kleber Bambam, Romário e Márcio Garcia, além do cantor Waguinho, com quem tem uma uma filha.

Nesta terça-feira (23), o escritor Paulo Coelho desabafou no Twitter. O autor se pronunciou na rede social para esclarecer sobre a suspeita de que Raul Seixas, seu parceiro em diversas composições, teria lhe dedurado para a ditadura militar. "Fiquei quieto por 45 anos. Achei que levava segredo para o túmulo", escreveu.

"Não confirmei e não confirmo nada. Eu apenas vi o documento e me senti abandonado na época", emendou, negando o assunto em uma matéria publicada na Folha de São Paulo. A mensagem de Paulo Coelho está ligada ao jornalista Jotabê Medeiros, que escreveu o livro "Não diga que a canção está perdida", sobre Raul Seixas.

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O livro relata que Raul foi chamado para ir ao Dops (Departamento de Ordem Policial e Social) dias antes de Paulo Coelho ser detido. Ainda no microblog, Paulo afirmou que leu a documentação enviada por Jotabê, mas que prefere não revisitar o passado.

"Eu vi os documentos que Jotabê me enviou, já tinha conversado com Raul a esse respeito (um dia que ele estava, digamos...) e águas passadas não movem moinhos", tuitou. Jotabê Medeiros vai lançar "Não diga que a canção está perdida" no próximo dia 1º de novembro.

As coisas estão ficando cada vez mais difíceis para o funkeiro MC Gui. Após ser duramente criticado por ter praticado bullying com uma menina com câncer nas redes sociais, o artista está recebendo críticas e perdendo dinheiro. Além de shows cancelados, Gui teve alguns produtos com preço remarcado. Livros, DVDs e CDs que custavam R$ 29,90 estão saindo até por R$ 1,90.

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Apesar de ter retirado do ar o conteúdo que expunha a criança e ter pedido desculpas, o público e, sobretudo, os contratantes, não se convenceram. Sendo assim, a atitude de Gui tem repercutido duramente em seus negócios. Ele teve um show em uma escola de idiomas de Mato Grosso do Sul cancelado e seu nome retirado do festival Baile do Poderoso Prime.

Além disso, produtos licenciados do funkeiro também sofreram uma queda de preços. O livro MC Gui, Livro Oficial do Astro, teve o valor reduzido de R$ 29,90 para R$ 9,90. Já o DVD O Bonde é Seu: Ao Vivo foi de R$ 29,90 para R$ 1,90, bem como o CD de mesmo nome que antes saía por R$ 19,90 e agora pode ser comprado por R$ 1,90. 

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