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Um incêndio atingiu um apartamento localizado no bairro de Candeias, em Jaboatão dos Guararapes, município da Região Metropolitana do Recife, na tarde desta terça-feira (21). O Corpo de Bombeiros Militares de Pernambuco (CBMPE) foi acionado para atender à ocorrência, com a presença de quatro viaturas e equipes de combate a incêndio, salvamento e resgate. Não houve feridos. 

O caso aconteceu no edifício Lord Victor, na Rua Leão Diniz de Souza. O fogo teve início em um dos cômodos do apartamento, localizado no 7º andar da edificação. Segundo os bombeiros, a defesa civil foi acionada para avaliar o local, devido ao calor e a possíveis danos estruturais. Os proprietários não estavam presentes no momento do incidente. 

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Imagens circulam nas redes sociais mostrando a fumaça saindo do apartamento e atingindo os andares superiores. 

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Jair Bolsonaro ganhou uma lata de leite condensado com seu rosto em um café da manhã organizado pelos novos vizinhos do Condomínio Solar de Brasília, nesse domingo (23). Ele e a ex-primeira-dama Michelle aceitaram o convite para participar de um evento que reuniu apoiadores em uma doceria. 

A chegada de Bolsonaro foi marcada por gritos de mito e jingles usados em sua campanha. A doceria foi decorada com bandeiras e dezenas de pessoas o receberam com camisas amarelas estampadas com seu rosto. 

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O ex-presidente fez um discurso e comentou sobre as imagens da invasão dos seus apoiadores ao Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro. “Deus está do nosso lado”, afirmou. 

Mesmo antes da divulgação do circuito de segurança, bolsonaristas já espalhavam que a depredação da Praça dos Três Poderes partiu de supostos infiltrados. Após o compartilhamento das imagens, criou-se a tese de que a atual gestão foi conivente com a invasão. Agora, situação e oposição defendem uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar os episódios que culminaram na prisão de mais de mil pessoas. 

A nova vizinhança foi cuidadosa com a organização do evento e distribuiu latas de leite condensado com o rosto de Bolsonaro. O rótulo tinha escrito: "Nosso Eterno Presidente desde 2019" e, também acompanhava os dizeres: "+Pátria, +Família, +Liberdade".  

Nas redes sociais, Michelle Bolsonaro agradeceu pelo café da manhã. "Uma manhã linda de muito carinho! Obrigada, vizinhos!", publicou.

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Nesta sexta-feira (14), Gráuzio Diego acordou no meio da noite com gritos de desespero enquanto a casa ao lado era consumida por chamas. O imóvel vizinho é o Lar Paulo de Tarso, no bairro do Ipsep, Zona Sul do Recife, onde um incêndio resultou na morte três crianças e uma cuidadora, nesta madrugada. O homem contou como a vizinhança se mobilizou no resgate das primeiras vítimas antes da chegada dos bombeiros. 

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Ao todo, 17 pessoas dormiam no local, sendo duas mulheres e 15 crianças entre dois e 11 anos. Elas estavam sob medida protetiva e foram acolhidas pelo abrigo, onde tinham uma rotina de cuidado e lazer.  

Também morador da Rua Jerônimo Heráclio, Paulo Guilherme, de 20 anos, contou que o abrigo recebia ajuda dos vizinhos e presentes para os pequenos. Todos os dias, às 16h, a rua era tomada pela alegria das brincadeiras entre eles. "Ontem elas estavam aqui, tinha cones aqui fechando a rua, tinha um bocado de criança aqui brincando, jogando bola, com os brinquedos. As mulheres que tomam contam também estavam brincando", disse. 

Vizinhos salvaram primeiras vítimas

O autônomo Gráuzio Diego, 40, contou que foi acordado por gritos da mãe quando o fogo já tomava conta da casa. Ele foi para a rua e outro vizinho, que já tentava encontrar uma forma de retirar os moradores de lá em segurança. 

"Quando cheguei, tinha eu e outro rapaz, e não tinha como as crianças sair porque já estava totalmente em chamas a casa. Ficou uma criança dizendo 'tio, me tire daqui', tinham várias me chamando, mas só tinha três pessoas [para ajudar]", relatou. 

Com a respiração e visão dificultadas pela fumaça densa, depois de tentar entrar por trás, por volta das 3h da manhã, eles conseguiram uma makita e começaram a serrar as grades. As barras eram removidas conforme o calor ficava mais intenso. Sem equipamentos, Gráuzio teve as mãos queimadas durante os esforços. 

Já dentro do imóvel, ainda próximo à grade, o grupo encontrou os corpos de uma cuidadora e uma criança que ela carregava nos braços. Ele acredita que a tentava fugir do local, mas não conseguiu passar do portão. 

As crianças que dormiam no quarto da frente foram retiradas do fogo, entre elas, um menino já com as costas queimadas e algumas desacordadas por conta da fumaça inalada, relatou Gráuzio. 

"Se eu fosse um super-herói, eu salvaria todos, mas Deus sabe que, no fundo do coração de cada um de nós, eu fiz o que eu pude para salvar essas crianças", afirmou o vizinho. 

Três vítimas em estado grave foram encaminhadas à UTI do Hospital da Restauração, outras cinco também apresentam quadro grave e duas estão sendo estabilizadas. Três crianças foram internadas na unidade de queimados da unidade. 

As informações preliminares apontam que o fogo se alastrou a partir da sala. A causas do incêndio serão confirmadas com o resultado da perícia do Instituto de Criminalística (IC). 

Com informações da repórter Vitória Silva

Duas crianças, de quatro e sete anos, fugiram de casa com o irmão de cinco meses para pedir socorro a vizinhos após presenciar o assassinato da mãe e do padrasto. Os crimes ocorreram na noite dessa quinta-feira (6), no Córrego do Japú, em Santana do Manhuaçu, no Nordeste de Minas Gerais.

O casal Paula Franciele Gomes Mota, de 28 anos, e Christian Eric Rodrigues de Souza, de 22, foram mortos a tiros dentro de casa. No local, a Polícia Militar encontrou três cápsulas de munição calibre 12 perto dos corpos.

Durante essa sexta (7), os militares realizaram buscas na região do Caparaó, mas os suspeitos não foram localizados. Ainda de acordo com a PM, o crime pode ter sido motivado pelo envolvimento de Christian com drogas. 

Um galo que cacarejava o nome do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) teria motivado um assassinato nessa sexta-feira (29), no bairro do Bonfim, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. O dono da ave é suspeito de matar o vizinho, que reclamava que o galo foi ensinado a repetir 'Bolsonaro' como provocação.

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A Polícia Civil aponta que o crime foi o desfecho de uma rixa antiga entre o suspeito Marcos Custódio Ferreira, de 52 anos, e a vítima Ricardo Carneiro Montojos, que reclamava do barulho no galinheiro do vizinho e foi morto no dia 4 de setembro deste ano.

Ricardo acreditava que o galo foi ensinado a cantar 'Bolsonaro' para provocá-lo e foi atingido com um tiro no pé. Quando caiu no chão, ainda recebeu uma pedra de oito quilos na cabeça, que esmagou a face e o crânio.

Após matar o vizinho, o suspeito fugiu para a mata do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, onde ficou escondido e, dias depois, se entregou à Polícia na companhia de um advogado para prestar depoimento.

 

"Proibição" e "skate" são duas palavras que comumente andam juntas em regramentos de condomínios brasileiros. Por décadas, o esporte foi em grande parte vetado e até motivo de discórdia entre vizinhos, mas a situação tem mudado. A prática não só conquistou mais reconhecimento, chegando até às olimpíadas, como vem ganhando espaços dentro de empreendimentos e virou um atrativo para moradores - e de diferentes idades.

A dona de casa Alana Rodrigues Sales, de 31 anos, conta, por exemplo, que o filho João Guilherme, de 13, começou a praticar skate há três meses, quando a família se mudou para um edifício com pista. "Eu acho bom porque tirou ele do celular", brinca. O garoto, a mãe conta, ficou acordado até de madrugada para acompanhar o skate nas olimpíadas. Ele pratica a modalidade quase exclusivamente no condomínio, com vizinhos. "Se deixar, fica 24 horas", conta a mãe.

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Há quase 30 anos no mercado de espaços para a prática desta modalidade, o arquiteto e skatista George Rotatori vê diversificação de interessados, incluindo representantes das classes média e alta. "É um despertar. O público está crescendo naturalmente, e isso tem reflexos em todos os lugares, nos condomínios, nos clubes. Estão abrindo escolinhas", explica. "Com as olimpíadas, o mundo volta os olhares para o skate definitivamente, como se as portas de todo o planeta fossem abertas para ele entrar. Como um dia o grafite saiu das ruas e foi para as galerias. É um superpasso. Dos anos 80 para cá, ele viveu muitos movimentos."

Um exemplo é um projeto que Rotatori participou para um novo condomínio entregue no Brás, no centro expandido de São Paulo, no segundo semestre do ano passado. A pista de skate foi desenhada para atender tanto iniciantes quanto praticantes já experientes, com uma diferença de altura que vai de 30 centímetros a 2 metros. Coordenadora de Desenvolvimento da incorporadora Gamaro, a arquiteta Maria Carolina Altheman Pierini explica que a pista foi pensada para atender todas as idades, como costumeiramente ocorre com piscinas. "Colocamos em um espaço afastado das áreas privativas (para reduzir problemas com ruído)", comenta.

Coordenadora da construtora Porte, Nádia Bigliassi avalia que mesmo empreendimentos que detinham área suficiente antes não englobavam o skate. Mas isso tem mudado. Um dos projetos mais recentes da empresa incluiu um espaço para a prática, após a identificação de que ele poderia atrair o público jovem adulto. "O carro-chefe é a academia, a quadra poliesportiva e, agora, o skate."

A situação se repete em outras empresas. Para um condomínio que começará a ser construído no ano que vem na zona sul paulistana, a MAC Incorporadora incluiu uma pista de skate pela primeira vez em pelo menos dez anos, afirma Andrea Possi, diretora de incorporação. Proprietário da empresa de construção de pistas Skate Center, Edson Tuffi Junior conta que a demanda não é somente de novos empreendimentos, mas também de condomínios já existentes. Por vezes, a medida é vista como uma forma de organizar a prática, a fim de evitar conflitos, incidentes e afins. "Com a pandemia, chegou a parar (a demanda), mas voltou a ficar bombado de novembro para cá."

Características

Arquiteto e skatista, Fabio Lander explica que uma espaço para a modalidade pode ter diferentes tamanhos e características, com obstáculos, rampas e bowls (semelhantes a piscinas esvaziadas). A depender do uso, o espaço pode ser tanto móvel quanto fixo, embora as opções de concreto tenham maior durabilidade do que as de madeira.

Ele cita o caso de um condomínio que o procurou para criar um lugar para a prática do esporte. Como a área era estreita (um pouco mais larga do que uma calçada padrão), o arquiteto criou um "percurso skatável", com obstáculos, como corrimãos, bancos e minirrampas. "As possibilidades dependem do que o cliente pode (espaço, investimento, público-alvo)."

Sócio-proprietário da empresa Overall e também skatista, o engenheiro civil Raphael Humberto Silva comenta que hoje há um entendimento maior do mercado de que esse tipo de projeto precisa ser planejado. Ele cita exemplos de obras públicas de pistas recentes que precisaram ser refeitas, porque eram quase impossíveis de usar ou até perigosas. "Tem de pensar no fluxo da pista, quais vão ser as linhas que vão ser executadas, para o pessoal não se trombar", exemplifica.

Popularidade

Professor da Universidade Regional de Blumenau (Furb) e autor do livro Para além do esporte: uma história do skate no Brasil, o historiador Leonardo Brandão percebe que a implementação de espaços em condomínios mostra como a prática está em um novo momento. "Nas propagandas, esses empreendimentos destacam ter pista de skate, acaba virando um cartão de visitas, um atrativo, mostra que o skate atende também aos anseios de uma classe média, da classe média alta..." Ele aponta que o skate ganhou novos públicos também por meio da internet, com o compartilhamento de vídeos em redes sociais e afins. "Eles (os adeptos) filmam manobras, editam, colocam uma música", descreve.

Hoje, Brandão avalia, o esporte está em todas as capitais e em grande parte do interior. "A juventude atualmente está mais atraída pelo skate do que muitos dos outros esportes. Diferentemente de outras práticas tradicionais, ele está mais ligado à ideia de liberdade, que é um conceito-chave para a juventude", aponta. "O skate não tem regras. Você vai tentar fazer o que quiser ou o que acha que consegue." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante por jogar, intencionalmente, café quente na filha de sete anos em Rio Largo-AL na quarta-feira (17). A criança foi levada para um hospital do município e já recebeu alta.

Vizinhos contaram que a mulher costumava agredir as filhas e o marido, que tem sequelas de um AVC. Segundo o Conselho Tutelar que acompanha o caso, a suspeita disse que estava nervosa e perdeu a cabeça. A menina contou que quebrou um celular e por isso sua mãe lhe agrediu.

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A suspeita foi levada para a Central de Flagrantes I, em Maceió. Ela foi autuada por maus-tratos. A menina foi encaminhada a um abrigo com a irmã e o pai.

Um caso de agressão entre vizinhos acabou em morte na cidade paulista de Sorocaba (97 km da capital). A vítima fatal foi Leonardo Proença Almeida, 29 anos, que morreu após ser atingido por golpes de pedra e pau, aplicados pelo pai de um garoto de 11 anos. Segundo as informações do Boletim de Ocorrência (B.O.), o menino era acusado pelo irmão de Almeida, que tem cinco anos de idade, de lhe agredir quando o encontrava no condomínio.

De acordo com o B.O., era a segunda vez em poucos dias que a vítima e o pai, Milton Gomes, iam à casa do suspeito para falar das agressões sofridas pela criança. No relato, Gomes afirma ter sido agredido e, após ser empurrado, caiu da escada, mas conseguiu fugir e voltar para o apartamento. Já o irmão Almeida foi alcançado pelo vizinho que o golpeou. O rapaz ainda conseguiu caminhar até a portaria do condomínio, mas teve um mal-estar em consequência das agressões. Segundo o depoimento, o rapaz foi socorrido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu no hospital.

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Leonardo Proença Almeida tinha 29 anos e morreu após ser agredido pelo vizinho dos pais | Foto: Reprodução / Facebook

O agressor foi preso em flagrante e está no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba. O corpo de Almeida foi enterrado na cidade de Pilar do Sul (149 km da capital), município em que a vítima morava.

De acordo com levantamento feito pela Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios (AABIC), durante o período de isolamento social causado pelo coronavírus (Covid-19), as reclamações entre vizinhos em condomínios aumentaram em 300% ao mês.

Os motivos variam entre barulhos excessivos, aulas de instrumentos musicais, brincadeiras de crianças, música alta, obras fora do horário estabelecido pela lei e pessoas circulando sem máscara no condomínio.

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Além disso, os números do SAC do Grupo Graiche também apontam um crescimento de 200% nas reclamações. Segundo o registo, 50% é por conta de obras e barulho de criança, 30% devido ao não uso da máscara nos espaços públicos, 15% refere-se a pessoas que deixam calçados ou objetos na entrada do condomínio e 5% em função do odor de cigarros ou outras substâncias.

O resultado deste comportamento em meio à pandemia foi o de muitas reclamações entre os vizinhos, advertências e até mesmo, multas para alguns moradores.

A madrugada deste sábado (22) foi conturbada para os moradores do Edifício Ana Peri, localizado na rua Doutor Gaspar Regueira Costa, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Após receber reclamações por som alto, por volta de 1h da manhã, um homem passou a ameaçar vizinhos e a agredi-los verbalmente, com palavras de baixo calão e termos racistas. A família registrou um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Boa Viagem, onde o agressor foi identificado como Domingos Sávio, que seria morador do prédio.

Em um vídeo, gravado da janela do apartamento, a família registrou o momento em que o homem, após as primeiras reclamações, desloca o carro, um Corolla prata, da rua para a garagem do prédio. “Você está com fome? Você quer uma cesta básica?” e “nega véia (sic)”, são algumas das falas racistas proferidas pelo agressor. “Denota todo o preconceito, toda a visão de mundo nefasta dele, que acha que porque uma pessoa passa necessidade- que graças a Deus não é nosso caso- vale menos do que ele. Chamar de ‘nega vea’ é um ato racista e discriminatório com pessoas de terceira idade”, comenta o jornalista Houldine Nascimento, que estava na janela ao lado de mãe, pedindo que o som fosse desligado.

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Com quase nove minutos, o vídeo é uma coleção de xingamentos. Depois o agressor, com um copo na mão, ameaça os vizinhos: “Vem mexer comigo pra tu ver o que é bom...Desce os dois...Eu respondo e mordo seu c*”, afirma.

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Na gravação é possível ouvir o momento em que a família diz ter sido ameaçada de morte pelo homem. “Ele saiu dizendo que pegaria uma arma de fogo para nos matar, além de nos xingar de todas as formas”, escreveu Houldine, em suas redes sociais. No fim da filmagem, o agressor é convencido por uma mulher a deixar o local. Aparentemente bêbado, ele entra no carro e vai embora dirigindo.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Polícia Civil confirmou que investiga o caso, através da Delegacia de Boa Viagem. Injúria racial é crime, com pena de 6 meses a um ano de detenção, segundo prevê o artigo 140 do Código Penal. Já para o crime de ameaça, descrito pelo artigo 147, a pena é de detenção de um a seis meses.

Som alto

No Recife, o Código Municipal de Meio Ambiente e Equilíbrio Ecológico (Lei nº 16.243) determina que quem usa equipamento sonoro sem alvará pode ser punido com multas de R$ 200 a R$ 40 mil. As denúncias podem ser feitas através do telefone 190.

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Um jovem de 19 anos, suspeito de matar e assar um cachorro para comer, foi preso nessa quinta-feira (6) em Curitiba, capital do Paraná. Ele foi levado à delegacia após tentar subornar os policiais militares.

A denúncia aponta que o suspeito matou o cãozinho a chutes e chegou a oferecer como carne de porco aos vizinhos. Para evitar a prisão, ele ofereceu dinheiro aos policiais, que o encaminharam à delegacia.

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No local, o jovem teria afirmado que, além do cachorro, já havia comido passarinhos e chegou a pedir para comer um ganso. Familiares informaram que ele não tem proximidade com parentes e é usuário de drogas. Diante das infrações, ele deve responder por maus tratos aos animais e corrupção, de acordo com o Último Segundo.

Um homem de 35 anos, que efetuou disparos com uma arma de fogo contra vizinhos e policiais, foi preso em flagrante na cidade de Itatiba (a 83 km de São Paulo) na última terça-feira (4). De acordo com a Polícia Militar (PM), o acusado estava dentro do apartamento e atirou por várias vezes da janela da residência. Apesar dos momentos de tensão, ninguém ficou ferido.

Segundo a PM, vizinhos do atirador entraram em contato com os agentes quando ouviram os tiros. Na chegada ao local, os próprios policiais foram alvo de outros oito disparos efetuados pelo homem. Durante a ação, agentes do Comando de Grupo Patrulha (CGP) tentaram negociar a rendição do acusado, mas não obtiveram êxito. Com a chegada do Comando de Força Patrulha (CFP) e do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), as equipes arrombaram a porta do apartamento e encontraram o sujeito dormindo em um dos quartos.

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Além do atirador, foram apreendidas a arma usada no ataque, uma faca, munições, garrafas de bebidas alcoólicas, vários tipos de medicamentos e uma quantia de R$ 1.440 em dinheiro. O homem vai responder por portar, de maneira irregular, arma de fogo de uso restrito e tentativa de homicídio. Direcionado à Santa Casa do município paulista para exame clínico prévio, o acusado foi mantido internado sob escolta por recomendação da equipe médica do centro clínico.

Após a festa promovida em pleno período de quarentena, no último fim de semana, Gabriela Pugliesi continua recebendo críticas. Dessa vez, foram os próprios vizinhos da influenciadora digital que reveleram ter problemas com ela há muito tempo. Em entrevista, um deles disse que já chamou a polícia por conta da perturbação promovida por ela.

Gabriela mora em uma rua aparentemente tranquila no bairro Vila Conceição, em São Paulo. Seus vizinhos, no entanto, já tiveram tal tranquilidade quebrada diversas vezes pela influenciadora que promove festas longas e barulhentas constantemente. É o que garante uma moradora do local, que deu entrevista ao jornal Extra, pedindo para não ser identificada. “É complicado ser vizinha deles. A rua inteira não gosta dos dois pela falta de educação. Nós já tentamos conversar muitas vezes. A polícia sempre é chamada, mas eles nem abrem a porta. Há dois anos mandamos uma notificação extra judicial com outros vizinhos e eles nos responderam que, como não moramos em condomínio, eles não têm que se submeter a regra nenhuma”. 

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A vizinha contou, ainda, que mesmo quando o casal está sem visitas na casa, o barulho costuma ser alto e muito incômodo. “A altura do som é absurda, também nos dias de semana. Eles não têm a menor consideração e sabem que incomodam". Uma terceira moradora da rua chegou a fazer um comentário público no perfil de Pugliesi, agora desativado. Ela conta que foi bloqueada pela influenciadora. No comentário, ela pedia mais consideração. “Não é de hoje que você desrespeita seus vizinhos. Agora que você desrespeitou o mundo inteiro, reveja suas atitudes”. 

Uma ucraniana, de 57 anos, sobreviveu após ser enterrada viva por dois vizinhos bêbados. Moradora do vilarejo de Maryanske, a vítima teve a casa invadida, foi sequestrada até um cemitério e precisou retirar a terra da cova rasa para continuar viva.

Dois irmãos, de 27 e 30 anos, que moravam próximo a Nina Rudchenko, invadiram a residência da vizinha e a atacaram com um bastão de beisebol. Ela chegou a ser torturada por duas horas até desmaiar, de acordo com o Daily Mirror.

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Inconsciente, foi levada para um cemitério e, ao despertar, foi obrigada a cavar a própria cova rasa e deitar-se dentro do túmulo. "Eles começaram a jogar terra em cima de mim. Cobri o rosto com as mãos para guardar um pouco de ar", recorda.

Após cobrir a mulher, eles acreditaram que ela havia morrido e deixaram o local. Neste momento, Nina começou a cavar até conseguir sair da cova. Ela voltou para casa andando e desmaiou novamente.

A ucraniana só foi encontrada no dia seguinte por uma irmã, que acionou as autoridades. Os irmãos foram presos por tentativa de homicídio. Já Nina, sofreu uma concussão cerebral e fraturas no maxilar e nariz.

Isolado socialmente dentro do apartamento, um russo matou cinco pessoas, com idades entre 22 e 31 anos, porque estavam fora de casa e faziam muito barulho. O criminoso chegou a dar gritos de advertência antes efetuar os disparos de rifle, mas acabou perseguindo dois que tentaram se esconder em outro imóvel.

Com um filho recém-nascido, Anton Franchikov, de 31 anos, curtia a licença-paternidade ao lado da esposa. Ele integra o setor administrativo da clínica na qual a companheira é médica. Segundo o "Metro", ela tomava banho no momento dos homicídios.

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Os vizinhos mortos foram o casal Yevgeny e Kristina Tabunov, de 24 e 22 anos, Ilya Kondrakov, de 26, Viktor Kapitanov, de 24, e Maksim Ukhov, de 31. Segundo vizinhos e colegas de trabalho, a família é "comum". Entretanto, as autoridades investigam relatos de violência doméstica.

Uma família brasileira viveu momentos de tensão na França. Atualmente morando na cidade de Toulon, o casal e o filho foram vítimas de um atentado. Cristiane Tavares, de 36 anos, foi baleada nas costas e o marido dela, André Modenezi, 39, no abdômen.

Em entrevista concedida à TV Globo, Cristiane contou como tudo aconteceu, na última quinta-feira (13). "Recebi um tiro nas costas. No primeiro momento pensei que se tratava de uma descarga elétrica porque teve um clarão muito forte. Mas eu senti como se tivesse um estado de choque no corpo”.

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Ao entrar em casa, o esposo de Cristiane percebeu uma mancha na roupa dela, como se fosse sangue. “Meu marido teve aquela coisa de ir em direção à porta. Na hora que ele foi em direção à porta, o homem entrou e deu o segundo disparo, que foi em meu marido”, relembra.

Só após o segundo disparo o casal percebeu se tratar de um ataque. Cristiane ainda conseguiu correr e fechar a porta, antes do homem realizar o terceiro disparo, e ligou para a polícia. O filho do casal, de quatro anos, presenciou todo o ataque, mas não teve ferimentos.

Ainda conforme a brasileira, o atirador é francês e mora no mesmo prédio que ela. "Ele era novo no meu prédio. Ele já estava observando a gente. Não sei porque ele teve a gente como mira. Somos uma família, viemos para a França para estudar. É uma coisa incompreensível", lamenta.  O homem foi preso no mesmo dia do ataque. Conforme relataram os policiais, ele tem transtornos psiquiátricos.

Cristiane não teve ferimentos graves. O marido dela passou por uma cirurgia no abdômen e está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de uma unidade de saúde na França. Nesta segunda-feira (17) André passará pelo terceiro procedimento cirúrgico.

Uma bate-boca por causa da venda de um carro terminou em tiros em um prédio de classe média alta na Vila Clementino, na zona sul de São Paulo, na tarde desta segunda-feira (24). Dois policiais militares ficaram feridos após um dos homens disparar com arma de fogo da sacada do apartamento onde estava. Durante a tarde e a noite, os agentes de segurança realizaram buscas no edifício e também no bairro, mas o suspeito não havia sido localizado até as 23 horas.

Conforme a PM, dois homens brigaram por causa da compra de um automóvel, que teria apresentado defeito no motor. Um deles chamou a Polícia Militar, que foi até o Edifício Parque dos Jequitibás, na Rua Estado de Israel, perto do Parque do Ibirapuera.

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Enquanto os PMs estavam no térreo do prédio, um dos homens - identificado pela polícia apenas como Renato e morador do condomínio - disparou contra um grupo de pessoas, ferindo dois policiais. Os PMs foram levados ao Hospital São Paulo, também na zona sul paulistana. Eles passam bem e não correm risco de morte.

Os disparos ocorreram por volta das 14h30. A aposentada Rafaela Ciasco, de 66 anos, estava com os netos em casa quando um dos garotos ouviu os disparos. "Ele disse 'é tiro, vó', e ficamos trancados no apartamento", contou ela, moradora do segundo andar do prédio, o mesmo em que vive o atirador.

Rafaela contou que conhece os pais do atirador, que vivem há vários anos no local. "Eu moro há nove anos. Quando me mudei, já estavam aqui", disse a aposentada.

De acordo com o coronel Márcio Necho da Silva, comandante do 3º Batalhão da PM, Renato não trabalhava e já havia apresentado problemas familiares por causa de agressividade. Ele frequentava um clube de tiro e, por isso, tinha uma pistola calibre 380.

Depois do tiroteio, os PMs acreditavam que Renato estava no apartamento de sua família. Quando estouraram a porta, no entanto, não o encontraram. Os agentes também vasculharam os imóveis vizinhos, sem encontrar o suspeito.

Segundo a polícia, o prédio tem vários pontos cegos por onde o rapaz possa ter fugido. Após várias horas de buscas, a PM autorizou os moradores a voltarem para o edifício enquanto usava um cão farejador para identificar rastros de Renato. Os agentes também fizeram uma varredura no bairro em busca do fugitivo.

Ainda de acordo com a polícia, o pai do atirador foi localizado pelos agentes de segurança e se ofereceu para ajudar nas negociação com Renato.

Tensão

Após a confusão e em meio à caçada ao atirador, os vizinhos ainda tinham receio de retornar a seus apartamentos no início da noite desta segunda.

"Eu perguntei aos policiais se era seguro (voltar para casa) e eles disseram que sim", contou a instrumentadora cirúrgica Roseane dos Santos Garcia Kfuri, moradora.

"Eu tinha saído de casa por volta do meio-dia", contou ela, que afirmou se sentir segura por causa da grande quantidade de policiais espalhados pelo edifício. "Se vou conseguir dormir à noite, é outra história", afirmou Roseane. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

No dia 1º de maio, enquanto o Edifício Wilton Paes de Almeida, no centro de São Paulo, ardia em chamas por volta de 1h30, um casal de idosos do imóvel vizinho acordou assustado e desceu só de pijamas. Os dois imaginaram que, em poucas horas, quando o incêndio estivesse sob controle, voltariam ao apartamento 14 do prédio na Rua Antônio de Godói, número 52.

Às 19h daquele dia, porém, a aposentada Irani da Silva e o entregador de pães Francisco de Paula Sobrinho continuavam na rua, sem saber para onde ir. Ela estava de camisola, sem roupas íntimas, sentada nas escadas da Igreja Santa Ifigênia. Com 82 anos, problemas no joelho e cega de um olho, Irani sentia frio.

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"Ela estava com a perna inchada. Ficamos sentados no chão mesmo porque não tínhamos onde sentar", conta ele. Foi quando algumas pessoas se aproximaram e ofereceram ajuda financeira para hospedá-los em um hotel da região.

Um grupo de 15 pessoas fez vaquinha para ajudar o casal e outro idoso, de 89 anos. Os participantes contribuíram com valores entre R$ 40 e R$ 100, o que garantiu uma semana de hospedagem em hotéis para os três.

Desde aquela noite, os dois dormiram em pelo menos três hotéis. As doações ajudaram a mantê-los hospedados até esta quinta-feira, dia 10. Desde então, Irani e Sobrinho estão pagando a hospedagem do próprio bolso.

A Prefeitura de São Paulo se comprometeu a pagar auxílio-aluguel de R$ 1,2 mil no primeiro mês e R$ 400 nos seguintes. Mas Sobrinho soube desse direito somente após ser informado pela reportagem. Ele também não tem ideia de quando poderá voltar para casa.

"Vão cuidar primeiro dos coitados, os que tiveram problema com o desabamento. Já liberaram o dinheiro (do auxílio-moradia) para eles. Mas os dias estão passando e já estamos ficando sem dinheiro", afirmou ele.

Uma das integrantes da rede de solidariedade é a jornalista Nivia Corrêa, de 32 anos, que doou R$ 100. Ela diz ter ficado sensibilizada ao receber a notícia da tragédia, principalmente por ter comprado um apartamento recentemente.

"Para mim foi impactante esse choque de realidade: de eu estar muito feliz com essa conquista, mas de ver que existem pessoas que estavam morando em uma ocupação e, de repente, tudo caiu. O pouco que tinham elas perderam", conta ela, que considera a ajuda "mínima" diante de toda a tragédia.

Cadastro

A Prefeitura de São Paulo informou que 103 famílias dos imóveis interditados - são quatro, além da Igreja Luterana - foram cadastradas. "Essas famílias também estão sendo convocadas para retirada do benefício", disse a administração municipal, em nota.

Três mulheres ficaram feridas após uma discussão entre vizinhos no hall de um prédio da Avenida Braz de Pina, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro. O caso aconteceu no sábado, 18, por volta das 9h. Em entrevista ao jornal "O Estado de s. Paulo", a estudante e moradora do prédio, Ariel Brum, de 20 anos - que levou diversos socos - disse que a briga começou após a moradora Leda Ramos Coutinho contar a um dos filhos que foi vítima de agressão cometida por vizinhas e acusar o zelador do prédio, Marconi Rodrigues de Souza, de ter violado uma correspondência dela.

Após as declarações de Leda, seus filhos Marcelo e Rodrigo Ramos Coutinho teriam ido tirar satisfações com as vizinhas e com o zelador, mas, segundo Ariel, partiram para a agressão física quando a mãe dela, Maria José Brum, de 53 anos, integrante do Conselho do condomínio, disse que estava filmando a confusão pelo celular.

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Ariel conta que os homens agrediram Maria José, que ficou com o nariz e o braço direito quebrados, além de hematomas. A síndica do edifício, Solange Pollizi, de 54 anos, também sofreu escoriações no rosto e está com problemas de audição.

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Segundo Ariel, essa não é a primeira vez que a moradora Leda cria confusões e chama os filhos para defendê-la. "Essa senhora sempre tenta se prevalecer por causa da idade. Sempre fala que tem alguém batendo nela e chama os filhos. Todos os condôminos sabem que ninguém bate nela", explicou a moradora.

Ariel diz também que desde a discussão os agressores estão foragidos e que o zelador está com muito medo e pensa em pedir afastamento da função. Em áudio enviado à síndica, o porteiro diz que estava sendo perseguido e que estava acuado na garagem do prédio. "Estou acuado aqui na garagem, aqui dentro com a Leda gritando na minha cabeça, entendeu? Estou trancado aqui na garagem, estou acuado, Solange", disse.

Segundo a polícia, o caso foi registrado na 38ºDP, em Vista Alegre, zona norte do Rio de Janeiro, e os agressores foram convocados para prestar depoimento na próxima semana. A reportagem não conseguiu contato com os acusados.

Um homem solitário, que circulava de forma discreta pelo bairro, sempre distante dos vizinhos, nada aberto a conversas: Stephen Paddock se encaixa perfeitamente no padrão dos autores de tiroteios em massa nos Estados Unidos.

Contador público de 64 anos, aposentado e sem antecedentes criminais, Paddock matou 58 pessoas e feriu mais de 500, abrindo fogo contra uma multidão que assistia a um festival de música country em Las Vegas.

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Moradores de Mesquite, uma localidade de 20.000 habitantes que cresce com os cassinos a 130 quilômetros da meca do jogo, ficaram em choque ao descobrir que o homem por trás do mais letal tiroteio da história recente do país vivia tão perto.

"Só me dei conta depois que comecei a ver os noticiários de que esse lunático vivia aqui mesmo", disse à AFP Rod Sweningson, que mora a poucos metros da casa de Paddock.

"Quando ouvi que morava em Mesquite e vi todo o movimento, a ficha caiu", completou.

Sweiningson conta que o FBI (a Polícia Federal americana) advertiu os moradores de que ouviriam um barulho, quando os agentes detonaram a porta para entrar na residência do assassino.

Lá, encontraram 19 armas de fogo, vários quilos de explosivos e milhares de munições, que se somam às 23 armas - entre elas 16 rifles de assalto - encontradas no quarto de hotel no 32º andar do hotel Mandalay Bay, de onde atirou em milhares de pessoas.

Rod Sweningson descreveu essa parte de Mesquite como uma "comunidade tranquila", onde segurança não é uma preocupação.

"Nem pensamos em fechar as portas a chave", disse ele, garantindo que raramente via Paddock na rua, apesar de viverem próximos.

"Podemos ter-nos cruzado vendo a caixa dos correios - isso pode ter acontecido várias vezes -, mas, ainda assim, não posso dizer que o conheço", comentou.

- Fora do radar –

Os vizinhos disseram que Paddock jogava golfe e que, às vezes, era visto almoçando em um clube para terceira idade. Já funcionários do estabelecimento afirmaram não ter seu nome na lista de visitantes e sequer conseguem reconhecer seu rosto, que aparece estampado como nunca na televisão.

A jornalista Teri Nehrenz lembrou que vivia na localidade depois de Bath, Ohio, onde o "Canibal de Milwaukee" Jeffrey Dahmer cresceu e até saiu com um garoto que foi à escola com ele.

"Isso já era ruim o suficiente e agora isso. É como uma tendência", desabafou essa mulher de 54 anos, que cobriu eventos em Mesquite para um jornal local por anos e nunca viu Paddock.

Segundo Teri, ele sempre esteve "fora do radar" desde que se mudou da Flórida há dois anos e era "um notório desconhecido".

Já Cathy Brumandgin, caixa em uma das lojas da Dollar Tree, lembra-se de um episódio em julho passado no cassino Eureka da cidade.

"Éramos seis na mesa, quatro da nossa família e ele e a namorada. Estavam reclamando do vinho", contou sobre o encontro, no qual trocaram elogios sobre a comida e sobre a música.

Alguns dos vizinhos de Paddock ficaram feridos, mas ninguém em estado grave.

Em seu quarteirão, vivem, principalmente, idosos aposentados. No verão, muitos viajam para lugares mais frescos como Park City, em Utah.

"Respeita-se muito a tranquilidade que muitos vêm buscar aqui. Ninguém vai se meter nas suas coisas", disse Teri.

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