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O sistema operacional Windows Vista (Microsoft) completa 16 anos nesta segunda-feira (30). Considerado como uma das maiores falhas da Microsoft, o Vista foi o produto Microsoft que contou com o menor tempo de suporte operacional e atualizações.

O lançamento do Vista foi duramente criticado pela falta de compatibilidade com hardwares, problemas de estabilidade e lentidão, além de introdução de recursos e novidades pouco ou nada explicadas ao usuário. Sua aposentadoria chegou em 2009, apenas dois anos após seu lançamento.

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Apesar de amargar o fracasso comercial, o sistema teve um começo relativamente positivo, com 20 milhões de cópias vendidas no primeiro mês e 180 milhões em apenas um ano, o dobro do Windows XP.

Quando lançado, o Windows Vista exigia computadores rápidos para funcionar, principalmente por conta das mudanças em relação a interface gráfica Aero, repleta de efeitos transparentes e detalhes gráficos mais caprichados. Outra diferença estava em como o Vista ocupava completamente a memória RAM do computador, não deixando capacidade de processamento para outros programas.

Todos os aspectos do lançamento do Windows Vista contribuíram para que o sistema operacional ganhasse o título de pior lançamento da Microsoft em sistemas operacionais. 

A gigante americana da informática IBM vai cortar cerca de 3.900 empregos, pouco mais de 1% de sua força de trabalho, relacionados com as atividades que liquidou, disse à AFP na quarta-feira (25) uma fonte próxima ao assunto.

No entanto, a empresa de informática com sede no estado de Nova York não mencionou cortes de empregos em seu relatório de resultados trimestrais divulgado na quarta-feira ou em uma ligação com analistas para discutir resultados financeiros.

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A IBM disse que assumiria um pagamento único de US$ 300 milhões no primeiro trimestre deste ano, que segundo a fonte estaria relacionado às demissões.

"Não é uma ação baseada nos resultados de 2022 ou nas expectativas para 2023", disse um porta-voz da IBM à AFP.

Amazon, Meta, Microsoft e Alphabet, empresa matriz do Google, apresentaram recentemente planos de redução de pessoal, depois de contratar muitos funcionários durante a pandemia para atender à crescente demanda.

Vários serviços da Microsoft, entre eles a plataforma de comunicação Teams e o serviço de e-mails Outlook, ficaram fora do ar nesta quarta-feira (25) em todo o mundo por "problemas de configuração na rede", informou a empresa americana no Twitter.

"Isolamos o problema", que estava ligado a "configurações de rede", anunciou uma das contas do serviço no Twitter por volta das 6h da manhã (horário de Brasília).

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"Estamos analisando a melhor estratégia de mitigação para resolvê-lo sem causar impacto adicional", acrescentou.

A empresa, no entanto, não divulgou quantas pessoas foram afetadas pela intermitência e também não respondeu às perguntas da AFP.

O pacote de aplicativos e programas do Microsoft 365 (Teams, Outlook e outros) conta com mais de 300 milhões de usuários, que reclamaram sobre o problema nas redes sociais.

"Tenho que entregar trabalhos em meia-hora no Teams e os servidores não estão funcionando na Índia. Façam alguma coisa", pediu um dos usuários.

O site especializado Downdetector relatou incidentes nos Estados Unidos e na Europa que afetaram outros serviços relacionados à Microsoft, desde a plataforma de jogos Xbox Live até a rede social LinkedIn.

A Microsoft anunciou em meados de janeiro que demitiria cerca de 10 mil funcionários até o final de março (pouco menos de 5% de sua força de trabalho).

A onda de demissões das bigtechs no ano passado pode estar ligada a um movimento do mercado para reduzir a média salarial dos profissionais da tecnologia. Mesmo após desligar 12 mil colaboradores em todo o mundo, o Google foi pressionado pelo fundo de cobertura TCI Fund Management Ltd. a realizar novos cortes em massa e diminuição da faixa salarial.

Grandes empresas como a Meta, o Twitter, a Amazon e, recentemente, a Alphabet - empresa controladora do Google - despediram milhares de funcionários após anos de crescimento e contratações. A justificativa seria a morosidade do cenário econômico pós-pandemia e o aumento da inflação.

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Por outro lado, também é percebido um interesse dessas gigantes em investir em inteligência artificial para se distanciar das concorrentes. Além disso, o mercado de investidores cobra o controle de gastos a partir dos colaboradores.

Em novembro, o TCI Fund Management Ltd publicou uma carta aberta expor sua expectativa de lucro com a Alphabet e reclamou da quantidade de funcionários e do custo individual com cada um. 

Em uma nova carta na semana passada, o fundador da TCI, Chris Hohn, elogiou a decisão da empresa em confirmar as demissões, mas indicou que elas foram insuficientes. Ele aponta que a Alphabet precisa ir além e orienta um corte na ordem de 20% do quadro atual. Ainda no comunicado, Hohn faz um apelo para que a empresa reduza a média salarial dos colaboradores. 

--> Confira os dois comunicados da TCI Fund Management Ltd.

O Crown Estate, órgão que administra os bens da monarquia britânica, anunciou nesta terça-feira (24) que entrou com uma ação judicial contra o Twitter. A rede social está sendo acusada de não pagar o aluguel de sua sede em Londres.

Um representante do Crown Estate afirmou ter entrado em contato com o Twitter e está em negociações com a empresa, comprada em outubro pelo bilionário Elon Musk por US$ 44 bilhões.

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Desde então, o fundador da Tesla e da Space X demitiu metade dos funcionários e parou de pagar o aluguel de vários escritórios em uma tentativa de economizar dinheiro, de acordo com a imprensa americana. A empresa já foi processada por diversos proprietários nos Estados Unidos.

Em Londres, a sede do Twitter está localizada perto de Picadilly Circus desde 2014, em um complexo chamado Air W1, propriedade da família real britânica.

O jornal Daily Telegraph noticiou que o logotipo da empresa foi retirado do prédio. Entretanto, um funcionário da rede social garantiu que ainda frequenta as instalações.

Não foi possível contatar o Twitter para obter comentários.

O Crown Estate, um dos maiores proprietários de terras do Reino Unido, possui terrenos importantes no coração de Londres, no domínio real de Windsor e nos fundos marinhos da Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte, com ativos avaliados em mais de 15 bilhões de libras (US$18,5 bilhões).

Seus lucros são entregues ao Tesouro britânico por meio de um acordo centenário, no qual o monarca, agora Charles III, recebe parte do lucro por meio de uma doação anual para financiar as despesas da casa real.

O Google Meet e o Zoom vão se comunicar e os usuários poderão conversar na mesma sala, independente dos serviços de videochamada. A novidade vai facilitar a rotina de grupos que utilizam plataformas diferentes e querem participar da mesma reunião.

A integração entre as empresas ocorre apenas nas funções básicas. Nesse caso, recursos avançados como suporte para duas telas e enquetes não poderão ser compartilhados entre as plataformas.

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O recurso será disponibilizado a partir dessa quinta-feira (26), com o alcance a todos os usuários esperado para os 15 dias seguintes.

A Microsoft anunciou hoje (23) uma extensão de parceria com a Open AI, que garantirá investimentos bilionários para acelerar o avanço da Inteligência Artificial (IA). O objetivo é melhorar serviços de supercomputação, experiências baseadas em IA e do provedor de nuvem Azure. Em um comunicado, a gigante da tecnologia informou que pretende compartilhar todos os avanços dessa parceria com o mundo.  

Na primeira quinzena deste ano, o site Semafor já havia divulgado que a Microsoft pretendia colocar uma quantia de US $10 bilhões (cerca de R$51 bilhões na cotação atual) na Open AI e no Chat GPT – uma das plataformas de Inteligência Artificial mais populares da atualidade.

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A dona do sistema operacional mais popular do mundo, que não confirmou os valores exatos envolvidos no negócio, explicou em nota que isso servirá para escalar a supercomputação. Nesse sentido, a ideia é desenvolver e implementar sistemas especializados para acelerar a pesquisa de IA independente da Open AI e continuar a desenvolver a infraestrutura principal de IA da Azure.  

O novo investimento ainda servirá para que os modelos da Open AI sejam implementados nos produtos da Microsoft para consumidores e empresas. Isso inclui o Azure Open AI Service da Microsoft, que capacita os desenvolvedores a criar aplicativos de IA. O terceiro pilar desse novo investimento é fazer com que a Azure, provedor de nuvem exclusivo da Open AI, alimente todas as cargas de trabalho da Open AI em pesquisas, produtos e serviços.   

O Spotify, líder mundial das plataformas de áudio, anunciou nesta segunda-feira (23) que cortará 6% de sua força de trabalho, ou seja, cerca de 600 empregos, após uma onda de demissões entre os gigantes da tecnologia.

"Nas próximas horas, serão realizadas entrevistas individuais com os funcionários afetados", disse o CEO e cofundador da empresa sueca, Daniel Ek, em mensagem online aos funcionários.

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"Olhando em retrospecto, tenho sido muito ambicioso investindo mais rápido do que o crescimento do nosso volume de negócios", disse ele.

"Por isso, reduzimos nosso quadro de funcionários em cerca de 6% em todo o grupo", explica o diretor do grupo, listado na Bolsa de Valores de Nova York.

Embora o Spotify tenha sido ocasionalmente lucrativo, a empresa vem registrando prejuízos há vários anos, apesar do crescimento vertiginoso de seu número de assinantes e da vantagem que ganha sobre seus concorrentes, como a Apple Music.

"Como sabem, nos últimos meses fizemos um esforço considerável para reduzir nossos custos, mas isso simplesmente não foi suficiente", justificou Daniel Ek.

O anúncio do Spotify, que divulgará seus resultados anuais em 31 de janeiro, segue uma série de planos de demissões anunciados por grandes grupos de tecnologia nas últimas semanas.

Após demissões na Amazon, Meta e Microsoft, a Google anunciou neste sábado que cortará 12 mil empregos em todo o mundo, ou seja, pouco mais de 6% de sua força de trabalho. Na quarta-feira, a Microsoft anunciou que haveria 10.000 demissões até abril.

A Samsung investiu em memória para desenvolver o novo Galaxy S23. A linha que vai concorrer com os modelos do iPhone 14 promete otimizar a rotina dos usuários com mais velocidade de transferência e armazenamento de dados.

A expectativa é que os smartphones sejam apresentados no dia 1º de fevereiro, no evento Unpacked, em San Francisco, nos Estados Unidos. Porém, rumores já adiantam que eles serão equipados com memória RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.0.

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Enquanto a nova RAM deve oferecer uma velocidade de transferência de dados cerca de 33% mais veloz que a versão anterior, com menos consumo de energia, a UFS 4.0 propõe mais capacidade de instalar programas, arquivos e aplicativos com mais agilidade nos processos.

Três versões do Galaxy S23 devem ser lançadas no Unpacked. O modelo mais completo terá armazenamento máximo de 1 TB e RAM de 12 GB. 

Confira como o novo Galaxy deve ser apresentado ao mercado:

Galaxy S23: armazenamento de 128 GB ou 256 GB, e RAM de 8 GB

Galaxy S23 Plus: armazenamento de 256 GB ou 512 GB, e RAM de 8 GB

Galaxy S23 Ultra: armazenamento de 256 GB, 512 GB ou 1 TB, e RAM de 8 ou 12 GB

Mecanismo que permite o bloqueio de chamadas não desejadas de empresas, a plataforma Não Me Perturbe fechou 2022 com 11 milhões de números de telefone cadastrados. Isso representa crescimento de 1,45 milhão de números em relação a 2021.

Segundo a Conexis Brasil Digital, que reúne as empresas de telecomunicações e de conectividade, o número de cadastros equivale a 3,8% da base de 288,6 milhões de telefones fixos e móveis existentes no Brasil.

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Em operação desde julho de 2019, a plataforma permite que as pessoas bloqueiem chamadas de telemarketing vindas de empresas de telecomunicações e de oferta de crédito consignado. O mecanismo, no entanto, não bloqueia ligações, por exemplo, de planos de saúde ou de redes varejistas.

Quem quiser bloquear seus números de celular e telefone fixo para não receber ligações de telemarketing desses dois setores (telecomunicações e crédito consignado) deve fazer o cadastro diretamente no site Não Me Perturbe ou por meio dos Procons em todo o país. O bloqueio ocorre em até 30 dias após o cadastro no site.

A maior parte dos números bloqueados está no estado de São Paulo, com 5,17 milhões de números registrados. São Paulo também concentra a maior base de clientes do país, com 87 milhões de celulares e de telefones fixos. O Distrito Federal tem a maior proporção de telefones cadastrados na plataforma, com 7,1% da base de telefones fixos e móveis do DF.

Em operação desde julho de 2019, a plataforma Não Me Perturbe faz parte das medidas de autorregulação do setor para melhorar a relação com os consumidores. Desde então, o número de cadastrados cresceu ano a ano, mas só superou a marca de 10 milhões em 2022. Em novembro do ano passado, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o volume de queixas caiu 29% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Depois da Amazon, Microsoft e Meta, agora foi a vez da Google anunciar uma demissão em grande escala no seu quadro funcional. Em um email enviado aos funcionários da empresa, o CEO da Google anunciou a redução da força de trabalho da gigante da tecnologia em 12 mil vagas.

No texto enviado nesta sexta-feira (20), Sundar Pichai afirma que as demissões são uma resposta a "uma realidade econômica distinta, que enfrentamos hoje".

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"Decidimos reduzir nossa força de trabalho em aproximadamente 12 mil empregos", disse o CEO da Alphabet, empresa matriz do Google. E completou: "Fizemos uma revisão rigorosa em todas as áreas de produtos e atividades para garantir que nosso pessoal e nossos cargos estejam alinhados com nossas prioridades mais importantes como empresa”.

Segundo a empresa, os cortes ocorrerão em todas as unidades e mercados da Alphabet, embora algumas áreas, como as de recrutamento e projetos fora de negócios estratégicos, devam ser mais afetadas.

Uma estátua do pássaro azul do Twitter foi vendida por US$ 100 mil na quarta-feira (18) durante um leilão organizado pela rede social de Elon Musk, que multiplicou as medidas de economia desde que comprou a plataforma no final de outubro.

Escrivaninhas, máquinas de café e objetos de decoração, como um vaso de dois metros em formato de "@" fizeram parte dos 631 lotes vendidos.

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Uma enorme instalação de luz representando o pássaro azul foi cedida por US$ 40.000, de acordo com a Heritage Global Partners, a empresa que organizou a venda online.

No início de novembro, depois de comprar o Twitter por US$ 44 bilhões, Musk demitiu metade dos 7.500 funcionários do grupo, explicando que a empresa estava perdendo mais de US$ 4 milhões por dia.

A plataforma recebe a maior parte de sua receita da publicidade, mas as opiniões e decisões do chefe da Tesla sobre moderação de conteúdo assustaram vários anunciantes.

Em dezembro, o bilionário indicou durante um fórum online que havia começado a "cortar custos como um louco" para evitar a inadimplência.

Com as economias feitas e o lançamento de uma nova assinatura paga por 8 dólares por mês, segundo suas projeções, a rede social poderá atingir vendas de cerca de US$ 3 bilhões em 2023.

A nova linha de MacBooks foi lançada nessa terça-feira (17). Os laptops lançados pela Apple contam com processadores M2 Pro e M2 Max. A fabricante promete mais velocidade e facilidade para rodar programas como o Photoshop, e aproveitou para anunciar a versão mini.

Os preços já foram revelados, mas a chegada ao mercado brasileiro ainda não tem data definida. Os valores mudam conforme o tamanho do aparelho e a capacidade das memórias.

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MacBook Pro de 14 polegadas

M2 Pro com 16 GB de memória e SSD de 512 GB: a partir de R$ 23.999

M2 Pro com 16 GB de memória e SSD de 1 TB: a partir de R$ 29.999

M2 Max com 32 GB de memória e SSD de 1 TB: a partir de R$ 36.999

MacBook Pro de 16 polegadas

M2 Pro com 16 GB de memória e SSD de 512 GB: a partir de R$ 29.999

M2 Pro com 16 GB de memória e SSD de 1 TB: a partir de R$ 31.999

M2 Max com 32 GB de memória e SSD de 1 TB: a partir de R$ 40.999

Mac mini

M2 com 8 GB de memória e SSD de 256 GB: a partir de R$ 7.499

M2 com 8 GB de memória e SSD de 512 GB: a partir de R$ 7.499

M2 Pro com 16 GB de memória e SSD de 512 GB: a partir de R$ 15.799

A Microsoft disse que demitirá 10 mil funcionários até fim do terceiro trimestre, tornando-se o mais recente titã da tecnologia a anunciar uma rodada adicional de cortes em meio a preocupações com a saúde da economia global.

O presidente-executivo da empresa, Satya Nadella, disse em um post de blog para funcionários que as demissões afetariam menos de 5% da força de trabalho global da empresa.

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Nadella destacou a desaceleração econômica, dizendo aos funcionários que as empresas em todo o mundo começaram a "exercer cautela, pois algumas partes do mundo estão em recessão e outras estão prevendo uma".

Ele acrescentou que a empresa contabilizará US$ 1,2 bilhão em seu balanço referente a custos de rescisão contratual.

Nadella não especificou quais partes da empresa seriam afetadas pelos cortes, embora tenha dito que a empresa continuará contratando em áreas estratégicas importantes.

A Sony repaginou seu primeiro Walkman e apresenta ao mercado o NW-A306. Com visual que faz referência à época das fitas, o novo aparelho possui tela touch screen, acesso Wi-Fi e a aplicativos de música. 

A fabricante seguiu a tendência retrô e manteve botões na lateral do aparelho para que o usuário possa mudar as faixas ou o volume com ele no bolso. Contudo, o NW-A306 inova com o uso de inteligência artificial para melhorar a qualidade do som, segundo o Daily Mail. 

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O novo Walkman possui entrada microSD e se conecta ao computador pelo cabo USB-C para que os usuários transfiram músicas baixadas à moda antiga, mas também roda em Android 12 e permite que as faixas possam ser ouvidas no Spotify, Youtube e outros aplicativos. 

A Sony ainda promete uma bateria com 36 horas de duração. Disponível nas cores azul e preto, o NW-A306 não vem com fones de ouvido e pode se conectar por Bluetooth. O modelo mais barato custa cerca de R$ 2.180. 

A chegada de 2023 promete animar o mercado com os lançamentos de novos smartphones de fabricantes da Apple, Motorola, Samsung e Xiaomi. A expectativa é de telefones dobráveis e até um suposto iPhone com entrada USB-C, segundo o TechTudo. 

 

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iPhone 15 Pro Max

Ávido por novidades no mercado mobile, o iPhone 15 Pro Max, que poderá ter o nome substituído pelo iPhone 15 Ultra. Será o lançamento da maçã para este ano. O mais caro do catálogo, com melhorias na câmera e na carcaça com estrutura de titânio, mais resistente que o alumínio utilizado atualmente. No entanto, nenhuma destas informações foram confirmadas pela fabricante, que detalhará o novo lançamento no próximo evento, que acontece tradicionalmente em setembro. 

 

Samsung S23

O principal lançamento esperado para 2023 pela Samsung é o Galaxy S23. A espera é que o smartphone seja anunciado em meados de fevereiro, durante o primeiro evento Galaxy Unpacked de 2023. Segundo rumores, o S23 deve trazer o processador Snapdragon 8 Gen 2, que foi anunciado recentemente pela Qualcomm. Além disso, um jogo de câmeras, sendo a principal com 200 megapixels, é algo inédito para os aparelhos da marca. 

A Samsung deve anunciar três modelos do S23 neste ano, com as versões tradicional, Plus e Ultra. O site GalaxyClub informa que a versão Plus terá uma bateria de 4.700 mAh, enquanto o Ultra poderá ter um componente de 5.000 mAh. 

 

Xiaomi 13

Aguardados, os Xiaomi 13 e o Xiaomi 13 Pro devem compor as prateleiras do comércio global neste ano. Os carros-chefes da marca chinese possuem processador Snapdragon 8 Gen 2 (Qualcomm) com até 12 GB de memória RAM e até 512 GB de armazenamento, além de uma tela OLED com taxa de atualização de 120 Hz. 

A novidade que deve chamar atenção dos consumidores ocidentais são as lentes da Leica, marca mundialmente conhecida no ramo da fotografia e presente nos dois modelos que serão lançados. A maior diferença entre ambos é o tamanho da tela, já que o menor possui 6,36 polegadas e resolução Full HD+, enquanto o maior tem um display de 6,73 polegadas, com Quad HD+.

O formato também ganhou um acabamento mais fino que a versão tradicional. Mesmo com a grande expectativa, ainda não se sabe quando ou se os aparelhos vão desembarcar no Brasil em 2023.

 

Galaxy Z Flip 5

Depois que o Galaxy Z Flip teve 70% das vendas dos mais de 10 milhões de telefones da linha de dobráveis da Samsung, a empresa sul-coreana espera manter o sucesso com o lançamento do Galaxy Flip 5. O smartphone pode ganhar um novo display externo, maior que o atual, com aproximadamente 3 polegadas, o que representa um ganho de 60% em relação à última geração lançada. 

A probabilidade é que a Samsung invista em uma nova dobradiça para o Z Flip 5. Os rumores indicam que a intenção é aprimorar para que ela [a dobra] fica menos perceptível que no Flip 4, já que a empresa revelou que pretende vender 26 milhões de telefones dobráveis e seguir na liderança do segmento no mercado global. 

 

Galaxy Fold 5

Para abranger todo tipo de gosto, a Samsung também deve lançar o Galaxy Fold 5, que será uma versão robusta do Z Fold 5. Os rumores indicam que a Samsung quer tornar o celular mais leve que o modelo anterior, que ainda passa a sensação de peso, como se o usuário estivesse carregando dois telefones. 

O investimento será, ainda, na ficha técnica do telefone. As informações são de que o celular dobrável será equipado com o processador Snapdragon 8 Gen 2, além das repetições das câmeras presentes no Z Fold 4. 

 

Motorola Razr

A Motorola pretende marcar 2023 com o lançamento de dois dobráveis da marca, que está trabalhando em dois modelos do Motorola Razr, tratados internamente pelos codinomes de Juno e Venus. No entanto, ainda não há mais detalhes sobre data de lançamento, valor e quais países devem chegar inicialmente. 

A Suprema Corte dos Estados Unidos validou o processo que a Meta, matriz do Facebook, abriu contra a empresa israelense NSO, à qual acusa de ter usado os servidores do WhatsApp para implementar seu programa espião Pegasus.

A NSO havia solicitado que o mais alto tribunal americano anulasse a ação, apresentada em outubro de 2019 em Oakland, sob o argumento de que operava para governos estrangeiros e deveria, portanto, se beneficiar de imunidade judicial.

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Mas a Suprema Corte, em anúncio datado de sexta-feira, mas publicado nesta segunda, se recusou a examinar o caso, indeferindo o pedido da NSO.

Segundo a Meta, a NSO teria infiltrado os servidores de seu aplicativo de mensagens para instalar o Pegasus nos smartphones de 1.400 pessoas sem seu consentimento.

Um artigo do The New York Times revelou meses mais tarde que a NSO trabalhou para vários Estados europeus que vigiavam um suspeito de preparar um ataque para o grupo Estado Islâmico.

“Estamos firmemente convencidos” de que a empresa israelense “viola a lei americana e deve ser responsabilizada por suas ações ilegais”, declarou a Meta em um comunicado enviado à AFP.

“Estamos convencidos de que a justiça considerará que o uso da Pegasus por seus clientes era legal”, afirmou, por sua vez, um porta-voz da NSO, já acusada de permitir que governos vigiassem ativistas, jornalistas e opositores.

Em breve, usuários do 99Food não terão mais o serviço como conhecem. Mesmo depois do delivery ganhar evidência como atividade essencial na pandemia, a plataforma decidiu iniciar um processo de transição e, por enquanto, apenas parte dos motoboys cadastrados mantêm as entregas. 

Sem detalhes sobre o processo de transição, a companhia apenas informou que o fim do delivery partiu da busca de um modelo que entregue mais valor aos parceiros e ao próprio aplicativo. Nesse sentido, o 99Food vai apenas receber os pedidos e as entregam passam a ser de responsabilidade dos estabelecimentos. Restaurantes e entregadores já estariam sendo comunicados sobre o fim da atividade. 

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Investimento em outros eixos do app

Questionada pela reportagem sobre o número de motoboys que estão cadastrados no serviço, a 99 não repassou a quantidade de trabalhadores autônomos que serão impactados pela mudança. Também não ficou claro se essa mudança foi despertada por um baixo retorno ou um eventual prejuízo financeiro. 

Sem apontar a data limite do 99Food, a nova proposta do grupo é focar no modelo marketplace e ampliar a área de atuação do 99Moto. A empresa explicou que o serviço voltado ao transporte de passageiros deve gerar mais oportunidades para os motociclistas, além de contribuir com a mobilidade urbana. 

A Amazon anunciou na quarta-feira (4) que cortará mais de 18.000 empregos de sua força de trabalho, incluindo alguns na Europa, e justificou a decisão pelo contexto de uma "economia incerta" e pelo fato de a gigante do varejo on-line ter contratado rapidamente durante a pandemia da Covid-19.

"Entre as reduções que efetuamos em novembro e as que compartilhamos hoje, planejamos eliminar pouco mais de 18.000 postos", declarou o CEO do grupo americano, Andy Jassy, em um comunicado enviado aos funcionários.

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O plano de redução de pessoal é o maior entre os recentes anúncios de cortes de empregos que afetam o setor de tecnologia dos Estados Unidos. É também o plano mais severo da história da empresa com sede em Seattle.

Jassy informou que a diretoria da empresa estava "profundamente ciente de que esses cortes de empregos são difíceis para as pessoas e não tomamos essas decisões levianamente".

"Estamos trabalhando para apoiar os afetados e oferecer a eles pacotes que incluem indenização, seguro de saúde temporário e ajuda externa para encontrar trabalho", acrescentou.

Algumas das demissões ocorrerão na Europa, segundo Jassy, que acrescentou que os trabalhadores afetados serão informados a partir de 18 de janeiro da demissão.

O anúncio repentino, observou Jassy, estava sendo feito, porque "um de nossos colegas de equipe vazou essa informação externamente".

Citando fontes próximas à gigante da distribuição, o jornal especializado The Wall Street Journal noticiou que os cortes de empregos na Amazon poderiam afetar cerca de 17.000 funcionários, número superior ao estimado.

A empresa já havia anunciado seus planos para cortar cerca de 10.000 empregos em novembro.

"A Amazon resistiu à situação econômica incerta e difícil no passado e continuaremos a fazê-lo", garantiu Jassy.

No final de setembro de 2022, o grupo contava com 1,54 milhão de colaboradores em todo mundo, excluindo-se os sazonais que trabalham em períodos de maior atividade, sobretudo nas festas de fim de ano.

Durante a pandemia, a empresa fez grandes contratações para atender à demanda, dobrando sua equipe global entre 2020 e 2022.

No terceiro trimestre, porém, seu lucro líquido caiu 9% ano a ano.

Hoje, grandes plataformas do setor de tecnologia — muitas com modelos de negócios baseados em publicidade — enfrentam cortes orçamentários e anunciantes que reduzem seus gastos diante do aumento da inflação e dos juros.

É o caso da Meta, por exemplo, controladora do Facebook, que anunciou em novembro o corte de 11.000 empregos, o que corresponde a algo em torno de 13% da sua força de trabalho.

Já o Twitter, comprado em outubro pelo bilionário Elon Musk, demitiu cerca de metade de seus 7.500 funcionários, enquanto o Snapchat cortou aproximadamente 20% de seus funcionários em agosto, o equivalente a 1.200 pessoas.

A rede de fast food McDonald's começou a testar o seu primeiro restaurante com atendimento totalmente automatizado. A loja fica no Texas (EUA) e permite que os clientes façam pedidos sem contar com humanos durante o processo. 

Algumas pessoas que já visitaram o estabelecimento compartilharam a experiência através das redes sociais. Os vídeos mostram como os clientes podem usar telas automatizadas - que parecem tablets gigantes - para pedir os lanches -, em seguida, basta retirar o pedido em uma espécie de drive-thru automático.

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Em comunicado enviado à imprensa, o McDonald's explicou que o restaurante inclui novos recursos, como a "pista do pedido antecipado", onde os clientes podem receber seus pedidos em uma esteira rolante. Ou seja, no lugar de um atendente entregando o pedido, há uma esteira que leva a sacola até o cliente. O restaurante é o mais recente movimento da empresa na estratégia de crescimento "Accelerating the Arches", que foca na inovação para melhorar a experiência dos clientes, e está em fase de testes. 

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