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O filme Marighella, primeiro longa dirigido por Wagner Moura, teve sua estreia no Brasil cancelada. O longa, que chegaria aos cinemas nacionais no dia 20 de novembro, esbarrou em trâmites burocráticos da Agência Nacional de Cinema (Ancine) e, agora, não tem data para estrear nas salas de exibição brasileiras. 

O cancelamento foi informado pela própria produção do filme. Em um comunicado enviado à imprensa, eles esclareceram que o longa continua percorrendo festivais internacionais mas não tem mais previsão de chegada ao Brasil. "A O2 Filmes não conseguiu cumprir a tempo todos os trâmites exigidos pela Ancine (Agência Nacional do Cinema). Marighella segue sendo apresentado com muitos sucesso em vários festivais de cinema no mundo. Nosso objetivo principal sempre foi a estreia no Brasil. Os produtores e a distribuidora Paris Filmes vão seguir trabalhando para que isso aconteça”.

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Segundo a nota, a estreia seria em novembro, por ser esse o mês que marca os 50 anos de morte de Carlos Marighella. Já o dia 20 foi escolhido por ser o dia da Consciência Negra. No entanto, a produção enfrentou a burocracia da Ancine na liberação de verbas para sua comercialização sem sucesso. Com o cancelamento, o filme ainda não tem nova data para chegar ao Brasil. 

Foi divulgado nesta terça (20), o primeiro teaser do filme Marighella, dirigido por Wagner Moura. O longa narra os últimos anos do ativista baiano Carlos Marighella e já causou polêmica e até proposta de boicote antes mesmo de chegar aos cinemas, o que acontece apenas no dia 20 de novembro. 

Inspirado no livro Marighella - o Guerrilheiro que Incendiou o Mundo, o filme fala sobre o ativista Carlos Marighella que recorreu à luta armada para enfrentar a ditadura militar nos anos 1960.

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O ativista acabou sendo morto em uma emboscada em 1969. Na produção, ele será interpretado pelo ator e cantor Seu Jorge. O elenco conta, também, com Bruno Gagliasso, Adriana Esteves, Charles Paraventi, Humberto Carrão, Bella Camero e Luiz Carlos Vasconcelos. 

Marighella já causou barulho e polêmica nas redes sociais mesmo antes de sua estreia. O diretor Wagner Moura chegou a declarar, em entrevista, que o filme é "um dos primeiros produtos culturais abertamente contrários ao que Bolsonaro representa". Em resposta, os eleitores do atual presidente criaram um boicote ao longa nas redes sociais alegando que ele não "se encaixa na realidade". 

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O ator Wagner Moura saiu vitorioso em uma ação movida contra o jornalista Reinaldo Azevedo e a editora Abril. Ele deve ganhar R$ 80 mil em indenização por danos morais em virtude de uma matéria publicada na revista Veja. 

Wagner Moura processou Reinaldo Azevedo e a editora Abril, que publica a Revista Veja, depois da publicação da matéria 'Wagner Moura, o aclamado do nariz marrom, levou um R$ 1,5 milhão do Ministério da Cultura'. Nela, o jornalista dizia que o ator teria arrecadado esse valor para montar o espetáculo de teatro Esperando Godot. Segundo os autos, o dinheiro teria sido liberado, via Lei Rouanet, para a empresa Turbilhão de Ideias Cultura e entretenimento Ltda, responsável pela produção. 

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No entanto, o espetáculo nem chegou a ser montado. Por isso, o pagamento dos recursos não chegou a ser efetuado, segundo informou a juíza Juliana Leal, da 9ª Vara Cível do Rio, na sentença. Sendo assim, a editora Abril tem até cinco dias para retirar a reportagem do ar. Ainda há tempo hábil para que os réus entrem com recurso. 

 

Wagner Moura que está atualmente fazendo uma passagem pela Austrália, pois está participando do júri do Festival de Sydney, e que o ator vai ter a oportunidade de assistir no festival o filme, Marighella, que conta a vida do escritor e guerrilheiro Carlos Merighella e que marca a vida de Wagner com a sua estreia na direção e roteiro no cinema.

Mas não foi bem isso que acabou chamando a atenção de todos. O que ganhou evidência foi que o ator deu uma entrevista para um jornal australiano chamado Daily Telegraph e durante a entrevista ele comentou sobre as críticas que o seu filme recebeu do atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e dos memes da internet.

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- Eu estava preparado para que o filme dividisse a população e para as críticas, mas não esperava que a distribuidora não tivesse coragem e lança-lo!

Enganado está quem pensa que ele parou por aí. Wagner Moura abriu verdadeiramente o seu coração e ainda comentou para a publicação que está com um certo receio de voltar para o Brasil devido à alguns comentários políticos que ele acabou fazendo e que não repercutiram muito bem para casos extremos. O ator recebeu diversas ameaças derivadas à suas escolhas partidárias e ao que ele apoia.

- Pela primeira vez na minha vida, eu sinto que estou correndo risco. Sempre que vou para o Rio de Janeiro ou para São Paulo, preciso tomar muito cuidado. É de partir o coração!

Difícil, né?

Ovacionado no Festival de Berlim, no último dia 15, “Marighella”, dirigido por Wagner Moura, ainda não tem previsão de chegar aos cinemas brasileiros, mas antes mesmo de ser lançado está causando polêmica. Após Wagner afirma em coletiva de imprensa que o longa “é maior que Bolsonaro”, eleitores que votaram no atual presidente não curtiram a declaração.

No site IMDb, plataforma que disponibiliza dados do entretenimento, como filme, músicas e jogos eletrônicos, o projeto cinematográfico de Wagner Moura foi duramente criticado e recebeu notas baixas como forma de boicote.

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"Este filme não deve ser feito nem com recursos privados. Ele não se encaixa na realidade. Tudo está errado sobre esse filme", criticou um dos internautas. "Chupa, Wagner Moura, comunista que vive no capitalismo", comentou outra pessoa.

O filme "Marighella", que tem Seu Jorge no papel principal, é baseado na biografia escrita pelo jornalista Mário Magalhães e aborda a luta do político contra a ditadura militar. Carlos Marighella foi assassinado em uma emboscada, em 1969, em São Paulo.

"Um dos primeiros produtos culturais abertamente contrários ao que o Bolsonaro representa". É assim que Wagner Moura definiu seu filme de estreia, "Marighella", selecionado na Berlinale, que ele espera que seja lançado no Brasil "o quanto antes".

Protagonizado pelo ator e cantor Seu Jorge, o filme repassa os últimos cinco anos (1964-1969) da vida de Carlos Marighella, membro do Partido Comunista e líder de um dos primeiros grupos de resistência armada contra a ditadura militar. O líder foi morto por agentes do Exército.

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Em entrevista a um grupo de jornalistas, Moura, de 42 anos, explicou os motivos que o levaram a fazer seu primeiro longa-metragem - selecionado fora de competição - e como imagina que será sua recepção no Brasil.

PERGUNTA: Por que você decidiu dirigir um filme sobre Carlos Marighella?

RESPOSTA: A biografia de Marighella tinha sido lançada em 2012 e as histórias de resistência no Brasil sempre me fascinaram. A Revolta dos Malês, na Bahia, meu estado de origem, os protestos contra a ditadura... Especialmente isso, porque eu nasci em 1976. Mas a minha geração era muito diferente da que lutou. Estava alienada. Esses meninos que agora vão às ruas se parecem muito mais com a geração de 1964 que a minha.

P: O que Jair Bolsonaro tem a ver com rodar "Marighella"?

R: Filmamos durante (o governo do ex-presidente Michel) Temer. Então Bolsonaro era uma espécie de piada. Ninguém acreditava (que fosse chegar ao poder). Não quero que este filme seja uma resposta a Bolsonaro. Mas certamente é um dos primeiros produtos culturais abertamente contrários ao que ele representa. Ele mesmo criticou o filme antes de chegar à Presidência.

P: Como este filme foi proposto quanto à veracidade dos fatos?

R: Estava claro que tinha que ser um filme, já tem muitos documentários sobre o Marighella. Portanto, há muitas situações e personagens que não existiram, mas a alma do filme tem fundamento sólido.

P: Como você acha que será sua recepção no Brasil?

R: Imagino que o filme será criticado pela direita, mas também pela esquerda, que vai garantir que não foi exatamente assim que aconteceu. Estou preparado para tudo, inclusive para que vaiem e joguem lixo na tela. Até para ser agredido fisicamente.

P: A estreia no Brasil está garantida?

R: Quero que o filme saia o quanto antes. Mas é um problema. As distribuidoras não têm data, têm medo da reação do governo. O fato de estar na Berlinale e de atrair atenção internacional deve facilitar as coisas.

P: Como o seu filme abordará o debate sobre o termo "ditadura", num contexto em que algumas pessoas no Brasil falam agora em "regime autoritário"?

R: Essa é a chave, o relato. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF, o ministro Dias Toffoli) disse que não houve golpe de Estado (em 1964), mas um movimento. O primeiro passo é a mudança semântica, é dizer 'não foi tão ruim'. Todos os governos fascistas começam na semântica. Este filme existe para dizer que a ditadura foi horrível.

P: Para você, qual é exatamente discurso narrativo do filme?

R: Que a resistência é importante na história e que os cidadãos têm o direito e a obrigação de resistir às ditaduras, aos Estados violentos e aos que não respeitam os cidadãos.

P: Carlos Marighella é um antídoto do Pablo Escobar para você?

R: Os personagens do filme são complexos. Eu não pretendo defender o Marighella. Não é um filme de bonzinhos e vilões, embora pessoalmente não possa não me identificar com os revolucionários.

Quero fazer filmes nos Estados Unidos que não reforcem os estereótipos latinos, especialmente depois de interpretar Escobar, como o que estou rodando agora sobre um diplomata brasileiro assassinado no Iraque.

O ator Bruno Gagliasso foi convidado para estampar a edição de agosto da revista "QG Brasil". Entrevistado por Wagner Moura, Gagliasso opinou sobre família, entretenimento e causas sociais. Recentemente, o marido de Giovanna Ewbank foi duramente criticado nas redes sociais.

Os internautas resgataram algumas mensagens de Bruno que envolviam polêmicas sobre homofobia. No bate-papo da revista, o galã contou um pouco sobre as atitudes do passado. "Se eu disse algo no passado que hoje me envergonho, não pretendo lidar com isso apagando o passado, mas lidando com ele hoje e sendo uma pessoa melhor sempre. Só encarando a verdade com a verdade que a gente evolui", explicou.

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Por fim, Bruno Gagliasso revelou para Wagner que muita coisa mudou com a chegada da filha Titi. "Não me justifico, mas a gente cresce, amadurece, aprende. Não existe perfeição, isso é apenas uma idealização. Vivemos, sim, em uma sociedade machista, racista e hipócrita. Só consegui tomar uma consciência real de tudo isso com a chegada da minha filha", comentou o ator.

Com os registros realizados em Milão, na Itália, o ator escolheu toda a equipe que fez parte da concepção da revista para a publicação de agosto. Giovanni Branco, que produziu fotos de Madonna e Anitta, foi o responsável na direção criativa do ensaio.

Que Wagner Moura é um dos maiores astros do cinema nacional não é novidade. Mas, pelo que informou a coluna Olá, do jornal Agora, ele teve uma grande chance de estar novamente em um longa de Hollywood, após sua participação em Elysium, de 2013.

A coluna afirma que ele recusou um papel em Mulher Maravilha 2, e será substituído pelo Pedro Pascal, seu colega de cena em Narcos.

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Mas, de qualquer maneira, parece que vem sucesso dele por aí! Wagner fechou com a Netflix para viver o personagem principal em um filme sobre o diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello, que morreu no Iraque, em 2003, durante uma missão pela ONU.

Dividir momentos íntimos é uma tarefa que precisa de muito cuidado ao expor, principalmente quando se trata de quem irá escutar o desabafo. Em tempos de tecnologia, de risos fáceis nas redes sociais, compartilhar os melhores e piores momentos da vida através do olho no olho prepara a amizade para voar pelos ares da fidelidade.

Para celebrar o Dia do Amigo, nesta sexta-feira (20), o LeiaJa.com escolheu alguns famosos que são 'miguxos' em qualquer situação. Como dizia Elis Regina: "Só vai tomar champagne do meu copo quem comeu grama comigo".

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Ingrid Guimarães e Heloísa Perissé


As atrizes subiram os degraus da fama lado a lado. Nos tempos de ‘pindaíba’, Ingrid e Heloísa criaram o sucesso teatral "Cócegas", em 2001, e percorreram o Brasil por 10 anos. Além da peça, as amigas já foram vistas juntas nos humorísticos "Sob Nova Direção" e "Zorra Total", e no ano passado, na novela "Novo Mundo".

Ivete Sangalo e Xuxa


As rainhas da TV e da música estão há anos curtindo a amizade. Desde 1996, Xuxa e Ivete mostram o carinho que nasceu naturalmente durante os encontros em programas realizados na TV Globo, nos tempos de "Xuxa Hits" e "Planeta Xuxa". A loira chegou a confessar que a baiana é a sua única e melhor amiga. Em maio deste ano, no aniversário de Ivete, a mãe de Sasha pediu desculpas se em algum momento da amizade ela errou, completando que a cantora de axé é especial.

Fernanda Paes Leme e Bruno Gagliasso

Antes de ser uma das melhores amigas de Bruno, FePa (chamada carinhosamente por amigos e fãs) confessou em entrevista a Giovanna Ewbank que já tinha ficado com o galã. "Fiquei com o Bruno antes de conhecê-lo direito. A gente não era amigo. Bruno era lindo e tal e foi beijo de carnaval, micareta". Percebendo que a relação não ia para frente, os dois resolveram engatar na amizade. "Vamos ser 'brother', vai ser mais legal", disse Bruno na época.

Caio Castro e Giovanna Lancellotti


Os atores são considerados basicamente como irmãos, e até pensam em fazer uma tatuagem juntos para fortalecer ainda mais a cumplicidade. Recentemente, Caio e Giovanna viajaram para curtir a Copa do Mundo na Rússia. Quando a atriz completou 21 anos, Caio Castro deu de presente um carro. 

Carolina Dieckmann e Preta Gil


Em 2017, Preta e Carol celebraram 20 anos de amizade. Nas redes sociais, as duas rasgaram sedas por meio de um ensaio fotográfico compartilhado com os seguidores. Preta Gil contou na publicação que a cantora Ivete Sangalo foi a responsável por ter lhe apresentado a atriz.

Ana Clara e Gleici Damasceno


A mistura do Rio de Janeiro com o Acre colocou a casa do Big Brother Brasil de pernas para o ar no começo deste ano. A 18ª edição do reality show da TV Globo uniu as participantes Ana Clara e Gleici, que após o fim do programa permanecem firmes na amizade. No dia 2 de julho, as amigas publicaram no Instagram um vídeo dublando a música "Sua Cara", de Anitta e Pabllo Vittar, arrancando risadas dos fãs.

Lázaro Ramos e Wagner Moura


A parceria entre os atores não é de agora. Wagner e Lázaro, na verdade, se conhecem antes mesmo da fama, quando moravam em Salvador. Na arte, os dois dividiram os mesmos trabalhos, entre eles os filmes "Cidade Baixa" e "Ó Paí, Ó", além da série "Sexo Frágil", exibida pela Globo de outubro de 2003 a agosto de 2004.

Esta edição do EstreiaJá apresenta os principais lançamentos que chegam às telonas e vão lotar as salas de cinema neste final de semana. O destaque vai para a "Kingsman: O Círculo Dourado", sequência do sucesso lançado em 2014, que traz um elenco lotado de estrelas e a promessa de muita ação cheia de estilo. Mas também estreiam outros filmes aguardados como a animação "Lego Ninjago" e o horror "Sono Mortal", que, dentre outros, também figuram na pauta do programa.

O EstreiaJá é apresentado pelo jornalista e crítico de cinema Rodrigo Rigaud e é publicado todas as quintas-feiras no Leiaja.com.

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Confira o programa completo no vídeo abaixo:

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Os erros no enredo da segunda temporada de Narcos, podem até ter existido, como apontou o filho de Pablo Escobar, mas, isso não tira o mérito da produção do seriado, que abriu mão de construir uma cidade cenográfica para gravar as últimas cenas do narcotraficante no local verdadeiro onde o colombiano viveu seus últimos anos.

Em um vídeo divulgado na quarta-feira, dia 26, pela Netflix, o produtor-executivo do seriado e alguns atores do elenco, como, Wagner Moura, que interpretou o protagonista, falaram um pouco dos bastidores das cenas finais de Pablo na série. Segundo, o ator brasileiro, a cena de sua morte aconteceu a poucos metros de onde o traficante foi baleado.

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- Nós acabamos gravando na verdadeira casa em que Pablo Escobar viveu seus últimos momentos. O telhado ao lado foi onde ele realmente foi morto. Tentamos fazer o mais próximo possível da realidade. Queríamos respeitar ao máximo a história da Colômbia, disse o ator.

Além disso, Eric Newman, o produtor-executivo do seriado,disse que a decisão de filmar no local real foi um ato de reverência à história. De acordo com ele, não optar pelo estúdio deu um caráter mais documental ao seriado, que já tem mais duas temporadas garantidas mesmo sem a presença do traficante.

Após o sucesso da segunda temporada de Narcos, Wagner Moura já está focando em novos projetos. Ele, inclusive, foi convidado para participar da série que contará os detalhes da Lava Jato, operação que investiga esquema de desvio e lavagem de dinheiro envolvendo, principalmente, a Petrobrás.

Na produção, ele interpretaria Sérgio Moro, juiz que está conduzindo toda a investigação. Porém, ele declinou o convite por estar focado na direção de seu novo filme, que contará a história de Carlos Marighella. De acordo com sua assessoria de imprensa, Wagner não rejeitou o papel por motivos políticos e muito menos por achar Sérgio Moro alguém mau caráter, como foi reportado por alguns veículos.

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Rafinha Bastos, por exemplo, chegou a comentar o assunto. Ao postar uma foto de Wagner caracterizado como Pablo Escobar no Facebook ele escreveu o seguinte na legenda:

Wagner Moura recusou interpretar o juiz Sérgio Moro em série da Netflix. "Não interpreto mau-caráter", disse o ator que recentemente concorreu ao Globo de Ouro pelo papel de Pablo Escobar.

Os fãs da série Narcos não ficarãoórfãos com a morte de Pablo Escobar. A segunda temporada da atração mal estreou, mas a Netflix já garantiu a continuação do seriado em 2017. Na manhã desta terça (6), foi publicado no perfil oficial do programa no Facebook um teaser antecipando a nova temporada.

No post, uma legenda garante que o público pode comemorar pois, no próximo ano, Narcos estará de volta à tela da Netflix. O teaser mostra a imagem de Pablo Escobar (Wagner Moura) se esvaindo num efeito de 'fade' embaixo da frase "A carreira tem que continuar". Em seguida, surge a figura de Gilberto Rodríguez Orejuela, um outro líder do tráfico da Colômbia, que será interpretado pelo ator Damian Alcázar. Os fãs podem esperar tranquilos. 

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CONTÉM SPOILERS. Os fãs das envolventes histórias dos cartéis colombianos podem conferir a segunda temporada de Narcos, disponibilizada nesta sexta-feira (2), pela Netflix. A nova temporada da série contém dez episódios que envolvem a intensa vida de Pablo Escobar (Wagner Moura), um famoso narcotraficante que ganhou fama mundial como “senhor das drogas” da Colômbia.

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A segunda fase da série é iniciada com Pablo andando pela floresta da prisão La Catedral, após sua fuga da local. Escobar, interpretado por Wagner Moura, segue andando em direção a uma barreira militar e um dos soldados o impede de passar. Confira o vídeo:

Os dez episódios disponibilizados pela Netflix contam os fatos que ocasionaram a morte de Pablo Escobar. A revelação do “final” da história causou grande desconforto entre os fãs, que criticaram o “spoiler”. Entretanto, o serviço de streaming mostrou lidar de forma bem-humorada com a situação:

Apesar do final de Escobar já ter sido escrito pela história, o diretor do seriado, José Padilha, já afirmou que a série pode continuar com abordagens envolvendo os rumos do narcotráfico.

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A segunda temporada de Narcos está com estreia marcada para o dia 2 de setembro, mas o público já pode conferir como será esta etapa da série na página oficial da Netflix no Facebook. Um teaser com os primeiros 11 minutos do seriado foi publicado, nesta quinta (25), para saciar a curiosidade dos fãs. 

Nesta temporada, Narcos vai girar em torno do mistério sobre o sumiço de Pablo Escobar (Wagner Moura) após a fuga da prisão. O traficante será pereguido por todos os lados, tanto pela polícia quanto pelos seus rivais do narcotráfico, que buscam por vingança. 

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Se você estava ansioso para conferir a segunda temporada de Narcos, saiba que Wagner Moura acabou entregando o final da série. Wagner, que já havia comentado um pouco sobre o drama da segunda temporada, cedeu uma entrevista à Chelsea Handler na qual falou sobre o traficante Pablo Escobar.

O ator confessou que não lembrava muito do vilão quando era criança, mas que aprendeu muito sobre ele quando começou a fazer pesquisas após o início do seriado. É então que ele assume, sem nem pestanejar, que Pablo irá morrer nesta próxima temporada, assim como aconteceu na realidade. O criminoso faleceu em 1993 enquanto tentava fugir dos policiais, que acabaram dando uma série de tiros nele.

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Quando Chelsea disse para Wagner que ele tinha acabado de dar um grande spoiler, ele apenas respondeu que era só dar um Google que você descobriria o que aconteceu com ele.

 

Wagner Moura tem diversos personagens em seu currículo, mas um em específico lhe rendeu até a indicação ao Globo de Ouro na categoria Melhor Ator em Série Dramática: o do traficante Pablo Escobar para Narcos, um seriado de grande sucesso da Netflix.

Mesmo com todas as críticas sobre o sotaque do ator brasileiro, ele, que estará presente na segunda temporada da série, foi convidado pelo Hollywood Reporter para falar sobre os desafios de ter representado Pablo em uma mesa redonda ao lado de atores como Cuba Gooding, que viverá O.J Simpson em um seriado dirigido por Ryan Murphy, Forest Whitaker, Rami Malek, Bobby Cannavale e Paul Giamatti.

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O ator, que já falou que seu papel foi um erro, comentou como foi a experiência de ter ido morar na Colômbia sozinho, aprender um novo idioma e até mesmo ter ficado longe da família para fazer isso tudo.

- Foi a coisa mais louca que eu já fiz. Eu não era a melhor escolha para fazer esse personagem. Eu não falava espanhol. Sou brasileiro, então tive que aprender a língua e ir para a Colômbia antes de todo mundo. Na primeira temporada eu não quis que minha família estivesse lá porque eu tinha que estar sozinho, e isso foi difícil para mim. Agora eu me sinto mais confortável, trouxe meus filhos e eles estão aprendendo espanhol e indo à escola, revelou Wagner durante a mesa redonda.

Além disso, ele também falou sobre o sentimento que ficou após o término das gravações da primeira temporada. Segundo ele, havia uma necessidade de contar toda a história de Pablo Escobar.

- Narcos foi uma experiência diferente porque nós todos nos mudamos para Bogotá e não sabíamos exatamente o que estávamos fazendo na primeira temporada. Agora, produção, roteiro e personagens, todos estamos mais preparados. Mas todos nós já sabíamos o que acontece com Pablo Escobar, então quando terminamos a temporada, senti que tínhamos que concluir a história, tipo finalizar uma missão, concluiu o ator, que já até mostrou uma foto dos bastidores da segunda temporada nas redes sociais.

O ator Wagner Moura criticou, em artigo publicado no jornal “Folha de S.Paulo”, nesta quarta-feira (30), a perseguição judicial contra a presidenta Dilma Rousseff e o Partido dos Trabalhadores. Sob o título “Pela legalidade”, Moura cita erros dos governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma, mas lembra que foram os governos que tiraram milhões da miséria e deram “oportunidades nunca antes vistas para os pobres no País”. Ele também pede respeito pela democracia e pela decisão popular nas urnas.

“É uma tentativa revanchista de antecipar 2018 e derrubar na marra, via Judiciário politizado, um governo eleito por 54 milhões de votos. Um golpe clássico”, afirma.

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Ele lembra que o discurso de ódio ao PT é semelhante a de momentos totalitários da história da humanidade. “Arrepio-me sempre que escuto alguém dizer que precisamos ‘limpar’ o Brasil. A ideia estúpida de que, ‘limpando’ o País de um partido político, a corrupção acabará remete-me a outras faxinas horrendas que aconteceram ao longo da história do mundo. Em comum, o fato de todos os higienizadores se considerarem acima da lei por fazerem parte de uma ‘nobre cruzada pela moralidade’”.

Moura diz que o nome da presidenta não consta na lista, “agora sigilosa”, da Odebrecht, ao contrário de muitos que querem seu afastamento e que um impeachment sem crime de responsabilidade provado contra a presidente “é inconstitucional”.

O ator termina o artigo afirmando que não é necessário ser defensor do governo para desconfiar das verdadeiras intenções das investigações judiciais. “E se você também achar que há algo de tendencioso no reino das investigações, não significa que você necessariamente seja governista, muito menos apoiador de corruptos. Embora a TV não mostre, há muitos fazendo a mesma pergunta que você”

Da Redação da Agência PT de Notícias

Cineastas, roteiristas, atores e demais profissionais do audiovisual brasileiro, assinam um manifesto que circula nas redes sociais em defesa da democracia e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). 

Nomes como o do produtor Luiz Carlos Barreto, dos cineastas Kleber Mendonça Filho, Karim Aïnouz e Jorge Furtado, e dos atores Wagner Moura, Paulo Betti e Jesuíta Barbosa endossam o documento. Até o início da madrugada de sábado, os signatários do documento já excediam a casa dos 2.000. 

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“Denunciamos aqui o risco iminente da interrupção da ordem democrática pela imposição de um impeachment sem base jurídica e provas concretas, levado a cabo por um Congresso contaminado por políticos comprovadamente corruptos ou sob forte suspeição, a começar pelo presidente da Casa, o deputado federal Eduardo Cunha", pontua o documento, que evita adotar uma bandeira partidária.

Veja o documento na íntegra: 

Nós, cineastas, roteiristas, atores, produtores, distribuidores e técnicos do audiovisual brasileiro, nos manifestamos para defender a democracia ameaçada pela tentativa de impeachment da Presidente Dilma Rousseff.

Entendemos que nossa jovem democracia, duramente reconquistada após a ditadura militar, é o maior patrimônio de nossa sociedade. Sem ela, não teríamos obtido os avanços sociais, econômicos e culturais das últimas décadas. Sem ela, não haveria liberdade para expressarmos nossas distintas convicções, pensamentos e ideologias. Sem ela, não poderíamos denunciar o muito que falta para o país ser uma nação socialmente mais justa. Por isso, nos colocamos em alerta diante do grave momento que ora atravessamos, pois só a democracia plena garante a liberdade sem a qual nenhum povo pode se desenvolver e construir um mundo melhor.

Como nutrimos diferentes preferências políticas ou partidárias, o que nos une aqui é a defesa da democracia e da legalidade, que deve ser igual para todos. Somos frontalmente contra qualquer forma de corrupção e aplaudimos o esforço para eliminar práticas corruptas em todos os níveis das relações profissionais, empresariais e pessoais. Nesse sentido, denunciamos aqui o risco iminente da interrupção da ordem democrática pela imposição de um impeachment sem base jurídica e provas concretas, levado a cabo por um Congresso contaminado por políticos comprovadamente corruptos ou sob forte suspeição, a começar pelo presidente da casa, o deputado federal Eduardo Cunha.

Manifestamos a nossa indignação diante das arbitrariedades promovidas por setores da Justiça, dos quais espera-se equilíbrio e apartidarismo. Da mesma forma, expressamos indignação diante de meios de comunicação que fomentam o açodamento ideológico e criminalizam a política. Estas atitudes colocam em xeque a convivência, o respeito à diferença e a paz social.

Repudiamos a deturpação das funções do Ministério Público, com a violação sistemática de garantias individuais, prisões preventivas, conduções coercitivas, delações premiadas forçadas, grampos e vazamentos de conversas íntimas, reconhecidas como ilegais por membros do próprio STF. Repudiamos a contaminação da justiça pela política, quando esta desequilibra sua balança a favor de partidos ou interesses de classes ou grupos sociais.

Nos posicionamos firmemente a favor do estado de direito e do respeito à Constituição Brasileira de 1988. Somos contrários à irracionalidade, ao ódio de classe e à intolerância.

Como construtores de narrativas, estamos atentos à manipulação de notícias e irresponsável divulgação de escutas ilegais pelos concessionários das redes de comunicação.

Televisões, revistas e jornais, formadores de opinião, criaram uma obra distorcida, colaborando para aumentar a crise que o país atravessa, insuflando a sociedade e alimentando a ideia do impeachment com o objetivo de devolver o poder a seus aliados. Tal agenda envolve desqualificar as empresas nacionais estratégicas, entre as quais se insere a emergente indústria do audiovisual.

Por todos esses motivos, nos sentimos no dever de denunciar essa enganosa narrativa e de alertar nossos pares do audiovisual em outros países sobre este assombroso momento que vivemos.

Usaremos todos os instrumentos legais à nossa disposição para impedir um retrocesso democrático.

Nesta quinta-feiara (17), a equipe que administra as redes sociais do ator Wagner Moura publicou em seu Facebook que vai monitorar as calúnias dos internautas. A atitude ocorreu após Wagner postar um vídeo se posicionando quanto à atual situação política do Brasil, gerando vários comentários. A postagem, que atingiu aproximadamente 555 mil visualizações, conta com mais de dois mil comentários e 18 mil compartilhamentos.

Por causa de diversos comentários de apoio e crítica, a equipe que monitora as redes do artista publicou, recentemente, que vai monitorar todas as calúnias contra Wagner e pede ajuda de todos. Na publicação, é feito um alerta aos internautas sobre postagens que fogem do comprometimento com a verdade. Confira a nota na íntegra:

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'Nós aqui da equipe do Blog Oficial do Wagner Moura queremos deixar claro que o vídeo original e na íntegra (Wagner fala sobre o momento político que estamos vivendo em 2016) é o da nossa página. Edições e montagens podem ser feitas, e é bom que a gente sirva como fonte segura para a imprensa brasileira.

Também quero avisar que estamos mapeando as calúnias que estão sendo publicadas sobre o Wagner Moura aqui na nossa página. Infelizmente, alguns ainda pensam que podem dizer tudo o que desejam - descomprometidos com a verdade - nas mídias sociais e não é bem assim.

Contamos com vocês para que nos ajudem, denunciando e banindo pessoas mal intencionadas, e que não sabem discutir de uma maneira sensata.

Equipe da Página.'

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Veja alguns comentários:

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