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A 99food, plataforma de entregas de comidas da 99pop, passará a funcionar também nas cidades de Salvador (BA), Recife (PE), Cuiabá (MT) e Campo Grande (MS), conforme comunicado pela empresa nesta terça-feira (20). Através do site, é possível explorar o aplicativo enquanto consumidor, entregador e dono de estabelecimento. O 99food está disponível nas lojas do Android e iOS, mas também é possível acessá-lo de dentro do aplicativo de viagens, o 99pop.

Para os interessados em trabalhar com a plataforma, já é possível se registrar através do site “Quero Ser 99food”, a inscrição é gratuita. Também está disponível o pré-cadastro dos estabelecimentos e, para isso, o proprietário deve ceder informações de contato, identificação e endereço.

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Aos entregadores, o protocolo é parecido, com etapas de identificação e conhecimento dos termos. A plataforma explica que não há cobrança de taxas aos entregadores, e já é possível escolher mais de um método de entrega em todas as cidades contempladas. O 99food já está presente em todas as regiões do país. Para conferir a disponibilidade no seu estado e cidade, ative a localização ou busque pelo site.

O 99food foi criado em dezembro de 2019 e faz parte do projeto de expansão da rede 99, que faz parte da empresa global, com sede na China, DiDi Chuxing ("DiDi").

Na internet é assim: piscou, surgem novas estrelas em memes hilários e divertidos que viralizam rapidamente e passam por todos os IPs possíveis e imaginários. As ‘famosas’ da vez são duas irmãs Maria Eduarda e Maria Antônia, de três e seis anos, respectivamente. A duplinha protagonizou uma cena muito engraçada durante a festa de aniversário da primeira. As imagens ganharam o coração dos internautas e as menininhas seu momento de fama. 

O vídeo foi gravado durante aniversário de Eduarda, que comemorava seus três anos de idade, no último domingo (18). Enciumada, Antônia não teve dúvidas e se apressou em soprar a vela antes da irmã; A Duda ficou brava e começou a maior briga, muito puxão de cabelo e uma confusão daquelas. Em entrevista ao Hugo Gloss, a madrinha das meninas, Gabriela Aureluk, explicou a situação: “Como era aniversário da mais nova a mais velha ficou com ciúmes, normal. Elas se dão super bem, não ficam longe uma da outra”.

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A crise de ciúmes da pequena Antônia não causou risos apenas nos internautas. Os presentes na festa também se divertiram com a situação, segundo Gabriela, e a menina se escondeu no quarto, chorando. Mas, a família conseguiu contornar o desconforto das pequenas e elas logo fizeram as pazes para curtir o bolo e o resto do aniversário. “É aquela relação de irmãs: uma hora estão se estapeando, outra hora estão se abraçando”, disse a madrinha. 

O que não era esperado pela família foi a repercussão do vídeo. Gabriela conta que não imaginava toda essa resposta ao postar as imagens em seu Instagram. Segundo ela, a mãe das garotas está até um tanto assustada. “A mãe tá infartando aqui. A gente tá feliz que já saiu que elas são irmãs, porque teve muita crítica também. E agora, como já publicaram que elas são irmãs, briga de irmã é normal”. 

O Paquistão anunciou nesta segunda-feira (19) que suspendeu a proibição do aplicativo de compartilhamento de vídeos TikTok porque a plataforma concordou em bloquear conteúdo "imoral".

Apesar de sua popularidade, o Paquistão fechou a TikTok, propriedade da sociedade chinesa ByteDance, em 9 de outubro por divulgar conteúdo "imoral, obsceno e vulgar".

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A Autoridade de Telecomunicações do Paquistão (PTA) indicou nesta segunda-feira ter tido uma promessa da TikTok de que a empresa "bloqueará todas as contas repetidamente implicadas na disseminação de obscenidades e indecências".

No entanto, a PTA avisou que o aplicativo pode ser definitivamente banido no Paquistão se não moderar o conteúdo postado na plataforma.

A TikTok assegurou, por sua vez, que se comprometeu a fazer cumprir "as diretrizes da comunidade e cumprir as leis locais", sem especificar exatamente quais regras ela deverá aceitar.

O Paquistão, um país muçulmano conservador, saiu em busca de conteúdo "imoral" na internet e nas redes sociais. No início de setembro, fechou vários aplicativos de namoro, incluindo o Tinder e o Grindr, por esses motivos.

Da mesma forma, em agosto, ordenou que o YouTube, que pertence ao Google, bloqueasse "conteúdo vulgar, indecente, imoral, nudez e discurso de ódio".

Arslan Khalid, conselheiro do primeiro-ministro Imran Khan encarregado da mídia digital, afirmou recentemente que a "exploração" e "sexualização de meninas no TikTok" causou sofrimento aos pais.

O TikTok foi proibido em Bangladesh no ano passado na luta contra a pornografia, enquanto a Indonésia bloqueou brevemente seu acesso por meio de palavrões.

Começa neste sábado (17), a 17ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que promove eventos em todo o Brasil com o objetivo de dar visibilidade às descobertas e inovações produzidas por instituições nacionais de pesquisa.

A ideia é popularizar esse tipo de conhecimento, muitas vezes restrito a acadêmicos, para os cidadãos, especialmente os mais jovens. A semana segue até a próxima sexta-feira (23).

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A SNCT é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações (MCTI), em parceria com secretarias da área nos estados e municípios, além de universidades, escolas e instituições de ensino e pesquisa.

Atualmente, colaboram com a realização deste grande evento as universidades e instituições de pesquisa; escolas públicas e privadas; institutos de ensino tecnológico, centros e museus de C&T; entidades científicas e tecnológicas; fundações de apoio à pesquisa; parques ambientais, unidades de conservação, jardins botânicos, entre outros.

Neste ano, a SNCT terá como tema Inteligência Artificial: a nova fronteira da ciência brasileira. A Agência Brasil publicou no mês passado um especial sobre o assunto.

De acordo com o ministério, a escolha do tema está relacionada ao potencial da inteligência artificial de trazer ganhos na promoção da competitividade e no aumento da produtividade brasileira, na prestação de serviços públicos, na melhoria da qualidade de vida das pessoas e na redução das desigualdades sociais, dentre outros.

Até domingo o próximo (27), cerca de três mil atividades devem ser promovidas por 66 instituições ligadas aos governos federal, estaduais e municipais, escolas, centros de pesquisa e entidades da sociedade civil. Para conhecer a programação, busque mais informações na página do evento.

Mês nacional

Desde o ano passado, o MCTI decidiu expandir as atividades da semana, e o governo federal denominou outubro como o Mês Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovações, celebração que será realizada daqui para a frente pelo Executivo.

De acordo com a pasta, em comunicado oficial em seu site, o mês nacional terá como propósito “mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades da área, valorizando a criatividade, a atitude científica a inovação e a comunicação”.

Alguns usuários do Twitter reclamam de uma instabilidade apresentada pela plataforma na noite desta quinta-feira (15). Outros garantem que, quando tentam logar na rede social, recebem a mensagem para instalar novamente o aplicativo. 

O LeiaJá apurou que essas instabilidades variam. Se o usuário tentar logar pelo Chrome, como fizemos, ele apenas não consegue tuitar. Na versão mobile, até as 19h30, não estava sendo possível o login; às 19h40 "normalizou", mas também sem a permissão do post.

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O Techtudo mostra que, segundo dados do Down Detector, ferramenta que monitora o funcionamento de serviços on-line, a falha começou por volta das 18h30 e atinge usuários de diversos países, incluindo o Brasil. 

Acompanhando o Twitter e o Facebook, o YouTube anunciou nesta quinta-feira (15) que está endurecendo suas regras contra a disseminação de teorias da conspiração para fins violentos, notadamente QAnon, um movimento conspiratório pró-Trump que avançou, em meio a protestos contra o racismo e antirracismo.

Os regulamentos da plataforma de vídeo do Google sobre mensagens de ódio e assédio agora proíbem "conteúdo direcionado a indivíduos ou grupos de pessoas com teorias de conspiração que foram usadas para justificar a violência na vida real", apontou o Youtube em comunicado.

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A rede social, que conta com 2 bilhões de usuários mensais, também afirmou ter removido dezenas de milhares de vídeos vinculados ao QAnon e baniu centenas de canais, notadamente por ter "ameaçado de usar violência" ou "negado a existência de grandes eventos violentos", como o Holocausto.

QAnon é um movimento de extrema direita que defende a ideia de que o presidente dos EUA, Donald Trump, trava uma guerra secreta contra uma seita liberal global composta de pedófilos satanistas.

Nascida nas redes sociais em 2017, ganhou popularidade graças a postagens viralizadas no Facebook e Instagram.

A gigante da tecnologia anunciou no dia 7 de outubro a remoção de todas as contas e conteúdos vinculados ao movimento em sua plataforma principal e no Instagram, incluindo páginas que "não contêm conteúdo violento".

Na verdade, o Facebook notou que os defensores dessas teorias da conspiração mudaram de usuário para usuário para atrair constantemente novos públicos.

Seus membros se passam por ativistas contra o tráfico de crianças e usam palavras-chave como #SaveTheChildren (save children).

A menos de três semanas de uma eleição presidencial em meio à alta tensão, as plataformas de tecnologia multiplicaram medidas para pacificar as trocas e demonstrar que não são veículos de mensagens de ódio e desinformação, após intensas críticas.

As mulheres possuem menor probabilidade de possuírem aparelhos digitais e terem acesso à internet na América Latina. As desigualdades de gênero se estendem no acesso a dispositivos e recursos tecnológicos, reforçando a iniquidade das mulheres na região.

A conclusão é de um relatório lançado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). O estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

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Em 23 países analisados, a propriedade de telefones móveis é majoritariamente maior entre homens do que mulheres. As diferenças mais acentuadas ocorrem no Equador, em El Salvador, na Guatemala, em Honduras, em Trindad e Tobago e na Venezuela.

Em cinco dos 23 países estudados, esta tendência se inverte. Isso ocorre na Argentina, no Brasil, no Chile, no Haiti e no Panamá. Na Jamaica, os índices são semelhantes. Na evolução dos índices, as mulheres chegaram a possuir uma possibilidade maior em 2007, mas desde então a brecha de gênero favoreceu os homens. Nos últimos anos este movimento vinha diminuindo, quando começou a aumentar novamente.

“O hiato digital de gênero vinha sendo gradualmente reduzido ao longo do tempo, mas nos últimos cinco anos ocorreu aparentemente uma piora. Além disso, características como gênero, situação socioeconômica e localização da residência interagem produzindo múltiplas camadas de desvantagem para as mulheres”, afirmam os autores.

Nesse entrecruzamento de fatores, as mulheres com baixo nível educacional residentes em áreas rurais são as mais afetadas. Este é o grupo com taxas mais baixas de acesso à internet, ficando mais excluído das informações e aplicações disponibilizadas no âmbito da Rede Mundial de Computadores.

O apontamento da desigualdade no uso de tecnologias da informação é justificado pelos autores também como tema relevante uma vez que o acesso ao telefone também possibilita a participação de práticas importantes, sejam elas de comunicação pessoal, interação social ou facilitação da atividade econômica.

Além disso, os responsáveis pelo estudo identificaram também uma correlação entre os hiatos digitais e situações de vulnerabilidade, como empregos precários.

Facebook

A pesquisa analisou também o acesso à maior rede social do mundo, o Facebook. O uso da plataforma foi considerado alto na região, especialmente na faixa de 20 a 30 anos. Na comparação entre 2018 e 2020, foi registrada uma queda na faixa de jovens abaixo de 25 anos e um aumento entre as pessoas acima desta idade.

Os maiores índices de penetração entre mulheres ocorre nos países Aruba, Argentina, Equador, México e Uruguai. Em vários países elas possuem acesso maior do que eles, como Brasil, Argentina, Venezuela, Chile, Suriname e Uruguai.

Para os autores, em um contexto em que a pandemia evidenciou a conectividade como um bem público, o “caminho para a igualdade ainda é longo”, seja na posse de tecnologias digitais seja no acesso à Internet.

Para além de cerca de 36% da população ainda não ter acesso à Rede Mundial de Computadores, segundo a União Internacional de Telecomunicações, as diferenças dentro do acesso, como as de gênero, erguem barreiras ainda maiores para uma acesso equânime.

“Se as diferenças no acesso às tecnologias da informação e comunicação, em geral, e aos telefones móveis, em particular, não forem abordadas com eficácia, as desigualdades existentes no mundo, como as que ocorrem entre homens e mulheres, poderão ser exacerbadas”, concluem os responsáveis pela pesquisa.

O YouTube anunciou, nesta quarta-feira (14), que eliminará conteúdos contrários ao consenso dos especialistas sobre as vacinas contra a Covid-19, em uma atualização de suas políticas para impedir a difusão de informações erradas em relação à pandemia.

A medida é a mais recente das plataformas online, que lutam para conter a propagação de conteúdos enganosos ou falsos sobre o novo coronavírus e seus tratamentos.

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O YouTube, o serviço de vídeos de propriedade da Google, afirmou que estava ampliando sua política contra a desinformação médica "para eliminar as afirmações sobre as vacinas de covid-19 que contradizem o consenso de especialistas, das autoridades de saúde locais ou da Organização Mundial da Saúde".

A rede indicou que está agindo antecipadamente diante do eventual lançamento de uma ou mais vacinas e do ceticismo entre muitas pessoas sobre sua utilidade.

Serão eliminados os conteúdos que incluam afirmações de que uma vacina pode matar ou causar infertilidade nas pessoas, ou que microchips serão implantados naqueles que receberem a vacina.

O YouTube disse que eliminou mais de 200.000 vídeos com informações "perigosas ou enganosas" desde fevereiro sobre o vírus, incluindo afirmações não comprovadas sobre transmissão ou tratamentos sem fundamento.

Em uma ação relacionada, o Facebook anunciou na terça-feira a proibição dos anúncios que desestimulem as pessoas a se vacinarem. Os gigantes da tecnologia foram acusados de permitir a difusão dos movimentos anti-vacinas.

O Facebook anunciou nesta terça-feira (13) a proibição de anúncios que desencorajam as pessoas a se vacinarem, em meio à pandemia do novo coronavírus, em um momento em que a gigante das redes sociais disse ter "destacado a importância de comportamentos preventivos de saúde".

"Embora os especialistas em saúde pública concordem que não teremos uma vacina aprovada e amplamente disponível para covid-19 por algum tempo, há medidas que as pessoas podem tomar para se manter saudáveis e seguras", informou a empresa em um comunicado.

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A plataforma já baniu desinformação e golpes identificados por instituições de saúde pública como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

A rede social continuará a permitir anúncios que pressionam a favor ou contra as regulamentações governamentais relacionadas à vacinação e planeja lançar uma campanha de informação pública nos Estados Unidos pressionando para que as pessoas sejam vacinadas contra a gripe sazonal.

Espera-se que as vacinas contra o coronavírus sejam essenciais para superar a pandemia e vários laboratórios estão trabalhando atualmente em seu desenvolvimento.

Os Estados Unidos encomendaram milhões de doses de vacinas atualmente em teste pela Pfizer e Moderna, mas também pela AstraZeneca, Johnson & Johnson, Novavax e Sanofi, a fim de garantir a entrega rápida de qualquer uma que faça a descoberta primeiro.

Os gigantes da tecnologia têm sido regularmente acusados de permitir o florescimento dos movimentos antivacinas.

De acordo com as autoridades de saúde dos EUA, o número de crianças que chegam aos dois anos sem qualquer vacinação atingiu mais de 0,9% entre as crianças nascidas em 2011 e 1,3% entre as nascidas em 2015.

O número de pedidos de isenções de vacinas aumentou no ano de 2017-2018 nos EUA pelo terceiro ano consecutivo.

No entanto, um grande estudo com mais de 650.000 crianças dinamarquesas que foram acompanhadas por mais de uma década chegou à mesma conclusão de vários estudos anteriores: a vacina contra caxumba, sarampo e rubéola (MMR) não apresenta risco de causar autismo em crianças, ao contrário de uma teoria defendida por ativistas antivacinas.

Na última segunda-feira (12), o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou que banirá todos os posts que negam ou distorcem informações sobre o holocausto judeu. A decisão foi tomada por conta do crescimento de discursos anti-semitas na plataforma.

A medida havia entrado em pauta em junho, no momento que entidades que defendem a causa, como a Liga Anti-Difamação (ADL), começaram a publicar vídeos cobrando do Facebook mudanças em suas políticas, em relação aos posts sobre os acontecimentos do holocausto.

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De acordo com uma pesquisa divulgada pela diretora de políticas de conteúdo do Facebook, Monika Bickert, quase 25% dos adultos americanos, de 18 e 39 anos, acreditavam que o holocausto judeu nunca existiu ou que era uma história exagerada.

Segundo o Facebook, as novas políticas da plataforma vão redirecionar aqueles que pesquisarem sobre o tema para informações de entidades renomadas e especializadas no assunto fora da rede social.

O gigante das redes sociais Facebook anunciou, nesta segunda-feira (12), que proibirá conteúdo que negue, ou distorça o Holocausto, mas advertiu que levará tempo para implementar essa estratégia contra mensagens de ódio há tempos reivindicada por organizações americanas.

Duramente criticado por não fazer o suficiente para silenciar os negadores do Holocausto e outros grupos de ódio, o Facebook disse que vai redirecionar os usuários que buscarem palavras sobre o Holocausto, ou sobre sua negação, "para informações confiáveis" fora da rede social, de acordo com um comunicado da companhia.

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A vice-presidente de políticas de conteúdo do Facebook, Monika Bickert, alertou, porém, que a aplicação dessa nova política "vai levar tempo", pois será necessário "treinar os revisores e os sistemas".

"Nossa decisão está respaldada no aumento documentado do antissemitismo em nível mundial e no alarmante nível de ignorância sobre o Holocausto, especialmente entre os jovens", disse Bickert em um comunicado.

Ela citou uma pesquisa que mostrou que quase 25% dos adultos jovens na América disseram que o Holocausto era um mito, ou que havia sido exagerado.

O CEO da empresa, Mark Zuckerberg, de origem judia, afirmou em 2018 que não queria deletar mensagens de negação do Holocausto no Facebook para salvaguardar a liberdade de expressão.

Mas "meu pensamento mudou à luz dos dados que mostram um aumento da violência antissemita", disse ele nesta segunda-feira por meio de sua plataforma.

Sobreviventes do genocídio lhe pediram insistentemente que removesse o conteúdo sobre negação do Holocausto.

A Liga Antidifamação (ADL, na sigla em inglês) e outros grupos lideraram um boicote publicitário contra o Facebook no verão passado. O movimento foi apoiado por centenas de empresas para forçar a rede social a monitorar melhor os conteúdos de ódio.

O anúncio do Facebook foi aplaudido pelo diretor-executivo da ADL, Jonathan Greenblatt, que disse estar "satisfeito por finalmente ter acontecido".

Tentando reprimir as mensagens de ódio, o Facebook já baniu mais de 250 grupos de supremacia branca, removeu milhões de discursos de ódio e baniu estereótipos antissemitas.

Nativos digitais, as crianças que comemoram o dia dedicado a elas na data de hoje - 12 de outubro - não conhecem o mundo sem os tablets, internet e toda a gama de conexão e tecnologia que existe atualmente. Chamada de geração alfa, as crianças nascidas a partir de 2010 ainda sonham em ser médico ou dentista quando crescerem, mas, como o Rubens Benith Belo, de 6 anos, também querem fazer robô.

“Quero ser dentista como minha irmã, quero ser médico e ser mecânico para consertar carros. Mas, também quero fazer robô”, disse o garoto, que é irmão gêmeo da Lorena, que quer ser dentista. “Porque gosto de mexer no dente!”, disse a menina.

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Enquanto não crescem, os irmãos gostam de brincar de boneco, boneca, lego, jogos de tabuleiro, mas, como a maioria das crianças dessa geração, adoram uma tela e gostam dos jogos digitais. “Gosto de encontrar o meu irmão no jogo do Roblox [jogo online]. Gosto de assistir desenho, mas também de brincar de mico [jogo de baralho]. Acho o mundo maravilhoso, mas tenho medo de gente malvada. Não gosto da pandemia, nem das queimadas, não acho legal”, opinou Lorena, que contou ainda que pediu uma boneca de presente de Dia das Crianças, já que “dá para inventar mundos, como se estivesse montando um filminho.”

O irmão contou que também pediu um boneco “porque ele tem máscara”. E continuou: “Gosto de brincar de Lego, aí eu monto coisas, eu sou criativo. Também gosto de jogar Roblox e de ver filmes na TV. Acho o mundo legal, mas é meio malvado, porque tem ladrão e ladrão que mata policial”, disse Rubens.

A mãe dos gêmeos, a professora Angélica dos Santos Benith Belo, disse que eles acham engraçado quando conta que na infância dela não existia celular. “A tecnologia para eles é uma realidade, mas não entendem quando a gente fala, por exemplo, que na nossa época não tinha celular, que não tinha isso ou aquilo, eles acham engraçado porque eles já nasceram na era digital”.

Apesar de eles gostarem de jogos digitais, ela disse que coloca limite no tempo de tela. “Com relação à tecnologia, se a gente não colocar um limite, eles querem o tempo todo ficar com o tablet, mas a gente está sempre de olho e explica que tem que ser com moderação”.

também mãe de uma bebê de um ano, Angélica espera que no futuro suas crianças sejam pessoas de bem. “Imagino um futuro no qual eles possam fazer o que quiserem, no sentido de ter a profissão que quiserem, e eu imagino que serão pessoas de bem, engajadas, porque a gente tenta, de toda a maneira, criar com apego e com carinho para que eles não sintam necessidade de buscar fora de casa alguma coisa para eles. A gente tenta criá-los com empatia, ensinando a se colocar no lugar do outro.”

Futuro da geração alfa

Assim como a Angélica, a relações públicas Lays Ribeiro, mãe do Vincenzo, espera um futuro mais empático para o seu filho viver. “Um futuro em que a escolha do gênero não interfira em que somos, em 2020 ainda vivemos com estereótipos. E que a educação dada agora o ajude a ser emocionalmente saudável e que busque para si sempre o melhor. E que o sucesso tão procurado por todos, seja em se sentir bem, estar com alguém que goste e amar o que ele faça.”

O pequeno Vincenzo, de 4 anos, também falou que gosta de jogos digitais, mas ainda de outras brincadeiras. “Gosto de montar o parque do Jurassic World, com muitos dinossauros”. Quando perguntado sobre o que acha do mundo em que vive, ele ainda não tem noção das malícias, e responde: “Gosto muito de tomar sol lá fora”. Sorte do Vincenzo, que quer ser paleontólogo e pescador.

A mãe dele conta que ele vê o mundo como uma grande brincadeira. “No dia a dia lidamos as tarefas como missões, para que possa ter noção de responsabilidades. Não ligamos noticiários, então ele não sabe o que está acontecendo lá fora exatamente. Sabe os porquês da restrição de não sair de casa, e de nós cuidarmos para não passar o vírus aos avós”.

Lays conta ainda que as telas são usadas com cautela, mesmo em tempos de isolamento. “Tem dias que passam um pouco do combinado, mas vemos claramente que a restrição de telas ajuda a ter criatividade, proatividade e desperta o livre brincar. Como consequência, tenho uma criança mais ativa e que interage com todos ao redor, é muito curiosa, menos ansiosa e irritada”, detalhou.

“A geração denominada alfa já nasceu com a tecnologia inserida em seu contexto diário, mas, se bem estimuladas, também adoram o brincar desconstruído”, afirma a pedagoga Elisabete da Cruz, que tem especialização em educação transdisciplinar e é autora de literatura infantil e infantojuvenil. “O que observo é este brincar precisa ser mais instigante. Elas não gostam do jogo pronto, mas da possibilidade de criar suas próprias regras. São mais autônomos e frequentemente desafiadores.  Precisam de outros estímulos que estimulem seu lado criativo e imediatista."

É o que também pensa a neuropsicopedagoga Viviani Zumpano. “A criança precisa se pautar pelo toque, pela leitura do corpo, das expressões e das atitudes do outro. A lição mais importante que os pais podem ensinar aos filhos pertencentes a geração alfa é a de saber equilibrar as relações tecnológicas e presenciais, entender que não podemos banir a tecnologia de nossas vidas , mas fazer dela ferramenta que nos ajuda a ler o mundo”, aconselha.

Tecnologia, infância e pandemia

Como a tecnologia faz parte dessa geração, cabe aos pais o papel de não cercear, e sim, auxiliar os seus filhos a utilizar a tecnologia com equilíbrio, defende Viviani.  “Os pais podem ensiná-los a estabelecer uma relação de “usuário e consumidor consciente” dos meios tecnológicos desde cedo, pois eles impactam diretamente nas relações sociais e acadêmicas que os filhos estabelecerão por toda a vida.”

A neuropsicopedagoga explica que, devido a intensa influência tecnológica, as crianças alfa são muito inteligentes, curiosas, multitarefas e tem intensa necessidade de interagir, inventar e se conectar. “Boa parte das brincadeiras são realizadas por meio da tecnologia, ou seja, os amigos podem ser virtuais ou não, mas o meio de relação entre eles é o mesmo: a tecnologia,”

A pandemia intensificou o uso das tecnologias e a sala de aula virou a tela do computador, tablet e celular. Esse “novo normal” para as crianças pode mudar a relação delas com o mundo. “O período de quarentena vivenciado por todos nós aumentou consideravelmente o “tempo de tela” de adultos e crianças, gerando alguns problemas que são notados de perto por todos: a exposição intensa gera dificuldades de concentração, atenção, memória e irritabilidade, problemas ocasionados pelo isolamento social e também pela instabilidade do sono”, disse.

“A tecnologia, nesse caso, nos possibilitou algumas situações que eram feitas presencialmente. A viabilização dessas situações por meio da tecnologia foi o que nos permitiu continuar, mesmo que em adaptação, algumas atividades essenciais do nosso cotidiano”, destacou a pedagoga especialista em Gestão e Docência no Ensino de EaD [educação a distância], Regina Madureira.

Para Regina, esse período de pandemia vai se refletir no futuro das crianças. “Temos que considerar as mudanças na rotina, a incerteza – não só da criança, mas dos adultos que convivem com ela – enfim, teremos impactos no futuro, que podem ser positivos ou de melhoria para os seres humanos.”

Na opinião da Elisabete da Cruz, o uso das tecnologias pelas crianças não é responsável por despertar inseguranças. “Nesse isolamento, as dificuldades, a ausência do convívio dos amigos e familiares pode gerar inseguranças, medos e até aflorar outras emoções no futuro, o uso da tecnologia não, ela faz parte do contexto desta geração alfa e para eles é apenas uma ferramenta”, afirmou.

“O que não podemos perder de vista é que somos seres humanos geneticamente sociais e apesar dos relacionamentos interpessoais se darem também por meio da tecnologia, necessitamos do afeto físico. Nossas crianças precisam ser educadas também para se relacionar de forma física. O afeto ultrapassa as telas de computadores e dispositivos móveis”, ressaltou a neuropsicopedagoga Viviani Zumpano.

Conteúdos infantis e tempo de tela

Nem herói, nem vilã, as telas devem ser vistas como uma realidade, apontaram as especialistas. Mas o que muito se discute entre os pais é se limitar o tempo de tela é necessário. A pedagoga Elisabete destaca a importância da família para estabelecer regras.

“A criança não tem discernimento do que é bom para ela, a família é seu norteador, os limites são necessários para seu crescimento como ser humano. Não existe uma quantidade de horas pré determinadas, porque cada família possui sua própria rotina. Acredito no equilíbrio. Brincar, comer, se exercitar, usar o tablet ou celular, assistir a um filme, ler um livro. A vida tem nos mostrado que o equilíbrio é o caminho. Opte pelo equilíbrio e não deixe de acompanhar as atividades que a criança tem tido acesso”, aconselha.

A pedagoga Regina Madureira completa que é preciso orientar e otimizar. “O tempo precisa ser de qualidade, principalmente com os recursos tecnológicos. Não podemos só focar na tecnologia e deixar as outras atividades como brincadeiras que estimulem coordenação motora e lateralidade, por exemplo. O desenvolvimento infantil precisa ser holístico e diversos fatores precisam ser considerados para termos um processo sólido e de efetividade para facilitar esse processo das crianças.”

Para as especialistas, é necessário pensar também no conteúdo a ser acessado pelas crianças. “Estar atento, acompanhar, buscar informações sobre a programação, limitar acessos e principalmente fazer parte disto. Ser presente, se familiarizar com o que está sendo o centro de interesses da criança, participar quando possível desta experiência e oferecer também possibilidades de conteúdo”, disse Elisabete, que ainda orienta aos pais a utilizarem ferramentas de moderação.

“Hoje existem centenas de plataformas, sites, blogs, empresas de projetos educativos e outras infinidades de recursos facilmente encontrados na internet para dar este suporte, até a contratação de um profissional especializado para estas orientações.”

Construir uma relação saudável das crianças com a internet é possível, concorda  Regina. “Estar junto à criança nas atividades, entender o propósito delas, se conectar com as crianças. Todos os momentos são únicos porque são momentos de orientação para o uso efetivo e consciente da tecnologia, tendo em mente o propósito dela que é ser uma ferramenta para facilitar e servir o ser humano."

Outro conselho da pedagoga Elisabete é usar a tecnologia a seu favor promovendo atividades fora da tela, mas usando suas referências. “Frequente mais a cozinha, faça receitas encontradas nos aplicativos e coloque a criança para cozinhar com você, faça atividades manuais, brincadeiras, jogos. A felicidade está nas coisas simples, então, descomplique. Exercite o equilíbrio porque não existe receita pronta. Cada criança é um ser único, e independente de sua geração, precisa de afeto e proteção.”

Com o isolamento social causado pela pandemia de covid-19, as pessoas se mantiveram conectadas nas redes sociais por mais tempo. Isso resultou em problemas como aumento de ansiedade e também gerou novos hábitos de consumo e relacionamentos.

O estudante André Maia disse que está entre as pessoas que ficaram a maior parte do tempo no celular. Ele contou que teve problemas de ansiedade por tentar imaginar o dia em que o isolamento social iria acabar.

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“Eu passava basicamente o dia inteiro no celular, da hora que eu acordava até a hora de ir dormir. Não era a única opção, mas era a mais viável para ficar próximo das pessoas que faziam parte da minha rotina, porque via como um tipo de tratamento, como uma fuga do que estava acontecendo no mundo”, relatou.

Durante a pandemia houve um aumento exponencial no número de usuários e horas gastas nas redes sociais. Segundo dados da consultoria Kantar, a pandemia influenciou um aumento de 76% no número de usuários do WhatsApp, e de 40% do Facebook e Instagram, apenas no período da pesquisa. A pesquisa mostra, também, que entre março e abril houve um aumento de 33% do uso da rede social TikTok no mundo.

André disse que está utilizando bastante as redes sociais para lidar com os dias de isolamento, já que o sentimento de angústia tomou conta de sua vida. Além disso, informou, as atividades remotas causaram uma estranheza a ele por não ter aquele contato físico com as pessoas.

"Ficava pensando 'Quando vão aprovar uma vacina?', 'Quando eu vou poder encontrar as pessoas de novo?'. Isso era muito angustiante. Na faculdade, a gente aprendeu a estar todos os dias numa sala de aula com professor, com as pessoas ao nosso redor. E aí do nada tem que passar a assistir aula diariamente on-line, não é a mesma coisa, mas era a única opção. E o Home Office, onde a gente, apesar de tudo, tem que se manter produtivo, e isso nem todo dia é possível, porque ninguém é de ferro", afirmou.

André confirmou os dados da pesquisa: abusou das redes sociais. "Eu uso muito Instagram e o Twitter, porque na falta de interação de contato pessoal, a gente busca essas redes sociais para se conectar com amigos, família etc. E também uso a Netflix, assisto uma série ou um filme para esquecer o que está acontecendo, e evitar notícias ruins", conta o estudante.

De acordo com a psicóloga Danielle Almeida, as pessoas ficaram muito mais tempo reclusas, e isso permitiu que passassem mais tempo nas redes sociais, em aplicativos de séries e filmes. Um tempo maior na utilização da internet e dos aparelhos eletrônicos implica alguns malefícios pelo uso excessivo, como problemas de visão, por causa do tempo diante da tela do aparelho.

"Em virtude da pandemia, nós passamos um tempo maior utilizando a internet e os aparelhos eletrônicos. Com isso, nós temos alguns malefícios, problemas com relação à visão, em virtude do excesso do uso dos aparelhos, e também ao aspecto físico da coluna. A gente começa a perceber essas dificuldades, por passar a maior parte do tempo sentado e deitado. Com isso, o corpo em algum momento acaba reclamando", assinalou a psicóloga.

Segundo Danielle, no aspecto psicológico, há o problema da reclusão. "As pessoas passam a ficar em casa, criando uma zona de conflito e não uma zona de conforto. Então, você começa a perceber que os comportamentos são outros, a ausência do abraço, do beijo e do aperto de mão, por isso a pessoa desenvolve uma depressão, uma ansiedade, e até manias de limpeza", explicou.

Compras pela internet

As compras on-line aumentaram até 40% com o impacto do novo coronavírus. A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico informa que as lojas virtuais registraram alta de mais de 180% em transações nas categorias de alimentos e saúde.

Já a pesquisa Impactos da Pandemia no Comportamento do Consumo do Brasileiro, realizada pelo Instituto Locomotiva, revela que uma média de 40% dos entrevistados que frequentam lojas físicas de livrarias, perfumarias, lojas de departamentos, entre outros, pretendem não fazer mais compras nesses espaços, optando por compras pela internet.

O economista Nélio Bordalo analisa que isso foi um efeito da pandemia, refletindo as limitações impostas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelos governos à população.

"Por causa do lockdown, no Brasil e no resto do mundo, as pessoas optaram por compras on-line. As lojas que atuavam no e-commerce tiveram um faturamento além da média, principalmente porque o comércio tradicional não estava podendo funcionar. A projeção para 2020 é que a receita e o faturamento do comércio eletrônico no Brasil girem em torno de R$ 11 bilhões. Em comparação com o ano passado, nós tivemos ao todo, R$ 75 milhões", informou.

Segundo Nélio, as empresas começaram a praticar as vendas por comércio eletrônico como uma questão de sobrevivência. Ele acredita que, após a pandemia, as empresas que atendiam somente fisicamente deverão começar a ofertar as duas modalidades.

"Eu vejo com bons olhos essa mudança do varejo para as vendas no e-commerce, porque o mundo todo está utilizando esse artifício. Sim, isso altera um pouquinho a estrutura, a logística. Essa comercialização exige uma redução no custo operacional das lojas físicas, e as empresas deixam de pagar aluguel, pois não têm muito custo com energia, nem com empregados. O comércio eletrônico tem uma estrutura mais enxuta. É uma tendência que o Brasil certamente vai acompanhar", disse.

Como tudo na internet exige cautela, o economista alerta para o aumento de novos golpes também. "O consumidor tem que ficar atento a essa situação. Tem que ter cuidado com relação aos pagamentos dos fornecedores através do comércio eletrônico para também evitar qualquer tipo de golpe", alertou.

A estudante Erika Castro é uma das pessoas que não compravam pela internet, mas que agora está aproveitando a pandemia e comprando bastante em lojas virtuais. "Eu não costumava fazer compras on-line, mas eu comecei a partir da quarentena. Como eu não podia sair e eu precisava comprar, então eu comecei a comprar sapatos, fazer compras no mercado, frutas e verduras, enfim eu comecei a comprar muita coisa. Eu gosto muito de comprar pessoalmente, de tocar naquilo que eu vou comprar, mas os benefícios do comodismo, de estar em casa e poder receber as coisas é um ponto positivo", comentou.

Por Ana Caroline Barboza, com o apoio de Cristian Corrêa.

 

Forte aliado chinês, o Paquistão bloqueou, nesta sexta-feira (9), a compra e o uso do aplicativo de vídeos TikTok no país. A rede foi banida através de nota oficial da Autoridade de Telecomunicações do Paquistão (PTA, na sigla em inglês). Desde julho deste ano, o app já estava sob aviso final de banimento. As informações são da agência Reuters.

"Em vista do número de reclamações de diferentes segmentos da sociedade contra conteúdo imoral e indecente no aplicativo de compartilhamento de vídeo TikTok, a Autoridade de Telecomunicações do Paquistão (PTA, na sigla em inglês) emitiu instruções para bloquear o aplicativo", disse o governo paquistanês, em nota.

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No início de outubro, o ministro da informação do Paquistão, Shibli Faraz, já havia comunicado à imprensa que o primeiro-ministro Imran Khan acredita que os aplicativos de mídia social, particularmente o TikTok, devem ser proibidos porque estão prejudicando os valores sociais.

A declaração veio dois dias depois que a Autoridade de Telecomunicações do Paquistão, um regulador do governo, disse que abordou a gestão do aplicativo, que é propriedade da gigante tecnológica de Pequim, ByteDance, para remover "conteúdo vulgar, indecente, imoral e com nudez", e alertou que a ação poderia ser tomada de outra forma.

O PTA emitiu um aviso final ao TikTok em 21 de julho sobre preocupações com conteúdo "imoral", enquanto o Bigo Live - um aplicativo menos popular de Cingapura - foi temporariamente bloqueado pelo mesmo motivo.

A queixa é diferente das feitas pelos Estados Unidos, que seguem em uma relação complicada sobre o bloqueio permanente do TikTok, e queixam-se sobre uma suposta ameaça à privacidade e segurança de dados dos americanos.

Uma pesquisa publicada pela Piper Sandler Companies indicou que o aplicativo de mídia social TikTok ultrapassou o Instagram e assumiu o segundo lugar entre os favoritos dos adolescentes nos Estados Unidos.

O primeiro colocado é o pioneiro da categoria, Snapchat, que possui 34% de preferência. Na sequência vem o TikTok, com 29%, e em terceiro lugar o Instagram com 25%.

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Os resultados mostram uma virada em relação à edição anterior da pesquisa, que apontava o TikTok em terceiro lugar, atrás do Instagram. Contudo, em relação aos aplicativos que os adolescentes gastam mais tempo os resultados são outros. Nesse segmento, o Instagram segue com 84% de engajamento, seguido do Snapchat com 80% e em último o Tiktok com 69%.

Mesmo no terceiro lugar, o Tiktok apresenta um crescimento relevante em comparação ao primeiro semestre, quando apresentava um total de 60% de engajamento.

A cada eleição, os aplicativos móveis criados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornam a vida dos eleitores e dos mesários mais fácil, oferecendo diversas informações sobre o pleito. Para as eleições deste ano, estão disponíveis cinco apps, que possibilitam a utilização de serviços por eleitores, mesários e candidatos, dando maior transparência ao processo eleitoral e praticidade. São eles: Boletim de Mão, Mesário, e-Título, Pardal e Resultados.

Todos estão disponíveis nas plataformas Android e IOS, e podem ser obtidos gratuitamente nas lojas virtuais Google Play e App Store. Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, o compromisso da Justiça Eleitoral é promover ao cidadão o acesso rápido e contínuo aos serviços eleitorais e fornecer informações sobre as eleições.

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Boletim na Mão

Por meio do aplicativo Boletim na Mão, qualquer cidadão pode obter os resultados apurados nas urnas diretamente do seu dispositivo móvel. Desenvolvido pela Justiça Eleitoral, o app fornece ao eleitor, de forma rápida e segura, todo o conteúdo dos Boletins de Urna (BU) impressos ao final dos trabalhos da seção eleitoral.

O BU é o documento que contém o total dos votos recebidos pelos candidatos em cada seção. Com o celular aberto no aplicativo, o eleitor pode “ler” o código QR Code impresso no boletim das seções eleitorais de seu interesse e conferir, posteriormente, se os dados coletados correspondem àqueles totalizados e divulgados posteriormente pelo TSE. Não é necessário conexão com a internet para a leitura do QR Code contido no documento impresso.

“Essas mesmas informações estarão disponíveis, até o dia seguinte à votação, no aplicativo Resultados, para consulta e conferência pelo eleitor, possibilitando auditar o resultado do pleito e atestar a confiabilidade das urnas”, explica Giuseppe Janino. 

Resultados

O aplicativo Resultados permite aos cidadãos acompanharem o andamento do processo de totalização das eleições. Com a ferramenta, é possível seguir a contagem dos votos em todo o Brasil e visualizá-la a partir de consulta nominal, conferindo o quantitativo de votos computados para cada candidato, com a indicação dos eleitos ou dos que foram para o segundo turno.

A nova versão lançada pelo TSE traz inúmeras novidades em relação à anterior. Entre as mudanças, está o aprimoramento do layout do sistema, que aparece completamente renovado com a apresentação das fotos de todos os candidatos que disputam a eleição, além da funcionalidade de exibição do BU de todas as seções eleitorais.

Mesário

O aplicativo Mesário, que reúne informações para quem foi convocado ou se voluntariou para atuar como colaborador nas eleições, existe desde 2016. A ferramenta contém instruções gerais sobre a atividade do mesário na seção eleitoral e tem a função principal de treinar o cidadão que vai prestar esse serviço no dia do pleito, de forma simples e rápida. Busca também orientar e tirar dúvidas sobre todo o processo, apresentar as datas importantes do calendário eleitoral de interesse dos mesários, reunir dicas e soluções, além de vídeos e de um questionário de avaliação para ser preenchido após a eleição.

O aplicativo vem ajudando o trabalho de milhões de mesários que trabalham a cada pleito. Para as Eleições 2020, com foco na prevenção, o TSE disponibilizou um treinamento oficial no aplicativo, possibilitando a capacitação remota dos voluntários em todo o país.

e-Título

O e-Título consiste na via digital do título eleitoral. O app informa o endereço do local de votação e fornece informações sobre a situação eleitoral. Entre as vantagens de utilizar o aplicativo estão ainda as de emitir as certidões de quitação eleitoral e de crimes eleitorais, o que pode ser obtido a qualquer momento, até mesmo no dia da eleição.

Os eleitores que estiverem fora do seu domicílio eleitoral no dia da eleição poderão utilizar o e-Título para justificar sua ausência. O TSE liberou, no último dia 30 de setembro, uma atualização do aplicativo que permite realizar justificativa pelo celular ou tablet e, com isso, poderão ser resolvidas pendências existentes com a Justiça Eleitoral.

Pardal

O objetivo do Pardal é incentivar os cidadãos a atuarem como fiscais da eleição no combate à propaganda eleitoral irregular. O aplicativo possibilita informar tais irregularidades em tempo real. Após baixar a ferramenta, o cidadão poderá fazer fotos ou vídeos e enviá-los para a Justiça Eleitoral. O estado informado pelo denunciante como local da ocorrência ficará encarregado de analisar as denúncias.

Além do aplicativo móvel, a ferramenta tem uma interface web, que é disponibilizada nos sites dos tribunais regionais eleitorais para acompanhamento das notícias de irregularidades. Entre as situações que podem ser denunciadas, estão o registro de uma propaganda irregular, como a existência de um outdoor de candidato – o que é proibido pela legislação –, e a participação de algum funcionário público em um ato de campanha durante o horário de expediente.

Entre outras novidades, para este ano, o aplicativo disponibilizará link específico para que o denunciante possa registrar as denúncias diretamente no Ministério Público Eleitoral de cada unidade da Federação, além de implementar um maior rigor na identificação do denunciante.

*Do site do TSE

O Instagram, uma das redes sociais mais usadas no mundo, completa uma década de existência nesta terça-feira (6). Para comemorar junto aos usuários, a rede incluiu um easter egg dentro dos aplicativos no mundo todo, e através dele é possível mudar o ícone do aplicativo, que dispõe de mais de 10 opções. O que mais chama atenção é que a rede social reviveu o ícone clássico, da câmera marrom, sua primeira identidade visual. A atualização está disponível para os sistemas Android e iOS.

Dentre as vastas opções, cheias de temas e cores, estão o ícone do Orgulho LGBTQI+, e os primeiros emblemas do aplicativo, que entraram em vigor entre 6 de outubro de 2010, quando o app veio ao ar, e 31 de agosto de 2011, e o ícone do pré-lançamento, de 2010. Há também as opções simples, em cores quentes e frias. Para conseguir visualizar o recurso escondido, é preciso estar com o app atualizado.

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"Para comemorar nosso aniversário, este mês convidamos você para alterar o ícone do seu aplicativo para o seu favorito abaixo", diz a mensagem nas configurações para escolher o ícone do aplicativo. "Obrigado por fazer parte da nossa história e usar o Instagram para compartilhar a sua".

A alteração do ícone é realizada pelas configurações do aplicativo da rede social para Android e iOS. Para conseguir fazer a alteração, basta ir no Menu do perfil (ícone com três traços, em lista, no canto superior direito), acessar as Configurações e então, arrastar a tela de cima para baixo, até que surja um fio com emojis comemorativos. Para saber se deu certo, é só tentar até uma animação com confetes surgir por toda a tela.

O aplicativo já abre a página, que é interna, assim que o usuário faz a brincadeira. Ao todo, são 13 opções de ícones. O ícone escolhido será alterado automaticamente na tela inicial do seu celular. Caso queira reverter as configurações, basta repetir o procedimento e escolher a opção "Atual".

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John McAfee, criador do famoso antivírus informático e reivindicado judicialmente pelos Estados Unidos por evasão fiscal, foi preso no aeroporto de Barcelona - informou a polícia espanhola, nesta terça-feira (6).

A polícia prendeu o empresário de 75 anos no sábado (3) quando ele se preparava para voar para Istambul. Ele se encontra em prisão preventiva perto de Barcelona, disse uma fonte da polícia à AFP.

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Sua prisão foi divulgada um dia depois de o Departamento de Justiça dos Estados Unidos detalhar a acusação de McAfee. Ele não teria, entre outras, declarado a renda milionária obtida de atividades como a promoção de criptomoedas, ou a venda de direitos de um documentário de televisão sobre sua vida.

A acusação, estabelecida em junho e revelada na segunda-feira (5), aponta que McAfee não pagou impostos de 2014 a 2018, apesar de ter recebido "receitas consideráveis" de várias fontes.

McAfee teria evitado o pagamento de impostos, ordenando que sua renda fosse depositada nas contas de terceiros, incluindo contas em criptomoedas.

Ele também é acusado de esconder seus bens da administração tributária dos Estados Unidos: imóveis, um iate e um carro, os quais também estariam em nome de outras pessoas.

Segundo a polícia espanhola, as autoridades americanas emitiram um mandado de busca por intermédio da Interpol e agora aguardam sua extradição.

McAfee fez fortuna na década de 1980 com seu antivírus homônimo, que ainda leva seu nome. Desde então, tornou-se um guru no mundo das criptomoedas e chegou a afirmar que ganhava 2.000 dólares por dia com elas. Conta com quase um milhão de seguidores no Twitter.

O empresário desencadeou toda uma saga na mídia quando, enquanto vivia em Belize, um vizinho seu, um americano de 52 anos, foi misteriosamente assassinado em 2012.

O crime não foi solucionado e, quando a polícia foi ao local para investigar, encontrou-o morando com uma garota de 17 anos e com um grande número de armas em casa. McAfee não perdeu tempo em deixar o país centro-americano, em uma fuga que deixou a imprensa em suspense por mais de um mês.

A família do falecido entrou com um processo por homicídio culposo e, no ano passado, um tribunal da Flórida ordenou que o empresário pagasse mais de 25 milhões de dólares de indenização.

Estudantes do curso de Ciências da Computação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no campus IV, em Rio Tinto, no Litoral Norte paraibano, estão desenvolvendo um aplicativo que poderá ajudar outros universitários a diminuir o vício em redes sociais digitais como Instagram, Facebook e Twitter.

Devido aos possíveis impactos que o uso excessivo de redes sociais digitais podem provocar na produtividade de estudantes universitários, a aplicação também tentará minimizar a “síndrome do impostor”, fenômeno caracterizado pelo fato de pessoas capacitadas sofrerem de uma inferioridade ilusória, ao subestimarem suas próprias habilidades, comportamento aparentemente comum no mundo acadêmico.

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Ao mirar nesses dois problemas comumente enfrentados por estudantes universitários, o software terá, no fim das contas, o objetivo de promover a saúde mental desse público-alvo. O programa inovador é resultado do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Ivonaldo Duarte , com a colaboração de Vinícius Henrique.

De acordo com Ivonaldo Duarte, o aplicativo é baseado na teoria de nudge, definida como um empurrão ou um gatilho para influenciar a decisão de alguém. No Brasil, esse conceito é conhecido como “Teoria do incentivo".

O app funcionará da seguinte maneira: inicialmente, o usuário responderá a um questionário. As respostas subsidiarão diagnóstico, propostas e metas para um uso mais saudável das redes sociais digitais, como dedicar, diariamente, menos tempo a elas. A aplicação também alertará sobre possíveis riscos, caso o usuário ultrapasse o tempo de uso indicado.

Em momentos de pressão, como uma semana de provas, através das informações repassadas pelos usuários, o app será capaz de  identificar quadros de estresse, fadiga, impaciência e ansiedade, com o intuito de indicar soluções para garantir a saúde mental dos estudantes.

“Queremos entender o que afeta negativamente a saúde mental dos estudantes universitários e sugerir caminhos para que tenham uma experiência acadêmica melhor. São problemas que atingem vários perfis de alunos, dos que saem de casa para estudar em outra cidade aos que geralmente têm bom rendimento”, explica Ivonaldo Duarte.

O desenvolvimento do aplicativo faz parte do programa Academic Working Capital (AWC), uma iniciativa do Instituto TIM que visa apoiar novos negócios de base tecnológica. A ideia é criar startups para desenvolver ideias de estudantes universitários de todo o mundo. No Brasil, o trabalho do Ivonaldo Duarte foi um dos 19 selecionados para receber investimentos neste ano.

A expectativa é a de que o aplicativo esteja pronto até março, quando será apresentado em uma feira de investimentos. O projeto tem o apoio do laboratório da UFPB Decision Lab, coordenado pelo professor José Adson Oliveira. “Esperamos que o aplicativo possa sanar ou pelo menos amenizar as dificuldades de saúde mental que os estudantes passam”, finaliza Ivonaldo Duarte.

Da assessoria de comunicação da UFPB

Em mais um passo em direção ao mercado de consumo virtual, o Instagram anunciou, nesta segunda-feira (5), que agora será possível iniciar o processo de compras também a partir do IGTV e dos Reels. Com o Instagram Shopping, que já permite a compra de produtos a partir de publicações no Feed e nos Stories, será possível também ter acesso à compra dos produtos listados ou exibidos em um vídeo.

A novidade está sendo lançada globalmente nos aplicativos da rede social. A empresa comunicou ainda que já iniciou os testes nos Reels, função de vídeos curtos similar ao Vine e ao TikTok, e que a liberação ocorrerá logo em seguida. 

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Com a ferramenta, os usuários poderão ver informações sobre os produtos exibidos nos vídeos, como preço, e também ter acesso rápido ao site da loja para comprá-los. O objetivo do Instagram Shopping, segundo a empresa, é impulsionar o mercado e-commerce e trazer mais acessos aos sites de criadores e lojistas que utilizam da plataforma para fazer negócios, aumentando também o potencial de vendas.

“Criadores de conteúdo e marcas ajudam a trazer novas tendências culturais para o Instagram, e as pessoas acessam nossa plataforma para se inspirarem com eles. Com Shopping no IGTV e, futuramente, no Reels, estamos facilitando as compras diretamente por meio de vídeos. Além de ajudar estas marcas e criadores a compartilhar suas histórias, alcançar mais clientes e fazerem negócio", disse o COO do Instagram Justin Osofsky.

A ferramenta e-commerce chegou ao Brasil em julho deste ano. Além do IG Shopping, outra novidade é o tempo de duração dos Reels, que de 15 segundos, passarão a poder ser gravados em até 30 segundos, sob as mesmas condições de edição. O Instagram também diz que, futuramente, pretende incluir funcionalidades do Messenger à rede social.

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