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Metade dos funcionários do Facebook poderia trabalhar de forma remota permanentemente em 5 ou 10 anos, anunciou Mark Zuckerberg nesta quinta-feira (21), em conferência para seus empregados divulgada na plataforma.

A gigante das redes sociais será "a empresa mais avançada do mundo no trabalho remoto", afirmou o fundador do Facebook, que contabilizava 45 mil funcionários em todo o mundo no fim de 2019.

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"Gostaria de enfatizar que a Covid-19 não irá desaparecer em pouco tempo", assinalou Zuckerberg, antes de apresentar os planos para a organização do trabalho na empresa.

A rede social, que dispõe de 95% dos seus funcionários trabalhando remotamente no momento, anunciou recentemente que a maioria dos seus empregados continuaria trabalhando de casa até o fim do ano. A empresa tampouco organizará uma reunião presencial para mais de 50 pessoas antes de julho de 2021, no melhor dos casos.

Segundo um estudo interno, mais de 50% dos funcionários se consideram mais produtivos trabalhando de casa, e entre 20% e 40% têm interesse na possibilidade de trabalhar remotamente para sempre. Já metade deles gostaria de voltar para o escritório o quanto antes.

Zuckerberg disse se sentir "otimista" em relação ao potencial benefício do trabalho à distância. "Não o fazemos porque os empregados exigem, e sim porque estamos aqui para servir ao mundo e à nossa comunidade e desbloquear a maior quantidade de inovação possível."

Entre as vantagens, Zuckerberg citou oportunidades mais igualitárias nas carreiras, recrutamentos mais diversos (geograficamente e entre minorias), economia em infraestrutura e salários (que serão ajustados em função do local de residência) e uma retenção maior de pessoas obrigadas a se mudar por motivos pessoais, além do impacto menor para o planeta.

"Em 2020, é mais fácil mover bytes do que átomos. Prefiro que nossos funcionários se teletransportem por vídeo ou realidade virtual, em vez de ficarem presos em congestionamentos que poluem o meio ambiente", brincou Zuckerberg.

Apesar da pressão dos Estados Unidos, a gigante chinesa de telecomunicações Huawei está avançando em seus projetos ambiciosos, como expandir seu campus para treinar seus funcionários cada vez mais numerosos.

Os Estados Unidos tentam há 18 meses bloquear o fornecimento de semicondutores a esta empresa, que considera um risco à segurança nacional.

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Mas, embora os funcionários da Huawei falem em "crise" em seu imenso campus localizado na cidade de Shenzhen, capital do sul da China, as ambições da empresa continuam a crescer.

A nova pressão dos Estados Unidos "naturalmente causou alguma preocupação", reconhece o vice-diretor da Universidade Huawei, Ryan Liu. "Mas eu trabalho para a Huawei há muitos anos e estamos confiantes de que a empresa nos guiará no caminho certo", afirma.

O Departamento de Comércio dos EUA disse na última sexta-feira que estava redobrando os esforços para impedir que a Huawei tenha acesso a semicondutores, chaves para seus produtos e cuja ausência colocaria em risco sua "sobrevivência", segundo a gigante chinesa.

"Se mantiverem o espírito dessa decisão, isso terá um grande impacto sobre a Huawei", avalia Kelsey Broderick, analista da empresa de consultoria Eurasia Group, que considera baixa a capacidade do grupo de obter seus próprios semicondutores.

Enquanto isso, em Shenzhen, sede de várias grandes empresas de tecnologia chinesas, os projetos da Huawei estão avançando.

A empresa passou de 180.000 para 194.000 funcionários e em 2019 cresceu 19% em seus negócios globais, apesar da pressão.

É o caso da expansão da "cidade europeia", um complexo onde vivem 25.000 funcionários, localizado próximo a um lago e que possui uma rede ferroviária própria com paradas com nomes como "Paris", "Bolonha" ou "Heidelberg", todos eles com arquitetura que lembra essas cidades. No momento, existem onze áreas temáticas desse tipo e outra está sendo construída.

Já a Universidade Huawei se mudará em agosto para um lugar mais novo e maior, também no estilo "europeu".

Washington teme que o governo chinês use a rede de telecomunicações da Huawei em todo o mundo para espionar ou sabotar.

A empresa deve se tornar líder mundial em tecnologia de Internet móvel 5G, e Washington tenta convencer outros países a renunciar de seu material por questões de segurança.

O atual presidente da Huawei, Guo Ping, disse nesta semana que os Estados Unidos estão realmente agindo com medo de perder a hegemonia tecnológica para as empresas chinesas.

Os Estados Unidos já conseguiram impedir que a Huawei tivesse acesso ao sistema operacional Android do Google para seus telefones celulares, uma decisão que levou a empresa a criar seu próprio sistema, chamado HarmonyOS.

Nesse sentido, bloquear o acesso a semicondutores poderia melhorar o papel da HiSilicon, uma subsidiária da Huawei nesse setor.

"Esse desafio criará um sentimento mais profundo de crise, mas nossa resposta é fazer bem o nosso trabalho e confiar que o trabalho árduo será recompensado", disse Liu.

A universidade Huawei teve que fechar suas 40 salas de aula físicas em janeiro por causa do coronavírus, mas as aulas on-line continuaram para seus funcionários na China, África, Europa e em outros lugares, e eles voltaram presencialmente em maio, disse Liu.

As aulas abordam questões como gerenciamento ou alta tecnologia, e cursos de duas semanas para novas contratações também são organizados sobre cultura corporativa e como lidar com a pressão.

Desde que o novo coronavírus começou a percorrer diversos continentes dezenas de eventos presenciais, marcados para acontecer em 2020, começaram a ser cancelados. No universo da tecnologia, feiras como a E3, Gamescom, Tokyo Game Show, Game Developers Conference, do Google, o F8 do Facebook, a GPU Technology Conference da Nvidia , o Google I / O 2020, e muitas outras, tiveram que se re-adequar ao formato virtual ou adiar seus encontros para o ano que vem. 

Porém, quem achou que não haveriam eventos do tipo este ano, enganou-se. Aproveitando que a Alemanha está reabrindo, aos poucos, suas atividades a IFA, uma das feiras de consumo de dispositivos eletrônicos mais importantes da Europa, confirmou o primeiro evento presencial pós-pandemia. A feira acontecerá de 3 a 5 de setembro em Berlim, capital do país europeu.

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Mesmo com a promessa do encontro, os organizadores do evento garantem que o evento seguirá as restrições impostas de distanciamento e higiene. Serão colocados limites rígidos no número de participantes e apenas quatro funções principais sendo uma vitrine de inovação para marcas, uma plataforma para tecnologias de ponta, um evento de sourcing para OEMs e ODMs e um mercado onde varejistas e marcas podem se unir.

Dentro de cada espaço serão colocadas no máximo mil pessoas por dia. Também haverá algumas etapas para minimizar o número de funcionários da produção do evento. Quem não puder comparecer presencialmente poderá participar virtualmente. 

 

O Imperial College de Londres e a gigante de telecomunicações Huawei confirmaram nesta terça-feira (19) uma parceria de 5 milhões de libras, que permitirá que o grupo chinês financie um novo centro de tecnologia.

A universidade e o fornecedor de equipamentos de telecomunicações, que já colaboram há quase uma década, ressaltaram em um comunicado conjunto que essa parceria foi estabelecida por cinco anos.

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O Imperial College disse à AFP que o valor da parceria era de 5 milhões de libras em benefício da universidade.

A Huawei fornecerá a rede 5G e uma plataforma on-line de inteligência artificial em um campus de Londres do Imperial College para ajudar no trabalho de um centro de tecnologia.

"Estamos muito satisfeitos em fornecer nossas tecnologias e experiências a um parceiro acadêmico para ajudar na inovação", declarou Victor Zhang, vice-presidente da Huawei e chefe do escritório londrino da fabricante de equipamentos.

Por sua parte, Ian Walmsley, reitor do Imperial College, saudou a parceria com a Huawei.

"A experiência da Huawei em tecnologia sem fio ajudará nossos pesquisadores, estudantes e empresas parceiras a liderar a próxima geração de inovações digitais", disse ele.

Essa parceria, revelada pela imprensa britânica no fim de semana, despertou a ira de alguns deputados, principalmente porque o Imperial College é um dos dois "pioneiros" britânicos na busca de uma vacina contra o novo coronavírus.

Parlamentares conservadores já se manifestaram contra a decisão do primeiro-ministro Boris Johnson de permitir a participação limitada da gigante chinesa no desenvolvimento da rede móvel 5G do Reino Unido em meio a temores de espionagem do Estado chinês.

Em um e-mail enviado para sua equipe o CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, anunciou que a empresa está demitindo cerca de 3 mil funcionários, por conta dos prejuízos causados pela pandemia do novo coronavírus. Desde que a doença começou a se alastrar pelo mundo a empresa registrou uma queda de 80% em seus negócios de carona.

De acordo com o site The Verge, Khosrowshahi teria escrito que "Temos que tomar essas ações difíceis para nos mantermos firmes, para garantir nosso futuro e continuar em nossa missão". Ainda de acordo com a publicação a medida ocorre menos de duas semanas depois que a Uber demitiu 3.700 funcionários, ou seja, 14% de sua força de trabalho global. No total, a empresa eliminou cerca de um quarto de sua equipe em menos de um mês.

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Além das demissões, a Uber também fechará 45 escritórios em todo o mundo e deve reorganizar algumas de suas divisões. Uma das perdas da companhia são a incubadora de tecnologia e os laboratórios de IA , lançados em setembro passado. 

Os serviços que ficam

Nadando contra a corrente, o Uber Eats, o serviço de entrega de alimentos da empresa, é o único que tem apresentado crescimento. Na semana passada, a empresa informou que as reservas em sua divisão Uber Eats aumentaram mais de 54% ano a ano. Apesar disso, esses ganhos não cobrirão as graves perdas trazidas pela queda no serviço de caronas, o principal negócio da Uber.

Outro que deve continuar as atividades é o Grupo de Tecnologias Avançadas da empresa, que supervisiona seu programa de carros autônomos. Mesmo com algumas demissões o CEO da companhia disse que a busca da Uber por carros autônomos "sempre foi um investimento de longo prazo".

"Tendo aprendido minha própria lição pessoal sobre a imprevisibilidade do mundo com o soco no estômago chamado COVID-19, não farei nenhuma afirmação com absoluta certeza em relação ao nosso futuro", escreveu ele. "Vou dizer, no entanto, que estamos fazendo escolhas realmente muito difíceis agora, para que possamos nos despedir, ter a maior clareza possível, avançar e começar a construir novamente com confiança", disse. 

O Facebook aceitou um acordo para pagar cerca de US$ 52 milhões para funcionários e ex-funcionários que sofreram algum tipo de problema relacionado à saúde mental durante o tempo de trabalho na empresa nos Estados Unidos. As pessoas que podem recorrer a indenização atuaram na área de moderação de publicações e foram expostos a imagens e conteúdos traumáticos, com temas como estupro, assassinato e suicídio.

O acordo preliminar foi apresentado na última sexta-feira (8) em um tribunal na Califórnia. Cada moderador receberá no mínimo US$ 1 mil pelo tempo de trabalho no Facebook. O valor pode ainda ser acrescido, a depender do dano causado à saúde de cada funcionário. O acordo contempla 11,2 mil moderadores.

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Transtornos mentais como depressão, vícios e transtorno do estresse pós-traumático são alguns dos danos relatados pelos funcionários e ex-funcionários da empresa, após poucos meses de trabalho na moderação do conteúdo. "Estamos satisfeitos que o Facebook trabalhou conosco para criar um programa sem precedentes para ajudar as pessoas a realizar um trabalho inimaginável há alguns anos", disse Steve Williams, advogado dos funcionários e ex-funcionários, em comunicado. "O dano que pode ser sofrido por este trabalho é real e grave". (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Apple finalmente anunciou a data da sua Conferência Mundial Mundial de Desenvolvedores (WWDC). Após ser adiada por conta do novo coronavírus, a feira foi reformulada para atender aos participantes virtualmente. O evento será realizado a partir de 22 de junho, no aplicativo Apple Developer e no site Apple Developer, gratuitamente, para todos os desenvolvedores. 

A empresa também anunciou um desafio para quem está dando os primeiros códigos. O Swift Student Challenge, é uma oportunidade para estudantes demonstrarem seu amor pela codificação criando seu próprio playground Swift. Para quem não conhece, o Swift Playgrounds é um aplicativo para iPad e Mac que torna o aprendizado da linguagem de programação Swift interativo e divertido. 

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Os estudantes devem desenvolvedor uma cena interativa em um playground da Swift que pode ser experimentado em três minutos. Os vencedores receberão um conjunto exclusivo de jaqueta e pino WWDC20. Mas para concorrer é preciso enviar suas ideias até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 17 de maio.

Já os desenvolvedores são incentivados a fazer o download do aplicativo Apple Developer, onde informações adicionais sobre o programa WWDC20 - incluindo detalhes da apresentação e do estado da União das plataformas, horários de sessões e laboratórios e muito mais - serão compartilhadas em junho. As informações também serão disponibilizadas no site da Apple Developer e por email.

Os organizadores do Tokyo Game Show anunciaram, na última quinta-feira (8), que o evento deste ano foi cancelado. A TGS 2020 aconteceria de 24 a 27 de setembro, no centro de convenções Makuhari Messe, nos arredores de Tóquio, mas devido à pandemia da Covid-19, terá suas atividades acontecendo online.

A feira se une a outros eventos de jogos como a E3 e a Gamescom, que tiveram suas atividades presenciais canceladas por conta do novo coronavírus. Esta a primeira vez que o TGS é cancelado desde que começou, em 1996, mas as notícias não serão uma surpresa para ninguém. Desde que a pandemia começou, as empresas têm optado por transmissões online do que seria mostrado presencialmente. 

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Ainda não se sabe como ou qual a nova data da transmissão do TGS, este ano, nem onde poderemos assistir as novidades que deveriam ser apresentadas na feira. Um dos destaques do evento seria, com certeza, a apresentação mais detalhada da nova geração de consoles da Sony e da Microsoft, que devem ser anunciados em julho deste ano. 

Mais um aplicativo de entrega fechou parceria com o Instagram para permitir que o usuário da plataforma realize pedidos de comida usando os stories. Assim como a Rappi, o Uber Eats também entregará pedidos feitos através da figurinha “Pedir uma Refeição”. O recurso poderá ser utilizado por contas comerciais de restaurantes que estiverem cadastrados no app de delivery.

De acordo com a empresa, fotos e vídeos de comida estão entre as postagens mais compartilhadas no Instagram e o novo recurso transformará a apreciação do prato na possibilidade de comê-lo.

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Como funciona

Vá até o perfil do seu restaurante favorito no Instagram

Você verá o botão “Pedidos de Refeição” no perfil do restaurante ou nos Stories

Toque no botão e você será redirecionado para o app do Uber Eats ou da Rappi (dependendo de qual você tiver instalado) 

Escolha o seu prato favorito 

Conclua o processo do pedido 

Durante o primeiro mês de isolamento social devido à pandemia de Covid-19, as compras feitas por meio de aplicativos cresceram 30%, no Brasil, de acordo com levantamento do Instituto Locomotiva, divulgado nesta quarta-feira (29). A alta foi significativa em dois grupos populacionais: o de pessoas com mais de 50 anos de idade e o das classes C, D e E, que, somadas, representam mais da metade dos consumidores do país.

Quase metade (49%) das pessoas abordadas pelo instituto declarou que pretende ampliar as compras por aplicativos, após o fim do isolamento social. Além disso, cerca de um terço (32%) pontuou que planeja reduzir as idas a lojas físicas. 

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A pesquisa mostra que a mudança de padrão no consumo também se refere aos produtos colocados nos carrinhos. Enquanto 39% dos entrevistados disseram estar comprando mais alimentos, 53% afirmaram ter diminuído a aquisição de itens de lojas de departamento.

Uma parcela das pessoas consultadas pelo instituto passou, inclusive, a lançar mão de plataformas online para obter produtos básicos, como alimentos, os de higiene pessoal e de limpeza. No total, 15% dos entrevistados informaram à entidade que não costumavam solicitar entrega de alimentos. Com a pandemia, porém, começaram a fazer pedidos de produtos dessa categoria. A taxa é a mesma em relação a medicamentos. Por outro lado,  os percentuais de pessoas que ainda preferem ir a mercados e farmácias permanecem elevados, sendo de 60% e 45%, respectivamente.

Segundo o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, a expansão do mercado online já era prevista para antes mesmo da pandemia. Ele avalia, contudo, que esse movimento demoraria mais para acontecer, não fosse o contexto da covid-19. Por isso, avalia que as circunstâncias atuais acabaram se tornando propulsoras do fortalecimento dos aplicativos.

A pesquisa foi feita ouvindo 1.131 consumidores com idade igual ou superior a 16 anos. O questionário foi aplicado em 72 cidades de todos os estados brasileiros, nos dias 14 e 15 de abril. 

Delivery de comida

De acordo com a pesquisa, 10% dos entrevistados não faziam pedidos de delivery de comida, mas passaram a fazer com a pandemia; 25% já eram clientes, mas intensificaram os pedidos e 21% mantiveram o mesmo nível de encomendas.

Apenas 15% reduziram o uso dos aplicativos de refeições, o que pode ter ligação com o fato de que muitas pessoas têm demonstrado preocupação com a desproteção dos entregadores.

Direito do consumidor 

A pesquisa mostra ainda a tendência de parte dos consumidores em gastar menos dinheiro. Com o intuito de economizar, 55% dos entrevistados afirmaram que irão comparar mais os preços dos produtos antes de fechar uma compra. Reduzir o volume de produtos em relação ao que adquiriam antes da pandemia é o objetivo de 45% das pessoas questionadas pelo instituto. Outros 55% comentaram que voltarão a comprar normalmente aquilo que já consumiam.

A atenção com relação ao valor dos produtos é um fator importante. De acordo com relatório da Fundação Procon SP, divulgado na segunda-feira (27), 84,6% dos 1.813 consumidores participantes da sondagem depararam com preços abusivos em estabelecimentos comerciais. A prática predominou entre produtos com maior demanda durante a pandemia, como álcool em gel e máscaras hospitalares. Os produtos alimentícios, de higiene pessoal e de limpeza apareceram em menor número, mas a percepção de elevação do custo foi a mesma.

Até a última sexta-feira (24), o Procon SP havia recebido 4.061 denúncias de preços abusivos ou injustificados. Em nota, acrescenta que 25,2% dos entrevistados relataram problemas nas compras feitas pela internet. As queixas mais comuns são demora na entrega (45%) e entrega não efetuada (27,1%), o que, diz o Procon SP, sinaliza que as empresas de transporte têm tido dificuldades na logística, que devem ser sanadas, para que os consumidores não tenham seus direitos violados.

Para realizar o balanço, equipes do órgão fiscalizaram 2.115 farmácias, supermercados e hipermercados de 154 cidades do estado de São Paulo. A ação resultou em 1.830 notificações a estabelecimentos.

A Rappi iniciou uma parceria com Instagram para tentar auxiliar seus restaurantes parceiros durante a pandemia. Estabelecimentos que postarem fotos dos seus pratos nos Stories da rede social podem adicionar o novo adesivo "pedir uma refeição" para criar um link direto com o delivery. 

Ao clicar no adesivo o usuário será redirecionado para ao aplicativo da Rappi para efetuar a compra. Também será possível adicionar o botão "pedir refeição" no perfil do estabelecimento, no Instagram. Basta que a conta esteja configurada como comercial. Vale frisar que a plataforma de compartilhamento de fotos já permitia que contas de empresas colocassem o preço em alguns produtos postados no feed e direcionassem o usuário ao site de compras.

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O recurso que integra os dois apps foi lançado primeiro nos EUA e Canadá e começou a ficar disponível na América Latina em 24 de abril. Todos os restaurantes cadastrados no aplicativo de delivery que tenham contas comerciais na rede social podem utilizar a novidade. 

Uma das medidas, adotada principalmente na China, para identificar pessoas contaminadas pelo novo coronavírus, é a medição de temperatura corporal. No Brasil, o Centro de Inovação em Ergonomia, do Serviço Social da Indústria (Sesi) de Minas Gerais, passou a seguir o exemplo do país oriental e iniciou uma ação na indústria Vale do Sol. Para identificar possíveis trabalhadores com febre, a empresa vai utilizar uma câmera térmica.

Para diminuir o risco de contaminação da doença, os trabalhadores são avaliados no início da jornada. Caso seja identificado com alguma alteração da temperatura corporal, será possível que a empresa tome atitudes de contenção antes que o funcionário tenha acesso a outros profissionais e equipamentos.

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Além da câmera térmica, o Centro realiza ajustes ergonômicos e de distanciamento na tentativa de alinhar a produtividade ao número de trabalhadores, visando atender às orientações de saúde da Occupational Safety and Health Administration (OSHA) e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

As indústrias que queiram a consultoria em Ergonomia para reorganizar seus processos produtivos, com apoio para organizar trabalhos home office e o uso da câmera térmica, podem entrar em contato com o Centro via telefone: (31) 3489-2060.

Usuários do iFood poderão cadastrar seus cartões de vale refeição e alimentação para pagamentos online no app, a partir desta quinta-feira (23). A medida é válida para as bandeiras Alelo, Sodexo e VR e é uma forma de diminuir ainda mais a necessidade de contato entre o usuário e o entregador.

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A integração dos benefícios com o aplicativo vai permitir a utilização dos créditos que estavam parados devido ao fechamento dos salões dos restaurantes. A iniciativa se junta a outras da plataforma para evitar o contato físico como indicar onde o entregador deve deixar o pedido, etc.

Por enquanto, a nova forma de pagamento está disponível apenas para a cidade de São Paulo, nos estabelecimentos que aceitam os vales. Porém, a empresa afirma que nas próximas semanas a funcionalidade seja oferecida também às demais cidades do País. Para cadastrar o vale refeição ou alimentação no app, basta acessar a aba Perfil, clicar em Pagamento, selecionar a opção Vale Refeição, para enfim, incluir os dados do cartão.

 

Na próxima quinta-feira (23), acontece, via transmissão online, a 5ª edição do Digital Innovation Conference. O evento, vai abordar o tema “Como lidar com a inadimplência e garantir a capacidade da rede?”, destrinchando os efeitos da pandemia e do isolamento social necessário ao combate do novo coronavírus, no mercado das telecomunicações. 

Entre os debatedores estarão  André Felipe, Presidente do Conselho Administrativo ABRINT; Rodrigo Pedrosa, Diretor Técnico ATEL, Rui Gomes, CEO da UM Telecom, entre outros especialistas. Quem vai mediar a conversa é João Moura, Presidente Executivo Telcomp, junto com André Navarrete, CEO do Optimize Group.

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A participação é gratuita e deve ser confirmada pelo site da Sympla. O link para o canal de transmissão será enviado no e-mail de confirmação do evento.

O Facebook não terá mais eventos presenciais com mais de 50 pessoas até junho de 2021. A informação foi divulgada pelo próprio Mark Zuckerberg, em sua página na rede social e é decorrente das medidas de isolamento por conta do novo coronavírus. "estamos atrasando nossos planos de retornar ao escritório, a fim de priorizar a ajuda do restante da comunidade e da economia local a voltar a funcionar primeiro", disse o CEO da companhia.

Zuckerberg ressaltou que a maioria dos encontros, que antes eram presenciais, vão passar a acontecer virtualmente e que apenas alguns grupos de funcionários devem voltar ao escritório durante esse período. "Diante disto, estamos cancelando quaisquer grandes eventos físicos que planejamos com 50 ou mais pessoas até junho de 2021. Alguns deles serão realizados como eventos virtuais e compartilharemos mais detalhes sobre isso em breve. Da mesma forma, estendemos nossa política de nenhuma viagem de negócios até pelo menos junho deste ano", escreveu.

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No momento, apenas uma pequena porcentagem dos funcionários do Facebook poderá retornar mais cedo como revisores de conteúdo que trabalham em combate ao terrorismo ou prevenção de suicídio e automutilação e engenheiros que trabalham em hardware complexo, mas "no geral, não espere ter todos de volta em nossos escritórios por algum tempo", afirmou.

Por conta de previsões de um lento retorno da quarentena o executivo afirmou que quem acreditar que precisa de mais tempo em casa, após esse período, poderá retornar apenas após o verão norte-americano. “Seja porque estão em grupo de risco, porque escolas e campi foram cancelados e não há quem cuide das crianças, podem programar trabalhar de casa até pelo menos o verão", disse.

E finalizou afirmando que os usuários devem se preparar par um retorno gradativo. "Quando a sociedade finalmente começar a reabrir, ela deverá fazer isso lentamente, em ondas desconcertadas, para garantir que as pessoas que estão retornando ao trabalho possam fazê-lo com segurança e que minimizem a possibilidade de futuros surtos", encerrou o post.

A empresa responsável por fabricar as câmeras GoPro anunciou na última quarta-feira (15), em suas redes sociais, que demitirá 200 funcionários por causa do coronavírus (Covid-19). A medida visa não apenas reduzir o impacto financeiro causado pela pandemia, mas também aproveitar o momento e aplicar novas estratégias já planejadas pela companhia.

Além das demissões, o CEO e fundador da empresa, Nicholas Woodman, abriu mão de seu salário até o final de 2020. Todas essas decisões já haviam sido pensadas pela empresa e foram antecipadas por conta da pandemia, já que a companhia estava enfrentando problemas na distribuição dos produtos ao cliente.

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Apesar de tudo, a GoPro garante que continuara com a comercialização de câmeras em estabelecimentos terceirizados e que o calendário de lançamentos seguira normalmente.

A Amazon anunciou a criação de um laboratório para detectar infecções por COVID-19 entre seus funcionários, no momento em que enfrenta problemas de segurança sanitária devido à disseminação da pandemia.

A gigante do varejo on-line, que começou o ano com cerca de 750.000 funcionários e está aumentando seu pessoal, disse que uma equipe de funcionários "com várias habilidades, de cientistas e gerentes de programas a especialistas em compras e engenheiros de sistemas, modificou suas funções habituais para dar prosseguimento a esta iniciativa".

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"Começamos a montar a equipe que precisamos para construir nosso primeiro laboratório e esperamos começar em breve a testar um pequeno número de funcionários que estão na linha de frente" de exposição a doenças, informou a empresa na quinta-feira à noite em um blog corporativo.

A Amazon explicou que tomou essa decisão devido à escassez de testes para confirmar infecções e em razão da preocupação de que mesmo pessoas sem sintomas possam estar transmitindo o vírus.

"Não temos certeza de quão longe iremos em um período de tempo relevante, mas acreditamos que vale a pena tentar e estamos prontos para compartilhar tudo o que aprendemos com os outros", afirmou a Amazon.

"Se todas as pessoas, inclusive aquelas sem sintomas, pudessem ser testadas regularmente, isso faria uma enorme diferença na maneira como todos combatemos esse vírus. Aqueles que testam positivo podem ser colocados em quarentena e cuidados, e aqueles que testam negativo podem voltar à economia com confiança".

Acredita-se que a Amazon tenha tido casos de COVID-19 em vários de seus locais de armazenamento.

Inúmeros funcionários da empresa protestaram ou deixaram seus empregos para pressionar a companhia por melhores condições de segurança sanitária.

Na semana passada, a Amazon iniciou controles de temperatura corporal e passou a distribuir máscaras entre os seus funcionários.

Os primeiros testes serão implementados em suas redes de operações nos Estados Unidos e na Europa, incluindo no supermercado Whole Foods Market.

No mês passado, a gigante da Internet com sede em Seattle disse que esperava contratar 100.000 pessoas e investir US$ 350 milhões para apoiar trabalhadores e parceiros durante a pandemia, que colocou a empresa no centro das atenções devido à sua extensa infraestrutura e logística.

A Prefeitura de Olinda lançou nesta terça-feira (7), uma plataforma para ajudar os cidadãos que tiveram seus negócios prejudicados durante o isolamento social. O site Delivery Olinda vai permitir o cadastro gratuito de comerciantes informais e formais do município que já trabalhando com entregas à domicílio de seus produtos.

É possível cadastrar catálogos de produtos e usar canais de comunicação, redes sociais, identificar categorias, bairros de atendimento e até colocar a logomarca do empreendimento. Para subir as imagens no site a prefeitura recomenda padrões de imagem recomendados são 500X500 pixels ou 1080X1080 pixels. "Esta plataforma é uma importante ferramenta para oferecer suporte aos empreendedores do município. Ela irá potencializar o marketing digital das empresas, ampliando a divulgação, além de ajudar na fixação de suas marcas e sobretudo aumentar o faturamento dos empreendedores de Olinda", diz nota.

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Consultoria Especializada

Além do cadastro, o site Delivery Olinda dará consultoria especializada para quem fizer o cadastro via agendamento. Ao final será gerado um grande catálogo online, que poderá ser acessado por qualquer pessoa, em qualquer dispositivo móvel ou computador, contendo uma lista de empreendedores que realizam atendimento delivery na cidade.

A prefeitura também deixa claro que, as informações cadastradas no catálogo são, exclusivamente, de inteira responsabilidade do empreendedor participante. Ao finalizar o registro, os comerciantes devem ler e dar o aval nas recomendações da Vigilância Sanitária de Olinda e ao atendimento delivery no município.

Contatos e Informações

Os interessados devem procurar atendimento na Sala do Empreendedor de Olinda, sempre no horário de 08h às 13h, via Whatsapp nos números (81) 9.9103.5359 e (81) 9.9615.9255

As plataformas digitais iFood e Rappi devem garantir assistência financeira a trabalhadores contaminados pelo novo coronavírus (Covid-19) ou que integram o grupo de alto risco para que possam se manter em distanciamento social com recursos necessários para sua sobrevivência.

Com abrangência nacional, as decisões, em caráter liminar, decorrem de duas ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público do Trabalho em São Paulo (MPT-SP) no último sábado (4) e também obrigam as empresas a fornecer materiais de higienização aos entregadores de mercadorias e refeições.

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Entre as determinações, o juiz do Trabalho Elizio Luiz Perez estabelece que as plataformas digitais terão que repassar o equivalente à média dos valores diários pagos nos 15 dias anteriores à decisão, garantindo, pelo menos, o pagamento de um salário mínimo mensal. A medida abrange trabalhadores que integram grupo de alto risco (como os maiores de 60 anos, os portadores de doenças crônicas, imunocomprometidos e as gestantes) ou aos afastados por suspeita ou efetiva contaminação pelo vírus.

As liminares também garantem o fornecimento gratuito de álcool-gel (70%, ou mais) e água potável aos profissionais. Além disso, as empresas deverão oferecer espaços para a higienização de veículos, bags que transportam as mercadorias, capacetes e jaquetas, bem como credenciar serviços de higienização

As decisões prevêm, ainda, a inclusão de pelo menos três vídeos informativos nos aplicativos das empresas destinados aos trabalhadores, aos fornecedores de produtos e aos consumidores, contendo os protocolos de segurança sanitária. Em caso de descumprimento, está prevista aplicação de multa diária às empresas, no valor de R$ 50 mil.

As ações tiveram como base a Nota Técnica nº 1 da Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes Trabalhistas (Conafret), do MPT, que traz medidas destinadas à proteção da saúde e da segurança de trabalhadores de aplicativos contra a Covid-19.

Além das empresas já processadas, o MPT em São Paulo também enviou recomendações às demais empresas de aplicativos de entrega de alimentos e de transporte de passageiros. Caso as medidas recomendadas não sejam cumpridas pelos empregadores, outras ações podem ser ajuizadas.

Mesmo não estando mais a frente do comando da Microsoft há 20 anos, Bill Gates ainda é uma das personalidades mais influentes da atualidade. O fundador da empresa, conhecido por seu trabalho na tecnologia é também um filantropo na área de saúde e está, por meio da  fundação Bill and Melinda Gates, financiando fábricas para produzirem testes em, pelo menos, sete vacinas contra o novo coronavírus.

A informação foi divulgada por ele, no Twitter, em uma transmissão do programa americano “The Daily Show”, que será exibido nesta sexta-feira (3). A equipe do bilionário norte-americano escolheu os projetos de vacina que considerou mais promissores e já está construindo equipamentos para fabricá-los caso os testes sejam conclusivos. 

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“Embora a gente vá terminar escolhendo no máximo duas (vacinas), vamos financiar fábricas para todas as sete para não perder tempo dizendo ‘ok, a vacina funciona’ e só então construir a fábrica”, disse.

Apesar da agilidade do empresário, que tem cobrado medidas mais duras de isolamento nos Estados Unidos, uma vacina para a Covid-19 deve demorar pelo menos 18 meses para ficar pronta para o mercado. Ao todo, Bill Gates e sua esposa Melinda prometeram doar 100 milhões de dólares para a luta contra o coronavírus. Só nos EUA há mais de 245 mil infectados. 

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