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O Vale do Silício lamentou na quarta-feira (19) a morte do pioneiro do computador que inventou o comando "recortar, copiar, colar". Lawrence "Larry" Tesler faleceu esta semana aos 74 anos, de acordo com a empresa Xerox, na qual trabalhou durante grande parte de sua carreira.

"O inventor de cortar, copiar e colar, pesquisar e substituir e muito mais foi o ex-pesquisador da Xerox, Larry Tesler", divulgou a empresa no Twitter. "Seu trabalho diário é mais fácil, graças às ideias revolucionárias dele. Larry faleceu na segunda-feira, então vamos celebrá-lo", disse Xerox.

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Graduado pela Universidade de Stanford, ele se especializou na interação entre computadores e pessoas e trabalhou na Amazon, Apple, Yahoo e no Centro de Pesquisas de Palo Alto da Xerox. A função recortar e colar foi supostamente inspirada na prática editorial de recortar partes de textos e colocá-las em outros lugares.

"Tesler criou a ideia de 'cortar, copiar e colar' e combinou o treinamento em informática com uma visão contracultural de que os computadores deveriam ser para todos", esclareceu o museu de história da computação do Vale do Silício nesta quarta-feira em sua conta no Twitter.

O comando inventado por Tesler foi popularizado pela Apple depois de incorporá-lo em 1983 ao computador Lisa e ao Macintosh, lançado no ano seguinte. Tesler ingressou na Apple em 1980, depois que o co-fundador da empresa, Steve Jobs, foi buscá-lo na Xerox.

Na Apple, trabalhou por 17 anos e se tornou o cientista-chefe da empresa.

Uma bebê recém-nascida vem ganhando fãs nas redes sociais após ter sido clicada com uma expressão, no mínimo, diferente. A pequena Isabela, nasceu no dia 13 de fevereiro, e - pelas imagens, parece que não curtiu tanto assim a chegada ao nosso mundo. Ao ser carregada pelos médicos a neném resolveu trocar o choro tradicional por uma cara para lá de amarrada.

O momento foi clicado pelo fotógrafo profissional de partos Rodrigo Kunstmann, que trabalha registrando o primeiro momento dos bebês há quatro anos. De acordo com o profissional foram 15 fotos desde o parto até aproximação do colo da mãe. Uma duração menor que cinco segundos. O fotógrafo compartilhou a publicação em suas redes sociais e até agora quase 4 mil pessoas curtiram o ensaio. 

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Saiu nesta terça-feira (18) um Projeto de Lei que vai obrigar empresas prestadoras de serviços de internet a apresentar, na fatura mensal, gráficos que mostrem qual a velocidade média diária de envio e recebimento de dados entregues no mês ao consumidor. O projeto deve atingir apenas usuários pernambucanos e foi proposto pelo deputado Romero Albuquerque (PP).

No texto, as empresas que prestam serviços de internet móvel e banda larga, na modalidade pós-paga, ficariam obrigadas a coletar dados das 8 horas da manhã até a meia-noite, e dividi-los em dois gráficos, um de upload e outro de download. Quem não cumprisse a regra sofreria sanções de acordo com o artigo 56 da Lei 8.078/1990, que está no Código de Defesa do Consumidor e implica em multa e até suspensão temporária da atividade.

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A justificativa do projeto é estimular uma maior transparência no serviço de internet prestado pelas operadoras. Mas não será tão rápido. O PL ainda precisará tramitar na câmara e ser votado pelos outros deputados para entrar em vigor, porém, caso seja aprovado poderá ser útil na hora de reclamar que sua internet - realmente - não estava funcionando tão bem quanto diz a propaganda.

O Google anunciou nesta segunda-feira (17), o fim do Google Station, serviço da empresa que oferecia Wi-Fi gratuito em mais de 5 mil locais em todo o mundo, inclusive no Brasil. O motivo do encerramento do programa, de acordo com a companhia, foi a dificuldade em ampliar e manter o negócio de forma sustentável.

"Nos últimos anos, porém, os desafios impostos por diversos requisitos técnicos nos diferentes países tornaram difícil a nossa missão de escalar e tornar o projeto sustentável, especialmente, para nossos parceiros. Além disso, o ecossistema evoluiu como um todo, oferecendo várias oportunidades de acesso com custos menores”, disse o comunicado da empresa.

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Mal chegou e já vai indo

No Brasil, o Google Station chegou em junho de 2019, nos estados de São Paulo e Ceará. No sudeste, a companhia conseguiu colocar mais de 200 pontos em espaços públicos como os parques Ibirapuera e Chico Mendes, além de estações de trem da CPTM, Mercado Municipal, MASP e outros. A intenção da empresa era conectar milhões de brasileiros até o fim de 2020.

O Station será interrompido de maneira gradual, durante 2020. O Google garante que suporte as empresas brasileiras para formalizar um plano de transição do serviço e oferecendo suporte a eles e aos usuários até o fim do ano. Mas ele não era o único, serviço de internet gratuita oferecido por uma grande corporação. 

Em 2013, o Facebook fundou o projeto Internet.org e, em 2016, lançou o Express Wi-Fi Na Índia, depois que seu serviço de Internet anterior foi banido no país. No ano passado, a empresa de Mark Zuckerberg chegou a experimentar “drones de Internet” movidos a energia solar.

O número de usuários que faz parte de algum tipo de aplicativo pertencente ao Facebook não para de crescer. Na última quarta-feira (12), foi a vez do WhatsApp que atingiu 2 bilhões de usuários ativos no mundo. O número é surpreendente, uma vez que, equivale a mais de um quarto da população do planeta, além de representar um aumento de 334% desde que o Facebook adquiriu o app de mensagens, em 2014. 

Com o aumento de participantes no mensageiro, a empresa comandada por Mark Zuckerberg atingiu a marca de 4,3 bilhões de usuários em seus aplicativos de mensagens. Além do WhatsApp, Zuckerberg é dono também das plataformas Facebook, Instagram e Facebook Messenger. 

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O número reflete uma resposta do público ao esforços feitos pela equipe da companhia para conter os escândalos de falhas de segurança, que comprometem informações dos usuários, além de golpes dados no aplicativo.  O Facebook adiou a decisão de colocar anúncios nos status do mensageiro e, recentemente, implantou a verificação em duas etapas no aplicativo. 

O secretário da Defesa dos Estados Unidos alertou neste sábado (15) que a Huawei é uma ameaça à OTAN e pediu aos europeus que não permitam que a gigante de telecomunicações chinesa participe de suas novas redes 5G.

"Se não entendermos a ameaça e não fizermos algo, no final, poderia comprometer o que é a aliança militar de maior sucesso na história, a OTAN", disse Mark Esper, na conferência de segurança em Munique, Alemanha.

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Por sua vez, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, denunciou o "Cavalo de Troia" que constitui a empresa chinesa, cuja participação nas redes 5G ocidentais levará à transferência para o "Partido Comunista Chinês e aos serviços secretos chineses" os dados de todos os usuários.

A Huawei é acusada pelo governo de Donald Trump de espionagem em favor do governo chinês. Washington pede, portanto, que muitos países não usem o equipamento da gigante chinesa para a implantação da nova rede telefônica 5G.

O Facebook eliminou dezenas de contas vinculadas à inteligência militar russa, em um novo esforço para erradicar as campanhas de manipulação e desinformação na rede social, anunciou a empresa, com sede na Califórnia.

Contas no Facebook e Instagram criadas no Irã, Vietnã e Mianmar também foram bloqueadas por “interferências governamentais ou estrangeiras”, afirmou Nathaniel Gleicher, chefe da política de segurança do Facebook.

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A rede russa incluía 78 contas no Facebook e quatro no Instagram dedicadas principalmente à Ucrânia e aos países vizinhos, e que publicavam conteúdo sobre o conflito na Síria, tensões étnicas na Crimeia e a queda em 2014 de um avião civil da Malaysia Airlines na Ucrânia.

“Embora as pessoas por trás dessa rede tentem esconder suas identidades e coordenação, nossa investigação encontrou ligações com os serviços de inteligência militar russos”, destacou Gleicher em uma publicação da empresa.

O anúncio é o mais recente vinculado a uma série de medidas de segurança e prevenção que as redes sociais vêm desenvolvendo para interromper tentativas de manipulação ou promoção artificial de mensagens políticas, geralmente por meio de campanhas de desinformação.

Seis contas no Facebook e cinco contas no Instagram de origem iraniana estavam focadas nos Estados Unidos e nas relações entre esse país e a República islâmica. A empresa justificou sua eliminação alegando “comportamento inautêntico coordenado” e um aparente link para uma rede semelhante excluída pelo Facebook em janeiro de 2019.

Trancados em casa por medo de contágio do novo coronavírus, milhões de chineses recorrem à Internet para dar continuidade ao dia a dia, trabalhando em casa, estudando a distância, ou visitando museus e exposições virtualmente.

A China continua paralisada pela crise provocada pelo coronavírus, e o governo insiste em que as pessoas fiquem em casa para evitar mais contágio.

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O resultado é um boom no uso de plataformas de gigantes como Alibaba, Tencent e Huawei, cujos aplicativos agora são os mais baixados.

A Tencent disse que a atividade de seu aplicativo WeChat Work, que serve para coordenar o trabalho remoto de várias pessoas, multiplicou-se por dez desde 10 de fevereiro. Nessa data, a China voltou ao trabalho após as férias do Ano Novo Lunar, prolongadas pelo coronavírus.

O aplicativo DingTalk, do Alibaba, registrou o maior tráfego em seus cinco anos de existência, com cerca de 200 milhões de pessoas usando-o para trabalhar de casa, informou a empresa à imprensa chinesa.

A Huawei disse que sua plataforma WeLink recebe um milhão de novos usuários todos os dias.

"Acabamos de ajudar uma escola de arte a abrir aulas de pintura on-line e estamos ajudando uma escola de música em suas aulas virtuais", afirmou Eric Yang, executivo-chefe da iTutorGroup, uma empresa de Xangai, que afirma ter aumentado sua atividade em mais de 200%.

O vírus, que matou mais de 1.100 pessoas e infectou 45.000, forçou o fechamento de fábricas em todo país e terá consequências no crescimento da segunda economia mundial.

Em 2003, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) ajudou a desenvolver o comércio on-line na China, e o coronavírus também deve "acelerar a mudança estrutural de longo prazo" em direção à economia digital, de acordo com a S&P Global Ratings.

- Consultas médicas a distância -

Saturados de pessoas que querem saber se têm o coronavírus, muitos hospitais estão optando pela telemedicina para classificar os pacientes com base em sua gravidade, informou a imprensa oficial.

Muitos museus e centros culturais estão fechados, mas alguns lugares - como a Cidade Proibida de Pequim, ou o museu dos guerreiros de terracota de Xi'an - criaram passeios virtuais, enquanto o zoológico de Xangai exibe seus pandas nas redes sociais.

Até as coletivas de imprensa diárias do ministro das Relações Exteriores são feitas on-line.

As escolas do país estão fechadas até março, e muitas tentam seguir a recomendação do Ministério da Educação, que pediu para "parar as aulas, mas não parar o aprendizado".

Grace Wu, que tem a filha de nove anos, Charlotte, matriculada na Escola Americana de Xangai, já está se preparando para passar muitas semanas em casa.

"Há duas preocupações. Primeiro, com o coronavírus e, depois, com o ensino", disse Wu.

Na semana passada, porém, a escola decidiu voltar a dar aulas on-line até a reabertura de sua infraestrutura física.

Charlotte e seus colegas de classe se adaptaram à situação e até organizaram uma festa de aniversário virtual por meio do sistema de videoconferência Zoom.

Segundo o Alibaba, mais de 300 cidades em 30 províncias do país estão usando esse sistema de classes a distância com cerca de 50 milhões de usuários.

O recurso à Internet também saturou as redes. Alibaba, por exemplo, disse que instalou mais de 10.000 novos servidores.

Alguns provedores inventam novos serviços, como um sistema para ocultar o fundo da imagem durante uma videoconferência, para que a pessoa que recebe a chamada não perceba que o interlocutor está em casa e, assim, possa parecer mais "profissional".

Os chineses já estão muito conectados e usam seus telefones para comprar, pedir comida, encontrar um parceiro, pagar contas, ou se expressar.

Wang Guanxin, professor do iTutorGroup, acredita que, com o coronavírus, haverá uma "virada decisiva" para a indústria.

"Objetivamente, permitirá que as pessoas que desconfiam, ou não usam a educação a distância, mudem seu ponto de vista", afirmou.

Uma pesquisa do Ibope divulgada no último mês de junho apontou 14% dos brasileiros optam pelo cardápio vegetariano na alimentação. Com o aumento da população que procura não ingerir ou reduzir o consumo de comida oriunda de animais, não é só o mercado alimentício que mira esta parcela do mercado. A “tecnologia do amor” também tem o seu recurso para aproximar casais que sigam o mesmo princípio: O aplicativo de namoro Veggly, desenvolvido pelo brasileiro Alex Felipelli, já tem cerca de 100 mil usuários no mundo.

A iniciativa de Felipelli, idealizador do projeto, veio à tona após o engenheiro de computação procurar relacionamento amoroso com pessoas que, assim como ele, baniram a carne do cardápio. Vegano há pouco mais de quatro anos, o ex-estudante da Universidade de São Paulo (USP) teve a ideia de usar a tecnologia para intermediar o encontro de quem procura, por meio da alimentação, reduzir os impactos no meio ambiente e o sofrimento de aves, bovinos, suínos e peixes. 

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O aplicativo de paquera foi lançado em 2018 e pode ser acessado em idiomas como inglês, espanhol, alemão, francês, italiano, dinamarquês, além do português. No Brasil, já são mais de 9,4 mil adeptos do Veggly. Do total de usuários, 53% são mulheres. O restante, 47%, é composto por homens.

As aulas voltaram e com elas o caos do trânsito das grandes metrópoles. Além dos trabalhadores que tentam chegar aos seus postos de trabalho, muitos pais tentam chegar às escolas de seus filhos e acabam presos em filas intermináveis de carros com a mesma intenção. E aí é que entra o aplicativo Filho Sem Fila, que tem o objetivo de agilizar esse processo.

Criado em 2013, o aplicativo se propõe a reduzir em até 75% o tempo de espera na porta da escola ou na procura por vagas de estacionamento. Atualmente, a ferramenta já está em mais de 180 instituições de ensino, em mais de 50 cidades brasileiras, além de países como Canadá e Paraguai. 

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Como funciona

Para fugir das filas pais de alunos conseguem avisar à portaria das escolas com uma antecedência de 10 a 15 minutos, que estão chegando ao colégio. Assim, a equipe da escola tem acesso, pelo próprio app, a fotos e documentos dos responsáveis pela retirada da criança. Confere de quem se trata e agiliza o deslocamento do estudante. Essa organização do fluxo de saída reduz a fila de carros à espera – em até 75% - e, consequentemente, o trânsito nesse horário.

Em 2019, o Filho Sem Fila também passou a monitorar o transporte escolar, com informações do momento em que a van escolar se aproxima do ponto de embarque fornecidas aos pais. Assim, aumenta a segurança sobre o embarque das crianças. Há também um check-in na escola, para que a família tenha total controle do trajeto. O aplicativo está disponível para Android e iOS gratuitamente.

O Google divulgou na última quinta-feira (7) que está com inscrições abertas para o Code Jam to I/O for Women, um desafio de programação voltado para mulheres. O evento pretende reunir mulheres estudantes e profissionais de diferentes partes do mundo para resolver desafios algorítmicos complexos em uma competição de programação com duas horas e meia de duração.

As participantes que ficarem entre as 150 primeiras colocadas receberão um ingresso para a conferência de desenvolvedores do Google, o I/O 2020, que acontece de 12 a 14 de maio, em Mountain View, nos EUA. Lá, elas terão acesso a todas as novidades envolvendo as infinitas possibilidades do mundo dos códigos.

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No ano passado, cerca de 183 inscrições foram preenchidas por mulheres da América Latina, em que 74 eram brasileiras. As inscrições são gratuitas, mas é preciso acessar o link para fazer o cadastro. As provas acontecem no dia 15 de fevereiro, às 10h da manhã, horário local.

O aplicativo de mapas da gigante Google, o Google Maps, apresentará novos recursos e um design renovado, anunciou a empresa americana de tecnologia nesta quinta-feira (6), no 15º aniversário de sua popular ferramenta de navegação.

Entre as novidades estão melhorias para quem viaja diariamente para o trabalho, em seus próprios veículos ou em transporte público, e outras que facilitam a busca por serviços ou entretenimento, afirmou o vice-presidente do produto Dane Glasgow, no blog oficial da empresa.

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Nos últimos anos, o Google dominou o mercado de aplicativos de navegação, mas essas últimas melhorias em seu Google Maps parecem ter o objetivo de permanecer à frente diante da crescente concorrência no setor, com concorrentes de peso como a Apple, que recentemente introduziu uma atualização abrangente de sua própria ferramenta de mapas.

Esta nova versão do Google Maps está organizada em cinco guias, incluindo “explorar”, que oferece detalhes e avaliações de restaurantes, lojas, centros culturais e outros serviços. Além disso, possui o chamado “commute”, verbo em inglês que define o deslocamento frequente de um lugar para o outro e onde o Google promete oferecer as melhores rotas de e para o trabalho em qualquer meio de transporte.

O Google Maps possui mais de 1 bilhão de usuários ativos por mês e o serviço apresenta mapas de mais de 220 países e territórios e, em 171 deles, oferece atualizações em tempo real das condições de tráfego.

No ano passado, o Google adicionou um recurso que prevê o quão ocupado um ônibus, trem ou metrô pode estar. O sistema foi aprimorado para relatar também a temperatura no transporte e se possui acessibilidade ou seguranças à bordo.

Quanto ao design, os “pinos” vermelhos que indicam um local serão agora multicoloridos, de acordo com a paleta do logotipo do Google. Para comemorar o aniversário, o ícone de um carro substituirá por tempo limitado o ponto azul que mostra a localização do usuário no mapa.

A conta oficial do Instagram no Twitter soltou mais uma novidade do aplicativo, na última terça-feira (4). Agora é possível responder aos stories usando GIFs animados. O recurso é fruto de uma parceria da empresa com o Giphy, site que agrega diversos serviços e que serve como uma biblioteca de imagens animadas.

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“Agora você pode responder a um storie de um amigo(a) usando GIFs do @GIPHY. Atualize seu app para tentar.”, informou em publicação no Twitter, em tradução livre. Já algum tempo o Instagram vem colocando recursos de interação mais dinâmicos em sua plataforma. 

Apesar de a novidade dar uma animada em que usa o aplicativo, ainda não são todos os aparelhos que podem usar o recurso, que deve ser liberado aos poucos à medida que os telefones forem atualizados. 

Para fazer aquele esquenta para o Carnaval, o aplicativo de entregas Zé Delivery, aportou na região metropolitana do Recife entregando bebidas de graça. Além da capital pernambucana, usuários de Olinda, Paulista, Abreu e Lima e Jaboatão dos Guararapes poderão ganhar uma lata de SKOL Beats Carva a cada pedido no app.

A entrega do mimo será feita entre 31 de janeiro e 9 de fevereiro. O serviço também está com frete grátis promocional e trabalha, principalmente, com bebidas geladas. A cerveja, entregue aos usuários no momento da chegada do pedido, é uma parceria com a Carvalheira e tem sabor de mel e limão, teor alcoólico de 7,9% e está disponível em latas de 269ml.

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É possível pedir vinhos, destilados, refrigerantes, gelo e carvão. A empresa responsável pelo aplicativo promete preços baixos, entrega rápida e compras através de pequenos comerciantes. Além do Zé Delivery, outros aplicativos que também entregam bebidas são o James, o Rappi e a aba “Mercado”, recentemente inaugurada do iFood.

O WhatsApp deve expandir para mais países seu recurso de transferência de dinheiro pelo aplicativo ainda neste ano. Desde 2018, a ferramenta é testada na Índia. A declaração foi feita pelo presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, nesta semana, durante conferência com investidores. Segundo o executivo, o WhatsApp Payments deve chegar a países em que o aplicativo tem grande base de usuários, como Brasil, México, Indonésia e Índia.

A ferramenta de pagamentos permite que usuários façam transferência de dinheiro pelo aplicativo. "É tão fácil quanto mandar uma foto", afirmou Zuckerberg na conferência, completando que a função foi testada com 1 milhão de pessoas na Índia, com uma boa receptividade pelos usuários. "Estou realmente animado com isso e espero que a função comece a ser lançada em vários países e que tenhamos progresso nessa área nos próximos seis meses", disse ele.

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De acordo com a empresa, o WhatsApp Payments será integrado à estrutura do Facebook Pay, plataforma de pagamentos da rede social, anunciada no ano passado. Ela permite que usuários transfiram dinheiro ou façam pagamentos, em compatibilidade com diferentes bandeiras de cartões de crédito e débito, além do PayPal. Hoje, esse recurso funciona apenas nos EUA. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Apple anunciou na última quinta-feira (30), atualizações para a sua ferramenta de mapas. Agora é possível conferir mais detalhes como estradas, edifícios, parques, aeroportos, shoppings e muito mais. Além disso, a companhia atualizou a Siri, para que as informações de direção soem ainda mais naturais.

 Com base no novo mapa, usuários com aparelhos que possuem o iOS 13 ganham mais recursos que ajudam a navegar com um simples toque. O novo Maps oferece imagens interativas no nível da rua com fotografia 3D de alta resolução e transições suaves e perfeitas nas principais cidades com o “Look Around” (olhe em volta em tradução livre). 

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 Além disso, usuários de dispositivos da maçã podem criar e compartilhar listas de seus restaurantes favoritos, lugares que desejam visitar ou os principais sites de suas próximas férias usando Coleções, além de criar uma barra de favoritos para salvar os lugares que mais gostarem. Por enquanto, a novidade está funcionando apenas nos Estados Unidos, mas a empresa espera lançá-lo na Europa nos próximos meses.

 De acordo com a Apple os recursos adicionais no Maps incluem:

As informações de trânsito em tempo real fornecem horários detalhados de trânsito, horários de partida em tempo real, horários de chegada, a localização atual de um ônibus ou trem em trânsito e conexões do sistema para ajudar a planejar uma viagem. 

 Status do voo, que usa a Siri no dispositivo para procurar informações armazenadas no e-mail, calendário ou carteira e serve informações de voo para terminais, locais de portões e horários de partida, além de alterações ou cancelamentos para as próximas viagens.

 A empresa também garante que, a partir de agora, a Siri falará com mais naturalidade, assimilando-se cada vez mais a uma pessoa real. Para usar o aplicativo não é necessário fazer login e nem conectar-se a um ID da Apple. Recursos personalizados como horário de partida para marcar o próximo compromisso são devem ser criados usando a inteligência no dispositivo, entre outras melhorias de privacidade.

O Twitter anunciou o lançamento de um recurso para ajudar seus usuários a encontrarem as melhores informações sobre o novo coronavírus. Quem fizerem uma busca sobre o assunto na plataforma (usando o nome ou termos associados ao vírus) vai receber, como primeiro resultado, uma notificação para acessar conteúdos oficiais do Ministério da Saúde relacionados ao tema.

 A função busca facilitar o acesso a conteúdos completos e confiáveis sobre a epidemia, que se encontram disponíveis no site Ministério da Saúde. Entre as informações estão detalhes sobre as causas, sintomas, tratamento, diagnóstico e prevenção do novo coronavírus. O recurso está disponível em diversos idiomas e em países espalhados pelo mundo, incluindo na região asiática.

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A parceria entre o órgão do Governo e a plataforma é mais uma estratégia do Twitter de driblar as fake news e impedir a propagação de informações falsas sobre o tema. "Temos um trabalho contínuo no Twitter para trazer novas funcionalidades e ressaltar informações confiáveis, relevantes e de alta qualidade na plataforma. Essa iniciativa junto ao Ministério da Saúde é parte de uma parceria que visa levar a população conteúdos relevantes relacionados a temática da saúde", afirma Fernando Gallo, gerente de políticas públicas do Twitter Brasil, em nota.

A Comissão Europeia publicou nesta quarta-feira (29) uma série de recomendações estritas para o desenvolvimento da rede móvel 5G na União Europeia (UE) para prevenir qualquer risco de segurança, sem excluir a chinesa Huawei, acusada de espionagem por Washington.

Elaboradas pelos países do bloco e pelo Executivo comunitário, as recomendações estipulam a aplicação de "restrições pertinentes para os provedores considerados de alto risco", sem nomear explicitamente nenhuma empresa.

A publicação do guia de medidas não vinculantes para os diferentes governos nacionais acontece um dia depois da autorização parcial do governo britânico à participação da Huawei em sua rede 5G.

O governo dos Estados Unidos, que pressiona os aliados a excluírem a empresa chinesa do desenvolvimento da nova geração de parâmetros da rede móvel ao acusá-la de espionar para Pequim, considerou a decisão decepcionante.

Para "mitigar os riscos de segurança", a UE recomenda realizar as "exclusões necessárias (...) para os ativos críticos e sensíveis, como as funções de gestão e de orquestração da rede", explica a Comissão.

Os países da UE estão convocados a vigiar que cada uma de suas operadoras "disponha de vários provedores para evitar a dependência de empresas consideradas de alto risco".

Austrália e Japão seguiram o exemplo dos Estados Unidos e proibiram o uso da Huawei, enquanto a maioria dos grandes mercados emergentes, liderados por Brasil e Índia, abrem os braços para a empresa chinesa.

O 5G, uma nova etapa da comunicação móvel, permitirá conectar tudo o que atualmente não está conectado, principalmente objetos, em indústrias, cidades ou na área da saúde.

Após a declaração do Reino Unido, nesta terça-feira (28), informando que irá permitir que a companhia chinesa Huawei opere na sua rede rede 5G - com algumas restrições, a empresa de tecnologia soltou um comunicado otimista no Twitter. Em nota, Victor Zhang, vice-presidente da Huawei, afirmou estar tranquilo com a decisão e afirmou que vai “continuar trabalhando com nossos clientes para manter a implementação do 5G no caminho certo”.

 A decisão do governo londrino vai contra a pressão norte-americana para excluir a companhia, sob as acusações de que  a gigante chinesa estaria espionando em nome de Pequim. Algo que os executivos da Huawei negam. Porém, o primeiro-ministro Boris Johnson, anunciou que atores de "alto risco" serão "excluídos de partes sensíveis do coração da rede 5G", além de estarem sujeitos a um limite de 35% em sua participação em partes não estratégicas - mas isso não quer dizer que seriam 100% excluídos, como queria o governo dos Estados Unidos.

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 Confira o comunicado da Huawei, após a decisão:

"A Huawei está tranquilizada pela confirmação do governo do Reino Unido de que podemos continuar trabalhando com nossos clientes para manter a implementação do 5G no caminho certo. Esta decisão baseada em evidências resultará em uma infra-estrutura de telecomunicações mais avançada, mais segura e com melhor relação custo-benefício, adequada para o futuro. Ela fornece ao Reino Unido acesso à tecnologia líder mundial e garante um mercado competitivo.

Nós fornecemos tecnologia de ponta aos operadores de telecomunicações no Reino Unido há mais de 15 anos, desenvolvemos esse sólido histórico, apoiando nossos clientes à medida que investem em suas redes 5G, impulsionando o crescimento econômico e ajudando o Reino Unido a continuar competindo globalmente. Concordamos que um mercado diversificado de fornecedores e uma concorrência justa são essenciais para a confiabilidade da rede e inovação, além de garantir que os consumidores tenham acesso à melhor tecnologia possível ", finaliza.

O governo britânico decidiu nesta terça-feira (28) conceder acesso limitado à sua rede 5G aos fabricantes de equipamentos de telecomunicações "de alto risco", a saber, o grupo chinês Huawei, que imediatamente disse estar "tranquilizado".

Londres estava sob forte pressão americana para excluir a Huawei, uma vez que Washington acusa a gigante chinesa de espionar em nome de Pequim. O governo britânico acabou decidindo, como havia sugerido nos últimos dias, que limitará o acesso de fabricantes de "alto risco" às suas redes 5G, mas não as excluiria.

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Em uma declaração que não menciona claramente a Huawei emitida após uma reunião do Conselho de Segurança Nacional presidida pelo primeiro-ministro Boris Johnson, o Ministério da Cultura, Mídia e Digital anunciou que atores de "alto risco" serão "excluídos de partes sensíveis do coração da rede 5G" e estarão sujeitos a um limite de 35% em sua participação em partes não estratégicas.

"Os ministros concordaram que as operadoras britânicas devem estabelecer salvaguardas adicionais e excluir provedores de alto risco de certas partes de suas redes de telecomunicações que são críticas para sua segurança", afirma o comunicado.

Portanto, esses fabricantes de equipamentos serão "excluídos de toda a infraestrutura crucial para a segurança nacional, de funcionalidades centrais e sensíveis da rede, de áreas geográficas sensíveis, em especial perto de locais nucleares e bases militares, e com uma participação" limitada a 35% na rede periférica.

Em um comunicado em separado, a Huawei disse estar "tranquilizada pela confirmação do governo britânico de que podemos continuar trabalhando com nossos clientes para continuar a implantação do 5G".

A gigante chinesa de telecomunicações está presente nas redes britânicas há 15 anos, principalmente nas infraestruturas 4G da Vodafone e da BT.

As operadoras de telecomunicações disseram que excluir a Huawei seria caro e atrasaria a migração para o 5G.

- Pressão dos EUA -

Os Estados Unidos têm exigido que muitos países europeus, em particular o Reino Unido, excluam a Huawei de suas redes, acusando o grupo de manter laços estreitos com o governo chinês e alertando para o risco de espionagem. A Huawei sempre rebateu essas acusações.

Ao autorizar sua participação, mesmo que limitada, Johnson corre o risco de irritar Washington em um momento em que o Reino Unido espera fortalecer seus laços bilaterais, tendo em vista as negociações para um ambicioso acordo comercial após o Brexit.

As autoridades americanas não pouparam esforços para tentar fazer com que Londres cumprisse suas exigências, entre reuniões a portas fechadas e avisos do secretário de Estado Mike Pompeo, que chamou a iminente decisão britânica de "fundamental".

O próprio Johnson falou ao telefone na sexta-feira com o presidente Donald Trump.

Este mês, o primeiro-ministro já havia avisado que existem poucas alternativas à Huawei, dada a sua vantagem tecnológica sobre suas concorrentes.

Além disso, se o grupo chinês fosse excluído, seria necessário eliminar suas estações base da infraestrutura 4G existente, o que seria oneroso e impactaria as contas dos clientes, além de atrasar a migração para o 5G.

Os serviços de segurança britânicos garantiram que é possível trabalhar com a fabricante chinesa sem comprometer a segurança.

Ainda assim, a abertura para a Huawei preocupa alguns no Parlamento de Westminster e dentro do governo.

Enquanto o ministro das Finanças, Sajid Javid, posicionou-se a favor, outros pesos pesados, como o ministro do Interior, Priti Patel, e o ministro da Defesa, Ben Wallace, foram contrários.

Austrália e Japão seguiram o exemplo dos Estados Unidos proibindo a Huawei, mas os países europeus parecem divididos.

Já a maioria dos grandes mercados emergentes, liderados pelo Brasil e pela Índia, está abrindo os braços para a fabricante chinesa.

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