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Diversos portais de notícias brasileiros tiveram seus perfis no Facebook hackeados, na madrugada desta quinta-feira (27). Os cibercriminosos fizeram postagens com conteúdos pornográficos nas páginas de vículos como G1, UOL, O Globo, Globo Esporte, Gazeta do Povo, entre outros. 

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O ataque demorou a ser identificado pelos veículos de comunicação porque o conteúdo ficava visível para os seguidores dos perfis, mas não aparecia para os administradores das páginas. Porém, leitores dos portais de notícias alertaram para a vinculação do conteúdo impróprio. 

Em nota, o Facebook disse ter identificado os ataques "Estamos cientes de que algumas pessoas estão vendo conteúdos impróprios no Facebook que violam nossas políticas. Estamos trabalhando para remover esses conteúdos o quanto antes", disse. Apesar do susto, pela manhã, o problema já havia sido solucionado pela plataforma. 

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Mais de 40 mil usuários de smartphones caíram em golpes que usaram pornografia como "isca" para atraí-os até links suspeitos, em 2019. Os dados são da empresa de cibersegurança Kaspersky, que revelou que os ataques contra dispositivos móveis usando este tipo de conteúdo mais que dobrou de frequência. De acordo com o relatório da empresa, um total de 42.973 usuários foram vítimas desse tipo de ataque no ano passado, contra 19.699, em 2018.

A promessa de conteúdo adulto esconde técnicas de phishing, spam e até ransomwares. De acordo com a Kaspersky os arquivos vêm disfarçados de vídeos pornográficos ou pacotes de instalação relacionados a conteúdo adulto para Android. A empresa consultou 200 tags pornô populares nesse banco de dados e descobriu que, cerca de metade delas (99) continha alguma ameaça voltada para dispositivos mobile. 

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No mesmo relatório a empresa identificou que, apesar do aumento de iscas em dispositivos móveis, os ataques voltados para PCs estão seguindo tendência oposta, com queda de quase 40% nas ameaças identificadas durante o mesmo período. Programas de publicidade, usados para redirecionar os usuários para páginas de anúncio indesejadas, continuam sendo a ameaça móvel mais agressiva, tanto na variedade quanto no alcance de vítimas. 

O principal vilão do conteúdo adulto é um anúncio detectado como AdWare.AndroidOS.Agent.f - responsável por 35,18% dos ataques contra usuários móveis em 2019. 

Sobre as ameaças, quase dois em cada cinco usuários atacados no PC atrás de conteúdo adulto foram atingidos pelo Trojan-Downloader (39,6%), que permite aos invasores instalar, posteriormente, outros tipos de malware.  O número de usuários atacados por malware "caçadores" de credenciais para acesso a sites pornográficos caiu, enquanto o número de ataques de malware continua crescendo, aumentando 37% de 2018 a 2019 e atingindo 1.169.153 ataques no ano passado. 

Entre os perigos identificados ao entrar em sites suspeitos estão imagens pessoais vazada, assinaturas roubadas, senhas, além de extorsão sexual.

Para se proteger das ameaças de conteúdo adulto, a Kaspersky recomenda o seguinte:

Preste atenção à autenticidade do site. Não acesse nenhuma página até ter certeza de que ela é legítima. Verifique se o endereço se inicia com "https". Confirme se o site é genuíno, cheque duas vezes o formato da URL ou a ortografia do nome da empresa, e pesquise por análises de sites que pareçam suspeitos;

Atualize os programas de segurança em seus dispositivos;

Não faça o download de software "pirata" e nem de qualquer outro conteúdo ilegal, mesmo que tenha sido redirecionado a partir de um site legítimo;

Nas configurações do seu smartphone, ative o bloqueio de instalação de programas de fontes desconhecidas; instale apenas aplicativos de lojas de aplicativos oficiais;

Use uma solução de segurança confiável para proteção abrangente contra uma ampla gama de ameaças, como o Kaspersky Security Cloud.

A ex-atriz pornô Mia Khalifa tem sido assunto na internet desde que começou a postar conteúdos a respeito dos bastidores dessa profissão. Longe dos filmes há seis anos, a libanesa continua sofrendo preconceito e agressões, em suas redes sociais, por conta de seu passado profissional e, agora, uma petição online foi criada solicitando a retirada de suas antigas produções de todas as redes. 

Através de seus canais no Tik Tok e Instagram, Mia tem compartilhado todo o preconceito que sofre ainda hoje  por ter feito parte da indústria pornográfica. Através de seus relatos, ela também tem tentando desencorajar novas mulheres a entrarem nessa profissão. “Nunca falei sobre isso porque me sentia como se não pudesse contar minha história sem ser ridicularizada pelo público em geral. Sinto-me segura agora e também sinto a necessidade de descarregar algumas coisas que me assombraram durante minha breve passagem pelo setor”, diz a ex-atriz em uma de suas postagens.

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Na última sexta (26), uma petição online foi criada no Change.org solicitando a retirada dos 11 filmes estrelados por Khalifa da internet. O objetivo é preservar a imagem da ex-atriz e a campanha almeja arrecadar um milhão de assinaturas. A própria Mia compartilhou a iniciativa, feita por uma de suas seguidoras, e falou a respeito. “Apoiem as mulheres que pertencem e distribuem seu conteúdo, não aquelas exploradas e que não têm o controle de seus corpos. Eu prometo que farei da #justiçaparaMia o primeiro passo para a mudança, o movimento dessas garotas vai iluminar as práticas predatórias dessa indústria”.  

As quarentenas impostas pela pandemia do coronavírus têm feito um segmento de negócio crescer exponencialmente. O PornHub, um dos maiores sites de pornografia do mundo, viu seu número de usuários aumentar bastante desde que a crise de saúde mundial se instalou. Os horários de acesso também têm sido alterados. 

De acordo com a página oficial do PornHub, normalmente o site tem cerca de 120 milhões de visitas. Com o início da crise do coronavírus, esse número deu um salto. As pesquisas pelo termo 'coronavírus' atingiram um pico de 1,5 milhão, no dia 5 de março. Na Itália, primeiro país europeu a decretar quarentena, o número de acessos chegou a aumentar em quase 14% em apenas um dia. Os horários de visualização também mudaram e a faixa entre 13h e 19h tem sido a mais usada. 

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A plataforma tem comemorado os números mas também tem pensado na dureza que é enfrentar tal crise. Sendo assim, os usuários italianos ganharam acesso gratuito aos conteúdos do site durante a quarentena. Além disso, parte da receita recebida em março pelo PornHub será doada para auxiliar o país na pandemia. O anúncio foi feito no Twitter do site. "O Pornhub está doando as receitas de março do Modelhub para apoiar a Itália durante este período infeliz. A Itália também terá acesso gratuito ao Pornhub Premium durante todo o mês. Forza Italia, nós amamos você!". 

 

Um pedreiro, de 31 anos, foi preso em flagrante com conteúdo pornográfico infantil, na manhã dessa terça-feira (3), no município de Timbaúba, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Desde 2019, ele era usuário da deepweb e já vinha sendo investigado pela Polícia Federal.

Na casa do suspeito foram apreendidos dois discos rígidos e um celular. A perícia preliminar confirmou o armazenamento do conteúdo impróprio, o que resultou na prisão por ferir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A pena prevista é de um a quatro anos de reclusão.

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O pedreiro pagou fiança no valor de quatro salários mínimos - equivalente a R$ 4.180 - e vai responder ao processo em liberdade. Ele confessou que há um ano começou a baixar o material pornográfico após se aperfeiçoar no acesso da deepweb, que trata-se de uma internet fechada, de difícil rastreamento, onde usuários praticam crimes como tráfico de armas e de drogas.

O deputado Alexandre Frota usou sua conta no Twitter para falar sobre a estreia do filho, Mayã Frota, na carreira pornô. Alexandre ironizou o novo caminho do herdeiro mas garantiu que vai conferir a desenvoltura do rapaz para dar seu aval. Os dois não têm uma boa relação e, volta e meia, trocam farpas na internet. 

Mayã está dando os primeiros passos no mundo da pornografia com um perfil na plataforma Only Fan, na qual vende fotos e vídeos íntimos. Nos comentários de suas postagens, o jovem já foi comparado ao pai, que se dedicou à indústria de filmes pornográficos no início dos anos 2000.

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Alexandre ficou sabendo da nova carreira do filho pela internet e usou seu perfil no Twitter para comentar a novidade. Ele ironizou a atitude de Mayã mas garantiu que vai conferir seu desempenho para dar uma opinião a respeito. "Engraçado que até janeiro passado ele reclamava e criticava. Achava um absurdo ser filho de ex-ator pornô. Agora sou eu que sou pai de um ator pornô. O mundo dá voltas. Ainda não assisti, mas vou ver se ficou bom". 

 

O filho do deputado Alexandre Frota, Mayã Frota, resolveu seguir os passos do pai. Porém, o garoto de 19 anos não decidiu entrar para política, mas sim começar uma carreira na indústria pornográfica. O jovem tem comercializado ‘nudes’ e até vídeos íntimos em uma plataforma exclusiva para esse tipo de conteúdo, o OnlyFans. 

Apesar de Mayã não ter uma boa relação com o pai - ele mora na Bélgica com sua mãe -, o rapaz acabou seguindo sua escola. Frota fez sucesso como ator pornô no início dos anos 2000 e, agora, seu herdeiro dá os primeiros passos na mesma carreira. O jovem está compartilhando seus conteúdos íntimos na plataforma Only Fans, que cobra até R$ 53 reais por mês para os usuários terem acesso às fotos e vídeos. 

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Nas suas publicações, Mayã compartilha fotos de cueca ou completamente nu. Ele também posta vídeos mais íntimos e, em um deles, um usuário o comparou com Alexandre. "Wow! Maior que o do seu pai", escreveu. 

 

Um homem de 67 anos que trabalhava como Papai Noel em um shopping foi preso na tarde de sexta-feira (20) acusado de exibir material pornográfico para duas meninas, em São José dos Campos, interior de São Paulo. O suspeito acabou solto neste sábado (21), durante audiência de custódia, e vai responder pela acusação em liberdade.

Familiares das meninas, de 11 e 12 anos, disseram que, quando elas se acercaram do Papai Noel, em um shopping do Jardim América, zona sul da cidade, ele mostrou a elas um vídeo pornográfico pelo celular. O homem nega o crime, mas foi afastado da função.

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Conforme o relato da família à Polícia Civil, as duas crianças estavam no shopping com o pai de uma delas e se afastaram para comprar sorvete, quando viram o Papai Noel. Ao se aproximarem do "bom velhinho", ele teria mostrado a elas o conteúdo do seu celular: um vídeo pornográfico.

Ainda segundo o relato dos familiares, o homem se ofereceu para pagar um lanche e pediu o contato de WhatsApp das meninas. Elas se afastaram e relataram o acontecido ao familiar que as acompanhava. Outros parentes também foram acionados.

O Papai Noel foi detido pela Polícia Militar e levado para a delegacia. Ao depor, o homem negou que tenha mostrado o vídeo e disse que foi surpreendido pelas meninas quando apagava material pornográfico enviado para seu celular.

Ele disse que se ofereceu para emprestar o dinheiro do lanche que as meninas pretendiam tomar e pediu o telefone para uma possível devolução do empréstimo, o que não foi aceito por elas. O suspeito, que não teve a identidade divulgada, passou a noite na prisão e só foi liberado após ser apresentado ao juiz, na audiência de custódia.

Ele vai responder por divulgação de imagens de sexo, nudez ou pornografia, crime com pena prevista de um a cinco anos de prisão. O celular do suspeito foi apreendido para perícia. A administração do shopping informou que está dando assistência às famílias e que o Papai Noel, contratado através de empresa terceirizada, foi afastado das funções.

Um professor de português foi demitido após 'ensinar' e propor aos alunos do 6º ano uma redação sobre práticas sexuais, na última quarta-feira (13). Os estudantes -entre 10 e 12 anos- do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 104, localizado na Asa Norte, em Brasília, fotografaram o quadro recheado com expressões obscenas.

Após tomar consciência do caso, o diretor da instituição junto a um grupo de pais, prestaram queixa contra Wendel Santana, de 25 anos. Na ocorrência, foi descrito que o professor apresentou conteúdos completamente inadequados e fora do plano de ensino.

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Wendel confirmou ter ministrado o material de cunho sexual e alegou que a intenção era apresentar a diferenciação de expressões formais e informais como exercício de linguagem. Ao G1, o educador também revelou que não foi treinado para dar aulas para esta faixa etária.

A Secretaria de Educação do Distrito Federal garantiu que o contrato temporário com o professor será rescindido. Já os alunos vão receber apoio do Serviço de Orientação Educacional.

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A digital influencer Geisy Arruda, que atualmente apresenta no YouTube o programa Ponto G, recebeu para um bate-papo Kid Bengala. O encontro da loira com o ator pornô rendeu humor e revelações apimentadas. No início do vídeo, Kid tentou mostrar o seu pênis para Geisy, que havia perguntado o tamanho do órgão sexual dele.

"Eu vou ser realista. Eu não gosto de enganar o povo. Eu sou um cara muito honesto. O meu p** tem duas medidas, a original e a comercial. A original é 27 centímetros e a comercial é 33 centímetros", declarou o ator. Questionado por Geisy se ainda tinha disposição no sexo, Kid Bengala disparou: "Eu não posso ficar do seu lado que eu tô [excitado] desse jeito, c******".

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Aos 64 anos, Kid disse para Geisy que já foi hospitalizado três vezes por problemas de ereção. "Fui para o hospital por ereção que não baixava", explicou. Ao ser questionado sobre a mulher ideal, ele contou: "Eu não tenho a mulher certa para mim. É aquela que eu olho e que me chama atenção".

Confira o vídeo:

A Polícia Nacional da Espanha diz ter prendido um dos maiores "predadores da intimidade de mulheres". O alvo, um colombiano de 53 anos, é acusado de filmar mais de 500 mulheres por baixo de saias e vestidos para, em seguida, postar em sites pornográficos.

A prisão ocorreu em Madrid na quarta-feira (21). Segundo a polícia, ele praticava "upskirting", que é o ato de gravar vídeos não autorizados por debaixo das roupas das mulheres. Ele foi detido em flagrante quando gravava uma mulher por baixo do vestido utilizando um celular acoplado na mochila.

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Os policiais informaram ainda que o suspeito atuava diariamente e de forma compulsiva, chegando a filmar 29 vítimas em cinco dias. O preso publicou 283 vídeos em sites pornográficos que somam milhões de visualizações. Foram identificadas 555 vítimas, algumas menores de idade. Na casa dele, houve a apreensão de vários dispositivos eletrônicos com dezenas de gigas de vídeos.

As investigações começaram após os investigadores localizarem um site pornográfico no qual um perfil publicava vários vídeos gravados em Madrid exibindo partes íntimas de centenas de mulheres, com indícios de serem feitos com câmera oculta e sem consentimento.

O "predador sexual" também capturava o rosto das vítimas. Conforme investigação, o primeiro vídeo identificado foi publicado em julho de 2018. Atualmente, o perfil contava com 3519 inscritos, 84594 visitas e 1367999 visualizações. O homem, segundo a polícia, costumava filmar as vítimas no metrô e segui-las na rua, chegando a entrar em estabelecimentos comerciais com elas para obter as imagens.

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Insatisfeito com o sumiço da coleção rara de materiais pornográficos, um rapaz identificado como Charlie processou os próprios pais. O americano alega que eles jogaram fora as 14 caixas com conteúdo e brinquedos sexuais, no valor de US$ 28,9 mil (aproximadamente R$ 111,7 mil).

Na ação judicial movida contra os pais, o homem pede US$ 86,8 mil em danos (cerca de R$ 336,1 mil). No tribunal, a promotoria concluiu que as acusações não eram justificadas. Ainda assim, o residente de Michigan foi novamente à polícia e, de acordo com as informações do portal Extra, enviou 44 e-mails para um policial com a lista de todos os filmes destruídos.

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Documentos apontam que Charlie teve um desentendimento com o pai, enquanto morou na casa dele por 10 meses, após o divórcio. Inclusive, o pai enviou uma mensagem dizendo que ele era viciado em pornografia. "Nós contamos doze caixas cheias de pornografia, mais duas caixas de brinquedos sexuais. Começamos naquele dia o processo de destruí-los e demorou um pouco para fazê-lo", dizia um e-mail atribuído ao pai dele.

 No decorrer do e-mail, ele revela que destruiu a coleção para o bem mental e emocional do filho. "Acredite ou não, uma das razões pelas quais eu destruí sua pornografia era para sua própria saúde mental e emocional. Eu teria feito o mesmo se tivesse encontrado um quilo de crack. Algum dia, espero que você entenda”. A imprensa americana fez um levantamento e apontou que o rapaz foi expulso no ensino médio e da faculdade por vender conteúdo pornô aos colegas.

Um norte-americano abriu um processo judicial contra os próprios pais alegando que eles teriam jogado fora, sem sua permissão, 14 caixas repletas de conteúdo pornográfico e brinquedos sexuais que, segundo o homem, custaram 28,9 mil dólares (cerca de R$ 111,7 mil). 

De acordo com uma reportagem exibida pela emissora de televisão norte-americana Fox News, o homem, identificado apenas como Charlie, pedia  uma indenização de 86,8 mil dólares (aproximadamente R$ 336 mil) por danos morais provocados pelos próprios pais. No entanto, os promotores do caso decidiram que as acusações não tinham fundamento, mas Charlie não aceitou o resultado do processo. Ele  enviou a um policial 44 e-mails listando todos os filmes que teriam sido jogados fora.

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Ainda segundo a Fox News, os pais do homem teriam jogado fora o material para tentar combater o vício do filho em pornografia. "Acredite ou não, uma das razões pelas quais eu destruí sua pornografia era para sua própria saúde mental e emocional. Eu teria feito o mesmo se tivesse encontrado um quilo de crack. Algum dia, espero que você entenda”, diz trecho de um e-mail atribuído ao pai de Charlie que foi divulgado pela imprensa.

Com a deflagração da operação de combate à pedofilia Luz da Infância, um técnico em informática Fábio Luiz Leal da Silva, 33 anos, foi preso em flagrante na cidade de Guanambi, na Bahia, com mais de 1,2 mil vídeos pornográficos armazenados envolvendo crianças.

A Polícia Civil apreendeu notebooks, computadores, cartões de memória e pen drives onde estavam armazenados os vídeos. Um dos computadores apreendidos contava com 5 HDs para conseguir armazenar todo o material que tinha crianças e adolescentes em situações de vulnerabilidade, crime de pedofilia e pornografia infantil, de acordo com a polícia.

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Os agentes informaram ao G1 da Bahia que, em depoimento, Fábio Luiz alegou que tinha o hábito de armazenar materiais do tipo baixados da internet com uso de um programa de download. As investigações continuam na tentativa de descobrir se algum dos vídeos guardados pelo suspeito foi produzido por ele.

Essa operação é fruto de um trabalho investigativo da Secretaria de Segurança Pública (Senasp), em parceria com os estados e federações. Em Pernambuco, mandados de busca e apreensão foram expedidos pelas varas de Petrolina, Paulista - ambas no Grande Recife -, e também em Garanhuns, no Agreste.

O Facebook pretende utilizar inteligência artificial no combate à disseminação de fotos íntimas compartilhadas sem permissão na rede social. Com o anúncio nessa sexta-feira (15), a empresa objetiva suprimir a "pornografia de vingança", que ofende e humilha os usuários.

"Usando o aprendizado de máquina e a inteligência artificial, agora podemos detectar proativamente imagens ou vídeos íntimos que são compartilhados sem permissão", postou o Facebook no blog da própria empresa. "Isso significa que podemos encontrar este conteúdo antes que alguém o denuncie."

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Conforme informações do G1, um membro da equipe de operações deverá rever os conteúdos detectados com a nova tecnologia. Caso o registro seja considerado ofensivo, será removido e a conta desativada. Em dezembro do ano passado, o Facebook tinha aproximadamente 15 mil revisores de conteúdo, entre funcionários e terceirizados.

A empresa também vai lançar uma central de suporte. A "Não Sem Meu Consentimento" propõe mais segurança para as pessoas que tiveram fotos íntimas compartilhadas.

O termo "impeachment" voltou a pautar as principais discussões dos brasileiros do Twitter. Nesta quinta-feira (7), a expressão aparece associada ao presidente da República, Jair Bolsonaro, e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

Usuários no campo da oposição ao governo Bolsonaro começaram a pedir pelo impeachment desde a quarta-feira (6), tão logo o jurista Miguel Reale Jr. avaliou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que o tuíte com conteúdo obsceno publicado por Bolsonaro é motivo suficiente para um pedido de impeachment.

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Para o jurista, que já foi ministro da Justiça e também um dos autores do pedido que levou à cassação da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o tuíte de Bolsonaro se enquadra como "falta de decoro".

Defensores da hashtag #bolsonaroIMPEACHMENT têm relembrado as polêmicas que envolvem Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador e filho do presidente, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), e as denúncias recentes envolvendo candidaturas laranja no PSL de Minas Gerais e de Pernambuco.

Gilmar Mendes

A hashtag #ImpeachmentGilmarMendes também está entre os assuntos mais comentados do Twitter brasileiro.

Na quarta, a Operação Lava Jato pediu que o ministro do STF seja afastado das ações movidas contra o operador do PSDB Paulo Vieira de Souza e contra o ex-chanceler e ex-senador tucano Aloysio Nunes.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), há indícios de envolvimento pessoal de Gilmar Mendes com Vieira e com Nunes.

A Justiça Federal de Minas condenou um homem a quatro anos e nove meses de prisão por postar imagens e distribuir conteúdo pornográfico infantojuvenil na internet. E.R.R., de 24 anos, é estudante de Direito e mora em Belo Horizonte. Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, ele compartilhou 152 arquivos de conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes e ainda solicitou aos destinatários que enviassem o mesmo tipo de material em contrapartida.

Em seu computador, foram encontrados outros 197 arquivos (193 imagens e quatro vídeos) armazenados.

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Os crimes foram descobertos após o réu acessar sites de origem estrangeira, especialmente um endereço eletrônico hospedado na Rússia, cujo monitoramento pelos investigadores indicou tratar-se de uma espécie de 'ponto de encontro' de pedófilos do mundo todo.

Segundo as investigações, os usuários da rede produziam e armazenavam fotos e vídeos de crianças, adolescentes e até mesmo de bebês com poucos meses de vida, muitos deles sendo abusados sexualmente por adultos, e os enviavam para contatos no Brasil e no exterior.

De acordo com a denúncia, as investigações apontaram que E.R.R. fingia ser um adolescente de 14 anos. Além dos materiais de pornografia infantil, o condenado enviava mensagens dando conselhos sobre sexualidade juvenil, o que, segundo os procuradores, indica que conversava com adolescentes.

A sentença aponta que o acusado é 'pessoa que possui conhecimentos de informática, fazendo manobras engenhosas para garantia de sua impunidade'.

"Criava e-mails e perfis falsos em redes sociais, circunstâncias que dificultaram, imensamente, a investigação criminal. (…) Chega-se a esta conclusão pelos diversos tipos de aplicativos utilizados para troca e disponibilização de material ilícito. Nesse contexto, não é difícil imaginar que se utilizava de mecanismos de mascaramento de IPs, que indicam endereço eletrônico diferente do efetivamente utilizado pelo usuário."

A decisão aponta que a Polícia Federal rastreou os IPs utilizados na rede e constatou que eles indicam endereços residenciais próximos entre si. "O acusado utilizava redes de internet abertas (sem necessidade de senha de acesso), pertencentes a terceiros desconhecidos, nas proximidades de sua residência", destaca a sentença.

O Ministério Público Federal recorreu da sentença pedindo o aumento da pena.

A Polícia Civil de Alagoas indiciou um homem por divulgação de pornografia na cidade de Teotônio Vilela. O homem é acusado de divulgar em um grupo do Whatsapp uma foto da ex-namorada sem roupas. A divulgação do caso foi feita na última quinta-feira (3).

Segundo a polícia, o nome do indiciado não será divulgado para preservar a identidade da ex-namorada, que teve o nude compartilhado sem seu consentimento. O crime de “pornografia de vingança”, como ficou conhecido, é um dos novos tipos penais determinados pela Lei 13.718, de setembro de 2018, que combate violência de gênero.

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O indiciado poderá receber penas de um a cinco anos de prisão. A investigação foi realizada pelo delegado Arthur César, do 79º Distrito Policial.

 

Nem assumiu o primeiro mandato de deputado federal e o ex-ator pornô Alexandre Frota (PSL) não para de causar. Nesta sexta-feira (30), convidado do programa Pânico na rádio Jovem Pan, ele disparou ao falar sobre o novo local de trabalho a partir de 2019: “a Câmara dos Deputados é a verdadeira pornografia. Lá que estão os cafetões, os atores e atrizes pornô”. 

Alexandre Frota também afirmou que dentro da Casa haverá uma guerra. “Vai ser uma guerra, serão dias difíceis. Peço que as pessoas tenham paciência com esse novo governo. Conseguimos limpar boa parte daquele Congresso, mas ainda ficou muita gente”, disse. 

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O futuro deputado, que recentemente sugeriu que o apresentador Silvio Santos teria “assediado” a artista Claudia Leitte durante participação no Teleton porque ela estava “com as pernas de fora”, também falou na entrevista que o “politicamente correto” está deixando o país “muito chato”. “No carnaval, as mulheres estavam com placa não me toque. Você colocar a mão no ombro de uma mulher é estupro, é assédio sexual”, opinou. 

Durante a conversa, ele também garantiu que não vai ser "fantoche" do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). “Eu sou pró-Bolsonaro, mas não serei fantoche dele. A polícia tem que ter respaldo político. O povo quer justiça, não aguenta mais ser assassinado, roubado e esculachado nas ruas. Tem que ser tolerância zero”.

Na Câmara dos Deputados, Alexandre Frota deverá protagonizar novas polêmicas. Lá, por exemplo, ele vai se esbarrar com deputado Jean Wyllys (Psol). O psolista já processou Frota o acusando de propagar um discurso de ódio, difamação e injúria. 

A Starbucks anunciou que bloqueará o acesso à pornografia em sua rede de Wi-Fi gratuita em todas as suas lojas nos EUA a partir de 2019. Enquanto assistir ao conteúdo explícito na loja sempre foi proibido, a companhia agora irá bloquear ativamente tal conteúdo.

"Embora isso raramente ocorra, o uso do Wi-Fi público da Starbucks para exibir conteúdo ilegal ou notório não é, nem nunca foi permitido", disse a Starbucks, em um comunicado divulgado pelo site BuzzFeed News.

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A empresa de café disse que identificou uma solução para impedir o acesso à pornografia em todos os locais dos EUA até 2019, mas não especificou que ferramenta iria utilizar.

A ONG Enough is Enough emitiu uma declaração no início da semana condenando a empresa por quebrar uma promessa de bloquear esse conteúdo em 2016.

"A Starbucks continua a oferecer Wi-Fi gratuito e irrestrito para seus clientes, abrindo a porta para que os clientes vejam pornografia explícita ou obscena, visualizem ou distribuam pornografia infantil (um crime ilegal) ou se envolvam em atividades de predação sexual", diz o comunicado.

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