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Uma pesquisa liderada pela equipe de doutorandos de Ciências da Computação em parceria com Faculdade de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveu um software que pode acelerar os diagnósticos do câncer de pele tipo melanoma. Utilizando técnicas de inteligência artificial e de aprendizagem profunda das máquinas por meio de redes neurais artificiais, os cientistas alcançaram resultados com a precisão de 86% no reconhecimento da patologia.

Segundo os pesquisadores que atuam na análise desde o ano de 2014, além de melhorar o desempenho na precisão dos resultados, os próximos passos dos estudos vão em busca de tornar o diagnóstico acessível no dia-a-dia dos brasileiros. De acordo com a equipe da professora Sandra Avila, docente do Instituto de Computação em entrevista ao Jornal da Unicamp, o programa instalado em um celular com uma lente dermatoscópica fixada pode apresentar o resultado de forma breve em qualquer posto de saúde, mesmo que não haja um dermatologista de plantão. Com a identificação da doença em estágios iniciais, a chance de cura é de 97%.

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A análise realizada pelo software é feita por meio de um banco público de imagens nas quais se apresentam lesões de pele. Com o sistema desenvolvido pelos estudiosos, o computador identifica se essa lesão é maligna ou benigna. Hoje, os arquivos apresentam 23.906 fotografias em que se observam variados tipos de problemas no maior órgão do corpo humano. A meta dos pesquisadores é aumentar o número de fotos pois, de acordo com os estudos, a máquina aprende a fazer os diagnósticos pela quantidade de exemplos postos à prova.

Prêmios

Não serão apenas pacientes os beneficiados pelo trabalho dos pesquisadores. O estudo sobre a identificação do melanoma foi premiado pelo quarto ano consecutivo com o Google Latin America Research Awards (Lara). A honraria foi dada a 25 pesquisas realizadas na América Latina, sendo que 15 delas brasileiras. Apenas duas são oriundas de instituições particulares. As outras 13 estão ligadas a instituições públicas de ensino. Além do grupo da professora Sandra Avila, a pesquisa é realizada em conjunto com a equipe liderada pelo professor Eduardo do Valle, da Faculdade de Engenharia Elétrica da Unicamp.

Por Maya Santos

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A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) relatou, em nota, que sofreu violações nos sistemas computacionais nesta sexta-feira (23). Com o fato, consequentemente, dados privados foram vazados. De acordo com a instituição, o caso foi reportado às autoridades competentes.

O problema foi constatado pela Diretoria Acadêmica (DAC), mas a reitoria não descarta a possibilidade de que outros sistemas também tenham sido afetados. Para resolver a situação, a Unicamp designou uma equipe para averiguar as causas do ocorrido e a extensão do danos por meio da  Coordenadoria Geral de Tecnologia de Informação e Comunicação (CITIC). “Medidas de contingência já estão sendo tomadas e não é necessária, por ora, nenhuma ação por parte dos usuários.”, informou a universidade, em nota.

A Unicamp ainda reforça que manterá a comunidade informada sobre novidades na investigação, caso haja necessidade, os usuários serão avisados e orientados sobre alguma ação individual.

A Universidade de Campinas (Unicamp) divulgará os gabaritos das provas da segunda fase de seu vestibular 2020.1 nesta quinta-feira (16). Segundo informações da Comissão Permanente Para os Vestibulares (Comvest) ao LeiaJá, os gabaritos de todas as provas devem ser disponibilizados ao final da tarde, através da internet.

As provas, realizadas por 12,2 mil estudantes no último domingo (12) e segunda-feira (13), eram compostas por oito questões dissertativas de português e duas questões interdisciplinares de inglês. A redação apresenta duas opções de temas para que o estudante escolher: nesta edição, os candidatos podiam escrever uma crônica sobre micromachismos na sociedade ou um podcast para relacionando biodiversidade e sociodiversidade no Brasil.

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Houve, ainda, questões específicas ligadas ao curso escolhido por cada vestibulando. Confira, a seguir, o cronograma do vestibular 2020.1 da Unicamp: 

Provas de Habilidades Específicas - 20 a 24/01

Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial) - 10/02

Matrícula não presencial - 11/02

2ª chamada - 13/02

Matrícula não presencial da 2ª chamada - 14/02

Período para cancelamento de matrícula - 17 a 19/02

3ª chamada - 18/02

Matrícula não presencial da 3ª chamada - 19/02

4ª chamada - 21/02/2020

Matrícula presencial da 4ª chamada - 02/03

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A Universidade de Campinas (Unicamp) iniciou a aplicação das provas da segunda fase de seu Vestibular 2020 neste domingo (12). Os candidatos às vagas fizeram provas de português, inglês e redação (que tem duas opções de proposta de texto) e, nesta segunda-feira (13), os estudantes responderão às provas ligadas aos cursos que desejam cursar. Na opinião do professor e coordenador do curso Poliedro de Campinas, Vitor Ricci, a prova de português do domingo foi coerente tanto com os vestibulandos quanto com o histórico da Unicamp. 

“O modelo da prova de português é uma constante nos vestibulares da Unicamp. São questões interdisciplinares onde gramática, interpretação e literatura se conversam. Uma prova muito atualizada, isso se reflete no tema das questões e até nas propostas de redação”, afirmou o coordenador. Outro aspecto da prova de português destacado por Victor foi o caráter politizado da prova, que já não é novidade. “É até uma prova que traz um contexto político, como já aconteceu no ano passado e, neste ano, essa questão política aparece numa questão sobre o filme Bacurau”, disse ele. 

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Na redação, os alunos têm duas opções de formato e tema para escolher e desenvolver o texto. O professor apontou para duas opções que colocavam frente a frente um formato mais inovador e um tema com grande presença no cotidiano dos jovens. “Uma das propostas [de redação] pedia um roteiro de podcast. Talvez não tenha sido a mais simples por conta do assunto, que envolvia biodiversidade e sociodiversidade. A outra proposta pedia uma crônica, mas trazia um tema mais presente na nossa sociedade, o machismo, os micromachismos do dia-a-dia”, afirmou Vitor. 

No que diz respeito às questões de inglês, o professor explicou que os textos eram de fácil compreensão e continham palavras-chave que ajudavam os vestibulandos. No entanto, as questões ligadas aos textos, de acordo com o coordenador do Poliedro Campinas, poderiam trazer mais dificuldades aos candidatos. “O primeiro texto falava sobre perda de diversidade genética, e o aluno precisava trazer uma bagagem ali da biologia. No segundo texto, sobre o atentado do 11 de setembro, o aluno precisava de um conhecimento ali da geopolítica para responder completamente à questão”, afirmou Vitor Ricci.

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Nesta quinta-feira (2), a Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) divulgou a relação de convocados em primeira chamada no Vestibular Indígena 2020. No total, 95 candidatos foram aprovados.

Os selecionados deverão realizar a matrícula pela internet, a partir das 9h do dia 7 de janeiro. O procedimento seguirá disponível até 17h do dia 16 deste mês.

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A Comissão ainda anunciou a lista de espera com os nomes dos próximos candidatos que deverão ser convocados nas chamadas seguintes, havendo vagas disponíveis. “Estão previstas até cinco chamadas para o preenchimento das vagas. A segunda chamada será divulgada no dia 20 de janeiro. As demais chamadas estão listadas no calendário abaixo”, informou a Unicamp.

De acordo com a Universidade, neste processo seletivo mais de 970 estudantes fizeram a prova do Vestibular Indígena nas cidades de Bauru (SP), Campinas (SP), Caruaru (PE), Dourados (MS), São Gabriel da Cachoeira (AM) e Tabatinga (AM).

Procedimento presencial

Ainda segundo a instituição de ensino, no dia 27 de fevereiro os matriculados em todas as chamadas anteriores no Vestibular Indígena 2020 deverão realizar a matrícula presencial, no horário das 9h às 12h. “Os documentos necessários (cópias e originais ou cópias autenticadas) para a matrícula são: Diploma ou Certificado de Conclusão do Ensino Médio, ou equivalente. Histórico Escolar completo do Ensino Médio cumprido integralmente em estabelecimento da rede pública brasileira (federal, estadual, municipal), ou em escolas indígenas reconhecidas pela rede pública de ensino. Certidão de Nascimento ou Casamento e Cédula de Identidade Nacional. Atenção: aqueles que não entregaram o RANI ou a Declaração de Etnia, no dia da prova, deverão levar o documento na matrícula, para não perder a vaga”, alertou a instituição.

Na mesma data, além da matrícula presencial, será realizada uma recepção aos calouros indígenas. Na ocasião, haverá um atendimento dos assistentes sociais do Serviço de Apoio ao Estudante (SAE) para levantamento dos alunos, uma vez que bolsas assistenciais poderão ser disponibilizadas aos candidatos.

A Universidade de Campinas (Unicamp) divulgou, nesta segunda-feira (16), as notas que os candidatos obtiveram na primeira fase do vestibular 2020. Para consultar o resultado, é necessário fazer login com número de inscrição e senha. 

No total, 66,8 mil estudantes participaram do processo seletivo, sendo mais de 17 mil na modalidade Enem e 13,5 mil se classificaram para a segunda fase, que será realizada nos dias 13, 14 e 15 de janeiro. 

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O sonho do ensino superior vai se tornando realidade quando os ponteiros do relógio se aproximam do prazo final para término da prova do vestibular. Mas, para alguns candidatos, esse prazo é apenas o início de uma jornada de dedicação e preparação para as próximas etapas que podem levar ao ensino superior. É hora de sair de uma maratona de provas pensando na segunda fase.

A segunda fase de um vestibular é a outra prova que o estudante deve fazer para tentar ingresso em algumas instituições de ensino. Muitas vezes, as universidades adotam a primeira fase como parte do processo seletivo, com questões mais generalistas, que elimina e classifica os concorrentes e, assim, realiza uma espécie de “peneira” selecionadora para a fase seguinte. 

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Já na etapa consecutiva do processo seletivo, os estudantes enfrentam um número menor de questões, com conteúdos mais específicos e voltados para as áreas escolhidas. “Por exemplo, quem vai fazer medicina tem biologia, química e física de uma maneira mais profunda. A primeira fase é mais simples, o fera passa por uma ‘peneira’. Já na segunda parte, ele sabe ou não sabe”, explicou o professor de matemática Ricardo Rocha. 

Abaixo, o LeiaJá listou alguns vestibulares que contam com provas de primeira, segunda e, até mesmo, terceira fases. Confira abaixo as instituições que contam com mais de uma etapa no processo seletivo de ingresso. 

Unesp

A segunda fase do vestibular da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) é composta por 36 questões discursivas e uma redação dissertativa. Essa etapa é dividida em dois dias, com duração de 4h30, e será realizada nos dias 15 e 16 de dezembro.

No primeiro dia, os estudantes respondem às 12 questões de Ciências Humanas e outras 12 de Ciências da Natureza e matemática. Já no segundo dia, os candidatos farão as provas de Linguagens e Códigos e uma redação. Além disso, cursos que exijam habilidades específicas terão provas aplicadas nos dias 8 e 14 de dezembro. 

ITA

Realizado nesta quinta (12) e sexta-feira (13), a segunda fase do vestibular do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) contará com provas de matemática e química, na quinta-feira, e física e redação na sexta-feira. Em ambos os dias, os candidatos iniciarão as questões dissertativas às 9h, horário de Brasília.

A relação com os aprovados para a terceira e última etapa, composta de inspeção de saúde, será divulgada dia 24 de dezembro, a partir das 10h.

Fuvest

Responsável pelo processo seletivo que dá acesso à Universidade de São Paulo (USP), o vestibular de segunda fase da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) será aplicado nos dias 5 e 6 de janeiro. Confira as notas de corte nesta etapa, divulgadas pela instituição.

No primeiro dia, os candidatos responderão às questões de português e redação. Já no dia seguinte, as provas serão de disciplinas específicas, de acordo com a carreira escolhida. Em ambos os dias, os portões do locais de prova serão abertos às 12h30 e fechados às 13h, momento em que terá início a aplicação das provas, com duração de quatro horas. Não haverá tempo adicional para a transcrição de respostas.

Unicamp

Os estudantes que pretendem uma vaga na Universidade de Campinas (Unicamp) devem realizar a segunda fase da prova nos dias 12 e 13 de janeiro. As provas da segunda fase do vestibular serão compostas de questões discursivas de Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, além de uma redação.

Os candidatos ainda passarão por prova de conhecimentos específicos nas áreas de Ciências Biológicas/Saúde, Ciências Exatas/Tecnológicas e Ciências Humanas/Artes, a depender do curso escolhido. As Provas de Habilidades Específicas para os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança, serão feitas entre 20 e 24 de janeiro de 2020, em Campinas. A primeira chamada dos classificados finais será divulgada dia 10 de fevereiro.

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A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) divulgou o balanço das inscrições no processo seletivo Enem-Unicamp 2020. A modalidade utiliza apenas notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso nos cursos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e tem a maior parte das oportunidades direcionada a estudantes de escolas públicas.

Ao total, 17.367 estudantes se inscreveram este ano na modalidade, distribuídos nas três categorias disponíveis. São elas: estudantes que cursaram todo o ensino médio na rede pública (11.887 inscritos); estudantes autodeclarados pretos e pardos (2.150 inscritos); e estudantes de escolas públicas que também sejam autodeclarados pretos, pardos ou indígenas (3.330 inscritos).

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O número é equivalente ao registrado em 2018, primeiro ano em que a instituição ofereceu a modalidade. A tabela com o total de inscritos por curso e a relação candidatos-vaga está disponível na página eletrônica da Comvest.

De acordo com a comissão do vestibular, os cursos mais concorridos são: medicina (integral), arquitetura e urbanismo (noturno), comunicação social - midialogia (integral), ciências biológicas (integral), ciência da computação (noturno), enfermagem (integral), ciências econômicas (noturno), história (integral), farmácia (integral) e odontologia (integral). Veja a lista de cursos de graduação oferecidos pela Unicamp.

Ao total, são oferecidas 639 oportunidades para a modalidade Enem-Unicamp. Os estudantes podem concorrer com as notas dos exames de 2019 e 2018. Assim como no Vestibular Unicamp, para ter direito às cotas por critério étnico-racial, os estudantes autodeclarados pretos ou pardos deverão possuir traços fenotípicos que os caracterizem como negro, de cor preta ou parda.

Caso aprovados, eles deverão assinar e entregar uma declaração no ato da matrícula, de acordo com o edital. Os optantes pelas vagas indígenas também deverão apresentar a declaração. Candidatos que tenham concluído algum curso de graduação ou pós-graduação em instituição pública (federal, estadual ou municipal) não podem concorrer nessa modalidade.

Serão realizadas até cinco chamadas para matrícula, seguindo o mesmo calendário de candidaturas do Vestibular Unicamp 2020. A matrícula será realizada em duas etapas: as três primeiras virtuais (na página da Comvest) e a partir da quarta chamada, de forma presencial, na unidade sede do curso.  A primeira chamada está prevista para o dia 10 de fevereiro e será divulgada pela internet.

A Universidade de Campinas (Unicamp) antecipou a divulgação do resultado da primeira fase do vestibular e dos locais onde os aprovados farão as provas da segunda etapa. As informações estão disponíveis no site da universidade, onde o estudante deve fazer login para poder ter acesso.

As provas da segunda fase do vestibular serão compostas de questões discursivas e redação. A aplicação será nos dias 12 e 13 de janeiro. A lista de aprovados na primeira chamada será divulgada no dia 10 de janeiro. 

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A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) divulgou 17 editais de concursos públicos destinados ao preenchimento de 26 vagas para profissionais com escolaridade de níveis médio e superior. As inscrições devem ser realizadas desta quinta-feira (21) até o dia 18 de dezembro de 2019, através do site da banca organizadora dos certamesa, e custam de R$ 104 a R$ 156, dependendo do cargo pretendido.

Os salários vão de R$ 3.336 a R$ 6.606 para jornadas de 20 a 40 horas semanais. Entre os cargos disponíveis, estão técnico de enfermagem, nutricionista, enfermeiro, médico (várias especialidades), profissional da arte, cultura e comunicação/técnico em multimeios didáticos, perito em cálculo judicial, terapeuta ocupacional e profissional da Tecnologia Informação e Comunicação/ Analista de Desenvolvimento de Sistemas, entre outras ocupações. 

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Os candidatos serão selecionados através da realização de uma prova escrita objetiva prevista para o dia 15 de março de 2020. Os concursos terão validade de dois anos a contar da publicação do resultado final, podendo ser prorrogados por igual período. Para mais detalhes, consulte os editais.

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Terminam nesta quinta-feira (21), às 17h, as inscrições para o processo seletivo Enem-Unicamp 2020. No total, 639 vagas estão sendo oferecidas pela Universidade Estadual de Campinas nesse modelo, segundo informações da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest). A taxa de participação custa R$ 30 ou R$ 15 para os estudantes que já se inscreveram no vestibular tradicional da instituição de ensino.

De acordo com a instituição de ensino, as vagas são direcionadas a três segmentos de inscrição: “50% das vagas para candidatos que tenham cursado integralmente o ensino médio em escola pública (ou que tenham obtido a certificação do ensino médio pelo Enem até o ano de 2016 ou exames oficiais); 25% das vagas para candidatos autodeclarados pretos e pardos;  e 25% das vagas para candidatos que tenham cursado integralmente o ensino médio em escola pública e sejam autodeclarados pretos, pardos ou indígenas. A lista de cursos e vagas está disponível na página da Comvest. É possível fazer até duas opções de curso nessa modalidade. Os candidatos poderão utilizar as notas do Enem 2019 e 2018”.

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A Unicamp alerta que, para ter direito às cotas étnicas-raciais, o candidato autodeclarado preto ou pardo deve ter traços fenotípicos que o caracteriza como negro, da cor preta ou parda. “Caso aprovados, eles deverão assinar e entregar uma declaração no ato da matrícula, de acordo com o edital. Os optantes pelas vagas indígenas também deverão apresentar a declaração. Candidatos que tenham concluído algum curso de graduação ou pós-graduação em instituição pública (federal, estadual ou municipal) não poderão concorrer nessa modalidade”, acrescentou a Unicamp.

As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cujas notas servirão de ingresso na Unicamp, foram realizadas nos dias 3 e 10 de novembro. Segundo o Ministério da Educação (MEC), o resultado individual dos candidatos está previsto para janeiro de 2020.

Ainda de acordo com a Unicamp, serão realizadas até cinco chamadas para a matrícula. Para mais informações, acesse o edital da modalidade Enem-Unicamp. Veja a lista de cursos de graduação oferecidos pela Unicamp.

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A Universidade de Campinas (Unicamp) divulgou o gabarito oficial de seu vestibular 2020 nesta terça-feira (19). Os 66,8 mil candidatos que participaram podem conferir as respostas das questões da primeira fase do processo de seleção para as vagas clicando aqui

O vestibular 2020 da Unicamp foi cercado por uma polêmica em torno da questão 32 das provas Q e X. O motivo é que professores e estudantes viram muitas semelhanças com uma questão aplicada no vestibular da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), que realiza seleções para outras universidades em São Paulo. Apesar da polêmica, a questão foi mantida no gabarito oficial sob alegação da banca organizadora, a Comissão Permanente para Vestibulares da Unicamp (Comvest), e que a semelhança é “compreensível” e não gera prejuízo nem vantagem para nenhum estudante. 

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“Trata-se de uma coincidência compreensível quando se tem por base o trabalho focado em áreas de conhecimento desenvolvidas no Ensino Médio. A banca elaboradora será consultada e seu posicionamento, acerca da questão em debate, será comunicado junto a divulgação do gabarito oficial", disse a banca por meio de nota. 

A Comvest também afirmou ter consultado sua banca a respeito da similaridade das questões e verificado que “não há problemas quanto à pertinência e à clareza da questão. À parte a proximidade entre essa questão e uma usada em outro exame vestibular em 2018, não houve prejuízos ou benefícios a qualquer candidato. O tópico é recorrente no Ensino Médio e nas avaliações, assim como a natureza da contextualização usada. Dessa forma, a banca concluiu pela manutenção da questão". 

Nesta edição do vestibular, a Unicamp está ofertando 2,5 mil vagas em 69 cursos de graduação. A lista de aprovados na primeira fase, as notas de corte de cada curso e locais de prova para a segunda fase serão divulgadas no dia 9 de dezembro no site da vestibular.

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A prova da primeira fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) abordou temas contemporâneos e atuais, como a discussão sobre o machismo no futebol, queimadas em florestas, o incêndio na catedral de Notre Dame, além de citar o uso da plataforma Netflix e da rede social Instagram. Neste domingo (17), os candidatos responderam a 90 questões múltipla escolha.

Daily de Matos, coordenador do cursinho Objetivo, disse que a prova da Unicamp seguiu um formato parecido ao do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com questões abordando assuntos modernos, mas que exigiam uma conexão com os conteúdos escolares. "É uma prova com temas do momento, não uma prova de atualidades. Ele cobra um candidato que entenda a cultura e a temática do momento, mas que consiga fazer a reflexão com o que aprendeu do conteúdo de cada disciplina", afirmou.

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Para Daniel Perry, diretor do cursinho Anglo, a prova da primeira fase da Unicamp foi a mais difícil deste ano na comparação com os outros principais exames do país, como o Enem e o da Unesp. "Uma prova difícil, a mais difícil até agora. Além de exigir um repertório clássico, em termos de conteúdo, o candidato também tinha que ter a capacidade de fazer comparações, inferências. Foi um teste muito sofisticado."

Na avaliação dos professores do Anglo, as questões de Química e História estavam entre as mais difíceis. Em Química, por ter um formato de questões diferente de anos anteriores, com perguntas que exigiam uma leitura crítica e minuciosa do enunciado e resolução que exigia habilidades além do conteúdo da disciplina. Já as de História, por exigir a capacidade de inferência. "O candidato teve que tomar muito cuidado ao analisar as alternativas, porque elas tinham distratores muito sofisticados."

Na avaliação de Matos, a prova cobrou dos candidatos bastante domínio da matriz curricular e um bom vocabulário. "Exigiu do aluno uma precisão dos conceitos de cada disciplina. Não adiantava ter só uma boa leitura ou ter um domínio razoável das disciplinas. Era preciso aliar os dois."

Das 90 questões, 12 são interdisciplinares, ou seja, avaliam conhecimento de uma ou mais disciplinas. Matos destacou uma questão de Inglês e História, que trazia um cartaz no idioma inglês e mostrava um soldado comunista "dando uma injeção" de propaganda comunista em uma escola. "Uma apresentação muito interessante e que exigia um bom domínio da língua inglesa e conhecimento histórico do aluno. Além de conversar com o momento atual que vivemos."

Os coordenadores elogiaram a organização da prova e o tipo de conhecimento e habilidade que busca avaliar nos candidatos. "O vestibular indica o perfil de alunos que a universidade quer. A prova da Unicamp deixou muito claro quem ela quer ocupando as suas vagas: um aluno com visão de mundo abrangente, com repertório cultural, que pensa de forma analítica e bem preparado do ponto de vista cidadão", destacou Perry.

Unicamp

O vestibular teve 72.859 candidatos inscritos, que concorrem a 2.570 vagas, em 69 cursos de graduação. O número representa 80% das vagas regulares.

As demais 20% serão preenchidas, a partir dessa edição do vestibular, por meio da classificação obtida no Enem.

O gabarito oficial da primeira fase da Unicamp só será divulgado na quarta-feira, 20. No entanto, os candidatos podem conferir a versão extraoficial elaborada por professores do cursinho Anglo no seguinte endereço na internet: https://angloresolve.plurall.net/

Mais de 70 mil candidatos fizeram, neste domingo (17), a primeira fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A prova foi aplicada em 35 cidades no país, incluindo seis capitais: São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza e Salvador. No início da noite, os cadernos de provas foram divulgados.

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Provas Q e X

Provas R e W

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Provas T e Y

A prova da primeira fase foi composta de 90 questões de múltipla escolha: 13 questões de Língua Portuguesa e Literatura, 13 questões de Matemática, nove questões de História e nove questões de Geografia, incluindo Filosofia e Sociologia, nove questões de Física, nove questões de Química, nove questões de Biologia, sete questões de Inglês, e 12 questões interdisciplinares.

Com informações da Agência Brasil

Mais de 70 mil candidatos fazem neste domingo (17) a primeira fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O acesso aos locais de prova será permitido até as 13h.  A prova será aplicada em 35 cidades no país, incluindo seis capitais: São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza e Salvador.

No estado de São Paulo, além da capital, o teste é realizado em 29 cidades, entre elas Guarulhos, Campinas, Jundiaí, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Presidente Prudente, Piracicaba, Bauru e Franca. Estão inscritos no processo 72.859 candidatos, que concorrem a 2.570 vagas, em 69 cursos de graduação. O número representa 80% das vagas regulares. As demais 20% serão preenchidas, a partir dessa edição do vestibular, por meio da classificação obtida no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem).

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Prova

A prova da primeira fase será composta de 90 questões de múltipla escolha: 13 questões de Língua Portuguesa e Literatura, 13 questões de Matemática, nove questões de História e nove questões de Geografia, incluindo Filosofia e Sociologia, nove questões de Física, nove questões de Química, nove questões de Biologia, sete questões de Inglês, e 12 questões interdisciplinares. Cada questão tem quatro alternativas. O tempo máximo de prova na primeira fase é de cinco horas e o mínimo de três horas e trinta minutos.

A Unicamp orienta os candidatos para que cheguem ao local de prova às 12h, horário de Brasília. Os candidatos deverão levar o original do documento de identidade indicado na inscrição, canetas de cor preta em material transparente, lápis preto, borracha. Será permitido o uso de régua transparente e compasso. O candidato poderá usar relógio para controlar o tempo, mas todos os relógios deverão ficar no chão, ao lado da carteira.

A Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade de Campinas (Uniamp) lideram a lista das 100 universidades mais empreendedoras do Brasil, segundo o ranking da Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior). No caso da USP, é a terceira vez consecutiva que a instituição ocupa o primeiro lugar por promover a prática do empreendedorismo para os estudantes. 

Logo na segunda posição está a Unicamp, depois a Universidade de Minas Gerais (UFMG) e no quarto lugar a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O principal objetivo do ranking é reconhecer e premiar as comunidades acadêmicas que contribuem para o desenvolvimento do empreendedorismo, sendo analisados pontos como o capital financeiro, a infraestrutura, inovação, cultura empreendedora, extenção e internacionalização. Também foram entrevistados cerca de 15 mil alunos. 

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Depois de estudar todos os critérios, a organização dá a nota final para cada universidade. Nesta edição houve dois empates. Tanto a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) quanto a Universidade Federal de Viçosa (UFV) ficaram na nona posição com a nota de 4,98. Para conferir a lista completa, clique aqui.

Mais uma vez, a Universidade de São Paulo (USP) ocupa a segunda posição no ranking das melhores universidades da América Latina, segundo o estudo divulgado pela consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS), nessa quarta-feira (23). A lista também inclui outras instituições brasileiras como a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que está em quinto lugar, fazendo do país o único com mais de uma instituição de ensino entre as cinco primeiras.

Nesse último ranking não houve mudanças. A USP esteve em primeiro lugar até 2017, mas no ano seguinte, o topo passou a ser ocupado pela Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC) que está novamente em primeiro lugar. Para essa pesquisa, a QS analisou 400 universidades latino-americanas seguindo os oito critérios de avaliação: reputação acadêmica, empregabilidade, proporção de professores por aluno, quantidade de professores que possui doutorado, citação de artigos, número de artigos por professor, rede internacional de pesquisa e impacto na web. 

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Dentre as 400 entidates, 94 são brasileiras. Algumas dessas são a Universidade de Brasília (UNB), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), Universidade Federal de São Paulo (UFSP), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal do Ceará (UFC).

Em outro ranking publicado recentemente pela revista britânica especializada em educação Times Higher Education (THE), foram estudadas universidades em 92 países ao redor do mundo. O Brasil ocupou o sétimo lugar com as melhores instituições. Saiba mais: Brasil é o 7º país com melhores universidades do mundo.

O senador Jean Paul Prates (PT-RN) alertou nesta terça-feira (1º), em Plenário, sobre a possibilidade de o texto da Reforma da Previdência (PEC 6/2019) ter sido construído com base em números distorcidos. Segundo Prates, a denúncia de “extrema gravidade” foi divulgada por meio de nota técnica de um grupo de pesquisadores do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica da Universidade de Campinas (Unicamp - SP), com o título “A falsificação nas contas oficiais da Reforma da Previdência: o caso do Regime Geral de Previdência Social”.

Na opinião do senador, as acusações aventadas são graves, pois, se comprovadas, fica confirmado que o governo federal usou de má fé ao manipular números e distorcer argumentos com o claro intuito de confundir os parlamentares e obter apoio dos legisladores na aprovação da proposta. Para Prates, não apenas a classe política pode ter sido enganada, mas também trabalhadores, empresários, líderes empresariais, líderes sindicais e a sociedade em geral.

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“Recordo a todos que, em abril, o Ministério da Economia decretou sigilo sobre os estudos, números e pareceres técnicos que serviram de base para a construção do texto da Reforma da Previdência enviado ao Congresso Nacional. Faço aqui um parêntese: sigilo sobre os estudos, números e pareceres técnicos que embasaram a Reforma da Previdência, observando que tais dados constituem a base de todo esse trabalho, já que são dados públicos, dados que o próprio governo tem, e ninguém mais”,  declarou.

Entretanto, segundo o senador, após a denúncia veiculada pela imprensa e após os protestos dos congressistas, o governo retroagiu da decisão e, há quatro semanas, revelou os números reais. No seu entender, apesar de tardiamente, eles servirão para os senadores estudarem a PEC e aprofundarem o diálogo sobre a questão.

“O que nos importa é, de fato, discutir profundamente, com base nos números que só nos chegam agora. O raio x da proposta governista só veio agora, e por causa de uma denúncia. Soltaram os números; mesmo assim, só alguns. Podemos nos debruçar sobre isso e debater mais”, afirmou.

*Da Agência Senado

 

O Centro de Pesquisa em Genômica para Mudanças Climáticas da Universidade de Campinas (Unicamp) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) anunciou a segunda edição do curso “From Gene to Trait”. A capacitação é na área de biotecnologia agrícola, e será realizada gratuitamente nos dias 21 a 25 de outubro, em Campinas, São Paulo. O encontro deve abordar temas como identificação de genes e microrganismos.

Estudantes de graduação e pós-graduação interessados no evento devem se inscrever até o dia 5 de outubro, mediante preenchimento de formulário online. As aulas vão ser lecionadas na Embrapa Informática Agropecuária, localizada na Avenida Doutor André Tosello, número 209, na Cidade Universitária, em Campinas.

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O curso também vai contar com profissionais do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA/USP), da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e de outras empresas de biotecnologia como a LP Sementes, Corteva Agroscience, Bayer, i9Pi e Centro de Tecnologia Canavieira (CTC). Ao total, participarão 27 professores de 10 organizações.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) abriu na manhã desta quinta-feira, 1º de agosto, as inscrições para o vestibular 2020. O valor da taxa é de R$ 170 e ela poderá ser paga até dia 9 de setembro. Neste ano, 8.269 candidatos estão isentos do pagamento do valor. A lista dos contemplados está disponível na internet.

O candidato deve preencher um formulário disponível no site da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest), responsável pela aplicação da prova, até o dia 6 de setembro.

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O vestibular da Unicamp 2020 oferece 2.570 vagas distribuídas em 69 cursos

Fases

A prova da Unicamp ocorre em duas fases: a primeira será realizada no dia 17 de novembro; e a segunda, nos dias 12 e 13 de janeiro de 2020.

Antes da primeira fase, haverá provas de Habilidades Específicas para candidatos aos cursos de Música (em setembro e outubro). Para os demais cursos que exigem provas específicas (Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança), as provas de Habilidades Específicas ocorrerão entre os dias 20 e 24 de janeiro de 2020.

Como fica

A primeira fase é composta de uma única prova, com 90 questões de múltipla escolha de Conhecimentos Gerais. A segunda fase é composta por provas dissertativas.

No primeiro dia, há as provas comuns a todos os candidatos: Redação (composta por duas propostas de textos para que o candidato execute apenas uma); Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, com oito questões; duas questões interdisciplinares em Língua Inglesa.

Já no segundo dia, além das provas comuns a todos os candidatos (Matemática com seis questões; interdisciplinar de Ciências Humanas com duas questões; interdisciplinar de Ciências da Natureza com duas questões) há provas específicas, conforme a opção de curso:

- candidatos da área de Ciências Biológicas/Saúde: seis questões de Biologia e seis questões de Química;

- candidatos da área de Ciências Exatas/Tecnológicas: seis questões de Física e seis questões de Química;

- candidatos da área de Ciências Humanas/Artes: seis questões de Geografia e seis questões de História, englobando conteúdos de Filosofia e Sociologia.

Mudanças

A Comvest anunciou duas novas cidades no Estado de São Paulo que receberão a aplicação das provas do vestibular: Lorena e Santa Bárbara D´ Oeste.

Desta maneira, no Estado de São Paulo, a Unicamp passa a aplicar as provas de seu Vestibular em 30 cidades: Araçatuba, Bauru, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Franca, Guarulhos, Indaiatuba, Jundiaí, Limeira, Lorena, Marília, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santa Bárbara D’Oeste, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Sumaré e Valinhos.

Fora do Estado de São Paulo, recebem as provas do Vestibular Unicamp cinco capitais: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza e Salvador.

Outra novidade anunciada pela Comvest é que os candidatos com alguma deficiência poderão ser atendidos com provas adaptadas ou outras necessidades, em qualquer cidade de aplicação do vestibular, de acordo com as regras do edital. Anteriormente, esse atendimento estava disponível somente nas cidades de Campinas, Ribeirão Preto e São Paulo.

Outras formas de ingresso

Além do vestibular tradicional, há outras formas de ingresso nos cursos de graduação da Unicamp, como a modalidade Enem-Unicamp, a modalidade Vagas Olímpicas e o Vestibular Indígena.

No vestibular da instituição e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), há cotas para estudantes autodeclarados pretos e pardos.

Datas de inscrições

Confira abaixo as datas das inscrições:

- Vestibular tradicional: de 1º/8/2019 a 6/9/2019;

- Vestibular Indígena: de 2 a 30/9/2019;

- Modalidade Enem-Unicamp: de 15/10 a 14/11/2019;

- Vagas Olímpicas: de 21/11/2019 a 10/1/2020.

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