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Ao se fazer um projeto elétrico, é necessário averiguar as especificações da localidade onde se está construindo ou reformando para saber qual a voltagem elétrica disponibilizada pela empresa responsável pelo fornecimento – uma vez que no Brasil não existe um padrão nos estados e essa variação pode ocorrer mesmo entre municípios pertencentes a uma mesma unidade federativa. 

Segundo o gerente de Engenharia de Produto da Sil Fios e Cabos Elétricos, Nelson Volyk, a distinção surgiu desde o início do processo de instalação das redes elétricas no país, entre os séculos XIX e XX. “Oriundas de diversas partes do mundo, várias companhias vieram para o Brasil e, neste momento, não tínhamos um padrão estipulado por aqui”, relatou. Ele também faz a ressalva para que um produto 127 V não seja ligado em uma tomada 220 V. Já a Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE) mostram que os Estados das regiões Sudeste, Norte e parte do Centro-Oeste utilizam a tensão 127 V, enquanto o Sul e alguns Estados do Nordeste utilizam 220 V. 

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Quando um fabricante elabora um produto elétrico, parte-se do princípio de que a sua alimentação acontecerá por meio de uma pilha ou tomada – nesse caso, também pode ser bivolt, como a maioria dos produtos atuais, mas para produtos de maior consumo elétrico, geralmente são 127 V ou 220 V. O gasto elétrico de um produto não tem relação com a sua tensão elétrica. Isto significa que dois produtos de mesma potência podem ser fabricados para serem ligados em tensões diferentes e o que define o consumo é justamente a potência do produto. 

No Brasil, a Norma Brasileira de Instalações Elétricas de Baixa Tensão (NBR 5410) estabelece como padrão as seguintes cores: Azul-claro para condutores neutros; Verde ou verde/amarelo para condutores de proteção, também conhecido como terra. As demais cores possuem uso livre e só não podem ser utilizadas como neutro e terra. A diferença de cor é essencial em uma instalação elétrica.  

Riscos que devem ser evitados durante as instalações 

- Cabo dimensionado de forma incorreta: situação em que a seção nominal do cabo, também conhecido como ‘bitola’, é inferior ao necessário para o projeto, podendo incorrer em aquecimento excessivo, aumento da conta de energia e riscos de curto-circuito; 

- Cabos fora de norma: quando o fio em questão não apresenta a quantidade correta de cobre, a instalação torna-se insegura e responsável por uma conta de energia mais alta. 

 

A maioria das pessoas já fez uma pesquisa no Google quando sentiu uma dor de cabeça ou algum sintoma diferente para saber obter informações. No entanto, buscar um profissional pela internet pode ser um pouco mais complicado. O portal ‘Let’s Move 360’ reúne o conteúdo sobre saúde, mas com um diferencial – a possibilidade de buscar a ajuda de profissionais de forma rápida e fácil. Na primeira fase da plataforma, é possível encontrar pela especialidade desejada ou em localidades próximas, através de geolocalização, o diferencial do portal.

A plataforma vem sendo desenvolvida há um ano e visa ajudar não só usuários, mas principalmente especialistas autônomos na área da saúde, como médicos, terapeutas, personal trainers, fisioterapeutas, professores de pilates, academias e estúdios que encontram desafios para a captação de clientes. “A motivação partiu de uma frustração que eu tinha, pois presto serviços de comunicação digital para algumas associações no ramo de saúde, e muitos associados solicitam individualmente o mesmo serviço. Mas o custo para a contratação de uma agência por uma pessoa física torna-se inviável", afirmou CEO da Empreiteira Digital, Renata Galvão. 

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Para participar da plataforma ‘Let’s Move’, o profissional autônomo que deseja aparecer aos usuários pode fazer uma assinatura de serviço de site, solicitar um selo de verificação, assim uma equipe de especialistas digitais irá checar as informações e propor melhorias, além de poder disponibilizar um cupom de desconto para os usuários. Os próximos passos, de acordo com a sócia de Empreiteira Digital e responsável pela Diretoria de Inovação e Produtos, Edilaine Almeida, é facilitar ainda mais a vida desses autônomos integrando os módulos de agenda e pagamento até o segundo semestre de 2023. 

 

Para aumentar a concorrência com o Telegram, o WhatsApp lançou hoje (9), os “Canais”. A ferramenta é bem similar ao do rival e serve para transmissão unidirecional de mensagens, mídias, figurinhas e realizar enquetes. Inicialmente, o recurso não está disponível no Brasil, mas deve chegar nos próximos meses. Ele começa apenas na Colômbia e em Singapura.  

De acordo com a descrição do mensageiro da Meta, os Canais são uma forma simples, confiável e provada de receber atualizações importantes de pessoas e organizações. A novidade ficará em uma nova aba, chamada ‘Atualizações’. Ela vai substituir o que hoje aparece no layout do aplicativo como Status. Essa última função vai ser inserida dentro das Atualizações, acima da lista de Canais seguidos.

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Os usuários do mensageiro poderão pesquisar pelo que querem seguir. Links convites, assim como os do Telegram, também podem ser compartilhados. E, do mesmo modo rival, a quantidade de seguidores é ilimitada, diferente dos grupos normais. O WhatsApp afirmou, ainda, que o canal oferece mais privacidade, protegendo informações pessoais dos administradores e seguidores. Números de telefone e foto de perfil dos adms não serão exibidos aos seguidores, do mesmo modo em que o telefone dos seguidores fica em sigilo.  

O histórico de cada canal só ficará armazenado nos servidores do aplicativo por até 30 dias. Também será possível fazer conteúdos sumirem mais rápido. Além disso, administradores podem bloquear capturas de tela e moderar quem pode seguir o canal e se este será público. O WhatsApp lembrou que os Canais não são protegidos por criptografia de ponta a ponta.

“Há alguns casos em que canais com essa proteção para um público limitado podem fazer sentido, como uma organização de saúde ou sem fins lucrativos, e estamos considerando isso como uma opção futura também”, completou a nota do mensageiro.  

A startup ioTree de Pernambuco, com sede no Porto Digital do Recife, foi selecionada para estar entre os participantes do programa startups ALPHA do Web Summit Rio de 2023. O evento terá sua primeira edição no Brasil nos dias 01 a 04 de maio, no Rio de Janeiro, e trará diversos profissionais e empresas destaque na área de tecnologia e inovação.

O projeto que irá representar Pernambuco conta com uma plataforma de serviços para cidades inteligentes (smart cities) movimentada por energia solar e colabora com cinco dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

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A ioTree possui um mobiliário inteligente com formato de árvore e defende o uso de recursos sustentáveis para fazer inovação. Nas cidades, oferecem espaços para carregar celular e roteador de internet. Durante a noite, a startup disponibiliza iluminação pública de baixo consumo, em diversas cores.

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A primeira estação da ioTree foi estabelecida na Praça do Arsenal, no Bairro do Recife, em 2019. Hoje elas estão também em unidades escolares do estado de Pernambuco, disponíveis para uso de professores e estudantes. A meta para o mês de maio é plantar novas árvores tecnológicas no Rio de Janeiro.

 Depois de começar os testes com o novo recurso há mais de um ano, o WhatsApp começou a liberar a transcrição de mensagens de áudio. Nesta quarta-feira (26), os usuários começaram a relatar que já estão recebendo áudios transcritos. Após uma pausa no desenvolvimento, a funcionalidade voltou a ganhar novidades neste ano e apareceu no WABetaInfo, que antecipa novidades no app de mensagens. 

Segundo o site, antes de funcionar o sistema mostra uma tela de introdução explicando como a tecnologia funciona. De acordo com a imagem do site, a transcrição fica indisponível quando o mensageiro não reconhece nenhuma palavra ou se estiver definido para um idioma diferente, por exemplo. Com isso, o WhatsApp avisará as condições nas quais a transcrição não funcionará. São vários relatos no Twitter de pessoas mostrando como a ferramenta funciona.  

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De acordo com as capturas de tela, a transcrição do texto vem logo abaixo do arquivo sonoro. Além disso, a escrita ficará em cor mais escura assim que o áudio estiver sendo reproduzido, caso o usuário queira acompanhar texto e áudio ao mesmo tempo. O público elogiou a novidade, que era esperada há tempo por quem utiliza o WhatsApp. As pessoas reclamavam sobre o incômodo que é ouvir áudios quando se está sem fone de ouvido, por exemplo. 

 

 

A Prefeitura do Rio lançou, nessa quinta-feira (16), a primeira fase do aplicativo Moto.Rio, que promete repassar todo o valor arrecadado para os mototaxistas, diferente do que fazem as empresas de transporte por app atualmente.

Esta primeira fase servirá para os interessados em trabalhar com o aplicativo fazerem um pré-cadastro e também mapear o número de mototaxistas aptos. Entre as informações para começar a prestar o serviço estão a CNH, CPF, nome completo, e-mail e placa do veículo. Os dados serão analisados pela Prefeitura. O app foi desenvolvido pela Empresa Municipal de Informática (IplanRio), em parceria com a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR).

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"O Moto.Rio não tem taxa, mas é pago com os impostos de vocês. É isso que permite a Prefeitura não cobrar nada. Com o aplicativo, vamos permitir que vocês tenham a relação com o passageiro sem ter que pagar nada para ninguém, levando todo o dinheiro pra casa, porque são vocês que estão prestando o serviço. Estamos permitindo que vocês se legalizem, o que traz mais responsabilidades, mas também vai valorizar e qualificar o trabalho de vocês. Essa fase inicial é muito importante, então se cadastrem. A partir do momento que vocês estiverem cadastrados e regulamentados, acabou a história de ser informal, de não ter respeito da autoridade pública e viver como se fosse uma coisa paralela. A partir de hoje, os mototaxistas são oficialmente reconhecidos pela Prefeitura como um modal de transporte", afirmou o prefeito Eduardo Paes.

O app Moto.Rio está disponível para ser baixado gratuitamente em smartphones com sistema Android, no Google Play. A expectativa da prefeitura é realizar as primeiras viagens a partir de maio.

A frota de motocicletas na cidade do Rio é de cerca de 370 mil, com um aumento de cerca de 68% entre 2012 e 2022. A estimativa é de 30 mil mototaxistas em circulação na cidade.

"Essa categoria tão sofrida, que trabalha na informalidade, pela primeira vez está sendo reconhecida. A Prefeitura do Rio tem ajudado o sindicato, e a criação do aplicativo, sem cobrança de taxa, só a Prefeitura do Rio consegue. Hoje estamos dando um passo muito importante para a categoria. Espero que o Rio se torne um exemplo para todo o Brasil", disse o presidente do Sindicato dos Mototaxistas do Município do Rio, Krishna de Campos.

Com informações da assessoria

Ao prometer uma experiência mais personalizada e simples, a Uber anunciou a nova versão do aplicativo nesta quarta-feira (22). Disponível para alguns dos usuários há algumas semanas, a interface reformulada agora começa a ser liberada para mais clientes. Segundo a empresa, o novo visual deixa o uso mais intuitivo ao eliminar ‘toques extras” ao solicitar uma corrida ou entrega.  

Assim, a plataforma pretende se tornar uma ferramenta única para “ir a qualquer lugar ou pedir qualquer coisa”. A nova interface traz os carrosséis “Mais formas de usar o app” e “Economize com a Uber”. São destacadas outras opções de serviços. Como reservar uma viagem, conexões com o transporte público, adição de paradas e envio de itens. Outra novidade é a guia “Serviços” na parte inferior da tela, onde os usuários encontram todas as opções de produtos disponíveis na região, como “Mercado” e “Envios”.  

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Já na aba “Atividades”, os clientes conseguem ver o histórico e re-agendar corridas e pedidos. A atualização também trouxe mudanças para o menu “Viagens”. Ao tocar em “Para onde?”, será exibido a opção “Lugares salvos” e sugestões de destinos baseados nas atividades dos usuários. Segundo a Uber, o novo app estará sempre aprendendo sobre o cliente e exibirá recomendações personalizadas na tela inicial. Por exemplo, se a pessoa costuma reservar viagens, o próprio software mostrará outras opções de serviços “pré-planejados”.  

 

O SMS completa 30 anos, uma idade respeitável em um mundo tecnológico em constante mudança e que deu origem a aplicativos tão bem-sucedidos quanto WhatsApp, Messenger e Telegram, que aparentemente monopolizam a comunicação.

O "Short Message Service" (serviço de mensagens curtas) foi utilizado pela primeira vez em 3 de dezembro de 1992 numa comunicação entre dois usuários da rede Vodafone.

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E esse primeiro SMS foi vendido na forma de um token NFT (certificado digital) em dezembro de 2021 durante um leilão em Paris.

A mensagem original foi recebida em 1992 por Richard Jarvis, colaborador da Vodafone. Foi um simples "Merry Christmas" (Feliz Natal) enviado de um computador. Mas foi uma revolução no mundo da comunicação.

Inicialmente, o SMS era limitado a 160 caracteres, mas com o tempo foi se libertando de suas amarras e podendo ser enriquecido com os famosos emojis e imagens (MMS).

O SMS era caro, mas rapidamente se tornou extremamente popular.

Com a explosão de aplicativos gratuitos, seu uso despencou. No Reino Unido, por exemplo, o volume de mensagens de texto caiu quatro vezes em 10 anos, a menos de 10 bilhões no primeiro semestre de 2022, segundo a Ofcom, reguladora britânica das telecomunicações.

- SMS como ferramenta de segurança -

Facebook, Snapchat, Instagram e, em seguida, WhatsApp, Messenger, iMessage, Viber ou Telegram passaram a pressionar o SMS.

Sem tarifas de roaming quando se tem acesso a uma rede Wi-Fi, esses aplicativos têm uma vantagem inegável. Entre os usuários com entre 16 e 24 anos na Europa, a utilização de aplicativos e redes sociais cresceu 53,73% em 2021, enquanto o SMS caiu 29%, segundo estudo do Órgão de Reguladores Europeus.

Mas o SMS ainda tem futuro pela frente. Por exemplo, em países como a Nigéria, o mais populoso da África.

Em 2021, foram enviadas cerca de 10 bilhões de mensagens de texto naquele país, ou seja, 15% a mais que no ano anterior, segundo um relatório da Comissão Nigeriana de Comunicações.

Embora a grande maioria dos nigerianos tenha celular, apenas 44% da população tinha acesso à internet em 2021. O envio de um SMS no país custa 4 nairas (0,008 euros), muito mais barato em comparação com o custo de 2 GB de conexão.

Metade dos nigerianos vive com menos de dois dólares por dia.

Os defensores do SMS dizem, por outro lado, que continua a ser uma ferramenta essencial para verificar a identidade de um utilizador, por exemplo para uma transação bancária, ou para confirmar a chegada de uma encomenda, ou para receber um código de segurança.

Na França, "o SMS é um dos dois possíveis canais obrigatórios para alertar a população" em caso de catástrofe natural, emergência sanitária ou terrorista, recorda Marc-Antoine Dupuis, filho do engenheiro Philippe Dupuis, considerado o co-inventor do padrão .GSM que permitiu a decolagem do SMS.

E o SMS também continua sendo uma ferramenta preferencial para publicidade: mais de 50 bilhões de dólares em 2023 em todo o mundo, calcula a Juniper Research.

A Tesla está fazendo o recall de quase 1,1 milhão de seus veículos elétricos devido a preocupações de que uma janela de fechamento possa agarrar um passageiro antes que ela se retraia.

O recall se aplica a alguns de seus veículos Modelo 3 de 2017 a 2022, juntamente com o Modelo Y de 2020 e 2021 e os veículos Modelo S e Modelo X de 2021 e 2022, disse a Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário (NHTSA, na sigla em inglês).

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A empresa vai realizar atualizações de software "over-the-air" para os veículos para corrigir o problema.

A companhia informou que não está ciente de nenhum acidente, lesão ou morte associada ao problema, disse em um relatório de recall de segurança.

A Tesla teve outros recalls este ano. Em maio, a empresa recolheu cerca de 130 mil veículos devido a problemas com as unidades de processamento central dos veículos.

Em abril, a empresa recolheu quase 600.000 veículos devido a preocupações de que os sons do sistema de alerta de pedestres dos veículos pudessem ser obscurecidos.

A empresa planejava lançar atualizações de software over-the-air para lidar com esses dois problemas também.

Às 13h48 (de Brasília), a ação da Tesla caía 2,91% nas bolsas de Nova York, mais do que papeis de outras montadoras ou de companhias de alta tecnologia.

Na última semana, se completaram 95 anos desde que o Ford Model T, o primeiro carro popular da história, deixou de ser fabricado. O veículo revolucionou a indústria automotiva de uma vez por todas. Dessa forma, o LeiaJá preparou um conteúdo especial sobre este veículo:

Preço

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O Modelo T foi lançado em 1908, vendido a 850 dólares. Era muito barato, até mesmo para a época, embora até o para-brisa fosse um opcional. Porém, o valor ainda não agradava a Henry Ford, que gostaria de vender um carro acessível para todos. Ao longo de 19 anos de mercado, o valor do carro caiu para menos de 300 dólares, em 1922 - o equivalente a cerca de 5.000 dólares hoje.

Mudanças e Confiabilidade

A popularização do veículo impulsionou a indústria de autopeças e incentivou o governo americano a pavimentar ruas e avenidas. Além de fazer com que os trabalhadores procurassem os grandes centros na busca de empregos na indústria.

A importância do veículo e sua confiabilidade era tanta, que foi apelidado de "Tin Lizzie" (empregado de lata).

Sua resistência era mérito de sua engenharia e o material usado, o aço vanádio, liga mais leve desenvolvida pela própria Ford. O Modelo T também ajudou a certificar o volante do lado esquerdo nos carros padrões americanos (e de quase todo o mundo).

Pedais

O Ford Model T ficou conhecido por ser muito difícil de se conduzir, principalmente com os padrões de carros que foram chegando depois. O carro possuía três pedais, porém, não era como hoje em dia (o da esquerda para embreagem, meio para o freio e o da direita para acelerar). O pedal da esquerda acionava as duas marchas, o central o acionamento da ré e o da direita o freio.

No Brasil, o carro ficou conhecido como "Ford Bigode" pois existiam duas alavancas atrás do volante, uma controlava o acelerador e a outra o avanço da ignição.

Brasil

Em 1919, o veículo começou a ser montado em São Paulo, tornando-se o primeiro carro feito no Brasil. A fábrica se tornou atração turística na época. A montadora chegou ao Brasil após uma das principais revoluções no Modelo T: a carroceria do veículo começou a ser de metal e não de madeira.

Evolução

O Modelo T foi recebendo diversas tecnologias da época, como a partida elétrica. Porém, em 1927 a concorrência já era grande e o Model T não era mais exclusividade ou a primeira opção do público. Com isso, o filho de Henry Ford, Edsel, convenceu o pai a investir em um carro mais moderno, o Modelo A. O Modelo T vendeu mais de 15 milhões de unidades, recorde que o Fusca só superaria em 1972.

Ficha Técnica:

- Motor: 4 cilindros em linha, 2,9 litros;

- Potência: 22 cv;

- Câmbio: semiautomático de 2 velocidades;

- Dimensões: comprimento, 340 cm; largura, 168 cm; altura, n/d; entre-eixos, 255 cm;

- Carrocerias: touring, roadster, runabout, tudor, entre outras, variando de acordo com o ano;

- Desempenho: 72,4 km/h de velocidade máxima;

Até o mês de junho, os usuários do aplicativo de mobilidade Uber poderão pagar as corridas por PIX. A opção contemplará todo território nacional e será realizada na própria plataforma. Ou seja, o valor não deve ser pago diretamente aos motoristas. Ateriormente, a forma de pagamento era apenas para inclusão de créditos no Uber Cash.

Para quem optar pelo Pix deve ficar atento ao funcionamento. Ao solicitar uma viagem, o usuário deve escolher essa opção de pagamento. No momento de escolha, o passageiro será direcionado para a página que contém o código PIX. Em seguida, deve-se copiar e colar o código na área destinada no aplicativo do banco que utiliza. Após a confirmação da transação, a plataforma direciona o motorista. 

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O aplicativo da Caixa Econômica Federal para celulares ficou fora do ar ou com acesso intermitente nesta sexta-feira, 6. Desde o início da manhã, clientes do banco reclamam que não conseguem utilizar o aplicativo, que exibe mensagem de erro.

No site DownDetector, onde internautas podem reportar falhas em serviços digitais, centenas de reclamações foram registradas nesta sexta-feira.

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As principais reclamações são problemas para entrar no aplicativo, realizar transferências por Pix e operações no internet banking.

A Caixa ainda não retornou o contato da Redação sobre a falha em seus serviços até o fechamento deste texto.

A migração dos clientes da Oi para a TIM vai começar em junho, com usuários dos planos pré-pago e controle, depois chegando aos de pós-pago, informou o diretor operacional, Leonardo Capdeville, durante teleconferência com investidores e analistas.

No começo, a transferência deve rodar em torno de 50 mil pessoas por mês, acelerando gradualmente. A previsão é de conclusão desse processo em 12 meses, conforme já informado antes.

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Ao todo, serão migrados 16,4 milhões de clientes - o equivalente a 40% da base de assinantes das redes móveis da Oi.

Isso permitirá à TIM ampliar sua participação no mercado móvel de 20% para 27%, reduzindo a distância para Claro e Vivo.

O presidente da TIM, Alberto Griselli, destacou que a operadora terá crescimento em mercados importantes, como São Paulo (de 18,9% para 25,7%) e Rio de Janeiro (de 20,8% para 34,7%).

A Uber vai suspender temporariamente o recurso que permite dividir os valores das viagens entre os passageiros. A decisão vai valer em todo o mundo, incluindo o Brasil. 

Segundo o site 'Mashable', a Uber informou, através de email, que o serviço será interrompido temporariamente a nível mundial. A ideia é tirar um tempo para aperfeiçoar o recurso, muito popular entre os usuários. 

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Ainda de acordo com o Mashable, a empresa disse que o serviço será interrompido a partir do próximo mês de abril. "Todos os outros recursos continuarão funcionando como parte da sua usual experiência com a Uber", diz o email enviado pela plataforma. 

Os veículos elétricos de decolagem e pouso vertical (eVTOLs, na sigla em inglês), também conhecidos como "carros voadores", são um conceito ainda distante da população. No entanto, para a Eve, subsidiária da Embraer criada exclusivamente para esse fim, o negócio já é tratado como uma realidade.

Além do desenvolvimento do veículo, a empresa já começou a fechar parcerias para criar um ecossistema de mobilidade aérea urbana e assim tornar o uso dos eVTOLs acessível, afirma o co-CEO da startup, André Stein, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

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Na semana passada, a Eve formalizou um consórcio para desenvolver essas soluções em Miami, na Flórida. A ideia, segundo Stein, é desenvolver um modelo que possa ser usado para além do universo da empresa. A startup vem utilizando uma ferramenta desenvolvida com o Massachusetts Institute of Technology (MIT) para modelar de forma detalhada qual seria a melhor malha para operação na cidade americana.

"Em Miami, chegamos a 88 rotas e 32 ‘vertiportos’ (locais destinados à operação dos eVtols). Estimamos que (a cidade de) São Paulo tenha quase o dobro desse potencial de mercado", calcula Stein. "Estamos mapeando diversas cidades para criar uma planta baixa de como seria a operação e podemos aplicar esse conceito para várias comunidades."

Segundo Stein, a cidade tem potencial para ter de 400 a 500 eVTOLs nos próximos 15 anos. "A ideia é trazer mais uma opção de mobilidade, mas não vamos ter uma mancha no céu."

HELIPONTOS

A Eve está desenhando o eVTOL para caber nos helipontos atuais, mas com especificidades como estrutura de carregamento.

Há uma preocupação estratégica de que os "vertiportos" específicos precisam estar distribuídos nos melhores pontos das cidades, o que não acontece com os helipontos tradicionais.

De acordo com Stein, existem várias razões para o helicóptero não ter um grande nível de penetração, como custos de combustível e manutenção, além do ruído, que limita a operação. "Nos últimos anos, a aviação comercial vem sendo democratizada, e a ideia é que o eVTOL chegue bem próximo (do custo) do transporte terrestre. A viagem vai ser acessível", prevê.

A intenção é que o modelo do negócio seja parecido com o da aviação comercial e executiva, no qual uma empresa opera os aviões. "Com isso, o eVTOL fica automaticamente mais acessível. Com o avanço do trabalho remoto, por exemplo, esse conceito se torna mais interessante", afirma o executivo.

IPO. Stein afirma que o cronograma para a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) da Eve está "dentro do planejado", com as tratativas com a SEC (a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos) indo "muito bem".

A listagem da Eve em Nova York vai ocorrer por meio de uma combinação de negócios com a Zanite - empresa de propósito específico de aquisição (Spac, na sigla em inglês) -, com valor implícito de US$ 2,4 bilhões. Após o IPO, a Embraer permanecerá como acionista majoritária. A estimativa de receita da Eve é de US$ 4,5 bilhões (cerca de R$ 22 bilhões) em 2030. A carteira de pedidos atual é de 1.785 unidades.

Mas há desafios à frente. Concorrentes da Eve que abriram capital em Nova York no ano passado, como Archer e Joby, tiveram quedas acentuadas de suas ações em meio às incertezas do mercado global, com o investidor buscando opções mais tradicionais.

Em relatório publicado no início do mês, os analistas do Citi Stephen Trent, Brian Roberts e Filipe Nielsen demonstraram ceticismo em relação ao IPO planejado pela Eve e a sua estimativa de receita.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Baterias de estado sólido são a nova paixão da indústria automotiva. Elas permitem menos tempo de recarga, são mais seguras e simples do que as líquidas e entregam mais alcance. Além disso, não carregam tantos metais pesados, fazendo com que o seu descarte seja mais tranquilo. 

A transição da tecnologia para o mercado ainda não se concretizou, mas a Mullen, startup da Califórnia (EUA), acredita ter encontrado uma forma de comercializar a bateria com eficiência. 

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Depois de estrear no mercado com crossover elétrico Five, a empresa começou a testar uma bateria de estado sólido e obteve bons resultados. Com capacidade de 150 kW e feita de polímero, a bateria possui alcance de 966 km e uma carga suficientemente rápida para adicionar 483 km em 18 minutos. Para a startup, é um avanço significativo em relação às atuais baterias de íon-lítio, que continuarão sendo utilizadas nas primeiras unidades do Five, previsto para lançamento em 2014. 

De toda forma, os resultados da bateria superam todas as expectativas. Agora, o próximo passo é desenvolver o pacote, como bem explica o CEO e presidente da fabricante, David Michery. “Testamos nossa célula de 300 Ah [ampera-hora] que rendeu 343 Ah a 4,3 volts. Podemos dizer que, com quase toda certeza, esta tecnologia, uma vez implementada no Mullen Five, fornecerá mais de 966 km de alcance com carga completa”, detalhou. 

Estreado no Salão do Automóvel de Los Angeles, o Mullen Five tem o preço salgado de US$ 55 mil (cerca de R$ 279 mil). A atual bateria do SVU elétrico tem alcance estimado de 523 km, quase metade do que a nova bateria de estado sólido planejada pela fabricante americana. A última deve ter seu primeiro protótipo apenas em 2015, segundo a Mullen.

Na mira

Várias montadoras já começaram a desenvolver baterias de estado sólido, firmando parceria com empresas especializadas. O grupo Volkswagen planeja introduzir a tecnologia em 2015. A Nissan, por sua vez, com o intuito de lançar a novidade no fim da década, colocou o ano de 2028 como meta de lançamento de BMW e Mercedes-Benz.

Já a Toyota saiu na frente com a tecnologia. A empresa planejou um carro com bateria de estado sólido para 2025. No entanto, o modelo não seve ser um veículo elétrico, mas um carro híbrido para manter os custos da produção baixos.   

O 99 Pop lançou um recurso com o interesse de garantir mais segurança aos motoristas e passageiros. Em casos de perigo ou ameaça durante as viagens, o Patrulha 99 envia equipes especializadas em motocicletas ou carros para prestar o suporte necessário. O serviço já é testado em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Diante de uma situação de emergência identificada, o patrulhamento é acionado pela inteligência artificial que monitora a plataforma. Exemplos de ocorrência são: desvio de percurso, paradas longas ou trajeto com tempo acima do previsto.

Em seguida, a Central de Atendimento compartilha informações da viagem com a Polícia e encaminha um veículo para o local onde está o carro parceiro. O patrulhamento presta o apoio e também pode acionar outros serviços de emergência.

Um homem do estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, está processando a Uber em US$ 63 milhões (aproximadamente R$ 340 milhões, na cotação atual) depois que ficou paralisado permanentemente após um acidente de carro em que se envolveu enquanto usava o serviço. 

William Good pediu um Uber para voltar para casa em abril de 2021. Na corrida, o motorista colidiu com um carro estacionado. Em uma ação movida na terça-feira (25), Good alega negligência em nome da Uber e diz que a empresa é responsável por seus ferimentos e por conduzir "práticas comerciais inseguras", disse seu advogado à NBC Boston. 

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O processo também acusa a Uber de falhar "em rastrear, contratar e supervisionar adequadamente seu motorista, resultando em ferimentos graves e que mudaram a vida de Good, que agora é tetraplégico", informou a Associated Press. 

A advogada de Good, Victoria Santoro Mair, da Sweeney Merrigan Law, escreveu em um comunicado à imprensa que, durante sua viagem, Good sentiu o motorista do Uber desviar antes de bater o carro e que ele pediu a Good, que estava paralisado, para se levantar repetidamente e depois o mudou de lugar. 

Mair também teria dito que o motorista do Uber havia sido contratado mesmo tendo um "longo histórico de direção e retreinamento prévio do motorista". 

“Luto diariamente com o conhecimento de que esse funcionário do Uber foi contratado como motorista profissional – a última coisa que ele deveria ter sido contratado para fazer”, disse à imprensa. Um porta-voz da Uber disse ao The Boston Globe que a empresa não poderia comentar sobre litígios pendentes. 

Imagine seu próximo carro sendo branco nos dias quentes e preto nos dias frios. Basta apertar um botão. É o que propõe o BMW iX Flow em sua estreia mundial na CES 2022, em Las Vegas, Estados Unidos.

O BMW iX Flow pode mudar sua aparência digitalmente. O corpo é laminado com um filme contendo microcápsulas do diâmetro de um fio de cabelo humano. Cada cápsula contém partículas brancas, pretas ou coloridas com cargas diferentes que se tornam visíveis quando um campo elétrico é aplicado. Isso cria o que é conhecido como Electronic Paper Display (EPD).

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É um projeto pioneiro no design e personalização de carros. Combinar a cor do carro com seu humor atual? Influenciar o clima no carro de uma forma que economize energia com a cor externa certa?

Confira a apresentação do carro na CES:

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Com informações do site oficial

A montadora automotiva Tesla está fazendo o recall de cerca de 500 mil carros elétricos no Estados Unidos. Os modelos 3 e S apresentaram um problema no porta malas e na sua câmera retrovisora, que aumenta o risco de acidentes.

Segundo a BBC dos Estados Unidos, 356 mil veículos Tesla Model 3 de 2017 – 2020 e 119 mil Tesla Model S serão recolhidos, mesmo com apenas 1% destes apresentando o defeito que foi averiguado pela Administração Nacional de Segurança de Tráfego Rodoviário (NHTSA) dos Estados Unidos.

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O problema observado com as câmeras é que com a abertura e o fechamento do porta malas desses modelos de carros, com o tempo, pode ser causado um desgaste e eventual rompimento de um cabo que fornece alimentação à câmera de ré, aumentando riscos de colisão.

Também foi observada uma possível falha no porta-malas dianteiro, que pode abrir sem aviso e obstruir a visão do motorista.

Mesmo com as probabilidades, os relatórios afirmam que a Tesla não teve conhecimento de nenhum acidente, ferimento ou morte causado por um dos defeitos apontados.

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