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O clima está tenso entre Lexa e Pitty, que, na última sexta-feira, dia 15, se apresentaram em uma festa universitária em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Isso porque, durante o show, a funkeira criou a maior polêmica ao relatar um suposto caso de machismo por parte da equipe da roqueira e, de quebra, alegar que foi expulsa quando tentava assistir a performance da colega.

- Eu sou muito fã dessa mulher que é maravilhosa e guerreira. Lutou pelo seu espaço no meio do rock, que é tão difícil, e ela como mulher representou. Mas eu preciso falar sobre a equipe dela que foi muito grosseira. Quis ver um show dela aqui do cantinho, e aí me tiraram do palco. Até aí tudo bem. Fui expulsa? Fui. Ok. O problema não é esse. Disseram que eu não poderia pular, eu entendi, começou Lexa.

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Em seguida, ela falou que as bombeiras que trabalhavam no local foram maltratadas pela equipe de Pitty:

- A equipe de bombeiros foi maltratada. Tiveram que mudar de lugar para a Pitty poder fazer o show. Sinceramente. Eram duas mulheres, bombeiras, que estão aqui no canto, e que merecem respeito. Eu não estou aqui por mim não, estou por elas. Atendi as duas no camarim e elas me relataram isso. Nem ia falar sobre. Mas estou aqui para defender as mulheres.

Por fim, Lexa encerrou o discurso no palco mandando um recado para a roqueira:

- Sei que a Pitty não tem nada a ver com isso, mas ela precisa analisar essa situação. Mulheres precisam ser respeitadas. É isso.

A declaração deu o que falar e não demorou até que Pitty se pronunciasse. Ao responder alguns internautas, primeiro ela declarou:

Eu apurei e não teve nada disso. Estão querendo caçar confusão onde não tem.

Porém, após a intensa repercussão, voltou a atrás e disparou o maior textão. Confira:

Sororidade seria ela ter vindo falar diretamente comigo caso algo realmente tivesse acontecido, e não me exposto sem fundamento. Não teve machismo. Ela estava em uma área que não podia ficar por conta de fiação e segurança. Minha equipe tentou levá-la para o outro lado do palco onde era seguro, e ela entendeu errado. Como a mesma já disse, foi um mal entendido.

E continua:

Cansei de ficar aqui tentando proteger ela e passar pano para uma atitude antiprofissional e que gerou essa confusão toda. Isso sim, é sororidade. E agora, chega. Eu vivo, há mais de 16 anos de música e não de polêmica. Beijos de luz, finalizou.

É claro que, rapidamente, Lexa rebateu o comentário de Pitty e reforçou que apenas tinha saído em defesa das bombeiras:

Não, a equipe dela não tentou fazer isso não, tanto que quando eu voltei pro camarim o segurança dela estava discutindo feio com o meu, mas como eu disse, se fosse só comigo, eu não teria falado nada. A questão toda foi que duas bombeiras que viram a situação vieram relatar o que tinham vivido pra mim imediatamente. Por isso eu achei que tinha que falar mesmo, elas me disseram: Falaram que quando ela passasse aqui não era nem pra olharmos pra ela, começou.

Quero deixar muito claro que quando eu falei no palco eu tomei todo o cuidado do mundo, comecei elogiando a Pitty e só me referi a equipe por conta de duas mulheres que foram constrangidas. Se vocês tivessem conversado com elas, entenderiam minha posição de defendê-las. Só isso. Eu senti por outras mulheres. Eu cheguei uma hora mais cedo no show só pra assistir o show da Pitty, viemos na van cantando as musicas dela e como falei: Eu nunca, jamais feri a honra da Pitty, não teria essa coragem, só me referi há homens que precisam e devem saber se comportar com uma mulher, rebateu a funkeira.

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) tem sido atacada desde que, em meio à crise de seu partido, foi destituída da liderança do governo no Congresso Nacional. As ofensas vêm, inclusive, de antigos aliados. E estão sendo feitas justamente no ambiente que foi fundamental para que ela obtivesse votação recorde em 2018: as redes sociais. "Sofro ataques machistas e canalhas de um grupo do qual Eduardo e Carlos Bolsonaro fazem parte", afirma.

A parlamentar diz estar enfrentando o machismo pela primeira vez agora e acrescenta que se trata de algo tão "cafona" quanto o feminismo. "Eu vejo o feminismo como um machismo de sinal contrário", diz. "A veia boa do início do feminismo foi distorcida demais."

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Deputada mais votada da história do País, com mais de 1 milhão de votos, Joice pode deixar a Câmara Federal em breve. Ela é pré-candidata à Prefeitura de São Paulo pelo PSL. "Eu só declinaria da candidatura à Prefeitura para algo maior. Algumas pessoas do meu partido já estão me procurando com essa intenção", revela.

A seguir, os principais trechos da entrevista:

A senhora é uma mulher que se posiciona, que sempre trabalhou fora, que se diz pai e mãe dos filhos. Com esse papel de força, por que não defende o feminismo?

Eu vejo o feminismo como um machismo de sinal contrário. Como eu acho o machismo cafona, eu acho o feminismo cafona. A veia boa do início do feminismo foi distorcida demais, acabou virando um jogo de mulheres contra homens. Eu sou contra isso. A gente não tem de ser contra ninguém: é chegar, ocupar nosso espaço, pronto e acabou. Acho que a gente precisa refundar o movimento feminino no mundo todo, não só no Brasil, para conseguir valorizar o que a mulher tem de fato. Se houver uma 'refundação', posso até entrar nisso, mas para ser um movimento feminino. E não uma guerrinha de sexos.

A senhora falou que o feminismo perdeu a veia boa. Qual seria essa veia?

Lá atrás, houve vitórias como a conquista do voto, por exemplo. Mas isso não pode ser atribuído ao movimento feminista. E sim ao movimento de mulheres. Não havia naquele grupo só feministas. Estavam ali também donas de casa, que queriam cuidar do marido e dos filhos. Hoje, no entanto, vejo mulheres sendo criticadas porque querem se dedicar ao papel de mãe. Ou seja, o movimento feminista acaba ridicularizando mulheres que não optam por esse lado mais duro. Não conheço mulher mais dura e firme do que eu. Mas tenho de mesmo de ser feminista? Não, porque eu sou liberal e não quero impor nada para ninguém.

A senhora considera que já sofreu ataques machistas?

Nunca tinha sofrido nenhum ataque machista. Nunca houve um único caso, uma única gracinha na Câmara. Por quê? Porque eu cheguei com a alma preparada para enfrentar o que der e vier. As ofensas começaram agora. Eduardo Bolsonaro e Carlos Bolsonaro fazem parte do grupo que me ataca nas redes sociais. São mais do que ataques machistas, são canalhas. Emojis de porco, postagens me associando à (personagem de desenho animado) Peppa Pig, montagens.

Considera que o presidente Bolsonaro e seus filhos são machistas?

Não vi nenhuma manifestação pública do Flávio, por enquanto. Internamente, é outra coisa. O presidente também não falou nada. Prefiro dar a ele o benefício da dúvida de que é contra tudo isso que está acontecendo.

Apenas 15% dos cargos em disputa nas eleições do ano passado foram conquistados por mulheres. Como avalia a situação?

Quando você faz um comparativo, as mulheres são mais preparadas do que os homens em relação a estudo. Porém, ainda falta para algumas delas o preparo de alma. O preparo de coração, de vontade, de querer entrar na guerra, ir à luta e ganhar. Então, essa questão de cota me incomoda um pouco. Para mim, o mais importante é convencer a mulher de que ela deve entrar na política porque quer, para entregar algo para o País. Sou a prova viva de que não é preciso ter cotas. Fiz minha carreira sozinha no maior colégio eleitoral do País e trouxe mais quatro (deputados) comigo.

Como fazer para que mais mulheres ocupem espaço na política institucional? O que falta para que isso ocorra?

Financiamento é importante, mostrar a comunicação para mulher, o fazer campanha olho no olho. Por outro lado, nem acho que esse mundo (da política) seja tão masculino assim. Se eu estou em um lugar que tem cem homens e só eu de mulher, não me sinto intimidada. Por mim, tanto faz quanto tanto fez. Quebrar isso com o exemplo é o melhor caminho. Essa mulher que está aqui, brigando na Câmara, gosta de um batom, de unhas feitas, de um cabelinho escovado. É menina como todas elas. Mas que chegando aqui tem um papel de mulher forte.

Os últimos governos foram criticados pelo fato de contarem com poucas ministras. Qual a sua visão sobre o tema?

Não gosto dessa observação, como se você tivesse de ter uma cota. Mas os governantes precisam olhar um pouco mais para as qualificações das mulheres. Não venham me dizer que, para a formação de uma equipe ministerial, não há mulheres excepcionais no mercado. Nós temos mais tendência à conciliação, a conversar, a ouvir o contraditório, a não perder a paciência. A mulher pode usar na política a sensibilidade feminina e a força que tem para gerar e criar filhos.

Se existem mulheres conciliadoras e com currículo excepcional, por que não são escolhidas?

Você está perguntando para a pessoa errada. Precisa perguntar para quem nomeia. Particularmente, gosto de trabalhar com mulheres para algumas funções e não para outras. A questão do jeitinho da mulher e do jeitão do homem ajuda em alguns momentos. Para assessoria de comunicação, gosto de trabalhar com mulher, tem o jeitinho para falar com repórter. Mas meu motorista é homem.

Como é feita a articulação da bancada feminina, da esquerda à direita? Existe essa união?

A bancada feminina é organizada, é única, funciona bem quando as pautas não são polêmicas. Quando são, existe uma divisão até por causa da orientação partidária. Em temas de costumes, há divisão. Agora, em outras pautas a mulherada se junta. Define qualquer votação. São 77 mulheres. É maior do que qualquer bancada e consegue decidir o que quiser na Câmara.

A senhora tem um projeto de lei para endurecer a Lei Maria da Penha. Que outras pautas quer propor em prol das mulheres?

Não gosto de fazer pauta específica para mulheres, homens e crianças. A gente tem de pensar no Brasil. As minhas pautas são nacionais, como o combate à corrupção, a segurança pública… O meu projeto (PL 11/2019; a proposição está aguardando parecer na Comissão de Segurança Pública da Câmara) para mexer na Lei Maria da Penha não é uma pauta feminina. É pauta humana, em defesa das pessoas que estão sendo mortas no País. Há levantamentos mostrando que, após denunciarem a agressão, algumas mulheres são espancadas, violentadas e até mortas quando voltam para casa. E isso é feminicídio. Quero que o delegado possa analisar o caso e conceder medidas protetivas imediatamente.

A crise do PSL afeta seus planos de disputar a Prefeitura de São Paulo? A pré-candidatura está mantida?

Está totalmente mantida. A minha disputa pela Prefeitura de São Paulo é fundamental para barrar o plano da esquerda de voltar à Presidência. Está na hora de as paulistanas se orgulharem da mulher que comanda a Prefeitura. Eu só declinaria da candidatura por algo maior. Algumas pessoas do meu partido já estão me procurando com essa intenção.

O que seria algo maior?

Aí vocês interpretam da maneira como quiserem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A cosmetologista paulista Mariah Fernandes é o rosto e o corpo que ilustram a capa da Playboy em Portugal neste mês de setembro. Em suas redes sociais, ela celebrou o trabalho internacional e mostrou a dedicatória especial que fez em um dos exemplares da publicação para o presidente de seu país, Jair Bolsonaro, segundo ela, o "maior machista do Brasil". 

Mariah Fernandes estampa as páginas e a capa da revista portuguesa sem nunca ter posado para nenhuma publicação brasileira. Em entrevista à Playboy, ela explicou porque preferiu fazer seu ensaio sensual em terras internacionais: "O Brasil é um país machista e somos liderados por um cara machista e homofóbico". 

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Complementando sua fala à revista, Mariah fez uma publicação em suas redes sociais mostrando a dedicatória que fez em um dos exemplares ao presidente Bolsonaro. Na legenda, ela falou sobre o seu protesto: "Muitos me questionaram se eu posaria nua no Brasil, sempre achei o Brasil país machista e hoje somos governados por um. Aqui meu protesto em forma de dedicatória ao maior deles".

A deputada federal e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, rebateu a afirmação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, sobre a agressão de homens contra mulheres.

Moro sugeriu que homens violentam mulheres porque se sentem intimidados com o crescente papel delas na sociedade. Em resposta, Hoffmann classificou como ‘vergonhosa’ o posicionamento do ministro.

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“Não, Moro, homens agridem pela cultura patriarcal, que coisifica as mulheres. Acham que são superiores, que são donos... O ministro da Justiça relativizar o machismo e a misoginia é vergonhoso”, afirmou a petista nesta quinta-feira (8).

A parlamentar aproveitou para pontuar dados de feminicídio no Brasil. “Nos últimos três anos, o feminicídio matou 12 mil mulheres e quase 900 mil pediram medida protetivas, sem falar no estupro e na violência psicológica. E as mulheres intimidam os homens?”, questionou.

Britto Jr., ex-apresentador do reality show 'A Fazenda', causou mal estar nesta terça-feira (23) após citar o nome de Luana Piovani. O jornalista compartilhou uma notícia sobre a atriz, e gerou revolta ao opinar sobre a vida de solteira dela. Na rede social, Britto escreveu que Luana, que recentemente se separou do surfista Pedro Scooby, precisa de um homem ao seu lado.

"A bela Luana Piovani que me perdoe, mas ela está precisando de um homem de verdade em sua vida. Eu sei que está cada vez mais difícil, com tantos caras virando maricas. É direito deles, mas mulheres maravilhosas acabam ficando sem parceiros, por falta de héteros no mercado", declarou.

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Depois que publicou a mensagem, diversos usuários do microblog acusaram Britto Jr. de machismo e homofobia. "Nossa, eu achei que você era mais que isso. Que comentário preconceituoso e triste", comentou uma internauta. Em resposta a ela, Britto soltou: "Preconceito mudou de lado. Nós, héteros, viramos minoria. Não tenho nada contra quem pensa o oposto, nada. Cada qual que faça o que quiser com seu corpo, sua vida. A questão é que o preconceito agora parte da nova maioria, ao não admitir o pensamento da nova minoria".

Minutos depois, Britto continuou opinando sobre a postagem que havia feito em relação a Luana e ao público LGBT. "LGBTs não aceitam homens que gostam de mulher. É tão normal quanto às preferências de vocês. Nada contra. Mas continuo gostando de mulher", disse. Nesta quarta-feira (24), o nome do jornalista alcançou o primeiro lugar dos TTs na rede social.

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O Goiás está perto de lançar seu uniforme para a temporada 2019. O teaser do novo padrão, porém, viralizou por outros motivos: uma acusação de machismo.

O vídeo mostra imagens de mulheres em poses sensuais usando a camisa esmeraldina. Nas redes sociais, alguns internautas acusaram o clube de objetificar o público feminino. 

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"X vídeos tá patrocinando vocês é?", postou uma usuária do Twitter. Outras críticas seguiram: "Tanto debate sobre Mulher de Arquibancada, e vocês fazem essa palhaçada mantendo padrões dentro do futebol Brasileiro com viés machista. Ridículos!"; "As minas brigam tanto pra serem aceitas e respeitadas no futebol pra vir o clube e sexualizar desse jeito. Que retrocesso."

Confira o vídeo:

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Quem acessou o Twitter no início da semana com certeza se deparou com a polêmica envolvendo a gamer e influencer Gabi Cattuzzo, uma das vozes femininas expressivas dos streamings de jogos brasileiro. A influenciadora chegou aos trend topics da rede social após a repercussão de um tuíte em que dizia que “homem é lixo”, como resposta a um usuário que fez um comentário de cunho sexual em uma foto sua. O problema é que os seguidores da gamer não gostaram da resposta dada por Gabi e começaram a hostilizá-la na rede social.

Ação e reação

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A história se desenrolou quando a influenciadora postou em sua conta no Twitter uma foto montada em um touro mecânico. Um de seus seguidores, em seguida, comentou na imagem: "pode montar em mim à vontade". Irritada com a frase de mau gosto a gamer escreveu: "Sempre vai ter um macho f*dido para falar m*rda e sexualizar mulher até quando a mulher tá fazendo uma piada, né?" e terminou com um "É por isso que homem é lixo".

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A última frase gerou revolta entre seus seguidores que tentaram argumentar contra a generalização da gamer, mas ela defendeu seu argumento afirmando que “homem que não é ‘merda’ é exceção”. 

Após o tuíte, Gabi passou a receber xingamentos e ameaças pessoais e à sua família. Vários internautas passaram a pedir que o contrato da influenciadora com a Razer, empresa de hardware que patrocinava a jogadora, fosse encerrado. O posicionamento da empresa quanto à polêmica envolvendo a garota, que era uma das embaixadoras de seu material, foi de postar um comunicado na mesma rede social anunciando que não renovará o contrato com a gamer.

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Famosos contra o assédio 

Em resposta a atitude da empresa e as reações dos usuários na internet, diversas personalidades do mundo Geek saíram em defesa de Gabi.

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O ex-ministro da Educação do governo Lula e ex-senador Cristovam Buarque utilizou seu perfil oficial no Twitter nesta sexta-feira (7) para repercutir a denúncia de estupro envolvendo o atacante brasileiro Neymar.

“Que efeito está tendo o caso Neymar entre os milhões de fãs menores de idade, especialmente entre meninos, que ele tem no mundo inteiro? Ficam mais machistas ou mais feministas?”, indagou.

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Cristovam, que já foi candidato à Presidência da República nas eleições de 2006, tem a educação como sua principal bandeira de vida política. Seu questionamento provocou reação dos seus seguidores.

“Vão saber que podem a qualquer momento ser acusados de um gravíssimo crime sexual mesmo sem ter feito absolutamente nada de errado e que, mesmo após comprovada sua inocência, ainda vai ter gente chamando de estuprador…”, opinou um seguidor.

“Pior do que isso caro Senador. A meu ver acabam por acreditar ser normal que um homem sirva-se desse modo de uma mulher e que uma mulher, a seu turno, preste-se a isso. Falta decoro pela própria imagem e pelas mensagens que se transmitem”, disse outro usuário da rede.

Em contrapartida, uma seguidora ponderou a seriedade de um caso de estupro. “Todo caso de estupro é muito delicado. Quando envolve "pré consentimento",  intenção totalmente explícita, é mais complicado ainda. Não estou aqui pra julgar ninguém. Está em "jogo" muito mais que uma acusação. Se a menina estiver mentindo, as mulheres serão taxadas de aproveitadoras”, sugeriu.

“Eu voltei a ficar mais engraçada e com vontade de ficar ainda mais solteira do que já sou, mas não feminista e nem machista. Não tenho vocação para problemas”, alegou outra usuária do Twitter.

Através do esquema que promete multiplicação de lucros através do apoio feminista, a 'Mandala da Prosperidade' ou 'Telar dos Sonhos', vem enganando mulheres em países como Estados Unidos, México Peru, e agora no Brasil. A intenção é promover uma alternativa econômica ao machismo estrutural, entretanto, segue a mesma lógica das pirâmides financeiras - que alicia novos membros para gerar faturamento.

A sororidade, o sagrado feminino e a ideologia espiritual são os pilares para convencer novas participantes, já que o esquema, teoricamente, emana uma energia alimentada pela união das mulheres em busca de sonhos e da liberdade patriarcal. De acordo com as palavras de ex-adeptas mexicanas a Vice, os encontros ocorrem com frequência e tem um ar de palestra motivacional, com festas para comemorar os ganhos atingidos. "Os aplausos não paravam, eram como festas de aniversário”, relatou.

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Para participar da Mandala da Prosperidade, a mulher precisa ser convidada por alguma participante do grupo e depois pagar cerca de 1.700 dólares. Dessa forma, a novata torna-se uma 'Mulher Fogo', enquanto a amiga que fez o convite passa a ser 'Mulher Ar', após cativar duas participantes. Passada essa etapa, é a vez da novata convidar mais duas mulheres e assim por diante.

Após o estágio 'Ar', a próxima etapa é 'Terra', culminando no centro da Mandala (ou topo da pirâmide) que é o nível 'Água'. A promessa é que na etapa final, a mulher receba a soma dos 1.700 dólares entregues por todas as mulheres que chegaram depois. Após receber a quantia, ela deve recomeçar como 'Mulher Fogo' em uma nova Mandala.

 A notícia que Anitta e Pedro Scooby estão juntos vem movimentando a internet desde a noite desta sexta-feira (31). Há quem fique ‘do lado’ da cantora, quem ‘assuma as dores’ de Luana Piovani, ex-esposa do surfista, e quem critique Anitta pelo novo relacionamento. E em uma dessas críticas, feitas no perfil do Instagram do jornalista Léo Dias, que anunciou o novo namoro, um internauta foi machista e diminuiu Anitta. Gretchen viu o comentário, não gostou e defendeu a cantora.

‘Pra quem Anitta não deu? Mais rodada que bola de futebol’, escreveu o internauta. Gretchen não poupou palavras e respondeu: “Que merda né. Não deu pra você. Por isso a raivinha??? Por isso deve estar sozinho e mal resolvido. A gente dá pra quantos e pra quem a gente quer, ok? Porque o nosso lavou tá novo. O seu pode não subir diante de uma mulher como ela. Ridículo.”

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Na rede social da artista, ela foi ovacionada pelos seguidores. “Arrasou na resposta! Quem fala o que quer ouve o que não quer! Machistas não tem vez”; “Rainha na resposta”; “Fada sensata”, escreveram.

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A modelo chilena Daniella Chavez tomou uma decisão drástica na internet. Conhecida em 2015 como a "Noiva da Copa América", Daniella bloqueou aproximadamente 25 mil homens das redes sociais por estar recebendo comentários desagradáveis. Com quase 12 milhões de seguidores no Instagram e mais de 800 mil no Twitter, a musa da Playboy fez uma campanha sobre o assunto.

Usando a sua conta no Twitter, Daniella criou a hashtag #NienlacallenienlaRed para combater abordagens machistas. 

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"Algum dia poderá uma mulher sair vestida assim na rua sem que nenhum homem lhe diga uma ofensa? Que não se converta em um animal e guarde seu elogio obsceno? E também que as mulheres não critiquem a forma das outras se vestirem?", escreveu a loira.

Confira:

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Um jovem jogador de 14 anos foi banido nesta quarta-feira (29) por um ano do futebol após ter abaixado o seu calção para uma árbitra durante uma partida de um torneio de base, em Mestre, na Itália.

No duelo contra o Miranese, o garoto fez os gestos obscenos após a árbitra não ter marcado escanteio para sua equipe. Após o ato, ele foi imediatamente expulso.

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A Federação Italiana de Futebol (Figc) declarou que o comportamento do atleta foi "totalmente inaceitável". O presidente da entidade, Gabriele Gravina, afirmou que a punição não foi rígida o suficiente.

"Na minha opinião, não deve haver qualquer redução neste comportamento: eu vou intervir na decisão, não é aceitável, não posso esconder minha decepção", disse Gravina, em entrevista à "BBC".

A sentença poderá ser reduzida caso o jovem jogador aceite participar de um programa de reeducação, na costa veneziana, onde o garoto mora.

Nicastro, de 22 anos, já apitou mais de 40 partidas de base na carreira. Ainda segundo a imprensa italiana, dezenas de pais dos jogadores ofenderam com insultos machistas a árbitra desde o início do confronto.

Uma mulher de 54 anos foi esfaqueada pelo próprio marido, de 63 anos, por ter chegado tarde em casa. O suspeito confessou à polícia que havia discutido com a companheira na noite do último sábado (25), dia em que - segundo o acusado - a mulher o traiu. O crime aconteceu na manhã do domingo (27), em Sobradinho, Distrito Federal, depois que o casal havia discutido.

A vítima encontra-se internada no Hospital Regional de Sobradinho (HRS). Por conta da facada, ela teve que passar por uma drenagem no pulmão. Na manhã desta segunda-feira (27), a mulher estava na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

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Agressor, identificado como Antônio Gerardo Soares de Moraes, foi preso depois de confessar o crime a um conhecido, que é um policial civil aposentado - que lhe deu voz de prisão. De acordo com o Correio Braziliense, o homem foi autuado por tentativa de feminicídio e pela Lei Maria da Penha, podendo pegar de 4 a 20 anos de prisão.

 

 A cantora Deborah Blando fez o último show da turnê ‘One Truth Tour’ no último sábado(18), em São Paulo. A apresentação foi a última da cantora no país, que decidiu se mudar por falta de reconhecimento musical no Brasil. Em seu Instagram, ela fez um longo desabafo e criticou a qualidade das músicas que fazem sucesso atualmente.

“Infelizmente aqui quem não é artista é famoso. E quem não canta faz sucesso. Quem mostra o corpo de forma grotesca e vulgar faz mais sucesso ainda . Musica no Brasil virou ou musica/ pornografica ou musica de corno com letras machistas e grotescas. Sem poesia. Sem arte”, escreveu.

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Ela também agradeceu aos fãs brasileiros, mas deixou claro que prefere continuar sua trajetória em outro lugar. “Agora preciso seguir em frente buscando outros horizontes e crescer como ser humano que sou. Amo vocês e agradeço do fundo da alma por todo carinho e amor que fizeram eu chegar até aqui!”, declarou.

Deborah é dona de sucessos como "Unicamente" e "Próprias Mentiras", ambas temas de novelas globais.

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Larissa Almeida foi mais uma mulher vítima do machismo travestido de ciúmes. A  jovem alega ter visto a “morte de perto” após as agressões de seu namorado. Larissa teve unha arrancada, braço, perna, pescoço e várias outras partes do corpo machucadas pelo seu, então, namorado que - segundo ela - é integrante de um famoso grupo de pagode do Recife, mas não teve o nome revelado.

As agressões só foram reveladas pela vítima na tarde desta sexta-feira (10), mas tudo aconteceu na madrugada do dia 2 para o dia 3 de maio, na casa onde os dois estavam vivendo. "Vi a morte de perto. Me vi sendo jogada no chão, sendo pega pelo braço com força, sendo agredida fisicamente e psicologicamente. Vi não só a minha vida, como de toda a minha família e amigos mudar (sic)”, relembra Larissa Almeida.

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Ela acentua que as agressões físicas e psicológicas começaram porque o suspeito havia ficado com ciúmes de coisas que a jovem havia feito enquanto solteira e, por isso, começou a interrogá-la. “Eu não queria falar, eu não achava que aquele assunto tinha mais cabimento, já tínhamos nos resolvido e não precisávamos voltar no passado do qual ele sempre fazia questão de manter vivo e de me acusar por coisas que só existiam na mente dele (um verdadeiro terrorismo). Pedi para parar. Não parou (sic)”, diz a vítima.

Larissa aponta que neste momento disse que ia embora e fez suas malas. Por ela estar muito pesada, pediu para que o rapaz ajudasse a colocar no carro. “Ele se negou, disse que eu não podia ir embora, me jogou no chão e pegou a chave da minha mão com tanta força que quando eu vi, tava sangrando”.

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De acordo com os relatos da vítima, o homem começou a questionar se ela realmente ia embora e começou a dizer que iria se matar e que a culpa iria ser dela. “Até carta suicida ele fez”, reforça Larissa.

Numa típica agressão psicológica, a jovem diz que o namorado começou a questionar se ela o amava, se estava arrependida e em seguida se trancou em um dos quartos para se jogar da janela.

“Depois de muita conversa e terrorismo consegui fazer ele dormir. Mas às 3h da manhã tudo voltou e com bem mais intensidade e violência. Pulou por cima de mim, pegou o meu pescoço e apertou, me jogou no chão, abriu minha boca e ficou tentando colocar a mão dentro dela. Um horror! (sic)”, recorda Larissa Almeida.

Em determinado momento a vítima conseguiu gritar por socorro. O suspeito, com medo de ser preso em flagrante, fugiu. Larissa diz que ainda ligou para a polícia e nenhum socorro apareceu. “Marcas desaparecem, dores medicadas somem. E os traumas psicológicos? Esses permanecem durante muito tempo. Espero que todas as medidas sejam tomadas contra ele (o agressor). Uma madrugada como a que eu tive não desejo para ninguém”, finaliza a jovem.

Semana passada, Luciano Huck deixou o público feminino indignado com uma declaração na internet. Durante uma transmissão ao vivo no Instagram, como sempre faz, o apresentador não gostou da crítica que recebeu de uma seguidora no momento de interação com os fãs.

No vídeo, Luciano não agradou algumas pessoas com a seguinte frase: "Muito sensível você, mulher. Deve estar solteira e abandonada, pelo visto". Em um comunicado que foi enviado ao colunista Leo Dias, o marido de Angélica se pronunciou sobre o assunto ao reconhecer o erro do que havia dito na rede social.

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"Respondi a um comentário crítico formulado por uma seguidora numa rede social de maneira absolutamente equivocada. [...] Por mais que minha intenção não tenha sido essa, reconheço que fui bastante infeliz na escolha das palavras e que meu comentário despertou a percepção da minha fala como carregada de preconceitos, contra os quais inclusive luto ativamente no meu dia a dia profissional e pessoal", afirmou.

"Refleti e acho que cabe, sim, um pedido de desculpas à pessoa que fez a crítica e a todas as mulheres e homens que possam ter se sentido ofendidos pelas minhas palavras", declarou o apresentador.

A banda carioca de metal industrial, Maldita, causou um mal estar entre o público do Festival Grito, em João Pessoa (PB), no último sábado (27). Ao tocar uma música com letra alusiva à violência contra a mulher e necrofilia, o grupo causou a revolta de parte da plateia e gerou diversas reações nas redes sociais. A Maldita está fazendo uma turnê pelo Nordeste e toca no Recife, nesta terça (30).

Antes de executar a música 'Anatomia', o vocalista da Maldita, Erich Eichner, dedicou a canção a todas as mulheres. Na letra, ele diz: "Comprei a arma só para te assustar; minha intenção não era te matar; eu a arrastei até o cemitério; joguei ela no chão e abri suas pernas". Além disso, o músico também teria mostrado o pênis e as nádegas durante o show, causando revolta em alguns dos presentes.

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A apresentação da Maldita na Paraíba gerou reações e o perfil do festival Grito recebeu inúmeras reclamações. Após terem sido acionados pela produção do evento, o grupo carioca resolveu manifestar-se e explicar o ocorrido: "Anatomia - que foi mal interpretada por alguns - é uma composição que escrevi em 2003 e que fala sobre eu “matando” ou “aniquilando” a minha alma feminina. Dito isso, gostaria de dizer também que o público da banda Maldita é predominantemente feminino (justamente por causa dessa música) que é a nossa balada de amor e, é por isso que temos como hábito, há mais de quinze anos dedicá-la a todas as mulheres presentes quando estamos performando". A postagem também afirmava que o grupo é contra qualquer tipo de violência e pediu desculpa aos que se sentiram ofendidos.

O festival Grito também se posicionou dizendo que foram pegos de surpresa com o acontecido e também pedindo desculpas às pessoas que se sentiram ofendidas. Nos comentários, o público ratificou sua revolta. "Não tem explicação poética no segundo país no mundo que mais mata mulheres"; "Existem outras formas de representar um renascimento sem reforçar uma violência cultural que pode servir de justificativa para alguma atitude machista"; "Parecia ser tão rigoroso os critérios para se apresentar no festival. Como deixaram essa banda passar"; "Vocês deveriam se envergonhar que em um país onde se mata mulher a cada minuto ainda trazerem esse tipo de música pros palcos".

Fábio Porchat foi o convidado do programa Luciana By Night, exibido na última terça-feira, dia 23, e, além de falar sobre sua carreira, deu sua opinião sobre alguns temas polêmicos!

Aproveitando que estava falando sobre seu novo trabalho, a série Homens?, o humorista abordou o tema machismo:

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- O homem não pode chorar, o homem tem que transar com qualquer pessoa que aparecer na frente dele, tem que estar pronto, se não é viado, florzinha. (Quando) criança, o homem só pode brincar de luta, de arma, de guerreiro. Esse medo do homem não poder ser.... Que é isso? Vai ser sensível? Vai ser gay. E sempre como se gay fosse a pior coisa do mundo que pudesse acontecer com o homem.

Continuando o assunto, ele confessou que é machista:

- Todo homem é, eu também. Mas aí é que tá. A gente tem que se policiar. É claro que eu não sou o babaca que pega na bunda da mulher passando, mas... Quando foi estrear aquele filme Jurassic Park, eu ganhei uma máscara de dinossauro com as garras de dinossauro. Falei: Ai, que legal! Vou poder dar para o sobrinho de uma amiga minha. Aí minha mulher falou: Porque você não dá para a filha da Miá, a Nina? Ela vai amar!. E eu falei: Ah, não...É meio bruto, é mais de menino... E na hora eu nem parei para pensar. E é, fui machista.

Além disso, em se tratando de fazer humor, ele não deixou de falar sobre o politicamente correto:

- O politicamente correto te faz pensar. Muita gente fazia uma piada e aí alguém se ofendia e a pessoa dizia: Ah, nem pensei na hora. Não é muito ruim a gente falar uma coisa que a gente nem pensou? É muito melhor falar alguma coisa que a gente pensou. Fazer humor não está difícil. Os tempos mudaram para todo mundo. Fazer publicidade está diferente, fazer jornalismo, fazer programa... Está tudo diferente. Mas a gente tem que se adaptar ao que está acontecendo ao nosso redor.

Ele também relembrou alguns momentos de sua carreira. Sobre o Porta dos Fundos, canal de humor no YouTube em que fez parte do elenco, ele declarou:

- A gente queria fazer um humor que a televisão achou que não tinha graça. Até hoje o Porta dos Fundos está aí, com série, com filme. Ainda está aí e é forte e grande.

Sobre o programa Tudo Pela Audiência, que fez com a Tatá Werneck, ele disse que o que não faltou foi humor escrachado:

- Eu acho que a gente deveria ter sido preso. A gente sacaneava todo mundo da plateia, nos sacaneávamos. Ninguém tinha coragem de dizer que eu e a Tatá estávamos rindo da cara de alguém porque a gente se humilhava em um nível tão alto. Tatá já beijou o João Klebber de língua, cara.

E sobre a sua polêmica saída da TV Record, ele também não deixou passar em branco e, honesto, abriu o jogo:

- Todas as vezes em que eu vou dar entrevista as pessoas querem que eu fale mal da Record. Ela foi ótima, me recebeu super bem. Eu estava feliz, mas eu fiquei pensando: Será que o programa vai ter mais um ano de vida? Será que eu consigo mais 250 convidados interessantes com boas histórias? Foi uma decisão artística e consciente. Foi tudo conversado, saí da Record de boa.

Nesta sexta-feira (12), Edson Viana, repórter esportivo da TV Globo, resolveu fazer um desabafo no seu perfil do Instagram. Na publicação, Edson afirmou que socorreu sua vizinha que havia sido agredida pelo marido durante uma discussão no condomínio.

"A violência doméstica é uma praga brasileira. Nessa noite os gritos de socorro com voz de mulher chamaram atenção onde moro. Um machão covarde a ofendia também aos gritos. Batia portas, gritava na rua. Os vizinhos chegaram para intervir. Chamei a segurança do condomínio. Nada controlava o sujeito, que continuava as ofensas na frente de todos", contou Viana.

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Em um outro momento da postagem, o jornalista disse que teve o seu celular quebrado pelo agressor. "Comecei a gravar e ele atirou meu celular longe. Ele partiu para cima de mim. Mas covarde é assim: muito valente com quem está indefeso e afina quando alguém fala grosso com ele. Até que foi embora acelerando o carrão. [...] A sociedade não pode se omitir. Essa praga tem que acabar", completou.

Seguidores de Edson Viana o parabenizaram pela atitude. "Tem que meter a colher, sim!", escreveu uma internauta. "Esse tipo de sujeito tem que acabar!", comentou outra pessoa na rede social.

Confira:

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Longe dos holofotes do SBT desde o segundo semestre de 2018, Mara Maravilha vive sempre interagindo com os fãs nas redes sociais. Neste domingo (7), no Instagram, a apresentadora decidiu fazer uma postagem sobre o machismo, declarando que é uma honra ser do sexo feminino.

"Nesse mundo machista, ainda tenho o meu prazer de ser mulher, e como dizia a nossa saudosa Elis Regina: 'Vivendo e aprendendo a jogar'", escreveu a morena, noiva do produtor Gabriel Torres. 

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Na rede social, internautas comentaram sobre a publicação de Mara. "Jesus é o único que pode me ensinar a ser um homem melhor, independente do mundo ser machista", comentou um rapaz. "Temos que ter prazer mesmo em sermos mulheres! Afinal, quem nos criou? Jesus, o Salvador do mundo!", escreveu uma seguidora.

Confira:

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