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A Audi apresentou no começo da semana seu novo patinete elétrico. O modelo de 12 kg, dobrável, aposta no equilíbrio ao mesclar as características comum da linha com o skate, permitindo que o usuário controle o peso e a direção do veículo com os pés.

Chamado de o Audi e-tron scooter, vem com quatro rodas, um display que mostra a condição da bateria, manopla de torção para acelerar ou frear. Ele pode chegar a 20 km/h e deve chegar ao mercado no final de 2020, por cerca de 2 mil euros.

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Além disso, o patinete vem com luzes de LED, um farol, luzes de condução diurna, lanterna traseira e brake light. Uma interface bluetooth permite ajustes individuais e proteção contra roubo.

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Uma das horas mais felizes do dia é - com toda certeza - a hora de comer. Seja no almoço ou no jantar, uma boa refeição é capaz de alegrar o dia de qualquer pessoa. Mas, muitas vezes, a coragem de enfrentar o fogão desaparece e a boa ideia é mesmo pedir comida. Antigamente, as mães usavam o telefone do seu restaurante favorito, nos dias atuais, os aplicativos de entrega são o grande trunfo na hora de pensar em uma boa refeição. 

Em Recife, capital pernambucana, são três os principais apps de entrega de comida: iFood, Uber Eats e Rappi - este último, entrega também itens de supermercado. Mas na hora que a fome aperta e o estômago ronca, qual é a melhor opção para pedir sua refeição? Confira os testes que fizemos e tire suas próprias conclusões.

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Uni, dune, tê, o que é que eu vou comer?

O primeiro passo é abrir o aplicativo e escolher qual será a sua próxima refeição, certo? Nesse ponto, os três apps estão cheios de opções, nem sempre boas, mas ao menos a oferta é grande. Tanto no Rappi, quanto no Uber Eats e no iFood é possível procurar pedidos por pratos, valor cobrado, avaliação do restaurante e taxa de entrega. Isso facilita bastante na hora de filtrar o que você quer comer. 

Nos três também é possível fazer buscas específicas por culinárias distintas, com restaurantes separados pelo tipo de cozinha. Além disso, sempre há pastas com as promoções da semana, ou restaurantes com entrega grátis ou com aqueles que você não cansa de pedir. No Rappi e no Uber Eats é possível demorar um pouco mais para encontrar o que se deseja, pela quantidade de informação na tela, mas nada que dificulte demais a experiência.

Oferta e design:

iFood: Muito bom

Rappi: Razoável

Uber Eats: Bom, mas pode melhorar

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Cupons e promoções

Vamos ser sinceros, o que o brasileiro gosta mesmo é de receber cupom para pedir comida. A gente fica ali, com o dedo coçando, só esperando aquela entrega grátis, aquele desconto de R$ 10, um combo com 50% de desconto. Sabemos que, no três aplicativos, sempre é possível observar ofertas com 70% ou 50% de desconto e que cupom é um tipo de brinde e não uma obrigação. Mas ainda assim, eles são muito bem-vindos.

O Uber Eats dificilmente oferece descontos em dinheiro para seus restaurantes parceiros. Nele é mais fácil conseguir o frete gratuito, porque - ao menos uma vez por semana - a empresa envia algum cupom que oferece 10 entregas grátis para seus usuários utilizarem em qualquer restaurante. Já o Rappi é ainda mais difícil. A companhia manda alguns rappi créditos, no máximo, duas vezes ao mês e para usá-los depende da forma de pagamento e do restaurante escolhido. 

Por fim, temos o iFood. A empresa vermelhinha envia cupons para seus clientes de segunda a sexta-feira, em três horários do dia. É possível encontrar descontos na hora do almoço, para o lanche da tarde ou para o jantar. Sempre com alguma frase descontraída. Os valores de desconto variam entre R$ 8 e R$ 10 e - geralmente, contam com um valor mínimo de pedido e apenas para pagamentos via cartão. 

Infelizmente, era mais fácil usar os cupons da companhia quando essa matéria começou a ser feita, há uma semana. Recentemente a empresa aumentou o valor mínimo de pedido (de R$ 15 para R$ 25) e passou a restringir o cupom apenas para restaurantes selecionados. Isso desanima um pouco na hora de fazer o pedido, já que a maioria dos restaurantes selecionados pelo iFood são novos, com baixa pontuação ou com taxas de entrega que se equiparam ao valor de desconto oferecido pelo aplicativo.

Proposta de Cupom

iFood: Frequente; fácil de usar; pouco vantajoso

Rappi: Raro; regular; razoavelmente vantajoso

Uber Eats: Regular; fácil de usar; razoavelmente vantajoso 

Formas de pagamento

As formas de pagar pelo seu almoço, lanche e jantar são basicamente as mesmas em todos os apps. No Uber Eats elas são apenas três: cartões de crédito ou débito, PayPal e dinheiro. Não é possível cadastrar um ticket de alimentação, por exemplo. No Rappi é liberado o uso de cartões de crédito, débito, dinheiro, PayPal e também há a opção de dividir a conta com algum dos seus contatos que tenha o aplicativo instalado. 

No app, também há a opção de cadastrar um Vale Refeição/Alimentação, porém, durante o teste, não conseguimos cadastrar o cartão porque o aplicativo exige uma data de validade que o card não possuia. Quanto ao iFood, as formas de pagamento são cartões de débito (apenas para bandeiras selecionadas) e crédito, dinheiro, vale-refeição, cheque, ticket online e pagamento pelo app. Para quem quer dividir a conta é possível fazer o pagamento no momento da entrega, com a maquineta.

iFood: Muito bom

Rappi: Bom, mas pode melhorar

Uber Eats: Razoável

Previsão de chegada e opções de rastreio

Para quem gosta de acompanhar o pedido os três aplicativos oferecem diferentes opções de rastreio do pedido. Com o Uber Eats é possível acompanhar todo o processo, desde a previsão de chegada, até o destino. Você acompanha o motoqueiro a partir do momento que ele sai do restaurante, em tempo real. O iFood depende bastante do restaurante parceiro. Se o estabelecimento possuir uma forma de rastreio em tempo real, ele fornece, mas na maioria das vezes há apenas a estimativa de chegada. 

Quanto ao Rappi, existem duas modalidades. No caso do restaurante é possível acompanhar o pedido em tempo real, assim como no Uber Eats. Porém, para quem for usar a versão de compras em outros estabelecimentos - como farmácias e supermercados - vai depender da disponibilidade do fornecedor. Em nenhum dos pedidos feitos pelos aplicativos o tempo de espera foi maior ou muito maior do que o estimado.

iFood: Bom, mas pode melhorar 

Rappi: Muito bom

Uber Eats: Muito bom

E se eu tiver problema?

Aqui temos o ponto mais delicado. Se você passou por todo o processo de escolher o restaurante, fazer o pedido, usar o cupom e rastrear a entrega, vai querer receber sua refeição organizada, não é? Mas, às vezes, erros como pedido trocado, com itens faltando ou até mesmo cobranças indevidas podem acontecer. Neste caso, cada aplicativo tem a sua peculiaridade.

No Uber Eats as coisas são um pouco mais demoradas. Depois de um pedido que veio completamente errado, no qual não conseguimos entrar em contato com o restaurante, falar com a empresa foi algo difícil, mas satisfatório. Ao enviar o relatório de falha, ele demora até 24 horas para ser analisado e respondido. Porém, se não for possível realizar a troca em tempo hábil, a empresa devolve o valor total do pedido (caso tenha sido feito no cartão).

No Rappi, toda a sorte de imprevistos pode ser solucionada pelo app, porém, após análise - em que é preciso fotografar os itens recebidos - todo o reembolso é feito apenas via rappi créditos. Não há a opção de falar com uma central de atendimento, diferente do iFood. 

Apesar do iFood não disponibilizar mais o contato do cliente para o restaurante, ainda é possível entrar em contato com o estabelecimento pelo aplicativo. Além disso, caso você não consiga e seu pedido não seja entregue, por exemplo, quase instantâneamente após reportar ao aplicativo, alguém vai telefonar para você, tentando resolver o seu problema. Dos três é o que tem o atendimento ao cliente mais fácil e rápido.

iFood: Fácil de usar, rápido e muito satisfatório 

Rappi: Fácil de usar, mas pode melhorar

Uber Eats: Fácil de usar, demorado, pode melhorar

Conclusão: Entre todas as categorias testadas, em um panorama geral que junta de atendimento, custo, resolução de problemas e variedade, o campeão de confiabiliade é o iFood. Ele também é o que tem o design mais intuitivo, fácil de usar, não deixando o usuário perder muito tempo na hora de escolher o que comer. Seus únicos pontos fracos são a oferta de cupons, que apesar de vir bastante é pouco vantajosa e a impossibilidade de rastrear - em tempo real - o trajeto feito pelo entregador do pedido.

As fabricantes de automóveis Ford e Volkswagen anunciaram nesta sexta-feira (12) que vão trabalhar juntas para desenvolver veículos autônomos e elétricos.

A montadora alemã fará um investimento de US$ 2,6 bilhões na Argo AI, que é uma filial da Ford para construção de carros autônomos, e irá adquirir da fabricante norte-americana US$ 500 milhões em ações da Argo AI. Assim, as duas terão participações iguais no projeto.

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De acordo com as duas empresas, a Ford pretende construir mais de 600 mil veículos elétricos no continente europeu. A montadora norte-americana usará uma plataforma da Volks para carros elétricos, a MEB. Isso irá auxiliar no corte de custos das fabricantes.

As produções deverão ter início em 2023, na cidade de Colônia, na Alemanha.

"Nossa aliança global está começando a demonstrar uma promessa ainda maior, e continuamos a analisar outras áreas nas quais poderíamos colaborar", afirmou o presidente-executivo da Volkswagen, Herbert Diess.

Da Ansa

Recentemente, a Yellow, empresa brasileira de soluções de micromobilidade, chegou ao Recife trazendo bicicletas compartilhadas e patinetes elétricos. Os modais aparecem como alternativas para as bicicletas do Bike Itaú, que já faziam bastante sucesso na região. Numa tentativa de fidelizar ainda mais o público, a empresa anunciou um preço promocional para quem quiser usar os patinetes elétricos na capital pernambucana.

 A partir desta sexta-feira (5), o usuário vai pagar apenas R$ 1,50 pelo desbloqueio do equipamento + R$ 0,25 a cada minuto de uso. Antes, o valor era de R$ 3 + R$ 0,50 por minuto de uso. A ação segue por tempo indeterminado e os usuários podem utilizar o aparelho entre o Centro, Brasília Teimosa e Boa Viagem, com área total de 7km².

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Os patinetes estão disponíveis das 6 às 22 horas, todos os dias da semana e só podem ser “deixados”, nas áreas marcadas como utilizáveis. O aluguel pode ser pago com cartão de crédito ou dinheiro. Quem optar pelo pagamento em espécie, poderá fazê-lo em bancas de jornal e lojas, entre outros estabelecimentos parceiros da companhia, que devem receber o valor e transferir, na hora, o montante para o app do usuário.

Rodar o estacionamento procurando uma vaga para parar o carro está com os dias contados, ao menos é isso que a Ford, montadora de veículos espera conseguir. A empresa iniciou a fase de testes de uma nova tecnologia que ajuda o motorista a localizar vagas de estacionamento nos grandes centros urbanos.

Chamado Guia de Vagas de Estacionamento, ele é exatamente o que o nome sugere. Disponível apenas na Europa, os veículos são conectados a um sistema central de computadores que, a partir de um sistema de geolocalização passa informações em tempo real sobre o estado das vias e sinais digitais dinâmicos de trânsito.

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Outros recursos estão sendo desenvolvidos dentro desse programa como um sistema de assistência de semáforos, que mostra no painel do carro o tempo restante para os sinais mudarem para vermelho ou verde. Além de um sistema de informação de túneis, que alerta sobre o fechamento de faixas, limites de velocidade e veículos lentos, entre outros.

Há algum tempo a empresa vem demonstrando, cada vez mais, seu interesse em preparar o terreno para inserir - num futuro próximo - veículos realmente autônomos.

O aplicativo de entrega de comida iFood lançou uma nova ferramenta para seus usuários. Com o intuito de agilizar ainda mais a vida de quem tem pressa para comer, o serviço anuncia a inclusão do botão "PraRetirar". A nova funcionalidade deve permitir aos clientes retirar os pedidos feitos pelo aplicativo no próprio restaurante, sem o pagamento do frete.

Inicialmente, a ferramenta está disponível somente na cidade de São Paulo, para testes, mas deverá ampliar seu funcionamento para outros municípios, em breve. De acordo com a empresa, além de levantamentos globais do mercado de Food service, o iFood também realizou pesquisas com restaurantes parceiros e consumidores e acredita que a melhoria agilizará ainda mais a rotina de quem tem pressa de comer.

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Como funciona

Ao pedir a refeição pelo aplicativo, além do tempo de preparo - que já é mostrado atualmente - o usuário recebe uma notificação para retirar sua refeição quando ela estiver pronta. Assim é possível calcular o tempo de preparo e chegada, passando no estabelecimento apenas para retirar o pedido, já que o pagamento será feito online.

Por enquanto, a função está disponível apenas em alguns restaurantes selecionados da cidade.

Moradores da Região Metropolitana do Recife (RMR) estão sofrendo por causa da chuva que cai sobre nesta quinta-feira (13). Em apenas 6 horas, a capital pernambucana registrou um equivalente a 10 dias de chuvas. Por conta disso, muita gente tem enfrentado dificuldades para chegar ao trabalho ou outros destinos e as alternativas de transporte, como os carros particulares, se tornam mais atrativas. Porém, usuários da Uber que tentaram solicitar motoristas pelo aplicativo não estão felizes com a opção.

No Twitter, muita gente reclama dos preços que estão sendo cobrados pelo serviço. Com a diminuição de condutores rodando pela cidade, por causa da chuva, os valores para uma corrida chegam a ficar até 10 vezes mais caros que o normal.

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Viagens como do Centro da cidade até bairros como os Espinheiro, Graças e Aflitos, passaram de R$ 10 para quase R$ 50. Destinos como o aeroporto Gilberto Freyre ou a cidade de Olinda chegam a mais de R$ 100.

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Apesar de trabalhar no desenvolvimento de carros autônomos desde 2015 e pretender integrá-los a seu serviço de transporte, o Uber não funcionará sem motoristas parceiros "nas próximas décadas", garantiu ontem o diretor de tecnologias avançadas da companhia, Eric Meyhofer. Apenas no Brasil, 600 mil pessoas trabalham como motoristas cadastrados na empresa.

Segundo o executivo, a oferta de mão de obra hoje é baixa comparada com a demanda e tem limitado o crescimento do Uber. Daí, a necessidade de incorporar o carro autônomo. "Vemos esse veículo como um adicional", destacou. A ideia, segundo Meyhofer, é que os carros autônomos circulem em áreas de acesso "mais fácil", deixando as rotas mais difíceis e que pagam mais aos trabalhadores.

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"Será uma rede híbrida, com parceiros e veículos autônomos por muito tempo. Talvez para sempre. Os motoristas parceiros são um ativo gigante para nós", disse Meyhofer, em evento da empresa em Washington (EUA).

Novo modelo. Ontem, a empresa apresentou um novo protótipo do carro autônomo desenvolvido em parceria com a Volvo, com quem trabalha desde setembro de 2016. É o terceiro veículo criado pelas duas companhias e o primeiro que dispensa integralmente o motorista.

O carro tem sistemas de freio e direção projetados para serem controlados por computador. Se algum equipamento falhar, um sistema também eletrônico para o automóvel imediatamente.

Segundo Meyhofer, o acidente ocorrido em março de 2018, no Arizona (EUA), quando um carro autônomo da empresa matou uma pedestre enquanto circulava, tem influenciado o desenvolvimento do veículo. "Se as pessoas não acreditarem que esse veículo é seguro, não entrarão nele. O que construímos é o veículo mais seguro que podemos ter." O Uber não tem previsão de quando o carro autônomo será oferecido em seu aplicativo.

De lado. O grande movimento de helicópteros no espaço aéreo de São Paulo foi um dos motivos que levaram o Uber a desistir de testar na cidade o "carro voador" em 2020. Na terça-feira, a empresa anunciou que escolheu Melbourne, na Austrália, como primeira cidade fora dos EUA. São Paulo estava na lista das finalistas ao lado de Paris, Mumbai e Tóquio, além de Melbourne. Nos Estados Unidos, Dallas e Los Angeles receberão testes.

Em 2016, o Uber chegou a oferecer um serviço de viagens por helicóptero na cidade, mas o projeto durou apenas um mês.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O UberEats, serviço de entrega de comida da startup americana, anunciou ontem que vai passar a testar o uso de drones para reduzir o tempo dos pedidos. Segundo a empresa, os veículos aéreos não tripulados devem viajar dos restaurantes até o teto de carros estacionados. Depois disso, caberá a motoristas parceiros da empresa fazer a última parte da viagem, entregando as refeições até a casa dos clientes. O sistema já está sendo testado com uma filial do McDonald's em San Diego, nos EUA.

O anúncio foi um dos destaques de ontem do Uber Elevate Summit, evento que a empresa realiza nesta semana em Washington. Até agora, empresas como Google, Amazon e até a brasileira iFood tem experimentado fazer entregas por drones em casas com quintais e espaços abertos. A solução "aérea", porém, é inviável para apartamentos - e foi por isso que o Google adotou a solução combinada entre o drone e veículos terrestres. Para ter certeza de que o drone está entregando a refeição no veículo certo, os carros serão equipados códigos QR em seu teto - as imagens devem ser lidas pelos s veículos aéreos.

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Diretora global de desenvolvimento de negócios do Uber Eats, Liz Meyerdirk, destacou que o sistema permitirá que restaurantes atendam mais clientes sem ter de estarem em diferentes localidades. "As entregas com drone serão mais rápidas, o que significa que o alimento chegará mais quente e a comida terá melhor qualidade", afirmou, durante o evento. Sem fornecer números, a executiva disse que os drones devem ser capazes de superar o tempo médio de entregas feitas por motos nos EUA - de meia hora para um raio de 4,8 km (ou 3 milhas).

Segundo ela, haverá testes com outros dois restaurantes de San Diego ainda este ano - um deles, de comida mais sofisticada. Para isso, a empresa trabalha na criação de uma caixa que será acoplada ao drone para as entregas. O recipiente deverá ter espaços separados para alimentos quentes e frios. Apesar de parecer simples, o desenvolvimento do recipiente tem demandado muito trabalho, disse a executiva, que acrescentou ainda que a empresa não pretende informar aos clientes que seus pedidos foram entregues por drones.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O "carro voador" desenvolvido pela Embraer X, subsidiária da Embraer para negócios disruptivos, será uma aeronave para "as massas", conforme definiu Antonio Campello, presidente da unidade. Por dentro, o veículo planeja lembrar um SUV (utilitário esportivo). O modelo foi divulgado ontem pela companhia em Washington, nos EUA, durante evento do Uber sobre transporte aéreo.

As duas empresas trabalham em parceria para desenvolver projetos na área. Ainda não há cronograma público para a apresentação da aeronave da Embraer e, portanto, não se sabe se a empresa brasileira participará dos primeiros testes planejados pelo Uber já no ano que vem.

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Ontem, a americana revelou que fará testes com os veículos em 2020 nas cidades de Melbourne, na Austrália, e Dallas e Los Angeles, nos EUA. São Paulo, que tem o maior número de viagens do aplicativo de transportes no mundo, estava cotada para receber o piloto, mas foi preterida pela australiana. Em janeiro, o governador João Doria (PSDB) chegou a receber uma equipe do Uber para falar sobre o projeto.

Além da Embraer, o Uber trabalha com companhias como Boeing e Bell para criar a nova forma de transporte, chamada tecnicamente de Evtol (veículo elétrico para pouso e decolagem verticais). A previsão é de uso comercial a partir de 2023.

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SUV. Segundo Campello, o projeto está em fase "preliminar". A ideia de criar o veículo semelhante a um SUV teve a intenção de transmitir familiaridade e segurança. "A gente precisa ser seguro e fazer com que o passageiro se sinta seguro. O SUV é um símbolo de segurança", disse.

Como o veículo será elétrico e usará bateria recarregável, o custo de decolagem e aterrissagem deverá ser inferior ao de um helicóptero comum - a empresa não divulga valores. O design simples da aeronave, com peças fixas, também deverá tornar sua manutenção mais barata. "Estamos fazendo essa aeronave para muitas pessoas. Não é uma aeronave VIP, é para as massas. Vamos transportar milhares de pessoas", disse Campello.

O carro voador da Embraer deverá ser de fácil acesso e fazer o menor ruído possível, já que a ideia é que ele voe mais baixo que os helicópteros. "Não adianta voar sobre o trânsito, mas demorar 15 minutos para entrar a bordo", disse André Stein, diretor de estratégia da Embraer X.

Segundo Campello, grande parte do projeto está sendo feita no Brasil. A EmbraerX não foi incluída na venda de 80% da área comercial da empresa para a Boeing e as criações da companhia seguem independentes.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Durante duas semanas a empresa Via Technolies testou na cidade de Curitiba, no Sul do país, um ônibus autônomo - ou seja, que não precisa de condutor. A veículo é capaz de tomar decisões com base no trajeto, podendo corrigir a rota em casos de imprevistos na pista.

O ônibus pode funcionar também com o motorista, que passa o controle para a central apenas em situações em que se sente sonolento ou tenha algum outro tipo de dificuldade. Toda a rota é controlada remotamente, em tempo real, dando mais segurança nas paradas efetuadas pelo meio de transporte.

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Apesar de ainda não serem tão populares os ônibus autônomos vêm ganhando espaço no mundo. Países como Japão, Holanda, Alemanha, França, Suíça e Estados Unidos já possuem modelos transitando em suas vias, sendo a grande maioria elétricos e produzidos pela empresa francesa Navya.

Mesmo após o teste ainda não há promessas desse tipo de ônibus começar a circular pelas ruas tupiniquins, uma vez que o veículo não tem ligação com a prefeitura de Curitiba.

Entre maio e novembro de 2019, representantes da Apple estarão cruzando o Canadá para coletar dados que serão usados ​​para melhorar o Apple Maps. A iniciativa tem a intenção de atualizar detalhes da estrada, sinalização e pontos de referência que podem ter mudado com o tempo. Alguns desses dados serão publicados em futuras atualizações do Apple Maps

Ao todo,ez dcidades receberão a visita da maçã e a empresa garante que deve borrar rostos e placas nas imagens coletadas antes da publicação. As informações coletadas serão trabalhadas por equipes em Cupertino, Califórnia. A empresa afirma que pretende publicar esses dados em uma atualizações futuras.

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Concorrência com a Google

Recentemente, a Google brincou ao comparar a qualidade da nova tecnologia usada no Google Maps com o mapa da Apple, em um comercial do Pixel 3a. No vídeo de 15 segundos a gigante da internet reforça como é difícil saber a exata localização na ferramenta, enquanto Pixel 3a, ao contrário do “phone X”, se utiliza de realidade aumentada para situar precisamente o usuário.

Produzido em Campinas, São Paulo, um ônibus 100% elétrico foi testado nas ruas de Salvador, capital da Bahia. O veículo da empresa chinesa BYD tem capacidade para transportar 51 passageiros em pé e 26 sentados e não transmite qualquer tipo de poluição ao meio ambiente.

O ônibus possui dois motores, sendo um em cada roda, freio ABS, potência de 400cv e consegue rodar em 250 km com a bateria completa, que leva até 4h para ser recarregada. O sistema de carregamento da bateria é feito em uma central de abastecimento, que pode ser instalada na garagem dos ônibus.

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O veículo é conectado em uma tomada até concluir o processo. “Nós estamos testando as questões da autonomia e da logística do carregamento, assim como a funcionalidade do veículo. A gente precisa garantir que o ônibus elétrico tenha as mesmas condições que tem um ônibus a diesel”, frisa Fábio Mota, secretário de mobilidade de Salvador.

A assessoria de Salvador aponta que os testes estão servindo para ver como é a funcionalidade desses veículos e já estudam possibilitar esta realidade automotiva para a população.

A Tesla espera implementar em 2020 "robô-táxis" autônomos, anunciou nesta segunda-feira (22) o CEO da empresa, Elon Musk, durante a apresentação de sua tecnologia melhorada para veículos sem motorista.

Musk disse em uma apresentação a um investidor que espera a aprovação do regulador em algumas jurisdições para o serviço de transporte autônomo de táxis, que poderia utilizar alguns veículos Tesla na estrada se seus proprietários estiverem de acordo em compartilhar estes veículos.

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"Estou muito confiante em prever os robôs-táxis autônomos para o ano que vem", disse Musk, ao acrescentar que espera operar um modelo similar para o Uber ou o Airbnb.

Acrescentou que a Tesla pode adicionar um aplicativo de viagens compartilhadas e os proprietários que escolham participar da rede poderiam se beneficiar disso.

"A utilidade fundamental dos veículos aumenta em um fator de cinco" com um sistema de táxis, disse.

Antes a empresa havia revelado um hardware com capacidade de "autocondução completa" como parte de sua estratégia de levar carros autônomos ao 'mainstream'.

A Tesla já permite a autonomia parcial para seus carros, mas o caminho para ter a autonomia total enfrenta obstáculos legais e de regulação consideráveis.

O chip anunciado chega em um momento em que a Tesla concorre com a Waymo, a Uber e os fabricantes tradicionais para levar ao mercado os automóveis autônomos.

Musk disse que o chip, que está sendo instalado em todos os veículos da Tesla, tinha um significado simbólico na condução autônoma.

"Inicialmente isto parecia improvável. Como é possível que a Tesla, que nunca havia criado um chip, poderia criar o melhor chip do mundo? Mas foi isso que aconteceu", disse.

Apesar das afirmações de Musk, os veículos da Tesla não estão implementando a definição padrão de autonomia de "nível 4", que controlaria todas as funções com um humano em espera ou uma autonomia de "nível 5", que não necessitaria humanos.

Musk disse que espera que com a tecnologia Tesla, os motoristas não precisem tocar no volante a partir do início do ano que vem e que deve obter a aprovação regulatória em algumas áreas no fim de 2020.

Imagine passar mais de uma hora dentro de um carro para fazer um percurso de 7km. Ou pior, fazer esse mesmo trajeto dentro de um ônibus lotado, sem o mínimo de conforto, enfrentando temperaturas dignas de um deserto. Essa é a realidade da maioria das pessoas que moram na Região Metropolitana do Recife  e que precisam se locomover nos horários de pico da cidade. Para fugir desse caos urbano muita gente acaba optando por utilizar os serviços de compartilhamento de bicicletas, disponíveis em diversos pontos da região.

No Recife, existem dois aplicativos que lutam pela preferência da população, o Bike itaú, também chamado de BikePE, e o novíssimo Yellow - que trouxe, além das bicicletas, a possibilidade do usuário andar também de patinete. Para ajudar você a decidir qual utilizar, fizemos uma lista de prós e contras dos dois aplicativos. Confira.

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Aplicativo

Os dois serviços funcionam via aplicativo gratuito, o que ajuda a agilizar a vida do usuário. Desta forma é possível conferir o local em que estão alocadas as bicicletas, raio de utilização, além de ser por ele que os ‘bicicleteiros’ colocam créditos que serão utilizados.

Prós da Yellow

1. Fácil localização. No aplicativo da Yellow é possível ver onde estão as bicicletas ou os patinetes disponíveis, representadas por pontinhos no mapa da cidade. No caso dos patinetes, como são elétricos, também é possível saber qual o nível da recarga da bateria.

2. Design limpo e Intuitivo. É fácil usar o aplicativo das amarelinhas, que permite que o usuário escolha qual a forma de locomoção quer utilizar, facilitando encontrá-las no mapa. O botão de escanear o QR code para liberação dos veículos fica no centro e ao deslizar a tela da esquerda para a direita também é possível ter acesso ao menu com recargas, espaço para códigos promocionais e histórico de corridas.

3. É mais leve e, consequentemente, mais ágil.

Prós do Bike Itaú

1. Fácil localização.

2. Vagas disponíveis nas estações. Ao contrário da concorrente, no BikePE é preciso deixar as bicicletas em estações próprias para elas. Por isso o app avisa quantas vagas estão disponíveis para estacioná-las e quantas estão ocupadas.

Contras

O dois aplicativos acabam, muita vezes, enganando os usuários quanto a localização das bikes. No BikePE as estações lotadas, com bikes quebradas, são a principal queixa dos usuários na página do aplicativo, na Playstore. O app das laranjinhas também é mais pesado que a rival e a utilização do VEM não faz muito sentido, já que os créditos não são utilizados.

Mobilidade

Prós da Yellow

1. Pode estacionar em qualquer lugar;

2. Cestinha. Suporta até 5kg, ideal para quem precisa carregar mochilas ou fazer compras rápidas.

Prós da Bike Itaú

Bicicleta  com pedal mais leve;

Pneu mais grosso que facilita andar em qualquer terreno;

Número de bikes disponíveis é maior.

Contras

Aqui as amarelinhas saem perdendo. Porque são mais difíceis de pedalar e não possuem marcha para controlar a força usada no pedal, às vezes são colocadas em lugares de difícil acesso e, quanto aos patinetes, não são muito fáceis de andar nos obstáculos que as vias recifenses apresentam.  Além disso, por ser recém-chegada, as amarelinhas ainda são poucas.

Raio

No quesito das áreas atendidas pelos dois serviços os prós são, em sua maioria, das bikes Itaú. Isso porque, por ser novidade, a Yellow atende um mapa muito registro na cidade, concentrando-se apenas no Centro e no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul. Já as laranjinhas do Itaú atendem uma boa parte a região metropolitana, com estações em Olinda e Jaboatão dos Guararapes. Ao todo, são 800 bicicletas, disponíveis em 80 estações.

Custo benefício

Prós da Yellow

1. Valores atrativos para viagens curtas.

2. Possibilidade de estacionar em qualquer lugar

3. Sem limite de horário para uso ou entrega (a não ser para o patinete)

4. Aplicativo leve

Prós da Bike Itaú

1. Planos diários ou mensais sem limite de utilização

2. Estações fixas que não atrapalham o espaço urbano

3. Valores atrativos para o dia a dia

4. Tempo adicional gratuito para encontrar uma nova estação

5. Cartão de usuário exclusivo para o serviço

Contras

Em relação ao custo benefício, depende da sua necessidade. Os valores para usar uma Yellow, por exemplo, variam de R$ 1,50 a cada 15 minutos de uso, a bicicleta, até R$3 + R$ 0,50 por minuto de uso, para o patinete. Porém, no dia a dia, é um barato que pode sair caro.

Quem costuma usar a bicicleta como principal meio de locomoção e precisa pegar várias vezes a magrelinha, ou percorrer grandes distâncias, pode acabar gastando mais do que pretendia. Além disso, a taxa de resgate para quem deixar a amarelinha fora do raio custa R$30. O que salga o bolso de quem mora nas regiões não atendidas pelo serviço.

Quanto a BikePE, o maior contra é o horário de funcionamento, das 5h à 00h. O que impossibilita quem precisa fazer algo de madrugada. A constante de informações erradas no aplicativo, que demora para ser atualizado e não indica se há bikes bicicletas com defeito alocadas nas estações também gera reclamações.

A empresa mexicana América Móvil, dona da Claro no Brasil, anunciou nesta segunda-feira (18) a compra da Nextel Brasil. A empresa assinou o contrato para adquirir a totalidade da Nextel Brasil por U$$ 905 milhões, cerca de R$3.5 bilhões.

Antes disso os detentores da ação eram a NII, com 70%, e a Ai Brasil Holdings, com os 30% remanentes. Após a transação, a América Móvil se torna a única controladora da Nextel.

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Em comunicado, a América Móvil destacou que, com a transação, a sua subsidiária Claro "consolidará sua posição, uma das principais prestadoras de serviços de telecomunicações no Brasil", fortalecendo sua base de assinantes e cobertura nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, os principais mercados brasileiros.

O fechamento da transação está sujeito a aprovação pelos acionistas e atuais controladores e da obtenção das aprovações pelas autoridades regulatórias (Anatel) e de defesa da concorrência (Cade).

Por Waleska Andrade

O aplicativo de transportes feminino Mary Drive realiza, nesta sexta feira (22), o lançamento do serviço na capital maranhense. O evento acontece no auditório da Faculdade UNINASSAU São Luís, a partir das 18h, e contará com um bate-papo e troca de experiências sobre o aplicativo.

Mary Drive foi desenvolvido para oferecer mais segurança para o público feminino que usufruem desse tipo de serviço. O diferencial é que só podem se cadastrar no app passageiras e motoristas do sexo feminino e não existe tarifa dinâmica, os preços são fixos a qualquer horário. Já existem cerca de 80 mulheres cadastradas como motoristas no aplicativo aqui em São Luís.

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Há pouco menos de 2 meses, a empresa foi acelerada pelo centro de inovação Overdrives que pertence à UNINASSAU e hoje conta com um quadro societário bem reduzido.

Segundo a diretora da unidade, Luzia Aquime, a divulgação de um aplicativo que pensa, em sua base, a segurança de motoristas e passageiras do sexo feminino é muito importante. “A UNINASSAU que é expansora dessa iniciativa, apoia a política de segurança e tranquilidade para mulheres no transporte. É um segmento que trará grandes benefícios para o conforto do público feminino e consequentemente a oferta empregos”, afirmou.

“O aplicativo Mary Drive surgiu para dar mais tranquilidade e segurança não só para a passageira, mas também para a motorista, pois uma mulher ao lado de outra, se sente segura e a viagem se torna mais agradável”, explicou o CEO da empresa, Felipe Martins.

Serviço:

Lançamento oficial do aplicativo MaryDrive em São Luís

QUANDO: 22 de fevereiro (sexta-feira), das 18:00 às 21:30

ONDE: Faculdade UNINASSAU São Luís  – Rua Zoé Cerveira nº 120, Alemanha.

*Da assessoria 

O aplicativo Mary Drive, ferramenta de transporte exclusivo para mulheres, realizará um evento que promete compartilhar experiências, homenagens e diversão para o público feminino. Batizado de “I Mary Experience”, o encontro será promovido no dia 20 de fevereiro, no Overdrives, centro de inovação localizado no Centro do Recife. A UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau é sponsor da iniciativa.

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Durante o evento – exclusivo para mulheres -, também será divulgada a expansão da Mary Drive para as cidades de Campina Grande-PB e São Luís-MA, bem como o público contará com música e muita descontração. “O Mary Experience é um projeto da Mary que visa entregar mais do que o aplicativo de mobilidade urbana. Nosso objetivo é valorizar a mulher guerreira, trabalhadora, que merece momentos como este no seu dia a dia”, destaca o CMO da empresa, Rhuan Torres.

Felipe Martins, CEO da marca, detalha os benefícios da ferramenta de mobilidade. “A Mary drive foi criada pensando na segurança das motoristas e passageiras e levamos esse mote muito a sério. Temos uma equipe que faz esse monitoramento de cadastros um a um e vamos manter essa rigorosidade em toda nossa área de validação, pois o bem estar dessas duas extremidades vitais para o nosso negocio é nosso maior patrimônio”, garante Martins.

O I Mary Experience iniciará às 18h, na cobertura do Overdrives -  que também é aceleradora da empresa -. As interessadas em participar do evento podem se inscrever de forma gratuita pela internet. O Overdrives fica na Avenida Guararapes, 283, bairro de Santo Antônio, área central do Recife.

 

A Boeing informou nesta quarta-feira (23) que seu protótipo de "carro voador" completou com sucesso seu primeiro voo de teste, no âmbito de seu projeto para desenvolver táxis aéreos autônomos.

O veículo foi concebido para realizar voos completamente autônomos, desde a decolagem até a aterrissagem, de até 80 km. Mede nove metros de comprimento e 8,5 de largura, conta com sistemas de propulsão e de hélices para planar e se move como um helicóptero.

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A companhia indicou que o voo de teste foi realizado na terça-feira nos arredores de Washington.

A Boeing, assim como outras companhias como Uber e uma start-up apoiada pelo fundador da Google, Larry Page, está desenvolvendo veículos que possam ser usados para transporte aéreo com navegação autônoma.

Continuarão sendo feitos testes "para potencializar a segurança e confiança do transporte aéreo autônomo sob demanda", indicou a companhia. "Em um ano avançamos de um projeto conceitual para um protótipo voador", afirmou o chefe de tecnologia da Boeing, Greg Hyslop.

"É assim que a revolução se parece, e é por causa da autonomia", disse John Langford, presidente e diretor executivo da Aurora, subsidiária da Boeing encarregada do projeto. "A autonomia certificável vai tornar possível a mobilidade aérea urbana silenciosa, limpa e segura".

O aplicativo de viagens 99 agora dispõe de um de um dispositivo que visa aumentar a proteção dos usuários. O botão de emergência está em funcionamento desde ontem quarta-feira (7) e facilita o acionamento da polícia em casa de emergência, além de permitir ligar para contatos de confiança e compartilhar corridas.

A 99 integra a chinesa DiDi Chuxing, que lançou o botão no Brasil depois de ter sido implantado na China em setembro. A versão estrangeira foi aperfeiçoada com novas funções. Ao clicar no botão, o passageiro vai encontrar a opção de ligar automaticamente para a polícia, fazendo isso irá aparecer no aplicativo do usuário informações como a placa do carro, o modelo e a localização para facilitar o repasse das informações em caso de emergência. As informações também serão compartilhadas imediatamente com os contatos de confiança.

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 A função incorporada em algumas bases vai ser expandida gradativamente nos próximos dias. Recentemente, a empresa já havia lançado ferramentas de checagem adicional a motoristas e está testando câmeras de segurança nos carros.

Por Jéssika Tenório

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