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Uma mãe registrou um boletim de ocorrência contra a atual esposa do seu ex-marido. Segundo ela, a madrasta da filha teria agredido a criança, que tem 9 anos - a violência foi tamanha que a garota teve um dos braços quebrado. O caso aconteceu na cidade de Cáceres, no Mato Grosso. A criança teria ido visitar o pai na última sexta-feira (3), e deveria passar a semana lá. 

Segundo consta no boletim, a madrasta teria ligado para a mãe da criança pedindo que ela fosse buscar a filha com urgência. Como estava ocupada, a mãe pediu para que uma vizinha fosse buscar a criança. Depois que pegou a menor a vizinha ligou para a amiga e revelou que a menina estava com o braço quebrado e precisava de socorro.

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A mãe alega que a criança detalhou tudo o que aconteceu. Segundo o Correio Braziliense, o caso foi registrado como lesão corporal e um exame de corpo de delito foi pedido pela polícia para dar início às investigações.

Uma madrasta, de 27 anos, foi processada pela mãe dos enteados sob a acusação de crime sexual em Salt Lake, no estado de Utah, nos Estados Unidos. De acordo com a alegação, Tilli Buchanan fez topless e ficou seminua na frente das três crianças entre nove e 13 anos, o que fere a cultura de nudez norte-americana. 

O advogado de Tilli garante que a lei é desigual por tratar a nudez da parte superior do corpo de modo relativo para homens e mulheres, e que ambos têm o direito de ficar com a parte de cima descoberta. "Meu marido estava ao meu lado, exatamente da maneira que eu estava (sem camisa), e ele não está sendo processado", descreveu a madrasta. Após uma audiência realizada nessa terça-feira (19), ela se defendeu: "foi privacidade dentro da minha própria casa".

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A jovem explicou que ela e o marido tiraram as camisas para evitar que as roupas ficassem empoeirada devido a sujeira de reparos feitos em uma das paredes da garagem da residência.

A confusão judicial começou após o relato das três crianças à mãe. A polícia afirma que Tilli estava alcoolizada quando retirou a camisa e o sutiã na frente dos enteados. A promotoria trabalha no conceito de que a exibição dos seios está inclusa no entendimento social de nudez e reforça que os tribunais já tomaram decisões em casos semelhantes, baseadas na moral.

 

Uma garotinha, de sete anos, teve os cabelos arrancados e foi agredida pela madrasta, segundo o irmão da vítima, de nove anos. Nesse domingo (13), o pai buscou as crianças para uma festa de aniversário no bairro Nova Lima, no Norte de Campo Grande, localizado no Mato Grosso do Sul. "Ela foi na festinha e voltou aterrorizada", descreveu a mãe da menina.

"O pai não busca todo final de semana, porém, neste último, ocorreu a festa da filha dele, de 1 ano, com a madrasta das crianças, então, eu deixei levar. Até agora não tinha nada que desabonasse a conduta dela, mas, meu filho me mandou uma foto de madrugada dizendo que ela tinha agredido a irmã dele e que só não aconteceu com ele porque correu pra rua. Isso foi por volta das 2h30 e depois ninguém me atendia mais", relatou a mãe das crianças Paulina Sena da Silva ao G1.

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A auxiliar de cozinha, de 31 anos, contou que o pai entregou as crianças ao avô materno e não deu explicações sobre a mutilação. "Só que meu filho disse que viu o momento que a madrasta trancou a menina no quarto e fez isso", explicou a auxiliar de cozinha, de 31 anos. "Eu não estava lá e peço a Deus para não encontrar essa mulher na minha frente, nem sei o que posso fazer", expressou.

O avô discutiu com o ex-genro e, em seguida, levou as crianças na delegacia, onde registrou um boletim de ocorrência por maus-tratos, lesão corporal dolosa e ameaça. A mãe informou que, ainda nesta segunda-feira (14), levará a menina para realizar exame de corpo de delito. A suspeita não se pronunciou sobre as agressões. O caso será investigado pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e do Adolescente (Depca).

Um crime premeditado praticado em doses diárias durante dois meses foi descoberto pela Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica), de Cuiabá (MT), por desconfiança de envenenamento, que levou a morte de uma criança de 11 anos, ocorrida em junho de 2019.

A suspeita é madrasta da menina, de 42 anos, que foi presa nesta segunda-feira (9), em cumprimento de mandado de prisão temporária por 30 dias. O motivo seria uma herança milionária que a menina tinha recebido ao nascer, fruto de uma indenização pela morte de sua mãe durante parto dela em um hospital, na capital, por erro médico.

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A investigação aponta que a madrasta matou a criança com uso de um veneno com venda proibida, ministrando gota a gota, em pequenas doses durante dois meses, entre abril e junho de 2019. A história sórdida que lembra o conto de fadas "Branca de Neve", envenenada ao morder uma maçã, não tem o mesmo final feliz da fábula.

No dia 14 de junho de 2019, a vítima Mirella Poliane Chue de Oliveira, de 11 anos, faleceu de causa até então indeterminada. A vítima deu entrada em um hospital particular, já em óbito. Inicialmente houve suspeita de meningite, bem como de abuso sexual, pois havia inchaço na genitália, mas depois foi descartado o abuso durante a necropsia do Instituto de Medicina Legal (IML), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O laudo pericial apontou morte por causa indeterminada. A Politec colheu materiais para exames complementares. Nos exames realizados pelo Laboratório Forense, mediante Pesquisa Toxicológica Geral, foram detectados no sangue da vítima duas substâncias, uma delas veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.

"Essa substância não é encontrada em medicamentos, portanto, sua ingestão por humanos somente pode ocorrer de forma criminosa. Os sintomas da sua ingestão são: visão borrada, tosse, vômito, cólica, diarréia, tremores, confusão mental, convulsões, etc.", explicaram os delegados Francisco Kunze e Wagner Bassi, que conduzem as investigações.  

Conforme os delegados, as investigações apontam para autoria da madrasta. "Notamos que a menina era envenenada a conta gotas, ou seja, ela ia dando um pouquinho do veneno, para não aparecer, porque chega no hospital, a criança está passando mal, morre de causa indeterminada, por alguma infecção, pneumonia, meningite, como muitas vezes suspeitaram", salientam.

Os delegados informaram que todas as vezes que a menina passava mal era socorrida e levada ao hospital, lá ficava internada 3 a 7 sete dias e melhorava, em razão de ter cessado a administração do veneno. Mas ao retornar para casa, voltava a adoecer novamente. O sofrimento durou cerca de dois meses, em que a menina ficou internada por nove vezes em hospitais particulares.

Na última vez que foi parar no hospital, a menina chegou já em óbito. Por conta disso, o hospital não quis declarar o óbito, mas suspeitava de ser meningite. Nessa ocasião, foi acionada a Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), que diante de falta de evidências sobre morte violenta, requisitou vários exames por precaução, num desses exames periciais foi detectado a substância venenosa no sangue da menina.

Motivação

Assim, o caso foi encaminhado à Deddica que procedeu com toda a investigação descobrindo o plano de envenenando, por conta de uma herança milionária que a menina tinha recebido, ao nascer, fruto de uma indenização pela morte de sua mãe, durante parto dela em um hospital, na capital, por erro médico.

A ação foi movida pelos avós materno da criança, que ingressou na Justiça pela indenização, que em 2019, após 10 anos, foi encerrado o processo, com causa ganha a família de R$ 800 mil, incluindo os descontos de honorários advocatícios.

Parte do dinheiro ficaria depositado em uma conta para a menina movimentar somente na idade adulta. A Justiça autorizou que fosse usada uma pequena parte do dinheiro para despesas da criança, mas a maior quantia ficaria em depósito para uso após a maioridade, aos 24 anos.  

O pagamento da ação iniciou em 2019. Até 2018, a menina era criada pelos avós paternos. Em 2017, a avó morreu e no ano seguinte (2018) o avô faleceu também, passando a garota a ser criada, naquele mesmo ano, pelo pai e madrasta. A partir daí iniciou o plano da mulher para matar a criança com o objetivo de ter acesso ao dinheiro.

"Mas quem era responsável mesmo era a madrasta e ela quem gerenciava os cuidados com a menina", afirmam os delegados Francisco Kunze e Wagner Bassi.

A mulher, que não teve o nome divulgado ainda, foi ouvida após a morte da menina e contou que convive com o pai da vítima desde que ela tinha 2 anos de idade e que se considerava mãe dela. Ela declarou que a afilhada começou a ficar doente em 17 de abril de 2019, apresentando dor de cabeça, tontura, dor na barriga e vômito.

A suspeita foi levada para a sede da Deddica, em Cuiabá. 

Da assessoria da PC-MT

A Polícia Civil do Rio prendeu neste sábado, 3, o pai e a madrasta de Mel Rhayane Ribeiro, menina de seis anos que foi morta, segundo a corporação e confissão do próprio pai, pelo casal. Mel chegou sem vida, com diversos sinais de agressões, ao Hospital Naval Marcílio Dias, na zona norte da cidade, na tarde desta sexta-feira, 2.

Foi lá que Rodrigo Jesus da França, de 25 anos, confessou o crime e pediu para ser preso, com medo de ser linchado por um grupo de pessoas que estavam na porta da unidade. Acionada, a Polícia Militar o conduziu até a Delegacia de Homicídios da Capital, na zona oeste.

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Peritos da delegacia constataram lesões no corpo da criança, entre elas "ausente pedaço da orelha, úlceras no tornozelo e mãos, aparentando que a criança era constantemente amarrada e chicoteada." Os policiais perceberam que as agressões ocorriam há tempos. A madrasta da criança, Juliana Mayara Brito da Silva, de 20 anos, negou ter participado dos maus tratos e da morte, mas foi presa por ter se omitido às práticas.

Rodrigo Jesus da França disse, segundo a Polícia Civil, que deixava a criança amarrada para não ter relações com os outros filhos do casal. E que as agressões eram para "corrigir" um suposto "comportamento sexual alterado" de Mel, que já teria sido estuprada - informação negada por laudo do Instituto Médico Legal (IML). A fim de evitar que as lesões fossem vistas, o pai tirou a menina da escola em que estudava.

A enfermeira Graciele Ugulini, madrasta do menino Bernardo Boldrini, disse que a morte do garoto, em abril de 2014, foi acidental e não premeditada. Graciele prestou depoimento nesta quinta-feira (14) no quarto dia do julgamento do caso, que ocorre no Fórum de Passos, no Rio Grande do Sul. Segundo a madrasta, Bernardo teria morrido pela ingestão excessiva de remédios.

No depoimento, Graciele também inocentou o pai de Bernardo, o médico Leandro Boldrini, pela morte. "Pensei em contar para ele muitas vezes. Mas tive medo da reação", disse. Boldrini, Graciele, uma amiga dela, Edelvânia Wirganovicz, e o irmão de Edelvânia, Evandro Wirganovicz, são acusados pela morte do garoto de 11 anos, em 4 de abril de 2014. O corpo de Bernardo foi encontrado 10 dias depois em uma cova em Frederico Westphalen, a 430 quilômetros de Porto Alegre.

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O pai de Bernardo depôs no dia anterior e negou participação no crime. "Eu digo quem matou, foi a Graciele e a Edelvânia", destacou durante a sessão.

A madrasta contou que Bernardo pediu para ir com ela a Frederico Westphalen e tomou em casa um remédio para enjoo. Graciele disse que o menino estava agitado e ela, então, deu Ritalina para ele, mas a criança continuou inquieta. Segundo contou, ela jogou a bolsa no banco de trás, onde Bernardo estava, e mandou o garoto tomar mais remédio, mas não viu o quanto Bernardo ingeriu.

Em seu depoimento, ela disse que, ao chegar a Frederico Westphalen, encontrou-se com a amiga Edelvânia e trocaram de carro. Nesse momento, contou, Bernardo estava imóvel no banco de trás, babando e sem pulso. Ela, então, viu que faltavam "cinco ou seis remédios na cartela". Graciele negou que tenha dado uma injeção letal no menino.

Emocionada, a madrasta afirmou à juíza que Edelvânia queria levar o garoto, já desacordado, ao hospital, mas a enfermeira admitiu que preferiu esconder o corpo. "Eu pensava: o que as pessoas vão pensar? Vão me prender. Vou ficar longe da minha filha", disse a enfermeira. Bernardo, então, teria sido enterrado em uma cova aberta em meio à mata.

Edelvânia também depôs nesta quinta. Ela negou a compra de soda cáustica, que teria sido jogada no corpo do menino no momento em que cavava a cova, mas confessou que teria comprado a pá utilizada para fazer o buraco. Segundo ela, a morte de Bernardo não foi premeditada pela madrasta. Edelvânia também negou a autoria do crime. "Não matei o Bernardo", disse.

Passada uma hora de questionamentos, Edelvânia sentiu-se mal e desmaiou. Foi socorrida e atendida por uma enfermeira e um médico, que atestaram pressão arterial alta.

O irmão de Edelvânia, Evandro Wirganovicz, foi interrogado em seguida e negou as acusações. "Não sabia de nada disso, fiquei sabendo pela mídia, escutei pelo rádio de dentro do meu caminhão que a minha irmã tinha levado a polícia até o local onde ele foi enterrado", disse.

O julgamento do caso entrou na fase de debates na noite desta quinta-feira.

Nessa segunda-feira, dia 1º, o Encontro, programa de Fátima Bernardes abordou um tema bem delicado: a relação entre pais separados e seus filhos. A apresentadora, então, usou sua própria experiência de vida para opinar sobre o assunto, já que ela é mãe de Vinícius, Laura e Beatriz, frutos de seu casamento com William Bonner.

Após a separação com o jornalista, ela engatou um namoro com Túlio Gadêlha, enquanto Bonner começou um relacionamento com Natasha Dantas, com quem se casou recentemente.

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E em determinado momento da discussão, Fátima declarou que não conseguiria deixar os filhos chamarem a mulher atual de Bonner de mãe:

- Eu acho bonito, mas eu não conseguiria, declarou.

Mãe é mãe, né?

Seis pessoas foram presas no estado da Caxemira, na Índia, por ter relação com o estupro coletivo e o assassinato de uma garota de 9 anos. Segundo a polícia, a madrasta é a responsável por ordenar os crimes. A motivação seria vingança. 

"Descobrimos que a madrasta nutria rancor contra a segunda esposa do marido e os filhos que ele teve nesse casamento", disse o policial Mir Imtiyaz Hussain ao site de notícias NDTV. Ele ainda afirmou que a criança foi morta com um machado após o estupro coletivo.

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A polícia informou, também, que a mulher mandou o filho de 14 anos e outros três homens estuprarem a vítima. A madrasta assistiu a tudo. A garota foi torturada, mutilada e queimada com ácido. O corpo da criança foi encontrado no domingo (2). Ela estava desaparecida há 10 dias.

Segundo Hussain, "um dos acusados arrancou os olhos dela com uma faca afiada e derramou ácido em seu corpo". Todos os acusados estão presos.

Os desembargadores da 5ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo condenaram um casal por submeter adolescente a vexame e constrangimento, crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente. O pai raspou o cabelo da filha de 12 anos como "punição", porque ela levou um amigo em sua casa sem avisar. Já a madrasta compareceu em uma reunião de pais e professores da escola e ofendeu a jovem na frente de todos.

As informações foram divulgadas no site do Tribunal de Justiça de São Paulo, que manteve a ação em sigilo.

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A pena para o casal foi fixada em um ano de detenção, com suspensão condicional mediante comparecimento mensal em juízo por dois anos, além da proibição de se ausentarem da comarca onde residem sem autorização judicial.

De acordo com o processo, após ter a cabeça raspada com uma lâmina, a menina chegou a ir para o colégio de boné. Quando soube dos fatos, a inspetora, sensibilizada, ofereceu uma peruca para que a menina usasse, mas o pai foi até a escola para dizer que sua filha estava proibida de usar o acessório. Com relação à reunião escolar, a madrasta teria xingado a jovem e afirmado que ela havia "desgraçado sua vida".

A relatora do recurso no Tribunal de Justiça, desembargadora Claudia Lúcia Fonseca Fanucchi, afirmou em seu voto que o objeto jurídico do tipo penal previsto no artigo 232 do ECA é a proteção à incolumidade física e moral da criança e do adolescente, que devem ser tratados com "respeito e dignidade".

A magistrada também ressaltou que, ainda que consista a infração em menor repercussão social ou suscetível a pena mais branda, "não se pode desprezar que as condutas imputadas são típicas, antijurídicas e se mostram imbuídas de perceptível gravidade e reprovabilidade (constrangimentos físico e psicológico), tornando a submissão à sanção criminal indispensável, tanto à aplicação da Justiça, quanto à segurança dos valores da sociedade".

Também participaram do julgamento do recurso os desembargadores Geraldo Wohlers e Tristão Ribeiro. A votação foi unânime.

 Com apenas 8 anos, Bella Fernandes já se tornou sinônimo de empoderamento e resistência. A história da menina, que acumula mais de 70 mil seguidores em uma rede social, viralizou após o desabafo da mãe, Fernanda Tays. No texto, ela relatou que a filha, que sempre fez questão de enaltecer os cachos, teve os cabelos cortados e alisados pela madrasta sem autorização. 

Ao saber do caso de Bella, a cabeleireira Creuza Oliveira procurou a mãe da garota e se ofereceu para recuperar os cachos. O procedimento foi realizado na última sexta-feira (6) e a criança já desfila novamente com os cabelos que tanto ama. O momento foi registrado por Fernanda, que compartilhou nas redes sociais. Confira:

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Em entrevista ao Universa, a cabeleireira contou que a criança estava assustada. “Ela chegou ao salão bem cabisbaixa, com a autoestima baixa, não queria que tocássemos no cabelo dela, tinha acabado de voltar de uma consulta com a psicóloga. Estava com medo e bem desconfiada", contou.

Bella é uma garota de 8 anos que ficou famosa nas redes sociais por conta dos seus cachos. Emponderada desde cedo, a menina acumula mais de 70 mil seguidores no instagram justamente pelo seu cabelo cacheado. Mas uma atitude de sua madrasta transformou a autoestima da criança. É que a mulher cortou o cabelo de Bella e o alisou.

A história veio à tona após a mãe da garota relatar a situação nas redes sociais. Segundo Fernanda Tays, Bella foi à casa do pai na sexta-feira (29) com os cabelos lavados e penteados. No domingo (1º), a mulher recebeu uma ligação do ex-marido contando que a atual esposa cortou as "pontinhas" do cabelo da garota. "Ela cortou o cabelo dela mais da metade e alisou e quando ela molhar o cabelo vai encolher mais ainda", relatou a Fernanda. 

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O pai teria dito, ainda, que "cabelo cresce". Segundo Fernanda, Bella chegou em casa triste e com a autoestima baixa. Em fotos publicadas pela mãe, é possível ver a criança chorando com o cabelo liso. Outras imagens também mostram como era o cabelo da garota antes. Na semana passada, durante uma chamada de vídeo, a madrasta da garota teria mandado Bella prender o cabelo.

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O pai e a madrasta de uma menina de seis anos foram presos por tortura em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR). O caso chegou até a Polícia Civil após professores notarem as marcas de violência na criança e informarem o Conselho Tutelar. A menina foi encaminhada ao Hospital da Restauração (HR) com hematomas no rosto e segue internada.

Segundo o delegado Ney Luiz Rodrigues, em conversa com jornalistas, as agressões eram cometidas pela mulher e encobertadas pelo pai. “Ele não tomou providência alguma. Ele deu desculpa de que a criança estava com conjuntivite”, contou o delegado.

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A menina contou, conforme a polícia, que levava socos, era enforcada, mordida e apanhava de sandália. Os acusados foram presos em flagrante por tortura e encaminhados para audiência de custódia que ocorre na manhã desta quinta-feira (21) no Fórum de Jaboatão dos Guararapes.

Acusada de matar a enteada Isabella Nardoni, a detenta Anna Carolina Jatobá foi autorizada a deixar temporariamente a Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, no interior de São Paulo, para passar o Dia das Crianças fora da prisão. Anna Carolina foi condenada a 26 anos e 8 meses pela morte da menina - crime que ela sempre negou. Ela deve deixar a penitenciária, onde cumpre pena em regime semiaberto, na manhã desta quarta-feira, 11, devendo retornar até as 17 horas da próxima segunda-feira, 16.

A presa informou à Justiça que pretende passar o período da saída temporária com seus filhos de 10 e 12 anos que moram com os avós, na capital. Desde julho deste ano, a condenada conseguiu a progressão para cumprir a pena em regime semiaberto, o que possibilita o benefício das saídas temporárias. Esta será a primeira vez que Anna Carolina deixa a prisão. A Justiça atendeu a um pedido feito pela defesa dela.

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O marido da detenta e pai de Isabella, Alexandre Nardoni, também condenado pelo crime, cumpre pena em regime fechado, na penitenciária masculina de Tremembé. Condenado a mais tempo de prisão, ele ainda não tem direito à progressão de pena.

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou que o processo da presa Anna Carolina Jatobá está sob sigilo de Justiça. "Ressalvamos ainda que a pasta somente cumpre decisões judiciais", disse, em nota. Procurado, o advogado da presa, Roberto Podval, não retornou as ligações.

Caso

A menina Isabella, então com 5 anos, foi jogada da janela do apartamento do casal, no sexto andar do Edifício London, na zona norte de São Paulo, na noite de 29 de março de 2008.

Acusados pelo crime, o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta da criança, Anna Carolina Jatobá, foram condenados, respectivamente, a 31 anos e 1 mês, e a 26 anos e 8 meses de reclusão. O pai recebeu pena maior pela agravante de Isabella ser sua descendente direta.

O médico Leandro Boldrini pediu ao advogado Jáder Marques que encaminhe ação de dissolução de união estável que mantém com a enfermeira Graciele Ugulini e disse ao defensor que deseja abrir mão dos bens do filho, Bernardo Boldrini, em favor da avó materna do garoto, Jussara Uglione, em encontro que tiveram na noite de domingo no parlatório da Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas, na região metropolitana de Porto Alegre.

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (5), pelo jornal Zero Hora. Bernardo foi encontrado morto, enterrado no meio de um matagal, no dia 14 de abril. O pai, Leandro, a madrasta Graciele e uma amiga dela, a assistente social Edelvânia Wirganovicz estão presos temporariamente, até 13 de maio, prazo de conclusão do inquérito policial. Graciele admitiu que o garoto morreu em suas mãos, mas alegou que o motivo foi ingestão acidental de dose errada de calmantes que dava a ele.

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Edelvânia confessou ter ajudado a ocultar o cadáver, mas diz que não participou do "evento morte". Leandro sustenta que é inocente. A polícia considera que os três participaram do crime, mas admite que falta definir qual foi o papel de cada um.

Segundo o Zero Hora, além da separação a da disponibilização dos bens que seriam herdados por Bernardo para a família do garoto, o médico vai pedir que Graciele fique sem direito a qualquer valor porque teria matado o garoto e lutar pela guarda da filha de um ano e meio que tem com a enfermeira.

A enfermeira Graciele Ugulini disse à polícia que a morte do enteado Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, foi acidental, por ingestão de dose errada de medicamentos dados por ela. Graciele também isentou o pai do garoto, o médico Leandro Boldrini, de qualquer culpa no episódio, durante depoimento prestado nesta quarta-feira, 30, na Penitenciária Modulada de Ijuí, no noroeste do Rio Grande do Sul.

As informações, repassadas à imprensa por fontes que tiveram acesso ao depoimento, não foram detalhadas e nem comentadas pela polícia e reforçam as teses que os advogados de defesa dos três suspeitos do crime vêm sustentando nos últimos dias.

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Bernardo foi encontrado enterrado dentro de um matagal em Frederico Westphalen, a 80 quilômetros da casa da família, localizada em Três Passos, em 14 de abril, dez dias depois de desaparecer. A investigação policial indicou até agora que no dia 4 de abril o menino foi visto embarcando em um automóvel na companhia da madrasta, Graciele, e de uma amiga dela, a assistente social Edelvânia Wirganovicz, que voltaram sozinhas ao centro de Frederico Westphalen. Um laudo da perícia confirmou que substâncias do sedativo Midazolam foram encontradas no corpo do garoto.

Desde o dia da descoberta do corpo, o pai, a madrasta e a assistente social estão presos. Graciele permanece na Penitenciária Modulada de Ijuí. Os outros dois foram transferidos de presídios da mesma região para cidades próximas a Porto Alegre nesta semana porque estariam sofrendo ameaças de outros detentos. Leandro está na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas e Edelvânia em um presídio feminino de Guaiba.

O advogado de Graciele, Vanderlei Pompeo de Mattos, disse depois do depoimento da cliente à polícia que a morte de Bernardo não foi premedita e que a viagem da enfermeira a Frederico Westphalen no dia do crime foi feita para tratar de negócios. O defensor de Leandro, Jáder Marques, vem sustentando desde que assumiu o caso que o médico é inocente. O representante de Edelvânia, Demetryus Eugenio Grapiglia, reitera que a assistente social "não tem participação alguma no delito homicídio, apenas na ocultação do cadáver".

A delegada Caroline Bamberg Machado sustenta que o pai, a madrasta e a assistente social estão envolvidos com o crime, mas ressalva que falta esclarecer qual foi a participação de cada um. A conclusão do inquérito depende da tomada de mais alguns depoimentos e sobretudo dos laudos da perícia, que está analisando material colhido no corpo, na cova e nos automóveis dos suspeitos.

A enfermeira Graciele Ugulini afirmou que o médico Leandro Boldrini, marido dela e pai de Bernardo Uglione Boldrini, não participou do assassinato do garoto, em depoimento prestado nesta quarta-feira (30), na Penitenciária de Ijuí, no noroeste do Rio Grande do Sul. A informação foi repassada a repórteres de emissoras locais pelo advogado da Graciele, Vanderlei Pompeo de Mattos. A polícia não comentou a versão.

Bernardo tinha 11 anos e desapareceu no dia 4 de abril. A partir de imagens coletadas por câmeras de vigilância, a polícia chegou à assistente social Edelvânia Werganovicz, que apontou o local onde o garoto foi enterrado. O corpo foi encontrado no dia 14 em um matagal em Frederico Westphalen, a 80 quilômetros de Três Passos, onde a família mora.

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A polícia está convicta de que Graciele e Edelvânia saíram da casa da assistente social com o garoto vivo e voltaram sem ele. A delegada Caroline Bamberg Machado sustenta que o pai, a madrasta e a assistente social estão envolvidos com o crime, mas ressalva que falta esclarecer qual foi a participação de cada um.

A versão de Graciele reforça a tese de inocência do médico defendida pelo advogado dele, Jáder Marques. Mattos ressaltou que o crime não foi premeditado nem confessado pela enfermeira. Mas não deu outros detalhes do depoimento.

Enquanto Graciele segue na penitenciária de Ijuí, os outros dois suspeitos foram transferidos nos últimos dias porque teriam sofrido ameaças de outros presos. Leandro está em uma penitenciária de alta segurança em Charqueadas e Edelvânia em um presídio feminino em Guaíba. As duas cidades ficam na região metropolitana de Porto Alegre.

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