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Estudantes dos cursos de Computação da UNAMA - Universidade da Amazônia, campus Alcindo Cacela, participarão do programa de bolsas criado pela Compasso UOL, que está entre as maiores empresas de tecnologia do Brasil, com a colaboração da multinacional Natura&Co, graças a uma parceria para a geração de conhecimento sobre novas tecnologias. O objetivo é proporcionar a formação e o crescimento profissional dos acadêmicos.

De acordo com o professor Wendel Castro, coordenador de cursos da área na UNAMA, a Compasso UOL vai realizar uma seleção oferecendo 20 bolsas. Os alunos selecionados estudarão quatro horas diárias durante três meses. Ao final do treinamento, em que terão contato com as tecnologias utilizadas dentro da multinacional, a Natura vai pedir a apresentação de um projeto, voltado para a Amazônia, com base no que foi estudado nesse período. Os melhores poderão ser contratados efetivamente.

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“Mesmo se não for contratado, [o aluno] vai ter a possibilidade de participar e colocar no currículo que participou de um grande projeto com grandes empresas”, diz Wendell. O professor explica que essa parceria, com a UNAMA, é algo que ainda não havia acontecido no Grupo Ser Educacional. “É a primeira vez que a Compasso UOL está fazendo essa parceria no Norte. Somos os primeiros a participar desse projeto com eles, e eles querem ampliar a área da tecnologia aqui na região, assim como oportunizar o crescimento desses alunos e o conhecimento de outras tecnologias e empresas também nesse ramo”, acrescenta.

Cleyton Ferreira, diretor técnico da Compasso UOL, afirma que ela é a mais completa empresa especializada em serviços de transformação digital, trabalhando com a projeção e construção de plataformas digitais nativas com uso de tecnologias de ponta para ajudar outras empresas na inovação e transformação de negócios.

A empresa também causa impactos na sociedade, criando oportunidades para que as pessoas cresçam e tenham sucesso em um mundo cada vez mais digital. “A nossa missão é construir experiências digitais que possibilitem o crescimento dos nossos clientes e que impactem positivamente na vida das pessoas”, destaca.

Atualmente, em parceria com mais de 15 universidades, o diretor técnico explica que a Compasso UOL apoia a formação de novos profissionais em tecnologias de mercado, possibilitando e facilitando o surgimento de novos talentos.

“Selecionamos alunos com excelente desempenho acadêmico para aprender métodos ágeis e aprimorar habilidades em tecnologias de última geração. O programa permite a melhoria contínua do conhecimento sobre as tendências, linguagens e plataformas dos nossos parceiros estratégicos”, complementa.

Cleyton Ferreira destaca que a Compasso UOL está há mais de uma década investindo na construção da sustentabilidade do próprio modelo de negócios, com a crença baseada em compartilhar conhecimento para construir centros de talentos a partir das principais cidades.

“Essas iniciativas criaram ecossistemas de desenvolvimento nessas regiões, que oferecem oportunidades que impactam positivamente a vida das pessoas e ajudam a desenvolver as economias locais. As cidades da região amazônica ainda não faziam parte do grupo de cidades onde trabalhávamos esse modelo e concluímos que seria natural e necessário fazer essa parceria com a UNAMA para estender esse modelo a esta região”, ressalta.

Para consolidar a parceria, no dia 7 desse mês foi realizado um webinar que contou com a participação dos responsáveis pela Compasso UOL, da Natura e da também da UNAMA – pró-reitoria e coordenação dos cursos de Computação. O evebto tratou da importância da parceria, dos benefícios que ela vai oferecer e das oportunidades que surgirão com ela.

Por Isabella Cordeiro.

 

A Microsoft já monta seu time de engenheiros de software para modernizar o Windows em sua próxima versão. De acordo com uma vaga publicada oficialmente no perfil de carreiras da empresa, a gigante esteve em busca de engenheiros para "construir novas partes e modernizar as existentes do Windows UX". Conforme as informações, o candidato integrará a equipe do Windows Shell.

Isso significa que ele atuará na programação de interfaces relacionadas ao Menu Iniciar, Barra de Tarefas e outros elementos básicos do sistema operacional. No momento, a vaga não aceita mais aplicações, o que significa que as equipes podem já estar fechadas e que o Windows pode estar de cara nova, ainda que em versão demo, nos próximos meses.

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A descrição da vaga de Gerente de Programa Sênior revela mais detalhes interessantes. Por exemplo, o profissional conduzirá "pesquisas para entender as necessidades dos usuários" e testar novas soluções. Em outro ponto, a Microsoft afirma que o objetivo é "desbloquear o potencial criativo e produtivo dos clientes". Assim, a pessoa será responsável por "construir o futuro da interação homem-computador dentro do Windows".

Para candidatos brasileiros na área de tecnologia, ainda há uma boa notícia: há outras vagas abertas no mês de junho no país e que seguem aceitando candidaturas. Uma vaga aberta no último dia 8 diz que a companhia busca por engenheiro/engenheira de pesquisa de Visão Computacional e/ou engenheiro/engenheira de software que atuem com pesquisas na área.

Segundo a vaga, estes profissionais devem estar “interessados em desenvolver novas soluções de engenharia em uma ampla variedade de domínios de problemas, incluindo visão computacional em tempo real, gráficos, engenharia de aprendizado de máquina e aprendizado profundo, algoritmos e otimização, interação humano-computador, wearables, infraestrutura em nuvem e outros campos de pesquisa de computação”. Na descrição, o trabalho é dito como de tempo integral e o interessado deve morar no Rio de Janeiro ou ter disponibilidade para fazer a transição.

Também há vagas recentes para pessoas que residam em São Paulo, no departamento de relacionamento com o cliente. É possível verificar todas as vagas abertas através do Microsoft Careers (em inglês).

Windows 10 Sun Valley ou Windows 11?

No dia 24 de junho, a Microsoft realizará um evento para mostrar novidades sobre o sistema operacional. Conforme os rumores, a companhia está preparando uma grande atualização do Windows 10 — ou a possível apresentação do Windows 11.

Algumas inovações foram reveladas em prévias do Windows 10 Sun Valley. Segundo as informações, ele traz uma experiência totalmente nova para os usuários com interface completamente moderna, "encantadora e icônica".

No centro da discussão sobre a regulamentação do Bitcoin (BTC) estão El Salvador e a China. De um lado, o país da América Central foi o primeiro a adotar oficialmente a criptomoeda. Do outro, os asiáticos, que suspenderam a mineração e bloquearam as exchanges que operam no país. Entre os pontos de divergência, a falta de rastreabilidade e questões de sustentabilidade são discutidos e travam a ampliação das transações.

As criptomoedas são obtidas através do processo de mineração que, através das 'fazendas' de computadores, consome quantidades enormes de energia elétrica para que as máquinas realizem cálculos complexos. O estudo Cambridge Bitcoin Electricity Consumption Index aponta que a rede do BTC consome cerca de 121,36 terawatt-hora (TWh) ao ano, ou seja, gasta mais do que países inteiros como Argentina, Noruega e Paquistão.

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As fontes de energia mais utilizadas, como as atividades das hidrelétricas, usinas nucleares e termoelétricas, não são renováveis e ainda prejudicam o Meio Ambiente. Por isso, o CEO da Tesla e um dos homens mais ricos do mundo, o bilionário Elon Musk, recuou sobre a compra dos seus veículos com bitcoin.

Longe das taxas tributárias do Estado

As principais fazendas de mineração ficam na China, que tem o carvão como principal matriz energética. Nesta semana, o país interrompeu a mineração do BTC em Xinjiang e bloqueou a movimentação nas exchanges. Embora a motivação indique um reforço a proteção do Meio Ambiente, a verdadeira justificativa pode ser a falta de controle para cobrança de impostos das criptomoedas.

Especialista em contabilidade financeira Alexandro Werner em entrevista ao LeiaJá. Foto: Júlio Gomes/Leiajá Imagens

"O dinheiro está circulando lá [na exchange] e ainda não voltou para sua conta. Enquanto ele não voltar, o Governo não consegue ter rastreabilidade. Se você tem ganho financeiro, ele não vai ter recolhimento de nada", explica o especialista em contabilidade financeira Alexandro Werner.

O ataque de hackers as exchanges são inevitáveis, mas a tecnologia para evitar furos na criptografia é constantemente atualizada. Desse modo, investidores garantem que não temem as investidas contra seus investimentos guardados nas 'carteiras digitais'.

"As negativas desses países muitas vezes são por uma reserva de mercado e a insegurança ‘de onde está o dinheiro e com quem?', porque as transações entre moedas ainda não têm lastro", aponta Werner.

Sistema seguro

O fato é que o mercado de criptomoedas movimenta trilhões de dólares e já se consolidou com mais de 5.605 opções de ativos. Ele é mantido pelo sistema blockchain, que confere segurança aos usuários e permite rastrear tanto o envio, quanto o recebimento, de informações através de "pedaços de código" gerados online.

O processo pode ser descrito como uma cadeira de blocos no qual cada um contém uma hash - função matemática que pega uma mensagem ou arquivo e gera um código com letras e números que representa os dados enviados. Ele garante que as informações desse bloco não sejam violadas. Cada bloco tem uma hash que se conecta a anterior e cria uma conexão entre quem vende e quem compra.

Quem antes se desestimulava com a burocracia para investir nas tradicionais bolsas de valores, agora se atrai pela disparada do mercado de bitcoin (BTC), que movimentou no Brasil cerca de R$ 53.349.247.159 em 2020, de acordo com o Cointrader Monitor. Para o especialista em Contabilidade Financeira, Alexandro Werner, a facilidade em realizar operações através do celular é um dos fatores que justificam a alta procura por criptomoedas.

"É um mercado altamente acessível, não tem restrição e é mais fácil que uma corretora de bolsa de valores, que você tem que fazer o cadastro, esperar eles avaliarem sua conta, liberar o acesso e mandar uma senha", comparou Werner em entrevista ao LeiaJá.

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Só no ano passado, a moeda valorizou 420% ao iniciar cotada em R$ 29.214,30 e chegar ao dia 31 de dezembro por R$ 151.903,59. Considerado "explosivo" e "dinâmico", o valor da bitcoin é muito volátil e também pode depreciar em questão de minutos.

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Neste momento, uma unidade está cotada em R$ 193.131, mas pode ser adquirida de forma fracionada para atender ao seu bolso. Ou seja, dá para investir em BTC com apenas R$ 10, por exemplo.

"Quem investiu há cinco anos, hoje tá milionário. Lá em 2017, uma bitcoin custava U$ 1.180. Em março de 2020, custava U$ 5.000", comenta.

Com mais de 5.600 moedas virtuais em circulação, como a Ethereum e Ripple, Werner reforça que não há 'delay' para resgatar os investimentos, que podem ser transferidos na hora pelo smartphone.

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Quero investir, por onde começar?

A bitcoin, de fato, é a mais conhecida e mais cara. Porém, antes de iniciar as primeiras operações é importante traçar seu perfil como investidor e suas metas. Em seguida, busque por uma Exchange – plataforma de negociação de criptomoedas - que se adequa a sua realidade e não comprometa mais de 30% da sua renda variável - aquela que sobra após pagar as contas fixas – em investimentos.

"Se você vai tomar duas cervejas, você iria gastar o dinheiro de duas. Ele não volta mais. Se você economizar o valor de uma e colocar em uma criptmoeda, dependendo do ativo que você vai colocar, você tem ganho e, se você perder, já tinha projetado essa 'perda' na cerveja", aconselha o especialista, que sugere uma rotina de estudos sobre o mercado de criptmoedas antes de investir seu dinheiro.

Tenha estratégia financeira e se dedique às análises de gráficos que vão ajudar nas projeções para fugir das percas com a alta volatilidade. "É importante avaliar a liquidez da moeda investida, ou seja, se compram e vendem muito rápido e a capacidade de fazer girar", orienta.

Equilíbrio psicológico para enfrentar as variações do mercado

Outras qualidades de um investidor bem-sucedido, sem dúvidas, são a paciência e o controle emocional. Apesar da forma simplificada, investir se torna cada vez mais complexo. Altos investimentos feitos por quem não tem prática em operações podem evaporar no mercado. Por isso é importante separar uma reserva financeira de emergência.

"É um mercado que se você consultar toda hora, você vai ficar maluco. A não ser que você queira trabalhar na oscilação de vendas e comprar do mercado a curto prazo", acrescenta Werner, que apesar de não regulamentado, reforça a segurança do mercado e estimula a entrada de novos investidores.

O Banco Central (BC) aprovou a criação do Mecanismo Especial de Devolução do Pix, que entra em operação em 16 de novembro, quando o sistema de pagamento instantâneo completará um ano de funcionamento no país.

De acordo com o BC, a criação do mecanismo é uma forma de padronizar as regras e os procedimentos para viabilizar a devolução de valores "nos casos em que exista fundada suspeita de fraude ou nas situações em que se verifique falha operacional nos sistemas das instituições envolvidas na transação".

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A devolução poderá ser iniciada pelo prestador de serviço de pagamento (PSP) do usuário recebedor, por iniciativa própria ou por solicitação do PSP do usuário pagador. A nova norma consta na Resolução BCB nº 103.

Devolução

Desde o lançamento do Pix, está disponível a funcionalidade de devolução que permite que o usuário recebedor devolva, total ou parcialmente, os valores de uma transação. No entanto, não havia previsão de que a devolução fosse iniciada pela instituição de relacionamento do usuário recebedor.

Pelas regras atuais, em uma eventual fraude ou falha operacional, as instituições envolvidas precisam estabelecer procedimentos operacionais bilaterais, de forma a efetuar as comunicações relacionadas a solicitações e recebimentos de pedidos de devoluções, dificultando o processo e aumentando o tempo necessário para que o caso seja analisado e finalizado, o que reduz a eficácia das devoluções, argumenta o BC.

"O estabelecimento do mecanismo especial de devolução dará mais celeridade e eficiência ao processo de devolução, aumentando a possibilidade de os usuários reaverem os valores nos casos de fraude. A instituição que efetuar uma devolução utilizando-se do mecanismo especial, precisará notificar tempestivamente o usuário quanto a realização do débito na conta. Além disso, a transação constará do extrato das movimentações", diz o BC, em nota à imprensa.

 

A utilização do atendimento digital cresce cada vez mais por meio plataformas virtuais pela facilidade de compra e venda sem sair de casa. Segundo a pesquisa da empresa Huggyentre os quatro Estados da região Norte, o Pará está na ponta do ranking dos negócios pela internet, com 47% de consumidores conectados.

A eficiência e a facilidade da tecnologia têm mudado a rotina dos brasileiros,  transformados em consumidores digitais, explica o CEO da Huggy, Diego Freire. De acordo com Freire, o crescimento de paraenses na plataforma mostra que o Estado tem aceitado a metodologia digital e a empresa tem garantido o melhor relacionamento com o consumidor.

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"Mais de 40% dos nossos [consumidores] que estão no Norte estão no Pará. Isso mostra que cada empresa está dando uma melhor atenção para seu cliente", afirma.

A empresa, ativa no mercado desde de 2015, faz a pesquisa de consumo da plataforma todos os anos. Dessa vez, foram analisados os consumidores do Pará (47,4%), Amazonas (26,3%), Amapá (15,8%) e Tocantins (10,5%).

Para Gabriel Castillo, que tem um blog, no qual é conhecido como Biel Castillo, a facilidade que o atendimento digital fornece para pagamentos de contas e compras, de forma segura e rápida, fez ele aderir as plataformas on-line. "É muito mais tranquilo fazer todo esse processo pelo celular. O atendimento digital veio para ajudar a vida de quem usa", conclui.

Por Quezia Dias e Matheus Viggo.

 

Nesta segunda-feira (7), durante a conferência global para desenvolvedores (WWDC, na sigla em inglês), a Apple apresentou o iOS 15, nova versão do sistema operacional usado no iPhone.

Entre as novidades, a Apple está possibilitando acessar o FaceTime, serviços de vídeo chamadas da companhia, por meio de dispositivos Windows ou Android. Também há atualizações no iPadOS, watchOS e macOS, bem como novos recursos de privacidade nos serviços da Apple.

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Além disso, a companhia apresentou a opção de reduzir notificações e ajudar usuários a se concentrarem numa atividade específica. O sistema também permite criar páginas na tela inicial com aplicativos e widgets que serão usados em cada atividade. 

A atualização modificou as notificações que vão passar a exibir fotos de quem enviou a mensagem e ícones maiores de aplicativos.

No mundo da moda, o "live commerce", venda de produtos em que as pessoas podem tirar dúvidas e fazer a compra online na mesma hora, não é novidade. Mas, com a pandemia de Covid-19, essa espécie de "reality show" do mundo das compras espalhou seus tentáculos para mercados correlatos e também para alguns bem diferentes. Hoje, o live commerce já faz sucesso em cosméticos, decoração e até automóveis.

O modelo foi importado da China, berço do live commerce, onde ele movimentou cerca de US$ 200 bilhões em 2020. A estimativa da Research and Markets é de que a indústria global do "e-commerce social" vai faturar US$ 600 bilhões até 2027.

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A plataforma Mimo surgiu em meio ao isolamento social. A ideia, segundo a presidente Monique Lima, amadureceu quando ela percebeu os desafios da irmã, dona de uma loja de sapatos. "Sem fazer qualquer mídia tivemos 300 pessoas na primeira live e 600 na segunda, com grande engajamento", diz a ex-publicitária que fundou a empresa com Etienne Du Jardin. Com amigos, conseguiram uma rodada de investimento. Entre os apoiadores está também o publicitário Nizan Guanaes.

Em poucos meses a plataforma atraiu marcas como Ri Happy e Dolce & Gabbana. No momento, negocia uma live para uma marca de carros. "Entendemos que é possível vender tudo por live", diz Monique. Segundo ela, o consumidor passou a valorizar a entrega do produto em casa. Ao mesmo tempo, quer a relação pessoal, e a live equaciona essa conta.

A marca francesa Givenchy é outra que se rendeu ao "shopstreaming" no Brasil. A primeira empreitada de venda digital foi no início do ano, quando aproveitou um lançamento e fez um "reality" com um maquiador para demonstrar os produtos.

A ideia, segundo a diretora da Givenchy no Brasil, Marjorie Pilli, foi trazer produtos de cuidados para a pele e maquiagem, algo mais visível para ser acompanhado pelo vídeo, mas a live terminou com a exibição do perfume carro-chefe da marca. "Foi a forma que encontramos para encantar o consumidor." A iniciativa, feita ao lado do e-commerce Época Cosméticos, do Magazine Luiza, levou a marca a pensar em ter um e-commerce no País.

Já a Dermage, de dermocosméticos, fez a pré-venda de um de seus lançamentos em live em maio e concedeu benefícios aos clientes, como frete grátis. A empresa escalou especialistas em cuidados com a pele e uma influenciadora - em uma hora teve 3 mil acessos. O faturamento do online, segundo a coordenadora de marketing Jéssica Lopes, dobrou naquele dia. "Vemos isso como oportunidade para lançamentos e para datas importantes de venda."

A estilista Martha Medeiros conta que se sentiu "dentro da casa da cliente, interagindo com ela." Segundo Martha, o retorno foi melhor que o esperado, principalmente com a venda de itens de casa como copos e jogos americanos. O próximo passo será a realização de uma live diretamente com rendeiras - tirando assim o intermediário, em uma ação conjunta com comunidades e associações.

O fundador da consultoria Varese Retail, Alberto Serrentino, afirma que em todo o mundo o fenômeno explodiu na pandemia, com o novo jeito de se fazer compras criado pelo gigante Alibaba. "Foram eles que desenvolveram esse jeito de integrar conteúdo, mídia, entretenimento e compra." Ele explica que a diferença dos canais de home shopping, como o Shoptime, "é a interatividade e a forma em que a dinâmica do evento sofre interferências do consumidor".

O Grupo Soma, dono de marcas como Animale e Farm, lançou seu live commerce há um ano, quando suas lojas estavam fechadas. Desde então já fez cerca de 50 lives. O grupo conseguiu deixar de lado o QR-Code, tradicional nesse tipo de venda, para que a cliente possa arrastar os produtos vistos na live para o carrinho e concluir a compra.

O diretor de tecnologia do Soma, Alisson Calgaroto, diz que a modalidade reúne uma série de complexidades que devem ser equalizadas para que o produto seja satisfatório. Também alia áreas fora do e-commerce em si, como comunicação e marketing: afinal, ficar horas ao vivo exige bom roteiro para evitar que o cliente fique entediado e desista de assistir e de comprar.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (2) publica a Lei Complementar 182/2021, que institui o Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador. O texto, que foi sancionado na véspera pelo presidente Jair Bolsonaro com dois vetos, estabelece um ambiente regulatório facilitado para que empresas inovadoras consigam desenvolver suas operações no Brasil.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República diz que a lei "simplifica a criação de empresas inovadoras, estimula o investimento em inovação, fomenta a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação e facilita a contratação de soluções inovadoras pelo Estado".

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Uma das novidades da lei é a criação do ambiente regulatório experimental, conhecido como sandbox regulatório, que é um regime diferenciado em que a empresa pode desenvolver e testar novos produtos e serviços experimentais com menos burocracia e mais flexibilidade no seu modelo.

O governo vetou dispositivo do texto aprovado pelo Congresso que criava uma renúncia fiscal e que não fazia parte do projeto original. O artigo rejeitado diz que, no caso do investidor pessoa física, para fins de apuração e de pagamento do imposto sobre o ganho de capital, as perdas incorridas nas operações com instrumentos da Lei Complementar poderiam compor o custo de aquisição para fins de apuração dos ganhos de capital auferidos com a venda das participações societárias convertidas em decorrência do investimento em startup.

"Embora a iniciativa tenha sido meritória, ela veio desacompanhada da avaliação quanto ao impacto orçamentário e sem indicação de medidas compensatórias, não atendendo às normas constitucionais sobre orçamento, à Lei de Responsabilidade Fiscal e à Lei de Diretrizes Orçamentárias", diz o governo, dentre outras alegações apresentadas para rejeitar a medida.

Também ficou de fora da lei o trecho que estabelece que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) regulamentaria as condições facilitadas para o acesso de companhias de menor porte ao mercado de capitais e que seria permitido dispensar ou modular para elas algumas exigências da Lei das Sociedades por Ações, quanto à forma de apuração do preço justo e à sua revisão. Para o governo, a proposta "nada acrescenta ao arcabouço atualmente vigente, quanto à apuração do preço justo em ofertas públicas de aquisição de ações para cancelamento de registro e por aumento de participação".

O presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto de lei complementar que institui o Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador. O projeto estabelece um ambiente regulatório facilitado para que empresas inovadoras consigam desenvolver suas operações no Brasil. O texto da nova lei deve ser ainda publicado no Diário Oficial da União.

Em nota, a Secretaria Geral da Presidência da República diz que a lei "simplifica a criação de empresas inovadoras, estimula o investimento em inovação, fomenta a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação e facilita a contratação de soluções inovadoras pelo Estado". Uma das novidades da lei é a criação do "ambiente regulatório experimental" (sandbox regulatório), que é um regime diferenciado onde a empresa por lançar novos produtos e serviços experimentais com menos burocracia e mais flexibilidade no seu modelo.

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O governo vetou um dispositivo do texto aprovado pelo Congresso, o que criava uma renúncia fiscal que não fazia parte do projeto original. "Embora a iniciativa tenha sido meritória, ela veio desacompanhada da avaliação quanto ao impacto orçamentário e sem indicação de medidas compensatórias, não atendendo às normas constitucionais sobre orçamento, à Lei de Responsabilidade Fiscal e à Lei de Diretrizes Orçamentárias."

Dois meses após anunciar sua saída do mercado de mobile, a gigante sul-coreana LG Eletronics também confirmou, nesta segunda-feira (31), que deixará de produzir smartphones e tablets em suas fábricas ao redor do mundo. As informações foram compartilhadas pelo site de tecnologia GSMArena.

O fim da produção dos eletrônicos móveis acontece após tentativas da companhia de vender as operações de celulares para o viatnamita Vingroup, que não ofertou o valor esperado pela LG, ocasionando a saída do segmento. Mesmo com o fim da fabricação de smartphones, a empresa continuará oferecendo suporte para os aparelhos que estão no mercado atualmente.

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A maior parte dos funcionários da fábrica localizada no Vietnã, uma das maiores da empresa, vai ser realocada na linha de montagem de eletrodomésticos. De acordo com o jornal sul-coreano The Korea Herald, a reorganização é uma escolha acertada, já que a LG está prestes a tornar-se a maior companhia de eletrodomésticos do mundo, com um recorde de vendas de US$ 6,3 bilhões, cerca de R$ 33 bilhões, em conversão direta.

Já no Brasil, a principal linha de produção de celulares da LG, localizada em Taubaté, interior de São Paulo, acumulou cerca de 700 demissões. A empresa firmou um acordo com o sindicato local e pagará R$ 37,5 milhões em indenizações aos empregados afetados pelas mudanças.

O problema da falta global de semicondutores - que tem parado a indústria automotiva em todo o mundo, incluindo no Brasil, e muitos achavam que poderia ser resolvido até o fim do ano - está longe de ter uma solução. "Ainda não temos visibilidade de quando a produção deve ser normalizada, e nos parece mais provável que a situação se estenda para outras áreas da economia antes que uma solução seja alcançada", diz um relatório da Kinea Investimentos, gestora de recursos independente que faz parte do grupo Itaú.

Recentemente, até a Intel, uma das maiores fabricantes do produto, admitiu que serão necessários "alguns anos" para a indústria se reequilibrar. "Temos alguns anos até que possamos atender essa demanda crescente", disse o presidente da empresa, Pat Gelsinger, para o canal de TV americano CBS. Especialistas falam em pelo menos dois anos de escassez.

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Com a alta demanda por processadores, que deve continuar subindo com o rápido desenvolvimento tecnológico, e a demora para a construção de novas fábricas, preços de produtos como celulares podem aumentar 15%, segundo a consultoria KPMG (ler mais abaixo). Por outro lado, o problema tem impulsionado o setor no mercado financeiro. As ações da maior produtora de chips do mundo, a Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC), subiram 130% nos últimos 12 meses.

O gestor de ações globais da Kinea, Ruy Alves, conta que, desde o fim de 2020, tem ampliado os investimentos não só nas produtoras de semicondutores como nas companhias que fornecem equipamentos para elas, dado que novas fábricas serão necessárias nos próximos anos.

Para Alves, o gargalo no segmento dos chips mais modernos, usados em celulares e cuja venda tem maior lucratividade, deve durar até 2022. Na Samsung, por exemplo, a chegada de um novo modelo de celular ao mercado atrasou globalmente devido à falta dos semicondutores, segundo noticiou a imprensa coreana. Em nota, a companhia informou estar "fazendo todos os esforços para mitigar qualquer possível impacto" e "trabalhar ativamente com nossos parceiros para superar quaisquer desafios de fornecimento". A empresa destacou, porém, que seus últimos modelos já estão disponíveis no Brasil.

No caso dos chips menos sofisticados, que são utilizados na fabricação de cafeteiras, por exemplo, a normalização deve levar ainda mais tempo. "Não há previsão. Nessa área, a indústria é muito segmentada e o problema deve ser resolvido depois", diz Alves.

Apesar de diferentes fatores terem contribuído para a escassez de semicondutores, foi a pandemia que deixou claro que a cadeia de abastecimento global do produto é frágil. Chips minúsculos que estão em qualquer dispositivo eletrônico hoje - de celulares a aviões -, os semicondutores passaram a ser disputados globalmente quando a quarentena aumentou a demanda por computadores, celulares e videogames. Do lado da oferta, as interrupções do trabalho em fábricas decorrentes da quarentena também geraram essa crise industrial.

Um dos pontos críticos na cadeia dos semicondutores é a concentração da produção em Taiwan. Uma única empresa - a TSMC - é responsável por 84% da produção dos menores e mais modernos chips do mundo. Com um faturamento de US$ 48 bilhões (R$ 250 bilhões) em 2020, ela detém uma tecnologia que nenhuma de suas concorrentes - a coreana Samsung e a americana Intel - consegue copiar atualmente.

Quando a maior seca dos últimos 46 anos atingiu Taiwan no ano passado, a produção nas plantas locais da companhia teve de ser reduzida. Isso porque as fábricas de chips utilizam um grande volume de água.

Além de a oferta ter diminuído por causa da seca e das paralisações provocadas pela pandemia, a demanda também aumentou com a China estocando processadores em larga escala. Pequim não só se precaveu à possível escassez decorrente da quarentena como também optou por expandir os estoques para se prevenir em meio à guerra comercial com os EUA.

Já neste ano, quando ao menos a covid-19 deu uma trégua na Ásia, uma fábrica de semicondutores pegou fogo no Japão. A planta fornecia chips para a indústria automobilística.

Futuro

Não bastassem todos esses problemas, analistas afirmam que a disputa política e econômica entre China e EUA ameaça o abastecimento futuro dos semicondutores. Taiwan diz ser independente da China desde a Revolução Chinesa de 1949. A maioria dos países e organismos internacionais, porém, não reconhece a independência do território, que tem um acordo de proteção militar com os EUA.

Nos últimos meses, a tensão entre Taipei e Pequim se intensificou, com caças chineses invadindo o espaço aéreo do inimigo e a chegada de um porta-aviões americano à região. A revista The Economist afirmou que Taiwan é hoje o lugar mais perigoso da Terra e que uma guerra no país seria uma catástrofe não só em termos humanos, mas também econômicos - tudo por causa dos chips.

Nos EUA, as gigantes de tecnologia, que sofrem com a falta de semicondutores, têm pressionado o governo para liberar financiamento para a construção de fábricas de semicondutores. O programa de US$ 2,3 trilhões de investimentos em infraestrutura do presidente Joe Biden prevê US$ 50 bilhões para a indústria de chips.

Para o consultor Marcio Kanamaru, sócio da KPMG, o Brasil deveria pensar em alguma política semelhante. "Se o País quer evoluir globalmente, precisa de uma política industrial que traga essas fábricas. Isso é essencial para o futuro. Pode ser que nem todas as fábricas sejam acomodadas nos EUA. Aí o Brasil poderia ser uma opção."

Kanamaru afirma que o problema da escassez dos chips pode ser minimizado até o início do ano que vem, mas não resolvido. "Se tudo for acelerado e fábricas começarem a ser construídas no próximo semestre, serão necessários pelo menos dois anos para a situação começar a se normalizar. Talvez fábricas menores possam ser construídas rapidamente para atender a demandas emergenciais."

Alta no valor

A falta de semicondutores em todo o mundo pressiona as empresas brasileiras que montam as placas eletrônicas usadas hoje por praticamente qualquer equipamento eletrônico. Elas relatam aumento de preços que se aproximam de 280% e atraso de até seis meses na entrega das matérias-primas.

Na Standard America, que tem fábrica em Campinas e produz placas utilizadas pelas indústrias automotiva, agrícola, aeronáutica e médica, as linhas de produção tiveram de ser desligadas e religadas diversas vezes entre janeiro e março. "Teve semana que ficavam paradas um dia, em outra, quatro dias, sempre à espera de componente", diz o presidente da empresa, Hidalgo Dal Colletto. "Agora, também estamos tendo muito desafio de compra. O mercado está de ponta cabeça."

Segundo Dal Colletto, semicondutores que antes da pandemia custavam R$ 1,80 agora são vendidos a R$ 6,80, uma alta de 278%. Na média, porém, os reajustes ficam em 30%. O empresário afirma estar repassando esse aumento aos clientes.

Para o consultor Marcio Kanamaru, da KMPG no Brasil, esse incremento no preço dos componentes deve chegar à população também, mas de forma mais moderada. "Há uma expectativa de aumento de até 25% nos semicondutores neste semestre. Isso vai elevar a pressão sobre os fabricantes de celulares, que já têm buscado inúmeras eficiências operacionais para não repassar os aumentos aos clientes. Mas eles terão de repassar pelo menos uma parte, chegando a uma estimativa de aumento em até uns 15% nos celulares e eletrônicos."

Além de mais caros, os componentes também demoram mais para chegar. Segundo Dal Colletto, os atrasos começaram há dez meses e, agora, o que era entregue por distribuidores em dois dias precisa de 180 dias. Quanto mais específico for o chip, maior o prazo de entrega.

Dal Colletto conta que os fornecedores não dão prazo para regularização, mas ele trabalha com a hipótese de começar a ver uma normalização apenas no início de 2023.

Com fábrica em Manaus e produção voltada sobretudo para as operadoras de telecomunicação, a Flex Industries passou a encomendar peças com um ano de antecedência - antes eram precisos seis meses. "Tem fornecedor que garante o abastecimento e, na data de entrega, diz que não vai cumprir com o prazo", diz o diretor comercial da empresa, Decio Libertini.

Na Flex, linhas de produção também foram interrompidas por alguns dias entre novembro e janeiro devido à falta de semicondutores e hoje a empresa paga, em média, 20% a mais pelas peças. "O prejuízo é de milhões", acrescenta Libertini.

Crise geral

O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, destaca que todos os segmentos do setor estão sofrendo. As empresas mais afetadas são as que cancelaram encomendas no início da pandemia, imaginando que a demanda demoraria para retornar, como as montadoras. "Essas foram para o fim da fila. Informática e telecomunicações também estão sofrendo, mas menos, porque a demanda foi menor no ano passado."

O executivo diz não ser possível precisar quando haverá uma normalização. "Deveremos ter esse problema, mas em uma situação menos grave, por dois anos, pelo menos. É uma indústria que exige investimento alto e poucos detêm a tecnologia."

Apesar de a maior parte dos especialistas prever que o problema é de longo prazo, as montadoras de carros esperam não enfrentar mais paralisações por causa da falta de semicondutores a partir de 2022.

"O componente é sofisticado e tem casos de ter 600 semicondutores em um determinado automóvel. É possível acontecer (novas paralisações) no segundo semestre, mas a gente espera ter um sistema mais estabilizado até o fim do ano", disse o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Carlos Moraes, no início do mês.

Desde o começo do ano, fábricas da Fiat, da GM, da Honda e da Volkswagen pararam linhas de montagem por não ter os disputados componentes. Toyota, Volvo, Renault e Mercedes-Benz tiveram paradas pontuais e redução ou atraso de produção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um novo leilão de artigos eletrônicos apreendidos por autoridades em diferentes capitais do Nordeste está sendo promovido pela Receita Federal da 4ª Região Fiscal, que já aceita propostas desde o último dia 20. Ao todo, são 92 lotes, sendo 42 disponíveis para pessoas físicas e os demais para pessoas jurídicas.

Os dois grupos podem participar, desde que estejam em dia com os tributos federais. O pregão será realizado às 14h do dia 7 de junho e prevê arrecadação de R$ 2 milhões com a venda das mercadorias. Há, entre os lotes, os produtos mais visados: iPhones a partir de R$ 250, Apple Watches, PlayStation 4, produtos da Xiaomi e outros.

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Para participar, os interessados devem possuir certificado digital; eles têm até as 21h (horário de Brasília) do dia 4 de junho para registrar sua proposta inicial, por lote. É possível verificar os lotes no site da RFB.

No geral, são itens de informática, notebooks, smartphones, videogames, equipamentos fotográficos, relógios, perfumes, vestuário, veículos, entre outras mercadorias em menor quantidade. Para os adeptos ao iOS, é possível iniciar propostas a partir de R$ 250 no modelo do iPhone 7 Plus.

Há também celulares Xiaomi custando a partir de R$ 370, além de kits com duas unidades do PlayStation 4 começando em R$ 700. As mercadorias apreendidas estão localizadas em Recife, João Pessoa e Natal.

O PlayStation 4 de 1 TB é destaque em cinco lotes separados, cada um com duas unidades do console. Há também um kit com 10 PS4, Xbox One, Xbox 360, PS3 Slim e um sortimento de acessórios a partir de R$ 3 mil.

Produtos da Xiaomi vêm aparecendo mais nos leilões, dado que pessoas e empresas tentam importar celulares e fones da marca – às vezes sem pagar impostos – e caem na malha fina da Receita. O Redmi Note 8 acompanhado pelo Mi Smart Band 4 começa em R$ 370.

Além disso, estão sendo leiloados o Google Home Mini, o pequeno computador Raspberry Pi 3 Model B, e um Galaxy J7 Prime – o celular da Samsung tem lance inicial de apenas R$ 160.

Como participar de um leilão da Receita?

É necessário possuir um certificado digital, que deve ser comprado à parte (há diversos sites que vendem versões para pessoas físicas e jurídicas) e de um código de acesso, conseguido através do Portal e-CAC da Receita Federal. Ele é válido por dois anos e deve ser salvo de forma segura. Este passo a passo (PDF) detalha o processo.

Uma vez de posse desses dois itens e não tendo pendências com a Receita, você poderá dar seus lances e adquirir produtos eletrônicos que despertarem seu interesse.

Antes mesmo de adquirir um código de acesso ou certificado digital, é possível acessar o portal da Receita e conferir os leilões abertos. Eles são realizados em vários locais do Brasil, e o mais indicado é dar preferência aos mais próximos de sua residência.

Uma vez habilitado a entrar em um leilão, o interessado participará da primeira fase, onde deverá dar um lance. O valor oferecido pelo lote deve ser até 10% menor do que a maior oferta, e os que preencherem esses requisitos serão selecionados para a segunda fase, que é o pregão propriamente dito.

Nessa etapa, as pessoas darão lances diretos e competirão diretamente entre si, e quem der a melhor oferta, e não for contestado, leva o lote para casa.

O Coworking Fullness está com inscrições abertas para o 1º Ciclo de Aceleração. As startups interessadas em participar da chamada terão até o dia 15 de junho para submeter os seus projetos por meio do site da iniciativa.

O programa de aceleração da Fullness tem o objetivo de atrair startups de alto impacto dos setores de Educação, Saúde, Finanças, Jurídico, Varejo, Agronegócio e Inclusão social. Para participar, as startups deverão ter produtos prontos e, de preferência, com base de clientes. Para isso, o programa terá um fundo de investimento de até R$ 1 milhão para acelerar as empresas, sendo até R$ 200 mil para cada startup selecionada. Além disso, as startups escolhidas permanecerão no programa por um mês recebendo mentorias online, para o desenvolvimento de competências essenciais para o amadurecimento e escalabilidade do negócio, e ainda poderão utilizar o espaço físico do Coworking Fullness, localizado na rua do Apolo, 152, região do Porto Digital, no Recife.

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“As startups selecionadas devem apresentar soluções tecnológicas para dores de mercados. Por isso, nosso objetivo é promover o empreendedorismo por meio de apoio a ideias inovadoras. Com uma combinação de metas, acompanhamento intenso, horas de conhecimento técnico compartilhado, acesso a um escritório aberto e equipado, investimento e conexões facilitadas com o mercado, o programa de aceleração Fullness é uma etapa estratégica na jornada das startups”, explica Claudio Castro.

Entre os avaliadores do negócio estão Milton Burgese, VP LatAM Public Sector Google Cloud; Pierre Lucena, presidente do Porto Digital; Mervyn Lowe, CIO da InovaBra; Tadeu Baldani Caravieri, Diretor global na Grad Show; Janguiê Diniz, fundador e presidente do grupo Ser Educacional e sócio da Bossa nova investimentos; Paulo Magnus Presidente da Mv Sistemas; Alexandre da Fonte, sócio-fundador da Da Fonte Advogados; Roberto Borges, sócio-fundador da Pitang; Claudio Castro, sócio da Pitang Agile IT e Fundador da Ensinar Tecnologia.

Esta é a primeira chamada de seleção para aceleração de startups promovida pelo Coworking e podem participar empresas de todos os estados do Brasil. Confira o edital completo no site do Fullness Coworking (Acelera Fullness – Fullness Coworking). O resultado da seleção será divulgado em 15 de julho de 2021.

Da assessoria

O Vaticano instituiu um órgão interno que terá como foco o estudo do uso da inteligência artificial, após um pedido do presidente da Pontifícia Academia para a Vida, monsenhor Vincenzo Paglia.

    Segundo apurou a ANSA, o papa Francisco aceitou a sugestão do religioso e um documento sobre a criação foi firmado em 16 de abril pelo secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin. A Fundação para Inteligência Artificial ficará sob o controle da Academia liderada por Paglia e já teve seu estatuto interno aprovado.

    Após a revelação da notícia, o religioso conversou com a ANSA e informou que a ideia de criar o órgão veio após a carta firmada em fevereiro de 2020, chamada de "Rome Call for AI Ethics", que visa ter uma "aproximação ética" sobre o uso da tecnologia.

    O texto foi assinado à época pelo presidente da Microsoft, Brad Smith, pelo vice-presidente da IBM, John Kelly III, pelo diretor-geral da agência da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO), Qu Dongyu, e pela representante do governo italiano, a então ministra para Inovação e Tecnologia, Paola Pisano.

    "A sua função será difundir essa carta por todo o mundo porque acreditamos que, perante à invasão dessa dimensão na vida de todos, seja importante reafirmar as perspectivas éticas, educativas e também jurídicas para a inteligência artificial. No momento da elaboração e da assinatura da 'Call', criamos o termo 'algorEtica' porque também os algoritmos têm necessidade de uma dimensão moral", pontuou Paglia.

    Segundo o presidente da Pontifícia Academia para a Vida, há atualmente diversas questões sobre o uso indiscriminado dessa tecnologia, como no caso do "reconhecimento facial" usado por governos em vias e transportes públicos e que podem "bloquear a vida de qualquer um".

    "Precisamos evitar uma ditadura dessas novas tecnologias e que quem possui o 'big data' faça o que bem quiser. E não queremos que o desenvolvimento tecnológico saia da perspectiva humana", acrescentou ainda o religioso.

    Paglia afirmou que está sendo negociado um novo evento sobre o assunto, que provavelmente será realizado em outubro em Dubai, e que o documento não é de ninguém em particular "mas sim de todos que o assinam".

Da Ansa

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O grupo Stellantis e a Foxconn - fornecedora da Apple - desenvolverão tecnologias digitais avançadas para automóveis em uma joint venture chamada Mobile Drive, informam as duas empresas em nota oficial nesta terça-feira (18).

As marcas firmaram um memorando de acordo não vinculante para dar vida a nova joint venture, que terá investimento igual das partes (50/50). A ideia é acelerar as mais avançadas tecnologias para o mercado automobilístico, tanto dentro do carro como para os "carros conectados".

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Ainda conforme a nota, a Mobile Drive estará apta a colocar em campo ofertas competitivas para contratos globais dos veículos da Stellantis e de outras empresas do setor automobilístico. A ideia é juntar toda a capacidade da Stellantis para projetar automóveis com a capacidade da Foxconn de desenvolver softwares e hardwares destinados ao consumidor final. Assim, a mistura quer romper "novas fronteiras" nas informações a bordo dos veículos e a capacidade de entretenimento.

O CEO da Stellantis, Carlos Tavares, afirmou que "depois do nascimento da Stellantis, estamos aqui de novo falando de um movimento estratégico".

"O [anúncio] de hoje é um tijolo na estratégia que apresentaremos ao fim do ano. Quando nós criamos a Stellantis, em 16 de janeiro de 2021, disse claramente que nós colocaríamos o software e a experiência do cliente no centro da Stellantis. Para nós, é muito claro, desde o primeiro dia, que precisamos nos transformar e o software está no centro do nosso compromisso. Através dessa joint venture, mudaremos o modo como projetamos nossos carros, o ritmo com o qual fazemos isso e a frequência", afirmou Tavares na coletiva.

Por sua vez, o presidente da Foxconn, Young Liu, disse que "os veículos do futuro serão sempre mais guiados e caracterizados por softwares". "Os clientes de hoje e aqueles de amanhã pedem e esperam soluções sempre mais criativas e baseadas em softwares, soluções que permitam conectar os condutores e os passageiros do veículo, dentro e fora. Mobile Drive pretende andar ao encontro e superar essas expectativas graças ao envolvimento dos times de design e engenharia de software e hardware", acrescentou.

Da Ansa

A Amazon anunciou nesta sexta-feira (14) que vai criar 10 mil novos empregos permanentes no Reino Unido em 2021 e investir 10 milhões de libras em novos programas de treinamento nos próximos três anos.

A gigante de tecnologia americana, que tem sede em Seattle (Washington), disse que a iniciativa irá ampliar seu quadro de funcionários no Reino Unido para 55 mil pessoas até o fim do ano.

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A empresa também vai criar mil vagas para estagiários em tempo integral no país europeu este ano, como já havia sido revelado em fevereiro.

A empresa de tecnologia Nvidia anunciou novos modelos de notebooks gamers equipados com placas de vídeo RTX 3050 ou RTX 3050 Ti e processador Intel Core da 11º geração. De acordo com a companhia, os laptops terão preços sugeridos a partir de US$ 799 (R$ 4.186,06 em conversão direta).

De acordo com a Nvidia, os novos notebooks contarão com designs finos e, por conta das placas de vídeo RTX, serão capazes de executar jogos populares como "Minecraft RTX" (2020), "Call of Duty: Black Ops Cold War" (2020), "Fortnite" (2017) e "Outriders" (2021) em 1080p a 60 quadros por segundo. Veja o trailer:

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Assim como outros modelos da série RTX, a empresa afirmou que os novos também serão compatíveis com o software Nvidia Broadcast, que oferece ferramentas de melhoria de áudio para lives, chamadas de voz e videoconferência. Com o recurso, é possível reduzir os ecos e ruídos externos do áudio e aprimorar a qualidade do vídeo.

Até o momento, os modelos de placas de vídeo RTX 3050 foram anunciados apenas nos notebooks, mas assim como ocorre em outros lançamentos da Nvidia, os novos hardwares devem ser lançados para os desktops a qualquer momento.

O órgão regulador de concorrência da Itália aplicou nesta quinta-feira (13) uma multa de 102 milhões de euros ao Google, por abuso de posição dominante com o intuito de favorecer seus aplicativos.

A multa foi atribuída à exclusão pelo Google de um aplicativo desenvolvido pela Enel de seu sistema Android.

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Há mais de dois anos, o Google não permite que o aplicativo JuicePass, da Enel, opere no chamado Android Auto - sistema que garante o uso seguro de aplicativos em carros -, impedindo seu uso de maneira desleal para favorecer o Google Maps, argumenta o regulador italiano.

A Amazon anunciou na última terça-feira (11) a sua loja de compras internacionais no Brasil. A seção de produtos selecionados reúne tendências de compra dos brasileiros em sites internacionais. Graças à função Prime, os usuários poderão usufruir de frete grátis para quase a totalidade de produtos. De acordo com a empresa, o prazo de entrega dos itens internacionais foi reduzido em mais de 40%. O pagamento pode ser feito por boleto e cartão de crédito com parcelamento em até dez vezes, mas o número de parcelas é estipulado sob consulta de valor mínimo.

Os produtos disponíveis no país foram selecionados seguindo as preferências de compra dos brasileiros nas categorias Casa, Esportes, Livros, Eletrônicos e Moda. Entre as marcas de destaque estão Oxo, KitchenAid, Razer, Corsair, Revlon, Timex e FURminator.

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“Nosso foco é tornar as fronteiras imperceptíveis para nossos clientes, proporcionando aos consumidores brasileiros uma experiência positiva de compra internacional com ampla seleção de produtos, maior velocidade de entrega e forma de pagamento facilitada", explica Tiago Abel, Líder de Operações de Varejo da Amazon Brasil, no comunicado da empresa.

Para garantir a entrega rápida, a Amazon diz contar com Centros de Distribuição localizados em São Paulo (Cajamar), Pernambuco (Cabo de Santo Agostinho), Minas Gerais (Betim), Distrito Federal (Santa Maria) e Rio Grande do Sul (Nova Santa Rita).

“Conforme a Amazon constrói uma rede de infraestrutura robusta, a empresa estará mais perto dos clientes do que nunca, o que ajuda a garantir entregas rápidas”, concluiu Abel. Alguns itens podem ser entregues em menos de 24 horas após a compra.

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