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A Boston Dynamics, da Hyundai Motor Group, acaba de lançar a nova demonstração de seu robô humanoide, apelidado de Atlas. O robô já podia correr e pular em terrenos complexos graças aos pés implementados, mas agora o protótipo ganhou mãos mecânicas. As garras rudimentares dão à nova versão do robô um aspecto mais próximo da realidade, além dele ter se tornado mais ágil e capaz de pegar e soltar objetos de forma independente.

As garras consistem em um dedo fixo e um dedo móvel. A Boston Dynamics diz que as garras foram projetadas para tarefas de levantamento pesado e foram demonstradas pela primeira vez em um comercial do Super Bowl, no qual Atlas segurou um barril sobre sua cabeça.

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Os vídeos divulgados mostram as garras pegando uma tábua de madeira de construção e uma bolsa de ferramentas de náilon. Em seguida, Atlas pega um 2×8 e o coloca entre duas caixas para formar uma ponte. O robô então pega uma sacola de ferramentas e corre pela ponte e pelos andaimes de construção. Mas a maleta de ferramentas precisa ir para o segundo nível da estrutura — algo que Atlas percebe e rapidamente arremessa o objeto-alvo a uma distância considerável. 

A Boston Dynamics descreve essa manobra final: “O movimento final do Atlas, um giro invertido de 540 graus e vários eixos, adiciona assimetria ao movimento do robô, tornando-o uma habilidade muito mais difícil do que o parkour realizado anteriormente”.

O Atlas da Boston Dynamic é uma plataforma de pesquisa e não está disponível para compra. Há muito tempo é a estrela de vídeos virais e demonstra efetivamente os recursos robóticos do Boston Dynamic. No pequeno mundo da robótica humanoide, poucos competidores demonstraram capacidades semelhantes ao Atlas. Apenas o Robonauta da NASA oferece garras semelhantes a mãos.

O conselho da cidade de San Francisco desistiu de usar "robôs assassinos" na luta contra o crime, surpreendentemente votando nesta terça-feira (6) contra a proposta que havia aprovado há uma semana.

"Apesar de algumas preocupações éticas, na semana passada apoiei a legislação, mas tenho me sentido mal com isso nos últimos dias", disse um membro do conselho de supervisores, órgão do governo que exerce as funções de conselho municipal em San Francisco.

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"Não acho que robôs armados e controlados remotamente nos garantirão segurança", acrescentou.

A votação desta terça-feira, que originalmente deveria ser uma formalidade, foi um revés inesperado. Na semana passada o conselho havia aprovado o uso de máquinas letais como "último recurso" em situações muito perigosas.

O uso desses robôs com poder letal é defendido pelo Departamento de Polícia de San Francisco em casos específicos como tiroteios, ataques suicidas ou outros tipos de situações violentas. A intenção por trás do projeto polêmico é não colocar em risco a vida dos policiais.

O Departamento de Polícia de San Francisco já conta com uma pequena frota de robôs que entram em cena em casos específicos como ameaças com explosivos.

No entanto, o projeto levantou polêmica entre os cidadãos que, apesar de reclamarem do aumento da criminalidade nos últimos meses, temem que ela dê lugar a cenários distópicos semelhantes aos vistos no filme "O Exterminador do Futuro" ou na série de sucesso da Netflix "Black Mirror".

Um protesto precedeu a reunião desta terça-feira no centro do poder em San Francisco.

O conselho de supervisores decidiu por unanimidade que o projeto precisa ser reavaliado e merece novos ajustes para sua implementação.

Em março deste ano, as fabricantes Honda e Sony anunciaram um consórcio com o objetivo de construir futuros veículos elétricos. Em uma nova atualização sobre o investimento conjunto, as empresas sinalizaram que devem incluir o hardware de jogos PlayStation 5 como parte dos sistemas de entretenimento. 

A Sony Honda Mobility, como a nova empresa é chamada, planeja lançar seu primeiro carro em 2025, com a Honda responsável pelo design e a Sony pela plataforma de serviços e entretenimento. Além dos jogos, o objetivo é focar em música e filmes para uma experiência automotiva de primeira classe. 

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"A Sony tem tecnologias de conteúdo, serviços e entretenimento que movem as pessoas. Estamos adaptando esses ativos à mobilidade, e essa é a nossa força contra a Tesla", disse o presidente da empresa, Izumi Kawanishi (conforme relatado pelo VGC). 

Ele acrescentou que é tecnicamente possível incorporar a tecnologia PS5 em uma plataforma de infoentretenimento. O setor tecnológico ainda desconhece os detalhes do próximo carro-conceito da joint venture. No entanto, a Honda revelou recentemente seu SUV elétrico Prologue, que planeja lançar em 2024, o que pode dar uma pista sobre o tipo de coisa que vem por aí. 

O modelo ostenta linhas limpas e um design "neo-robusto", que se baseia um pouco no Honda CR-V 2023. Internamente, haverá um painel de exibição do drive de 11 polegadas e uma tela de infoentretenimento de 11,3 polegadas no meio do painel. 

 

A Meta anunciou nesta terça-feira (22), Cicero, uma inteligência artificial (IA) que consegue jogar o jogo de tabuleiro Diplomacia (Diplomacy, no original). O sistema pode negociar com os outros jogadores ao utilizar o raciocínio estratégico e linguagem natural. De acordo com a empresa dona do Facebook, WhatsApp e Instagram, Cicero pode ser considerado uma evolução do Deep Blue.  

Cicero foi testado em locais como o web Diplomacy.net, uma versão online do jogo. A IA conseguiu mais do que o dobro da pontuação média de seus oponentes humanos e ficou em segundo lugar entre os 19 participantes que jogaram ao mesmo de cinco jogos em uma liga online. Ao utilizar outras plataformas, Cicero foi construído para reconhecer blefes de outros jogadores, entender as emoções, construir relações, tentar prever jogadas, propor soluções e mais. Apesar de o único uso de Cicero ser jogar Diplomacia, a Meta defendeu que a inovação pode evoluir e aprender a colaborar com pessoas fora do jogo de tabuleiro no futuro.

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“Como alternativa, imagine um videogame no qual os personagens não jogáveis (NPCs) podem planejar e conversar como as pessoas – entendendo suas motivações e adaptando a conversa de acordo – para ajudá-lo em sua missão de invadir o castelo”, sugeriu a gigante empresa, Meta. Para avançar a ferramenta, a Meta também anunciou que Cicero está com código aberto, o que permite a pesquisadores e desenvolvedores do mundo todo contribuírem com a solução. Com a decisão, a Meta disse esperar que o trabalho seja desenvolvido de maneira responsável pela comunidade.  

O Deep Blue foi um supercomputador que venceu o campeão mundial de xadrez Garry Kasparavov e do AlphaGo, que venceu vários jogadores de Go, incluindo o sul-coreano Lee Sedol. A promessa é de que a tecnologia consiga atingir desempenho humano em Diplomacia, o que é considerado pela Meta uma evolução.

“Um desafio quase impossível para a IA porque exige que os jogadores entendam as motivações e perspectivas das outras pessoas, façam planos complexos, ajustem estratégias e usem a linguagem para convencer as pessoas a formar alianças”, explica um trecho do comunicado da companhia. 

Em seu laboratório de robótica em Westborough, nos arredores de Boston (nordeste), a gigante do comércio eletrônico Amazon fabrica os robôs e desenvolve os processos para automatizar seus centros de distribuição e reduzir os prazos de entrega dos pedidos, um objetivo no qual aposta com tecnologia, gerando dúvidas sobre o futuro do trabalho humano em seus armazéns.

"O que vamos fazer nos próximos cinco anos vai tornar pequeno o que fizemos nos últimos dez anos", assegura Joe Quinlivan, vice-presidente da Amazon Robótica no centro de inovação e manufatura BOS27.

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O projeto "Delivering the Future (Entregando o futuro)" quer transformar a empresa fundada por Jeff Bezos há 28 anos para vender livros pela internet na pioneira da distribuição, com tecnologia própria e produção 'made in USA'.

A gigante da tecnologia conseguiu que um robô manipule produtos com a mesma destreza da mão humana.

Esta semana, diante de mais de uma centena de jornalistas de vários países convidados, a Amazon revelou sua última criação: "Sparrow", um robô com formato de cabeça de pássaro capaz de detectar, selecionar e gerenciar "milhões de produtos".

Dotado de câmeras, ele pega os produtos de uma esteira de transporte e os distribui em cestas para serem empacotados.

"Dada a variedade de materiais que temos nos nossos armazéns, Sparrow é um feito significativo", afirma, orgulhoso, o chefe de robótica da companhia, Tye Brady.

"Sparrow" se soma a outros robôs como "Robin" e "Cardinal" (todos nomes de aves), mas o novo dispositivo consegue, inclusive, manipular produtos dentro de pacotes.

Cerca de 75% das cinco bilhões de encomendas ao ano que a Amazon gerencia são manipulados por algum tipo de robô, segundo Quinlivan.

- Ameaça ou complemento? -

"Não se trata de que as máquinas substituam as pessoas. Trata-se de que as pessoas e as máquinas trabalhem juntas, colaborando para fazer um trabalho", assegura Brady.

Acusada de praticar "escravidão moderna" por alguns trabalhadores, a empresa com a segunda maior força de trabalho dos Estados Unidos, atrás do gigante da distribuição Walmart, conseguiu impedir a criação de sindicatos em suas instalações, exceto em um armazém de Nova York.

O Centro de Pesquisa do Trabalho e Educação da Universidade de Berkeley alerta que embora algumas tecnologias possam aliviar as tarefas mais pesadas nos depósitos, também podem contribuir para "aumentar a carga e o ritmo de trabalho, com novos métodos de controle dos trabalhadores".

E cita expressamente a Amazon e seu programa MissionRacer, "um vídeo game que confronta os trabalhadores entre si para preparar os pedidos dos clientes mais rapidamente".

Embora no curto e no médio prazos a tecnologia não vá representar uma perda maciça de postos de trabalho nos centros de distribuição, graças ao crescimento da demanda do comércio eletrônico, os que mais podem sofrer no longo prazo são os jovens, os homens, os latinos e os negros.

"Estes trabalhadores serão afetados desproporcionalmente pela mudança tecnológica", pois estão "sobre-representados" nesta indústria, em particular nos Estados Unidos, alerta o centro universitário.

Os latinos representam 35% da força de trabalho nos centros de armazenamento.

- Tecnologia própria e drones -

A Amazon controla toda a cadeia tecnológica: desenvolve programas de informática, inteligência artificial, aprendizagem das máquinas, manipulação robótica, simulação, design dos protótipos e até um tradutor simultâneo para mais de 100 idiomas.

Também decidiu fabricar seus robôs em Westborough e North Reading, com capacidade para produzir mil unidades diárias.

A obsessão da Amazon é reduzir ao menor intervalo possível o momento em que o consumidor compra o produto e aquele em que o recebe. Por isso, é de importância vital para o modelo da empresa a chamada "última milha" do processo de distribuição. A companhia conta com 275.000 distribuidores para cobrir 148.000 rotas diárias, que podem aumentar em períodos de pico.

Até o fim deste ano, começará a entregar pacotes com drones em menos de uma hora a partir do pedido em duas localidades na Califórnia e no Texas.

O Hospital São Luiz, da Rede D'Or, em São Paulo, fez nesta semana uma cirurgia inovadora, que começa a ganhar espaço em unidades de referência no Brasil: um transplante renal entre duas pessoas vivas (pai e filha) executado parcialmente por um robô. O responsável pela cirurgia foi o médico Rodrigo Vianna, da Universidade de Miami, que veio ao País para o procedimento. Com o uso do equipamento, o procedimento antes complexo se torna cada vez mais simples e bem menos invasivo.

O robô foi usado para retirar o órgão da doadora. Como a intervenção é bem menos invasiva do que o procedimento realizado por humanos, ela sentiu pouca dor, praticamente não sangrou e teve alta no mesmo dia, algumas horas depois do procedimento. O receptor teve alta nesta quarta. A previsão dos especialistas é realizar nos próximos 30 dias um transplante semelhante. Mas, desta vez, será executado inteiramente pelo robô - tanto a retirada do órgão quanto o transplante.

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Num futuro não muito distante, com a estabilidade da rede 5G, o procedimento poderá até mesmo ser feito a distância. No caso de Rodrigo Vianna, por exemplo, ele poderia continuar operando pacientes no Brasil sem sair de Miami. No procedimento com o robô Da Vinci, o médico não se aproxima do paciente. Ele está na mesma sala de cirurgia operando uma espécie de joystick que passa as instruções ao robô. O médico acompanha a cirurgia por vídeo.

O Da Vinci melhora o desempenho do cirurgião, porque proporciona movimentos mais amplos. Chega a 360 graus de rotação e possibilita uma atuação mais precisa. As imagens em 3D com aumento de até dez vezes permitem ao médico visualizar melhor a anatomia dos vasos e estruturas do órgão.

No procedimento realizado esta semana, o robô fez uma pequena incisão na paciente pela qual retirou o rim saudável com pinças. Segundo especialistas, as intervenções feitas pelo robô são muito mais precisas do que quando feitas pelas mãos humanas. É o caso da cirurgia tradicional e também da laparoscopia.

Em seguida, o rim foi transplantado para o pai da paciente, que estava no mesmo centro cirúrgico, mas por meio de um procedimento cirúrgico tradicional.

Em conversa na noite de segunda-feira, pouco antes de ir para casa, Patrícia Tamada, de 34 anos, relatou estar feliz com o resultado da cirurgia, que terminara algumas horas antes. "Eu saí do centro cirúrgico não tem nem dez horas, já fiz três refeições. Não estou sentindo dor, estou andando e já estou pronta para ir para casa", contou a consultora de TI.

Desde 2018, transplantes renais com o robô Da Vinci já foram feitos no Hospital Pedro Ernesto, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), no CopaStar, da própria Rede D’Or, e no Hospital São Lucas. Os três ficam no Rio.

O robô também já foi usado no Hospital Brasília, no Distrito Federal, e no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte. "Devido ao custo e à complexidade, não é uma cirurgia muito praticada", explica Rodrigo Vianna. "Mas no caso dos transplantes, ela traz muitas vantagens. O braço do robô, além de propiciar um corte muito mais preciso (faz movimentos que a mão humana não faz), ele não exerce pressão. Com isso, o paciente sente menos dor e consegue ter alta precocemente", afirma.

Em 90% dos casos, segundo ele, o doador consegue ter alta em menos de 24 horas, sem sentir dor na incisão e já caminhando. "No procedimento tradicional, ele fica internado de dois a três dias. Isso é um grande incentivo para a doação de órgãos", acrescenta o especialista. Como o rim é extraído pelo robô com cortes muito precisos e praticamente sem manipulação, o transplante (mesmo com o método cirúrgico tradicional) é também menos traumático. No caso da cirurgia desta semana, o paciente teve alta na quarta-feira, apenas 48 horas depois do procedimento.

"Nunca achei que fosse possível ver uma doação assim, do jeito que eu vi hoje. Queremos mostrar que esta técnica já existe e está disponível no Brasil", afirmou o nefrologista Bráulio Martins, médico de Patrícia e de seu pai, Mário Tamada, de 61 anos, que sofria de insuficiência renal crônica. "Os próprios convênios podem pagar, é um direito do paciente. A medicina deve ser para todos, não privilegiar os ricos, então estamos mostrando que essa técnica é uma opção."

PREÇO

O hospital não informou o custo do procedimento com o robô, mas ele ainda é mais caro do que a cirurgia convencional. Entretanto, com a redução significativa do tempo de internação do doador e do receptor e a consequente redução do risco de infecção hospitalar, o procedimento deve ficar mais acessível em pouco tempo.

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em um dos maiores eventos de tecnologia, o IFA 2022, foi anunciado nessa quinta-feira (1º), DreameBot L10s Ultra, um robô capaz de varrer a casa, esvaziar a lixeira e ainda se auto-limpar sem a necessidade de interação humana. Inicialmente, aparelho chegará ao mercado asiático pelo preço sugerido de US$ 1.205, o que dá cerca de R$ 6.242.

De acordo com a empresa Dreame, o robô tem capacidade de funcionar sozinho por 60 dias. Dessa forma, o único trabalho exigido para o dono do aparelho é esvaziar a bolsa de lixo de tempos em tempos. A empresa ainda disponibiliza um app próprio para programar a rotina de limpeza do robô, ou então usar comandos de voz por meio do Google Assistente, o Apple Siri ou o Alexa da Amazon.

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O robô possui um motor de potência de 5.300 Pa com uma inteligência artificial e 24 sensores 3D. Segundo o desenvolvedor, o DreameBot L10s Ultra consegue se adaptar ao ambiente, detectando tapetes e carpetes, além de objetos que ficam pelo caminho.

O Google está combinando olhos e braços de robôs garçons ao conhecimento e as habilidades de conversação de chatbots virtuais para ajudar funcionários a buscar refrigerantes e batatas fritas. Os garçons não estão prontos para a venda. Eles executam apenas algumas ações simples e a empresa ainda não os incorporou com o recurso de chamado “OK, Google” aos consumidores.  

Embora a empresa diga que está buscando o desenvolvimento responsável, a adoção pode acabar parando devido a preocupações de robôs se tornarem máquinas de vigilância ou serem equipados com tecnologia de bate-papo que pode dar respostas ofensivas. A Microsoft e a Amazon estão realizando pesquisas similares sobre robôs. “Vai demorar um pouco até que possamos realmente ter uma compreensão firme do impacto comercial direto”, disse Vincent Vanhoucke, diretor sênior de pesquisa de robótica do Google.  

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Quando solicitado a ajudar a limpar uma sujeira de bebida, o robô reconhece que pegar uma esponja é uma resposta fácil e mais sensata do que pedir desculpas por criar a bagunça. Os robôs interpretam comandos falados naturalmente, avaliam possíveis ações em relação às suas capacidades e planejam etapas menores para atingir o pedido.  

Um acidente, envolvendo um robô jogador de xadrez marcou torneio disputado em Moscou, Rússia, na última semana. Um vídeo divulgado por meio do "Baza", um canal no Telegram, mostra o chessrobot, como é chamado, partindo o dedo uma criança de apenas sete anos.

Em vez de esperar pelo fim da jogada do robô, o garoto respondeu rapidamente com seu próprio movimento, fato que teria confundido a máquina, que agarrou o dedo da criança na sequência. Sergey Lazarev, presidente da Federação de Xadrez de Moscou, confirmou o incidente a uma agência de notícias da Rússia.

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"O robô foi alugado por nós e é exposto em diversos eventos, acompanhado por especialistas, há muito tempo. Aparentemente, os operadores ignoraram algumas falhas", afirmou Lazarev. Segundo o dirigente, os responsáveis pela máquina devem repensar seu sistema, para evitar novos acidentes.

"Existem certas regras de segurança, que precisam ser respeitadas. A criança fez um movimento e depois disso é necessário dar tempo para o robô responder, mas o menino se apressou e o robô o agarrou", disse. "É um caso extremamente raro, o primeiro de que me lembro, mas não temos nada a ver com a máquina", completou o executivo, eximindo a Federação de culpa pelo acidente.

Os pais da criança entraram em contato com o Ministério Público russo e Lazarev afirmou que a Federação irá ajudar a família no que estiver a seu alcance. Mesmo após o acidente, a criança seguiu na competição, terminando o torneio com o dedo enfaixado e acompanhado por voluntários que o ajudaram a registrar seus movimentos, afirmou o presidente.

O grupo de pesquisa em robótica do Centro de Informática (CIn) da UFPE, o RobôCIn, participou da RoboCup 2022, em Bangkok, na Tailândia, entre os dias 13 e 17 de julho. Com duas equipes na competição, o grupo foi campeão na categoria Small Size League (SSL), na divisão B.

Os times de Pernambuco ganharam também o desafio de Ball Placement, ficaram em segundo no Vision Blackout Challenge e terceiro no Dribbling Challenger. Já na categoria 2D Simulation, a equipe do RobôCIn ficou em 10º lugar, melhor colocação de uma equipe sul americana na edição, e em sexto lugar no Challenger.

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“A participação foi emocionante, no 2D enfrentamos as equipes mais experientes da categoria e na SSL tivemos 3 equipes brasileiras e uma alemã no top 4, mais uma vez o RobôCIn precisou superar diversos problemas, e contou com os alunos que viajaram e alunos que do CIn, dia e noite ajudaram remotamente. Mostrando uma incrível união e dedicação”, compartilhou Lucas Cavalcanti, membro da equipe.

Lucas lembra também da importância da crescente participação do RobôCIn na RoboCup, que hoje contém o estado da arte de robótica autônoma, com o melhor resultado que uma equipe brasileira já teve, tanto no SSL quanto na 2D Simulation.

A coordenadora do Robô CIn, professora Edna Barros, relata que a participação na RoboCup em 2022 foi mais um desafio para a equipe. Aliada à dificuldade na obtenção de recursos financeiros, a equipe teve que vencer a falta de componentes eletrônicos no mercado com a reutilização de componentes de versões anteriores dos robôs.

Além disso, a equipe teve que trabalhar de forma bastante integrada e coesa, para garantir que tudo funcionasse: software, eletrônica, mecânica e comunicação entre os robôs e computadores.

“Graças a esse espírito de união e colaboração de todos os membros da equipe e também de membros egressos do RobôCIn é que estamos conseguindo melhorar nossos robôs, nosso software, nunca deixando de ser uma grande família. O apoio dos patrocinadores também foi fundamental financeiramente para a participação na competição, mas também foi importante para mostrar para a equipe que importantes empresas nacionais e internacionais reconhecem e acreditam no nosso trabalho”, finaliza Edna.

Histórico

Em duas participações anteriores na copa, o grupo conquistou o 3º lugar geral na categoria SSL e o 7º lugar geral em Simulação 2D. Na competição IronCup de 2021, foram campeões nacionais na modalidade VSS e 3º lugar em Simulação 2D. Outras conquistas na trajetória do RobôCIn são o primeiro lugar na edição 2021 do Campeonato Latino Americano de Robótica (LARC) na categoria Very Small Size Soccer (VSS 3X3), o bicampeonato na categoria Small Size League (SSL) e o primeiro lugar na categoria de Simulação 2D.

Quando foi criado, em 2015, tinha 12 estudantes de Engenharia da Computação como membros e a ajuda dos professores Edna Barros e Hansenclever Bassani. Hoje, são 47 estudantes de graduação e pós-graduação, junto a quatro professores orientadores, que compõem o grupo e desenvolvem soluções utilizando Inteligência Artificial, Visão Computacional, Mecânica e Eletrônica Embarcada aplicadas à robótica.

Ajuda para chegar na Tailândia

O grupo tem as empresas Veroli Transportadora, Baterias Moura, HSBS Soluções, CESAR e Microsoft como parceiras. Contou também com a colaboração dos torcedores através de uma Vakinha Online para arrecadação do dinheiro necessário para que a ida dos membros da equipe à Tailândia fosse possível.

Com informações da assessoria

A Amazon está experimentando um novo recurso que permitirá que sua assistente virtual, Alexa, imite a voz de outras pessoas – incluindo as vozes de pessoas que morreram. Rohit Prasad, vice-presidente e cientista-chefe da Alexa Artificial Intelligence, falou sobre o relacionamento entre consumidores e seus assistentes virtuais durante a conferência MARS da Amazon, em Las Vegas, na quarta-feira (22). 

“A coisa que mais me surpreendeu na Alexa é a relação de companheirismo que temos com ela”, explicou Prasad. "Neste papel de companheirismo, os atributos humanos de empatia e afeto são fundamentais para construir confiança. Esses atributos se tornaram ainda mais importantes durante esses tempos de pandemia [COVID-19] em andamento, quando muitos de nós perdemos alguém que amamos”, acrescentou.

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Prasad então mostrou um vídeo de um menino pedindo a Alexa para ler uma história de ninar usando a voz de sua avó. No exemplo, Alexa registrou o pedido e mudou para a voz da avó antes de ler a história. “Como você viu nesta experiência, em vez da voz de Alexa lendo o livro, é a voz da avó da criança”, disse Prasad. 

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“Embora a IA não possa eliminar a dor da perda, ela definitivamente pode fazer suas memórias durarem”, continuou ele. Prasad disse que a equipe encontrou uma maneira de fazer a Alexa simular a voz de outra pessoa usando menos de um minuto de gravação de voz. "Estamos inquestionavelmente vivendo na era de ouro da IA, onde os sonhos e a ficção científica estão se tornando realidade", explicou.

Quando consultado para comentar sobre a tecnologia, um representante da Amazon disse à revista People: "isso é algo que estamos explorando com base em avanços recentes na tecnologia Text-to-Speech, onde aprendemos a produzir uma voz de alta qualidade com muito menos dados versus horas de gravação em um estúdio profissional."

A Xiaomi apresentou a Electric Scooter 4 Pro como parte do evento Discover, na última semana. Um scooter é um veículo de velocidade reduzida, projetado para utilização urbana. Diversas empresas da tecnologia e setor automobilístico têm investido em propostas para o produto, mas a multinacional chinesa garante que o seu novo scooter elétrico será o “mais potente já apresentado”. 

A Xiaomi ainda não revelou a data de lançamento da Electric Scooter 4 Pro, mas deve compartilhar informações sobre preços e showcase em breve.

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O que se sabe até agora 

O dispositivo está equipado com um motor de 700 watts e pode atingir uma velocidade máxima de 25 km/h. Na Alemanha, no entanto, isso é limitado a 20 km/h. A bateria tem capacidade de 12.400 mAh e o fabricante promete uma autonomia de até 45 quilômetros por carga, enquanto o antecessor só conseguia 30 quilômetros. Além disso, a Electric Scooter 4 Pro deve ser capaz de subir inclinações de até 20%. Mais uma vez, o motor de 600 watts da Xiaomi Electric Scooter 3 não consegue acompanhar. 

Design 

A caixa é feita principalmente de alumínio e, portanto, é bastante leve, estável e resistente à corrosão. Os pneus têm dez polegadas e podem se auto-vedar, o que ajuda a evitar furos. O Xiaomi DuraGel nas rodas não deve apenas fornecer proteção contra furos, mas também garantir maior durabilidade. 

O modelo também é um pouco maior que os modelos anteriores, o que significa que a scooter pode carregar mais peso (até 120 quilos) e também deve oferecer maior conforto em pé. Para o transporte, você pode simplesmente dobrar o Electric Scooter 4 Pro e levá-lo com você. Outro toque agradável é a porta e a tampa de carregamento magnético, tornando improvável a abertura acidental durante a condução ou em trânsito. 

A segurança durante a condução também é garantida pelo sistema de freio duplo. A scooter possui um sistema de freio eABS no pneu dianteiro e a RODA traseira está equipada com um sistema de freio a disco de pastilha dupla. Isso permite que você freie a tempo, mesmo em velocidade máxima. 

Por Ayanne Lima

Oito equipes de estudantes pernambucanos vão disputar a Etapa Nacional do Torneio Sesi de Robótica, que será realizado nos dias 27, 28 e 29 de maio no Pavilhão da Bienal, em São Paulo. No total, 186 equipes e cerca de 1200 alunos das redes SESI e de escolas públicas e privadas, além de equipes de garagem, irão competir esse ano.  

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Da Rede SESI de Educação de Pernambuco, na modalidade FIRST Lego League (FLL), participarão as equipes Unity, (Escada), Kyrios Lego, (Araripina) e Lego Mito (Paulista), além da Visão-Elétronsbot, do Colégio Visão (Recife); da FIRST Tech Challenge (FTC), a Rev Atom (Ibura), Ogel’yx (Cabo de Santo Agostinho) e Newgen Leards (Petrolina); da modalidade F1 in Schools, será a equipe GRT (SESI Goiana). 

O desafio deste ano é que os estudantes elaborem um projeto visando solucionar os problemas do dia a dia, relacionados a transporte e à logística. A equipe Unity, composta por seis alunos de Escada, identificou um problema no deslocamento dos caminhões que transportam cana de açúcar para as usinas: há uma queda de cerca de 5% no total da carga, gerando um prejuízo de aproximadamente R$ 62 mil mensais. Para solucionar essa questão foi criado o “Mecanity”, um equipamento que possui estruturas que permitem que as carrocerias levem uma quantidade maior de cana sem risco de perda.

“Além de evitar possíveis acidentes com a cana de açúcar nas estradas, o nosso equipamento custa metade do valor do que as usinas utilizam atualmente”, argumentou Eduardo Oliveira, de 15 anos, um dos integrantes da Unity. 

A F1 in Schools é um projeto internacional realizado pela Fórmula 1, que possui modalidade do Torneio SESI de Robótica de 9 a 19 anos, que são responsáveis por criar uma empresa. A equipe GRT, do SESI Goiana, será a única representante de Pernambuco este ano, e irá competir na categoria durante a etapa nacional do Torneio de Robótica. O time é composto pelos alunos Adryan Lucas, Arthur Lima, Eduardo de Freitas, Júlia Letícia, Thaynná Suellen e Yasmin Ellen, e pelos técnicos Jonas Brito e Vitor Andrade.

   Pernambuco vai receber a etapa regional do torneio SESI de Robótica FIRST Lego LEAGUE (FLL) na próxima sexta-feira (1) e sábado (2). O evento será em Paulista, na Região Metropolitana do Recife, de forma presencial e aberto ao público. Ao todo, 27 equipes participarão da competição, e as que receberem maiores notas serão classificadas para fase nacional, que será realizada nos dias 27, 28, 29 de maio. 

Nessa temporada, os alunos desenvolverão projetos que serão abordados o futuro transporte e logística. Do Estado competem 22 escolas, sendo 12 unidades do SESI-PE (Caruaru, Escada, Cabo de Santo Agostinho, Ibura, Paulista, Camaragibe, Araripina, Goiana, Moreno, Petrolina, Vasco da Gama, Belo Jardim) e 10 escolas particulares ou públicas (estaduais e municipais). Os outros cinco times são dos estados da Paraíba, Alagoas e Ceará.

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Os jovens serão liderados por dois técnicos e irão construir robôs baseados na tecnologia LEGO Mindstorm, que devem ser programados para cumprir uma série de missões. 

Avaliação 

 Na hora da avaliação as equipes serão analisadas em quatro categorias: desempenho do robô, inovação, design do robô e core values, que são os valores fundamentais da competição, baseados na revelação, integração, interação e valorização do trabalho em equipe. Já a dinâmica dos dois dias será assim: enquanto algumas equipes apresentam os projetos em sala aos juízes para avaliar os core values, o design e o projeto de inovação, outras estarão competindo na arena. No desafio da arena, cada equipe participa de três rounds oficiais e a melhor pontuação das três é somada à pontuação das outras áreas avaliadas.  

Um homem na Suécia está vivo hoje porque obteve a ajuda de um drone. O sueco de 71 anos sofreu uma parada cardíaca enquanto limpava a neve típica de inverno, em dezembro, e foi ressuscitado por um médico vizinho depois que um drone voou em um desfibrilador, informou a fabricante Everdrone na terça-feira passada (4).  

O serviço Entrega Aérea Médica de Emergência (EMADE, na sigla para o inglês) da Everdrone foi projetado para fornecer ajuda o mais rápido possível – ele permite que os despachantes de emergência enviem um drone carregando o dispositivo para a casa de um solicitante, iniciando o processo de salvamento antes que a ambulância chegue em sua casa. 

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No caso desse paciente em particular, os serviços levaram três minutos para entregar o desfibrilador em sua casa. A  vítima precisava de um atendimento em até 10 minutos ou entraria em uma zona de risco maior e poderia não sobreviver. Um espectador, que por acaso era um médico a caminho de seu trabalho, usou o DEA (desfibrilador portátil) no paciente após realizar a reanimação cardiopulmonar. 

O drone foi desenvolvido com o Center for Resuscitation Science no Instituto Karolinska, SOS Alarm e Region Västra Götaland. “Este é um excelente exemplo do mundo real de como a tecnologia de ponta de drone da Everdrone, totalmente integrada ao despacho de emergência, pode minimizar o tempo de acesso a equipamentos DEA que salvam vidas”, disse o CEO da Everdrone, Mats Sällström. 

Em um estudo piloto de quatro meses testando o programa EMADE, o serviço recebeu 14 alertas de parada cardíaca que seriam elegíveis para drones. Os drones decolaram em 12 desses casos e 11 entregaram com sucesso os desfibriladores. Sete desses desfibriladores foram entregues antes da chegada da ambulância. 

Na Europa, cerca de 275.000 pacientes sofrem de parada cardíaca anualmente, com aproximadamente 70% dessas paradas ocorrendo em uma casa particular sem um desfibrilador no local, de acordo com Everdrone. A taxa de sobrevivência é de cerca de 10%. Atualmente, o serviço EMADE pode chegar a 200.000 residentes suecos. A empresa disse que planeja expandir para mais locais na Europa este ano. 

 

O rover Perseverance da NASA tem estado ocupado desde sua dramática aterrissagem na cratera Jezero, de Marte, em fevereiro deste ano. Nos 10 meses desde então, o rover do tamanho de um carro dirigiu 2,9 quilômetros, tirou mais de 100.000 imagens e coletou seis amostras de rocha e atmosfera marciana, que poderão ser trazidas para a Terra para um estudo mais aprofundado.

Mas o rover não foi sozinho. Na bagagem, levou o helicóptero Ingenuit Mars, que provou ser possível um voo motorizado e controlado na fina atmosfera de Marte. O “drone” de 1,8kg já fez 18 voos no Planeta Vermelho.

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Um vídeo, lançado na última terça (28) nas redes sociais da NASA, relembra o ano repleto de descobertas inovadoras e explica a próxima fase da missão do Perseverance: tentar achar sinais do rio que teria criado a cratera de Jezero, que já teria sido um lago.

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Mais sobre a missão

Um dos principais objetivos da missão do Perseverance em Marte é a astrobiologia, incluindo a busca por sinais de vida microbiana ancestral. O rover vai analisar a geologia do planeta e o clima, o que pode abrir o caminho para a exploração humana do Planeta Vermelho. É a primeira missão programada para coletar e armazenar rochas e regolitos marcianos (rochas quebradas e poeira).

Com informações do site oficial da NASA

A rede israelense de fast food BBB oferece há alguns dias um hambúrguer vegetariano elaborado e preparado por um robô, que adapta a cocção e os ingredientes de acordo com os clientes.

"Esta é a primeira vez que uma máquina faz automaticamente um hambúrguer personalizado", disse Racheli Vizman, CEO da SavorEat, uma start-up israelense especializada na produção de alternativas de carne, à AFP nesta terça-feira (28).

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Cada pessoa pode escolher a quantidade de proteína ou gordura vegetal do seu bife, bem como o seu tamanho e cozimento, através de um aplicativo.

O "chef robô", do tamanho de um grande forno, pode fazer três bifes diferentes simultaneamente.

O dispositivo mistura vários ingredientes como feijão, batata e grão de bico para formar uma textura "que lembra carne de verdade", explica Vizman, que fundou sua empresa em 2018 com dois professores da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Tudo cozinha em minutos, disse Vizman, destacando que o produto, sem proteína animal, é kosher, segundo o código alimentar do judaísmo.

O hambúrguer está sendo vendido atualmente em um restaurante na cidade de Herzliya, perto de Tel Aviv, por cerca de 60 siclos (19 dólares, 17 euros), e vem com batatas fritas e uma bebida.

Emirados Árabes Unidos querem aumentar a presença de veículos autônomos e começaram a testar 'robô-táxis' em Abu Dhabi.

Sem tocar no volante, com as mãos nos joelhos, Mustafá deixa que o robô-táxi dirija sozinho.

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A condução foi "tranquila", disse à AFP o encarregado da segurança durante esses testes, organizados por Bayanat, filial da empresa Group 42, especializada em inteligência artificial.

Quatro veículos sem motorista, dois elétricos e dois híbridos, denominados TXAI, foram testados desde novembro no emirado de Abu Dhabi.

Os clientes podem reservar uma viagem por meio de um aplicativo e são buscados e deixados em nove lugares definidos na ilha artificial de Yas.

"Nos últimos dias, a maioria dos nossos clientes pediu táxis em frente a shoppings ou hotéis", disse Mustafá.

Após a primeira fase de testes, se iniciará uma segunda fase na capital emiradense, com ao menos dez veículos, segundo a empresa.

Os robô-táxis foram testados em vários países nos últimos anos. Em novembro, uma frota de 67 veículos entrou em serviço em Pequim, mas sempre com um motorista de segurança presente para uma eventual emergência.

Já imaginou ser eternamente um robô e ainda ganhar a bagatela de 200 mil dólares? Isso pode ser real. Não que vão te transformar em um, mas o seu rosto pode ficar para sempre em diversas máquinas, de acordo com a proposta da Promobot, empresa de tecnologia norte-americana.

A proposta é a seguinte: ceder os direitos do uso do seu rosto eternamente para empresa. Em troca a pessoa pode levar 200 mil dólares. Segundo a empresa, a sua nova linha de robôs estará em ambientes (hotéis e shoppings) onde há a necessidade de ‘um rosto amigável'.

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Em seu site, a empresa explica como vai funcionar o processo. Primeiro o rosto e o corpo da pessoa vão passar por um scanner 3D. Em seguida, mais de 100 horas de gravação com a voz do escolhido, claro, tudo com uma cessão dos direitos. A expectativa é de que a linha de robôs seja lançada em 2023.

Seul começou a testar pequenos robôs do tamanho de uma jarra como assistentes de professores na pré-escola, um projeto-piloto para ajudar a preparar a próxima geração para um futuro altamente tecnológico.

Com apenas 23 centímetros de altura, o "Alpha Mini" pode dançar, cantar, recitar histórias e até mesmo ensinar movimentos de kung fu enquanto as crianças imitam suas flexões e equilíbrios com apenas uma perna.

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"Os robôs ajudam com a criatividade das crianças", afirmou a professora Byun Seo-yeon à AFP durante uma visita à escola Maru, da capital sul-coreana.

O aparelho pisca os olhos, cujas pupilas assumem a forma de corações durante a conversa. Com uma câmera no capacete, ele tira fotos e envia diretamente para visualização em um tablet.

"No futuro, saber como administrar a inteligência artificial e ferramentas relacionadas será muito importante", declarou à AFP Han Dong-seog, do departamento de cuidado infantil do governo de Seul.

Os robôs estão sendo testados em 300 unidades de pré-escola e centros infantis de Seul. O governo recomenda o programa para crianças de três a cinco anos.

"Acreditamos que ter esta experiência terá um efeito duradouro em sua juventude e como adultos", disse Han.

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