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Durou menos de um dia a promessa feita pelo ex-presidente boliviano Evo Morales ao governo argentino de não falar sobre política enquanto estiver como refugiado na Argentina. Pelo Twitter, Evo criticou a presidente interina, Jeanine Áñez, e sua gestão.

"O governo de Áñez, (Luis Fernando) Camacho e (Carlos) Mesa pretendem voltar ao passado. Eles falam sobre privatizar e entregar nossas empresas estratégicas às transnacionais. Eles estão preparando o retorno do FMI", escreveu. 

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Na quinta-feira, o novo ministro das Relações Exteriores da Argentina, Felipe Solá, disse que o governo argentino não queria Evo "usando" o país para fazer política e campanha eleitoral. (com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Referência no universo cinematográfico, a atriz Jane Fonda não tem papas na língua quando o assunto envolve os direitos humanos. Por dentro das polêmicas da política brasileira, ela resolveu falar sobre o presidente Jair Bolsonaro. Entrevistada pela revista Veja, Fonda condenou a declaração dele de ter acusado o ator Leonardo DiCaprio de promover queimadas na Amazônia.

"É patético. É risível. É uma piada", disse. "Acompanho a política brasileira. Estava em Michigan durante as eleições presidenciais brasileiras, quando Bolsonaro foi eleito. Alguns brasileiros me viram e começaram a chorar ao dizer que ele havia ganhado a disputa presidencial. [...] Eu me senti muito mal. Já passei um tempo no Brasil, amo o país, amo seu povo, e sinto muito que tenha chegado a esse ponto", completou.

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Em um outro momento, Jane Fonda afirmou que Jair Bolsonaro "é um homem que permite as queimadas na Floresta Amazônica em troca de dinheiro, em nome da produção agrícola".

O ex-ministro da Educação nos governos Lula e Dilma Rousseff, Fernando Haddad, foi homenageado com a Medalha do Mérito Farroupilha, a mais alta honraria concedida pelo Parlamento gaúcho.

O deputado Luiz Fernando Mainardi (PT) foi o proponente da outorga, que ocorreu em solenidade no final da manhã desta segunda-feira (9) no Salão Júlio de Castilhos da Assembleia Legislativa.

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Ao saudar o homenageado, Mainardi ressaltou as políticas públicas criadas na gestão de Haddad à frente do Ministério da Educação. “A medalha foi instituída para homenagear cidadãos que tenham contribuído para a sociedade gaúcha. Portanto, saiba que não estás recebendo a medalha porque és mestre, doutor, advogado... Mas sim porque o Rio Grande do Sul deve muito ao teu trabalho no MEC. Talvez nem tu tenhas a dimensão dos teus atos. Vamos refrescar nossas memórias: durante tua gestão, foram mais de 20 mil novas vagas criadas no ensino superior público. Ainda houve a criação da Unipampa e da Universidade Federal da Fronteira Sul, com campus em Passo Fundo, Erechim e Cerro Largo", disse.

Representando a Mesa Diretora, o deputado Valdeci Oliveira (PT) considerou um orgulho entregar a honraria a um professor. “É uma satisfação imensa representar a presidência da Casa do Povo no momento em que homenageamos um professor, alguém com tantos serviços prestados à educação. Quando Haddad era ministro  eu atuava como prefeito em Santa Maria e pude testemunhar o comprometimento da sua gestão com a universidade federal. Não exagero quando digo que, como ministro, acabaste com um velho tabu brasileiro: o de que pobre não frequenta a universidade”.

O agraciado destacou a convivência com o ex-governador do Rio Grande do Sul e ex-ministro da Educação, Tarso Genro. “Aprendi muito no RS com a convivência com o Tarso e sua equipe. Aprendi a reconhecer o valor do povo gaúcho e sua história, suas conquistas, seu brio. Posso afirmar: em um ano e meio como secretário-executivo do MEC, ao lado do Tarso, aprendi mais do que em dez anos em uma universidade. Digo isso porque a política feita por essas pessoas, que querem transformar o país, nos permite viver experiências que nem sempre a universidade proporciona.”

Haddad ainda confessou estar emocionado por receber a honraria. “Quando vemos os números, não imaginamos as pessoas por trás deles. Mas quando pensamos nelas, nas oportunidades que foram oferecidas, isso me emociona. Fico feliz em receber esta homenagem e ver que mudamos a vida de pessoas que não teriam condições sem não tivessem essas oportunidades”.

Com informações da Agência de Notícias ALRS

Nesta segunda-feira (9), é celebrado o Dia Internacional contra a Corrupção, cuja data foi instituída pela Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, assinada pelo Brasil e mais de 100 países em 2003. No Brasil, país que está entre as 100 nações mais corruptas do mundo, segundo o ranking Índice de Percepção de Corrupção (CPI – Corruption Perceptions Index), publicado em janeiro deste ano pela ONG Transparência Internacional. A prática de corrupção é associada pelos brasileiros ao campo campo político. Atualmente, dez leis anticorrupção vigoram no país.

A corrupção na sua essência, trata-se das ações de suborno ou qualquer outra em que o objetivo é tirar vantagem em benefício de si próprio ou de outras pessoas. Tal ato, não implica bem-estar da sociedade, afetando setores importantes como a economia, a educação, saúde e segurança. Um exemplo são os “famosos” desvios de verba pública, que independem se o país é democrático ou não. 

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Ainda no caso dos políticos, corromper faz gerar nos povos uma descrença geral nos três poderes - Executivo, Legislativo e Judiciário. De acordo com o Barômetro Global da Corrupção -operado pela ONG Transparência Internacional-, mais da metade dos brasileiros acreditam que a corrupção aumentou no país e cerca de 90% avalia a corrupção como um problema muito maior do que se imagina. Contudo, quando o assunto é a corrupção realizada por pessoas comuns, os dados mostram que se corromper não é característica só dos políticos. 40% da população já recebeu propina em troca de votos e 11% já admitiu ter pagado para poder utilizar serviços públicos.

Na opinião do professor e cientista político Antônio Henrique Lucena, a corrupção, seja feita por políticos ou pelos cidadãos, interfere nas relações de confiança. Há países, segundo ele, cujo nível de corrupção é tão baixo que as pessoas realmente confiam umas nas outras. "Existe um termo técnico chamado 'social trust', que é a confiança social. Um exemplo: aqui no Brasil e outros países da América Latina, é muito comum nos supermercados terem sistemas eletrônicos para evitar furtos e tudo mais. Nos país de alto nível de social trust, como a Noruega, não há absolutamente nada que regule isso, porque o nível de corrupção é muito baixo. É uma sociedade que respeita as regras, que respeita as normas", explica.

A corrupção vai além dos lugares de poder. Pequenos atos do dia a dia como: furar filas de banco, subornar um vendedor, entrar no transporte público sem pagar são todos exemplos de corrupção, os quais as pessoas comuns ou não identificam como sendo corrupção ou se sabem, não admitem que pratica.

Confira o vídeo:

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Novidade nas últimas eleições, deputados que saíram de movimentos políticos ou grupos de renovação apresentam mais projetos, trabalham mais em grupo, gastam menos verba e têm menos faltas do que a média dos parlamentares. Por outro lado, não escapam de algumas práticas consolidadas no Legislativo e propõem uma proporção maior do que a dos colegas de homenagens a categorias profissionais e datas comemorativas. Esses são alguns dos resultados de um raio-x do primeiro ano de atuação de 22 deputados novatos feito pelo jornal O Estado de São Paulo.

A radiografia leva em conta parlamentares que estão no primeiro mandato na Câmara, nunca tiveram outro cargo eletivo e pertencem a pelo menos um dos grupos: RAPS, RenovaBR, Livres, Acredito, MBL, Muitas, Ocupa Política e Vote Nelas. Em média, 42% dos projetos desses novatos são apresentados em conjunto com outros parlamentares. No resto da Câmara, essa taxa é de 16%.

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O deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), que assina mais da metade dos seus projetos com outros parlamentares - muitos deles de outros partidos -, acredita que a disposição para trabalhar em grupo é algo que o diferencia. "É entender que, independentemente de com quem você está falando, trata-se de uma pessoa legitimamente eleita pelo povo", afirmou.

Os deputados ouvidos também apontam a coautoria como estratégia para aumentar a chance de ver uma proposta ser aprovada. "Antes de protocolar, vejo quais deputados teriam alinhamento com o tema e convido eles para serem coautores. Já partimos de um volume maior de deputados apoiando o projeto", disse o deputado Tiago Mitraud (Novo-MG).

Para Tabata Amaral (PDT-SP), a coautoria é uma maneira de driblar a dificuldade inicial de estar no primeiro mandato. "A gente entrou sem padrinhos, sem as pessoas que te puxam, sem o aprendizado que vem com os contatos.", afirmou.

Uma das pautas compartilhadas por deputados do grupo é justamente a elaboração de propostas que alteram o funcionamento dos partidos políticos. Rigoni, Tabata, Marcelo Calero (Cidadania - RJ), Rodrigo Coelho (PSB - SC) e Luiz Flávio Gomes (PSB - SP) assinam, junto com outros colegas, um projeto que força partidos a adotarem mecanismos de transparência e de democracia interna. A falta de participação de filiados na tomada de decisões dos partidos é apontada por especialistas como um dos fatores que contribuiu para a crise de representatividade das legendas.

"Uma questão clássica de partido político é a tendência a se oligarquizar", disse Cláudio Couto, coordenador do mestrado em Gestão e Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). "Se a ideia é renovar, um dos elementos disso é reduzir essa oligarquização dentro das legendas". Segundo Couto, alguns desses políticos têm entrado em conflito com suas siglas por assumir posições que vão contra a orientação partidária, como Tabata e Rigoni. "Então há mais uma razão para que eles tenham esses projetos como uma prioridade."

A presença de caciques políticos e a falta de disposição de diálogo com a juventude também são, segundo analistas, fatores que contribuem para a articulação conjunta. "A política institucional tem forte presença do poder tradicional, especialmente no que tange às questões de gênero e geracional: são preponderantemente homens e mais velhos", afirma o cientista político Rodrigo Prando, professor do Mackenzie.

Agenda Social

Dez dos 24 deputados do grupo assinam o PL 6072/2019, que visa corrigir o valor do Programa Bolsa Família anualmente. O projeto também prevê atualização anual da referência da pobreza e da extrema pobreza no País. O texto faz parte da Agenda Social encabeçada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia e lançada em 19 de novembro. Para Rigoni, trata-se de uma "forma de preencher um gap (espaço) deixado" pelo governo Bolsonaro, o social. "A agenda combate a desigualdade no Brasil, coisa que o governo não tinha demonstrado com clareza."

"Para a gente, era muito importante que o projeto fosse criado e apresentado mostrando que é política de Estado, que não é de um lado ou de outro", disse Tabata.

Em geral, os 22 deputados que saíram de movimentos políticos e de renovação apresentaram uma média de 15 projetos até agora, 25% mais do que a média da Câmara: 12 propostas. No quesito faltas sem justificativas, eles têm uma média de 2,9, enquanto os parlamentares registram 3,8.

Eles apresentam, por outro lado, uma proporção maior de projetos de homenagens que instituem datas comemorativas ou conferem títulos a municípios, por exemplo: 3,4% ante 2,2% do geral da Casa. O levantamento considerou apenas projetos de lei, projetos de lei complementar, projetos lei de conversão ou propostas de emenda à Constituição apresentados entre 1º de fevereiro e 4 de dezembro de 2019.

Gastos

Os deputados dos grupos de renovação gastaram menos da cota parlamentar, mas essa redução se deve principalmente à bancada do Novo, que se posiciona contra o uso do dinheiro público em seus mandatos. Trata-se de uma verba para o custeio de despesas típicas do exercício do mandato parlamentar, como passagens aéreas e conta telefônica. O valor líquido médio gasto por um deputado nesse início de legislatura é de R$ 304.703,31. Entre os parlamentares novatos pesquisados, a média é de R$ 215.340,89 entre os deputados de grupos de renovação.

Os quatro deputados do Novo que integram o grupo - Ganime, Mitraud, Poit, e Lucas Gonzalez (MG) - gastaram R$ 89.796,24, R$ 21.936,54, R$ 53.710,02 e R$ 144.124,93, respectivamente. Nessa faixa, também está Kim Kataguiri (DEM-SP), que usou R$ 123.712,24 da cota.

O recordista

O deputado federal Célio Studart (PV-CE), que não participa de movimentos de renovação, lidera o ranking de deputados com mais propostas em 2019. Ele assinou 187, das quais só uma foi aprovada na íntegra. Os outros parlamentares sugeriram, em média, 12 textos. "Muitos desses projetos são alterações em legislações já vigentes. Na esfera penal, por exemplo, propõem a alteração da pena de um crime. São aperfeiçoamentos", explicou o parlamentar.

Para Studart, o número maior de projetos também aumenta as chances de aprovação. "Alguns ficam travados em comissões, mas outros vão caminhando sem dificuldades."

Quase um terço dos projetos é ligado à causa animal. Ele quer, por exemplo, vetar o uso de chicotes e obter aval para animais domésticos em repartições públicas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Circula nas redes sociais um vídeo em que passageiros de um voo que ia de São Paulo até Porto Alegre hostilizam a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Na hora de desembarcar da aeronave alguns ocupantes cantavam "A sua hora vai chegar", em tom de provocação, ao que a petista não se intimida e responde: “ótimo é o Bolsonaro. Eu sei em quem você defende”. 

O episódio teria acontecido na última quinta-feira (5). Com a continuação das provocações, a ex-presidente diz que os passageiros defendem milícias.

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Na troca de farpas os ocupantes ofendem Dilma, chamando-a de “bandida” e afirmam que ela “quebrou o país”. Antes de sair, a petista ainda responde com ironia: "Ah é, fui eu? Tá ótimo, então". Na internet, usuários saíram em defesa da petista. Confira o vídeo:

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Em 2018, as eleições presidenciais dividiram o Brasil. De um lado, pessoas acreditavam que o país deveria ser governado por um representante que desenvolvesse uma nova política. Já do outro, eleitores buscavam um político que agisse a favor da população. Na internet, os ânimos das celebridades esquentaram com opiniões fortes.

Expondo nas redes sociais apreços por candidatos dos partidos políticos, os artistas que movimentam o entretenimento brasileiros causaram diversos rebuliços. Muitos deles chegaram a bater de frente com alguns internautas sobre suas preferências eleitorais.

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Independentemente das críticas, astros da música, televisão, cinema, teatro e moda, entre outros segmentos, geraram discussões ao publicarem seus argumentos com a vitória de Jair Bolsonaro ao cargo de presidente da República. O LeiaJá relembra os famosos que não se abalaram por terem dado apoio a Bolsonaro.

Confira:

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O presidente do DEM em Pernambuco, Mendonça Filho, encaminhou ao ministro da Economia, Paulo Guedesm e ao presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, a denúncia de "pedalada fiscal" feita contra o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB). Na notificação, é pedido que a pasta barre um acordo realizado pelo político com a estatal petrolífera. 

Na última sexta-feira (29), Mendonça Filho e Priscila Krause (DEM) protocalaram uma denúncia a qual alegam que houve irregularidades de Paulo Câmara (PSB) em negociações de dívidas tributárias com a Petrobras. 

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O Governo de Pernambuco se pronunciou por meio de nota digvulgada na noite dessa segunda-feira (2), na qual reafirmou a constitucionalidade da norma e regularidade dos procedimentos nela previstos e que as denúncias são portanto, precipitadas.

Confira na íntegra:

Diante das notícias de que a Deputada Estadual Priscila Krause e ex-Deputado Federal Mendonça Filho teriam notificado o Ministério da Economia e a Presidência da Petrobrás sobre supostas fragilidades da Lei Complementar nº 414/2019, de 27 de novembro de 2019, o Governo do Estado reafirma a constitucionalidade da norma e regularidade dos procedimentos nela previstos.

Conforme já esclarecido, além de regularmente aprovada pela Assembleia Legislativa, a Lei Complementar 414/2019 foi precedida de autorização do Conselho Nacional de Política Fazendária (Convênio ICMS nº 190/2019, de 16 de outubro de 2019).

Todos os requisitos constitucionais (art. 150, parágrafo 6º) e legais (art. 97, VI, do Código Tributário Nacional), que exigem a edição de lei específica para a concessão de descontos de tributos, foram atendidos, com a publicação da referida Lei Complementar.

Diferentemente do precipitadamente alegado pelos denunciantes, a lei complementar em questão, que seguiu regular processo legislativo, em nada se confunde com pedalada fiscal, tampouco traz insegurança jurídica aos contribuintes que venham aderir às suas disposições. 

Muito pelo contrário, foi editada sob autorização do CONFAZ e o crivo do Poder Legislativo, justamente com o escopo de pôr termo ao cenário de incerteza quanto à tributação das operações futuras de fornecimento de gás natural, disciplinando a matéria de forma mais objetiva e permitindo a resolução de litígios judiciais que perduram há mais de uma década. 

Durante sua tramitação, houve o envio de nota técnica pela Procuradoria Geral do Estado, para esclarecer dúvidas de deputados, inclusive no âmbito da comissão de finanças, bem como tabelas e demonstrativos indicando os processos judiciais que serão encerrados com o pagamento de mais de R$ 440 milhões. 

Afora garantir maior segurança jurídica, a lei é vantajosa para a Administração, atendendo aos interesses do Estado de Pernambuco sem impacto orçamentário, uma vez que o Estado de Pernambuco não recebeu qualquer valor de ICMS sobre tais operações ao longo dos últimos 12 anos. 

Com as mudanças do Marco Regulatório do Mercado de Gás Natural promovidas pelo Governo Federal a partir de 2016 e a venda da Transportadora Associada de Gás (TAG) em 2019, o Governo do Estado de Pernambuco teve diminuída sua perspectiva sobre a cobrança do ICMS nas operações do City Gate, não se revelando correta, portanto, a afirmação de que o Estado abdicará de receita de ICMS nessas operações no montante de R$ 80 milhões a partir de 2020. 

Registra-se, ainda, que o valor do ICMS originário, objeto das autuações fiscais, corresponde a R$ 336 milhões. Desta forma, o pagamento de mais R$ 440 milhões supera em mais de R$ 100 milhões a possibilidade de recolhimento do ICMS originário das operações. 

Destaca-se, uma vez mais, que se está diante de demanda judicial complexa, com desfecho judicial estimado em não menos de mais uma década, dadas as várias instâncias judiciais a serem percorridas, e cujo êxito é de difícil aferição, considerando que a tese do Estado de Pernambuco não teve adesão de nenhum outro Estado da Federação.

Com o aludido Convênio do CONFAZ, abriu-se a oportunidade para se chegar a uma solução consensual, que está sendo obtida por outros Estados da Federação, no que diz respeito a débitos diversos de ICMS de outra natureza com a Petrobrás, mas que aqui está sendo objeto de proselitismo político que beira a irresponsabilidade.

Não se desconhece a relevância do pluralismo de ideias e do debate político, já ocorrido, no caso concreto, no âmbito da Assembleia Legislativa, não se coadunando com os valores democráticos tentativas de, por via transversa, desrespeitar as deliberações daquela Augusta Casa. 

O Governo do Estado se manterá vigilante na defesa dos interesses do Estado de Pernambuco e adotará as medidas necessárias para ressarcimento de eventuais prejuízos que venham a ser causados à Administração Estadual.

Em Londres para uma palestra sobre os 50 anos de seu livro "Dependência e Desenvolvimento na América Latina", o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deu uma longa entrevista à BBC onde analisou o governo Jair Bolsonaro, o PSDB e Lula, entre outros temas. Entre críticas aos atuais ministros, defesa de Aécio e críticas à Lula, FHC falou sobre sua visão do atual momento do Brasil.

O ex-presidente atacou o que chamou de "setor ideológico" do governo Bolsonaro e fez duras críticas - sem citar nomes - aos ministros Abraham Weintraub e Ricardo Salles. "(Setor ideológico) acha que está defendendo a cristandade contra o comunismo, que é algo que não tem mais, onde que está? Eu não sei. Mas eles pensam que tem. E há muito tempo que não se vê um governo tão de uma família. A família tem peso. Então, não pode-se dizer que o governo está caminhando numa certa direção. Ele fala as coisas. Faz menos do que fala e o que fala assusta. Meio-ambiente, por exemplo. A retórica é de que não é um tema importante, e é. Na prática (em termos de medidas concretas) não mudou muita coisa, mas mudou. Porque quando o governo fala, o presidente fala, o ministro fala, as coisas começam a acontecer. A queimada aumentou, o desmatamento aumentou. Eu sei que é cíclico e há momentos com mais queimadas. Mas além de ser cíclico, você tem um ingrediente que é a desatenção aparente do governo para essas questões", disse FHC.

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"Na área da educação, meu Deus, me preocupa porque você não vê rumo. E agora você vê um diálogo do ministro da Educação que é inaceitável. Mexe com a mãe não sei de quem. Coisas que não têm cabimento. Então, tem áreas bem retrógradas e outras são construtivas. Por incrível que pareça os militares são os mais moderados. E precisamos buscar algum tipo de moderação no Brasil. É contra nossa cultura, o nosso espírito não é de ruptura. E o governo é muito de rupturas. Fala palavras pesadas, acha inimigo onde não tem, tropeça sozinho", completou.

Fernando Henrique disse que não acredita que a Democracia esteja sob risco, mas alertou para os riscos de se alimentar posições reacionárias. "Vou citar Otávio Mangabeira. A democracia é uma planta tenra que você tem que regar todos os dias. Acho que há uma posição reacionária contra mulher, índio, negro. Eu não aceito isso. Sou contra. Temos que lutar contra isso e protestar claramente. Agora, não posso dizer que o governo tenha assumido essa posição. Tem setores que defendem essa posição e aí você tem que ser contra. O presidente agora mesmo está criando um partido novo e o símbolo são balas, um revólver 38. Isso não é uma coisa civilizatória. Não tem cabimento. Temos que ser contra. Mas nós podemos dizer que somos contra. Temos liberdade. A imprensa está livre. Eu vivi regime autoritário, vi gente torturada. É diferente. Não vamos misturar alhos com bugalhos", afirmou.

Aécio

Perguntado sobre a continuidade de Aécio Neves nos quadros do PSDB, FHC tentou se esquivar, mas disse que sairia do partido se fosse o deputado mineiro."Eu renunciaria sim. Eu renunciaria. Talvez pior do que qualquer fato tenha sido o tipo de conversa que o Aécio Neves teve. Aquilo foi negativo, é inegável. Na matéria de corrupção, o PSDB tem que ser contra, seja lá quem for. Mas não pode prejulgar", disse.

Lava Jato e Lula

Tido como aliado da Lava Jato - nas conversas vazadas entre procuradores e o ex-juiz Sérgio Moro - FHC sobre as críticas à força tarefa, mas defendeu os procuradores. "Há exageros na própria Lava Jato. Eu sempre defendi, porque é uma coisa inédita no Brasil colocar ricos e poderosos na cadeia. Eu não gosto de ver, porque alguns deles eu conheço, mas acho que é importante que tenha sido feito. Ela às vezes exagera e deve-se condenar o exagero", disparou.

Fernando Henrique negou qualquer envolvimento com os procuradores, admitiu que o julgamento pode ter sido parcial, mas acha que Lula deveria mesmo estar preso. "Eu mal conheço os juízes e procuradores da Lava Jato. É possível que eles tenham lado, tenham uma visão. Todo mundo tem. É bobagem pensar que as pessoas são neutras. Mas os juízes não julgam por aí, analisam fatos. Eu já fui chamado a depor três vezes a pedido da defesa de Lula. E você dá uma espiada no processo. Tem muita coisa. Não creio que os juízes tenham condenado simplesmente porque têm um viés político contrário. A Lava Jato pode ter uma tentação a ser salvadora da pátria, expurgar, resolver tudo. Mas não é por isso que condena. Condena porque tem fato. Também não acho que seja pecado tão grande que o procurador tenha falado com o juiz. Trabalham juntos. Ou eu digo que a Justiça não vale para nada ou eu tenho que aceitar a Justiça, o julgamento. Pode ter errado num ponto? Mas em três instâncias? É um pouco demais", afirmou FHC.

Embora correspondam a mais da metade dos habitantes do País, os brasileiros negros permanecem sub-representados no Poder Legislativo. Os pretos e pardos eram 55,9% da população, mas são apenas 24,4% dos deputados federais e 28,9% dos deputados estaduais eleitos em 2018.

Dos vereadores eleitos em 2016, 42,1% eram pretos e pardos. Os dados são do Estudo Desigualdades Sociais por Cor ou Raça, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O porcentual de candidaturas de pessoas pretas ou pardas, no entanto, chegou a 41,8% para cargos de deputado federal, a 49,6% nas eleições para deputado estadual e a 48,7% para vereador.

"Assim, não é possível atribuir a sub-representação desse grupo populacional unicamente a uma ausência de candidaturas, pelo menos no que tange às eleições legislativas proporcionais de 2014 a 2018", ressaltou o IBGE, em nota.

O estudo mostrou ainda a discrepância entre a receita das candidaturas de pessoas brancas e a de pessoas pretas ou pardas. Enquanto 9,7% das candidaturas de pessoas brancas a deputado federal tiveram receita igual ou superior a R$ 1 milhão, entre as candidaturas de pessoas pretas ou pardas, apenas 2,7% contaram com pelo menos esse valor.

"As candidaturas de pretos ou pardos são menos representativas entre candidaturas com mais recursos", aponta Luanda Botelho, analista da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE.

Considerando todas as candidaturas que dispuseram de receita igual ou superior a R$ 1 milhão, apenas 16,2% eram de pessoas pretas ou pardas.

Segundo o IBGE, estudos sobre eleições no Brasil já mostraram que a escassez de recursos financeiros é um dos fatores que diminuem as chances de sucesso eleitoral de uma candidatura.

"Outro elemento determinante para o sucesso seria o candidato já possuir cargo parlamentar, o que constitui, portanto, mais uma dificuldade para um grupo sub-representado reverter esse quadro", afirmou o IBGE.

Nesta segunda-feira (11), o cantor e compositor Leoni compartilhou com os seguidores do Twitter uma atitude tomada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. No microblog, o músico afirmou que foi bloqueado por ele, divulgando para os internautas um print da ação.

"Minha mais nova figurinha. Completei o álbum da familícia. Alguém se magoou comigo. Meu último post citando-o foi até amistoso. Eu o avisei do perigo da publicidade virtual do Sergio Moro, que o perigo mora ao lado. O pior cego... cancelou o mensageiro", tuitou Leoni. 

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Na postagem, fãs apoiaram o músico. "Parabéns pelos posicionamentos tão lúcidos. Isso aí é motivo de orgulho", comentou uma internauta. "Não perdeu nada, um embuste que só espalha fake news e propaga o ódio por onde passa", escreveu outra.

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Após o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubar a possibilidade de prisão em segunda instância, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixou nesta-feira (8), em Curitiba, a Polícia Federal. A saída de Lula foi recebida na internet por crítica e apoio.

No meio da repercussão em volta do político, Pabllo Vittar não escondeu sua alegria ao saber da liberdade de Lula. "Que amor", escreveu a voz do hit 'Problema Seu', ao ver uma foto do ex-presidente arrumando a mala para deixar a prisão. A mensagem de Pabllo em um perfil no Instagram, que aborda o universo sociopolítico, divertiu os fãs da cantora. 

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"Mulher, tu não ia buscar ele [Lula] no teu helicóptero rosa?", brincou um dos seguidores. "Vai buscar o nosso pai, po***", comentou outra pessoa. Assim como Pabllo Vittar, outros famosos se manifestaram a favor da soltura de Lula. José de Abreu, Maria Ribeiro, Caio Paduan, Débora Nascimento, Thiago Lacerda, Tulipa Ruiz e Guta Stresser realizaram postagens de apoio nas redes sociais.

O jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept Brasil, viu o seu nome estampado em diversos noticiários, nessa quinta-feira (7), depois que foi agredido pelo comentarista da rádio Jovem Pan, Augusto Nunes. O episódio gerou opiniões dentro e fora da internet. Preso desde abril de 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se pronunciou sobre a agressão sofrida por Glenn.

Nesta sexta-feira (8), no seu perfil do Instagram, Glenn Greenwald recebeu uma carta de Lula. Na rede social, o americano alfinetou o ministro da Justiça, Sérgio Moro, alegando que seria a última vez que Lula enviaria mensagens direto da prisão. "Recebi hoje que deve ser a última carta que Lula vai escrever dentro da prisão injusta do Sérgio Moro", legendou. 

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Confira a carta que Glenn recebeu de Lula:

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Depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nessa quinta-feira (7) derrubar a chance de prisão em segunda instância, por seis votos a cinco, a internet ficou eufórica com o julgamento. Na esperança de ver o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em liberdade, preso desde abril de 2018, alguns famosos usaram suas redes sociais para manifestar apoio.

Os atores José de Abreu, Maria Ribeiro, Caio Paduan, Débora Nascimento, Thiago Lacerda e Guta Stresser, além do ex-presidenciável do Partido dos Trabalhadores, Fernando Haddad, compartilharam conteúdos em prol da liberdade de Lula.

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"Acharam, que eu estava derrotado, quem achou estava errado, eu voltei, tô aqui, se liga só, escuta aí. Ao contrário do que você queria, tô firmão, tô na correria. Sou guerreiro e não pago pra vacilar. Sou vaso ruim de quebrar...Observação. Ódio censurado. Gostaram né?", escreveu Paduan no Instagram, um trecho da música Oitavo Anjo, do cantor Dexter. 

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<p>Nesta sexta-feira (08), o cientista político Adriano Oliveira fala no seu&nbsp;podcast&nbsp;sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação a prisão em 2&ordf; Instância. Segundo ele, aqui no Brasil, o STF é um reforçador das decisões que já foram tomadas por instâncias.&nbsp;Porém, ele destaca que isso não deveria ocorrer, uma vez que o Supremo Tribunal Federal é um Tribunal Constitucional, logo, deveria lidar, apenas, com questões constitucionais.</p><p>Adriano Oliveira destaca ainda que a a prisão em 1&ordf; e 2&ordf; Instância sempre ocorreram. Ressalta ainda que a decisão tomada pelo STF foi garantir a constituição na sociedade brasileira.&nbsp;</p><p>O podcast de Adriano Oliveira tem duas edições, nas segundas e nas sextas-feiras. Além disso, também é apresentado em formato de vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h, na fanpage do&nbsp;LeiaJá.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:&nbsp;</p><p>
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A reinvenção da moeda, do carro, do remédio ou da habitação são algumas das novidades que as gigantes digitais e as empresas emergentes que participarão da Web Summit apresentarão em Lisboa a partir de segunda-feira (4), desta vez dominada por um tom político.

A edição de 2019 desta grande cúpula mundial de tecnologia reunirá, como no ano passado, 70.000 participantes. Haverá centenas de conferências que abrangerão tópicos variados como mobilidade, aplicativos médicos, robótica, criptomoedas, publicidade e conquista da mídia.

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Além disso, multiplicaram-se os apelos para impor impostos, regulamentações e até o desmantelamento de gigantes do setor. "A tecnologia se tornou hiperpolítica", disse à AFP Paddy Cosgrave, fundador e diretor da Web Summit.

Como consequência, as estrelas da cúpula desta vez não serão os inventores e sim os consultores e reguladores.

- Snowden e Vestager -

As discussões começarão na noite desta segunda-feira com uma videoconferência na Rússia com Edward Snowden, ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) e que acaba de publicar um livro.

No livro, Snowden relata os motivos que o levaram em 2013 a transmitir dezenas de milhares de documentos secretos para várias mídias, revelando a existência de um sistema mundial de vigilância para comunicações e internet.

Na quinta-feira (7), a comissária europeia Margrethe Vestager, que no ano passado defendeu em Lisboa a imposição de impostos sobre os gigantes da economia digital em escala continental, terá a última palavra.

"Margrethe Vestager é incrivelmente popular ... porque tenta criar condições equitativas para os inovadores", afirma Cosgrave depois de descrevê-la como "a pessoa mais importante no setor de tecnologia".

Conhecida por sua intransigência para com o grupo GAFA (Google, Apple, Facebook, Amazon), ao qual impôs multas, a dinamarquesa foi reinvestida este ano em sua posição como Comissária da Concorrência e também obteve o portfólio Digital e a vice-presidência da Comissão.

- Casa Branca e Huawei -

Vestager falará logo após Michael Kratsios, encarregado da política de tecnologia na Casa Branca, a voz do governo Donald Trump nesta área.

Tanto Kratsios quanto Trump são críticos do GAFA, mas hostis a seu desmantelamento e planejam tributar seus lucros no exterior.

Uma questão que também será abordada por Pascal Saint-Amans, diretor do Centro de Política e Administração Tributária da OCDE, que está trabalhando em um projeto para impor impostos a gigantes e multinacionais digitais.

Brittany Kaiser, ex-diretora da empresa Cambridge Analytica, envolvida no escândalo do uso de dados do Facebook para a campanha de Trump em 2016, alertará, por sua parte, sobre os riscos da exploração de dados pessoais dos internautas nas próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos.

A gigante chinesa de telecomunicações Huawei, proibida nos Estados Unidos que a acusa de espionagem, também estará presente.

A empresa enviou o CEO Guo Ping em busca de apoio do mundo tecnológico.

Conhecido por se envolver em diversas 'tretas', sobretudo quando o assunto é política, o músico Tico Santa Cruz resolveu mudar e dar um tempo nas redes sociais. Ele revelou, em entrevista, que adotou um novo comportamento e, portanto, não debate mais sobre o tema. Agora, Tico quer focar em sua carreira e promete um grande projeto para 2020.

Ao portal Uol, Tico contou que ficou cansado de tantas polêmicas e percebeu que sua postura não estava gerando resultados. "Não adianta você falar em um lugar que está todo mundo gritando ao mesmo tempo. No meu caso, já dei minha contribuição e colaboração ao debate público. Me afastei das redes sociais. É uma coisa que causava distúrbio", disse.  

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O músico trocou as redes sociais pelos exercícios físicos e pela dedicação ao trabalho. Para 2020, Tico promete várias novidades mas sem deixar de abordar temas mais densos. "Obviamente, como artista, quero ter consciência social, mas posso fazer isso com a música. Dá para ser politizado e pop ao mesmo tempo". 

<p>No podcast desta sexta-feira (01), o cientista político Adriano Oliveira destaca temas ligados ao governo Bolsonaro. Segundo ele, o presidente precisa ser chamado de &quot;Bolsocrise&quot;, pelo fato de provocar crises sistematicamente. Para Adriano, questões que nos últimos dias envolveram o nome do Presidente da República, em relação ao assassinato da vereadora Marielle Franco, ocorrido no ano passado, precisam ser esclarecidas pelo Ministério Público do Rio De Janeiro.&nbsp;</p><p>Adriano Oliveira destaca ainda a forte reação do Presidente Jair Bolsonaro contra a emissora TV Globo, que destacou o depoimento do porteiro, que envolveu o nome da família Bolsonaro. Esta reação, segundo o cientista, teria causado uma nova crise. Ele complementa que um político que pretende permanecer no poder, com tranquilidade, precisa sempre manter um bom diálogo com veículos de comunicação.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Adriano destaca ainda a declaração do Deputado Eduardo Bolsonaro(PSL), filho do Presidente, em realação à democracia brasileira. Segundo ele, não é a primeira vez que a família Bolsonaro, demonstra aptdão para a ditadura.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.</p><p>&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
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Nesta quinta-feira (31) foi divulgada uma pesquisa de opinião inédita do Ibope Inteligência que mostra que a rejeição ao PSL superou a do PT.

A pesquisa foi divulgada pela coluna de José Roberto de Toledo no site da revista Piauí e vem logo após crises internas dentro do PSL nas últimas semanas. As brigas recentes entre a legenda e seu principal político, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), evidenciaram impasses. O partido que elegeu a maior bancada do Congresso nas eleições de 2018 hoje tem membros dissidentes e embates públicos.

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O Ibope aponta que hoje 50% dos brasileiros não votaria de jeito nenhum no PSL. A mesma rejeição soma 43% quando se trata do PT. Além disso, o percentual de pessoas que diz que votaria com certeza no PT tem 15 pontos percentuais a mais do que no caso do PSL. São 27% os que dizem que com certeza votariam no PT enquanto 15% dizem o mesmo sobre o PSL.

Nas regiões brasileiras, os extratos Norte/Centro-Oeste e Sul são as únicas regiões do país que dão menos rejeição ao PSL do que ao PT, segundo a pesquisa.

O extrato Norte/Centro-Oeste é o que menos rejeita o PSL, sendo que 41% dos entrevistados dizem que não votariam de jeito nenhum no PT e 38% dizem o mesmo do PSL.

As regiões Sudeste e Nordeste dão mais rejeição ao PSL. O Nordeste é a região que mais rejeita o partido de Bolsonaro. Lá, segundo o Ibope, 62% rejeitam o PSL, enquanto 28% rejeitam o PT.

Mulheres e negros rejeitam PSL

Entre as mulheres, a rejeição é de 52% ao PSL contra 40% ao PT. Entre os homens, o PSL também leva a pior. A rejeição masculina ao PSL é de 49% e ao PT é de 45%.

Já a diferença entre negros e brancos chega a ser ainda maior. Entre os brancos, há uma rejeição maior contra o PT, de 53%. O percentual é de 51% quando se trata do PSL entre os brancos. Apesar disso, 19% dos entrevistados brancos afirmam que votariam com certeza no PT e 11% dizem o mesmo do PSL.

Entre negros, a rejeição ao PSL é de 50%, 14 pontos percentuais a mais do que ao PT. Ainda, 32% dos entrevistados negros dizem que votariam com certeza no PT, enquanto apenas 12% dizem o mesmo do PSL.

Da Sputnik Brasil

Angélica deixou claro que não liga de falar sobre assuntos polêmicos ao conceder uma entrevista para a edição de outubro da revista Marie Claire. Casada com Luciano Huck e mãe de três filhos, a apresentadora abriu o jogo sobre o que pensa da maternidade, além de relembrar o acidente que assustou sua família em 2019, dar sua opinião sobre a legalização do aborto e da maconha e também revelar que sofreu um assédio quando tinha 18 anos de idade.

"Teve uma história uma vez quando tinha 18 anos. Era Natal, estava em Nova York, Estados Unidos, com meus pais e um conhecido apareceu no hotel com uma cara de louco, dizendo que queria conversar. Neguei. Entrei numa limusine, ele veio atrás. Tentou me agarrar à força. Empurrei, bati nele e saí do carro. Demorei a perceber o que aconteceu. Foi uma situação bem escrota, deu pra sentir como deve ser difícil quando você não tem força para reagir", declarou.

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Questionada sobre sua relação com a maternidade, a mãe de Joaquim, Benício e Eva afirmou que, diferente de muitas mulheres, não gosta da gravidez.

"Tem um certo romantismo em torno da maternidade. É divino, é um privilégio, mas é barra. A gravidez, realmente, não curto. Não amo a barriga, e não é porque prefiro gominhos, como dizem. É porque pesa. Gosto de quando nasce. Fico noites acordada, com peito rachado e não tem problema".

Na sequência, a apresentadora relembrou o acidente sofrido por Benício em junho deste ano após bater a cabeça em uma prancha de wakeboard enquanto praticava o esporte em Ilha Grande, na baía de Angra dos Reis, no sul do estado do Rio. Ele sofreu um traumatismo no crânio com um afundamento no lado direito da cabeça e foi submetido a uma neurocirurgia.

"Ele estava fazendo wakeboard quando bateu a cabeça. Voltou para o barco, e desci para ver o que tinha acontecido. Ele mesmo tinha buscado gelo, superconsciente. Quando passei a mão na cabeça dele, afundou. Não tinha sangue, mas entendi que era grave. Aí, cara, foi um desespero. Estávamos no meio do mar, escurecendo, sem sinal de telefone, que funcionou para uma única ligação, a do médico. Voltamos para o Rio. Fui até a entrada do centro cirúrgico com o Benício, sem saber como ele voltaria. Quando fecharam a porta, eu gritava que nem um bicho. Os médicos começaram a falar alto para ele não me escutar. A sensação é de cortar a própria carne. Fiquei de joelhos rezando o tempo todo. Foi um milagre enorme, em dois dias ele saiu da UTI, em quatro estava em casa. Não teve convulsão, apesar da perda encefálica na parte pré-motora. Está ótimo, não teve sequelas".

Angélica relembra o que passou pela sua cabeça durante os momentos de tensão, quando o filho estava no hospital.

"Tinha tanta fé e estava tão focada em rezar que não concebia a ideia de perdê-lo. Não pensei isso, queria que ele saísse bem daquilo. Foi quando ele viajou com a escola, dois meses depois do acidente, que caiu a ficha. Entrei no quarto e a cama dele estava vazia. Comecei a chorar muito. Só de falar para você já me dói o peito".

Durante a entrevista, temas como feminismo e legalização do aborto e maconham também foram abordados. Questionada se é feminista, a apresentadora declarou:

"Sim. Todas deveríamos ser. Mas tem que botar o sentido correto da palavra. O feminismo que acredito luta pelos direitos iguais, não é contra os homens. A culpa não é só deles. Nós mulheres criamos filhos machistas. A reeducação leva tempo. Às vezes tem que ser um pouco radical para que isso aconteça".

Ela também comentou sobre o movimento #MeToo, que é contra o assédio sexual e a agressão sexual, e como a denúncia de assédio sobre José Mayer transformou os bastidores da Rede Globo.

"Hoje, na TV Globo, muitas mulheres em cargos poderosos estão de olho nisso. Por outro lado, na própria TV Globo a gente vive meio que uma moda, é legal falar que é feminista. Temos que tomar cuidado para não ficar só uma coisa raivosa".

Ao falar sobre a legalização do aborto, Angélica ponderou:

"É complicado implantar uma lei tão polêmica no Brasil por causa da falta de educação. As pessoas não têm acesso à comida. É difícil exigir que entendam isso porque esbarra em religião e coisas profundas. Não posso dizer que sou a favor porque vou afrontar muita gente. Agora tem que criar uma lei específica para casos como estupro. A saúde também precisa ajudar. Aborto clandestino é o que mais acontece e mata gente".

E continua:

"Temos que começar fazendo valer a lei, de que se a mulher foi estuprada, tem direito ao aborto. Mas acho que podia ampliar um pouco, sim. Deveríamos ter políticas de saúde melhores para que isso não precisasse acontecer. Se ela decidiu isso, não foi porque quis engravidar. Religiosamente é muito complicado, do ponto de vista energético está errado. E a mulher tem que ter o direito de escolher. Eu acho" [risos].

Já sobre a legalização da maconha, a apresentadora afirmou ser contra.

"Não. Esse é outro tema que precisa de debate. Se tiver um projeto de lei provando que vai melhorar a criminalidade, falarei é verdade, pode funcionar.. Em muitos países funciona, inclusive. Mas no Brasil, como está, outras coisas têm que acontecer antes", finalizou.

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