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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou nesta segunda-feira (22) o teste público de segurança (TPS) do sistema eletrônico das eleições de 2022. Até sexta-feira (26), 26 investigadores de diversas instituições vão tentar executar 29 planos de ataque aos equipamentos da urna eletrônica. O teste é um procedimento de praxe realizado desde 2009. 

As tentativas de burlar o sistema de segurança ocorrem com a disponibilização do código-fonte, procedimento no qual o tribunal entrega aos participantes a chave da programação das máquinas que compõem a urna, como os componentes que realizam o recebimento, a transmissão e a apuração dos votos. 

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O plano de ataque prevê tentativas de violação do sigilo do voto, identificação de sinais eletromagnéticos a distância, captura de sinais elétricos nas entradas externas e identificação sonora das teclas pressionadas. 

De acordo com o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, o tribunal abre o acesso ao código-fonte e permite a realização de planos de ataque para descobrir vulnerabilidades do sistema. 

“Isso é o teste público de segurança. É nós aprimorarmos os sistemas mediante ataque de pessoas físicas, instituições, hackers do bem, que queiram tentar vulnerar as diferentes camadas de proteção do sistema. É uma parceria com a sociedade, não é um confronto”, explicou. 

Segundo Barroso, se vulnerabilidades forem encontradas, serão corrigidas, e haverá um novo teste para verificar se o sistema continua vulnerável.  “Basicamente, é levar a sério a crítica e a vulnerabilidade e procurar corrigi-las”, afirmou Barroso. 

A primeira fase dos procedimentos de checagem da segurança da votação foi em outubro deste ano, quando o TSE realizou uma cerimônia de abertura dos códigos-fonte dos sistemas eleitorais.

Dois estudos clínicos iniciados no Rio de Janeiro buscam voluntários que tenham testado positivo para a Covid-19 e estejam na fase inicial da doença, com sintomas leves, para testar um medicamento novo contra o agravamento da infecção. Também podem participar pessoas que tenham algum familiar doente, para testar se o medicamento evita a contaminação. Os voluntários devem ter a partir de 18 anos de idade e serão acompanhados por 42 dias. 

São 29 centros autorizados a fazer os testes no Brasil, com os tratamentos desenvolvidos pelas empresas biofarmacêuticas americanas Pfizer e Clene Nanomedicine.  Na região metropolitana do Rio de Janeiro, os estudos serão conduzidos pelo Instituto Brasil de Pesquisa Clínica (IBPClin). De acordo com o diretor médico do IBPClin, Luís Russo, os voluntários com sintomas leves participarão do teste da Clene Nanomedicine. 

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“A pessoa tem que estar com a covid-19 nos primeiros cinco dias. É um estudo com um novo medicamento à base de nanotecnologia. É um composto líquido de nanopartículas de zinco e prata, para prevenir que a pessoa que pegue a doença seja hospitalizada. Ou seja, quando a pessoa pega a covid, tem o teste positivo, ela entra em contato com o nosso centro de pesquisa para utilizar essa medicação, para prevenir que ela evolua para um caso mais grave e precise de hospitalização”.  O outro tratamento utiliza a molécula PF-07321332, desenvolvido pela Pfizer, um antiviral da classe dos inibidores de protease, associado ao ritonavir. Russo explica que este estudo clínico é destinado a quem está com um familiar com covid-19, mas que tenha testado negativo para a doença. 

“A molécula PF-07321332 é utilizada junto com um outro antiviral, recém-aprovado pelas autoridades internacionais, que é o ritonavir, um comprimido. Estamos conduzindo um teste clínico para aquelas pessoas que não adquiriram a doença, mas que tem um familiar em casa, o marido, a esposa, uma tia, uma avó, que estão com covid-19”. 

Para ele, o tratamento em teste é um avanço importante para o combate à pandemia. Mais informações pelos telefones (21) 2527-7979 e (21) 98556-4888.

O Instituto do Coração (Incor) em São Paulo enviou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nessa quinta-feira (21), o pedido de autorização para os testes clínicos da vacina em spray contra a Covid-19. A ideia é iniciar as fases 1 e 2 do estudo em 2022. O documento detalha aspectos técnicos e metodológicos do imunizante em avaliação.

De acordo com o Incor, a vacina spray “é  inédita no mundo não apenas pela sua forma de administração pelas narinas, mas também pelos componentes derivados do vírus que ele utiliza  para a imunização e pelo veículo que os transporta (nanopartículas)”, aponta nota da instituição.

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O imunizante é desenvolvido pelo Laboratório de Imunologia do InCor e tem como parceiros a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Universidade de São Paulo (USP), especificamente a Faculdade de Medicina, o Instituto de Ciências Biomédica e a Faculdade de Ciências Farmacêuticas. 

Os resultados iniciais são promissores. Os experimentos mostram que animais imunizados com a vacina spray tiveram altos níveis de anticorpos IgA e IgG e também uma resposta celular protetora. 

Serão 280 participantes divididos em sete grupos, seis deles vão tomar doses diferentes entre si e o último vai receber placebo. A dose diferenciada é para testar a melhor dosagem. Essas fases devem durar até três meses. O objetivo é avaliar a segurança, a resposta imune e o esquema vacinal (dose) mais adequado.

O Incor aponta que, diferentemente das vacinas existentes, que usam a proteína spike para induzir a resposta imune do organismo, o imunizante que está em desenvolvimento utiliza peptídios sequenciais derivados de proteínas que compõem o vírus. A forma de administrar o medicamento, pelas narinas, utiliza uma nanopartícula que consegue ultrapassar a barreira protetora dos cílios e do muco. 

O Instituto Butantan recebeu nesta sexta-feira (15) a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar, em humanos, testes complementares do soro anti-Covid, fabricado pela instituição. Ao contrário da vacina, que é uma forma de prevenção, o soro auxilia no tratamento de pessoas já infectadas pela doença. Com a autorização de hoje, o Butantan conta com as permissões necessárias para a realização de todas as etapas dos testes clínicos do soro. 

Os exames serão realizados no Hospital do Rim e no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), ambos localizados na cidade de São Paulo. Os voluntários participantes são adultos com mais de 30 anos e com diagnóstico de infecção por covid-19 confirmado por PCR, no máximo, nos cinco dias anteriores. O soro é intravenoso, ou seja, é inserido na veia em uma única aplicação. O paciente fica no hospital por um dia e recebe o medicamento.

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Os ensaios serão feitos em duas fases e três etapas. Na fase 1, o estudo vai envolver 30 pessoas transplantadas de rim, pacientes do Hospital do Rim (etapa A); e 30 pacientes oncológicos do Hospital das Clínicas, com câncer de órgão sólido (etapa B). Na fase 2, participarão 558 pessoas, entre transplantados de órgãos sólidos e pacientes oncológicos, todos fazendo terapia imunossupressora (etapa C).

“O foco do soro anti-Covid nos imunossuprimidos é uma contribuição do Butantan para fornecer tratamento a um público numeroso que tem dificuldades na sua imunização e, em muitos casos, não pode tomar vacina. Além disso, são pessoas bastante afetadas pela Covid-19, com uma taxa de mortalidade que pode ser superior a 65%”, destacou o instituto em nota.

 

 

De quarta (13) a sexta-feira (15), a Prefeitura do Recife vai levar testagem gratuita gratuita para detecção da Covid-19 para oito bairros do Recife. Diariamente, profissionais da Secretaria de Saúde (Sesau) do município estarão em mais de uma localidade por dia, das 8h às 16h. Em cada local, a capacidade é de realizar até 200 testes. 

Qualquer pessoa pode fazer o teste que detecta a doença ativa, basta apresentar um documento de identificação. O resultado fica pronto em menos de 30 minutos. Caso sejam identificadas pessoas com sintomas respiratórios, e o teste de antígeno der negativo, os próprios profissionais agendam, por meio do Atende em Casa, a realização do RT-PCR (teste padrão ouro para detecção do vírus ativo). 

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Durante a ação, os profissionais da Sesau também fazem abordagens educativas sobre a importância da vacina anticovid. As pessoas que não tiverem recebido nenhuma dose ou não tiverem o esquema vacinal completo poderão agendar, através do Conecta Recife, para tomar a dose.

Até agora, a Sesau aplicou 10.339 testes, dos quais 289 foram reagentes, o que representa uma positividade de 2,8% do total de examinados. Os casos positivos estão sendo cadastrados no Atende em Casa para telemonitoramento e identificação dos contatos da pessoa infectada. 

A testagem gratuita está inserida no Programa TestaPE, do Governo de Pernambuco, e visa a redução da transmissão da doença, a partir da detecção de novos casos. Nesta primeira etapa, os testes estão sendo aplicados, por equipes volantes da saúde, em locais de grande circulação de pessoas - como mercados públicos, estações de metrô, escolas municipais - e em pontos de vulnerabilidade, que foram selecionadas a partir da análise de critérios como Índice de Desenvolvimento Humano, cobertura vacinal e cobertura de Estratégia de Saúde da Família.  

Confira a programação de cada dia:

Quarta-feira (13), das 8h às 16h

 

Associação de Moradores UR-10

Endereço: Rua Alto Erval Novo, S/N - Ibura

 

Sede Dominó Afogadense

Endereço: Rua Holmes Fontes, 24 - Afogados

 

Conjunto Residencial João Paulo II

Endereço: Av. Beberibe, 3530 - Porto da Madeira

 

Quinta-feira (14), das 8h às 16h

 

Estação Central do Recife (Metrô)

Endereço: São José

 

Praça do Engenho do Meio

Endereço: R. Antônio Curado, S/N - Engenho do Meio

 

Associação de Moradores UR-10

Endereço: Rua Alto Erval Novo, S/N - Ibura

 

Igreja Peniel

Endereço: Rua Alcântara, 35, Coqueiral

 

Associacão dos Moradores da Borborema

Endereço: Rua Fernando César de Andrade, 35- Boa Viagem

 

Morro da Conceição

Endereço: Praça da Conceição,589 (Em frente à USF do Morro da Conceição)

 

Conjunto Residencial João Paulo II

Endereço: Av. Beberibe, 3530 - Porto da Madeira

 

Sexta-feira (16), das 8h às 16h

 

Estação Central do Recife (Metrô)

Endereço: São José

 

Praça do Engenho do Meio

Endereço: R. Antônio Curado, S/N - Engenho do Meio

 

Igreja Peniel

Endereço: Rua Alcântara, 35 - Coqueiral

 

Associação de Moradores UR-10

Endereço: Rua Alto Erval Novo, S/N - Ibura

 

Associacão dos Moradores da Borborema

Endereço: Rua Fernando César de Andrade, 35 - Boa Viagem

 

Morro da Conceição

Endereço: Praça da Conceição,589 (Em frente à USF do Morro da Conceição)

 

Um coquetel de anticorpos contra a Covid-19 desenvolvido pelo laboratório anglo-sueco AstraZeneca apresentou resultados considerados positivos em testes clínicos da fase 3 - anunciou a empresa farmacêutica, em nota divulgada nesta segunda-feira (11).

Os testes do medicamento AZD7442, que consiste em uma combinação de anticorpos, "resultaram em uma redução estatisticamente satisfatória" dos "casos graves de Covid-19, ou das mortes pela doença, em comparação com um placebo em pacientes não hospitalizados com sintomas leves ou moderados", relatou a AstraZeneca.

De acordo com o laboratório, 90% dos participantes pertenciam a categorias de pacientes considerados com alto risco de desenvolver formas graves da Covid-19, incluindo aqueles com comorbidades.

Os 903 participantes destes ensaios clínicos receberam o tratamento nos cinco dias que se seguiram ao surgimento dos primeiros sintomas.

A análise preliminar dos resultados mostra que "o AZD7442 reduziu o risco de desenvolver Covid-19 grave, ou mortal, em 67% dos casos, em comparação com o placebo", detalha o comunicado.

"Dado que os casos graves de Covid-19 continuam em todo mundo, existe uma necessidade importante de novas terapias, como o AZD7442, para proteger as populações vulneráveis", afirmou Hugh Montgomery, professor de medicina de cuidados intensivos da University College London e um dos principais pesquisadores deste ensaio clínico.

A AstraZeneca apresentará os dados às autoridades de saúde e solicitou à FDA, agência americana que regula o setor de medicamentos e alimentos, que aprove o fármaco para tratar a Covid-19.

Em março, o grupo anunciou um acordo com os Estados Unidos para fornecer ao país até 700 mil doses desse tratamento com anticorpos, ainda este ano, no total de US$ 726 milhões.

A torcida do Sport reencontrará a equipe leonina nesta quarta-feira (6), na Arena de Pernambuco, após 18 meses de saudade, devido ao afastamento provocado pela pandemia da Covid-19. Às 19h, diante do Juventude, o time tentará manter vivo o sonho contra o rebaixamento, em jogo válido pelo Brasileiro da Série.

Em seu site oficial, o clube pernambucano reforçou o seu protocolos de segurança contra a proliferação do novo coronavírus. Confira:

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Venda de ingressos

Os torcedores que ainda desejarem marcar presença na Arena de Pernambuco têm até as 14h para adquirir o ingresso através dos sites:

Sócios - maiordonordeste.com.br

Não-sócios - futebolcard.com

Valores: R$150 (inteira); R$75 (meia)

Procedimentos para acesso ao estádio

Além de portar o ingresso (carteirinha de sócio ou e-ticket), os rubro-negros deverão validar o comprovante de vacina (duas doses ou dose única da Janssen) no aplicativo ConecteSUS. Na catraca, será obrigatório apresentar o QR Code gerado no App. É importante, ainda, que o mesmo esteja com o comprovante de vacinação original em mãos e um documento oficial com foto.

Para os sócios que adquiriram os 10% dos ingressos destinados à uma dose, esses deverão estar com o ingresso e o teste negativo de PCR (realizado em até 48h) ou antígeno (24h antes), além de comprovante de vacinação original e documento com foto.

Testagem na Arena

A van itinerante do TestaPE também estará disponível na Arena de Pernambuco para realizar a testagem dos sócios que possuem apenas uma dose da vacina anti-Covid e garantiram o ingresso antecipadamente.

Nas dependências do estádio

Conforme decreto da Secretaria de Saúde, é obrigatório o uso de máscara e álcool em gel em todas as dependências do estádio. O não uso fará com que o torcedor se retire do local.

O consumo de alimentos e bebidas deve ser feito apenas na área do bar da Arena. Objetos não podem ser compartilhados, evitando assim, quaisquer riscos de contaminação.

Respeite o distanciamento social nos assentos, e nas filas dos bares e banheiros.

Com informações da assessoria

A empresa australiana de produtos médicos Ellume anunciou a retirada de quase 200.000 testes de Covid-19 do mercado nos Estados Unidos, após constatar o aumento da possibilidade de resultados falsos positivos.

Os testes rápidos caseiros da Ellume foram os primeiros a receber no ano passado autorização para uso de emergência nos Estados Unidos.

Mas a Administração de Medicamentos e Alimentos (FDA) dos Estados Unidos alertou na terça-feira sobre o "potencial de resultados falsos positivos com determinados lotes do teste caseiro de Covid-19 da Ellume devido a um problema de fabricação recentemente identificado".

"Os resultados negativos não parecem afetados pelo problema de fabricação", completa o comunicado.

"A FDA trabalha de perto com a Ellume para avaliar as revisões adicionais de fabricação e outras medidas corretivas para assegurar uma solução do tema", afirmou a agência.

Um porta-voz da Ellume afirmou à AFP que 195.000 dos 3,5 milhões de testes enviados aos Estados Unidos apresentaram problemas.

Em um comunicado de 1º de outubro, a empresa informou que ordenou a retirada voluntária depois de detectar mais resultados falsos positivos do que o previsto em alguns lotes.

A empresa destacou que identificou a causa do problema e adotou controles adicionais para continuar distribuindo os testes aos clientes nos Estados Unidos.

A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), ligada ao Ministério da Saúde, deixou vencer milhares de kits para diagnóstico da covid e dezenas de medicamentos e vacinas para outras doenças. O órgão foi notificado sobre a proximidade da data de validade de 32 tipos de insumos. Mesmo assim, não agiu a tempo de distribuí-los. O resultado é que, agora, milhares de imunizantes, soros, diluentes e testes que custaram R$ 80,4 milhões não foram aproveitados a tempo e serão inutilizados.

O desperdício inclui, por exemplo, mais de 18 mil kits de testes de covid, considerados fundamentais para monitorar e controlar a transmissão do vírus. Também estão na lista 44 mil vacinas meningocócicas (contra meningite) e 16 mil vacinas contra a gripe.

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As informações constam de documentos internos da pasta obtidos pelo Estadão. O material estava armazenado no Centro de Distribuição que o ministério possui em Guarulhos (SP). Planilha do Ministério da Saúde aponta que, para sete desses insumos, houve mais de uma notificação sobre o vencimento do prazo. A SVS foi alertada, em abril e em junho deste ano, sobre produtos que venceriam entre 8 de julho e 31 de agosto. Eles custaram R$ 2,6 milhões aos cofres públicos.

Todos esses insumos fazem parte de uma lista de 271 itens que perderam a validade entre 2017 e 2021. Os insumos da planilha somam 1,8 milhão de unidades e custaram R$ 190,8 milhões aos cofres públicos. Quase a totalidade deles, ou 96%, foram perdidos a partir de 2019, durante o governo do presidente Jair Bolsonaro. O prejuízo foi de cerca de R$ 190,1 milhões a partir de 2019, ante o prejuízo de R$ 680 mil ocorrido entre 2017 e 2018.

Ofício da coordenadora-geral substituta de Logística de Insumos Estratégicos para Saúde, Katiane Rodrigues Torres, de 22 de setembro, registrou que houve "comunicação prévia da proximidade de vencimento desses medicamentos". Ela apontou, no entanto, a "ausência de resposta das áreas responsáveis, em tempo hábil, para a distribuição destes Insumos Estratégicos para Saúde - IES".

A coordenadora pediu que fosse apresentada justificativa sobre os vencimentos e citou ainda os custos de armazenagem, que aumentaram "consideravelmente" a execução do contrato. O requerimento foi encaminhado por ela ao diretor de Logística do Ministério da Saúde, general Ridauto Lúcio Fernandes. Ele, por sua vez, enviou a documentação à SVS com pedido para que cada item da planilha tivesse "uma justificativa própria, não podendo a manifestação ser feita de forma genérica".

Fernandes citou, no documento, uma reunião da pasta com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, secretários e a consultoria jurídica da Saúde, em 13 de setembro, na qual "foi exposta a situação dos medicamentos que se encontram armazenados em Guarulhos e que estão com o prazo de validade vencido".

Na lista de itens que se perderam estão kits para diagnóstico de covid, dengue, zika e chikungunya, vacinas contra gripe, pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo b), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) e BCG, soros e diluentes.

Os testes para covid, dengue, zika e chikungunya são os itens mais caros perdidos pelo Ministério da Saúde. Por esses, a pasta pagou R$ 133 milhões. Desse total, R$ 77 milhões apenas pelos kits para detecção do novo coronavírus.

Na avaliação do presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Lula, "perder doses de algo que é plenamente controlável" é consequência da "falta de planejamento do Ministério". "Longe de ser um episódio, reflete toda a conduta da política pública do governo federal há pelo menos dois anos", disse ele, titular da pasta do Maranhão.

A reportagem questionou o Ministério da Saúde sobre os milhares de testes e medicamentos vencidos. A pasta, porém, não enviou resposta até as 20h desta terça-feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Esperado na CPI da Covid nesta quinta-feira (16), o diretor executivo do plano de saúde Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior, faltou ao depoimento alegando convocação tardia e senadores avaliam sua condução coercitiva. A operadora é acusada de usar pacientes como cobaias de testes com hidroxicloroquina.

Em seu perfil no Twitter, o senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou que a empresa realizou "um experimento pseudocientífico" em seu hospital com objetivo de "ajudar o governo com sua visão de que medicamentos sem eficácia contra a doença poderiam ser utilizados e resultariam em resultados positivos".

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Ao considerar questões 'gravíssimas", o petistas alega que houve a proibição de profissionais de saúde utilizarem equipamentos de proteção, a obrigatoriedade de profissionais de saúde contaminados pela Covid-19 continuarem trabalhando no hospital e até a proibição do uso de máscaras dentro da UTI.

"Temos de ouvir a Prevent Senior para falar sobre isso e mostrar ao Brasil o que o gabinete paralelo do governo fez em parceria com eles", reforçou.

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Seguindo a tendência de outros aplicativos administrados por Mark Zuckerberg, o WhatsApp deve adotar uma função que permitirá reagir às mensagens com emojis, da mesma forma que ocorre no Facebook Messenger e Instagram. A atualização, de acordo com o site WEBetaInfo, ainda não tem data oficial de lançamento.

Ainda segundo o blog de tecnologia, que chegou a vazar fotos da suposta novidade, a atualização permitirá reagir com qualquer emoji - ou “carinha” - disponibilizada no aplicativo de mensagens. Apesar disso, o site reforçou que a funcionalidade está em desenvolvimento ativo, isto é, primeiro será liberada para testes e só depois implementada para todos os usuários.

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Ao que tudo indica, além das reações mais interativas, a plataforma também pode receber mais novidades em sua nova versão, a exemplo de um atalho para pagamentos.

A SK Bioscience e a GlaxoSmithKline (GSK) anunciaram nesta terça-feira (31) o início dos testes clínicos de fase 3 da GBP510, candidata da SK a vacina contra a Covid-19, em conjunto com um adjuvante fabricado pela GSK. Cerca de 4.000 voluntários devem participar do estudo em vários países.

Os testes vão comparar a segurança e a geração de resposta imune da GBP510 com os da vacina de Oxford/AstraZeneca, uma das que estão em uso no Brasil. De acordo com o comunicado, será um dos primeiros testes de fase 3 (a mais avançada em estudos clínicos de imunizantes) a comparar duas vacinas contra a Covid-19. Os laboratórios não detalham em quais países os estudos acontecerão.

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Adjuvantes são substâncias farmacêuticas utilizadas para aumentar a resposta imune de uma vacina. Segundo comunicado da GSK, dados das fases anteriores de testes mostraram que a combinação da vacina com o adjuvante desenvolveu uma "forte resposta de anticorpos neutralizantes" nos participantes.

O número de anticorpos em voluntários que receberam o imunizante teria sido de cinco a oito vezes maior que o encontrado no organismo de pessoas recuperadas da Covid-19. A GBP510 é feita de nanopartículas, e mira no receptor da proteína Spike do coronavírus.

A expectativa das farmacêuticas é de que a fase 3 se encerre no primeiro semestre de 2022, e que logo depois, com as devidas aprovações regulatórias, a vacina seja incluída no consórcio internacional Covax Facility, para distribuição global.

"Embora muitos países tenham feito um bom progresso na vacinação, ainda é necessária uma vacina acessível e barata contra a Covid-19 para assegurar o acesso igualitário e proteger pessoas em todo o mundo", afirmou Thomas Breuer, chief global health officer da GSK.

A GSK tem colaborado com outros laboratórios no desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19. Em parcerias com a Sanofi e a Medicago, a empresa desenvolve candidatos a imunizante baseados em proteínas, também aplicados em conjunto com adjuvantes, e todos estão na fase 3 de testes. A fabricante acredita que, com o uso do adjuvante, será possível aumentar a produção de vacinas sem elevar, no mesmo ritmo, a quantidade necessária de proteína.

Com a CureVac, a companhia estuda vacinas de RNA mensageiro que poderiam criar imunidade contra novas cepas do coronavírus. Em paralelo, a GSK também estuda tratamentos terapêuticos contra a Covid-19.

A Secretaria de Saúde do município de Pesqueira, situado no Agreste de Pernambuco, vai realizar um “sextou” diferente. Nesta sexta, 27, jovens com mais de 15 anos que tiverem agendamento prévio poderão se vacinar contra a Covid-19, além também de vacinação para o grande público contra o vírus Influenza, testes de Covid-19, hepatite, HIV e Sífilis.

E no clima do “sextou”, a secretaria ainda promete receber todos que forem até o local com um paredão de som para animar. O Sextou com S de Saúde vai ser realizado das 17 às 21h na antiga Ford. Para receber a vacina contra a Covid-19 é necessário o agendamento prévio, para os demais serviços não é necessário. Os interessados devem comparecer com CPF e cartão do SUS.

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O laboratório norte-americano Moderna começou a testar nesta quinta-feira (19) uma vacina contra o HIV baseada na tecnologia do RNA mensageiro (mRna), o mesmo tipo da vacina anti-Covid.

A fase 1 dos testes em humanos, publicada formalmente no registro do Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos Estados Unidos, envolverá 56 pessoas que têm entre 18 e 50 anos e que não são portadoras do vírus. Como toda ação inicial, o estudo visa verificar a resposta imune e a segurança da aplicação.

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Ela será administrada em duas versões: metade do grupo receberá duas doses iguais do imunizante mRNA-1644 e a outra metade receberá duas versões diferentes (a mRNA-1644 e a mRNA-1644v2).

Essa primeira fase deve durar cerca de 10 meses.

Caso haja sucesso nessa primeira etapa, mais duas serão necessárias para que as agências sanitárias liberem a aplicação em humanos: a segunda, que vai analisar a resposta das defesas do organismo e a segurança, e a terceira, mais ampla, que testa a real eficácia das doses.

Diferentemente das vacinas "tradicionais", que usam partes de vírus ou o vírus inativado, as da tecnologia com RNA mensageiro "ensinam" as células do corpo a produzir antígeno contra o vírus.

Os estudos com essa tecnologia, que iniciaram no início da década de 1990, ganharam investimentos financeiros bilionários por conta da pandemia de Covid-19. Com isso, tanto o imunizante contra a doença da Moderna como da Pfizer/BioNTech foram aprovados ainda no fim de 2020 nos Estados Unidos.

Ao longo de 40 anos de casos registrados do vírus HIV, a sigla em inglês para o vírus da imunodeficiência humana, os investimentos para o desenvolvimento da vacina que causa a Aids e ataca todo o sistema imunológico eram menores - e muitos testes não conseguiram ir adiante.

Mas, também por conta do incentivo ao desenvolvimento das vacinas para o coronavírus Sars-CoV-2, o HIV voltou aos holofotes. Um estudo, iniciado em julho deste ano, quer testar uma nova vacina em mais de seis mil pessoas na África, Américas (incluindo o Brasil) e Europa. Ela usa o método tradicional com um vetor, chamado de "adenovírus 26", que é inofensivo aos seres humanos. Nesse caso, serão quatro doses de imunizantes.

Da Ansa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o Instituto Butantan a utilizar a Coronavac no lugar de placebos nos testes clínicos da Butanvac, a vacina brasileira contra a Covid-19 em desenvolvimento pela entidade paulista. De acordo com a Anvisa, o Butantan solicitou a alteração no estudo clínico alegando dificuldades na mobilização de voluntários para estudos com placebo.

Na prática, o grupo que receberia a substância sem efeito farmacológico receberá uma "vacina de comparação" - no caso, a Coronavac, fruto de parceria do Butantan com o laboratório chinês Sinovac.

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A Butanvac é candidata a ser a primeira vacina nacional contra o novo coronavírus e, de acordo com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também protegerá contra o H1N1. A ideia do governo paulista é utilizar o imunizante já em 2022, quando pretende revacinar a população contra a covid-19.

Os testes da Butanvac devem envolver seis mil voluntários com 18 anos ou mais e ter duração de 17 semanas.

A Justiça Federal revogou, nesta sexta-feira (13), a exigência de teste negativo para Covid-19 ou comprovante de imunização completa para embarque em voos com destino ao aeroporto de Fortaleza. A medida havia sido determinada na última quarta-feira (11), para dificultar a entrada de passageiros contaminados com a doença no Ceará e conter o avanço da variante delta, mais transmissível. O protocolo, porém, não chegou a ser implementado.

A reversão da exigência atende a pedido da União e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Não é a primeira vez que a gestão Jair Bolsonaro tenta derrubar medidas de restrição impostas pelos gestores locais. Em maio, o presidente chegou a acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) contra medidas de quarentena e toque de recolher dos governos do Paraná, de Pernambuco e do Rio Grande do Norte. Nesta sexta, o presidente cumpre agenda de entrega de residenciais em Juazeiro do Norte, no interior cearense. O chefe do Executivo poderia ter se vacinado há pelo menos quatro meses, em abril, mas disse no último dia 4 que será o último a tomar o imunizante em solo nacional.

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Sobre as restrições a viajantes proposta pelo Ceará, segundo a Anac, "não existe embasamento técnico ou científico sobre a premissa do Estado do Ceará de que o transporte aéreo de passageiros doméstico contribui para a disseminação das novas variantes". Para embasar o processo, a agência também argumentou que o decreto seria prejudicial ao transporte de carga aérea.

O desembargador Edilson Pereira Nobre Junior, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), considerou que a medida era "ineficaz e inviável materialmente". Em sua decisão, ele afirmou que a determinação não impediria que pessoas contaminadas embarcassem. Avaliou ainda que as disposições da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a prevenção do coronavírus, como distanciamento social e uso de máscaras, são o protocolo que deve ser adotado pelos passageiros nos voos e aeroportos.

A pedido do governo do Ceará, a 5.ª região da Justiça Federal havia deferido, esta semana, que a permissão para embarcar para o Estado se desse mediante apresentação de certificado de imunização completa contra a covid-19 ou exame RT-PCR (teste molecular, considerado mais preciso) com resultado negativo feito até 72 horas antes do embarque. Na ocasião, o juiz federal Luiz Praxedes Vieira da Silva pediu à Anac que tomasse as providências para limitar a entrada de quem viesse de outros Estados ou países e não comprovasse estar sem o vírus.

Também na quarta-feira, a Secretaria Estadual de Saúde confirmou o primeiro caso de transmissão comunitária da cepa no Estado e emitiu alerta para que a população reforce os cuidados sanitários. Na semana anterior, quando o Estado entrou com o pedido na Justiça, o governador Camilo Santana (PT) criticou a falta de ação federal. "Como não há essa decisão, para que os voos que cheguem ao Ceará, as pessoas lá na origem devem comprovar que tenham testado negativo para covid ou que tenham tomado as duas doses", disse em transmissão nas redes sociais, no dia 6.

Segundo a Secretaria de Saúde do Ceará, 80% dos casos da variante delta registrados no Estado são provenientes do Rio. O Ceará registrou 925.06 casos de covid e 23.779 mortes desde o início da pandemia. Até o momento, foram identificados 16 casos da variante delta no Estado, sendo 15 de transmissão importada - por viajantes de outros estados brasileiros - e um de transmissão comunitária.

Passageiros de voos, tanto domésticos quanto internacionais, só poderão embarcar para o Ceará mediante apresentação de certificado de imunização completa contra a Covid-19 ou exame com resultado negativo feito até 72 horas antes do embarque. A decisão é da 5ª Região da Justiça Federal, que atendeu nessa quarta-feira (11) uma solicitação feita pelo governo do Ceará.

O juiz federal Luiz Praxedes Vieira da Silva deferiu a urgência da tutela e determinou que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) "tome as providências no sentido de somente autorizar o embarque em voos com destino ao Ceará e desembarque de voos particulares (quando não for possível a aferição por ocasião do embarque), provenientes de outros Estados do País, de passageiros que, por ocasião do embarque na origem, apresentem, alternativamente: 1) comprovante de vacinação atestando a integralização do ciclo de imunização, com a aplicação das duas doses ou dose única, a depender das especificações do imunizante utilizado; 2) resultado negativo de exame de antígeno ou RT-PCR realizado em até 72 horas antes do horário do voo".

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O magistrado também alega na decisão que "não se trata de restrição de livre locomoção pelo País, nem restrição ao direito de liberdade, mas de proteção à vida, que é um direito de alta relevância". Na sexta-feira, quando o Estado ingressou com a ação na Justiça Federal, o governador Camilo Santana (PT) afirmou em live transmitida pelas redes sociais que "essa é uma medida que o País tinha de tomar, teria de ser uma decisão a nível nacional, mas como não há essa decisão, para que os voos que cheguem ao Ceará, as pessoas lá na origem devem comprovar que tenham testado negativo para covid ou que tenham tomado as duas doses".

Procurada, a assessoria de comunicação da Anac afirmou não ter sido notificada até o momento sobre como a fiscalização será feita. A Fraport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de Fortaleza, também não foi notificada e afirma aguardar as orientações da Anac.

Situação no Ceará. Desde a última flexibilização no decreto que rege o funcionamento de atividades econômicas no Ceará, no dia 6 de agosto, o número de novos casos e óbitos se mantém estável, com tendência de queda. De acordo com a ferramenta IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Ceará, o número de novas contaminações confirmadas permanece abaixo de 70 por dia, enquanto o de óbitos está abaixo de 10 desde 29 de julho. Até a tarde desta quarta-feira, o Estado tinha confirmado 924.654 contaminações, sendo 641.968 recuperados e 23.775 óbitos. A taxa de ocupação de leitos de UTI voltados para pacientes com covid-19 era de 41,77% e de 21,01% para leitos em enfermaria.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um levantamento inédito da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) traçou o perfil e os principais sintomas das pessoas que buscam testes de farmácia para saber se estão com covid-19 ou se já foram infectadas pelo vírus. Conforme o estudo, feito em parceria com a plataforma Clinicarx, a procura é feita principalmente por adultos de 18 a 39 anos (49%).

Entre os resultados de teste de antígeno positivo, os principais sintomas relatados foram tosse (68,7%), nariz escorrendo (53,6%) e dor de garganta (49%). Outras queixas foram dificuldade para respirar (18,1%), febre (11,9%) e perda de olfato (9,5%). Esses sintomas eram mais frequentemente ligados à covid no primeiro ano da pandemia. Mas um estudo científico divulgado em junho mostrou que os sintomas podem apresentar diferenças de acordo com as variantes. Dor de cabeça e garganta, além de coriza, são sintomas mais associados às variantes Delta e Gama e os sinais do corpo têm ficado mais parecidos com os de uma gripe forte.

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A análise considerou 3,3 milhões de testes realizados no primeiro semestre deste ano em 2.608 farmácias do País. Desde maio do ano passado, as redes já realizaram mais de 9,1 milhões de testes, dos quais quase 2 milhões foram positivos.

Atualmente, as farmácias oferecem os testes sorológicos, para verificar se a pessoa já foi infectada pelo vírus, e os de antígeno - realizados com saliva ou secreção nasal -, que indicam se a pessoa está com o vírus no momento do teste. A pesquisa mostrou ainda que 10% dos clientes que testaram positivo para covid-19 não tinham sintomas da doença.

Sérgio Mena Barreto, CEO da Abrafarma, diz que o estudo é importante para mostrar que um farmacêutico treinado, seguindo protocolos corretos, pode ajudar a gerar dados para entender a pandemia e orientar os pacientes a procurar ajuda médica. "Toda vez que uma pessoa vai a uma farmácia fazer um teste é porque está com sintomas ou está cuidando de alguém que está com covid, se expôs de alguma maneira e quer tirar a dúvida", afirma.

"No fundo, é um serviço de autogestão das pessoas, da saúde, e a gente tem de evoluir para as pessoas se testarem, ter capacidade de se isolar e de acompanhar sua doença até se restabelecer. Esse painel mostra o poder que se tem quando a gente entrega uma ferramenta como o teste rápido e quando tem um profissional que indica que a pessoa vá ao hospital para o atendimento necessário", acrescenta o médico.

Criticados

Os testes de farmácia são fortemente criticados desde a sua introdução no País e ainda carregam o estigma. Mas também atraem por serem mais acessíveis - entre R$ 70 e R$ 100 - que o RT-PCR, que pode superar os R$ 400. Segundo Barreto, os testes evoluíram e, atualmente, oferecem precisão no diagnóstico. "Todo mundo foi aprendendo muito ao longo da pandemia. A solução que a indústria encontrou até foi rápida, mas os primeiros kits tinham um número de falso-positivo grande", pondera.

Presidente da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), Carlos Gouveia adverte que a urgência da situação fez com que um grande volume de testes fosse aprovado no Brasil. Em abril de 2020, a CBDL criou uma força-tarefa para analisar a qualidade das opções disponíveis. "Chegamos a ter 633 testes diferentes autorizados, mas nem todos eram diferentes. E já analisamos mais de 16 mil amostras."

O professor Paulo Lotufo, da Medicina da USP, adverte que, com o avanço da vacinação, esse tipo de teste não traz contribuições para a população em geral. Para ele, a opção nem deveria ter recebido aprovação. "Esses testes não têm nenhum sentido para a pandemia, porque têm acurácia baixa. Além disso, com a vacina, não tem sentido fazer esse tipo de teste." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O popular streaming de músicas Spotify começou a testar uma nova modalidade de assinatura. Com um número limitado de usuários, o Spotify Plus é um plano mais barato e que mescla recursos e limitações das versões gratuitas e pagas.

Com o preço fixado em US$ 0,99, o equivalente a R$ 5,10 na cotação atual, o novo serviço permite ao usuário pular quantas músicas quiser em todos os álbuns e playlists do catálogo. Ademais, é possível escolher qual faixa musical ouvir ao invés de ficar limitado às canções aleatórias disponíveis na modalidade gratuita.

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O diferencial, no entanto, é que o pacote apresenta anúncios publicitários. Sobre a possibilidade da versão Plus ser expandida para outros usuários, a empresa declarou ao site The Verge que realiza, ao mesmo tempo, inúmeras experiências e testes, sem necessariamente torná-los um produto comercial.

A publicidade é uma das principais formas de arrecadação de receita no streaming. Bastante atingido pela pandemia no ano passado, o segmento conseguiu se recuperar e alcançou uma receita de € 275 milhões (R$ 1,68 bilhão), um aumento de 110% com relação ao ano anterior.

Autoridades da cidade de Wuhan, no centro da China, anunciaram nesta terça-feira (3) que farão testes em toda sua população, após a detecção de novos casos de Covid-19 pelo primeira vez em mais de um ano.

A cidade de 11 milhões de habitantes, onde o vírus foi descoberto em 2019, está "implementando rapidamente testes de ácido nucleico para todos os seus residentes", disse Li Tao, um alto funcionário local, a repórteres um dia depois que sete casos de Covid-19 foram detectados.

As infecções foram detectadas em sete trabalhadores migrantes na cidade, dos quais quatro não apresentavam sintomas.

A China ordenou o confinamento de moradores de cidades inteiras, suspendeu o transporte interno e realizou testes massivos nos últimos dias para combater seu maior surto de coronavírus nos últimos meses.

O país relatou 61 infecções locais nesta terça-feira, com um surto da variante Delta, de rápida disseminação, que atingiu dezenas de cidades após uma série de infecções entre funcionários do aeroporto de Nanjing que causou uma cadeia de infecções em todo o país.

Grandes cidades, incluindo Pequim, testaram milhões de residentes e isolaram prédios residenciais para conter o surto do vírus.

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