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Bruno Gagliasso voltou a criticar o governo de Jair Bolsonaro. Revoltado com a falta de estrutura na saúde pública de Manaus, no Amazonas, o ator sugeriu no Twitter que um processo de impeachment fosse instaurado. Marcando o perfil de Rodrigo Maia na postagem, ele disparou: "Cadê o impeachment do presidente da República incapaz de cuidar do seu povo? Chega desse pesadelo".

Na sequência, o marido de Giovanna Ewbank recebeu apoio dos seus seguidores. "É inadmissível continuarmos com um genocida na presidência. O que falta pra tirar esse tirano do poder?? Estamos falando de milhares de vidas que estão sendo prejudicadas por esse homem. Queremos uma solução, Rodrigo Maia", escreveu uma internauta.

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Manaus vive nos últimos dias uma crise no abastecimento de oxigênio, com o aumento no indíce de internações por Covid-19 nos hospitais. Devido ao avanço da doença na capital amazonense, segundo infomações do portal R7, as Forças Armadas chegaram a transportar cerca de 386 cilindros de oxigênio na madrugada dessa quarta-feira (13).

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No último domingo (10), o ator e humorista mexicano Carlos Villagrán, conhecido por interpretar o personagem Quico no seriado "Chaves" (1971-1980), anunciou pré-candidatura a governador do estado de Querétaro, no México. Assim como ele, muitos artistas já tentaram esse caminho, e vários conseguiram se eleger para um cargo público.

O pesquisador e especialista em marketing Gabriel Rossi, que atuou com marketing político, explica que a inclusão das redes sociais motivou diferentes setores do mundo a entrarem na vida política. De acordo com ele, para uma primeira disputa, os famosos possuem o diferencial de serem figuras conhecidas. "Isso não é sinônimo de sucesso, uma vez que seja necessário falar de política, e demonstrar maneiras possíveis de resolver o principal problema da sociedade", destaca.

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Outro ponto destacado por Rossi é que um eleitor sempre olha a história de vida de um candidato e o quão bem-sucedido ele foi na profissão que escolheu. Além disso, devido ao fenômeno das tecnologias móveis, as pessoas estão mais participativas na política, o que pode, segundo o pesquisador, contribuir no interesse desses artistas.

O LeiaJá separou cinco famosos que ingressaram na política:

1 - Arnold Schwarzenegger

Conhecido por viver o cyborg futurista na franquia de filmes "O Exterminador do Futuro", o ator foi eleito Governador do estado da Califórnia, em 2003. Schwarzenegger foi um árduo defensor das pautas do aquecimento global e buscou diminuir a emissão de dióxido de carbono emitidos por empresas do estado americano. Seu mandato encerrou em 2011, e depois disso, o ator voltou a se dedicar aos cinemas.

Foto: Governo do Estado de São Paulo

2 - Acelino Popó Freitas

O tricampeão mundial de boxe concorreu na Bahia,  em 2010, a vaga de Deputado Federal, pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB). Apesar de não conseguir votos suficientes para se eleger, o lutador ficou na suplência e mais tarde assumiu o cargo. Um de seus feitos foi a criação do Dia Nacional do Boxe, comemorado em 26 de março. Em 2014, Popó tentou a reeleição, mas não teve sucesso.

Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

3 - Leandro Scornavacca

O cantor fez parte do trio musical KLB, ao lado dos irmãos Kiko e Bruno. Após uma carreira de sucesso na banda, o artista candidatou-se ao cargo de Deputado Estadual de São Paulo, em 2010, pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e Democratas (DEM). O músico alcançou a suplência e assumiu o cargo em 2013, pelo Partido Social Democrático (PSD). Entre as pautas defendidas pelo político estavam o combate à pedofilia e a implementação da cultura do esporte. O mandato de Scornavacca encerrou em março de 2015.

Foto: Divulgação / Assembleia Legislativa

4 - Sérgio Reis

O cantor sertanejo Sérgio Reis, conhecido pelos sucessos "Panela Velha" (1983) e "O Menino da Porteira" (1996) concorreu, em 2014, ao cargo de Deputado Federal do estado de São Paulo pelo PRB, e foi eleito com 45.330 votos. Durante o mandato, defendeu pautas de saúde, previdência social e aposentadorias. Por problemas de saúde pessoal, o músico não tentou a reeleição em 2018.

Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

5 - Tiririca

O humorista Francisco Everardo, também conhecido como Tiririca, desencadeou sucessos nos anos 1990, com músicas como "Florentina" (1996). Em 2010, o comediante concorreu ao cargo de Deputado Federal em São Paulo, pelo Partido Liberal (PL), e se elegeu com 1.348.295 votos, sendo o político da categoria mais votado do Brasil. A campanha de Tiririca foi marcada por bordões como "pior do que tá não fica", ou "o que faz um Deputado Federal? Na realidade eu não sei, mas vote em mim que eu lhe digo". Muitos, na época, explicaram o fenômeno que foi a eleição do humorista como um voto de protesto.

Foto: Reinaldo Ferrigno/Agência Câmara

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) anunciou, nesta quarta-feira (23), a reabertura das inscrições do curso de pós-graduação lato sensu em Comunicação Política. Inicialmente pensado para ser presencial, o curso migrou para o formato remoto. 

O novo prazo para se inscrever vai até o dia 10 de janeiro. Os interessados devem enviar o diploma ou certificado de conclusão de graduação com data da colação de grau, histórico escolar, curriculum vitae atualizado e carteira de identidade (RG, carteira de habilitação ou de órgão profissional) para o endereço de e-mail comunicacaopoliticaufpe2020@gmail.com

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O curso custa R$ 450 para a matrícula e as 15 mensalidades seguintes têm o mesmo preço (contando com os três meses finais para orientação e elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso). Servidores da UFPE que forem selecionados não pagam taxa de inscrição, nem mensalidades.

As aulas serão ministradas durante duas semanas, à noite, com duas horas de aulas síncronas das 19h às 21h nas segundas quartas e sextas-feiras, além de três horas de atividades assíncronas (leitura do texto a ser discutido nas aulas seguintes e elaboração de um fichamento anexado no Google Meet para atestar presença). 

O corpo docente, de acordo com a UFPE, será formado por “um grupo de profissionais conceituados na área de jornalismo e política”: Alfredo Eurico Vizeu Pereira Júnior (Telejornalismo Político), Antônio Paulo de Morais Rezende (Movimentos Sociais, Política e (Pós) Modernidade), Antônio Torres Montenegro (História Política Brasileira I), Fabiana Moraes da Silva (Jornalismo e Política), Giovana Borges Mesquita (Metodologia), Heitor Costa Lima da Rocha (Teoria do Jornalismo), Ivo Henrique França de Andrade Dantas Cavalcanti (Webjornalismo, Redes Sociais e Política), Marcos Costa Lima (Economia Política), Michel Zaidan Filho (Filosofia Política), Rafael Salviano Marques Marroquim (Assessoria Política e Eleitoral), Rogério Luiz Covaleski (Propaganda Política) e Túlio Augusto Velho Barreto de Araújo (História Política Brasileira II). Para mais informações, acesse o site do curso de Pós-Graduação em Comunicação Política da UFPE.

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--> UFPE divulga edital de pós-graduação em direito

Ex-prefeito do Recife e senador, Jarbas Vasconcelos expressou, neste domingo (13), palavras de luto pela morte de Carlos Eduardo Cadoca. O ex-deputado federal morreu nesta madrugada, no Hospital Português, no Recife, após ser diagnosticado com o novo coronavírus.

Por mais de 40 anos, Jarbas e Cadoca trabalharam na política. Além do vínculo no serviço público, desenvolveram uma amizade. Nas redes sociais, Jarbas escreveu: “Tempos tristes. É difícil a missão de expressar a tristeza e o sentimento de perda quando um amigo se vai. Por mais esforço que façamos, as palavras nunca serão suficientes para dar a real dimensão da dor da ausência. É assim que me sinto ao saber do desaparecimento do amigo e companheiro Cadoca, que nos deixou depois de uma luta árdua pela vida”.

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Jarbas Vasconcelos ainda exaltou o legado deixado por Cadoca e agradeceu por ter dividido momentos de sua vida com o ex-deputado. “Cadoca deixa um legado de amizades fraternas e uma marca de político e gestor sério e virtuoso. Caminhamos juntos por mais 40 anos. Mais do que parceiro de trabalho na vida pública, ele foi um grande e leal amigo. Um amigo como poucos. Construímos muitas coisas juntos. Vivenciamos e superamos também juntos muitos desafios. Acompanhei de perto sua caminhada, assim como ele a minha. E tudo isso foi um grande privilégio para mim”, escreveu Vasconcelos.

O ex-prefeito do Recife também deixou uma mensagem de conforto aos familiares de Cadoca. “A vida, entre outras coisas, nos dá a oportunidade de encontros. E sou extremamente grato por ter tido meu encontro com Cadoca. Por ter estado ao lado dele e ter tido a sua amizade durante todos esses anos. Você já está fazendo muita falta! Abraço especial a Berenice e filhos, neste momento de dor e saudade”, finalizou Jarbas.

Cadoca deixa a esposa, Berenice Andrade de Lima, e quatro filhos. Seu corpo será cremado em uma cerimônia restrita à família, neste domingo, no Morada da Paz, em Paulista.

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (10), o Projeto de Lei 349/15, da deputada Rosângela Gomes (Republicanos-RJ), que combate a violência política contra a mulher. A matéria segue para análise do Senado Federal.

O texto considera violência política contra as mulheres toda ação, conduta ou omissão com a finalidade de impedir, obstaculizar ou restringir os direitos políticos delas. A proposta buscar punir práticas que depreciem a condição da mulher ou estimule sua discriminação em razão do sexo feminino ou em relação a cor, raça ou etnia.

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Os deputados aprovaram o relatório da deputada Ângela Amin (PP-SC), que amplia as ferramentas de combate à violência política contra a mulher em todos os atos ligados ao exercício dos seus direitos políticos, não apenas durante as eleições, incluindo práticas de discriminação. Entre as ações previstas no texto, estão a criminalização de abusos e a determinação de que o enfrentamento a esse tipo de violência faça parte dos estatutos partidários.

Misoginia

Amin acrescentou que o destaque de várias candidatas nas últimas eleições municipais foi acompanhado de diversos tipos de ataques misóginos, a partir da discriminação e depreciação do sexo feminino, especialmente pelas redes sociais.

“A violência política contra a mulher, calcada no menosprezo, discriminação e inferiorização do sexo feminino, objetiva impedir, anular ou obstaculizar o exercício dos direitos políticos das mulheres, comprometendo a participação igualitária em diversas instâncias da sociedade”, disse.

A proposta aprovada proíbe propaganda eleitoral discriminatória, garantindo ainda a representação proporcional de candidatos e candidatas nos debates eleitorais relativos às eleições proporcionais.

Reclusão

O texto ainda criminaliza condutas como assediar, constranger, humilhar, perseguir ou ameaçar candidatas ou detentoras de mandato eletivo, utilizando-se de menosprezo ou discriminação à condição de mulher ou à sua cor, raça ou etnia, com o objetivo de impedir ou dificultar a sua campanha eleitoral ou desempenho de mandato eletivo.

A pena de até quatro anos de reclusão, prevista nesses casos, poderá ser aumentada em 1/3 se a vítima for mulher gestante, idosa ou com deficiência. “Assim abarcamos as principais formas de violência política praticadas tanto contra a mulher candidata quanto contra a que desempenha mandato eletivo”, apontou a relatora.

O partido Novo criticou impor a pena de reclusão ao assedio às candidatas ou às ocupantes de mandato eletivo por considerar que pode limitar a atuação parlamentar. A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) afirmou que a melhor esfera nesse caso seria recorrer ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. “A reclusão poderia limitar de alguma forma a liberdade de expressão política nesta Casa”, sustentou.

Para a deputada Margarete Coelho (PP-PI), no entanto, retirar o dispositivo esvaziaria o projeto. “O que mais temos visto aqui na Câmara é a violência política quando interrompem a nossa fala ou na criação de neologismos para agredir a mulher”, declarou.

Crimes contra a honra

Pelo texto aprovado, haverá aumento nas penas também em casos de calúnia, injúria e difamação dirigidas às candidatas; se houver menosprezo ou discriminação à condição de mulher ou à sua cor, raça ou etnia; se o crime for cometido por meio da rede de computadores, de rede social ou transmitido em tempo real.

“Dessa forma, reprimem-se mais duramente os crimes eleitorais contra a honra, cometidos com escárnio ou depreciação do sexo feminino, bem como aqueles praticados por meio da internet, modus operandi mais comum atualmente, que vai de posts e comentários em redes sociais até mesmo práticas de deepfake”, destacou a relatora.

Ângela Amin ressaltou que um dos avanços da proposta é punir ainda quem produz, oferece ou vende vídeo contendo conteúdo inverídico acerca de partidos ou candidatos. “Também haverá aumento de pena se envolver menosprezo ou discriminação à condição de mulher ou à sua cor, raça ou etnia”, disse.

Transexuais

Uma emenda do Psol, rejeitada pelos parlamentares, causou polêmica. O partido solicitou a substituição do termo “em razão do sexo” por “em razão de a vítima ser mulher”. O objetivo era garantir que também fossem punidas condutas voltadas a candidatas transexuais eleitas.

“As mulheres transexuais eleitas em 2020 são algumas das mais afetadas pela violência política que buscamos coibir. Elas recebem mensagens ofensivas e ameaças de morte”, comentou a líder da bancada, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP). Ela acrescentou que o partido vai recorrer à Justiça para garantir o direito das candidatas trans.

A emenda foi criticada pela autora da proposta, Rosângela Gomes, que chegou a referir-se à matéria como um “jabuti”. “É preciso respeitar o nosso posicionamento, eu sou conservadora, e isso não fez parte do acordo”, declarou.

Margarete Coelho afirmou que o texto não exclui nenhum segmento em razão do gênero, que é autodeclarado. “Temos de fazer a opção por um texto médio e deixemos para a interpretação jurídica preencher essas lacunas”, finalizou.

*Da Agência Câmara de Notícias

 

A ministra pernambucana Ana Arraes tomou posse como presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), nesta quinta-feira (10), em sessão extraordinária remota, transmitida pelo YouTube. Em 127 anos de Corte, é a segunda vez que uma mulher ocupa o cargo, sendo a última eleita a ministra Elvia Lordello Castello Branco, em 1994. Durante a solenidade, foi oficializada também a eleição do ministro Bruno Dantas, agora vice-presidente. Ambos estarão à frente da gestão de 2021 e poderão ser reeleitos para mais um ano.

Ana foi indicada ao TCU pela Câmara dos Deputados, em 2011, para a vaga aberta pela aposentadoria do ministro Ubiratan Aguiar. No sistema de rotatividade da Casa, é comum que os servidores mais antigos sejam escalados para o comando do tribunal. Agora, a ministra irá substituir o também pernambucano José Múcio Monteiro, que se aposentará no fim deste ano.

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Fizeram parte da cerimônia deputados e ministros, incluindo Luiz Fux, atual presidente do Supremo Tribunal Federal; o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB); e a procuradora-geral do Ministério Público junto ao TCU, Cristina Machado da Costa e Silva, que fez parte da contagem de votos durante a eleição no último dia 2 de dezembro.

Também estiveram presentes membros da família Campos-Arraes e amigos da atual presidente.

Antes de passar a palavra para Arraes, a procuradora-geral buscou reafirmar a eleição da superiora como um marco histórico para o Poder Público. “Esta solenidade é mais um marco da ascensão feminina no cenário institucional brasileiro. Na história mais que centenária desta Corte, apenas pela primeira vez no corrente século, uma mulher, com os seus próprios e inegáveis méritos, ascende ao posto máximo do TCU, por unanimidade”, compartilhou Costa e Silva.

Em seguida, a presidente deu início ao seu discurso falando sobre a ocupação feminina na Corte e que, na sua gestão, as mulheres do tribunal terão o reconhecimento das suas habilidades, destacando que o que falta é a oportunidade, pois “a competência elas já têm”.

“Admitamos que temos sido poucas a alçar posições de autoridade não só nessa casa mas na administração pública, na política e em diversos tribunais. Tenho absoluta convicção de que há mulheres que poderiam desempenhar de forma brilhante essas funções tão decisivas para o interesse público”, afirmou em discurso.

O papel do TCU para o funcionamento público

O Tribunal de Contas da União é um tribunal administrativo, não vinculado aos Três Poderes, cuja principal função é acompanhar a execução orçamentária e financeira do país. O órgão é quase tão antigo quanto a república, tendo sido criado em 1891, para fiscalizar o destino e motivação das saídas do dinheiro público.

O TCU julga as contas de administradores públicos e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos federais, bem como as contas de qualquer pessoa que der causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário. Ele também responsabiliza servidores, acompanha licitações e privatizações, e investiga denúncias de irregularidades.

Conhecido também como Corte de Contas, o TCU é órgão colegiado. Compõe-se de nove ministros. Seis deles são indicados pelo Congresso Nacional, um, pelo presidente da República e dois, escolhidos entre auditores e membros do Ministério Público que funcionam junto ao Tribunal.

As candidaturas sub judice tiveram uma presença maior nas eleições municipais de 2020 em Pernambuco. Dos municípios aptos, 15 têm candidatos a prefeito que venceram no primeiro e segundo turnos da corrida eleitoral, mas ainda não foram declarados eleitos porque suas candidaturas estão sub judice, aguardando decisão na Justiça Eleitoral. Segundo levantamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) atualizado nesta terça (1), seis desses candidatos ‘eleitos’ estão com a situação mais agravada, e tiveram registro indeferido com recursos do próprio TRE.

No levantamento das eleições majoritárias pendentes de decisão final, a regional aponta como “indeferidos com recurso” os candidatos dos municípios de Capoeiras, Ilha de Itamaracá, Palmares, Palmeirina, Pesqueira e Tuparetama. Os demais são representantes de Agrestina, Barreiros, Brejo da Madre de Deus, Gravatá, Olinda, Santa Filomena, Paulista, Sirinhaém e Mirandiba.

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Em Mirandiba, no Sertão Central de Pernambuco, a situação foi a mesma para Dr. Evaldo Bezerra (PSB) e Gilberto Gomes de Sá (PSB), prefeito e vice-prefeito, respectivamente. O processo foi deferido e remetido ao TSE em 17 de novembro.

Outra situação chama a atenção em Pesqueira, no Agreste. O caso do líder indígena Marcos Xukuru, alvo de processo eleitoral, e responsável por arrastar 17.654 votos na cidade, que era gerida há décadas por uma oligarquia rural local. Esta foi a primeira vez que um indígena ganhou a disputa pelo cargo político mais importante do município.

A diplomação dos prefeitos deve ocorrer entre os dias 16 e 18 de dezembro. Os nove com processos deferidos pela Justiça devem ser considerados eleitos oficialmente como os demais, a não ser que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) emita decisão contrária à diplomação. Já os seis com candidaturas indeferidas, podem não ser contemplados por esse cronograma e sequer tomar posse em janeiro de 2021, segundo a legislação eleitoral.

Confira o levantamento do TRE-PE:

Registros indeferidos com recurso:

Luiz Claudino de Souza (PL), prefeito em Capoeiras (Agreste)

Paulo Batista Andrade (Republicanos), prefeito na Ilha de Itamaracá (Região Metropolitana do Recife)

José Bartolomeu (Progressistas), prefeito em Palmares (Mata Sul)

Severino Eudson (MDB), prefeito em Palmeirina (Agreste)

Marcos Luidson de Araújo ‘Xukuru’ (Republicanos), prefeito em Pesqueira (Agreste)

Domingos Sávio (PTB), prefeito em Tuparetama (Sertão)

Gilberto Gomes de Sá (PSB), vice-prefeito em Mirandiba (Sertão)

Registros deferidos com recurso:

Josué Mendes da Silva (PSB), prefeito em Agrestina (Agreste)

Carlos Artur Soares (Progressistas), prefeito em Barreiros (Grande Recife)

Roberto Abraham Abrahamian Asfora (Partido Liberal), prefeito no Brejo da Madre de Deus

Joselito Gomes da Silva (PSB), prefeito em Gravatá (Agreste)

Professor Lupercio Carlos do Nascimento (SD), prefeito em Olinda (Região Metropolitana do Recife)

Pedro Gildevan Coelho (PSD), prefeito em Santa Filomena (Sertão)

Yves Ribeiro de Albuquerque (MDB), prefeito em Paulista (Região Metropolitana do Recife)

Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) deferido com recurso

Coligação ‘Coragem para mudar Sirinhaém’, Camila Machado (Progressistas), prefeita em Sirinhaém (Litoral Sul)

Coligação ‘O povo pode mais’, Evaldo Bezerra de Carvalho (PSB), prefeito em Mirandiba (Sertão)

 

Das 26 capitais brasileiras, apenas uma será chefiada por uma mulher durante a gestão de 2021-2024. Cinthia Ribeiro (PSDB) foi reeleita prefeita de Palmas, no Tocantins, e é exceção entre os demais 25 cargos que não foram alcançados por mulheres nessas eleições municipais. O número repete a tendência de 2012 e 2016, e evidencia a lacuna entre a participação feminina na política, através das candidaturas, e das vitórias efetivas.

Considerando os 96 maiores colégios eleitorais do Brasil, apenas oito mulheres foram eleitas prefeitas, de acordo com os resultados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse grupo de colégios engloba as 26 capitais e os 70 municípios com mais de 200 mil eleitores aptos, e nos quais é possível a realização do segundo turno.

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O resultado representa 8% de participação feminina no bloco e, nacionalmente, o percentual é de 12%. Em 2012, Teresa Surita (MDB) foi eleita prefeita de Boa Vista (RR), a única mulher escolhida para comandar uma capital no País. Ela foi reeleita em 2016.

Além da tucana no Tocantins, as mulheres eleitas nesse grupo foram Suéllen Rosim (Patriota) em Bauru, o município mais populoso do Centro-Oeste paulista; Rachel Chini (PSDB), em Praia Grande, na Baixada Santista; Professora Elizabeth (PSD), em Ponta Grossa, no Paraná; e Raquel Lyra (PSDB), reeleita no primeiro turno em Caruaru, Agreste pernambucano.

Em Minas Gerais, foram eleitas as postulantes Marília Campos (PT) em Contagem, na região metropolitana; Margarida Salomão (PT) em Juiz de Fora, Zona da Mata mineira; e Elisa Araújo (SD) no interior, em Uberaba. 

Quase chegaram lá

Também chamam a atenção as candidatas que quase chegaram lá. É possível começar a observação pelo Macapá, capital amapaense, onde as eleições foram adiadas por conta do apagão em 3 de novembro. A candidata Patrícia Ferraz (Podemos) aparece em segundo lugar na pesquisa do Ibope, divulgada no último dia 11. Com 18%, a postulante está atrás de Josiel (DEM), que lidera com 26%. Ela se difere no terceiro lugar, Dr. Furlan (Cidadania) por apenas 1%.

Na capital pernambucana, o conflito familiar entre os Campos e Arraes, que se arrastou até o segundo turno, com a vitória de João Campos (PSB), esteve sob atenção de todo o Brasil. A petista Marília Arraes liderava as pesquisas de intenção desde o fim do primeiro turno, mas foi derrotada pelo primo com uma diferença de 12,54 pontos percentuais.

Outras candidaturas tinham chance de aumentar o número de mulheres no comando das principais prefeituras do país, mas todas foram derrotadas no segundo turno. Manuela D’Ávila (PCdoB) perdeu em Porto Alegre (RS) para Sebastião Melo (MDB) por 54,63% a 45,37%. Cristiane Lopes (PP) também foi derrotada em Porto Velho-RO por Hildon Chaves (PSDB), ele teve 54,45% contra 45,55% dela.

O mesmo aconteceu com as candidatas Delegada Danielle (Cidadania) em Aracaju-SE e Socorro Neri (PSB) em Rio Branco-AC.

O contexto nacional

O cientista político e professor universitário Elton Gomes fala que o “fetichismo jurídico” atrapalha a expressão das candidaturas femininas e pode reduzir o potencial dos seus trabalhos. Para ele, há no Brasil uma tendência de instrumentalizar o voto feminino e a causa identitária.

“Temos aí políticos que do dia para a noite viram feministas. A lei exige que os partidos tenham 30% de bancada feminina para conseguir participar das eleições, e isso pode esvaziar o significado dessas candidaturas, mas acontece que o voto feminino é identitário. Toda teoria política discute os incentivos seletivos. Quando se conquista o povo, isso pode significar que você não precisa mais da lei. O caminho aqui é pelo código penal, o partido arruma qualquer política, candidaturas que funcionam como 'laranja', só para o registro. É uma forma de perpetuar e potencializar a desigualdade. As mulheres não são devidamente estimuladas, nem verdadeiramente representadas. O corpo continua sendo uma maioria de homens”, diz o especialista, e completa: “é fetichismo jurídico, e às vezes é difícil pensar juridicamente no mundo real”. 

Gomes se refere à Emenda Constitucional (EC) nª 97/2017, a “cota dos 30%” do TSE, que indica o mínimo de 30% de mulheres filiadas aos partidos que queiram concorrer em um pleito eleitoral. A medida, na opinião do cientista, necessária, pode ser ao mesmo tempo aplaudida e questionada. A obrigatoriedade pode fazer com que as candidaturas sejam para “preencher” registro, e não para verdadeiramente agregar.

Ele também chama atenção para as respostas do eleitorado a essas candidaturas, e ressalta o fervor da causa identitária, que nem sempre avalia as questões reais de desigualdade e o significado das candidaturas. 

“O identitarismo cria uma expectativa errada, e pensando em termos analíticos, nas estruturas de poder, essa expectativa não se reverbera enquanto verdade. É uma perspectiva normativa e não prática do que ‘deveria ser’, e não do mundo como é. Além disso, por razões identitárias, o Brasil instrumentaliza a causa e faz parecer que elas só podem chegar na representação se for pela esquerda. Isso não deveria acontecer. O feminismo, por exemplo, pode ser muito plural”, desenvolveu. 

“A única prefeita eleita é uma tucana”, continuou, referindo-se à reeleição de Cinthia Ribeiro. Ele relembra que o espectro político das candidatas é amplo e que é possível representar diversas mulheres através dessas figuras. O problema segue sendo o quantitativo. Sobre isso, ele comenta: “As pessoas com chances de ganhar são bem vistas pelos partidos. Mulheres como Marília Arraes (PT), Raquel Lyra (PSDB), Dani Portela (PSOL) e outras vereadoras, como Liana Cirne (PT), Andreza Romero (PP) mostram que não só tem mulheres na política como o espectro delas é enorme. O que dá para questionar é o número. De 39 vereadores, temos somente seis mulheres, plurais, que passeiam da direita conservadora à esquerda liberal. No Brasil a coisa não decola por causa da questão social, que muda pouco a pouco com as lideranças que transitam pelos espectros políticos”.

Segundo o levantamento da plataforma Fiquem Sabendo (O Brasil em dados), em parceria com o Yahoo Brasil, apenas 7 mulheres foram eleitas prefeitas das capitais brasileiras nos últimos 20 anos. A proporção de mulheres à frente das capitais diminuiu ao longo dos anos. Em 2000, a presença feminina marcava 19,2%. Em 2012, estacionou em apenas 3,8%, taxa que se manteve em 2016, com apenas uma mulher eleita prefeita.

Em adição, Elton Gomes fala sobre descentralizar o poder de fala das candidaturas femininas, que soam patenteadas pelos grupos de esquerda, mas reconhece o papel protagonista do espectro no acolhimento das pautas voltadas às mulheres.

“Não sejamos injustos. A esquerda, no mundo todo, detém a imensa maior parte das representações desses movimentos de minoria, sobretudo com a frente do feminismo. Mas vale mais falar de feminismos, no plural, do que de um feminismo único. Todas têm como ponto comum a diferenciação entre sexo e gênero, mas elas divergem com relação ao caráter do movimento. Quando a esquerda diz que só ela pode ter a legitimidade de falar dessa luta, primeiramente não condiz com a realidade pela quantidade de correntes de pensamento, e em segundo lugar isso acaba impõe uma autoridade moral sobre as demais pessoas”, explica, e finaliza dizendo que, nesse aspecto, não deve haver “monopólio em nenhum espectro, e nem pessoas colocadas como "ultra ativistas".

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, voltou a criticar, nesta terça-feira (17), o movimento de judicialização da política capitaneado pelo Congresso Nacional. Em videoconferência pela manhã, o ministro lamentou que a Corte seja chamada a decidir com cada vez mais frequência sobre impasses políticos. "O Supremo Tribunal Federal não age de ofício. Só age provocadamente. A judicialização da política é a provocação da política para que o Judiciário decida questões que partidos políticos não resolvem na arena própria", disse no VIII Fórum Jurídico de Lisboa.

Para Fux, o Parlamento tem que "resolver os seus próprios problemas" e o Supremo Tribunal Federal deveria começar a "decidir não decidir" e devolver matérias judicializadas ao Legislativo.

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"O Poder Legislativo coloca no colo no Supremo a solução de várias questões que dizem respeito ao Parlamento, porque muitas vezes o Parlamento não quer pagar o preço social de uma deliberação", disparou Fux.

O ministro citou, como exemplo, o reconhecimento legal da união homoafetiva pelo STF em 2011. Para Fux, o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo deveria ter sido chancelado pelo Congresso. "Essas questões que poderiam ser resolvidas no Poder Legislativo são levadas ao Supremo, porque o Parlamento é dividido ideologicamente e religiosamente, então eles não pagam o preço social", afirmou.

Na avaliação do presidente do Supremo, a Corte paga um "preço muito caro" pelo "protagonismo judicial desnecessário" causado por uma "utilização vulgar e promíscua das suas funções" pelos partidos políticos. "A instância maior da democracia é o Poder Legislativo, é a casa do povo. E não o Poder Judiciário", defendeu.

Fux também afirmou que o Judiciário não pode deixar a opinião pública interferir em suas decisões. "Paixão passageira é algo que o Judiciário não pode levar em consideração, sob pena de abdicar das suas funções", disse.

"O Judiciário é independente. Não poderia abdicar de sua função permitindo que opinião pública e opiniões passageiras interferissem na aplicação do Direito pela Corte Suprema. Por mais que se queira prestigiar a democracia. Mas em alguns aspectos quando o Judiciário se depara com a opinião pública que é formada por opiniões passageiras, principalmente com as redes sociais, o Judiciário tem necessariamente que adotar com uma posição contramajoritária", defendeu o ministro.

Para o mundo do esporte, a eleição municipal em 2020 é para ser esquecida. Ex-jogadores e dirigentes tentaram aproveitar a popularidade obtida no esporte para serem eleitos no cargo de prefeito ou vereador, mas a maioria fracassou. Casos, por exemplo, de Marcelinho Carioca e Ademir da Guia, no futebol; Tiffany, no vôlei; e Popó, no boxe. Mas há quem tenha tido êxito, como Alexandre Kalil e Marcos Braz.

Entre os que tentaram o cargo de prefeito estão o ex-nadador Luiz Lima, no Rio de Janeiro, e o ex-judoca João Derly, em Porto Alegre. O ex-lutador de boxe, Popó, saiu como vice de Celsinho Cotrim, em Salvador, e também não teve sucesso. Entre os candidatos a vereador em São Paulo, estão os ex-jogadores de futebol Marcelinho Carioca, Dinei e Ademir da Guia, e a medalhista olímpica no salto em distância Maurren Maggi.

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Todos os candidatos ligados ao esporte ficaram como suplentes. Ele poderão se tornar vereadores caso algum eleito não assuma ou deixe o cargo, mas mesmo assim, a uma lista por partido e eles não serão a primeira opção, necessariamente. Casos, por exemplo, dos ex-jogadores de futebol Carlinhos Bala (em Recife) e Paulo Rink (em Curitiba). A jogadora de vôlei Tifanny, em Bauru, e o ex-jogador de vôlei Rodrigão ficarão no "banco de reservas" em Praia Grande.

Uma das exceções é o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD). O ex-presidente do Atlético-MG foi reeleito ainda no primeiro turno com 784.307 votos (63,36%), mas vale ressaltar que ele vem de uma reeleição, então sua popularidade como dirigente do Atlético-MG pode não ter pesado tanto como na eleição passada. Outro eleito é Marcos Braz (PL), vice diretor de futebol do Flamengo. Ele teve 40.938 votos.

Confira abaixo os candidatos à prefeituras:

Acelino Popó Freitas (Pros): ex-lutador de boxe - 1.578 votos - Salvador

João Derly (Republicanos): ex-judoca - 19.004 votos - Porto Alegre

Eduardo Bandeira de Melo (Rede): ex-presidente do Flamengo - 65.296 votos - Rio de Janeiro

Luiz Lima (PSL): ex-nadador - 180.336 votos - Rio de Janeiro

Fred Luz (Novo): ex-dirigente do Flamengo - 46.246 votos - Rio de Janeiro

Marco Antônio Lage (PSB): ex-dirigente do Cruzeiro - 33.141 votos - Itabira (MG) 2ª turno (sub judice)

Candidatos a vereador:

Carlinhos Bala (PP): ex-jogador de futebol - 1.884 votos - Recife

Serginho (PV): ex-jogador de vôlei - 1.829 votos - Belo Horizonte

Paulo Rink (PL): ex-jogador de futebol - 1.607 votos - Curitiba

Reginaldo Hollyfield (DEM): ex-lutador de boxe - 1.120 votos - Salvador

Rodrigão (PSDB): ex-jogador de vôlei - 997 votos - Praia Grande

Chico do Judô (PSD): presidente da FPJ - 948 votos - Mauá

Sandro Viana (PP): ex-velocista - 517 votos - Manaus

Nonato (Avante): ex-jogador de futebol - 409 votos - Belo Horizonte

Ana Amorim (Patriotas): ex-jogadora de handebol - 381 votos - Blumenau

Adriano Gabiru (PMB): ex-jogador de futebol - 283 votos - Curitiba

Tifanny (MDB): jogadora de vôlei - 266 votos - Bauru

Odvan (MDB): ex-jogador de futebol - 228 votos - Campos dos Goyatacazes

Marta de Souza (Patriota): ex-jogadora de basquete - 96 votos - Santo André

Sérgio Araújo (Avante): ex-jogador de futebol - 81 votos - Belo Horizonte

Marcelinho Carioca (PSL): ex-jogador de futebol - 7.571 votos - São Paulo

Maurren Maggi (DEM): ex-salto em distância - 6.226 votos - São Paulo

Marcelo Aparecido de Souza (DEM): árbitro de futebol - 4.251 votos - São Paulo

Diego Hypolito (PSB): ex-ginasta - 3.783 votos - São Paulo

Dinei (Republicanos): ex-jogador de futebol - 2.956 votos - São Paulo

Kelly (PTB): jogadora de basquete - 464 votos - São Paulo

Candidato a vereador não eleito (sub judice):

Ademir da Guia (MDB): ex-jogador de futebol - 744 votos - São Paulo

A inserção de mulheres no cenário político de Pernambuco foi potencializada pelos eleitores em 2020. Com 35 prefeitas eleitas, o estado avançou na pauta feminista em relação ao último pleito municipal, em 2016, quando apenas 26 concorrentes obtiveram êxito nas urnas.

Com destaque para a Zona da Mata, região líder em vitórias femininas com 13 eleitas, o interior do estado mostrou mais compromisso com candidaturas femininas em comparação à Região Metropolitana do Recife (RMR). Atrás do Agreste e do Sertão, apenas três concorrentes conquistaram as Prefeituras nos municípios próximos à capital e fomentaram o fenômeno da 'reeleição'.

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A condição curiosa foi percebida nas vitórias da Dra. Nadegi (Republicanos), Professora Elcione (PTB) e Célia Sales (PTB), em Camaragibe, Igarassu e Ipojuca, respectivamente. Todas as prefeitas estavam alinhadas com a atual gestão municipal ou já geriam as cidades. Em Caruaru, no Agreste, Raquel Lyra (PSDB) foi reeleita sem sustos e permanece no comando da cidade por mais quatro anos.

Apesar do crescimento, 35 prefeitas ainda não garantem a equidade política no estado, visto que o número é baixo diante das 184 Prefeituras. Neste ano, entre concorrentes a vereadores e prefeitos, elas representavam 32,6% das candidaturas em Pernambuco, equivalente a 6.868 postulantes, aponta o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em 2016, a participação foi mais restrita, com 31,4 % das candidaturas, representadas por 5.992 mulheres.

Confira a lista das prefeitas eleitas em Pernambuco:

Região Metropolitana do Recife (3)

Camaragibe

Dra Nadegi (Republicanos) - 58,22% - 45.941 votos

Igarassu

Professora Elcione (PTB) - 63,83% - 36.273 votos

Ipojuca

Célia Sales (PTB) - 46,04% - 28.837 votos



 

Zona da Mata (13)

Amaraji

Aline Gouveia (PSB) - 50,72% - 6.611 votos

Camutanga

Talita de Doda (MDB) - 60,65% - 3.614 votos

Catende

Dona Graça (PTB) - 36,91% - 6.790 votos

Cortês

Fátima Borba (Republicanos) - 40,84% - 3.567 votos

Escada

Mary Gouveia (PL) - 35,99% - 13.112 votos

Glória do Goitá

Adriana Paes (PSD) - 63,01% - 10.415 votos

Itambé

Dona Graça (MDB) - 50,54% - 8.994 votos

Jaqueira

Ridete Pellegrino (PSD)- 53,83% - 4.007 votos

Lagoa de Itaenga

Graça do Moinho (PSB) - 52,49% - 7.427 votos

Lagoa do Carro

Judite Botafogo (PSDB) - 50,07% - 5.756 votos

Primavera

Dayse Juliana (PSB) - 60,52% - 5.403 votos

Rio Formoso

Isabel Hacker (PSB) - 53,84% - 6.729 votos

Sirinhaém

Camila Machado (PP) - 45,88% - 10.009 votos





Agreste (11)

Bezerros

Lucielle (DEM) - 55,11% - 19.261 votos

Brejão

Beta Cadengue (PSB) - 77,83% - 4.979 votos

Canhotinho

Sandra Paes (DEM) - 65,68% - 8.066 votos

Caruaru

Raquel Lyra (PSDB) - 66,86% - 114.466 votos

Casinhas

Juliana de Chaparral (DEM) - 52,12% - 4.813 votos

Cumaru

Mariana Medeiros (PP) - 42,26% - 5.025 votos

Frei Miguelinho

Adriana Assunção (PSB) - 51,51% - 5.259 votos

Ibirajuba

Izalta (Republicanos) - 58,80% - 3.396 votos

Itaíba

Regina da Saúde (Pode) - 57,44% - 8.135 votos

Jataúba

Dra. Cátia (Republicanos) - 58,29% - 6.668 votos

Surubim

Ana Célia (PSB) - 43,73% - 15.389 votos



 

Sertão (8)

Cedro

Marly de Neguinho de Zé Arlindo (MDB) - 51,88% - 3.761 votos

Dormentes

Josimara Cavalcanti (PSB) - 57,80% - 7.558 votos

Floresta

Rorró Maniçoba (PSB) - 44,00% - 7.926 votos

Santa Cruz

Eliane Soares (Avante) - 78,10% - 7.496 votos

Serra Talhada

Márcia Conrado (PT) - 60,54% - 26.565 votos

Tabira

Nicinha de Dinca (MDB) - 50,65% - 8.203 votos

Terra Nova

Aline Freire (Avante) - 56,51% - 3.729 votos

Trindade

Helbinha de Rodrigues (PSL) - 63,48% - 10.869 votos

Ex-marqueteiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Santana participou de uma entrevista para o programa 'Roda Viva', na noite da última segunda-feira (26), e deu sua opinião sobre as eleições presidenciais. Responsável pelas últimas campanhas da ex-presidente Dilma Rousseff em 2010 e 2014 e pela campanha de 2006 do ex-presidente Lula, Santana afirmou que caso se juntassem, Ciro Gomes e Lula seriam uma "chapa imbatível". 

Segundo o marqueteiro, Lula seria vice de Ciro. Para provar como válido seus argumentos, Santana apontou as eleições da Argentina, em que Cristina Kirchner, ex-presidente do país entrou como vice do atual presidente Alberto Fernandes. 

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"Lula seria o melhor perfil de vice que poderia ter. Impossível ser isso [vice do Ciro], mas essa chapa seria imbatível", disse ele. 

O ex-marqueteiro ainda colocou Lula como figura única no cenário político atual e explicou: "Lula tem que tirar da cabeça que ele precisa de um novo banho de urna presidencial para se purificar ou reconstruir a imagem. Ele não precisa disso. Ele não pode perder, porque se perder afunda mais ele e o PT. E não pode ganhar, nesse sentido metafórico que estou usando, porque vai estressar ainda mais o ambiente político". 

Vale lembrar que Santana foi preso em 2016 condenado a sete anos de prisão por lavagem de dinheiro, durante a operação Lava Jato. Mas um acordo com o Supremo Tribunal Federal, por uma delação premiada, garantiu a redução da sua pena.

O ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), afirmou, nesta sexta-feira (23), que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), estão travando uma "disputa mesquinha" diante da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac. Na avaliação de Ciro, a briga é perigosa. 

"Desde o início da pandemia, Bolsonaro atua com demagogia e irresponsabilidade, apostando com a vida dos brasileiros. O resultado, doloroso, todos estamos vendo: mais de 155 mil vidas perdidas", escreveu no Twitter.

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"Para piorar, neste momento que o mundo inteiro trabalha na busca por uma vacina para salvar vidas, Bolsonaro e Dória dão o pior exemplo, com uma disputa mesquinha. Essa briga, por sinal, chega a ser perigosa, uma vez que só gera mais incerteza e amedronta nossa população", emendou o ex-candidato do PDT à Presidência em 2018.

Apesar da disputa entre o mandatário nacional e o tucano, Ciro também acredita que a ciência e as pesquisas sobre o novo coronavírus seguirão avançando. "A ciência, no entanto, não deve ficar no meio dessa disputa, e seguirá avançando. Cabe a todos brasileiros e brasileiras seguir exigindo que a saúde seja a prioridade", finalizou.

Os argumentos do pedetista são expostos na mesma semana em que Bolsonaro desautorizou a compra de 46 milhões de doses do imunizante, anunciada pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, na terça (20). Uma disputa política norteia os bastidores do cancelamento, uma vez que a vacina tem base de insumos da China e está sendo produzida em São Paulo, Estado gerido por Doria que deve ser adversário de Bolsonaro em 2022. 

Dados do levantamentos do Ibope, divulgados neste sábado (17), mostram que o presidente Jair Bolsonaro tem o maior índice de reprovação do seu governo na região Nordeste. Em Salvador, os soteropolitanos entrevistados que consideram o governo “ruim ou péssimo” chegam a 62%. Já a aprovação do presidente na capital baiana é de 18%. Na região, apenas Maceió, Natal e João Pessoa se mostram exceções à resposta total, mas ainda com resultados de aprovação e reprovação bem próximos.

Já nas regiões Norte e Centro-Oeste, Bolsonaro apresenta melhores níveis de aprovação. Na capital de Roraima, Boa Vista, a aprovação chegou a 66%, e a reprovação, a 15%. Salvador e Boa Vista representam os dois extremos do gráfico, com a maior reprovação e a maior aprovação, respectivamente. As duas cidades destoam das demais, com resultados distantes da média.

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Na região Sul do país, onde Bolsonaro já alcançou grande aprovação, os índices de rejeição também surpreendem. Em Porto Alegre, a reprovação chega a 50%, e a 47% em Florianópolis.

Na média geral, considerando as aprovações em todas as regiões, o governo Bolsonaro é aprovado por 38,36% dos brasileiros residentes nas capitais. O percentual se aproxima dos 40% divulgados pelo Ibope em 25 de setembro.

Os resultados por região:

NORTE

Belém (PA): Ótimo/Bom 29%, Ruim/Péssimo 43%, Regular 28%.

Boa Vista (RR): Ótimo/Bom 66%, Ruim/Péssimo 15%, Regular 18%.

Macapá (AP): Ótimo/Bom 42%, Ruim/Péssimo 33%, Regular 24%.

Manaus (AM): Ótimo/Bom 54%, Ruim/Péssimo 26%, Regular 19%.

Porto Velho (RO) Ótimo/Bom 50%, Ruim/Péssimo 29%, Regular 21%.

Rio Branco (AC): Ótimo/Bom 48%, Ruim/Péssimo 27%, Regular 23%.

Palmas (TO): Ótimo/Bom 44%, Ruim/Péssimo 28%, Regular 27%.

 

NORDESTE

Fortaleza (CE): Ótimo/Bom 26%, Ruim/Péssimo 48%, Regular 25%.

João Pessoa (PB): Ótimo/Bom 43%, Ruim/Péssimo 33%, Regular 21%.

Maceió (AL): Ótimo/Bom 42%, Ruim/Péssimo 36%, Regular 21%.

Natal (RN): Ótimo/Bom 39%, Ruim/Péssimo 37%, Regular, 23%.

Recife (PE): Ótimo/Bom 29%, Ruim/Péssimo 43%, Regular 28%.

Salvador (BA): Ótimo/Bom 18%, Ruim/Péssimo 62%, Regular 17%.

São Luís (MA): Não entrou para o levantamento

Aracaju (SE): Ótimo/Bom 34%, Ruim/Péssimo 44%, Regular 19%.

Teresina (PI): Ótimo/Bom 26%, Ruim/Péssimo 42%, Regular 31%.

 

CENTRO-OESTE

Campo Grande (MS): Ótimo/Bom 45%, Ruim/Péssimo 34%, Regular 20%.

Cuiabá (MT): Ótimo/Bom 49%, Ruim/Péssimo 28%, Regular 23%.

Goiânia (GO): Ótimo/Bom 44%, Ruim/Péssimo 33%, Regular 22%.

 

SUL

Curitiba (PR): Ótimo/Bom 40%, Ruim/Péssimo 34%, Regular 24%.

Florianópolis (SC): Ótimo/Bom 33%, Ruim/Péssimo 47%, Regular 18%.

Porto Alegre (RS): Ótimo/Bom 26%, Ruim/Péssimo 50%, Regular 23%.

 

SUDESTE

Belo Horizonte (MG): Ótimo/Bom 39%, Ruim/Péssimo 41%, Regular 19%

Rio de Janeiro (RJ): Ótimo/Bom 34%, Ruim/Péssimo 38%, Regular 28%

São Paulo (SP): Ótimo/Bom 27%, Ruim/Péssimo 48%, Regular 24%

Vitória (ES): Ótimo/Bom 32%, Ruim/Péssimo 44%, Regular 22%

O cantor e empresário Jonathan Couto não vai mais disputar as eleições do Rio de Janeiro. De acordo com informações do jornal Extra, ele desistiu da candidatura a vereador. A ideia de não ingressar na política foi confirmada nesta terça-feira (13). Ele disse que o a decisão foi pessoal.

Casado com a influenciadora Sarah Pôncio, Jonathas estava usando o sobrenome da família da esposa durante os momentos iniciais da campanha. Na última semana, ele virou piada na internet. O genro do pastor Márcio Pôncio lançou sua candidatura com um erro de português no slogan, ao se intitular "o verador da família".

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O banner contendo a palavra "vereador" escrita errada viralizou rapidamente nas redes sociais. Internautas não perdoaram o rapaz e ironizaram a palavra destacada na frase. "Se tá ruim pra mim imagina pra quem fez a arte da campanha eleitoral do Jonathan Couto escrito 'verador'", comentou uma pessoa no Twitter. Jonathan Couto estava com sua candidatura registrada pelo MDB.

Clóvis Basílio, mais conhecido por atuar em filmes eróticos através do nome artístico Kid Bengala, se candidatou a vereador de São Paulo. Lembrado também por ter um órgão sexual de 27 cm, sendo que a parte comercial é de 33 cm, Kid disputa uma vaga na Câmara de Vereadores da capital paulista através do PTB (Partido Trabalhista Brasileiro).

O astro de produções pornográficas tem 65 anos e diz ser nessa campanha eleitoral "pau pra toda obra". Essa não é a primeira vez que ele se aventura no universo da política. Em 2008, o ator chegou também a se candidatar vereador, mas só teve pouco mais de 900 votos, obtendo cerca de 0,02% dos votos válidos. O partido no qual Kid está filiado é coordenado pelo ex-deputado federal Roberto Jefferson, delator do Mensalão.

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Em 2019, Kid Bengala virou um dos assuntos mais comentados da internet. Ele concedeu uma entrevista para Geisy Arruda, fazendo questão de mostrar rapidamente para a influenciadora digital o seu pênis. No bate-papo, o ator pornô foi questionado por Geisy sobre qual o tipo de mulher ideal. Sem titubear, ele disse: "Você seria minha mulher ideal. Eu não tenho a mulher certa pra mim. É aquela que eu olho e que me chama atenção".

O empresário Jonathan Couto vai sair candidato a vereador nas eleições deste ano no Rio de Janeiro. Casado com Sarah Pôncio, o rapaz arrancou gargalhadas dos internautas ao divulgar o seu slogan. Na foto publicada pelo sogro, o pastor Márcio Pôncio, a palavra vereador, que se destaca na frase "O 'verador' da família", aparece com a escrita errada.

Assim que o banner da campanha eleitoral viralizou, e depois de ser deletado por Márcio, diversas pessoas tiraram sarro de Jonathan. "'O vereador da família', da família de quem? O cara traiu a esposa com a namorada do cunhado, briga pra pagar o mínimo possível de pensão pra filha e ainda usa a família pra se promover. Seria cômico se não fosse trágico", disparou um dos usuários no Twitter.

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Veja:

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Para as Eleições 2020, os candidatos devem buscar formas criativas e socialmente responsáveis de projetar as suas campanhas, em uma corrida eleitoral tão cheia de restrições ocasionadas pelo novo coronavírus. Seguindo esse protocolo, a candidata a vereadora da cidade de Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR), Aline de Souza (PSB-PE), decidiu utilizar o aplicativo de relacionamentos Tinder para despertar o interesse do eleitorado. “Dê Match Por Uma Paulista Melhor” é o mote da estratégia, que ocorre quando há uma combinação mútua entre perfis usuários da rede social.

Segundo a própria candidata, esta forma de conectar-se ao público eleitoral é mais barata, e assim, Aline pode conversar com o cidadão de Paulista sobre as suas propostas para o município. A conta da postulante já apresenta várias combinações, ou seja, “matchs” no Tinder, mas ela deixa claro que as conexões não têm cunho amoroso; são todas para conversar sobre soluções.

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“Essa é a primeira vez que baixo um aplicativo de paquera e tenho conversas de verdade, muita gente fica apreensiva quando eu falo de política, mas no final acabam entendendo que as propostas devem chegar por todos os lados”, explica a candidata.

André Frutuoso, advogado e membro do grupo Pró-Santa – de oposição à atual administração do Santa Cruz – conseguiu, na justiça, reverter a prorrogação do mandato de Constantino Júnior à frente do clube, sob pena de multa. A eleição deverá ser realizada na data marcada anteriormente ou o clube pagará R$ 20 mil por dia, com valor máximo estimado em R$ 1 milhão de reais. Para o juiz do caso, o adiamento da eleição seria uma ameaça à democracia, “a qual deve existir inclusive no ambiente futebolístico”.

Em post no twitter, o advogado comemorou a vitória na 2ª Vara Cível da Capital. “Comunico a toda torcida Coral que a ilegal prorrogação dos mandatos do presidente do Santa Cruz foi revogada judicialmente! Avisem lá que haverá eleições! Viva à democracia! Chega de tirania!”, postou.

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Na decisão, o juiz Julio Cezar Santos da Silva disse que o Santa Cruz deveria ter programado as eleições já em janeiro de 2020, antes da pandemia, o que não teria ocorrido. O magistrado afirmou que a direção do clube “usou a pandemia” para prorrogar os mandatos e que era “inconstitucional e uma ameaça à democracia, a qual deve existir inclusive no ambiente futebolístico - uma paixão nacional”.

O julgador comparou a situação à uma ditadura. “Entender pela prorrogação do mandato da atual gestão sem o direito do voto implica em real exercício ditatorial, não cabível em nosso ordenamento jurídico”, disse o magistrado em sua decisão.

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Discordância dentro da atual direção - No último domingo (4), o presidente Constantino Júnior enviou uma carta ao Conselho Deliberativo do clube defendendo a realização das próximas eleições corais dez dias após a final do Campeonato Brasileiro da Série C, em janeiro de 2021. Integrantes do Conselho Deliberativo defendem que a eleição seja realizada apenas na metade de 2021. O novo gestor assumirá o triênio 2021-2023.

Foi impugnada nesse domingo (4), a candidatura de Charbel Maroun (Novo) ao cargo de prefeito do Recife. Segundo o juiz Auziênio Cavalcanti, o candidato não se afastou do cargo de procurador municipal em tempo hábil para concorrer ao pleito. Para o partido, houve equívoco do magistrado, já que “não houve espaço para o contraditório”.

“O mesmo exerce a função de procurador judicial da Prefeitura da Cidade do Recife. Tal cargo não se enquadra na classe de funcionários públicos comuns, não podendo se abrigar no prazo geral de desincompatibilização, que é de 03 meses”, disse o juiz em sua decisão.

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Em nota, o partido Novo disse que “o juiz considerou de forma errônea que o candidato atua na área tributária, o que não é o caso”, adiantando que entrará com recurso nesta terça (6) e que a campanha irá continuar.

Confira a decisão do juiz e a nota do partido:

"De acordo com o Diretório Municipal do Partido Novo de Recife, houve um equívoco por parte do juiz que analisou o pedido de registro de candidatura de Charbel e André Teixeira, ambos do partido Novo, para os cargos de prefeito e vice-prefeito, respectivamente. Não houve sequer espaço ao contraditório antes de a decisão ser proferida. Inclusive, não foi apresentada qualquer impugnação pelo Ministério Público ou outros candidatos/partidos. O juiz considerou de forma errônea que o candidato atua na área tributária, o que não é o caso. Se o candidato tivesse sido ouvido antes da decisão, conforme estabelece a legislação processual, este equívoco não teria acontecido.

Na Procuradoria da Prefeitura, Charbel não atua na área de tributos desde março de 2020, logo, a sua desincompatibilização enquadra-se na regra geral de servidores, que é de três meses.

Em 2018, ao se candidatar a deputado federal, Charbel realizou sua desincompatibilização com três meses de antecedência e o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) deferiu a candidatura sem oferecer ressalvas.

Os candidatos Charbel e André irão entrar com um recurso junto ao TRE-PE até esta terça-feira (6). Ambos estão tranquilos que o tribunal reverterá a decisão de primeira instância.

Conforme a legislação estabelece, Charbel continua como candidato, realizando todos os seus atos de campanha, como caminhadas, entrevistas e debates. Sabemos da nossa responsabilidade com o povo de Recife que anseia por liberdade e continuaremos firmes nesta jornada."

 

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