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Às vésperas das Eleições 2022, cerca de 30 milhões de eleitoras e eleitores no Brasil e exterior já ativaram o aplicativo e-Título. Somente neste ano, foram registradas mais de 13 milhões de ativações.
A tecnologia é gratuita, está em funcionamento desde 2018 e permite a obtenção da via digital do título de eleitor, além de consultas ao local de votação, pedido de justificativa de ausência, emissão de certidão de quitação eleitoral e nada consta criminal, entre outros serviços.
O Tribunal Superior Eleitoral orienta o eleitorado a seguir regras de utilização e baixar ou atualizar o e-Título o quanto antes para evitar dificuldades que possam surgir ao deixar a emissão para a última hora. Isso porque, no dia 2 de outubro, quando ocorre o primeiro turno das eleições, a emissão do e-Título estará suspensa, e só voltará a ser liberada a partir do dia 3.
Em um eventual segundo turno, marcado para 30 de outubro, a regra é a mesma: só será possível tirar a via digital do título até a véspera, ou seja, 29 de outubro.
Como utilizar o app
O e-Título substitui o documento em papel e pode ser utilizado como identificação, desde que atualizado e com foto. Por isso, é importante se organizar e não deixar tudo para a última hora. Faça o download do e-Título no celular ou tablet. O aplicativo funciona nos sistemas Android e iOS e pode ser baixado na App Store e na Google Play.

*Do site do TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) relançou no início deste mês o "Fato ou Boato", serviço que busca reforçar o combate à desinformação durante o período eleitoral. O assistente virtual do TSE já existia desde 2020 em uma parceria pioneira no mundo feita com o WhatsApp e renovada neste ano.  Mais de meio milhão de inscritos já podem pesquisar termos na conta oficial do TSE, o que facilita a consulta por informações sobre o processo eleitoral que já foram verificadas por agências de checagem parceiras da Justiça Eleitoral, como a Agência Lupa, a Aos Fatos, o Projeto Comprova e o Estadão Verifica. 

Como funciona Basta enviar o assunto ou link relacionado ao processo eleitoral para a realização da pesquisa. A inteligência artificial faz uma busca e traz conteúdos já conferidos sobre o tema.  Se o conteúdo pesquisado não tem correspondência com alguma informação verificada, ela é encaminhada para o grupo de checadores de fatos e o eleitor cadastrado recebe notificação de quando o conteúdo estiver disponível. 

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Para usar o tira-dúvidas do TSE basta enviar um “oi” para o número +55 61 9637-1078 no WhatsApp. A ferramenta foi desenvolvida gratuitamente pela empresa Infobip, um dos principais provedores de serviços para negócios no aplicativo.  Parceria com a Câmara Nestas eleições, a Câmara dos Deputados e o TSE também firmaram parceria para combater as notícias falsas e adotar medidas para desestimular e denunciar condutas ilegais em campanhas, como o envio em massa de mensagens de propaganda política que violam a legislação. 

Câmara e TSE assinam compromisso de combater notícias falsas no período eleitoral A parceria também prevê a defesa da integridade do processo eleitoral e da confiabilidade do sistema eletrônico de votação e a difusão de conteúdos oficiais do TSE. 

Comprove

Além disso, desde setembro de 2019, a Câmara mantém uma ferramenta de checagem dos fatos relacionados à atividade parlamentar chamada Comprove, também usada pelo WhatsApp. 

Coordenadora de atendimento do Comprove, a servidora Ana Marusia Lima explica que a agência é a primeira checadora de fatos do legislativo brasileiro e uma das primeiras do mundo. Pelo número de WhatsApp +55 (61) 99660-2003 o cidadão pode tirar dúvidas sobre conteúdos que recebeu nas redes sociais ou divulgados na internet. 

Ana Marusia explica que o WhatsApp foi escolhido porque é o aplicativo de mensagens mais utilizado no Brasil. "A pesquisa Digital 2022 mostra que mais de 96% dos usuários de redes sociais brasileiros utilizam WhatsApp, mais ou menos 165 milhões de usuários", informa a servidora.

"Pelo WhatsApp as pessoas recebem e difundem fake news e também pelo WhatsApp elas podem rebater essas notícias falsas”, acrescenta Ana Marusia. 

*Da Agência Câmara de Notícias

A Apple estendeu por mais uma semana a atualização de segurança para sete modelos antigos de iPhone e iPad que ainda recebem suporte. A brecha no sistema Webkit permite a execução de códigos remotos para invadir dispositivos, redes coorporativas e até informações do governo. 

A abertura identificada como zero-day afeta o componente usado para exibir páginas na web em aplicativos. Com o acesso dos usuários a páginas maliciosas, os dados passam a ser escritos fora da memória, o que possibilita ataques remotos. 

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Os modelos que realizarem a atualização vai ganhar a versão 12.5.5 do iOS, de setembro de 2021. Os modelos indicados para o reforço na segurança são o iPhone 5s, iPhone 6 e iPhone 6 Plus; iPad Air; iPad mini 2 e iPad mini 3; e iPod touch (6ª geração).  

Em nota, a Apple reforçou a urgência na instalação do patch. A Agência Cibersegurança e Infraestrutura (CISA) apontou que a atuação dos cibercriminosos pode afetar até mesmo empresas de serviços essenciais do governo norte-americano. 

O WhatsApp anunciou seu novo aplicativo para o Windows 11 e promete que o celular vai continuar recebendo mensagens mesmo que esteja sem acesso à internet. A plataforma está disponível na Microsoft Store.

Com visual mais clean, o dispositivo também deve otimizar a experiência com o aplicativo. Sem a necessidade de conexão para sincronizar as mensagens, basta o usuário acessar a aba 'Aparelhos conectados' no celular e escanear o QR Code que aparece no aplicativo para o Windows. 

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A empresa também está trabalhando em um aplicativo nativo para o Mac. Por enquanto, os adeptos da Apple podem baixar o aplicativo para desktop ou utilizar o WhatsApp no browser.

A Microsoft pode lançar a atualização do seu sistema operacional no próximo mês. Ainda sem data oficial, os rumores sobre o Windows 11 22H2 dão a prévia de algumas melhorarias na experiência do usuário.

 A expectativa é que os aplicativos tenham maior estabilidade com a correção de bugs e que o menu Iniciar ganhe mais formas de personalização, além da opção de dividir ícones em pastas. A atualização já pode ser testada por membros do programa Windows Insider.

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O Explorer de Arquivos deve ficar com aparência próxima a de um navegador, com a possibilidade de diferentes pastas abertas na mesma janela. Outra novidade esperada para o Windows 11 22H2 é a função de comandos por voz para que o usuário utilize o sistema apenas pela fala.

O Uber Rewards, programa de recompensas gratuito do Uber, será encerrado em novembro deste ano, afirmou a empresa em email aos usuários. O programa dava pontos por cada viagem no app e podia ser trocado por descontos em produtos ou serviços. No Brasil, já é possível ver um aviso no topo da aba de recompensas da plataforma.

De acordo com a empresa, os pontos ainda serão acumulados até o fim de agosto e a troca por descontos - que pode ser em viagens ou em apps parceiros, como o booking.com - vale até dia 31 de outubro.

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"Foi uma viagem 5 estrelas, mas que está chegando ao fim: o programa Uber Rewards será encerrado em breve", afirmou o Uber no comunicado aos usuários.

O fim do Uber Rewards deve dar lugar para o foco em outro programa de "descontos" da empresa: o Uber One. A assinatura ainda não foi mencionada para o Brasil, mas já aparece como uma opção para usuários de outros países. Procurado pela reportagem, o Uber afirmou que ainda não tem previsão de chegada do serviço por aqui - mas que o pacote não é o mesmo do Uber Pass, assinatura de descontos dentro da plataforma.

"Uber One é um programa de assinatura novo que contempla benefícios que vão além da plataforma da Uber. O Uber Pass é um programa de assinatura com benefícios apenas na plataforma (descontos em viagens e pedidos)", afirmou a empresa em nota ao Estadão.

Esse não é o primeiro serviço do Uber que deixa de existir no País. Em março deste ano, a empresa anunciou o fim do Uber Eats por aqui. O aplicativo de delivery de restaurantes ficou, apenas, com a função de supermercado, por meio da Cornershop, e de entregas corporativas.

O WhatsApp anunciou mais uma novidade, agora será possível que os usuários apaguem mensagens até dois dias e 12 horas depois da publicação. O antigo prazo para apagar uma mensagem era de de uma hora, oito minutos e 16 segundos.

Porém essa possibilidade só funcionará se todos os envolvidos na conversa (no caso de um grupo, por exemplo) estiverem com o WhatsApp atualizado para a nova versão do app. Caso não esteja, o usuário que apagou a mensagem não saberá se a mensagem foi deletada, pois o aplicativo não o avisa.

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Dessa forma, para usar a nova ferramenta primeiramente é necessário que o aplicativo esteja atualizado. Depois o usuário deve entrar no grupo ou no chat individual para onde enviou a(s) mensagem(ns), e pressionar no conteúdo que deseja apagar, para em seguida clicar na opção “deletar para todos”.

O Rio de Janeiro recebe a partir desta sexta-feira (5) o Festival Internacional de Robótica, realizado pela primeira vez no Brasil, e organizado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi), no Pier Mauá, até o próximo domingo (7), com entrada grátis.

O público poderá participar de oficinas experimentais de ciências, artes e tecnologia. O Sesi acompanha a robótica há muitos anos e fazia as seletivas nacionais para levar seus alunos ao torneio internacional em Houston, nos Estados Unidos.

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Este ano, contudo, o Sesi foi encarregado de coordenar, pela primeira vez, um torneio internacional no Brasil, com a participação de 90 times, sendo 60 do exterior, com 38 países e 990 competidores. “É uma representação muito grande e estamos muito felizes. Vai ser um projeto interessante”, disse o diretor de Operações do Sesi, Paulo Mól.

Neste festival, haverá pela primeira vez no Brasil uma competição de robôs mais robustos, de 60 quilos, que é uma modalidade mais completa da robótica.

Categorias

Na categoria First Lego League Challenge (FLL), de robôs menores, participam estudantes de 9 a 16 anos (no Brasil e demais países, à exceção dos Estados Unidos e Canadá, cuja faixa etária é de 9 a 14 anos). Eles buscam soluções para problemas do dia a dia da sociedade moderna. Participam as 90 melhores equipes de FLL de todo mundo, sendo 58 estrangeiras e 32 brasileiras. A segunda modalidade é a Off Season da First Robotics Competition (FRC), que terá 28 equipes brasileiras, sendo conhecida como a Olimpíada dos Robôs.

“Estamos falando de 28 times nesse campeonato de robôs de 60 quilos” disse Mól. As equipes de robôs mais estruturados reúnem alunos de 12 anos até 18 anos de idade. “Quando as crianças viram adultas,  passam a ser tutoras e mentoras dos outros times”, explicou.

O torneio internacional existe desde 1998. O Brasil começou a acompanhar a competição há cerca de dez anos. O Sesi é o operador nacional dos eventos de robótica no país.

As equipes brasileiras que participam do festival são as melhores classificadas no campeonato nacional realizado em maio, em São Paulo. Paulo Mól afirmou que o festival do Rio está fora da temporada. “É um evento demonstração, é um teste. As equipes vão apresentar os projetos no festival, mas não estão concorrendo à seletiva nacional”. acentuou.

No início de 2023, será realizada uma competição em que os melhores classificados vão concorrer nos melhores torneios internacionais. “Nesses torneios internacionais, a ideia é ganhar notoriedade. São competições onde as principais universidades americanas e empresas do mundo estão de olho nos profissionais que estão trabalhando nos torneios de robótica. Grandes empresas, como Boeing e Microsoft, financiam esses torneios”, acentuou.

Acesso

O público poderá visitar o local de competição hoje, das 13h às 16h; no sábado (6), das 8h às 18h; e, no domingo (7), das 8 às 17h.

Mól disse, também, que a estratégia é dar acesso à robótica e ao conhecimento científico a crianças e adultos. Na entrada da promoção, há uma área de experimentação científica para montagem de robôs de Lego e de peças de materiais recicláveis e oficinas interativas.

“É um espaço onde pais e filhos se juntam para trabalhar de forma colaborativa. É um momento não só lúdico, mas também extremamente educacional”, salientou. A ideia é encantar e mostrar que a ciência é interessante, é legal, acessível e barata.

“O nosso próximo passo é tentar estimular escolas públicas e a comunidade a trabalhar com ciência e tecnologia para que esse assunto deixe de ser elitizado e passe a ser acessível a todos os estudantes do Brasil, independente da renda”, garantiu.

Modalidades

No First Lego League Challenge (FLL), os alunos formam equipes de dois a dez integrantes para construir robôs feitos de peças de lego, que devem cumprir uma série de missões e somar o máximo de pontos. Cada partida dura dois minutos e meio em um tapete oficial da competição.

O time também é responsável pela criação de um projeto de inovação, que é uma solução para um problema real dentro da temática da temporada. Este ano, o tema é Logística e Transporte. Os estudantes são avaliados pelo projeto de inovação; por valores como trabalho em equipe, diversão, inclusão e impacto; e pelo design e desempenho do robô.

Participam dessa modalidade estudantes da África do Sul, Argentina, Brasil, Cazaquistão, Chile, Colômbia, Coreia do Sul, Dinamarca, Egito, Emirados Árabes, Escócia, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, França, Alemanha, Grécia, Honduras, Hungria, Irlanda, Irlanda do Norte, Israel, Itália, Japão, México, Macedônia do Norte, Marrocos, Nigéria, Noruega, Paraguai, Polônia, Porto Rico, Reino Unido, República Tcheca, Romênia e Uruguai.

Já a First Robotics Competition (FRC) é a modalidade mais avançada das competições de robótica da First. Ela se destina a alunos do ensino médio, que constroem e programam robôs semiautônomos de porte industrial. Os robôs têm até 55 kg e 1,5 metro de altura e devem realizar tarefas em uma arena do tamanho de uma quadra de vôlei. O time é formado pelo menos por 10 integrantes, trabalha com um kit básico de peças e pode ser criativo para montar o robô, mas deve utilizar o mesmo sistema de controle e respeitar as regras que limitam tamanho, peso e quantidade máxima de motores, por exemplo.

Os testes e competições de robótica têm início previsto para as 10h desta sexta-feira. A cerimônia de abertura está marcada será às 16h. A solenidade de premiação será no domingo, às 16h30.

Com o avanço da internet nos últimos anos e com a facilidade e a rapidez proporcionadas por ela, surgiu também a urgência de estarmos conectados o tempo inteiro. Em alguns casos, a necessidade de estar on-line constantemente foi agravada, tornando-se uma fobia: o Fear of Missing Out (FoMO), ou traduzindo, o “medo em ficar de fora”.

A psicóloga Caroline Cavalcante (foto abaixo) define o FoMO como a sensação de apreensão por não participar das mesmas experiências gratificantes que outras pessoas estão vivenciando, como por exemplo, um passeio que alguém não pode ir com os amigos por ter que estudar.

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“Ou ter a sensação de que está todo mundo viajando e se sentindo bem nesse período das férias e você não”, complementa.

Caroline explica que o medo de ficar de fora pode ser influenciado pelas exigências sociais, culturais e por aquilo que é propagado pela mídia.

“Hoje, temos altos padrões impostos sobre as nossas relações e modo de ser, o que leva a pessoa a ter medo de ser vista enquanto inadequado ou excluído, por exemplo. Desejamos pertencer a algum lugar e grupo”, diz.

Segundo a psicóloga, pesquisas apontam que a FoMO está mais presente entre os adolescentes e que essa questão é atribuída ao fato de a maioria estar ligada às redes sociais de forma intensa. Ela afirma que, por ainda estarem em processo de desenvolvimento de suas personalidades e identificações, possuem medo de não se envolverem nessas experiências.

O FoMO está associado a sintomas de ansiedade e pode impactar diretamente na rotina das pessoas, destaca Caroline. Devido à apreensão em desconhecer algo, a pessoa passa mais tempo on-line, utiliza mídias sociais na hora dos estudos, do trabalho e até mesmo ao dirigir, gerando riscos à saúde física, mental, social e econômica.

A psicóloga ressalta ainda que, além do medo e da ansiedade, outros sintomas como depressão, dificuldades para dormir, vício nas redes sociais, sensação de incompletude e a falta de atenção estão vinculados ao FoMO.

No entanto, Caroline garante que é possível superar esse medo e que, dependendo da situação, talvez seja interessante a busca por um acompanhamento profissional, como o psicólogo.

A pessoa que sofre com esse medo também pode avaliar a sua rotina e sensações e designar algumas mudanças como horário para trabalhar, determinar um tempo para a permanência nas redes sociais, identificar como se sente ao estar nelas e ao ver as informações às quais tem acesso.

“Em momentos sociais ou profissionais, talvez seja interessante deixar o celular longe ou desligado”, finaliza.

Por Isabella Cordeiro

O novo WhatsApp beta começou a ser liberado para o MacOS e promete mais desempenho, velocidade e o uso de menos memória. A versão está disponível para poucos usuários do programa TestFlight. 

A novidade está sendo desenvolvida com Catalyst, que permite portar aplicativos do iPad utilizando o hardware com maior eficiência, como memória e o processador. De acordo com a WABetaInfo, o visual do aplicativo será mais parecido com o do iPhone, com barra lateral que permite mudar para várias seções, como configurações e chamadas. 

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Ainda em fase inicial de uso, vários recursos ainda não estão funcionando, como o status, chamadas em grupo, envio de local e mensagens de voz.   

Depois de suspender as festas no verão boreal de 2020, a plataforma de aluguel de casas e apartamentos Airbnb anunciou nesta terça-feira que essa decisão se tornou permanente para todas as propriedades listadas na plataforma.

"A proibição temporária se revelou eficaz, por isso incluímos oficialmente essa medida em nosso regulamento", informou a empresa.

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A plataforma Airbnb começou em 2019 a proibir festas organizadas por meio das redes sociais, bem como eventos que pudessem incomodar os vizinhos. Esta decisão foi tomada após um tiroteio ocorrido durante uma festa de Halloween em Orinda, Califórnia, durante a qual cinco pessoas morreram e várias ficaram feridas.

Mais de 100 pessoas participavam da festa, que aconteceu em uma casa alugada na plataforma. A empresa adotou novas restrições devido à pandemia, para impedir eventos que pudessem se tornar focos de contágio da Covid-19.

A suspensão temporária de todas as festas foi apresentada como uma medida de prevenção sanitária. A empresa observou uma queda anual de 44% nas denúncias de festas realizadas em propriedades listadas na plataforma. "A suspensão foi bem recebida pela nossa comunidade", afirmou.

Os mapas de saúde pessoal, popularizados nos equipamentos com “health trackers”, comuns em relógios inteligentes, poderão detectar a infecção por Covid-19 dias antes que os sintomas apareçam, de acordo com pesquisa americana. Esses rastreadores monitoram mudanças na temperatura da pele, frequência cardíaca e respiratória e podem ser combinados com inteligência artificial (IA) para fornecer um diagnóstico. 

Uma equipe que escreve no jornal BMJ Open testou a pulseira AVA, um rastreador de fertilidade que as pessoas podem comprar online para identificar o melhor momento para conceber. Ele monitora a frequência respiratória, frequência cardíaca, variabilidade da frequência cardíaca, temperatura da pele do pulso e fluxo sanguíneo. Outros rastreadores de saúde, como Fitbit ou Apple Watch, ainda não têm a capacidade de executar essas funções, mas no futuro pode ser possível e extremamente útil, disseram os pesquisadores. 

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A pesquisa sobre a assertividade do dispositivo analisou mais de 1,1 mil pessoas adeptas da pulseira. Dentre elas, 68% demonstraram mudanças nos parâmetros corporais e 127 tiveram casos de Covid-19 confirmados. 

Lorenz Risch, presidente dos Laboratórios Dr Risch da Suíça, disse ao The National que a pulseira AVA é um produto médico certificado, que também é liberado para rastreamento de fertilidade. 

"Até agora, nem o Apple Watches nem o Fitbit podem ser considerados produtos médicos", disse ele. "Como um rastreador em si, a pulseira AVA também inclui monitoramento de temperatura do pulso, que está incluído apenas em uma minoria de outros rastreadores de saúde. 

Pode teoricamente parecer viável que os algoritmos de IA identificados com a pulseira AVA possam ser adaptados a outros rastreadores de saúde, monitorando os mesmos parâmetros fisiológicos ou semelhantes. No entanto, espera-se que isso leve em consideração questões técnicas, regulatórias e de padronização. 

"Diante do fato de que mais de 100 milhões de rastreadores de fitness foram vendidos globalmente em 2021, tentar aplicar o algoritmo AVA a outros rastreadores de saúde acabaria permitindo um aumento no alcance e uso da tecnologia de rastreador de saúde orientada por IA para apoiar poderosamente o domínio de situações de pandemia”, continuou o representante. 

 

Para apoiar a população LGBTQIAP+ na busca por emprego, a TIM lançou o aplicativo SOMOS+. A proposta é apontar vagas em todo o Brasil e oferecer informações úteis voltadas a acolhimento, direitos e saúde. Esta terça-feira (28) marca o Dia do Orgulho LGBTQIAP+.

A plataforma de inclusão é gratuita e não gasta da franquia de internet dos clientes da operadora. "A iniciativa reforça nosso compromisso e ações concretas para a evolução da cultura inclusiva e a contribuição para a transformação também da sociedade. O botão ‘Emprego’ do app já começa com o link do nosso banco de talentos LGBTQIAP+ e vagas do programa Transforma TIM, de contratação de pessoas trans”, comentou o gerente de Diversidade e Inclusão da TIM, Alan Kido.

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Desenvolvido pela JUMP Mobile com apoio de mais de 100 funcionários da operadora que integram o grupo de afinidade Orgulho+, o aplicativo também promete orientar em temas jurídicos e médicos com as abas 'Direito' e 'Saúde'.

O app também visa facilitar doações para instituições em defesa da pauta e disponibiliza a ferramenta 'Perigo', que aciona imediatamente até três pessoas de confiança do usuário e emite uma mensagem de socorro, além da sua geolocalização em caso de ameaça de LGBTI+fobia. 

Para quem foi expulso de casa ou deixou a família após sofrer LGBTI+fobia, a aba "Mapa de Cidadania" aponta locais de acolhimento no país.

O Brasil ocupa, atualmente, o 3º lugar no ranking mundial de países com maior população total de animais de estimação. Segundo o IBGE, são 58,1 milhões de cães e 27,1 milhões de gatos. Entretanto, a maioria desses animais ainda não tem acesso aos serviços de saúde veterinária como precisam. Os tutores que desejam proporcionar uma vida mais saudável para os seus animais de estimação contarão, em breve, com o Vet4All, serviço inovador que vai oferecer teleorientações relacionadas à saúde veterinária com qualidade, segurança e valor acessível. Capitaneada pelo empreendedor Janguiê Diniz, por meio do seu family office Epitychia, a startup conta com tecnologia inovadora desenvolvida pela Pitang, uma das maiores empresas do Porto Digital, e também sócia da iniciativa. 

A Vet4All tem tudo para revolucionar a área de cuidado com os pets e, ainda, colaborar para movimentar a cadeia produtiva do setor ao divulgar serviços e gerar oportunidades de prestação de serviços e vendas de produtos pelos parceiros credenciados. “A Vet4All vem para mostrar como é possível inovar em qualquer setor. Iremos oferecer praticidade e trabalhabilidade, para tutores e profissionais da área, além de levar tratamento e cuidado a mais animais de estimação, com o uso da tecnologia”, pontua Janguiê Diniz. Por meio de um plano de assinatura e de uma plataforma digital, os tutores de cães e gatos terão acesso facilitado a veterinários 24 horas por dia, sete dias por semana. O serviço será oferecido para todo o país, começando por Pernambuco.

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Quem mora em regiões distantes dos grandes centros comerciais, onde a assistência aos pets é mais escassa, também poderá contar com a teleorientação. Basta ter um smartphone conectado à internet. Se houver necessidade, o veterinário indicará que o tutor procure um dos parceiros credenciados ao Vet4All para o atendimento presencial, exames ou outros procedimentos. Nessa rede, o assinante contará com benefícios e descontos exclusivos em produtos e serviços, gerando redução de custos na oferta dos cuidados indispensáveis ao pet, tais como banho, tosa, alimentação, consultas presenciais e exames, medicamentos, entre outros.

Clínicas, hospitais veterinários e lojas de produtos e serviços para pets interessadas em fazer parte da Comunidade Vet4All podem se cadastrar no site www.vet4all.com.br.  A adesão ao grupo de parceiros da startup é gratuita. Entre as condições para participar, estão oferecer e garantir vantagens e descontos exclusivos, qualidade do produto, do serviço e do atendimento para os clientes Vet4All. “Nós queremos firmar uma grande rede de assistência remota e descentralizada, disseminando o atendimento veterinário de qualidade e permitindo que chegue a pessoas que não teriam acesso de outra forma”, acrescenta Diniz.

Tutores que desejarem realizar o pré-cadastro para adesão ao Vet4All também podem acessar o site para receber novidades em primeira mão. Assim, também poderão estar entre os assinantes que vão participar da promoção de lançamento, válida para os 5 mil primeiros a aderirem ao serviço. Mais informações no site www.vet4all.com.br ou no perfil da plataforma nas redes sociais: @vet4all.

Usar o celular enquanto caminha, dentro do coletivo ou carro privado com a janela aberta é algo comum para os brasileiros, mas que pode facilitar a vida dos criminosos que furtam o aparelho desbloqueado para conseguir fazer transações bancárias. 

Segundo a Secretaria de Defesa Social (SDS), de janeiro a maio deste ano, Pernambuco registrou 11.680 roubos de celulares. Com o dispositivo sem o bloqueio de segurança, os bandidos conseguem acessar os e-mails, aplicativos de compras e os aplicativos dos bancos. 

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O advogado especialista em recuperação de crédito e fraudes digitais, Afonso Morais, aponta que a prevenção é a melhor solução para as pessoas que costumam usar o celular em público e não mantém certos cuidados na hora do manuseio. Com as facilidades proporcionadas pelo PIX, atualmente esse tipo de transação acaba sendo o "preferido" pelos criminosos. 

Por isso, o especialista aconselha que os usuários limitem o saque até R$ 500 durante o dia e até R$ 300 pela noite. Para as pessoas que têm compromissos mensais de pagamentos, Afonso sugere que os e-mails das pessoas que irão receber altos valores sejam cadastrados nas contas de forma antecipada. 

“Eu garanto que se ele fizer esse primeiro procedimento, diminuindo o valor que pode ser feito a transação, vai desmotivar muito (o criminoso), porque não vai dar muito ‘lucro’ pra ele e ele pode acabar sendo rastreado", diz.

A segunda e não menos importante coisa que as pessoas devem fazer é não manter nenhum código de acesso aos aplicativos no celular. "Se optar pelo reconhecimento facial, é ótimo porque fica mais difícil de ser quebrado. Procurem ao máximo não ter nenhuma informação guardada", salienta o advogado Afonso.

Os pernambucanos também contam, desde 2019, com o programa Alerta Celular. Com o cadastro, o proprietário do aparelho permite que, em caso de ser vítima de roubo ou furto, as polícias possam encontrar o item roubado. 

Como funciona?

Durante as abordagens policiais, os agentes verificam se o IMEI dos celulares encontrados corresponde a algum aparelho cadastrado no sistema e se há queixa de furto ou roubo. Por isso, também é necessário registrar o boletim de ocorrência na Delegacia pela Internet ou em qualquer delegacia física da Polícia Civil.

Como cadastrar?

O usuário deve acessar o site do programa disponibilizado pela SDS, fazer o cadastro e depois clicar no ícone Alerta Celular. No formulário, é preciso informar o IMEI (Identificador Internacional de Dispositivo Móvel), que é uma série de códigos numéricos que todo aparelho possui, com registro na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Esse número se obtém com uma consulta à nota fiscal ou à caixa do aparelho. Além disso, é facilmente encontrado usando o teclado do próprio celular: basta digitar *#06#, que o código aparecerá na tela (uma série de 15 dígitos).

E se as prevenções não derem certo?

As pessoas que tiverem o aparelho celular roubado e suas contas invadidas pelos criminosos devem, na mesma hora, ligar para as instituições financeiras e relatar que foi vítima. O advogado Afonso Morais assevera que, assim que comunicados do ocorrido, os bancos devem tomar as providências necessárias, bloqueando as transações feitas pelos bandidos e devolver os valores para as vítimas.

"Tem que ter o comprovante das transações, fazer um boletim de ocorrência, nem que seja digital, mais a reclamação junto ao banco", aponta o especialista. Ele detalha que é sempre importante gravar todas as conversas com os bancos para que - caso o problema não seja solucionado - processar as instituições financeiras por danos material e moral. 

Banco Central na cola dos bancos nas fraudes do PIX

No início deste mês, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que a autoridade monetária vai iniciar um processo de responsabilização de bancos nos casos de fraudes envolvendo o PIX.

"Então estamos apertando os bancos o máximo possível para que eles não tenham capacidade de ser hospedeiros de contas laranjas ou intermediárias. Inclusive, vamos começar o processo de responsabilizar os bancos se for feito uma fraude Pix, e eles tiverem uma conta laranja", disse Campos Neto durante audiência na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados.

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), em parceria com o Google, anunciou nesta terça-feira (7) a ampliação da ferramenta de emissão de alertas sobre desastre naturais no Brasil. A iniciativa é da Defesa Civil Nacional, por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad). 

A parceria da Defesa Civil Nacional com o Google na emissão de alertas públicos ocorre desde 2015, especificamente para avisos sobre alagamentos e inundações. Agora, foram disponibilizados sete novos tipos de alerta: enxurrada, deslizamento de solo, incêndio florestal, vendaval, granizo, chuva intensa e rompimento de barragem.

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Os alertas do Google são acionados quando o parceiro, no caso o Cenad ou outro órgão público - como o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) -, envia um novo aviso de possível desastre natural de grau moderado ou severo. Com isso, a informação fica disponível no topo da busca que o usuário faz sobre o assunto na plataforma. O alerta também é disponibilizado no aplicativo Google Mapas e, se quiser, o usuário pode acionar notificações pelo celular para receber os avisos. Se acessar o Google Mapas em uma área de risco, o usuário também será alertado da ocorrência. 

"A gente espera que, com essa expansão da parceria, possamos contribuir ainda para os esforços da Defesa Civil na distribuição de informação qualificada para a população e ajudar que mais pessoas sejam assistidas e que possamos salvar mais vidas", afirmou Luísa Phebo, gerente de parcerias do buscador do Google na América Latina.

O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, explicou que o maior desafio atualmente não é gerar informação sobre alertas, mas fazer com que as pessoas tenham percepção dos riscos e adotem uma mudança de comportamento que possibilite a autoproteção e a proteção comunitária. 

"Um parceiro como o Google informando em tempo real, em todas as suas ferramentas possíveis, essas situações [desastres naturais] faz com que essa percepção do risco, esse raciocínio de autoproteção e proteção comunitária, seja continuamente estimulado".   

Os alertas são disponibilizados por meio de um cadastro na Interface de Divulgação de Alertas Públicos (Idap), em que as defesas civis estaduais e municipais podem enviar diversos avisos por meio de SMS, Telegram, TV por assinatura e pelo Google.

A União Europeia anunciou, nesta terça-feira (7), a lei que institui o padrão de cabos USB-C para aparelhos eletrônicos comercializados no território. A regra passa a valer a partir de 2024.

“De acordo com as novas regras, os consumidores não precisarão mais de dispositivo de carregamento e de cabo diferentes toda vez que comprarem um novo dispositivo”, apontou o comunicado da União Europeia.

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A Apple produz smartphones com entradas lightning, mas deve reformular toda a fabricação para não gastar com duas versões do mesmo produto. Segundo o The Verge, a empresa vendeu 56 milhões de iPhones na Europa e 241 milhões no mundo. 

O parlamento europeu também deve propor o incentivo a carregadores sem fio com recarga rápida até a vigência da nova regra. Como apontado pela nova lei, cerca de 11 mil toneladas de lixo eletrônico são geradas por carregadores inutilizados na Europa.

Contar a história da informática de consumo através dos "sucessos e fracassos" da Apple é o objetivo do criador do museu de produtos da marca, que acaba de ser inaugurado em Varsóvia.

"É a maior e mais abrangente coleção da Apple no mundo", disse Jacek Lupina, um arquiteto de formação e designer gráfico profissional de 56 anos, apaixonado pelos produtos da marca.

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Localizado em Fabryka Norblina, uma antiga fábrica de tijolos vermelhos convertida em centro comercial e de entretenimento no centro da capital polonesa, o Apple Museum of Poland exibe mais de 1.600 produtos da famosa empresa americana, obtidos em leilões em todo o mundo.

Perto da entrada, uma réplica do Apple 1, o primeiro computador pessoal comercializado em 1976 pelos fundadores da marca Steve Jobs e Steve Wozniak, repousa em sua caixa de mogno.

As 200 unidades originalmente fabricadas foram vendidas por US$ 666,66 como parte de um kit. Para montá-lo, o usuário precisava adicionar um gabinete, uma fonte de alimentação, um teclado e uma tela.

“Minha ambição era que os visitantes desse museu pudessem ver como era o começo, quão primitivo era, quão simples: a caixa Apple 1 era feita de madeira! Nada a ver com o que conhecemos hoje”, explicou Lupina à AFP.

Para montar seu exemplar, o colecionador entrou em contato com outros especialistas e utilizou componentes da época. Tudo isso exigiu quase três anos de esforços.

A placa-mãe foi assinada pessoalmente por Steve Wozniak durante sua visita à Polônia em 2018.

- Paixão avassaladora -

“Ele analisou todas as soldas, os componentes, gostou muito do design. Também me mostrou os aspectos que ele e Steve Jobs queriam modificar, mas não tiveram tempo”, disse.

Dezenas de computadores como Apple II, Lisa, Imac, Powermac, Macbook, Mac Pro ou mesmo iPhone, iPod, iPad, manuais de usuário, softwares e outros produtos do universo Apple estão expostos na grande sala.

Nas paredes há cartazes originais, incluindo os da famosa campanha publicitária "Think different" (pense diferente), de 1997, com Bob Dylan, Pablo Picasso, Mohamed Ali ou Albert Einstein.

Telas de vídeo e terminais interativos permitem que os visitantes mergulhem no universo Apple.

"Nos dois primeiros anos era uma espécie de amador, com algumas máquinas pelo prazer de olhar para elas, ter algo que eu não podia comprar antes porque era muito caro para alguém da Europa pós-comunista", lembrou Lupina.

Depois de algum tempo, os objetos começaram a invadir sua casa em Varsóvia, primeiro seu escritório e depois sua sala de estar.

"Vendi todos os móveis da sala, a mesa, as cadeiras, só deixei os sofás", contou com uma risada. Em 2017, abriu um primeiro museu em sua casa, que podia ser visitado com hora marcada.

Agora ele passa todo o seu tempo livre, às vezes noites inteiras, procurando leilões em diferentes fusos horários.

"Às vezes é uma luta dura, perdi recentemente um Imac para um colecionador da Holanda", lembrou.

Hoje, sua paixão lhe custa todo o seu dinheiro. "Não tenho poupança, não tenho pensão, só minha coleção".

O Instagram testa alterar o atual modelo dos Stories para perfis que publicam muito, como os de influenciadores. Para visualizar todo conteúdo postado por determinada conta, o usuário pode ter que habilitar manualmente a função.

Apenas três Stories ficarão expostos, independente de quantos foram feitos pelo perfil. Assim como já ocorre em conteúdos patrocinados, o usuário vai precisar clicar na função "Mostra Tudo", abaixo do nome da conta, para assistir a todo conteúdo. Outra barra vai indicar a quantidade de publicações feitas e que ainda podem ser vistas.

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Em fase de testes, o recurso teria a intenção de equilibrar o tempo gasto na rede a ainda não tem previsão para ser expandido. “Está em fase inicial de desenvolvimento e sendo testado com uma pequena porcentagem de pessoas na plataforma", apontou a empresa em comunicado.

 

Um experimento da Universidade de Cambrigde, na Inglaterra, deu mais um passo para ampliar o uso de energia limpa. Um sistema com algas foi desenvolvido por cientistas e abasteceu um microprocessador ininterruptamente por um ano.

Do tamanho de uma bateria AA, o sistema acomoda a espécie não tóxica synechocustis e gera corrente elétrica através da fotossíntese. A produção energética é captada por um eletrodo de alumínio e abastece um microprocessador Arm Cortex M0+. "Tem potencial como uma maneira confiável e renovável de alimentar pequenos dispositivos", apontou a instituição.

Divulgação

Baixo custo

Confeccionado com material reciclado, os cientistas esperavam produzir energia por algumas semanas, mas foram surpreendidos pelo resultado do experimento.

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"Isso significa que pode ser facilmente replicado centenas de milhares de vezes para alimentar um grande número de pequenos dispositivos como parte da Internet das Coisas", acrescentou.

Dependência da luz solar

O professor do departamento de Bioquímica Christopher Howe explicou que o sistema não funciona como uma bateria, pois ainda precisa de energia solar para a produção.

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