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Entre memórias, histórias reais misturadas com a ficção e situações que seriam cômicas se não fossem trágicas, o Grupo de Teatro Trupe Teia apresenta o espetáculo “Brincádiquê”, montagem que se cria e se apresenta pelas ruas da periferia de Belém, especificamente nos bairros do Jurunas, Guamá e Terra Firme. Com poesia, comicidade e palhaçaria, o espetáculo quebra rotinas de espaços tradicionais dos bairros para discutir o direito à cidade, acesso à cultura e à cidadania.

A partir das linguagens da palhaçaria, da brincadeira de rua e bebendo na fonte da cultura popular, o espetáculo se define como teatro de cortejo, linha de pesquisa e de atuação em que o grupo Trupe Teia desenvolve desde 2021. “Brincádiquê” é um espetáculo brincante para todos os públicos, mas especialmente para os que moram nas periferias e sentem diariamente o que é viver na cidade mas não acessá-la.

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Para Alana Lima, uma das coordenadoras e atriz do projeto, o centro da cidade é cheio de programações culturais, mas infelizmente a periferia carece de acesso à cultura. “A gente trabalha e mora na periferia e muitos dos nossos indutores de criação partem da relação com os bairros. Pra gente não faz sentido ir pro centro apresentar algo que é criado a partir da periferia e pra ela. Nós queremos, junto com tantos outros movimentos culturais e sociais periféricos, construir uma cultura de acesso ao teatro e de formação de plateia com pessoas pretas, periféricas, que muitas vezes nunca assistiram a um espetáculo”, explica Alana.

“Brincádiquê” apresenta críticas sociais por meio das diversas histórias reais do dia a dia da comunidade que serão misturadas com a ficção, comicidade e a palhaçaria, linguagem que está presente em todos os espetáculos do grupo. “A gente junta um pouco das nossas próprias histórias com o que ouvimos de amigos, vizinhos, parceiros e pessoas que nos cederam seus relatos para a pesquisa. São histórias de quem nasceu e cresceu no Guamá, Jurunas e tantas outras periferias. Há histórias com profundas críticas sociais e outras com uma relação bem sensível com o território e a cidade”, afirma a atriz e produtora Alana.

Os artistas foram para as ruas de Belém conversar com moradores e vivenciar os bairros. “Durante o processo de criação, a gente conversou com os moradores, e tudo isso foi base para a criação dos personagens que vão ser apresentados, sempre com diálogo com a comunidade e com a rua”, enfatizou a atriz Victoria Myuke.

O Espetáculo “Brincádiquê” foi selecionado pelo Prêmio FCP de incentivo à arte e à cultura 2022.

Sobre os realizadores

A Trupe Teia é um coletivo que desde 2019 desenvolve pesquisa e atuação em palhaçaria e teatro de rua nas periferias e comunidades de Belém, em especial o bairro do Guamá. Em 2021 começam a focar na pesquisa do Teatro de Cortejo enquanto uma linguagem cênica de rua que mescla a musicalidade da cultura popular e as comicidades das periferias. Entre os principais trabalhos da Trupe está o Projeto Biketeca, de 2021, uma biblioteca na bike que circula pelo bairro do Guamá distribuindo livros e desenvolvendo ações cênicas de rua.

Serviço

“Espetáculo Brincádiquê“.

14/11 - 17h30 - Passagem Limoeiro - Jurunas

15/11 - 9h - Biblioteca do Tucum - Guamá/Terra Firme

15/11 - 20h - Praça Benedito Monteiro - Guamá

19/11 - 17h - Praça Helena Dias – Jurunas

Entrada Gratuita.

Por Ariela Motizuki, da assessoria do evento.

 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) usou o Twitter, nesta quinta-feira (6), para ironizar os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, que investiga, entre outras coisas, a eventual omissão do Governo Federal contra a proliferação do novo coronavírus no país. 

Na publicação, filho "03" do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que "os palhaços estão com inveja desta CPI". 

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A declaração do parlamentar ocorre no dia em que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, depôs sobre o andamento da gestão da pasta. Durante a oitiva, os senadores subiram o tom das perguntas para Queiroga, que foi evasivo nas respostas. Também já falaram na CPI os ex-ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.

Três irmãos, vindos de uma família de artistas circenses, precisam colocar em prática suas habilidades (ou a falta delas) para dar continuidade ao negócio da família, mesclando números que envolvem acrobacias, mágica e dança. Este é o mote do espetáculo “Os inigualáveis Hermanos Silva e o Circo Provisório”, contemplado com o Prêmio Rede Virtual de Arte e Cultura 2020, da Fundação Cultural do Pará - FCP, que será apresentado nesta sexta-feira (12) pelo Grupo Folhas de Papel, em seu perfil no Instagram @grupofolhasdepapel.

A partir das vivências dos artistas que integram o grupo, nas ruas de Belém e redondezas, surgiu o espetáculo. A mistura entre as linguagens do circo, palhaçaria e teatro, as quais dão o tom da encenação, ganhou formas concretas com as oficinas com Fernando Sampaio, do Grupo La Mínima, do projeto Palhaços sem Fronteiras e da formação dos três integrantes do Grupo Folhas de Papel.

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Formado pelos artistas Assucena Pereira (professora, atriz e palhaça), AJ Takashi (palhaço e dublador) e Tais Sawaki (atriz e palhaça), o grupo trabalha com a comicidade de forma política, desconstruindo as relações de opressões dentro desse universo. Levando o cômico às ruas de Belém e municípios, os artistas seguem fazendo projetos independentes de fomentação à cultura e formação de público, estabelecendo uma troca de risos, sensações e reflexões com a comunidade.

Serviço

Espetáculo “Os inigualáveis Hermanos Silva e o Circo Provisório”

Data: 12 de fevereiro

Local: Instagram do Grupo Folhas de Papel – @grupofolhasdepapel

Horário: 19h

FICHA TÉCNICA

Palhaços:

AJ Takashi

Assucena Pereira

Tais Sawaki

Sonoplastia: AJ Takashi

Iluminação: Bolyvar Melo

Fotografia: Danielle Cascaes

Por Lucas Corrêa.

Uma trupe de palhaços foi presa após sequestrar uma menina de sete anos, em Las Palmas, no município de Nezahualcoyotl, no México. Além da caracterização, eles utilizaram uma motocicleta colorida para atrair a criança.

Os três suspeitos: Ulysses Leonardo, de 25 anos; Angel Iván, 24; e Gerardo Arturo, 35, vestiram-se com roupas coloridas e pintaram o rosto, uma alusão aos palhaços. "Estamos carregando o pacote", dizia a mensagem enviada pelo grupo a um destinatário desconhecido, após capturar a vítima.

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A mãe da garota pediu ajuda aos vizinhos e chamou a polícia. Os 'palhaços' foram capturados alguns minutos após o sequestro, próximo ao local do crime na última quinta-feira (23). A menina foi resgatada e as autoridades investigam a motivação do sequestro, apontou o portal Uno.

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O trabalho voluntário, como o próprio nome diz, é uma atividade sem remuneração. O voluntariado dedica tempo para ajudar outras pessoas. Podem ser em hospitais, creches, asilos ou por meio de doação de alimentos. A Trupe dos Palhaços Curativos se empenha nesse trabalho de uma forma diferente e descontraída.

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A Trupe é um grupo de jovens que promove ações sociais com o objetivo levar felicidade e afeto por meio da arte da palhaçaria, fazendo do amor um curativo. O projeto começou como trabalho de conclusão de curso da graduação da universitária Isadora Lourenço – mestranda em Artes pela UFPA (Universidade Federal do Pará) e já existe há mais de três anos. 

Inicialmente, a ideia principal era levar a arte e o afeto para o ambiente hospitalar. Até hoje são realizadas as visitas semanais aos hospitais de Belém. No entanto, o projeto ganhou novos integrantes de várias áreas profissionais, e a vontade de se expandir gerou mais duas ações: uma, denominada “Tem Palhaço na Rua”, atende pessoas em situação de rua, na Região Metropolitana de Belém, com a distribuição de donativos uma vez no mês;  e o “Rio de Risos”, que ocorre a cada seis meses em comunidades ribeirinhas com a doação de cestas básicas.

A ação do “Tem palhaço na rua” abre um novo horizonte. Estar em uma noite de sábado em uma concentração em frente ao Theatro da Paz, no centro de Belém, caracterizado de palhaço, já causa um impacto. O grupo avisa o dia da ação algumas semanas antes, pelas redes sociais, e outras pessoas interessadas podem contribuir e até mesmo participar da ação. Esse foi o meu caso. Entrei em contato com o grupo e me senti muito acolhida. Na concentração, com todos reunidos, é feita a divisão dos carros e o roteiro a ser seguido.

Os lugares visitados são a praça Waldemar Henrique, o Mercado do Ver-o-Peso, a calçada em frente às lojas Americanas da praça da República e o Mercado de São Brás. Em uma noite são distribuídas mais de 100 marmitas. Para a realização da ação é feito todo um planejamento para a arrecadação de alimentos não perecíveis, descartáveis, garrafas de água, polpa de suco e até mesmo a doação de dinheiro. No dia da ação, a Trupe se reúne algumas horas antes na casa de um dos integrantes para preparar as comidas e organizá-las nos carros.

O trabalho do grupo não se resume apenas à distribuição de donativos. Eles vão a pontos específicos, todos vestidos de palhaço, para oferecer uma forma de terapia e descontração para as pessoas. Cada integrante do grupo incorpora um personagem e tem um nome diferente, e isso ajuda muito para ter um diálogo mais descontraído com quem vive na rua.

A ação é feita à noite, por ser o horário em que as pessoas em situação de vulnerabilidade retornam para seus espaços de dormitório. Ao longo do dia, todos se dispersam. Geralmente, dormem perto de pontos turísticos, órgãos do governo ou em prédios abandonados, e principalmente em grupos, por uma questão de segurança.

A estudante de jornalismo Jaquelliny Lopes Barra, 23 anos, integra o grupo há cerca de seis meses, mas já participava das ações esporadicamente com a irmã, que fazia parte da Trupe. Ela conta que um dos motivos que a tornaram efetiva no grupo foi o trabalho com afeto. “Não é preciso a gente ter muita grana pra doar um pouco do nosso tempo e afeto. Todo ser humano precisa de um pouco de atenção e carinho. E essas pessoas estão em situação de vulnerabilidade, à mercê de qualquer coisa. É isso que me move; se eu puder ajudar, eu vou ajudar”, disse.

A estudante também explica que a caracterização de palhaços é uma questão de aproximação e empatia com o próximo. “O palhaço quebra uma barreira. E não tem nada tão fácil de fazer uma pessoa rir do que o excesso, daí a gente decidiu ser palhaço, porque é uma das melhores formas de transmitir afeto e tirar alguma risada. Pode ser a única risada daquela pessoa naquele dia. Isso aí já ganha um mês pra gente”, conta Jaquelliny.

A estudante relata que sempre teve uma visão muito crítica da sociedade, sempre achou que ninguém está na rua porque quer. Para ela, ajudar essas pessoas é escutar e não fazer julgamentos a respeito dessa condição de vida. Hoje, ela diz ter muito mais empatia do que antes. “Eu consigo entender o que elas passam, eu consigo entender que não é nada fácil, que eu já sabia que não era fácil, mas viver a experiência, viver um pouquinho da realidade delas é muito diferente. Hoje eu consigo entender muito mais elas do que antes.”

Jaquelliny aponta dificuldades. A pior delas, registra, como um desabafo pessoal, é não saber lidar com o não. “Às vezes a gente chega com uma pessoa em situação de rua, por exemplo, e ele não quer falar, ele tem o direito de escolha, muitas vezes a gente não sabe lidar com esse não. Porque estamos lá para ajudar.” Outro problema é a falta de alimentos. “As pessoas têm muito mais facilidade pra comprar um presente de Natal do que doar um alimento. Eu não consigo imaginar como dizer não pra alguém que precisa, acho que essa é a maior dificuldade de receber um não assim”, diz. “Eu não acho que a gente vai mudar a vida de todas essas pessoas ou resolver a vida delas. Mas eu quero pelo menos fazer a diferença naquele dia, para que aquelas pessoas possam ter o acesso a poder rir, que é um direito que todo mundo tem, que não deveria ser negado. Eu quero que elas tenham direito a afeto, a amor, principalmente isso.”

Em minha primeira ação com a Trupe, no dia 22 de setembro de 2018, um rapaz jovem, que deveria ter seus 25 anos, nos abordou desesperadamente pedindo ajuda. Disse que queria sair das drogas e queria imediatamente ser levado para uma clínica de reabilitação. O grupo se reuniu e começou a ligar, até conseguir espaço em uma casa localizada no município de Benevides, a 30 quilômetros de Belém. O dinheiro arrecadado pagou o combustível para a viagem. A Trupe não pensou duas vezes em ajudar.

Reportagem: Trayce Melo.

Edição de texto: Antonio Carlos Pimentel.

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Os Doutores da Alegria realizam neste domingo (30), o 5º Bobociclismo, em comemoração aos 15 anos de atuação no Recife. O passeio ciclístico se concentra às 8h30 no Parque da Jaqueira em frente ao Econúcleo e tem a saída marcada para as 9h30.

Às 13h, eles inauguram sua exposição de fotos, Doutores da Alegria Recife | 15 Anos - A máscara do palhaço inserida no ambiente hospitalar, que estará aberta a visitação na Avenida Rio Branco, até as 17h. Com curadoria da fotógrafa e professora Renata Victor, a mostra reúne 15 imagens de fotógrafos que acompanharam o Doutores da Alegria durante todos esses anos de atuação continua.

O grupo Doutores da Felicidade, com os 13 palhaços que integram o trabalho no Recife, atua visitando os hospitais da Restauração, Barão de Lucena, Hospital Universitário Oswaldo Cruz e Procape e o Instituto De Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip) e ainda alcança mais pessoas através de espetáculos e intervenções urbanas.

Serviço

5º Bobociclismo e Exposição Doutores da Alegria Recife 15 Anos

30/09 - Domingo

Concentração às 8h30 e Saída às 9h30,

Econúcleo – Parque da Jaqueira

Exposição Doutores da Alegria Recife 15 Anos

30/09 – Domingo às 13h às 17h

Avenida Rio Branco – Recife

 Por Denise Siqueira

O filme ‘ It: A Coisa’, que estreia em setembro, está causando tumulto para os palhaços da vida real. O filme de terror vem atrapalhando o trabalho de entretenimento feito por esses profissionais, segundo a Associação Mundial de Palhaços (World Clown Association). Em nota oficial, o órgão escreveu que os filmes de terror como o baseado na obra de Stephen King “estão pegando algo inocente e sadio e pervertendo isso para criar medo na audiência”, o que tem prejudicado a imagem dos palhaços e feito com que eles percam empregos.

O documento foi escrito para servir de kit para imprensa em prol dos palhaços ‘reais’ antes do lançamento do longa. Nele, a associação pede que as pessoas saibam diferenciar uma figura de terror vestida como palhaço de um palhaço da vida real, que leva alegria aos lugares. Na publicação são feitas comparações com filmes como ‘Sexta-feira 13’, em que o personagem usa uma mascara de hockey não representa um real atleta do esporte.

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Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a representante da World Clown Association Pam Moody relata alguns casos em que a imagem de horror criada ao redor dos palhaços teve conseqüências negativas na vida desses profissionais. “Pessoas tiveram suas apresentações em escolas e livrarias canceladas. Isso é muito infeliz. O público para o qual estamos tentando enviar uma mensagem positiva não está recebendo’. Em outro relato, ela conta que a polícia foi chamada por um morador que estranhou um palhaço que havia chegado mais cedo para a festa que iria trabalhar.

Stephen King, autor de ‘It’, se pronunciou publicamente sobre o caso, e pediu desculpas, mas se isentou de culpa. “Os palhaços estão bravos comigo. Desculpe , a maioria são maravilhosos, mas... Crianças sempre tiveram medo de palhaços. Não mate o mensageiro pela mensagem”, escreveu em seu Twitter.

Uma onda de palhaços assustadores vem ganhando vários cantos do mundo. Porém, muitas histórias não passam de brincadeiras, apesar das aparições que causam medo. Mas na noite dessa sexta-feira (21), em Caruaru, um caso real quase terminou em morte.

De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Militar de Pernambuco, um rapaz foi assaltado por duas pessoas vestidas de palhaço, por volta das 19h. O caso aconteceu no Sítio Lagoa da Pedra, Zona Rural de Caruaru, no Agreste do Estado. Ainda segundo a PM, a vítima sofreu um tiro. 

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A Polícia informou ainda que o rapaz baleado teve o celular roubado, o que caracteriza tentativa de latrocínio. Ele foi socorrido para a Unidade de Saúde Santa Efigênia, entretanto não há mais detalhes, por enquanto, do seu estado de saúde. A identidade da vítima não foi revelada pelas autoridades.

Os suspeitos ainda não foram identificados, porém, a PM informa que, nas últimas horas, nenhum caso semelhante aconteceu em Caruaru. Ainda segundo a Polícia Militar, várias rondas estão sendo realizadas em busca dos suspeitos, bem como a Polícia Civil deve investigar o caso.

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Bandidos usando máscaras de palhaço renderam a família do caseiro e assaltaram um sítio na Rodovia David Eid (SP-381), nesta quarta-feira, 19, em Lins, no interior de São Paulo. As vítimas - o caseiro, sua mulher e um filho - foram amarradas e mantidas reféns durante sete horas. Durante o assalto, três amigos da família chegaram ao local e também foram tomados como reféns.

O bando roubou vinte cabeças de gado, o carro do casal, R$ 2,4 mil em dinheiro, três celulares e eletrodomésticos da propriedade. As vítimas conseguiram se livrar somente após a fuga dos criminosos.

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De acordo com a Polícia Civil, pelo menos quatro homens participaram do assalto - dois deles usavam as máscaras. O bando usou um caminhão "boiadeiro" para carregar o gado. A polícia requisitou imagens de câmeras instaladas em rodovias da região.

Até o início da tarde desta quinta-feira, 20, ninguém tinha sido preso.

Furto e roubo de gado estão se tornando crimes comuns no interior. No último dia 7, ladrões invadiram o Instituto de Zootecnia, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, em Nova Odessa, e levaram 44 novilhas usadas em pesquisas sobre a qualidade do leite. A Polícia Civil recuperou 31 animais.

O fenômeno dos palhaços sinistros, criado nos Estados Unidos, chegou à Suécia, onde um jovem foi esfaqueado por uma pessoa que usava uma máscara de palhaço, informou a polícia nesta sexta-feira.

"Um homem nascido em 1997 foi esfaqueado nas costas por um desconhecido, que fugiu correndo", afirmou a polícia do condado de Halland (sul).

Ninguém foi detido, mas o indivíduo, segundo a descrição, utilizava "uma máscara de palhaço".

O incidente é o mais recente de uma lista de atos similares, que alimentam o medo.

Na quarta-feira uma jovem foi ameaçada de morte por dois homens vestidos de palhaços na região central da Suécia, o que eleva a três o número de agressões do tipo nesta área do país.

O ministro do Interior, Anders Ygeman, pediu à população que mantenha a calma.

O medo provocado por estes palhaços agressivos e sinistros, observados nos Estados Unidos e na Europa há alguns meses, é particularmente alimentado pelas redes sociais.

A “Trupe Palhaços Curativos” é um conjunto de artistas de Belém que leva alegria para as pessoas com cenas e brincadeiras realizadas em lugares de difícil contato com a arte, como o hospital. O grupo surgiu em março de 2015, a partir da realização prática de um TCC (trabalho de conclusão de curso) em licenciatura plena em artes, da estudante Isadora Lourenço. Ela começou a trabalhar dentro de outros espaços que não fosse o teatro, com a ajuda inicialmente de dois amigos de curso, Kahwana e Leonardo. Em seguida entrou em contato com pessoas de outros cursos, como terapia ocupacional e história.

As primeiras ações foram feitas no Hospital de Clínicas Gaspar Vianna e são realizadas até hoje neste local todos os domingos. Os palhaços vão de leito em leito chamando as crianças para reuni-las em um lugar no hospital, no qual são feitas brincadeiras, encenações engraçadas, entre outras coisas.

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De acordo com a Isadora, as crianças são muito receptivas e contam os dias para a volta da trupe. Na maioria das vezes são as mães que acompanham os filhos e o grupo tenta manter contato com elas fora do hospital, disse a idealizadora do grupo. “Uma criança me abraçou após eu ter ficado duas semanas distante. O nome dela era Grazi, uma menina muito querida e muito amada por mim. Essa foi a última vez que eu a vi, porque depois dessa ação ela faleceu e eu não pude mais encontrá-la”, relatou Isadora. A estudante diz que sua maior recompensa é saber que está se movimentando para fazer alguma diferença na sociedade em que vive, fazendo o bem para outras pessoas através da arte.

O grupo já participou como convidado em uma ação da ONG Flores de Kahlo, na Praça da República. Na Casa de Plácido, após o círio das crianças, e na cidade de Benevides. Hoje a trupe conta com 22 pessoas no total, sendo 19 palhaços e três pessoas de apoio. 

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Uma onda de ataques de palhaços agressivos tem espalhado o terror na França, onde a polícia deteve, neste sábado, 14 adolescentes disfarçados de 'clowns' armados de pistolas, facas e tacos de beisebol na cidade de Agde (sul), segundo uma fonte policial.

O fenômeno dos palhaços agressivos, que se propaga pelo Facebook, começou no norte da França, onde um jovem de 19 anos foi condenado na semana passada a seis meses de prisão, com direito a sursis, por aterrorizar vários pedestres vestidos de palhaço e armado com um pau em formato de faca.

Pelo Twitter, a polícia francesa denunciou, na sexta-feira, "o fenômeno dos palhaços maléficos" e destacou que, "desde meados de outubro", a população está preocupada com um "boato baseado em vídeos da internet" sobre a "presença de palhaços ameaçadores e agressivos na França".

Apesar desta advertência, o fim de semana foi registrado no sul da França, concretamente no departamento (estado) de Hérault, vários ataques, que implicavam supostos clowns.

Em Agde, testemunhas advertiram à polícia sobre a presença de um grupo de 14 palhaços armados em um estacionamento, que foram detidos no sábado antes de ser postos em liberdade no domingo.

Em Montpellier (sul), um pedestre de 35 anos levou 30 golpes com uma barra de ferro na madrugada de domingo de um homem, caracterizado de palhaço, que foi detido com dois cúmplices, informou uma fonte policial.

Em outros três cidades da mesma região, três motoristas vítimas de "palhaços que semeavam o terror" na noite de sábado denunciaram os fatos, indicou a gendarmeria.

Em sua declaração à polícia, um jovem disfarçado de "palhaço agressivo", que danificou na sexta-feira o veículo de um motorista em Marselha, afirmou ter aderido à moda dos "palhaços que atacam" e sua propaganda nas redes sociais.

O fenômeno se estendeu também a Reino Unido e Estados Unidos, onde em breve será celebrada a festa do Halloween, caracterizada por fantasias aterrorizantes.

O aniversário de 11 anos de atuação da ONG Doutores da Alegria em Pernambuco será comemorado dando uma voltinha pelo Recife. No próximo domingo (28), que também marca o Dia Estadual dos Doutores da Alegria (data instituída pela Assembleia Legislativa do Estado), o grupo promove o "Bobociclismo", passeio ciclístico que sai da Praça Oswaldo Cruz (Boa Vista) às 8h30.

Na concentração os participantes farão um alongamento de palhaços e depois seguem em cortejo até a Praça da República. Durante a parada, os palhaços darão um abraço simbólico no baobá centenário da praça e também farão improvisos. Depois o passeio segue para o Marco Zero.

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O ponto alto da ação é a palhaçada e também a torta na cara, já que oito crianças irão celebrar o novo ano dos Doutores da Alegria dando torta na cara dos palhaços. 

Atualmente quatro hospitais públicos do Recife recebem a visita de uma dupla de palhaços dos Doutores da Alegria duas vezes na semana. “O jogo do palhaço convida à participação o tempo inteiro. Dentro disso, precisamos responder aos estímulos que recebemos das crianças de modo criativo. Não adianta entrar no quarto do hospital já com uma ideia fixa. É a partir do que a criança oferece que vamos trabalhar”, conta Luciano Pontes, Dr. Lui.

A ONG atua no Brasil há 23 anos e fez mais de 1 milhão de visitas a crianças em leitos hospitalares com grupos formados por atores profissionais utilizando o humor como forma de levar diversão e alívio. Os recursos financeiros do grupo são obtidos por patrocínio, doações e parcerias com empresas. 

Serviço

Bobociclismo - Aniversário dos Doutores da Alegria
domingo (28 de setembro) | 8h30
Praça Oswaldo Cruz (concentração)
Gratuito

Começa nesta quinta-feira (20), às 15h, a IV Mostra Marco Camarotti para a Infância e Juventude, no Sesc Santo Amaro. Em 2014, a mostra homenageia os palhaços que atuam na cena teatral de Pernambuco, apresentando diversos espetáculos que usam da linguagem do clown.

Os shows Tarde dos PalhaçosNoite dos Palhaços abrem o evento. Os dois reúnem as melhores performances de artistas pernambucanos que pesquisam e usam em suas apresentações a linguagem do palhaço. Entre os 14 espetáculos programados, dois deles serão encenados pelos Doutores da Alegria e um único trabalho convidado não é de Pernambuco. É o Estação dos Contos, do grupo Estação Teatro, de Natal (RN).

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Além das peças teatrais, a Mostra Marco Camarotti conta com rodas de conversa sobre o ensino do teatro na educação infantil e produção teatral para infância, oficinas de palhaços e contação de histórias. A programação completa está na página da Mostra Marco Camarotti.

Serviço

IV Mostra Marco Camarotti para a Infância e Juventude

20 de março a 13 de abril

Teatro Marco Camarotti, Sesc Santo Amaro (Rua do Pombal, s/nº - Santo Amaro)

R$ 10 e R$ 5 (meia)

(81) 3216 1728

Entrada gratuita para escolas públicas previamente agendadas

*por Barbara Brandão

O grupo paulista de teatro Parlapatões apresenta a trajetória de 22 anos da equipe em show cômico circense no Recife. Intitulado Parlapatões Clássicos do Circo, o espetáculo é encenado na Caixa Cultural Recife de quinta (13) a sábado (15), sempre às 19h30, exceto a sessão extra do sábado às 17h. Os ingressos custam R$ 20 inteira e R$ 10 meia.

O espetáculo infantil traz os principais personagens circenses do grupo Parlapatões, entre eles, o Apresentador do Circo, o Palhaço excêntrico e o Branco. Uma das encenações é uma disputa de pênaltis no Futebol de Palhaços. Também haverá uma coreografia de balé clássico realizada por lutadores de boxe.

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Serviço

Parlapatões Clássicos do Circo

Quinta (13) a sábado (15) | 19h; sessão extra no sábado às 17h

Caixa Cultural Recife (Avenida Alfredo Lisboa, 505 – Praça do Marco Zero – Bairro do Recife)

R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

(81) 3425 1900

O teatro Milton Baccarelli, no Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco, recebe nesta quarta (20), às 15h30, o workshop Palhestra - O palhaço conta doutores, da ONG Doutores da Alegria.

Ministrado por Arilson Lopes, Eduardo Filho e Juliana de Almeida, que dão vida respectivamente aos doutores besteirologistas Dr.Ado, Dr. Dud Grud e Dra. Baju, o debate faz parte da programação da VII Semana de Cênicas da UFPE. 

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Os palhaços, que em Pernambuco interagem com quatro hospitais, dividindo-se em duplas e enchendo de risadas os corredores dos hospitais Barão de Lucena, Restauração, Oswaldo Cruz/Procape e o Instituto Materno Infantil Professor Fernando Figueira (Imip), contarão com humor cenas de suas vivências e falarão sobre a importância da alegria como um elemento gerador de criatividade e de transformação de obstáculos.

Serviço

'Palhestra' - O palhaço conta Doutores

Quarta (20) | 15h30

Teatro Milton Baccarelli (Centro de Artes e Comunicação, UFPE, Recife)

Gratuito

(81) 3466 2373

Criada pelo fotógrafo franco-italiano Eolo Perfido, a exposição Clownville é uma série de retratos inspirada no fascínio do autor pelo mundo dos palhaços e sua visão do universo circense como metáfora da sociedade, espaço em que se misturam emoções como alegria e tristeza, união e solidão. A mostra intregra a programação do Festival de Circo do Brasil que começa nesta (11) e segue até o domingo (20), com atividades realizadas em vários locais do Recife.

Na mostra, Perfido elege a figura do clown como representante das pessoas comuns: ao mesmo tempo engraçadas e melancólicas, com uma máscara que pode ser trágica, grotesca, ambígua. O resultado são imagens impactantes, que apresentam clowns não convencionais, em situações e expressões que contrastam com o imaginário estabelecido, do palhaço alegre e brincalhão. 

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Clownville conta com inspirações de referências como a produção do cineasta Federico Fellini, com suas atmosferas oníricas, além de alguns personagens do cinema mudo, em particular de Charlie Chaplin e Buster Keaton, com suas maquiagens carregadas e o exagero gestual, necessário para transmitir as emoções. A abertura da exposição acontece nesta sexta (11), das 19h30 às 23h na galeria Janete Costa, localizada no Parque Dona Lindu. 

Serviço

Clownville

Sexta (11) a domingo 13 de outubro

Galeria Janete Costa (Parque Dona Lindu)

Gratuita

terça (15) a domingo (20)

Museu Murillo La Greca (Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 - Parnamirim)

Gratuita

(81) 3355 3129

Entre os dias 11 e 20 de outubro, Recife sedia a 9ª edição do Festival de Circo do Brasil, que acontece em vários locais da cidade com espetáculos em teatros e na rua, além de exposição fotográfica, mostra de filmes e oficinas, entre outras atrações. O festival traz o tema De ponta-cabeça, explorando a capacidade do circo de despertar um jeito leve, diferente e divertido de ver a vida. As atividades acontecem no parque Dona Lindu, museu Murillo La Greca e teatro Santa Isabel.

O festival diversifica sua programação e apresenta diferentes expressões artísticas que se relacionam com o universo circense, trabalhando o tema do circo de forma mais aberta, com exposição fotográfica, lançamento de livro, mostra de filmes, circo teatro e até malabarismo com cabelos e maquiagens. Grandes atrações do circo contemporâneo nacional e internacional, dos estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, e países como Argentina, Bélgica, Espanha, Estados Unidos, França e Itália também integram a programação.

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Este ano, o festival também promove uma interseção com o Parkour, trazendo o vice-campeão mundial, o russo Alexandr Baiturin. Junto com praticantes do Recife, ele vai realizar intervenções em uma estrutura montada no Parque Dona Lindu, no sábado (12) e domingo (13). O espetáculo da companhia L’Immédiat, comandado pelo artista Camille Boitel, traz uma montagem de arte contemporânea, em cartaz de 11 a 13 de outubro no Teatro Luiz Mendonça. Outro destaque é Clownville, uma série de retratos criada pelo fotógrafo franco-italiano Eolo Perfido, com pessoas comuns vestidas de palhaços.  A exposição fica aberta ao público de 11 a 13 de outubro, na Galeria Janete Costa no Parque Dona Lindu e, de 15 a 20, no Museu Murillo La Greca.

Nos dias 12 e 13 de outubro, fim de semana da criança, a programação do festival oferece tardes com apresentações para o público no Parque Dona Lindu. Entre as atrações, destaca-se o Sienta la Cabeza, os clowns argentinos Sebastian Godoy e Nacho Rey; a banda pernambucana de palhaças As Levianinhas; o clown e malabarista italiano Andrea Farnetani; o coletivo franco-brasileiro de circo contemporâneo Na Esquina; o italiano Andrea Fidelio, misto de DJ, clown e equilibrista; além dos números do espanhol Francisco Rojas (aro Cyr), Irmãos Sabatino (petit volant, SP), Trupe Tangará (tango acrobático, PR), Coletivo Nopok (malabarismo cômico, RJ) e Imaga, da Espanha. 

Serviço

Festival de Circo do Brasil 2013 - De ponta-cabeça

Sexta (11) a 20 de outubro

Parque Dona Lindu, museu Murillo La Greca e teatro Santa Isabel

Gratuito | Exceto os espetáculos realizados em teatros (preço máximo R$ 20)

(81) 3441 1241

Para celebrar os dez anos dos Doutores da Alegria na capital pernambucana, o grupo evai realizar diversas atividades especiais até o mês de dezembro. Neste sábado (28), data instituída pela Assembleia Legislativa de Pernambuco como Dia Estadual dos Doutores da Alegria (a mesma data também é comemorada em São Paulo), será realizada a exibição do documentário Doutores da Alegria – O filme, dirigido por Mara Mourão. A sessão será às 16h, na sede do grupo, que fica localizada no Bairro da Boa Vista, e contará ainda com intervenções artísticas dos doutores besteirologistas. 

O filme conta a história dos Doutores da Alegria através dos relatos dos próprios atores e palhaços envolvidos com o trabalho da ONG, que existe desde 1991. A unidade Recife dos Doutores da Alegria existe desde 2003. Atualmente, quatro hospitais recebem a visita de uma dupla de palhaços duas vezes por semana: Barão de Lucena, Restauração, Oswaldo Cruz/Procape e o Instituto Materno Infantil Professor Fernando Figueira (Imip), todos públicos e com mais de 50 leitos pediátricos. 

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Além das visitas aos hospitais, uma vez por semana, o elenco se reúne para realizar treinamentos e trocar experiências na sede do grupo. O elenco dos Doutores da Alegria Recife é formado por Anderson Machado (Dr. Cavaco), Arilson Lopes (Dr. Ado), Eduardo Filho (Dr. Dud Grud), Enne Marx (Dra. Mary En), Fábio Caio (Dr. Eu Zébio), Juliana de Almeida (Dra. Baju), Luciano Pontes (Dr. Lui), Marcelo Oliveira (Dr. Marmelo), Tâmara Lima (Dra. Tan Tan) e ainda Suenne Sotero (Dra. Suca), Greyce Braga (Dra. Monalisa) e Marcelino Dias (Dr. Micolino).

A sessão é gratuita, mas é preciso se inscrever através dos telefones (81) 3466 2373 ou 3462 0866 ou pelo email doutoresrecife@doutoresdaalegria.org.br

Serviço

Doutores da Alegria – O filme + intervenções dos doutores besteirologistas

Sábado (28) l 16h

Sede dos Doutores da Alegria no Recife (Rua Bispo Cardoso Ayres, 335 - Boa Vista)

Gratuito 

 (81) 3466 2373

Palhaços de todo o Brasil e de oito países farão apresentações de rua, em salas de espetáculo e em comunidades de baixa renda, dentro da programação do Anjos do Picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços, que também promove seminários e debates sobre a função social e política do riso. Um dos destaques é a "palhaceata", grande cortejo cômico formado por todos os palhaços participantes do encontro, que percorrerá ruas do centro do Rio na próxima quarta-feira (7).

Marcada por performances lúdicas e bem-humoradas, a passeata terá como mote uma hipotética greve de palhaços – “Como seria o mundo sem o riso?” é a pergunta provocadora que os palhaços querem fazer com manifestação. Para o encerramento, no dia 11, está programada uma maratona de 12 horas ininterruptas de espetáculos, a Overdoze. O Anjos do Picadeiro é uma realização do grupo Teatro do Anônimo, criado há 25 anos com a preocupação de aprofundar a investigação sobre a arte de fazer rir. Nas nove edições anteriores, o evento reuniu 1.500 artistas e um público de cerca de 120 mil pessoas.

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Confira a programação completa do evento no site oficial do encontro.

A proposta de discutir o humor continua presente na programação deste ano. Nesta terça-feira (6), haverá um debate com a espanhola Pepa Plana, criadora do Festival de Palhaças de Andorra. “Esse é o momento sério do nosso encontro”, diz João Artigos, fundador do Teatro do Anônimo.

Uma das discussões é sobre a situação do circo no Brasil. Para Artigos, o segmento está numa curva ascendente e retomando seu lugar de destaque, mas ainda há muito o que conquistar. “O circo, talvez, seja uma das manifestações artísticas com maior capilaridade no Brasil. Do Oiapoque ao Chuí, você pode encontrar circos grandes ou mambembes percorrendo o país, mas ainda faltam políticas públicas para dar mais condições ao segmento”, diz.

O criador do Anjos do Picadeiro é parte de uma geração que já teve a oportunidade de se formar em técnicas circenses nas escolas especializadas abertas no país. Segundo ele, “isso trouxe para o circo um novo tipo de profissional, diferente daqueles que vinham de famílias circenses tradicionais”.

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