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| Segurança

A quarentena pegou todo mundo de surpresa e, na pressa para mudar hábitos de trabalho e higiene, muita gente percebeu que talvez não tivesse a estrutura mais adequada para começar um home office. Um dos problemas principais em passar para o trabalho remoto é a questão da segurança de informações. Para ajudar você a ter certeza de que - mesmo não sendo uma estrutura de escritório, sua casa oferece o mínimo de segurança para as atividades envolvendo a empresa em que trabalha, Marcus Garcia, VP de produtos da FS, deu algumas dicas:

“Levando em consideração que as pessoas vão trabalhar diretamente de casa usando banda larga fixa não compartilhada, a primeira atenção é estarem certas de que os roteadores estejam configurados com criptografia, senha contendo caracteres, números, símbolos, já que vão utilizar o wi-fi. Caso o trabalho seja realizado em outro ambiente como um hotel ou cafeteria, a recomendação da VPN (Virtual Private Network) é total”, afirma.

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Se você migrou para o trabalho em casa, provavelmente deve estar usando seu próprio notebook. Para o especialista, uma máquina com softwares atualizados - como navegadores, antivírus e outros aplicativos que serão utilizados pelo usuário - é fundamental. E nada de wi-fi públicos. “Não adianta proteger tudo e deixar a máquina vulnerável. Há vírus que são muito mais complexos e atacam especificamente computadores. Esses têm muito mais poder sobre os dispositivos, do que os que existem para celular. Por isso reforço a importância de ter um antivírus 100% atualizado no computador, pois nele irão trafegar planilhas, informações financeiras que normalmente estariam em uma rede segura na empresa”, aconselha Garcia.

 Coronavírus no WhatsApp

Outro ponto levantado pelo especialista é o crescimento de golpes via redes sociais. Toda semana, cibercriminosos lançam novos links falsos, prometendo kits de álcool em gel, dados sobre a COVID-19, entre outras coisas, para tentar captar dados financeiros dos usuários. “Para se informar sobre o coronavírus sugiro utilizar somente os canais oficiais e não repassar mensagens, links e arquivos. Eles são portas de entrada para tentativas de fraude. Não se exponha a um risco adicional desnecessário”, recomenda. Recentemente, a Polícia Federal deu dicas de como se proteger de golpes nas redes sociais.

Confira o passo a passo da segurança digital no home office:

1 - Se possível utilize um notebook ou computador somente para os trabalhos da empresa;

2 - Caso a companhia não ofereça um dispositivo para o trabalho, cheque se as versões do software e do antivírus do seu computador estão 100% atualizadas;

3 - Não instale programas ou ferramentas de compartilhamento de arquivos que não sejam de empresas conhecidas e confiáveis;

4 - Caso sua quarentena não esteja sendo feita em sua residência, tome muito cuidado com wi-fi público. Fora de casa, use ferramentas de VPN;

5 - Um antivírus gratuito pode ser uma solução, porém, se possível, invista em uma ferramenta paga. Ela terá mais atualizações que a gratuita e manterá seu dispositivo mais seguro. 

6 - Procure recursos que garantem transferência de dados com segurança. Focar sempre em fabricantes de confiança.

O uso das videoconferências Zoom, cada vez mais utilizadas durante a pandemia de coronavírus, está na mira da procuradora-geral do estado de Nova York, que se inquieta pelo número crescente de usuários cujas reuniões foram pirateadas.

"Enviamos uma carta à Zoom com uma série de perguntas para termos certeza de que a empresa toma medidas apropriadas para garantir a privacidade e a segurança dos seus usuários", disse à AFP um porta-voz da procuradora Letitia James.

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Não foi revelado o conteúdo exato da carta, mas foi informado que a procuradora espera trabalhar em cooperação com a Zoom para solucionar o problema.

Nas redes sociais, com a hashtag #zoombombed, os usuários relatam como subitamente surgiram imagens pornográficas ou racistas inundando suas telas durante as videoconferências.

O escritório do FBI em Boston informou na segunda-feira ter recebido "vários exemplos de teleconferência perturbadas por imagens pornográficas, de ódio ou de linguagem ameaçadora", segundo um comunicado.

A plataforma não é utilizada somente por muitos trabalhadores em regime de 'home office' que estão em quarentena ou praticam o isolamento social, mas também por empresas e escolas que fecharam as portas e estão dando aulas online.

Entre os exemplos citados pelo FBI em Boston, uma estudante do ensino médio de Massachusetts contou que um professor interrompeu a aula quando um indivíduo desconhecido apareceu em sua tela "gritando insultos e dizendo o endereço pessoal do professor".

Outra escola do mesmo estado denunciou a aparição súbita de um indivíduo tatuado em suas aulas.

Para evitar esses incidentes, o FBI recomenda ajustar as conferências para se tornarem reuniões privadas, e não compartilhar a tela.

Consultada, a empresa Zoom, situada no Vale do Silício, afirmou "levar muito a sério a vida privada, a segurança e a confiança dos seus usuários".

"Trabalhamos 24 horas por dia para garantir que os hospitais, universidades, escolas e outras empresas possam estar conectadas e funcionando. Apreciamos o interesse da procuradora-geral de Nova York por essas questões e estamos felizes de lhe entregar as informações requeridas", indicou uma porta-voz.

Segundo Sensor Tower, uma empresa que mede a popularidade dos aplicativos, a quantidade de downloads do Zoom nos Estados Unidos subiu 252% na semana de 16 de março, quando começaram as medidas estritas de confinamento, e aumentaram em 66% na semana seguinte, até alcançar os sete milhões de downloads.

A Polícia Federal (PF) emitiu uma nota alertando para um novo golpe no WhatsApp que promete a liberação de um auxílio emergencial durante a pandemia no valor entre R$ 600 e R$ 1200 para quem fizer um cadastramento. O golpe passou a circular no aplicativo de mensagens celulares e computadores onde passarão a ter acesso a todos os dados contidos neles tais como senhas, fotos, vídeos e mensagens", diz a Polícia Federal.

De acordo com a PF, o golpe é uma nova versão de uma mensagem falsa que circulou recentemente, que prometia R$ 200 de auxílio-cidadão para quem realizasse o cadastro. Para parecer verídico, os criminosos exibem relatos falsos em redes sociais de pessoas que já teriam feito o cadastro e usam a atual logomarca do Governo Federal. A vítima é incentivada a compartilhar o link malicioso com todos os seus contatos e é informada que receberá o número de protocolo de cadastramento em cinco minutos.

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Ao clicar no link malicioso, o usuário precisa responder se tem filhos, se é autônomo e se precisa receber o auxílio. Por fim, ele é direcionado para preencher um cadastro com informações pessoais, como CPF, enderenço, RG, número da conta corrente e senha. "O perigo é que com esses dados o bandido pode abrir contas correntes em bancos virtuais ou físicos onde terá acesso a cartão de crédito, cheque especial, poderá abrir empresas fantasmas e fazer compras pela internet tudo em nome de terceiros. E quando as vítimas se dão conta são surpreendidas com contas em seu nome que não fizeram e dívidas que não contraíram.  Tais cibercriminosos também podem instalar programas maliciosos nos celulares e computadores onde passarão a ter acesso a todos os dados contidos neles tais como senhas, fotos, vídeos e mensagens", diz a Polícia Federal.

O link malicioso já foi retirado do ar. A PF orienta que o usuário sempre desconfie de links compartilhados no WhatsApp, não coloque seus dados pessoais em formulários oriundos do WhatsApp e tenha cuidado com mensagens com promessas imediatas ("agendamentos liberados até hoje", "último dia para o saque"). O projeto do auxílio ainda será votado no Senado.

A revisora de textos e servidora pública aposentada brasiliense Cely Curado teve uma mudança grande de rotina nas últimas semanas. Em isolamento social por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19), ela conta que o tempo na internet triplicou: passou a ver mais filmes e ouvir mais música e começou a fazer cursos online por meio de plataformas criadas para este fim.

Esta é, hoje, a realidade de muitas pessoas. O recurso da internet vem crescendo para finalidades como o teletrabalho, a comunicação com parentes, amigos e colegas, a busca por informações e momentos de lazer no consumo de músicas e vídeos. Com isso, é preciso aumentar também os cuidados para evitar acessos indevidos, entrada de vírus ou golpes aplicados pela Web.

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A empresa especializada em segurança da informação Kaspersky identificou na América Latina mais de 300 domínios maliciosos usados para envio de mensagens falsas e 35 para difundir malwares entre fevereiro e 15 de março.

Um exemplo foi uma mensagem com uma conta de álcool gel de mais de R$ 3 mil. Quem clicava tinha um cavalo de troia instalado, que permitia o acesso à máquina do usuário pelos autores do golpe. Isso permitia, por exemplo, a realização de pagamentos e outras movimentações bancárias.

Outro caso foi uma campanha falsa distribuída no WhatsApp que simulava um anúncio da plataforma de vídeo Netflix que oferecia acesso gratuito durante a pandemia do novo coronavírus. Quem clicava era direcionado a um site. O objetivo dos autores era obter cliques para ganhar dinheiro com os anúncios na página de destino.

Cuidados

O Comitê Gestor da Internet lançou um guia com dicas para manter um uso seguro da internet. Mensagens diversas, incluindo boatos com curas milagrosas ou novidades, podem ser uma armadilha para implantar um vírus ou um código malicioso no computador ou smartphone do usuário (acesse aqui - https://internetsegura.br/coronavirus/).

Os códigos maliciosos podem ser vírus (que entram no computador como parte de um programa ou copiando-se para dentro do dispositivo), cavalo de troia (programa que executa ações sem o usuário saber), “ransomware” (mecanismo que veta usar determinados dados do equipamento, cujo acesso em geral é condicionado a um “resgate”) e “backdoor” (programa que permite o acesso remoto ao equipamento do usuário) (veja a cartilha do CGI sobre o tema - https://cartilha.cert.br/fasciculos/codigos-maliciosos/fasciculo-codigos-maliciosos.pdf).

Outro perigo são mensagens pedindo informações sobre o usuário, como dados pessoais, financeiros e bancários. Também é o caso de aplicativos e sites que prometem fazer testes online visando atestar se a pessoa está ou não infectada. No caso dos apps, a recomendação do CGI é baixar sempre de lojas conhecidas, como as do sistema operacional do smartphone. “Ao instalar aplicativos, evite fornecer dados e permissões quando não forem realmente necessários”, acrescenta o documento do CGI.

Uma sugestão é evitar sites que não tenham o endereço com “https”. Este é o indicador de um protocolo mais seguro das páginas na web. Já no caso do acesso remoto ao sistema da empresa em caso de teletrabalho, o melhor é recorrer a redes privadas virtuais, ou VPNs, no jargão técnico.   

Uma forma muito usada para violar a segurança de aparelhos é obter ou ultrapassar os sistemas de login. Por isso, o CGI recomenda a utilização do procedimento chamado “verificação em duas etapas”, que deixa mais complexo o acesso ao aparelho, evitando invasões. Uma cartilha específica foi publicada sobre o tema (acesse aqui – https://cartilha.cert.br/fasciculos/verificacao-duas-etapas/fasciculo-verificacao-duas-etapas.pdf).

Outra orientação é que o usuário busque sempre manter a cópia de reserva (back up) do aparelho em dia, pois uma invasão ou vírus pode danificar não somente o equipamento como os dados armazenados dentro dele. Além disso, a recomendação primária é manter os programas antivírus atualizados e realizar scanners nos computadores para verificar se foram infectados.   

Existem ainda outras formas de golpes virtuais. Um exemplo são conteúdos solicitando doações para vítimas da doença. O governo federal já esclareceu que não realiza tal procedimento. As pessoas devem se certificar se a fonte do pedido tem credibilidade e promove esse tipo de ação assistencial.

“Infelizmente, existem pessoas mal-intencionadas que se aproveitam justamente do momento de incerteza pelo qual estamos passando para aplicar golpes e divulgar informações falsas, alerta Miriam von Zuben, analista de segurança do Centro de Estudo, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br).

Por isso, afirma Miriam, é importante que os usuários redobrem a atenção em relação às mensagens recebidas, como aquelas que oferecem aplicativos com informações sobre a doença, páginas que oferecem teste de infecção ou, ainda, aquelas que oferecem produtos que estão com procura alta no momento, como álcool gel.

O avanço do novo coronavírus está gerando uma onda global de golpes digitais, que se aproveitam da incerteza para roubar dados, obter dinheiro e até servir de ponte para assaltos a residências. Segundo empresas de segurança digital, o movimento já chegou ao Brasil.

Os principais golpes são links falsos, normalmente distribuídos pelo WhatsApp, prometendo acesso a máscaras, álcool gel e exames em domicílio para detecção da covid-19. Também há casos de anúncios com preços abusivos.

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Segundo a firma de segurança digital PSafe, 2 milhões de brasileiros foram alvo de golpes na última semana. A empresa detectou 19 golpes e seis apps maliciosos com falsas promessas de benefícios.

Na semana passada, a Ambev foi obrigada a desmentir que estava oferecendo álcool gel gratuito. Era uma página falsa que roubava dados.

Alguns golpes encontrados prometiam gratuidade em serviços de streaming e até pagamento extra para beneficiários do Bolsa Família.

"Páginas de vendas fraudulentas são frequentes, mas a maioria dos casos ocorre por mensagens ou links de informações falsas. As pessoas estão mais vulneráveis agora", disse Marc Asturias, vice-presidente de Comunicação e Relações Governamentais da Fortinet.

Na semana passada, a Kaspersky divulgou que o WhatsApp havia sido usado como ferramenta de golpistas - um link que prometia informações do governo federal sobre a situação da pandemia foi usado para roubo de informações.

Com os dados, os golpistas podiam acessar contas bancárias para fazer compras e transferências.

Preços abusivos

No domingo, uma caixa com 50 máscaras descartáveis, que em situações normais custaria entre R$ 10 e R$ 15, era vendida no site do Mercado Livre por R$ 797,40. Na descrição do produto, o oportunista argumenta que, "nas circunstâncias atuais, todos sabemos que o suprimento de máscaras é escasso, portanto o preço será mais alto do que o habitual".

Luciano Benetti Timm, secretário Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, disse ao Estado que os maiores sites de revendas de produtos do País estão fazendo uma lista com os anunciantes com preços abusivos. "Essa lista será entregue a nós. A regra aplicável é a mesma do Código de Defesa do Consumidor. Abriremos processos sancionadores contra esses anunciantes", disse.

A punição é uma multa que leva em consideração o faturamento da empresa, podendo chegar até a R$ 9,9 milhões.

O Mercado Livre informou que até agora quase 4 mil publicações (de 2,3 mil vendedores) foram excluídas do site, por aumentos excessivos de preços. 

Com o aumento dos golpes envolvendo o novo coronavírus, a Polícia Federal forneceu dicas para ajudar a população a não cair em propagandas enganosas nas redes sociais. Desde a última semana, cibercriminosos passaram a oferecer todo tipo de benefícios enganosos, divulgados em forma de falsas promoções, veiculadas via WhatsApp, Facebook, entre outras plataformas. Já foram oferecidas assinaturas gratuitas da Netflix, kit com álcool em gel e até mesmo o acompanhamento, em tempo real, do número de vítimas da COVID-19.

Confira as recomendações da Polícia Federal

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1. Desconfie sempre antes de clicar nos links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais;

2. Não compartilhe links duvidosos com seus contatos sem antes saber se são autênticos – você pode estar sendo usado por bandidos para espalhar o golpe e prejudicar outras pessoas;

3. Cuidado com o imediatismo de mensagens tais como: agendamentos liberados até hoje, último dia para o saque, urgente, não perca essa oportunidade, quase sempre tais conteúdos querem fazer com que as pessoas não averiguem a veracidade do conteúdo nas páginas e órgãos oficiais;

4. Certifique-se no site oficial da empresa ou governamental sobre a veracidade do que está sendo oferecido, principalmente quando se tratar de supostas promoções, ofertas de dinheiro, brindes, descontos ou até promessas de emprego;

5. Nunca preencha nenhum cadastro, formulário ou pesquisa fornecendo seus dados pessoais de links enviados pelo WhatsApp;

6. Nunca baixe programas piratas para o celular ou computador, tais sites costumam ter a maior concentração de vírus;

7. Instale um bom antivírus em seu celular ou computador.

A Polícia Federal (PF) alertou para mais um golpe envolvendo o novo coronavírus. Cibercriminosos estão tentando aproveitar o isolamento da população para tentar roubar dados financeiros usando a nome da Netflix. Através de links divulgados no WhatsApp, Facebook e internet para os celulares e computadores, os bandidos oferecem de forma enganosa o acesso grátis à plataforma com todos os filmes e séries disponíveis para serem assistidos enquanto durar o período de isolamento.

Desde que a pandemia do coronavírus chegou ao Brasil, golpes virtuais têm se proliferado com mais rapidez. Na semana passada ações ilícitas prometendo fornecer dados sobre o coronavírus no mundo e kit de álcool em gel pelo WhatsApp já estavam circulando pelas redes.

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De acordo com a PF, a mensagem que chega para as pessoas diz: “Com a grande disseminação do coronavírus no mundo, a Netflix está liberando acesso a sua plataforma para os primeiros a se cadastrarem no site deles. Corre no site que é só para quem se cadastrar nos próximos 2 dias. É por pouco tempo”. Ao clicar no link presente na mensagem, o usuário é levado a responder um questionário dizendo se está tomando os cuidados para a não proliferação do vírus, e se quer uma conta grátis da Netflix. 

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Independente da resposta, a mensagem “Parabéns! Você ganhou!” aparecerá. Ainda de acordo com a polícia, é solicitado pelo site que o link seja compartilhado com 10 amigos e grupos de WhatsApp.

Por fim, a pessoa é direcionada para preencher um cadastro com informações pessoais (CPF, endereço, RG, número de cartão crédito, Senha e Código de verificação). Com esses dados, os bandidos podem abrir contas correntes em bancos virtuais ou físicos, tendo assim, acesso a cartão de crédito, cheque especial, entre outras possibilidades de compras pela internet. Ainda de acordo com o órgão, o link com o golpe já teria sido bloqueado.

A Polícia Federal está alertando internautas para um novo golpe que circula pelas redes sociais e via e-mail, atingindo celulares e tablets. Chamado de COVID-19 Tracker, cibercrime consistem em uma mensagem, com um programa em anexo, que promete fornecer dados sobre o coronavírus no mundo. Porém, ao ser instalado o programa bloqueia os aparelhos e passa a exigir dinheiro dos usuários através de criptomoedas.

O aplicativo, baixado fora das plataformas oficiais (Google Play e App Store), já fez várias vítimas em Portugal, fazendo com que o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) do país emitisse alertas. O software falso é, na verdade, um malware - programa malicioso, que ao ser instalado em dispositivos eletrônicos de tela pode causar alguns danos ao sistema, alterações ou roubo de informações. 

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Ao ser instalado nos aparelhos o COVID-19 Tracker criptografa e bloqueia os celulares, computadores ou tablets e depois solicita o resgate e desbloqueio através do pagamento de US $ 100, cerca de R$ 500, em bitcoins. Dessa forma os cibercriminosos liberam o dispositivo infectado. Após o pagamento os bandidos enviam um código que desbloqueia o aparelho infectado.

Este não é o primeiro golpe envolvendo o coronavírus. Recentemente, uma mensagem que promete informações sobre a atual situação da crise de saúde no Brasil e um kit gratuito com máscara e álcool em gel, dado pelo Governo Federal, tem circulado pelo WhatsApp. Confira as dicas da PF:

Ao receber uma mensagem deste tipo, desconfie sempre antes de clicar nos links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. 

Procure saber informações do aplicativo ou programa antes de fazer a instalação em seu celular ou computador;

Nunca instale programas de computador ou celular através de sites desconhecidos, baixe sempre em sites oficiais tais como: Google Play e App Store ou do próprio fabricante;

O aplicativo oficial para acompanhar as notícias sobre o Coronavírus no Brasil é Coronavírus-SUS e qualquer dúvida deve-se ligar para o número*136 do disque saúde.*

Nunca baixe programas piratas para o celular ou computador, tais sites costumam ter a maior concentração de vírus;

Instale um bom antivírus em seu celular ou computador.

Para conter o novo coronavírus, países da Ásia estão implantando um arsenal de tecnologias inovadoras, mas também intrusivas, como pulseiras eletrônicas, mensagens de texto de aviso de quarentena ou pesquisa digital de itinerários suspeitos.

Quando Declan Chan, um estilista de Hong Kong, desembarcou esta semana procedente de Zurique, foi recebido por policiais que o colocaram uma pulseira no pulso.

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O dispositivo está conectado a um aplicativo que precisou baixar em seu telefone antes de iniciar as duas semanas obrigatórias de quarentena em casa.

O bracelete permite às autoridades verificar em tempo real onde está, para garantir que as pessoas que retornam do exterior não espalhem o coronavírus, em um momento em que cresce o medo de "casos importados" nesta cidade, que até agora soube lidar com a pandemia.

Questionado por telefone pela AFP, Chan, de 36 anos, diz que se acostumou a esse "informante", que notificará as autoridades se ele sair de casa.

"Com certeza é desconcertante tê-lo, mas prefiro ficar em quarentena em casa do que em um centro governamental", afirma.

As autoridades de Hong Kong informam diariamente sobre a epidemia. Mas foi muito discretamente que anunciou na segunda-feira, em comunicado, o recurso a esse dispositivo, comumente usado pelo serviço de fiscalização de penas.

Desde quinta-feira, todas as pessoas que chegam do exterior devem usar o dispositivo. Quem não o recebeu antes, recebe uma videochamada da polícia que verifica o número de pessoas presentes.

A ex-colônia britânica não está sozinha na adoção desse tipo de medida. Coreia do Sul, China, Taiwan e Singapura também se voltaram para a tecnologia.

- Impressões digitais -

O centro de controle epidêmico de Taiwan, o corpo criado após a epidemia de SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) em 2003, recorre ao Big Data para encontrar possíveis portadores do vírus e monitorar aqueles em quarentena.

Estes recebem um smartphone equipado com um GPS e são monitorados pelas autoridades através do aplicativo de mensagens Line.

Aqueles que não respeitam sua quarentena recebem mensagens, pois esse dispositivo de monitoramento está diretamente conectado aos serviços policiais. Os infratores podem ser multados em um milhão de dólares taiwaneses (US$ 32.000, € 30.000).

A Coreia do Sul tem um aplicativo semelhante, mas seu uso não é obrigatório.

Singapura, por sua vez, emprega investigadores para monitorar quarentenas e reconstruir os movimentos dos doentes.

"Onde quer que vamos, deixamos impressões digitais ao sacar dinheiro ou usar nosso cartão bancário", explicou Leong Hoe Nam, especialista em doenças transmissíveis em Singapura.

É preciso reconhecer que cada um desses países citados parece ter contido a epidemia, mesmo quando esta tomou grandes proporções, como na China.

Mas essas tecnologias levantam sérias questões sobre o respeito à privacidade.

Para Maya Wang, especialista da Human Rights Watch, nenhuma crise deve justificar que essas leis de vigilância não respeitem três princípios essenciais: constitucionalidade, proporcionalidade e necessidade.

Governos democráticos e transparentes respeitam melhor esses princípios, segundo Wang.

"É em lugares como a China que existem as medidas mais invasivas, com resultados mais arbitrários", assegura.

Ela lembra o 11 de setembro de 2001, quando muitos governos tomaram a ameaça terrorista como pretexto para adotar leis que reduziam as liberdades individuais.

"As situações de emergência costumam ser a melhor oportunidade para subverter os princípios democráticos", ressalta.

A China foi ainda mais longe com essas tecnologias controversas, através da análise de dados em larga escala e da implantação maciça de tecnologias de inteligência artificial.

Em um clima de suspeita, as gigantes da Internet Alibaba e Tencent criaram aplicativos móveis que permitem que os chineses certifiquem seu nível de risco às autoridades.

Assim, podem usar esses aplicativos para obter um código QR em seu telefone, cuja cor depende de suas visitas, ou não, a locais considerados de risco: verde (sem restrição), amarelo (quarentena de sete dias) e vermelho (14 dias de quarentena).

Ter esse código QR, com base na análise dos movimentos realizados pelo usuário, é quase obrigatório em várias cidades para usar o transporte público ou para deixar as estações de trem.

bur-jta/jac/sl/me/mar

Por causa do avanço do coronavírus (Covid-19), a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou estado de pandemia e orientou as pessoas a ficarem em casa. Visando diminuir os riscos, as empresas tem adotado a prática de home office, onde os seus colaboradores trabalham a partir de suas casas.

O especialista em cibersegurança Vinicius Perallis explica que há riscos que funcionários e empresas precisam estar atentos, pois o maior perigo está em desconhecer algumas medidas de segurança. "Muitas empresas não estão preparadas, por não ter uma VPN, que é o meio de conexão privada, que o usuário acessa por login e senha e passa a utilizar o sistema da empresa", declara Perallis. "Estando em casa, o trabalhador irá utilizar a sua conexão padrão de internet e, muitas vezes, o equipamento é configurado com senhas em padrão de fábrica, podendo deixar dados expostos e de fácil acesso", complementa.

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O especialista ainda afirma que as empresas não estão orientando seus funcionários em relação a segurança da informação. "Muitas esquecem que a segurança no ambiente digital é importante. Algumas estão mais preocupadas em dar meios e condições para as pessoas trabalharem de casa, como adquirindo softwares de web conferencias, mas deixa o quesito segurança passar despercebido", explica.

A empresa que já teve a segurança no ambiente digital violada sabe a dor de cabeça que é. Por isso, a orientação é para evitar danos irreparáveis, principalmente no setor financeiro, que pode ter desde pagamentos de boletos falsos ou transferências para fornecedores inexistentes. "Há também o risco de vazamento de informações, que pode expor a fórmulas, segredos da empresa e dados de clientes, gerando a perda de credibilidade da marca", reforça.

Para ter um acesso mais seguro, o mais recomendado é a utilização de uma rede VPN e também orientar os seus funcionários com algumas boas práticas, como não deixar o computador exposto para que todos na casa tenham acesso as informações, em notebooks, manter o HD criptografado para não perder informações e evitar falar alto ao telefone quando estiver tratando de assuntos empresariais. É importante manter os aparelhos com bons antivírus e, sempre que possível, com o sistema atualizado.

Com as empresas cada vez mais inseridas no ambiente digital, aumentam os riscos no mundo cibernético. "É importante ter um programa estruturado em segurança da informação, onde o objetivo nunca é apenas passar conhecimento, mas sim um incentivo de mudança de hábito. Assim, a empresa pode dar ao seu colaborador a segurança de que ele está trabalhando de maneira responsável no sistema remoto", conclui.

Há um ditado popular que diz que "a ocasião faz o ladrão" e, em meio ao surto do novo coronavírus, ao menos na internet, isso parece estar se tornando realidade. Cibercriminosos estão se aproveitando da campanha de conscientização e prevenção feitas pelas secretarias de saúde e fazendo circular um novo golpe, via WhatsApp. A mensagem promete informações sobre a atual situação da crise de saúde no Brasil e um kit gratuito com máscara e álcool em gel, dado pelo Governo Federal.

A mensagem maliciosa direciona o usuário para uma página falsa que se apresenta com a logomarca do governo federal, traz informações sobre a quantidade de pessoas infectadas e mortas pelo COVID-19 e dá dicas de prevenção. Para ganhar o suposto kit, o site pede que o internauta preencha um formulário com nome, CPF e endereço completo. Ao final, é solicitado para a vítima compartilhar o site com amigos e grupos para ajudar a "salvar vidas", porém todo o processo é falso.

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Confira as dicas dadas pela empresa de cibersegurança Kaspersky

Sempre verifique o endereço do site para onde foi redirecionado, o endereço do link e o e-mail do remetente para garantir que são genuínos antes de clicar neles, além de verificar se o nome do link na mensagem não aponta para outro hyperlink;

Verifique se a notícia é verdadeira acessando o site oficial da empresa ou organização - ou os perfis nas redes sociais;

Se não tiver certeza de que o site da empresa é real e seguro, não insira informações pessoais;

Use soluções de segurança confiáveis para ter uma proteção em tempo real para quaisquer tipos de ameaças.

O Porto Digital e Ministério Público de Pernambuco (MPPE) lançaram na última terça-feira (17) uma iniciativa de inovação aberta para criar soluções para o enfrentamento à pandemia do novo Coronavírus no Brasil. O objetivo é que sejam submetidas ideias impactantes e que possam ser implementadas em curtíssimo prazo.

O ciclo, que aceita submissões até sexta-feira (20) e é aberto para todo o país, destinará um investimento de R$ 1,3 milhão. As etapas para escolha dos projetos serão realizadas por meio de ferramentas online. Durante o processo, os participantes serão acompanhados por mentores do ecossistema e profissionais especializados da rede pública. 

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São cinco grandes desafios:

Desafio 1

“Como podemos monitorar o principal grupo de risco (idosos, 60+) e aumentar o nível de proteção e atenção sustentada para esse grupo vulnerável ao COVID19?”

Desafio 2

“Como podemos gerenciar o fluxo de informações em tempo real de todo o ciclo de vida dos casos epidemiológicos?”

Desafio 3

“Como podemos monitorar em tempo real os fluxos populacionais para identificar, educar e coibir aglomerações ou comportamentos inadequados ou em não conformidade com as determinações de isolamento social?”

Desafio 4

“Como podemos criar e uniformizar os protocolos de atendimento a saúde em todos os níveis do sistema?”

Desafio 5

“Como aumentar a escala (em massa) dos testes de forma rápida, acessível e confiável?”

Inscrições

De acordo com o Porto Digital os participantes têm até às 18h, desta sexta-feira (20), para submeter suas ideias. Uma vez selecionados, terão mentoria específica para que possam entregar uma solução inicial e funcional até às 23:59h da segunda-feira (23). As soluções premiadas serão divulgadas até a terça-feira (24), com objetivo de implementação imediata. As inscrições podem ser feitas através deste link.

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Diante da infestação do Covid-19 e o medo da população de se contaminar, a Polícia Federal (PF) alerta para um novo golpe do WhatsApp, que promete R$ 470 para a compra de itens de prevenção. Os criminosos estão se aproveitando da apreensão causado pelo vírus para enganar beneficiários do Bolsa Família.

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Durante a semana passada, a PF passou a monitorar o falso link que está sendo enviado para contas de WhatsApps e Facebook. Através da necessidade da população de baixa renda, os responsáveis utilizam-se do programa de assistência para atraí-los ao golpe. Acredita-se que os alvos tenham restrições financeiras para adquirir materiais de higiene necessários para o combate ao novo coronavírus, como o álcool em gel e máscaras.

Ao acessar o link, os usuários são incentivados a preencher um formulário com dados pessoais como nome completo, endereço, número do cartão, senha e CPF. Em posse das informações das vítimas, a quadrilha pode sacar o FGTS ou o próprio valor do Bolsa Família. Os criminosos também podem abrir contas bancárias, fazer empréstimos ou compras com cartão de crédito.

Independente de estar ou não cadastrado no Bolsa Família, os golpistas informam que a vítima tem direito ao acréscimo. Para dar credibilidade à mensagem, falsos relatos de supostos beneficiários que conseguiram sacar a quantia são exibidos e a logomarca do programa é utilizado criminosamente. Para que o falso agendamento do saque seja computado, a vítima ainda é obrigada a compartilhar o link com três grupos e mais sete amigos.   

Para evitar a disseminação do golpe, a Polícia Federal listou medidas de prevenção:

1. Ao receber uma mensagem deste tipo, desconfie sempre antes de clicar nos links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais.

2. Cuidado com o imediatismo de mensagens tais como: agendamentos liberados até hoje, último dia para o saque, urgente, não perca essa oportunidade, quase sempre tais conteúdos querem fazer com que as pessoas não averiguem a veracidade do conteúdo nas páginas e órgãos oficiais.

3. Certifique-se no site oficial da empresa ou governamental sobre a veracidade do que está sendo oferecido, principalmente quando se tratar de supostas promoções, ofertas de dinheiro, brindes, descontos ou até promessas de emprego. Nesse caso, o Ministério da Cidadania já esclareceu e alertou que são falsas as informações sobre o suposto benefício de R$ 470 reais para compra de produto de limpeza e máscaras para prevenir o coronavírus.

4. Não compartilhe links duvidosos com seus contatos sem antes saber se são autênticos – você pode estar sendo usado por bandidos para espalhar o golpe e prejudicar outras pessoas.

5. Nenhum órgão do governo federal se comunica solicitando dados e informações dos seus beneficiários ou servidores através de links via WhatsApp;

6. Nunca preencha nenhum cadastro, formulário ou pesquisa fornecendo seus dados pessoais de links enviados pelo WhatsApp;

7. Mantenha um bom antivírus instalado no celular.

A Internet "não funciona para as mulheres" e está alimentando uma nova era de abusos generalizados contra elas - alertou nesta quinta-feira (12) o criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee.

Em uma avaliação negativa publicada pela World Wide Web Foundation, criada por Berners-Lee para defender uma rede livre e aberta para todos, também garantiu que existe uma "tendência perigosa" de abuso on-line que ameaça o progresso em direção à igualdade de gênero.

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"A web não funciona para as mulheres e as meninas", escreveu.

"O mundo fez um progresso significativo na igualdade de gênero, graças ao impulso incansável de pessoas comprometidas", afirmou.

"Mas estou seriamente preocupado com o fato de que ataques on-line enfrentados por mulheres e meninas, especialmente as de cor, provenientes de comunidades LGBT e de outros grupos marginalizados, ameacem esse progresso", advertiu.

Em uma pesquisa da Associação Mundial de Escoteiras, "mais da metade das jovens entrevistadas disse ter sofrido violência on-line", afirmou Berners-Lee.

O famoso especialista em informática também destacou que a discriminação é alimentada pelo fato de muitas mulheres não terem acesso à Internet.

Assim, de acordo com um estudo de sua fundação, os homens têm 21% mais chances de usar a rede, um percentual que sobe para 52% em países menos desenvolvidos.

Berners-Lee disse que essas desigualdades ameaçam o "Contrato da Web", um plano de ação global lançado por ele há um ano para evitar que a Internet se torne uma "distopia digital".

O Twitter ordenou a seus funcionários ao redor do mundo que trabalhem de casa, em um esforço para conter a pandemia do novo coronavírus.

A plataforma já havia ordenado o "home office" para seus funcionários na Coreia do Sul, Hong Kong e Japão no início do mês. A empresa também suspendeu as viagens de negócios não essenciais e eventos em fevereiro.

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"Estamos seguindo além de nossa orientação anterior... e agora informamos a todos os nossos funcionários a nível mundial que devem trabalhar de casa", afirmou em um blog a diretora de Recursos Humanos do Twitter, Jennifer Christie.

"Entendemos que este é um passo sem precedentes, mas este é um período sem precedentes", completou. Outros gigantes da internet adotaram políticas de proteção para os funcionários.

Google começou a restringir as visitas a seus escritórios no Silicon Valley, em San Francisco e Nova York, enquanto a Apple também estimulou os funcionários a trabalhar de casa.

O Facebook fechou seus escritórios em Singapura e Londres para uma "limpeza profunda" na semana passada, depois que um funcionário que passou pelas duas cidades foi diagnosticado com o vírus.

A cidade de Petrolina, no Sertão pernambucano, foi apontada pela Uber como a mais esquecida do Brasil. De acordo com o levantamento feito pela empresa, o município tem o maior número objetos esquecidos dentro dos veículos da companhia. O segundo lugar ficou com Governador Valadares, Minas Gerais.

Na tradicional lista de Achados & Perdidos da Uber, carteiras, roupas e celulares configuram o topo do ranking, mostrando que, muitas vezes, a pressa é tanta que as pessoas sequer lembram que estavam carregando algo. E não é apenas o que estava à mão. O bolso dos passageiros é um dos que mais sofre perdas, principalmente às segundas. O dia da semana é o campeão dos esquecimentos de dinheiro. 

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De acordo com a Uber, cada dia tem seu objeto esquecido favorito. Terça-feira são os fones de ouvidos e caixas de som, quarta-feira, malas e mochilas, quinta-feira, óculos. Garrafas, roupas e celulares são deixados para trás aos fins de semana - sexta, sábado e domingo, respectivamente. 

Entre os objetos mais inusitados da lista feita pela companhia estão fita de monitor cardíaco, convites de casamento, aparelho ortodôntico e até controle de videogame. No balanço anual, feito pela Uber, dezembro foi o mês que mais agregou as perdas. Confira as listas completas: 

Top 10 dos itens mais esquecidos

1. Carteira e bolsa

2. Roupas

3. Celular

4. Mochilas e malas

5. Chave

6. Óculos

7. Fone de ouvido e caixa de som

8. Dinheiro

9. Garrafas

10. Joia, relógio e maquiagem

Cidades mais esquecidas

1. Petrolina, Pernambuco

2. Governador Valadares, Minas Gerais

3. São Paulo, São Paulo

4. Porto Velho, Rondônia

5. Santa Maria, Rio Grande do Sul

6. Itajaí, Santa Catarina

7. Parauapebas, Pará

8. Imperatriz, Maranhão

9. Uberlândia, Minas Gerais

10. Brasília, Distrito Federal

Itens mais inusitados

Fita de monitor cardíaco

Convite de casamento

Aparelho ortodôntico

Quadro de arte

Remédio para cachorro

Controle de videogame

Como recuperar um objeto esquecido

Segundo instruções da empresa, para encontrar um item esquecido em uma viagem, a melhor forma é falar diretamente com o motorista. O contato pode ser feito por telefone, usando o próprio aplicativo, no momento em que perceber que esqueceu o objeto. Se o smartphone for o objeto esquecido é possível acessar sua conta por um computador. Para devolver uma taxa será cobrada pelo deslocamento do motorista 

A Uber deve limitar a quantidade de horas que seus colaboradores passam dirigindo pelo aplicativo. A nova ferramenta, lançada nesta quarta-feira (4), fornecerá notificações ao motorista quando ele se aproximar do limite de 12 horas online conduzindo o veículo em um dia. Após esse período, ele será automaticamente desconectado e não poderá utilizar o aplicativo pelas seis horas seguintes, voltando normalmente depois do tempo de descanso.

Em 2018, a empresa realizou a ação para o Maio Amarelo, nos Estados Unidos. Em 2020 chegou a vez do Brasil, com intenção de criar uma sensibilização em relação à segurança no trânsito. O aplicativo mostrará o tempo online e rodando, gasto pelo condutor, facilitando que o controle da jornada pelo motorista.  

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Esta não é a primeira vez que a Uber lança iniciativas para incentivar seus motoristas a dobrarem os cuidados com a segurança no trânsito. Ano passado, a empresa lançou um recurso que orientava a verificação da presença de ciclistas antes de abrir a porta do carro, caso a viagem terminasse perto ou ao longo de uma ciclovia ou ciclofaixa. O aplicativo enviaria uma notificação no final do percurso, tanto para o motorista quanto para o passageiro, orientando que o usuário redobre a atenção ao sair do carro.

O Twitter pediu a seus funcionários de todo o mundo que trabalhem de suas casas, em um esforço para tentar frear a propagação do novo coronavírus.

A epidemia de COVID-19 se propagou a todos os continentes desde o surgimento na China no fim do ano passado. A doença provocou mais de 3.100 mortes e infectou mais de 90.000 pessoas.

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A decisão da plataforma de pedir a seus funcionários que evitem comparecer aos escritórios está em sintonia com as medidas adotadas por governos em algumas das zonas mais afetadas pelo coronavírus.

"Pedimos encarecidamente a todos os funcionários no mundo que trabalhem de casa se podem fazer isto", afirmou a diretora de recursos humanos do Twitter, Jennifer Christie.

"Nosso objetivo é reduzir a probabilidade de propagação do coronavírus COVID-19 entre nós - e nas pessoas ao redor", completou

Para os funcionários da empresa na Coreia do Sul, Hong Kong e Japão - três territórios com muitos casos da doença -, trabalhar de casa é obrigatório, disse Christie.

O Facebook entrou com uma ação contra a empresa de inteligência de dados oneAudience por usar uma tática para obter informações sobre os usuários da plataforma de rede social.

O site oneAudience, com sede em Nova Jersey, pagou aos fabricantes de software a instalação de um programa "malicioso" em seus aplicativos que criava uma coleta "inadequada" de dados de pessoas no Facebook e em outros sites de redes sociais, disse o Facebook.

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"Os investigadores de segurança primeiro relataram o comportamento da oneAudience como parte do nosso programa de recompensas por (denunciar) abusos de dados", disse Jessica Romero, diretora de regras de plataforma e litígios, em um post no blog.

"O Facebook e outras empresas afetadas logo tomaram medidas contra a OneAudience".

As medidas que o Facebook tomou no final do ano passado incluem a desativação de aplicativos e o envio de uma notificação legal à oneAudience para interromper essa atividade, de acordo com a rede social.

O Facebook pediu à oneAudience para cooperar e auditar a conformidade com as políticas de redes sociais, mas, segundo Romero, a empresa se recusou a cumprir o pedido.

A maior rede social do mundo enfrentou intensa pressão para tomar medidas fortes contra o uso inadequado de dados, uma vez que um consultor político que trabalha na campanha de Donald Trump roubou informações pessoais de dezenas de milhões de usuários.

Desde então, o Facebook se comprometeu a revisar os acordos com todos os seus parceiros e aplicativos.

A oneAudience diz que trabalha com parceiros para precisar "identidades únicas de dispositivos móveis" que permitam localizar usuários "reais e verificados" e "compreender plenamente o usuário por trás da tela".

Procurada pela AFP, a empresa não se manifestou.

O Facebook anunciou nesta quarta-feira (26) que vai banir anúncios de supostos antídotos ou curas do coronavírus em sua rede social. Em meio à histeria por conta da epidemia do vírus, muitos golpistas têm aproveitado para enganar pessoas pela internet, vendendo falsas soluções. "O banimento inclui alegações relacionadas a curas falsas ou métodos de prevenção - como 'beber alvejante cura o coronavírus' -, e demais informações que possam causar confusão sobre os recursos de saúde disponíveis", disse ontem Kang-Xing Jin, chefe da área de saúde do Facebook.

"Também vamos bloquear ou restringir as hashtags usadas para espalhar informações errôneas no Instagram, e iremos realizar varreduras diárias para encontrar e remover o máximo possível desse conteúdo", informou Kang-Xing. Vale acrescentar que recentemente, um anúncio falando que "óleo de cobra cura o Covid-19 (nome técnico dado ao vírus)", viralizou pelas plataformas da empresa.

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Dentre outras medidas, o Facebook afirmou que quando os usuários buscarem informações relacionadas ao vírus, a rede social exibirá caixas "pop-up educacionais", com informações que sejam verificadas e de confiança. Além disso, o grupo também está dando créditos de publicidade gratuitos para as organizações que postarem anúncios educacionais sobre o coronavírus. Vale destacar que nas últimas semanas, Twitter e TikTok também adotaram medidas para limitar a disseminação de informações errôneas sobre o coronavírus em suas plataformas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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