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O Festival Palco Giratório iniciou sua programação recifense na noite desta sexta (03) no Teatro Barreto Júnior, que fica localizado no bairro do Pina. O espetáculo eleito para abrir o circuito foi Divinas, encenado pelas experientes Fabiana Pirro, Odília Nunes e Lívia Falcão. 

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Durante os momentos pré-espetáculos foi apresentada a vasta programação da sétima edição do Palco Giratório, que traz como grande novidade a inclusão de intervenções urbanas dentro de sua grade. A noite também contou com uma rápida apresentação musical de José Manoel Sobrinho - gerente de cultura do SESC - e com um pronunciamento de Inocêncio Lima - diretor regional da instituição.

Ambos elogiaram e destacaram a importância do Palco Giratório como um momento de intercâmbio cultural entre os artistas pernambucanos e de outros estados. Opinião compartilhada pela atriz e produtora cultural Renata Phaelante. "O festival unifica, traz novas linguagens e oportunidades para que possamos nos comunicar com pessoas engajadas na arte. O Palco traz a oportunidade de mostrar espetáculos locais em outros lugares e de outros lugares para cá e esse intercâmbio é valioso", diz ela.

Também integram as ações do Palco Giratório a Cena Fotô, Cena Gastrô e a Cena Bacante. A programação se encerra com o espetáculo Viúva, Porém Honesta encenado pelo Grupo Magiluth. O festival acontece entre os dias 03 e 31 de maio, sempre com espetáculos à preços populares nos principais teatros recifenses.

 

Divinas

A peça que mostra a trajetória de três meninas por um caminho quase sem fim deleitou o público que foi conferir a abertura do Palco Giratório. A ranzinza Uruba (Fabiana Pirro), a ingênua Bandeira (Odília Nunes) e a esperta Zanoia (Lívia Falcão) brincaram com a imaginação da plateia, que não segurou o riso enquanto elas compartilhavam suas histórias e experiências únicas.

As personagens em muito relembravam as crianças que, com toda sua inocência, conseguem passar de vilãs a mocinhas em segundos. Ao longo do caminho, o trio mostrava suas habilidades, uma herdou o talento de contista da avó, a outra lia pensamentos e, assim como a terceira, sabia fazer mágicas. 

Ana Freire, coordenadora de educação do SESC, presenciava o espetáculo pela quarta vez. “Costumo vir por que ele me faz rir, ele emociona, tem uma leveza que me faz viver e viajar na história”, diz ela.  E foi assim, envolvendo a plateia sem o auxílio de grandes cenários e efeitos especiais, que Divinas mostrou que a sétima edição do Palco Giratório estava apenas começando.

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