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O Procon-SP liberou mais um relatório de reclamações registradas durante a Black Friday, que acontece nesta sexta-feira (27). De acordo com o órgão, desde a tarde da última quarta-feira (25), até às 17h de hoje, foram registradas 280 reclamações e 178 consultas e denúncias efetuadas pelas redes sociais, totalizando 458 atendimentos. 

Entre o total de queixas feitas pelos consumidores, 77 (27%) foram sobre maquiagem de preço, que acontece quando o desconto oferecido sobre o valor do produto ou serviço não é real. O segundo lugar ficou com páginas que apresentavam produto e/ou serviço indisponível com 52 reclamações e mudança de preço ao finalizar a compra com 42.

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Até agora, a empresa que mais tem recebido queixas é a B2W Companhia Digital, responsável pelos sites americanas.com, Submarino, Shoptime, Soubarato, com 27 reclamações. Ela é seguida pela Via Varejo, representada pelas lojas Casas Bahia, Pontofrio e Extra.com.br, com 19, e pelo terceiro lugar, que ficou empatado entre a Kabum Comércio Eletrônico S/A e o Magazine Luiza, ambos com 18 reclamações.

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A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) divulgou que registrou, até as 9 horas desta sexta-feira, 168 reclamações e 41 consultas e denúncias efetuadas pelas redes sociais relacionadas a Black Friday.

"Os principais problemas apresentados foram: maquiagem de preço (desconto oferecido sobre o preço do produto e ou serviço não é real) com 41 registros; pedido cancelado após finalização da compra, 32; produto e/ou serviço indisponível 30; mudança de preço ao finalizar a compra, 22", diz a nota da fundação.

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A empresa mais reclamada até o momento é a B2W, com 15 ocorrências, seguida de Via Varejo (12), Kabum (11), Mercado Livre (9) e Magazine Luiza (9).

Cerca de 2.500 funcionários alemães da gigante americana Amazon entraram em greve nesta quinta-feira (26), coincidindo com as vendas da "Black Friday", para pedir melhores condições de trabalho, convocados pelo sindicato Ver.di.

"Estamos convocando os trabalhadores de sete depósitos da Amazon para uma greve de três dias", disse o sindicato alemão de serviços em nota nesta quinta-feira.

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O protesto, que começou nesta quinta-feira e vai até sábado, tem como objetivo dificultar a operação de vendas da "Black Friday".

Paralisações estão previstas em vários centros de logística na Alemanha, em Leipzig, Bad Hersfeld, Rheinberg, Werne, Augsburg e Koblenz.

O sindicato Ver.di estima o número de grevistas em "cerca de 2.500" em todo o país.

No momento, a mudança "não tem consequências para as entregas aos clientes, já que a maioria dos funcionários trabalha normalmente", disse a Amazon à AFP.

A Ver.di pede há anos que a Amazon reconheça os acordos coletivos regionais que se aplicam ao comércio a varejo e à entrega por correio, que o grupo rejeita.

A Amazon emprega 16.000 pessoas na Alemanha e cerca de 10.000 trabalhadores temporários nesta época de vendas e festas de fim de ano.

A Xiaomi está oferecendo 90% de desconto em produtos selecionados em seu site. A 'Operação Resgate ao Mi Bunny' tem ocorrido às quartas-feiras desde 11 de novembro e segue até 2 de dezembro. 

Para conseguir o desconto, o internauta deve participar de uma espécie de caça ao tesouro. Ele deve navegar pelo site da marca até encontrar o novo mascote da Xiaomi, o Mi Bunny.

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Quando o personagem é encontrado, ele exibirá o produto que está em promoção. Para garantir o desconto, basta clicar no botão 'Compre agora', que vai aparecer em um pop-up, e usar o cupom indicado.

Nesta quarta-feira (25) e na próxima, o Mi Bunny só vai aparecer em alguns momentos entre 11h e 14h, podendo encerrar antecipadamente se esgotarem os estoques dos produtos. A Xiaomi também limitou a compra de um produto por CPF. Os cupons só são válidos se o usuário já estiver logado no site quando achar o mascote.

Segundo a Xiaomi Brasil, a ideia da campanha é também evitar possíveis aglomerações nas lojas físicas e estender para outras partes do país, não apenas onde há lojas físicas. A promoção foi postergada em uma semana após o site ficar instável no dia 11 devido à quantidade de acessos.

A Black Friday vai acontecer no dia 27 de novembro e, tentando seguir a tradição norte-americana, deve trazer grandes descontos em diversas categorias de produtos, comercializados em lojas físicas e virtuais. Porém, mesmo com a data marcada, muitos varejistas brasileiros decidiram ampliar o conceito do evento e antecipar a queda de preço antes do período oficial. E-commerces como Amazon, Magazine Luiza, Lojas Americanas, Mercado Livre, entre outras redes de varejo de diferentes tamanhos, oferecem uma espécie de “esquenta”, antecipando a queda de preço em dias ou até mesmo transformando novembro no mês da Black Friday. 

Alta demanda e travamentos

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De acordo com Rafael Ramos, economista da Fecomércio pernambucana, a explicação para o fenômeno está na falta de estrutura dos sites em manter suas páginas estáveis durante a alta demanda. “A gente tem um problema muito grande em relação à infraestrutura da internet. Com a chegada na Black Friday, é provável que esses sites travem. O fluxo fica tão grande que o site trava e os lojistas vão perder renda porque as pessoas não vão esperar destravar para conseguirem o desconto”, resume. Para ele, antecipar a queda de preço por semana ou durante todo o mês, permite ao lojista controlar o fluxo do seu site e, dessa forma, evitar os travamentos.

O especialista explica também que, nas primeiras edições da Black Friday no Brasil, era comum que muitos sites perdessem vendas por não conseguirem suportar o aumento dos acessos. “Travava mesmo. Hoje muitos ainda colocam ‘você é o número tal da fila’ porque pelo fluxo não há estrutura. Essa foi uma estratégia encontrada para evitar prejuízos”, afirma. 

Ramos comenta que nos Estados Unidos é possível concentrar os descontos em um único dia porque lá o suporte para evitar quedas é maior. “Os EUA conseguem  porque a estrutura deles é melhor do que a nossa em termos de TI. A gente não consegue fazer isso e justamente por não conseguir esse suporte que, já no início de novembro, começamos a ver os descontos."

Descaracterização do evento

O economista também aponta que, outro fator que ajuda a descaracterizar o evento do original norte-americano, é a quantidade de produtos colocados em promoção. “Geralmente, os produtos que ganham descontos na Black Friday lá fora são eletrônicos, aqui a gente coloca tudo”, diz. Alguns dos exemplos são as promoções encontradas em restaurantes que usam aplicativos de entrega, sites especializados em produtos de beleza e roupas.

“O brasileiro gosta do nome de promoção e a gente descaracteriza justamente por isso. Ganham descontos setores de vestuário, alimentação, entre outros”, comenta Ramos, ressaltando que a popularidade do evento fez com que ninguém, nem o grande, nem o pequeno empreendedor, quisesse ficar de fora da época de descontos. “A Black Friday está, cada vez mais, se consolidando no país. Ela já é a 5ª data em termos de faturamento, atrás apenas do Natal, Dia das Mães, Dia das Crianças e Dia dos Pais, respectivamente. Ela já ganha de datas como a Páscoa e Carnaval, por exemplo.”

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Bom para o consumidor, ruim para o pequeno empreendedor

Apesar da empolgação do comércio nem tudo acaba sendo positivo. Para Rafael Ramos, a inserção da Black Friday no mercado nacional acaba se tornando um problema para o pequeno e microempreendedor. “A Black Friday é boa para o consumidor, às pessoas que sabem o que vão comprar, que acompanham o preço e sabem que o desconto vale a pena aproveitar. Para o varejo em si, não é boa”, afirma. 

Os motivos estão, principalmente, concentrados em dois fatores. O primeiro é o uso do 13º salário antes das compras de Natal e a impossibilidade do pequeno empreendedor competir com grandes demandas de produto. “Ele perde a margem de lucro. Em todo o país são mais de R$ 200 bilhões injetados na economia com o 13º salário. Em Pernambuco, esse valor gira em torno R$ 6 bilhões, mas com a chegada da Black Friday as pessoas fazem um movimento de antecipação de compras aí quando chega no Natal ela não precisa mais comprar”, afirma Ramos.

De acordo com o economista, esse momento de aquecimento, de vendas altas, não dá margem de lucro aos comerciantes menores. “O pequeno não tem essa vantagem de comprar em volume grandes, mas ele vai ter que entrar no esquema de descontos porque, senão, não vai ninguém para a loja dele, o que não acontece com as grandes marcas. É uma competição injusta."

Apesar do momento não ser tão feliz para os varejistas de pequeno porte, o economista garante que para o consumidor essa é uma ótima oportunidade para quem quer comprar. Uma das estratégias que podem melhorar ainda mais a experiência é ficar de olho nos produtos antecipadamente. “O consumidor tem que saber comprar pela internet, ficar de olho no comportamento do preço. Se ele vem monitorando o produto ele consegue achar um bom desconto. Só compre produtos que você saiba o preço médio”, aconselha.

Segunda rede mais utilizada do mundo, o YouTube acaba de dar mais um passo em direção ao mercado de streaming. A plataforma visual apresentou os anúncios de áudio, desenvolvido para conectar as marcas com o público. Atualmente em estágio beta, a nova proposta recebeu retorno positivo nos estudos do grupo. A divulgação do novo formato de anúncio foi feito na terça (17) pela Gerente de Produtos do YouTube Ads, Melissa Hsieh, na plataforma oficial do Google.

O grupo informou que os anúncios em áudio ajudam o usuário a expandir o alcance e aumentar o conhecimento da marca de maneira eficiente, com criações baseadas em áudio e os mesmos recursos de medição, público e segurança de marca de suas campanhas de vídeo.

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Durante os meses de teste alfa, o mecanismo de busca descobriu que mais de 75% das campanhas de anúncios em áudio medidas no YouTube geraram um aumento significativo no conhecimento da marca.

O mesmo aconteceu com o Shutterfly, que usou anúncios de áudio para influenciar a consideração de compra entre os compradores interessados, gerando aumentos acima do benchmark de 14% de aumento no recall do anúncio, e 2% de aumento na preferência entre seu público-alvo.

“A música sempre desempenhou um papel importante na cultura e na vida cotidiana. É uma maneira confiável de capturar um público que se envolve com o conteúdo que adora, mas para a maioria das marcas, não está disponível no YouTube. Com o streaming de videoclipes em alta - mais de 50% dos espectadores conectados que consomem conteúdo musical dedicam, no mínimo, 10 minutos a esse tipo de conteúdo por dia - estamos apresentando novas soluções para que sua marca seja vista, ouvida e reconhecida”, afirmou Hsieh.

Com números favoráveis, a nova publicidade tem chances de se tornar padrão dentro da plataforma. O Google incentiva que os patrocinadores se adaptem ao formato, e a intenção é que o conteúdo veiculado tenha cerca de 15 segundos e que seja similar aos comerciais de rádio, não apenas vídeos sem imagens.

Além dos anúncios, o YouTube também lança novos alinhamentos musicais, dedicados a canais focados em músicas de gêneros populares, como a música latina, o Hip Hop e o K-pop, para auxiliar no engajamento com os grupos ouvintes.

Melissa Hsieh conclui as considerações sobre o lançamento afirmando que o formato é o novo “adequado” aos anunciantes. “Os anúncios de áudio estão disponíveis em beta no Google Ads e Display & Video 360 com as mesmas opções de segmentação de público, estratégias e recursos de medição de Brand Lift das suas campanhas de vídeo do YouTube. Usando anúncios em vídeo e áudio juntos, você pode alcançar mais pessoas com o formato de anúncio mais adequado para sua experiência única no YouTube”, disse.

O gigante tecnológico Apple suspendeu, nesta segunda-feira (9), sua atividade comercial com a Pegatron, uma empresa terceirizada de Taiwan importante para a produção de seu iPhone, por violações dos direitos trabalhistas em seu programa de estudantes e pelas tentativas de acobertar as irregularidades - informou a agência de notícias Bloomberg.

"A Pegatron omitiu, indevidamente, os estudantes em seu programa e falsificou documentos para encobrir violações do nosso Código de Conduta", inclusive mediante a emissão de permissões de trabalho noturnas, ou de horas extras falsas, disse a Bloomberg, citando um comunicado da Apple.

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Consultada pela AFP, a empresa Pegatron, que cota em Taipei, admitiu em um e-mail que alguns trabalhadores estudantes nas fábricas das cidades de Xangai e Kunshan, no sudeste da China, haviam sido obrigados a trabalhar em condições que não atendiam aos parâmetros estabelecidos pela Apple.

O trabalho dos estudantes é autorizado, mas desde que sob estrita supervisão, afirmou a Apple, que disse não ter descoberto evidências de trabalho forçado durante a investigação feita há duas semanas.

A Pegatron admitiu para a AFP que "alguns estudantes foram reconhecidos como trabalhadores noturnos, fazendo horas extras e ocupando postos não relacionados com sua especialidade, ou de acordo com as normas e as regulações locais".

A empresa taiwanesa é um parceiro importante na produção do iPhone e ajuda a fornecer peças para o último modelo da Apple, o iPhone 12.

A Amazon anuncia nesta segunda-feira o lançamento de três novos Centros de Distribuição (CDs), localizados na cidade de Betim (MG), Santa Maria (DF) e Nova Santa Rita (RS). De 2019 para cá, a companhia passou de um para oito centros logísticos no País.

"Até mês passado entregávamos em dois dias em mais ou menos 400 cidades. Agora são cerca de 500 cidades", diz o presidente da Amazon no Brasil, Alex Szapiro. Ele diz que já consegue cumprir esse prazo para os assinantes Prime em mais locais, mas não muda a "promessa" para o cliente enquanto a empresa não atingir um nível de cerca de 98% das entregas nesse prazo por semanas recorrentes.

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A empresa não deixa claro o porquê da escolha destes Estados nem o quanto foi investido nos lançamentos. Os governadores de cada um dos três Estados, porém, celebraram a vinda dos empreendimentos. O presidente afirma apenas que as escolha não foi pautada por benefícios fiscais e, sim por questões estratégicas. Sobre o centro de distribuição do DF, ele pontua que da cidade é possível servir a regiões como Norte e Nordeste por meio da malha aérea da região. "Nossa estratégia não é regional, é nacional", complementa. Ao todo, a companhia deve gerar 1.500 empregos diretos por meio das novas instalações.

Sobre a estratégia de Black Friday da companhia, Szapiro reafirma que para a Amazon o mais importante é a entrega rápida e a experiência de compra do cliente. De fato, a maior quantidade de CDs é fundamental para a empresa acelerar suas entregas no País, já que seu modelo de negócios no Brasil não envolve lojas físicas.

No País, modelos de negócios multicanais no varejo tem se mostrado eficientes em regiões com mais dificuldades logísticas, com as lojas funcionando como mini centros de distribuição. Sem esse artifício, a Amazon avança de outras formas, fazendo o produto viajar mais, do CD até a casa do cliente.

A nona geração de consoles de videogame está prestes a chegar, impulsionada pelo confinamento, mas o futuro do setor é incerto, já que os "gamers" optam por outras formas de jogar.

As duas versões do PlayStation 5 (PS5) da Sony e do novo Xbox Series X e S da Microsoft estarão à venda entre 10 e 19 de novembro, começando pela gigante americana.

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Um dia após a apresentação da Sony, as pré-vendas do PS5 se esgotaram em muitos varejistas, um sinal do entusiasmo pelos consoles de "next-gen" (nova geração), e as duas fabricantes se preparam para o Natal.

A japonesa, que acaba de revelar suas metas anuais, planeja vender 7,6 milhões de unidades até o final do ano fiscal, em março de 2021.

Os consoles 2020 terão imagens 4K de ultradefinição e reflexos de luz para iluminar cenas nas sombras (Ray Tracing), bem como uma potência incomparável.

"Quando se observa as características técnicas das máquinas, estamos em níveis dez vezes maiores que a geração anterior. Vamos ter jogos mais bonitos, mais reais, mais envolventes. Eles vão nos dar um tapa na cara", entusiasma-se à AFP Charles-Louis Planade, especialista em videogame da Midcap Partners.

Fim dos consoles físicos?

O desafio da Sony é bater seu próprio recorde de 110 milhões de PS4s vendidos desde o lançamento da geração anterior em 2013.

"Para a Microsoft, o desafio é não ficar muito atrás da Sony, ou mesmo jogar em igualdade de condições com ela", acrescenta Planade. Diante do número crescente de jogadores, "são metas alcançáveis", acredita o analista.

No entanto, os dois consoles chegam em um momento em que os gamers estão começando a deixar de usar máquinas caras e pesadas e optam por sistemas de assinatura, ou sob demanda.

"Esta geração de consoles pode ser a última física. Esta é a última vez que ouviremos falar de teraflops", uma unidade de medida de desempenho de computador, diz Audrey Leprince, cofundadora do estúdio independente The Game Bakers.

Segundo ela, as inovações em termos de interface são "bastante anedóticas", e o desenvolvimento de jogos não evoluiu muito.

Ao contrário, "a chave do sucesso desta geração será a mudança no sistema de assinaturas" que tende a uma espécie de "Netflix dos videogames", afirma.

As ofertas de assinatura para o Game Pass da Microsoft e o PlayStation Plus da Sony "vão revolucionar completamente a indústria, assim como fizeram com filmes e música".

"O desafio para as fabricantes é manter uma base de assinantes que, por enquanto, os aspirantes no mercado ainda não têm", como Google e Amazon, diz Charles-Louis Planade.

Fase de transição

Tanto o Google quanto a Amazon apostam em jogos em "streaming" (ou "cloud gaming") que não precisam de console.

Contra isso, os consoles de nova geração querem ser híbridos, permitindo aos usuários comprar um jogo físico, baixá-lo, ou jogá-lo em "streaming" com os serviços xCloud, da Microsoft, e PlayStation Now, da Sony.

"Estamos em uma fase de transição, na qual o meio óptico e o 'cloud gaming' coexistirão", afirma Laurent Michaud, analista especializado no setor de videogames, à AFP.

"As tendências mostram que não será a última geração de consoles. Por exemplo, a resolução da imagem está programada para aumentar de 4K para 8K (cerca de 8.000 pixels de largura), e as redes, mesmo daqui a vários anos, não serão rápidas o suficiente para transportar essas imagens", completou.

Comprar um carro elétrico pode ficar mais barato no futuro. Um estudo divulgado pelo banco de investimentos UBS sugeriu que os modelos sustentáveis terão seu preço de fabricação reduzido em 2024, chegando a valores próximos aos carros convencionais, com motores de combustão interna. 

De acordo com o site  The Guardian,  o custo extra de fabricação de veículos movidos a bateria, em comparação com seus primos que usam gasolina, diminuirá US $ 1.900 ( cerca de R$ 10.850, de acordo com a cotação atual) por carro, em 2022. Este valor deverá desaparecerá completamente em 2024, o que deve extinguir a diferença entre o custo das fabricações dos modelos.

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Baterias mais baratas 

A previsão da UBS é que os custos com baterias sejam reduzidos em, pelo menos US $ 100 por quilowatt-hora (kWh). Dessa forma, a relutância das grandes montadoras em mudar a produção de carros com motor a gasolina por veículos elétricos caíria, já que - atualmente  - as baterias representam entre um quarto e dois quintos do custo de todo o veículo.

Outro ponto a ser considerado, segundo o banco, é que,  se as montadoras persistirem em se agarrar às vendas aos moldes tradicionais correm o risco de serem deixadas para trás por rivais como Tesla e Volkswagen. A maior montadora do mundo em volume, se comprometeu a investir 33 bilhões de euros na venda de carros elétricos. Uma das intenções das empresas é a diminuição do carbono lançado na atmosfera. 

As vendas de veículos elétricos já estão em alta na União Europeia e na China, mesmo com as dificuldades encontradas pelo setor por conta da pandemia do novo coronavírus. Ainda segundo as previsões d o UBS a participação de mercado dos carros elétricos deve alcançar 17% em 2025. E em 2030, os carros elétricos podem chegar a representar 40% das vendas globais.

A fabricante chinesa de eletrônicos Xiaomi ultrapassou a Apple pela primeira vez em vendas globais de celulares e ocupa agora a terceira posição de vendas entre as fabricantes, aponta uma pesquisa da consultoria IDC divulgada na noite de quinta-feira, 29. O levantamento também mostra que a Samsung voltou a liderar a global de vendas de smartphones, após perder a liderança do mercado para a também chinesa Huawei, que ficou no topo por um único trimestre.

Segundo os dados, coletados após a temporada de resultados financeiros das empresas, a Samsung vendeu 80,4 milhões de celulares no trimestre que se encerrou em setembro. Hoje, a sul-coreana é responsável por quase um em cada quatro smartphones vendidos em todo o mundo.

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Já a Huawei vendeu 51,4 milhões de aparelhos e viu seus negócios serem impactados nos últimos meses pelas sanções impostas nos Estados Unidos em 2019 - a companhia é acusada pelo governo Trump de praticar espionagem a favor do governo chinês.

A Xiaomi vendeu 46,5 milhões de dispositivos no terceiro trimestre - quase 5 milhões a mais do que a Apple.

Há motivos, porém, para explicar a queda da fabricante do iPhone. Tradicionalmente, a empresa de Tim Cook lança novos modelos de smartphones em setembro. Por conta da pandemia do coronavírus, porém, o lançamento do aparelho aconteceu apenas no início de outubro. O ciclo de produção do aparelho foi afetado por dois fatores. Um foi a paralisação das fábricas na China, no início do ano, onde a maior parte dos iPhones são globalmente produzidos. Outro foi a interrupção de viagens internacionais - antes do lançamento de um novo iPhone, engenheiros da Apple viajam até o país asiático para acertar detalhes da produção.

A queda de desempenho da Apple, porém, acabou sendo mais grave do que se previa: no período, as vendas de iPhones tiveram queda de quase 21% em receita, chegando a US$ 26,4 bilhões, sendo que analistas esperavam uma diminuição de 16% nas vendas.

Segundo a IDC, as vendas globais de smartphones caíram 1,3% em relação ao ano anterior, mas a consultoria já sinaliza recuperação em mercados como Brasil e Índia. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Twitter registrou lucro líquido de US$ 28,7 milhões no terceiro trimestre, inferior ao lucro de US$ 36,5 milhões de igual período de 2019. O lucro por ação diluído ficou em US$ 0,04, de US$ 0,05 anteriormente, ante previsão de US$ 0,06 dos analistas consultados pelo FactSet.

Após o balanço, a ação recuava 14,36% no after hours em Nova York às 17h38 (de Brasília). A receita do Twitter ficou em US$ 936,2 milhões no trimestre mais recente, crescimento de 14% ante igual intervalo do ano passado.

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A companhia acrescentou 1 milhão de usuários diários no terceiro trimestre ante o segundo, resultado bem abaixo da previsão dos analistas. Na comparação anual, o Twitter ganhou 42 milhões de usuários diários.

* Com informações da Dow Jones Newswires

A Apple teve lucro líquido de US$ 12,67 bilhões no quarto trimestre fiscal, inferior ao resultado de US$ 13,686 bilhões de igual período do ano anterior. O lucro por ação diluído ficou em US$ 0,73, de US$ 0,76 anteriormente, acima da previsão de US$ 0,71 dos analistas ouvidos pelo FactSet. Após o balanço, a ação da empresa recuava 3,49% no after hours em Nova York, às 17h50 (de Brasília).

A receita da companhia ficou em US$ 64,7 bilhões no trimestre até setembro, de US$ 64,04 bilhões anteriormente, um recorde para a empresa, segundo o balanço.

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A Apple aponta também que o ano fiscal que ela agora encerra foi de recordes de receita, lucro por ação e fluxo de caixa livre, mesmo em um ambiente macro "extremamente volátil e desafiador".

A companhia informou ainda que retornou quase US$ 22 bilhões ao acionistas no trimestre, enquanto manteve a meta de atingir posição neutra em termos de caixa líquido ao longo do tempo.

O conselho da Apple declarou um dividendo de US$ 0,205 por ação ordinária da companhia, a ser pago em 12 de novembro de 2020 aos acionistas. A empresa informou também que 59% de sua receita no trimestre mais recente veio de suas vendas internacionais.

A Asus acaba de lançar no Brasil a sua linha ROG Phone 3, aparelho voltado para o segmento gamer. Com tela AMOLED de 6,59 polegadas, processador Snapdragon 865 Plus, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, o aparelho custa R$ 5.849 à vista e R$ 6.499 em até 12 vezes.

O ROG Phone 3 garante a conexão 5G e inclui uma bateria de 6.000 mAh e sistema Air Trigger 3, que possibilita controlar a ação inclinando o telefone, proporcionando uma sensação de intuitividade. 

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Mesmo não sendo o foco da Asus com essa sua linha, o smartphone conta com uma configuração de câmeras triplas na parte traseira, sendo o sensor principal de 64 MP, o secundário com 13 MP e o último de 5 MP. Há também uma câmera frontal de 24 MP.

Na tentativa de auxiliar os gamers para que, na hora em que estiver jogando não fique sem conexão com a internet, o ROG Phone 3 vem com o sistema ROG HyperFusion, que combina as conexões Wi-Fi e 5G, o que permitirá conexões simultâneas, aproveitando a melhor conexão.

Gigante do streaming musical, a sueca Spotify anunciou nesta quinta-feira (29) que superou os 300 milhões de usuários ativos no terceiro trimestre, dos quais 45% são assinantes pagos, apesar de uma perda líquida registrada para o período.

O número de usuários ativos alcançou os 320 milhões (+29% em um ano) no final de setembro.

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Principal fonte de renda, os assinantes são agora 144 milhões (+27%). Desse modo, o grupo cumpre seu objetivo anunciado em julho, de alcançar entre 312 e 317 milhões de usuários, deles entre 140 e 144 milhões de assinantes.

A Spotify, cuja sede fica em Estocolmo, mas que tem cotação na Bolsa de Nova York, espera alcançar entre 340 e 345 milhões de usuários (dos quais paguem entre 150 e 154) até o fim do ano.

No entanto, após uma mudança de rumo no terceiro trimestre de 2019, o Spotify sofreu uma perda de 101 milhões de euros no período de julho a setembro de 2020 devido, em grande parte, a um aumento dos gastos de operação.

Durante o trimestre, o grupo realizou uma quantidade de negócios de cerca de 2 bilhões de euros (2,35 bilhões de dólares), um aumento de 14% em um ano, segundo seu relatório financeiro.

Em relação ao resultado de exploração, no qual o Spotify esperava uma perda entre 70 e 150 milhões, esta foi de apenas 40 milhões de euros (47 milhões de dólares) durante o período entre julho e setembro.

Durante o trimestre, "as horas de consumo global superaram os níveis pré-covid", destaca o grupo.

A decisão de deixar ou não a chinesa Huawei participar do leilão de frequências 5G no Brasil deve ficar para o ano que vem, disse na terça-feira (20), o embaixador do Brasil em Washington, Nestor Forster.

Uma delegação americana deixou claro em visita ao Brasil nesta semana que espera que o País escolha empresas de outras nacionalidades para a construção de sua infraestrutura 5G.

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"É razoável que isso seja olhado com a seriedade que requer o assunto e essa decisão eu entendo que vai ser tomada mais para frente, no início do ano que vem", afirmou Forster em entrevista a correspondentes brasileiros em Washington. "Não se trata de banir essa ou aquela empresa, trata-se de procurar atender ao interesse nacional. É isso que está em jogo", afirmou o embaixador.

Os EUA têm feito lobby para que a chinesa Huawei, maior fabricante de equipamentos de telecomunicações do mundo e o principal nome na corrida pelo oferecimento de tecnologia 5G, seja vetada dos leilões. Washington argumenta que a empresa é um braço de vigilância do Partido Comunista Chinês. Os chineses negam. Para os americanos, um "caminho limpo" de 5G pressupõe que fornecedores não confiáveis - como a Huawei, na visão dos EUA - devem ser banidos do oferecimento de equipamentos de transmissão, controle ou armazenamento de rede 5G.

Em visita ao Brasil nesta semana, as autoridades americanas disseram que os EUA estão dispostos a financiar "qualquer investimento" no setor de telecomunicações brasileiro.

O embaixador brasileiro afirmou que o financiamento oferecido pelos americanos está dentro das possibilidades da adesão feita pelo Brasil em março ao programa americano América Cresce. O programa prevê acesso ao fundo de US$ 60 bilhões da Corporação Financeira dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional para financiamento de projetos de infraestrutura, inclusive tecnológica. Os EUA duplicaram a capitalização do organismo para financiar empresas americanas e de aliados que ajudem na construção de redes 5G de países que se comprometem em manter as empresas chinesas fora da rede.

"É mais uma possibilidade de crédito com condições melhores que no mercado para financiar essa área de tecnologia. Reitero que é uma decisão que não será tomada em Washington, mas em Brasília", disse o embaixador brasileiro.

O serviço de streaming Netflix informou que teve lucro líquido de US$ 790 milhões no terceiro trimestre deste ano, de US$ 665 milhões em igual período de 2019. O lucro por ação diluído foi de US$ 1,74, inferior à expectativa de US$ 2,13 dos analistas ouvidos pelo FactSet. Às 17h09 (de Brasília), a ação recuava 5,01% no after hours em Nova York.

A receita do Netflix avançou para US$ 6,436 bilhões no terceiro trimestre, de US$ 5,245 bilhões anteriormente. A empresa comenta, em seu balanço, que o número de novos assinantes do serviço desacelerou para uma alta líquida de 2,2 milhões, de 6,8 milhões no terceiro trimestre do ano passado. A Netflix argumenta que isso era esperado, diante de resultados recordes no primeiro semestre de 2020.

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Após anunciar o iPhone 12, a Apple também reajustou o preço de aparelhos antigos à venda no mercado brasileiro. O reajuste é uma prática tradicional da empresa após lançamentos - geralmente os preços caem, mas, em 2020, eles subiram.

Em alguns casos, o acréscimo será superior a R$ 1 mil - caso do iPhone 11 com 256 GB de armazenamento, que custava R$ 5,8 mil e agora sai por R$ 7,2 mil. A maioria dos modelos, porém, teve altas entre R$ 700 e R$ 900. Segundo a empresa, o motivo é a desvalorização do real frente ao dólar, que influencia diretamente o preço do aparelho no Brasil.

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A alta nos preços não chega a ser surpresa: em setembro, quando a Apple revelou os novos Apple Watch e iPad, as gerações anteriores também tiveram aumentos de até R$ 3 mil por aqui.

Além do reajuste, a empresa também deixou de vender dois modelos de iPhone em seu site oficial: o iPhone 11 Pro e o iPhone 11 Pro Max, que agora só poderão ser encontrados em revendedores autorizados.

Com a reorganização, a Apple decidiu manter à venda no País os seguintes modelos: iPhone SE 2020, iPhone XR e iPhone 11. A linha de produtos será complementada com os novos aparelhos "em breve", afirmou a empresa.

Suporte

Com a chegada de um novo iPhone, a Apple também atualiza o sistema de seus celulares, o iOS, que agora chega à versão 14. Entre os aparelhos antigos, apenas o iPhone 5S deixa de ser suportado pela companhia. Todos os modelos lançados de 2014 para cá seguem com atualizações.

O iPhone demorou a chegar em 2020, mas pode causar um grande impacto. Tradicionalmente revelado em setembro, o novo smartphone da Apple foi afetado pela pandemia do novo coronavírus. Revelado na terça-feira (13), ligeiramente o produto - tela mais resistente, câmera com sensores avançados e um chip mais veloz. A principal novidade, porém, é que os quatro novos aparelhos funcionarão com o 5G - conexão móvel de quinta geração em fase de implantação em vários países.

É a primeira vez que a Apple terá um celular compatível com o 5G. "É uma nova era para o iPhone. O 5G vai trazer ótima experiência em downloads, games e vídeos", disse Tim Cook, presidente da empresa, durante apresentação online.

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Para alguns, a empresa chega atrasada ao mercado, porque rivais como Samsung, Huawei e Motorola já têm aparelhos com a conexão nas lojas desde o início de 2019. Outros não veem da mesma forma.

"O 5G é uma tecnologia ainda relativamente imatura globalmente.

Ainda vai demorar para ter massa crítica, mas a Apple pode dar esse empurrão", disse Thomas Husson, vice-presidente da consultoria americana Forrester. "A Apple vai fazer mais pelo 5G do que o 5G pelos novos iPhones".

É um bom argumento: nos Estados Unidos, a tecnologia ainda não está disponível amplamente. No Brasil, apenas um teste é feito por operadoras, mas ainda o País aguarda a realização do leilão de frequências a ser feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), previsto para o ano que vem, para usufruir do pleno potencial da inovação.

Além do 5G, outra grande novidade apresentada ontem foi o iPhone 12 mini, um modelo "topo de linha", mas com tela menor que as versões principais do iPhone - ele terá 5,4 polegadas e custará a partir de US$ 729, mesmo preço do iPhone 11 revelado em 2019.

"A dinâmica de preço este ano foi muito interessante, e os valores vieram abaixo das expectativas, o que é importante em meio à pandemia", disse Harsh Kumar, da consultoria Piper Sandler & Co, em nota a investidores. Por aqui, por causa do dólar, os preços não ser tão atraentes assim - ontem, após o evento, a Apple reajustou os iPhones à venda atualmente.

Sem carregador

Outra novidade da Apple gerou polêmica: nenhum dos modelos do iPhone 12 será vendido com carregador e fones de ouvido na caixa. A justificativa da empresa é ecológica: com mais de 2 bilhões de carregadores já vendidos, a empresa tenta reduzir emissões de carbono na captação dos metais e na fabricação dos acessórios. No entanto, o tiro saiu parece ter saído pela culatra: nas redes sociais, usuários acusaram a empresa de adotar um discurso bonito para vender mais - afinal, quem não tiver um carregador terá de comprá-lo à parte.

Para Michel Roberto de Souza, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a mudança pode trazer problemas à empresa. "Precisa estar sinalizado na hora da compra que o carregador não está incluso, para não se induzir (o cliente) ao erro", disse ele, que acredita que a companhia pode incorrer em venda casada, algo proibido pelo Código de Defesa do Consumidor brasileiro. "É algo que ainda está nebuloso."

Em evento on-line realizado na manhã desta terça-feira (13), a Apple anunciou o lançamento do iPhone 12. A fabricante divulgou detalhes da nova geração do produto, que contará com suporte para conexão 5G e terá preço sugerido de US$ 799, o equivalente a cerca de R$ 4.450.

O aparelho ganhou bordas mais quadradas, que remetem ao visual do iPhone 4. Na forma, ele também ficou 11% mais fino, 15% menor e 16% mais leve do que a versão anterior, mas teve a tela mantida com o tamanho de 6,1 polegadas.

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A tela é composta por um material mais resistente, o “escudo de cerâmica”, alardeado pela desenvolvedora como sendo mais forte do que qualquer vidro anteriormente utilizado. O painel mudou da tecnologia LCD para OLED, que a Apple costuma chamar de "Super Retina XDR".

Com o aumento do contraste da tela, cresceu também a quantidade de pixels, fazendo com que o iPhone 12 tenha o dobro da resolução do iPhone 11. O processador do celular também foi atualizado com o A14 Bionic, que usa o processo de fabricação de cinco nanômetros, o que o deixa mais rápido. O iPhone 12 tem duas câmeras, uma lente grande angular e outra ultra angular. Ambas possuem 12 megapixels.

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