Vamos seguir o calendário e aguardar o PT, diz Armando

Segundo ele a definição da chapa da Frente Popular não apressa o PTB

por Giselly Santos qua, 26/02/2014 - 14:19
Fernando da Hora/LeiaJáImagens/Arquivo Para Armando o processo de definição da chapa da Frente foi marcada por 'uma série de exposições de nomes, frituras e vetos' Fernando da Hora/LeiaJáImagens/Arquivo

O senador e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB), afirmou, nesta quarta-feira (26), que não pretende adiantar o lançamento da chapa majoritária que será encabeçada pelo PTB. Segundo ele, a definição da Frente Popular não apressa. O senador vai esperar o PT se decidir, se o apoiará ou lançará candidatura própria, o que deve acontecer em 15 de março. 

“Nós temos o nosso próprio calendário e ritmo. O fato de já ter havido definição no outro campo na chapa não nos apressa. Não queremos atropelar o nosso calendário. E como todos sabem estamos buscando uma aliança preferencial com o PT, eles tem um calendário cujo o prazo expira no dia 15 de março e com muita tranquilidade vamos aguardar todo o desfecho deste processo de discussão interna do PT”, afirmou, deixando transparecer a confiança que tem em fechar uma parceria com os petistas. 

Os partidos que já decidiram apoiar o PTB no estado foram o PSC e o Pros. “Estamos conversando também com outros partidos”, revelou. DEM, PDT e Solidariedade estão entre estes, além do G6 composto por partidos de pequeno porte. “Não posso antecipar o teor das conversas, mas confio que vamos poder contar com um amplo leque de apoios partidários”, acrescentou.

Indagado sobre como analisava a chapa com a qual vai disputar o pleito, Armando disse que não iria analisar o perfil dos políticos, mas a condução do processo de escolha, encabeçado pelo PSB. “Esse processo de escolha foi marcado por uma série de exposições de nomes, frituras e vetos. Surpreendeu a sociedade”, pontuou. Ele ainda acrescentando que “a população vai fazer o julgamento, eles serão vistos pelos currículos, os perfis, se podem caminhar com as próprias pernas e se podem liderar um projeto que leve Pernambuco a um futuro melhor”. 

Armando lembrou ainda seu discurso sobre a necessidade de uma “nova agenda” para Pernambuco continuar crescendo e o nível de exigência do povo pernambucano que se habituou ao desenvolvimento. 

Andanças no Carnaval – O senador garantiu que o Carnaval deste ano não será base de articulação políticas, mas de confraternização. Armando informou que vai passar os quatro dias em Pernambuco, ele deve prestigiar os Papangus de Bezerros, o Maracatu em Nazaré da Mata e a tradicional programação do bairro do Recife.  

“A programação é essencialmente de Carnaval. É um momento de confraternizar, não vou fazer articulações políticas. Vou participar de uma festa que é tão expressiva em Pernambuco. Sempre participei e quero estar este ano também”, disse. Segundo ele, a programação não será tão intensa quanto gostaria por estar se recuperando de uma pequena cirurgia no joelho.

 

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