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Em uma ação em parceria com a Ame Digital, a Americanas.com vão dar um presente para os clientes em comemoração ao aniversário da marca. Quem fizer compras pelo aplicativo da loja e pagar com a sua conta da Ame receberão 100% do valor gasto de volta - depositado na conta online.

A ação, que acontecerá no dia 22 de agosto, incluirá itens como TV, Notebook, smartphones, entre outros. Para participar é preciso fazer o download dos aplicativos Americanas.com e Ame Digital e ficar atento aos stories do Instagram da loja online, além das notificações do app. Lá será possível saber quais produtos serão liberados ao longo do dia. 

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A ação ocorrerá das 9h às 18h, apenas pelo aplicativo. Apenas um produto será colocado à disposição dos usuários a cada hora. Mais informações sobre a promoção estarão disponíveis no site da marca.

O Porto Digital receberá nesta quarta-feira (21), a visita do ministro da Defesa e general do Exército, Fernando Azevedo e Silva. O militar, acompanhado pelo secretário Nacional de Segurança Pública, general Teophilo, fará um tour para conhecer o parque tecnológico.

Na ocasião, os generais deverão encontrar o presidente do Porto, Pierre Lucena, para discutir ações de fomento ao empreendedorismo tecnológico, além de conhecer as instalações. 

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O encontro acontecerá às 12h às 14h30 no Apolo 235. Mais cedo, o secretário Nacional deverá conhecer também o Open Innovation Lab (OIL) - programa do Porto Digital que identifica necessidades de soluções tecnológicas em grandes empresas e as conecta com as capacidades de resolução de problemas, alocados no ecossistema de inovação expandido do parque tecnológico. A agenda do secretário também contempla o CESAR.

Visita do ministro da Defesa ao Porto Digital

Quando: Quarta-feira (21), a partir das 12h

Onde: Apolo 235 (Rua do Apolo, 235, entrada pela Rua do Observatório - Bairro do Recife)

Visita do secretário Nacional de Segurança Pública ao Porto Digital

Quando: Quarta-feira (21), a partir das 9h

Onde: Apolo 235 (Rua do Apolo, 235, entrada pela Rua do Observatório - Bairro do Recife)

A Huawei afirmou, nesta terça-feira (20), que a trégua de 90 dias acertada entre a administração de Donald Trump e as empresas americanas que vendem componentes ao grupo chinês "não muda nada" para a empresa, que afirma ser tratada de "maneira injusta" por Washington.

O governo dos Estados Unidos concedeu na segunda-feira (19) um novo alívio para a Huawei, da qual Washington suspeita de uma possível espionagem a favor de Pequim. O Departamento do Comércio prolongou por 90 dias o primeiro período de isenções, anunciado em maio, a determinados clientes e fornecedores americanos da empresa chinesa.

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Este novo prazo "tem por objetivo dar aos consumidores em todo os Estados Unidos o tempo necessário para encontrar outros fornecedores alternativos a Huawei, que representa uma ameaça à segurança nacional e à política externa", explicou o Departamento do Comércio.

Em resposta a esta declaração americana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, pediu ao governo dos Estados Unidos que "retifique imediatamente sua posição".

"Independentemente do que faça o governo dos Estados Unidos, isto não muda o fato de que não deveria ampliar a noção de segurança nacional, abusar do controle das exportações, discriminar empresas estrangeiras e inclusive tentar eliminá-las, sem ter qualquer prova sobre a suposta espionagem", criticou o porta-voz.

Algumas horas antes, o grupo chinês, segundo na venda de smartphones (atrás da Samsung), afirmou que o adiamento "não muda nada no fato de que a Huawei tem sido tratada de maneira injusta".

Esta decisão "não terá impacto substancial nos negócios da Huawei em qualquer sentido".

O Departamento do Comércio informou que adicionou a sua lista suja 46 empresas associadas com a Huawei, o que eleva o número de entidades e pessoas vetadas a quase 100.

"Fica claro que esta decisão, tomada neste momento específico, tem motivação política e nada tem a ver com a segurança nacional" dos Estados Unidos, lamentou a Huawei, acrescentado que a medida "viola os princípios fundamentais de concorrência", prejudicando, inclusive, as empresas americanas.

"Tentar eliminar as atividades da Huawei não ajudará os Estados Unidos a conseguirem uma supremacia tecnológica. Apelamos ao governo dos Estados Unidos para que acabe com este tratamento injusto e retire a Huawei" de sua lista suja.

Os negócios do grupo podem ser afetados pela falta de acesso a hardware e software cruciais, incluindo chips para celulares.

Há um ano, a UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau lançava o mais novo Centro de Inovação do Brasil. A Overdrives foi criada com uma estrutura única, com o objetivo de conectar e inspirar startups, pesquisadores, profissionais, estudantes, inventores e empreendedores. 

A Overdrives é voltada para startups que estejam em estágio inicial ou em processo go-to-market (método indicado para empresas que querem se reestruturar, ampliar seus produtos, expandir seu mercado de atuação ou reposicionar um produto ou marca de forma rápida e pontual), além de empresas consolidadas que queiram se aproximar do ambiente de inovação, prestadores de serviços que tenham startups como público alvo e ainda universitários motivados a desenvolver soluções. 

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Com estrutura montada para receber até 40 startups simultaneamente, o Centro iniciou suas atividades e, logo nas primeiras semanas, já contava com 10 residentes. Em fevereiro, lançou o seu primeiro programa de aceleração com a escolha de quatro startups – Mary Drive, Painel B2B, Protein Now e Zeropay - para receber um aporte financeiro do Centro. 

“A primeira turma de aceleração, além de um grande desafio, trouxe muitos aprendizados sobre nossas estratégias iniciais. Alguns erros foram cometidos e vários ajustes aconteceram ao longo dos seis meses do programa, o que refletiu no impacto que causamos na segunda chamada de startups”, conta o diretor-executivo de inovação e serviços do grupo Ser Educacional, Joaldo Diniz. 

Agora, além das residentes, o Overdrives já trabalha com mais quatro novas aceleradas. Kornerz, Revoluti, Klopr e Clube de Compra escolhidas no segundo edital e apresentadas no dia 1º de agosto. Todas terão a oportunidade de desenvolver os seus negócios se beneficiando de toda estrutura tecnológica e de mentoria do Centro de Inovação.

*Da assessoria

O secretário do Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, confirmou nesta segunda-feira (19) que o governo do país estenderá por 90 dias a licença para a Huawei comprar suprimentos de empresas americanas, como havia sido noticiado por meio de fontes no fim de semana.

Em entrevista à emissora Fox Business, Ross sustentou que as companhias dos EUA entendem os riscos à segurança das suas tecnologias de se fazer negócios com a Huawei, mas ponderou que "ninguém gosta de perder um bom cliente".

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Quando questionado sobre se espera algum efeito negativo sobre a economia americana a partir da entrada em vigor, em 1º de setembro, das tarifas de 10% sobre uma nova lista de importações chinesas, o membro o governo de Donald Trump buscou argumentar que, até agora, "não há base para dizer" que as cobranças adicionais já impostas tenham impactado o consumo no país.

Em relação aos temores mais difundidos na última semana de que uma reviravolta negativa na economia dos EUA possa estar mais próxima do que se pensava, Ross disse que "eventualmente haverá uma recessão, mas a inversão da curva de rendimentos (dos Treasuries) não é tão confiável como as pessoas pensam".

As manifestações em Hong Kong também foram trazidas à tona na entrevista, uma vez que o presidente Donald Trump já as vinculou ao andamento das negociações com a China de um acordo comercial. Para Ross, é "muito difícil" imaginar que Pequim use "força" contra manifestantes pacíficos.

O Governador de Pernambuco e o projeto Oi Futuro renovaram por mais cinco anos o acordo de cooperação técnica entre o órgão a empresa. O projeto, criado há 13 anos, instituirá o Núcleo Avançado em Educação (NAVE) na Escola Técnica Estadual Cícero Dias, em Boa Viagem. O programa já formou, no Recife, mais de 1.500 jovens no Ensino Médio Integrado ao Profissional, com foco em carreiras da economia digital e criativa (como programação, design e audiovisual).

Atualmente, o NAVE Recife conta com 502 alunos, na faixa etária entre 14 e 18 anos,  divididos nos cursos de Programação de Jogos Digitais e Multimídia. O projeto incentiva a produção de games, além de avaliar, sistematizar e tornar públicos os resultados de pesquisas que envolvem temáticas tecnológicas e ligadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

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Os estudantes são incentivados a desenvolver o espírito empreendedor para que consigam estabelecer conexões profissionais no mercado de inovação e tecnologia. Apenas no primeiro semestre de 2019, os alunos no programa criaram 60 jogos eletrônicos, inclusive em realidade virtual.

A renovação da parceria contou com a presença do Governador do Estado de Pernambuco, Paulo Câmara, além do Secretário de Educação, Frederico Amâncio, e o presidente da Oi, Eurico Teles.  

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Nos dias 30 e 31 de agosto, no Sheraton Reserva do Paiva, no  Cabo de Santo Agostinho, CEOs, diretores de empresas e gestores de T.I de diferentes regiões do Norte e Nordeste irão se reunir para a 3ª edição do Innovation Meeting. Os especialistas devem levantar pautas sobre tecnologia, inovação e gestão, através da transformação digital com a adoção de novas práticas.

 O objetivo do encontro é ajudar as empresas e empreendedores a gerar competitividade em um cenário cada vez mais digital, contribuindo para fomentar o mercado e facilitando troca de ideias entre os participantes. 

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Entre os temas do evento estão o impacto da Inteligência Artificial (IA) nos negócios e empregabilidade, a Previdência na era da transformação digital, além da Lei Geral de Proteção de Dados, computação em nuvem, sistemas de gestão (ERP), Big Data, Internet das Coisas (IOT), entre outros. Entre os palestrantes está Janguiê Diniz, fundador e controlador do grupo Ser Educacional, que falará sobre a importância e do poder da educação para o desenvolvimento do país.

Outra novidade é o Innovation Health, uma extensão do Innovation Meeting que se propõe a trazer soluções tecnológicas que beneficiem profissionais de saúde e seus pacientes. O espaço vai contar com uma troca de experiências com o biomédico e pesquisador pernambucano Onicio Leal. O evento é apenas para convidados.

 Museu das Minas e do Metal, em Minas Gerais, abriu um edital para que artistas, pesquisadores, engenheiros e diferentes profissionais da América Latina possam aproveitar o espaço com ocupações criativas e expositivas. A intenção é fomentar a discussão entre arte, ciência e tecnologia por meio do projeto CoMciência. O edital irá selecionar obras e trabalhos artísticos, científicos e intelectuais de pessoas, grupos e coletivos de trabalhos, que podem receber até R$ 15 mil, de acordo com o projeto apresentado.

Os projetos aprovados ficarão expostos no Prédio Rosa - sede do Museu, de 12 de dezembro deste ano até 15 de março de 2020. Quem quiser participar pode se inscrever até o dia 22 de agosto, pelo site do programa. O tema das obras tem que ser relacionado ao uso das tecnologias, aliadas à arte. 

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Confira os temas que podem ser apresentados:

Biologia: microbiologia, genética, o corpo, processos cerebrais- corporais, medicina, entre outros;

Ciências físicas: física das partículas, energia atômica, geologia, física, química, astronomia, ciências espaciais, nanotecnologias, entre outros;

Matemática e algoritmos: arte genética, fractrais, inteligência artificial, vida artificial;

Cinética: eletrônica conceitual, instalações sonoras e robóticas;

Telecomunicações: telefonia, rádio, telepresença, webarte, etc;

Sistemas digitais: mídias interativas, realidade virtual, realidade aumentada, sensores alternativos, entre outros.

Os cachês para os selecionados variam de mil a R$15 mil, dependendo da complexidade do projeto e da trajetória do proponente. Além disso, haverá uma verba destinada para execução dos projetos que pode variar dentro da mesma margem de valor.  No ato da inscrição, os artistas ainda terão a oportunidade de selecionar ou indicar quais áreas do museu que pretendem ocupar com as obras. 

Depois de fazer uma atualização que permite que seus usuários busquem nos estabelecimentos pedidos feitos pelo aplicativo, o iFood resolveu agilizar ainda mais seu serviço de entregas. A foodtech anunciou que, em parceria com a Speedbird Aero (SMX), começará a utilizar drones para levar as refeições até seus clientes. 

Em março, durante o Carnaval deste ano, a empresa já havia utilizado o aparelho para levar um wrap para o vocalista da Banda Eva, Felipe Pezzoni. Agora, a intenção da companhia é fazer as entregas em ambientes mais “domiciliares”, como prédios e empresas. A cidade escolhida para o teste inicial foi Campinas, em São Paulo, mas o pedido ainda não será aberto para clientes.

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De acordo com o iFood, o drone fará duas formas de entrega diferente. A primeira é coletando pedidos no shopping Iguatemi Campinas e levando-os até o iFood Hub. A partir daí as entregas seguirão por diferentes modais como moto, bike ou bicicleta elétrica. No outro modelo de operação, haverá uma rota entre o iFood Hub e um condomínio residencial. Dessa forma, os clientes que moram no local poderão retirar no “droneport”, estrutura de onde decolam e aterrissam os drones, ou ainda ter a rota concluída por um entregador.

O drone que será utilizado nessas operações foi construído com tecnologia brasileira e tem capacidade para cargas de até 2kg. O aparelho voa a 40 km/h e alcança alturas de até 60m, o equivalente a um prédio de 20 andares. Ele também vai contar com uma caixa térmica e um sistema de acoplagem do pedido que utiliza um potente ímã eletropermanente.

Recentemente voos realizados em Barueri foram acompanhados por órgãos reguladores, em que o equipamento cobriu uma distância de 1,5 km em apenas 4 minutos. Porém, a empresa não deixa claro se já há aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar oficialmente no estado.

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O Magazine Luiza fará, nos dias 11, 12 e 13 de agosto, a segunda edição da Black App. A promoção funciona como um esquenta para a Black Friday, oferecendo de até 80% de descontos para compras feitas apenas no aplicativo da empresa. Outros apps parceiros como Netshoes, Zattini e Época Cosméticos também vão entrar nas promoções do Black App.

Além dos descontos, o app do Magalu também dará frete grátis para compras acima de R$ 99, para boa parte dos produtos. A intenção é aumentar as vendas feitas na ferramenta mobile. "Queremos ser o Super App do consumidor brasileiro”, afirma Rafael Montalvão, diretor de marketing e-commerce do Magazine Luiza. 

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De acordo com o Ebit, 42% dos pedidos do e-commerce no Brasil durante o segundo semestre de 2018 foram feitos via dispositivos móveis. Quem já tiver o aplicativo instalado no celular poderá salvar seus produtos mais cobiçados na aba de favoritos que, se houver desconto, será avisado pelo aplicativo com antecedência. 

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A Huawei, proibida pelos Estados Unidos em um contexto de crescente rivalidade tecnológica com a China, apresentou neste sábado (10) sua primeira smart TV, que virá equipada com seu próprio sistema operacional, o HarmonyOS, e começará a ser vendida a partir da próxima semana.

O gigante das telecomunicações chinês e número dois do mundo de smartphone faz sua entrada em um mercado dominado até agora pelas sul-coreanas Samsung e LG, e as japoneses Sony e Panasonic.

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Esta TV inteligente estará disponível a partir da próxima quinta-feira (15) na China e será comercializada pela Honor, subsidiária da Huawei para uma clientela mais jovem, anunciou seu presidente, George Zhao, neste sábado. A fabrilcante não excluiu o lançamento do dispositvo em outros mercados, apesar de não falar em datas.

"Não é uma simples televisão como a que conhecemos", alertou Zhao em uma conferência de desenvolvedores em grupo em Dongguan (sul da China).

O dispositivo, que utilizará o novo sistema operacional da casa - HarmonyOS -, é projetado como uma extensão de smartphones na tela grande e funciona no mesmo ecossistema. Desta forma, o conteúdo pode ser sincronizado e convertido de um meio para outro.

O equipamento também incorpora uma câmera retrátil para fazer chamadas de vídeo e tecnologia de reconhecimento facial, destinada, por exemplo, a impedir que crianças acessem determinado conteúdo.

A nova televisão vai mostrar a implantação do sistema HarmonyOS, cujas características foram reveladas pela Huawei na sexta-feira.

Este sistema é a alternativa da Huawei, caso seja impossível usar o Android para sanções dos Estados Unidos.

Considerada a líder da tecnologia 5G, a Huawei foi incluída na lista negra do governo Trump por suspeita de servir como um canal para a espionagem chinesa, uma acusação que o grupo nega.

Consequentemente, as empresas americanas não são mais autorizadas, em tese, a vender seus produtos tecnológicos.

O grupo sempre defendeu publicamente o desejo de substituir o Android em seus telefones por um sistema operacional próprio, mas afirma ter sido forçado a fazê-lo pelas sanções dos Estados Unidos.

Além do Android, do Google, o único sistema operacional suficientemente ampliado é o iOS da Apple, disponível apenas no iPhone.

O Google também está trabalhando em um sistema de operacional multiuso, mas que ainda não está acessível.

Em 2010, a Microsoft tentou lançar uma versão móvel de seu Windows, mas conseguiu oferecê-lo apenas em seus próprios telefones celulares.

Quanto ao sistema isento de royalties Tizen, que a Samsung criou, é confidencial até o momento.

Sem acesso à versão completa do Android, dos populares serviços do Google e dos múltiplos aplicativos disponíveis na loja do Google Play, a Huawei poderá enfrentar dificuldades para conquistar os consumidores fora da China.

A gigante de telecomunicações chinesa Huawei, ameaçada de perder seu acesso ao Android devido às sanções dos Estados Unidos, apresentou nesta sexta-feira (9) um novo sistema operacional que deve equipar seus celulares.

O sistema, chamado HarmonyOS, foi apresentado pelo diretor executivo da divisão de consumo, Richard Yu, em uma coletiva de imprensa na cidade de Dongguan (sul).

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"Queremos trazer mais harmonia ao mundo", disse ele, num momento em que a Huawei está na lista negra dos Estados Unidos, acusanda de espionagem para o governo chinês.

A Huawei, segunda maior fabricante de celulares do mundo, mergulhou em maio na guerra comercial e tecnológica entre os Estados Unidos e a China. A empresa de Shenzhen vem trabalhando em seu próprio sistema operacional desde 2012, inicialmente projetada para a Internet das Coisas (IoT).

A Huawei, considerada a líder da tecnologia 5G, foi incluída na lista negra do governo Trump por suspeita de servir como um canal para a espionagem chinesa, uma acusação que o grupo nega. Consequentemente, as empresas americanas não são mais autorizadas, em teoria, a vender produtos tecnológicos.

Mas as autoridades americanas decidiram adiar as sanções por três meses, uma extensão que expira na semana que vem. Essa proibição também afeta o Google e o fornecimento de seu sistema operacional Android, que equipa a grande maioria dos telefones celulares do mundo, incluindo a Huawei.

O grupo sempre defendeu publicamente o desejo de substituir o Android em seus telefones por um sistema operacional próprio, mas afirma ter sido forçado a fazê-lo pelas sanções dos Estados Unidos.

Nesta quinta-feira (8), o Porto Digital, em parceria com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), lança a segunda edição do Ciclo de Inovação Aberta. Startups, empresas e pesquisadores, poderão se inscrever para desenvolver soluções tecnológicas para a sociedade civil. Nesta edição, O MPPE deve investir até R$ 1 milhão, distribuídos em Produtos Mínimos Viáveis (MVPs) aprovados.  

O lançamento será às 16h, na Rua do Apolo, 235, Bairro do Recife. No último ciclo, quatro, dos 12 protótipos desenvolvidos, foram aprovados e tornaram-se Produtos Mínimos Viáveis (MVPs). Um dele já é utilizado pelo MPPE.

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O MVP trata-se de uma prática para o lançamento de um produto ou serviço com o menor investimento possível. A intenção é testar os projetos e conhecer sua capacidade, antes de aumentar o investimento.

 

Depois de inaugurar dois quiosques em São Paulo, durante o mês de junho, a Huawei começa a expandir suas lojas pelo Brasil. A empresa anunciou que levará seus smartphones e gadgets para novas unidades em Campinas, Rio de Janeiro e Brasília, nos dias 7, 8 e 9 de agosto, respectivamente. 

Nos três novos quiosques, os clientes poderão aproveitar a promoção #HUAWEISuperTroca, para trocar o seu smartphone velho - independente de marca ou modelo - por um P30 Pro ou P30 lite. O valor da avaliação do aparelho será somado a um bônus da empresa de R$ 1.500 para o P30 Pro e R$ 500 para o P30 lite. 

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A campanha é válida até o dia 11 de agosto em todos os estados que possuem lojas quiosques oficiais da empresa. Para quem não tem como ir presencialmente a uma dessas unidades pode encontrar produtos da companhia em lojas de empresas como a Vivo, Fast Shop, Magazine Luiza, Americanas.com, Shoptime, Casas Bahia, Submarino e Ponto Frio.

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Anunciado pela Apple em março deste ano, o Apple Card, cartão de crédito da empresa em parceria com a Goldman Sachs, começa a funcionar nesta terça-feira (6). A partir de hoje, algumas pessoas que se inscreveram no site da maçã para receber notificações sobre o produto serão convidadas a se inscrever em um grupo de pré-visualização.

Para participar do teste os usuários precisam ter um iPhone com iOS 12.4 e devem inserir em um cadastro seu endereço, data de nascimento, nível de renda e os últimos quatro dígitos do seu número da Previdência Social. As informações são enviadas para a Goldman Sachs, que irá aprovar ou recusar o pedido em tempo real. A Apple diz que todo o processo deve levar menos de um minuto. Há também uma verificação de crédito da TransUnion.

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Apesar da novidade a empresa afirma que o Apple Card não deve competir diretamente com cartões premium de bancos tradicionais e seu objetivo é ser acessível a todos os usuários de iPhone. Caso o cliente seja aprovado ele aparecerá na Apple Wallet imediatamente e estará disponível para uso. Também é possível solicitar gratuitamente o cartão de titânio da Apple e um número para transações via PC.

Sem anuidade ou taxas tradicionais

Entre as diferenças do cartão para os tradicionais é que o da Apple não possui data de expiração ou código de segurança, nem um número impresso. A companhia também não está cobrando taxas atrasadas, anuidades ou taxas internacionais neste cartão, e diz que não tem acesso a nenhum dos dados de compra do usuário. Toda a limpeza e categorização das transações ocorrem no telefone.

Para quem se pergunta se haverá alguma recompensa para migrar para o cartão da maçã a empresa oferece 3% de dinheiro em qualquer transação da Apple, da Apple Store até o iCloud, 2% em transações da Apple Pay e 1% em compras feitas com o cartão físico ou com o número do cartão virtual. Esse dinheiro seria transferido para a conta do Apple Pay Cash todos os dias e o cliente poderá usá-lo para quitar seu saldo de compras ou até mesmo enviá-lo a amigos ou transferi-lo para um banco.

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Até poucos anos atrás, muitos desempregados viviam de "bicos". A gíria traduz o trabalho informal ou temporário que garante uns trocados e a sobrevivência. Em tempos de internet, com as famílias cada vez mais conectadas, acesso às redes sociais e o barateamento do custo para montar uma loja virtual, o "bico 2.0" virou um fenômeno com tendência de crescimento entre os brasileiros.

O movimento rumo à sobrevivência via plataformas online é recente. Entre junho de 2018 e junho deste ano, a abertura de lojas virtuais cresceu quase 40%, segundo pesquisa da empresa de pagamentos online PayPal Brasil. Para se ter ideia do avanço, no período entre 2017 e 2018, o crescimento havia sido de apenas 12,5%.

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No total, o País já tem 930 mil lojas virtuais. A maioria delas, 88,8%, é de pequeno porte, com até 10 mil acessos por mês, e 44,3% não têm funcionários. Ou seja: pertencem a pessoas sozinhas, buscando gerar renda.

Alternativas. Uma das explicações para o crescimento acelerado nos últimos 12 meses é o persistente nível de desemprego, que atingia 12,8 milhões de brasileiros em junho. Mas há outras justificativas além da fila por vagas. Elas vão desde a necessidade de complementar um salário baixo à fuga do dia a dia das grandes empresas. Passam também pela busca de qualidade de vida, com mais tempo para filhos e família.

Haryela Zacharias, por exemplo, é estilista e sempre trabalhou em confecções. Aos 45 anos e com experiência no setor, começou a ter dificuldades de recolocação no setor têxtil - que vive uma crise. "Comecei a perceber um mercado mais complicado há uns cinco anos, com as pessoas sendo ejetadas de suas posições. Comigo não foi diferente", diz ela.

Depois de ser demitida, Haryela trabalhou como freelancer em algumas confecções. Na última, não teve uma boa experiência e foi obrigada a buscar outras alternativas no mercado para conseguir se manter. Decidiu criar uma loja de camisas - sem gênero - na internet: a Zach Studio. "Hoje, além da página, vendo os produtos no Instagram e pelo WhatsApp."

Com estampas descoladas, as camisas são desenvolvidas e costuradas por Haryela, com ajuda de mais uma pessoa. Ela também mantém uma loja colaborativa, na qual divide os custos com outros comerciantes, no bairro de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. "Hoje, ganho mais do que ganhava nas confecções", afirma. "Mas tudo ocorreu numa crescente."

Ela diz que no começo foi tudo muito difícil: "Não vendia nada". Foi aí que decidiu estudar um pouco o mundo digital para entender como funcionava e como as pessoas vendiam pela internet. O primeiro passo foi buscar uma plataforma mais amigável. "Mas é tudo muito dinâmico: é preciso estar sempre atenta para acompanhar as evoluções da internet."

Há motivos práticos para a explosão dos lojistas virtuais. "A facilidade das plataformas de comércio eletrônico, que chegam a ter custo mensal de apenas R$ 9, explica o forte crescimento das lojas virtuais", afirma André Dias, coordenador do grupo de trabalho de métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara-e.net) e diretor executivo da rede de avaliação online Compre & Confie.

De acordo com Dias, outro fator que tem impulsionado as pessoas a tentar empreender na internet é o avanço dos marketplaces, que são grandes centrais para o comércio eletrônico nas quais se juntam milhares de lojistas. O consumidor sabe que encontrará o que busca. Já o vendedor consegue público para suas ofertas.

‘Marketplace’. Exemplo da tendência é a plataforma Nuvemshop, que hospeda cerca de 11 mil lojas virtuais. Segundo Luiz Natal, diretor da plataforma, o número de sites hospedados cresceu 27% do ano passado para cá. Da atual base de clientes, ele calcula que entre 50% e 55% das lojas pertencem a autônomos.

É fácil de entender o motivo dessa expansão acelerada. O custo para criar um comércio eletrônico começa em R$ 49,90. Por esse preço, o empreendedor consegue fazer com que sua loja aceite vários meios de pagamento. Também pode usar ferramentas de marketing e estatísticas para a gestão do negócio. Em várias plataformas, é possível, inclusive, criar uma loja estruturada com meios de pagamento e logística em até 15 minutos.

Tem de tudo. O perfil dos brasileiros que têm decidido se aventurar pelo comércio eletrônico é variado. Há desde os pouco familiarizados com a internet até jovens que dominam com grande intimidade as ferramentas online. Na Elo7, plataforma que inclui 110 mil vendedores, 90% são mulheres e 50% têm entre 25 e 35 anos. "O aumento do número de famílias conectadas elevou o potencial de compra online", afirma Carlos Curioni, presidente da Elo7.

Segundo ele, o crescimento do número de vendedores na plataforma ficou entre 60% e 70% no último ano e o das vendas, em 40%. A maior parte das lojas são voltadas a nichos, como artigos para bebês, casamento e moda. O cenário se repete em outros marketplaces. Os produtos vendidos variam de bijuterias, cosméticos e suplementos de academia.

No portal UOL, cujo plano básico mensal custa R$ 59,99, houve aumento de 30% na criação de páginas de e-commerce em 2018. Para Marcelo Varon, diretor de produtos digitais, o salto se deve tanto aos autônomos que buscam ter uma segunda renda quanto aos brasileiros que estão desempregados e precisando se virar. "Tem um pouco dos dois, um por necessidade e outro que quer ter seu próprio negócio", disse Varon.

Recorde. O fenômeno do "bico 2.0" está em linha com o esforço de trabalhadores que atuam por conta própria e que, de acordo com os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do IBGE, chegaram ao recorde de 24,1 milhões de brasileiros em junho. Por definição, essa atividade se refere a quem trabalha explorando o próprio empreendimento, sozinho ou com sócio, sem ter empregado.

É o caso de Andrea Martorelli, de 33 anos. Formado em arquitetura, ele nunca atuou na área e decidiu apostar nas artes. Depois de fazer um curso de marchetaria, abriu uma loja virtual e vende seus produtos na Elo7. "Tenho um ateliê, participo de feiras e agora vendo minhas peças na internet", diz. "O retorno financeiro tem sido bom."

Dias, da câmara-e.net, afirma que, da mesma forma, que o número de lojas virtuais tem crescido, a mortalidade, evidentemente, também é grande. De cada 10 mil lojas abertas, 8 mil não sobrevivem. "O lado bom é que o saldo tem sido positivo."

Emprego fixo vira coisa do passado

Com oito anos de experiência na indústria de produtos lácteos, Daniel Batista não titubeou quando perdeu o trabalho no início do ano passado. Com a fila do desemprego crescendo, preferiu apostar no sonho antigo do negócio próprio e montou em outubro o Cheesebox - loja virtual que vende queijos e frios. "Nem fui atrás de emprego fixo", diz ele. "Investi quase toda minha rescisão nesse novo negócio, que está indo muito bem."

No último mês, Batista decidiu incrementar a empresa e criar um programa de assinaturas, no qual o cliente opta por um plano e recebe todo mês uma cesta de produtos, como queijos, frios e geleias. Desde o lançamento, conseguiu 215 assinaturas. "Sou assinante de clubes de cerveja e vinhos e pensei: por que não fazer algo semelhante com queijos?"

Batista diz que, apesar de o retorno estar sendo bom, teve de abrir mão de algumas coisas para colocar a loja de pé. Tirou do orçamento viagens e diminuiu idas a restaurantes. "Tivemos de dar uma segurada nas contas e fazer alguns sacrifícios", diz. "Afinal, meu rendimento ainda é menor se comparado ao da empresa."

Segundo ele, ainda não foi possível obter o retorno de todo investimento feito. Mas Batista calcula que em mais oito meses terá pago todo o negócio. Sem funcionários, toda a parte operacional e comercial é por conta dele. Mas ele tem a ajuda da mulher, Vivian, para bombar os produtos nas redes sociais. "Por ora, não quero saber de emprego fixo."

Nutricionista se reinventa na rede

Formada há cinco anos em nutrição, Vanderleia Alves teve muita dificuldade para encontrar emprego após deixar a faculdade. Ficou três anos desempregada e teve de recorrer aos bicos em outras áreas para sobreviver e pagar as contas no fim do mês. As vendas pela internet ocorreram por acaso, graças à filha, que se tornou influenciadora digital.

Com muitos seguidores no Instagram, sua filha começou a receber produtos de empresas. Alguns deles eram suplementos alimentares. "Tive a ideia de ligar para uma dessas empresas e comecei a pegar os produtos para revender", diz Vanderleia. Inicialmente, ela vendia apenas para amigos, mas o negócio foi crescendo com a propaganda "boca a boca".

O próximo passo foi criar uma loja virtual, a Bioarcos Nutry. "Em termos financeiros estou começando, mas já penso em incluir outros itens no site, como produtos naturais e linha fitness", afirma Vanderleia. Ela diz que, ao escolher nutrição na faculdade, sabia que era uma área difícil de encontrar emprego.

Imaginava, porém, que conseguiria trabalhar em controle de qualidade. Cursou uma pós-graduação em segurança alimentar e qualidade de alimentos na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). A realidade, no entanto, foi bem diferente.

"Hoje, pelo menos, eu consigo vender produtos que, de alguma forma, tem a ver com a minha profissão para a qual estudei e me especializei", diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Na última quinta-feira (1º), o Centro de Inovação - Overdrives divulgou a lista de startups que irão receber o aporte de 100 mil reais para participar do programa nos próximos seis meses. As selecionadas foram a Kornerz, a Revoluti, a Klopr e o Clube de Compra. Todos foram apresentados ao público presente no evento de lançamento.

 O processo de escolha contou com 75 startups inscritas, representando 12 estados, mais de 6 segmentos de mercado e 4 etapas de seleção. Agora, as quatro vencedoras irão contar com apoio financeiro e tecnológico da Overdrives, além de uma equipe de mentoria para auxiliar nas decisões dos empreendedores.

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 O Head da Overdrives , Luiz Gomes, destacou a disputa acirrada entre as inscritas, já que muitas tinham potencial para serem escolhidas. "Essa é a segunda edição do programa de aceleração. Tivemos o dobro de inscritas em comparação com a primeira edição e foi difícil selecionar apenas quatro startups com potencial e de relevância", conta.

 "O programa de aceleração é o programa carro-chefe do Overdrives, ele suporta os negócios na jornada para torná-los maduros, no qual os empreendedores aprendem com erros e acertos para evoluir conscientemente", explica.

 Para o presidente do grupo Ser Educacional, Janyo Diniz, as empresas têm muito a contribuir a sociedade. Selecionamos empresas de diversos segmentos para contribuir e com potencial para criar novos negócios e desenvolver soluções que facilitem o dia a dia da população. Juntos vamos desenvolver os projetos inovadores destas startups, com o objetivo de atrair outras com potencial de sucesso e grandes empresas para, juntas, desenvolverem conexões, oportunidades de negócio e investimentos adequados.

 ˜Além do investimento de 100 mil reais, as startups irão ter acompanhamento presencial, capacitação profissional e conexão com o mercado de um grupo de startups e infraestrutura completa para sua operação”, afirma.

 O evento de lançamento das novas aceleradas aconteceu no hall da Overdrives e também contou com palestras sobre a relação entre startups e o poder público e sobre métodos de vendas. As primeiras aceleradas do Centro de Inovação também marcaram presença. Mary Drive, Painel B2B, Protein Now e Zeropay apresentaram os seus modelos de negócios e chamaram a atenção do público presente.

*Esse conteúdo foi postado primeiramnte no site da Uninassau.

Imagine que você precisou fazer serão na empresa e todo mundo resolveu pedir pizza. Ou surgiu alguma viagem de trabalho e você vai ter que passar uns dias fora. Quando isso acontece é comum que as companhias peçam notas fiscais para reembolso ou mesmo que a conta acabe saindo do bolso do funcionário. Para solucionar esse problema, o iFood lançou recentemente o iFood Office, que elimina os processos de reembolso de refeições das empresas, e o iFood Card, um cartão pré-pago que pode ser oferecido em situações específicas.

O serviço funciona da seguinte forma, o usuário conecta seu app do iFood ao  iFood Office da empresa. Dessa forma, na hora de pagar pelo pedido, ao invés de utilizar o cartão de crédito pessoal, os colaboradores selecionam o método de pagamento corporativo. Assim, a conta vai - literalmente - para a empresa.   

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Mas não pensei que dá para gastar qualquer valor. A plataforma possibilita a definição de limites de gasto por tipo de refeição, por usuário ou grupos com diferentes necessidades, além de fornecer relatórios para gestão das despesas, por centro de custos ou projetos. É uma forma de evitar ter que guardar todos aqueles papéis de conta para o reembolso, mas também de não se empolgar demais na hora de fazer uma refeição. 

“Isso garante que as refeições estejam dentro das políticas de cada empresa, dando mais visibilidade e transparência para gestão corporativa. Com objetivo de oferecer ainda mais praticidade aos processos, todas as despesas são reunidas em uma única fatura. ”, explica Paula Rabelo, Head do iFood Empresas.

Para começar a utilizar o serviço a empresa precisa solicitar o cadastro na plataforma,configurar as regras de acordo com suas políticas de refeição e cadastrar os colaboradores para uso. Já o iFood Card, funciona como um cartão pré-pago, de uso único, que pode ser emitido tanto em forma física, como virtual. Ele pode ser utilizado tanto no aplicativo ou no site do iFood. É possível solicitá-lo no site da empresa. 

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Dois meses depois de abrir sua primeira loja física no Brasil - que recebeu 5 mil fãs durante a inauguração -, a fabricante chinesa de smartphones e eletrônicos Xiaomi segue com planos de expansão no País. A empresa aumentará o portfólio de produtos, promete uma nova loja até o fim do ano e cogita até mesmo abrir uma fábrica de smartphones nacional.

Ainda não há data para a inauguração da nova loja, mas a empresa afirma que ela sairá do papel até o fim do ano. "Há intenção em expandir a operação de lojas físicas no Brasil e até o fim do ano teremos uma nova loja", diz Luciano Barbosa, diretor de produtos da Xiaomi no Brasil, em entrevista ao Estado.

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Foi a primeira vez que o executivo falou com a imprensa - ele não revelou onde o segundo ponto de venda será instalado. Pode, inclusive, ficar fora do Estado de São Paulo. "Existe demanda muito maior do que é suportado em uma loja. Temos intenção de aumentar ainda mais a quantidade de unidades."

Atualmente, a única loja física da Xiaomi no País fica no Shopping Ibirapuera, em São Paulo. Desde sua inauguração, em 1.º de junho, a movimentação de fãs, especialmente nos finais de semana, é alta. A administração do shopping exige que a marca organize filas para que os clientes da marca visitem o espaço.

Para Carlos Rafael Neves, professor de tecnologia da ESPM, o boca a boca é responsável pelo grande movimento. "Esse tipo de loja vende mais que um produto: vende um conceito e atesta capacidade técnica", afirma.

Mais celulares - Antes de abrir a nova loja, porém, a Xiaomi aumentará o portfólio de produtos disponíveis para os consumidores do País. Neste mês, a fabricante vai trazer três novos smartphones ao País: o Mi 9T, o Mi A3, e também o Redmi 7A - modelo com custo menor, que deve agradar o brasileiro. Ainda em agosto está confirmada a chegada da pulseira inteligente Mi Band 4.

Em setembro, a marca está programando lançar uma linha de lâmpadas inteligentes. O objetivo é ampliar o portfólio para 200 produtos até o fim do ano - a empresa chegou no Brasil com 100 modelos de aparelhos, e hoje já soma 170. Além de smartphones e lâmpadas, a marca vende patinetes elétricos, escovas de dentes inteligentes e outros itens tecnológicos.

O plano é dar mais opções de celulares aos consumidores. "Nesses meses no Brasil percebemos que o brasileiro tem interesse por modelos variados", afirmou Barbosa.

Fábrica - A expansão faz a marca pensar em abrir uma fábrica no País - atualmente, os produtos vendidos aqui são importados. "Estudaremos o projeto nos próximos meses", diz ele.

O plano pode ser positivo, segundo Neves. "Uma fábrica permite que a empresa faça adaptações no para o mercado nacional, como, por exemplo, diminuir a memória do celular para deixá-lo mais barato", afirma.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Apple anunciou nesta quarta-feira (31), os resultados financeiros do terceiro trimestre fiscal de 2019, encerrado em 29 de junho deste ano. Apesar do aumento de 1% na receita empresa, em relação ao mesmo período do ano passado, nem de longe esse crescimento foi marcado pela venda de seu maior produto. A venda de iPhones caiu cerca de 12%, em relação ao mesmo período de 2018.

De acordo com a empresa, que registrou receita trimestral de US $ 53,8 bilhões, as vendas internacionais representaram 59% do lucro trimestral e os grandes responsáveis por isso foram os Wearables e o lançamento de serviços como  Apple News +, Apple Card, Apple TV e Apple TV+, entre outros.

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"Este foi o nosso maior trimestre de junho de todos os tempos - impulsionado pela receita recorde de todos os tempos dos Serviços, acelerando o crescimento da Wearables, forte desempenho do iPad e Mac e melhoria significativa nas tendências do iPhone", disse Tim Cook, CEO da Apple.

Em relação ao comparativo das vendas pela internet, em um período de nove meses, a maçã deixou de lucrar US$ 11 mil com vendas online. A maior baixa veio da venda de iPhones,que teve seu último modelo lançado no final de 2018. Os serviços, que fizeram a receita da maçã manter a estabilidade foram anunciados no Apple Worldwide Developers Conference (WWDC), junto com novas opções de Apple Watches.

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