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Sucessos no Brasil, a Turma da Mônica e o WhatsApp viralizaram juntos com um meme que apresenta o 'vazamento' do que seria a tela de conversas da protagonista. Várias mensagens recebidas pela Mônica e outras versões com o elenco criado por Maurício de Sousa foram publicadas. 

A brincadeira é criar possíveis mensagens dos famosos personagens da franquia baseadas em sua personalidade nos quadrinhos. No 'print', Mônica é xingada por Cebolinha - que segue em um 'vácuo' de 260 mensagens -, faz parte do grupo Família Sousa e usa emojis para caracterizar seus contatos.

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As desavenças com Carminha Frufru e Penha são evidenciadas nos emojis que indicam nojo e por uma cobra, por exemplo. Já o interesse em Fabinho boa pinta é representado por emojis com corações.

Após o sucesso do "zap" da Mônica, versões com Cascão e outros personagens também foram publicadas. Acompanhe:

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Já foi a época que a casa inteligente parecia uma realidade distante e obra dos mais afortunados da ficção. Hoje, está ao alcance de todos. Os produtos conectados estão cada vez mais acessíveis: basta investir um pouco e as rotinas se tornarão mais simples. O conceito de smart home vem movimentando a economia e despertando o interesse de muita gente, tanto no Brasil quanto no resto do mundo.  

Só no país, são 300 mil exemplares de um total de 60 milhões de residências que contam com algum tipo de automação. E isso, é só o começo. De acordo com a Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial (Aureside), o uso de dispositivos para casas inteligentes deverá crescer uma média de 20% até 2023. 

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Com a população cada vez mais em casa, elas querem afetividade, conforto, espaços mais inteligentes, praticidade e tecnologia para se conectar, com elas mesmas e com o mundo. Afinal, o trabalho, o descanso e o lazer passaram a fazer parte dos seus lares. 

De olho nesse conceito e nas inovações do mundo atual, a Ferreira Costa apresenta a Lis Smart Home. Uma marca com venda exclusiva no Home Center que proporciona tudo isso ao transformar qualquer lar em uma casa funcional. O objetivo é o de adicionar mais tranquilidade ao dia a dia. 

Para conectar as soluções da Lis com qualquer dispositivo que possua conexão infravermelho (televisões, ar-condicionado, ventiladores, receptores de TV por assinatura, equipamentos de som, entre outros.) basta ter uma rede wifi de 2,4GHz. Com isso, ela permite controlar o dispositivo à distância apenas por um comando de voz ou o aplicativo para celular.  

Ou seja, é sobre levar soluções personalizadas de acordo com as suas necessidades, de cada ambiente e estilo de vida, como por exemplo juntar todos os seus controles remotos através do Controle Inteligente Universal Infravermelho Smart - Lis, que ajuda a programar suas rotinas de forma organizada e planejada. 

A casa conectada, por meio da automação, muda a vida dos moradores, reduzindo o tempo e flexibilizando completamente a realização de tarefas cotidianas. Hoje, qualquer dispositivo elétrico pode ser integrado a uma rede através do nosso Smart Plug, podendo ligar e desligar seus eletrodomésticos com apenas um clique no celular, além de controlar temperatura do ambiente e a iluminação e até mesmo playlists de música e os seus canais preferidos de Tv, e ainda acompanhar o consumo de energia em tempo real, proporcionando a economia na conta de luz da família. 

Para quem deseja começar o processo de automação e entender um pouco melhor o futuro da Lis Smart Home, entre os dispositivos mais fáceis de instalar estão as lâmpadas inteligentes, que costumam funcionar sem problema nos bocais e luminárias comuns. É possível ligar e desligá-las, mudar a intensidade e até a cor da iluminação. 

Outro dispositivo fácil de instalar são os smart plugs, ou tomadas inteligentes. O usuário conecta o eletrônico desejado e libera, pelo smartphone ou assistente de voz, a entrada de energia para ligar o aparelho. 

Uma terceira opção de produto inteligente são os controles universais conectados, um hub que consegue enviar comandos para todos os aparelhos do ambiente que tenham controle remoto com infravermelho. Assim, com apenas um dispositivo, você pode comandar sua TV, aparelho de som, ventilador, ar-condicionado,etc. 

E para conhecer mais um pouco desta nova tecnologia, o Home Center Ferreira costa preparou uma Casa Inteligente dentro das suas lojas físicas para que o consumidor veja o uso dos produtos Lis na prática e também presença de promotoras que apresentarão os produtos, explicando o seu uso. Além das lojas físicas, os produtos da Lis Smart Home também podem ser encontrados no www.ferreiracosta.com

*Da assessoria 

O aplicativo Whatsapp começou a disponibilizar atualização que permite acelerar a reprodução de mensagens de áudio nos celulares com versão Android ou IOS. O fato de ser possível aumentar a velocidade em 50% ou 100%, agradou ao público nas redes sociais.

A função que já é comum em reprodutores de podcast, chega ao Whatsapp para facilitar ouvir áudios longos ou acelerar a fala de quem fala mais devagar. Por enquanto a atualização não chegou para todos e será disponibilizada aos poucos.

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Para ver se o recurso já está disponível no seu aparelho, deve se observar se há, em algum áudio recebido ou enviado, um “balão” pequeno ao lado, com “1x”, “1,5x” ou “2x”, que são as velocidades, padrão, 50% e 100%, respectivamente.

No Twitter, diversos usuários já reagiam a nova atualização com humor:

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O Twitter retomou a distribuição dos almejados selos azuis e prometeu incluir novas categorias de verificação. Nas próximas semanas, todos os usuários da plataforma poderão preencher um formulário para solicitar a verificação da conta.

A solicitação dos certificados virtuais de autenticidade do Twitter foi suspensa em 2017. Desde então, a rede social passou a verificar apenas contas escolhidas por ela mesma.

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O retorno é resultado da análise de 22 mil respostas coletadas em um formulário preenchido pelo público em 2020. O objetivo era determinar novas regras de uso. "A verificação não será útil se as pessoas não entenderem e confiarem nela", considera a chefe de Políticas da rede, Sarah Husain.

Passo a passo

Ela explica que a quantidade de seguidores é um dos fatores que determinam se o perfil é influente, mas o novo processo avalia caso a caso, com foco nas seguintes regras:

- A conta precisa estar completa, com nome, foto de perfil, endereço de e-mail confirmado ou número de telefone;

- A conta precisa estar ativa nos últimos seis meses;

- Seguir as Regras do Twitter;

O usuário precisa estar inserido em uma das seis categorias do novo selo de verificação. São elas: Poder público; Empresas, marcas e organizações sem fins lucrativos; Jornalismo; Entretenimento; Esportes; Ativistas e outros indivíduos influentes.

Além delas, o Twitter promete liberar posteriormente a aplicação de cientistas, acadêmicos e líderes religiosos

A atualização será integrada gradualmente e a solicitação é feita no menu de configurações, onde um formulário precisa ser preenchido. Em seguida, Twitter envia um e-mail ao solicitante e promete a resposta em 'algumas semanas', a depender da demanda de solicitações.

Caso aceito, o selo azul aparece automaticamente no perfil. Se for negado, a inscrição é reaberta após 30 dias.

O Tinder lançou um novo recurso dentro da sua plataforma chamado “Você tem certeza?” com intuito de fazer os usuários refletirem antes de enviar mensagens inadequadas no chat. Por meio da inteligência artificial, o aplicativo passa a identificar e bloquear palavras ofensivas enviadas pelos usuários. Segundo os administradores da plataforma, em fase de teste, a linguagem inapropriada já chegou a diminuir em 10%.

O usuário passa a receber um aviso exibido na tela assim que o sistema identifica uma linguagem inapropriada. De acordo com o Tinder, a função não só diminuiu a probabilidade de usuários serem denunciados por esse tipo de mensagem como mudou o comportamento desses indivíduos em conversas futuras.

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A inteligência artificial por trás do “Você tem certeza? ”foi construída com base nos relatos dos membros e continuará recebendo em seu banco novos termos e expressões.

No momento a ferramenta está disponível nos Estados Unidos, Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Reino Unido e Irlanda. Segundo a ferramenta, mais países receberão a atualização nos próximos meses.

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O Clubhouse, rede social baseada em áudio, e que ficou conhecida após a aparição de celebridades da tecnologia como Elon Musk e Mark Zuckerberg, chega aos celulares Android do Brasil nesta terça-feira (18). Usuários do Japão e da Rússia também receberão a nova versão do aplicativo, que já está disponível nos Estados Unidos.

Com o sistema de convites exclusivos e lista de espera, a rede social em que qualquer usuário pode abrir uma sala de bate-papo e conversar com pessoas de todo o mundo chegou ao Brasil no início de 2021 - somente para celulares iOS - e tornou-se um sucesso, valorizando diálogos ao vivo e sem apelos visuais durante a pandemia.

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A aprovação do Clubhouse foi tão grande que resultou em uma incorporação dos seus recursos em outras redes sociais. O Twitter, por exemplo, lançou o Spaces, funcionalidade que permite que um grupo de até 10 pessoas se reúna para debater um assunto diante de uma audiência. 

Em abril, de acordo com a agência Reuters, o Clubhouse fechou a última rodada de investimento com avaliação em 4 bilhões de dólares, pouco mais de um ano após a fundação da empresa em março de 2020, por Rohan Seth, ex-funcionário do Google, e Paul Davidson, empresário do Vale do Silício.

Problemas da plataforma

Embora o aplicativo tenha uma trajetória de sucesso, também foi alvo de algumas polêmicas envolvendo discursos de ódio, assédio e desinformação. As ferramentas utilizadas para detectar conteúdo de áudio problemático ficam atrás daquelas usadas para identificar texto, exigindo ao aplicativo a rápida adaptação frente aos novos desafios.

Sobre o período de rápida ascensão e crescimento no número de usuários do aplicativo, o Clubhouse comentou em publicação via blog: “Isso [o crescimento repentino] teve suas desvantagens, pois a carga estressou nossos sistemas. Isso nos fez mudar nosso foco para contratação, conserto e construção de empresa, em vez dos encontros da comunidade e recursos do produto que normalmente gostamos de focar. Foi um momento importante de investimento, que acreditamos nos ajudará a servir a comunidade muito melhor no longo prazo”.

O computador quebrou ou o smartphone. O que fazer com o aparelho que não funciona mais? Essa é uma dúvida muito comum. Pode ir para o lixo ou deve ter algum tipo de destino específico? A Agência Brasil mostra como é preciso ter cuidado com os equipamentos eletrônicos e dar um destino correto a eles para evitar problemas.

O lixo eletrônico tem o nome técnico de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (REEE). Ele abrange não somente computadores e celulares, mas qualquer tipo de eletrodoméstico, como micro-ondas, geladeiras e máquinas de lavar.

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Também inclui aparelhos menores, como furadeiras, panelas elétricas, mixer, processador de alimentos, purificador de água, secador de cabelo, ventiladores e liquidificadores, além de qualquer tipo de pilha ou bateria.

Tanto os equipamentos quanto as baterias possuem substâncias que se jogadas no lixo e enviadas a aterros sanitários podem produzir danos importantes ao meio ambiente.

“Os produtos eletroeletrônicos descartados no lixo comum impossibilitam a reciclagem deles por entidades e claramente prejudicam o meio ambiente. De certa forma, impede que esses produtos tenham uma destinação correta, como é a atividade de entidades gestoras”, explica a gerente executiva da Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Abree), Mara Ballam.

Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305, de 2010) atribui ao fabricante a obrigação de dar o destino, processo também chamado de “logística reversa”. Cabe aos proprietários dos equipamentos entregá-los para que possam ser corretamente descartados e reciclados.

Decreto Nº 10. 240, de 12 de fevereiro de 2020, normatizou o sistema de logística reversa no Brasil. Ele estabelece um percentual de equipamentos a serem coletados e de municípios com serviços de logística reversa, visando a chegar a 400 até 2025. Cada cidade dessas deverá instalar um ponto de coleta a cada 25 mil habitantes.

Há diferentes iniciativas criadas para auxiliar as pessoas a descartar o lixo eletrônico corretamente. A Abree tem em seu site um sistema para consulta de  locais que recebem produtos eletrônicos e dão encaminhamento ambientalmente adequado. A associação conta com mais de 1.300 pontos de coleta.

A Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica (Abinee) passou a trabalhar com uma gestora de logística reversa chamada “Greeneletron”. No site é possível encontrar endereços de pontos de entrega de equipamentos.

No próximo dia 20, quando se comemora o Dia Mundial da Conscientização sobre Acessibilidade, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) inicia o seminário online Encontros CCBB Sobre Acessibilidade Digital. O seminário gratuito abrange uma série de debates e oficinas técnicas que abordarão conceitos, dados de mercado, dicas e melhores práticas para quem deseja produzir conteúdos culturais digitais mais inclusivos para todas as pessoas. O evento se estenderá até o dia 14 de junho próximo e nele será divulgado o Estudo CCBB sobre Acesso à Arte e Cultura por Pessoas com Deficiência.

Ao todo, serão seis dias de debates e oficinas práticas, visando promover diálogos sobre acessibilidade digital, além de capacitar profissionais e pessoas envolvidas na produção de conteúdo e criação de plataformas digitais, especialmente no âmbito da cultura e das artes. O público alvo do seminário são produtores de conteúdo digital, curadores, professores, arte-educadores, pessoas com deficiência e todos aqueles que desejam uma internet mais inclusiva. As inscrições, inclusive para quem necessita de recursos de acessibilidade digital, podem ser feitas clicando aqui.

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Conexão com o mundo

Para a curadora dos Encontros CCBB sobre Acessibilidade Digital e idealizadora do Movimento Web para Todos, Simone Freire, o evento acontece em um momento oportuno para se debater a acessibilidade digital porque, em razão do isolamento social imposto há mais de um ano pela pandemia do novo coronavírus, “a nossa conexão com o mundo passou a ser online: para conversar com familiares e amigos, trabalhar, estudar, comprar e se divertir”.

Por isso, Simone considera o seminário essencial: “Visitar uma exposição virtual sem recursos de audiodescrição se você não possui a visão, ou participar de um debate online sem contar com a tradução para o seu próprio idioma, como Libras [língua de sinais utilizada por pessoas com deficiência auditiva], infelizmente ainda é a realidade em se tratando da experiência proporcionada para este público”

Na avaliação da curadora, a falta de conhecimento sobre acessibilidade é uma das barreiras para que essa realidade não se traduza em inclusão. “Acessibilidade digital não é um bicho de sete cabeças. São diretrizes internacionais, inclusive já traduzidas para o português, que estão ao alcance de qualquer profissional que queira se apropriar desse conhecimento e contribuir para transformar a web brasileira em um espaço mais inclusivo para todo mundo”, disse Simone Freire.

Os debates e oficinas que fazem parte dos Encontros CCBB Sobre Acessibilidade Digital apresentam recursos de acessibilidade, entre os quais interpretação em Libras, legendas em tempo real (estenotipia) e audiodescrição.

A programação será transmitida nas redes sociais do CCBB no YouTubeCCBB BHCCBB DFCCBB RJ; e CCBB SP.

A Apple Woldwide Developers Conference (WWDC), que acontecerá entre os dias 7 e 11 de junho, totalmente on-line, promete grandes novidades para os usuários da marca. Entre elas, estão previstas as apresentações oficiais dos novos sistemas operacionais, o iOS 15 e iPadOS 15.

No Brasil, as atualizações devem ser liberadas até o final do ano, trazendo as já habituais adições de recursos e melhorias. Em relação à compatibilidade dos aparelhos, algumas mudanças também são esperadas, a exemplo da descontinuação do suporte às versões muito antigas dos dispositivos Apple.

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Apesar de não existirem informações oficiais sobre a compatibilidade dos “updates”, tudo indica que modelos como iPhone 6S, iPhone 6S Plus e iPhone SE (primeira geração), além do iPad 4 e o iPad Air 2 devem ficar de fora. 

O Tecmundo divulgou uma lista com os possíveis modelos aptos a rodar as novas versões do iOS. Confira:

iPhones que devem receber o iOS 15

iPhone 12

iPhone 12 Pro

iPhone 12 Pro Max

iPhone 12 mini

iPhone 11 Pro Max

iPhone 11 Pro

iPhone 11

iPhone XS Max

iPhone XS

iPhone XR

iPhone X

iPhone 8

iPhone 8 Plus

iPhone 7

iPhone 7 Plus

iPhone SE 2020

iPod touch (7ª geração)

iPads que devem receber o iPadOS 15

iPad Air 4

iPad 8 de 10,2 polegadas

iPad Pro 11 polegadas (1ª e 2ª gerações)

iPad Pro 12,9 polegadas (3ª e 4ª gerações)

iPad Pro 10,5 polegadas (1ª geração)

iPad Pro 12,9 polegadas (2ª geração)

iPad (5ª geração)

iPad (6ª geração)

iPad mini (5ª geração)

iPad Air (3ª geração)

iPad de 10,2 polegadas (7ª geração)

iPad Pro de 9,7 polegadas (1ª geração)

iPad Pro de 12,9 polegadas (1ª geração)

A marca chinesa Xiaomi reforça o time de celulares comercializados no Brasil com o lançamento do Poco X3 Pro e Poco F3 nesta terça-feira (11). Os smartphones chegam ao país até o final do mês, custando, respectivamente, R$ 3.999 e R$ 6.399, e acompanham uma ficha técnica com tela grande de 6,67 polegadas, taxa de atualização de 120 Hz e recarga super rápida de 33 watts, além de câmeras com especificações avançadas e carregador na caixa.

Poco F3

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O preço mais alto do Poco F3 é atribuído ao conjunto de características superiores, a exemplo da dela, que é AMOLED de 120 Hz, e Full HD+ (2400 x 1080 pixels) em 6,67 polegadas, controlada por um processador octa-core super moderno da Qualcomm, que já é compatível com redes 5G. O usuário também poderá usufruir de 8 GB de memória RAM e oferta de 256 GB de espaço para dados (sem possibilidade de expansão por meio de cartão de memória).

Para os gamers, a notícia é ainda melhor, já que o F3 acessa os sensores que identificam toques na tela 360 vezes por segundo, permitindo uma resposta muito precisa e sem o atraso chamado de “input lag”, algo muito valorizado entre os usuários. O X3 Pro também faz o mesmo processo de vasculhar toques na tela 240 vezes por segundo, velocidade considerada alta para a detecção.

O Poco F3 capricha na captura de imagens, através do conjunto formado por um sensor principal de 48 megapixels (MP) com lente wide, câmera ultrawide de 8 megapixels e câmera macro ed 5 megapixels. A câmera de selfie de 20 MP é o destaque do painel dianteiro. O F3 vem equipado com redes Wi-Fi 6, NFC e Bluetooth 5.1, e poderá ser encontrado nas cores branco, preto e azul. 

Poco X3 Pro

Embora direcionado ao mercado premium, o Poco X3 Pro tem um perfil mais intermediário. A tela assume as mesmas dimensões e resolução da unidade usada no F3, mas o processador é o Snapdragon 860, que não tem suporte a redes 5G. O aparelho, no entanto, se destaca nas câmeras. O celular tem um sensor a mais, formando um combo de quatro câmeras com câmera wide de 48 megapixels (MP), ultrawide de 8 MP, macro de 2 MP e sensor de profundidade de 2 MP.

A versão comercializada no Brasil do X3 Pro tem 6 GB de memória RAM e oferece 128 GB de espaço para dados, desta vez expansíveis pela instalação de cartões microSD. O celular tem Wi-Fi 5, Bluetooth 5.0, NFC e uma bateria suficiente para 18 horas assistindo vídeos, segundo a Xiaomi. Nos dois modelos há sensor de digitais na lateral e Android 11 com MIUI, interface desenvolvida pela própria chinesa. O Poco X3 Pro chega preto, cinza e azul.

Após ser lançado em outros países, a versão 4G do Samsung Galaxy S20 FE com Snapdragon 865 chegou ao Brasil. O aparelho é semelhante ao Galaxy S20 5G que ganhou os mercados em novembro do ano passado, com exceção do processador da Qualcomm, presente no novo modelo e famoso entre os gamers, e do chip com tecnologia 4G. 

Apesar das pequenas diferenças, a nova edição conta com a mesma tela de 6,5 polegadas de resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz. O modelo também possui câmera tripla na traseira, com módulo principal de 12 MP, além de sensores secundários de 12 MP ultrawide e 8 MP com lente teleobjetiva. A solução para selfies é de 32 MP. Quando o assunto é produtividade, o smartphone conta com uma bateria de 4.500 mAh com recarga rápida de 25W. O celular ainda possui 6 GB ou 8 GB de memória RAM, além de trazer opções com 128 GB ou 256 GB de armazenamento.

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O Snapdragon 865, que tem o preço sugerido fixado em R$ 4.999 na linha mais básica, está sendo considerado uma versão "Lite" do smartphone luxuoso lançado pela Samsung no ano passado, fazendo algumas alterações para garantir melhor custo-benefício. Algumas avaliações dos usuários com relação ao desempenho do Galaxy FE 5G também estão sendo apontadas como um dos principais motivos da novidade no mercado.

Ao Tecmundo, a Samsung disse estar trabalhando com vários fornecedores para atender a demanda de seus consumidores. "Ambos os processadores usados na versão LTE do Galaxy 20 FE passaram pelos mesmos cenários, estritos e rigorosos, de teste em condições reais de uso", afirmaram. A empresa também garantiu que ambas as edições do aparelho disponíveis no Brasil oferecem "desempenho consistente e ideal".

Neste domingo (9), é celebrado o Dia das Mães, uma das datas comemorativas mais esperadas e movimentadas do ano no Brasil. Por causa da Covid-19, o comércio nacional espera uma baixa, devido aos fechamentos estabelecidos pelos Planos de Convivência nas regiões administrativas. No entanto, dados de pesquisa realizada pela consultoria Opinion Box, revelam que, mesmo com a pandemia, o brasileiro quer aproveitar a festividade para presentear e celebrar as figuras maternas. No pódio da lista de interesses da população para presentes este ano, aparecem, com 18% das intenções de compra, os eletrônicos e itens de informática.

Os chamados ‘Presentes Tech’ já são uma tendência e revelam o traço da conectividade cada vez mais presente nas gerações atuais e também nas passadas. De acordo com a pesquisa, 66% dos brasileiros pretendem presentear suas mães, tias, irmãs e parceiras. Do público masculino que compõe essa porcentagem, 24% pretendem presentear eletrônicos, contra 10% do público feminino com o mesmo interesse.

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O estudo da All iN, Social Miner e Opinion Box ouviu 1035 brasileiros entre os dias 7 e 12 de abril de 2021. O grau de confiança do documento é de 95%, com margem de erro de três pontos percentuais. O infográfico revela ainda a porcentagem de consumidores brasileiros que não irá às compras este ano.

São 21% deles na região Sudeste, 9% na região Sul, 13% no Centro-Oeste, 12% no Nordeste e 11% no Norte. Além disso, 32% do público a partir dos 50 anos não deve comprar um presente. A opção de pagamento que lidera a pesquisa é o crédito à prazo.

Considerando essas informações, o LeiaJá criou uma lista com alternativas que podem ser utilizadas para presentear as mães, de sangue ou de coração, dos nossos leitores. Confira as sugestões de desconto e produtos Tech:

Caixa de som portátil

Se sua mãe gosta de ouvir música, caixas de som portáteis são uma boa opção. A maior parte das opções são compactas, possuem configurações simples, conectam via Wi-Fi e têm design moderno, com várias opções para agradar a gostos diferentes. Se destacam, atualmente a JBL Go 2, que pode ser facilmente levada para qualquer lugar, já que cabe até mesmo em bolsas pequenas. Sua autonomia é de 5 horas de reprodução. Na internet, é possível encontrá-la na faixa dos R$ 160 a R$ 180, com opções de pagamento à vista e a prazo.

Outra aposta é a querida Echo Dot, caixa portátil do selo Amazon, que comporta a assistente virtual Alexa, sensação nas redes sociais e tema de muitos memes desde o seu lançamento. Com a assistente, é possível fazer ligações para os seus contatos, conversar, fazer pesquisas, verificar a hora e o tempo. Na Amazon, é possível encontrar modelos de diversas cores e gerações a partir de R$ 250, com opções de frete grátis pelo Amazon Prime.

Smartphones

Seção que mais bomba na categoria de eletrônicos nesse período, a telefonia móvel traz modelos modernos de fabricantes como Samsung, LG, Motorola, entre outras capazes de atender a diferentes perfis de mães: das mais high tech, que acessam jogos e aplicativos pesados, às que só preferem uma tela grande para ler e navegar no Facebook.

Este ano, se destacam os modelos LG K22, da LG, com tela de 6,2’’ e boa resistência a impactos (nas lojas por cerca de R$ 999); Moto E6 Play, da Motorola, com especificações técnicas simples, como processador quad-core e 2GB de memória RAM (encontrado por R$ 630 a R$ 800, a depender das configurações); Moto G9 Play, com a enorme tela de 6,5’’ e um processador Octa Core 2.0 GHz, para as usuárias que consomem mais tempo de tela e aplicativos que exigem maior memória (preço médio de R$ 1.300).

Além das opções de compra livre em lojas virtuais e físicas, as operadoras também oferecem pacotes especiais para a aquisição de aparelho e planos de telefonia. Em comunicado recente, a TIM Brasil divulgou uma lista com 20 modelos de telefones móveis que estarão com desconto durante o Dia das Mães.

“O destaque vai para o Samsung Galaxy S20 FE, um aparelho avançado e completo. Ele sai de R$ 4.999 por R$ 1.799 no TIM Black 25GB e com poderoso sistema de câmera tripla traseira e super selfies com 32MP, display infinito super AMOLED de 6.5” Full HD+ e 128GB de armazenamento e 6GB de RAM”, informou a rede de telefonia. É possível acessar a tabela através das redes oficiais da TIM ou em lojas físicas.

Robô aspirador de pó

Atendendo às mais antigas fantasias da tecnologia futurística, os robôzinhos que aspiram pó e passeiam sozinhos pela casa, varrendo a sujeira, podem ser uma mão na roda para todos aqueles que cuidam da casa — o que inclui muitas mães. No Brasil, já há uma gama de opções enorme para esse tipo de eletrônico, que podem possuir um preço salgado, mas compensam com a serventia e via útil.

Um dos mais famosos é o Roomba, a versão mais cara desse item: pode ser encontrado na faixa dos R$ 1.800 até os R$ 4.999 e o preço ainda pode subir. Outro queridinho é o Mi Robot, da Xiaomi — mas que também custa bem caro aqui no Brasil, na faixa dos R$ 3 mil (se sua mãe conseguir esperar, você pode considerar importar um do AliExpress, por exemplo).

Mas tem opções mais em conta desses pequenos aspiradores automáticos, como os da Philco e da Multilaser, que custam cerca de R$ 419 e R$ 379 cada, respectivamente.

Kindle

Se a mamãe presenteada gosta de ler e não se incomoda com versões digitais dos seus livros favoritos, o Kindle é a ferramenta autorizada mais econômica disponível no mercado atual. O aparelho é vendido em diversas cores, modelos, comportados por gerações diferentes, que incluem observações de leitura específicas, incluindo a iluminação, a pegada e o modelo de leitura.

Além disso, com o mote “menos papel, mais livro”, é uma opção ecologicamente positiva, pois evita o acúmulo de papel. As opções de livros digitais para o Kindle são geralmente mais baratas que as físicas, muitas vezes estando até de graça para o leitor digital, sobretudo se tratando de livros de domínio público ou literatura clássica. Com R$ 330 já é possível investir em um KU, que pode passar também dos R$ 1 mil, a depender do suporte técnico. O item é vendido originalmente pela Amazon e possui opções de frete grátis pelo Amazon Prime.

Smart TV

O streaming encantou os corações de todas as gerações e, atualmente, é difícil encontrar alguém que não consuma pelo menos um deles! A TV inteligente é uma excelente opção que combina lazer, praticidade e sossego, e pode garantir a distração de um dia cheio para a mãe presenteada.

O mercado está cheio de modelos da Smart TV e aproveitar as ofertas do e-commerce para o dia das mães é uma boa dica. Que tal apostar em um modelo 4K, com duas ou mais entradas HDMI e imagem de tirar o fôlego? Estão disponíveis opções com diferentes tipos de tela, sistemas operacionais e até inteligência artificial! LG, Samsung, Sony e Philco são marcas que se destacam no segmento. Com R$ 1.599 já é possível investir em uma TV Smart Full HD de 43’’. Aposte na boa pesquisa e concilie as opções com o seu orçamento.

 

 

No início desta semana, a Nike anunciou a produção de pares de tênis inspirados no PlayStation 5, o concorrido console de videogame da Sony. Apesar de não revelar em quais países o recém nomeado “PG5” estará disponível, a marca esportiva garantiu que os calçados fazem parte de uma linha do jogador de basquete Paul George, e serão lançados em mercados selecionados a partir de 14 de maio deste ano. 

Provando ser realmente inspirado na linha PlayStation, o PG5 carrega as cores do console: preto, branco e azul, e os logotipos de Paul George e do videogame aparecem em destaque em cada lingueta, nas palmilhas e nas solas do calçado. Além disso, a produção do tênis contou não só com designers da Nike, mas também da Sony Entertainment, rendendo até mesmo a contribuição de Yujin Morisawa, responsável pela estética do PS5. 

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Aos interessados, a sugestão é fazer o download do aplicativo Nike SNKRS ou acompanhar as atualizações no site brasileiro da marca de calçados. De acordo com a empresa, o calçado custará US$ 120 (R$ 640 em conversão direta).

Confira as postagens de lançamento do PG5:

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A mais recente atualização operacional da Apple está causando um rebuliço no mundo da tecnologia. O iOS 14.5 entrega aos clientes as chamadas “funções de privacidade reforçadas”, prometidas pela empresa há dez meses atrás, e que agora tornam-se realidade nas mãos dos usuários. A principal mudança tem relação com os dados dos clientes, que poderão escolher se querem ou não ativar a localização dos aplicativos instalados no celular.

O Facebook, composto por um conglomerado de startups voltadas para o desenvolvimento de aplicativos, tem alertado incansavelmente sobre os perigos da  atualização, que, segundo ele, fará com que pequenos negócios quebrem, decretando a falência. A explicação para isso tem relação com o volume de dados extraído dos celulares, uma espécie de mosaico valiosíssimo, composto pelas preferências e hábitos dos usuários, além de dados sobre a sua rotina e localização geográfica.

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A quantidade de dados coletados através do celular pode parecer assustadora, mas ajuda a automatizar anúncios e criar um arquétipo virtual do usuário, facilitando processos de venda no geral. No caso do iPhone, um número único, chamado de IDFA (sigla em inglês de Identificador para Anunciantes) também é gerado, funcionando como uma verdadeira “pegada” deixada nos sites e aplicativos durante a navegação.

Os anúncios deixarão de existir?

Na era em que a indústria de anúncios digitais tornou-se uma das mais valiosas do mundo, a Apple tem irritado os desenvolvedores ao disponibilizar um serviço em que o usuário poderá escolher se disponibiliza ou não as suas informações. De toda forma, isso não significa que o número de anúncios irá diminuir.

Ao cortar o fluxo de dados, os anúncios exibidos para os usuários serão menos relevantes e os apps poderão cobrar menos dos anunciantes. Ou seja, a publicidade baseada em um grande número de aplicativos gratuitos está recebendo um duro golpe, o que exige uma rápida adaptação de companhias como o Twitter, TikTok e Facebook.

Quais mudanças aguardam o Android?

De acordo com dados do Google, o sistema operacional Android aparece em mais de 90% dos smartphones brasileiros, resultando em uma proporção de nove em cada dez dispositivos usados no país. Por enquanto, estes usuários não serão impactados, mas existe uma forte expectativa de que o Google adote o mesmo padrão inaugurado pela Apple.

 

 

Os alunos do 7º semestre de Jornalismo da Universidade Guarulhos (UNG), na Grande São Paulo, criaram o Comunicast, um podcast que aborda diversos temas da atualidade. Com viés jornalístico e foco nos diversos ângulos da notícia, a produção aproveita a expansão da mídia que se popularizo nos últimos anos.

Para Flavia Delgado, coordenadora do curso e orientadora do podcast, o projeto proporciona experiência única aos alunos que, em breve, estarão no mercado de trabalho. "Eles são envolvidos em todos os processos de concepção, como planejamento, pauta, produção, reportagem, roteiro, locução, edição e pós-produção. Os podcasts estão em alta no Brasil. 40% dos internautas ouvem pelo menos um formato como esse", afirma.

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Gustavi Adorni, estudante de Jornalismo da UNG, da equipe do episódio 1 | Foto: Arquivo Pessoal

 No primeiro episódio do Comunicast, "Duelo de Titãs: Streaming x TV por Assinatura"os estudantes Thaiza Mikaella, Rafael Sales, Alfredo Carvalho e Gustavo Adorni debateram o tema com o especialista em marketing Gabriel Rossi, o professor de marketing e comunicação Higor Gonçalves, o coordenador de difusão do streaming SPCine, Dilson Neto, o diretor do serviço Petra Belas Artes à La Carte, André Sturm e o radialista e doutor em comunicação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, Bruno Tavares.

Responsáveis pela estreia do podcast, o grupo observou a crescente que os serviços de streamings tiveram na pandemia do coronavírus (Covid-19) e como as plataformas se tornaram uma alternativa para as pessoas que estavam isoladas. "Descobrimos que existem mais de 30 serviços de streaming no Brasil, e alguns fora da lista dos mais conhecidos, como LGBTFlix, Dark Flix e o SPCine Play", destaca Adorni.

O estudante Victor Rossi, um dos produtores do 2º episódio | Foto: Arquivo Pessoal

Esta semana, o terceiro episódio do Comunicast vai a bordar o tem "Entenda a Cultura do Cancelamento". A produção é dos alunos Bianca Mendes, Jean Silas, Tais Ribeiro e Kimberly Gois. "A ascensão do ato de cancelar chamou bastante a atenção do grupo, seja pelo fato do reality 'Big Brother Brasil' [Globo] ter abordado o assunto ou por estar em evidência nas redes sociais e muitos famosos serem cancelados no mundo inteiro. Decidimos que seria um grande assunto e que não poderíamos esse timing", explica Taís.

A aluna Taís Ribeiro faz parte da equipe do episódio 3 | Foto: Arquivo Pessoal

O helicóptero espacial Ingenuity sobrevoou Marte nesta segunda-feira (19). Após ter a operação adiada em outras oportunidades, esta foi a primeira experiência de voo em outro planeta, indica a Nasa.

Ainda na sala de controle da agência espacial norte-americana, a responsável pelo desenvolvimento da aeronave celebrou o episódio histórico. "Sucesso! Podemos dizer que voamos pela primeira vez noutro planeta", festejou Mimi Aung, que dividiu aplausos com a equipe.

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O Ingenuity decolou na vertical até uma altura de três metros e manteve-se elevado por 30 segundos, até rodar no próprio eixo e pousar. As imagens do breve voo foram captadas pelo veículo não tripulado Perseverance, que foi posicionado para registrar a operação.

Parecido com um grande drone, o Ingenuity tem 1,21m de diâmetro e apenas 1.8kg. Ele é equipado com quatro pés e duas hélices, além de painéis solares, uma sonda e uma câmera.

A Nasa estuda realizar outros cinco voos e aumentar a dificuldade das operações.

O Distrito Federal conta com uma ferramenta para ajudar mulheres vítimas de violência doméstica ou familiar. Trata-se do Viva Flor, um aplicativo desenvolvido por órgãos do judiciário do DF e pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).

O aplicativo existe desde 2017 e já atendeu 118 mulheres sob medida protetiva de urgência (MPU). Hoje, atende 98 mulheres. O Viva Flor é instalado no aparelho celular, no smartphone, da mulher. Com ele, ela aciona a polícia apertando um botão, caso se sinta ameaçada pelo seu agressor.

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“É como se fosse um botão do pânico. Assim que essa mulher aciona, aparece no sistema da Polícia Militar a existência de uma mulher, parte desse programa, numa situação extrema. Ou ela está sendo ameaçada, ou há um descumprimento dessa medida protetiva. E uma viatura é direcionada imediatamente para assistir essa mulher. Salvamos muitas vidas de mulheres aqui no DF”, afirmou Manoel Arruda, subsecretário de Prevenção à Criminalidade da Secretaria de Segurança Pública do DF, ao programa Revista Brasília, da Rádio Nacional.

Para participar do Viva Flor, a mulher precisa estar sob medida protetiva de urgência e aceitar fazer parte do programa. Essa participação é mantida em sigilo. “O juiz encaminha a mulher para a instalação do aplicativo. Ela precisa concordar com esse monitoramento da SSP. Ela vai instalar no celular e quando estiver numa situação de vulnerabilidade, se sentir ameaçada pelo ex-companheiro, ela aciona”, afirmou Arruda.

Essa iniciativa é fruto de um acordo de cooperação técnica entre Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT), Secretaria da Mulher do DF, Secretaria de Segurança Pública do DF, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros do DF. É importante ressalta que o aplicativo funciona apenas dentro do Distrito Federal. Não é possível o seu uso em outro estado ou mesmo no entorno do DF.

O subsecretário da SSP também fez um apelo à sociedade e pediu o fim da conivência com a violência doméstica. “A gente precisa repensar nossos valores. Quando um cidadão está na rua e percebe um crime de roubo, furto, ele vai à polícia para prender aquele marginal. Em relação à violência doméstica existe essa tolerância. Eu peço para que comecemos a refletir sobre isso”, disse.

“A violência doméstica nos afeta demais. Foram 116 feminicídios desde 2015, quando a Lei Maria da Penha foi sancionada. É um número muito elevado. A gente está falando de 116 famílias destroçadas”, acrescentou.

A mulher que quiser participar do Viva Flor pode procurar o Núcleo Judiciário da Mulher do TJDFT. O e-mail é njm.df@tjdft.jus.br e os telefones são 3103-2027 e 3103-2102.

O stalking é um termo usado para se referir ao ato de perseguir alguém na internet é por meio de invasão de contas nas redes sociais, de ligações, envio de SMS que o chamado cyberstalking ocorre. O constrangimento e a perseguição também podem aparecer de outras maneiras: em locais públicos, em casa, e , por exemplo, na divulgação de boatos ou importunações que podem ser causadas por paixão doentia , violência doméstica e ódio à vítima.

Segundo a SaferNet, organização não governamental que se dedica à defesa dos direitos humanos na internet, muitas vezes a pessoa que está sendo vítima de ciberstalking parece ter dificuldade de inicialmente reconhecer esse risco. Porém, a partir do momento em que esses comportamentos se tornam persistentes e perigosos, é possível identificar o ciclo de violência que começa a ser estabelecido. “ Em algumas situações, essa violação se inicia de forma sutil, quando o/a stalker começa a postar coisas em sua linha do tempo ou até mesmo em outros sites, sempre buscando estabelecer um vínculo de maior proximidade. Algumas vezes, ele/ela adiciona ou entra em contato com amigos, familiares, vizinhos e colegas de trabalho do seu alvo, com o intuito de ter informações sobre tudo o que a pessoa faz”, alerta a organização.

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Ainda segundo a SaferNet alguns cuidados podem ajudar a evitar o problema:

Faça boas escolhas online. Evite divulgar dados como endereço, local de trabalho/estudo ou telefone em redes sociais, sempre configurando o perfil para que apenas pessoas próximas tenham acesso às suas informações.

Tenha cuidado com quem você se relaciona e mantém conversas online, nunca podemos ter certeza de quem está do outro lado da tela. 

Caso esteja sendo vítima de stalking, grave todas as possíveis provas, particularmente aquelas que são explicitamente abusivas ou ameaçadoras, pois elas podem servir de evidências para ser registrado um boletim de ocorrência nos órgãos competentes.

Não interaja com a pessoa que perseguir ou assediar, pois isso pode reforçar o comportamento dela para continuar tendo alguma forma de contato com você.

Bloqueie o contato do stalker em suas redes sociais e denuncie no próprio serviço.

Crime

No último dia 9, o Senado aprovou um projeto que criminaliza o stalking. O texto, sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 31 de março, altera o Código Penal e prevê pena de reclusão de seis meses a dois anos e multa para esse tipo de conduta. Antes, a prática era enquadrada apenas como contravenção penal, que previa o crime de perturbação da tranquilidade alheia, punível com prisão de 15 dias a dois meses e multa. Ainda de acordo com o projeto aprovado, o crime de perseguição terá pena aumentada em 50% quando for praticado contra criança, adolescente, idoso ou contra mulher por razões de gênero. Em outros países, como os Estados Unidos, a França e o Canadá, a prática já é prevista em lei.

Por ter pena prevista menor que oito anos, porém, o crime não necessariamente provocará prisão em regime fechado. Os infratores podem pegar de seis meses a dois anos de reclusão em regime fechado e multa.

O projeto também revoga o Artigo 65 da Lei de Contravenções Penais (Decreto-Lei 3.688, de 1941) que previa o crime de perturbação da tranquilidade alheia, com prisão de 15 dias a dois meses e multa. Com a aprovação da proposta, tudo passa a ser enquadrado no crime de stalking.

Em atividade para lançar a próxima atualização dos seus sistemas operacionais, os nomes dos novos softwares da Apple foram confirmados em código do Apple Webkit. Mais detalhes devem ser revelados na conferência de desenvolvedores WWDC 2021.

Os sistemas devem se chamar iOS 15 e macOS 12 - que volta ao padrão da Apple com números inteiros, confirmou o 9to5Mac. O texto escondido no código diz "atualizar o WKWebView getUserMedia para a versão mais recente", mas não dá mais informações.

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Sem citar as mudanças ou qualquer recurso, nem as novas funcionalidades, nem as características do design foram apontadas, mas a conferência virtual vai apresentar as melhorias nos iOS, iPadOS, watchOS, tvOS e macOS nas próximas semanas.

Jem Jenkins Jones ficou trancada em sua casa no País de Gales durante grande parte do ano passado devido às restrições da pandemia, mas ela conseguiu manter a promessa feita à filha de 10 anos de ver de tudo, da aurora boreal na Islândia até os parques nativos da África do Sul... em realidade virtual.

"Ela ficou maravilhada", conta, antes de classificar as experiências virtuais como "salva-vidas" para as duas.

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Quarentenas restritas e limitações de viagens durante a pandemia geraram um interesse renovado em experiências de viagens virtuais imersivas, cada vez mais acessíveis com novos aplicativos e programas de realidade virtual.

Embora os dados sobre o uso da realidade virtual sejam limitados, os desenvolvedores identificaram um interesse crescente desde o início da pandemia.

"Disparou", afirmou Cezara Windrem, criadora da plataforma de realidade virtual Alcove no AARP Innovation Labs.

Com a indústria do turismo devastada pela pandemia do coronavírus, a realidade virtual surgiu não apenas como um substituto para as viagens reais, mas também como um complemento para ajudar as pessoas a planejarem sua próxima viagem.

Os usuários podem optar pelo hardware Oculus do Facebook, PlayStation da Sony ou o barato Google Cardboard, entre outros. Os kits podem ser encontrados a partir de US$ 300 e a maioria dos aplicativos é gratuita.

"Viajei todas as semanas durante a pandemia, do conforto da minha casa, disse Rafael Cortes, um cientista da computação que usa o Alcove e a realidade virtual do YouTube.

"Fui para Londres, para a ponte de vidro na China, para o Salto Ángel na Venezuela, a antiga cidade de Petra na Jordânia, um passeio de helicóptero em Nova York", relata.

Amy Erdt mora em Portland, Oregon, mas com a realidade virtual afirma que gosta de "passear pela cidade de Wallingford, Inglaterra, de vez em quando, porque não posso estar lá".

Erdt, que dirige um grupo de usuários de RV no Facebook, disse que existem "ótimas experiências de viagem em realidade virtual, que podem ser muito realistas".

- Impulso duradouro para o turismo -

Os aplicativos mais populares para realidade virtual estão no setor de jogos e fantasia, mas as viagens se tornaram uma nova área de crescimento.

"Durante a pandemia, quando todos estão socialmente isolados, pode parecer estranho se isolar ainda mais para ser transportado a outro lugar, mas nos permite experimentar coisas que não podemos hoje", disse Avi Greengart, analista da consultoria Techsponential.

Claramente, com as viagens de realidade virtual “você não pode comer a comida única daquela área, você perde muitas das experiências sensoriais e encontros casuais com a população local", reconhece.

Mas "você pode explorar um museu e ter tudo para você", algo que pode ser impossível no mundo físico.

Um relatório da empresa GlobalData mostra que a realidade virtual e aumentada já havia começado a ganhar impulso das operadoras de viagens e conselhos de turismo antes da pandemia, para permitir que as pessoas experimentassem um destino antes de ir.

De acordo com Ralph Hollister, analista da GlobalData, a pandemia pode dar ao setor um impulso duradouro.

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