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Tudo indica que o WhatsApp Web e o WhatsApp Desktop poderão ser usados de forma independente pelos usuários, sem a necessidade de uma conexão de Internet ativa no seu dispositivo principal. 

O site WABetaInfo publicou que o multi-dispositivo será lançado dentro de dois meses e como recurso beta para pessoas que desejam experimentá-lo, e inicialmente opcional.

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Com a nova versão, ao abrir o WhatsApp Web no seu navegador, não será mais necessário liberar o acesso escaneando o código QR usando a Câmera do smartphone.

No entanto, por não depender que o celular esteja conectado à internet, o WhatsApp poderá ser desconectado a qualquer momento de onde havia sido conectado.

Dentro das atualizações, o WhatsApp permitirá a migração do histórico do bate-papo entre iOS e Android. Atualmente, o aplicativo sempre exige atualização antes de iniciar a migração. 

O Facebook começou, nesta segunda-feira (21), a implementar seu serviço para pessoas que buscam conexões baseadas no formato de áudio, em um desafio direto à emergente plataforma social Clubhouse.

As "salas de áudio ao vivo" permitirão aos usuários da rede social ouvirem e, em determinadas ocasiões, participarem de conversas protagonizadas por celebridades e "influencers" ou criarem uma arrecadação de fundos na plataforma.

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As novas funções de áudio "te permitem descobrir, ouvir e se unir a conversas ao vivo com figuras públicas, especialistas e outras pessoas sobre assuntos que te interessam", disse Fidji Simo, responsável do aplicativo do Facebook.

"As figuras públicas podem convidar amigos, seguidores, figuras públicas verificadas ou qualquer ouvinte da sala para ser um orador. O anfitrião pode convidar os oradores com antecedência ou durante a conversa. Pode haver até 50 oradores, e não há limite para o número de ouvintes".

O Facebook recorreu a várias celebridades para seu lançamento de áudio, como o rapper D Smoke e o ativista dos direitos civis DeRay Mckesson.

O lançamento segue uma onda de interesse nas redes sociais baseadas no áudio e no crescimento do Clubhouse, que atraiu cerca de 10 milhões de usuários desde seu lançamento no ano passado.

O Twitter e Spotify também lançaram seus serviços de áudio ao vivo.

O Facebook anunciou que também vai começar a oferecer podcasts nos Estados Unidos, disponíveis diretamente no aplicativo.

A nova funcionalidade chega em um momento em que o Facebook e outros gigantes da tecnologia americanos estão sendo submetidos a uma grande investigação pelo seu crescente domínio nos setores econômicos importantes, e a um impulso legislativo que poderia levar à dissolução de alguns dos gigantes.

Nesta segunda-feira (21) teve início o Prime Day, o dia de descontos da gigante do varejo virtual Amazon. As ofertas, que contemplam jogos, itens de informática, produtos de beleza e livros, duram dois dias seguidos (21 e 22 de junho) e são válidas para todos os assinantes da Amazon Prime.

No primeiro dia de preços especiais do site, os maiores destaques são o Fire TV Stick 4K, de R$ 449 por R$ 349, o Kindle de 10ª geração, de R$ 349 por R$ 269, e dispositivos de casa conectada com Alexa, a já conhecida inteligência artificial da empresa, que, inclusive, pode ser adquirida por R$ 199 durante a promoção. Os descontos são de até 43%.

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Confira, abaixo, alguns dos principais itens em oferta:

Informática e eletrônicos

Computadores e informática: até 30% de desconto em marcas como Logitech, Sandisk, Dell e PC Yes

Eletrônicos: até 30% de desconto em JBL, Philips, Asus, Intelbras e Multilaser

Videogames, DVDs, Blu-ray e música

Videogames: até 20% de desconto em consoles, acessórios e jogos de marcas como PlayStation, Xbox e Nintendo

Música: CDs e vinis com descontos de até 40%

DVDs e Blu-ray: economize até 30% em diversos títulos

Instrumentos musicais: até 30% de desconto em instrumentos e acessórios de marcas como Blue, Tonante e Audio-Technica

Livros

Livros internacionais: leve 3, pague 2 em livros importados

Best-sellers: até 60% de desconto em títulos mais vendidos

Entretenimento

Amazon Music Unlimited: membros Prime que ainda não experimentaram o Music Unlimited podem obter quatro meses grátis

Prime Video: descontos de até 70% em canais selecionados do Prime Video Channels

Kindle Unlimited: membros Prime que ainda não experimentaram o Kindle Unlimited podem ter dois meses grátis, com acesso a mais de 1 milhão de e-books

Prime Reading: acesso gratuito a títulos populares no Prime Reading no mês de junho

 

O pacote de reformas antimonopólio apresentado no Congresso dos Estados Unidos e direcionado às grandes empresas tecnológicas poderia ter, caso seja aprovado, efeitos de grande alcance na forma em que as pessoas usam a Internet e nas empresas americanas de maior sucesso.

Os cinco projetos de lei, que serão submetidos a votação na comissão na quarta-feira, poderiam abrir o caminho para a reorganização ou dissolução de gigantes como Google, Facebook, Apple e Amazon, enquanto remodelariam todo o uso da Internet.

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As medidas impediriam que os gigantes tecnológicos usem uma plataforma para benefício de terceiros enquanto oferecem serviços de concorrência nessas plataformas, o que representaria um duro golpe para empresas como Apple e Amazon.

Os legisladores também pretendem proibir que as empresas tecnológicas deem prioridade aos seus próprios produtos ou serviços, com a Google claramente em mente.

Outra medida exigiria a "portabilidade" e "interoperabilidade" dos dados, o que poderia facilitar, por exemplo, que as pessoas deixem o Facebook conservando seus dados e contatos.

Além disso, o pacote de medidas proibiria as maiores empresas tecnológicas de comprarem concorrentes, somando-se à legislação antimonopólio.

O pacote chega em meio a sinais de uma postura mais agressiva por parte de Washington contra as empresas tecnológicas dominantes, incluindo a nomeação por parte do presidente Joe Biden de Lina Khan, uma famosa defensora da dissolução das grandes empresas tecnológicas, para dirigir a Comissão Federal do Comércio, um dos órgãos encarregados de garantir o cumprimento das normas antimonopólio.

- Leis "arriscadas" -

O Comitê Judicial da Câmara dos Representantes programou uma votação para quarta-feira sobre o pacote, que conta com certo apoio dos republicanos, além dos líderes democratas, o que indica que é provável que seja aprovado na sessão da Câmara dos Representantes. O destino no Senado é mais incerto.

As medidas chegam após uma investigação de 16 meses na Câmara dos Representantes dirigida pelo presidente da subcomissão antimonopólio, David Cicilline, que concluiu que os gigantes tecnológicos estavam abusando de sua posição dominante e têm muito poder na economia.

Christopher Sagers, professor da Universidade Estatal de Cleveland especializado em direito antimonopólio, disse que o pacote representa uma abordagem radical para enfrentar o crescente poder das empresas tecnológicas.

Os projetos de lei "fariam com que as plataformas funcionassem mais como as companhias aéreas ou as empresas de serviços públicos, que têm que prestar seus serviços a quem os quiser, e não dar a ninguém (ou a si mesmas) vantagens discriminatórias", afirmou Sagers.

Outros analistas alertaram para as consequências imprevistas de colocar em xeque as empresas de grande sucesso, das quais muitos consumidores dependem em sua rotina.

Iain Murray, pesquisador principal do Competitive Enterprise Institute, disse que a medida poderia significar que uma empresa como a Apple tenha que fechar sua App Store, enviar "celulares em branco" sem nenhum aplicativo ou encerrar sua divisão de celulares.

"Grande parte do consumidor médio verá sua experiência de usuário gravemente degradada", disse em nota.

A legislação é um reflexo da Lei de Mercados Digitais da Europa e é provável que "distorça" a concorrência, segundo Aurelien Portuese, da Fundação de Tecnologias da Informação e Inovação, um grupo de pesquisa que costuma refletir as opiniões da indústria.

Para Portuese, a legislação chega em meio a uma onda de ressentimento com as grandes empresas de tecnologia, mas pode prejudicar os consumidores ao permitir que empresas menos eficientes ganhem mercado.

O Twitter pode perder a proteção de responsabilidade de conteúdo na Índia. A plataforma é a única rede social no país que ainda não apresentou adequação às regras definidas pela nova legislação no país. O site corre risco de ter de responder judicialmente por qualquer conteúdo publicado pelos usuários, tornando-se responsável legal, e não apenas moderador. No entanto, o governo indiano ainda deve apresentar uma ordem judicial para efetivar o processo.

Segundo as novas regras, aprovadas em 25 de fevereiro de 2021, as redes sociais devem remover qualquer conteúdo alertado pelas autoridades em até 36 horas, além de revelar o usuário original da publicação, caso seja um conteúdo que ameace a segurança nacional. As plataformas digitais tiveram até o dia 26 de maio para se adequar ao novo regulamento.

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Em 28 de maio o Ministério de Eletrônica e Tecnologia da Informação (MeitY) da Índia enviou uma carta para o Twitter informando sobre as mudanças em vigor. Porém, as respostas recebidas, segundo o órgão ministerial, “não abordam os esclarecimentos solicitados por este ministério e nem indicam o cumprimento integral das regras”.

O advogado Ameet Datta comentou que será necessário que o governo indiano apresente uma ordem judicial para remover a posição do Twitter de moderador.

Em nota, o Twitter informou que montou uma equipe de profissionais focada em garantir o cumprimento das regras pela plataforma no país. “Estamos mantendo o MeitY informado sobre o andamento de cada etapa do processo. O diretor de conformidade interino foi contratado e os detalhes serão compartilhados diretamente com o Ministério em breve. O Twitter continua a fazer todos os esforços para cumprir as novas diretrizes na Índia”.

No último dia 15, policiais emitiram uma reclamação contra o Twitter ao norte do estado de Uttar Pradesh, relacionando tuítes sobre a agressão sofrida por uma pessoa idosa na região. Se a rede social perder a proteção legal de responsabilidade, as autoridades podem emitir uma ação contra a empresa pelas publicações contestáveis.

Em celebração pelos 100 anos do Leite Moça no Brasil, a Nestlé vai retirar provisoriamente de suas embalagens a tradicional imagem de uma camponesa carregando dois baldes. Pela primeira vez na história da marca, serão colocadas ilustrações de “mulheres reais”, que, segundo a empresa alimentícia, simbolizam as brasileiras que usam o produto no cotidiano. A chegada da edição comemorativa às redes sociais, no entanto, provocou polêmica nesta sexta-feira (18).

No Twitter, de tão comentado, o assunto “Leite Moça” alcançou o topo dos Trending Topics brasileiro. O debate teve início quando parte dos internautas passou a criticar uma das embalagens divulgadas nas redes sociais da Nestlé, na qual a ilustração de mulheres comuns estampa a latinha de leite condensado. “O Leite Moça está fazendo 100 anos e resolveu apagar do rótulo a moça que dá nome ao produto pelo ‘empoderamento de mulheres reais’. Ficou igual imagem de cigarro mostrando como você fica ao usar o produto” criticou um usuário.

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Em outro tuíte, um rapaz chegou a propor uma ação de boicote à marca. “Qual lata você prefere? A do Leite Moça tradicional, com a camponesa, ou essa nova versão, com a gordinha? Na dúvida, compre de outra marca”, disse. Depois de respostas contrárias ao seu posicionamento, o dono da conta chegou a chamar de “boiolas” os profissionais de marketing da Nestlé: “Agora apareceu um monte de quadrilha e mulher do cabelo roxo me atacando por causa do post. Foram acionados pelos boiolas do marketing da Nestlé”.

Enquanto algumas pessoas concordaram com os comentários negativos sobre as mudanças no rótulo, outras acusaram os comentários de serem preconceituosos. “Trocar a identidade visual de uma marca é sim perigoso, mas vocês não estão falando isso preocupados com o lucro da empresa e sim porque se incomodam com corpos normais e mulheres normais”, destacou uma mulher em seu Twitter.

Para além do Leite Moça

Deslocando o foco da discussão, um tuíte chamou atenção para o funcionamento das indústrias Nestlé. “Nem sabia que a Nestlé trocou a embalagem do Leite Moça, porque pelo preço, já nem olho.. agora vocês sabiam sobre todo processo de industrialização e capitalização da água promovido pela Nestlé?”, publicou a usuária. Na sequência, acrescentou: “Dá pra defender a ideia do rótulo da embalagem, sem defender a empresa?!”

Além da produção alimentícia, a Nestlé também tem uma história marcada por problemas judiciais ligados à exploração de água mineral em várias partes do mundo. No Brasil, em 2001, o Ministério Público do estado de Minas Gerais moveu uma ação contra a empresa, após os moradores de Parque das Águas, em São Lourenço, cidade do sul mineiro, alegarem que o engarrafamento da água por parte da multinacional estaria comprometendo a qualidade do líquido e a vazão nas fontes. 

Em 2006, após as articulações de moradores da cidade entrarem em contato com ONGs suíças, onde inúmeras organizações apoiaram a campanha, a Nestlé teve de parar a produção de água engarrafada “Pure Life” em São Lourenço. Contudo, devido ao número de polêmicas em torno da falta de conhecimento sobre a quantidade de água envasada no Brasil, a multinacional declarou, em 2018, a venda das fábricas de água mineral em todo o território nacional.

Acompanhe a discussão no Twitter:

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Agora o comércio e a publicidade estarão presentes no Instagram Reels e não há escapatória para os usuários: após anunciar a integração do e-commerce ao serviço de vídeos curtos rival do TikTok, em dezembro do ano passado, a empresa anunciou nessa quinta-feira (17) que está trazendo anúncios para a aba dos Reels, visando "conectar as marcas com novos potenciais clientes e permitir que as pessoas descubram ainda mais conteúdos inspiradores de diferentes marcas e criadores".

Os testes no Brasil foram especulados meses atrás, mas a novidade finalmente chega, aos poucos, para todos os usuários. Os anúncios serão em tela cheia vertical e aparecerão entre postagens individuais, disse a CNBC. Eles terão até 30 segundos de duração e serão executados em loop.

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Com a nova ferramenta, a empresa quer que os usuários não só vejam as publicidades, mas também divulguem seu próprio conteúdo, caso sejam criadores ou tenham algum produto à venda na plataforma, ou seja, a proposta não será limitada às grandes corporações e poderá ser utilizada pelo comércio local. A medida deve criar um novo fluxo de receita e ajudar a monetizar a plataforma.

Além disso, será também possível controlar a experiência com todos os anúncios publicados via Reels. Se não gostar de um determinado anúncio, ou considerá-lo abusivo, o usuário poderá ignorar ou tocar no menu da publicação para ocultar ou denunciar o conteúdo.

O esforço do Instagram em expandir a capacidade dos Reels pode ser uma nova resposta ao TikTok, concorrente direta da ferramenta, e que possui a mesma proposta de vídeos curtos e incessantes, sendo popular entre jovens. Em fevereiro deste ano, a empresa afirmou que seu algoritmo não mais entregaria vídeos com a marca d'água do TikTok. O objetivo foi que os usuários parassem de postar os conteúdos produzidos na rede social chinesa dentro do Reels e assim, passassem a usar as ferramentas oferecidas dentro da sua própria rede social.

Em uma entrevista virtual concedida, nesta quarta-feira (16), à conferência europeia VivaTech, o CEO da Apple, Tim Cook, falou sobre privacidade de dados e sua importância para a gigante tecnológica, além de também fazer comparações pontuais com o sistema operacional Android, principal concorrente do iOS. 

Em um dos momentos de maior destaque na conversa, o especialista em tecnologia comentou sobre um dos recursos mais solicitados entre os usuários da Apple: a capacidade de instalar aplicativos por outras fontes além da App Store. Para ele, o sistema operacional da Maçã foi projetado para abarcar somente uma loja de aplicativos, na qual os softwares passam por uma grande análise antes de chegarem ao usuário.

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Cook ainda explicou que a plataforma Android possui até 47 vezes mais malwares que o iOS, tornando os dados dos usuários mais vulneráveis. Apesar de demonstrar um posicionamento firme sobre o assunto, o CEO reiterou que a Apple “sempre estará ao lado do usuário”. 

Sobre o tema privacidade, Tim Cook aproveitou para reforçar o posicionamento da empresa. "Vemos isso como um direito humano básico. Um direito humano fundamental. E estamos focados na privacidade há décadas", disse. "Steve costumava dizer que privacidade era declarar em linguagem simples o que as pessoas estavam assinando e oferecendo sua permissão. E essa permissão deve ser solicitada repetidamente", finalizou, relembrando o posicionamento do fundador da multinacional, Steve Jobs.

Na próxima segunda-feira (21), para celebrar o mês do meio ambiente, a 'Green - Soluções sem Papel,' em parceria com a MV, realiza o evento "Como as inovações tecnológicas aceleram a era paperless". O evento on-line debaterá temas relacionados ao impacto ambiental deixado pelas empresas e como elas podem contribuir para um futuro sustentável sem o uso do papel. 

Entre os assuntos que serão abordados no encontro virtual estão questões como a influência positiva da tecnologia para empresas que visam a sustentabilidade; carbono zero: a jornada tecnológica para alcançar a sustentabilidade; e um workshop sobre como implementar uma cultura sustentável na sua equipe.

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Entre os convidados estão Erick Choueri, gerente TI do Hospital IGESP, Octavio Cazonato Neto, CIO da Transmontano Saúde, Alceu Alves, vice-presidente da MV, e Glauber de Bortoli, coordenador de TI na Unimed Chapecó, que falarão sobre como as soluções digitais têm contribuído para tornar as empresas sustentáveis no campo da saúde. As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser realizadas no site da iniciativa.

A empresa Google anunciou novas diretrizes para a plataforma de vídeos YouTube, EM que proíbe anúncios de política, apostas, bebidas alcoólicas e drogas na página principal do site. A diretriz entrou em vigor na última segunda-feira (14).

Em entrevista ao portal Business Insider, a empresa afirmou que a iniciativa visa melhorar a experiência dos usuários e evitar que serviços ou produtos duvidosos sejam exibidos no site. Além disso, a estratégia também visa impossibilitar que o YouTube vire um palanque eleitoral, especialmente em períodos de eleições.

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Segundo as políticas do YouTube, os anúncios situados no topo da página são os que possuem maior alcance. Vale lembrar que antes da proibição, o YouTube disponibilizava opções que bloqueavam todas as propagandas de jogos de azar, bebidas alcoólicas e outros tipos de drogas.

Não é a primeira vez que o YouTube realiza mudanças em suas políticas de propagandas. Em 2020, a Google parou de dar destaque aos anúncios de 24h e passou a diversificar o conteúdo das marcas ao longo do dia.

Prestes a completar um ano de existência, o aplicativo Conecta Recife atingiu, na segunda-feira (14), a marca de 400.958 downloads, além de outros 8 milhões e 500 mil acessos aos inúmeros serviços oferecidos pela plataforma online municipal, que funciona como um hub digital da Prefeitura do Recife. Servindo de modelo de transformação digital no setor público, o programa, criado pela Empresa de Informática do Recife (Emprel), é gratuito e pode ser baixado em aparelhos iOS e Android.

“O objetivo do Conecta é estreitar ainda mais o relacionamento entre os serviços que a Prefeitura do Recife oferece e a população. Nosso papel aqui é criar as ferramentas necessárias para facilitar essa interação. Estamos em meio a uma grande transformação digital no mundo inteiro e a nossa plataforma reforça a necessidade dos setores públicos modernizarem seus sistemas de acesso aos serviços e informações aos cidadãos”, pontua Bernardo D’Almeida, presidente da Emprel.

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O sistema Recife Vacina, que disponibiliza agendamentos para a imunização contra a Covid-19 e consulta pelos locais de vacinação, é uma das funções de maior destaque do aplicativo. Na sequência, o Conecta Recife também inclui o Programa de Crédito Popular do Recife (Cred Pop), e o cadastro para o acesso ao Auxílio Municipal Emergencial (AME). Além disso, as operações oferecidas dentro do programa permitem a convergência digital dos mais variados tipos de serviços públicos municipais.

Com isso, o usuário pode requisitar a capinação de sua rua, troca de lâmpadas e tapa buraco. A consulta e o acompanhamento das solicitações são bem simples e enviam uma notificação para que o cidadão acompanhe o status de sua demanda. Ademais, os recursos de geolocalização presentes na ferramenta também ajudam o usuário a se localizar e encontrar um equipamento público específico, como escolas, unidades de saúde, parques e praças.

 

 

O Google anunciou nesta segunda-feira (14), que qualquer usuário com uma conta Gmail poderá ter acesso ao seu pacote de aplicativos e serviços relacionados ao Workspace, expandindo o conjunto de ferramentas colaborativas, hoje restrito a equipes de trabalhos de empresas.

A principal mudança será uma integração entre o Gmail, Docs e Chat, sendo possível, inclusive, iniciar uma conversa de trabalho por e-mail, e deslizar a tela para acessar uma planilha compartilhada para concluir o assunto no chat. Dessa forma, o Google Chat passa a estar disponível a todos os usuários, além de funcionar de maneira conjunta com o Gmail.

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Na prática, as mudanças e interações, que ainda parecem confusas, atuarão para que os usuários possam alternar facilmente entre diversas modalidades de comunicação, sem perder o contexto. Assim, se a pessoa desejar evoluir um e-mail para uma discussão com um grupo, poderá fazê-lo sem sair do conjunto. A empresa estima que cerca de 3 bilhões de usuários farão uso das novas funcionalidades.

 

 

A supervisora de mídia audiovisual Karen Sayão, 30 anos, estava solteira há dois anos quando conheceu o analista de sistemas Lucas Alves, também de 30 anos, no aplicativo Tinder.

“Não botava muita fé em aplicativo, porque normalmente nenhum 'match' [quando se forma um par com outra pessoa no aplicativo de relacionamento] ia pra frente, isso antes da pandemia, e normalmente logo cansava e esquecia do app, preferia o ao vivo, mas estava a fim de conversar com pessoas novas e ver como anda a vida de outras pessoas, fora do meu círculo de amigos.”

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Apesar do medo de conhecê-lo pessoalmente – em função da pandemia de Covid-19 que já assustava o mundo – ela topou sair de casa para um encontro, em setembro do ano passado, depois de três meses de conversas pelo aplicativo.

“Tive medo, até porque moro com os meus pais, que são idosos, tinha que confiar em alguém que não conhecia e que falava que estava em isolamento e fazendo home office”, explicou.

“Além disso, tinha o medo de passar algo para ele, uma vez que, no meu caso, não estava de home office, devido a minha profissão, mas como moro com os meus pais estava tomando todos os cuidados possíveis. Foram três meses de conversa antes do primeiro encontro”, completou.

A pandemia mudou a forma de as pessoas se relacionarem. E não foi diferente com os namoros. A rotina do casal que está junto há nove meses ainda não é de balada, e as atividades são caseiras. “Como ele mora em uma casa com um casal de amigos, que fazem isolamento também, normalmente a gente passa o fim de semana lá, às vezes a gente sai para correr no parque, pedimos comida por delivery, assistimos séries e é só isso”.

Cupido virtual

Já o casal José Wilker Oliveira, 34 anos, e Gabriel de Matos Barbosa, 21 anos, se conheceram no Grindr, um aplicativo de relacionamento gay, em outubro de 2019. Eles saíram uma vez, mas o relacionamento não foi para frente.

“Após o primeiro encontro, nos afastamos e só nos reencontramos no final de janeiro de 2020, quando o Gabriel fez uma postagem no Facebook, e eu comentei. Após o meu comentário voltamos a conversar, mas nada de relacionamento.”

Eles voltaram a se encontrar depois do carnaval de 2020. “Alguns dias depois, começaram a surgir casos suspeitos em nossa cidade [Muriaé, MG], nessa época, acabei ficando super bitolado e, com isso, proibindo o Gabriel de frequentar minha casa, uma vez que ele trabalhava em uma cantina do hospital da cidade”, relembrou o gerente financeiro José Wilker.

O medo com relação à doença e as dúvidas que ela trazia tomou conta de muitas pessoas, e não foi diferente com José Wilker. “Após os primeiros casos confirmados, a cantina e vários outros estabelecimentos foram fechados no primeiro lockdown, mas, mesmo assim, eu só reencontrei o Gabriel após 15 dias de isolamento em casa, com a condição de ele estar tomando todos os cuidados. Após esse período de quarentena, voltamos a nos encontrar. Quando ele chegava a minha casa, a primeira coisa era deixar o calçados na porta e ir para o banho e trocar de roupa, só após o banho que a gente namorava”, detalha José Wilker.

Foi nesse período de isolamento e incertezas que o relacionamento dos dois engrenou. Afastado do trabalho, Gabriel, que é analista de suporte de sistemas, passou por uma crise familiar séria por conta de sua orientação sexual. Os conflitos acabaram fazendo com que ele saísse de casa e fosse morar sozinho.

“Após uns dias de sua saída de casa, Gabriel foi demitido da cantina. Logo em seguida, surgiu uma vaga na empresa que eu trabalho, ele foi selecionado para fazer um teste e passou. Logo, ele me pediu em namoro, dias depois ele se mudou de vez para minha casa e passamos a morar juntos”, conta José Wilker.

“Mais de um ano se passou, e ainda estamos morando, namorando, malhando, nadando, trabalhando e se divertindo juntos, literalmente, 24 horas por dia juntos. Hoje estamos construindo nossa casa e planejando o futuro para que, em breve, possamos nos casar oficialmente.”

Romance ideal

Essas são apenas duas de muitas histórias de homens e mulheres que buscam os aplicativos na esperança de encontrar um “par perfeito”.

Segundo pesquisa realizada pelo portal especializado Casamentos.com.br, quase 20% dos casais brasileiros com planos de casamento se conheceram pela internet e redes sociais. O levantamento foi feito com mais de 3,4 mil casais, entre 26 e 40 anos.

De acordo com a pesquisa, os apps de relacionamento são os cupidos digitais com mais pontaria, com destaque especial para o Tinder, Happn e Badoo: 36% das histórias de amor que começam online e terminam em casamento nascem de um swipe [escolher alguém para conversar].

Mas outras tecnologias ainda têm muito espaço entre todas as faixas etárias: logo atrás está o Facebook, que conecta quase 33% dos usuários da internet. Além disso, os matches de Instagram representam 15%, e grupos de WhatsApp, 7%.

Vínculos afetivos duradouros

A psicóloga Adriane Branco, especialista em sexualidade humana pela Universidade de São Paulo, explica que o isolamento imposto pela pandemia fez muitas pessoas se sentirem sozinhas e que os aplicativos de relacionamentos preencheram parte desse vazio.

“A pandemia interrompeu o convívio social das pessoas e, como consequência, muitos passaram a experimentar a solidão. A possibilidade de interagir socialmente, através de um perfil num aplicativo de relacionamento, fez muitos utilizarem essa ferramenta. Além de preencher o vazio, o isolamento social obrigatório, fez as pessoas repensarem seu modo de viver. O que fez muitos buscarem nos aplicativos a oportunidade de encontrarem parcerias para vínculos afetivos mais duradouros”.

A especialista alerta, porém, para alguns problemas de se entrar de cabeça num relacionamento com o intuito de suprir a carência causada pela pandemia. “O risco é entrar em um relacionamento apenas para preencher o vazio e a solidão sentidos em função do isolamento, o que foi muito comum durante esse período, a busca por companhia”, afirma.

“É fazer caber em sua vida uma pessoa que não tem nada a ver com você e, em alguns casos, assumir compromisso mais sério. Ou mesmo se relacionar com pessoas com comportamentos agressivos ou inadequados”, destaca a pesquisadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Comportamento e Sexualidade.

Ela não descarta, entretanto, a existência de histórias de amor surgidas a partir de um clique – ou um “match” – nas redes sociais.

“Quando o amor está presente, passamos a ver no outro as qualidades e os defeitos, porém, em geral, as qualidades se sobrepõem aos defeitos. Admiramos e respeitamos. Há o desejo de permanecer juntos independentemente das diferenças encontradas, porque elas existem. Entretanto são superadas em prol de um convívio harmonioso. Diante das dificuldades, há o interesse em resolver as divergências”, frisa a especialista.

No casamento de um homem chamado Socialismo, que se realizará sábado e domingo no sul da Índia, estarão presentes seus irmãos Comunismo e Leninismo e seu sobrinho, o bebê Marxismo.

Socialismo, Comunismo e Leninismo são filhos do secretário distrital do Partido Comunista Indiano, A. Mohan, no estado de Tamil Nadu, onde esta ideologia ainda está muito em vigor.

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"Meu primeiro filho nasceu na época da queda da União Soviética e em toda parte se falava que era o fim do comunismo", disse Mohan à AFP.

“Mas o comunismo não tem fim enquanto a humanidade existir, e é por isso que batizei meu primeiro filho de Comunismo”, acrescentou.

Em seguida, ele nomeou os próximos dois filhos de Leninismo e Socialismo. O filho de cinco meses do Leninismo, o Marxismo, também comparecerá ao casamento no domingo.

As fotos do convite, com a foice e o martelo, emblemas do comunismo, viralizaram nas redes sociais.

A futura esposa do Socialismo se chama P. Mamata Banerjee, nome que ela deve ao avô em homenagem a uma política de esquerda, a primeira-ministra de Bengala Ocidental.

Durante a Guerra Fria, a Índia se inclinou mais para a União Soviética e nomes como Stalin, Lenin, Trotsky e até Pravda, o antigo jornal soviético, podem ser encontrados no sul do país.

O atual primeiro-ministro de Tamil Nadu é chamado M.K. Stalin. Seu pai o nomeou em homenagem a Joseph Stalin dias antes da morte do líder soviético em 1953.

Segundo Mohan, não há nada de estranho nos nomes dados a seus filhos, já que alguns de seus "camaradas" chamaram seus filhos de Moscou, Rússia, Vietnã ou Tchecoslováquia.

Ele reconhece que seus filhos, especialmente o Comunismo, foram provocados na escola. Um hospital até se recusou a recebê-lo quando ele tinha acabado de fazer três anos.

"Eles tinham medo do nome Comunismo e no começo eu tive muitos problemas. Mas com o tempo, as coisas deram certo", disse ele.

Seus três filhos, todos na casa dos vinte anos, são membros do partido comunista local.

"Agora estou esperando a neta de um de meus filhos e vou chamá-la de Cuba-ismo", disse Mohan.

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Desde os primeiros casos de infecção pelo novo coronavírus, em 2020, e nos 14 meses da pandemia de covid-19 que aflige o mundo, ainda fazendo vítimas todos os dias, cientistas, pesquisadores, universidades e empresas correm contra o tempo para a produção de vacina capaz de frear a contaminação em massa da população e salvar vidas.

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No inicio de 2021 começaram as aplicações das primeiras doses dos imunizantes, autorizados pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Com isso, governantes de Estados e munícipios brasileiros, seguindo o padrão mundial, criaram calendários para grupos prioritários mais sujeitos a ter o quadro de saúde agravado, caso infectados pelo coronavírus.

Entre os grupos vacinados estão as pessoas que têm doenças pré-existentes, as chamadas comorbidades. Segundo Joyce Freitas, enfermeira e doutora em Doenças Tropicais, “significa que um indivíduo possui duas ou mais doenças ocorrendo de forma simultânea".

Por exemplo, informa Joyce, paciente obeso que tem diabetes e hipertensão está na lista de prioridades pela comorbidade. “Quando temos uma associação de doenças, o organismo por si só já está debilitado. E se há associação com a covid-19, o risco de agravamento aumenta substancialmente e, consequentemente, o número de óbitos também”, alerta a especialista, para reforçar a relevância de vacinar esses grupos.

Em meio às alegrias e emoções de estar entre os vacinados, é comum o registro fotográfico ou de vídeos para postagem nas redes sociais. Porém, isso nem sempre é bem visto por seguidores e internautas, que por vezes desconhecem os motivos da vacinação, principalmente quando se trata de uma pessoa pública ou famosa, e deflagram um bombardeio de maldades nos ambientes digitais.

A jornalista Syanne Neno, uma das primeiras mulheres a trabalhar na crônica esportiva paraense, foi vacinada por ter deficiência visual permanente, chamada de ceratocone, um problema na curvatura da córnea. “Tenho nos dois olhos, mas no lado direito avançou tanto que nem o transplante poderia ser feito. Tenho visão monocular (só enxergo, com lente de contato, com o olho esquerdo) e, mesmo assim, não é 100%”, relata.

Imunizada, Syanne conta que viveu um turbilhão de sentimentos: tristeza pelos que se foram sem a chance da vacina, alegria pela chance inesperada da vacinação. Ela comemorou até seu estado febril e calafrios de efeitos colaterais. No entanto, sofreu ataque nas redes sociais. “Li e ouvi muitas perguntas impertinentes sobre minha condição. Uma das pessoas escreveu assim: ‘Tão bonita e cega?’. Também soube que rolaram fotos minhas, durante a vacinação, em grupos de Whatsapp, fazendo chacota e dando a entender que eu estaria sendo beneficiada indevidamente”, revela.

Para a jornalista Ivana Oliveira, professora e doutora em Comunicação Social, a leitura crítica do universo das redes explica essas condutas. Segundo ela, as mídias sociais digitais produziram novos modelos de convivência e alteraram nossos comportamentos, hábitos e costumes. “Com as redes sociais, a gente tem muito mais produção de conteúdo disponível, a gente expressa muito mais as nossas emoções, a gente dá visibilidade a elas e a gente forma opinião muito mais rápido”, afirma.

Segundo a professora, com o digital mudamos a lógica da comunicação de massa, que deixa de ser de um para muitos e passa a ser de muitos para muitos. Ivana fala da importância das redes sociais pela capacidade de mobilização, mas destaca que pode surgir o discurso do ódio nos ambientes digitais. “Principalmente pela intolerância, que é a manifestação contra ideias que são diferentes das minhas, ideias que vão incitar a manifestação social, religiosa, racial e isso quase sempre está ligado às minorias sociais”, observa.

A professora Ivana destaca, ainda, como preocupante a violência verbal a que recorrem os "haters" (termo que indica os agressores e semeadores dos discursos de ódio nas redes) pela não aceitação do outro. Segundo a professora, as pessoas que praticam ataques na internet imaginam estar no anonimato por trás de um perfil falso e tentam justificar sua atitude como liberdade de expressão. Para Ivana, tais condutas devem ser denunciadas e punidas conforme determina a lei. 

Por Dinei Souza.

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Alguns serviços do Facebook apresentaram instabilidade na noite desta quarta-feira (9). Usuários de todas as partes do mundo nas redes sociais relatam problemas de conectividade no WhatsApp, Facebook e Instagram.

De acordo com o site DownDetector, que monitora o funcionamento de sites na internet, os primeiros relatos de instabilidade para o WhatsApp começaram a aparecer por volta das 19h10. Por volta de 19h35, havia mais de 5.600 notificações no portal indicando que o serviço estava fora do ar. O Broadcast contactou o Facebook, mais ainda não obteve retorno.

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A suspensão do Twitter pela Nigéria e a ordem para que os meios audiovisuais apaguem suas contas na rede social indignaram o país mais populoso da África, cuja população jovem e altamente conectada adotou a plataforma como ferramenta de protesto social.

Dos 200 milhões de habitantes da Nigéria, mais de 120 milhões têm acesso à internet e, destes, cerca de 40 milhões (20% da população total) afirmam ter uma conta no Twitter, segundo o gabinete de pesquisa estatística NOI Polls, com sede em Lagos.

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Este número elevado é explicado em especial "por sua população numerosa e jovem, mas também pelo peso de sua diáspora, sobretudo nos Estados Unidos ou pela notoriedade mundial das estrelas nigerianas" do cinema ou da música afropop, analisa Manon Fouriscot, cofundador da Afriques Connectées, agência de monitoramento digital na África.

Mas estudos também revelam que o Twitter, diferentemente de outras redes sociais, é usado na Nigéria para "dar voz a quem não tem", inclusive "para questionar o governo sobre o que há de errado no país", de acordo com a NOI Polls.

Em outubro do ano passado, o movimento #EndSARS contra a violência da unidade policial SARS, que se tornou uma plataforma dos jovens contra o poder, estourou no Twitter antes de tomar as ruas.

Apoiada por ícones afropop com milhões de seguidores e importantes influenciadores internacionais, a hashtag foi a mais compartilhada do mundo por dois dias. Seguiram-se os maiores protestos da história moderna da Nigéria, que levantaram temores de uma desestabilização do governo antes de serem brutalmente reprimidos.

- "Volta à ditadura" -

"Nos últimos anos, o governo nigeriano aumentou o controle dos meios de comunicação digitais", disse Kian Vesteinsson, pesquisador da Freedom House, uma organização de direitos humanos.

“Jornalistas e grupos de imprensa nigerianos afirmam ter sido alvo de vigilância digital e vítimas de ciberataques relacionados às forças de segurança”, afirma o especialista em tecnologia e democracia.

Mas ao suspender completamente o Twitter por tempo indefinido, as autoridades, que dizem que a rede queria desestabilizar o país ao permitir que os separatistas de Biafra se manifestassem e suprimir os tweets do presidente Buhari, foram mais longe.

Na segunda-feira, o órgão regulador nacional do audiovisual (NBC) pediu a todas as emissoras que excluíssem suas contas no site e alertou que qualquer uso seria considerado "antipatriótico".

A utilização de uma VPN, rede privada virtual que permite o acesso ao Twitter contornando o bloqueio na Nigéria, também será considerada crime, advertiu o Ministério da Informação, embora nenhuma lei com este teor tenha sido votada no Parlamento.

"O Twitter deve primeiro se registrar como uma empresa na Nigéria, deve obter uma licença da comissão de radiodifusão e deve impedir que sua plataforma seja usada por aqueles que promovem atos hostis" contra o país, declarou à AFP o ministro da Informação, Lai Raufu Mohammed.

Organizações de direitos humanos afirmam que há violação das liberdades fundamentais estabelecidas na Constituição de 1999, data oficial do fim dos regimes militares.

“O amordaçamento do Twitter é antes de tudo um meio de amordaçar os meios de comunicação”, afirma o diretor digital de um grande canal de televisão. "Temos que reagir, se não eles podem ir ainda mais longe."

Alguns veículos, como a Arise TV, continuaram a usar o Twitter para compartilhar notícias a partir de seus escritórios na Inglaterra ou nos Estados Unidos, a fim de contornar a diretriz.

"A Nigéria voltou à ditadura", disse Kola Tubosun, um escritor nigeriano, em um editorial na revista internacional Foreign Policy.

A juventude, porém, já está se reorganizando nas redes sociais sob a hashtag #KeepItOn e tenta planejar uma manifestação para o dia 12 de junho.

O Facebook anunciou, nessa terça-feira (8), novas formas de remuneração para seus criadores de conteúdo, com o Instagram também sendo agraciado com as mudanças. Entre as novidades, estão um novo programa de filiação, lojas integradas aos perfis e recursos de remuneração durante as transmissões ao vivo.

O recuso “Afiliado” vai funcionar como um programa para o Instagram para recompensar os criadores de conteúdo pelas vendas que incentivarem. Os compradores poderão encontrar novos produtos (recomendados pelo perfil do criador) assim que terminarem alguma compra, podendo também recomendar aos seus seguidores, aumentando assim o fluxo e consequentemente o engajamento em um sistema de lojas integradas.

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Lojas em contas pessoais também vão possuir esse recurso e poderão utilizá-lo como os perfis grandes. Os conteúdos entrarão em fase de testes e devem chegar aos internautas nos próximos meses.

Para quem vive de lives, a novidade são os “marcos”, que serão tarefas que trarão recompensas em dinheiro, se forem cumpridas, podendo ir de receber uma alta quantidade de estrelas em certo tempo ou transmitir o que estiver fazendo a partir de outra conta, como do Facebook para o Instagram, dando movimento a perfis diferentes. Segundo o portal Techmundo, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, alegou que com as mudanças, o objetivo é ser a melhor plataforma para os criadores de conteúdo.

“Se você tem uma ideia que deseja compartilhar com o mundo, você deve ser capaz de criá-la e divulgá-la com facilidade e simplicidade e então ganhar dinheiro com seu trabalho”, declarou Zuckerberg.

Antes da pandemia de Covid-19, a celebração dos namorados, no dia 12 de junho, costumava encher as lojas, lotar restaurantes e atrair os casais para viagens românticas em cidades turísticas. A data é uma das mais movimentadas para o comércio brasileiro, ao lado do Dia das Mães e do Natal.

Em 2020, as medidas de isolamento social mudaram a forma de celebrar. Mas, apesar das limitações, a intenção de compra dos casais não diminuiu. De acordo com a 43ª edição do relatório Webshoppers, da Ebit|Nielsen, o Dia dos Namorados no último ano expressou o maior crescimento dentre as datas sazonais, com 91% de crescimento em faturamento.

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O faturamento do comércio entre os dias 28 de maio e 11 de junho de 2020 - data que compreende o maior fluxo de vendas para o Dia dos Namorados - foi de R$4,1 bilhões, com uma venda diária de R$278 milhões. Além disso, houve um aumento de 63% nos pedidos, se comparado a 2019.

Para que este ano a data também seja motivo de comemoração entre os varejistas, Ralf Germer, CEO da PagBrasil, fintech brasileira líder no processamento de pagamentos para e-commerce ao redor do mundo, lista algumas dicas:

Amplie suas opções de métodos de pagamento: oferecer opções de pagamento que atendem diferentes perfis de consumidores é importante para aumentar as conversões de vendas. Apesar do cartão de crédito liderar a preferência dos consumidores na hora de comprar online, formatos de pagamento alternativos ainda representam uma grande porcentagem das transações no e-commerce.

Mantenha-se organizado: a organização é fundamental para o sucesso de qualquer negócio. E, em grandes datas comerciais, como o Dia dos Namorados, é de costume a demanda de pedidos aumentar. Por isso, a organização precisa ser redobrada. Sempre tenha sob controle seu estoque de produtos, número de pedidos, prazos etc., para que tudo ocorra bem e os clientes fiquem satisfeitos após a compra.

Utilize um link de pagamento para recuperar carrinhos abandonados: o link de pagamento direciona o seu cliente até uma página segura para a realização do pagamento. Esse artifício permite que sua loja crie outra oportunidade de conversão e recupere clientes que abandonaram o carrinho de compras. Ao invés de somente enviar um e-mail convidando o cliente a retornar à loja e concluir a compra, você pode enviar o link com a cobrança e, assim, intensificar suas ações de remarketing.

Aposte em métodos de pagamento com confirmação acelerada: em datas comemorativas, o prazo de entrega é muito importante. Os métodos de pagamento têm um papel significativo no prazo de entrega. Quanto mais rápida for a confirmação do pagamento e consolidação da compra, mais rápido sua loja pode encaminhar o pedido do cliente para entrega. Por isso, invista em meios de pagamento com confirmação rápida, como o cartão de crédito, Pix, Boleto Flash® e PEC Flash®.

Certifique-se de que seu site está estável: no Dia dos Namorados, o volume de acesso em lojas virtuais tende a aumentar. Por isso, certifique-se antecipadamente que o site do seu negócio está funcionando bem, sem erros ou perdendo a estabilidade com frequência. Confira se os meios de pagamento estão funcionando corretamente, se os produtos estão com preço e descrição certas, entre outros detalhes que são importantes para realizar as vendas sem problemas.

*Da assessoria

Um homem não identificado sofreu uma fratura após ser atropelado por um cachorro conhecido como “caramelo”, na capital paulista. O caso aconteceu no último domingo (6) e foi registrado por câmeras de segurança da rua, que captaram o exato momento em que o animal passa correndo e arrasta o pedestre, que cai ao chão. As imagens, que viralizaram no fim de semana, mostram que o atropelamento aconteceu por volta das 12h, mas não é possível identificar precisamente a localização.

A pessoa no vídeo, que é motorista de aplicativo, estacionava o carro em um estacionamento que aparece no flagrante. A “vítima” acaba batendo as costas no chão. O homem apresenta certa dificuldade para levantar e foi socorrido primeiramente por pessoas que passavam pelo local. Segundo o portal TN, ele precisou ser atendido por equipes médicas e foi encaminhado a um hospital local, mas passa bem.

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Relatos on-line contam que o cachorro havia sido abandonado instantes antes do flagra. O carro de cor preta que passa em vídeo é supostamente o veículo do dono, e o cãozinho, assustado, corria atrás do ex-companheiro.

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