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A Receita Federal apreendeu 2,7 mil encomendas sem nota fiscal durante a Operação Black Friday, realizada entre os dias 25 e 28 de novembro no Centro de Tratamento de Cargas e Encomendas dos Correios em Indaiatuba, Região Metropolitana de Campinas (SP).

O valor estimado das mercadorias, a maioria celulares e computadores, é de R$ 700 mil.

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Também foram apreendidos 200 gramas de ecstasy.

A operação teve apoio de cão de faro.

O presidente do PSL, Luciano Bivar, foi indiciado pela Polícia Federal pelas supostas candidaturas laranjas do partido em Pernambuco. Além dele, também foram indiciadas as candidatas Érika Santos, Mariana Nunes e Maria de Lourdes Paixão - sendo esta a segunda candidata do PSL que mais recebeu dinheiro do Fundo Partidário (R$ 380 mil) - atrás apenas de Bivar, que recebeu um montante de R$ 1,8 milhão.

"As investigações concluíram que o representante do Partido Social Liberal em Pernambuco teria ocultado/disfarçado/omitido movimentações de recursos financeiros oriundos do Fundo Partidário, através de três candidatas fictícias", diz a Polícia Federal.

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De todos os envolvidos, apenas dois compareceram para os interrogatórios da polícia. As outras duas pessoas, apesar de terem sido intimadas, não foram. A PF não detalhou os nomes de quem foi e quem não foi. 

"Com a coleta de tais elementos finda a parte instrutória da referida investigação, estando o inquérito apto à elaboração de relatório final das diligências realizadas e das provas coletadas, a fim de ser encaminhado ao Ministério Público Eleitoral da 6ª Zona Eleitoral de Recife/PE para as providências que entender cabíveis", pontua a Polícia Federal.

Policiais civis cumprem nesta quinta-feira (28) 35 mandados de prisão preventiva contra suspeitos de integrar milícia que atua na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. A operação coordenada pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense ainda inclui 93 mandados de busca e apreensão.

O grupo é suspeito da prática de dezenas de homicídios nos últimos anos, além da ocultação de cadáveres em cemitérios clandestinos.

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A milícia também é conhecida por explorar serviços como TV a cabo clandestina, venda de cigarros e exploração de transporte alternativo, como o serviço de mototáxi.

Cerca de 300 policiais cumprem mandados em Belford Roxo, Nova Iguaçu e Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, além das cidades de São Pedro da Aldeia (Região dos Lagos) e do Rio de Janeiro.

O presidente Donald Trump apresentou nesta segunda-feira (25) Conan, o cachorro que se tornou um herói por seu papel na operação americano que levou à morte do líder do grupo Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi.

"Esse cachorro é incrível", disse Trump em uma breve cerimônia enquanto Conan se sentava ao lado dele e seu treinador. Estiveram presentes também a primeira-dama, Melania Trump, e o vice-opre y el vicepresidente Mike Pence.

"Tão brilhante, tão inteligente. Conan fez um trabalho fantástico", acrescentou Trump.

Na operação do mês passado, Conan perseguiu Bagdadi por um túnel sem saída em seu esconderijo sírio, onde encurralado, o líder do EI detonou um colete com explosivos, matando a si e a dois filhos, segundo informe dos Estados Unidos.

Conan foi ferido pelos cabos elétricos expostos na detonação, mas parece ter se recuperado por completo.

"Conan ficou muito ferido, como sabem. Pensaram que talvez não fosse se recuperar. Na realidade, se recuperou muito rapidamente e desde então fez operações muito importantes", disse Trump.

A identidade do cão foi um segredo muito bem guardado até ter sido desclassificado por Trump, que retuitou uma foto do cachorro depois da operação no esconderijo de Bagdadi.

Os detalhes sobre a vida de Conan, seus feitos e antecedentes familiares são escassos, embora certamente outros cães da mesma raça já tenham realizado façanhas no passado: o comando de elite da Marinha, os "Navy Seals", usaram um belga Malinois na operação de 2011 no Paquistão, que resultou na morte do líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden.

A Polícia Federal deflagrou ontem, 9, uma operação para recolher provas nas casas de aplicadoras suspeitas de fraude durante a aplicação da primeira fase do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que aconteceu no último domingo, 3. Foram cumpridos, em Fortaleza, dois mandados de busca e apreensão nas casas das aplicadoras, que tiveram os celulares levados pela PF. Os mandados foram expedidos pela 12ª Vara Federal de Fortaleza.

Em nota, a PF informou que atua em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para apurar fraudes semelhantes na Bahia e no Rio de Janeiro. No último domingo, minutos após o início do Enem, circulava nas redes sociais a imagem da página com a proposta da Redação, que abordou a democratização do acesso ao cinema. Logo após o vazamento, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que o vazamento teria partido de um aplicador e que iria "escangalhar ao máximo a vida dele". "A gente vai atrás de absolutamente tudo para que essa pessoa pague pela má-fé e falsidade", disse, no dia do episódio.

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Proibição

Após o vazamento, o Inep proibiu os aplicadores das provas do Enem de entrar com celulares nas salas onde será realizada a prova hoje. Segundo a assessoria do Inep, até o fim de semana passado, os aplicadores eram orientados a guardar os celulares em envelopes ou porta-objetos - assim como ocorre com aqueles que vão participar da prova. Agora, neste domingo, os celulares não poderão ficar nas salas, nem mesmo dentro dos envelopes fechados.

Para os estudantes, o uso dos celulares segue proibido. Os candidatos têm de colocar os aparelhos dentro de envelope porta-objetos entregue antes do início da prova. Os aparelhos devem estar desligados e, se possível, deve-se remover a bateria - caso emitam algum som, mesmo dentro do envelope, o candidato será eliminado.

No domingo passado, 376 candidatos foram eliminados, segundo o Inep, por uso de equipamentos eletrônicos.

Segundo domingo

Hoje, os alunos realizam as provas de Matemática e Ciências da Natureza. Os candidatos terão cinco horas para fazer as questões. Os portões serão abertos ao meio-dia, pelo horário de Brasília, e fechados às 13 horas. Os alunos devem levar caneta esferográfica de tinta preta, de material transparente, e documento de identificação original com foto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Onze vereadores e um contador da Câmara Municipal de Santa Rita, Paraíba, foram presos em flagrante nesta terça-feira (5), suspeitos de desviarem dinheiro público para custear despesas de uma viagem feita para cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul. A operação teve início depois que o Ministério Público da Paraíba (MPPB) suspeitou da viagem feita pela comitiva que usou um seminário como justificativa. Entre os presos está o presidente da Câmara, Anésio Alves (PSB).

A Operação 'Natal Luz' foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do MPPB. Segundo as investigações iniciais, só em diárias foram gastos R$ 69 mil. Em entrevista ao G1, o delegado Allan Terruel confirmou que todas as atividades dos vereadores e de todas as pessoas que os acompanhavam foram monitoradas. A Polícia Civil fez o levantamento da empresa que estaria responsável pelo suposto seminário e viagem.

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Todas as ações levaram a confirmação de que se tratava de uma viagem de lazer e turismo. Sendo assim, os vereadores foram encaminhados para a Central de Flagrantes, em João Pessoa, onde devem passar pela audiência de custódia ainda nesta terça-feira (5). 

O presidente da Câmara dos vereadores de Santa Rita, Anésio Miranda, foi o único a se pronunciar, declarando que houve presença de todos os vereadores no evento de Compliance. No entanto, o panfleto divulgado mostra que o evento seria de desenvolvimento sustentável. 

Essa não é a primeira vez que os vereadores da cidade paraibana viajam usando o dinheiro público. A empresa organizadora da suposta palestra em Gramado já havia recebido da Câmara de Santa Rita R$ 49 mil em 2018 e R$ 58 mil em 2019. De acordo com o G1, Portal da Transparência da Câmara mostra que desde 2017, é comum essas viagens para 'capacitação' dos parlamentares. Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraná já foram destino dos vereadores da atual gestão - gastando mais de R$ 585 mil para custear as estadias dos suspeitos.

Um cão do Exército dos Estados Unidos que se tornou um símbolo do sucesso da operação contra o líder do grupo jihadista Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, será recebido na Casa Branca na próxima semana, anunciou o presidente Donald Trump nesta quinta-feira.

O presidente republicano postou uma imagem do cachorro no Twitter e elogiou seu trabalho durante a operação no sábado à noite, na qual o líder do grupo jihadista morreu na Síria.

O general Mark Milley explicou que o animal ficou levemente ferido na operação e se recusou a revelar a identidade do cão por razões de segurança. Trump disse que o cachorro será recebido na Casa Branca e confirmou que seu nome é Conan.

"Conan deixará o Oriente Médio para visitar a Casa Branca na próxima semana", disse o magnata, que é o único presidente na história recente de seu país que não tem um cachorro.

Trump postou na quarta uma montagem dele colocando a medalha de honra do congresso - que é a maior distinção militar nos Estados Unidos - no cão militar.

Policiais civis da 18ª DP (Praça da Bandeira) cumprem nesta terça-feira (22) pela manhã 27 mandados de prisão e outros 89 de intimação contra torcedores do Flamengo. A operação Olhos de Águia, como é chamada, é um desdobramento das investigações que apura um grupo de supostos torcedores do clube que marcava, por redes sociais, uma invasão ao Estádio do Maracanã, no jogo de amanhã à noite contra o Grêmio, pela semifinal da Copa Libertadores da América.

Segundo as investigações, o grupo foi criado especialmente para marcar a invasão de amanhã com mensagens trocadas em áudio e vídeo. De acordo com a secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), “foram observadas mensagens em que ele ameaçava matar policiais, praticar roubos, causar danos e constranger os torcedores da torcida do Grêmio”.

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Mais de 100 integrantes de uma facção criminosa foram identificados.

A Polícia Civil, através da Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (Depoma), realizou uma operação de combate à comercialização irregular de orquídeas no bairro de Santo Amaro, no centro do Recife. Realizada na manhã desta sexta-feira (18), a Operação Cattleya conta com a parceria do Ibama.

Segundo a polícia, as orquídeas apreendidas foram coletadas indevidamente. “Essa fiscalização constatou orquídeas das matas silvestres”, resumiu o delegado Ademar Cândido, do Depoma.

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A ação deteve quatro pessoas por crime ambiental. Elas foram conduzidas à delegacia. As flores foram apreendidas e encaminhadas para perícia.

A agência britânica de combate ao crime anunciou nesta quarta-feira (16) o desmantelamento de uma das maiores redes que vendiam vídeos de pedofilia on-line, o que levou à prisão de 337 suspeitos em 38 países.

As prisões ocorreram após o desmantelamento de uma página gerenciada na "Dark Web" da Coreia do Sul, onde se "monetizava o abuso sexual de crianças".

Os países em questão incluem Reino Unido, Irlanda, Estados Unidos, Coreia do Sul, Alemanha, Espanha e Arábia Saudita, entre outros.

A Polícia Federal cumpre, na manhã desta terça-feira (15), mandados de busca e apreensão em endereço ligado ao deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), no Recife. A ação faz parte da Operação Guinhol que investiga a prática de candidaturas laranjas do PSL nas eleições de 2018. O parlamentar pernambucano é presidente nacional do PSL, mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com a PF, ao todo foram nove mandados autorizados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), atendendo a um pedido do Ministério Público Eleitoral.

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O inquérito policial foi instaurado após uma solicitação do TRE para apurar a possível prática de crimes previstos no Código Eleitoral e Penal, pois, segundo nota da polícia, representantes do PSL em Pernambuco teriam ocultado, disfarçado ou omitido movimentações de recursos financeiros oriundos do fundo partidário, especialmente os destinados às candidaturas de mulheres.

Os mandados que atingem Luciano Bivar e outros nomes ligados ao deputado buscam, segundo a PF, esclarecer se teria havido desvio nos recursos destinados para candidaturas de mulheres. De acordo com a legislação, deve ser destinado ao menos 30% dos valores do Fundo Partidário para as campanhas de postulantes do sexo feminino.

Segundo a PF, o nome da Operação Guinhol faz referência a um marionete, personagem do teatro de fantoches criado no século 19 diante da possibilidade de candidatas terem sido utilizadas exclusivamente para movimentar transações financeiras escusas.

Candidaturas laranjas

Denúncias de candidaturas laranjas no pleito de 2018 têm maculado o PSL. Em Pernambuco, a investigação iniciou após uma reportagem publicada em fevereiro pelo jornal Folha de São Paulo que apontava suspeitas de irregularidades nas contas de Maria de Lourdes Paixão, que concorreu a uma vaga de deputada federal.

Lourdes recebeu R$ 400 mil do fundo eleitoral e obteve apenas 247 votos. Dos R$ 400 mil, R$ 380 mil foram utilizados para imprimir nove milhões de santinhos e quase dois milhões de adesivos às vésperas da eleição, em outubro do ano passado. O valor que a então candidata recebeu foi o terceiro maior repasse do PSL no país.

Há suspeitas de candidaturas laranjas do partido também em Minas Gerais. O que causou, inclusive, o indiciamento do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, acusado dos crimes de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa.

O caso de Minas, gerou desconfortos no governo do presidente Jair Bolsonaro. O primeiro foi com Gustavo Bebianno, que presidiu o PSL na época das eleições no lugar de Luciano Bivar. Bebianno era ministro da Secretaria-Geral da Presidência, mas foi demitido após as primeiras denúncias de candidaturas laranjas e, por isso, desentender-se com o filho do chefe do Executivo Federal, o vereador do Rio, Carlos Bolsonaro (PSC). 

Celeuma entre Bivar e Bolsonaro

Na semana passada, após o indiciamento do ministro do Turismo diante do eventual 'laranjal' do PSL, um desentendimento entre Jair Bolsonaro e Luciano Bivar veio à tona depois que o presidente da República orientou um dos seus apoiadores a esquecer o partido e afirmar que o deputado federal estava "queimado para caramba".  

As declarações geraram reação crítica de Bivar e especulações de um desembarque de Jair Bolsonaro do PSL, o que ainda não chegou a acontecer oficialmente, mas o presidente solicitou uma auditoria nas contas internas do partido.  

Um casal é suspeito de vender atestados e receituários médicos falsos. A dupla, formada por uma nutricionista e um estudante de farmácia, estaria cometendo o crime há dois anos. O caso ocorreu em Londrina, no Paraná.

A Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência do casal. Durante as buscas, houve apreensão de dezenas de atestados e receituários falsos, além de documentos, celulares e notebooks.

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Segundo a investigação, os suspeitos utilizavam atestados verdadeiros, obtidos tanto do setor público quanto do privado, para emitir os documentos falsos. Eles possuíam carimbos com nomes de médicos registrados no Conselho Regional de Medicina do Paraná. A polícia ainda investiga se os carimbos são furtados ou fabricados pelo casal.

Os atestados eram vendidos por valores entre R$ 50 e R$ 150. Os receituários eram comercializados por valor superior, não informado.

 

Em apenas três dias de operação, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) recolheu 52 veículos irregulares em Caruaru e nos municípios vizinhos, no Agreste de Pernambuco. Da sexta-feira (11) ao domingo (13) também foram registrados três acidentes com cinco feridos nas BRs 232 e 104.

A Operação Aparecida totalizou 503 autuações por irregularidades. Dentre elas, 140 por ultrapassagens indevidas, 25 por não uso de equipamentos de segurança como o cinto, capacete e cadeirinha para crianças.

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) autuou 45 ambulâncias em Pernambuco por diversas irregularidades. A Operação Asclépio, em alusão ao deus grego da medicina, foi realizada na quinta-feira (10), quando é celebrado o Dia Nacional do Condutor de Ambulância.

Entre as infrações, destacam-se a ausência de curso para Condução de Veículos de Emergência (CVE), licenciamento atrasado, mau estado de conservação dos pneus, excesso de lotação e falta de equipamentos obrigatórios. Foram fiscalizadas 48 ambulâncias.

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Segundo a PRF, os veículos que transportavam doentes e tinham condições de trafegar sem riscos foram autuados e liberados para posterior regularização.

 

A Polícia Federal erradicou cerca de 248 mil pés de maconha, 123 plantios, 131 mil mudas da planta e apreendeu 90 kg da droga pronta para consumo no Sertão de Pernambuco na Operação Facheiro IV. Parte da plantação de maconha estava escondida em meio a bananeiras.

Ao longo da operação, que ocorreu entre os dias 23 de setembro e dois de outubro, cinco pessoas foram presas. A ação ocorreu nos municípios de Orocó, Cabrobó, Belém do São Francisco, Santa Maria da Boa Vista, Salgueiro, Carnaubeira da Penha, Serra Talhada, Betânia, Parnamirim, Ibó e Floresta.

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Participaram 40 policiais federais e militares. A Facheiro IV contou com incursões terrestres, aéreas e fluviais. De acordo com a Polícia Federal, seria possível produzir 83 toneladas de maconha com os 248 mil pés da droga erradicados.

 

A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro deflagraram nesta quarta-feira (2) uma operação conjunta para desarticular um grupo criminoso envolvido com a venda de drogas ilícitas e com roubo e receptação de cargas. O objetivo dos agentes é cumprir 15 mandados de prisão preventiva e, até o fim da manhã, dez pessoas tinham sido presas.

O grupo, que atua na região da Pavuna, Costa Barros, Jardim América Barros Filho e adjacências, na zona norte do Rio de Janeiro, também é acusado da comercialização de bebida alcoólica adulterada, porte de arma de uso restrito, comércio ilegal de arma de fogo e corrupção ativa.

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De acordo com o Ministério Público, as investigações tiveram origem nas informações contidas em caderno de anotações da quadrilha, apreendido durante uma operação da Polícia Militar no Complexo de Favelas do Chapadão, em Costa Barros, no ano de 2017.

Ainda segundo as apurações, os criminosos praticavam o roubo de cargas como forma de conseguir dinheiro para financiar a compra de armas e drogas, e em apenas seis ações teriam roubado carregamentos no valor de cerca de R$ 850 mil.

Ainda de acordo com o MP, outra prática da quadrilha era a corrupção de policiais militares através do pagamento de propina, para que os agentes deixassem de reprimir as atividades criminosas praticadas pelo bando.

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Após operação da Polícia Federal (PF), cinco empresas de segurança privada suspenderam as atividades em Pernambuco. Elas prestavam serviço de forma clandestina, pois não tinham documentação necessária para atuar. A ação ocorreu na última quinta-feira (26) e sábado (27), nos municípios de Recife, Paulista, no Grande Recife, e em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco.

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As empresas prestavam serviço em escola, farmácia e até condomínio. Elas não dispunham do ofício de autorização e regulamentação de profissionais emitido pela PF. Em duas, policiais militares aposentados em atuavam de forma irregular.

Em Pernambuco, a PF apreendeu  quatro rádios, três tonfas, um colete, uma faca inoxidável, um spray de pimenta e um revólver 38.  Um homem foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, e pode ficar preso de dois a quatro anos.

A operação ocorreu de forma simultânea em várias localidades do país e fiscalizou 318 empresas, com intuito de combater a segurança privada clandestina e coibir o porte ilegal de arma de fogo.

Sob a guarda do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, a Polícia Federal (PF) registrou, entre janeiro e junho, 204 operações. O número é o menor para o período desde 2014. O levantamento foi divulgado, nesta segunda-feira (30), pelo jornal Folha de São Paulo.

Os dados foram disponibilizados pela própria PF. Por outro lado, mesmo com a queda, o número de investigações e os valores dos bens apreendidos de 2018 para 2019 aumentaram. 

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De acordo com os números apresentados pela reportagem, entre 2009 e 2019, o pico de produtividade da PF foi no semestre anterior ao da estreia de Moro no governo de Jair Bolsonaro. Foram 360 ações no segundo semestre de 2018. Já na primeira metade do ano passado, foram 269 operações. 

Os primeiros seis meses do governo Bolsonaro só perdem para o mesmo período de 2014, quando houve 178 operações. 

Explicação - Segundo a PF, a queda se deu por vários fatores, entre eles a redução de 10% do efetivo policial ativo desde 2016. E salientou que outros indicadores apontam o alto desempenho da polícia, como a quantidade de apreensões. 

Por sua vez, o Ministério da Justiça, em nota, disse que cada operação "tem a sua própria marcha, a depender da complexidade do caso, do número de investigados, do conjunto probatório a ser proibido e das inúmeras outras variáveis que o objeto da investigação impõe".

A Polícia Federal (PF) realizou na tarde desta sexta-feira (27) uma ação de busca e apreensão na casa e no escritório do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, em Brasília. As buscas foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e ocorreram após Janot afirmar, em entrevista, que chegou a ir armado com um revólver ao STF com a intenção de matar o ministro Gilmar Mendes e depois se suicidar. O fato teria ocorrido 2017.

Mais cedo, ao tomar conhecimento das declarações, Gilmar Mendes pediu a Moraes, que é relator de um inquérito que investiga fake news e ofensas contra a Corte, a suspensão do porte de arma de Janot e a proibição de sua entrada no STF.

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O episódio é narrado por Janot no livro que lança esta semana, Nada Menos que Tudo, porém sem citar o nome de Gilmar Mendes. O ex-PGR, entretanto, resolveu agora revelar a quem se referia. O nome de Mendes foi citado em entrevista à imprensa.

“Num dos momentos de dor aguda, de ira cega, botei uma pistola carregada na cintura e por muito pouco não descarreguei na cabeça de uma autoridade de língua ferina que, em meio àquela algaravia orquestrada pelos investigados, resolvera fazer graça com minha filha”, escreve Janot no livro.

Em 2017, circulou na imprensa a informação de que a filha de Janot, Letícia Ladeira Monteiro de Barros, defendia a empreiteira OAS, envolvida na Lava Jato, em processos no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O ex-PGR atribuiu a divulgação da informação a Mendes e, por isso, cogitou matá-lo, segundo o relato.

Em nota, Mendes declarou que Rodrigo Janot é “um potencial facínora” e questionou a forma como é feita a escolha do ocupante do cargo.

Rodrigo Janot foi procurador-geral da República por dois mandatos de dois anos, de 2013 a 2017. As duas indicações foram feitas pela então presidente Dilma Rousseff, após ele ter ficado em primeiro na lista tríplice elaborada por membros do Ministério Público. Nas duas ocasiões, Janot foi sabatinado e aprovado pelo Senado.

 

Quatro pessoas morreram e outras três ficaram feridas, incluindo um policial, durante operação da Polícia Militar na favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio, realizada desde as primeiras horas desta segunda-feira, 16. Não há informações sobre presos.

Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, seis feridos foram levados no início da manhã para o Hospital Salgado Filho. Quatro deles chegaram já sem vida.

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Outro ferido passava por cirurgia durante a tarde e seu estado de saúde era considerado grave. A outra sobrevivente tinha quadro estável. Além desses, um policial militar foi atingido por estilhaços.

Uma pistola, um rádio transmissor e um fuzil foram apreendidos na operação.

Em julho, 194 pessoas morreram em ações envolvendo policiais no Estado do Rio, segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), o maior número da série histórica. A estatística de letalidade começou a ser contabilizada há 21 anos, em 1998.

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